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Geração Y – Desafios e anseios na era das startups – Por Guilherme Junqueira

A geração Y, também conhecida como Millennials ou Geração da Internet, se refere as pessoas nascidas após os anos 80. Esses jovens vivenciaram a revolução tecnológica que ocorreu no mundo e a explosão da internet. Conectados, engajados, impacientes e preocupados em mudar o mundo ao seu redor, essas pessoas não ficam “acomodadas” e buscam desenvolver suas realizações. Dessa forma, descartam empregos que não consideram tão interessantes e procuram conciliar gostos pessoais com a profissão.

Por isso, muitos deles optam por trabalhar em startups, que são empresas que buscam inovar em seus serviços ou produtos e possuem um grande apelo tecnológico. Boa parte dos CEOs das startups brasileiras também fazem parte dessa geração e isso se reflete na cultura no ambiente profissional. Os Millennials não querem mais aquele trabalho monótono e sem novidades, como os empregos tradicionais, e estão migrando cada vez mais para startups pelas possibilidades de desenvolver sua carreira, aprender múltiplas funções e participar ativamente de seu crescimento.

Um dos benefícios desse tipo de empresa é a cultura que foca na meritocracia, que é o reconhecimento de acordo com as metas batidas. É um ambiente de constante melhoria e desenvolvimento pessoal. Além disso, as startups se empenham para que o clima do escritório seja agradável adotando alguns benefícios, como o No Dress Code (liberdade para trabalhar com a roupa que quiser, em alguns casos até calçando chinelos), horários flexíveis, convênios com academias, momentos de descontração (happy hours, sinuca, fliperama), menos burocracia, autogerenciamento, guloseimas e, dependendo do desempenho do colaborador, ele pode até receber ações da empresa. Para quem sonha em empreender, é um ambiente perfeito para aprender todos os processos com a gestão focada em resultados.

Para os jovens que pensam em trabalhar com esse segmento, as startups procuram pessoas “fora da curva”. Isso não quer dizer que eles procuram gênios da engenharia, nada disso! É preciso mostrar engajamento, criatividade na resolução de problemas, empreendedorismo e, é claro, habilidades técnicas no que se propõe a trabalhar.

Se você tem essas características, trabalhar em uma startup pode ser seu caminho para sucesso!

Guilherme Junqueira, CEO da Gama Academy, escola de transformação tecnológica que cria programas educacionais para os profissionais do futuro.

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Resource anuncia novo Diretor Regional para o Nordeste

A Resource, uma das principais e mais bem-sucedidas empresas brasileiras de serviços de TI, anuncia Fernando Perez como novo Diretor Regional para o Nordeste. O executivo, que possui mais de 25 anos de experiência no mercado de TI, assume o cargo com o objetivo de ampliar os bons resultados que a companhia vem registrando na região, principalmente nos Estados onde a Resource possui escritórios: Bahia, Pernambuco e Ceará. Em 2016, a Resource Nordeste registrou 10% de aumento em seu faturamento e a meta para este ano é crescer pelo menos três vezes mais.

“Estou muito entusiasmado em fazer parte dessa equipe nessa nova etapa em minha carreira. A Resource é uma grande integradora brasileira líder em transformação digital com inúmeros diferenciais, entre eles um amplo e diversificado portfólio e expertise no mercado de tecnologia como um todo, além de contar com um escritório no Vale do Silício. Espero ampliar ainda mais o desempenho da empresa localmente”, afirma Fernando Perez.

Além de ser responsável pela elevação dos resultados, o executivo irá liderar a equipe em grandes contratos que a Resource possui. Em Salvador, por exemplo, a companhia acaba de entregar a primeira fase do projeto RH Bahia, em uma iniciativa pioneira e inovadora do Governo do Estado. A solução da SAP – módulo HCM (Human Capital Management) – que a empresa implementou na Secretaria de Administração do Estado da Bahia (Saeb) tem como objetivo profissionalizar e modernizar a gestão de Recursos Humanos, proporcionando mais agilidade, segurança e transparência para aproximadamente 250 mil servidores públicos.

No Ceará, vale destacar a fábrica de software e as atividades que a multinacional realiza desde 2015 no Banco do Nordeste. “Quero levar para o mercado nordestino este perfil digital que a Resource tem, ou seja, mostrar nossa capacidade de inovação e transformação digital utilizando tecnologias como portais, aplicativos móveis, CRM, Analitycs e ‘Automation as a Service’ (com BringTo)”, diz o executivo. “Também incluí no meu planejamento a organização e apoio a eventos locais junto às comunidades de TI, além de ações de marketing com parceiros”, completa Perez.

Com MBA em Formação de Consultores em TI pela Universidade Salvador (Unifacs) e pós-graduação em Sistemas Distribuídos pela Universidade Católica do Salvador, Perez é bacharel em Informática pela Universidade Federal da Bahia. Ao longo de seus 25 anos de experiência, o executivo já ocupou cargos de liderança estratégica em outras empresas de Tecnologia da Informação como CPM Braxis CapGemini e Solutis Tecnologias, tendo atuado em diferentes mercados como região Nordeste e os estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro.

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Twitter lança API para Periscope Producer

Em outubro do ano passado, o Twitter anunciou o lançamento do Periscope Producer, que permite conectar o Periscope a câmeras profissionais e softwares de streaming, além de dispositivos móveis como smartphones e tablets, para a realização de transmissões de vídeos ao vivo. Desde o lançamento, o número total de transmissões pelo Periscope Pro praticamente dobrou de trimestre em trimestre.

Hoje (21), o Twitter anuncia o lançamento do API do Periscope Producer, que abre novas formas de compartilhar vídeos ao vivo. Agora, será possível realizar transmissões diretamente de um hardware externo, softwares, câmeras e serviços da web sem a necessidade de conectá-los via Periscope. A API permite aos aplicativos autenticar as contas do Periscope, configurar e controlar as transmissões, e publicá-las no Twitter.

Alguns parceiros como Telestream, Mevo, Switchboard e Teradek já estão participando de testes e experimentando novas formas de integrar vídeos ao vivo ao Periscope. Solicitações para ter acesso ao API podem ser feitas por meio deste link.

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Vários sinais apontam recuperação da economia, diz análise do Ipea

A seção de Atividade Econômica da Carta de Conjuntura do Ipea divulgada nesta terça-feira, 21, faz uma avaliação dos primeiros números de 2017, além de analisar a evolução das taxas de crescimento do PIB, da produção por setor (agropecuária, indústria, serviços), dos componentes da demanda, consumo, formação bruta de capital fixo (FBCF) e produção industrial. Para o Grupo de Conjuntura do Instituto, a economia brasileira apresenta sinais iniciais de retomada. Há indícios de melhora, por exemplo, no Indicador Ipea de Produção Industrial, que prevê avanço de 0,3% no resultado da Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física (PIM-PF), do IBGE, referente a fevereiro, na comparação com janeiro.

Os níveis de confiança também subiram. Um terceiro fator positivo é a desaceleração da inflação, permitindo a flexibilização da política monetária. A queda dos juros, por sua vez, contribui para o barateamento do custo do capital e possibilita que as famílias renegociem as dívidas passadas, abrindo alguma folga em seus orçamentos, inclusive para aumentar o consumo. A liberação dos recursos das contas inativas do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) também injeta mais recursos na economia. Como o parque industrial já se encontra com os níveis de estoques próximos aos planejados, qualquer melhora no comércio varejista afetará o desempenho da produção.

