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Profissionais da cadeia da saúde já podem se credenciar gratuitamente para a 24ª Hospitalar

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A Hospitalar Feira+Fórum, plataforma global para geração de negócios e networking no mercado de saúde brasileiro e sul-americano, já está com credenciamento eletrônico gratuito aberto para visitantes interessados. O evento, que atrai a atenção de empresários e profissionais dos cinco continentes e apresenta soluções para a área da saúde de mais de 1.200 marcas nacionais e internacionais, acontecerá de 16 a 19 de maio de 2017, no Expo Center Norte, em São Paulo.

A feira está na 24ª edição e terá diversas novidades como o summit HIMSS@HOSPITALAR, que oferecerá conteúdo especializado em tecnologia avançada para o setor da saúde, um acordo de cooperação firmado com a HIMSS – Healthcare Information and Management Systems Society, organização global sem fins lucrativos, sediada nos Estados Unidos e focada em melhorar a saúde por meio da TI. Além disso, uma área exclusiva de facilities, em parceria com a empresa L+M, estará disponível. A novidade colocará à disposição serviços e produtos para construção, engenharia, arquitetura, recepção, manutenção e muitos outros, todos voltados à gestão.

Com o propósito de analisar e discutir a segurança do paciente como nova fronteira de qualidade dos sistemas e dos serviços de saúde, o CISS (Congresso Internacional de Serviços de Saúde), evento simultâneo à Hospitalar, reunirá tomadores de decisão e influenciadores do setor. Nos dias de evento serão apresentadas discussões fundamentadas em como atender ao desafio do envelhecimento global com tecnologias inovadoras e quais são os melhores modelos de cuidado e de reabilitação.

Expectativas

“A Hospitalar é um evento marcado no calendário dos empresários e profissionais da saúde. Tivemos a oportunidade de nos aproximar ainda mais de países como México, Índia, Alemanha e Estados Unidos. É uma oportunidade para estreitar a relação com a indústria nacional, o governo e ainda divulgar as ações que teremos ao longo do ano”, ressalta Paulo Henrique Fraccaro, superintendente da ABIMO (Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos, Odontológicos, Hospitalares e de Laboratórios).

Para Fabrício Campolina, presidente do Conselho de Administração da ABIMED (Associação Brasileira da Indústria de Alta Tecnologia de Produtos para Saúde), a Hospitalar é a feira mais importante do setor médico-hospitalar do Brasil e uma das maiores do mundo. “Além de congregar grande número de empresas expositoras do Brasil e de outros países, promovendo um intercâmbio saudável e necessário, é um importante fórum para que profissionais da área, hospitais, empresas e autoridades debatam os temas mais relevantes do setor, apontem tendências e façam propostas de políticas públicas. Dessa forma, promove negócios e aponta caminhos que impactam positivamente o setor da saúde.”

Seja no número de expositores estrangeiros (31% do total de participantes), seja no volume de visitantes, vindos de 74 países, a feira impressiona pela dimensão do mercado que atinge e por atender às mais variadas expectativas. “A Hospitalar é uma plataforma eficiente para o desenvolvimento de negócios na área da saúde. É superconhecida no Brasil e no exterior”, explica Henrique Camargo, diretor comercial e de marketing da BAUMER.

De acordo com Giane Adames, gerente de marketing intelligence da Cremer, participar da Hospitalar é uma ação necessária todos os anos. “A feira é também estratégica do ponto de vista dos negócios, pois a maioria dos expositores faz promoções, o que acaba revertendo em vantagem para os hospitais e outros compradores”.

A Hospitalar é um marco importante para a Maquet, uma vez que posiciona a companhia em relação ao mercado. “A Hospitalar mostrou que está preocupada com a situação atual da conjuntura do país e do mercado, ao nos apresentar novas ações que poderão beneficiar a todos. Estamos ansiosos para a próxima edição e esperamos que seja próspera. Nós, uma das indústrias líderes mundiais neste segmento, continuaremos contribuindo, apresentando tecnologias de ponta para engrandecer ainda mais o evento e o mercado da saúde”, conta Jennifer Herbst, diretora de marketing da Maquet.

24ª HOSPITALAR Feira+Fórum

Data e horário: 16 a 19 de maio de 2017 – das 11h às 20h

Local: Pavilhão Expo Center Norte – São Paulo (Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme)

Credenciamento para visitantes:

regtron.websiteseguro.com/hospitalar/cred15/index.php?ev=HOSPITALAR2017

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Rio de Janeiro recebe evento gratuito sobre mercado de provedores de internet

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O setor de pequenos e médios provedores de internet cresceu e atende às localidades onde as grandes empresas não oferecem conexão de qualidade. Em busca de profissionalização e atentos às possibilidades de crescimento em 2017, os profissionais cariocas ou interessados em conhecer sobre o mercado de internet, poderão acompanhar as palestras promovidas pelo Future ISP Expedição, que acontece na Barra da Tijuca, no dia 21 de fevereiro.

A programação, conta com discussões sobre os principais temas do setor e abordam maneiras de fortalecer os negócios e o atendimento ao cliente, com a experiência de profissionais das principais empresas do Brasil. Nesta edição, o impacto da limitação da internet fixa será comentado e, além disso, haverá a oportunidade de conversar com os principais players do mercado e fechar negócios durante o evento – que será realizado no Hotel Windsor, das 8h30 às 17h30.

O Future ISP Expedição é gratuito e os interessados podem se inscrever no site e garantir a credencial antes que as vagas terminem. Para as empresas o evento é a oportunidade de entrar em contato com um público direcionado, composto majoritariamente por diretores, gerentes e coordenadores, através de cotas de patrocínio disponíveis.

A próxima edição do Future ISP Expedição acontece em Aracaju no dia 13 de abril e as inscrições já estão abertas. E em Maio, a 2° edição do Future ISP, maior evento nacional de provedores, volta a Pernambuco para três dias de formação, especialização e prêmios.

Future ISP Expedição
Dia: 21/02/2017
Horário: 8h30-17h30
Endereço: Hotel Windsor Barra da Tijuca Avenida Lúcio Costa, 5400, Barra da Tijuca
www.doity.com.br/expedicao-rj

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Saiba como inovar usando a Lei de Informática

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Empresas de pequeno, médio e grande porte na área de indústria eletroeletrônica têm até 31 de março para usufruir dos benefícios fiscais da Lei de Informática. É importante que gestores de empresas que produzem bens de serviço e automação fiquem atentos para cumprir as exigências de maneira correta a fim de receber os incentivos ficais disponíveis. Se, por um lado, o Governo estabelece benefícios diretos, por outro, a empresa deverá aplicar uma parte do faturamento em atividades de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação de Produtos (P&D&I).

A Lei de Informática concede incentivos fiscais para fabricantes de hardware e de componentes eletrônicos que invistam em P&D&I. Com isto, é possível a redução de 80% do IPI (Imposto sobre Produto Industrializado). O investimento em P&D deve equivaler a 3% a 4% do faturamento anual das mercadorias incentivadas. De acordo com dados do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, são criados 100 mil empregos diretos com a Lei de Informática, destes, 15 mil são em P&D&I.

