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MediaTek assume a liderança do mercado de chips para smartphones no Brasil

A MediaTek, fabricante global de semicondutores, cresceu em 12,7% sua participação no terceiro trimestre do ano e acaba de assumir a liderança do mercado de chips para smartphones também no Brasil. Atualmente a companhia conta com 32% do market share do setor no Brasil. Na América Latina como um todo, a empresa já é a número 1 desde o primeiro semestre de 2017, e conta, no momento, com 43% na região.

De acordo com Leonardo Munin, analista de pesquisa do mercado de celulares da IDC para América Latina, entre os fatores que levaram a MediaTek à liderança no Brasil, destacam-se os acordos com fabricantes de peso, com presença em modelos com grande volume de vendas. “A MediaTek oferece processadores de qualidade, é forte em aparelhos intermediários e possui escala”, destaca o analista da IDC.

“O forte crescimento e a conquista da liderança no País mostram que a MediaTek está no caminho certo, com produtos de ótima qualidade e com preços muito competitivos”, avalia Samir Vani, country manager da MediaTek no País. O executivo também destaca as parcerias com marcas regionais como um ponto importante para a conquista do primeiro posto no País. Vale lembrar que os chipsets da MediaTek são utilizados por quase todos os principais fabricantes de smartphone do planeta, como Motorola, Samsung, LG e Sony, entre outros.

O mercado de smartphones retomou o ritmo de crescimento no Brasil, com alta de 5% em relação ao mesmo período do ano passado. Segundo os dados da IDC, foram entregues cerca de 11,7 milhões de aparelhos no terceiro trimestre do ano.

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Tecnologia em prol da eficiência financeira das pequenas empresas

Para 2018, o governo espera um crescimento de mais de 3% do PIB brasileiro, mas para que tal expectativa de retomada da economia se cumpra são necessárias medidas eficazes para garantir o aquecimento da economia, que viu neste ano a concessão de crédito retrair cerca de 4,5% nos seis primeiros meses do ano.

Neste contexto, as pequenas e médias empresas (PMEs) –apesar de representarem uma fatia significativa do mercado – sofrem ainda mais, já que enfrentam uma falta da oferta de crédito adequado às suas especificidades.

Identificando essa deficiência no mercado de crédito, a WorkCapital oferece adiantamento de recebíveis para o segmento, um tipo específico de crédito referente ao desconto antecipado de duplicatas geradas. Uma oportunidade para que a pequena empresa tenha acesso ao capital necessário para lidar com o vencimento de suas contas e continuar investindo no negócio.

Para oferecer taxas de juros individualizadas adequadas ao nível de competitividade das PMEs, a WorkCapital incorporou o uso da inteligência artificial para realizar uma análise de risco mais sofisticada que estipula taxas de juros inferiores às praticadas pelos bancos. Tudo isso de maneira automatizada, disponibilizando o dinheiro em poucos minutos.

Tecnologia de ponta como essa já é uma realidade no dia-a-dia dos pequenos negócios, trazendo benefícios para a administração do fluxo de caixa e contribuindo para a evolução dessas empresas.

Confira aqui mais informações: Work.Capital

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BePay chega ao mercado para simplificar transações financeiras

A BePay acaba de ser lançada no Brasil e seu aplicativo está disponível para ser utilizado em qualquer smartphone Android e iOS, sendo que não é necessário dispor de tecnologia NFC (Near Field Communication) ou qualquer outra para ser utilizado.

Muito mais do que um simples aplicativo, ela chega como uma solução completa que irá facilitar o manuseio e promover uma agilidade quando se fala em movimentação financeira.

Um estudo realizado pelo Google em conjunto com a empresa de pesquisas Kantar TNS e intitulado “Google Consumer Barometer” (barômetro do consumidor), apontou que a fatia de brasileiros que usam smartphones cresceu mais de quatro vezes nos últimos 5 anos.

Segundo dados da 28ª Pesquisa Anual de Administração e Uso de Tecnologia da Informação nas Empresas, realizada pela Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (FGV-SP) e divulgada no primeiro semestre de 2017, o Brasil terá um smartphone em uso por habitante até o final deste ano.

Tendo por base os dados apresentados, ter uma carteira digital no celular vem se mostrando uma realidade não muito distante para muitos brasileiros. Analisando todo esse crescimento na aquisição de aparelhos inteligentes, surge essa fintech (como são conhecidas as startups do setor financeiro), com um leque de facilidades envolvendo transações financeiras, diferente de tudo que se vê no mercado.

