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Pesquisa com operadores de telecom aponta sistema adjunto como chave para criação de serviços digitais

Uma pesquisa feita pela companhia irlandesa Openet, líder global do mercado de BSS (Business Support System- sistema de suporte aos negócios, em português) com mais de 112 operadores de telecomunicação destaca uma mudança nas estratégias das companhias rumo à geração de novas formas de receita com oferta de novos serviços digitais. A pesquisa foi feita em maio deste ano e, dentre os entrevistados, 21,5% são da região APAC; 37,5% são de EMEA; 16% Norte América e 25% de CALA.

O estudo mostrou que há uma tendência clara em direção a projetos menores, com prazos mais curtos e também com risco reduzido. E, de acordo com os entrevistados pela pesquisa, o caminho que permitirá que esse movimento se torne realidade passa pela adoção de Sistemas Adjuntos e por soluções baseadas em casos de uso individuais como: cobrança VoLTE e qualidade de serviço, gestão, upsell inteligente, alertas de uso em tempo real, dados patrocinados e dados compartilhados.

O Sistema Adjunto pode ser entendido como um Sistema Conjunto ou que coexiste em paralelo ao Sistema legado, exercendo funções que o legado não é capaz de fazer. Seja porque é inadequado pela sua infraestrutura insuficiente ou porque é lento, inflexível e incapaz de implementar as novas tecnologias. Sistema adjunto se encarrega de realizar novas funções como shared data, VoLTE etc, necessárias para gerar novas receitas.

De acordo com os entrevistados, a visão de futuro está em colocar sistemas ágeis para realizar as novas funções, em projetos mais curtos e em tempo hábil para que novos negócios possam ser criados rapidamente. O estudo também revela que o principal motivo pelo qual as operadoras estão transformando o BSS é desenvolver, entregar e monetizar novos serviços digitais.

Os sistemas adjuntos são considerados na pesquisa a chave para a cobrança em tempo real – como um complemento aos sistemas de faturamento já existentes. Os sistemas adjuntos viabilizam novos projetos em período de tempo curto, em escalas de tempo significativamente menores do que em projetos de transformação tradicionais. Como resultado, 46% das operadoras pretendem adotar os sistemas adjuntos no prazo de 6 a 12 meses, com 42% estudando implementar dentro de 3 a 6 meses.

Esse movimento para projetos menores e mais ágeis foi demonstrado pelo fato de que as operadoras consideram soluções como casos de uso individuais estão sendo vistos como uma opção eficaz para obter a transformação de oferta de serviços digitais e geração de novas fontes de receita.

Historicamente, projetos de transformação para ofertas de novos serviços digitais têm sido demorados, caros e tiveram uma elevada taxa de insucesso. 68% das operadoras conhecem implementações BSS que falharam. O custo de projetos BSS que apresentaram falha varia entre as operadoras, mas 50% colocam o custo entre US$5 e US$20 milhões e 10% colocam o custo acima de US$ 100 milhões. Entretanto, o impacto de projetos BSS que falharam é sentido principalmente pela área de Marketing e no desenvolvimento de novos produtos. As operadoras acreditam que o principal impacto de falhas BSS está na prorrogação/prolongamento de lançamento de produtos (80%), na incapacidade para reagir a avanços competitivos (64%) e no aumento do custo global de OpEx despesas operacionais (62%).

“As operadoras estão sentindo as reverberações da transformação digital acontecendo ao seu redor e querem um pedaço desse mercado. Enquanto os negócios do Google, Netflix e Amazon avançam, as operadoras estão sobrecarregadas com sistemas legados”, disse Barry Marron, GVP de Marketing da Openet. “Agora é imperativo que as operadoras possam acessar e usar sistemas automatizados em tempo real. Os dias de projetos de transformação que levam anos estão fadados à morte. A próxima fase da transformação nas operadoras tem que ser viabilizada em poucos meses”.

Faça o download do relatório da pesquisa: BSS and Digital Transformation – Operator Views on the Role of BSS in Digital Transformation

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Consórcio Nacional Volkswagen lança plataforma de vendas 100% digital

O Consórcio Nacional Volkswagen, uma das maiores administradoras de consórcios do País e entre as principais administradoras ligadas a montadoras em número de clientes ativos, segundo o Banco Central do Brasil, lança uma plataforma inteiramente digital para venda de cotas de consórcio. A modalidade é uma das apostas da companhia em 2016.

O sistema está disponível em www.cnvw.com.br e é parte da estratégia da empresa para aprimorar e diversificar ainda mais os canais de comercialização e relacionamento com o cliente, seguindo a tendência do mercado de estar cada vez mais inserido no ambiente online.

“O consórcio é uma alternativa segura de investimento nesse período sensível, vem apresentando bons resultados e é atrativo para o consumidor. Por meio da plataforma, é possível adquirir cotas de consórcio, aliando economia à comodidade de compra em qualquer hora e lugar, com a tradição da marca Volkswagen”, afirma Alessandro Lora Ronco, superintendente de Marketing da Volkswagen Financial Services. Outro destaque é a possibilidade de realizar simulações por modelo de automóvel e por valor mensal da parcela.

Mesmo diante do momento de instabilidade econômica pelo qual o Brasil está passando, segundo dados da ABAC – Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios –, o setor registrou crescimento em relação ao ano passado, com volume de 2,99 milhões, em janeiro de 2015, para 3,25 milhões, em maio de 2016, um incremento de 8,7%.

“Recentemente, promovemos uma grande mudança em todo o nosso sistema, visando aprimorar a agilidade e a qualidade dos serviços oferecidos aos nossos clientes. A plataforma digital é uma forma de estarmos cada vez mais próximos, oferecendo mais opções de compra, rápida e descomplicada, e com planos adequados às diferentes necessidades dos consumidores”, finaliza o executivo.

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Como conduzir as mudanças nas empresas

Mudanças acontecem todos os dias, dentro e fora das organizações. Novos projetos para melhoria de desempenho, redução de custos, aumentar vantagem competitiva, e tantas outras. Um dia é a implantação de uma nova tecnologia para aumentar a mobilidade de empregados e contratados, outro é adaptação a novas regras, outro transformações profundas pois apareceu um novo concorrente, e no outro ainda, é o cliente que promove mudanças internas ou de negócio e você vai junto.

Para que a mudança tenha sucesso, dependemos do interesse e do compromisso das pessoas. As mudanças impactam as pessoas profundamente em vários sentidos – processos, comunicação, insegurança, comportamento e até mesmo status, posição, relações de confiança.

A abordagem que orienta e dirige as iniciativas que visam garantir que a mudança seja implantada, estabilizada e consolidada é chamada de ‘change management’, ou gestão de mudanças. Ela consiste na adoção de práticas que consideram o lado humano da mudança.

