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Cards Payment & Identification 2017 destaca a importância da experiência do usuário

A 22ª edição da feira CARDS PAYMENT & IDENTIFICATION 2017, promovida pela Informa Exhibitions de 23 a 25 de maio no Transamérica Expo Center, em São Paulo (SP), terá um foco especial na experiência do usuário. Durante o evento, os expositores e palestrantes do Congresso mostrarão como as novas tecnologias podem agregar valor ao relacionamento com clientes, cada vez mais conectados e exigentes.

A CARDS PAYMENT & IDENTIFICATION 2017 é uma das principais feiras de tecnologia para o setor de cartões, meios de pagamento, e-commerce, identificação e certificação digital da América Latina. Devido ao sucesso do ano passado, tanto a feira quanto o congresso contarão com a participação das fintechs, que terão a oportunidade de falar e demonstrar tecnologias disruptivas que vão ao encontro do consumidor digital.

O potencial deste mercado foi abordado em novo relatório do FintechLab, que monitorou 247 iniciativas, distribuídas nas categorias Pagamentos (32%), Gestão Financeira (18%), Empréstimos (13%), Investimentos (8%), Funding (7%), Seguros (6%), Negociação de Dívidas (5%), Cryptocurrencies e DLTs (5%), Câmbio (4%) e Multisserviços (2%). A pesquisa, que contou com a participação de 177 respondentes, mostra que as iniciativas já receberam, de forma acumulada nos últimos anos, mais de R$ 1 bilhão em investimentos.

Paralelamente à exposição, a CARDS promoverá o Congresso, o V Seminário Nacional de Certificação Digital, o Fórum e-Commerce e o Fórum Varejo. O primeiro deles reunirá os players do setor de pagamento para que possam debater sobre os modelos de negócios praticados, cases de sucesso e tendências para o setor.

“Este ano a CARDS contará com algumas inovações. Haverá um palco central em 360º no meio da feira, trazendo os conteúdos e as discussões temáticas para o coração do evento”, destaca Luis Veiga, diretor da CARDS.

O objetivo é reunir um ecossistema virtuoso, formado por instituições financeiras, fintechs, empresas de tecnologia e varejo, que possa discutir soluções que gerem mais eficiência nas interações com os clientes. “O acesso à Internet trouxe um imediatismo, que se reflete em questões comportamentais. Em meio à transformação digital, o consumidor quer tudo rápido, fácil e na palma da mão. Por isso, as empresas precisam (re)pensar a forma como encaram a experiência do usuário em pagamentos”, afirma Veiga.

As inscrições já estão abertas no site do evento. A visita à exposição é gratuita. A participação nos Fóruns também é gratuita, mas precisa de uma pré-inscrição. O acesso ao Congresso é pago e reservado aos congressistas que adquirirem seu ingresso.

“Nossa proposta é tangibilizar as experiências com meios de pagamento, incentivando demonstrações sobre pagamentos nos veículos, no celular e nos wearables; novas formas de autoatendimento, utilização de bitcoins, campanhas de fidelização, banco digital e segurança”, completa Luis Veiga.

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Pesquisa revela os principais desafios e tendências de RH para 2017

A consultoria organizacional global Korn Ferry (NYSE:KFY), por meio da divisão Hay Group, voltou a campo para produzir a pesquisa anual de Tendências e Práticas de Recursos Humanos. O estudo, que conta com a participação de 309 empresas, expõe os principais desafios, sobretudo dentro da área de RH, nas organizações para o ano de 2017.

Dentro de um cenário econômico brasileiro um pouco menos hostil, o estudo mostra que mais da metade das empresas respondentes (52%) acreditam que as perspectivas macro de negócios serão melhores este ano do que foram em 2016. “Dessas organizações mais otimistas, 60% esperam que os seus faturamentos sejam maiores em relação ao ano passado, mesmo que apresentem crescimento de apenas um dígito”, afirma Lucimar Carvalho, gerente da Korn Ferry Hay Group.

A pesquisa apresenta, ainda, que os principais desafios para a área de Recursos Humanos serão atrair, reter e desenvolver talentos com orçamentos cada vez menores. Em 2016, por exemplo, 62% das empresas reduziram seu orçamento em RH. Para esse ano, 71% reportaram que deverão manter ou diminuir os seus orçamentos na área.

