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Volvo Cars expande foco em serviços conectados e revela interface atualizada no novo XC60

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A Volvo Cars promoveu uma atualização importante em seu programa global de serviços conectados e na premiada interface Sensus. Lançado em 2015, o serviço inovador de entregas embutido no aplicativo do Volvo On Call para smartphone está pronto para expandir para mais cinco países durante 2017.

“Isso é apenas o começo. Nos próximos meses, os clientes da Volvo terão à disposição uma gama de serviços mais amplos, relevantes e convenientes que o farão economizar tempo”, afirma o vice-presidente sênior de Experiência do Consumidor da Volvo, Björn Annwall.

Em resposta à grande demanda por serviços conectados, a Volvo Cars promoveu uma reforma total no aplicativo Volvo On Call, expandindo sua plataforma e tornando-o ainda mais acessível para conectá-lo ao carro. Até o final de 2017, o sistema estará disponível para cerca de 50 países, cobrindo mais de 90% das vendas globais da fabricante sueca.

A abordagem da marca por meio do Volvo On Call está firmemente baseada no compromisso da empresa de facilitar a vida de seus usuários. Os proprietários de modelos Volvo agora poderão enviar informações de navegação para destinos baseados em suas agendas diretamente para seus automóveis, encontrar postos de gasolina próximos e até receber ajuda para encontrar o carro em grandes áreas de estacionamento ou ruas desconhecidas.

“O papel do Volvo On Call mudou de um aplicativo de acesso ao carro para uma plataforma que oferece cada vez mais serviços conectados ao cliente. Estamos na vanguarda desta mudança na tecnologia do automóvel”, diz Björn Annwall.

A fabricante sueca realizou ainda um refinamento gráfico na interface Sensus para os usuários tanto do novo XC60 quanto na sua Série 90 de automóveis, melhorando sua utilidade ao apresenta um design renovado, limpo e atraente. O desenho da interface Sensus – que transformou a central de infoentretenimento numa das mais premiadas do mundo – será também instalado nos veículos já existentes da Série 90 nas próximas paradas para manutenção e revisão na rede de concessionárias.

“À medida que aprendemos mais sobre a interação de nossos clientes com o sistema, refinamos a lógica e o design para facilitar o uso e aprimorar seu visual. A interface atualizada foca na experiência de navegação dentro do carro, uma de suas principais aplicações”, conta o vice-presidente de Software & Eletrônica da Volvo, Ödgärd Andersson.

As atualizações do novo Volvo On Call serão válidas para todos os modelos novos da marca e para os carros equipados com o dispositivo a partir de 2012.

O Volvo On Call foi um dos primeiros serviços telemáticos para automóveis, lançado em 2001. Foi desenvolvido, inicialmente, como sistema de segurança para serviços de emergência quando o usuário necessitava de assistência na estrada. O sistema permite que os veículos roubados sejam rastreados e, ao longo do tempo, a marca acrescentou uma ampla gama de funções ao serviço de assinatura, que possibilita ao cliente ficar em contato com seu automóvel em qualquer lugar. Nos últimos anos, o programa cresceu para ser uma plataforma de conectividade e conveniência.

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Consumidor muda e as empresas também – Por Alex Tabor

O modo de consumir, em todos os setores, passou por profundas transformações ao longo da última década. E continua mudando. Cabe às empresas a capacidade de entender, ouvir e se adaptar a esse movimento para, assim, alcançar um objetivo que é crucial para a sustentabilidade do negócio: oferecer a melhor experiência de consumo para os seus clientes.

Minha empresa, desde a sua fundação, em 2011, passou por diversas fases. Começamos como uma empresa de compras coletivas e, em 2014, após o desgaste do mercado, por conta de diversas empresas que surfaram na mesma onda, fizemos a transição do nosso modelo de negócios para uma empresa de e-commerce local. Antes era necessária uma quantidade mínima de pessoas para ativar uma oferta, hoje o usuário da plataforma pode, por exemplo, comprar o cupom de um restaurante diretamente pelo aplicativo, no smartphone, que mostra por meio de geolocalização as melhores opções ao seu redor e utilizá-lo imediatamente.

O conceito chinês do O2O (online to offline) e a mobilidade na vida dos brasileiros vem crescendo cada vez mais. O desktop foi deixado de lado e, hoje, o uso de dispositivos móveis em todo país é muito maior. De acordo com pesquisa da Kantar TNS, o jogo virou e o uso de celulares saltou de 14% em 2012 para 62% em 2016, um aumento de 4,5 vezes e as vendas de aparelhos devem voltar a crescer em 2017, com expectativa 3,5% até o fim de 2017, segundo a IDC. O O2O oferece uma experiência na qual o usuário compra um produto ou oferta online e consome a mesma no offline, ou seja, no varejo físico. É um setor que vem crescendo cada vez mais e tem um potencial muito grande a ser explorado.

O processo de mudanças é iminente e constante, portanto temos que estar preparados para atender os Millenials, Geração Z e o que vier pela frente…

Alex Tabor, CEO e fundador do Peixe Urbano

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Algar Tech contrata novo VP de Marketing e Vendas

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A Algar Tech, multinacional brasileira que oferta soluções de Gestão de Serviços de TIC e Gestão de Clientes, anuncia a chegada de Marcelo Ferreira como o Vice-Presidente de Marketing e Vendas da companhia. Com mais de 20 anos de experiência em empresas de Tecnologia da Informação, o executivo tem passagens por Xerox, SAP, Serasa Experian, Google e Oracle.

“Nosso principal objetivo é apoiar nossos clientes na evolução dos negócios por meio da inovação e da transformação digital”, afirma Marcelo.

Acompanhando a movimentação estratégica da companhia, a Algar Tech também anuncia a chegada de Carlos Vilarinho como o novo Diretor Financeiro. Profissional com início de carreira no Grupo Martins, maior atacadista distribuidor da América Latina, acumula 23 anos de experiência no mercado e liderança executiva. Há 15 anos no Grupo Algar, esteve envolvido estrategicamente nos principais projetos das empresas do Grupo, com forte atuação em Controladoria, Finanças, TI, Compras, Planejamento e Orçamento, além de iniciativas na área de Talentos Humanos.

O movimento reforça o compromisso com a transformação digital do portfólio, assegurando o reconhecimento da companhia entre as principais empresas brasileiras de serviços de Tecnologia e Gestão de clientes.

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GFT Band: empresa de tecnologia cria iniciativa disruptiva de recursos humanos

Quem visita a sede da GFT no Brasil, logo vê que se trata de uma empresa de tecnologia totalmente disruptiva, tanto pelas suas estruturas, que seguem as tendências dos escritórios mais estimulantes e inovadores do mundo, assim como pelos seus colaboradores, que não são discriminados por usarem cortes e estilos de cabelos diferenciados, bermudas no verão ou jogar uma partida de ping-pong no espaço descompressão, entre outras características e práticas da empresa.