Com apenas um clique é possível acessar a carteira digital no seu smartphone e escolher qual a melhor forma de realizar a movimentação que deseja. São muitas as operações disponíveis e que se mostram simples ao serem realizadas por meio da BePay.

É possível armazenar, além de um cartão pré-pago próprio, cartões de diversas instituições bancárias e dessa forma pagar, receber, sacar e transferir dinheiro. Tudo com simplicidade, rapidez e segurança e também funciona sem precisar ter uma conta bancária ou mesmo um cartão de crédito.

Dessa forma, além de toda movimentação ocorrer de forma digital, o usuário pode solicitar um cartão pré-pago com bandeira Visa para realizar transações em locais que ainda não estejam ligados à rede BePay.

Além das funções de pagamento, recebimento e transferência, a solução também funciona como um agregador de cupons de desconto que são creditados automaticamente na conta do usuário no ato do pagamento, o que torna a BePay uma plataforma de promoções para todo o varejo.

Já para quem recebe, a operação também é muito simples. O cadastro pode ser feito com CNPJ ou CPF e não é necessário pagar ou alugar maquininha – basta ter um smartphone Android ou iOS para baixar gratuitamente o aplicativo BePay. É o consumidor que digita o valor e gera o código, o estabelecimento apenas lê e autoriza o pagamento.

O acesso e a troca de informações financeiras funcionam de forma tão rápida como um envio de mensagens e, para utilizá-lo na realização de uma compra, não é necessário o usuário estar conectado à Internet, apenas gerar um QR Code que será capturado pelo celular de quem recebe.

As compras pagas com saldo BePay ficam disponíveis para o estabelecimento no ato e o dinheiro das transações pode ser transferido para o cartão BePay, onde é possível realizar compras em POS (Point of Sale) ou até ser sacado em caixas de Bancos 24h ou transferido para qualquer conta bancária.

“Acreditamos em um mundo em que todos os negócios digitais possam ser mais amigáveis e com tecnologias que aumentam a agilidade e a eficiência financeira. O que queremos é facilitar transações comerciais, tornando o processo de pagamento mais prático, rápido e seguro para todos, colocando a carteira do consumidor dentro do smartphone”, comenta Paulo Della Volpe, presidente da BePay.

Quando se fala em transferência, elas podem ser feitas de forma quase que instantânea e ainda garantir a diversão de muita gente. “Imagine-se num lugar onde você está sem dinheiro vivo e não possua conta em banco, e esteja apenas com seu celular. Seu saldo não é suficiente no momento. Dentre todas as alternativas você solicita ajuda a familiares ou amigos para uma transferência rápida onde poderá usar o valor para o próprio BePay ou sacar com o cartão para realizar sua compra. Tudo muito fácil e rápido”, reforça Della Volpe.

A BePay é muito mais do que um conceito de modernidade digital. Supera o rol dos aplicativos. É um conjunto de soluções prontas para uso. “Já está sendo utilizado entre usuários e vem sendo muito bem aceito. A ideia é que um grande número de estabelecimentos de diversas áreas comece a fazer uso do serviço, buscando a facilidade nas transações financeiras”, ressalta o executivo.

A solução BePay já está disponível para download para smartphones Android e iOS.

A plataforma oferece benefícios tanto para quem paga quanto para quem recebe.

Para quem paga, os benefícios são:

• É para todo mundo – Está disponível por meio de aplicativo para smartphones Android e iOS;

• É para todas as horas – É possível pagar usando BePay mesmo se estiver sem Internet;

• Tem cupons – Também funciona como um agregador de cupons de desconto que são usados automaticamente no ato do pagamento em sua conta;

• Não tem burocracia – Para usar BePay não é necessário ter conta bancária ou cartão de crédito;

• Muito prático – Fazer pagamentos e transferências pelo celular se torna tão fácil e rápido quanto enviar uma mensagem;

• Todos os seus cartões em um só lugar – Com BePay fica mais fácil controlar suas finanças, usar seus cartões e pagar torna-se muito mais seguro por meio do conceito de carteira digital;

• Rapidez – Pode-se transferir dinheiro para amigos de uma forma instantânea, sem custo.

E para quem recebe, as principais vantagens são:

• Não é necessário pagar ou alugar maquininha – basta ter um smartphone Android ou iOS para usar, o aplicativo BePay é gratuito;

• Venda e receba de forma rápida – Compras pagas com saldo BePay ficam disponíveis para o estabelecimento no ato;

• Simples e seguro – É o consumidor que digita o valor e gera o código, o estabelecimento apenas lê e autoriza o pagamento como se estivesse tirando uma foto;

• Serve para pessoa física ou jurídica – Para receber pagamentos com BePay você pode se cadastrar com CNPJ ou CPF;

• Divisão de pagamentos – Todos os envolvidos podem receber sua parcela no recebimento de forma individualiza e ao mesmo tempo;

• Oferece campanhas de cupons – BePay é o único em que você pode participar de campanhas de cupons sem pagar taxas por isso;

• Sacar e transferir – Com BePay, você pode fazer saques em Bancos 24h e transferências para sua conta bancária.