“Além disso, 86% das empresas continuam com problemas de atração e retenção nos níveis profissionais e técnicos, o que indica uma falta de mão de obra mais especializada no mercado brasileiro. Em paralelo, ressalta uma cultura, especialmente dentro das organizações brasileiras, de não desenvolver e/ou reter talentos”, ressalta Lucimar.

A boa notícia, especialmente para os profissionais, é que apenas 38% das empresas ainda planejam medidas de contenção de custos trabalhistas. Ou seja, diferentemente do que aconteceu em 2016, haverá menos demissões em massa e ajustes em pacotes de benefícios. Além disso, 27% das organizações prometem que aumentarão seus quadros de funcionários para este ano.

Em contrapartida, 25% das empresas analisadas ainda deverão efetuar ajustes em suas estruturas de colaboradores para 2017 – 47% delas diminuíram também em 2016. “Algumas dessas empresas estão dentro de setores que vêm sofrendo um pouco mais por conta da crise, como, por exemplo, os segmentos de construção civil, indústria e serviços”, finaliza Lucimar.

Prioridades de Recursos Humanos para 2017

– Treinamento & Desenvolvimento da Liderança: 59%;
– Dimensionamento da Estrutura: 32%;
– Gestão de Desempenho/ Competências: 30%;
– Atração e Retenção: 29%;
– Clima: 26%

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Tecnologia OnStar da Chevrolet tem mais de 130 mil usuários ativos

O OnStar, a tecnologia de conectividade exclusiva da Chevrolet, já supera mais de 130 mil usuários conectados. O OnStar oferece a conectividade total entre o usuário e o seu veículo através de diversas funcionalidades, tais como o diagnóstico avançado dos principais sistemas do veículo, navegação, monitoramento remoto, e um serviço 24/7 de concierge para suporte em buscas de informações úteis, situações de emergência, e localização do veículo.

Com mais de 7 milhões de usuários conectados no mundo, o OnStar está há 20 anos nos EUA e é líder global em conectividade veicular.

No Brasil, o OnStar foi lançado em Setembro de 2015 para os clientes do Chevrolet Cruze. Em seguida, foi incluído em toda a linha Chevrolet 2017. Com isso, a Chevrolet é a primeira montadora a ter tecnologia de ponta embarcada em toda a sua linha.

“Chegamos a esse número de usuários conectados pela combinação única de funcionalidades e serviços que nossos clientes desejavam. Os três planos do OnStar foram desenvolvidos a partir dessas necessidades. Desde o plano Safe, que oferece app/portal, diagnóstico e recuperação veicular, até o plano Exclusive, que inclui todos os serviços OnStar, com pilares de emergência, segurança, diagnóstico, conectividade, concierge e navegação”, disse Péricles Mosca, diretor do OnStar para América do Sul.

Manutenção no Diagnóstico Avançado OnStar

Os clientes agora podem contar com o OnStar no momento que o seu veículo entra em manutenção. Além do Diagnóstico Avançado, disponível para todos os planos, o botão de Manutenção, quando acionado pelo cliente, impede que ele receba notificações enquanto o serviço ocorre em uma das Concessionárias Chevrolet. Outras informações essenciais referentes ao veículo, como pressão instantânea de pneus e quilometragem total percorrida, podem ser consultadas pelos usuários além das informações dos seguintes sistemas:

– Motor e transmissão
– Airbag
– Controles de tração
– Freios ABS
– Emissões
– OnStar

Com esses dados, o Diagnóstico Avançado OnStar realiza um check-up do veículo com um simples toque de botão. Quando o sistema aponta qualquer anomalia, ele automaticamente envia para o usuário um alerta e a partir desse momento o cliente pode agendar uma visita na rede Chevrolet através do app, portal ou Concierge. Com isso, os clientes têm mais segurança e comodidade, além de minimizar riscos de pane mecânica ou elétrica e outros danos.

Melhorias no aplicativo

Outra novidade é que o cliente que possuir smartphone com sistema operacional iOS e Android terá, a partir desta versão, o download de mapas realizado automaticamente e de forma comprimida. Desta forma conseguirá baixar todas as funções mais rapidamente e ocupando menos espaço na memória interna do celular. Através do aplicativo será possível ainda fazer a renovação da assinatura do OnStar.

