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A inteligência das cidades está na maneira como suas informações são utilizadas

unnamed As cidades serão o verdadeiro motor de transformação do estilo de vida e da economia do mundo nas próximas décadas. Para suportar essa concentração de pessoas, muita tecnologia e inovação são necessárias para garantir o bom funcionamento dessas cidades. Entretanto, para tornarem-se realmente inteligentes, é fundamental que além de uma maturidade social e tecnológica, os municípios identifiquem seus potenciais e melhorem seus processos de políticas públicas, para otimizar seus recursos e gerar valor direto ao cidadão.

Falar de cidades inteligentes pode trazer certo receio, pois está associado a algo complexo e difícil. Mas tornar uma cidade mais inteligente, eficiente e sustentável não é tão complexo quanto se imagina, deve-se evitar os projetos top-down (onde as soluções são definidas sem necessariamente agregar valor para o cidadão) e optar por projetos que nascem com a capacidade de melhorar a vida do cidadão, partindo da premissa “pense grande, mas comece pequeno”.

Existe uma teoria de que primeiro uma cidade precisa ser digital, depois conectada, sensorizada, para então tornar-se inteligente. Em alguns casos isso é uma verdade, mas não uma regra. É possível trazer inteligência direta para uma cidade sem nenhum tipo de conectividade. Hoje em dia todo mundo possui smartphone, ou seja, grande parte da população está conectada de uma forma ou de outra. Mesmo não tendo uma banda larga, é possível disponibilizar um serviço agregado, como o aplicativo Waze, por exemplo. O Waze é uma ferramenta de inteligência que não depende de nenhuma infraestrutura pública, apenas privada.

Mas para outras tecnologias e conceitos é necessário sim, nascer digital, transformar em conexão, sensorizar alguns elementos, para então partir para a inteligência. Uma iniciativa de cidade inteligente deve ser construída em etapas, começando pelo pressuposto de que não se trata apenas de tecnologia, e ela deve ser vista como um meio. A inteligência precisa de um objetivo final, que é trazer valor para o cidadão, em um ecossistema que envolve questões tecnológicas, sociais e sustentáveis. Este é o conceito: começar pequeno, testar, desenvolver cultura e, só depois, criar iniciativas maiores. Sempre de maneira gradativa.

As métricas são fundamentais para a conceituação das cidades inteligentes. Todo projeto tem um objetivo, todo objetivo tem um resultado esperado e todo resultado esperado tem uma métrica e um indicador. Como se faz isso? O segredo está em começar com o levantamento de um dado, transformá-lo em informação e fazer algo com aquela informação.

Mas, como essa informação é utilizada na prática? O que é possível fazer com informações de uma praça com sensores de estacionamento, por exemplo? Em uma cidade localizada no interior paulista, foi detectado que o tempo médio de utilização das vagas de estacionamento era de cerca de oito horas. O estacionamento está sendo muito bem utilizado? Não, pelo contrário, pois trata-se de uma área comercial e ninguém fica oito horas em uma praça localizada em uma região comercial. Descobriram então que os donos dos estabelecimentos estavam utilizando as vagas dos clientes. Com esta constatação, o dado tornou-se informação, que foi discutida em uma reunião da associação comercial na qual definiram que era necessário que os comerciantes estacionassem seus veículos do outro lado da praça para disponibilizar as vagas para os clientes. Resultado: o tempo médio do estacionamento foi reduzido para 45 minutos. Esse é o bom uso da informação com inteligência. É preciso perseguir esses conceitos para garantir bons resultados.

Atualmente, grande parte dos projetos conhecidos como projetos de inteligência, são iniciativas top down. O que seria isso? O prefeito define que quer mais segurança e instala, por exemplo, 300 câmeras de alta definição em toda cidade. A região passa a estar monitorada, correto? Errado. Quem está olhando aquela câmera? São inúmeras horas de vídeo sendo armazenadas em um HD, que serão utilizadas, na melhor das hipóteses como playbacks em investigações policiais ou demandas jurídicas. A inteligência para esse tipo de caso está em você detectar um evento, disparar um alarme e acionar uma viatura para averiguação de um incidente. Ou agregar isso à uma ferramenta de colaboração do cidadão, como um aplicativo, ou o cidadão reportar um incidente e essa informação ser útil aos órgãos de segurança. Uma iniciativa 100% top down não garante efetivamente a geração de valor para o cidadão.

A contrapartida é o projeto bottom up, no qual o cidadão demanda um certo valor que acaba sendo incorporado pela gestão pública. O Waze, mais uma vez, é um exemplo prático disso, pois trata-se de uma iniciativa 100% bottom up, um valor que o cidadão carrega no bolso. A gestão pública está começando a enxergar que este tipo de app pode ser uma ferramenta para melhorar o processo de mobilidade, uma fonte importante de informação para a cidade.

As duas maneiras são válidas, desde que fique claro o que cada iniciativa esta gerando de valor para o cidadão. O processo de construção desses projetos nasce na identificação desse valor. O primeiro passo é descobrir quais são os principais problemas e necessidades de uma comunidade. Depois é preciso criar um catálogo de serviços, que nada mais é do que um ecossistema de parceiros e fornecedores, provendo diferentes tipos de soluções. A próxima etapa é trabalhar todas essas soluções em uma plataforma integrada, na qual todos os dados possam ser consolidados, e, por fim, os gestores já estão aptos a definir seus objetivos e conquistar os resultados por meio desses indicadores de inteligência.

A inteligência da cidade, portanto, começa mesmo a acontecer quando as informações geradas pela tecnologia e pelos usuários são vistas de forma integrada e com objetivos bem definidos. As cidades inteligentes chegam para melhorar a qualidade de vida dos cidadãos.

Por Washington Tavares, CTO da Tacira, empresa brasileira especializada em soluções para cidades inteligentes.

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O que o mundo corporativo pode aprender com os Jogos Olímpicos

Por Alexandre Slivnik

É impossível não se comover ou tirar lições de vida com essa edição dos jogos olímpicos. Sem dúvida, o que mais chama a atenção e nos toca emocionalmente, além da vibração da torcida e dos atletas, é a persistência. Tão importante quanto a coragem de conseguir o sucesso desejado, esse sentimento deve estar presente não só nos jogos, mas nas tarefas do cotidiano onde não há plateia! E o único 100% responsável por conquistar a medalha é você.

O ginasta Diego Hypólito participou dos jogos pela terceira vez consecutiva. Em Pequim, era um dos grandes favoritos. Caiu de bunda no chão. Quatro anos depois, em Londres, experimentou mais uma vez o gosto amargo da derrota. Em 2013, foi desligado do Flamengo, clube em que treinava, o que resultou em uma depressão que durou um ano e três meses. Chegou a perder 10kg e teve que ser internado. Mas deu a volta por cima e, nos Jogos do Rio em 2016, ganhou a medalha de prata. E quer mais. Afinal, quem está conectado com a sua missão e engajado em uma causa tem plena certeza de que pode fazer a diferença em qualquer função e ele fez para si e para a equipe que o auxiliou nesta jornada e, principalmente, para o país.

A judoca brasileira Rafaela Silva ganhou a primeira medalha de ouro do Brasil destes jogos. Para isso, teve que superar preconceito e as adversidades. Na edição londrina, foi eliminada e, covardemente, xingada nas redes sociais. Alguns diziam que ela era uma vergonha para o Brasil. Exatos quatro anos depois, dentro do seu país, na sua cidade, ela venceu o preconceito, levou a medalha de ouro e calou os maldosos críticos que tentaram fazê-la desistir.

