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Chatbot realiza 70% dos atendimentos do BB em rede social

O Banco do Brasil agora tem atendimento por chatbot em redes sociais. A solução foi testada entre os funcionários da empresa em meados de 2017 e, aos poucos, os principais assuntos demandados por clientes foram incluídos na ferramenta que é baseada em inteligência cognitiva, com interação automática aos clientes que entram em contato com o Banco pelo Messenger. O chatbot inicia 2018 atendendo a 70% dos assuntos tratados no canal.

O assistente virtual do BB é o único do mercado bancário brasileiro baseado em conversação. A apresentação de botões ocorre apenas em ações específicas, como avaliar se uma resposta está correta ou para solicitar atendimento humano.

Atualmente, o chatbot atende aos temas relacionados a cartão, conta corrente, operações de crédito e Ponto pra Você, o programa de relacionamento do Banco. Investimentos e suporte técnico estarão disponíveis aos clientes ainda no primeiro bimestre deste ano. O objetivo é que o bot responda a 100% das perguntas realizadas no Messenger do Banco do Brasil ainda em 2018.

As melhorias e atualizações são realizadas constantemente, de acordo com as interações e com as percepções coletadas pela equipe de curadoria da ferramenta. Desde agosto de 2017, quando a solução começou a ser disponibilizada para os clientes, o chatbot realizou mais de 320 mil interações.

A acurácia, ou seja, o percentual de respostas corretas às perguntas dos clientes, é de 77%. O mercado considera muito bom uma acurácia entre 70 e 80%. Quando é necessário algum tipo de interação humana, o atendimento é encaminhado para funcionários do BB que atuam no atendimento em redes sociais.

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IBM Breaks Records to Top U.S. Patent List for 25th Consecutive Year

IBM (NYSE: IBM) inventors received a record 9,043 patents in 2017, marking the company’s 25th consecutive year of U.S. patent leadership and crossing the 100,000-patent milestone. The new patents were granted to a diverse group of more than 8,500 IBM researchers, engineers, scientists and designers in 47 different U.S. states and 47 countries.

Inventors from IBM Research discuss Maja Vukovic’s patent for a system that detects and counteracts cyber attacks, one of the more than 1,400 AI patents IBM inventors received in 2017 alone. 2017 marks the 25th consecutive year that IBM has been named the leader in granted U.S. patents, with a record 9,043 patents.
“For the past 25 years, IBM’s patent leadership has changed the way the world works with advancements critical to the modern era of computing,” said Ginni Rometty, IBM chairman, president and CEO. “Today, nearly half of our patents are pioneering advancements in AI, cloud computing, cybersecurity, blockchain and quantum computing – and all are aimed at helping our clients create smarter businesses.”

As more and more enterprises conduct business on the cloud, IBM inventors received in 2017 more than 1,900 cloud patents, including a patent for a system that uses unstructured data about world or local events to forecast cloud resource needs. The system can monitor data sources – including news feeds, network statistics, weather reports and social networks – to identify where and how cloud resources should be allocated to meet demand.

Another set of innovations helps solve one of artificial intelligence’s current limits: lack of personalization, which can hinder how AI communicates with people. Among the industry-leading 1,400 AI patents IBM inventors were granted in 2017 is a patent for a system that can help AI analyze and mirror a user’s speech patterns to improve communication between AI and humans.

IBM inventors also received 1,200 cybersecurity patents, including one for technology that enables AI systems to turn the table on hackers by baiting them into email exchanges and websites that expend their resources and frustrate their attacks. It could substantially reduce the security risks associated with “phishing” emails and other attacks.

IBM inventors also patented significant inventions in emerging areas like quantum computing, including a new way for improving a quantum computer’s ability to acquire and retain information – otherwise known as signal readout fidelity. This can lead to efficiency in the components necessary to build a quantum computing system.

Other patented innovations from IBM inventors in 2017 include:

– A machine learning system designed to shift control between an autonomous vehicle and a human driver as needed, such as in an emergency.

– A method that leverages blockchain technology to reduce the number of steps involved in settling transactions between multiple business parties, even those that are not trusted and might otherwise require a third-party clearinghouse to execute.

– A technique that automatically elevates the security protection of a mobile device when it determines that device is located far from its owner and is likely under someone else’s control.