“Queremos proporcionar aos nossos clientes a melhor experiência de conectividade e por isso aprimoramos continuamente o sistema OnStar. O sucesso do OnStar no Mercosul é resultado direto deste trabalho”, comentou André Nishimura, gerente de operações OnStar do Mercosul.

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Huawei lança Programa Global OpenLab

A Huawei anunciou, durante a CeBIT 2017, o seu Programa Global OpenLab, comunicando o desenvolvimento de 15 novos OpenLabs e um plano de investimento para os próximos três anos. Os novos laboratórios permitirão que a Huawei trabalhe com vários parceiros globais para criar novas soluções inovadoras e explorar maneiras de resolver os desafios de transformação digital desta era de TIC.

Investimento de US$ 200 milhões em 3 Anos

Em 2017, a Huawei construirá 7 novos OpenLabs em diversas cidades, incluindo Londres, Paris, Moscou e Johanesburgo. Ao longo dos próximos três anos, a Huawei alocará cerca de mil talentos ao redor do mundo e investirá um total de US$ 200 milhões no programa.

“Cada OpenLab atende as necessidades de seu mercado local, aproveitando os talentos e recursos tecnológicos. Por exemplo: em Munique, Alemanha, trabalhamos em projetos de inovação conjunta, realizando testes de simulação de carros conectados com empresas automotivas. Contribuímos com empresas locais para integrar suas capacidades à experiência da Huawei, desenvolvendo novas tecnologias e promovendo suas competências. Isto impulsiona a competitividade das indústrias locais de TIC”, disse Victor Yu, presidente de Solução e Marketing da Huawei Enterprise.
A Huawei construiu e opera 5 OpenLabs em diferentes cidades, incluindo Suzhou, China; Munique, Alemanha; Cidade do México, México e Cingapura e Dubai, Emirados Árabes. Esses OpenLabs estão facilitando a inovação conjunta e o lançamento de soluções com mais de 400 parceiros em áreas como: cidades inteligentes, finanças, transporte, energia e manufatura.
Além disso, grandes empresas e departamentos governamentais estão implantando soluções desenvolvidas pelos OpenLabs da Huawei. Por exemplo: a empresa colaborou com a Accenture para desenvolver soluções para Smart City; com a Altair, para criar uma solução em nuvem que suporta clientes na indústria automotiva à medida que se transformam digitalmente; com SAP e Oracle, em soluções para IoT, permitindo que os clientes criem redes de energia com ótimo custo-benefício.

Criando um ecossistema para a Transformação Digital

O Programa Global OpenLabs está alinhado com a estratégia ‘Plataforma + Ecossistema’ da Huawei, que foca na colaboração com parceiros e clientes para desenvolver soluções diferenciadas que habilitem plataformas abertas, flexíveis e seguras. A Huawei está empenhada em criar um ecossistema para transformação digital para implantar inovações conjuntas e expandir alianças da indústria, negócios, plataformas para desenvolvedores e comunidades de código aberto.

“Os desafios da sociedade inteligente não podem ser resolvidos sozinhos. Estes exigem a cooperação da indústria de TIC e de seus parceiros. Iniciativas como o Programa Global OpenLabs demonstram o compromisso da Huawei em construir um ecossistema de TIC capaz de fomentar o contínuo progresso industrial e social por meio de alianças estratégicas. O Programa reunirá parceiros de negócio globais e regionais para suportar a evolução da indústria à medida que geramos mais oportunidades para todos os incluídos nesse ecossistema”, concluiu Yu.
“Desde 2012, SAP e Huawei estabeleceram uma aliança estratégica baseada em nossos hardware e software complementares, e temos cooperado para produzir novas soluções. Acreditamos que os OpenLabs da Huawei podem acelerar a cooperação com empresas em várias áreas, incluindo Indústria 4.0, Advanced Metering Infrastructure (AMI), Internet das Coisas (IoT), Big Data e nuvem B2B”, comentou Rolf Schumann, vice-presidente e gerente global para Plataforma Cloud da SAP.

