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‘Tecnologia pode contribuir para redução de gastos nas Instituições de Saúde’, diz Digital Health Strategist do Einstein durante Seminário LIDE Saúde

Foto: Fredy Uehara/Uehara Fotografia

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A tecnologia é um importante aliado no tratamento e prevenção de doenças e pode contribuir para a redução de gastos, com automação de processos e organização”, afirmou Marcelo Felix, médico e Digital Health Strategist do Hospital Israelita Albert Einstein, da capital paulista. Responsável por tecnologias digitais e inovação da instituição hospitalar, ele foi o expositor do Seminário LIDE Saúde sobre “Digital Health: tecnologia a favor da saúde”. O evento ocorreu na noite de 17 de agosto, no Auditório Gocil, em São Paulo.

Para Felix, a tecnologia é ainda responsável por grandes saltos na medicina e suporte para atendimento médico das pessoas. “Penso que as empresas devem reinventar o fluxo ou processo frente a um novo cenário tecnológico. O novo consumidor quer ferramenta digital”, comentou. Segundo ele, o ideal é manter a pessoa saudável em vez de, apenas, focar no tratamento. “Entregar alto valor agregado aos pacientes deve ser o objetivo principal de todas as instituições de saúde. O sucesso financeiro é o resultado da entrega de valor, não o propósito”, preconizou.

De acordo com Felix, a empresa que deseja entrar na era digital deve unir informação digital, expertise tecnológica e recursos físicos para criar uma nova forma de acrescentar valor, resultados financeiros ou qualidade. “O uso da tecnologia e as principais ferramentas tecnológicas e todo tipo de avanço que aprimore o desempenho de equipamentos, serviços e otimização de resultados com foco no paciente são tendências cada vez mais aprofundadas na área da saúde”, disse.

Felix reforçou que a introdução de tecnologias interativas abre cada vez mais oportunidades para os hospitais e demais estabelecimentos de saúde, além de disponibilizar novos serviços para pacientes, enfatizando, por exemplo, a tendência da telemedicina. “Acompanhamento pós-alta hospitalar, apoio domiciliar à distância para pacientes que necessitam do suporte de cuidadores, ações de prevenção e de qualidade de vida estão entre os serviços que hospitais, empresas de home care e operadoras de saúde podem oferecer aos pacientes, usando recursos da telemedicina. Resolver remotamente é o futuro da medicina mundial”, afirmou.

Parafraseando Cláudio Lottenberg, presidente do Hospital Israelita Albert Einstein e do LIDE Saúde, Felix finalizou sua exposição afirmando que “a tecnologia deve estar a serviço do paciente, e não ao contrário”.

Esta edição do Seminário LIDE Saúde contou com o patrocínio das empresas AMIL, EMS, TAKEDA e ULTRAFARMA e apoio da GOCIL e RV ÍMOLA. Como fornecedores oficiais, ANTILHAS, CDN COMUNICAÇÃO, ECCAPLAN, KAWTHAR e VERAVIN. As rádios BAND NEWS e BANDEIRANTE, PR NEWSWIRE, REVISTA AMÉRICA ECONOMIA, REVISTA LIDE e THE WINNERS foram mídia partners.

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Livro apresenta estudos inéditos sobre internet banda larga no Brasil

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Todos queremos ter acesso à banda larga rápida e barata, uma vez que ela se tornou imprescindível para o trabalho, estudos, para o lazer e outras atividades do dia a dia. O acesso, o preço e a qualidade da banda larga fixa têm sido debatidos diariamente ao longo das últimas semanas em função de potenciais mudanças nos modelos de negócio das operadoras, que querem limitar a quantidade de dados oferecida para os consumidores. Nesse contexto, chega às livrarias uma obra que contribui com o debate: “Banda Larga no Brasil: Passado, Presente e Futuro”. O livro trata da importância de políticas públicas e regulação necessárias para universalizar o acesso, reduzir o custo, aumentar a velocidade e melhorar a qualidade da banda larga para promover o desenvolvimento econômico, social e político do Brasil no século 21.

Organizado por Peter Knight (economista e Estrategista de Transformação Digital), Flavio Feferman (professor da Haas School of Business da University of California, Berkeley) e Nathalia Foditsch (advogada e especialista em política e regulação de comunicações), o livro reúne textos de especialistas em diversas áreas relacionadas à banda larga, que se propuseram a discutir experiências de políticas públicas e regulação do Brasil, abordando as características da infraestrutura no país, além de casos bem-sucedidos no desenvolvimento de redes e de mercados. A publicação foi lançada pela Editora Figurati, pertencente ao Grupo Editorial Novo Século,

Segundo os organizadores, a obra tem o intuito principal de contribuir com o debate a respeito dessa tecnologia, que é essencial para o desenvolvimento do Brasil em uma economia cada vez mais globalizada e baseada no conhecimento. Os especialistas destacam que, apesar dos inúmeros desafios que precisam ser enfrentados, ainda não existe uma estratégia nacional coerente para promover a universalização da banda larga de alta velocidade, com qualidade e baixo custo.

“A importância de uma estratégia coerente de banda larga para o país não pode ser subestimada. Vários estudos citados no livro demonstram uma relação direta entre acesso à banda larga, crescimento econômico e inclusão social. Portanto, a expansão da banda larga é precisamente o tipo de estratégia tecnológica que promove a convergência econômica entre os países ricos e os países em desenvolvimento”, ressaltam os organizadores.

Entre os fatores mais importantes para a universalização da internet em banda larga no país, os organizadores do livro destacam: o aperfeiçoamento da regulação setorial focada no aumento da competição, da inovação e promoção de investimentos; a revisão da carga tributária; a maior pró-atividade do governo no processo de universalização; a participação da sociedade civil e da academia nas discussões relacionadas ao tema; a inovação tanto em tecnologia quanto em modelos de negócio.

“A carga tributária média nacional onerando a banda larga, em 2016, é de 46%, chegando até um máximo de 68,5% no estado de Rondônia. Esta carga tributária é a mais alta de todos os setores da economia brasileira, contribuindo aos altos preços da banda larga, desestimulando os investimentos e impedindo a universalização de acesso”, ressaltou o economista Peter Knight.

As pesquisas divulgadas na obra também mostram os benefícios decorrentes do investimento em banda larga. De acordo com estudos do Banco Mundial, para cada aumento de 10% na penetração da banda larga em países em desenvolvimento, há um aumento médio de 1,38% na taxa de crescimento do PIB. Outro estudo, referente ao Brasil, indicou que a expansão da banda larga adicionou entre 1,0 e 1,4 % à taxa de crescimento do emprego no país.

Com uma abordagem que ultrapassa o caráter técnico do tema, o livro “Banda Larga no Brasil: Passado, Presente e Futuro” é fonte de informação não apenas para profissionais que trabalham na área de telecomunicações ou estudantes, mas também para quaisquer pessoas interessadas em discutir o desenvolvimento do país.

Sobre os organizadores: Peter Knight é membro do Diretório do Instituto Fernand Braudel de Economia Mundial. Trabalhou no Banco Mundial por mais de vinte anos, tendo atuado como chefe do Centro de Mídia Eletrônica e como economista líder para o Brasil. É PhD em Economia pela Stanford University. Flavio Feferman é professor da Haas School of Business da University of California, Berkeley, e presidente da Developing Markets Group Consultores. É formado pelas universidades de Stanford e Berkeley, com pós-graduação em Economia e Administração. Nathalia Foditsch é advogada e especialista em política e regulação de comunicações. Trabalhou para think tanks, bancos multilaterais de desenvolvimento e para o Governo Federal Brasileiro. Atualmente é doutoranda em Washington D.C.

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Concil lança marketplace de soluções financeiras para PMEs

Reunir em uma única plataforma, serviços inteligentes para gestão e redução de riscos de perdas financeiras, para pequenas e médias empresas. Esse é o objetivo do MarketPlace, criado pela Concil, unindo ferramentas oferecidas ao mercado pelos parceiros Nexxto, Lupeon, ViaW, entre outras, além dos próprios serviços que a Concil entrega ao segmento de Conciliação Contábil e Financeira.

