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A voz será o sistema operacional do futuro

Por Gabriel Lobitsky, diretor de vendas da Infor

No ano passado, descobri o poder da Inteligência Artificial ao pedir para a Alexa comprar itens básicos para a minha casa e otimizar minha lista de compras. Em Julho desse ano, também percebi o quanto a Inteligência Artificial pode ser benéfica para o ambiente corporativo. Ao ver um profissional recém contratado por uma empresa, que nunca havia usado o ERP, pedir para o sistema gerar um relatório de posição de estoque planejada para o CD da empresa, no Arizona (EUA), para entregar em 10 dias, e achei incrível. A familiarização do usuário com o novo sistema foi imediata, mesmo sem nunca ter usado a solução. Com essa reflexão, quero chamar a sua atenção para um ponto importante na Inteligência Artificial: o poder da voz.

A inteligência artificial começou a ser aplicada aos poucos nas nossas tarefas diárias, e o nosso trabalho não poderia ficar de fora dessa tendência. Na minha vida pessoal e profissional, a IA dá flexibilidade, liberdade, e tempo – um recurso tão precioso, que chega a ser escasso nos dias de hoje. Eu não preciso parar para fazer um pedido de reposição para a minha geladeira. Para falar a verdade, eu não preciso nem sentar, consigo conciliar minha lista de compras a outras atividades importantes do meu dia. E, no lado profissional vejo que o mercado de tecnologia está investindo em levar a IA para o ambiente corporativo, e todo esforço é para fazer a tendência virar realidade e gerar resultados.

Hoje, já há projetos pilotos para usar a IA em atividades administrativas como enviar uma resposta padrão de e-mail, solicitar férias de funcionários, gerar relatórios; e em tarefas mais complexas como gestão de estoque e até de ativos. Uma prova de que a IA chegou em diversos setores é o resultado de uma pesquisa da Vanson Bourne, que afirma que as empresas que não adotarem a Inteligência Artificial nos próximos três anos correm o risco de tornarem-se irrelevantes. No entanto, mesmo estando na era da inovação, muitas empresas ainda não sabem o que a transformação digital pode fazer em termos de economia real.

E o que ela pode fazer é otimizar o tempo por meio do poder da voz. Como no exemplo do novo colaborador que usa a inteligência artificial para monitorar seu estoque e gerar um relatório futuro. A tecnologia pode ajudar empresas a melhorar a eficiência dos seus profissionais e também reduzir custos de recursos humanos, já que o tempo destinado ao treinamento para uso das ferramentas corporativas pode ser bem menor. Além disso, a redução de erros pode ser significativa. Imagine que o usuário que citamos precisa solicitar para o sistema de vendas e planejamento de operações (S&OP) um relatório dos pedidos que não conseguirá atender, e de maneira estratégica, sem deixar de atender clientes-chave. Ao entender a voz de comando do colaborador, o sistema responde, de forma inteligente, as alternativas para atender aos requisitos da empresa. Com isso, os ganhos são enormes, principalmente na satisfação dos clientes.

Hoje, os ERPs mais modernos estão na nuvem e contam outros aspectos tecnológicos que ajudam a melhorar a produtividade, e se somados à Inteligência Artificial, as empresas terão disponíveis mais que um assistente virtual para fornecer conselhos e gerar relatórios – estamos falando de uma ferramenta que ajudará decisores de negócios em ações mais assertivas – evitando a execução manual que depende de filtros e cenários, e que sempre podem estar passíveis a erros e/ou esquecimento de algum parâmetro. Afinal, as máquinas hoje são 100% dependentes do fator humano.

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Cinco passos para ter uma vida digital mais segura

Por Rafael Abdo , gerente de segurança da informação da Locaweb

Ao mesmo tempo em que a navegação na Internet está cada vez mais facilitada e difundida na sociedade, as ameaças e os ataques virtuais não param de crescer. Os cibercriminosos, pessoas que cometem crimes virtuais, parecem estar sempre um passo à frente das autoridades.