A Fundação CERTI (Centros de Referência em Tecnologias Inovadoras), com sede em Santa Catarina e atuação em várias regiões do país, é uma das instituições de P&D&I credenciadas para realizar serviços às empresas do ramo. Recentemente, a Fanem – multinacional brasileira que fabrica produtos nas áreas de neonatologia e de laboratórios – contratou a CERTI, por meio da Lei de Informática. O objetivo era desenvolver uma nova geração do Bilitron 3006, que integra a família equipamentos para fototerapia, pioneira no uso da tecnologia Super LED e responsável pela consolidação definitiva do tratamento de icterícia em hospitais nacionais e internacionais. De acordo com o diretor de Tecnologia da CERTI, Manuel Steidle, o equipamento permite o tratamento da doença por meio de irradiação no espectro azul.

Os projetos de P&D&I a serem realizados pela Lei de Informática também podem receber subvenção da EMBRAPII. A CERTI é uma unidade EMBRAPII credenciada para atuar na área de competência de Sistemas Inteligentes, possibilitando que os projetos aprovados tenham até 33% do seu valor total subvencionados.

Lei de Informática – A Lei 8.248/91 se aplica a empresas que têm produção nacional de equipamentos de informática listados no Decreto nº 5.906/06, de 26/09/2006. A partir da Lei 8.248, empresas que invistam em atividades de P&D&I para bens de informática e automação, internamente ou com institutos como a CERTI, poderão obter redução de até 95% do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). As empresas que utilizaram o incentivo devem investir em P&D&I de produtos até 4% do faturamento anual dos produtos incentivados, descontados os impostos de comercialização.

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Pesquisa revela as prioridades dos e-consumidores na hora da compra

Uma pesquisa do Zoom, site e app comparador de preços e produtos, realizada com 4 mil pessoas, em parceria com a Consumoteca, revela que, na hora da compra, o consumidor continua dando prioridade para as lojas em que já teve boas experiências. Em segundo lugar, fica a busca pelo melhor preço, praticamente empatada com os terceiro e quarto colocados: a confiança passada pelas grandes varejistas e as lojas que não tenham tido reclamações em sites como o Reclame Aqui.

Porém, ao longo dos anos, a opinião de outros consumidores, como por exemplo, as avaliações no próprio site da loja, também vem ganhando destaque nesse processo de escolha da varejista. Em 2014, apenas 21% consideravam isso e, no ano de 2017, esse número cresceu para 29%, o que representa um aumento de quase 40%. Hoje, esse critério vem antes da confiança na entrega.

“Os e-consumidores sabem que uma das grandes vantagens da internet é a velocidade na troca de informações entre clientes e o quanto isso impacta na busca, por parte das varejistas, em atingir excelência na experiência de compra”, analisa Thiago Flores, diretor executivo do Zoom. “Os consumidores estão mais maduros e já se sentem confortáveis com questões básicas do comércio eletrônico como entrega e pagamento, podendo agora priorizar outros aspectos”, complementa Flores.

Em sua quarta edição, o estudo pediu que os respondentes escolhessem até 3 critérios que levavam em consideração nas suas compras online. As opções disponíveis eram: “priorizo as lojas onde já tive boa experiência”, “preço/busco pelo produto mais barato”, “priorizo as grandes lojas”, “vejo se tem reclamações em sites como o Reclame Aqui”, “confiança na entrega” e “avaliação de outros consumidores”.
Confira abaixo o comparativo dos resultados da pesquisa do Zoom em parceria com a Consumoteca sobre os critérios dos e-consumidores para selecionar as lojas em que comprarão:

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Fonte: Zoom/ Consumoteca 2017

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Empate suspende julgamento do STF sobre responsabilidade da administração pública em contratos de terceirização

Um empate na votação suspendeu a análise, pelo Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF), do Recurso Extraordinário (RE) 760931, com repercussão geral reconhecida, que discute a responsabilidade subsidiária da administração pública por encargos trabalhistas gerados pelo inadimplemento de empresa terceirizada. O voto de desempate caberá ao ministro a ser nomeado para a vaga de Teori Zavascki, falecido em janeiro.

O recurso foi interposto pela União contra acórdão do Tribunal Superior do Trabalho que manteve a responsabilidade subsidiária da entidade pública pelo pagamento de verbas trabalhistas devidas a uma recepcionista terceirizada, por força de culpa caracterizada pela omissão em fiscalizar adequadamente o contrato de prestação de serviços.

Na sessão desta quarta-feira (15), a presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, votou com a divergência, pelo provimento parcial do recurso, por entender que não ficou comprovada a responsabilidade da administração pelo descumprimento da legislação trabalhista. Com isso, a corrente divergente obteve o mesmo número de votos que o entendimento da relatora, ministra Rosa Weber, no sentido da manutenção da condenação imposta à União pelo TST.

(Com informações do STF)

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5 lições de gestão de projetos para empresas de TI

Focadas no desenvolvimento de novos produtos e serviços, as empresas de tecnologia da informação têm que operar sob condições bastante incertas. Para tal, uma boa dose de comprometimento e paixão pelo que se faz é realmente importante, mas não basta para o sucesso. Afinal de contas, os negócios de TI, como qualquer outro, demandam o uso de ferramentas eficazes de gerenciamento, seja para engajar o cliente, aumentar a produtividade ou administrar processos de inovação com êxito.

É neste cenário que, ao longo dos últimos anos, os projetos na área vêm ganhando crescente espaço. Primeiro, porque os empreendedores estão cada vez mais conscientizados da importância de se trabalhar com orientação para projetos. Em segundo lugar, devido ao aumento da interação entre o usuário e os analistas de TI. Mesmo com os avanços, no entanto, ainda são muitos os setores e empresas do segmento que operam de forma insatisfatória – fatores como falta de agilidade no cumprimento das demandas e clientes infelizes com custos e prazos ainda são recorrentes no ramo.

Vale lembrar que o setor de TI, apesar da crise, conta com perspectivas de muito crescimento e geração de oportunidades. Então por que então não lançar mão das melhores metodologias e ferramentas de gestão para potencializar os resultados? Confira 5 lições de gestão de projetos para empresas de TI e alavanque o potencial do seu negócio!

Escolha e adoção de uma metodologia adequada

A adoção de uma metodologia fornece um conjunto de orientações para os projetos, fazendo com que a gestão se torne mais científica e menos empírica. Isso significa ter mais controle sobre os recursos que serão utilizados, aumentando a eficiência da equipe e a entrega de projetos bem-sucedidos em termos de prazos e custos. Com a boa aplicação de um método, é possível evitar práticas que levam ao fracasso e, é claro, replicar o sucesso em trabalhos futuros. Trocando em miúdos, pode-se dizer que a metodologia reúne regras para conduzir um projeto da melhor maneira possível. A Microsoft, por exemplo, utiliza o MSF (Microsoft Solutions Framework) para desenvolver seus produtos.

Mas qual a melhor forma de escolher uma metodologia? Sabe-se que as empresas de TI atuam com projetos bastante voláteis: as demandas mudam constantemente, há problemas de compatibilidade de hardware, brechas de segurança, falhas no software… Por isso, a opção deve levar em conta o método que melhor se enquadre no cenário do projeto de TI, observando-se variáveis de prazo, qualidade e custos. As exigências de cada mercado em que o negócio atua, a mão-de-obra disponível e a cultura organizacional também devem ser considerados no momento da implementação.

