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BMW Group Brasil cria sistema de recarga para carros elétricos alimentado por energia solar

O BMW Group Brasil, dentro da sua estratégia de pioneirismo em mobilidade elétrica e comprometimento com a sustentabilidade, desenvolveu um projeto experimental, no qual criou uma estação de abastecimento para veículos elétricos completamente desconectada da rede pública de energia. O desenvolvimento foi feito por um time multidisciplinar do BMW Group Brasil e parceiros locais. Além do Centro de Pesquisa Estratégica em Energia Solar da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), também estão envolvidos no projeto o Grupo Solvi, que coleta as baterias usadas nas concessionárias da marca, e a Energy Source, especializada na fabricação e montagem de sistemas de armazenamento de energia com baterias usadas e, posteriormente, recicladas.

“O futuro da mobilidade premium será elétrico e o desenvolvimento de uma infraestrutura é essencial. Com este novo projeto, podemos ter uma solução totalmente ecológica e única que permitirá aos clientes abastecerem as baterias de alta voltagem de maneira limpa em suas instalações”, afirma Márcio Fonseca Filho, Diretor de Suporte ao Cliente do BMW Group Brasil.

O sistema de recarga foi criado a partir das baterias usadas e retiradas de diferentes unidades do BMW i3, primeiro modelo totalmente elétrico vendido no Brasil. O veículo foi desenvolvido com uma bateria de alta voltagem formada por diversos módulos, que permitem rápido acesso e troca individual de cada módulo em eventual necessidade de reparo. No caso de necessidade específica de substituição, as baterias podem ser reutilizadas para esta solução de recarga, antes de serem recicladas.

O funcionamento da estação de carregamento compreende oito conjuntos de painéis solares que transformam a energia do sol em eletricidade, que, por sua vez, é armazenada no banco de baterias usadas, formado por seis módulos. Os módulos são acoplados a um inversor que, além de monitorar a energia produzida, alimenta veículos elétricos por meio de um carregador do tipo BMW Wallbox.

Os primeiros testes foram satisfatórios, aumentando em 100km a autonomia de um veículo elétrico após duas horas de recarga. Esse resultado permite avançar na ideia do uso de unidades móveis de recarga em eventos ou até mesmo em locais distantes, desprovidos de acesso à rede elétrica pública. Além disso, novos testes já estão planejados para aumentar a capacidade de armazenamento de energia e diminuir consideravelmente o tempo de recarga.

Outro benefício direto é a utilização da energia solar e a extensão da vida útil das baterias elétricas dentro do conceito de economia circular. “O BMW Group considera a sustentabilidade um pilar essencial do seu negócio. Mesmo o Brasil dispondo de uma matriz energética, em sua maioria renovável, como a hidrelétrica, queremos impulsionar fortemente projetos de uso de recursos renováveis já disponibilizados pela natureza por meio, por exemplo, da viabilização de um novo ciclo de vida de nossas baterias de alta voltagem alimentados por energia solar”, comenta Vivaldo Chaves, Diretor de Operações do BMW Group Brasil.

O projeto da estação de reabastecimento de carros elétricos ainda está em fase de testes. O BMW Group, que evitou o descarte dos módulos usados de bateria, passou a aproveitá-los no Brasil. Essa ação reforça o compromisso da empresa de se responsabilizar pelo futuro da mobilidade sustentável. Até 2030, a empresa vai reduzir a emissão de CO2 por veículo em 80% na produção, 40% no uso e em 20% nos fornecedores, quando comparado com 2019.

Segurança cibernética: a prioridade do futuro

Diante do aumento acelerado de fraudes cibernéticas no mundo, o investimento em segurança digital é uma prioridade que consumidores e empresas devem adotar. Uma das premissas da Mastercard é a adoção de tecnologias de ponta nas realizações de pagamento, a fim de ajudar a reduzir os níveis de fraude e garantir uma melhor experiência ao consumidor. De acordo com o New Payment Index, 83% das pessoas planejam usar pelo menos um método de pagamento emergente no próximo ano na América Latina; por esse motivo, é importante que cada vez mais pessoas possuam uma identidade digital (ID) – uma ferramenta-chave e uma maior oportunidade para gerar confiança digital e combater a fraude global.

A aposta da Mastercard é na criação de um ecossistema de identidade digital reutilizável (ID) que permita a instituições e indivíduos realizarem transações fáceis, rápidas e confiáveis. O acesso a uma identidade digital trará novas experiências para o consumidor na interação com empresas, prestadores de serviços e suas comunidades digitais, originando práticas de compra online mais eficientes e processos mais transparentes no momento de abrir uma conta bancária ou gerenciar os impostos – simplificando o uso de e-mail, redes sociais e plataformas de entretenimento, proporcionando ao usuário controle de seus dados. Da mesma forma, ainda será possível reduzir o risco de fraude e o roubo de identidade.

A identidade digital é uma parte crítica da abordagem de proteção em várias camadas da Mastercard para a segurança. Em 2019, a empresa introduziu um novo marco sobre como as interações digitais devem evoluir e como a identidade digital promoverá confiança, colaboração e crescimento econômico. Este marco é agora utilizado em vários setores, de educação até viagens e saúde. Confiança é o ingrediente chave para conduzir transações de comércio digital – e, para alcançar essa confiabilidade, é imprescindível e fundamental criar uma ID capaz de provar quem somos, bem como se o usuário está interagindo pessoalmente, online ou por aplicativo.

O mesmo relatório New Payments Index apontou que o uso de pagamentos biométricos, parte integrante do modelo de segurança em várias camadas da Mastercard, inspira mais confiança entre os consumidores.

 O entusiasmo com o uso da tecnologia de dados biométricos tem crescido na América Latina no último ano pela segurança e comodidade que isso acarreta. Por exemplo, 68% dos latino-americanos estão interessados em usar verificação biométrica para a realização de compras – como impressões digitais ou análise da mobilidade do consumidor. Além disso, 66% deles indicaram que se sentem mais seguros com tecnologias biométricas do que com a introdução de um PIN para verificar uma compra.

“O uso de serviços digitais aumentou devido à pandemia de Coronavírus. Ao mesmo tempo, os golpes, fraudes e ataques cibernéticos contra pessoas e empresas também cresceram. Com isso, a segurança digital ganhou ainda mais relevância para consumidores e organizações, e será um aspecto crítico para o futuro. Investir em segurança e estabelecer parceria com nossos clientes para ter o mais alto padrão de segurança em nosso ecossistema sempre foi a premissa da Mastercard”, afirma Estanislau Bassols, Gerente Geral da Mastercard Brasil. “Como uma empresa de tecnologia, temos soluções completas que vão além dos cartões e que podem contribuir ativamente para as estratégias de negócios de empresas de diversos setores e de todos os portes”, conclui.

Ao longo do último ano, à medida que os consumidores passaram a realizar mais compras online – buscando soluções que tragam mais comodidade e confiança -, os golpistas também aumentaram suas atividades, desencadeando fraudes, golpes e ataques cibernéticos contra indivíduos e empresas. De golpes criativos com criptomoedas a vídeos convincentes de deepfake, o crime cibernético cresceu rapidamente: um relatório da McAFee, realizado em colaboração com o Centro de Estudos Estratégicos Internacionais (CSIS), concluiu que em 2020 o cibercrime custou 1 bilhão de dólares à economia global (pouco mais de 1% do PIB mundial). Este valor representou um acréscimo de mais de 50% em relação ao estudo realizado em 2018, que estimava na época perdas de cerca de 600 bilhões de dólares. Outro relatório, da Nudata Security, mostrou que os ataques a celulares no primeiro semestre de 2020 tiveram um crescimento de 55%, e que as instituições financeiras foram as vítimas dos ataques mais sofisticados.