Outro elemento que pode influenciar positivamente a atividade econômica ao longo de 2017 está associado ao setor externo, pois há boas perspectivas para que permaneça a evolução positiva do volume exportado no ano passado, especialmente com relação às commodities. Além disso, as projeções para as safras na lavoura indicam crescimento relevante em 2017, o que melhora as projeções para o agronegócio.

Alguns fatores, entretanto, podem contribuir para atrasar o processo de recuperação. Em primeiro lugar, a trajetória da atividade econômica depende de reformas estruturais. Ainda há números negativos, como o Indicador Ipea de FBCF (Formação Bruta de Capital Fixo), que recuou 3% em janeiro. Além disso, o atual quadro de obstrução do canal do crédito tende a retardar os efeitos positivos provenientes da queda nas taxas de juros.

Apesar dos indícios favoráveis, a recuperação da atividade econômica tende a ser lenta, e o legado da recessão ainda se faz presente, podendo ser medido nos últimos resultados do PIB. O recuo de 0,9% na passagem entre o terceiro e o quarto trimestre de 2016, na série livre de efeitos sazonais, foi o oitavo consecutivo. Contra o mesmo trimestre de 2015, o PIB caiu 2,5%, encerrando o ano com retração de 3,6%. Nos últimos dois anos, a perda chegou a 7,2%.

Acesse a seção de Atividade Econômica da Carta de Conjuntura do Ipea no Blog de Conjuntura www.ipea.gov.br/cartadeconjuntura

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Aplicativo conecta embarcadores, transportadoras e motoristas

O Brasil perde o equivalente a R$ 689 bilhões por ano com custos logísticos, o que representa um prejuízo em torno de 12,7% do Produto Interno Bruto (PIB), enquanto o custo logístico dos EUA, por exemplo, é de 7,8% do PIB, de acordo com um estudo realizado pelo Instituto de Logística e Supply Chain (ILOS) referente ao ano de 2015. Na economia do País como um todo, os custos de logística consomem cerca de 12% da receita das empresas, segundo dados do mesmo ano da Fundação Dom Cabral, o que impossibilita aos fabricantes transportarem produtos com preços competitivos, já que a logística é responsável por uma parte significativa do custo final dos produtos, superada apenas pelos gastos com matéria prima e produção.

Nesse cenário, as empresas se esforçam e buscam saídas para tentar baixar seus custos com logística. Devido a predominância do modal rodoviário sobre os demais no Brasil, o qual corresponde a 80% dos transportes brasileiros, soluções que facilitam o caminho da carga até sua chegada ao destino final estão atraindo embarcadores, transportadoras e caminhoneiros.

Visando unir todos os elos da cadeia logística, diminuindo custos, fomentando mais negócios para o setor e ainda suprindo a carência de inovação deste mercado, surgiu a Brasil Fretes, plataforma digital que facilita a negociação entre transportadores e embarcadores. Operando desde o início de 2016, a plataforma digital da Brasil Fretes é a única do País que inclui as transportadoras na busca por fretes, ou seja, integra toda a cadeia logística (embarcadores, operadores logísticos, empresas de transporte e caminhoneiros) através de uma ferramenta de última geração, ágil, personalizada e eficiente, que atende as necessidades dos clientes do setor de transporte e logística.

“O grande diferencial da Brasil Fretes é que ela também funciona como um braço comercial dos operadores logísticos e das transportadoras, aumenta a eficiência dos processos logísticos dos embarcadores e ainda faz a ligação com o caminhoneiro autônomo. Ou seja, com este formato exclusivo que fornecemos, abrimos mais oportunidades para as transportadoras, ofertando cargas e caminhões, e aproximamos os autônomos de todo o processo”, explica Adriano Del-Vecchio, CEO da Brasil Fretes.

Com quase 13 mil motoristas, 800 transportadoras e 500 embarcadores cadastrados, o carro chefe da Brasil Fretes ainda é o transporte de cargas provenientes do agronegócio. Isso porque o sistema rodoviário ainda é o principal transportador de cargas agrícolas e, em muitos casos, é a única alternativa para movimentação desse tipo de produto, frente à escassez nacional de hidrovias e ferrovias que liguem grandes distâncias. Esses embarcadores têm usado cada vez mais soluções tecnológicas que facilitam o embarque de suas cargas devido à preocupação com a logística envolvida para que todo o processo ocorra em condições favoráveis, cenário que é suprido pelas funcionalidades presentes na plataforma digital da Brasil Fretes.

Com a solução, é possível realizar negócios através do aplicativo, disponível para download gratuito na App Store e Google Play, como também em qualquer computador conectado à internet. O serviço oferece combinação inteligente entre cargas e caminhoneiros, compartilhamento da localização do motorista por geolocalização, notificações, integração para postagem de carga em massa através de planilhas, nova tecnologia para reduzir o consumo de internet e espaço de memória dos celulares, além de um design amigável e intuitivo. A Brasil Fretes oferece negócios para qualquer tipo de veículo e mercadoria, atua em todo o território nacional e ainda tem planos de expansão para o Mercosul em 2017.

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App brasileiro é vencedor de prêmio global da ONU

O guiaderodas, aplicativo colaborativo para consulta e avaliação de acessibilidade de estabelecimentos, é o único brasileiro, na categoria “Inclusão e Empoderamento”, apontado como vencedor do World Summit Awards – WSA Mobile 2016, premiação global organizada no âmbito da cúpula da ONU, que seleciona os projetos de inovação com impacto na sociedade.

O Prêmio WSA traz as melhores práticas de inovação digital do mundo, do México à Bangladesh, do Quatar à Alemanha, sendo o único evento de inovação digital que alcança mais de 178 países. Os vencedores das 8 categorias do WSA 2016 demonstram a riqueza e a diversidade dos conteúdos digitais do mundo e prova como uma iniciativa móvel pode melhorar a vida das pessoas através do seu impacto social.

Com o mote “uma ideia quando é boa, é boa para todos”, o aplicativo guiaderodas foi criado pelo empresário Bruno Mahfuz, cadeirante há 15 anos, a partir de sua própria experiência. Com apenas um ano de vida, o app já conta com informações de locais espalhados por mais de 700 cidades, em 32 países, e está disponível em Android, iOS e Windows Phone.

Para participarem do WSA, de início, 451 projetos foram selecionados por um júri internacional de especialistas em ICT (Innovate, Connect, Transform), em duas democráticas rodadas. Então, os membros das Nações Unidas de cada país elegeram uma solução por categoria. Assim, todas as nominações vêm de uma pré-seleção nacional para garantir a transparência do processo.

“Para nós do guiaderodas, a conquista deste prêmio representa que a sociedade está cada vez mais consciente para a questão da acessibilidade. Cada um que baixa e usa o app, pode ajudar milhões de pessoas do mundo todo, a sair de casa com mais segurança”, explica Mahfuz, fundador do aplicativo.

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Plataforma de pagamentos apresenta experiência de compras inovadora

Atualmente o smartphone se tornou muito importante para as pessoas se comunicarem, mas essa não é sua única função. Hoje ele também pode ser usado para fazer pagamentos em aplicativos de banco, vídeo conferências e até monitorar os filhos via GPS. Uma das novas utilidades é a adaptação de celulares como cartões de crédito ou uma extensão da agência bancária, que já está disponível em alguns países.