Por meio da iniciativa da Concil, empresa pioneira e especializada em conciliação contábil, de cartão de crédito e débito, o novo marketplace oferece soluções que podem ser adquiridas em conjunto, com descontos, ou de forma independente, proporcionando total customização para as necessidades de cada cliente, tendo como principal objetivo melhorar a gestão financeira das empresas e trazer oportunidade de redução de custos.

Com lançamento previsto para a segunda quinzena de agosto, o marketplace tem como objetivo proporcionar opções que ajudem o departamento financeiro e a empresa a eliminar e recuperar os prejuízos financeiros, problemas que impactam diretamente os negócios de PMEs.

“Acompanhamos de perto todas as dores e desafios dos pequenos e médios empresários, principalmente no varejo. Por isso, além dos serviços de conciliação que já ofereceremos, decidimos usar nossa especialização em conciliação para reunir em uma única plataforma as melhores soluções de conciliação fiscal, telecom, ativos fixos, conciliação de fretes, entre outras ferramentas que auxiliam na redução de perdas financeiras, além do controle contábil e financeiro”, explica Leonardo Campelo, CEO da Concil.

“Em suma, nosso objetivo é oferecer uma gama de serviços de conciliação cada vez mais completa aos nossos clientes, por meio de serviços próprios ou de grandes parceiros testados por nós, com foco na redução de custos, de riscos de perdas e até mesmo na recuperação financeira, aumentando a margem de lucro das empresas”, afirma Campelo.

Atualmente, a Concil atende clientes que vão de grande porte, como TAM, Multiplus e Dafiti, até menor porte, como pequenas farmácias e padarias. O atendimento eficaz no momento da conciliação financeira é reconhecido por mais de 3 mil clientes, gerando 70 milhões em transações conciliadas por mês, chegando a R$ 31 milhões recuperados, considerando toda a base da empresa.

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Viabilize sua expansão global com uma estratégia payment-first

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Por Jean Mies – SVP Latin America da Adyen

O atual cenário econômico brasileiro inaugura um novo momento para as companhias nacionais: o de expansão entre fronteiras. Seja inaugurando subsidiárias internacionais ou dando início à exportação de seus produtos, as empresas locais aproveitam o momento de desvalorização do real para diversificar receitas e buscar novos mercados.

De acordo com a consultoria norte-americana Nielsen, nos seis principais mercados para negócios cross-border (EUA, Reino Unido, Alemanha, Brasil, China e Austrália) existem 94 milhões de consumidores que compram seus produtos de outros países e o potencial de negócios nestas regiões deve chegar aos US$ 300 bilhões até 2018.

Contudo, um mercado com alto potencial de desenvolvimento é apenas a fundação de um plano de expansão internacional. Antes de começar a planejar é preciso ter um bom produto, investir em marketing para atrair novos consumidores e, principalmente, ter uma estratégia de pagamentos que leve em consideração as preferências regionais de cada país. Afinal, oferecer um serviço ou produto competitivo e atrair visitantes para sua loja não será suficiente caso o checkout não seja descomplicado, moderno e não ofereça métodos com os quais os consumidores estão acostumados a comprar.

Para empresas que decidem transpor fronteiras, pesquisar sobre métodos locais de pagamento e seu reflexo positivo sobre a taxa de conversão de um e-commerce é um processo complexo e, em alguns casos, essa informação é pouco acessível. Se voltarmos a atenção para a Europa, a Holanda, por exemplo, tem um número muito baixo de compras online realizadas com cartão de crédito; o método mais utilizado é o iDeal, que realiza transferências entre bancos pela internet. Já na China, quase metade das transações são feitas por meio do Alipay, plataforma de pagamentos online. Mesmo no Brasil, companhias que não considerarem a opção de pagamento com boleto bancário perdem uma fatia de mercado de mais de 20% de consumidores.

A Adyen, empresa de tecnologia para pagamentos, tem nas transações cross-border 35% de seu volume global e aconselha seus clientes a terem uma abordagem “payments-first” no momento da conquista de novos mercados. A Daniel Wellington, marca sueca de relógios, é um exemplo. Três anos após sua fundação, a empresa entrega seus produtos em 144 países, incluindo o Brasil. Para garantir que a iniciativa fosse bem sucedida, a empresa adaptou seu website para diferentes regiões e viabilizou vendas em mais de 150 moedas e por meio de 250 métodos diferentes de pagamento. Assim, os consumidores passaram a interagir com a loja online em seu idioma nativo, pagar com a moeda local e o método de pagamento de sua confiança.

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Macy’s coloca em teste suas parcerias com IBM Watson e Satisfi para compras personalizadas nas lojas

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A Macy’s anunciou o piloto de “Macy’s On Call”, a ferramenta na web móvel que permite aos clientes interagir com uma plataforma através de seus dispositivos móveis. “Macy’s On Call” via IBM Watson, uma plataforma de engajamento inteligente via Satisfi, para entregar uma primeira solução que irá melhorar a experiência de compras do cliente na loja 10 locais de teste nos Estados Unidos.

O companheiro móvel, acessado através de um navegador móvel, permite que os clientes façam perguntas em linguagem natural sobre sortimento de produtos únicos de cada loja participante, serviços e instalações e recebem uma resposta personalizada para o inquérito. Há um certo número de maneiras que os clientes podem pedir informações. Por exemplo, um cliente pode digitar: “Onde estão os sapatos das mulheres?” Ou digite uma combinação de marca e pergunta do produto, tais como “vestido I.N.C”, e eles receberão uma resposta relevante e localização do produto na loja.

Já que cada loja da Macy’s é diferente, e os consumidores preferem cada vez mais plataformas móveis “, Macy’s On Call” está fornecendo aos clientes uma ferramenta útil para obter informações mais rápido que fazer compras e navegar na loja. O sistema irá evoluir à medida que ele aprende mais sobre os clientes de cada loja. Isto já é evidente na categoria de mais procurados, que destaca as perguntas mais frequentes, as respostas apropriadas em apenas um clique.

Como parte do piloto, a Macy’s também está incorporando um recurso de idioma espanhol para servir a um subconjunto mais amplo de sua base de clientes em lojas selecionadas.

“Na Macy’s, continuamos focados em identificar, testar e apoiar novas ideias e abordagens que ajudarão a elevar o serviço aos nossos clientes através da tecnologia. Com um olho para a inovação, que está se movendo rapidamente para testar e aumentar programas piloto que ajudam a melhorar a sua experiência com a gente “, disse Peter Sachse, chefe oficial de crescimento da Macy’s. “Este programa, em parceria com Satisfi e poder da IBM Watson, vai nos ajudar a explorar novas maneiras de envolver one-on-one com os clientes na loja, proporcionando-lhes um outro nível de serviço certo ao seu alcance.”

“Trazer Watson em uma configuração de loja de varejo apresenta uma oportunidade de se envolver com o consumidor em uma variedade de níveis. Este caso de uso particular, leva Watson além de ajudar os consumidores a avaliar as decisões de compra, e influencia outro aspecto, igualmente importante da experiência na loja – facilidade de uso em localizar produtos, instalações e serviços “, disse David Kenny, gerente geral da IBM Watson. “À medida que mais parceiros desenvolvedores como a Satisfi continuam a construir com a tecnologia, vemos Watson com mais frequência a ser entregue nas mãos dos consumidores, e estamos ansiosos para aprender mais deste piloto com Macy’s e Satisfi.”

“Toda a equipe Satisfi tem o prazer de estar trabalhando com uma marca tão icónica como a Macy’s para alavancar o poder da IBM Watson neste projeto emocionante. A combinação baseada em localização, software engajamento inteligente da Satisfi, com as capacidades de aprendizagem cognitivas da Watson da IBM, nos ajudou a construir uma ferramenta poderosa e abrangente para melhorar o ambiente de compras na loja “, disse Don White, chefe oficial de receitas da Satisfi. “A Macy’s tem sido uma grande parceira para este projeto por causa de seu compromisso de explorar uma nova tecnologia que pode elevar as interações com os clientes, criando uma experiência mais relevante e pessoal para eles.”