Esses dois episódios e mais tantos outros repletos de histórias de superação podem ser aplicados ao mundo corporativo. Os vencedores andam na contramão do pensamento daqueles que querem seu fracasso. O sucesso depende de suas escolhas e de quanto você está disposto a se doar e a investir no que se deseja. É preciso ter sede de aprendizado e investir no próprio desenvolvimento. Quando você vê o seu trabalho como uma missão de vida, encontra tempo e motivação para continuar lutando…. e persistindo rumo ao sucesso.

E foi o que alguns empresários continuaram fazendo ao longo de 2015 e 2016. Muitos desistiram, demitiram funcionários e acreditavam que o sonho havia acabado. Executivos também perderam seus postos, tendo que rever toda a sua condição de vida. Mas este jogo está prestes a virar. Além dos indicadores econômicos, é perceptível que as empresas estão pisando no acelerador nesse segundo semestre.

Steve Jobs foi dispensado da diretoria da Apple um ano após lançar o Macintosh. Mas, durante os cinco anos seguintes, criou uma companhia chamada Pixar, que fez o primeiro filme animado por computador, Toy Story, e se tornou o estúdio de animação mais bem-sucedido do mundo. Como se isso não bastasse, Steve foi chamado de volta à Apple, porque a organização estava afundando. E ele a reergueu. Pessoas extraordinárias estão sempre conscientes que precisam agir para corrigir os rumos e buscar resultados dentro da organização.

Walt Disney foi demitido de três empregos, sendo que um deles por falta de criatividade. Conseguiu falir duas empresas antes de construir seu império que é, até hoje, o maior centro de entretenimento do mundo. E foi esse sonho de fazer diferente e de nunca desistir, que fez sua empresa ser reconhecida como a marca mais amada do mundo de acordo com a pesquisa da APCO Worldwide, 2013. Hoje, essa filosofia que cerca os parques continua a inspirar pessoas e mostra que o sucesso e o futuro das organizações dependem delas mesmas.

O que a Rafaela, Diego, Steve, Disney e tantos outros empresários têm em comum? ATITUDE! Não esperaram nada acontecer do acaso. Trabalharam e foram buscar o resultado de que tanto sonhavam. Eles se sobressaíram principalmente por ter algumas características bastante desejáveis, enumeradas a seguir:

1.Gostar do que faz

2. Provocar mudanças ao redor

3. Oferecer sempre soluções eficazes

4.Superar crenças limitantes

5. Saber para onde ir

6. Investir em conhecimento e autoconhecimento

7. Projetar os passos com atenção

8. Sempre além.

Agora é com você! Trabalhe duro e transforme seus sonhos em resultados extraordinários!

Alexandre Slivnik é autor do best-seller O Poder da Atitude e O poder de Ser Você. É sócio-diretor do Instituto de Desenvolvimento Profissional (IDEPRO), diretor-executivo da Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento (ABTD) e diretor geral do Congresso Brasileiro de Treinamento e Desenvolvimento (CBTD).

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E-commerce de energia registra maior taxa de conversão das negociações on-line

O e-commerce líder no setor elétrico brasileiro, o Balcão Brasileiro de Comercialização de Energia (BBCE), registra a maior taxa de conversão das negociações on-line do Brasil. O percentual entre o volume de visitas e os contratos efetuados pela plataforma da BBCE é de 12%, índice superior ao médio do mercado nacional de 1,2%.

“Os 13 mil megawatts, que foi o volume de energia negociado, representam a capacidade instalada da usina de Itaipu, uma das maiores do mundo e a maior da America do Sul, que abastece dois países simultaneamente”, afirma Victor Kodja, presidente da BBCE. Em média, 150 contratos são fechados a cada mês por meio da plataforma e aproximadamente 1.500 ofertas são registradas no período.

O modelo oferecido pela BBCE é 100% digital e pode ser acessado por meio do site ou via aplicativo mobile gratuito para os sistemas Android e IOS. “Contamos com um app que foi muito bem recebido pelos agentes do setor. Já tivemos mais de dois mil downloads. O sistema permite acompanhar as negociações que estão sendo feitas em tempo real, além das ofertas e do volume de negócios de cada produto que interessa”, sinalizou Kodja.

Dos participantes da plataforma BBCE, 60% são comercializadores de energia, 26% geradores, 4% consumidores e 10% de outros tipos, como o mercado financeiro. Atualmente, 30% do volume de negócios da plataforma são realizados por usuários que não fazem parte do quadro de acionistas.

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Twitter divulga dados de repercussão dos Jogos #Rio2016

No decorrer dos Jogos Olímpicos 2016, fãs de todo o mundo se reuniram no Twitter para torcer por seus times em disputas emocionantes, se comunicar com seus atletas favoritos e compartilhar opiniões e experiências em tempo real com seus seguidores. O engajamento dos usuários em torno da Olimpíada resultou em 75 bilhões de impressões (número de vezes em que os Tweets relacionados ao assunto foram visualizados na plataforma) no Twitter global, a partir da publicação de 187 milhões de Tweets. Com isso, esta foi a Olimpíada mais Tweetada até hoje.

O nadador norte-americano Michael Phelps (@MichaelPhelps), o corredor jamaicano Usain Bolt (@usainbolt) e o jogador de futebol brasileiro Neymar (@neymarjr) foram os atletas mais comentados do Twitter no mundo no período olímpico. Na sequência estão a ginasta Simone Biles (@Simone_Biles) e o também nadador Ryan Lochte (@RyanLochte). Os esportes mais mencionados foram natação, futebol, atletismo, ginástica e tênis. Já as hashtags mais utilizadas pelos usuários do Twitter ao redor do mundo foram #Rio2016, #Olympics e #CerimoniaDeAbertura.

O momento de maior pico de conversas durante as competições olímpicas ocorreu às 20h11 de 20 de agosto, quando Neymar marcou o pênalti decisivo da partida do Brasil contra a Alemanha, garantindo a primeira medalha de ouro da história para o futebol masculino do País. Em segundo lugar ficou a vitória de Usain Bolt na prova de 100 metros rasos, às 22h28 de 14 de agosto, quando o atleta se tornou tricampeão olímpico. Já o terceiro pico de conversas aconteceu quando Neymar marcou o primeiro gol do Brasil na final do futebol contra os alemães, às 17h57 de sábado (20). Os dados referentes aos maiores picos se referem às competições realizadas durante a Olimpíada, sem contar as cerimônias de abertura e encerramento dos Jogos Rio 2016.

Veja mais no blog oficial do Twitter

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Bluelab automatiza até 95% das demandas no call center e nas redes sociais

Otimizar os processos do atendimento ao cliente é um dos principais objetivos dentro de uma corporação. Pensando em atender esse mercado, a Bluelab, empresa especializada em automatizar o atendimento ao cliente, possibilita em algumas operações solucionar até 95% das demandas dos clientes via telefone, webchat ou Facebook.

A Bluelab utiliza a tecnologia BrainBot, ou seja, um robô com inteligência artificial capaz de compreender a linguagem natural falada ou escrita, que permite reconhecer os conceitos expressados, manter um diálogo claro e objetivo, orientar o cliente durante todo o atendimento, coletar dados, disponibilizar conteúdos multimídia e até solucionar solicitações transacionais.

Com essa solução por meio dos robôs, grande parte dos problemas podem ser resolvidos no pré-atendimento. A utilização da inteligência artificial, tem como objetivo proporcionar mais agilidade, redução de custos e ajudar na diminuição das filas de espera do call center.