Para Ronaldo Ramos, fundador do CEOlab, ignorar o fator humano é tomar risco excessivo e sinal de negligência. O especialista explica que quando a apropriação do conjunto de medidas que significa a mudança e o uso das soluções propostas é ignorado, ou quando o foco está exclusivamente em atender requerimentos técnicos, o resultado é risco alto e custo excessivo. “A produção declina. Clientes sentem impacto negativo quando não deveriam. Empregados desengajam. Contratados e prestadores de serviço especulam e criam suas próprias rotinas”, explica.

Para ele, deixar de planejar e dirigir o lado humano da mudança é caro, e o ‘change management’ é a disciplina que ajuda a mitigar os riscos de uma missão crítica. São essas iniciativas que eliminam a possibilidade do acaso, proporcionando ao capital humano a preparação, apoio e habilidades necessários para alcançar sucesso na mudança. “Quantas vezes você já ouviu que seus empregados e seus vizinhos são seu ativo mais importante? Pois então, a gestão de mudança organizacional e a transformação tornaram-se características permanentes do cenário de negócios”, afirma.

A experiência com ‘change management’ sugere que existem três principais obstáculos a superar:

1. Mudar a fadiga: fadiga é o esgotamento que surge quando as pessoas se sentem pressionadas a fazer muitas transições de uma só vez.

2. Falta de habilidades para garantir que a mudança seja sustentada ao longo do tempo: Segundo Ronaldo, os líderes podem estabelecer transformações ansiosos por elevar a qualidade do produto, mas quando os cronogramas de produção atrasam e o “gás” começa a ficar escasso, perdem coração. Na falta de uma maneira eficaz de lidar com os problemas de linha de produção, geralmente, esses líderes decidem que seus alvos não eram realistas e culpam a tecnologia de produção, ou acusam as pessoas da linha de frente de não estarem à altura da tarefa. “Uma maneira muito melhor para resolver o problema é investir em melhorias operacionais, como o design e a formação do processo, para incutir novas abordagens práticas e dar às pessoas o conhecimento e apoio cultural de que necessitam”, sugere.

3. Pouco envolvimento de níveis baixos da hierarquia: o terceiro grande obstáculo é que os esforços de transformação são tipicamente decididos, planejados e implementados com pouca entrada de pessoas de níveis mais baixos na hierarquia. Isso filtra a informação que poderia ser útil na concepção da iniciativa e, ao mesmo tempo, limita as oportunidades para obter a linha de frente da mudança.

Finalmente, Ronaldo sugere que se deve esquecer de considerar, em cada processo de mudança, não apenas aquilo que deve ser alterado, transformado, repaginado, mas sobretudo as forças envolvidas em sua execução, e os interesses daqueles que serão atingidos por elas.

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Startup cria plataforma que automatiza logística e reduz custo com frete

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O atual momento econômico do Brasil cria uma tendência natural de redução de custos nas empresas, fazendo com que muitas troquem de fornecedores, apliquem férias coletivas, demissões e, em alguns casos, encerrem suas atividades.

Algumas destas práticas podem ser evitadas com pequenas mudanças na gestão da empresa, de modo que otimizem seus gastos e seu tempo. O grande vilão, algumas vezes, é o frete que em alguns produtos corresponde a até 80% do preço de venda. São muitos os fatores que contribuem para este elevado custo; destaque para três: contato com poucas transportadoras, falta de investimento em logística, e demora entre encontrar uma transportadora e solicitar a coleta da carga.

Estes problemas podem ser solucionados com ferramentas gratuitas disponíveis na internet que permitem realizar cotações de preços a qualquer momento, consultar várias transportadoras em tempo real, solicitar as coletas e acompanhar todas as cargas até a entrega.

No momento em que vender mais é essencial nas empresas, uma startup lança a plataforma Frete Rápido que conecta empresas e transportadoras de todo Brasil, automatizando o setor logístico das empresas de forma gratuita. A redução de custo obtida nestes casos pode ser repassada ao preço de venda, proporcionando um aumento significativo nos negócios e dando força para a empresa suportar este período de crise.

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Eli Lilly anuncia novo CEO para 2017

John Lechleiter se aposentará no final do ano e Dave Ricks assumirá a posição como 11º CEO da Lilly

A farmacêutica Eli Lilly anunciou nesta semana que Dave Ricks, 49 anos, presidente de Biomedicinas da empresa desde 2012, substituirá John Lechleiter como novo presidente e CEO global da companhia. Ricks assumirá o cargo em 1º de janeiro de 2017 e, em maio do ano que vem, também se tornará um membro do conselho de administração da Lilly.

John Lechleiter anunciou sua aposentadoria em Indianópolis, capital de Indiana nos Estados Unidos, sede da empresa, e deixou claro que seu sucessor está preparado para os desafios da liderança. “Tem sido uma grande honra e um privilégio servir esta grande empresa como CEO nestes últimos oito anos”, disse John Lechleiter. “Dave é um líder capaz, decisivo e entusiasmado que está muito bem preparado para me suceder”, confirmou John.

Dave Ricks, graduado em Gerenciamento Industrial pela Purdue University e com MBA pela Indiana University, está na Lilly desde 1996 e já passou por diversos cargos dentro da empresa, inclusive atuando como Gerente Geral no Canadá, na China e nos Estados Unidos. Refletindo sobre a notícia de que ele se tornará 11º CEO na história de 140 anos da empresa, Dave relata sua perspectiva de liderar a Lilly. “Estou incrivelmente orgulhoso da Lilly e das pessoas que trabalham aqui. Cada um desempenha um papel importante em melhorar a vida das pessoas ao redor do mundo por meio dos nossos medicamentos. Juntos, nos próximos anos, podemos atender e até superar as expectativas de todos os envolvidos: pacientes, médicos, pagadores e toda a sociedade”, explica Dave.

A prioridade até o final do ano será concentrar os esforços e dar continuidade às atividades em conjunto nos próximos meses. “Temos um grande negócio ainda à nossa frente em 2016, incluindo ações em torno dos resultados de nosso estudo clínico EXPEDITION-3 de solanezumabe, para tratamento do mal de Alzheimer, perto do final do ano e, obviamente, nós vamos passar muito tempo juntos para garantir uma transição suave”, explicou John Lechleiter. Dave desempenhará um papel significativo no planejamento de negócios para 2017, pois será responsável por dar continuidade nos objetivos já estabelecidos, por exemplo, os lançamentos previstos dos novos medicamentos da Lilly para os próximos anos. “Como uma das pessoas que ajudou a desenvolver e implementar a estratégia da Lilly, juntamente com John, eu estou totalmente comprometido com a jornada que temos como compromisso”, finaliza Dave.