Por fim, é interessante observar as metodologias e ferramentas de gestão de projetos difundidas no mundo todo, que têm se mostrado eficazes para projetos de diversos tipos. O Guia PMBOK (Project Management Body of Knowledge) , a norma ISO1006 e o PMI (Project Management Institute) são alguns dos padrões de gerenciamento de maior adesão por parte das empresas. Seja qual for a sua escolha, contar com o apoio de uma metodologia é fundamental para o sucesso dos projetos, sejam eles pontuais ou de grande dimensão.

Formação de equipes específicas para cada projeto

Em geral, empresas e setores de TI têm sua estrutura organizada de forma funcional, principalmente devido a facilidades de gestão. O ideal, porém, é que a equipe opere organizada por projetos, formando-se de um time de funcionários para cada um deles. Deste modo, os colaboradores podem ser selecionados a partir de seu perfil e dos recursos disponíveis.

No modelo funcional, é comum que os profissionais sejam liderados por um único gerente (o analista mais experiente) e, quando um projeto termina, sejam alocados para outros trabalhos ou mesmo para desempenhar funções rotineiras. Na ótica da gestão de projetos, isto é um desperdício, pois não são consideradas as características e necessidades específicas de um projeto na hora da escolha dos funcionários. Em um sistema projetizado, o gestor pode formar as equipes baseado nas competências de cada um e nas demandas apresentadas, selecionando as pessoas mais adequadas. Um projeto que conta com maior risco, por exemplo, deve abarcar os profissionais mais experientes e capacitados do time. Este tipo gerenciamento também permite remanejar melhor a equipe caso seja necessário atender projetos de grande urgência.

Comunicação é palavra-chave

A falha na comunicação é um dos fatores mais comprometedores do sucesso dos projetos, e é capaz de provocar o desgaste de qualquer equipe. Uma das lições mais valiosas trazidas da gestão de projetos é justamente investir em ferramentas e práticas que garantam que todos os envolvidos estejam cientes de seu papel no projeto, além do andamento global do mesmo.

Primeiro, o gestor deve ter em mente quem são os stakeholders. Depois, estabelecer o meio de comunicação mais adequado. Um projeto de TI pode abranger outras áreas, como engenharia. Nesse caso, enquanto a comunicação da equipe pode estar assegurada com o uso de um bom software de gestão , o contato com um mestre de obras, por exemplo, pode ser mais eficaz por telefone. Planeje a interação considerando as demandas e evite ruídos!

Fonte: http://netproject.com.br

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Brasil participará da Mobile World Congress 2017

A Softex, em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) através do Brasil IT+, leva uma delegação de 16 empresas para participar do Mobile World Congress (MWC) 2017, o encontro mundial da indústria de mobilidade, que acontecerá de 27 de fevereiro a 02 de março em Barcelona – Espanha.

Há anos o evento reúne a comunidade global de líderes e as maiores empresas do segmento de tecnologia e telecomunicações. A expectativa dos organizadores é receber mais de 100 mil visitantes e mais de 2.200 organizações. Os executivos levam desses quatro dias de feira internacional as últimas tendências, avanços tecnológicos e as melhores práticas inovadoras necessárias para construir as futuras estratégias de TI.

A delegação do Brasil será representada pelas empresas: BWTECH, EiTV, Icaro Tech, Navita, Reddrummer, Sikur, Tokenlab, Vortigo, W5 Soluções, BRQ, Every TI, FH Cosultoria, Muxi, NEKIT, Senior e Stefanini.

Com um diversificado portfólio voltado para as necessidades e desafios de negócios em variadas indústrias e geografias, juntas as empresas ofertarão consultoria em TI, soluções empresariais móveis, desenvolvimento de apps, segurança e criptografia, sistema de controle de acesso, sistema de suporte a operações (OSS), gestão de dispositivos móveis (MDM) , gestão de custos de telecom (TEM), soluções para pagamentos, plataforma para mídia digital, análise e visualização dinâmica de dados, dashboards cognitivos e, é claro, não poderia faltar, internet das coisas (IOT).

Ruben Delgado, Presidente da Softex, estará presente no evento e comenta: “Devido às mudanças que estão ocorrendo ao redor do mundo, a participação Brasileira no Mobile World Congress deste ano é estratégica, cada dia mais os países estão se posicionando no que se refere a tecnologia de comunicação e o Brasil não fica de fora. A participação além de estratégica é obrigatória pois é uma vitrine de apresentação da nossa tecnologia para o mundo na maior feira do segmento, onde todos os países estarão presentes e nós estaremos lá.”

O Brasil também será representado pelo ministro de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, que fará a abertura oficial do estande do Brasil, no dia 27 de fevereiro às 18h.

Gilberto Kassab comenta que participar do GSMA Mobile World Congress, principal evento de tecnologia móvel do mundo, é muito importante para o ministro responsável pelas políticas públicas e as diretrizes de telecomunicações, inovações e tecnologia, pois esse “mundo” vai muito além do celular, e tem ganho importância, força e proporção cada vez maiores na vida das pessoas. “Estamos atentos aos avanços tecnológicos ao ponto de estarmos elaborando um Plano Nacional de Internet das Coisas (IoT), o qual, aproveitaremos a MWC, para apresentar alguns pontos já definidos desta regulamentação e discuti-los, inclusive com um foco social. No evento aproveitaremos para prestigiar o espaço da Softex, que neste cenário de conectividade, é essencial para o crescimento das empresas brasileiras de software e serviços de TI nos mercados nacional e internacional, especialmente por ser num setor tão competitivo e importante para o desenvolvimento econômico e social do país” completa o ministro.

A Softex prevê gerar USD 30 milhões de dólares em negócios em 12 meses, para o Brasil em mais de 100 reuniões de negócios que ocorrerão no evento, muitas delas já agendadas com players globais que visitarão o estande do Brasil.

Brasil no Mobile World Congress

Local: Fira Gran Via – Av. Joan Carles I, 64 – Barcelona
Estande: Hall 8.1 – estande E33

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Revolução digital: estudo global da iProspect aponta caminhos e desafios dos negócios em 2017

Dispositivos conectados (32%) e inteligência artificial (22%) despontam como tecnologias alvo. Para 40% dos respondentes, conectar as jornadas de compra on e off-line será a prioridade em 2017.

Entender o aprofundamento da economia digital, as mudanças no comportamento do consumidor, sua jornada de compra e os impactos nos negócios das empresas são os objetivos do “Future Focus”, estudo global com grandes empresas de 120 países de todo o mundo, incluindo o Brasil, promovido pela iProspect, agência de marketing digital full performance presente em 54 países. O estudo contou também com a participação das áreas de audiência e estratégia da iProspect dos países em que atua, além de profundo Desk Research. O “Future Focus” mostra que a revolução digital é uma realidade nos negócios, ou seja, a dinâmica econômico-social já foi alterada, tendo o mundo digital como centro dela. Não por acaso, uma pesquisa da MIT Sloan aponta que as empresas que já incorporaram essa visão são 26% mais eficientes que seus pares.