“Nossa intenção é automatizar processos que podem ser realizados por meio da inteligência artificial, para que os atendentes (PAs) possam realizar as tarefas mais complexos, tais como na negociação e retenção. Além da redução de custo por automação, a BlueLab também oferece soluções de biometria vocal, visando eliminar a memorização de senhas e garantir a agilidade de acesso”, afirma Mateus Baumer Azevedo, sócio da Bluelab.

A empresa já implantou seus robôs de atendimento em empresas como UOL Host, Itaú, Gol, Smiles, Globo.com, Centauro, Globosat, Paschoalotto, Siscom, Certisign, Netfarma, Caixa Seguradora e Estácio de Sá. Além disso, as soluções da Bluelab já foram premiadas pela Associação Brasileira de Teleserviços (ABT), Revista Época, Reclame Aqui e Frost&Sullivan.

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Serasa participa da primeira etapa do 14º CertForum 2016

De 23 a 25 de agosto, em Brasília, acontecerá a primeira etapa do 14º CertForum – Fórum de Certificação Digital. Realizado pelo Instituto de Tecnologia da Informação (ITI) e com apoio da Serasa Experian, este é o maior e mais tradicional evento desta área do País.

Assim como nos anos anteriores, esta edição do fórum abordará questões sobre a Certificação Digital e o Direito. Para este painel, estão confirmadas as presenças de André Garcia, procurador federal chefe do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação – ITI; Ana Amelia Menna Barreto, secretária adjunta da presidência da Ordem dos Advogados do Brasil; e Fabiano Menke, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e consultor jurídico.

A biometria também estará no centro das atenções do evento, com a presença de Michael Kirkpatrick. Durante 26 anos, atuou como agente especial do FBI e foi reconhecido, em 2003, pela sua liderança no uso da biometria na Guerra Global contra o Terrorismo.

“Hoje a certificação digital é a maior aliada na segurança e desburocratização de processos, e o CertForum é a prova de que a ICP-Brasil é referência em tecnologia”, analisa Claudia Tazitu, Diretora de Identidade Digital da Serasa Experian, que participará do evento.

14º CertForum – Etapa Brasília

Data: 23, 24 e 25 de agosto
Local: Centro de Eventos da CNTC – SGAS 902 Sul – Bloco C – Brasília – DF
Certificação Digital

A certificação digital é uma tecnologia que permite a identificação de pessoas físicas e jurídicas no ambiente eletrônico, regulamentada no país pela Infraestrutura de Chaves Pública Brasileira (ICP-Brasil), vinculada à Casa Civil da Presidência da República. Tem validade jurídica e confere aos documentos eletrônicos autenticidade, integridade, sigilo e atributo de não repúdio.

A Serasa Experian promove a certificação digital como tecnologia efetiva para a desmaterialização dos processos, com atributos de validade jurídica, agilidade e praticidade, a serviço da sustentabilidade dos negócios e processos.

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Atos conclui entrega de tecnologia da Rio 2016

A Atos, líder internacional em serviços digitais e parceira mundial de TI do Comitê Olímpico Internacional (COI), anunciou hoje o encerramento da disponibilização de seus sistemas de TI, que permitiram que bilhões de fãs em todo o mundo acompanhassem os Jogos Olímpicos. A Rio 2016 conquistou seu lugar como a Olimpíada com maior cobertura digital da história.

Independentemente da modalidade esportiva, a divulgação mundial dos resultados aconteceu em menos de meio segundo. Isso representa uma façanha tecnológica que foi cuidadosamente preparada durante anos. Impulsionada pela maturidade da tecnologia móvel, a Atos fez com que o trabalho de TI do Comitê Olímpico Internacional (COI) permitisse que os resultados e outros dados dos Jogos fossem compartilhados com mais rapidez, tanto online quanto pelos meios tradicionais, independentemente da plataforma e do local. O que está dando suporte à explosão do consumo digital é a infraestrutura de TI fornecida pela Atos para apoiar a realização dos Jogos Olímpicos e divulgar os resultados em tempo real para as emissoras de todo o mundo.

“Tecnologia é essencial para o sucesso de cada edição dos Jogos Olímpicos”, diz Thomas Bach, presidente do Comitê Olímpico Internacional. “Estamos satisfeitos em continuar contando com a Atos e sua vasta experiência em oferecer serviços de TI inovadores e impecáveis.”

“Estou extremamente orgulhoso do trabalho duro e da dedicação que a equipe da Atos teve para entregar com sucesso a tecnologia dos Jogos Rio 2016 – uma fantástica demonstração de excelência Olímpica”, afirma Thierry Breton, presidente e CEO da Atos. “Para cada edição dos Jogos Olímpicos, nós trazemos tecnologias inovadoras, desde Cloud até Cybersecurity, bem como soluções em todo crescente volume de dados, para aumentar ainda mais o prazer dos fãs de esporte ao redor do mundo.”

“Como parceiros globais de TI em oito Olimpíadas consecutivas, sentimos que a Rio 2016 serve como referência e como incubadora de inovação para as principais soluções digitais de TI que oferecemos”, declarou Patrick Adiba, vice-presidente executivo, diretor comercial e CEO do grupo Atos para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos. “Aplicamos diretamente nosso conhecimento de TI sobre os Jogos Olímpicos para ajudar as organizações a se reinventarem à medida que avançam no caminho para o sucesso.”

“O uso da nuvem na Rio 216, pela primeira vez em nos Jogos Olímpicos de Verão, para aplicações-chave, inclui o gerenciamento de mais de 300.000 credencias para toda a família Olímpica”, ressalta Elly Resende, diretor de tecnologia do Rio 2016. “A Atos tem estado conosco em todos os passos da jornada digital, para nos apoiar na criação de uma experiência olímpica mais rica para todos os envolvidos.”

A TI da Rio 2016 em números

– Primeira vez que o Cloud (nuvem) é usado em Jogos Olímpicos de verão para hospedar o portal do voluntário, sistemas de credenciamento e trabalho voluntário – reduzindo custo e melhorando a eficiência

– Número de novos esportes – Golfe e Rugby de sete. O Golfe, sozinho, gerou mais dados de resultado do que todos os outros esportes juntos

– 37 é o número de locais de competição onde a Atos instalou e gerenciou a infraestrutura completa de TI para garantir que os eventos acontecessem dentro do cronograma

– 400 é o número de incidentes de segurança de TI registrados por segundo [200 por segundo em Londres]

– 300.000 é o número de credenciais processadas e ativadas usando o sistema de TI da Atos [aumento de 20% desde Londres 2012]

– Mais de 100 milhões é o número de mensagens enviadas para a mídia compartilhar os dados e resultados em tempo real sobre todos os 42 esportes Olímpicos e 306 eventos [aumento de 58.8 milhões desde Londres 2012]

A Atos fornece soluções de TI aos Jogos Olímpicos desde 1992 e é um importante parceiro do COI.

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Startup Quero Educação é selecionada pela Y Combinator

A Quero Educação, startup responsável pelo Quero Bolsa (querobolsa.com.br), site de comparação de faculdades que oferece bolsas de estudos para mais de 700 instituições de ensino superior em todo o Brasil, anuncia sua aprovação na Y Combinator, a mais renomada aceleradora do mundo. A Quero Educação é a primeira empresa brasileira de educação no portfólio da Y Combinator, que inclui empresas multibilionárias como Airbnb, Dropbox e Stripe.