Outra facilidade que a tecnologia proporciona é receber serviços exclusivos baseados em um banco de dados. Imagine ter atendimento altamente personalizado de acordo com seu gosto e hábito de consumo, ou ter um dispositivo que reconhece que você entrou em determinada loja e dispara para o seu celular ofertas disponíveis no local baseadas no seu perfil.
O que antes era factível apenas no universo digital, tornou-se possível também em pontos de venda como lojas e supermercados. Essa é a proposta oferecida pela startup IZIO, o novo investimento da Conductor, empresa especialista em tecnologia de meios de pagamento. A startup fornece, dentre outros serviços, um total controle de comportamento de compra, utilizando atrativos como push, SMS informativo, cupom de desconto, campanhas e e-mail marketing.

Na prática funciona assim: o cliente cadastro seu número de celular e é alertado sobre promoções e novidades baseadas em seu relacionamento de compra, gênero e idade. As escolhas são feitas para aquele cliente em específico. Além disso, o cliente pode receber essas ofertas ao adentrar o ponto de venda. A plataforma reconhece o dispositivo devido a GPS do celular e uma vez que isso é mapeado, em uma fração de segundos, o cliente tem acesso à informações de seu interesse.

Christian Vincent, empreendedor e idealizador da IZIO, comenta sobre a inovação: “Com essa plataforma nós conseguimos conectar o varejo com seus clientes, em qualquer hora e qualquer lugar, no momento certo”. A ideia é fazer com que o cliente vá para o varejo por incentivo do varejista, através de ofertas altamente personalizadas, usando inteligência artificial. A proposta é dar a possibilidade de trabalhar o marketing segmentado ou personalizado, de acordo com a necessidade.

A IZIO processa mais de 1,5 milhão de transações mensais, tem mais de 200 mil CPFs cadastrados nos clientes onde opera, e mais de 200 milhões de registros de comportamentos dos clientes. As soluções da IZIO já operam em lojas nos Estados de São Paulo e o Rio de Janeiro.

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Teradata é líder em Abrangência de Visão no Quadrante Mágico de Analytics do Gartner

A Teradata foi posicionada mais uma vez como líder no Quadrante Mágico do Gartner para Soluções de Gerenciamento de Dados para Análise (DMSA). O relatório foi anunciado em 20 de fevereiro de 2017, tendo sido elaborado pelos analistas do Gartner Roxane Edjlali, Adam Ronthal, Rick Greenwald, Mark A. Beyer e Donald Feinberg. A Teradata (NYSE: TDC), uma das principais empresas de soluções analíticas do mundo, foi uma das 20 corporações avaliadas no relatório de 2017. Os fornecedores qualificados são avaliados anualmente pelo Gartner nos quesitos Abrangência de Visão e Capacidade de Execução. Esses temas são analisados por meio de uma pesquisa detalhada, incluindo briefings de usuários das plataformas qualificadas.

O relatório do Gartner começa mostrando a realidade do mercado de análises em 2017. “A disrupção está aumentando nesse mercado, com mais demandas por soluções abrangentes que abordem vários tipos de dados e ofereçam processamento e repositório distribuídos. As soluções em nuvem também estão ganhando força”. O relatório também aborda expectativas que estão crescendo nesse mercado: “Este Quadrante Mágico ainda possui várias lacunas, indicando que o mercado continua exigindo mais inovação e melhor execução para atender às necessidades de nuvem e implantação on-premise, assim como a combinação de nuvem e Big Data”.

“A posição de liderança isolada da Teradata em Abrangência de Visão (Completeness of Vision) reflete nossa busca incansável por excelência nas novas tecnologias de análise que ajudam nossos clientes a se diferenciarem no mercado, aproveitando todo seu potencial analítico”, disse Oliver Ratzesberger, vice-presidente executivo e diretor de produtos da Teradata. “Estou animado para ver como o relatório reconheceu a crescente popularidade do Logical Data Warehouse (LDW), porque este é o lugar onde a Teradata se destaca. Hoje a Teradata é a empresa que melhor exemplifica a abordagem LDW, oferecendo opções de implantação mais flexíveis e alternativas de nuvem híbrida. Esses atributos estão atraindo novos clientes ao mesmo tempo em que ampliam a satisfação e fidelidade de nossos clientes existentes “.

Conforme o mercado exige maior flexibilidade de licenciamento, a proposta de valor do Teradata Everywhere torna-se a mais atraente, oferecendo aos clientes a liberdade de escolha, flexibilidade e desempenho em escala. Combinando essa plataforma com o Teradata Aster Analytics e suporte ao Hadoop, bem como serviços de consultoria de negócios, a Teradata se posiciona como parceira de soluções, ajudando as empresas a se tornarem líderes de mercado. Para garantir eficiências econômicas, a equipe de consultoria de serviços analíticos da Teradata fornece uma prévia do retorno sobre o investimento e impacto estratégico de negócios para qualquer solução analítica antes do começo do projeto.

Para este Quadrante Mágico, o Gartner define as soluções de gerenciamento de dados para análise como “sistemas de softwares completos que suportam e gerenciam dados em muitos sistemas de gerenciamento de arquivos (geralmente um banco de dados ou vários bancos de dados). Estas soluções incluem estratégias específicas de otimização projetadas para suportar processamento analítico, incluindo, mas não se limitando, a processamentos relacionais, processamento não-relacional (como processamento de gráfico) e aprendizagem de máquina ou linguagens de programação como python ou R. Os dados não são necessariamente armazenados em uma estrutura relacional e podem usar vários modelos (relacional, documento, valor-chave, texto, gráfico, geoespacial entre outros) ”.

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Direct Talk eSeekr anunciam fusão e criam a maior plataforma de relacionamento com o consumidor do Brasil

Uma das principais startups do país e a plataforma líder em atendimento digital do Brasil se unem e criam a DT+Seekr, a maior companhia de relacionamento e engajamento com o consumidor. Com aporte do Fundo CVentures, a nova empresa tem planos de expandir a atuação para toda a América Latina e faturar cerca de R$ 100 milhões nos próximos cinco anos. Entre os países estão México, Colômbia, Chile e Peru, partindo para a Argentina numa segunda rodada.

Pioneira no setor de atendimento digital e presente no mercado brasileiro há 16 anos, a Direct Talk atende mais de 400 clientes, de médio e grande portes. Com seis anos de atuação e 300 clientes, a Seekr é reconhecida como uma das startups mais inovadoras do Brasil, atendendo as principais marcas do mercado nas mídias sociais. Juntas, as empresas passam a prover um portfólio completa de soluções para clientes de todos os portes, que poderão aprimorar seus canais digitais de relacionamento com o consumidor.

“Essa união é movida pela possibilidade de transformar a maneira como as marcas se relacionam com seus consumidores. As duas empresas acreditam e sempre trabalharam por essa mudança, agora juntas, o impacto será muito maior e o principal beneficiado será o cliente final. Além disso, vivemos um novo momento, o do consumidor 3.0, no qual a experiência com a marca vale muito mais do que apenas preço e produto”, afirma Marcelo Pugliesi, CEO da empresa.