O presidente da iProspect Brasil, Rodrigo Turra, explica que “em 2016, o mundo atingiu 3,6 bilhões de usuários da internet, 50% da população mundial. Esses usuários estão cada vez mais conectados, principalmente por meio de dispositivos móveis cada vez mais potentes e flexíveis. Essa constante conectividade digital criou uma nova economia, a economia digital, na qual negócios tradicionais são virados pela cabeça, marcas nascidas no meio digital criam novas categorias e consumidores tem expectativas cada vez mais elevadas em relação a produtos e marcas. Entregar crescimento e lucratividade neste contexto exigirá das marcas uma reinvenção de suas metodologias de atuação”.

O estudo aponta que as marcas se moverão de um modelo de simples coleta de dados para um modelo de dados estratégicos. Isso significa identificar dados confiáveis e relevantes para o negócio e organizá-los continuamente e com agilidade por meio de ferramentas adequadas, retroalimentando o negócio. “Nenhum dado específico responde a todas as perguntas. O valor real é extraído quando, justamente, se faz as conecções corretas entre os dados disponíveis”, afirma Rodrigo Turra.

Nesse sentido, o principal desafio é monitorar as interconecções entre a jornada de compra on-line e off-line. O Google, por exemplo, fez grandes progressos nesta área monitorando essa conecção nos últimos 18 meses. A empresa afirma ter medido mais de 1 bilhão de visitas a lojas que agora podem ser ligadas ao Google Adwords para dar uma estimativa de conversões e proporcionar insights sobre o comportamento do consumidor. “Notas digitais e cartões de fidelidade também são soluções úteis para monitorar a interrelação entre meios digitais e compras off-line”, completa o presidente da iProspect Brasil.

O Future Focus apontou também que a tecnologia de dispositivos conectados móveis é a que mais estimula as empresas (32%), enquanto que integrar as jornadas de consumo on-line e off-line é a prioridade de negócios para 40% dos respondentes. Em termos de investimento de marketing por canais, os focos serão buscas pagas (22%) e redes sociais (18%).

Novas e criativas soluções

Outra tendência identificada é que veremos mais e mais empresas investindo em ações ou metodologias de coleta de dados primários do consumidor para além dos tradicionais sistemas de CRM e o tracking de navegação de sites e aplicativos. A própria produção de conteúdo dirigido pode ajudar as empresas a realizar a coleta de informações importantes.

O comércio conversacional promete ser a nova “onda” com empresas desenvolvendo aplicações para venda de produtos em aplicativos de conversa como o Whats’Up. “No exterior, já temos exemplos de empresas com plataformas funcionais de venda em aplicativos de conversa. Já é possível comprar roupas, pedir um taxi ou delivery de comida”, afirma Rodrigo Turra.

Na mesma linha, há uma tendência de integrar ainda mais mídias com links diretos para compras. Por exemplo, o Pinterest desenvolveu uma aplicação que permite comprar a partir de um clique na foto de um produto desejado. O Facebook e o Google estão desenvolvendo aplicações nesta linha também. Isso é importante, pois de acordo com um relatório da eMarketer, até o fim de 2016, 43% da população mundial já terá realizado alguma compra online. Com um faturamento global em 2020 de até US$ 4 trilhões, o e-commerce continuará sendo um dos segmentos com crescimento mais rápido na economia digital. Outra característica importante do e-commerce, é que ele será cada vez mais sem fronteiras, com consumidores adquirindo produtos de fornecedores em todo o mundo.

O estudo apontou, por fim, a emergência da busca por voz – logo as estratégias de busca paga devem se adaptar a essa realidade –, o uso mais amplo da inteligência artificial para agilizar respostas para consumidores e uma maior integração dos pontos de contato das empresas com seus públicos, facilitando assim o relacionamento.

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Beacons prometem melhor atendimento ao cliente e são tendência de mercado para 2017 – Por Caio Bretones

Ser reconhecido ao entrar nas lojas, receber promoções personalizadas, ganhar cupons para gastar nas suas compras usuais ou até mesmo ser direcionado a um cantinho especial da loja para encontrar itens que você possa gostar. Todas essas opções já são realidade no varejo graças a uma tecnologia específica: beacon.

Embora os beacons não sejam exatamente uma tecnologia nova, 2017 promete ser o ano em que ela começará a ganhar força no mercado. Vivemos em tempos em que os consumidores estão acostumados com uma alta taxa de interatividade, seja com pessoas, marcas ou estabelecimentos e eles também sabem exatamente o que querem comprar, usar ou frequentar. Por isso, os beacons são uma ferramenta valiosa para personalizar o atendimento ao cliente e se manter próximo a ele.

Os beacons são dispositivos de geolocalização para locais fechados. Eles permitem que os smartphones se conectem a eles via Bluetooth, estabelecendo uma comunicação por meio de um aplicativo personalizado. Os beacons geralmente ficam instalados na entrada de lojas e eventos, assim, captando a entrada do usuário no minuto que ele adentra o ambiente, dando início à interação.

A utilização dessa tecnologia traz um mar de possibilidades: fidelizar clientes, oferecer promoções, colher informações de público, entre várias outras coisas. É perceptível no mercado uma crescente demanda por beacons, geralmente em locais onde concentram-se grande quantidade de pessoas, como lojas (varejo e atacado), feiras, eventos corporativos e restaurantes.

Quando a tecnologia beacon é bem trabalhada, é possível reunir uma boa quantidade de dados, e com essas informações levantadas, o dono do estabelecimento consegue criar interações únicas e individuais para cada tipo de cliente, sabendo sua frequência de presença no local, tempo de permanência e proximidade de produtos ou serviços que são do seu interesse.

Por isso, a dica é cada vez mais manter-se atento a essa tendência de mercado, pois os clientes adoram novidades e gostam ainda mais de se sentirem únicos, duas demandas que os beacons atenderão sem dúvida alguma neste ano.

Caio Bretones, CEO da Mobile2you Tecnologia, é administrador formado pela Universidade Mackenzie, com passagens em diversas empresas de importação e exportação, como Fedex (Federal Express), onde adquiriu experiência no atendimento e tratamento personalizado dos clientes.

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Konduto realiza estudo e aponta que tentativas de fraudes em compras no e-commerce tiveram queda de 6,5% em 2016

O comércio eletrônico é um dos únicos setores da economia que apontou crescimento significativo mesmo diante da crise econômica que o Brasil vivenciou no ano passado. Um estudo realizado pela Konduto, empresa que oferece uma solução antifraude inovadora para lojas virtuais, aponta que em 2016 as tentativas de fraudes em compras no e-commerce apresentaram uma queda de 6,5%. O índice, que entre janeiro a junho havia sido de 3,83%, passou para 3,58% durante todo o ano passado.

Segundo a startup, a cada 28 pedidos que chegam nas lojas virtuais, ao menos 1 é feito por criminosos utilizando cartões de crédito clonados. O Raio-X da Fraude no E-commerce Brasileiro considerou uma amostragem de cerca de 30 milhões de transações analisadas pela Konduto entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2016.