Todo ano, dezenas de milhares de startups de todo o globo se candidatam para a aceleradora, que aprova cerca de 200 empresas para receber um aporte financeiro e participar de seu programa de aceleração de 3 meses, no Vale do Silício. Para Geoff Ralston, partner da Y Combinator, a Quero Educação foi aprovada devido aos excelentes resultados com o Quero Bolsa, que já beneficiou mais de 70 mil estudantes universitários e cresce mais de 5 vezes ano a ano. “O time Quero Educação é de nível mundial e seu entendimento do mercado e execução tem sido extraordinários ”, comenta Ralston.

O Brasil já é um dos maiores mercados de educação privada do mundo e a Quero Educação pode contribuir para seu crescimento conectando as duas pontas do setor – instituições de ensino superior e alunos. “Encontrar a escola ideal pelo preço certo é um problema universal. O mercado brasileiro é o lugar perfeito para começar o que acreditamos que será uma empresa multi-bilionária e global atendendo essa necessidade”, revela Ralston.

Os fundadores da Quero Educação passaram os meses de junho a agosto sendo aconselhados pelos sócios da Y Combinator, imergindo na rede de 2400 empreendedores e aprimorando o negócio com as melhores práticas aprendidas. Um dos primeiros frutos desse período foi a renovação da marca da empresa: antes chamada RedeAlumni, a empresa adotou o nome Quero Educação. A mudança foi feita para refletir o objetivo do grupo e de levar a marca para além das fronteiras brasileiras, como Quero Education. A marca do principal produto da empresa, Quero Bolsa, segue inalterada.

De acordo com Bernardo de Pádua, fundador e CEO da Quero Educação, o Quero Bolsa foi criado para atender à necessidade das instituições de preencher vagas ociosas e democratizar o acesso ao ensino superior no País. “O Brasil possui apenas 14% da população adulta com ensino superior, em contraste com os Estados Unidos, que têm 45%. Queremos mudar esse quadro.”, explica Pádua. “Com o apoio da Y Combinator e das nossas escolas parceiras, vamos ajudar cada vez mais alunos a realizarem seus sonhos através da educação”.

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Loja do futuro mostra novas possiblidades tecnológicas para o mercado varejista brasileiro

A Latam Retail Show 2016 irá acontecer entre os dias 23 e 25 de agosto, apresentando o que há de mais novo para o varejo brasileiro, abordando conceitos como “grandes ideias que inspiram”, “melhores práticas nos negócios” e “o futuro do consumo”. Dentro da feira teremos a “cereja do bolo”, a Loja do Futuro: um local que vai mostrar novas tendências e práticas de mercado que já estão a disposição do mercado varejista.

Para a Loja do Futuro, o GS&MD preparou quatro ambientes, sendo eles: moda, alimentação, beleza e conveniência. Independente da seção que o participante esteja, ele vai ter a possibilidade de experimentar o conceito de “Experiência 5.0”, que nada mais é que a integração entre loja e consumidor, permitindo que os varejistas presentes sintam “na pele” esse tipo de conceito.

A Loja do Futuro apresentará três tipos de experiência, envolvendo a jornada do consumidor, do vendedor e do gestor, gerando diferentes visões, sensações e análises, criando uma experiência diferenciada. No interior da loja a integração entre pessoas e tecnologia promete propiciar ao visitante integração física e digital, possibilitando a personalização, atendimento consultivo de alta performance, ativação e total controle de todos os dados analíticos para melhora dos resultados.

A análise de dados e o futuro do varejo – O consumidor moderno é cada vez mais analítico: pesquisa antes de qualquer compra, vê os reviews do produto, opiniões sobre a entrega, durabilidade, garantia e outros vários fatores antes de uma compra. Ao varejista que não quer ficar para trás, cabe adotar esse comportamento, deixando a agressividade de outros tempos para ser mais assertivo, mais pessoal. Pensando nisso, o GS&MD apresenta o “cérebro” da Loja do Futuro, a “brain room”. Para Maurício de Paula, consultor de negócios sênior para a indústria do varejo e big data para América Latina da Teradata “os dados são o caminho para o futuro do varejo. Independente do seu nível de concordância ou não com essa afirmação, o fato é que as tecnologias digitais e móveis, mídias sociais e a internet (das coisas e sem as coisas) geram informações para ajudar os varejistas a fazerem novas perguntas de negócios, descobrir respostas e capitalizar oportunidades sem precedentes”. De acordo com a Teradata, empresa responsável pela central de análises, o centro de analytics vai mostrar como um bom gestor pode acompanhar todos os processos dentro de sua loja, adquirindo conhecimento sobre suas operações, vendas e experiência de compra do consumidor, sempre com o intuito de gerar novos insights positivos.

Para Maurício, a loja do futuro que está cada vez mais no “presente” será uma excelente oportunidade para os participantes da feira conferirem as novas práticas de mercado e o tal “Big Data”. Toda essa tecnologia será demonstrada de forma pragmática, mostrando como o mercado do varejo pode e deve aplicar a análise de dados e novas tecnologias a fim de criar aplicações analíticas que estejam diretamente relacionadas as tomadas de decisões, impactando os processos de negócio geradores de receita.

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SAS Brasil fecha primeiro semestre com crescimento acima de 50% em relação ao mesmo período de 2015

O SAS, líder de mercado em Analytics, registrou resultados significativos no primeiro semestre do ano. A subsidiária brasileira conquistou um crescimento em novas vendas de software acima de 50%, em comparação ao mesmo período do ano passado, e parte deste resultado deve-se ao investimento em áreas-chave como Data Management e Fraude, que tiveram grande destaque e mais que dobraram de tamanho ano a ano.

Os demais países da região do Cone Sul também obtiveram números bastante positivos. Argentina e Chile cresceram mais de 30% no primeiro semestre, em comparação a 2015. As soluções de destaque regionais foram Risco (crescimento de quatro dígitos) e Fraude (crescimento de três dígitos).“Estamos em movimento de crescimento acelerado, tanto no balanço anual total, quanto neste terceiro e quarto trimestres. Essa movimentação também deve se estender para o próximo ano”, explica Conrado Leister, presidente do SAS Brasil e Cone Sul.

Como reflexo disso, o SAS já realizou diversas contratações, expandiu a presença no Brasil com a abertura de escritório em Porto Alegre, reforçou o programa de canais e alianças com um aumento significativo de parceiros qualificados e lançou recentemente o curso Cientistas de Dados – registrando o dobro de interessados do que havia sido estimado inicialmente. “Já estamos com lista de espera para uma segunda turma que deve ser iniciada ainda em 2016”, afirma o executivo.

Segundo Leister, os bons resultados do período na região são fruto das excelentes soluções analíticas que o SAS oferece ao mercado, além do comprometimento e foco dos colaboradores. “A perspectiva é de crescimento acelerado para o restante do ano e as áreas de Customer Intelligence, Risco e Fraude devem se manter com um crescimento de três dígitos”, completa.

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Especialistas afirmam que Brasil ainda não tem internet de qualidade

Imagem: Pedro França/Agência Senado

Imagem: Pedro França/Agência Senado

O Brasil possui níveis elevados de conectividade móvel, mas isso não tem se traduzido em acesso à internet banda larga, à digitalização e aos benefícios que a era digital pode proporcionar. O panorama foi apresentado por especialistas ouvidos durante audiência pública realizada na terça-feira, 16, pela Comissão de Ciência, Tecnologia, inovação, Comunicação e Informática (CCT), na qual foi debatida a importância da conectividade para o acesso ao conhecimento e seu impacto na saúde, na educação e no desenvolvimento econômico.