A Infosys possui uma aliança com a Huawei desde 2014. “Temos cooperado amplamente com a Huawei em soluções de finanças, IoT e Cloud Data Center. O OPenLab da Huawei em Suzhou fornece aos parceiros uma plataforma de TIC que habilita a inovação conjunta de soluções para bancos e estádios inteligentes. Esperamos que nossa colaboração com a Huawei sejam ampliadas para todo o mundo por meio dos OpenLabs da Huawei em outras regiões, como o Sul da Ásia e o Oriente Médio”, afirmou Umashankar Lakshmipathy, vice-presidente e chefe regional da EMEA para Serviços de Nuvem e Infraestrutura da Infosys Limited.

A CeBIT 2017 foi realizada no Hannover Exhibition Center em Hannover, Alemanha, entre os dias 20 e 24 de março de 2017. Para mais detalhes sobre a participação da Huawei no evento, acesse: http://e.huawei.com/topic/cebit2017-en/index.html

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Samsung lança curso online focado em Internet das Coisas

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A Samsung anuncia o lançamento do Code IoT, um curso online e aberto ao público que ensinará programação, eletrônica básica, robótica e desenvolvimento de aplicativos Android. A empresa abriu as inscrições aos interessados durante a FEBRACE 2017- Feira Brasileira de Ciências e Engenharia, encerrada na última sexta=feira (24).

Estudantes de todo o Brasil puderam se cadastrar direto no estande da Samsung na FEBRACE 2017

Desenvolvida e realizada em parceria com o LSI-TEC, Laboratório de Sistemas Integráveis Tecnológico, a nova plataforma recebe inscrições por meio do site www.codeiot.com.br para a primeira turma, que tem início programado para 5 de junho de 2017. A iniciativa é parte do Tech Institute, programa da Samsung que oferece a oportunidade de formação técnica por meio da concessão de bolsas de estudos. A parceria com o LSI-TEC foi anunciada em 2016 e o Code IoT é um dos grandes frutos dessa aliança.

Helvio Kanamaru, gerente sênior de Cidadania Corporativa da Samsung América Latina, comemora a concretização da iniciativa: “Temos o maior orgulho em poder aproximar Internet das Coisas das pessoas e não havia lugar melhor do que a maior feira de ciências da América Latina para fazer o anúncio do Code IoT”. O executivo afirma ainda que a empresa tem um compromisso com a educação no Brasil. “A Samsung se dedica a melhorar as oportunidades à população por meio de suas inovações e parcerias”, explica.

A proposta do Code IoT é que os alunos criem seus próprios objetos inteligentes para solucionar problemas do mundo real. As principais técnicas e tecnologias voltadas ao desenvolvimento de aplicações em Internet das Coisas serão incluídas no curso, como a programação de jogos e animações, montagem de circuitos eletrônicos e criação de aplicativos para dispositivos móveis.

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Aplicativo de veículos seminovos aposta na fidelização entre revendedor e lojista

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Quando se pensa em veículo usado, a primeira preocupação dos compradores é com o estado do veículo, e de como ele chegará ao cliente final. Várias concessionárias abrem a possibilidade de vendas pelo site, porém, sem muitos detalhes do que o comprador deseja. Pensando nisso, o empresário Fernando Ewerton, criou o Clube Repasse, startup que reúne concessionárias do ramo de veículos seminovos pelo país, facilitando o acesso entre vendedor e lojista. Com quatro meses e meio de funcionamento, o app reúne mais de 5 mil lojas e concessionárias no Brasil, com a expectativa de movimentar R$ 20 milhões/dia até o meio do ano, com funcionamento entre empresas do ramo de automóveis. O intuito é vender mais carros e obter lucros de forma confiável, aproximando as lojas de carros novos, que recebem usados como entrada nos negócios, e as revendedoras de veículos semi-novos. Atualmente, a startup já bateu a marca de 5 mil associados, tendo em média, 60 novos cadastros a cada dia.