“Os números apresentados neste estudo representam as tentativas de fraude, e não necessariamente as fraudes em si. A maior parte delas é barrada automaticamente pelo sistema, ou então a partir de uma revisão manual das equipes de risco dos estabelecimentos”, afirma Tom Canabarro, cofundador da Konduto.

Além desses dados, o estudo aponta que os criminosos costumam agir entre 18h e 21h59, horário que representa aproximadamente 30% das tentativas de golpes no comércio eletrônico brasileiro. Além disso, foi constatado que a maior parte deles possui um desktop com o Windows e navegam utilizando o Google Chrome.

“Essas informações desmentem um estereótipo que se faz do fraudador – um hacker que realiza as compras fraudulentas durante a madrugada, utilizando supercomputadores e navegando em redes criptografadas. Para se ter uma ideia, menos de 7% das tentativas de fraude ocorrem entre 1h e 7h da manhã”, acrescenta Canabarro.

Outro dado interessante do estudo comprova uma tendência: o aumento da presença dos dispositivos móveis (smartphones e tablets) no momento da compra do consumidor brasileiro. Em comparação com o primeiro semestre, o mobile foi ainda mais utilizado, saltando de 31,6% para 38,43%, ou seja, um aumento de 21,6%.

No entanto, os dispositivos móveis também foram mais utilizados para as compras ilegais. As tentativas de fraude oriundas do mobile tiveram um crescimento de 2,5%, saltando de 19,48% no primeiro semestre de 2016 para 19,92% no final do ano.

A redução na tentativa de fraudes não está relacionada à diminuição do número de fraudes em si, mas ao aumento de vendas registrado durante o segundo semestre de 2016. O comércio eletrônico brasileiro esteve mais aquecido no período, especialmente em decorrência de campanhas de vendas como a Black Friday. Ainda assim, o índice de tentativas de fraude é bastante alto, pois um e-commerce considerado saudável não deve ter taxa de fraude superior a 1% sobre o faturamento.

O Raio-X da Fraude no E-commerce Brasileiro conta ainda com informações como quais os dias da semana com maior incidência de vendas e de tentativas de fraude, bem como os principais navegadores de internet e sistemas operacionais utilizados tanto para compras legítimas como de origem criminosa. O material completo pode ser baixado gratuitamente em http://ebooks.konduto.com/raio-x-da-fraude.

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Pesquisa da Citrix: complexidade corporativa coloca em risco a segurança da informação

Pesquisa global da Citrix e do Ponemon Institute sobre infraestrutura de segurança de TI identificou que 83% das empresas em todo o mundo consideram que a complexidade organizacional é a causa do maior risco. No Brasil, este número não é diferente: 85% dos entrevistados afirmaram que os requerimentos de segurança corporativa são muito complexos, dificultam a sua produtividade e prejudicam a capacidade de trabalhar segundo suas preferências.

Os resultados desse estudo refletem o motivo do crescimento da chamada TI Invisível, ou shadow IT, que significa a prática adotada pelos funcionários de adquirir tecnologias e serviços, na maior parte das vezes sem o aval da TI, com o objetivo de buscar maneiras mais simples de realizar seu trabalho.

Com os colaboradores acessando as informações da empresa em seus dispositivos móveis pessoais, os dados corporativos acabam ficando disponíveis em laptops, telefones ou tablets deixados no escritório ou esquecidos em um café. Os ativos de dados estão aumentando, o que para 61% dos entrevistados brasileiros significa que cada vez mais informação é colocada em risco.

Já a proteção de aplicativos e dados é mais importante do que nunca. Globalmente, 74% das empresas consideram que é necessária uma nova arquitetura de segurança de TI para reduzir os riscos, índice que cai para 59% no Brasil. “Em relação aos demais países, os números mostram o Brasil com um perfil menos preocupado com segurança, o que nos alerta para uma possível vulnerabilidade das nossas companhias”, afirma Luis Banhara, diretor geral da Citrix Brasil.

As tendências globais analisadas no estudo indicam que as práticas e políticas precisam evoluir para lidar com ameaças decorrentes de tecnologias disruptivas, de crimes cibernéticos e de legislações de compliance. Mas alguns dados específicos revelam a realidade da segurança da informação no Brasil:

– 85% afirmam estar mais preocupados com fontes internas maliciosas do que com ataques de guerras cibernéticas e hackativismo (o que é uma tendência global, com 80%)

– 83% dos entrevistados estão preocupados com violações de segurança envolvendo informações de alto valor.

– E 65% consideram que existem riscos decorrentes de sua incapacidade de controlar os dispositivos e aplicativos dos funcionários.
Metodologia da pesquisa

O relatório conduzido pelo Ponemon Institute, patrocinado pela Citrix e denominado “A necessidade de uma nova arquitetura de segurança de TI: um estudo global”, analisou as tendências nos riscos de segurança de TI e as razões pelas quais as práticas e políticas de segurança precisam evoluir para responder às ameaças das tecnologias disruptivas, ao cibercrime e às normas estabelecidas. A pesquisa apresenta as opiniões de mais de 4.200 profissionais de TI na Austrália, Nova Zelândia, Brasil, Canadá, China, França, Índia, Japão, Coreia, México, Holanda, Emirados Árabes Unidos, Reino Unido e Estados Unidos.

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Atualização do aplicativo Fly Delta oferece recursos offline aos clientes

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São 8:03 da manhã. Você cochilou e perdeu o serviço de bebidas em voo – e estava ansioso para beber um café Starbucks a bordo. Você está chegando ao Aeroporto Internacional de Cincinnati (CVG), no qual você só esteve algumas vezes, e se pergunta: “Quais são as chances de ter um Starbucks no caminho para pegar minhas malas?” Felizmente, você atualizou seu iPhone com a versão mais recente do aplicativo Fly Delta com mapas de orientação em aeroportos. Você acessa-o, toca em “CVG” no seu cartão de embarque, e o mapa do aeroporto CVG aparece, onde você procura “Starbucks.” Há quatro – e um está perto do seu portão de desembarque!

A Delta lançou nesta quarta-feira a última versão do seu aplicativo Fly Delta, oferecendo aos clientes acesso aos mapas mais inovadores de aeroportos, além da possibilidade de acompanhar detalhes do cartão embarque e do voo, mesmo quando uma conexão Wi-Fi ou de celular confiável não está disponível.

A ferramenta de navegação apresenta mapas interativos para 20 grandes aeroportos – incluindo os hubs da companhia aérea – e orienta os clientes com direções passo a passo para o seu próximo portão, restaurante ou mesmo para a área de retirada de bagagem. A Delta é a única companhia aérea a disponibilizar os mapas de aeroportos no iPhone por meio do seu cartão de embarque, tocando no código da cidade de saída, código da cidade de chegada ou números do portão, e por meio de My Trips (Minhas Viagens), Flight Status (Status de Voo) e da seção “More” (Mais).

Os mapas de aeroportos incluídos são: ATL, BOS, CVG, DCA, DTW, JFK, LAX, LGA, LHR, MCO, MSP, NRT, SEA, SFO e SLC. A partir da primavera norte-americana, o aplicativo também incluirá mapas para AMS, CDG, GRU, MEX e PVG.