Segundo o presidente da World Information Technology and Services Alliance (Witsa), Santiago Gutierrez, a conectividade está ligada à inovação e ao desenvolvimento econômico. Como observou o especialista, já se provou a elevação de 0,9 a 1,5 ponto percentual no produto interno bruto (PIB) dos países a cada aumento de 10% na implantação da banda larga. O Brasil tem bons índices de conectividade, com 1,07% de conexões telefônicas móveis por habitante, mas está mal com relação à internet de qualidade, o que afeta a sua digitalização. E é essa digitalização que permite o desenvolvimento eletrônico, a fabricação de equipamentos e a nanotecnologia, entre outras coisas.

“A digitalização tem a ver com a inteligência artificial, com a internet das coisas, tem a ver com a computação: biotecnologia, nanotecnologia, optonics, veículos automatizados e assim por diante. Basicamente é a internet de tudo, na roupa, nas máquinas, nas casas. Nós chamamos isso de sociedade inteligente e reconhecemos que o início dessa quarta revolução vai mudar a forma como vivemos e nos referenciamos um ao outro”, disse.

Além da baixa inserção da banda larga, o Brasil não avança por ter ambiente regulatório fraco, segundo o diagnóstico de líderes mundiais do setor, lido por Gutierrez. O ambiente de negócios também é considerado como um dos mais fracos do mundo, o que diminui o capital para investimento. Até as compras governamentais baixas influenciam, o que demonstra pouco apoio do governo à agenda da Inteligência Competitiva Tecnológica (ICT). Ele sugeriu que o país ajuste a política pública para o setor, com mais inserção da banda larga, e que o governo lidere o uso da conectividade.

“Como usuários dos serviços basicamente, para ser líder na promoção do uso de plataformas digitais, requerendo o pagamento de tributos e de compras, através desse sistema digitalizado. Esse é o caminho”, apontou.

Produtividade

Para Marcus Vinicius de Souza, representante do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, a conectividade e a economia digital têm enorme impacto na produtividade e no setor econômico brasileiro, e isso demanda investimento, aperfeiçoamento da legislação e facilitação do ambiente de negócios.

“Se o Brasil quiser deixar de ser país exportador de commodities, a questão de conectividade é crítica. Na sociedade do conhecimento, a questão de banda larga disponível a custo acessível e de alta qualidade tem a mesma importância que estradas, portos, saneamento, água e energia. Então, é exatamente o mesmo patamar de competição”, avaliou.

André Borges, representante do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, pediu que o Congresso aprove o Projeto de Lei (PL) 3453/2015, que ainda tramita na Câmara, e o Projeto de Lei do Senado (PLS) 226/2016, de Jorge Viana (PT-AC). O primeiro prevê o fim das concessões de telecomunicações, transformando-as em autorizações, que são menos onerosas, o que, em tese, resultaria em mais investimentos no setor. Já o PLS retoma os artigos vetados do Marco Legal da Ciência, Tecnologia e Inovação, para dar mais segurança jurídica aos investidores em pesquisa e inovação no país.

Já Leonardo Euler, da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), lembrou a pressão sobre a infraestrutura por causa dos crescentes consumo e produção de informações pela internet. Além disso, ele apontou a importância de atualizar o marco legal de um setor tecnologicamente tão dinâmico quanto o de telecomunicações, garantindo segurança jurídica e que se preocupe com a segurança cibernética e a proteção aos dados pessoais.

“Precisamos de uma solução que atraia investimentos, que dinamize o setor, que signifique solução de política pública regulatória equilibrada e que possamos inserir a banda larga no centro da política pública”, opinou.

Como sugestão de ação, Jeovani Salomão, presidente da Federação das Associações das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação, pediu aos senadores que direcionem recursos orçamentários para Projeto Startup Brasil, do MCTIC. Em sua opinião, se a tecnologia é importante para a saúde e educação, recursos da saúde deveriam ser direcionados para a pesquisa em ciência, tecnologia e inovação, para encontrar soluções que beneficiem os dois setores.

“Para se ter uma ideia, há um estudo da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) que mostra que a sustentação de empregos nas startups é muito maior do que nas empresas tradicionais. Então, quando tenho uma startup, essa empresa gera mais e sustenta mais empregos, inclusive num momento de crise”, lembrou.

A reunião foi presidida pelo senador Helio José (PMDB-DF).

Congresso

Jeovani Salomão e Santiago Gutierrez anunciaram a realização do Congresso Mundial de Tecnologia da Informação, que ocorrerá entre os dias 3 e 5 de outubro de 2016, em Brasília. É a primeira vez em que encontro ocorrerá em um país da América do Sul. Realizado a cada dois anos pela Witsa, o evento promove a interação entre empresas e investidores internacionais em rodadas de negócios, exposições, palestras de personalidades consagradas no setor e, principalmente, a visibilidade das maiores marcas de tecnologia da informação do mundo.

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Pesquisa da Philips aponta tecnologia como condutora de transformação dos sistemas de saúde na América Latina

O cuidado com a saúde é um dos principais desafios dos países da América Latina e, segundo o Future Health Index (FHI), estudo feito pela Philips para avaliar o status da preparação dos mercados para o cuidado da saúde, a solução dos problemas passa pela adoção e integração de tecnologias conectadas de saúde. A pesquisa destaca ainda que os países emergentes lideram a adoção dessas tecnologias, no entanto, o baixo preparo e qualificação posicionam o Brasil no penúltimo lugar entre os 13 países pesquisados em nível mundial. “ É encorajador ver que muitos países apresentam forte disposição para adotar tecnologias digitais conectadas, o que acabará por conduzir as transformações na área da saúde. O FHI fornece informações valiosas para os pacientes, profissionais de saúde e legisladores sobre onde a atenção precisa estar focada no aumento dos níveis de acesso, integração e adoção de tecnologias da saúde para melhorar os resultados de saúde e a experiência do paciente”, diz Frans van Houten, CEO da Royal Philips.

De acordo com este estudo, a tecnologia continua sendo uma questão geracional, tanto para pacientes, como para médicos. Mais da metade (57%) dos pacientes de 18 a 34 anos relataram ter um dispositivo de monitoramento da saúde, sendo que somente 25% deles tem conhecimento sobre aparelhos de saúde conectados, versus somente 14% daqueles de 55 anos ou mais. No Brasil, o custo de dispositivos de saúde conectados é considerado uma barreira entre os pacientes (45%) e profissionais de saúde (56%), assim como a burocracia do sistema de saúde para 42% dos pacientes e 39% dos profissionais de saúde.

Além disso, a pesquisa revela que apesar da proliferação de dados, o compartilhamento de dados ainda é um desafio a ser superado. Apesar dos progressos em relação aos registros médicos universais em alguns mercados, a grande maioria dos pacientes (74%) relata ter de repetir a mesma informação para vários profissionais de saúde, e a maioria (60%) também teve de repetir os mesmos exames. Enquanto isso, apesar de mais da metade (60%) dos pacientes possuir ou utilizar um dispositivo conectado para monitorar vários indicadores de saúde, apenas um terço dos pacientes (33%) já compartilhou essa informação com o seu médico.