This year’s milestone builds on more than 105,000 U.S. patents granted to IBM from 1993 to 2017. IBM inventors have received patents for such transformative ideas as secure credit card transactions, guiding the visually-impaired using RFID, the world’s fastest supercomputers and earthquake detectors. https://www.research.ibm.com/patents/#patents-through-the-years

For more information about IBM’s patent and innovation leadership, see www.research.ibm.com/patents/

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Estudo aponta as tendências de inovação mais desejadas pelo mercado

Com a finalidade de entender quais são as tecnologias e inovações demandadas pelo mercado e as que vêm sendo desenvolvidas por startups, o movimento 100 Open Startups acaba de lançar o estudo “As tendências de inovação mais desejadas pelo mercado e as oportunidades para startups”.

A lista, composta por 43 tecnologias, é uma compilação do relatório do Observatório de Inovação de Negócios da Comissão Europeia, do Index de Tendências Tecnológicas da KPMG e da pesquisa realizada na base do movimento 100 Open Startups.

Foram recebidas 3.665 respostas de aceleradoras, executivos de grandes empresas, investidores e especialistas. As top cinco tendências, na opinião do mercado, são Big Data, Internet das Coisas, Design para Inovação, Inovação em Modelos de Negócio para Competitividade Global e Experiência do Consumidor.

“Como Big Data & Analytics e Internet das coisas integram o desenvolvimento de outras tendências, essas acabam se destacando como as mais desejadas e também exploradas. Entretanto, o estudo aponta oportunidades de desenvolvimento de inovação em setores menos explorados em relação à demanda existente, como Computação Quântica, Nanotecnologia, Realidade Aumentada, Impressão 3D, além do desejo por Parcerias Público Privadas”, explica Bruno Rondani, CEO e fundador do movimento 100 Open Startups.

O estudo também traz as soluções oferecidas pelas startups, demonstrando as principais oportunidades de desenvolvimento de projetos inovadores. Segundo Rondani, ao analisar os resultados, identificou-se que há um grupo de startups atuando nessas áreas. “Com isso, estimulamos as empresas iniciantes a atuarem nessas tendências e as grandes empresas e investidores a encontrarem as soluções e conhecimentos que necessitam, além de incentivar a articulação de políticas públicas para o desenvolvimento do conhecimento demandado”, comenta Rondani.

Com operações na América Latina e Índia, a plataforma 100 Open Startups conta com o engajamento de mais de 5.000 executivos de 500 grandes empresas de um lado e mais de 4 mil startups ativas e 200 investidores do outro. Das startups cadastradas na plataforma, mais de 300 atingiram o Nível 5, ou seja, são consideradas atraentes e preparadas para colocar suas inovações no mercado em parceria com grandes empresas. Também já foram gerados, nos últimos dois anos, mais de 700 contratos entre as startups e as grandes empresas.

O estudo completo está disponível em formato de ebook no site http://www.openstartups.net. Basta preencher o formulário para receber o conteúdo gratuitamente por e-mail.

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MundiPagg é a primeira plataforma de pagamento a aceitar Bitcoin no Brasil

A MundiPagg, em parceria com o Grupo Reserva, foi a primeira plataforma especializada em pagamentos no Brasil a lançar a opção de vendas em e-commerce por criptomoedas. As lojas virtuais da Reserva e Reserva Mini foram as primeiras varejistas de relevância no país a aceitar o Bitcoin.

Esta modalidade figura atualmente entre as principais tendências de pagamentos para 2018, uma vez que o Bitcoin vem atraindo cada vez mais adeptos, seja para quem planeja investir ou para quem procura por novas experiências. Com isso, a MundiPagg se torna uma das plataformas de pagamento mais completas e inovadoras do e-commerce. “Somos uma empresa que admira soluções disruptivas e, acima de tudo, acredita que pagamentos devem ser fáceis”, afirma João Barcellos, CEO da companhia.

Barcellos ressalta, ainda, a importância da unificação de recursos para o aumento do ROI no e-commerce. “Ao integrarmos esse recurso a todos os outros, como checkout transparente, disponibilizamos uma plataforma unificada para que as lojas ofereçam cada vez mais opções aos consumidores, aumentando as vendas sem a necessidade de se preocupar com a complexidade dos detalhes técnicos das transações online”, completa o executivo.