Além disso, os usuários não estão fazendo sua parte para terem uma vida digital mais segura: pesquisa da Kaspersky Lab, especialista em antivírus, divulgada em 2017, aponta que 51% das pessoas entrevistadas afirmaram usar métodos inseguros para lembrar senhas, enquanto 22% já revelaram dados confidenciais por acidente. Sendo assim, confira cinco passos para se prevenir da ação dos criminosos na web:

Fortaleça suas senhas: seja do banco, e-mail ou redes sociais, o furto de senhas sempre foi o objetivo principal dos criminosos virtuais. Para não ser mais uma vítima, é preciso ter uma combinação forte que dificulte a ação dos bandidos. O ideal é utilizar a criatividade e fugir de informações óbvias, como datas de aniversários e sequências numéricas simples (como 123456). A recomendação é usar, pelo menos, 16 caracteres no código – além de manter uma senha para cada site. Também é importante incluir entre as boas práticas a troca periódica de senhas e a utilização de cofres de senha como lastpass ou 1password.

Atenção ao tipo de informação compartilhada nas redes sociais: a grande maioria dos usuários disponibiliza em seus perfis dados pessoais que podem facilitar a aplicação de ataques de engenharia social, termo utilizado para descrever situações onde alguém faz uso da persuasão, abusando da ingenuidade e confiança do usuário, para obter informações sigilosas. Recomenda-se diminuir a quantidade de informações compartilhadas, sobretudo check-in/check-out, números de documentos, endereços e telefones. Além disso, é importante limitar sempre a visualização do conteúdo apenas para amigos.

Cuidado com redes públicas: o avanço dos dispositivos móveis fez explodir a rede Wi-Fi. A internet sem fio está praticamente em todo o lugar, inclusive por meio de redes públicas em pontos turísticos e lugares com grande fluxo de pessoas. Porém, elas são mais vulneráveis, o que faz um ataque ser mais propenso. A recomendação é nunca utilizar redes sem fio de terceiros. Caso não tenha outra alternativa, antes de enviar informações pessoais ao usar redes públicas, gratuitas ou compartilhadas, certifique-se de que o ambiente online está protegido com o ícone do cadeado ao lado da barra de navegação. Uma alternativa é utilizar uma rede virtual privada (VPN), garantindo a segurança dos seus dados.

Confira as solicitações de acesso de aplicativos e serviços: aplicativos e serviços gratuitos na Internet utilizam seus dados pessoais para comercializarem publicidade personalizada de acordo com hábitos e comportamentos. Se você deseja limitar isso, é preciso conferir as permissões e os termos de uso antes de realizar o download do app.

Preste atenção nos e-mails: os e-mails ainda são a principal arma dos cibercriminosos para roubar informações e senhas. A tática mais frequente é o phishing, que atrai a atenção do usuário e o estimula a clicar em links e aplicações. Desconfie de mensagens duvidosas que receber, mesmo que o remetente seja uma pessoa de confiança – afinal, elas também podem ter sido vítimas de ataques virtuais.

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Entenda o que é rádio peão e como combater

Você já deve ter escutado o termo rádio peão, se referindo as conversas de corredores que podem ocasionar grandes problemas para as empresas. São as famosas fofocas ou informações não oficiais, que espalham questões sigilosas, ou espalham boatos, prejudicando o clima organizacional. Mas, é possível combater esse problema dentro de uma corporação?

Segundo o especialista em comunicação Reinaldo Passadori, presidente do Instituto Passadori, existe sim forma de atenuar as famosas conversas de corredores: “É quase impossível eliminar a rádio peão, repare que sempre há alguém querendo ser o novidadeiro e passar informações “em primeira mão”. Mas, os caminhos para minimizar os impactos existem, bastando a empresa agir de forma clara, transparente sem tentar ocultar informações dos seus pares e colaboradores, exceto nas situações que exijam sigilo”.