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Stefanini e Banco Original são reconhecidos no Prêmio Relatório Bancário

O avanço da tecnologia possibilitou o surgimento de novas maneiras de realizar antigos serviços, de forma mais prática e ágil, o que agrada, principalmente, o novo consumidor, considerado mais exigente e conectado. Atento a essa cenário, o Banco Original inovou ao quebrar paradigmas estabelecidos há anos no mercado financeiro e, com o apoio tecnológico da Stefanini, lançou um modelo 100% digital. A parceria entre as empresas foi reconhecida na segunda-feira (04), na XIII edição do Prêmio Relatório Bancário, organizado pela Cantarino Brasileiro e considerado um dos mais importantes do setor.

Parceiras desde 2015, as empresas foram vencedoras na categoria Aplicativos com o case “Original na Essência, Disruptivo na atitude”, que destaca o trabalho desenvolvido pela Stefanini em três projetos:

– Abertura Remota de Contas: aplicativo desenvolvido para que a equipe possa coletar remotamente as informações necessárias para realizar o cadastro de novas contas, por meio de dispositivos móveis.

– Plataforma de Gerente Comercial: o banco disponibiliza em um tablet todas as funções de uma agência, inclusive orientação de investimentos, para que o gerente possa se locomover para qualquer local, atendendo aos clientes no Brasil inteiro.

– Coleta e Entrega: solução na plataforma Java/Web, com diversos werbservices para integração com os sistemas de canais, como atendimento e plataforma corporativa. O serviço permite ao cliente ter conveniências em casa, como a entrega de dinheiro em espécie (real, dólar e euro), entrega de token físico, cartões, recolhimento de cheques depositados via imagem, entre outros benefícios.

Carlos Augusto de Oliveira, diretor de TI e Operações do Banco Original, conta que o principal desafio era lançar uma nova plataforma tecnológica inovadora, multicanal e segura, além da meta de crescer no varejo, com mais correntistas e ofertas de serviços. O executivo ressalta que a parceria tecnológica com a Stefanini foi essencial para tangibilizar a proposta de ser um banco 100% digital e poder oferecer aos clientes a possibilidade de abertura de conta pelo aplicativo, sem burocracia.

Marco Stefanini, fundador e CEO global da Stefanini, ressalta que o reconhecimento é mais uma prova de que o trabalho realizado foi ousado e disruptivo. “A Stefanini investe em pesquisa e inovação para entender o negócio do cliente e desenvolver a solução que se adeque melhor ao perfil de cada um. O Banco Original já nasceu com a proposta de ser 100% digital e nós ajudamos a concretizar isso. Para a Stefanini, foi uma grande satisfação poder ser parceira nesse projeto audacioso”, finaliza Marco Stefanini.

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Programa Alpha Inova é destaque na Corporate Startup Innovation Conference

O Alpha Inova, o programa de inovação da Alphaville Urbanismo, que promove a parceria entre startups e a maior urbanizadora do país, será um dos destaques da Corporate Startup Innovation Conference, que unirá grandes nomes do setor e estratégias consolidadas de inovação. O evento ocorrerá no dia 12 de dezembro, no WTC Tower, e tem o objetivo de fomentar a inovação como fator principal para a diferenciação de negócio e aumento de competitividade.

Além de promover o networking entre os participantes, a conferência visa o compartilhamento de experiências e boas práticas estabelecidas entre empresas e startups. A gerente geral de negócios da Alphaville Urbanismo, Patricia Hulle, apresentará o case Alpha Inova, com expectativas iniciais e resultados até o momento.

As vagas para participar da Corporate Startup Innovation Conference são limitadas e interessados podem conferir mais informações no site https://eventos.startse.com.br/corporatestartupinnovation/ .