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Acom Sistemas moderniza ERP EVEREST para garantir transformação digital vivida por clientes

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As mudanças impostas pela agilidade de um mundo cada vez mais móvel e conectado exigem uma grande adaptação, principalmente, no comportamento e no uso de tecnologias nas empresas. Não há mais espaço para projetos de custos exorbitantes, longos, que tomam muito tempo e que levam a uma utilização extensiva de recursos humanos e investimentos das corporações.

Alinhada às novas tendências e conceitos, a ACOM Sistemas apresenta o EVEREST Gestão Empresarial 3.0. “Hoje, os usuários têm uma forma diferente de se relacionar com o ERP. Não podemos mais pensar em sistemas monolíticos em que um usuário, para incluir uma nota fiscal, precisa entrar em 4 ou 5 telas e preencher uma enormidade de informações. É preciso que o sistema tenha uma interface amigável, que permita ao cliente operar sem grandes investimentos em treinamento e vastos manuais. A interação deve ser semelhante à que ele tem com o smartphone”, afirma Carlos R. Drechmer, diretor de tecnologia da empresa. “Realizamos uma série de mudanças na arquitetura do EVEREST, incluindo a integração com vários aplicativos para melhorar a experiência dos usuários e facilitar a migração de nossa base de mais de 800 clientes”, completa Drechmer.

As áreas de desenvolvimento, operacional e comercial foram ampliadas, criou-se uma equipe de testes específica para a nova plataforma, um novo software de testes foi adquirido, tudo para garantir a entrega da nova versão com a máxima documentação e menor impacto sobre suporte. Pensando também em melhorar o uso das soluções, serão disponibilizados vários treinamentos no modelo de educação a distância (EAD).

A nova plataforma vai operar no conceito de nuvem, que inclui uma ferramenta de Business Intelligence para análise em tempo real dos negócios, com indicadores de gestão para cada segmento. Além disso, o sistema terá suporte para ser operado por apps via smartphones.

Cada usuário poderá personalizar a tela que utiliza e a disposição de aplicativos. O layout do sistema também vai acompanhar o segmento que atende, seja da indústria, do comércio ou varejo de restaurantes, por exemplo.

O diretor operacional Eduardo Ferreira salienta que todos os esforços são no sentido de fazer, da nova versão do EVEREST, uma ferramenta ágil e com a mesma robustez e confiança do sistema que sempre garantiu uma experiência extremamente confiável aos clientes. “O fato de termos um sistema com mais de 15 anos, utilizado por um mercado tão exigente, nos deu ótimos parâmetros para responder quais melhorias são necessárias para ter um produto atualizado. Além da experiência “de campo”, as tecnologias mundiais lançadas ao longo destes anos geraram, para nós, uma lista de melhorias a serem incorporadas nesta nova versão. O EVEREST 3.0 estará mais preparado para gerar informações através de novas funcionalidades técnicas, que permitem, numa mesma tela, consultas rápidas com agrupamentos, ordenações e filtros configuráveis pelo usuário”, explica Ferreira.

O novo EVEREST 3.0 também segue padrões de governança corporativa e compliance fiscal. Para isso, foi contratada uma consultoria especializada nas áreas fiscal e contábil, garantindo o cumprimento de obrigações legais. Há, também, um cuidado especial com regras de segurança da informação.

Toda essa transformação foi viabilizada pelo constante crescimento da ACOM com atenção em seus clientes. “Tivemos ainda, um aporte da Finep, via BRDE – Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul, que, após análise do projeto, viabilizou o financiamento por meio da linha de crédito Inovacred. Este investimento deu a garantia para que pudéssemos adquirir as licenças de software, novas máquinas e contratação de profissionais”, comemora Carlos R Drechmer.

Para Marcelo Gallo diretor comercial e de alianças, “todo este movimento e investimento é reflexo do foco e da dedicação nas verticais onde a empresa atua. Definimos nossa estratégia de atuação há três anos e, de lá para cá, crescemos mais de 200%, conquistando mais de 25 grupos empresariais nos mais diversos segmentos. O novo EVEREST 3.0 vai nos possibilitar implantar mais rápido e com um custo ainda mais acessível, permitindo um crescimento maior da empresa”, comenta Marcelo Gallo.

Fonte: Curitiba IT

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Philips anuncia novo diretor da área de Tecnologia da Informação em Saúde para a América Latina

A Philips, empresa líder em inovação para saúde e bem-estar, anuncia Evandro Garcia como novo diretor de Vendas, Marketing e Serviços da área de Tecnologia da Informação em Saúde para a América Latina. O executivo já liderava a área de Serviços da Philips e assume o desafio de liderar as estratégias de expansão das soluções em Healthcare IT, como o software de gestão em saúde Tasy, e de garantir a qualidade da oferta de serviços e soluções para a base de clientes da empresa na região.

Com 15 anos de experiência profissional, desenvolveu sua carreira em posições de liderança de hospitais e serviços na área de saúde, como Unimed Maringá, GP Investimentos, First Line e Grupo Sobam.

A missão da Philips é melhorar a vida das pessoas por meio de inovações relevantes, como os seus produtos ou a implementação do Workplace Innovation para seus funcionários, um conceito global aplicado em todos os escritórios da empresa e que cria o ambiente adequado para estimular a criatividade e a inovação.

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Pokémon GO: 4 riscos de baixar o jogo de fontes não oficiais

Nunca antes um jogo para smartphones provocou tanta expectativa e mexeu tanto com os usuários, que se movem pelas cidades para capturar monstrinhos de Pokémon GO. O aplicativo já está instalado em mais de 5% dos smartphones Android, número superior a programas famosos, como o Tinder, que possui 3% de adesão de usuários com dispositivos Android.

Há histórias de pessoas que fizeram o impossível para capturar os 151 Pokemons disponíveis. Na Flórida, Estados Unidos, por exemplo, dois adolescentes utilizavam o app quando um homem atirou neles por tê-los confundido com ladrões. Felizmente eles não foram feridos. Na Inglaterra, quatro adolescentes tiveram que ser resgatados pela polícia após se perderem em uma rede de cavernas subterrâneas enquanto jogavam.

Muito foi dito sobre as medidas que devem ser tomadas para que as pessoas não se percam ou coloquem suas vidas em risco enquanto jogam o Pokemon GO, mas o que fazer em relação à cibersegurança do celular?

O aplicativo foi lançado em diversos países, mas ainda não está disponível oficialmente para a América Latina (no Brasil, a previsão é de que chegue no dia 31 de julho). Por conta disso, muitos gamers estão fazendo o download do aplicativo em vários sites, por meio de um arquivo estendido APK. O APK é uma variante do formato Java (JAR) e é utilizado da mesma maneira que o arquivo comprimido ZIP, só que no Android. Entretanto, isto representa um risco porque não se sabe se o APK é de uma fonte confiável.

