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App Banco do Brasil chega a 15 milhões de usuários

O Banco do Brasil atingiu no mês de dezembro a marca de 15 milhões de usuários no seu aplicativo para mobile. Acessado por 4 milhões de pessoas todos os dias, o aplicativo é responsável por 51% das transações realizadas no Banco. Com o resultado, o BB alcançou o objetivo traçado no início de 2017.

O crescimento do número de usuários impressiona. Ao final de 2015, havia 6,9 milhões de usuários do app BB. Já em 2016, o número chegou a 10,2 milhões. Passados dois anos, a instituição teve um crescimento de quase 200% no número de clientes que utilizam a solução para smartphones e tablets.

Os números de negócios por meio digital também impressionam. Até novembro, foram contratadas 150 mil operações de solução de dívidas, num montante de R$ 1,2 bilhão. No financiamento de veículos, 55% das operações já são contratadas pelo celular, totalizando R$ 953 milhões até dezembro. Outro dado interessante é que 55% das contratações ocorrem fora do horário de expediente bancário.

O crédito consignado pelo mobile teve um crescimento de 204%, em relação a 2016, chegando a R$ 1 bilhão em contratos. O crédito imobiliário teve 2,7 milhões de simulações em apenas três meses. E desde meados de dezembro, está disponível para todos os clientes a contratação da linha pelo celular.

A Conta Fácil, lançada em novembro de 2016, chegou a 1,4 milhão de contas, com 80 mil upgrades para a conta corrente. O app Banco do Brasil é o mais bem avaliado do sistema financeiro brasileiro nas duas principais lojas de aplicativos – Google Store (4,5) e Apple Store (4,0).

Gestão financeira

O aplicativo do BB tem um gestor de finanças pessoais, o Minhas Finanças. A ferramenta auxilia o cliente no controle financeiro, com acompanhamento do orçamento e indica como ele emprega o seu dinheiro. Para isso, todos os lançamentos de conta corrente e cartões são separados em grupos de consumo, o que permite uma análise mais consciente da vida financeira do usuário.

Além disso, possui uma funcionalidade chamada “Orçamento”, que auxilia na criação de metas de gastos por grupo de consumo. A solução identifica gastos e receitas dos últimos cinco meses e sugere uma redução nos custos, com objetivo de melhorar a saúde financeira do usuário.

Lançado para todos os clientes em abril de 2017, o Minhas Finanças tem mais de 3,5 milhões de usuários. E quase a metade acessa a solução diariamente. Foram criados mais de 585 mil orçamentos desde o lançamento para os clientes, em outubro de 2017, onde o Banco já sugeriu uma economia estimulada de cerca de R$ 560 milhões.

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Saiba como atrair mais clientes para seu coworking

 Um novo ano se inicia e esta época do ano pode ser o momento certo para fechar parcerias e novos negócios, e apostar em iniciativas que aumentem a clientela. No caso dos coworkings, embora muita gente esteja em férias, outros profissionais já estão se planejando e buscando espaços compartilhados para desenvolver ou iniciar seu trabalho.

“Nessa hora, os coworkings que investirem de forma efetiva para atrair mais clientes já estarão largando na frente, pois não terão deixado essas ações de lado nesse período de pausas do trabalho. Não existe mês certo para buscar novos clientes e fidelizar sua clientela, esse é um trabalho constante, que não deve ter pausa”, comenta a especialista em coworking e CEO & Founder da CWK Coworking Bruna Lofego.

Veja o que a especialista recomenda para trazer movimento para seu coworking:

1. Invista em conteúdo

Conteúdo
Criar conteúdo para gerar tráfego orgânico – gerado de forma espontânea- ou para tráfego pago – serviço pago para dar destaque à publicação – é muito útil para atrair mais clientes ao negócio. “As páginas de busca na internet são a primeira estratégia que utilizamos quando queremos pesquisar algo, certo? Criar conteúdo relevante associado à sua empresa permitirá que te encontrem de acordo com o que você tem a oferecer”, explica a especialista, que recomenda também manter sempre sites e blogs atualizados.

2. Ofereça benefícios

Benefícios
Realizar promoções é uma estratégia que costuma ser utilizada para atrair clientes, porém ela pode não funcionar muito bem para um coworking. “Além de correr o risco de desvalorizar seu negócio, pode gerar mal estar com outros locatários”, explica. “Uma alternativa é criar benefícios para quem locar seu coworking em determinado mês ou período, pois isso passará uma percepção de preço menor e ajudará a potencializar o custo-benefício da escolha”, diz.

3. Use as redes sociais a seu favor

Redes sociais
Investir em um perfil profissional permite aproveitar a presença nas redes sociais para a divulgação do próprio negócio. Fazer publicações com fotos do espaço é uma das maneiras de levar até o público-alvo informações sobre o ambiente. “Uma vantagem dessa modalidade é a maior proximidade com seus atuais e futuros clientes. É possível também administrar melhor o tempo e evitar se deslocar muito ao realizar eventos ou workshops online com eles, atingindo um número maior de pessoas”, explica Bruna.