Corporate Startup Innovation Conference
Data: 12/12 (terça-feira)
Endereço: WTC TOWER: Av. das Nações Unidas, 12.551 – Brooklin Novo – São Paulo
Horário: 9h às 18h

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REHAU usa impressão 3D para protótipo de móveis

Com a impressora 3D MakerBot Replicator +, distribuída pela Alcateia, a Delta produziu três peças, em apenas um dia, atendendo prazo e necessidades do cliente da alemã

A alemã REHAU usou a impressão 3D para confeccionar protótipos de peças utilizadas na fabricação de móveis e garantiu satisfação do cliente e redução de 97% de tempo, o que permitiu atender seu cliente dentro do prazo requerido. O processo convencional e a apresentação de protótipos e amostras levam, no mínimo, 30 dias e envolvem as áreas de engenharia, ferramentaria e produção. Caso seja um sistema de peças, mais de uma ferramenta pode ser necessária para mostrar o funcionamento do conjunto. Com a impressão 3D, os protótipos ficaram prontos em um dia.

Segundo o gerente geral da REHAU no Brasil, Alexandre Novoselecki, a utilização da impressão 3D para produção do protótipo foi simples, rápida e eficiente. “A partir de um desenho inicial com dimensões definidas nos três eixos, foi possível produzir o protótipo para apresentarmos ao cliente em aproximadamente um dia. O processo é muito mais rápido e tem custo reduzido. Como resultado, tivemos uma peça que atendia às necessidades do cliente,” explica Novoselecki e complementa: “Foram produzidas três peças distintas, cada uma com aproximadamente 15 cm de comprimento. Apesar do tamanho reduzido dos protótipos, foi possível demonstrar com sucesso a aplicação e montagem do projeto, deixando o cliente satisfeito com o resultado.”

O serviço foi realizado pela Delta Informática, que já prestou diversos serviços e forneceu equipamentos para a REHAU em várias ocasiões. “Sabendo dos serviços oferecidos pela Delta em impressão 3D, quando surgiu a necessidade de produção desse protótipo, optamos por realizar com ela,” assinala o executivo da alemã.

Para o diretor da Delta, Alexandre Renda Macluf, a forte parceria com a distribuidora Alcateia permitiu atender a REHAU e muitos outros clientes. “Como revenda da Alcateia, temos acesso a informações, equipamentos de última geração, com tecnologias reconhecidas no mercado e recebemos treinamento contínuo, o que faz toda a diferença no fechamento de negócios,” assinala Macluf, que informa que a utilização da impressora 3D MakerBot Replicator +, distribuída pela Alcateia, foi determinante para o bom resultado, uma vez que ela garante precisão, qualidade de acabamento e facilidade de uso que permitiram que o projeto tivesse sucesso.

Na REHAU, os protótipos são de peças e componentes que podem ser utilizados na fabricação de móveis, refrigeração comercial e esquadrias de PVC. Tais protótipos necessitam de desenhos detalhados. Por isso, se torna indispensável a produção de uma ferramenta específica.

A REHAU atua nos segmentos de construção e indústria no Brasil e trabalha com o princípio de substituir materiais tradicionais por soluções criativas de polímeros de melhor desempenho. A empresa, que em 2016 comemorou 40 anos de atividade no Brasil, chegou ao país em 1976 e desde então caminha ao lado da evolução do mercado de móveis e construção/PVC. Presente em mais de 170 localidades em 54 países, a REHAU conta com mais de 22.000 colaboradores.

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Campanha Drone Consciente incentiva o voo seguro e seguindo as normas

Mais de 100 mil drones voam no Brasil. Já existem regras claras para uso profissional e recreacional. Entretanto, apenas um quarto destas aeronaves não tripuladas estão registrados na ANAC – Agência Nacional de Aviação Civil – e um número ainda menor no DECEA – Departamento de Controle do Espaço Aéreo -, que autoriza cada missão.

Além disso já é comum o relato, nas redes sociais, de imagens e filmes produzidos por drones nitidamente fora das regras, colocando em risco o patrimônio e a integridade de pessoas. Culminando, recentemente, com o incidente amplamente divulgado pela grande mídia, de um drone voando na cabeceira da pista do aeroporto de Congonhas, em São Paulo (SP), Fato que gerou um caos no tráfego aéreo por algumas horas.

O grande desafio que se apresenta é popularizar as regras, ainda desconhecidas por toda a sociedade e particularmente por muitos pilotos de drones que chegam ao mercado aos milhares todos os anos. Para atender esta demanda foi criada a “Campanha Drone Consciente”, idealizada inicialmente pelo DECEA e utilizada em eventos promovidos em parceria com a ABM – Associação Brasileira de Multirrotores -, onde pilotos e autoridades se reúnem para difundir as normas em vigor.

Após o incidente de Congonhas, a Campanha está ganhando intensidade e participação, envolvendo Youtubers, blogueiros e formadores de opinião do setor, além de moderadores de grupos no WhatsApp, Facebook e LinkedIn, com objetivo de disseminar, de forma coordenada, conteúdos que divulguem a regulamentação e boas práticas da operação com Drones.