Utilizando ferramentas de integração de malware, como o DroidJack, um cibercriminoso pode “adicionar” funções extras em qualquer aplicativo, como o Pokémon GO, neste caso. Ao utilizar estas fontes não certificadas, o usuário não tem como saber que o aplicativo pode fornecer ferramentas que possibilitam acessar o telefone e roubar informações de mensagens de texto, fotos e vídeos, entre outras. Frederico Tostes, country manager da Fortinet no Brasil, cita alguns riscos em utilizar uma fonte como essa:

1- Os arquivos podem roubar suas informações: Caso um cibercriminoso tenha acesso ao seu dispositivo móvel, ele pode:

a. Visualizar suas mensagens de texto

b. Fazer o download de suas fotos e vídeos

c. Ter acesso ao seu histórico de acesso à internet

d. Ligar sua câmera e microfone

2- Riscos de segurança financeiros: instalar aplicativos sem controles de segurança permite que o cibercriminoso instale o que quiser utilizando as informações financeiras do proprietário do celular.

3- Vírus de computador: o aplicativo pode ter um software malicioso, como por exemplo um Ransomware, que assume o controle de todos os arquivos e impossibilita o usuário de acessar suas fotos e documentos.

4- Ataques a redes utilizando seu dispositivo: Criminosos podem instalar um malware que adiciona uma botnet no dispositivo móvel, isto é, seu celular se tornará um “zumbi” que permitirá que criminosos organizem ataques a redes maiores.

A diversão e a cibersegurança devem andar de mãos dadas, sem colocar em risco informações importantes de nossos dispositivos móveis. Para que isso aconteça, é sempre importante adotar medidas de segurança como:

1) Instalar softwares de proteção no seu computador e smartphone

2) Utilizar apenas fontes confiáveis para baixar aplicativos, dando preferência às lojas oficiais de softwares

3) Atualizar seus softwares com frequência (novas versões costumam trazer correções para vulnerabilidades identificadas)

4) Fazer backup periódico de seus dados

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América Latina e China se complementam quando o assunto é desenvolvimento de aplicativos

Por Rafael Lauand

Recentemente, tive a oportunidade de conhecer melhor o mercado de internet chinês, durante o evento World O2O Expo, em Pequim, na China. O que mais ouvi por lá foram questionamentos sobre as diferenças dos aplicativos chineses em relação aos latinos.

Do meu ponto de vista, a diferença entre os dois mercados é relativamente simples: os apps latinos são mais focados na usabilidade e na interface, enquanto os chineses se concentram em funcionalidades. O que isso significa? Significa que por aqui criamos aplicativos específicos para cada tipo de serviço: um para chamar táxi, outro para pedir comida, outro para mapas e geolocalização, para jogos, e assim por diante. Também temos muita preocupação com a interface. Ela deve ser simples e objetiva. Quanto mais fácil de usar, melhor. Já os chineses se preocupam mais com inovação e, como já dito, as funcionalidades dos apps. É comum eles terem uma espécie de marketplace de serviços dentro do aplicativo. Para ilustrar essas diferenças, vou usar os exemplos de dois apps de mensagens: o americano WhatsApp e o chinês WeChat.

Atualmente com 1 bilhão de usuários, o WhatsApp é um aplicativo que permite enviar e receber mensagens de texto, imagens, vídeos, documentos em PDF, Word, Excel e PowerPoint, além de fazer ligações grátis por meio de uma conexão com a internet. E segue a característica latina de possuir uma interface simples.

O WeChat, com aproximadamente 800 milhões de usuários, vai mais longe. Além de integrar diferentes meios de comunicação, como seu concorrente WhatsApp, ele possui dois diferenciais bem relevantes. Um é o sistema de localização junto ao recurso que deixa o usuário descobrir e conversar com quem está por perto, na mesma rua, quadra ou a poucos metros, o que pode aproximar as pessoas, em vez de enquadrá-las apenas no universo da amizade virtual. Podemos dizer que o WeChat é uma combinação de WhatsApp, Tinder, PayPal e diversos outros.

E, acredite, essas diferenças estão atreladas ao perfil daqueles que colocam dinheiro para o negócio funcionar. Os investidores de venture capital latinos frequentemente pressionam as startups para terem um fluxo de caixa positivo o mais rápido possível, por isso, elas são focadas em melhorar constantemente a interface e a usabilidade para conseguir se estabelecer em um mercado específico e alcançar esse tão almejado fluxo de caixa positivo. Por outro lado, os investidores chineses são bastante centrados no crescimento da base de usuários, pois acreditam que é ela que dará o retorno financeiro desejado ao negócio, o que faz muito sentido no gigante mercado chinês. Outra vantagem do mercado chinês em detrimento ao latino é que o país tem dinheiro e o acesso ao capital para empreender é muito mais fácil e menos burocrático.

Com tudo isso, eu diria que as oportunidades no mercado de internet latino são imensas, principalmente se considerarmos que, no primeiro trimestre de 2016, contamos com apenas 1% (algo em torno de US$ 300M) do investimento de venture capital global, contra 25% na Ásia, sendo sua maioria na China. Fazemos muito com pouco. Também somos criativos e isso atrai a atenção dos chineses para as nossas ideias. Da nossa parte, podemos importar deles a possibilidade de incorporar mais funcionalidades aos apps e aproveitar melhor o investimento de risco que envolve as startups. Sem dúvida, são mercados que se complementam no que diz respeito ao desenvolvimento de aplicativos e merece atenção a troca dessas expertises. Se temos muito a aprender com os chineses, também temos muito a ensinar.

Rafael Lauand é CEO da Vá de Táxi, empresa de chamada de táxi da Porto Seguro.

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Verint lança solução “Robotic Process Automation” para impulsionar produtividade, reduzir custos e auxiliar no cumprimento de regulamentações

A Verint® Systems Inc. (Nasdaq: VRNT), uma das mais importantes empresas de software do mundo, anuncia sua nova solução Verint Robotic Process Automation™, um conjunto de recursos avançados de software robotizado para automatizar, administrar e executar altos volumes de processos trabalhosos do cotidiano das empresas. Ao potencializar o uso do software, as companhias podem reduzir de forma significativa a necessidade de processamento manual de tarefas diárias ou de processos com múltiplas etapas para melhorar a qualidade e a consistência das operações. As corporações também ganham em eficiência operacional, produtividade e qualidade, além da redução de custos, enquanto mantêm a segurança de informações confidenciais e garantem o cumprimento das regulamentações de compliance.

Atualmente, as empresas precisam realizar milhares de processos longos e cansativos todos os dias. Ao utilizar a solução Verint Robotic Process Automation, elas podem automatizar funções como alteração de endereço de clientes, processamento de reclamações, inscrições, gerenciamento de políticas, assim como outras operações e tarefas de alto volume. Isso ajuda a eliminar os erros que geralmente ocorrem em caso de inserção manual de dados. Ao automatizar essa rotina, também é possível que os funcionários tenham mais tempo para focar em funções de maior valor agregado e com foco no cliente, o que influencia positivamente no engajamento e tem um maior impacto no negócio.