“Os mapas de aeroportos da Delta são outro diferencial na experiência do cliente”, disse Rhonda Crawford, vice-presidente de Distribuição Global e Estratégia Digital. “Nós fomos além do padrão da indústria para integrar completamente mapas no cartão de embarque e em outras partes de nossa experiência de aplicativo. Estamos tentando antecipar quando os clientes podem querer ou precisar usar um mapa e fornecê-lo de maneira fácil e intuitiva – seja para encontrar um Sky Club, um portão ou uma xícara de café”.

A Delta trabalhou com a LocusLabs, um startup de tecnologia focado em viagens, para desenvolver a funcionalidade de mapa de orientação que fornece navegação ponto a ponto, após reconhecer automaticamente onde um cliente está quando o termo de pesquisa é inserido. Os clientes podem pesquisar usando termos genéricos como “café” ou nomes de marcas como “Starbucks” e escolher entre uma lista de opções para consultar orientações.

“Como o primeiro entre os aplicativos de viagens a implantar serviços de localização tão detalhados, a Delta colocou as necessidades do passageiro em primeiro lugar, enquanto estabelece as bases para agilizar a experiência do cliente, aprimorar as operações e, em última análise, fornecer um serviço superior de ponta a ponta”, disse Campbell Kennedy, CEO e co-fundador da LocusLabs.

O aplicativo Fly Delta mais recente para iPhone também inclui ações rápidas do 3D Touch na tela inicial. Os clientes podem tocar no ícone do aplicativo para obter atalhos para reservar um voo, fazer o check-in ou exibir o status de um voo.

O modo offline é outro novo recurso do Fly Delta 4.2 para iPhone, o que aumenta a confiabilidade do aplicativo, disponibilizando informações sobre o itinerário de viagem dos clientes, incluindo cartões de embarque, mesmo quando o dispositivo não está conectado à Internet.

O Fly Delta 4.2 vem ao encontro da mudança da Delta no Aeroporto Internacional de Los Angeles (LAX) para um local temporário como parte de sua reforma e mudança para um terminal maior.

“A Delta tem vários projetos de infraestrutura aeroportuária em andamento e esperamos que esta nova funcionalidade do aplicativo desempenhe um papel importante, ajudando os clientes em algumas transições importantes”, disse Crawford.

O Fly Delta para Android será lançado na primavera norte-americana de 2017.

Aplicativo Fly Delta tem história de liderança na indústria

A Delta liderou a indústria aérea em termos de avanços tecnológicos de aplicativos, começando com a introdução do aplicativo Fly Delta em 2010. Em 2011, a Delta foi a primeira a oferecer remarcação de voos cancelados ou atrasados por meio de seu aplicativo, e a primeira a oferecer o rastreamento de bagagem associada com uma reserva ou com etiquetas digitalizadas usando o aplicativo. Em 2013, o design da Delta para indicar a pré-verificiação no TSA nos cartões de embarque do Apple Wallet foi adotado como o padrão da Apple de exibição dessas informações para todas as companhias aéreas e em 2015, o aplicativo Fly Delta foi o primeiro de uma companhia aérea norte-americana a oferecer o Apple Pay.

No segundo semestre de 2016, a Delta começou a usar etiquetas de bagagem RFID em todo o sistema para rastrear malas despachadas e implementou notificações push em tempo real para que os clientes possam rastrear suas bagagens usando o aplicativo Fly Delta durante toda a experiência de viagem.

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As gôndolas do futuro – Por Luiz Carlos Peleckas

Unir o virtual ao físico. O tão aclamado Omni Channel está transformando as operações do varejo como um todo. Nos inúmeros processos impactados pela adoção da tecnologia, a gôndola expositora de produtos foi um dos componentes que mais recebeu melhorias, deixando de ser apenas um expositor para tomar parte fundamental na estratégia de marketing e operações das empresas. Segundo pesquisa da Nielsen, hoje 70% das decisões de compra são tomadas na frente da gôndola, o que mostra a importância delas no resultado final de uma loja.

Mais que integrar os canais de vendas físicos e virtuais, atualmente as várias tecnologias existentes na gôndola de um varejo aproximam o consumidor do lojista, o que permite ao gestor direcionar seu cliente, usando a tecnologia como canal de comunicação. Etiquetas RFID, tecnologia NFC, beacons e etiquetas eletrônicas de preços são algumas das opções tecnológicas que já estão disponíveis no mercado e estabelecem conexão com o consumidor, seja ela feita por meio de mensagens para smartphone ou apelo visual, um dos atrativos das etiquetas eletrônicas, por exemplo.

Além do resultado na operação de frente de loja, as novas soluções disponíveis conseguem dar todo o background tecnológico para gestão de loja. As etiquetas eletrônicas revolucionaram a precificação, permitindo que os varejistas alterem preços em tempo real, independentemente da localização das lojas ou número de etiquetas utilizadas, utilizando cores e alertas luminosos para destacar promoções e produtos estratégicos, sinaliza e fornece informações para a operação de chão de loja. Sensores de RFID podem ser acoplados aos produtos, acompanhando sua localização dentro da loja, fornecendo um inventário em tempo real. O mesmo pode ser feito com os beacons, que irão dar a localização em tempo real do consumidor, criando o “caminho de ouro” no varejo físico, estratégia que antes só era possível no e-commerce. Outro ponto importante é o uso de coletores de dados com realidade aumentada, que permite fazer conferência do local de exposição de cada produto, onde a máquina analisa a gôndola física e a compara com a virtual, orientando o repositor onde colocar cada mercadoria ou verificar ruptura.

Se tantas opções já estão disponíveis, o que podemos aguardar para um futuro próximo? Com certeza a evolução das tecnologias já existentes. Display eletrônicos que reproduzem vídeos, podendo ilustrar o uso do produto, trazer informações técnicas ou até mesmo chamar a atenção do consumidor, etiquetas eletrônicas que checam a gôndola e notificam rupturas a operação, coletores de dados que projetam virtualmente uma gôndola, dando um panorama real para o repositor ou projetando imagens para melhor a experiência de compra ao cliente, o que podemos afirmar com certeza é o refinamento da relação entre varejo e consumidor, o que irá proporcionar uma experiência de compra cada vez mais eficiente e personalizada.

Luiz Carlos Peleckas, Engenheiro de Aplicações da Seal

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A burocracia brasileira é o paraíso dos empresários – Por Federico Vega

Quando a gigante multibilionária eBay chegou a China achou que iria se fixar rapidamente. Entretanto, Jack Ma, naquele momento fundador de uma pequena empresa chamada Alibaba, reuniu sua equipe e disse para eles: “O eBay está chegando e eles podem até ser um tubarão grande no oceano, mas nós somos um crocodilo no rio Yangtze, maior rio de toda Ásia. Quando o crocodilo luta contra o tubarão no oceano, ele vai perde facilmente, mas se lutarmos no rio, nós ganhamos”.

O Alibaba não só derrotou o eBay, mas se tornou maior, com um valor de mercado de US$ 220 bilhões, sete vezes que a empresa norte-americana, dominando não só a China, mas a maioria dos mercados onde o eBay costumava dominar.