Em abril de 2021, a Mastercard anunciou a compra da Ekata, empresa especializada em verificação de identidade. Com esta recente aquisição, a Mastercard redobra sua missão de habilitar um ecossistema digital mais seguro que possa proteger os pagamentos e, de forma mais ampla, proteger toda e qualquer interação digital, mesmo que não seja uma interação financeira.

Hathor Network assina acordo que visa alcançar 100% de energia renovável no setor cripto até 2025

A Hathor Labs, empresa criada pelos fundadores da Hathor Network, é a nova signatária do Acordo Cripto Climático (CCA, na sigla em inglês), um grande pacto de empresas para descarbonizar o setor de Blockchain e cripto. Com isso, a rede se compromete a zerar, até 2025, o uso de fontes fósseis na mineração de criptomoedas.

A iniciativa está em linha com o Hathor Green, programa que engloba as áreas ambiental, social e de governança da startup e prevê a bonificação de mineradores que utilizam fontes renováveis no processo de obtenção de bitcoins combinada com o token nativo HTR. Podem participar mineradores individuais ou profissionais não apenas de bitcoin, mas de todas as moedas baseadas no algoritmo de mineração SHA256d, desde que a atividade também esteja com a mineração compartilhada habilitada na Hathor Network.

“Fazer parte do Acordo Cripto Climático é um passo muito importante dentro da trajetória da Hathor Network. Como trabalhamos com mineração combinada, sabemos que para gerar nosso token nativo (HTR) a emissão de gases é ínfima, mas estamos assumindo nosso compromisso no que tange a ajudar a reduzir esse efeito na mineração de bitcoins. Quanto mais renovável for a matriz energética, melhor será para o futuro do nosso planeta”, afirma Guto Milano, head de Marketing da Hathor.

A Hathor Network utiliza um mecanismo de consenso híbrido criado pelo engenheiro Marcelo Brogliato, CTO da startup, durante seu PhD. Nele, as novas transações feitas na rede recebem confirmações tanto diretamente de transferências prévias (DAG), quanto de blocos minerados a partir do método Proof-of-Work (blockchain). Além disso, a rede agrega outras vantagens, como transações sem taxas, tecnologia avançada que permite até 300 transferências por segundo (com capacidade futura de ampliação) e criação de novos tokens de maneira rápida e simplificada.

Acordo

O CCA foi inspirado pelo Acordo Climático de Paris e reúne organizações da indústria cripto que informam, desenvolvem, testam e implementam novas soluções que aceleram a transição para energia renovável. O acordo oferece um espaço aberto para enfrentar desafios, reunir requisitos, apresentar soluções, compartilhar aprendizados e promover as melhores práticas do setor. Energy Web, Aliança para Regulação Inovadora, RMI e o Fórum Econômico Mundial convocaram várias atividades em apoio ao acordo, que já conta com mais de 150 signatárias, entre elas Ripple, Consensys e Tezos, entre outras.

O objetivo geral do Acordo da Criptografia Climática é descarbonizar a indústria cripto global, priorizando a gestão climática e apoiando toda a transição até zerar as emissões de gases do efeito estufa até 2040.

Insider recebe investimento de R$ 12 mi de hub de tecnologia do BTG

Valor foi levantado em operação de venture debt junto ao BoostLAB e será aplicado na ampliação do portfólio e de operação da marca

A startup de roupas funcionais Insider acaba de levantar R$ 12 milhões via venture debt junto ao BoostLAB, hub de tecnologia do BTG Pactual. Ainda pouco conhecido no Brasil, o venture debt é uma opção de financiamento para startups, através de uma dívida não conversível. O acordo entre BTG e Insider inclui um equity kicker de 5 anos, o que permite que o centro de inovação capture parte da valorização da marca em caso de um evento de liquidez. 

Segundo Yuri Gricheno, um dos sócios da Insider, a rodada de venture debt funciona para a marca como uma ponte entre o atual modelo bootstrap da empresa e a Série A, que está nos planos da startup para acontecer até o final do ano. Com o valor levantado na atual rodada, a startup vai investir em contratações e na ampliação do portfólio de produtos. “Em 2020, crescemos 4 vezes em faturamento e saímos de 10 para 70 funcionários. Hoje, temos a perspectiva de contratar mais 20 pessoas, além de investir em marketing e nos produtos, tanto em tecnologia quanto em opções para serem disponibilizadas”, completa. 

Desde o início, há 4 anos, a startup busca unir funcionalidade e tecnologia às roupas, desenvolvendo peças duráveis e com ação anti odor, antibacteriana e com regulação térmica– um dos grandes sucessos da marca na pandemia foram as máscaras e camisetas desenvolvidas com tecnologia antiviral, que protege contra a contaminação direta e cruzada de vírus e bactérias, incluindo o coronavírus. A empresa também aposta na sustentabilidade: uma camiseta da marca feita com fibra celulósica, que gasta 2 mil litros a menos de água do que uma peça semelhante de algodão. 

“Trazemos mais praticidade para as roupas do dia a dia por meio de peças funcionais que, para isso, são feitas com tecnologia têxtil. Além disso, estamos lançando peças femininas que, além de funcionais, tem um aspecto fashion Também estamos trazendo novas cores e modelos para o masculino”, afirma Carolina Matsuse, outra sócia da marca. As novidades femininas incluem a Easy Legging, o casaco Wingsuit e a blusa-colete Techsture Vest, os dois últimos desenvolvidos em tecido TECHSTURE, um blend de fibras durável, leve, macio e capaz de regular a temperatura corporal. As novidades incluem também a nova cor Gray Mint. Para os homens, a Tech T-Shirt Long Sleeve chega para atender a uma demanda dos clientes fiéis à marca. “Apostamos no material e design funcional de cada peça como grande diferenciais, e o novo investimento viabilizará o aumento contínuo do nosso portfólio”, finaliza Carolina.

No Dia Internacional do Coworking, confira as vantagens do modelo de trabalho híbrido, que une o melhor do escritório e do remoto

Por Lucas Mendes, diretor-geral da WeWork no Brasil

Em todo o mundo, as empresas estão repensando a forma como trabalham. A gravidade da pandemia de Covid-19 alterou as rotinas que estavam estabelecidas e, abruptamente, nos inscreveu em um experimento global de trabalho remoto. Nunca vimos nada parecido acontecer antes, com milhões de empresas migrando seus colaboradores para suas casas em questão de dias, acelerando uma mudança que deveria acontecer ao longo de anos ou até mesmo décadas. Os resultados desse projeto piloto forçado foram inesperados, mas encorajadores. 

No Dia Internacional do Coworking, celebrado em 9 de agosto, após mais de um ano e meio de pandemia, a tendência que ganha é a do trabalho híbrido. Nesse esquema, os funcionários têm a opção de trabalhar em um escritório central, em casa, ou dividir seu tempo entre os dois. Além disso, há também a opção de trabalhar de onde a pessoa tiver vontade: de um café, da casa de alguém da família e, é claro de um espaço de coworking. As opções são infinitas e dependem apenas de conexão à internet, na maior parte dos casos.  