Utilizando a Verint Robotic Process Automation, as empresas podem:

• Aumentar a produtividade ao automatizar altos volumes de processos de call center e back-office durante os períodos de pico e concluir mais atividades em menos tempo.

• Elevar o nível de qualidade e eliminar erros humanos ao descartar trabalhos entediantes e suscetíveis a erros quando os dados são inseridos manualmente em diversos sistemas.

• Tratar as necessidades de compliance para auxiliar a automação de processos em conformidade com regulamentações ou outros requisitos, ajudando na gestão de riscos.

• Adaptar à demanda ao responder rapidamente em períodos de pico ou de aumento inesperado de volume de trabalho ao utilizar robôs on-line para agilizar a entrega.

• Diminuir os custos operacionais ao fazer com que os funcionários gastem menos tempo ocupados com tarefas repetitivas e banais, além de reduzir as despesas relacionadas à mão de obra interna ou terceirizada.

• Maximizar o tempo e os recursos ao utilizar as capacidades robóticas para gerir processos sem valor agregado.

• Manter um ambiente seguro ao utilizar robôs em vez de funcionários para processar tarefas delicadas ou lidar com informações confidenciais.

Utilizando tecnologias patenteadas de reconhecimento visual que não exigem integração ou programação para que operem com outras aplicações, a solução Verint Robotic Process Automation pode fazer os processos comerciais funcionarem por múltiplas aplicações e é capaz de registrar cada etapa com alguns cliques por meio da navegação dentro das interfaces de usuário existentes. Como resultado, as empresas podem facilmente gravar scripts para que os robôs executem-os no front-end. O administrador de usuários ou o administrador central também pode gerenciar e monitorar a produtividade dos robôs utilizando o dashboard baseado na web da solução.

Além disso, a mesma tecnologia pode ser implementada para operar em lado a lado com os funcionários, oferecendo a função “mostre-me” para orientá-los em procedimentos novos ou raramente utilizados, ou para auxiliar no treinamento de novos funcionários durante a integração. Ao adotar a nova solução Verint Process Assistant™, o mesmo web studio e dashboard para registro de tarefas e monitoramento de uso podem ser implementados ao utilizar scripts criados para automatizar parte das tarefas do desktop que os funcionários selecionam e concluem.

“Para acompanhar as demandas de um mercado global tão competitivo como o atual, é necessário que as empresas façam mais em menos tempo. É nessa hora que programas como os nossos Robotic Process Automation e Process Assistant podem ajudar”, afirma Kristyn Emenecker, Vice-Presidente Global do Grupo de Estratégias de Produtos da Verint Enterprise Intelligence Solutions™. “Essas soluções são desenvolvidas para auxiliar as companhias na simplificação de processos e tarefas de rotina, com o objetivo de aumentar a produtividade e reduzir erros, para elevar a qualidade e diminuir os impactos aos clientes, além de garantir a segurança de dados confidenciais e auxiliar no cumprimento de conformidades regulatórias.”

“Ao automatizar e executar essas tarefas, os robôs permitem que os funcionários foquem em processos com maior valor agregado e em tarefas com foco no cliente. Isso significa maior habilidade para aperfeiçoar a eficiência e a automação de atividades, bem como o compromisso dos funcionários ao criar tarefas mais interessantes e menos repetitivas”, diz Emenecker.

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Nuctech finaliza medidas de segurança para a Olimpíada Rio 2016 antes da inspeção dos locais

Nuctech Scanners

Mais de 250 scanners de segurança da Nuctech foram instalados até o final desta semana para os Jogos Olímpicos e Jogos Paraolímpicos que acontecem em breve no Rio de Janeiro, Brasil. Os scanners serão responsáveis por 90 por cento das inspeções de segurança dos Jogos do Rio e o teste de aceitação pelo Poder Judiciário do Brasil vai começar em preparação para mais de 1 milhão de inspeções de segurança em todos os eventos.

Os scanners da Nuctech irão fazer inspeções de segurança nos quatro principais locais de jogos: Barra, Deodoro, Maracanã, Copacabana e também na vila olímpica, com mais de 2.000 funcionários locais treinados em segurança trabalhando na operação. Acredita-se que 100.000 espectadores irão lotar o estádio do Maracanã apenas para as cerimônias de abertura e encerramento.

A Nuctech traz dois modelos importantes para a Olimpíada do Rio, o scanner de raios X CX6040BI para pertences pessoais e o scanner de raios X CX100100T para inspeções de cargas. Estes dois modelos usam uma sistema de imagens de raios X de baixa radiação com gerador de raios X atualizado, enquanto um detector moderno é capaz de digitalizar em resolução mais alta com um algoritmo correto de imagem.

Um alarme será acionado automaticamente se for detectado itens explosivos, câmeras escondidas ou itens que não podem ser penetrados pelos raios X. O sistema é capaz de identificar e colorir, coordenando eficazmente itens orgânicos e inorgânicos. Para garantir um ambiente seguro para os Jogos, os equipamentos e uma equipe de técnicos nos locais irão funcionar 24 horas por dia.

“Como uma fornecedora de serviços e produtos de segurança de alta tecnologia, a visão e o objetivo final da Nuctech é ‘criar um mundo mais seguro’,” disse Zhiqiang Chen, CEO da Nuctech.

“Com a imensa atenção e participação de atletas e público de todo o mundo, a Nuctech sente-se honrada e mais do que disposta a oferecer nossos melhores serviços de segurança para um evento de tamanho prestígio internacional”.

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e-Safer participa da Defcon 2016 nos Estados Unidos

A e-Safer, integradora da área de Segurança da Informação e desenvolvedora de soluções para Certificação Digital, estará presente na Defcon 2016, uma das maiores feiras de hackers do mundo, que acontecerá entre os dias 4 e 7 de agosto, no Hotel Paria Balles, em Las Vegas (EUA).

Esta é uma conferência anual organizada por hackers bem intencionados, desde 1993 e que tem como objetivo promover palestras e apresentar pesquisas sobre vulnerabilidades de seguranças relacionadas a diversas tecnologias utilizadas pelo mercado.

A finalidade é apresentar ao público os riscos inerentes da utilização de diversas tecnologias que passam por softwares diversos e sistemas operacionais e podem chegar a famosa internet das coisas e contribui na preparação dos profissionais de Segurança para lidar com ataques de black hats, também conhecidos como “hackers do mal”.

Segundo Fernando Indech, consultor de Segurança da Informação da E-Safer, é o evento referência no segmento da Segurança da Informação, pois contribui com diversos conceitos e novidades de mercado da segurança que possam vir acontecer no futuro, servindo como alerta para mais de 15 mil pessoas durante a feira.