“O acesso via macys.com/storehelp, o piloto de“Macy’s On Call” ” as respostas armazenam detalhes de navegação fornecida pelo departamento, marca e categoria de produto, bem como fornece insights sobre os únicos serviços no interior da loja disponíveis em cada local de teste – My Stylist@Macy’ personal shoppers e Compras Online, Retirar nas lojas e serviços incluindo banheiros. O acoplamento é realizado através de uma interface simples de pergunta e resposta que alavanca o Natural Language Classifier da Watson, que está ajudando a Macy’s a saber mais sobre as características e serviços que mais ressoam com os compradores. Além disso, nos locais piloto na aréa de Miami, a interface está disponível para os clientes em espanhol, através de Watson Language Translation, como as capacidades linguísticas testes da Macy’s, funcionalidade e interesse do consumidor em engajamento via idiomas preferidos.

Dez locais foram escolhidos representando uma seção transversal da carteira de loja da Macy’s. Cinco dos locais servem como a base de aprendizagem. Os outros cinco locais têm uma camada reforçada de apoio associado disponíveis para complementar as interações virtuais. Nestes locais, os clientes podem introduzir um pedido de engajamento face-a-face com o associado especialista da Macy’s.

Embora a tecnologia Watson possa alimentar as interações em uma série de maneiras, a primeira fase deste programa piloto é a aplicação de recursos de linguagem natural de Watson em um ambiente de varejo físico, focado em três categorias de clientes- produtos exclusivos de cada loja, serviços e layout. Satisfi acessa a tecnologia de Watson a partir da nuvem e esse modelo está ajudando a facilitar o aprendizado em curso e melhorias para a solução. À medida que o programa avança, os objetivos da Macy’s para estudar de perto e avaliar outros usos potenciais da tecnologia, com o objetivo de implementar capacidades cognitivas diálogo completo da Watson em fases futuras.

Em todos os 10 locais de teste os clientes são incentivados a visitar macys.com/storehelp em seu navegador móvel para se envolver com o companheiro na loja. A primeira fase do Macy’s On Call lançado recentemente e é esperado para ser executado através final do outono de 2016.

As lojas piloto da “Macy’s On Call” são:

Os locais de Base learning:
Macy’s Montgomery – Bethesda, MD
Macy’s Woodbridge Center – Woodbridge, NJ
Macy’s Clackamas Town Center – Portland, OR
Macy’s Santa Anita – Arcadia, CA
Macy’s Miami International – Miami

Locais de conexão em lojas da Macy’s com suporte de vendas:

Macy’s Short Hills – Short Hills, NJ
Macy’s Mall of Georgia – Buford, GA
Macy’s Lenox Square – Atlanta
Macy’s Aventura – North Miami
Macy’s Roosevelt Field – Garden City, NY

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“Internet das Coisas na Web – IoTw” é tema da Conferência Web.br 2016

Organizada desde 2008, a Conferência Web.br 2016 será nos dias 13 e 14 de outubro no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo, com promoção do Escritório Brasileiro do World Wide Web Consortium (W3C Brasil) e realização do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br).

A 8ª edição do evento terá como tema central a Internet das Coisas na Web ou IoTw, interface que permite a inserção e interação das pessoas com todos os dispositivos conectados na Internet. Segundo a avaliação de Vagner Diniz, gerente do W3C Brasil, “quando se fala em colocar Internet em diferentes artefatos do cotidiano é importante considerar o impacto disso no ecossistema da rede e, sobretudo, na interface com o ser humano. Uma coisa é ter os dispositivos conectados entre si, outra é nos colocar no circuito”, comenta.

Vagner observa ainda que, desde a sua criação, a Conferência Web.br tem tido um papel de vanguarda, apresentando tendências e dando visibilidade às boas práticas de desenvolvimento Web. “Temos conseguido promover debates de temas sempre à frente da agenda do mercado”, afirma.

Entre os keynotes speakers já confirmados, estão Bert Bos, um dos inventores do CSS e Dave Raggett, que trabalha com desenvolvimento de padrões Web desde o início dos anos 1990, um dos responsáveis por lançar os trabalhos de padronização do HTML e HTTP e responsável no W3C pelo grupo de interesse de Web das Coisas.

A programação contará ainda com uma série de especialistas reconhecidos pela comunidade Web, que irão ampliar o debate pautado em temas como segurança e privacidade, protocolos, política, padrões Web, melhores práticas, games, acessibilidade e design. Entre eles, Alda Rocha, UX/UI designer, Web desenvolvedora e instrutora de usabilidade e arquitetura da informação, que irá desmistificar o conceito de UX (User Experience) e mostrar como ele é aplicado dentro de um projeto, e João Batista Neto, desenvolvedor de software há mais de 20 anos, que apresentará uma abordagem sobre design de software com foco na orientação a objetos e nos recursos oferecidos pela linguagem PHP.

A Conferência também contará com a participação de Andre Garzia, desenvolvedor do Mozilla, abordando aplicações que utilizam Internet das Coisas na Web, e Marina Limeira, quality assurance developer na Tidy, que levará ao palco da Web.br os NodeBots, robôs com JavaScript. A Web.br trará também ao debate tópicos como dados na Web; compras online; design thinking, acessibilidade; aplicações Web, ataques DDoS e uso seguro da Web das Coisas.

Inscrições abertas

Até 22 de agosto, a organização do evento oferece inscrições com preço promocional de R$ 70,00. É possível ainda a concessão de condições especiais para grupos ou pessoas jurídicas. Para mais informações, acesse: http://conferenciaweb.w3c.br/inscricoes/.

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Empreendedores dão dicas para controle financeiro de PMEs

Ter controle sobre os números e as finanças é o primeiro passo para conseguir manter a saúde financeira da empresa, assim há mais tranquilidade para pensar em investimentos e novos projetos para alavancar o negócio. Listamos 4 dicas que explicam como os empreendedores se planejam para deixar as contas em dia e evitar situações inesperadas:

Ser transparente

Alex Tabor, CEO e cofundador do Peixe Urbano, relembra o começo da empresa, em uma pequena sala em Botafogo/RJ, e afirma que primeiro de tudo é importante ter sempre pé no chão, transparência nas informações compartilhadas com os demais líderes, para que haja um desenvolvimento mais saudável da empresa e objetivos alinhados. “Quando se está montando uma empresa nova, em um mercado totalmente novo, o controle do fluxo de caixa deve ser preciso, pois é ele que vai gerar as informações essenciais para um crescimento responsável.”, completa.

Analisar todos os dados e resultados

Um dos principais erros que os empreendedores podem cometer na hora de organizar e controlar suas finanças é analisar apenas os resultados econômicos (receitas, despesas, custos, margens) e não avaliar o balanço patrimonial (origem e aplicações dos recursos e obrigações) e principalmente os resultados financeiros (prazos de pagamentos, recebimentos, estoques, etc), explica o CFO da MadeiraMadeira, Marcelo Scandian. “É preciso ficar atento aos prazos de suas operações onde seu dinheiro fica alocado, como os de recebimentos, pagamentos, estoques e outros ativos, pois se os prazos das entradas de recursos financeiros e dos retornos dos investimentos (recebimentos, estoques, ativos) forem superiores aos prazos de saídas (pagamentos de qualquer natureza), sempre que você aumentar suas receitas irá precisar de recursos próprios para cobrir o delta (variação) deste fluxo”, completa.

Reduzir custos fixos

De acordo com Tomas O’Farrell, CEO da Workana, o ideal é reduzir os custos fixos, tanto de estrutura quanto operacional, e usar serviços da internet sempre que for possível (Google Apps, Skype, e até contar com mão-de-obra freelancer, por exemplo). Além disso, também é importante controlar o caixa bem de perto, o que pode ser feito tendo um xls ou algo centralizado com os balancetes de todas as contas.