4. Fidelize seus clientes

Faça pesquisas
Além do networking diário com seus clientes, faça pesquisas com eles para saber se indicariam o coworking para amigos ou colegas de profissão. “Dedique parte do seu tempo para conversar com eles, até mesmo quando não estiverem no coworking. Dar atenção e saber a opinião de quem já utiliza seus serviços pode ser muito útil para identificar as melhorias necessárias para atrair novos clientes, e garantir que os já conquistados sejam bem atendidos”.

5. Aproveite o ambiente do coworking

Organizar eventos
Aposte em chamarizes para o público no próprio espaço, como atividades diferenciadas e eventos que permitem a entrada do público em geral. “São ótimas opções para atrair os interessados em conhecer o ambiente, mas que ainda têm dúvidas. Pode ser a oportunidade perfeita para interagirem no ambiente de uma forma mais descontraída com os demais locatários”, finaliza.

Imagens: Shutterstock

O que podemos aprender com o modelo de sucesso de Inovação de Florianópolis?

Jamile Sabatini Marques, Diretora de Inovação e Fomento da ABES

Florianópolis foi eleita, pelo 3º ano consecutivo, a segunda cidade mais empreendedora do País, segundo o Índice de Cidades Empreendedoras – ICE 2017, publicado pela Endeavor Brasil. Essa classificação é resultado de um histórico de mais de 30 anos de investimento em tecnologia, focado no conhecimento e na colaboração. A cidade se consolidou como um modelo de sucesso de inovação, com iniciativas públicas e privadas de fomento, que podem ser replicadas em outras regiões do Brasil.

O ponto de partida para o desenvolvimento de um ecossistema de inovação no setor tecnológico na cidade foi a implantação da Universidade Federal de Santa Catarina, em 1960, voltada para os cursos de engenharia e, posteriormente, a criação da Fundação Certi – que foi responsável pela Incubadora Celta, a primeira e do Brasil. Houve também um movimento interessante de organização do setor privado, como a criação da Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (Acate), da Incubadora Midi Tecnológico. Mais recentemente, em 2015, foi criado Programa Excelência SC, desenvolvido pelo Sebrae/SC, Fiesc e Fecomércio/SC, que reúne boas práticas de companhias com foco na inovação.

Da perspectiva das políticas públicas de incentivo, a prefeitura de Florianópolis contribui criando um conselho de inovação, composto por várias entidades do setor e também com várias ações e legislação para incentivar a competitividade das empresas. Nessa linha, neste último mês, o Governo do Estado criou o “Pacto pela Inovação” para integrar a academia, governos, empresas e a sociedade civil.

O programa Geração Tec, uma iniciativa também do governo estadual, foi criado para o desenvolvimento de jovens talentos, bem como o Sinapse da Inovação, ação da Fapesc e Fundação Certi, para fomentar o empreendedorismo. Além disso, o governo apoia o Parque Tecnológico Sapiens, resultado de um trabalho em parceria com a Fundação Certi.

Entre outras iniciativas, a cidade também possui condomínios empresarias com o foco no setor tecnológico – como o Corporate Park, localizado na SC 401, denominada como a rota da inovação.

Em um passado recente, Florianópolis dependia de cargos públicos, comércio e turismo. Hoje, a cidade, além de reter os seus jovens, consegue atrair mentes brilhantes para o desenvolvimento baseado no conhecimento, que se tornou um ativo para a cidade. Este processo ficará ainda melhor quando o governo começar a proporcionar dados abertos, pois, com isto, o empreendedorismo será ainda maior e o ecossistema de inovação poderá ser fomentado de forma natural e orgânica.

Para 2018, a expectativa é que os investimentos em inovação aumentem bastante, uma vez que tem sido perceptivo o aumento dos espaços de coworking, de profissionais capacitados e do volume de oportunidades de emprego no setor. Além disso, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Finep e o BNDES têm incrementado suas iniciativas de financiamento para inovação.

Por outro lado, ainda que Florianópolis seja um exemplo de inovação, como um living lab, há espaço para melhorar e tornar suas empresas ainda mais competitivas. Com a evolução do mercado, na era do conhecimento, este deve passar a ser um grande ativo das empresas, cujo valor deve ser percebido pelos agentes de fomento e pela sociedade. Por isso, é muito importante construir um ecossistema de inovação que atenda a esses novos modelos de negócios, baseados no conhecimento.

Historicamente, muitas foram as iniciativas modelo da cidade – desde a criação da Universidade Federal de Santa de Catarina, focada na engenharia, até a implementação de políticas de incentivo da prefeitura e do governo do Estado.

No entanto, as maiores lições que podemos aproveitar desse case de sucesso é a importância da integração entre os atores e a organização da classe empresarial buscando o bem comum.

Florianópolis se desenvolveu com empresas que nasceram e se fortaleceram na região, dando um grande destaque aos processos de incubação e do fomento às companhias nascentes. Nesse contexto, a exemplo da cidade, um dos esforços da ABES têm sido criar canais de diálogo entre os diferentes atores do mercado em esfera nacional (governo, educação, empresas) para desenvolver uma agenda coletiva, com o objetivo de aprimorar a competitividade global do Brasil.