“A América Latina também foi afetada pela quarta revolução industrial, a qual surge do crescimento do Big Data. Apenas nos dois últimos anos, foi gerado 90% de todos os dados da atualidade em nível mundial. Isto tem importantes implicações para o setor da saúde”, comentou Henk de Jong, CEO da Philips América Latina. “Contudo, nosso foco consiste em integrar soluções através de todo o cuidado continuo da saúde para proporcionar melhor acesso e cuidados aos pacientes, reduzir os custos de saúde, e facilitar o cuidado personalizado”, completa.

Atualmente, há mais de 275 milhões de pacientes internados sendo monitorados com equipamentos da Philips por ano. Cerca de bilhões de pessoas em mercados emergentes têm acesso às soluções de imagens de diagnóstico da Philips e a empresa administra 18 peta bytes de dados de imagens para fornecedores da saúde.

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‘Tecnologia pode contribuir para redução de gastos nas Instituições de Saúde’, diz Digital Health Strategist do Einstein durante Seminário LIDE Saúde

Foto: Fredy Uehara/Uehara Fotografia

Foto: Fredy Uehara/Uehara Fotografia

A tecnologia é um importante aliado no tratamento e prevenção de doenças e pode contribuir para a redução de gastos, com automação de processos e organização”, afirmou Marcelo Felix, médico e Digital Health Strategist do Hospital Israelita Albert Einstein, da capital paulista. Responsável por tecnologias digitais e inovação da instituição hospitalar, ele foi o expositor do Seminário LIDE Saúde sobre “Digital Health: tecnologia a favor da saúde”. O evento ocorreu na noite de 17 de agosto, no Auditório Gocil, em São Paulo.

Para Felix, a tecnologia é ainda responsável por grandes saltos na medicina e suporte para atendimento médico das pessoas. “Penso que as empresas devem reinventar o fluxo ou processo frente a um novo cenário tecnológico. O novo consumidor quer ferramenta digital”, comentou. Segundo ele, o ideal é manter a pessoa saudável em vez de, apenas, focar no tratamento. “Entregar alto valor agregado aos pacientes deve ser o objetivo principal de todas as instituições de saúde. O sucesso financeiro é o resultado da entrega de valor, não o propósito”, preconizou.

De acordo com Felix, a empresa que deseja entrar na era digital deve unir informação digital, expertise tecnológica e recursos físicos para criar uma nova forma de acrescentar valor, resultados financeiros ou qualidade. “O uso da tecnologia e as principais ferramentas tecnológicas e todo tipo de avanço que aprimore o desempenho de equipamentos, serviços e otimização de resultados com foco no paciente são tendências cada vez mais aprofundadas na área da saúde”, disse.

Felix reforçou que a introdução de tecnologias interativas abre cada vez mais oportunidades para os hospitais e demais estabelecimentos de saúde, além de disponibilizar novos serviços para pacientes, enfatizando, por exemplo, a tendência da telemedicina. “Acompanhamento pós-alta hospitalar, apoio domiciliar à distância para pacientes que necessitam do suporte de cuidadores, ações de prevenção e de qualidade de vida estão entre os serviços que hospitais, empresas de home care e operadoras de saúde podem oferecer aos pacientes, usando recursos da telemedicina. Resolver remotamente é o futuro da medicina mundial”, afirmou.

Parafraseando Cláudio Lottenberg, presidente do Hospital Israelita Albert Einstein e do LIDE Saúde, Felix finalizou sua exposição afirmando que “a tecnologia deve estar a serviço do paciente, e não ao contrário”.

Esta edição do Seminário LIDE Saúde contou com o patrocínio das empresas AMIL, EMS, TAKEDA e ULTRAFARMA e apoio da GOCIL e RV ÍMOLA. Como fornecedores oficiais, ANTILHAS, CDN COMUNICAÇÃO, ECCAPLAN, KAWTHAR e VERAVIN. As rádios BAND NEWS e BANDEIRANTE, PR NEWSWIRE, REVISTA AMÉRICA ECONOMIA, REVISTA LIDE e THE WINNERS foram mídia partners.

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Livro apresenta estudos inéditos sobre internet banda larga no Brasil

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Todos queremos ter acesso à banda larga rápida e barata, uma vez que ela se tornou imprescindível para o trabalho, estudos, para o lazer e outras atividades do dia a dia. O acesso, o preço e a qualidade da banda larga fixa têm sido debatidos diariamente ao longo das últimas semanas em função de potenciais mudanças nos modelos de negócio das operadoras, que querem limitar a quantidade de dados oferecida para os consumidores. Nesse contexto, chega às livrarias uma obra que contribui com o debate: “Banda Larga no Brasil: Passado, Presente e Futuro”. O livro trata da importância de políticas públicas e regulação necessárias para universalizar o acesso, reduzir o custo, aumentar a velocidade e melhorar a qualidade da banda larga para promover o desenvolvimento econômico, social e político do Brasil no século 21.

Organizado por Peter Knight (economista e Estrategista de Transformação Digital), Flavio Feferman (professor da Haas School of Business da University of California, Berkeley) e Nathalia Foditsch (advogada e especialista em política e regulação de comunicações), o livro reúne textos de especialistas em diversas áreas relacionadas à banda larga, que se propuseram a discutir experiências de políticas públicas e regulação do Brasil, abordando as características da infraestrutura no país, além de casos bem-sucedidos no desenvolvimento de redes e de mercados. A publicação foi lançada pela Editora Figurati, pertencente ao Grupo Editorial Novo Século,

Segundo os organizadores, a obra tem o intuito principal de contribuir com o debate a respeito dessa tecnologia, que é essencial para o desenvolvimento do Brasil em uma economia cada vez mais globalizada e baseada no conhecimento. Os especialistas destacam que, apesar dos inúmeros desafios que precisam ser enfrentados, ainda não existe uma estratégia nacional coerente para promover a universalização da banda larga de alta velocidade, com qualidade e baixo custo.

“A importância de uma estratégia coerente de banda larga para o país não pode ser subestimada. Vários estudos citados no livro demonstram uma relação direta entre acesso à banda larga, crescimento econômico e inclusão social. Portanto, a expansão da banda larga é precisamente o tipo de estratégia tecnológica que promove a convergência econômica entre os países ricos e os países em desenvolvimento”, ressaltam os organizadores.

Entre os fatores mais importantes para a universalização da internet em banda larga no país, os organizadores do livro destacam: o aperfeiçoamento da regulação setorial focada no aumento da competição, da inovação e promoção de investimentos; a revisão da carga tributária; a maior pró-atividade do governo no processo de universalização; a participação da sociedade civil e da academia nas discussões relacionadas ao tema; a inovação tanto em tecnologia quanto em modelos de negócio.

“A carga tributária média nacional onerando a banda larga, em 2016, é de 46%, chegando até um máximo de 68,5% no estado de Rondônia. Esta carga tributária é a mais alta de todos os setores da economia brasileira, contribuindo aos altos preços da banda larga, desestimulando os investimentos e impedindo a universalização de acesso”, ressaltou o economista Peter Knight.

As pesquisas divulgadas na obra também mostram os benefícios decorrentes do investimento em banda larga. De acordo com estudos do Banco Mundial, para cada aumento de 10% na penetração da banda larga em países em desenvolvimento, há um aumento médio de 1,38% na taxa de crescimento do PIB. Outro estudo, referente ao Brasil, indicou que a expansão da banda larga adicionou entre 1,0 e 1,4 % à taxa de crescimento do emprego no país.

Com uma abordagem que ultrapassa o caráter técnico do tema, o livro “Banda Larga no Brasil: Passado, Presente e Futuro” é fonte de informação não apenas para profissionais que trabalham na área de telecomunicações ou estudantes, mas também para quaisquer pessoas interessadas em discutir o desenvolvimento do país.