Pesquisas que escutam empresas e profissionais já refletem a consolidação do modelo. Dados da empresa de pesquisa Gensler, indicam que, apesar dos profissionais afirmarem que trabalhar em casa seja mais confortável e produtivo, muitos deles gostariam de trabalhar em um escritório três ou mais dias por semana. A própria WeWork promoveu estudo nos EUA que descobriu que 75% dos profissionais abririam mão de pelo menos um benefício em troca da liberdade de escolher seu ambiente de trabalho. Esses dados são internacionais, mas pesquisas feitas aqui no Brasil por empresas como Microsoft, IDC, e IBM também revelam o mesmo cenário. 

Contudo, o retorno aos escritórios não será parecido com o da vida corporativa que tínhamos há dois anos. Em um espaço de trabalho flexível, como os oferecidos por coworkings, os colaboradores podem escolher a área que melhor se adapta ao tipo de tarefa que precisam fazer no momento, seja focar em uma empreitada em uma área tranquila ou fazer um brainstorming casual regado a café com os colegas. 

No Brasil, várias empresas já estão se preparando para colocá-lo em prática de maneira massiva e permanente, conforme seus colaboradores sejam vacinados e possam voltar a frequentar as dependências da empresa e de espaços flexíveis de maneira totalmente segura.  

Este modelo de trabalho veio para ficar, permitindo que os profissionais se sintam livres para escolher como, quando e onde querem realizar determinadas tarefas. A WeWork sempre operou assim, até pela facilidade que nossos colaboradores têm de trabalhar da nossa sede ou de uma unidade mais perto de sua casa ou de onde eles quisessem. Assim como outras empresas que são sinônimo de inovação, como Twitter, Microsoft e Facebook, para citar apenas alguns exemplos, abraçamos o padrão flexível e ajudamos a consolidar a tendência porque vimos alguns benefícios, que são potencializados nos coworkings: 

  • Aumento de produtividade.Sem jornadas cansativas até o escritório, os profissionais têm mais tempo e disposição para se focarem em suas tarefas. 
  • Bem-estar e motivação dos colaboradores.O fato de colaboradores poderem trabalhar como e onde quiserem tem um impacto positivo em seus níveis de satisfação, já que eles conseguem conciliar melhor as obrigações pessoais e familiares com as profissionais.  
  • Custos mais baixos.O modelo flexível ajuda a reduzir o custo do aluguel, material de escritório e de outras despesas comerciais, já que o número de pessoas que os escritórios precisam acomodar simultaneamente diminui. 

É claro que toda inovação tem dois lados e as empresas precisam também levar em conta os desafios do modelo híbrido, como a sobrecarga dos colaboradores (que tendem a extrapolar o expediente remotamente) e a dificuldade de promover a cultura e os valores de uma marca quando as pessoas não estão no mesmo lugar ao mesmo tempo. No entanto, políticas de RH fortes e uma liderança empática, humanizada e atenta são o caminho para minimizar impactos negativos, especialmente aqueles na saúde mental dos profissionais. 

Nos próximos meses, veremos empresas testando, revendo, consertando e encontrando seu próprio equilíbrio e o significado que “trabalho híbrido” tem para elas. Dependendo das necessidades de cada companhia e de cada pessoa, seja ela uma mãe ou um pai com muitas obrigações pessoais, ou um jovem que precisa conciliar estudos e trabalho, esse arranjo será diferente. No entanto, o denominador comum será flexibilidade, colaboração e geração de novas ideias e os coworkings são espaços ideais para que essas características se desenvolvam. 

Cipher anuncia abertura de novas vagas

Empresa global de Cibersegurança procura profissionais de TI em diversos níveis para sua operação na América Latina e Europa

A Cipher, empresa do Grupo Prosegur, especializada em Segurança Cibernética, segue na prospecção ativa de talentos para preencher seu quadro de colaboradores consultivos, técnicos e operacionais. São cerca de 10 oportunidades por mês desde o início do ano, incluindo cargos em outros países LATAM e Europa. A empresa possui uma demanda concentrada na área de operações, com vagas para suporte, consultoria e gestão.

Estão selecionando candidatos das cinco regiões do País, no entanto alguns dos novos colaboradores ficarão alocados nos clientes, por isso, em algumas posições é necessária disponibilidade para atuar de maneira presencial. “Espírito de equipe, proatividade, paixão pelo cliente, transparência, liderança, comprometimento e ética são valores que a Cipher não abre mão em seus colaboradores por isso se toram pré-requisitos fundamentais, afirma Rose Diz, responsável pela área de Recrutamento e seleção da Cipher. Rose Diz acrescenta que, para alguns cargos, é requerido inglês ou espanhol fluentes e certificações em cibersegurança.

Além dos benefícios básicos – vale restaurante/alimentação, transporte, assistência médica e odontológica e auxílio creche – os colaboradores da Cipher contam com auxílio idioma e educação, ajuda de custo para trabalho remoto, short friday, day off de aniversário e horário flexível, de acordo com a atividade.

Também são oferecidas outras vantagens dentro do pacote de Clima Organizacional e Qualidade de Vida como o Gympass, presente de casamento ou de novo papai/nova mamãe e, retorno do happy hour com chopp às sextas feiras e frutas em dias alternados da semana para presencial mesmo que de forma hibrida.

“O setor de TI, especialmente a área de cibersegurança, é carente de profissionais, por isso a Cipher valoriza e busca reter seus talentos oferecendo um excelente ambiente de trabalho, plano de carreira e oportunidades constantes de desenvolvimento técnico e comportamental”, ressalta Rose Diz.

O processo de seleção inclui testes e entrevistas. Para saber quais vagas estão sendo oferecidas, basta acessar o site ou LinkedIn da companhia. Além disso, a empresa mantém aberto um banco de talentos para avaliação permanente de currículos.

C-MOVE apontará os caminhos dos veículos elétricos no Brasil nos próximos anos

O avanço da eletromobilidade pelo mundo vem provocando debates cada vez mais importantes no mercado brasileiro, envolvendo fabricantes, importadores, fornecedores de componentes, especialistas, entidades do setor, membros da academia, representantes do Legislativo e atores dos Governos Executivos nas três esferas – federal, estaduais e municipais.

O objetivo é entender os desafios e obstáculos atuais, definir metas e propor políticas públicas para pavimentar o caminho que o mercado de veículos elétricos trilhará por aqui nos próximos anos.

Um dos mais importantes fóruns do País para estas discussões é o “Congresso da Mobilidade e Veículos Elétricos” (C-MOVE). O encontro vai acontecer nos dias 23 e 24 de setembro, das 9h às 18h, no auditório do Museu do Futebol, no Pacaembu, em São Paulo (SP).

O C-MOVE ocorre dentro do evento “Veículo Elétrico Latino-Americano” (www.velatinoamericano.com.br), que acontece de 23 a 25 de setembro, das 12h às 20h.