Como funciona

Lançado em 4 de janeiro para a Reserva com boa receptividade, registrando alto volume de pedidos nas primeiras 24 horas, o pagamento por Bitcoin está disponível a todos os clientes e funciona da seguinte maneira: o pedido é realizado na loja virtual que disponibiliza esse tipo de pagamento e tem o valor automaticamente convertido de Real para a criptomoeda pela MundiPagg, considerando a cotação daquele momento. O novo número então é exibido na página do checkout da loja virtual em questão de milissegundos, que disponibiliza meios para o comprador efetuar o pagamento.

De acordo com João Barcellos, a Reserva, tem sido uma grande parceira nos últimos dois anos. “Quando nos procuraram querendo inovar ao aceitar Bitcoin, abraçamos a ideia”. Para Rony Meisler, CEO do Grupo Reserva, a ideia de operar com a moeda digital vai ao encontro do que a marca busca oferecer aos clientes. “Não aceitar o Bitcoin é se negar a enxergar o novo e belo lugar para onde o mundo vai. Além disso, a decisão, apesar de pioneira, nos parece quase que óbvia: sempre estivemos a serviço de nossos consumidores e as criptomoedas já são para eles uma realidade”, completa Meisler.

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Fintech movimenta R$ 28 milhões em empréstimos coletivos em 2017

No Brasil, empréstimos costumam ser associados a dívidas e por isso, acabam soando como algo negativo. Entretanto, empréstimos não necessariamente são feitos em um momento delicado da empresa. Eles também são uma ótima oportunidade para crescimento e investimentos, principalmente nos primeiros meses do ano, quando as companhias precisam de um incentivo para crescer, contratar mais funcionários entre outras despesas.

Com apenas dois anos de operação e pioneira no país na modalidade P2P – empréstimo coletivo -, a Nexoos (www.nexoos.com.br) – fintech que conecta pequenas e médias empresas que necessitam de empréstimos a potenciais investidores – comemora o aumento no número de investidores, de empresas investidas e também do valor arrecadado.

A comparação com o ano anterior demonstra um crescimento de 1300% no valor financiado, que passou de R$ 2 mi para R$ 28 mi. O marketplace de empréstimos fechou o ano com um recorde de financiamento: uma das rodadas de novembro teve R$ 1 milhão financiado para 12 empresas em apenas 10 minutos.

Entre as vantagens para a empresa e o investidor, o CEO da Nexoos, Daniel Gomes, destaca: “Neste modelo o investidor tem liberdade e sabe exatamente aonde está investindo, pois a empresa precisa detalhar o uso que fará do dinheiro arrecadado e o empreendedor também sabe qual o custo total do empréstimo, já com as taxas aplicadas. O processo é 100% digital e além de menos burocrático, oferece taxas de juros bem menores que as dos bancos convencionais, podendo ser até 70% menores”.

800% mais empresas investidas

O número de empresas financiadas também subiu de 21 para 203, um aumento de mais de 800%. Metade delas é do segmento de Serviços. Já a taxa de inadimplência se manteve estável, abaixo de 4%.

Pequenas e médias empresas com faturamento mínimo anual de R$ 250 mil podem solicitar empréstimos à Nexoos. A análise de crédito é digital e 90% automática, com o uso de inteligência artificial. As métricas para aprovação se baseiam em dados que apontam o potencial do negócio, como consultas automatizadas aos bureaus de crédito, pré-análise automática e até avaliações de redes sociais.

5 mil novos investidores

No que se refere aos investidores, eram 2 mil em 2016 e agora somam 7 mil, representando um crescimento de 250%. O investidor se cadastra na plataforma e investe um valor mínimo de R$ 6 mil na primeira rodada. Após este investimento inicial, ele tem a liberdade de escolha e decide quanto, quando e em qual PME quer investir.

Cada investidor pode emprestar até 5% do valor solicitado pela PME. É uma aposta na empresa, ainda que ele não adquira parte do negócio ou que tenha participação nos lucros.

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Pesquisa: 90% dos brasileiros acreditam que é responsabilidade das empresas reduzir o uso de papel no Brasil

A DocuSign, líder na categoria Digital Transaction Management (DTM), realizou um estudo em todo o Brasil para avaliar o momento da Transformação Digital no país e descobriu que um dos pontos que as empresas brasileiras mais valorizam em um novo parceiro é a capacidade de cumprir com o compromisso com o meio ambiente ao economizar o uso de papel em seus processos. O levantamento mostrou que 90% dos profissionais entrevistados acreditam que a redução do uso de papel no Brasil é de responsabilidade das empresas.