A capital catarinense é um exemplo importante, uma cidade que pode ser considerada um parque tecnológico urbano a céu aberto e hoje possui um dos melhores IDHs do Brasil – resultado de muito trabalho conjunto, por mérito de diferentes atores que se doam para formar um ecossistema de inovação.

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Transformação digital, o risco de resistir – Por Paulo Marcelo

Já se foi o tempo em que um modelo de negócio campeão era algo imutável. Não se mexia em time que estava ganhando. Hoje, a flexibilidade do desenho estratégico é imperativa. É preciso mudar de acordo com as expectativas dos consumidores/clientes, seus hábitos e evolução tecnológica.

A transformação digital trouxe com ela a revisão do universo ao qual estávamos acostumados e, porque não dizer, muitas vezes acomodados. O mundo tornou-se ágil e, nas empresas, grupos multidisciplinares apoiam, reinventam e criam negócios, por meio da união de ideias de diferentes habilidades e competências. A nova era impôs, portanto, um ritmo acelerado de ações, adequações e inovações.

Não há como ficar parado diante de tantas mudanças frenéticas, que impactam o dia a dia de pessoas e negócios. A competitividade tornou-se um desafio e, por vezes, um pesadelo, tamanha a velocidade com que a concorrência surpreende com produtos e serviços disruptivos, surgindo de todos os lados, ameaçando a sobrevivência de companhias em diversos setores.

Resistir à transformação digital, adiando o ingresso na nova economia, é mais do que um risco, é assinar a própria sentença. Empresas que tomam a decisão de se transformarem conquistam lucros e expandem suas atuações. É o que observamos na jornada dos nossos clientes que atuam em diferentes setores da economia.

Companhias que prestam serviços de forma tradicional, que não inovaram seus modelos de negócio, inserindo produtos e serviços digitais para aprimorar a experiência do usuário, simplificando e agilizando operações, estão à beira do obsoletismo implacável. O mercado está em franca transformação. Não há como adiar essa decisão, sob pena de perder o próprio negócio. Resistir, certamente, não é uma boa estratégia.

Basta pensar na gama de produtos e serviços que até bem pouco tempo não existiam, que mudaram hábitos e modelos de negócios. Ou o contrário? É a economia digital, inevitável, inadiável e borbulhante. Mas não podemos nos enganar. O negócio digital exige mudanças contínuas. O ontem vira história e o futuro é agora.

A vida média dos modelos de negócio está a cada dia mais curta e, ainda que consideremos impossível, sempre há espaço para agregar valores disruptivos. É preciso estar pronto para suportar a “inovação da inovação” e nunca mais parar. Identificar e criar oportunidades a todo o tempo. Não resista.

Paulo Marcelo, CEO da Resource

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Estudo da Cognizant apresenta as profissões do futuro

A Cognizant, uma das empresas líderes mundiais em tecnologia e negócios, apresenta um estudo inédito, no qual aponta as 21 profissões promissoras para os próximos dez anos. De acordo com a pesquisa, alguns empregos serão extintos pela tecnologia, mas outros serão criados, gerando oportunidades em mercados ainda não explorados.

“Com o aumento do uso da tecnologia em todas as áreas, as pessoas estão buscando profissões que envolvam realidade virtual, análise de dados, inteligência artificial e programação. Essa tendência evidencia que a força de trabalho humana ficará responsável por atividades que tenham como objetivo analisar e tomar decisões de risco, que um software, por exemplo, não é capaz de realizar”, afirma Ben Pring, vice-presidente da Cognizant e um dos responsáveis pelo estudo.

No varejo, por exemplo, é notável o quanto estão sendo trabalhadas as tecnologias que garantem uma experiência de consumo diferenciada, que impactam diretamente o consumidor e geram emoções únicas. Já na área da saúde, exames feitos por softwares e raios X, com resultados muito mais rápidos e assertivos, já são possíveis graças à utilização da inteligência artificial para resolver problemas e gerar resultados precisos. O setor financeiro é outro que busca diferentes meios tecnológicos para ganhar produtividade, desburocratizar processos e aumentar a eficiência operacional.

“No futuro, o trabalho continuará sendo fundamental para nossas identidades, nossa natureza, nossos sonhos e nossas realidades, mas não será necessariamente o trabalho que conhecemos ou fazemos agora”, ressalta o executivo.

Os 21 empregos apresentados a seguir são aqueles que se tornarão proeminentes em curto prazo. Ademais, esses empregos criarão novas oportunidades, que proporcionarão trabalho para muitas pessoas em diversos segmentos da economia.

Confira a lista dos 21 empregos do futuro:

Nos próximos cinco anos:

Data Detective

Investigador de dados. O candidato deve ser um assíduo analista de dados e interpretá-los da melhor maneira possível. Além disso, deve ser curioso, analítico e multitarefa.

Bring Your Own IT Facilitator

O profissional vai gerar flexibilidade para os usuários com o uso de aplicativos e infraestrutura, desenvolvidos dentro da empresa ou em ambientes de nuvem.