Fazem parte da Campanha os sites Dronegócios e Piloto Policial, além da feira DroneShow. A expectativa é reunir, na campanha, outros canais de conteúdo, associações setoriais, entidades reguladoras e outros eventos afins. Um importante aliado a esta campanha serão os órgãos de segurança, como as Polícias Militares estaduais, que já estão sendo preparadas para atuar primeiramente na orientação aos usuários de drones e depois na fiscalização mais ostensiva nas situações de risco iminente.

Dentre as atividades do grupo, estão reuniões para alinhar a estratégia de comunicação com a sociedade, realização de webinars e lives para divulgar as boas práticas, além da divulgação de conteúdos em forma de artigos, tutoriais e infográficos.

A ideia é que todos que estão ligados ao setor corporativo ou recreacional estejam unidos para ampliar as boas práticas de utilização dos drones no Brasil. Além disso, a própria sociedade, sendo melhor informada, será um grande aliado neste trabalho de fiscalização, podendo denunciar operações fora das normas de segurança.

Os drones estão proporcionando a criação de centenas de empresas e milhares de empregos no Brasil. Suas aplicações geram muitos benefícios no agronegócio, infraestrutura, mapeamento, filmagens profissionais e salvando vidas, além de gerarem imagens belíssimas. Enfim, todos ganham se este setor crescer com o máximo de segurança, gerando qualidade nos serviços prestados ou na pura diversão.

Para participar da Campanha ou obter mais informações, basta entrar em contato com Emerson Granemann, idealizador da feira DroneShow e um dos coordenadores da Campanha Drone Consciente, pelo email emerson@mundogeo.com. Para entrar em contato com a ABM, o email é abmultirrotores@gmail.com. E para tirar dúvidas com o, DECEA, o caminho é utilizar o SAC no www.decea.gov.br/drone.

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HE:labs muda posicionamento, anuncia holding e lança as empresas Impulso e Ignus

O mercado de tecnologia no Brasil é um dos mais promissores e continua crescendo, mesmo com a crise econômica dos últimos anos. Segundo a empresa de consultoria Gartner, o setor fechará 2017 com um aumento de 1,4% nos investimentos, contabilizando US$ 3,5 trilhões e a perspectiva é que, para o próximo ano, esse número seja ainda maior.

De olho no constante aumento das demandas do segmento, a HE:labs, empresa global de tecnologia, anuncia para o mercado um dos momentos mais importantes de sua trajetória. A partir de agora, a HE:labs torna-se uma holding e lança duas novas marcas: a Ignus, com foco em inovação e transformação digital para grandes empresas; e a Impulso, especializada na alocação de times para desenvolvimento de software, com velocidade e custo-benefício mais competitivos.

Segundo Rafael Miranda, CEO da Impulso, a criação da holding surgiu a partir de uma necessidade de mercado. “A HE:labs já atuava tanto como uma parceira de inovação e transformação digital em grandes grupos quanto na alocação continuada de seu time nos projetos de software pré-existentes em grandes empresas. Para dar mais foco e agilidade a esses serviços distintos, surgiu a necessidade de separar essas verticais de negócio em duas empresas, e, dessa forma, aumentar de maneira exponencial nossa participação no mercado de tecnologia”, explica.

Além de Miranda, Sylvestre Mergulhão também está à frente da Impulso, ocupando a posição de CIO. Os sócios Raphael Ozawa e Roberto Morais serão os responsáveis pela Ignus, como CEO e COO, respectivamente. Os colaboradores da HE:labs também foram realocados, passando a atuar separadamente em cada uma das empresas, de acordo com suas aptidões e soft skills.

Para fortalecer a presença global, o grupo pensa em expandir seus negócios para os Estados Unidos e Europa já no início do próximo ano. “Com esses movimentos, nossa expectativa é de que a holding feche o primeiro semestre de 2018 com um aumento no faturamento de até 50%, atingindo R$ 6 milhões. Além disso, vamos investir 10% do nosso faturamento em Marketing e Vendas para crescer e consolidar a base de clientes”, comenta Raphael Ozawa, CEO da Ignus.

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Rastros digitais: o que a internet sabe sobre você pode deixar marcas eternas

Por Wolmer Godoi

A internet se tornou um enorme campo construído por dados e memórias diversas, complexas e constantemente atualizadas. Muito disso se deve ao fato de que toda ação – online ou offline – que realizamos em nossas vidas deixa uma marca. No ambiente digital, podemos deixar rastros conscientes – como no caso de publicações, entrevistas –, ou registros inconscientemente: páginas acessadas, tempo de navegação, termos de busca, dentre outros. Através de ambos é possível ser rastreado.