Segundo a pesquisa “Transformação Digital no Brasil: o que seus clientes esperam”, 41% dos 1249 entrevistados afirmam que empresas que exigem o preenchimento de diversos formulários em papel levantam dúvidas quanto ao cuidado com o meio ambiente por meio da redução do uso de papel, ponto que é mencionado na sequência da preocupação com o tempo que a finalização do contrato levará, problema apontado por 54% dos entrevistados.

“O uso de folhas de papel é um dos grandes vilões entre as companhias de todo o mundo pelo seu alto custo para o meio ambiente e para os bolsos. Diversas iniciativas para tornar os processos totalmente eletrônicos já foram implementadas em empresas de diferentes segmentos, mas falta ainda a fase final: a assinatura de documentos. Queremos ajudar executivos e funcionários a fazerem a Transformação Digital e tornarem suas empresas totalmente paperless, assinando todos os documentos usando uma plataforma de assinatura eletrônica”, comenta Marco Antonio D. Americo, vice-presidente de operações da DocuSign na América Latina.

A DocuSign, em 2016, gerou uma economia de 3.444.590.364 folhas de papel em todo o mundo. A companhia estima que a redução salve 722 mil árvores e evite o uso de 687 milhões de galões de água, fazendo com que 26 milhões de quilos de lixo não sejam eliminados na natureza. Este processo pode reduzir a emissão de até 311 milhões de toneladas de carbono na atmosfera.

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Stefanini promove Hackathon no Rio de Janeiro

Equipes de até cinco integrantes deverão encontrar uma solução criativa e economicamente viável para melhorar a experiência do usuário de telecom

Equipe vencedora levará prêmio de R$ 10 mil

A Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, promoverá no dia 19 de janeiro, em seu escritório na cidade do Rio de Janeiro, o primeiro hackathon local, uma maratona de tecnologia e inovação para profissionais com mentes criativas, que gostam de desafios e querem ver suas ideias saírem do papel.

Os participantes, que serão divididos em grupos de até cinco pessoas, terão como desafio desenvolver uma solução diferenciada e economicamente viável para que as empresas possam aprimorar a experiência do usuário do setor de telecomunicações, por meio de produtos e serviços.

Com o apoio de mentores, tecnologias e metodologias, cada grupo poderá trabalhar em uma solução, durante o período de 10 horas. O projeto vencedor, que será avaliado por uma banca de diretores digitais de grandes empresas – não necessariamente do mercado de telecomunicações –, receberá um prêmio no valor de R$ 10 mil.

“Neste primeiro hackathon, focamos no segmento de telecom. Nas próximas maratonas, que serão realizadas ao longo do ano, queremos discutir ideias para setores como comércio e indústria, especialmente a Indústria 4.0”, destaca Geisa Lopes Costa, Gerente de Negócios da Stefanini e organizadora do evento.

A ideia de estender os hackathons da Stefanini para o mercado do Rio se deve à busca dos profissionais de tecnologia – programador, designer, empreendedor ou gerente de projetos – por novos conceitos e práticas que envolvam a transformação digital.

“Queremos identificar novos talentos, que eventualmente poderão trabalhar em parceria com a Stefanini ou como colaboradores”, ressalta Bruno Mondin, vice-presidente executivo da Stefanini.

Atualmente, a multinacional brasileira conta um ecossistema de inovação capaz de auxiliar as empresas no processo de transformação digital. “Companhias como a nossa precisam consolidar um novo modelo baseado no ecossistema de inovação para continuar se destacando globalmente”, afirma o fundador e CEO da Stefanini, Marco Stefanini.

O Hack With Stefanini, como é chamado o hackathon, é gratuito e está aberto a qualquer profissional que não esteja vinculado à empresa e queira contribuir com seus conhecimentos. As inscrições podem ser realizadas até o dia 15 de janeiro pelo seguinte endereço: http://stefanini.com/hackathon/.