Considerar o risco Cambial

Quando uma empresa tem atuação no Brasil e em outros países, é muito importante ter um certo controle cambial em mãos. Ao trabalhar nesse cenário, é comum depender de microcentavos e correr o risco do câmbio lesar operações diárias e afetar as empresas. Para o CEO da EasyPost, Olegas Orlovas, é importante trabalhar com tabelas negativas, operando com o câmbio sempre mais alto que o padrão para quando houver uma alta, ser possível operar de forma neutra, e quando o câmbio cair, continuar a operação com um pouco de lucro por ter operado em baixa. ”O importante é não ser pego de surpresa e ajustar seus gastos para cobrir isso no dia a dia”, explica.

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O esporte está se transformando para ser mais emocionante e competitivo – Por Cristina Palmaka

Para muitos de nós, esporte é uma paixão. Independentemente do idioma, território ou torcida, estamos todos unidos por uma louca paixão pelo esporte, fazendo dele um forte elo de integração e inspiração. Por outro lado, o esporte também é um negócio sério.

Nossa paixão pelo esporte – e pela competição –sempre fez parte do DNA humano. Uma coisa que mudou, no entanto, é o modo como vivenciamos essa paixão. Durante o último século, avanços tecnológicos têm revolucionado o esporte e, como resultado, essa indústria se tornou global e está avaliada em US$ 100 bilhões. Hiperconectividade, computação em nuvem, dispositivos inteligentes e segurança cibernética são algumas megatendências que estão impulsionando a transformação digital nos esportes.

Embora ainda em estágios iniciais, uma nova era nos esportes já está em curso: a era do Big Data. Há quinze anos, o uso de análises no esporte era estranho e controverso. Muitos olheiros, treinadores e jornalistas esportivos acreditavam apenas no que viam com seus olhos. Eles não valorizam o uso de computadores nem de dados – até que as equipes que usavam dados começaram a vencer e inovar. Isso mudou o jogo para sempre. Organizações esportivas em todo o mundo estão investindo para mudar o jogo com tecnologias modernas, incluindo dispositivos para vestir (wearables) e tags RFID que rastreiam os movimentos a fim de melhorar o desempenho dos jogadores e reduzir lesões, e instalando tecnologias baseadas em câmera para capturar estatísticas em tempo real.

Temos um exemplo bem próximo de como a inovação pode impactar positivamente o esporte. A equipe alemã de vela se preparou para os Jogos Olímpicos de 2016, no Brasil com tecnologia de ponta. Veja um vídeo.

Hoje, com a capacidade tecnológica existente para processar grandes volumes de dados brutos, o esporte profissional está mudando em todos os níveis – dos camarotes, campos, e quadras até torcedores em casa.

Ainda que a tecnologia possa parecer complexa, a transformação nos esportes já está ocorrendo de três maneiras simples: tornando o jogo mais competitivo para os jogadores, mais divertido e atraente para os torcedores e mais rentável para os clubes e organizações. É um cenário em que todos ganham uma vantagem competitiva.

Mais performance, menos lesão

Com a ajuda da tecnologia, ligas e equipes esportivas são capazes de analisar grandes quantidades de dados e transformá-las em informações inteligentes, permitindo que os jogadores treinem melhor, de forma mais inteligente que seus adversários, e evitem lesões. Isso permite que os treinadores façam uma gestão holística e engaje suas equipes de modo mais eficiente.

Pense nisso. Em apenas 10 minutos de treinamento, 10 jogadores treinando com três bolas podem gerar 7 milhões de novos pontos de dados. E uma hora e meia de partida de tênis entre dois jogadores gera uma média de 60 mil a 70 mil registros. Com o poder da tecnologia de processamento e análise de informações, por exemplo, todos os dados podem ser processados e analisados até 1.000 vezes mais rápido do que as plataformas tradicionais, ou seja, podemos encontrar padrões nos dados em um piscar de olhos. Essas são as perspectivas que nenhum treinador, jogador ou clube, com toda sua experiência, poderiam ter normalmente.

As equipes agora podem explorar os grandes volumes de dados vindos de sensores, vídeos e plataformas sociais e reunir todos os sinais de grandes conjuntos de dados de históricos, permitindo fazer previsão e recomendações perfeitas para a forma física e o desempenho dos jogadores. Eles poderão agir imediatamente e tomar decisões informadas em tempo real.

Torcedor no centro das ações

Torcedores são pessoas apaixonadas. Hoje, eles não só estão usando a camisa de seus times, como também estão compartilhando suas paixões com milhões de pessoas nas mídias sociais – até 2020, mais de 2,55 bilhões de pessoas estarão nas mídias sociais. Os torcedores de hoje esperam mais em troca de sua torcida. Eles querem ser capazes de assistir a todos os jogos, estejam onde estiverem, em qualquer dispositivo. Eles querem ver placares, estatísticas personalizadas e notícias atualizadas constantemente. Eles também querem se relacionar com seus jogadores favoritos e saber as notícias em primeira mão.

Em vez de acompanhar passivamente os esportes em casa, eles querem esportes que também se envolvam com eles. E, na nova economia digital com 50 bilhões dispositivos capazes de se conectar à Internet e na qual os limites entre os mundo físico e virtual são cada vez mais tênues, os torcedores esperam contar com experiências digitais inteiramente novas que os aproximem da ação.

Com o poder da tecnologia, os torcedores passaram a serem no centro das ações e a tecnologia está redefinindo a experiência digital para eles. Assista aqui a um vídeo que mostra como o time alemão de hóquei, Adler Mannheim, transformou a experiência de consumo aos seus fãs. Isso sim é inovação.

Administração simplificada

Por fim, com a capacidade de armazenagem e processamento de grandes volumes de dados, os clubes podem integrar todos os aspectos de suas operações, tudo em um mesmo lugar: venda de ingressos e de merchandising; avaliação de jogadores e gestão de salários; recursos humanos e contabilidade; mídias sociais e marketing. A tecnologia também permite que os times identifiquem e compreendam suas bases globais de torcedores para gerar mais oportunidades de receita e valor para a marca.

Enfim, a transformação e a inovação nos esportes, independente da modalidade, já são realidades e estão à disposição para tornar a experiência dos torcedores mais interativas e agradáveis, os clubes e ligas têm um leque de opções para se diferenciarem e se tornarem mais atrativos aos fãs.

Cristina Palmaka é presidente da SAP Brasil

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Segurança cibernética em redes elétricas inteligentes é tema de webinar do CPqD

O risco de ataques cibernéticos às redes elétricas inteligentes será o tema do webinar que o CPqD vai realizar no dia 24 de agosto, a partir das 14 horas. Com 25 minutos de duração, a apresentação Segurança Cibernética no Setor Elétrico será feita pelo pesquisador Sérgio Ribeiro, que atua na área de Segurança da Informação e Comunicação do CPqD.

“O avanço tecnológico na infraestrutura de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica traz um aumento das vulnerabilidades que podem resultar em ataques cibernéticos bem-sucedidos”, afirma Ribeiro. Em sua apresentação, o pesquisador falará sobre esses riscos e os principais desafios que precisam ser superados. Abordará, também, algumas iniciativas, no Brasil e no exterior, destinadas a tratar o risco de ataques, além de apresentar uma proposta para mitigar o problema.

O webinar Segurança Cibernética no Setor Elétrico faz parte da série do CPqD focada em Cyber Security, que vem abordando as tecnologias disruptivas para combater os criminosos. Os interessados em participar dessa apresentação – que é gratuita e via web – devem fazer sua inscrição pelo endereço http://materiais.cpqd.com.br/webinar-seguranca-cibernetica-setor-eletrico.

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Gartner alerta que assistentes digitais servirão como interface principal para casas conectadas

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, alerta que os consumidores irão aumentar o uso de assistentes pessoais digitais para interagir com serviços de consumo em casas conectadas. Até 2019, pelo menos 25% das residências em economias desenvolvidas adotarão assistentes digitais em smartphones e outros dispositivos como interface principal para utilizar esses serviços nas casas conectadas.