Passadori acrescenta que quanto maior as conversas de corredores, maior a importância da qualidade da comunicação em uma empresa. Se os líderes souberem se comunicar de maneira eficiente, ampliarão as chances de impedir que informações equivocadas sejam disseminadas.

Assim, os problemas gerados pelas dificuldades de comunicação apresentam-se de formas diversas, resultando em problemas no clima organizacional, perda de tempo e produtos, desentendimentos entre os diversos departamentos e falta de ações efetivas para o combate de prejuízos.

A palavra prejuízo é aqui muito bem colocada, podendo ser mensurada por baixa produtividade, boicotes, greves desnecessárias, clientes mal atendidos, baixa qualidade nos produtos ou nos serviços oferecidos e a, consequente, desmotivação dos colaboradores.

“Resta, em uma época conturbada econômica e politicamente, a percepção do quão poderá ser útil implantar, mesmo que de maneira simples, um sistema de comunicação interna que possa, a partir de canais de informações adequados (sites, murais eletrônicos, comunicados, newsletters, encontros com o presidente, entre outros) sanar as questões relacionadas ao fluxo comunicacional”, indica Reinaldo Passadori.

O especialista indica também alguns passos que poderão contribuir para essa implantação:

• diagnóstico da situação atual de comunicação;

• estabelecer objetivos e benefícios gerados por um sistema de comunicação interna;

• envolver todas as pessoas da organização, inclusive o presidente;

• promover esse sistema e fazer sua constante manutenção.

“Parece algo simples e como tudo na vida, depois de resolvidos os problemas, normalmente surge a pergunta: Poxa! Como é que eu não percebi isso antes? Sugiro que você faça uma análise para observar como está o processo de comunicação na sua empresa. Se algo pode ser feito para melhorar o ambiente, as relações e a lucratividade, por que não começar hoje a pensar nesse processo?”, complementa.

Uma organização que se preocupa com esses pontos é mais fadada ao sucesso, principalmente pelo fato de propiciar condições para que as pessoas se relacionem de forma clara e coerente e “tornem comum” suas ideias. Esse é o grande mérito da uma boa comunicação.

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Reserva e Reserva Mini são as primeiras varejistas de moda de grande porte a aceitar o Bitcoin

A partir de hoje a Reserva e a Reserva Mini, marcas de moda masculina e infantil do Grupo Reserva, passam a aceitar bitcoin como forma de pagamento em seus e-commerces: usereserva.com e usereservamini.com. Elas são as primeiras de grande porte no mercado de moda a utilizarem pagamentos com a criptomoeda.

As transações serão administradas pela Mundipagg, gateway de pagamentos que irá fazer a operação das vendas e o armazenamento dos bitcoins. De acordo com Rony Meisler, CEO do Grupo Reserva, a ideia de operar com a moeda digital vai ao encontro do que a marca busca oferecer aos clientes. “Não aceitar o bitcoin é se negar a enxergar o novo e belo lugar para onde o mundo vai. Além disso, a decisão, apesar de pioneira, nos parece quase que óbvia: sempre estivemos a serviço de nossos consumidores e as criptomoedas já são para eles uma realidade.”, conta Meisler.

A compra funcionará da seguinte maneira: quando uma solicitação de pedido em bitcoin for feita pela Reserva para a Mundipagg, automaticamente é realizada a conversão de real para bitcoin, considerando a cotação daquele momento. Este valor é retornado para a Reserva na resposta da criação do pedido, exibindo o valor da compra em bitcoin para o comprador efetuar o pagamento. Tudo isso acontece em milissegundos.

A Reserva é o primeiro e-commerce a receber pagamentos por bitcoins transacionados pela Mundipagg. João Barcellos, CEO da Mundipagg, destaca a importância da parceria para a possibilidade de novos negócios. “A Mundipagg é uma empresa que admira soluções disruptivas e, acima de tudo, acredita que pagamentos devem ser fáceis. A Reserva tem sido um grande parceiro nos últimos dois anos, e quando nos procuraram querendo inovar ao aceitar Bitcoin abraçamos a ideia”, conta Barcellos.