Indo na contramão do modelo convencional de ambiente de trabalho, a companhia global de Tecnologia da Informação especializada em Digital para o setor financeiro, que está no País desde 2005 e conta com estruturas em Sorocaba, São Paulo, Alphaville e Curitiba, lançou uma iniciativa totalmente disruptiva entre seus funcionários.

Trata-se da GFT Band, grupo de rock formado pelos profissionais da empresa para apresentação em eventos internos e externos. “Foi um processo fantástico de engajamento dos colaboradores para a formação da banda, que teve sua primeira apresentação nas nossas festas de fim de ano”, pontua o managing director Latam da GFT, Marco Santos.

A iniciativa, ainda de acordo com o executivo, visa potencializar e engajar o perfil de seus profissionais, que são trabalhadores criativos, proativos e inteligentes. “Concebemos campanhas que influenciem diretamente nossos profissionais, potencializando suas características, além de estimular a criatividade e o astral para motivá-los não só em suas atividades diárias, mas também à inovação e a melhor qualidade de vida”, explica Santos.

Para o business director da GFT, Alessandro Buonopane, que foi o sponsor desta campanha e é um dos integrantes da banda, iniciativas disruptivas como esta comprovam que a GFT permite a externalização e materialização de ideias, agregando valor e consolidando como uma das melhores empresas para trabalhar.

A banda irá continuar à disposição dos eventos internos e externos da GFT Brasil e global, inclusive podendo tocar nos eventos dos clientes. No segundo semestre deste ano haverá uma seletiva para uma nova formação. “A ideia é montar uma formação anualmente, para dar oportunidade aos demais colaboradores interessados”, finaliza Buonopane.

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CIO do Banco Central é destaque em evento de segurança da informação

Os crimes digitais cada vez mais tomam espaço no noticiário nacional e internacional. Com o tema “Segurança em IoT e Blockchain” Marcelo Yared, CIO do Banco Central do Brasil, será o keynote speaker que abrirá no dia 29/03 às 9h o Congresso Security Leaders, que acontecerá em Brasília Hotel Royal Tulip.

Durante sua palestra na versão regional do maior evento da América Latina de Segurança da Informação e Risco ele também focará em ataques acontecidos em instituições financeiras, além dos apontar os principais riscos que vão preocupar os executivos em 2017. “Falaremos sobre os padrões entre os ataques, sobre a evolução desse cenário e o que virá pela frente”, explica Marcelo Yared.

Além do principal executivo do Banco Central também estarão presentes Renato Martini, presidente do ITI; Ulysses Machado, coordenador-geral do Serpro; coronel Arthur Sabbat, diretor do Departamento de Segurança da Informação e Comunicações (DSIC) da Presidência da República e Francimara Viotti, secretária adjunta de Gestão e Estratégia do Governo de Brasília, entre outros.

O evento tem como objetivo principal repercutir o cenário atual da Segurança Cibernética no Brasil e no mundo. Nesta edição, em conjunto com líderes e gestores de SI, serão abordados assuntos como segurança em nuvem, Blockchain, IoT, a evolução do ransomware, a necessidade de uma Política Nacional de Segurança da Informação, entre outros.

O dia será pontuado por três talk shows, todos mediados pela jornalista Graça Sermoud, diretora editorial das revistas Decision Report e Security Report. O primeiro acontecerá às 11h30 e falará sobre Nuvem de Ameaças. Com a migração dos ambientes de TI para o cloud e a forte adesão da IoT, os ataques de ransomware e DDoS tomaram um novo impulso.

Já o segundo painel será às 14h e terá como tema Para uma TI híbrida, uma SI híbrida: a transformação digital gerou uma grande mudança nas áreas de SI, exigindo mais dinamismo e flexibilidade. Como deve ser estruturado esse novo modelo de Segurança?

O evento será encerrado às 18h após um terceiro talk show, que se inicia às 17h. Nele especialistas comentarão sobre a Política Nacional de Segurança da Informação: Qual o papel do governo como provedor de um espaço cibernético mais seguro?

Conteúdo e interatividade

Com formato que permite interação com os painelistas e intenso networking, o público-alvo do Security Leaders são profissionais de Segurança da Informação, Tecnologia e Risco.

Além dos talk shows, também serão realizadas apresentações ministradas por representantes de players do mercado de segurança, que exibirão pesquisas, casos de sucesso e tendências no setor.

Outro destaque é uma exposição tecnológica, onde as marcas parceiras irão demonstrar o que há de mais promissor no combate ao cibercrime, além da distribuição de brindes. Todos os presentes ganham certificado de participação se solicitado. As inscrições são gratuitas para profissionais de Segurança da Informação, Tecnologia e Risco. Elas podem ser realizadas nesse link.

Security Leaders Brasília

Quando: 29/03
Horário: 8h30 às 18h
Onde: Hotel Royal Tulip
Endereço: SHTN Trecho 1 Conj 1B, Bloco C – Asa Norte, Brasília – DF

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Norma brasileira para cabeamento estruturado auxilia projetistas e instaladores – Por Richard Landim

Utilizadas para padronizar e indicar um determinado nível de qualidade, as normas regulamentadoras estabelecem o consenso internacional. Desta forma, seguir as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT é fundamental não apenas para que não existam conflitos, mas também para a comparação de pesquisas relacionadas a um mesmo tema.

Ao realizar um projeto, o primeiro cuidado é verificar se existe uma norma nacional para aquela atividade e, em caso positivo, reestruturar todo o projeto com base no regulamento já estabelecido.

Para o desenvolvimento de um projeto de cabeamento estruturado no Brasil, por exemplo, é necessário seguir a norma elaborada pela Comissão Executiva (CE 003:046.005) associada ao COBEI (Comitê Brasileiro Eletricidade Eletrônica Iluminação), composta de forma heterogênea por profissionais de alto padrão de diferentes seguimentos e inclusive de diferentes fabricantes e integradores/instaladores.A norma brasileira ABNT NBR 14565 tem como escopo especificar “um sistema de cabeamento estruturado para uso nas dependências de um único edifício ou um conjunto de edifícios comerciais em um campus, bem como para a infraestrutura de cabeamento estruturado de data centers. Ela cobre os cabeamentos metálico e óptico”.

O documento auxilia tanto o projetista como o instalador de cabeamento estruturado na realização da especificação correta e focada nas melhores práticas de instalação.

Muitas vezes, em decorrência do atual cenário econômico, as empresas buscam poupar investimentos na instalação de sistemas de cabos e realizam essas ligações de forma um pouco improvisada. Muitas vezes, os projetos de cabeamento estruturado são feitos sem que haja um planejamento e o cumprimento das normas estabelecidas, não atendendo aos requisitos mínimos de segurança. Entretanto, o desconhecimento da norma ABNT NBR 14565 é outro grande motivo para o seu não cumprimento, uma vez que ainda um grande parte dos projetistas não saiba da existência dessa norma nacional.