Ethical Sourcing Manager

Esse profissional vai investigar, acompanhar, negociar e fazer acordos sobre o fornecimento de produtos e serviços, para garantir o alinhamento nos contratos relacionados a questões éticas de um público estratégico.

AI Business Development Manager

Um gerente de desenvolvimento de negócios. O trabalho será próximo a áreas de vendas, marketing e sócios.

Master of Edge Computing

A computação em nuvem está gradualmente abrindo caminho para a próxima grande evolução. A edge computing desencadeia o potencial de dispositivos de hardware conectados e os descentraliza, para se tornar o próprio data center. Nesse modelo, que descentraliza o armazenamento ou o processamento de dados, o profissional atuará de forma abrangente.

Walker/Talker

O profissional será responsável por passar um tempo com os clientes, e sua principal atividade vai ser prestar atenção no que eles dizem.

Fitness Commitment Counselor

No futuro, esse profissional será imprescindível. A epidemia de obesidade é responsável por 300 mil mortes por ano, em média, nos EUA. Desse modo, o profissional será responsável por motivar a atividade física, melhorar a nutrição e fazer com que o indivíduo adote um estilo de vida mais saudável.

AI-Assisted Healthcare Technician

No futuro, esse profissional terá a função de examinar, diagnosticar, administrar e prescrever tratamentos para pacientes com o auxílio da inteligência artificial e de médicos acessíveis remotamente, em um sistema de hospitais mais eficiente, que cuidará de seus pacientes utilizando a tecnologia como aliada.

Cyber City Analyst

Esse profissional deverá trabalhar com informações que incluam dados dos cidadãos e dos recursos dos municípios.

Genomic Portfolio Director

O profissional vai criar e executar uma estratégia para aumentar o portfólio de produtos que envolvam a ciência da vida.

Man-Machine Teaming Manager

A colaboração entre homem e a máquina será uma realidade. Esse cargo exigirá do profissional a identificação de tarefas, processos, sistemas e experiências que possam ser melhorados com a tecnologia.

Financial Wellness Coach

O profissional terá a função de um coach, e vai orientar sobre questões financeiras, os melhores investimentos e aplicações.

Digital Tailor

Com o avanço crescente do e-commerce, será necessário um profissional que vá até a casa do usuário, pegue suas medidas com um sistema digital e faça os ajustes necessários em suas roupas e sapatos comprados via e-commerce.

Chief Trust Officer

O profissional nessa função trabalhará ao lado de equipes internas de finanças e relações públicas. Vai gerenciar e aumentar a presença pública e privada em toda a esfera financeira, e sempre trabalhar com transparência nas finanças de uma organização.

Quantum Machine Learning Analyst

O profissional atuará na área de machine learning (“aprendizado de máquina”, em inglês), principalmente com a integração com o aspecto quântico.

Nos próximos dez anos:

Virtual Store Sherpa

Os sherpas pertencem a uma etnia que ajuda quem quer escalar montanhas. Indicam o caminho e seguram os equipamentos dos viajantes. No futuro, esses sherpas do consumo vão ajudar os clientes a navegar nas lojas e, com a realidade aumentada, a fazer compras em cenários mais complexos.

Personal Data Broker

Monitorar e comercializar dados pessoais é a grande atividade desse profissional. Além disso, precisará rastrear e consolidar novos dados e auxiliar os clientes a interpretá-los.

Personal Memory Curator

O profissional consultará uma série de públicos específicos, a mídia e fontes históricas para refazer e formular experiências do passado, para reduzir o estresse ou a ansiedade que a perda de memória provoca.

Augmented Reality Journey Builder

O profissional vai projetar, escrever, criar, calibrar, construir e personalizar viagens em realidade aumentada para as pessoas.

Highway Controller

O aumento dos veículos autônomos e de drones levou as cidades a repensar a forma como o espaço rodoviário e aéreo é gerenciado. O profissional será essencial para auxiliar na regulação da estrada e do espaço aéreo no centro da cidade. O candidato ideal deve ser apto para lidar com ferramentas de IA sofisticadas.

Genetic Diversity Officer

O profissional vai facilitar a rentabilidade e a produtividade de uma organização e, ao mesmo tempo, promoverá um ambiente de inclusão.

Acesse o estudo na íntegra por meio do link: goo.gl/34cSxc.

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Embratel e T-Systems anunciam parceria para oferecer conectividade IoT no Brasil

A Embratel e a T-Systems acabam de anunciar uma parceria para oferta de conectividade IoT (do inglês, Internet das Coisas) para o mercado brasileiro. O acordo vai permitir a oferta, no Brasil, do IoT Service Portal, já disponibilizado pelo Grupo Deutsche Telekom em diversos mercados globais, incluindo Europa, Estados Unidos e China.

Como resultado, a T-Systems Brasil, braço da Deutsche Telekom para oferta de serviços corporativos e soluções e serviços globais de TIC, e a Embratel, líder em telecomunicações e com forte atuação em mobilidade corporativa e em TI, estão anunciando um acordo que vai permitir a comercialização de conectividade IoT no mercado brasileiro. Por meio da parceria, a T-Systems Brasil vai utilizar a rede da Embratel/Claro, tornando-se uma MVNO (Mobile Virtual Network Operator). A oferta do serviço começa no início de 2018.