Como parte da integração entre as empresas, a nova companhia assumirá neste primeiro momento a logomarca DT+Seekr. Em relação à integração das plataformas, Pugliesi esclarece que “será uma solução completa, com dados e ferramentas que poderão ser acessados e trabalhados por todos os gestores, otimizando na tomada de decisão para atender e se relacionar com esse novo consumidor”.

De acordo com Ricardo Heidorn, fundador da Seekr e CMO da DT+Seekr, a expertise e o DNA inovador das duas empresas vão acelerar lançamentos e trazer mais inovação para o mercado. “Nosso objetivo é oferecer para pequenas, médias e grandes empresas, escalando muito mais rapidamente, consolidando nossa liderança no setor”, afirma. “A união das empresas vem para reforçar as nossas qualidades e crescer, valorizando nossas histórias e buscando novas conquistas, sempre com o foco na relação do consumidor com as marcas”, complementa o CMO.

Para impulsionar a criação da empresa, o fundo Cventures, que já havia feito uma primeira rodada de aporte à Seekr, há dois anos, investe agora na DT+Seekr. “Buscamos soluções inovadoras direcionadas aos mercados em transformação. A possibilidade de seguirmos com uma estratégia de mercado ainda mais robusta é uma oportunidade muito interessante, por isso estamos contentes e motivados em participar da criação da maior empresa de relacionamento ao cliente do Brasil”, conclui Adonay Freitas, Diretor de Investimentos da Cventures.

Com 700 clientes e uma equipe composta por 130 funcionários, distribuídos nos escritórios de São Paulo e Blumenau (SC), a DT+Seekr conta com um portfólio de soluções que se complementam e atendem as necessidades das marcas que precisam conquistar, fidelizar e corresponder plenamente às expectativas do consumidor.

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Tecnologia da Informação: FGV EAESP oferece nova linha de pesquisa no Mestrado Profissional

A Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP) está com inscrições abertas até 19/05 para a nova linha de pesquisa: Tecnologia da Informação do Mestrado Profissional em Gestão para a Competitividade. O curso com duração de 18 meses tem como objetivo discorrer sobre a oferta no mercado de tecnologia e suas demandas e capacitar e aprimorar os conhecimentos na área. Entre as disciplinas estão: Big data, analytics e data Science, Internet das Coisas, Big Data, Computação na Nuvem, Administração e estratégia de TI, Gerenciamento de projetos de transformação digital, liderança e negociação e comunicação.

“Estamos no início de um novo período de grande transformação digital, no qual o gap (diferença) entre tecnologia ofertada e tecnologia assimilada tem que ser entendido e tratado. Com o aumento da oferta de tecnologia nos últimos anos, o gap aumentou; mas finalmente começa a ser entendido e diminuído com a maior assimilação da tecnologia, o que levará a um novo nível de transformação digital. A Linha de Tecnologia de Informação vai contribuir exatamente nesta questão do gap: vincular o uso de tecnologia com a realidade interna e externa das empresas, conhecer a oferta da tecnologia e seu potencial de contribuição, e entregar o valor do uso de TI para o negócio”, explica o coordenador da linha de pesquisa Alberto Albertin.

O processo seletivo (http://mestrado-profissional.eaesp.fgv.br/linha-tecnologia-informacao) consiste de inscrição, avaliação da documentação enviada e entrevista pessoal, para aqueles que moram em São Paulo, ou via Skype para quem reside em outras cidades – informações pelo telefone (11) 3799-4230.

As aulas ocorrem quinzenalmente às sextas-feiras das 17h00 às 22h30 e aos sábados das 8h às 17h00. Caso o aluno prefira, há o inovador sistema SNOC (Small Network Online Course), que reúne pequenos grupos de alunos, em que os professores conduzem as aulas cruzando discussões sobre conteúdos assíncronos, como leituras orientadas, exercícios, casos e aulas teóricas gravadas com discussões centradas no aprendizado do participante. No término do curso, com a entrega do trabalho de conclusão de curso, o aluno recebe o título de mestre.

Outro diferencial é que o aluno pode montar sua grade curricular e fazer cursos on-line em pequenos grupos com alunos das universidades membros do GNAM (Global Network for Advanced Management) – programa que reúne mais de 28 universidades, entre elas: Yale, Berkeley, IMD e HEC – e também optar por disciplinas de outros cursos de mestrados oferecidos pela EAESP.

CONHEÇA AS OUTRAS LINHAS DE PESQUISAS DO MESTRADO PROFISSIONAL EM GESTÃO PARA A COMPETITIVIDADE:

Gestão de Saúde (inscrições até 19/5) – Esse curso é voltado para profissionais da área de saúde em geral, e o aluno pode contar com o acompanhamento de coaching do Centro de Carreiras da EAESP. Entre as disciplinas: big data e saúde da população; novos modelos de negócio na saúde; novos modelos de organização na saúde; qualidade e experiência do paciente; qualidade e segurança em saúde; redes e valor em saúde; sistemas comparados de saúde; entre outros.

Para inscrições, acesse www.fgv.br/eaesp/mestradoprofissionalsaude

Sustentabilidade (inscrições até 19/5) – Curso inovador, trabalha a conexão lógica e a integração entre os diversos temas da sustentabilidade em vez de olhar cada tema como uma disciplina isolada, assim como acontece na realidade profissional. O conteúdo é ministrado a partir de dois projetos: o Projeto de Si Mesmo (PSM): processo autorreflexivo e vivencial de natureza transdisciplinar que visa a emergência do sujeito; e o Projeto Referência (PR), desafios reais em sustentabilidade a serem trabalhados em grupo ao longo de cada semestre. Com rodas de conversa com especialistas, dinâmicas, casos, jogos etc. Há também as viagens de campo, para que os alunos tenham a oportunidade de vivenciar a complexidade da sustentabilidade.

Para inscrições, acesse www.fgv.br/eaesp/mestradoprofissionalsustentabilidade

Varejo (inscrições até 19/5) – O curso é divido em três semestres. No primeiro, serão abordados os desafios e tendências de mercado, varejo on-line e multicanal e pensamento e planejamento estratégico. Já no segundo, haverá temas como métodos estatísticos; otimização de processos e melhoria contínua; experiência de compra; logística e big data e métricas financeiras. No último, a abordagem é sobre desenvolvimento de produtos e coleções; comunicação, novas mídias e redes sociais e projeto aplicado.

Para inscrições, acesse www.fgv.br/eaesp/mestradoprofissionalvarejo

Finanças e Controladoria (inscrições até 19/5) – O curso com duração de 18 meses aborda os seguintes temas: direito empresarial e responsabilidade corporativa, global financial reporting, tax strategy, finanças internacionais e solução de problemas reais. Além disso, conta com a parceria da ACCA (Association of Chartered Certified Accountants) e, caso o aluno queira a certificação internacional da ACCA, ele terá isenção de nove das 14 provas exigidas pela associação.

Para inscrições, acesse http://mestrado-profissional.eaesp.fgv.br/linha-financas-controladoria

Gestão Estratégica de Supply Chain (inscrições até 19/5) – o curso tem em sua grade curricular as seguintes disciplinas: alinhamento estratégico em cadeias; Coordenação e colaboração em cadeias; Inteligência em Supply Chain; Gestão de Projetos; Gestão de relacionamentos intra e interorganizacionais; Arquitetura de processos end-to-end; Gestão de desempenho em Supply Chain; Infraestrutura Logística; Gestão de cadeias globais; Gestão de riscos; Inovação disruptiva em cadeias; Compartilhamento de conhecimento; Agentes de transformação em cadeias; Logística Reversa; Logística em Saúde e Logística em Varejo.