O documento foi originalmente publicado no ano 2000, sendo revisado em 2007 e 2012, recebeu uma emenda em 2013, e está em fase de homologação a revisão efetuada em 2016.

Embora de pouco conhecimento, o seu descumprimento pode gerar multas. A ANATEL é o órgão regulador que fiscaliza o segmento de cabeamento. Em casos de descumprimento das normas brasileiras da ABNT NBR 14565, a ANATEL é notificada, caso a empresa não cumpra as exigências no prazo determinado, o responsável é multado e fichado por crime contra o bem estar público. Posteriormente, será intimado a prestar esclarecimentos à justiça em âmbito cível (financeiro) e penal (em caso de possíveis riscos a vida)

Como a falta de conhecimento da norma NBR 14565 pode ser resolvida?

É notória a importância que deve ser dada ao sistema de cabeamento estruturado em qualquer empresa. O cumprimento das normas publicadas pela NBR-14565 é essencial para garantir eficácia e segurança no sistema de cabeamento, sem colocar em risco o bem-estar público e o desenvolvimento da empresa. Trata-se de uma decisão que impactará positiva ou negativamente na confiabilidade da transmissão de dados, principal objetivo das redes informatizadas.

É necessário que as empresas tenham ciência dessas normas e procurem técnicos especializados para implantação do sistema de cabeamento que atendam a todas as exigências da ABNT e realizem um trabalho responsável.

Já as entidades de classes que atuam na área de instalação de cabeamento devem garantir o compromisso de seus associados para que cumpram as normas que regulam este setor. Temos como exemplo a UBIC (União Brasileira de Instaladores de Cabeamento), que garante que suas empresas associadas se familiarizem com as normas e leis relativas às tecnologias de instalação e realizem seus projetos de acordo com a regulamentação estabelecida.

Richard Landim, especialista de Produtos da Fluke Networks Brasil, líder mundial no fornecimento de soluções de testes em redes de cobre e fibra óptica.

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Olimpíada Brasileira de Robótica 2017 tem inscrições abertas

Estão abertas as inscrições para a Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR) 2017, destinada a alunos do ensino fundamental e médio de todo o País. A OBR é uma das olimpíadas científicas apoiadas pelo governo federal, através do CNPq, Capes, Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e Ministério da Educação. É uma iniciativa pública, gratuita e sem fins lucrativos, coordenada de forma voluntária por professores e pesquisadores da área de robótica de universidades brasileiras. A Olimpíada é uma iniciativa para popularizar a ciência, tecnologia e inovação junto aos jovens e para aproximá-los da área de exatas, além de ser um grande estímulo para a proposição de novas metodologias no processo ensino-aprendizagem.

A OBR teve, em 2016, a participação recorde de mais de 111 mil alunos, distribuídos em mais de 1.600 escolas em todos os Estados do País. É uma das olimpíadas que mais cresce no Brasil em função da grande aceitação da robótica pelos alunos.

O que nem todo mundo sabe é que Sorocaba tem uma presença importante na organização da OBR. Dentre os membros fundadores da OBR estão dois professores de Sorocaba, que foram os coordenadores nacionais da olimpíada nos biênios 2011-2012 e 2015-2016. É aqui em nossa cidade que fica a sede administrativa da OBR, bem como todo o sistema de computadores da Olimpíada, ambos instalados nas dependências da Unesp Sorocaba. Em 2017, a coordenação nacional da OBR é de um professor da UFSCar, universidade também instalada em nosso município.

Embora toda essa iniciativa ocorra em nossa cidade, a participação dos alunos de Sorocaba ainda é pequena. Em 2016 foram inscritos na OBR apenas 203 alunos de nove instituições sediadas no município. Isso corresponde a 0,18% do total de alunos. É ainda, pouco para a cidade.

Quem pode participar da OBR? Qualquer aluno matriculado no ensino fundamental, médio ou técnico de qualquer escola pública ou privada.

Como é a participação na olimpíada? A OBR tem provas teóricas e práticas. Se a escola já utiliza robótica, então ela pode participar da modalidade prática. As provas práticas ocorrem em todas as regiões, e os finalistas de cada estado são convidados a participar da final nacional.

Se a escola não possui robôs, a OBR tem provas teóricas em vários níveis escolares. Não é preciso ter um grande conhecimento prévio sobre robótica. Muitas das questões da OBR abordam o conteúdo curricular do ensino fundamental e médio aplicado à robótica. As provas produzidas pela OBR são aplicadas na própria escola na primeira fase.

Todos os participantes – alunos e professores – recebem certificados de participação. Toda escola participante recebe pelo menos uma medalha para seu melhor aluno. A fase final da OBR acontece em conjunto com a Competição Brasileira de Robótica (CBR) e a Mostra Nacional de Robótica (MNR), e o melhor aluno do Brasil ganha o direito de participar da RoboCup internacional.

Para participar da OBR, os alunos devem procurar um professor de sua escola e solicitar a ele para que faça a inscrição no evento. A participação é totalmente gratuita.

As inscrições vão até 20 de maio de 2017. Modalidade Teórica: provas nacionais em 2 de junho (1ª fase) e 25 de agosto (2ª fase, apenas para o nível 5); Modalidade Prática: etapas regionais e estaduais de julho a agosto e a Final Nacional será em Curitiba (PR). Mais informações: www.obr.org.br

Alexandre da Silva Simões é professor da Unesp em Sorocaba, vice-diretor do Instituto de Ciência e Tecnologia de Sorocaba (ICTS), e membro do Conselho Municipal de Educação (CME) de Sorocaba.

Esther Luna Colombini é professora do Instituto de Computação (IC) da Unicamp e pesquisadora junto à Unesp Sorocaba.

Rafael Vidal Aroca é professor do departamento de Engenharia Mecânica da UFSCar, Câmpus de São Carlos e coordenador nacional da OBR 2017. Os três são membros do Conselho Superior da OBR.

Publicado originalmente em
http://www.jornalcruzeiro.com.br/materia/771584/olimpiada-brasileira-de-robotica-2017

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Desenvolvedora de apps brasileira realiza evento em Londres com premiação para startups

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A produtora apps ioasys, em uma parceria com a aceleradora britânica The Bakery, está promovendo em Londres o App Factor, um evento que reunirá empreendedores, investidores e startups de todo o Reino Unido.

O App Factor é uma competição que irá ajudar empreendedores a tirar uma grande ideia do papel. Os 10 melhores projetos foram selecionados em fevereiro e contam com startups de diversas áreas como fintech, negócios, imóveis, realidade virtual, artes e finanças.

Conheça melhor as 10 ideias finalistas:

Artwise – Artwise é uma iniciativa que funciona como um guia para turistas que são apaixonados por arte: a plataforma fornece um tour pelas principais obras de arte; contando histórias e informações na linguagem nativa do usuário sobre cada obra.