C-MOVE JÁ TEM NOMES DE PESO ENTRE OS CONFIRMADOS

Para o encontro deste ano já estão confirmados nomes de peso deste mercado, como Iêda Oliveira, diretora da Eletra – empresa referência nacional e internacional em transporte público sustentável que há décadas lida com essa tecnologia no Brasil.

A Eletra integra o e-Consórcio, liderado pela VW Caminhões e Ônibus, e que conta com várias outras empresas de tecnologia. Dessa parceria nasceu o caminhão elétrico e-Delivery, único 100% concebido, desenvolvido, testado e aprovado em território brasileiro.

A Eletra também é parceira do Grupo Protege. Juntos, eles apresentaram em junho o primeiro carro-forte 100% elétrico do mundo.

Outra empresa que vem se destacando nesse mercado é a BYD, cujas vendas mundiais de automóveis elétricos cresceram 207,1% em junho.

No Brasil, o veículo elétrico mais emplacado em junho também foi da BYD: um comercial leve, o Furgão BYD eT3, com 83 unidades. Eles foram destinados à TB Green, empresa de soluções integradas de locação de frotas verdes, fornecimento de mão de obra e gestão de resíduos e limpeza urbana.

O diretor de Marketing e Sustentabilidade da BYD, Adalberto Maluf, é outro nome importante confirmado para o congresso. Ele também participa do evento como presidente da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE).

ENTIDADES E EMPRESAS DO SETOR ESTARÃO PRESENTES

Outros nomes confirmados são David Noronha, CEO da Energy Source (fabricante de baterias); Rui Almeida, diretor da Riba Brasil (montadora de scooters elétricos) e vice-presidente de Levíssimos da ABVE; Márcio Canzian, CEO da Eletricz (referência em monociclos elétricos no Brasil); Wilson de Morais, engenheiro e gerente de produto da empresa suíça ABB (empresa com sede na Suíça focada em energias e automação); Daniel Maia, CEO da Athon Energia (especializada no desenvolvimento de energias); Raul Beck, consultor especialista da Fundação CPQD da SAE Brasil; André Fortes, co-fundador e coordenador da Lemob (Laboratório da Eletromobilidade); Marcus Regis, coordenador executivo da PNME (Plataforma Nacional da Mobilidade Elétrica); Police Neto, ex-vereador de São Paulo e consultor em mobilidade urbana sustentável; Rogério Markievicz, presidente da Abravei (Associação Brasileira dos Proprietários de Veículos Elétricos Inovadores); Paulo Humberto Gouvea, diretor de Soluções Corporativas da TIM; e Flávia Consoni, professora doutora do Programa de Pós-Graduação em Política Científica e Tecnológica do Instituto de Geociências da Unicamp.

CASE DA NORUEGA SERÁ UMA DAS ATRAÇÕES

O case de sucesso da Noruega no mercado mundial da eletromobilidade será uma das atrações do C-MOVE. Apesar de ser uma grande produtora de petróleo, a Noruega sempre manteve um consumo baixo desse combustível, devido à sua matriz energética. A energia hidrelétrica é a espinha dorsal da energia do país. Para se ter ideia, ela é o maior produtor de energia hidrelétrica da Europa e a sexta do mundo.

No congresso, a Innovation Norway, entidade norueguesa que opera dentro do Consulado Geral da Noruega, no Rio de Janeiro (RJ), vai mostrar como essa “vocação” elétrica motivou a Noruega a desenvolver ações de incentivo ao carro elétrico já no início dos anos 90, uma conversa que só agora, 30 anos depois, começa a ganhar forma no Brasil.

Como resultado, no ano passado, pela primeira vez, as vendas de carros elétricos superaram as de veículos convencionais. Em 2020, 54,4% dos veículos vendidos por lá foram os elétricos. Foi o primeiro país do mundo a atingir essa façanha.

E a Noruega tem ambições ainda mais ousadas para os próximos anos, informa a Innovation Norway. Uma das metas é reduzir o total de suas emissões em 40% até 2030. Para tanto, existem projetos não só de carros elétricos, mas também de aviões e navios.

Em 2023 será criada uma primeira rota de voo comercial doméstico elétrico. Atualmente, 40% das embarcações elétricas do mundo já são norueguesas. O setor marítimo projeta atingir “zero emissões” em 2050.

No setor automotivo, a Noruega planeja que, já em 2025, todos os novos automóveis vendidos para o consumidor sejam elétricos.

COMO PARTICIPAR?

Para participar do C-MOVE, o público deve acessar www.sympla.com.br/c-move-2021—congresso-de-mobilidade-e-veiculos-eletricos__1222335.

EVENTO SOBRE VEÍCULO ELÉTRICO SERÁ REALIZADO AO AR LIVRE

Em sua 16ª edição, o “Veículo Elétrico Latino-Americano” terá muitas outras atrações e, em 2021, levará o nome de “VE Open”, um modelo de evento atualizado ao momento da pandemia no País. O local também foi alterado. Pela primeira vez, o VE será realizado ao ar livre, na Praça Charles Miller, em frente ao Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP).

O “VE Open” será realizado entre 23 e 25 de setembro com uma programação diária e intensa voltada para a mobilidade elétrica. Nos três dias do evento, vai acontecer uma feira com exposição de veículos, equipamentos e tecnologias do mercado da eletromobilidade.

Para Accenture, Open Banking e Pix impulsionam novas tendências no mercado

Em meio a proximidade da segunda fase de implementação do Open Banking (13/08), gostaria de compartilhar com você um levantamento da Accenture sobre os impactos do Open Banking e do Pix no mercado brasileiro.

Com o título, Muito além dos bancos, o estudo mostra que mesmo no início da jornada global, Open Banking e Pagamentos Instantâneos estão impulsionando novas tendências no mercado. No Brasil, os impactos do Open Banking são diversos e podem ser em alta ou média escala:

O levantamento aponta que os possíveis casos de uso habilitam oportunidades (e ameaças) para todos os setores, além da indústria financeira tradicional. Em relação aos grandes bancos incumbentes, as oportunidades estão centradas na alavancagem das marcas e bases de cliente e na oferta de novos serviços inovadores por meio de parcerias. Por outro lado, as ameaças são no sentido de perda de relevância para competidores com experiência e solução tecnológica melhores.

Outro ponto que chama atenção é que a maturidade do mundo é diferente em relação a Open Banking e Pagamentos Instantâneos, com destaque para o UK, que é o mais avançado.

De acordo com o levantamento, o Reino Unido foi o grande pioneiro na adoção de soluções de Pagamentos Instantâneos com início em 2008, e Open Banking em 2018. Hoje, o país serve de exemplo e referência para compor o regulamento de outros lugares, inclusive do Brasil. O sucesso se dá, principalmente, pela facilidade de uso, aumento da concorrência, incentivo à inovação dos bancos e elevação do potencial de inclusão financeira da população.

Por aqui devemos ter um dos maiores escopos de Open Banking do mundo após a implantação das 4 fases, previstas para conclusão em 2022, o que coloca o Brasil mais uma vez no topo de inovação e referência global do mercado financeiro.

O Brasil já opera a Fase 1 do Open Banking e nossa volumetria já é maior do que a do Reino Unido quando comparado o mesmo período de implantação o que demonstra que podemos ter um sucesso do modelo a partir da Fase 2 também.

Contudo, segundo a Accenture, importantes questões precisam ser endereçadas para habilitar a jornada de Open Banking e Pagamentos Instantâneos como posicionamento estratégico, plataforma tecnológica, modelo operacional e parcerias estratégicas.