“Atualmente, toda grande companhia precisa de conectividade para os aplicativos IoT que estão procurando implementar. Certamente nossa parceria com a Embratel vai permitir à T-Systems Brasil e ao Grupo Deutsche Telekom trazer serviços inovadores para o mercado brasileiro”, afirma Ideval Munhoz, presidente da T-Systems Brasil.
“Por meio desta parceria, a T-Systems terá acesso à melhor tecnologia do mercado. Com o suporte da Embratel, a T-Systems terá conectividade, disponibilidade e qualidade de rede para suportar as operações de IoT de seus clientes globais no Brasil”, diz Marcello Miguel, Diretor Executivo de Marketing e Negócios da Embratel.
O IoT Service Portal, da Deutsche Telekom, permite aos seus usuários operar e controlar, em tempo real, comunicações M2M (Machine-to-Machine), permitindo às áreas de negócios monitorar todos os seus cards M2M com seus correspondentes planos de dados e volumes de transmissão.

Além disso, os usuários podem ativar, bloquear ou desabilitar seus SIM Cards M2M e também mudar seus planos de dados e funcionalidades. Para controlar a transmissão de dados, eles podem criar alertas para cada card, recebendo notificações automaticamente. O portal é acessível por meio de uma conexão segura e suas funcionalidades podem ser facilmente integradas com ambientes de TI já existentes graças a APIs (Application Programming Interfaces) que podem ser utilizadas automaticamente.

Conectividade IoT em diferentes indústrias e fronteiras

Mais e mais companhias de setores como o automotivo, energia, saúde e transporte vem operando internacionalmente, enfatizando a necessidade de integração das soluções locais de IoT com um contexto global. Estas empresas levam a integração móvel, com os mais diferentes tipos de equipamentos IoT, às suas sedes, permitindo o acompanhamento de consumo de dados em tempo real, ou o controle remoto de máquinas, monitorando sua operação. Por isso, o IoT Service Portal da Deutsche Telekom foi desenvolvido com estes desafios em mente, oferecendo conectividade gerenciada em todo o mundo.

Mais informações sobre o IoT Service Portal da Deutsche Telekom e suas ofertas dedicadas podem ser obtidas em: http://iot.telekom.com/en/

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Ingresso Rápido implementa sistema biometria facial

A Ingresso Rápido, maior marketplace de tickets e entretenimento ao vivo da América Latina, iniciou a implementação de um sistema de biometria facial nas transações realizadas pelo site e App. O sistema da Acesso Digital, empresa de tecnologia focada em soluções digitais que possui a maior base nacional de faces biométricas cadastradas, deverá aumentar a conversão de vendas e inibir fraudes, segundo os testes realizados no início de 2018.

A biometria facial evita fraudes por meio da validação das selfies que compõe o processo de compra de ingressos, confrontado as faces dos consumidores em uma base compartilhada entre os maiores varejistas do Brasil. Hoje, todo brasileiro que solicita um crédito ou compra um celular em algum dos clientes da Acesso Digital, gera um novo cadastro para essa base.

“A Ingresso Rápido busca constantemente formas de melhorar a experiência de compra dos clientes, prezando sempre pela segurança. Acreditamos que a biometria facial da Acesso Digital garantirá tranquilidade aos clientes na compra, além de impulsionar muitos outros projetos que estão por vir”, afirma o Gerente de Finanças e Pagamentos da Ingresso Rápido, Murilo Mascaro.

O uso da biometria facial no e-commerce para melhora da segurança e da experiência de compra já é realidade no mundo. O Alibaba, maior e-commerce da China, anunciou recentemente uma tecnologia que permite a compra através de uma selfie (vide vídeo). Já no Brasil, sabe-se que a compra pela internet cresce ano a ano. Segundo o levantamento Total Retail da PwC, apenas 3,4% dos consumidores brasileiros nunca compraram online.

Com o crescimento dos consumidores virtuais, cresce também a fraude e a recusa de clientes. Segundo dados do Mapa da Fraude, nos últimos anos os sites brasileiros contabilizaram entre 3% e 4,3% de fraude nas compras online, números que levam as empresas a investirem em tecnologias antifraude.

Essas tecnologias visam protegem as empresas, porém, no processo de evitar fraudes, muitos dos clientes considerados bons pagadores acabam sendo recusados. O Mapa da Fraude revela que 32% dos clientes que sofrem essa falsa recusa, não voltam a comprar no mesmo comerciante. Com isso, fica evidente que o desafio não está só em evitar a fraude, mas em permitir comprar quem não é uma fraude.

“Aumentar as vendas, evitar as fraudes e melhorar a experiência dos consumidores com tecnologia, são os objetivos da Acesso Digital nesse mercado. A empresa tem hoje a maior base privada de faces do país, compartilhando a solução de biometria facial com os maiores varejistas do mercado, fintechs, bancos, empresas de telecom e outros”, aponta o sócio da Acesso Digital e head do produto Acesso BIO, Marcelo Stuani Zanelatto.