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Igualdade de gênero nas empresas não é uma utopia

Por Paula Paschoal

Os debates sobre a necessidade de estabelecer igualdade de gênero nas empresas são cada vez mais frequentes, reflexo de uma disparidade que em pleno século XXI ainda não foi superada. Segundo o Fórum Econômico Mundial, em um prognóstico assustador, a remuneração de homens e mulheres que ocupam o mesmo cargo só será a mesma em 2095! Particularmente preocupante é o cenário em nosso país, que ocupa uma das piores posições no ranking de igualdade salarial divulgado pelo FEM.

No entanto, é preciso lembrar que esse futuro longínquo já chegou em algumas organizações, e minha trajetória profissional é prova disso. Trabalho no PayPal, líder mundial em pagamentos online, onde o respeito e o incentivo à diversidade fazem parte da cultura organizacional desde sua criação. Atuando no segmento de tecnologia, no qual as acusações de sexismo são recorrentes, a empresa destacou-se pelas excelentes oportunidades de carreira para mulheres.

No PayPal Brasil, o sexo feminino representa 48% da força de trabalho e ocupa mais da metade dos cargos de liderança/diretoria (53%) – segundo o IBGE, a média nacional nesse nível hierárquico é de 37%.

Entrei em 2010, no cargo de diretora de Vendas e Desenvolvimento de Negócios. Em 2015, tornei-me diretora comercial. E neste ano fui promovida à diretora geral da companhia no país, logo depois de voltar da minha segunda licença-maternidade.

Quando fiquei grávida da primeira vez, em 2014, apenas no quarto mês de gestação tive coragem de dar a notícia ao meu chefe. Mas a reação dele não podia ter sido melhor e pude curtir o sonho da maternidade sem medo. Tive certeza que estava numa empresa na qual a valorização da mulher e a importância de equilibrar vida pessoal e profissional eram levadas a sério.

Como líder, também considero a diversidade fundamental, acreditando que são mais fortes as equipes formadas por pessoas de diferentes gêneros, faixas etárias e formações acadêmicas.

Sou apaixonada pelo que faço e procuro estar sempre muito próxima do meu time, trabalhando em parceria e sem perder de vista que estou lidando com pessoas, não meros executores de tarefas. Assim, a fim de fortalecer o engajamento e alcançar os resultados esperados, minha liderança também é orientada pela sensibilidade, pela compreensão das individualidades. Isso pode significar, por exemplo, um horário flexível que permita levar e buscar os filhos na escola. Eu mesma, apesar da função que ocupo, não preciso sacrificar meu tempo com a família ou deixar de jogar tênis no final da tarde.

Mas não é, claro, essa facilidade natural para humanizar o ambiente de trabalho que justifica a presença da mulher. É questão de competência, de meritocracia. E posso garantir que não é utopia.

Paula Paschoal é diretora geral do PayPal Brasil.

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Fintechs fecham parceria para troca de expertise

As fintechs Bcredi e Jeitto acabam de fechar parceria para intercambiar conhecimento e tecnologia. Ambas as empresas atuam com crédito para pessoa física, mas com públicos diferentes, já que a Bcredi oferece crédito com garantia de imóvel de até 1,5 milhões de reais, enquanto a Jeitto disponibiliza um limite de crédito de 150 reais para pagamentos recorrentes e compras. Por isso, o objetivo da parceria é uma sinergia entre os negócios com foco no aprimoramento e crescimento.

“O Conglomerado Financeiro Barigui, grupo do qual a Bcredi faz parte, está apostando nas fintechs. Vimos o grande potencial de mercado da Jeitto, com foco no público com pouco acesso a serviços financeiros, além da sua ampla capacidade de análise de dados e modelagem de risco, expertise que ainda não temos, mas queremos desenvolver. Por isso, estamos investindo na empresa a fim de melhorar cada vez mais nosso desempenho e agilidade na análise e concessão de crédito”, afirma Maria Teresa Fornea, cofundadora da Bcredi.