“Digital Footprint” é o termo que define a nossa pegada, nosso rastro digital. Ele é composto pelo conteúdo – palavras, fotografias, áudio ou vídeo – que pode ser atribuído a um determinado indivíduo. Partes de uma pegada digital incluem fotografias no Instagram, postagens em blogs, vídeos publicados no YouTube, mensagens no mural do Facebook, reportagens, LinkedIn, etc. Outro conjunto de informações é o que está “on line” mas não está tão facilmente acessível: informações no SPC, Banco Central, Cartórios, Tribunais (Federais, Estaduais, Trabalho etc.) e outras bases de dados privados. Todo esse conglomerado de informações compõem a sua pegada digital, e ela diz muito sobre você.

Talvez você esteja se perguntando agora o porquê de se preocupar com isso, certo? Bom, se você nunca buscou seu nome no Google, sugiro que faça isso agora e veja todas as informações que qualquer pessoa ou empresa de qualquer lugar do mundo pode ter sobre você. Uma pesquisa realizada pela McAfee em 2014, com 1.502 jovens entre 10 e 18 anos dos Estados Unidos, aponta que 49% dos respondentes postaram algo que se arrependeram depois; 50% já compartilharam o endereço de e-mail; 30% compartilharam o número do telefone e 45% mudariam o comportamento em postagens se soubessem que os pais estavam de olho. Os seus dados pessoais não devem ser compartilhados.

Recentemente, palestrei sobre “Rastros Digitais” em um evento de segurança da informação e fiz um exercício muito interessante para saber até que ponto conseguiria informações pessoais de pessoas que estariam no evento. Os resultados chegaram a impressionar a mim e ao público presente. Selecionei 12 pessoas que confirmaram presença ao mesmo evento de segurança pelo Facebook e além das redes sociais, comecei a buscar as informações em sites públicos como Jusbrasil, Escavador, Consulta Sócio, Vebidoo, entre outros. O resultado deste exercício é que foi possível encontrar praticamente todos os dados dessas pessoas, como:

– 100% do número de CPF, data de nascimento, telefone e renda;

– 93,75% do nome da mãe, e-mail e endereço;

– 87,5% do nome da empresa e de parentes, ocupação e escolaridade;

– 81,25% da classe social;

– 68,75% do veículo;

– 31,25% dos títulos de eleitor;

– 12,5% da restrição financeira.

Agora pense e reflita: o que pessoas mal-intencionadas poderiam fazer com todos estes dados? Que tipo de problema ou manchas em sua vida pessoal um elemento mal-intencionado poderia causar?

Para isso, listo algumas dicas que podem ajudar você na forma de se interagir com outras pessoas através de canais digitais:

– Altere as configurações de privacidade em suas redes sociais para que apenas seus amigos possam ver sua informação;

– Tenha sempre em mente que, uma vez que a informação foi postada online, pode ser quase impossível removê-la;

– Não publique nada que possa se tornar embaraçoso mais tarde;

– Cuidado com as fotos postadas em seus perfis públicos. Os outros o julgarão com base no conteúdo;

– Não divulgue seu endereço pessoal, número de telefone, senhas, mesmo em mensagens privadas. Existe sempre a possibilidade de alguém encontrá-los;

– Não publique coisas para intimidar, ferir, chantagear, insultar ou gerar qualquer tipo de dano aos outros.

Na dúvida, não poste para não se arrepender depois!

Wolmer Godoi é Diretor de Cibersegurança da CIPHER

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Mercado brasileiro de celulares desacelera no terceiro trimestre de 2017, revela IDC Brasil

Entre os meses de julho e setembro, foram comercializados 12,4 milhões de aparelhos, 2% a menos do que no mesmo período de 2016.

Apenas as vendas de smartphones foram 5% maiores na comparação com o terceiro trimestre de 2016. Os features phones apresentaram queda de 51%.

Receita aumentou 18%

O mercado brasileiro de celulares voltou a cair no terceiro trimestre de 2016. Segundo o estudo IDC Mobile Phone Tracker Q3, realizado pela IDC Brasil, líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações, entre os meses de julho e setembro de 2017 foram comercializados 12,4 milhões de aparelhos, 2% a menos do que no mesmo período de 2016. Do total de celulares vendidos, 11,7 milhões foram smartphones, 5% a mais do que no terceiro trimestre de 2016, quando foram vendidos 11,2 milhões, e 700 mil unidades foram feature phones, ou seja, 51% a menos do que no terceiro trimestre de 2016, quando foram comercializados 1,4 milhão de aparelhos. A receita total aumentou 18% em relação ao terceiro trimestre de 2016, chegando a R$ 13,1 bilhões.