Banders – É uma ferramenta de empoderamento para músicos independentes que desejam levar o seu trabalho com mais eficácia para o mercado. Baseado em uma estratégia de release digital, o Banders formula uma estratégia de Relações Públicas personalizada baseado nos objetivos de cada banda ou músico.

Dymmo – É um negócio mobile para ciclistas. Através dele, você pode se locomover com sua bicicleta e deixá-la em qualquer lugar: com um selo de GPS a bicicleta pode ser trancada ou destrancada via app.

Fashion Kanvas – É uma plataforma interativa que permite que freelancers da moda achem trabalhos via localização com contratação instantânea.

Go Sweat – Descubra o seu jeito ideal de se exercitar. Você pode encontrar, comparar e registrar todas as atividades físicas imagináveis.

Mulalo – Economiza dinheiro para você automaticamente, e usa a tecnologia de machine learning para encontrar mais outras economias.

Safe in Sound – Um novo aplicativo de segurança rodoviária que alerta o usuário sobre os perigos no caminho, como atravessar a rua quando estamos usando nossos fones de ouvido.

SalaryFits – Uma solução que visa tornar o crédito sustentável uma realidade e capacitar os usuários através de seus salários.

Rentometry – Um robô assistente revolucionário que ajuda você a encontrar a sua casa dos sonhos. O app te recomenda algumas perguntas relevantes para fazer durante a visualização do imóvel e te diz se a propriedade tem um custo-benefício que faça valer a pena seu preço no mercado.

VRTU – Uma empresa de realidade virtual de impacto social. Eles produzem conteúdo de realidade virtual especificamente adaptado para fornecer aos cuidadores e aos pacientes recursos terapêuticos para combater os sintomas da demência.

A Grande Final acontece nessa terça-feira, 14 de março, e o vencedor terá como prêmio um app inteiramente desenvolvido pela empresa, além do contato com investidores britânicos.

“O App Factor é uma oportunidade única para startups de tecnologia em estágio inicial que contam com o mobile como sua principal maneira de se desenvolver, além de mostrar claramente a nossa intenção de expansão global,” afirmou Walter Galvão, um dos co-fundadores da ioasys.

Os competidores precisam mostrar o quão importante são seus projetos em 5 níveis: inovação, mercado, time, execução e mobile.

O App Factor, ação para consolidação da empresa brasileira no mercado britânico, também deve acontecer no Brasil no segundo semestre de 2017, visto que o mercado de startups vem crescendo 30% ao ano desde 2011 e não recuou mesmo com a chegada da crise.

A Uber é o exemplo perfeito de uma empresa que usou a inovação para conseguir driblar a crise. Em 2008 nos EUA, em meio à recessão causada pelo estouro da bolha imobiliária, nascia o Uber e o Airbnb. Atualmente, as duas empresas juntas valem aproximadamente 100 bilhões de doláres.

A ioasys é uma empresa com sede em Belo Horizonte e escritórios em São Paulo, Rio de Janeiro, Madrid e Londres. Focada no desenvolvimento de soluções para plataformas mobile, hoje a empresa coleciona mais de 100 apps entregues, vários cases de sucesso e uma clientela que vai desde startups à multinacionais.

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Capgemini inaugura Centro de Excelência para Digital & Cloud no Brasil

A Capgemini, um dos líderes globais em serviços de consultoria, tecnologia e terceirização, anuncia a abertura do seu Centro de Excelência (Center of Excellence, da sigla em inglês CoE) para Digital & Cloud no Brasil. A iniciativa suportará a estratégia de crescimento da empresa no País e está alinhada com a orientação do Grupo em promover e apoiar a jornada dos clientes na transformação digital.

O novo CoE para Digital & Cloud atuará conectado aos demais centros da Capgemini, reproduzindo as melhores práticas locais e globais e alavancando suas capacidades. O CoE brasileiro também trabalhará em colaboração com os 10 centros de inovação distribuídos pelo mundo. O novo centro conta com aproximadamente 120 profissionais dedicados a soluções digitais e de cloud, trabalhando integrados com especialistas das mais diversas disciplinas do Grupo.

Com uma infraestrutura focada em provas de conceito, demonstrações e apresentações, e um data center dedicado, o Centro de Excelência para Digital & Cloud estará localizado em São Paulo (SP), atendendo a clientes de todo o Brasil de diversos setores, como serviços financeiros, seguros, bens de consumo e varejo, entre outros.

Segundo Adriano Contrera, vice-presidente de Aplicações da Capgemini no Brasil, o CoE está sendo criado para consolidar a expertise que a companhia já possui no País. “Nos últimos quatro anos promovemos soluções e ajudamos empresas do Brasil em seus processos de transformação digital. Agora, esse novo CoE certamente nos ajudará a fortalecer e a expandir essa experiência local de forma integrada com todo o Grupo”, explica o executivo.

No Brasil, mais de 30 grandes clientes da Capgemini já utilizam as soluções oferecidas pelo novo CoE, que terá como foco atender os maiores desafios das empresas em suas jornadas pela transformação digital com soluções de Aplicações e Infraestrutura. Cloud computing, Insights & Data, Digital Customer Experience (experiência digital do consumidor – da sigla em inglês DCX) e Mobilidade, assim como Cybersecurity, Inteligência Artificial, Internet of Things (Internet das Coisas – da sigla em inglês IoT) e Agile Development (desenvolvimento ágil – da sigla em inglês DevOps) estão entre as principais soluções disponíveis no centro.

“De acordo com a IDC Brasil, apenas o mercado de cloud deve crescer 20% neste ano. O cenário promissor da tecnologia como Serviço (as a Service – aaS) e de cloud tornaram o Centro de Excelência no Brasil uma realidade”, diz André França, vice-presidente de Serviços de Infraestrutura da Capgemini no Brasil.

Para proporcionar o estado da arte aos seus clientes, a Capgemini investiu um montante relevante para transformar e atualizar o Centro de Experiência do Cliente. Para promover soluções de ponta a ponta para seus clientes, os parceiros mais relevantes do mercado farão parte do CoE.

O Centro de Excelência também realizará projetos a partir da metodologia Accelerated Solutions Environment (ASE), que alinha todos os envolvidos em torno de um desafio de negócio – executivos, clientes, fornecedores, especialistas, entre outros – para tomar, em apenas alguns dias, uma decisão que poderia levar meses. O ASE já foi utilizado por mais de 600 clientes no mundo, por meio de mais de 3 mil reuniões.