5 legados das Olimpíadas de Tóquio para a carreira

Resiliência e inteligência emocional estão entre as habilidades comportamentais destacadas nos atletas, aponta PageGroup

Os Jogos Olímpicos de Tóquio terão uma contribuição significativa com os desafios e limites superados por diversos atletas, inclusive inspirando muitos profissionais a melhorarem seu desempenho no dia a dia. Certamente não ficarão apenas na lembrança das pessoas somente pelas marcas atingidas pelos atletas.

De acordo com Gil van Delft, presidente do PageGroup no Brasil, competições de alto rendimento como as Olímpiadas podem servir de exemplo aos profissionais como um modelo de inspiração e até de superação. “Nos últimos 16 anos tenho combinado minha vida corporativa com a de triatleta. Desenvolver habilidades comportamentais é necessário para qualquer pessoa que deseja ter sucesso e bons resultados em sua carreira e o esporte ajuda nesse desenvolvimento”, afirma.

Confira algumas lições de atletas e modalidades esportivas identificadas pelo PageGroup, referência mundial em recrutamento especializado de executivos de todos os níveis hierárquicos:

– Adaptabilidade do Darlan Romani: quarto lugar no arremesso de peso, Darlan é exemplo de que é preciso driblar as dificuldades e se adaptar a situações adversas. Com a pandemia e consequente fechamento das estruturas, ele teve de improvisar seus treinos em um terreno baldio. Além disso, enfrentou a Covid-19 e acompanhou a internação de seu irmão, acometido pelo vírus. Darlan também perdeu a companhia de seu treinador, que foi para Cuba por questões pessoais e não conseguiu retornar ao Brasil.

– Espírito multicultural de equipe do Skate: os atletas do skate demonstraram como é fundamental o apoio mútuo em momentos de pressão. Saber que é possível contar um com o outro ajuda uma equipe a superar seus desafios. Também ensinaram a importância de comemorar as conquistas dos seus concorrentes. A rivalidade ficou dentro da pista.

– Leveza e bom humor da Rayssa Leal: sorriso no rosto e alto astral contagiante. Essas são as características que Rayssa imprimiu em todas as suas aparições. Mesmo carregando uma grande responsabilidade, não permitiu que isso mudasse o seu jeito leve e divertido para encarar a competição e trouxesse a medalha de prata para casa.

– Inteligência emocional da Simone Biles: reconhecer que chegou ao limite é utilizar a inteligência a seu favor e momentos de alto esgotamento mental. Simone Biles teve coragem de olhar para si e abandonar praticamente todas as competições em prol de sua saúde mental. Mesmo assim, mas não deixou de torcer e vibrar por suas companheiras de equipe.

– Resiliência da Ana Marcela Cunha: campeã olímpica na maratona aquática, Ana Marcela tinha consigo o desejo de ser medalhista em uma Olimpíada. A atleta já havia participado de diversas competições reconhecidas mundialmente, mas não deixou de lutar por seu objetivo.

Juntos Somos Mais lança curso gratuito para formar desenvolvedoras

As mulheres representam apenas 20% dos profissionais da área de desenvolvimento de softwares e aplicativos. O dado é da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) e mostra como a desigualdade de gênero ainda é forte em diversos setores da sociedade. Para começar a mudar isso, a Juntos Somos Mais , startup detentora do maior ecossistema do setor de construção civil que tem como sócias Votorantim Cimentos, Gerdau e Tigre, em parceria com a Gama Academy, irá selecionar 60 mulheres em vulnerabilidade social, negras e LGBTQIAP+ para receber treinamento gratuito com o objetivo de atuarem como desenvolvedoras júnior nas linguagens C# e Python.

O projeto, chamado ConstruDelas, acontecerá em duas fases e não exige nenhuma pré-formação para a participação. Na primeira etapa as participantes terão uma formação básica dos fundamentos da programação e ferramentas necessárias para iniciar como desenvolvedoras. Já na segunda, a turma será dividida em duas e, em paralelo, receberão curso para formação de duas linguagens: C# e Python.

“Uma das principais missões que temos na Juntos Somos Mais é auxiliar os profissionais a se especializarem e ajudar que cresçam na carreira. O ConstruDelas atua nesse ponto ao darmos nossa contribuição para maior igualdade de gênero no setor de tecnologia”, afirma Bruna Segatto, Head de People da empresa. “Não temos exigências de experiência prévia ou formação profissional, nosso objetivo é unir ao time mais pessoas que valorizem nossa cultura forte de inclusão e diversidade e que estejam prontas para criar história conosco. Além da formação profissional, existe também a possibilidade de contratação no final do programa”, diz Danny Farias, CTO da Juntos Somos Mais.

“O projeto ConstruDelas visa democratizar o acesso de mulheres na formação técnica e aumentar as chances de colocação no mercado de trabalho de tecnologia, que só cresce em nosso país. Segundo o Tech Jobs Report, desenvolvido pela Gama Academy, há mais de 20 mil vagas na área de tecnologia previstas para os próximos três meses e queremos muito que haja, no mínimo, equidade de ocupação e remuneração dessas oportunidades entre homens e mulheres”, afirma Guilherme Junqueira, CEO da Gama Academy.

As interessadas deverão se inscrever até o dia 18/08. As aulas estão previstas para setembro e conclusão em novembro.

Plamev Pet é selecionada para programa de aceleração por Scale-Up Endeavor

A Plamev Pet, plataforma de soluções e serviços para pets e especialista em planos de saúde para animais, acaba de ser selecionada para o Programa Scale-Up Endeavor. A mentoria é dedicada a empresas já estabelecidas e inovadoras, com soluções já validadas pelo mercado e modelo de negócio escalável, em estágio de crescimento acelerado.

“Com pouco mais de um ano de expansão para todo o território brasileiro, infelizmente em plena pandemia do COVID-19, demonstramos o potencial de crescimento da Plamev Pet e o quanto nossa atuação é promissora no segmento, podendo acelerar ainda mais o desenvolvimento com a mentoria da Endeavor”, afirma Pedro Svacina, CEO e Co-founder da Plamev Pet.

A Endeavor é uma rede global formada por empreendedores e empreendedoras que comandam as scale-ups que mais crescem no mundo. Para a segunda turma do programa de 2021,  entre agosto e novembro, foram selecionados 74 negócios, sendo dez mineiros. A Plamev Pet é a primeira empresa do setor de saúde animal a fazer parte do programa de aceleração. 

“Essa turma se destaca pelo grau de crescimento dos negócios mesmo com a representação de diversos modelos distintos. Os empreendedores possuem muita experiência nos setores em que atuam”, Matheus Balthazar, líder do Scale-Up Endeavor em Minas Gerais. O Programa Scale-Up Endeavor conta com o patrocínio gold da EY para estimular a geração de mais e melhores negócios com as scale-ups selecionadas. 

“Estamos diante de uma oportunidade de acessar conhecimento qualificado e de estabelecer novas conexões com a rede Endeavor, e isso traz para o negócio um novo dinamismo e um incremento no olhar extremamente rico para operação”, garante Raphael Clímaco, Diretor Médico Veterinário e Fundador da Plamev Pet.