“O mercado de smartphones ainda apresentou crescimento se comparado com o mesmo período no ano passado, porém ficou abaixo das nossas expectativas para o período. O fim da liberação do FGTS e o adiamento de compra para a Black Friday e o Natal foram os principais motivos que levaram essa pequena queda”, diz Leonardo Munin, analista de pesquisa do mercado de celulares da IDC para América Latina. O analista destaca ainda uma mudança de comportamento do brasileiro em relação aos aparelhos. “O consumidor procura por celulares com melhores funcionalidades. Os modelos que oferecem memória interna acima de 32GB representaram 10,6%, do total de smartphones vendidos em 2016. Em 2017, já representam 33% do acumulado das vendas até setembro”, explica o analista. Além disso, no ano passado foram comercializados 28,9 milhões de aparelhos com tela acima de 5 polegadas, 65% do total do ano. Até setembro de 2017, foram vendidos 29,1 milhões destes aparelhos, ou seja, 83% do total”, finaliza Munin.

O estudo da IDC Brasil também constatou que o tíquete médio dos aparelhos no terceiro trimestre de 2017 teve aumento de 12,4% em relação ao mesmo período do ano passado, passando de R$ 994 para R$ 1118.

Para o último trimestre de 2017, a IDC acredita que serão comercializados 13,1 milhões de smartphones e 650 mil feature phones. Já para o ano todo, a previsão é de que sejam vendidos 52,1 milhões de aparelhos, crescimento de 6% em comparação ao ano de 2016.

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Como as ferramentas digitais podem ajudar os pequenos negócios a vender mais

O especialista em marketing online Rodrigo Lourenço, diretor da iZettle, explica como o empreendedor pode utilizar a internet de maneira simples para aumentar a clientela

Já imaginou se todos pudessem encontrar o seu negócio no Google Maps? E se os clientes contratassem os seus serviços via WhatsApp? Apesar de muito disseminadas, as ferramentas digitais ainda são um mistério para a maioria dos pequenos empreendedores, que ainda não tem ideia de como a internet pode ser aliada na conquista de clientes. De fato, a dificuldade de formar clientela foi apontada como o principal desafio dos pequenos negócios, em pesquisa de âmbito nacional encomendada no 1º semestre de 2017 pela iZettle – fintech sueca com atuação no Brasil e em mais 11 países na área de serviços financeiros e soluções de pagamento.

O Diretor de Aquisição e Engajamento da empresa, Rodrigo Lourenço, com 18 anos de experiência em marketing online, dá dicas de como utilizar a internet para vender mais.

1) Faça a sua empresa aparecer no Google Maps

Nem todos sabem, mas o Google oferece uma ferramenta gratuita que disponibiliza as informações das empresas na página de pesquisa e no aplicativo de mapas. “Especialmente se você possui uma loja física, é primordial que cadastre o seu negócio no Google local”, aconselha Lourenço.

A ferramenta localizada no endereço www.google.com.br/meunegocio ainda permite que o empreendedor encontre novos clientes por meio de anúncios no Google ou em sua rede de parceiros. Dentro do Google Meu Negócio existe uma forma rápida e prática de começar a anunciar sem muito conhecimento técnico. Basta seguir o passo a passo online

2) Dê um up no seu WhatsApp

Muitas pessoas ficam conectadas quase o dia todo no WhatsApp e as empresas têm aproveitado essa realidade para receber mensagens de clientes, como as pizzarias que aceitam pedidos via aplicativo. “É prático atender e aceitar pedidos pelo WhatsApp. Para que este canal funcione, contudo, é importante definir horário de atendimento e ter um telefone exclusivo”, orienta o especialista.

Ainda é preciso ter em mente que os clientes esperam agilidade na resposta do seu negócio, com o risco de não quererem mais o serviço e não o indicarem mais a conhecidos caso a demora seja grande. “Ninguém gosta de ser ignorado quando envia uma mensagem para contratar um serviço”, analisa Lourenço. Portanto, é preciso avaliar se vale a pena o tempo investido pelo empreendedor.

3) Mantenha atualizada e organizada a página no Facebook

Hoje em dia é cada vez mais comum criar páginas no Facebook para negócios, organizações, produtos, artistas, causas, entre outros. Entretanto, não basta apenas criar uma página para a sua empresa. “É preciso que o empreendedor esteja preparado para atualizá-la, responder mensagens e comentários e, eventualmente, ouvir críticas e encarar isso como sugestões para melhorar seu negócio”, diz o especialista.