Maturidade Digital

Para apoiar a estratégia de negócios da Capgemini Brasil em Digital & Cloud, a empresa realizou recentemente a Pesquisa de Maturidade Digital, que auxilia no melhor entendimento da transformação digital em diversos setores – incluindo serviços financeiros que atualmente é um dos mais comprometidos em percorrer essa jornada. De acordo com a pesquisa, 57% das empresas desse mercado estão promovendo as mudanças culturais necessárias para a transformação digital e 59% afirmam que estão recebendo os investimentos necessários para promover a transformação digital de seus negócios.

O setor de serviços financeiros também apresenta um dos níveis mais altos de engajamento da alta direção (60%) em promover uma visão do futuro que envolva o uso das tecnologias digitais. “A tecnologia digital está claramente impulsionando a comunicação e a colaboração entre os funcionários e os executivos nas instituições financeiras. Eles reconhecem que as tecnologias digitais são a base para um banco digital”, lembra Contrera.

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Open Innovation Week promove mais de 2.400 reuniões e cerca de 700 matches entre startups e grandes empresas

Com mais de 20 mil startups na rede e 6,5 mil avaliadas desde seu lançamento, a 9ª edição da Open Innovation Week, principal evento de empreendedorismo e inovação aberta entre startups e grandes empresas reuniu em sua última edição, mais de 150 startups nacionais e internacionais que se conectaram com mais de 100 grandes empresas, com o intuito de engajar e propor novas práticas e metodologias de modelos de negócios para a inovação.

Foram registradas 2.410 reuniões que geraram 693 matches entre os participantes. Isso representa o dobro do que foi realizado em 2016, o que amplia a expectativa de conversão de contratos para as startups ao longo de 2017. “Estamos otimistas com os negócios que poderão se concretizar ao longo dos próximos 12 meses. Acreditamos que muitas startups vão evoluir e escalar seus negócios. Encerramos mais um evento com grandes novidades e oportunidades para o ano”, comenta Bruno Rondani, Cofundador da Open Innovation Week.

Com o tema central “Novos modelos de negócios para inovação”, a Oiweek 2017 mostrou ao ecossistema a importância da inserção de empresas de base científica e tecnológica, em conjunto com as digitais, para a colaboração aberta com companhias de diferentes setores da indústria.

De acordo com Michelle Morcos, CCO da Justto, a Oiweek foi excelente, permitindo ótimas conexões com grandes companhias, como Oi, Santander, Softplan, Accenture, Whirpool, Algar, Natura e AWC Tecnologia.

Participando pela primeira vez da Oiweek, André Tanesi, CEO da Descola, classificou o evento como excelente, com muitas oportunidades. “Conseguimos mostrar nosso produto para muita gente e falamos em um curto espaço de tempo com quase 20 grandes empresas, algo que certamente levaria mais de um ano fora daqui. Estar na Oiweek é obrigatório para qualquer startup”, destaca o empreendedor.

Para as grandes empresas, a conexão com as startups realmente trazem excelentes resultados. Larissa Macedo, responsável pela área de Inovação da Algar Agro, acrescenta que o evento gera muitas oportunidades. “No ano passado fizemos algumas conexões, evoluímos com alguns contatos e este ano devemos seguir com umas cinco startups que conversamos aqui, além de termos fechado um contrato com a Beenoculus”, explica. A empresa tem hoje parceria com seis startups, em estágios diferentes, algumas prototipando e outros que já viraram projetos, trazendo retorno financeiro à operação.

O gerente-geral de Sustentabilidade e Inovação da Votorantim S.A, David Canassa, destaca a importância das startups “Em um ambiente de negócios cada vez mais complexo, as startups podem dar agilidade, aumentar a produtividade das operações, propor novos produtos e possibilidades de negócios ao portfólio”.

Simultaneamente ao evento aconteceu a 5ª edição do Encontro Acadêmico em Inovação Colaborativa, que contou com a participação de pesquisadores, professores doutores e doutorandos que estudam empreendedorismo corporativo e redes de inovação. Os participantes conheceram o “Observatório de Startups”, iniciativa que compila e disponibiliza dados sobre inovação e empreendedorismo para fins acadêmicos e participaram de uma “visita guiada” à metodologia de categorização/classificação de startups.

Vitrine das Startups

Uma das novidades desta edição foi a Vitrine das Startups, espaço para que as top 10 startups de 2016 contassem rapidamente sobre a evolução de seus negócios aos longos dos últimos 12 meses. O resultado foi bastante positivo, com as startups realizando negócios com grandes empresas e algumas já recebendo investimentos Series A ou B. São elas: Lean Survey, Beenoculus, Nexxto, Reachr, Prosumir, Storymax, Ominize, Dr. Cuco, Nama e Virtual Care.

Movimento 100 Open Startups

Durante a 9ª edição da Oiweek, aconteceu a etapa final do movimento que obteve recorde de avaliações. No último semestre, mais de 2.100 avaliadores representaram 317 grandes empresas que classificaram online (4.356 avaliações) e presencialmente (2.287 avaliações) cerca de 2.700 projetos de startups. As etapas incluíram reuniões e demo days em diversas cidades do Brasil – Campinas, Curitiba, Rio de Janeiro, São José dos Campos, Recife, Porto Alegre, São Paulo, Florianópolis e Belo Horizonte – e do exterior – Bangalore (Índia) e Pittsburgh (Estados Unidos). As 150 startups selecionadas para o evento passaram por novas reuniões, avaliações e pitches com investidores e executivos. As que obterem melhor desempenho na Oiweek irão compor o ranking do Movimento 100 Open Startups 2017, o qual está em fase de conclusão.

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IBGC realiza segunda edição do curso para conselheiros com foco em sociedades de economia mista

O IBGC (Instituto Brasileiro de Governança Corporativa) anuncia a abertura das inscrições para a segunda edição do Curso para Conselheiros de Administração de Sociedade de Economia Mista, que será realizado entre os dias 20 e 24 de março, em São Paulo (SP). O objetivo é capacitar os profissionais que já atuam ou desejam atuar em conselhos de administração de empresas estatais (sociedades de economia mista e empresas públicas), seguindo as melhores práticas de governança corporativa.

“Administradores de todos os tipos de estatal, empresas públicas ou sociedades de economia mista, podem se beneficiar com o curso, apesar de o foco estar nas de capital misto, por causa de seu maior impacto no PIB e dos conflitos adicionais resultantes da convivência entre investidores privados e o acionista controlador público”, explica Heloisa Bedicks, superintendente-geral do IBGC. O treinamento foi desenvolvido ainda antes da Lei 13.303/2016 e foi revisado e ajustado para atender à demanda de conhecimento gerada pela chamada Lei das Estatais, que exige uma série de mecanismos de governança, incluindo requisitos mínimos para o funcionamento dos conselhos e a nomeação de administradores. “Outra exigência é de que os conselheiros se atualizem a cada ano, fazendo desse curso uma ferramenta importante para cumprimento da legislação”, completa Heloisa.