A mentoria chega logo após um investimento milionário feito pela FIR Capital, por meio do fundo Health Invest e Duxx, Series A. O valor da transação não foi revelado, mas assegura aos investidores a parte minoritária de 30%, incluindo a participação da VS1 Capital, que intermediou o aporte. A Plamev Pet já contava com os investidores Henrique Tinti, atual Diretor Financeiro, e Getúlio Cavalcante e Samuel Ferreira, conselheiros. 

Ainda em 2021, a empresa pretende fazer investimento em inovação, lançamentos de novos serviços e expansão comercial e territorial por meio de clínicas conveniadas, redes de parceiros e, seletivamente, opções de crescimento inorgânico via aquisição de planos de saúde pet regionais. 

Vittude e Cia da Consulta são aprovadas para programa Scale-up da Endeavor

A Vittude, referência brasileira em psicologia online e educação emocional de alta qualidade, e a Cia da Consulta, rede de medicina inteligente foram selecionadas para participar da próxima turma do programa de Scale-up da Endeavor, promovido pela organização global de apoio ao empreendedorismo que busca empresas com alto potencial de crescimento, diferenciais competitivos e modelos de negócios validados pelo mercado.

As duas healthtechs entram para participar do segundo semestre do programa que dura cinco meses. Em 2020, mais de 480 empreendedores à frente de mais de 240 scale-ups aceleradas foram acelerados pela organização. “Ter a oportunidade de vivenciar essa jornada junto com a Endeavor e ainda nos aproximar de empreendedoras e empreendedores que admiramos é uma grande conquista. Temos certeza que os meetups e as trocas de experiências serão de muito valor para a Vittude continuar crescendo como referência em saúde mental e educação emocional no mundo corporativo.” afirma Tatiana Pimenta, fundadora e CEO da Vittude.

A aceleração acontece por meio de uma metodologia própria, que identifica os desafios de crescimento dentro do negócio e define os melhores mentores para acompanhar as empreendedoras e empreendedores ao longo do período. Além disso, acontecem encontros com lideranças à frente de empresas que têm crescido no país, conexões com empreendedores (as) para fomento da comunidade regional.

Junto com a Vittude, e a Cia da Consulta outras 72 scale-ups de 10 setores diferentes foram selecionadas para essa turma de aceleração. Todas as empresas contarão com o apoio da rede da Endeavor para superar seus principais desafios de negócio e escalar ainda mais, além da oportunidade de gerar mais e melhores negócios com a EY, Patrocinadora Gold do programa. Para Tatiana, a parceria com Endeavor será fundamental para driblar os desafios de crescimento do negócio.

Brasil registra crescimento de 210% na abertura de novas empresas de tecnologia em 2020, revela DataHub

Mesmo com a crise econômica instalada em consequência da pandemia no Brasil, e talvez impulsionadas pelo aumento na demanda de digitalização de negócios em diversas áreas, em 2020 foram abertas 35.423 startups e empresas de tecnologia no país, número que representa um aumento de 210% em relação a 2011. Na última década, foram registrados 176.482 novos negócios na área. Esses dados fazem parte de um levantamento realizado pela DataHub , plataforma de inteligência de dados multi-mercado, que traçou um cenário do mercado nacional de tecnologia.

De acordo com o estudo, nos últimos dez anos houve um aumento nos investimentos para a criação de novos pólos tecnológicos no Brasil, a fim de ampliar a competitividade da indústria no mercado mundial. Desde janeiro de 2011, a região que mais registrou abertura de empresas e startups nesse setor foi a Sudeste, com 107.499 novas instituições. Na sequência, aparecem o Sul (29.582), o Nordeste (19.626), Centro-Oeste (13.152) e Norte (5.856).

O estado de São Paulo concentrou 75,25% do total de aberturas no período. Só na capital, foram registradas 44.326 novas empresas de tecnologia. Esses números colocam a maior cidade da América Latina como ponto inicial para o crescimento da indústria. Outras cidades que mais tiveram novos negócios no segmento foram Rio de Janeiro (8.783), Curitiba (6.879), Belo Horizonte (5.705) e Brasília (5.464), respectivamente.

A pesquisa também evidencia a geração de emprego promovida pelo setor. Entre janeiro de 2011 e dezembro de 2020, foram criadas mais de 520 mil novas posições com carteira assinada no país, o que demonstra o impacto direto na economia. O Sudeste foi a região que mais registrou novos empregos, com um total de 292.966. Já a região com menos oportunidades no período foi o Norte do país, com 24.661 novas vagas.

“No mundo todo, a indústria da tecnologia cresce a passos largos. Entender como ela vem se desenvolvendo no Brasil nos dá um panorama importante sobre para onde estamos indo. É inegável que a pandemia impactou o setor. Todas as mudanças pelas quais passamos nesse período, pessoas físicas e empresas, intensificou a necessidade de criar soluções para atender às novas demandas do dia a dia. Tivemos uma aceleração na transformação digital e há muito espaço ainda para crescer”, comenta José Renato Raposo, COO da DataHub.

Acompanhando o mercado

Com 17 anos de atuação, a DataHub é uma das 18 empresas criadas pelo Grupo Check, um dos mais destacados empreendimentos de Tecnologia e Inovação em serviços financeiros para o varejo, empresas e bancos, com mais de 25 anos de atuação no Brasil e fundado pelo empreendedor e empresário José Mário Ribeiro.

Inicialmente, a plataforma surgiu como fornecedora de dados offline em projetos de database e marketing digital. Ao longo dos anos, passou pelo setor de fornecimento de conteúdo e enriquecimento de dados. Hoje é atuante no segmento de Big Data e Analytics para ações de marketing, vendas, risco e compliance, sendo uma plataforma de SaaS.

A empresa ocupa uma posição central dentro do ecossistema da nuvini , grupo de empresas de Software as a Service (SaaS) criado pelo empreendedor Pierre Schurmann, gerando dados analíticos para as empresas da holding. Em julho, a DataHub Analytics recebeu o selo Great Place to Work® Brasil, evidenciando não só a qualidade no serviço que entrega, mas também a qualidade no ambiente de trabalho.

Metodologia

Existem 300 fontes de dados públicos, onde são capturados os dados e criam novos indicadores a partir dos já existentes. A Datahub faz uso da tecnologia para gerar inteligência nos negócios de empresas parceiras. Para o levantamento de empresas e startups de tecnologia que abriram no Brasil nos últimos 10 anos, foram consideradas as Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAEs) ativas, e ligadas a tecnologia, como por exemplo: Desenvolvimento de programas de computador sob encomenda (CNAE 6201500), Desenvolvimento e licenciamento de programas de computador customizáveis (CNAE 6202300), Desenvolvimento e licenciamento de programas de computador não customizáveis (CNAE 6203100), Consultoria em tecnologia da informação (CNAE 6204000) e Suporte técnico, manutenção e outros serviços em tecnologia da informação (CNAE 62091000).

Empresas oferecem 12.357 oportunidades de emprego no VAGAS.com

Total Express, Accenture, Grupo Trasmontano e outras empresas totalizam 12.357 com vagas abertas por todo o Brasil. Os interessados podem se inscrever por meio da plataforma de empregos VAGAS.com.br .