“Em um futuro não muito distante, os usuários não terão mais que lidar com diversos aplicativos. Ao invés disso, eles poderão literalmente falar com seus assistentes pessoais digitais, como a Siri da Apple, a Alexa da Amazon ou o assistente do Google. Alguns desses assistentes pessoais têm base na Nuvem e já começaram a alavancar a tecnologia das máquinas inteligentes”, afirma Mark O’Neill, Diretor de Pesquisas do Gartner.

Os assistentes pessoais digitais mostram o potencial de satisfazer os desejos e as necessidades ao oferecerem experiências que conectam serviços, configuram dispositivos e até mesmo encomendam e entregam produtos. Informações personalizadas e sensíveis ao contexto também podem ser apresentadas conforme forem desejadas ou necessárias. Como exemplos estão sugestões de restaurantes próximos para reuniões ou configurações recomendáveis de temperatura para otimizar o consumo de energia e o conforto em casa.

“Os consumidores não querem lidar com aplicativos separados para cada tipo de dispositivo conectado em sua casa. Ao invés de aplicativos individuais, são as interações entre os dispositivos, bem como os prestadores de serviços e as fontes externas de dados, que são mais interessantes para os clientes. Essas interações permitem a criação, a detecção e a resposta aos ‘momentos de negócios’ que o Gartner define como oportunidades passageiras e que são exploradas de maneira dinâmica com o uso da tecnologia digital”, afirma O’Neill.

Conforme caminhamos em direção a um mundo pós-aplicativos, em que os dispositivos e serviços de múltiplas fontes podem ser combinados para acesso por meio dos assistentes pessoais digitais, as interfaces de programação de aplicativos (APIs) são a chave para essa integração. À medida que mais provedores e dispositivos são disponibilizados, diferentes ecossistemas serão criados em torno de cada grande prestador de tecnologia enquanto recrutam aliados, formam parcerias e atraem desenvolvedores na busca de serem líderes em lares conectados. Essa mudança permitirá que cada empresa utilize as casas conectadas como um novo canal de negócios para seus serviços. Companhias de seguros podem, por exemplo, oferecer orientações em relação ao clima e informações de termostato, enquanto os bancos poderão usar interfaces de voz para ajudar os clientes a gerenciarem suas finanças e pagarem suas contas.

“As APIs são a chave para a interoperação com novas interfaces digitais, e um programa de API bem gerenciado é fator crucial para o sucesso de empresas que se interessam em alcançar clientes em suas casas conectadas. Nas novas casas programáveis, a melhor opção não é mais gastar tempo e dinheiro no desenvolvimento de aplicativos individuais. Ao invés disso, é melhor desviar recursos para as APIs, que são a forma de abraçar o mundo pós-aplicativos”, completa O’Neill.

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ABES apoia o 14º CertForum – Fórum de Certificação Digital

A Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES) apoiará o 14º CertForum – Fórum de Certificação Digital que acontece nos dias 23, 24 e 25 de agosto, em Brasília (DF), e no dia 5 de outubro, em Porto Alegre (RS). O mais tradicional dos eventos realizados no país sobre a certificação digital ICP-Brasil reunirá interessados e especialistas no assunto para uma troca de experiências por meio de painéis e debates.

Além disso, no dia 24 de agosto, serão celebrados os 15 anos do marco legal da certificação digital no Brasil: quando a Medida Provisória 2-200-2 – que permite uma maneira de garantir a autenticidade, integridade e a validade jurídica de documentos em formato eletrônico – foi sancionada. No mesmo dia, serão iniciadas no evento as primeiras palestras sobre esta tecnologia, demonstrando o que foi desenvolvido, os números dessa infraestrutura e em quais setores da sociedade o certificado está presente.

Paulo Milliet Roque, vice-presidente da ABES, comenta que a entidade apoia iniciativas que tragam a expansão do conhecimento sobre o uso da tecnologia e ajudam a aprimorar este serviço no país. “Trata-se do maior caso de sucesso no mundo sobre o uso de certificação digital, a identidade digital do cidadão, uma bem sucedida e silenciosa parceria público privada, com mais de 3 milhões de certificados digitais emitidos só em 2015 e centenas de aplicações que utilizam certificados digitais, inclusive as principais aplicações governamentais. Buscar aliados na legalização e desburocratização de ferramentas que utilizamos hoje, como a Nota Fiscal Eletrônica, Receita Federal, FGTS, Processo Judicial Eletrônico, DETRAN, entre outros, são essenciais para qualquer empresa, órgão público ou população no geral”, completa o executivo.

Mais informações sobre o evento: http://certforum.iti.gov.br/

Serviço – 14º CertForum

Etapa Brasília
Data: 23, 24 e 25 de agosto
Local: Centro de Eventos da CNTC – SGAS 902 Sul – Bloco C – Brasília – DF

Etapa Porto Alegre
Dias: 05 de outubro
Local: Teatro CIEE (Rua Dom Pedro II, 861 – Higienópolis – Porto Alegre – RS)

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48% das empresas estão muito expostas ao risco de corrupção, afirma estudo da ICTS Protiviti

A promulgação da Lei Anticorrupção do Brasil (Lei Empresa Limpa 12.846/13) atendeu aos anseios da população e fortaleceu o combate à cultura da impunidade. Com sanções administrativas severas, que podem ser aplicadas a companhias de todos os portes, as empresas deveriam incluir em sua agenda a criação de medidas para prevenir e combater a corrupção e as fraudes. Contudo, este cenário ainda não alcançou os níveis adequados de debate dentro da maioria das organizações, de acordo com a ICTS Protiviti, consultoria especializada em auditoria interna, serviços em gestão de riscos e compliance, que realizou uma análise do nível de maturidade de compliance de empresas brasileiras.

Com uma amostra de 642 companhias, o levantamento aponta que 48% das empresas analisadas estão em situação de extrema exposição a riscos de corrupção e apenas 3% adotam um bom conjunto de ações de um programa de compliance. Os números apresentam uma situação alarmante por parte das companhias quanto às atuais medidas tomadas para sanar os riscos associados à corrupção, condutas antiéticas, fraudes e outras falhas de conformidade.

De acordo com Jefferson Kiyohara, líder da Prática de Riscos & Compliance da ICTS Protiviti, as empresas precisam aumentar a conscientização sobre a importância de implantar um programa efetivo de compliance. “Mesmo com a ampla divulgação sobre o tema em função das investigações, acordos e sanções impulsionados pelas operações da Polícia Federal, como Lava Jato e Zelotes, muitas companhias ainda não entraram na rota correta para proteger o seu negócio, a sua reputação e os seus profissionais, e inclusive há aquelas que pagarão para ver até onde conseguirão chegar sem adotar as medidas anticorrupção necessárias. Os benefícios de um programa efetivo de compliance vão além do mero atendimento de um requisito legal: há o reforço da cultura organizacional, redução de custos com fraudes e sanções, assim como a atração e retenção de talentos, entre outros”.

Programas de compliance inexistentes ou incipientes expõem a riscos como o fechamento da empresa, perda de clientes, restrição de acesso a crédito, danos reputacionais junto a fornecedores e clientes, gastos com multas, punições e com advogados de defesa, sem contar os prejuízos financeiros alavancados pelas fraudes, que são responsáveis por uma perda média de 5% do faturamento das empresas, conforme levantamento da Association of Certified Fraud Examiners (ACFE).

Segundo a consultoria, na análise deste ano houve um aumento pelo interesse no tema compliance, principalmente entre empresas de até 99 colaboradores. Se comparada à versão realizada em 2015, esta nova amostra foi ampliada em 38% no número de empresas participantes. Dessas, 56% são companhias de até 99 profissionais, 21% contemplam de 100 a 499 funcionários e 23% estão acima de 500.