Hack With Stefanini
Dia: 19 de janeiro de 2018
Horário: 8h30 às 18h30
Local: Stefanini Rio – Rua do Ouvidor, 91 – Centro, Rio de Janeiro

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MTM Tecnologia implementa plataforma mobileCare no Hospital da PUC Campinas

A MTM Tecnologia, uma das empresas líderes no Brasil em desenvolvimento e licenciamento de soluções inovadoras para tecnologias móveis, anuncia a oferta da plataforma mobileCare para o Hospital e Maternidade Celso Pierro, hospital universitário que pertence à Pontifícia Universidade Católica (PUC) – Campinas. Com as soluções da MTM, o hospital sai à frente do mercado no uso de tecnologia de ponta que garante mais praticidade e segurança para a instituição, corpo clínico e pacientes por facilitar o relacionamento com médicos e pacientes, além de prover mais agilidade e segurança nos serviços prestados pelo hospital.

O mobileCare é uma plataforma que permite incorporar os smartphones aos fluxos de trabalho das instituições de saúde. Funciona completamente integrada aos principais sistemas hospitalares do mercado. Com ela, é possível configurar a solução para consultar no smartphone qualquer informação clínica, fluxos completos de atendimento e de aprovação, envio de alertas e mensagens para os médicos e pacientes usuários dos apps, e outras aplicações.

“A solução é composta por uma série de módulos que visam atender as mais variadas necessidades das instituições de saúde, aprimorando e oferecendo mais segurança aos processos internos, agilizando os atendimentos e melhorando a experiência dos usuários”, explica Gustavo Perez, Diretor Executivo da MTM Tecnologia.

Segundo Margareth Camargo, Gerente de TI do hospital, a adoção da plataforma marca um novo momento da nossa instituição em que estamos focados na experiência e segurança de nossos médicos e pacientes por meio da incorporação de um canal digital baseado em plataformas móveis. “Com a plataforma da MTM Tecnologia, nossos médicos e pacientes conseguirão acessar todas as informações de interesse, compartilhar exames, receber mensagens e realizar solicitações a nossa instituição de forma prática e segura direto do smartphone. Além disso, por se tratar de um hospital universitário, é muito importante que os nossos médicos preceptores possam acompanhar as atividades dos residentes a qualquer momento”, diz a executiva.

Além do acesso a informação, está em implantação a adoção da plataforma mobileCare em processos críticos, permitindo que médicos realizem a revisão e aprovação de prescrições medicamentosas direto do smartphone, garantindo o monitoramento de todo o processo. “Alguns tipos de prescrição precisam de aprovação de médicos especialistas. Estamos substituindo o uso do telefone pela plataforma para que os especialistas possam acessar todas as informações da ficha do paciente pelo mobileCare e aprovar os medicamentos de forma completamente segura e com toda rastreabilidade”, explica.

As funcionalidades da plataforma mobileCare são adotadas em fases, seguindo o modelo tradicional de evolução contínua praticado pelos aplicativos mobile. “Um dos fatores determinantes na contratação da plataforma é o seu alto grau de customização. Como hospital universitário, vários de nossos fluxos de trabalho são específicos, por isso precisávamos de algo bem flexível. Temos o objetivo de continuar incorporando nossos fluxos importantes a apps do hospital, com foco na segurança e experiência de médicos, pacientes e colaboradores”, diz Margareth.

O mobileCare Médicos é direcionado aos profissionais do hospital universitário e possibilita, a qualquer momento, visualizar pelo smartphone as informações sobre o hospital e seus pacientes, como prontuário completo e resultados de exames, além do recebimento de notificações e alertas diversos, como aviso de liberação de resultados de exames de seus pacientes e informativos internos. Pelo aplicativo também é possível que médicos infectologistas validem medicamentos prescritos por outros médicos, acompanhem repasses de honorários e dos atendimentos dos pacientes, incluindo prescrições, evoluções, exames do atendimento e resumo da alta.

Já o aplicativo PUC – Campinas Pacientes, que inclui o módulo pacientes do mobileCare, tem como objetivo potencializar, facilitar e aprimorar o atendimento e a rapidez na disponibilização das informações e dos serviços oferecidos pelo Hospital e Maternidade Celso Pierro. O aplicativo permite atualizar os dados cadastrais, verificar resultados de exames, consultar as unidades acessíveis, especialidades atendidas, médicos e convênios disponíveis e receber notificações como avisos, resultados de exames, agenda de consultas e exames, incluindo para o SUS e informativos institucionais.