A história de Alibaba é um exemplo a ser seguindo pelos empresários brasileiros. Jack Ma era um professor simples de uma escola chinesa e começou a companhia digital em um momento em que o país não tinha capital disponível para investimentos e nem uma cultura ligada à internet ou empreendedorismo. Ele muitas vezes cita “ninguém queria trabalhar para nós, as pessoas não conseguiam entender o que estávamos fazendo, por isso, vamos contratar quem entrar pela porta, não temos escolha e todos pensaram que estávamos loucos”.

Igual ao Brasil, a China possui números elevados em relação ao PIB, população e território, combinados com mercados extremamente burocráticos, complexos e altamente regulamentados, com uma falta generalizada de cultura de negócios em sua força de trabalho.

Em 2013, me lembro de ver os fundos de capital de risco no exterior saindo do país, tendo como base as premissas de que a burocracia e a complexidade do mercado matam o empreendedorismo. Escutei de muitos executivos brasileiros dizer que o Brasil é o pior lugar na terra para se iniciar um negócio, especialmente quando uma crise política e econômica estava iniciando. Ma pode ter pensado o mesmo sobre a China em 1999, provavelmente seria mais fácil comprar uma passagem para o Vale do Silício, onde milhares de empreendedores competiram para resolver problemas, só que em um ambiente de negócios favorável, onde milhares de investidores estavam dispostos a dar o apoia as ideias mais loucas.

Mas a filosofia de negócios de Ma era diferente, como qualquer outra pessoa bem-sucedida, ele focou em onde estavam as oportunidades e não perdia tempo reclamando sobre algo que ele não podia controlar. Ele idealizava uma forma em que pudesse conquistar os investimentos de capital para seu negócio, assim navegaria na complexidade do mercado como ninguém, não tendo nenhuma concorrência forte em um mercado de bilhões de dólares.

O Alibaba estaria incubado em um ambiente seguro, sem a necessidade de se preocupar com os competidores predatórios comer uma fatia de seu “território”. Os concorrentes domésticos com financiamento insuficiente morreriam rapidamente e os concorrentes estrangeiros teriam dificuldade em entender um ambiente tão complexo. Em outras palavras, o Alibaba era – naquele momento – um pequeno, mas fortíssimo crocodilo lutando no rio Yangtze, onde os tubarões não podiam lutar. Seu ambiente era grande o suficiente para alimentar esse único crocodilo e transformaria ele em um monstro, fazendo com que nenhum tubarão sonhasse em lutar.

Conheci Jack Ma em Davos, Suíça em 2015. Naquele dia, sua recomendação para começar uma empresa em um mercado emergente era perfeita. Ele dizia para não se queixar, e encontrar oportunidades onde todo mundo vê problemas, transformando esses problemas em sua vantagem. “A diferença que separa os empresários de sucesso dos demais é que eles nunca reclamam, sendo confiantes o suficiente para nunca desistir.”

Ou seja, se você estiver investindo em um mercado complexo, certifique-se de abordar um mercado massivamente grande e usar essas complexidades a seu favor, desta forma, você irá incubar um pequeno crocodilo que irá se tornar gigante, podendo assim ganhar dos outros tubarões no oceano aberto.

Federico Vega, CEO e Fundador da CargoX

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Wix.com Surpasses 100 Million Registered User Milestone

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Wix.com Ltd. (Nasdaq: Wix) has reached a significant milestone, surpassing more than 100 million registered users. Entrepreneurs, solopreneurs, artists and businesses around the world are now using the Wix platform for website design, brand management and operations. The company has doubled its registered user base in the past two and a half years, with the United States being one of its fastest growing markets.

“Consumers and businesses want stunning websites that are simple to create and navigate,” said Nir Zohar, Wix President and COO. “Every day we ask ourselves, how can we help our users do more? By keeping that question central to everything we do, we have exceeded even our wildest growth expectations.”

Growing By Meeting Customer Needs

Wix has put meeting untapped customer needs at the center of its development philosophy and it has delivered significant results. Specifically, it addressed many of the top barriers to website design, online brand establishment and the enablement of small businesses with a powerful cloud based operating system. Significantly, over the past year, Wix has:

Launched Wix ADI – Employing artificial intelligence to simplify website design and creation.

Simplified commerce – Made its ecommerce capabilities even more attractive, bridging online and offline commerce capabilities with a Square partnership.

Provided mobile management – Allowing customers to access the powerful Wix OS via the Wix App. Wix users have created over 22 million mobile sites to date, making Wix one of the largest mobile site development platforms globally.

Introduced new tools for artists and photographers – Providing industry leading portfolio management, editing and image protection for photographers and artists.

To further celebrate the stunning websites Wix users create on a daily basis, Wix has created the global #StunningAwards to recognize the best design and creativity on the platform. The creators of three stunning sites will receive an experience of a lifetime. More details will be announced in early March.

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Como as redes sociais podem ajudá-lo a conquistar um emprego?

O recrutamento online oferece muitas vantagens para as empresas e para os candidatos, entre elas a agilidade e a assertividade. Mas como utilizar a visibilidade no meio digital em benefício da carreira, inclusive para conquistar um novo emprego?

“As redes sociais são a porta de entrada para se chegar a um candidato. É a primeira fonte de contato e coleta de informações”, afirma Marcelo Braga, consultor de Recursos Humanos e sócio da REACHR, plataforma digital inédita e gratuita, voltada a vendedores e estagiários, que usa algoritmos para analisar dados de candidatos e de vagas e a expertise de headhunters para conectar empresas e pessoas.

Segundo o especialista, entre as informações que os recrutadores costumam buscar nos perfis das redes sociais estão empresa, setor, tempo de experiência, formação acadêmica, idiomas e cargo que ocupa ou já ocupou. Entretanto, apenas a presença em mídias sociais não é suficiente para conquistar essa visibilidade.

“A REACHR é uma plataforma que busca ter claro quais são os objetivos dos candidatos, o seu perfil em todas as frentes, o momento de carreira. Ciente disto, e ciente do que a empresa busca para cada vaga é possível fazer a conexão adequada, gerando assertividade para empresas e para os candidatos. Também é possível fazer diversas comparações de carreira, identificando quais perfis são mais aceitos, quais os aspectos a desenvolver que o profissional deve focar. Estes feedbacks são essenciais para que os candidatos concentrem seus esforços de desenvolvimento onde de fato precisam, evitando dispêndio de recursos financeiros desnecessários”, explica.

Nesse sentido, quanto mais detalhado o perfil online do candidato na plataforma, mais chances existirão de o avaliador tomar a decisão correta. “O cadastro deve ser o mais completo possível, passando por dados cadastrais, acadêmicos, cursos realizados, histórico profissional, mas também deve trazer os objetivos de carreira para o momento, remuneração, aspectos comportamentais, interesses e hobbies”, explica.

Etiqueta digital ‒ Com isso, surge também uma preocupação: até que ponto as postagens nas redes sociais influenciam a opinião/decisão das empresas sobre a contratação ou não de um candidato?

Para o consultor, a não ser que a pessoa tenha um posicionamento muito radical sobre algum assunto e o perfil da empresa seja mais conservador, são raros os casos em que haverá uma pré-seleção. Entretanto, é preciso cautela para não prejudicar a carreira profissional, visto que geralmente o que é publicado torna-se público e em alguns casos não pode ser removido.