Outra informação preocupante apresentada na análise relata que 71% das empresas ainda não mapearam seus riscos de exposição à corrupção e 68% não adotam processos de análise de terceiros (Due Dilligence). Para o especialista, tais dados demonstram que há ainda um caminho a ser percorrido. “Na atual conjuntura, os orçamentos estão limitados. O mapeamento de riscos permite identificar o que é crítico e definir um plano de ação priorizado, otimizando o uso dos recursos da empresa. E mesmo assim não tem sido feito”. Analisando os riscos de terceiros, Kiyohara afirma: “Se o pagamento de propina for feito por um fornecedor, em benefício da empresa, ambos podem ser penalizados. E mesmo assim, há empresas que não se preocupam em realizar uma pesquisa reputacional do seu fornecedor”

A situação também é grave entre empresas que mantêm relações comerciais com entes públicos. Do total de companhias analisadas, 70% atendem o setor governamental. Dessas, 67% ainda não mapearam seus riscos de exposição à nova lei e o mesmo número não possui mecanismos de avaliação de terceiros (Due Dilligence). Os dados apontam uma inadequação, mesmo em processos críticos. “É fundamental conhecer quais são os agentes públicos com quem a empresa interage, quem faz esta interação e como ela é feita” reforça Kiyohara.

Em relação aos elementos de compliance mais presentes na análise, 61% afirmam possuir Código de Ética e Conduta, enquanto 62% disponibilizam um canal de denúncia que permite a apuração de registros anônimos de desvios e violações do Código. A dúvida, nesses casos, é qualitativa, ou seja, se as empresas estão de fato alinhadas com as melhores práticas. Por exemplo, o canal é, de fato, independente? O código é de conhecimento de todos e praticado no dia a dia?

As informações analisadas pela ICTS Protiviti têm origem em dados registrados em seu portal (www.portaldecompliance.com.br) que oferece para todas as organizações que desejarem a possibilidade de avaliar gratuitamente seu nível de compliance e aderências às melhores práticas de um programa de integridade. Todas as empresas interessadas em avaliar sua situação em relação à exposição a riscos e seu grau de maturidade em compliance podem acessar o website www.portaldecompliance.com.br.

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Revolução digital no agronegócio – Por Ricardo Fachin

Ao simplificar os processos, as organizações conseguem agilidade para os negócios e passam a ser mais competitivas no mercado. As soluções tecnológicas e comércio eletrônico, conquistam as companhias de agronegócio que projetam um desempenho positivo para 2016.

O setor prevê um crescimento entre 1,5% e 2,2%. Segundo a CNA, neste ano, o Valor Bruto da Produção (VBP) da agropecuária chegará a R$ 529,9 bilhões. Vale lembrar que, em 2015, o agronegócio representou 23% do PIB nacional, 35% da força de trabalho do país e 40% das exportações brasileiras.

No caso do Paraná, estado que se destaca no setor agrícola com 220 cooperativas filiadas à Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar), o faturamento em 2015 foi de R$ 60,4 bilhões. Esse valor ganha ainda mais destaque se comparado ao PIB brasileiro, que no ano passado teve uma retração de 3,8%.

Mas, mesmo com os avanços do segmento, ainda há muitos gargalos e deficiências a serem supridos. É aí que a tecnologia pode auxiliar as cooperativas, agroindústrias e quem trabalha no campo.

Hoje, ter o controle operacional do negócio passou a ser o desejo de toda organização. Desejo que se torna realidade por meio da tecnologia. Uma das soluções desenvolvidas pela marca alemã SAP, o S/4 HANA traz simplificação para os processos e possibilita a uso real de Big Data (grandes volumes de dados).

Se, hoje, uma simulação de planejamento de produção pode durar horas para ser realizada, com o SAP S/4 HANA são segundos, ou seja, o software permite o replanejamento de toda a empresa: logística, produção, vendas e finanças, a fim de atender as demandas estratégicas das cooperativas. Vale destacar que, se a logística não for bem gerenciada, há riscos de perder contratos e, até mesmo, a própria produção.

Outro desafio para as cooperativas e agroindústrias é a diversidade de negócios – tudo precisa estar integrado e a informação gerencial consolidada. Nas plataformas tradicionais não é possível fazer a integração em tempo real – muitas vezes, o profissional da área tem que olhar em vários sistemas diferentes para obter os dados desejados – e quando o faz são com informações dos dias anteriores, dessa maneira não consegue a mesma qualidade de informação oferecida pela SAP.

Ajustar a gestão contábil, fiscal e financeira das operações é mais uma questão a ser solucionada pelas cooperativas. O Simple Finance e a plataforma fiscal da SAP (TDF) ajudam nesta tarefa. Tornam o trabalho dos usuários e gestores mais intuitivo e produtivo, usam informações em tempo real para reduzir riscos e diminuir a exposição fiscal das empresas.

Outra “grande solução” para as cooperativas

Além do S/4HANA, as organizações contam com o software de Gestão de Contratos Agrícola (Agricultural Contract Management – ACM) da SAP. A solução gerencia as atividades relacionadas aos contratos e oportunidades do negócio agrícola, ao promover a gestão eficaz de contratos.

No caso das cooperativas, por exemplo, se percebe que as soluções atuais, são de difícil atualização e baixo nível de integração, expondo as empresas a riscos e dificultando o cálculo do resultado real de uma operação. Nesse caso, o ACM da SAP é uma boa opção, agrupa os contratos de compra com os de venda, gerencia o volume de compra, vendas, variações dos preços e o resultado.

Em resumo, por meio deste software– que atende organizações de todos os tamanhos – é possível ter controle das relações na cadeia de suprimento de matéria-prima, produção e vendas, a começar pela identificação de fornecedores de grãos; gerenciamento de volume de produção; preço e qualidade; controle de prazos de entrega e acompanhamento da liquidação final do contrato.

As soluções da SAP vieram para suprir as demandas por eficiência, qualidade de produção, redução de custos, desperdícios e competitividade.

Ricardo Fachin – Diretor Corporativo da FH

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Stefanini Capital Market desenvolve solução inovadora para participantes do Mercado de Bolsa

Batizada de BankPro-BTC, solução oferece controle, gerenciamento e monitoramento da troca de mensagens com a BM&FBOVESPA e recursos para negociação dos contratos de aluguel, garantindo excelente performance para até 10 mil transações por dia

A Stefanini Capital Market, joint venture entre a Stefanini e a Tema Sistemas, presente no mercado financeiro há 31 anos, lança uma solução inovadora para corretoras, agentes de custódia e participantes de liquidação, batizada de BankPro-BTC.

O BankPro-BTC é uma solução que possibilita o recebimento, validação, interpretação, envio de mensagens, monitoramento da conectividade com a BM&FBOVESPA e oferece recursos para facilitar a negociação, renovação e liquidação dos contratos de aluguel pela área responsável. “Estamos apostando em uma solução robusta, flexível e escalonável, que atende prontamente às necessidades do setor financeiro, proporcionando aos nossos clientes o atendimento personalizado em três frentes de extrema importância no segmento da bolsa: Liquidante, Custodiante e agora, as Corretoras”, afirma Alexandre Cota, diretor de negócios da Stefanini Capital Market.

A solução possui diferenciais competitivos que se destacam nos quesitos relacionados à tecnologia, capacidade de processamento e performance, configurações, gerenciamento de mensagens e monitoramento de conectividade, além de gerar praticidade operacional no momento da negociação, seja na mesa ou no backoffice. “O BankPro-BTC mostra como a Stefanini Capital Market está preparada para compreender as necessidades do mercado e apresentar ferramentas inovadoras, que conseguem tratar até 10 mil transações por dia – 10 vezes mais que outras ferramentas disponíveis no mercado”, destaca Cota.

O BankPro BTC está em conformidade com o *IPN- fase 2, e se caracteriza por ser uma solução abrangente adequada para atender as necessidades de instituições que atuem como PL, PNP ou agente de custódia. Além disso, apresenta alto grau de automação, eliminando ao máximo a intervenção manual nos processos rotineiros. “Nossa expectativa é atingir 40% das corretoras em seis meses.”, diz Wander Cunha, diretor da Business Consulting da Stefanini.
De olho no mercado financeiro

A Stefanini Capital Market está oferecendo também uma suíte de soluções especificas para o setor financeiro como: BankPro – Renda Fixa e BankPro – Renda Variável, que são produtos desenvolvidos por especialistas nestes mercados.