Para o cofundador da Jeitto, João Lencioni, a parceria é promissora. “Estamos bastante empolgados em contar com uma empresa financeira consolidada como o Conglomerado Barigui e, desta forma, vamos poder juntos capturar sinergias operacionais e desenvolver produtos inovadores”, comenta.

Com o acordo firmado, as fintechs criaram um grupo de trabalho que já está direcionando seus esforços para o intercâmbio entre as empresas. “Nosso intuito é trocar experiências de acordo com o que cada startup tem de melhor, como tecnologia, risco e know-how de mercado. Inicialmente, a Jeitto vai contribuir com a parte de inteligência de dados do nosso negócio, enquanto ajudamos com a experiência do usuário e marketing digital. Os fundadores da Jeitto são empreendedores com anos de experiência no mercado, o que traz confiança para colhermos excelentes frutos dessa parceria”, explica Maria Teresa Fornea.

A Jeitto chegou ao mercado para oferecer conveniência e uma linha de crédito para o público C/D para pagamentos de contas, recarga de celular, recarga de bilhete de transporte e outras compras online via app. Inicialmente, a empresa dedicou-se à pesquisa deste mercado, que acarretou em um vasto know-how, possibilitando o seu desenvolvimento em “Big Data Small Credit” utilizando uma plataforma totalmente mobile. Desta forma, a Jeitto consegue realizar análises do comportamento de cada usuário de formas não tradicionais, com informações alternativas que possibilitam dar crédito às pessoas com acesso limitado a serviços financeiros. Esta inteligência de dados é o que a Bcredi busca desenvolver com a parceria.

Por sua atuação inovadora, em 2016 a Jeitto foi uma das cinco empresas selecionadas no ‘Desafio de Negócios de Impacto Social – Educação Financeira e Serviços Financeiros para Todos’, apoiado pela Caixa e Artemisia, que buscou empresas que apresentassem soluções inovadoras em educação e serviços financeiros voltadas para o público C e D.

Já a Bcredi, lançada em março do ano passado, atua com crédito com garantia de imóvel e financiamento imobiliário. É fruto de mais de 10 anos de expertise do Conglomerado Financeiro Barigui em crédito imobiliário, já tendo originado mais 500 milhões de reais em novos contratos. A fintech oferece uma das menores taxas do mercado, em um processo 100% online, com liberação rápida e maior prazo de pagamento.

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Startup brasileira participa de programa de incentivos da Microsoft

A startup Greengow Technology agora conta com o apoio do BizSpark, programa criado pela Microsoft para apoiar startups através da oferta gratuita de produtos e serviços. A parceria inclui a tecnologia da Microsoft Translator, que está inserida no algoritmo de tradução “push-to-talk” do aplicativo Greengow que permite usuários falar em tempo real em até 10 idiomas diferentes.

A plataforma foi recentemente lançada na versão beta no Brasil, e é o único aplicativo que foi projetado nativamente para ser um tradutor de chamadas de voz em tempo real. “Usando a plataforma não é necessário comprar nenhum acessório para funcionar e funciona em qualquer modelo de smartphone, tanto para plataforma iOS ou Android. É possível se comunicar com uma pessoa do seu lado, ou localizada a milhares de quilômetros de distância, bastando estar conectado à internet.”, diz Carlos Tanaka, CEO da companhia.

Estabelecimentos comerciais podem disponibilizar o número Greengow para seus clientes de qualquer lugar do mundo se comunicarem, sem mais a barreira do idioma e sem custo de ligação. “Hotéis, restaurantes, parques, clubes, lojas podem agora oferecer o número Greengow para seus clientes, e dessa forma, aumentar suas vendas ou mesmo, melhorar a qualidade de atendimento permitindo a comunicação em uma mesma chamada em idiomas diferentes. Todas as informações destes estabelecimentos ficam disponíveis para consulta dos usuários Greengow.” explica Tanaka.