Eder Souza, diretor de Tecnologia e Inovação da e-Safer, destaca que é de suma importância participar de um evento dessa magnitude e estar perto dos principais estudiosos da área de Segurança. “A Defcon tem a capacidade de nos mostrar para onde caminha o mercado da segurança, sempre tendo em vista a preocupação com os ataques cibernéticos e a maneira que isso acontece. Isso é uma das prioridades da E-safer”, finaliza o executivo.

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Empresas de gestão patrimonial devem amadurecer digitalmente para evitar redução no lucro, revela relatório

Para que as empresas de gestão patrimonial obtenham sucesso duradouro, elas precisam colaborar e trabalhar em parceira com as startups focadas em serviços financeiros (FinTechs), além de atingir uma maior maturidade digital, revela o 20° Relatório sobre a Riqueza Mundial (World Wealth Report, em inglês), publicado pela Capgemini. As empresas de gestão patrimonial estão errando o alvo ao tentarem implantar funcionalidades digitais, arriscando-se a gerar menos lucro e a perder clientes e funcionários. O lucro líquido de até 56% dessas empresas pode estar em risco devido à desgastes com os clientes, por não oferecerem funcionalidades digitais. O relatório também constatou que mais da metade (55%) dos gerentes patrimoniais não estão totalmente satisfeitos com as funcionalidades digitais de suas empresas e, como consequência, mais de um terço (39%) pensa em mudar de empresa.[1]

“Como as empresas de gestão patrimonial e seus gerentes enfrentam atualmente várias mudanças no mercado, inclusive a crescente concorrência das chamadas FinTechs, eles precisam aprimorar todos os aspectos de suas funcionalidades digitais para garantir sua relevância para os clientes, que podem ser atraídos por suas concorrentes com tecnologias mais avançadas”, comenta o líder global do setor bancário e de mercados de capital da divisão de serviços financeiros da Capgemini, Anirban Bose. “As revelações do último Relatório sobre a Riqueza Mundial enfatizam que as empresas precisam se adaptar para atender às crescentes expectativas dos clientes e gerentes e que um alto nível de maturidade digital será necessário para enfrentar as concorrentes que já nasceram digitais”.

Maturidade digital limitada, apesar da maior demanda dos clientes de alto patrimônio e da ameaça das FinTechs

A demanda das pessoas com alto patrimônio (HNWI, em inglês) por serviços digitais continua crescendo nas áreas onde as FinTechs predominam, como plataformas de assessoria digital, comunidades abertas de investimento e plug-ins de funcionalidades de terceiros; por isso as empresas de gestão patrimonial não podem falhar em nenhum aspecto de sua estratégia digital. Segundo o levantamento, somente no ano passado, a demanda por serviços de assessoria automatizada cresceu quase 20 pontos percentuais, indo de 49% em 2015 para 67% em 2016. Além disso, 47% das pessoas com alto patrimônio afirmam que utilizam plataformas peer-to-peer pelo menos uma vez por semana para obter recomendações de investimento.[2]

Estima-se que a correlação entre maturidade digital e aquisição e retenção de ativos para gestão aumentará nos próximos anos. Para 73% das pessoas com alto patrimônio, a maturidade digital é um fator importante ou muito importante em sua decisão de confiar mais ativos à sua empresa de gestão patrimonial nos próximos 24 meses. Esse percentual sobe para 86% quando consideramos pessoas com menos de 40 anos.

Demanda por funcionalidades digitais está em alta, mas a satisfação entre os gerentes de patrimônio continua em baixa

Gerentes se juntaram aos seus clientes com alto patrimônio para exigir ferramentas digitais com mais funcionalidades. Essa tendência se confirmou em todas as regiões e todas as faixas etárias, ficando em 81%. Mas, mesmo com a alta demanda dos gerentes de patrimônio por ferramentas digitais, a maior parte das empresas ainda não as oferece. Menos da metade desses profissionais está satisfeita com a capacidade digital de seus empregadores, mas acredita que as ferramentas digitais sejam valiosas para viabilizar várias atividades, entre elas uma maior colaboração com os clientes (86%), capacidade de usar os dados dos clientes para identificar oportunidades de crescimento (82%) e economia de tempo com a redução da burocracia (82%).

Gerentes patrimoniais de todas as idades afirmam sentir falta, principalmente, de ferramentas de mídia social e móvel, pois consideram a prospecção de clientes por meio das redes sociais uma importante função digital (60%) – e essa é uma área com a qual tendem a estar menos satisfeitos.

Empresas de gestão patrimonial precisam se tornar líderes digitais para obter sucesso

Conforme aumenta o papel desempenhado pelas empresas de gestão patrimonial, a obtenção de sucesso duradouro para elas depende de colocarem os gerentes de patrimônio no centro da disrupção digital e de estarem dispostas a explorar novas iniciativas de colaboração e parceria com as FinTechs. Envolver os gerentes de patrimônio será importante, uma vez que mais de 3/4 (79%) deles dizem que gostariam de utilizar novas ferramentas digitais e mais da metade (53%) já pressionam suas empresas para que melhorem sua capacidade digital. Um número surpreendente (42%) até mesmo investiu seu próprio dinheiro na compra de software disponível no mercado numa tentativa de eliminar as lacunas nas ofertas de suas empresas. Várias das maiores empresas do mundo estão explorando programas de aceleradores desenvolvidos para atrair startups interessadas em trabalhar em parceria. Outras empresas estão investindo na aquisição de FinTechs para tentar impulsionar suas competências digitais, principalmente nas áreas de serviços automatizados de assessoria e gestão de investimentos.

O relatório enfatiza que terão mais sucesso as empresas que ousarem para superar a resistência à mudança e aderirem a um mundo que valoriza cada vez mais as interações digitais.

1 O Relatório sobre a Riqueza Mundial determina a maturidade digital com base no Modelo de Maturidade Digiwealth, da Capgemini.

2 As pessoas com alto patrimônio possuem acima de US$ 1 milhão em ativos para investir, excluindo-se a residência principal;

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Lava Jato e Lei Anticorrupção impulsionaram programas de compliance em 60% das empresas, aponta pesquisa Amcham

A Câmara Americana de Comércio entrevistou cerca de 180 executivos ontem (27/7) , durante o III
Seminário de Compliance e Gestão de Risco em SP

A operação Lava Jato e a Lei Anticorrupção acelerou a implementação de programas de Compliance e gestão de risco nas empresas brasileiras, aponta pesquisa da Câmara Americana de Comércio/AMCHAM, realizada na manhã desta quarta-feira (27/7). A Amcham ouviu 180 gestores de companhias de todos os portes e segmentos durante o III Seminário de Compliance promovido pela entidade na manhã desta quarta-feira (27/7), em São Paulo.