“Ter uma noção do que publicar e para quem publicar é importante. Há redes sociais mais voltadas para o trabalho, outras para os amigos. Você pode ainda fazer parte de comunidades especificas. Tudo que é colocado nas redes sociais torna-se público. Nunca sabemos o dia de amanhã. Imagina fazer um comentário grosseiro sobre uma empresa e depois se candidatar para uma vaga na mesma empresa? Portanto, todos devem buscar um uso adequado para os públicos adequados.”

Outro ponto que o consultor aconselha evitar é copiar o job description na descrição das atividades para se parecer mais atrativo para uma vaga. “Mentiras só atrapalham o processo de seleção. O candidato pode avançar uma etapa a mais, pode inclusive ser contratado, mas uma hora a ‘máscara cai’ e ele será prejudicado. Apenas ter informação sobre a empresa ou compartilhar com ela opiniões não é suficiente para se destacar, pode no máximo gerar mais interesse para uma avaliação. O perfil para uma contratação é algo completo, passa pelo aspecto técnico, acadêmico, comportamental, perspectivas futuras, momento atual, remuneração, empatia, fit cultural, etc.”

O uso excessivo das redes sociais é visto como algo negativo pelas empresas? Nem sempre, diz o consultor. “Existem empresas e gestores de todos os estilos e culturas. Sem dúvida para alguns, dependendo de suas crenças, da dinâmica do trabalho, do nível de exposição que o candidato tem e o quanto seu comportamento pode espelhar um comportamento da empresa, pode sim ser visto como prejudicial”, afirma. “Entretanto, em outros casos pode ser visto como positivo. O certo é que cada vez mais empresas autorizam seus funcionários ao usar as redes sociais para o trabalho, inclusive para se relacionar com clientes e fornecedores”, completa.

Saiba mais sobre a REACHR e cadastre-se gratuitamente: www.reachr.com.br

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SBCoaching promove 4º Fórum Internacional de Negócios, Liderança e Coaching

Estão abertas as inscrições para o 4º Fórum Internacional de Negócios, Liderança e Coaching, encontro realizado pela SBCoaching nos dias 23, 24 e 25 de 2017, no WTC Events Center, em São Paulo. Considerado o maior evento de Negócios, Liderança e Coaching da América Latina, o Fórum tem como objetivo fornecer novas ferramentas e técnicas em liderança para executivos, empresários, gestores e profissionais de RH.

Nos três dias de encontro, os participantes terão oportunidade de aprender sobre novas ferramentas e soluções de liderança e gestão com palestrantes internacionais como Martin Seligman, Brian Tracy, Fátima Doman, além dos profissionais Villela da Matta e Flora Victoria, Presidente e Vice-Presidente da SBCoaching. O Fórum é a oportunidade para adquirir ensinamentos como a habilidade de motivar e inspirar equipes, grupos e organizações; promover aumento de satisfação de bem-estar, performance e engajamento nas empresas; aumentar a produtividade, performance para alcançar resultados extraordinários.

As inscrições podem ser feitas pelo site www.forumdecoaching.com.br, pelo e-mail forum@sbcoaching.com.br ou pelo telefone (11) 3775-5753.

Fórum Internacional de Negócios, Liderança e Coaching

Local: WTC Events Center (Avenida das Nações Unidas, 12551)
Data: de 23 a 25 de março de 2017
Mais informações: www.forumdecoaching.com.br

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OLX movimenta R$81,9 bilhões em 2016, equivalente a 1,4% do PIB brasileiro

A OLX, líder no segmento de compra e venda online no País, obteve um crescimento expressivo durante 2016. Com os brasileiros cada vez mais conscientes em relação a seus hábitos de consumo, a empresa comemora fazer parte deste movimento e contribuir com a evolução da economia colaborativa.

A empresa promoveu quase o dobro de vendas pelo site em 2016 – foram 24,6 milhões de produtos vendidos, valor 90% superior ao ano anterior e que equivale a quase 50 vendas por minuto. Entre os maiores Estados do Brasil em população, dois resultados merecem destaque: Minas Gerais e Bahia cresceram as vendas em 103% e 106%, respectivamente – valor acima da média de crescimento geral da empresa, de 90%.

Outro dado que chama a atenção é o crescimento nas vendas em algumas categorias que há alguns anos não eram tão expressivas. “Os brasileiros já estão acostumados a comprar e vender carros usados no Brasil há muito tempo. Porém, nossos dados de 2016 mostram que esta realidade está se ampliando rapidamente, pois tivemos crescimento expressivo em categorias como moda, casa e itens para bebês e crianças”, explica Andries Oudshoorn, CEO da OLX Brasil.

As vendas realizadas no site movimentaram em 2016 R$ 81 bilhões – valor que representa 1.4% do PIB do País. “Para a OLX é uma honra ser o motor de uma cultura de consumo sustentável, que traz impacto positivo para todos: para quem desapega de algo que não usa mais, para quem compra produtos por um preço mais acessível, para a comunidade e economia do País e para o meio ambiente”, completa Andries.

Carros e imóveis

As categorias de carros e imóveis, dois segmentos nos quais a OLX é líder de mercado, foram muito relevantes no crescimento da empresa no último ano. 3,3 milhões de automóveis foram vendidos na plataforma, 44% a mais que em 2015. Isto equivale a 6 carros vendidos por minuto. O número de carros vendidos em 2016 pela OLX representa 34% do total de carros novos e usados emplacados pela Fenabrave no Brasil, que foi de 10,3 milhões. Além disso, em 2016, 933,5 mil imóveis foram vendidos pela OLX, alta de 50% em relação a 2015.

Novo escritório e contratações

Para abrigar todo esse crescimento e fortalecer a cultura de inovação, autonomia e criatividade da equipe, a OLX investiu R$ 5 milhões em um novo escritório de 2.600m², no Rio de Janeiro, e contratou 250 novos colaboradores em 2016 (175 no RJ e 75 em SP). Só na área de tecnologia, foram contratados 86 novos profissionais.

Expectativas para 2017

Existe um grande potencial no público que nunca comprou pela internet e uma das expectativas da OLX para 2017 é conquistá-los. Uma pesquisa do IBOPE Conecta, encomendada pela OLX, mostra que 91% dos internautas brasileiros (68.147.706 de pessoas) possuem itens sem uso em suas casas e 84% deles (62.856.848 pessoas) têm interesse em vender esses objetos. “Planejamos continuar crescendo o nosso marketplace C2C e aumentar em mais de 50% o número de pessoas desapegando seus produtos com sucesso na OLX”, reforça Andries.

A OLX espera ainda aumentar em mais de 100% a receita deste ano ao otimizar soluções para profissionais de carros e imóveis. A empresa pretende fechar o ano de 2017 com 610 colaboradores, crescimento de 33% em relação a 2016. As contratações serão, principalmente, voltadas para os times de produto, tecnologia e dados. “70 novos profissionais serão contratados em 2017 para estas áreas, reforçando a nossa posição de empresa de tecnologia que mais cresce no Brasil e levando o total dessa área a 150 pessoas”, complementa o CEO.

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