“Nós estamos realmente orgulhosos em apoiar o Greengow via BizSpark e também animados sobre o impacto que este extraordinário aplicativo pode trazer para cidadãos de todo o mundo, ajudando a construir pontes através do uso de novas conexões da Microsoft Translator que antes não eram possíveis”, diz Alessandro Jannuzzi, diretor de inovação e novas tecnologias da Microsoft Brasil.

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PTC investe na região Latam e contrata Abel Roberth Jr. e Soraia Teixeira

A PTC (Nasdaq: PTC), empresa de tecnologia fornecedora de soluções de Internet das Coisas, Realidade Aumentada, PLM (Product Lifecycle Management) e Indústria 4.0, anuncia a contratação de Abel Roberth Junior e Soraia Teixeira.

Abel, é o novo Executivo Sênior de Contas Estratégicas da PTC para a região Sul da América Latina, que inclui Brasil, Argentina, Chile, Uruguai Bolívia e Peru. Ele irá coordenar a expansão da PTC nos mercados de telecomunicações, seguros e bancos.

Abel é graduado em Engenharia da Computação pela Universidade Mackenzie e em Estratégia de Transformação Digital pela Universidade de Boston. Com mais de 16 anos de experiência desenvolvendo grandes e importantes negócios para empresas como a Compaq, TNL Group, Oracle e IBM, tem forte experiência na venda de soluções para diferentes indústrias como Bancos, Serviços Financeiros, Seguros, Telco e Utilities. Sua mais recente atividade foi na IBM como Hybrid Cloud Executive focado em SaaS, IaaS e IA Solution Sales.

Já Soraia Teixeira, irá atuar em pré-vendas na América Latina com a função de Especialista Técnica apoiando a equipe comercial no desenvolvimento de novos negócios nas áreas de IOT e inovação digital junto aos diferentes mercados de atuação da empresa.

Soraia é PHD em Engenharia pela USP e tem mais de 13 anos de experiência em gestão de equipe, consultoria e coordenação de projetos de diferentes complexidades nas áreas de inovação e automação industrial (sistemas HMI/SCADA, PIMs, gerenciamento de batelada e MES). Sua última atuação foi na Softtek na posição de arquiteta de soluções para definição e planejamento de processos e soluções técnicas relacionadas à eficiência operacional, IIOT (Industrial Internet of Things), ambiente cloud, gestão de consumo de energia e projetos de sistemas de execução de fabricação.

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Tonny Martins assume a presidência da IBM Brasil

A IBM Brasil anuncia que Tonny Martins é o novo presidente da companhia no país. Tonny liderava a IBM México desde 2016. Durante sua gestão na IBM México, a unidade apresentou um crescimento significativo, ganhou participação no mercado e expandiu seus negócios, principalmente nas áreas de serviços de TI e consultoria. O executivo esteve à frente de projetos estratégicos, contribuindo substancialmente para a transformação digital e cognitiva de clientes da indústria financeira e das áreas de distribuição e telecomunicações do país. Além disso, liderou a adoção de Watson no segmento de saúde e de blockchain em seguros. Em 2017, a IBM México foi reconhecida por incorporar ao país a revolução da inteligência artificial.

Tendo iniciado sua carreira na IBM Brasil há 27 anos como estagiário, Tonny já ocupou diversas posições de liderança no país e no exterior. Com uma ampla experiência em serviços de consultoria e nas indústrias financeira e de seguros, Tonny esteve à frente de uma série de projetos de transformação de clientes ao longo de sua carreira, criou a unidade de e-business no Brasil, implementou as primeiras fábricas de software na região e foi responsável pelo primeiro centro de soluções da IBM focado em desenvolver projetos inovadores para bancos. Entre 2011 e 2013, mudou-se para Shangai, na China, para assumir a organização de delivery da Divisão Global de Consultoria, em que foi responsável pela operação em cerca de 150 países.