BankPro – Renda Fixa

Permite à instituição controlar e gerenciar as operações no Open Market e o seu respectivo fluxo de envio e recebimento de mensagens ao Sistema de Pagamentos Brasileiro – SPB. Possibilita também o gerenciamento das liquidações financeiras por clearing – Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic), Câmara de Custódia e Liquidação (Cetip), BMA, Central Depositária de Ativos BM&F/Bovespa (ex-CBLC), Tesouro Direto, apuração dos resultados diários conforme determinações do Plano Contábil das Instituições Financeiras (Cosif) e a geração de arquivos e relatórios com as informações apuradas.

BankPro – Renda Variável

Controla as operações nos segmentos de ações e derivativos para os mercados futuro, opção e termo, validando todos os cálculos efetuados pela BM&FBOVESPA, gerando todos os subsídios necessários para liquidação e para o gerenciamento das posições e garantias dos clientes. Apurar os resultados das operações e contabilizar os eventos automaticamente.

BankPro – Custódia

É uma suíte integrada de softwares voltada para a custódia de títulos, valores mobiliários e derivativos das instituições financeiras.

Tem por objetivo eliminar completamente a necessidade de operacional redundante, otimizando os processos internos de controle e possibilitando ganhos de escala operacional.

Informações adicionais:

*IPN: Integração da Pós-Negociação é uma iniciativa da BM&FBOVESPA para a criação da câmara de compensação integrada, que consolidará as atividades das quatro “clearings” hoje existentes: ações e renda fixa privada, derivativos, câmbio e ativos.

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Vendas boas, mas o caixa está negativo. E agora?

Por Edélcio Fonseca, especialista em finanças e M&A e diretor executivo da 360 Varejo

O varejista sempre se preocupa com a venda, pois afinal depende dela um bom giro dos negócios. Mas quando as vendas vão bem e o caixa continua negativo, é motivo de parar e analisar bem o que tem sido feito e identificar onde está o erro que compromete o desempenho da sua empresa. Primeiro, não se espante achando que esse tipo de problema é exclusivo de sua empresa. Fique certo de que não é. Na verdade esse problema é muito comum. Porém, deve ser tratado com muita profundidade nas análises para ter um diagnóstico preciso, pois diversos fatores podem influenciar.

Vamos começar analisando o que pode estar consumindo seus recursos de caixa, o que equivale dizer que, nesses casos, sempre é um conjunto de fatores que invadem a reserva de caixa da empresa. Vamos citar alguns para que possa analisar e verificar se eles possuem um impacto negativo em seus negócios:

1. Capital de giro insuficiente para suportar o negócio

2. Custo financeiro inadequado (empréstimos, tarifas e taxas):
– Taxas alta de juros
– Tarifas abusivas
– Multas e juros no atraso de pagamento
– Desalinhamento de vencimentos (concentração de pagamento em um só período)

3. Relatórios financeiros e fluxo de caixa não expressam a realidade:

– Desalinhamento de gastos na linha do tempo
– Desequilíbrio nos prazos de recebimento X pagamento
Índice de inadimplência elevado
– Conflitos entre as visões de “caixa” X “competência”

4. Falta de um planejamento financeiro envolvendo as áreas de compras e vendas:

– Compras de mercadorias sem planejamento, não considerando o giro de estoque, liquidação/descontos e prazo de pagamento
– Compras feitas sem consultar o financeiro, faltando verificar a capacidade de pagamento e a programação
– “Apostar” que o produto vai ter um giro muito bom e pouca mercadoria vai ficar no estoque
– Desalinhamento de gastos na linha do tempo

5. Despesas fixas não condizentes com a capacidade de geração de caixa:

– Pró-labore dos sócios acima da realidade financeira do negócio.
– Mistura de Gastos pessoais com os da empresa
– Folha de pagamento e encargos “altos”
– Quadro de funcionários superestimado
– Custo de ocupação alto em relação à receita (aluguel, luz, água, IPTU e condomínio)

São diversos fatores que podem prejudicar e atacar o caixa de uma empresa. Para se evitar tudo isso, é fundamental ter um controle mínimo de todos os gastos, coisa que um simples DRE (Demonstrativo de Resultado) já ajuda muito. Isso pode ser feito até mesmo em uma planilha de Excel. Tendo isso tudo controlado fica fácil identificar os vilões do caixa. Basta fazer uma simples curva ABC das despesas e elas irão aparecer.

Mas se, mesmo assim, não conseguir se organizar para mudar o cenário negativo, busque uma consultoria que faça um “raio x” do negócio e possa oferecer uma visão externa e realista quanto às ações necessárias para estabelecer uma recuperação favorável. Buscar ajuda terceirizada pode ser a maneira mais fácil de detectar e eliminar falhas, que muitas vezes podem não ser tão evidentes no dia a dia comercial.

Artigo de:

Edélcio Fonseca, especialista em finanças e M&A e diretor executivo da 360 Varejo (http://www.360varejo.com.br)

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Great Place to Work lança plataforma digital de serviços e informação

A expertise de mais de 20 anos de Great Place to Work na condução de pesquisas e consultorias para identificar as melhores e mais eficazes práticas de gestão agora chega ao ambiente digital. GPTW Connect é novo produto da consultoria: uma plataforma online de transformação do trabalho que aproxima empresas e pessoas de seus propósitos.

A novidade estará online a partir do dia 16/8 no endereço: http://www.gptw.com.br//pesquisa-e-benchmark/gptw-connect.htm

A plataforma pode ser acessada por qualquer empresa e neste primeiro momento, empresas de até 100 colaboradores, contarão com serviços específicos. A solução traz serviços e funcionalidades como pesquisa de clima, participação nos rankings GPTW de forma mais ágil e intuitiva, benchmark de práticas e cases de gestão das melhores empresas para trabalhar no Brasil.

Estruturada em três modalidades de assinatura, GPTW Connect oferece desde as informações sobre as práticas e cultura profissional das empresas que compõem o ranking GPTW à possibilidade mais complexas como a aplicação de pesquisas de clima e até prioridade na participação dos eventos GPTW. Os valores de assinatura começam em R$ 675 mensais.

Aspiração: ingressar no ranking GPTW

Para Ruy Shiozawa, presidente do GPTW, a nova plataforma é ideal para auxiliar empresas que desejam se tornar melhores empresas para trabalhar, mas sentem que é necessário superar alguns “gaps” no processo. “Se tornar uma empresa melhor para trabalhar é um recurso valioso e que contribui diretamente para os resultados da organização”, afirma.

A primeira versão da plataforma foi lançada ontem, juntamente com o resultado da pesquisa anual que aponta as melhores empresas para trabalhar no levantamento GPTW.

Sobre GPTW Connect

GPTW Connect é uma plataforma online de transformação do trabalho que aproxima empresas e pessoas de seus propósitos através de gestão e conhecimento.
Visite: http://www.gptw.com.br//pesquisa-e-benchmark/gptw-connect.htm

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GFT registra aumento de 23% na receita no segundo trimestre de 2016

A GFT Technologies SE, companhia de Tecnologia da Informação referência em Digital para o setor financeiro, deu continuidade ao seu sólido crescimento no segundo trimestre. Esta tendência foi impulsionada sobretudo pela grande procura por soluções e projetos de Transformação Digital da indústria de serviços financeiros. Além disso, tal dinamismo de crescimento também é resultado de uma alta demanda por soluções digitais para atender as demandas regulatórias do setor.

Desenvolvimento dos negócios no segundo trimestre de 2016

A receita consolidada aumentou 23%, passando de 90,24 milhões de euros no segundo trimestre de 2015 para 110,64 milhões de euros no mesmo período de 2016. Ajustado à contribuição das receitas das empresas adquiridas: a Adesis Netlife S.L. em julho de 2015 e a Habber Tec Brasil em abril de 2016, o crescimento orgânico da GFT no segundo trimestre foi de 17%.