Para inscrições, acesse http://mestrado-profissional.eaesp.fgv.br/linha-gestao-supply-chain

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SONDA lança estratégia para agronegócio

Após anunciar sua estratégia para mercados verticais, um dos setores-alvoda SONDA, maior companhia latino-americana de soluções e serviços de tecnologia, é o segmento de agronegócio, nicho que representa em média 23% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil. Para liderar esta frente, a integradora está nomeando uma nova diretoria comercial, comandada por Adalberto Malta, que atua há quatro anos na SONDA e focará seus esforços principalmente no interior de São Paulo. “O setor tem enormes oportunidades de serviços de tecnologia, tais como internet das coisas (IoT), infraestrutura e aplicações tecnológicas. A SONDA, por oferecer soluções de ponta a ponta, adiciona valor ao negócio de nossos clientes, o que nos torna um player competitivo no mercado e nos dá condições de ser referência no setor”, comenta Malta.

Os esforços neste momento estarão voltados às unidades produtoras de açúcar e etanol por conta do cenário positivo, principalmente em função da oferta de etanol no Brasil, que deve promover uma produção de 54 bilhões de litros até 2030, 80% a mais do que os 30 milhões de litros produzidos atualmente, conforme aponta a previsão da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), órgão ligado ao Ministério de Minas e Energia.

Paralelo ao objetivo de fortalecer a sua atuação no segmento do agronegócio, o outro alvo da estratégia da SONDA é aumentar consideravelmente o market share no interior do Estado de São Paulo, local onde estão algumas das principais empresas com maior potencial de crescimento.

Além de investir num time especializado e mapear as soluções mais aderentes ao setor, podendo oferecer tudo de forma integrada, a estratégia da companhia é disponibilizar tecnologia, serviços e condições de comercialização diferenciadas, seja por aquisição, financiamento, aluguel da solução ou na modalidade serviços.

A largada da iniciativa será dada no dia 24 de março durante o congresso do GATUA – Grupo de Tecnologia das Usinas de Açúcar, Etanol e Energia. O encontro tem o intuito de promover o aperfeiçoamento das atividades do setor a partir troca de experiências mutuas entre os profissionais de TI. O evento acontece no Centro de Eventos do JP Hotel, em Ribeiro Preto, interior de São Paulo, com início às 08h30.

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Huawei participa da CeBIT 2017 com 100 parceiras para promover a transformação digital

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Na CeBIT 2017, de 20 a 24 de março de 2017, a Huawei se associa a 100 parceiras para expor estratégias e soluções da tecnologia da informação e das comunicações (TIC), sob o tema “Liderando a nova TIC, o caminho para a transformação digital” (“Leading New ICT, The Road to Digital Transformation”). Em um estande de mais de 3.500 metros quadrados, localizado em C30 do Salão 2 do Centro de Exposições de Hannover, a Huawei está demonstrando a TIC e soluções inovadoras nas áreas de exposição de negócios, tecnologia e do ecossistema e está compartilhando melhores práticas e metodologias de transformação digital, para ajudar os clientes e parceiras globais a pro mover seus negócios digitais.

A estratégia e os objetivos da Huawei Enterprise Business Group estão alinhados com o tema “d!conomy — sem limites” (“d!conomy — no limits”) da CeBIT 2017, fornecendo aos tomadores de decisões orientação sobre administração econômica e pública, sociedade digital e transformação digital.

Plataforma e Ecossistema, duas forças motrizes no caminho para a transformação digital

Os negócios empresariais da Huawei se baseiam em um profundo entendimento da transformação digital do setor. Na exposição, a empresa apresentou sua estratégia “Plataforma + Ecossistema”.

O presidente da Huawei Enterprise Business Group, Yan Lida, disse: “O posicionamento empresarial da Huawei se foca em ser a melhor parceira no esforço para capacitar a sociedade digital, o desenvolvimento social inteligente e a transformação digital do setor. Propomos a estratégia ‘plataforma + ecossistema’, que se baseia em grandes investimentos em novas tecnologias, tais como computação em nuvem, Internet das Coisas (IoT — Internet of Things), Big Data, banda larga móvel e SDN, para criar uma plataforma de infraestrutura de TIC aberta, flexível, segura e ágil. Ao desenvolver um ecossistema ganha-ganha e ao colaborar amplamente com as parceiras, estamos ajudando os clientes e alcançar o sucesso na transformação digital”.

No discurso programático das Conferências Globais dos CEOs na CeBIT, a presidente do Departamento de Marketing e Vendas de Soluções da Huawei Enterprise Business Group, Diana Yuan, disse: “Nossa ‘Plataforma’ enfatiza a sinergia nuvem-conexão-dispositivo (cloud-pipe-device), enquanto nosso ‘Ecossistema’ é centrado no cliente e se foca na criação de um ambiente mutuamente benéfico para o desenvolvimento sustentável. A Huawei implementa a estratégia ‘Plataforma + Ecossistema’ e trabalha de perto com seus clientes e parceiras, para ajudá-los a abraçar a era digital, por alavancar as experiências e recursos sólidos e valiosos obtidos de nossa transformação digital”.

Na CeBIT 2017, a Huawei está lançando o Programa OpenLab (laboratório aberto) Global, para promover a implementação da estratégia “Plataforma + Ecossistema”. Esse programa vai reunir importantes parceiras empresariais com o objetivo de desenvolver recursos para criar soluções específicas para o setor, fornecendo os elementos fundamentais de um ecossistema de TIC que potencializa o futuro da sociedade inteligente. A Huawei planeja estabelecer outros 15 OpenLabs nos próximos três anos, com um investimento total de US$ 200 milhões. Até o final de 2019, haverá um total de 20 OpenLabs no mundo.

“Negócios”, “Tecnologia” e “Ecossistema”: demonstrando a nova infraestrutura de TIC com 100 parceiras

As áreas de exposição de “Negócios”, “Tecnologia” e “Ecossistema” da Huawei na CeBIT 2017 exibem os produtos inovadores, soluções e histórias de sucesso da TIC.

A área de exposição de “Negócios” demonstra as soluções da Huawei que habilitam a transformação digital de clientes e destaca histórias de sucesso em sete setores: cidade inteligente, finanças, manufatura, energia elétrica, transporte, mídia e ISP. A área de exposição de “Tecnologia” demonstra a nova infraestrutura de TIC da Huawei baseada na sinergia “nuvem-conexão-dispositivo. A infraestrutura integra sete tecnologias essenciais: IoT (com segurança), nuvem aberta, infraestrutura de data center, redes totalmente baseadas em nuvem (com segurança), comunicações por nuvem, wireless empresarial e serviços. O estande inteiro mostra os resultados da cooperação da Huawei com as 100 parceiras, incluindo grandes empresas como SAP, Accenture, Infosys, T-Systems, KUKA, Hexagon, Thales, Alstom e Siemens, para co nstruírem juntas um ecossistema sustentável.

Anúncios conjuntos de grandes parcerias e compartilhamento de métodos e práticas de transformação digital.