Confira todas as oportunidades disponíveis aqui: https://www.vagas.com.br/vagas-de-?%3Futm_source=veiculo&utm_campaign=vagas&utm_medium=rp

Total Express tem 133 vagas abertas em Barueri

A Total Express está com 133 vagas de emprego abertas para Auxiliar de Operações em Barueri. Para se candidatar é necessário ter ensino médio completo e disponibilidade de horário noturno. Também é desejável experiência em logística.

Benefícios:

• Assistência médica

• Assistência odontológica

• Participação nos lucros ou resultados

• Seguro de vida

• Vale-alimentação

• Vale-transporte

Cadastre-se gratuitamente em: https://www.vagas.com.br/vagas/v2242323/auxiliar-de-operacoes?utm_source=veiculo&utm_medium=rp&utm_campaign=vagas

Accenture oferece 50 oportunidades para todo o Brasil

São 50 oportunidades para o cargo de Pessoa Desenvolvedora Java (Spring Boot), nível Sênior, para todo o Brasil. As vagas são para profissionais cursando ou com formação na área de TI, em busca de oportunidades para Analista Sênior, Especialista Técnico e/ou Tech Lead em Java.

As principais habilidades exigidas são: experiência na linguagem de programação Java; conhecimento em framework (Hibernate; Spring, JSF, Vraptor, Struts ou JUnit); contato com banco de dados (SQL, Oracle, Postegre ou MongoDB); experiência com APIs; vivência em ambiente de metodologia ágil; e atuar com ferramentas de gestão de projetos (Jira, Trello, etc).

Entre os benefícios disponibilizados estão assistência médica, assistência odontológica, vale-alimentação, vale-refeição e vale-transporte.

Cadastre-se gratuitamente em: https://www.vagas.com.br/vagas/v2236973/pessoa-desenvolvedora-java-spring-boot?utm_source=veiculo&utm_medium=rp&utm_campaign=vagas

Grupo Trasmontano conta com 15 vagas em São Paulo

O Grupo Trasmontano conta com 15 oportunidades em São Paulo para o cargo de Atendente. São 10 vagas para o horário de trabalho das 16:00 às 22:00 e 5 vagas para o horário das 13:00 às 19:00.

Os principais benefícios são assistência médica, assistência odontológica, auxílio creche, seguro de vida, vale-refeição e vale-transporte.

Cadastre-se gratuitamente em: https://www.vagas.com.br/vagas/v2239647/atendente?utm_source=veiculo&utm_medium=rp&utm_campaign=vagas

*Todas as vagas do site VAGAS.com.br são divulgadas pelas próprias empresas contratantes, portanto, elas podem sofrer atualizações e/ou não estarem mais disponíveis no portal a qualquer momento.

PlayerUm abre vagas de emprego no Rio

A PlayerUm tem como missão oferecer soluções digitais por meio de um amplo portfólio de plataformas interativas, jogos e aplicativos que impulsionam a comunicação e o aprendizado corporativo. Neste mês, a startup, que comemora 10 anos de mercado, acaba de anunciar sete novas vagas para o seu quadro de colaboradores fixos, em linha com seu plano de expansão. As aplicações podem ser feitas online, de todo o Brasil. A sede fica em Copacabana, no Rio de Janeiro, e atualmente a empresa atua no formato híbrido, onde é possível optar por home office ou presencial. As vagas são para Desenvolvedores (Júnior e Pleno), Designer Gráfico Jr., SDR – Sales Development Representative -, Analista de Marketing e Estágios em Projetos Digitais e Operações Comerciais. As aplicações podem ser feitas através do e-mail nextplayer@playerum.com.br até o dia 31 de agosto.

“Desde o início da pandemia, recebemos uma alta procura do mercado por produtos inovadores e digitais. Tivemos um aumento de 236% em pedidos por soluções online e, isso, claro, trouxe uma oportunidade para ampliação da nossa equipe e portfólio de produtos. Em paralelo, também iniciamos um projeto interno de transformação organizacional e revisão do plano estratégico, para suportar de forma estruturada esse crescimento. Esperamos contar com novos players, alinhados ao nosso propósito, motivados e que busquem um crescimento junto à empresa;” explica o CEO da PlayerUm, Flávio Stoliar.

A cultura da PlayerUm é pautada na colaboração e reconhecimento, com foco no resultado e no cliente, aguçando a criatividade, curiosidade e o desenvolvimento dos colaboradores de forma sustentável. As habilidades práticas, capacidade de trabalhar bem em equipe e a proatividade são um diferencial esperado do candidato.

O perfil detalhado das vagas pode ser encontrado no LikedIn da agência e no site Recruta Simples, onde também é possível fazer a aplicação. Os candidatos devem mandar o currículo para o e-mail nextplayer@playerum.com.br , com o nome da vaga de interesse no assunto, até o dia 31 de agosto.

Vagas abertas na PlayerUm

1.     Desenvolvedor Front-End Júnior

2.     Desenvolvedor Front-End Pleno

3.     Designer Gráfico Jr.

4.     SDR – Sales Development Representative

5.     Analista de Marketing

6.     Estágio em Projetos Digitais

7.     Estágio em Operações Comerciais

Diversidade no ecossistema de inovação: o problema está nas lentes de quem observa

Por Rafaela Bassetti, fundadora e CEO da Wishe

As startups surgem para inovar, questionar o status quo e transformar o mundo. Mas como transformar o mundo fazendo tudo do mesmo jeito de sempre?

As empresas fundadas por mulheres, assim como as fundadas por outras minorias, geralmente estão focadas em produtos e serviços que endereçam uma necessidade ou ineficiência do mercado, normalmente identificada através da sua experiência pessoal. São novos problemas a serem resolvidos e novos mercados a serem atendidos, exatamente o que buscam os investidores da indústria de venture capital. Contudo, esses mesmos players do mercado não buscam aprender e se educar a respeito destes produtos, mercados e oportunidades, especialmente quando não são temas familiares e conhecidos.

Assim, muitas oportunidades de investimento são rapidamente descartadas, muitas vezes ainda na fase do pitch, o que sugere que o problema está mais nas lentes de quem observa do que no objeto de análise. Aqueles investidores que conseguem “ajustar as suas lentes”, buscando entender esses ativos e suas vantagens competitivas, conseguem avançar com a análise e se aprofundar no seu potencial.

Dados do mercado
De acordo com o mapeamento realizado em 2020 pela ABStartups, as startups no Brasil são basicamente compostas, dos fundadores aos colaboradores, por homens brancos e heterossexuais. Quase 60% delas são fundadas exclusivamente por homens e outros 18,5%, pela maioria de homens, enquanto 27% não possuem nenhuma mulher em seu time, em nenhum nível.

Programas têm sido criados para oferecer conteúdo, capacitação e mentoria para as fundadoras, mas sem acesso a capital. E a dificuldade em acessar capital para alavancar seus negócios está no topo da lista dos seus desafios. Em 2020, enquanto o volume de investimentos em startups bateu recorde, o aporte naquelas fundadas por mulheres retrocedeu a níveis históricos, correspondendo a 2% do valor investido. Uma pesquisa da KPMG confirmou que, em épocas de crise, os investidores buscam por negócios que apresentam menos riscos e a tomada de decisão segue o viés inconsciente de, ao buscar por segurança, buscar seus iguais.