Tonny assume em um momento estratégico para o mercado de tecnologia brasileiro, no auge da adoção de soluções de inteligência artificial, cloud e segurança e no início de uma nova revolução, a do blockchain. O novo presidente terá a missão de apoiar os clientes em suas jornadas de reinvenção digital e na adoção dessas tecnologias. “Não poderia estar mais entusiasmado para assumir a empresa no início de seu novo centenário, em um momento em que o mercado anseia por inovação e transformação. Estou muito honrado por esse desafio e por liderar um time extremamente preparado e apaixonado pelo sucesso dos nossos clientes”, comenta Tonny.

Em sua nova posição, Marcelo Porto comandará a expansão dos negócios da IBM Cloud na América Latina. Segundo a IDC, nove em cada dez empresas latino-americanas passarão por um processo de transformação digital em 2018, que responderá por 40% dos gastos de TI até 2020. Cloud é a peça-chave nas estratégias de negócios das organizações digitais.

A gestão de Porto ficará marcada pelos 100 anos da IBM no Brasil, celebrados em 2017, pela adoção vertiginosa da plataforma de inteligência artificial da IBM, Watson, por clientes de diversos segmentos, além de iniciativas de experiências cognitivas pioneiras junto à sociedade como os projetos na Pinacoteca de São Paulo e no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro. O executivo liderou a consolidação da IBM como uma empresa de soluções cognitivas na nuvem e abriu suas portas para programas de empreendedorismo e inovação, realizando diversas iniciativas junto a startups e desenvolvedores, como sessões de design thinking e hackatons. Porto introduziu mudanças culturais importantes na empresa, como a adoção do programa “no dress code”, além de ampliar os já consolidados programas de diversidade e inclusão da companhia.

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Ingram Micro Brasil anuncia Adriano Zan como diretor Financeiro

A Ingram Micro Brasil, subsidiária do maior distribuidor mundial de tecnologia, anuncia a chegada de Adriano Zan como diretor Financeiro. O novo contratado tem como meta priorizar o desenvolvimento de novas ferramentas de crédito para favorecer revendas parceiras de todo o país.

“O setor financeiro da Ingram Micro Brasil é forte e a minha função é consolidá-lo ainda mais. Tenho como objetivos ampliar as opções de financiamentos e aprimorar os processos de crédito e cobrança”, diz Adriano Zan.

Formado em Ciências Contábeis e Mestre em Controladoria, ambos pela Universidade de São Paulo (USP), e com cursos de pós-graduação pela University of Miami, Zan tem larga experiência na área financeira, onde atuou como Controller em empresas como Monsanto Company e Emerson Process Management, e como gerente Financeiro na New Balance e na Harris Corporation.

“Em parceria com instituições financeiras, a Ingram Micro tem um portfólio atraente de soluções como leasing, aluguel, crédito direto ao consumidor (CDC) de duas até 36 parcelas, cessão de crédito (CCC) em doze parcelas e produtos que permitem o uso do Cartão BNDES. O desafio é propor financiamentos que tragam vantagens significativas e com rapidez para os revendedores e seus clientes”, conta Diego Utge, VP & Brazil Chief Executive da Ingram Micro.

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Rádio Transamérica inova com realidade aumentada em reapresentações do “Estúdio ao Vivo”

A Rádio Transamérica, maior rede FM do País e a única com três formatos diferentes de programação transmitidos via satélite, promove uma nova forma de interação com seus ouvintes ao disponibilizar as melhores apresentações do “Estúdio ao Vivo” 2017 em realidade aumentada. Pioneira nesse tipo de transmissão, a emissora utiliza o aplicativo Blippar (disponível para os sistemas Android e iOS) para transmitir performances de artistas como Anitta, Nego do Borel, Claudia Leitte, Jota Quest, Maneva, NX Zero, Raimundos, Victor & Léo, Maiara & Maraísa e muitos outros.