O curso faz parte de um projeto internacional do Center for International Private Enterprise (CIPE), que conta com a participação de instituições do Brasil, Argentina e Venezuela e tem como objetivos fortalecer o intercâmbio de conhecimento sobre boas práticas de governança e aumentar o apoio para sua adoção nos três maiores países do Mercosul.

Para tornar o curso viável, o IBGC firmou uma parceria com o International Finance Corporation (IFC), membro do Grupo Banco Mundial, e do CIPE. O Banco Mundial foi responsável pelo treinamento dos instrutores e permitiu o uso de seu toolkit sobre boas práticas de governança em estatais durante as aulas. Já o CIPE financia parte dos custos do treinamento, tornando seu preço mais acessível aos participantes, sendo eles associados ou não ao IBGC, em função do interesse social que envolve a administração de empresas estatais.

A primeira edição ocorreu em Florianópolis, em novembro de 2016, e contou a participação de conselheiros de diversas companhias da região Sul e de servidores públicos indicados pela Secretaria de Estado da Fazenda de Santa Catarina.

No total, o curso tem duração de 40 horas, divididas em cinco dias de treinamento. No programa, estão previstas aulas sobre o funcionamento dos conselhos de administração, legislação em sociedades de economia mista, prevenção à corrupção e conflitos de interesse, entre outros temas.

Mais informações sobre o curso e inscrições podem ser obtidas no site do IBGC – http://www.ibgc.org.br/index.php/cursos/19864/curso-conselheiros-de-administracao-de-sociedade-de-economia-mista-2a-edicao-sao-paulo -, pelo telefone (11) 3185-4200 ou pelo e-mail secretaria@ibgc.org.br.

Curso: Conselheiros de Administração de Sociedade de Economia Mista

Datas: De 20 a 24 de março, das 8h às 17h30
Local: WTC Events Center – 4º andar
Endereço: Avenida das Nações Unidas, 12.551 – São Paulo – SP

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5 formas de obter mais engajamento no e-commerce

Fazer compras online está cada vez mais comum, em razão da comodidade, agilidade ou benefícios oferecidos caso o cliente opte pelo e-commerce. Mesmo em um ambiente virtual, os clientes têm a expectativa de receber algum tipo de atendimento ou suporte durante a compra e, de preferência, que seja ágil. Para isso, existem ferramentas certas que ajudam na interação com o cliente durante o processo de compra.

Gustavo Boyde, gerente de marketing para América Latina da LogMeIn, detentora do BoldChat, uma ferramenta de bate-papo que auxilia os centros de atendimento ao cliente, dá cinco dicas para ajudar a aumentar o engajamento da loja virtual com o cliente em seu processo de compra. Confira abaixo:

1. Utilize o autoatendimento para reduzir o número de chamadas;

Quando usados de forma apropriada, os canais de autoatendimento são ótimos para clientes e empresas. Os compradores conseguem a ajuda que precisam de forma completa, minimizando os períodos de espera, e as empresas, por sua vez, reduzem custos de suporte ao eliminar muitas solicitações rotineiras assistidas por equipes de atendimento.
Com canais de autoatendimento, como perguntas frequentes e respostas automáticas, a empresa pode ajudar o cliente a obter resposta as suas dúvidas sem a necessidade de entrar em contato diretamente com a empresa e assim reduzir o número de chamadas.

As respostas automáticas inteligentes podem dar aos clientes as soluções e sugestões necessárias sobre política de devolução, garantia e opções de produto, por exemplo.

2. Torne informações de contato acessíveis para elevar as taxas de conversão;

Para clientes móveis, quase a maioria classifica a “facilidade de encontrar opções de contato” como fator número um para garantir uma boa experiência móvel, sendo assim duas vezes mais importante do que outros fatores.

Tornar mais fácil para os clientes entrar rapidamente em contato com um assistente, fornecendo informações acessíveis ou chat ao vivo, permite garantir uma solução para o problema. Quanto mais rápido o cliente puder entrar em contato com um assistente e obter as respostas de que precisa, menores são as chances de ele ficar frustrado, desistir da compra e buscar um dos seus concorrentes. Estas iniciativas costumam ajuda no crescimento das taxas de conversão das vendas online.

Para Boyde, ferramentas de comunicação virtual são uma ótima alternativa para prestar auxílio rápido, individual e também uma oportunidade para fechar a venda. “O uso de ferramentas como o BoldChat tem um papel importante no processo de decisão dos clientes, para que eles tenham a capacidade de tirar suas dúvidas rapidamente e se sintam seguros para fechar a compra online”, salienta.

3. Utilize engajamento proativo para reduzir abandono de compras e elevar o valor médio dos pedidos;

O chat proativo, acionado com base em um conjunto predefinido de comportamentos, permite oferecer atendimento para clientes em momentos críticos dentro do processo de compra, enviando uma mensagem ou a oferta correta em diferentes situações. Usar recursos de análise do site ajuda a determinar em quais páginas o chat proativo deve ser empregado e quando enviar um convite para o cliente falar com um representante.

Usado estrategicamente, o chat proativo pode melhorar os resultados significativamente com um maior engajamento do cliente. Os visitantes que aceitam convite de chat proativo têm até quatro vezes mais chances de fazer uma compra do que os que não aceitam.

E os clientes que participam de uma sessão de chat, no qual é bem atendido, dificilmente irá abandonar suas compras e tendem, inclusive, a aumentar o valor total do carrinho com a inclusão de acessórios e serviços.

4. Ofereça múltiplos canais de atendimento para que o cliente escolha o seu favorito;

Como o maior número de canais de comunicação disponíveis, crescem também as chances de um cliente usar múltiplos canais para ter seu problema resolvido. 86% dos clientes usam cinco ou mais canais para buscar ajuda de acordo com um estudo do instituto de pesquisa Ovum encomendado pela LogMeIn. Isso se deve a diferentes preferências, dependendo da situação e do dispositivo usado.
Para Boyde, os clientes estão cada vez mais exigentes e querem ser atendidos em qualquer lugar e a qualquer momento. “Para elevar a satisfação e a fidelidade dos clientes, use uma estratégia de engajamento que possibilite a multicanalidade, permitindo inclusive atendimento direto pelas mídias sociais”, enfatiza.

5. Capitalize as demandas exclusivas dos clientes móveis;

Os dispositivos móveis estão se tornando uma parte muito importante na experiência de compras: 53% por cento dos clientes usam seus dispositivos móveis para pesquisar sobre um produto ou serviço antes de realizar a compra e 44% usam seus dispositivos móveis para fazer a compra, de acordo com pesquisa realizada pela consultoria Vanson Bourne.

Com o aumento da utilização de equipamentos portáteis, cresce também o nível de exigência dos clientes em relação aos serviços móveis. Para permanecerem competitivas, as empresas precisam de uma estratégia de engajamento móvel que trate o ambiente móvel diferentemente.