Mais de um terço das empresas listadas na Fortune 500 escolheram a Huawei como sua parceira de transformação digital e mais de 40% dessas empresas estão entre as 10 maiores do mundo. Na CeBIT 2017, a Huawei e suas principais parceiras do setor vão anunciar soluções conjuntas e compartilhar histórias de sucesso, como:

– Na arena da cidade inteligente (smart city), a Huawei e a Veolia estão implementando juntas uma solução de administração de águas pluviais e enchentes (Storm Water and Flood Management Solution), baseada em NB-IoT, para estabelecer cientificamente medidas de emergência. Além disso, a Huawei e a Frequentis estão desenvolvendo em conjunto um ecossistema aberto para soluções de segurança pública, para tornar as cidades mais seguras. A Huawei e a Honeywell estão lançando juntas uma solução de prédio inteligente que possibilita a administração inteligente de prédios e reduz o consumo de energia.

– No setor financeiro, a Accenture vai compartilhar uma solução de Big Data financeira, baseada na plataforma de Big Data da Huawei. A Huawei e a Infosys estão lançando conjuntamente a solução Finacle@Kunlun, para ajudar os bancos a reconstruir suas infraestruturas de TI e aplicações de camada superior.

– No setor de energia, a Huawei está trabalhando com a SAP para lançar uma solução de infraestrutura de medição avançada (AMI — Advanced Metering Infrastructure). Com esforços conjuntos com a State Grid Tianjin Electric Power Company, a Huawei está apresentando uma solução de rede elétrica dedicada wireless para ajudar as companhias de eletricidade a implementar a distribuição automática de energia e a medição inteligente.

– No setor de transporte, a Huawei e a Indra, provedora de soluções de tecnologia para o setor de transporte, estão assinando um memorando de entendimento de cooperação global, para desenvolverem conjuntamente soluções completas de TIC para transportes.

– No setor de mídia, a Huawei e a Sony estão implementando juntas uma solução de IP matrix Serial Digital Interface (SDI), para desenvolver veículos de transmissão e sistemas de vídeo móvel para emissoras de rádio e televisão globais.

– Na área de nuvem pública, os clientes que estão usando a Open Telekom Cloud (nuvem aberta da Telekom) desenvolvida conjuntamente pela Huawei e pela Deutsche Telekom irão compartilhar as últimas aplicações da solução — a Organização Europeia para Pesquisa Nuclear (CERN — European Organization for Nuclear Research) vai compartilhar sua experiência com a aplicação da Open Telekom Cloud no projeto Helix Nebulae Science Cloud. A SLV, fabricante do sistema de iluminação alemã, está anunciando que irá empregar uma plataforma de IoT baseada na Open Telekom Cloud e lançar projetos para a casa inteligente.

No futuro, a Huawei irá continuar a desenvolver um ecossistema sustentável e investir em alianças setoriais e comerciais, na comunidade de fonte aberta e em plataformas para desenvolvedores.

Para mais informações sobre a Huawei na CeBIT 2017 visite http://e.huawei.com/topic/cebit2017-en/index.html

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Programa de aceleração Liga AutoTech: startups podem se inscrever até 26.03

A Liga Ventures – aceleradora especializada em gerar negócios entre startups e grandes corporações – encerrará o período de inscrições para o 1° ciclo de aceleração da Liga AutoTech (http://liga.ventures/autotech/) ainda este mês. O programa de inovação irá prospectar, selecionar e acelerar startups em conjunto com grandes empresas dos setores de mobilidade, transporte, logística e da indústria automobilística. Hoje, já fazem parte do projeto as empresas Mercedes-Benz, Eaton, Sascar, Ticket Log e Repom.

De acordo com Rogério Tamassia, diretor da Liga Ventures e um dos idealizadores do programa, o objetivo da plataforma é descobrir novos talentos por meio de startups inovadoras e assim conectá-los a grandes empresas do setor para que explorem oportunidades de negócio juntos. “Para as startups participantes é uma ótima oportunidade de passar por uma experiência única, aprendendo a fazer negócios com empresas que são referências neste mercado”, explica Tamassia.

Programa de Aceleração Liga AutoTech

Após as inscrições, que vão até 26 de março, serão selecionadas até 8 startups para este ciclo, em temas como gestão e serviços para frotas, big data e analytics, telemetria, rastreamento e pagamentos móveis.

Durante quatro meses, as startups ganhadoras passarão por um programa de aceleração, no qual poderão explorar oportunidades de negócios com as grandes empresas participantes, mentorias com executivos do setor e com a rede de mentores da Liga Ventures, além de um amplo networking com potenciais parceiros e investidores. Nenhuma contrapartida em participação societária ou propriedade intelectual é exigida das startups aceleradas.

Além do programa de aceleração, a plataforma promoverá eventos sobre inovação do setor, relacionamento com startups brasileiras e internacionais e a criação de um processo estruturado para gerar inteligência sobre o segmento.

Liga AutoTech

As startups interessadas podem se inscrever até o dia 26 de março pelo site http://liga.ventures/autotech/.

Empreendedores interessados em saber mais poderão assistir à Info Session presencialmente em São Paulo ou pela internet na próxima terça-feira (21/03). É só eles se inscreverem em: http://bit.ly/ligaautotech-infosession1

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Impostômetro registra R$ 500 bilhões nove dias antes que em 2016

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Meio trilhão de reais! Esse é o valor total pago pelos brasileiros em impostos, taxas e contribuições só em 2017. A marca de R$ 500 bilhões exibida pelo Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) nesta segunda-feira (20), por volta das 6h50, abrange o montante nominal de tributos – ou seja, sem descontar a inflação.

Em relação ao ano passado, o valor foi alcançado nove dias antes (o painel registrou R$ 500 bilhões dia 29/03/2016).

Para o presidente da ACSP e da Federação da Associação Comercial de São Paulo (Facesp), Alencar Burti, esse aumento arrecadatório de um ano para outro é um incentivo para que o governo federal descarte elevação ou criação de impostos. “Esse crescimento é sinal de que a recessão perde força e a economia começa a reagir. O controle de gastos e as reformas ajudarão a sanear as contas públicas nos próximos anos. Por isso, vemos como desnecessário qualquer aumento tributário, visto que isso retardaria a retomada da economia”, declara Burti.

No portal do Impostômetro é possível visualizar, por exemplo, curiosidades e valores arrecadados por período, estado e município. O painel foi implantado em 2005 pela ACSP para conscientizar o cidadão sobre a alta carga tributária e incentivá-lo a cobrar os governos por serviços públicos melhores. Está localizado na sede da Associação, na Rua Boa Vista, centro da capital paulista.

Fonte: Associação Comercial de São Paulo

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T-Systems Brasil vai ampliar data center próprio em 2017

A T-Systems, provedora alemã com amplo portfólio digital de soluções e serviços de TI, com destaque no Brasil em consultoria SAP, desenvolvimento e sustentação de sistemas/AMS, plataforma cloud privada e IoT, vai ampliar o seu data center localizado em Barueri (São Paulo) em 2017. O movimento, que vai contar com investimentos de R$ 20 milhões, tem o objetivo de manter os índices de crescimento da base de clientes cloud da companhia.