Sobre os organizadores: Peter Knight é membro do Diretório do Instituto Fernand Braudel de Economia Mundial. Trabalhou no Banco Mundial por mais de vinte anos, tendo atuado como chefe do Centro de Mídia Eletrônica e como economista líder para o Brasil. É PhD em Economia pela Stanford University. Flavio Feferman é professor da Haas School of Business da University of California, Berkeley, e presidente da Developing Markets Group Consultores. É formado pelas universidades de Stanford e Berkeley, com pós-graduação em Economia e Administração. Nathalia Foditsch é advogada e especialista em política e regulação de comunicações. Trabalhou para think tanks, bancos multilaterais de desenvolvimento e para o Governo Federal Brasileiro. Atualmente é doutoranda em Washington D.C.

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Concil lança marketplace de soluções financeiras para PMEs

Reunir em uma única plataforma, serviços inteligentes para gestão e redução de riscos de perdas financeiras, para pequenas e médias empresas. Esse é o objetivo do MarketPlace, criado pela Concil, unindo ferramentas oferecidas ao mercado pelos parceiros Nexxto, Lupeon, ViaW, entre outras, além dos próprios serviços que a Concil entrega ao segmento de Conciliação Contábil e Financeira.

Por meio da iniciativa da Concil, empresa pioneira e especializada em conciliação contábil, de cartão de crédito e débito, o novo marketplace oferece soluções que podem ser adquiridas em conjunto, com descontos, ou de forma independente, proporcionando total customização para as necessidades de cada cliente, tendo como principal objetivo melhorar a gestão financeira das empresas e trazer oportunidade de redução de custos.

Com lançamento previsto para a segunda quinzena de agosto, o marketplace tem como objetivo proporcionar opções que ajudem o departamento financeiro e a empresa a eliminar e recuperar os prejuízos financeiros, problemas que impactam diretamente os negócios de PMEs.

“Acompanhamos de perto todas as dores e desafios dos pequenos e médios empresários, principalmente no varejo. Por isso, além dos serviços de conciliação que já ofereceremos, decidimos usar nossa especialização em conciliação para reunir em uma única plataforma as melhores soluções de conciliação fiscal, telecom, ativos fixos, conciliação de fretes, entre outras ferramentas que auxiliam na redução de perdas financeiras, além do controle contábil e financeiro”, explica Leonardo Campelo, CEO da Concil.

“Em suma, nosso objetivo é oferecer uma gama de serviços de conciliação cada vez mais completa aos nossos clientes, por meio de serviços próprios ou de grandes parceiros testados por nós, com foco na redução de custos, de riscos de perdas e até mesmo na recuperação financeira, aumentando a margem de lucro das empresas”, afirma Campelo.

Atualmente, a Concil atende clientes que vão de grande porte, como TAM, Multiplus e Dafiti, até menor porte, como pequenas farmácias e padarias. O atendimento eficaz no momento da conciliação financeira é reconhecido por mais de 3 mil clientes, gerando 70 milhões em transações conciliadas por mês, chegando a R$ 31 milhões recuperados, considerando toda a base da empresa.

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Viabilize sua expansão global com uma estratégia payment-first

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Por Jean Mies – SVP Latin America da Adyen

O atual cenário econômico brasileiro inaugura um novo momento para as companhias nacionais: o de expansão entre fronteiras. Seja inaugurando subsidiárias internacionais ou dando início à exportação de seus produtos, as empresas locais aproveitam o momento de desvalorização do real para diversificar receitas e buscar novos mercados.

De acordo com a consultoria norte-americana Nielsen, nos seis principais mercados para negócios cross-border (EUA, Reino Unido, Alemanha, Brasil, China e Austrália) existem 94 milhões de consumidores que compram seus produtos de outros países e o potencial de negócios nestas regiões deve chegar aos US$ 300 bilhões até 2018.

Contudo, um mercado com alto potencial de desenvolvimento é apenas a fundação de um plano de expansão internacional. Antes de começar a planejar é preciso ter um bom produto, investir em marketing para atrair novos consumidores e, principalmente, ter uma estratégia de pagamentos que leve em consideração as preferências regionais de cada país. Afinal, oferecer um serviço ou produto competitivo e atrair visitantes para sua loja não será suficiente caso o checkout não seja descomplicado, moderno e não ofereça métodos com os quais os consumidores estão acostumados a comprar.

Para empresas que decidem transpor fronteiras, pesquisar sobre métodos locais de pagamento e seu reflexo positivo sobre a taxa de conversão de um e-commerce é um processo complexo e, em alguns casos, essa informação é pouco acessível. Se voltarmos a atenção para a Europa, a Holanda, por exemplo, tem um número muito baixo de compras online realizadas com cartão de crédito; o método mais utilizado é o iDeal, que realiza transferências entre bancos pela internet. Já na China, quase metade das transações são feitas por meio do Alipay, plataforma de pagamentos online. Mesmo no Brasil, companhias que não considerarem a opção de pagamento com boleto bancário perdem uma fatia de mercado de mais de 20% de consumidores.

A Adyen, empresa de tecnologia para pagamentos, tem nas transações cross-border 35% de seu volume global e aconselha seus clientes a terem uma abordagem “payments-first” no momento da conquista de novos mercados. A Daniel Wellington, marca sueca de relógios, é um exemplo. Três anos após sua fundação, a empresa entrega seus produtos em 144 países, incluindo o Brasil. Para garantir que a iniciativa fosse bem sucedida, a empresa adaptou seu website para diferentes regiões e viabilizou vendas em mais de 150 moedas e por meio de 250 métodos diferentes de pagamento. Assim, os consumidores passaram a interagir com a loja online em seu idioma nativo, pagar com a moeda local e o método de pagamento de sua confiança.

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Macy’s coloca em teste suas parcerias com IBM Watson e Satisfi para compras personalizadas nas lojas

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A Macy’s anunciou o piloto de “Macy’s On Call”, a ferramenta na web móvel que permite aos clientes interagir com uma plataforma através de seus dispositivos móveis. “Macy’s On Call” via IBM Watson, uma plataforma de engajamento inteligente via Satisfi, para entregar uma primeira solução que irá melhorar a experiência de compras do cliente na loja 10 locais de teste nos Estados Unidos.

O companheiro móvel, acessado através de um navegador móvel, permite que os clientes façam perguntas em linguagem natural sobre sortimento de produtos únicos de cada loja participante, serviços e instalações e recebem uma resposta personalizada para o inquérito. Há um certo número de maneiras que os clientes podem pedir informações. Por exemplo, um cliente pode digitar: “Onde estão os sapatos das mulheres?” Ou digite uma combinação de marca e pergunta do produto, tais como “vestido I.N.C”, e eles receberão uma resposta relevante e localização do produto na loja.

Já que cada loja da Macy’s é diferente, e os consumidores preferem cada vez mais plataformas móveis “, Macy’s On Call” está fornecendo aos clientes uma ferramenta útil para obter informações mais rápido que fazer compras e navegar na loja. O sistema irá evoluir à medida que ele aprende mais sobre os clientes de cada loja. Isto já é evidente na categoria de mais procurados, que destaca as perguntas mais frequentes, as respostas apropriadas em apenas um clique.

Como parte do piloto, a Macy’s também está incorporando um recurso de idioma espanhol para servir a um subconjunto mais amplo de sua base de clientes em lojas selecionadas.