No segundo trimestre de 2016, os lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização (EBITDA) sofreram um aumento em 12% por causa de mudanças cambiais, passando de 10,19 milhões de euros no segundo trimestre de 2015 a 11,39 milhões de euros no mesmo período de 2016. Já os lucros antes de impostos (EBT) atingiram a ordem de 7,56 milhões de euros, ou seja, ligeiramente superiores ao do ano anterior, que registrou 7,35 milhões de euros. O lucro por ação chegou a 0,25 euros no segundo trimestre. No mesmo período do ano anterior o valor foi de 0,16.

Evolução das receitas e lucros no primeiro semestre de 2016

No primeiro semestre de 2016, a GFT elevou sua receita em 16% em relação ao primeiro semestre de 2015, passando de 178,76 milhões a 208,03 milhões de euros. Ajustado às contribuições de receitas das empresas Adesis e Habber Tec Brasil, adquiridas em 2015 e 2016, respectivamente, a GFT obteve um crescimento orgânico de 12% no primeiro semestre. O EBITDA, afetado pela taxa de câmbio num total de -2,43 milhões de euros durante os primeiros seis meses de 2016, teve um aumento de 9%, totalizando 21,54 milhões de euros. No primeiro semestre de 2015 foi de 19,80 milhões de euros. O EBT, lucro antes de impostos, de 14,60 milhões de euros foram ligeiramente superiores aos valores apresentados no ano anterior, que alcançou 14,23 milhões de euros. No primeiro semestre, o lucro por ação aumentou de 0,34 em 2015 para 0,46 milhões de euros em 2016.

Desenvolvimento por segmento no primeiro semestre de 2016

No primeiro semestre de 2016, o segmento Américas e Reino Unido registrou um crescimento de 7% em sua receita, passando de 103,80 milhões (2015) a 110,84 milhões de euros. Devido às mudanças cambiais negativas, o lucro do segmento caiu de 6,53 milhões de euros para 4,45 milhões de euros. O segmento Europa Continental alcançou um crescimento de receita de 29%, fechando em 74,96 milhões no primeiro semestre de 2015 e atingindo 96,71 milhões de euros atualmente. O resultado do segmento melhorou em 7%, de 10,06 milhões a 9,40 milhões de euros (2015).

Número de colaboradores cresce para cerca de 4.500

Até 31 de junho de 2016, o quadro de funcionários em tempo integral da GFT contava com 4.493 colaboradores, representando um crescimento de 31% em relação ao mesmo período do ano passado, no qual o número de colaboradores era de 3.421. Tal aumento se deve principalmente pela aquisição da Adesis, que somou 277 colaboradores na Espanha e no México, e da Habber Tec Brasil, que adicionou 102 colaboradores no Brasil, bem como pela contratação de novos funcionários, sobretudo em centros de desenvolvimento na Espanha, Polônia, Costa Rica e no Brasil.

Outlook para 2016

No final do primeiro semestre, a GFT ajustou suas projeções para o exercício de 2016. Devido ao desenvolvimento positivo apresentado, especialmente no que tange a soluções relacionadas à transformação digital, a previsão foi elevada em 10 milhões, totalizando 420 milhões de euros. Antes se projetava atingir 410 milhões de euros. Em termos de receitas, a GFT espera que o crescimento seja ligeiramente mais lento do que o previsto inicialmente. As causas dessa desaceleração se devem principalmente à desvalorização da libra esterlina com a decisão do referendo do Brexit. A empresa agora espera atingir um EBITDA de 46,5 milhões de euros e um EBT na ordem dos 33 milhões de euros. A previsão anterior era de 48,5 e 35 milhões de euros, respectivamente.

“Apesar dos desafios resultantes da saída do Reino Unido da União Europeia, o Brexit, a GFT obteve um crescimento dinâmico no primeiro semestre do ano. Além disso, na segunda metade do ano, esperamos um crescimento advindo da resiliente transformação digital de processos de negócios na indústria de serviços financeiros. Além disso, os bancos terão de fazer novos investimentos em projetos de TI para implementar e se adequar às reformas e demandas regulatórias”, afirma Ulrich Dietz, CEO da GFT.

“O posicionamento da empresa como referência em Digital para o segmento financeiro tem alavancado projetos de Mobilidade, Analytics, BPM, BackOffice Digital, abertura de conta corrente e contratação de produtos financeiros 110% digitais, bem como outros projetos de Transformação Digital, que fomentaram o aumento da nossa receita em 107%, comparado ao mesmo período do ano passado”, explica o managing director Latam da GFT, Marcos Santos, acrescentando que para atender a demanda, somaram-se novos profissionais à operação brasileira nos últimos meses, totalizando 676 colaboradores até 30 de junho de 2016.

Dados financeiros detalhados estão disponíveis na seção Investor Relations do site da GFT: www.gft.com/int/en/index/company/investor-relations/

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Lumosity, companhia de games para o cérebro, atinge 2 milhões de usuários no Brasil

A americana Lumosity, líder mundial em treinamento cerebral, atingiu uma importante marca: dois milhões de usuários no Brasil. A companhia tem mais de 70 milhões de usuários ao redor do mundo e oferece seu programa de treino cerebral em sete idiomas. O Brasil passou a ser o principal mercado de língua não inglesa da empresa, que tem usuários em mais de 180 países, incluindo Alemanha, Espanha, Argentina, Chile, França, Coreia e Japão.

Um passo importante dado pela Lumosity com o objetivo de alcançar mais usuários no Brasil aconteceu em 2015, quando a companhia lançou seus aplicativos para iOs e Android em português e criou um time voltado para o suporte aos usuários no idioma. Hoje, brasileiros têm acesso a mais de 25 jogos cerebrais, ferramentas de acompanhamento e conteúdo científico no idioma, disponíveis para iPhone, iPad, Android e na internet.

“Estamos focados em fornecer a melhor experiência de treinamento do cérebro para os nossos usuários e o aplicativo em português foi um passo importante em nossa estratégia de crescimento no Brasil”, diz Steve Berkowitz, CEO da Lumosity. “É o mesmo programa premiado de treinamento do cérebro que nós desenvolvemos em inglês, porém adaptado para os brasileiros.”

Fundos que já realizaram investimentos em empresas como Uber e AirBnb estão entre as companhias que aportaram cerca de US$ 70 milhões na Lumosity. Os aplicativos da Lumosity ganharam vários prêmios, incluindo o Webby Awards, em 2015. O app para iPhone chegou a ser o Nº 1 em educação em mais de 72 países e o app para iPad atingiu também o 1º lugar em educação em mais de 111 países.

Lumosity desafia o cérebro

A Lumosity traduz tarefas clássicas neurofisiológicas e cognitivas em mais de 25 jogos que desafiam memória, atenção, resolução de problemas, flexibilidade e velocidade. O IPL, índice de performance da Lumosity, analisa o desempenho do usuário nos jogos e compara seus resultados com os de outros jogadores ao redor do mundo, na mesma faixa de idade. Os assinantes da Lumosity podem também ver uma análise detalhada de seu desempenho nos jogos e nas áreas cognitivas desafiadas, para ter uma melhor ideia de suas fragilidades e pontos fortes.

Embora o tema “treinamento cerebral” ainda não seja tão conhecido em outros países, como é nos Estados Unidos, os brasileiros estão cada vez mais interessados em desafiar suas habilidades cognitivas, fazendo uso de programas de treinamento como o da Lumosity. Um breve levantamento feito pela companhia sobre a familiaridade dos brasileiros com sua marca mostrou que mais de 50 % dos participantes sabiam ou já tinham experimentado a Lumosity.

“Os brasileiros são curiosos e abertos a experimentar produtos inovadores, especialmente, aplicativos para celulares e jogos. Acredito que esta é uma das razões para o nosso crescimento no país, em menos de um ano após o lançamento do app em português”, diz Matthew Dickey, diretor de Negócios Internacionais. “O Brasil é uma prioridade para Lumosity e estamos investindo fortemente para conhecer os usuários brasileiros”.

Apenas na América do Sul, mais de 5 milhões de pessoas treinam seus cérebros com a Lumosity. Além do português e do inglês, o aplicativo está disponível em espanhol, francês, alemão e japonês. A Lumosity é um aplicativo gratuito, no entanto oferece assinaturas mensais, anuais, bianuais e vitalícia.

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