Para 60% dos empresários, as ações anticorrupção em curso no País trouxeram impacto direto no investimento em programas integridade da organização. A mesma porcentagem de empresários (61%) avaliou que a entrada em vigor da Lei Anticorrupção mudou a conscientização sobre as questões referentes ao tema.

Na pesquisa realizada pela Amcham, 73% das empresas informaram já possuir um programa formal de Compliance. Apesar de já implementado, 69% deles enxergam ainda fragilidades internas, com necessidade de avanços no programa e maior pulverização de ações anticorrupção nos demais processos da organização. Uma parcela de menor de 31% dos empresários consideram maduros seus programas e culturalmente implementando em toda a organização.

Regulamentação do lobby e programa de integridade

Outro ponto com necessidade de avanço identificado pela pesquisa Amcham diz respeito ao programa de Integridade gerenciado pelo Ministério da Transparência. Um percentual de 50% dos empresários informou ainda conhecer pouco desta ação do Governo Federal.
A pesquisa da Amcham identificou também necessidades de avanços na regulamentação do Lobby no Brasil. A maioria dos empresários (61%) consideram como prioritário dentro da escalada do país prol anticorrupção.

A Amcham ouviu 180 empresários e executivos de empresas dos mais variados portes e segmentos durante o III Seminário de Compliance e Gestão de Risco promovido pela entidade, em São Paulo, com plateia de mais 330 empresários.

Missão Internacional de Compliance

Diante desta maior pressão empresarial, a AMCHAM, sai na frente, e promove de 10 a 16 de setembro, a 1ª missão empresarial brasileira de Compliance nos EUA. Com visitas programadas a importantes players de Washington D.C. e Nova York, a Câmara Americana comandará time de empresários brasileiros em intercâmbio exclusivo com grandes empresas, universidades e instituições referências globalmente no tema.

A programação da missão contará ainda com reuniões de levantamento de melhores práticas na AES Corporation, Siemens e Pfizer; encontros de tendências e inovação na Deloitte e LRN; e no instituto de capacitação Investment Adviser Association.

A delegação também passará pelo campus da New York University, onde será recebida por pesquisadores e professores da instituição que está entre as cinco universidades de direito mais renomadas do mundo, segundo a Revista Exame, e pelos escritórios multinacionais Debevoise & Plimpton e White & Case.

A Embaixada do Brasil em Washington é apoiadora institucional desta agenda empresarial liderada pela Amcham, junto aos Institutos ARC, ETCO e ETHOS. Ao todo, serão 5 dias com a previsão de envolver mais de 25 executivos, na sua maioria, executivos das áreas financeiras, RH e jurídica das organizações. Informações e inscrições no missoes@amchambrasil.com.br

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Gartner divulga tendências de segurança na Era dos Negócios Digitais

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, divulga tendências de segurança na Era dos Negócios Digitais. Segundo analistas, a explosão digital vem remodelando a gestão de riscos e segurança organizacional. Redes móveis, Nuvem, redes sociais e a Internet das Coisas são apenas alguns fatores geradores dessa transformação. As principais tendências em segurança serão abordadas durante a Conferência Gartner Segurança e Gestão de Riscos, nos dias 2 e 3 de agosto, em São Paulo.

As empresas que forem capazes de aproveitar os benefícios das plataformas e ferramentas digitais terão uma vantagem competitiva permanente com o passar do tempo, enquanto aquelas que não estão habilitadas para seguir essa tendência vivenciarão uma queda entre a concorrência já em 2017.

“Essa realidade desafia o atual cenário de segurança da informação e gestão de riscos. Muitos padrões e tecnologias nas quais as práticas de risco e segurança foram baseadas não são adequados a essa nova realidade. Líderes de segurança da informação e gerenciamento de riscos de TI devem avaliar e transformar seus programas para que impulsionem os negócios digitais em vez de serem obstáculos para a inovação. As organizações que conseguirem estabelecer um ecossistema que equilibre proteção e crescimento do negócio permanecerão competitivas e serão capazes de resolver as ameaças cibernéticas”, afirma Tom Scholtz, Vice-Presidente e Fellow do Gartner.

Para o Gartner, os negócios digitais estão levando o ambiente de proteção de dados e infraestrutura para o mundo físico, incorporando funções focadas em dados e informações àquelas que conduzem mudanças reais nas pessoas e no ambiente ao seu redor. A maioria das iniciativas de segurança convencionais sempre focou em técnicas de bloqueio e prevenção (como antivírus), bem como em controles baseados em normas (firewalls etc.) para bloquear ameaças. “Apenas proteger as informações não é o suficiente. Não basta garantir o sigilo, integridade e disponibilidade dos dados. Líderes de riscos e segurança cibernética devem assumir a responsabilidade de proporcionar segurança para as pessoas e o ambiente ao seu redor”, explica Scholtz.

No entanto, uma defesa infalível é impossível. Ataques sofisticados e direcionados estão passando tranquilamente pelos mecanismos de prevenção baseados em assinaturas e firewalls. Todas as organizações devem agora assumir que estão em uma posição de comprometimento contínuo. Entretanto, elas podem acreditar erroneamente que uma prevenção 100% eficaz é possível e passar a depender excessivamente de mecanismos baseados em assinaturas ou bloqueios para garantir sua proteção. Como resultado, muitas empresas passam a ter capacidade limitada de detectar e reagir aos ataques quando eles inevitavelmente ocorrem, gerando maior tempo de espera e piores danos.

Para viabilizar uma arquitetura de proteção de segurança adaptável e abrangente, o Gartner aponta quatro vertentes com 12 habilidades específicas fundamentais para aumentar a capacidade de bloquear, evitar, detectar e reagir aos ataques:

– Prever: Análise Proativa de Exposição, Prever Ataques, Sistemas de Base;
– Prevenir: Sistemas Isolados e Consolidados, Distrair os Invasores, Prevenir Incidentes;
– Detectar: Detectar Incidentes, Confirmar e Priorizar Riscos, Conter os Incidentes;
– Responder: Remediar/Conduzir Mudanças, Mudança de design/modelo, Investigar/perícia.

Conferência Gartner Segurança e Gestão de Riscos 2016
Data: 2 e 3 de agosto de 2016 (Terça e Quarta-feira)
Site: Gartner.com/br/security.

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Estudo da IDC Brasil aponta vendas de 10.3 milhões de celulares no primeiro trimestre

De janeiro a março foram comercializados 1 milhão de feature phones e 9,3 milhões de smartphones; Número é 32,9% menor do que apresentado no mesmo período de 2015.

Dos smartphones, 93% têm sistema operacional Android; Aparelhos com tecnologia 4G representam 60% do mercado.