O engajamento móvel é uma disciplina distinta que requer consideração cuidadosa sobre treinamento de atendentes, tipos de ferramentas usadas e como medir o sucesso.

Uma ferramenta de Chat online deve funcionar diferente quando falamos de usuários de smartphones e de computadores. Existem diferenças importantes que devem ser consideradas, como o próprio tamanho da tela. O objetivo do Chat é ajudar na venda e não bloquear a tela do usuário em processo de compra dificultando a sua navegação.

Boyde salienta que é importante que a ferramenta de Chat escolhida pela empresa seja desenvolvida para o ambiente móvel e os mais diversos modelos de celular para assim garantir uma boa experiência nesse ambiente. Usuários móveis também são mais delicados, uma vez que muitas vezes estão em trânsito e com pouco tempo para resolver suas dúvidas. “Eles não têm tempo para serem colocados em espera ou serem transferidos para outro departamento e esperam que o problema seja resolvido o mais rápido possível”, conclui.

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Feicon Batimat lança aplicativo para smartphones

app-feicon A maior feira da construção civil e arquitetura da América Latina, a Feicon Batimat, lança aplicativo para smartphones. O app possui a agenda completa com todas as programações do evento, informações sobre expositores e palestrantes, além de dicas que facilitam o acesso ao evento, que em 2017 acontece no São Paulo Expo, de 04 a 08 de abril.

O aplicativo pode ser baixado gratuitamente para usuários Android através do Google Play e usuários do sistema iOS através da App Store. Tudo na palma da mão. Com o app é possível favoritar expositores e traçar uma rota pelo pavilhão para facilitar o trajeto, além de marcar produtos favoritos e lhes adicionar notas. Também é possível receber alertas das sessões escolhidas e não perder nada. Um diferencial do aplicativo é que ele também funciona off-line.

23ª FEICON BATIMAT

Data: entre 04 a 08 de abril de 2017
Horário: terça a sexta das 11h às 20h e sábado das 9h às 17h
Local: São Paulo Expo – São Paulo/SP – Brasil
Endereço: Rod. Imigrantes Km 1,5 s/n
Informações:www.feicon.com.br

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Fipecafi realiza palestra sobre “Gestão e Inovação de Startups”

O ranking da Endeavor (entidade líder no apoio a empreendedores no mundo), divulgado em janeiro deste ano, demonstra que São Paulo é cidade mais procurada por startups para empreender. De acordo com a Associação Brasileira de Startups (ABStartup), 1.306 empresas (31% do total) estão com a base tecnológica na capital paulista. Com o crescimento do segmento, a Faculdade Fipecafi, instituição de finanças e contabilidade da FEA/USP, realiza na quarta-feira (15), a palestra “Gestão e Inovação de Startups”, às 19h, na sede da instituição em São Paulo.

O evento tem como objetivo disseminar conhecimento e fornecer às pessoas informações e orientações para quem tem a intenção de ingressar no mercado. A palestra, que será realizada pelo sócio-diretor do aplicativo “Filho sem Fila”, Léo Gmeiner, que está negociando a ferramenta para o mercado americano, terá mediação do Prof. Me. Diogo Carneiro, coordenador do curso de extensão “Gestão da Inovação em Startup”.

CICLO DE PALESTRAS – GESTÃO E INOVAÇÃO DE STARTUPS

Data: 15/03/2017
Horário: 19h
Local: Faculdade Fipecafi – Rua Maestro Cardim, 1.170 – Bela Vista
Inscrições: confirma.evento@fipecafi.org
Informações: (11) 2184-2000
Site: http://www.fipecafi.org/

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BIM, IoT e BI: edifícios gastões – Por Marcus Granadeiro

Quando compramos um carro nos preocupamos em avaliar o seu consumo, o custo do seguro além dos aspectos relacionados à manutenção. A razão para isto parece simples e óbvia: o mercado valoriza carros e marcas que prezam estes aspectos. Os modelos novos custam mais, os usados são mais valorizados.

Se para comprar um carro há esta preocupação, por que ela não ocorre na compra de um imóvel? Por que não se busca entender se o projeto foi desenvolvido pensando na usabilidade, no conforto e na economia operacional? Por que o mercado não valoriza estes aspectos já que passamos muito mais tempo com os imóveis do que com os carros e que os gastos com a operação dos imóveis serão inevitavelmente maiores e mais representativos do que um tanque de combustível?

Uma arquitetura que não pensou na ventilação natural, uma janela de tamanho inadequado, colocada na face errada da edificação, uma economia no material de vedação, projetos elétricos deficientes e focados em apenas reduzir o custo da obra e não em otimizar a operação, economia nos sistemas de aquecimento de água etc. Todos estes são exemplos comuns de obras que foram feitas para custar menos na aquisição, mas muito mais na operação. São nossos “edifícios gastões”.

Pessoas que, conscientemente, não comprariam um muscle car v6, que são carros com potência, tamanho e performance elevada, pois se tratam de consumidores ambientalmente preocupados, estão comprando “edificações beberronas” e fazendo isto sem se atentar. O mercado, que está avidamente competindo por preço, deve buscar o custo operacional como diferencial com cada vez mais intensidade.

Neste cenário, o BIM (Building Information Model), a Internet das Coisas (IoT) e o BI (Business Intelligence) têm muito a contribuir.

O BIM é a construção virtual. Com ele, conseguimos fazer estudos, simulações, vislumbrar e antever o comportamento da edificação antes que ela exista fisicamente. Isto é fundamental desde as fases iniciais de projeto para que se crie um projeto otimizado para a operação a partir do início. É o BIM que vai poder dizer quanto a edificação vai consumir, quando será necessário ligar o ar condicionado, acender as lâmpadas e o que se consumirá de energia, gás e água.

Assim como um carro tem um painel com hodômetro, velocímetro e contador de rotações do motor, sendo que para isto possui sensores nas rodas e motor para coletar os dados, vamos precisar inserir sensores na edificação para medi-la, avalia-la e conhecê-la. Vamos fazer isto não apenas para checar se as simulações do BIM estavam certas, mas para fornecer insumos para uma manutenção mais eficiente e para registrar o que já aconteceu com a edificação. Você compraria um carro sem saber quantos quilômetros ele rodou e quanto ele performa? Você compraria um carro apenas consultando o ano de fabricação? Sem a internet das coisas é assim que compramos imóveis usados.

A terceira tecnologia que vem para apoiar esta mudança é o BI e ela se torna necessária, pois o volume de dados gerados nas simulações e pela internet das coisas é enorme. É o tal do Big Data. Para que possamos realmente tirar proveito deles não basta colocá-los em uma planilha, há necessidade de desenvolver análises bem mais profundas. Análises com regressões, cruzamento de dados e incorporação de visualizações em gráficos e diagramas dinâmicos, que é justamente a entrega que o BI faz.