Vale lembrar que, para obter um bom nível de engajamento na sua página, o compartilhamento dos posts é essencial. “O poder do boca a boca na internet é tão forte quanto fora dela. O compartilhamento do seu conteúdo ajuda a atingir potenciais novos clientes com o endosso dos consumidores satisfeitos atuais”, analisa.

Assim como o Google, o Facebook ainda permite a criação de anúncios para um público pré-definido. O investimento pode começar pequeno. A partir de R$50 já é possível anunciar. O próprio conteúdo da sua página pode servir de material para a publicidade, mas dedique tempo para escolher muito bem o público-alvo. Por exemplo, se você vende apenas presencialmente, é interessante selecionar um raio de publicação ao redor do seu endereço físico. Se você vende roupas para mulheres, pode selecionar exibir seus anúncios apenas para este público. Muitas opções de público-alvo estão disponíveis como: interesses e afinidades, cidades, estados, estado civil e até se essas pessoas curtem páginas de um concorrente.

4) Dê atenção também para o seu site

Muitos podem pensar que, com a popularização das redes sociais como Facebook e Twitter, os sites tornaram-se obsoletos e pouco acessados por possíveis clientes. Contudo, de acordo com Rodrigo Lourenço, a existência destes canais confere maior credibilidade ao negócio. “Quando um cliente encontra informações online sobre um produto ou marca, isso aumenta a confiança dele a respeito da empresa. Ter informações completas, verdadeiras e bem organizadas ajuda a convencer que seu negócio é seguro, sério e profissional”, aconselha o especialista da iZettle.

De acordo com Lourenço, é fundamental que o seu negócio tenha ao menos uma página simples própria na internet com fotos e descrição de seus produtos e serviços. “As pessoas gostam de saber mais sobre o que vão comprar ou contratar antes de fechar o negócio”, analisa. Mantenha todas as formas de contato disponíveis. Se você foi encontrado, nada melhor do que ser contatado e fechar uma nova venda na hora!

5) Diversifique canais e mantenha contato

Para o especialista em marketing e estratégia digital da iZettle, Rodrigo Lourenço, o segredo para utilizar a internet na conquista de novos clientes é diversificar os canais do seu negócio no ambiente virtual. “É importante pensar sempre em estar presente onde seus potenciais clientes estão. Além de encontrar novas pessoas, manter contato com quem já é fiel é primordial para fechar novos negócios a partir das indicações”, aconselha Lourenço.

De acordo com o especialista, a estratégia é utilizar a página no Facebook, WhatsApp, site e outros canais para avisar os clientes de promoções e produtos que eles possam gostar. “É preciso conhecer o perfil dos seus clientes e recomendar produtos relevantes. Afinal, um cliente fiel dificilmente parte para a concorrência e a competição com outros empresários é difícil”, conclui.

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Startup lança aplicativo gratuito para quem deseja obter renda extra

Conseguir economizar na hora de contratar um profissional ou colocar seus serviços à disposição é um caminho encontrado por muita gente em tempos de crise. Para poder atender esta demanda, a plataforma iPrestador foi fundada com intuito de ajudar quem deseja encontrar alguém para um serviço ou quem queira garantir uma renda extra em tempos difíceis.

“A ideia surgiu em 2014 após uma necessidade de reforma do meu apartamento, onde eu não consegui encontrar nenhuma indicação de profissionais para trabalhar nas diversas fases da reforma, desde o pedreiro, eletricista, até o vidraceiro para instalar um espelho no banheiro” explica Ronaldo Barros, fundador da plataforma e com mais de 20 anos de mercado.

O aplicativo está disponível gratuitamente na Apple Store e Play Store. Ao optar por encontrar um profissional pelo iPrestador, o usuário terá à sua disposição, entre outras informações, as recomendações e as redes sociais dos prestadores de serviços, o que aumenta a segurança na hora de uma eventual contratação.

“A plataforma permite fazer um perfil personalizado para os profissionais e prestadores de serviços, incluindo fotos dos trabalhos realizados e divulgar as principais redes sociais dos profissionais, como facebook, twitter, instagram, pinterest, entre outros. Do lado de quem contrata, a plataforma permite analisar orçamentos solicitados, o que pode gerar um economia de até 50% na contratação”, complementa Barros.

Em 2017, a startup iPrestador teve um crescimento de 100% na base de usuários e espera atingir a marca de 50 mil profissionais cadastrados até o final de 2018.

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