Entre os meses de janeiro e março de 2016 foram comercializados 10.3 milhões de celulares no Brasil, sendo 9.3 (89,8%) smartphones e 1 milhão (10.2%) feature phones. Os dados fazem parte do estudo IDC Mobile Phone Tracker Q1, realizado pela IDC Brasil, líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações. Quando comparados com o mesmo período do ano passado, os números representam, em unidades, queda de 32,9% no mercado total, 34,4% em smartphones e 15,7% em feature phones. Em receita, os smartphones movimentaram R$ 9.2 bilhões, ou seja, 6,1% a menos do que no primeiro trimestre de 2015.

De acordo com Diego Silva, analista de pesquisas da IDC Brasil, desde 2015 o mercado de celulares passa por diversas transformações, mas duas delas se destacam: “a maioria dos usuários já está na segunda ou terceira compra. Isso faz com que os fabricantes alterem seus portfólios e passem a oferecer celulares com especificações técnicas superiores. Outro ponto é a oscilação do dólar, que obriga o fabricante a repassar os preços mais altos aos consumidores finais”, conta.

O estudo da IDC mostra também que o ticket médio dos smartphones no primeiro trimestre de 2016 subiu para R$ 1139,23, enquanto no mesmo período do ano passado era de R$ 790,52. “Duas faixas de preços tiveram crescimento. A de valores entre R$ 1 mil a R$ 1299 cresceu 321,9%, e a acima de R$ 3 mil teve um aumento de 110,6%. Há um ano, por exemplo, os aparelhos com valores entre R$1 mil e R$ 1299 representavam 4,4% do total do mercado. Hoje, representam 28,4%”, completa o analista da IDC.

No segmento de feature phones, as vendas de 1 milhão de aparelhos no primeiro trimestre de 2016 acompanha o movimento de queda observado em 2015, quando, no ano todo, foram comercializadas 4,2 milhões de unidades. Segundo Silva, isso reflete também na operação dos fabricantes de celulares. Existe uma concentração de players no mercado de feature phones. Em 2013 tínhamos dez grandes fabricantes. Hoje, temos quatro, que representam 95% do total de aparelhos vendidos”.

Para 2016, a IDC Brasil prevê queda de 17% no mercado total de celulares e de 16% apenas no segmento de smartphones. “Muitos fabricantes estão passando por dificuldades no país e não investirão em lançamentos. Isso impacta agressivamente o mercado, mas por outro lado abre espaço para players menores atuem com mais força. Não podemos esquecer que 35% da população ainda vai adquirir o primeiro smartphone”, finaliza Diego Silva.

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Principais desafios das operações de serviço em campo é tema de livro lançado pela ClickSoftware

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Disponibilizar um material original e que trouxesse valor imediato para as empresas e profissionais em suas operações de serviço em campo. Este foi o estímulo que levou os especialistas da ClickSoftware Mike Karlskind, Alec Berry e Stephen Smith a idealizar o projeto, focado principalmente nos desafios mais prementes encontrados na gestão dos serviços em campo. Intitulado “Service is Hard”, trata-se de um manual de como lidar com as dificuldades que surgem no dia a dia, analisando as causas e os riscos inerentes, bem como as diferentes abordagens para resolvê-los. Cada capítulo é embasado na expertise dos autores e, por meio de suas percepções e orientações, a ideia é transformar a maneira como o leitor vê a prestação de serviços hoje. Enxergando os desafios comuns na prestação de serviços em campo como oportunidades para o engajamento dos clientes.

O livro “Service is hard” foi inspirado em um blog de mesmo nome que Mike Karlskind, um profissional com mais de 20 anos de experiência no gerenciamento de serviços em campo mantém na ClickSoftware e onde o tema continuará a ser exaustivamente estudado. Os autores também pesquisaram conteúdo junto à experts e expoentes deste mercado, o que inclui uma comunidade de mais de 300 clientes/empresas. Examinar os oito desafios mais difíceis para a conquista de um serviço consistente e com excelência é a proposta do livro, o que inclui aspectos tão variados como tecnologia, processos, até as características inerentes ao próprio negócio prestação de serviços em campo.

A ClickSoftware é líder global no fornecimento de soluções para a gestão automatizada e otimização da força de trabalho e serviços em campo. A companhia tem se mantido fiel ao seu principal foco: fortalecer os prestadores de serviços para otimizar o valor de cada uma de suas interações com o cliente. Ao incrementar ambas, a efetividade e eficiência de todos os envolvidos nesta cadeia, a empresa acredita estar ajudando a promover uma importante evolução, que trará como resultado uma mudança de visão da prestação de serviço como algo meramente reativo para a prestação de serviço preditivo. O que fortalecerá o valor do negócio como um todo.

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Honeywell anuncia oferta de produtos para automação comercial com financiamento do BNDES

A Honeywell (NYSE:HON) acaba de anunciar o credenciamento de uma linha de produtos para captura de dados que terá a opção de financiamento pelo Cartão BNDES. Voltada para micro, pequenas e médias empresas, essa modalidade de financiamento oferece crédito pré-aprovado de até R$ 1 milhão de reais para a aquisição de produtos credenciados, com pagamento em até 48 prestações fixas e mensais.

Inicialmente serão oferecidos três produtos com o financiamento – que eram importados e passaram a ser fabricados pela empresa no Brasil, em sua unidade de Itajubá, Minas Gerais.

“A produção local e a adequação dos equipamentos à nossa realidade reforçam o comprometimento da Honeywell com o mercado brasileiro, garantindo empregos, preços competitivos e facilitando a oferta de serviços associados aos equipamentos”, destaca Luiz Eng, General Manager da divisão Sensing & Productivity Solutions da Honeywell.

Ao produzir localmente, a Honeywell consegue oferecer facilidades como maior agilidade no suporte ao cliente, sem a necessidade, por exemplo, de envio do equipamento para o exterior, em caso de reparo, além de menor custo nesse processo, com os valores de serviço cotados em moeda local.

Entre os produtos que passam a ser oferecidos com o financiamento do BNDES, estão:

Leitor de código de barras Voyager 1450g – Equipamento omnidirecional que permite a leitura de praticamente todos os códigos de barras lineares e grande parte dos códigos 2D, além de trabalhar com cupons, bilhetes móveis e carteiras digitais obtidos a partir das telas de dispositivos móveis.

Leitor RFID IF1 – Linha que oferece opções econômicas e flexíveis para aplicações de coleta eletrônica para registro de veículos, ideal para o uso com uma ou duas antenas na automatização de processos.

Tag RFID iB66 – Dispositivo com bateria própria que permite maximizar a operação de reconhecimento de veículos à distância de até 30 metros e com velocidades de até 160 km/h. Oferece identificação anônima e autenticação criptográfica e opera com leitores UHF RFID Gen2/6C.

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