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NalbaTech adquire bugScout e amplia portfólio de serviços gerenciados de segurança e qualidade de software

Serviços baseados no analisador de código fonte de última geração reduz em 90% o tempo da correção de vulnerabilidades de aplicações de software

A NalbaTech, uma empresa do Grupo Nfq, especializado em consultoria e serviços profissionais para bancos, mercados de capitais e seguros, anuncia a aquisição da plataforma bugScout, criada pela espanhola Buguroo Offensive Security, da qual tem sido parceira há mais de 4 anos para a oferta, implementação e suporte da solução de detecção de riscos de segurança em todo o ciclo de vida das aplicações de software.

O bugScout é um robusto analisador de código fonte de última geração utilizado por companhias de vários segmentos em seus projetos de software e também na validação de segurança de aplicações de terceiros na hora da contratação. Com a aquisição do bugScout, a NalbaTech fortalece seu portfólio de tecnologias e serviços de Segurança da Informação, Governança e Compliance e Qualidade de Software.

Francisco Bernabeu, diretor da NalbaTech, conta que desde 2013 a empresa oferece serviços gerenciados baseados no bugScout e a decisão pela compra dos direitos definitivos da ferramenta “fortalece a sua posição de fornecedor chave de serviços gerenciados de segurança e qualidade de software, uma vez que a empresa passa a ser a detentora e desenvolvedora da plataforma, sendo também responsável pela sua evolução e melhoria tecnológica”.

O executivo também afirma que, com aquisição, a NalbaTech conquista um posicionamento estratégico em um mercado onde todos os sistemas enfrentam algum tipo de vulnerabilidade em alguma etapa do seu ciclo de vida. “Na prática – as empresas sofrem com alta fragilidade da segurança e na possibilidade real de perda de dados ou de ataques cibernéticos às redes corporativas. Além disto, os investimentos na correção de vulnerabilidades são em média três ou quatro vezes maior que o próprio desenvolvimento. Com o bugScout logo no início do projeto de software, este tempo e investimentos pode ser 90% menor considerando o gasto atual, além de evitar perdas que são incalculáveis em caso de ataque”, destaca Bernabeu.

O bugScout é compatível com as linguagens mais usadas em ambientes web e mobile e inclui frameworks completos para cada ambiente de desenvolvimento, cobrindo os fluxos mais complexos, como injeção de dependências, ORMs ou bases de dados não relacionadas com outras. A plataforma auxilia na construção de aplicativos seguros a partir da análise de todas as vulnerabilidades identificadas em todos os standards de referência, como OWASP, WASC ou CWE.

“A solução possui elevada capacidade de observação dos códigos fonte e minimiza a exposição ao risco das empresas e usuários, tornando o software desenvolvido mais forte e robusto contra as ameaças, tanto no ambiente interno corporativo, como no mobile”, enfatiza Francisco Bernabeu.

Mais informações: http://br.nalbatech.com

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Amazon.com.br lança marketplace de papelaria e escritório

A Amazon.com.br anuncia o lançamento do marketplace de Papelaria e Escritório. A partir de hoje, consumidores podem encontrar no site itens como cadernos, mochilas, agendas, organizadores de escritório, pastas, canetas, e muito mais. O catálogo da nova categoria traz as principais marcas do mercado, como Tilibra, Faber-Castell, Bic, Pilot, Casio, Moleskine, Sestini e Acrimet, entre outras.

Para celebrar o lançamento, alguns vendedores oferecem produtos exclusivos e com descontos imperdíveis apenas entre hoje e a próxima quarta-feira, 17 de janeiro (ou enquanto durarem seus estoques). Todos os produtos de Papelaria e Escritório podem ser adquiridos com cartões de débito ou em até 10 vezes sem juros nos cartões de crédito (confira as condições de parcelamento em www.amazon.com.br/parcelamento). As ofertas abaixo e muitas outras podem ser encontradas em www.amazon.com.br/papelaria:

– Estojo Mickey, da Sestini – de R$19,90, por R$9,90

– EcoLápis de Cor Apagável, Estojo com 12 Cores, da Faber-Castell – de R$22,20, por R$20,95

– Pacote com 6 unidades da Régua de 30 cm/12 polegadas (cores sortidas), da Acrimet, exclusivo para Amazon.com.br – por R$9,90

– Caneta Hidrográfica 12 Cores Microline Ponta 0.4mm, da Compactor – de R$39,99 por R$27,99

– Mochila Star Wars, da Sestini – de R$115,90, por R$79,90

– Kit Mochila Infantil Homem Aranha, com Lancheira e Estojo, da Sestini – de R$399,00 por R$249,99

Volta às Aulas

Além de diversas ofertas para comemorar o lançamento da nova categoria, clientes da Amazon.com.br também podem aproveitar descontos em livros para estudantes nesse período de volta às aulas. Livros didáticos e paradidáticos de diversas editoras, como Elsevier, Artmed, Editora Atlas, Editora FGV e Melhoramentos, entre outras, estão disponíveis com descontos em formato físico – podendo ser parcelados em até 10x sem juros – e também em formato digital para download imediato e leitura em e-readers Kindle e aplicativos gratuitos Kindle para smartphones e tablets. Também há milhares de livros usados no marketplace da Amazon.com.br, oferecidos por empresas locais e vendedores individuais.