O mobileCare atende hospitais e laboratórios, unificando todos os canais de relacionamento entre instituição, médicos e pacientes por meio dos seus smartphones. A plataforma conta com apps móveis para médicos e pacientes e uma solução de retaguarda web para a gestão dos apps, envio de mensagens e gestão das solicitações dos usuários. A solução, que pode ser personalizada de acordo com as necessidades de cada instituição de saúde, permite realizar check-in, consultar resultados de exames, enviar mensagens, incluindo lembretes e alertas via tecnologia PUSH (mensagens enviadas aos dispositivos móveis que notificam os usuários diretamente na tela principal do seu smartphone), fazer pesquisas sobre a organização, médicos ou pacientes, além de gerir os dados da unidade de atendimento, com sistema de mapas e opções de contato. Em breve, será possível compartilhar exames e realizar pré-agendamentos de consultas e exames diretamente pelo aplicativo.

Os aplicativos para médicos e pacientes estão disponíveis nas lojas do Google Play para Android e App Store para iOS.

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A voz será o sistema operacional do futuro

Por Gabriel Lobitsky, diretor de vendas da Infor

No ano passado, descobri o poder da Inteligência Artificial ao pedir para a Alexa comprar itens básicos para a minha casa e otimizar minha lista de compras. Em Julho desse ano, também percebi o quanto a Inteligência Artificial pode ser benéfica para o ambiente corporativo. Ao ver um profissional recém contratado por uma empresa, que nunca havia usado o ERP, pedir para o sistema gerar um relatório de posição de estoque planejada para o CD da empresa, no Arizona (EUA), para entregar em 10 dias, e achei incrível. A familiarização do usuário com o novo sistema foi imediata, mesmo sem nunca ter usado a solução. Com essa reflexão, quero chamar a sua atenção para um ponto importante na Inteligência Artificial: o poder da voz.

A inteligência artificial começou a ser aplicada aos poucos nas nossas tarefas diárias, e o nosso trabalho não poderia ficar de fora dessa tendência. Na minha vida pessoal e profissional, a IA dá flexibilidade, liberdade, e tempo – um recurso tão precioso, que chega a ser escasso nos dias de hoje. Eu não preciso parar para fazer um pedido de reposição para a minha geladeira. Para falar a verdade, eu não preciso nem sentar, consigo conciliar minha lista de compras a outras atividades importantes do meu dia. E, no lado profissional vejo que o mercado de tecnologia está investindo em levar a IA para o ambiente corporativo, e todo esforço é para fazer a tendência virar realidade e gerar resultados.

Hoje, já há projetos pilotos para usar a IA em atividades administrativas como enviar uma resposta padrão de e-mail, solicitar férias de funcionários, gerar relatórios; e em tarefas mais complexas como gestão de estoque e até de ativos. Uma prova de que a IA chegou em diversos setores é o resultado de uma pesquisa da Vanson Bourne, que afirma que as empresas que não adotarem a Inteligência Artificial nos próximos três anos correm o risco de tornarem-se irrelevantes. No entanto, mesmo estando na era da inovação, muitas empresas ainda não sabem o que a transformação digital pode fazer em termos de economia real.

E o que ela pode fazer é otimizar o tempo por meio do poder da voz. Como no exemplo do novo colaborador que usa a inteligência artificial para monitorar seu estoque e gerar um relatório futuro. A tecnologia pode ajudar empresas a melhorar a eficiência dos seus profissionais e também reduzir custos de recursos humanos, já que o tempo destinado ao treinamento para uso das ferramentas corporativas pode ser bem menor. Além disso, a redução de erros pode ser significativa. Imagine que o usuário que citamos precisa solicitar para o sistema de vendas e planejamento de operações (S&OP) um relatório dos pedidos que não conseguirá atender, e de maneira estratégica, sem deixar de atender clientes-chave. Ao entender a voz de comando do colaborador, o sistema responde, de forma inteligente, as alternativas para atender aos requisitos da empresa. Com isso, os ganhos são enormes, principalmente na satisfação dos clientes.

Hoje, os ERPs mais modernos estão na nuvem e contam outros aspectos tecnológicos que ajudam a melhorar a produtividade, e se somados à Inteligência Artificial, as empresas terão disponíveis mais que um assistente virtual para fornecer conselhos e gerar relatórios – estamos falando de uma ferramenta que ajudará decisores de negócios em ações mais assertivas – evitando a execução manual que depende de filtros e cenários, e que sempre podem estar passíveis a erros e/ou esquecimento de algum parâmetro. Afinal, as máquinas hoje são 100% dependentes do fator humano.