“Na Macy’s, continuamos focados em identificar, testar e apoiar novas ideias e abordagens que ajudarão a elevar o serviço aos nossos clientes através da tecnologia. Com um olho para a inovação, que está se movendo rapidamente para testar e aumentar programas piloto que ajudam a melhorar a sua experiência com a gente “, disse Peter Sachse, chefe oficial de crescimento da Macy’s. “Este programa, em parceria com Satisfi e poder da IBM Watson, vai nos ajudar a explorar novas maneiras de envolver one-on-one com os clientes na loja, proporcionando-lhes um outro nível de serviço certo ao seu alcance.”

“Trazer Watson em uma configuração de loja de varejo apresenta uma oportunidade de se envolver com o consumidor em uma variedade de níveis. Este caso de uso particular, leva Watson além de ajudar os consumidores a avaliar as decisões de compra, e influencia outro aspecto, igualmente importante da experiência na loja – facilidade de uso em localizar produtos, instalações e serviços “, disse David Kenny, gerente geral da IBM Watson. “À medida que mais parceiros desenvolvedores como a Satisfi continuam a construir com a tecnologia, vemos Watson com mais frequência a ser entregue nas mãos dos consumidores, e estamos ansiosos para aprender mais deste piloto com Macy’s e Satisfi.”

“Toda a equipe Satisfi tem o prazer de estar trabalhando com uma marca tão icónica como a Macy’s para alavancar o poder da IBM Watson neste projeto emocionante. A combinação baseada em localização, software engajamento inteligente da Satisfi, com as capacidades de aprendizagem cognitivas da Watson da IBM, nos ajudou a construir uma ferramenta poderosa e abrangente para melhorar o ambiente de compras na loja “, disse Don White, chefe oficial de receitas da Satisfi. “A Macy’s tem sido uma grande parceira para este projeto por causa de seu compromisso de explorar uma nova tecnologia que pode elevar as interações com os clientes, criando uma experiência mais relevante e pessoal para eles.”

“O acesso via macys.com/storehelp, o piloto de“Macy’s On Call” ” as respostas armazenam detalhes de navegação fornecida pelo departamento, marca e categoria de produto, bem como fornece insights sobre os únicos serviços no interior da loja disponíveis em cada local de teste – My Stylist@Macy’ personal shoppers e Compras Online, Retirar nas lojas e serviços incluindo banheiros. O acoplamento é realizado através de uma interface simples de pergunta e resposta que alavanca o Natural Language Classifier da Watson, que está ajudando a Macy’s a saber mais sobre as características e serviços que mais ressoam com os compradores. Além disso, nos locais piloto na aréa de Miami, a interface está disponível para os clientes em espanhol, através de Watson Language Translation, como as capacidades linguísticas testes da Macy’s, funcionalidade e interesse do consumidor em engajamento via idiomas preferidos.

Dez locais foram escolhidos representando uma seção transversal da carteira de loja da Macy’s. Cinco dos locais servem como a base de aprendizagem. Os outros cinco locais têm uma camada reforçada de apoio associado disponíveis para complementar as interações virtuais. Nestes locais, os clientes podem introduzir um pedido de engajamento face-a-face com o associado especialista da Macy’s.

Embora a tecnologia Watson possa alimentar as interações em uma série de maneiras, a primeira fase deste programa piloto é a aplicação de recursos de linguagem natural de Watson em um ambiente de varejo físico, focado em três categorias de clientes- produtos exclusivos de cada loja, serviços e layout. Satisfi acessa a tecnologia de Watson a partir da nuvem e esse modelo está ajudando a facilitar o aprendizado em curso e melhorias para a solução. À medida que o programa avança, os objetivos da Macy’s para estudar de perto e avaliar outros usos potenciais da tecnologia, com o objetivo de implementar capacidades cognitivas diálogo completo da Watson em fases futuras.

Em todos os 10 locais de teste os clientes são incentivados a visitar macys.com/storehelp em seu navegador móvel para se envolver com o companheiro na loja. A primeira fase do Macy’s On Call lançado recentemente e é esperado para ser executado através final do outono de 2016.

As lojas piloto da “Macy’s On Call” são:

Os locais de Base learning:
Macy’s Montgomery – Bethesda, MD
Macy’s Woodbridge Center – Woodbridge, NJ
Macy’s Clackamas Town Center – Portland, OR
Macy’s Santa Anita – Arcadia, CA
Macy’s Miami International – Miami

Locais de conexão em lojas da Macy’s com suporte de vendas:

Macy’s Short Hills – Short Hills, NJ
Macy’s Mall of Georgia – Buford, GA
Macy’s Lenox Square – Atlanta
Macy’s Aventura – North Miami
Macy’s Roosevelt Field – Garden City, NY

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“Internet das Coisas na Web – IoTw” é tema da Conferência Web.br 2016

Organizada desde 2008, a Conferência Web.br 2016 será nos dias 13 e 14 de outubro no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo, com promoção do Escritório Brasileiro do World Wide Web Consortium (W3C Brasil) e realização do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br).

A 8ª edição do evento terá como tema central a Internet das Coisas na Web ou IoTw, interface que permite a inserção e interação das pessoas com todos os dispositivos conectados na Internet. Segundo a avaliação de Vagner Diniz, gerente do W3C Brasil, “quando se fala em colocar Internet em diferentes artefatos do cotidiano é importante considerar o impacto disso no ecossistema da rede e, sobretudo, na interface com o ser humano. Uma coisa é ter os dispositivos conectados entre si, outra é nos colocar no circuito”, comenta.

Vagner observa ainda que, desde a sua criação, a Conferência Web.br tem tido um papel de vanguarda, apresentando tendências e dando visibilidade às boas práticas de desenvolvimento Web. “Temos conseguido promover debates de temas sempre à frente da agenda do mercado”, afirma.

Entre os keynotes speakers já confirmados, estão Bert Bos, um dos inventores do CSS e Dave Raggett, que trabalha com desenvolvimento de padrões Web desde o início dos anos 1990, um dos responsáveis por lançar os trabalhos de padronização do HTML e HTTP e responsável no W3C pelo grupo de interesse de Web das Coisas.

A programação contará ainda com uma série de especialistas reconhecidos pela comunidade Web, que irão ampliar o debate pautado em temas como segurança e privacidade, protocolos, política, padrões Web, melhores práticas, games, acessibilidade e design. Entre eles, Alda Rocha, UX/UI designer, Web desenvolvedora e instrutora de usabilidade e arquitetura da informação, que irá desmistificar o conceito de UX (User Experience) e mostrar como ele é aplicado dentro de um projeto, e João Batista Neto, desenvolvedor de software há mais de 20 anos, que apresentará uma abordagem sobre design de software com foco na orientação a objetos e nos recursos oferecidos pela linguagem PHP.

A Conferência também contará com a participação de Andre Garzia, desenvolvedor do Mozilla, abordando aplicações que utilizam Internet das Coisas na Web, e Marina Limeira, quality assurance developer na Tidy, que levará ao palco da Web.br os NodeBots, robôs com JavaScript. A Web.br trará também ao debate tópicos como dados na Web; compras online; design thinking, acessibilidade; aplicações Web, ataques DDoS e uso seguro da Web das Coisas.

Inscrições abertas

Até 22 de agosto, a organização do evento oferece inscrições com preço promocional de R$ 70,00. É possível ainda a concessão de condições especiais para grupos ou pessoas jurídicas. Para mais informações, acesse: http://conferenciaweb.w3c.br/inscricoes/.

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