Na categoria de Eletrônicos, estudantes podem aproveitar preços baixos em impressoras HP, mouses e teclados Logitech, cartões de memória e pendrives Sandisk, HDs externos Seagate, entre outros produtos de marcas populares em até 10 vezes sem juros. Acesse www.amazon.com.br/voltaasaulas para ver todas as ofertas.

“Estamos muito felizes em poder oferecer dezenas de milhares de itens de material escolar e itens de escritório, com a opção de pagamento em até 10 vezes sem juros, ajudando nossos clientes neste período de compras antes da volta às aulas com ótimas ofertas”, diz Alex Szapiro, Country Manager, Amazon.com.br. “Os consumidores podem ainda aproveitar e comprar livros físicos de um catálogo de mais de 13 milhões de títulos vendidos pela Amazon e vendedores do marketplace, incluindo novos e usados disponibilizados por sebos e outras livrarias. Também temos a loja Kindle, com milhares de livros didáticos, paradidáticos e universitários em formato digital, que podem ser lidos em qualquer celular ou tablet com o aplicativo de leitura gratuito Kindle”.

No Marketplace da Amazon, clientes podem escolher a melhor oferta quando diversos vendedores oferecem o mesmo item, em uma página única, com múltiplas opções de preço, entrega e condições do produto. E, com a Garantia de A a Z, a Amazon protege seus clientes em todas as transações.

O catálogo atual da Amazon.com.br conta com centenas de milhares de produtos nas categorias: Eletrônicos, Casa e Cozinha, Papelaria e Escritório, e Ferramentas e Construção, além de mais de 13 milhões de livros impressos e digitais, oferecidos pela Amazon.com.br e por vendedores do marketplace.

Oportunidade para empresários e indivíduos

Vender na Amazon.com.br é simples e prático. Empresas locais e pessoas físicas podem contar com mais de 20 anos de experiência da Amazon em e-commerce para realizar suas vendas. Com estrutura de taxa única, empresas locais sempre sabem quanto pagarão por cada transação. E, para o lançamento da nova categoria, vendedores individuais pagarão a taxa promocional de 10% por transação, mais R$ 2 por item. Os vendedores profissionais pagam também a taxa promocional de 10% por cada transação, mais uma única taxa mensal promocional de R$ 19, em vez de R$ 2 por item. Além disso, a Amazon não adiciona nenhum custo financeiro adicional quando um cliente parcela suas compras no cartão de crédito. Todos os vendedores – Individuais ou Profissionais – recebem em um único pagamento, mesmo quando clientes optam por fazer parcelamentos no cartão de crédito. Empresas podem aprender a vender seus produtos na Amazon.com.br no site www.amazon.com.br/venda-na-amazon.

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Chatbot realiza 70% dos atendimentos do BB em rede social

O Banco do Brasil agora tem atendimento por chatbot em redes sociais. A solução foi testada entre os funcionários da empresa em meados de 2017 e, aos poucos, os principais assuntos demandados por clientes foram incluídos na ferramenta que é baseada em inteligência cognitiva, com interação automática aos clientes que entram em contato com o Banco pelo Messenger. O chatbot inicia 2018 atendendo a 70% dos assuntos tratados no canal.

O assistente virtual do BB é o único do mercado bancário brasileiro baseado em conversação. A apresentação de botões ocorre apenas em ações específicas, como avaliar se uma resposta está correta ou para solicitar atendimento humano.

Atualmente, o chatbot atende aos temas relacionados a cartão, conta corrente, operações de crédito e Ponto pra Você, o programa de relacionamento do Banco. Investimentos e suporte técnico estarão disponíveis aos clientes ainda no primeiro bimestre deste ano. O objetivo é que o bot responda a 100% das perguntas realizadas no Messenger do Banco do Brasil ainda em 2018.

As melhorias e atualizações são realizadas constantemente, de acordo com as interações e com as percepções coletadas pela equipe de curadoria da ferramenta. Desde agosto de 2017, quando a solução começou a ser disponibilizada para os clientes, o chatbot realizou mais de 320 mil interações.

A acurácia, ou seja, o percentual de respostas corretas às perguntas dos clientes, é de 77%. O mercado considera muito bom uma acurácia entre 70 e 80%. Quando é necessário algum tipo de interação humana, o atendimento é encaminhado para funcionários do BB que atuam no atendimento em redes sociais.

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IBM Breaks Records to Top U.S. Patent List for 25th Consecutive Year

IBM (NYSE: IBM) inventors received a record 9,043 patents in 2017, marking the company’s 25th consecutive year of U.S. patent leadership and crossing the 100,000-patent milestone. The new patents were granted to a diverse group of more than 8,500 IBM researchers, engineers, scientists and designers in 47 different U.S. states and 47 countries.