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Cinco passos para ter uma vida digital mais segura

Por Rafael Abdo , gerente de segurança da informação da Locaweb

Ao mesmo tempo em que a navegação na Internet está cada vez mais facilitada e difundida na sociedade, as ameaças e os ataques virtuais não param de crescer. Os cibercriminosos, pessoas que cometem crimes virtuais, parecem estar sempre um passo à frente das autoridades.

Além disso, os usuários não estão fazendo sua parte para terem uma vida digital mais segura: pesquisa da Kaspersky Lab, especialista em antivírus, divulgada em 2017, aponta que 51% das pessoas entrevistadas afirmaram usar métodos inseguros para lembrar senhas, enquanto 22% já revelaram dados confidenciais por acidente. Sendo assim, confira cinco passos para se prevenir da ação dos criminosos na web:

Fortaleça suas senhas: seja do banco, e-mail ou redes sociais, o furto de senhas sempre foi o objetivo principal dos criminosos virtuais. Para não ser mais uma vítima, é preciso ter uma combinação forte que dificulte a ação dos bandidos. O ideal é utilizar a criatividade e fugir de informações óbvias, como datas de aniversários e sequências numéricas simples (como 123456). A recomendação é usar, pelo menos, 16 caracteres no código – além de manter uma senha para cada site. Também é importante incluir entre as boas práticas a troca periódica de senhas e a utilização de cofres de senha como lastpass ou 1password.

Atenção ao tipo de informação compartilhada nas redes sociais: a grande maioria dos usuários disponibiliza em seus perfis dados pessoais que podem facilitar a aplicação de ataques de engenharia social, termo utilizado para descrever situações onde alguém faz uso da persuasão, abusando da ingenuidade e confiança do usuário, para obter informações sigilosas. Recomenda-se diminuir a quantidade de informações compartilhadas, sobretudo check-in/check-out, números de documentos, endereços e telefones. Além disso, é importante limitar sempre a visualização do conteúdo apenas para amigos.

Cuidado com redes públicas: o avanço dos dispositivos móveis fez explodir a rede Wi-Fi. A internet sem fio está praticamente em todo o lugar, inclusive por meio de redes públicas em pontos turísticos e lugares com grande fluxo de pessoas. Porém, elas são mais vulneráveis, o que faz um ataque ser mais propenso. A recomendação é nunca utilizar redes sem fio de terceiros. Caso não tenha outra alternativa, antes de enviar informações pessoais ao usar redes públicas, gratuitas ou compartilhadas, certifique-se de que o ambiente online está protegido com o ícone do cadeado ao lado da barra de navegação. Uma alternativa é utilizar uma rede virtual privada (VPN), garantindo a segurança dos seus dados.

Confira as solicitações de acesso de aplicativos e serviços: aplicativos e serviços gratuitos na Internet utilizam seus dados pessoais para comercializarem publicidade personalizada de acordo com hábitos e comportamentos. Se você deseja limitar isso, é preciso conferir as permissões e os termos de uso antes de realizar o download do app.

Preste atenção nos e-mails: os e-mails ainda são a principal arma dos cibercriminosos para roubar informações e senhas. A tática mais frequente é o phishing, que atrai a atenção do usuário e o estimula a clicar em links e aplicações. Desconfie de mensagens duvidosas que receber, mesmo que o remetente seja uma pessoa de confiança – afinal, elas também podem ter sido vítimas de ataques virtuais.

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Entenda o que é rádio peão e como combater

Você já deve ter escutado o termo rádio peão, se referindo as conversas de corredores que podem ocasionar grandes problemas para as empresas. São as famosas fofocas ou informações não oficiais, que espalham questões sigilosas, ou espalham boatos, prejudicando o clima organizacional. Mas, é possível combater esse problema dentro de uma corporação?

Segundo o especialista em comunicação Reinaldo Passadori, presidente do Instituto Passadori, existe sim forma de atenuar as famosas conversas de corredores: “É quase impossível eliminar a rádio peão, repare que sempre há alguém querendo ser o novidadeiro e passar informações “em primeira mão”. Mas, os caminhos para minimizar os impactos existem, bastando a empresa agir de forma clara, transparente sem tentar ocultar informações dos seus pares e colaboradores, exceto nas situações que exijam sigilo”.