Fazer diferente
Para evitar esses vieses, dois requisitos são imprescindíveis no processo de investimento. O primeiro é a diversidade no time de investidores e, principalmente, na sua liderança. Diversidade impacta em como investidores buscam e identificam empreendedores, avaliam oportunidades e alocam capital. Pessoas diferentes buscam atributos distintos e, diante da tendência biológica de buscar e confiar em seus semelhantes, trazem novas oportunidades. O segundo é a definição e o acompanhamento de métricas específicas de diversidade dentro do portfólio, para que a busca por essas oportunidades seja ativa. Enquanto a maioria dos fundos e investidores dizem se preocupar com diversidade, poucos acompanham o funil do processo de investimento para entender que, se estão investindo pouco em mulheres em uma ponta, é porque na outra não estão se dedicando a buscar ativamente por elas.

Para negociar um deal com fundadoras com menos vieses inconscientes, os investidores precisam atuar de forma ativa nesta direção, tendo como premissa que esses investimentos trazem melhor retorno financeiro para o seu portfólio. Isso porque a diversidade é driver de inovação e startups mais inovadoras performam melhor. Além disso, por receberem menos investimento e precisarem se provar mais, essas startups demonstram na fase de captação melhor gestão e métricas de sucesso mais consistentes do que aquelas lideradas somente por homens.

Para isso, os investidores devem buscar ativamente oportunidades de investimento em startups mais diversas, se educar mais profundamente sobre os produtos, segmentos e mercados em que atuam e se cercar de times e parceiros mais diversos na tomada das decisões de investimento.

Mulheres e a busca por investimento
Muitos também são os desafios enfrentados pelas mulheres ao negociar uma captação. Um estudo da Columbia University demonstrou que as mulheres são mais questionadas quando apresentam suas ideias, especialmente sobre suas falhas e riscos do negócio, enquanto os homens recebem menos perguntas, geralmente acerca de suas potencialidades. A Harvard Business Review identificou que as mulheres são mais penalizadas por características de comportamento entendidas como “femininas”, como ser calorosa ou expansiva. Já a British Private Equity & Venture Capital Association demonstrou que a simples presença de uma mulher na apresentação do pitch diminui as chances de uma startup receber investimento.

Podemos citar então cinco principais desafios para as fundadoras ao buscarem investimento: 1) elas buscam menos investimento e, quando buscam, pedem por cheques menores, 2) elas têm menos exemplos e cases de sucesso de outras fundadoras para se inspirar, 3) elas têm pouco network, comparativamente com fundadores homens, que as ajudem a impulsionar seus negócios, 4) elas têm menos acesso a investidores e ainda menos a investidoras, que ainda não minoria no mercado, e 5) elas ainda precisam se educar mais a respeito do processo de investimento.

Diante deste cenário, a forma mais efetiva de mitigá-los é se conectar a redes de empreendedorismo feminino, onde podem aprender sobre processo de investimento e se conectar com fundadoras que já captaram, encontrar mentores para seus negócio e conhecer investidores que focam em diversidade e, em especial, com investidoras e fundos com mulheres em sua liderança.

Então transformaremos o mundo fazendo de um jeito diferente. Se as startups solucionarão os grandes problemas da sociedade, elas devem ser inovadoras e inclusivas, através da diversidade. E não veremos isso de forma concreta no ecossistema enquanto não alocarmos capital com este foco.

A indústria de venture capital está construindo o futuro. Qual futuro está sendo construído?

Banco PAN e IGTI oferecem mil bolsas de estudo para curso de desenvolvedor de software

Ao fim do programa online e 100% gratuito, os alunos poderão conquistar uma vaga de emprego no PAN, que só nesse ano já aumentou seu time de TI em 65%

O Banco PAN e o Instituto de Gestão e Tecnologia da Informação (IGTI) estão juntos em uma iniciativa que irá oferecer mil bolsas de estudos para o curso de “Desenvolvedor de Software”. O programa é 100% gratuito, totalmente online e está disponível para alunos a partir de 18 anos de todo o Brasil. As inscrições vão até 27 de agosto, pelo site https://www.igti.com.br/bootcamp/desenvolvedor-tech-pan

Com 148 horas de conteúdo e aulas semanais por videoconferência para aprofundamento dos temas, o bootcamp será um curso imersivo, com ênfase na prática, por meio de experimentação e aplicação de soluções originais em tecnologia. Além do aprendizado e do certificado de formação, os melhores alunos terão ainda a oportunidade de conquistar uma vaga de emprego no Banco PAN.

“É uma ótima oportunidade para quem quer ingressar em uma das carreiras mais promissoras e com maior demanda por parte das empresas. Desde o básico até situações reais do dia a dia, os alunos poderão destravar capacidades e desenvolver habilidades técnicas para atuar imediatamente no mercado de trabalho. O objetivo do IGTI é acelerar as carreiras dos alunos e prepará-los para novas oportunidades.”, diz Vinícius Bozzi, CEO do IGTI.

O bootcamp de desenvolvedor de software, com início em 13 de setembro e duração de 9 semanas, terá como foco duas das principais tecnologias utilizadas no mercado: Angular para Front-End e Java + SpringBoot para Back-End. Em resumo, os participantes vão aprender sobre interface de navegação e ferramentas de interação com o usuário, além de realizar o planejamento, criação, implementação e manutenção da estrutura que forma a base de um site.

Já o Banco PAN quer investir na formação de mão de obra qualificada para expandir a área interna de tecnologia e a cultura tech nacional. Para a instituição, é importante um ambiente com sinergia de valores e de cultura entre a empresa e seus profissionais, por isso valoriza a diversidade e verdadeiros talentos.

“Estamos sempre em busca de talentos e essa formação ajudará a recrutar novos profissionais que construirão os próximos passos da ‘Cultura Tech’ da companhia. A área de tecnologia do PAN vem sendo prioridade dos investimentos nos últimos anos, para acelerar a digitalização dos nossos produtos, processos e serviços. Para dar sustentação a esse crescimento, aumentamos em 65% nossa equipe de TI nesse ano”, afirma Leandro Marçal, diretor de Tecnologia e Operações do Banco PAN.

Este é o primeiro curso de formação do IGTI desenvolvido de forma customizada e específico para um setor que está em expansão. Uma iniciativa pioneira na área de educação.

13ª edição da Brasil Game Show é adiada

A Brasil Game Show anuncia que a 13ª edição, prevista para este ano, será adiada e acontecerá entre 6 e 12 de outubro de 2022, quando a população brasileira deverá estar vacinada, protegida e tranquila para curtir a maior e melhor edição de todos os tempos. A BGS posterga o grande encontro, mas promete recompensar os fãs com muitas novidades. A começar pela duração do evento, que vai ganhar mais dois dias e passará a ter sete dias em vez de cinco, incluindo o dia para imprensa e convidados.

A BGS aproveita para reforçar que os visitantes que adquiriram os ingressos para a 13ª BGS têm suas entradas garantidas para 2022, e contarão com benefícios do Superingresso, que garante acesso diferenciado ao evento e à arena da BGS Esports, descontos em parceiros, expositores e na loja oficial da Brasil Game Show, entre outros. Além disso, outra grande vantagem é o valor do ingresso que permanece o mesmo do momento da compra, com custo menor do que os lotes futuros. Todos os detalhes, informações, datas e benefícios estão disponíveis no site da Brasil Game Show