A conclusão é que nossos “edifícios gastões” são oportunidades e não obstáculos e que é necessário mudar este cenário, seja por uma questão mais macro sob o ponto de vista de energia, seja como necessidade de se criar diferenciais em um mercado competitivo e em crise.

Marcus Granadeiro, engenheiro civil formado pela Escola Politécnica da USP, presidente do Construtivo.

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Inovação desempenhará função crítica na gestão de fundos de hedge, afirma KPMG

Os gestores de fundos hedge estão inovando e aumentando os investimentos em tecnologias, visando a criar novas vantagens competitivas e abordar questões regulatórias e operacionais, de acordo com o estudo intitulado “Mudança transformadora: como a inovação e tecnologia estão moldando a indústria”. Segundo a pesquisa, 90% dos entrevistados disseram que atualmente estão investindo em tecnologias para aprimorar os controles e o compliance e 88% deles estão identificando objetivos de eficiência como o principal motivo. O relatório foi realizado pela KPMG e contou com a participação de mais de cem gestores globais de fundos de hedge.

“Essa pesquisa salienta que os gestores de fundos hedge estão fazendo investimento em tecnologias e estão focados em ser mais eficientes tanto em compliance regulatório, como em operações. Em última análise, isso deverá resultar em um setor mais sólido com controles mais rígidos e desempenho melhor, disse o sócio-líder de Hedge Funds da KPMG no Brasil, Lino Junior.

Fundos hedge recorrem à tecnologia como vantagem competitiva

Entre os participantes da pesquisa, 74% disseram que acreditam que as tecnologias comerciais automatizadas terão algum impacto sobre os retornos de fundos hedge, nos próximos cinco anos, e 58% avaliaram que a inteligência artificial e o aprendizado de máquina terão de médio a alto impacto sobre o setor nos próximos cinco anos. Já 94% estão plenamente confiantes de que a tecnologia terá um impacto sobre a concorrência nos próximos cinco anos.

Quando questionados sobre o risco relacionado à utilização de dados com o uso da tecnologia, os entrevistados ser mostraram preocupados com os riscos relacionados aos dados: 83% deles disseram que a segurança cibernética é um recurso tecnológico importante que atrairá investimentos significativos.

“O investimento em novas tecnologias auxiliará a manter o setor à frente da concorrência a longo prazo, proporcionando retornos consistentes e positivos em termos de riscos para os investidores enquanto continua a tratar dos encargos regulatórios cada vez mais altos”, analisa o sócio.

Sobre a pesquisa

O estudo intitulado “Mudança transformadora: como a inovação e tecnologia estão moldando a indústria” (do original em inglês, Transformative Change: How innovation and technology are shaping an industry) foi feito pela KPMG em parceira com a Alternative Investment Management Association (AIMA) e com a Managed Funds Association (MFA). O relatório contou com a participação de mais de cem gestores globais de fundo hedge representando aproximadamente US$ 300 bilhões de ativos sob gestão. Para acessar o estudo, clique no link https://home.kpmg.com/xx/en/home/insights/2016/10/transformative-change-fs.html.

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Seja Digital já distribuiu um milhão de kits gratuitos para TV digital no Brasil

Esta semana a Seja Digital, entidade responsável por operacionalizar a migração do sinal analógico para o sinal digital da televisão no Brasil, atingiu o marco de 1 milhão de kits gratuitos distribuídos às famílias inscritas em programas sociais do Governo Federal. Só na região metropolitana de São Paulo, localidade que terá seu sinal analógico desligado no próximo dia 29 de março, já foram entregues mais de 700 mil kits e a previsão é entregar ao todo 1,8 milhão até o fim do processo. Ao mesmo tempo, a distribuição começou na região metropolitana de Goiânia, onde mais de 70 mil famílias já retiraram os kits e já podem assistir aos canais abertos de televisão pelo sinal digital.

A distribuição dos kits começou em meados de 2015, quando o processo de desligamento do sinal analógico de televisão acontecia na cidade de Rio Verde, em Goiás. Cerca de 16 mil famílias da cidade receberam o kit e puderam preparar suas casas para o sinal digital. Em novembro de 2016, Brasília e outras nove cidades da região tiveram o sinal analógico de TV desligado e mais de 337 mil famílias receberam o kit gratuito.

Até dezembro de 2018, cerca de 14 milhões de famílias de mais de 1300 cidades também receberão seus kits gratuitos. Com esses equipamentos distribuídos e devidamente instalados, as famílias de baixa renda das cidades onde o sinal digital de televisão substituirá o sinal analógico continuarão a ter acesso à programação dos canais abertos de televisão.

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Trigg apresenta cartão de crédito digital inovador no mercado brasileiro

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A fim de levar aos consumidores um cartão de crédito inovador, muito além do que apenas uma forma de pagamento, a fintech Trigg (https://www.trigg.com.br/) acaba de lançar um cartão de crédito digital completamente diferente dos cartões existentes hoje no mercado. A novidade traz benefícios tanto para o usuário quanto para a sociedade.

O Trigg Visa pode ser solicitado por meio de aplicativo no celular (IOS e Andoid) e permite ao usuário um cashback de até 1.3% do valor gasto na fatura mensal, que poderá ser utilizado como crédito na fatura ou doados para o Triggers powered by Visionários (www.triggers.com.br), programa de empreendedorismo social. Trata-se do único cartão no Brasil conectado à uma ideia de fomento ao empreendedorismo social. “Considerando, por exemplo, um retorno de 1% ao mês, se o cliente tiver uma gasto mensal de R$3.000,00, seu resgate mensal será de R$30,00, o que totaliza R$360,00 no ano”, explica Marcela Miranda, sócia e Head da Trigg.

“Estamos trazendo para o mercado brasileiro mais que um cartão de crédito, mas uma nova forma de pensar a tecnologia digital aplicada ao mundo das finanças. É uma lógica que envolve cooperação, mutualidade e renúncia em benefício do apoio e desenvolvimento de negócios naturalmente sustentáveis.”, ressalta Marcela.

Triggers powered by Visionários é um programa de empreendedorismo social, em que grupos de jovens, mentorados por grandes lideranças, resolvem desafios, participam de um programa de pré-aceleração e no final, a equipe que apresentar uma grande ideia com modelo de negócio validado, receberá uma empresa já constituída, 4 meses de aceleração e um investimento de R$ 50.000,00. Esse investimento poderá ser maior, se os clientes do cartão Trigg se identificarem e “investirem” uma parte do seu cashback.

O cartão ainda permite uma experiência 100% digital, permitindo que o cliente faça tudo pelo aplicativo de maneira prática e rápida. Acesso à fatura, bloqueio e desbloqueio, consulta e alteração de limite etc. As compras online podem ser realizadas desde o momento da aprovação da análise de crédito do usuário, antes mesmo da chegada do cartão físico; não há necessidade de ter uma conta em banco, além da gratuidade da anuidade do cartão nos três primeiros meses.

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