Passadori acrescenta que quanto maior as conversas de corredores, maior a importância da qualidade da comunicação em uma empresa. Se os líderes souberem se comunicar de maneira eficiente, ampliarão as chances de impedir que informações equivocadas sejam disseminadas.

Assim, os problemas gerados pelas dificuldades de comunicação apresentam-se de formas diversas, resultando em problemas no clima organizacional, perda de tempo e produtos, desentendimentos entre os diversos departamentos e falta de ações efetivas para o combate de prejuízos.

A palavra prejuízo é aqui muito bem colocada, podendo ser mensurada por baixa produtividade, boicotes, greves desnecessárias, clientes mal atendidos, baixa qualidade nos produtos ou nos serviços oferecidos e a, consequente, desmotivação dos colaboradores.

“Resta, em uma época conturbada econômica e politicamente, a percepção do quão poderá ser útil implantar, mesmo que de maneira simples, um sistema de comunicação interna que possa, a partir de canais de informações adequados (sites, murais eletrônicos, comunicados, newsletters, encontros com o presidente, entre outros) sanar as questões relacionadas ao fluxo comunicacional”, indica Reinaldo Passadori.

O especialista indica também alguns passos que poderão contribuir para essa implantação:

• diagnóstico da situação atual de comunicação;

• estabelecer objetivos e benefícios gerados por um sistema de comunicação interna;

• envolver todas as pessoas da organização, inclusive o presidente;

• promover esse sistema e fazer sua constante manutenção.

“Parece algo simples e como tudo na vida, depois de resolvidos os problemas, normalmente surge a pergunta: Poxa! Como é que eu não percebi isso antes? Sugiro que você faça uma análise para observar como está o processo de comunicação na sua empresa. Se algo pode ser feito para melhorar o ambiente, as relações e a lucratividade, por que não começar hoje a pensar nesse processo?”, complementa.

Uma organização que se preocupa com esses pontos é mais fadada ao sucesso, principalmente pelo fato de propiciar condições para que as pessoas se relacionem de forma clara e coerente e “tornem comum” suas ideias. Esse é o grande mérito da uma boa comunicação.

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Reserva e Reserva Mini são as primeiras varejistas de moda de grande porte a aceitar o Bitcoin

A partir de hoje a Reserva e a Reserva Mini, marcas de moda masculina e infantil do Grupo Reserva, passam a aceitar bitcoin como forma de pagamento em seus e-commerces: usereserva.com e usereservamini.com. Elas são as primeiras de grande porte no mercado de moda a utilizarem pagamentos com a criptomoeda.

As transações serão administradas pela Mundipagg, gateway de pagamentos que irá fazer a operação das vendas e o armazenamento dos bitcoins. De acordo com Rony Meisler, CEO do Grupo Reserva, a ideia de operar com a moeda digital vai ao encontro do que a marca busca oferecer aos clientes. “Não aceitar o bitcoin é se negar a enxergar o novo e belo lugar para onde o mundo vai. Além disso, a decisão, apesar de pioneira, nos parece quase que óbvia: sempre estivemos a serviço de nossos consumidores e as criptomoedas já são para eles uma realidade.”, conta Meisler.

A compra funcionará da seguinte maneira: quando uma solicitação de pedido em bitcoin for feita pela Reserva para a Mundipagg, automaticamente é realizada a conversão de real para bitcoin, considerando a cotação daquele momento. Este valor é retornado para a Reserva na resposta da criação do pedido, exibindo o valor da compra em bitcoin para o comprador efetuar o pagamento. Tudo isso acontece em milissegundos.

A Reserva é o primeiro e-commerce a receber pagamentos por bitcoins transacionados pela Mundipagg. João Barcellos, CEO da Mundipagg, destaca a importância da parceria para a possibilidade de novos negócios. “A Mundipagg é uma empresa que admira soluções disruptivas e, acima de tudo, acredita que pagamentos devem ser fáceis. A Reserva tem sido um grande parceiro nos últimos dois anos, e quando nos procuraram querendo inovar ao aceitar Bitcoin abraçamos a ideia”, conta Barcellos.

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