Quem está por trás dessa ideia é o brasiliense Fernando Ewerton, 29, que enxergou na crise o momento para projetar o negócio. E a internet foi a plataforma para simplificar as transações comerciais e dar ainda mais poder aos clientes. Filho de um proprietário de concessionária de veículos importados que funciona há 25 anos no DF, o empresário adquiriu o know-how com o pai e enxergou no difícil momento econômico uma chance de projetar sua ideia. Criou o aplicativo para celulares de repasse de automóveis. Já em funcionamento, une os donos de concessionárias aos revendedores de carros seminovos. Funciona da seguinte maneira:os revendedores de veículos de carros seminovos fazem a aquisição diretamente aos lojistas de repasses por meio do aplicativo, de acordo com a demanda, solicitando quantas unidades forem necessárias. Assim que o negócio é concretizado, as lojas cadastradas no repasse fazem a entrega diretamente aos revendedores de seminovos, de acordo com a demanda e a disponibilidade do veículo, e as revendedoras vendem os veículos comprados nos repasses para o cliente final.

“O cliente que nos procurava sempre colocava um veículo usado na compra de um zero. No entanto, nosso negócio é exclusivo de venda de carros novos e os carros utilizados na transação acabavam sendo uma dor de cabeça para nós. Daí tive essa ideia”, explica Ewerton, que conta com o irmão para tocar o negócio. Para se cadastrar, o usuário precisa ter um CNPJ ligado a comércio de veículos. Isso tudo para dar mais segurança aos usuários, já que os carros que são comercializados dentro do aplicativo são todos abaixo do valor que são vendidos para o cliente final. Acessando o aplicativo ou a plataforma pela web, o associado tem acesso a um relatório completo de todos seus repasses cadastrados, credibilidade (pontuação) e ainda a data, hora e ligações de pessoas interessadas nos veículos. Além disso, a plataforma não possui cobrança de comissão por negócios realizados.

Clube de vantagens

Para os associados, há também descontos exclusivos, o que inclui vantagens em alguns dos serviços, como indicações para revisão veicular, consultas de leilão, transportes de veículos entre outras atividades.

Resultados

E os primeiros lojistas já comemoram um aumento no número das vendas. “A grande vantagem que tivemos foi a possibilidade de lincar com vários clientes em lojas espalhadas pelo país. Caso o modelo não tenha na minha loja, por exemplo, ele pode conferir em outras, mantendo o contato direto entre comprador e vendedor”, diz Paulo Osielski, sócio proprietário de uma das maiores empresas de repasse em Manaus. Para ele, o investidor passa a ter as fontes de compras do país inteiro, desde que o carro possa ser entregue conforme o prometido, além da fidelização do trabalho. Opinião semelhante tem Tiago, diretor de uma rede de concessionárias em Santa Catarina, que traz ainda como um dos benefícios a possibilidade de o lojista não ter que ficar olhando vários sites de frente para o computador, tendo tudo reunido em um só local. “Ficou mais fácil conseguir o contato com o lojista”, diz o empresário.

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Como o mix de transportes na capital paulista pode tornar a locomoção mais eficiente? – Por Felipe Barroso

Com a popularização dos automóveis próprios no Brasil na década de 1980 e o boom de crédito nos anos 2000, o que resultou em diversos recordes na venda de carros no país, a questão do transporte urbano mudou, e muito. Hoje, a locomoção do ponto “A” ao “B” se tornou muito mais complexa: não apenas o número de usuários – motoristas, motociclistas e passageiros de ônibus, táxis, metrô e trem – aumentou de maneira assustadora, mas o caminho percorrido se tornou maior. Segundo a Confederação Nacional de Transportes (CNT), os automóveis – apesar de transportarem cerca de 20% dos passageiros – ocupam 60% das vias públicas, enquanto os ônibus – que transportam 70% dos passageiros – ocupam 25% do espaço nas grandes cidades brasileiras.

Além disso, muitos problemas de ordem social e de infraestrutura atrapalham a movimentação rápida e confortável dos usuário, embora diversas opções de mobilidade urbana tenham despontado no mercado nos últimos anos.

Diante desse cenário catastrófico, parece impossível reverter essa situação. O segredo para melhorar a mobilidade urbana em grandes cidades, como São Paulo, é simples: adotar o uso inteligente de todas as opções disponíveis no mercado.

Antes de sair de casa, é importante que o usuário tenha em mente quais os trajetos que serão feitos no dia e como são as características do entorno do local. Não adianta excluir opções: ônibus, metrô, trólebus, trem, táxi, aluguel de veículos e carro próprio são todos bem-vindos e se apresentam como soluções ideais para mobilidade em casos específicos.