Ideval Munhoz, presidente da T-Systems Brasil, lembra que 2016 foi um ano de aprendizado e que, apesar da instabilidade, os resultados conquistados pela empresa foram positivos. “O primeiro trimestre foi de incertezas, mas depois do terceiro trimestre, o mercado corporativo começou efetivamente a enxergar um horizonte”, afirma. Com isso, muitos projetos foram reavaliados ou retomados, fazendo com que diversos contratos fossem concretizados no final do ano. “Isso não ocorreu no mesmo volume de 2015, mas o quarto trimestre foi o melhor do ano, além de trazer uma série de novos negócios que serão fechados este ano”, revela.

Munhoz ressalta que a grande maioria destes contratos sãodirecionados para a plataforma em nuvem da T-Systems, resultado dos investimentos feitos pela companhia ao longo dos últimos anos. “Outro grande movimento, e que também depende de nosso data center, é para a plataforma SAP que temos hoje, já com várias implementações concluídas”, afirma.

Data center

Para atender ao crescimento desta demanda, a T-Systems Brasil segue ampliando seu data center, o T-Center. Localizado em Barueri (SP), o data center conta hoje com 1.800 metros quadrados. Guilherme Barreiro, executivo responsável por Data Center e Cloud na T-Systems do Brasil e na região Américas, lembra que ele foi construído de forma modular. “Os primeiros 600 metros quadrados foram entregues em 2011 e as salas seguintes foram entregues de acordo com o crescimento da demanda”, diz, lembrando que os últimos 600 metros quadrados foram entregues em maio de 2016.

Para chegar ao status atual, o T-Center vem recebendo investimentos constantes. Foram R$ 50 milhões para sua criação, em 2011. “No ano passado foram investidos R$ 25 milhões em sua ampliação e, para este ano, estão previstos mais R$ 20 milhões”, revela Barreiro. Ao todo, o data center atende hoje mais de 50 clientes, todos empresas. Neste grupo, há clientes globais da companhia, como BAT, Shell e Thyssengroup e outros locais, como Qualicorp, Kroton, Líder Magazine, Casa&Vídeo e Grupo ABC.

O T-Center tem certificação tier III desde 2011 e conta com todas as suas camadas de segurança certificadas pela Kroll. “Além de todo o investimento na expansão, nos últimos dois anos investimos cerca de R$ 10 milhões na melhoria de itens como segurança e eficiência energética. Com tudo isso, nosso business plan para os próximos quatro anos já prevê a análise de futuras possibilidades de expansão”, revela Barreiro.

Posicionamento

A expansão é parte importante da estratégia da T-Systems Brasil, que vem se posicionando para ajudar seus clientes na chamada transformação digital. “Somos hoje fortes parceiros de nossos clientes em projetos onde se definem novas arquiteturas de sistemas e na implementação destas soluções”, lembra Munhoz. Para o presidente da T-Systems Brasil, o grande desafio enfrentado pelas empresas brasileiras hoje é definir quando e como utilizar a arquitetura cloud. “Nosso papel é trabalhar como efetivo integrador para ajuda-los lá na frente e por isso nos preparamos para sermos o fornecedor que vai integrar todas as suas áreas de negócios, porque esta transformação não envolve apenas uma área ou solução”, lembra.

Com este cenário, Munhoz acredita que, em 2017, a T-Systems deve superar as previsões de analistas, atingindo média de crescimento de dois dígitos no Brasil. “Isso em função de empresas que precisam buscar competitividade, revisar e otimizar processos e buscar o efetivo benefício da tecnologia em seus negócios apoiando nossos clientes na Transformação Digital”, conclui.

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InovAtiva Brasil divulga startups selecionadas para o 1° Ciclo de Aceleração de 2017

Nesta segunda-feira, 20, o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) e o Sebrae divulgaram os nomes das 300 startups escolhidas para a primeira etapa. Foram selecionadas empresas inovadoras iniciantes de 18 setores da economia, com destaque para tecnologia da informação (25%), serviços (16%), saúde (12%) e agronegócios (11%). Essas empresas estão espalhadas por 103 cidades de 24 Estados – São Paulo (24%), Minas Gerais (13,33%) Rio de Janeiro (10%) tiveram o maior número de startups aprovadas.

A cada ano, o InovAtiva bate recorde de inscrições ao oferecer capacitação em empreendedorismo inovador; acesso a mentores nacionais e internacionais; conexão com possíveis parceiros e investidores; além de suporte para internacionalização e vantagens na adesão a outros programas de fomento oferecidos por instituições parceiras.

‘‘Nesse ciclo foram 1.793 propostas submetidas, 30% a mais que o melhor resultado anterior, o que significa que a competição foi muito maior, temos 300 empresas realmente qualificadas”, comemora Marcos Vinícius de Souza, Secretário de Inovação e Novos Negócios do MDIC. Ele destacou que o objetivo do InovAtiva Brasil é qualificar startups com ideias e tecnologias incríveis, mas com pouco conhecimento de negócio. “São empreendedores com grande potencial, mas que em geral ainda não falam a língua do mercado, não sabem como atingir o seu cliente e abordar um potencial investidor. Auxiliamos nesse primeiro passo e entregamos elas mais estruturadas apenas quatro meses depois”, completa.

“O InovAtiva traz uma série de impactos positivos para as empresas participantes. Esses resultados podem ser percebidos no aumento da sobrevivência das empresas, da expectativa de faturamento e da valorização no mercado em que atuam”, afirma o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos.

Leandro Carioni, diretor do Centro de Empreendedorismo Inovador da Fundação CERTI, se mostra confiante com a seleção para o programa. “A conexão entre os mentores e empreendedores cria um ambiente propício para novas oportunidades como a geração de novos negócios e empregos. Com certeza as startups que estão entrando nesse ciclo vão aproveitar todos os benefícios que o InovAtiva oferece para acelerar o crescimento dos negócios”, destaca.

A TheBio, uma empresa de inovação biotecnológica focada em uma vacina capaz de apresentar resultados superiores às do mercado no cuidado das enfermidades animais, foi uma das 300 selecionadas pelo atual ciclo. Daniela Droppa, CEO da startup espera traçar e definir os processos na aceleração da maneira mais acertiva possível. ‘‘Com os cursos oferecidos pelo InovAtiva, vamos nos capacitar e aprender bastante. O programa vai contribuir para o nosso sucesso, assim como abrirá portas para investidores e também vai proporcionar prioridades em alguns editais de seus parceiros’’, comenta. A empresa está no processo de pré incubação na Incubadora de Base Tecnológica (ITEC) há quatro meses e este é o primeiro processo de aceleração que participa.

Os selecionados passarão por cursos de modelagem e validação da proposta de valor, acesso ao mercado, modelagem financeira das startups e acesso a capital. Ao final da primeira fase de mentorias, os participantes se encontram em Bootcamps regionais e entram em contato com mais mentores em oficinas e workshops presenciais.

Após o evento, serão selecionadas as 125 startups finalistas para mais dois meses de mentorias e a participação no evento que fecha a preparação dos empreendedores e conecta eles a potenciais investidores, clientes e parceiros, no Demoday InovAtiva. Em 2016, a startup Exchange Now ficou entre as eleitas pelos investidores e executivos como uma das mais bem preparadas no Demoday. ‘‘A plataforma online do programa foi o que mais nos atraiu. Depois dessa participação e a abertura para apresentar nosso negócio, saímos mais seguros do que quando entramos no InovAtiva’’, reforça o CEO Marcos Almeida.

Neste link, você confere a lista completa.