Para conferir a novidade, basta baixar o app e após a instalação, apontar a câmera para o banner disponível no site da Rádio Transamérica (clique AQUI) ou na Fanpage e assistir aos shows preferidos na íntegra ou em formato reduzido. O ouvinte ainda poderá baixar as apresentações e conteúdos exclusivos em seu celular, bem como compartilhar nas redes sociais.

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5 previsões para a Internet das Coisas em 2018

A tecnologia conhecida como Internet das Coisas (IoT) está se tornando cada vez mais popular mundialmente. E no Brasil não é diferente. Em 2017, foi possível acompanhar a evolução das conexões entre máquinas, que passaram a ser adotadas em grandes empresas brasileiras, como bancos, operadoras de telefonia e, principalmente, varejistas.

De acordo com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o Brasil fechou o mês de outubro de 2017 com 14,8 milhões de conexões máquina a máquina (M2M), usadas em diversas aplicações. Isso representa um crescimento de 20,1% quando comparado com o mesmo período do ano anterior.

Segundo Gabriel Dias, PhD em IoT e líder de projetos da Semantix, empresa especialista em Big Data, Internet das Coisas, Inteligência Artificial e Análise de Dados, o ano de 2018 será especialmente relevante para o caminho de consolidação da tecnologia. O especialista listou cinco previsões que devem permear esse tipo de conexão nas suas mais diversas aplicações. Veja:

1. Soluções de IoT para área rural e indústria de base irão despontar no Brasil

O primeiro grande fator de impacto nas tendências do ano que vem é o Plano Nacional de IoT, elaborado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). O documento apontou que os setores rurais, sustentados pelo agronegócio, e as indústrias de base possuem uma alta capacidade de desenvolvimento, uma vez que são responsáveis por grande parte do PIB nacional. Podemos esperar programas de investimento do BNDES que incentivem novos negócios na área agrícola e nas indústrias de base.

2. Serviços baseados em IoT melhorarão a experiência do cliente

Com a chegada de novos dispositivos e serviços no mercado brasileiro, grandes empresas investirão no marketing para melhorar a experiência dos clientes do varejo. Por exemplo, ao chegar em um estabelecimento, o cliente poderá receber um alerta sobre a promoção de um produto que ele demonstrou interesse quando visitava a loja virtual.

3. As leis europeias deverão permitir a comercialização de dados IoT

Quase metade dos analistas de dados de empresas americanas dizem que já comercializam seus dados, enquanto que apenas 35% da França e 38% da Alemanha o fazem. Reconhecendo este atraso, a Comissão Europeia emitirá orientações para incentivar o uso de tecnologia avançada e estimular a economia de dados. Incentivado pelo avanço europeu, o Brasil deverá evoluir com o projeto de lei PL 5276/2016, que trata da comercialização de dados pessoais.

4. Os wearables ainda não serão adotados por todos

Em 2018, os dispositivos vestíveis – ou wearables – irão crescer. Mas ficarão ainda longe de uma adoção completa. De acordo com a consultoria Gartner, serão comercializados cerca de 347 milhões desses dispositivos em todo o mundo. Até 2021, esse número ultrapassar os 500 milhões. No entanto, a Forrester Research, através de um relatório publicado em Novembro, prevê que, diferente dos aparelhos celulares, os relógios inteligentes, o mais difundido dos wearables, ainda devem ficar restritos a um grupo restrito de pessoas. No Brasil, os valores dos smartwatches ainda são altos e as vendas ainda são modestas, mas já existem opções que começam a ficar mais comuns nos grandes centros urbanos.

5. A adoção de IoT baseada em blockchain aumentará 5%

O blockchain, tecnologia usada para processar as transações das criptomoedas, como o Bitcoin, ainda não está pronto para implantações em larga escala que exigem confiabilidade, estabilidade e integração com a infraestrutura tecnológica existente. Mas, ideias promissoras estão começando a surgir e a evolução das tecnologias impulsionarão a adoção de blockchain em 2018.

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