Inventors from IBM Research discuss Maja Vukovic’s patent for a system that detects and counteracts cyber attacks, one of the more than 1,400 AI patents IBM inventors received in 2017 alone. 2017 marks the 25th consecutive year that IBM has been named the leader in granted U.S. patents, with a record 9,043 patents.
“For the past 25 years, IBM’s patent leadership has changed the way the world works with advancements critical to the modern era of computing,” said Ginni Rometty, IBM chairman, president and CEO. “Today, nearly half of our patents are pioneering advancements in AI, cloud computing, cybersecurity, blockchain and quantum computing – and all are aimed at helping our clients create smarter businesses.”

As more and more enterprises conduct business on the cloud, IBM inventors received in 2017 more than 1,900 cloud patents, including a patent for a system that uses unstructured data about world or local events to forecast cloud resource needs. The system can monitor data sources – including news feeds, network statistics, weather reports and social networks – to identify where and how cloud resources should be allocated to meet demand.

Another set of innovations helps solve one of artificial intelligence’s current limits: lack of personalization, which can hinder how AI communicates with people. Among the industry-leading 1,400 AI patents IBM inventors were granted in 2017 is a patent for a system that can help AI analyze and mirror a user’s speech patterns to improve communication between AI and humans.

IBM inventors also received 1,200 cybersecurity patents, including one for technology that enables AI systems to turn the table on hackers by baiting them into email exchanges and websites that expend their resources and frustrate their attacks. It could substantially reduce the security risks associated with “phishing” emails and other attacks.

IBM inventors also patented significant inventions in emerging areas like quantum computing, including a new way for improving a quantum computer’s ability to acquire and retain information – otherwise known as signal readout fidelity. This can lead to efficiency in the components necessary to build a quantum computing system.

Other patented innovations from IBM inventors in 2017 include:

– A machine learning system designed to shift control between an autonomous vehicle and a human driver as needed, such as in an emergency.

– A method that leverages blockchain technology to reduce the number of steps involved in settling transactions between multiple business parties, even those that are not trusted and might otherwise require a third-party clearinghouse to execute.

– A technique that automatically elevates the security protection of a mobile device when it determines that device is located far from its owner and is likely under someone else’s control.

This year’s milestone builds on more than 105,000 U.S. patents granted to IBM from 1993 to 2017. IBM inventors have received patents for such transformative ideas as secure credit card transactions, guiding the visually-impaired using RFID, the world’s fastest supercomputers and earthquake detectors. https://www.research.ibm.com/patents/#patents-through-the-years

For more information about IBM’s patent and innovation leadership, see www.research.ibm.com/patents/

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Estudo aponta as tendências de inovação mais desejadas pelo mercado

Com a finalidade de entender quais são as tecnologias e inovações demandadas pelo mercado e as que vêm sendo desenvolvidas por startups, o movimento 100 Open Startups acaba de lançar o estudo “As tendências de inovação mais desejadas pelo mercado e as oportunidades para startups”.

A lista, composta por 43 tecnologias, é uma compilação do relatório do Observatório de Inovação de Negócios da Comissão Europeia, do Index de Tendências Tecnológicas da KPMG e da pesquisa realizada na base do movimento 100 Open Startups.

Foram recebidas 3.665 respostas de aceleradoras, executivos de grandes empresas, investidores e especialistas. As top cinco tendências, na opinião do mercado, são Big Data, Internet das Coisas, Design para Inovação, Inovação em Modelos de Negócio para Competitividade Global e Experiência do Consumidor.

“Como Big Data & Analytics e Internet das coisas integram o desenvolvimento de outras tendências, essas acabam se destacando como as mais desejadas e também exploradas. Entretanto, o estudo aponta oportunidades de desenvolvimento de inovação em setores menos explorados em relação à demanda existente, como Computação Quântica, Nanotecnologia, Realidade Aumentada, Impressão 3D, além do desejo por Parcerias Público Privadas”, explica Bruno Rondani, CEO e fundador do movimento 100 Open Startups.

O estudo também traz as soluções oferecidas pelas startups, demonstrando as principais oportunidades de desenvolvimento de projetos inovadores. Segundo Rondani, ao analisar os resultados, identificou-se que há um grupo de startups atuando nessas áreas. “Com isso, estimulamos as empresas iniciantes a atuarem nessas tendências e as grandes empresas e investidores a encontrarem as soluções e conhecimentos que necessitam, além de incentivar a articulação de políticas públicas para o desenvolvimento do conhecimento demandado”, comenta Rondani.

Com operações na América Latina e Índia, a plataforma 100 Open Startups conta com o engajamento de mais de 5.000 executivos de 500 grandes empresas de um lado e mais de 4 mil startups ativas e 200 investidores do outro. Das startups cadastradas na plataforma, mais de 300 atingiram o Nível 5, ou seja, são consideradas atraentes e preparadas para colocar suas inovações no mercado em parceria com grandes empresas. Também já foram gerados, nos últimos dois anos, mais de 700 contratos entre as startups e as grandes empresas.

O estudo completo está disponível em formato de ebook no site http://www.openstartups.net. Basta preencher o formulário para receber o conteúdo gratuitamente por e-mail.

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