Fonte: InovAtiva Brasil

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Tecnologia para impulsionar o Brasil – Por Cristina Palmaka

Transformação é a palavra-chave para o Brasil para este e os próximos anos. Em todos os segmentos, o cenário é de oportunidades. Se soubermos aproveitar as janelas que estão-se abrindo, sobretudo em setores – e são muitos – que podem ser alavancados pelas inúmeras ferramentas e novidades tecnológicas já disponíveis.

IoT, Nuvem, Inteligência Artificial, Machine Learning e Blockchain são temas que já dominam a cena mundial, constituindo, para aqueles conectados com a jornada digital, tendências definitivas para o desenvolvimento de produtos e serviços. Superavançadas e inovadoras, essas tecnologias estão quebrando barreiras dos setores mais resistentes graças a resultados rápidos e concretos que impulsionam velozmente os resultados econômicos das mais diversas áreas de negócios, públicos e privados.

Nesse cenário de mudanças, a Internet das Coisas é um dos exemplos que retratam à perfeição a rápida obtenção de resultados tangíveis: Agricultura, Saúde, Transportes, Portos, e mesmo a prevenção de enchentes em grandes cidades são apenas alguns dos segmentos que já se beneficiaram dessa tecnologia, aliada a soluções analíticas e de big data. Um sucesso que promete crescimento exponencial, tanto que recente estudo do Gartner aponta para a existência, até 2020, de mais de 26 bilhões de sensores conectados no mundo. Ou seja, em poucos anos, não só as empresas, para que entrem em um ciclo virtuoso de expansão, mas o cotidiano das pessoas terá sido definitivamente impactado por essa tecnologia.

No Brasil, a onda tecnológica ainda não atingiu todo o seu potencial, mas tem alcançado setores fundamentais para o desenvolvimento econômico, como o da Agricultura, cujos resultados comprovam largamente os benefícios dos investimentos direcionados à transformação digital. A evolução tecnológica do Agronegócio, que está abraçando modernos sistemas baseados em plataformas disruptivas como Internet das Coisas, Big Data e Analytics, hospedadas cada vez mais na Nuvem, onde usufruem de segurança, rapidez e flexibilidade, tem gerado alta competitividade e crescimento econômico, proporcionando um significativo impacto social.

Apenas para o binômio 2016/2017, levantamento dos órgãos competentes, como a Conab, aponta para um crescimento de 15,6% em relação ao período anterior, ou em números absolutos 210,9 a 215,1 milhões de toneladas de grãos. Essa jornada do Agronegócio, já com suporte digital, contribui, inclusive, para fomentar um ciclo virtuoso, gerando mais novidades e negócios, como startups que desenvolvem e oferecem soluções vinculadas ao conceito de agricultura 4.0. Exemplos criativos e produtivos são os sistemas que monitoram em tempo real todas as etapas do trabalho no campo, gerando mais produtividade e melhor gestão das propriedades – e que já despertam o interesse de outros países.

É esse impacto direto e positivo na sociedade como um todo que os atores públicos e privados, que se ocupam seja da formulação de políticas, do desenvolvimento ou da implementação de novas tecnologias, precisam ter em mente. Sobretudo porque estudos já comprovam que o uso mais intensivo de tecnologias digitais pode representar um significativo acréscimo ao PIB das economias globais – no caso brasileiro, de cerca de 97 bilhões de dólares até 2020, ou um aumento anual de 0,5% sobre o crescimento projetado. Resultados fundamentais para alavancar o crescimento que todos desejamos para o País.

Você está preparado para as soluções tecnológicas que o Brasil precisa?

Cristina Palmaka. presidente da SAP Brasil

Big Data e Machine Learning no centro da transformação digital – Por Gabriel Lobitsky

A análise de dados vai além do big data e sua crescente adoção. Recentemente, uma pesquisa da Forrester Research mostrou que, em média, 40% dos líderes de análise de dados globais afirmam que já estão implementando ou expandindo o uso da tecnologia de big data, e 30% dos que ainda não adotaram planejam fazer até o próximo ano. Não há dúvidas sobre a capacidade da ciência de dados em transformar indústrias e modelos de negócios tradicionais. No entanto, a adoção massiva fomenta a discussão sobre a transformação de dados em insights e da sua evolução, o machine learning, capaz de ‘prever problemas futuros’ ao usar algorítimos e análise de padrões de dados para identificar e indicar soluções efetivas para problemas de negócios.

Ao usar algorítimos e uma linguagem matemática, a ciência de dados pode criar soluções transformadoras para as empresas. Com uso de análises preditivas, o big data e o machine learning permitem traçar estratégias, otimizar ações, interagir com os clientes e, claro, impulsionar vendas. Mas isso só é possível porque a nuvem ampliou o poder computacional sob demanda, facilitando a armazenagem e análise de dados. Hoje, modelos preditivos são capazes de entender o lado crítico de cada operação por meio do software.

Veja como as tecnologias podem gerar insights e transformar algumas operações:

Supply Chain: complexo para muitas empresas, o bom funcionamento das operações é essencial para minimizar custos com atrasos e falta de produtos no estoque. Os cientistas de dados estão fazendo uso total do poder computacional para modelar os cronogramas e antecipar informações sobre acontecimentos que podem impactar negativamente as operações, como a combinação de machine learning e big data. Juntas, as tecnologias dão melhor visibilidade e compreensão para as empresas identificarem os atrasos normais e os que são resultados de imprevistos, como desastres naturais, greves, etc.

Logística: a ciência de dados está permitindo que a próxima geração de software empresarial, resultado de soluções preditivas, fale ao usuário a quantidade de inventários necessários para atender demandas futuras; que informe como precificar os itens para garantir a lucratividade em longo prazo; e aponte os portos com melhores capacidades para embarques, com o intuito de minimizar o impacto dos atrasos.

Varejo: normalmente, aplicações inteligentes de CRM atuam de forma preditiva no setor, e mostram potenciais compradores e produtos mais buscados. As tecnologias complementares, como sensores e RFID, dão às lojas uma visibilidade mais ampla do estoque para saber localização e movimentação de um produto, por exemplo. Se associada a interpretação dos dados, as tecnologias permitirão uma verdadeira transformação digital nas lojas físicas, que poderão não apenas compreender a jornada do consumidor, mas ofertar produtos e itens específicos. No setor de vestuário, por exemplo, os dados capturados por sensores podem ampliar a oferta de produtos que se ajustem ao gosto e tamanho do cliente. E, esse mesmo tipo de solução pode apoiar a gestão da armazenagem e do estoque no varejo, por disponibilizar informações sobre níveis de inventário, eliminando a necessidade de uma contagem manual e demorada, com mais incidência a erros.

A ciência de dados precisa ser compreendida como um componente fundamental para a transformação digital, pois é a única forma de criar soluções que, de fato, impactam na tomadas de decisões. Os algorítimos empregados ao software não devem ser como uma caixa preta fechada, que não mostra aos usuários o que está acontecendo por dentro, e por outro lado, não precisa bombardear o usuário com informações desconexas. É preciso um meio termo para que a ciência se torne acessível e compreensível para todos, principalmente para os usuários das empresas com operações críticas, como varejo, logística e supply chain, em que a palavra otimização é um imperativo.

Gabriel Lobitsky, Vice Presidente da Infor para Brasil e América Latina

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