Está saindo do ABC Paulista em horário de pico para a zona sul de São Paulo onde é difícil encontrar vagas na rua e o estacionamento é muito caro? Utilizar o trólebus pode ser ideal: além de não ter que se preocupar com o carro, os corredores de ônibus garantem uma deslocamento mais rápido. Na volta, é possível pedir um táxi depois do happy hour, sem maiores preocupações.

Precisa fazer compras, ir em alguma reunião, ou realizar alguma tarefa pontual? O carsharing, que é sucesso em algumas cidades europeias e já existe no Brasil, é perfeito. Além de conferir privacidade e o conforto de um carro próprio, o serviço de um carro particular é ideal para quem precisa de um veículo por apenas algumas horas.

Existem muitas ciclovias e ciclofaixas no entorno do seu local? Então tire a magrela da garagem e coloque-a para rodar.

Seja por necessidade ou consideração ao meio ambiente, é visível que a população está utilizando diferentes meios de locomoção. O metrô, por exemplo, um dos transportes mais utilizados na capital paulista, mostra essa mudança de comportamento. De 2015 para 2016, o sistema de metrô perdeu 300 mil passageiros diários, uma queda de 6,3%.

Em outras palavras, a ordem é combinar todas as opções para que você possa usufruir da cidade em que vive da melhor maneira possível, sem a necessidade de ficar preso a apenas um modelo de transporte. Esse movimento já acontece e caminha a passos lentos, mas sem dúvida é uma mentalidade que veio para ficar.

Melhor do que beneficiar apenas uma pessoa, o uso coletivo de vários meios de transporte é positivo para todos e pode até incentivar a diminuição do tempo gasto na locomoção, assim como um menor número de veículos na rua, contribuindo para o meio ambiente.

Felipe Barroso, fundador e CEO da Zazcar, primeira empresa de carsharing da América Latina.

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Ricardo Simon é o novo Vice-Presidente da Telit para a América Latina

A Telit, líder na área de Internet das Coisas (IoT), anuncia globalmente o seu novo Vice-Presidente para a América Latina, o executivo brasileiro Ricardo Simon. Com mais de 14 anos de experiência na indústria eletroeletrônica e com passagens pelas multinacionais Fujitsu, Lenovo e Siemens, o profissional passa a ocupar a posição de Ricardo Buranello que, por sua vez, assumirá o cargo de Global VP para a Indústria 4.0 em Boca Raton, nos EUA.

A Telit é uma das maiores empresas do mundo voltada para a indústria de Internet das Coisas. Listada na bolsa de Londres, é responsável por conectar anualmente mais de 25 milhões de novos dispositivos IoT por meio de soluções de hardware, software e serviços em plataforma.

Para Ricardo Simon, a reestruturação é muito positiva. “As promoções internas fazem parte de nossa estratégia de crescimento. Para se ter uma ideia, hoje o Brasil já conecta mais de 12 milhões de objetos em rede celular e a Telit faz parte deste movimento”, revela. A empresa fechou 2016 com um faturamento de USD 370,3 milhões – superior ao divulgado em 2015. O crescimento anunciado foi de 11%, o que equivale a aproximadamente R$ 1.172 bilhões.

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The Weeknd, The 1975 e Metallica são atrações do Lollapalooza mais comentadas no Twitter no Brasil

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The Weeknd (@theweeknd), The 1975 (@the1975) e Metallica (@Metallica) foram as atrações mais comentadas no Twitter no Brasil durante os dois dias do festival de música Lollapalooza (@LollapaloozaBr) neste fim de semana no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. O evento gerou mais de 1 milhão de Tweets no país, no período entre 0h de sábado (25) até 7h de hoje (27).

No sábado, primeiro dia do Lollapalooza, o maior pico de conversas no Brasil sobre o festival foi às 18h29, ao término do show da banda The 1975. O segundo maior foi às 21h11, ao final da apresentação da cantora Tove Lo e com a expectativa para o início do show do Metallica. E o terceiro pico do sábado foi registrado às 17h32, no fim do show da banda Cage the Elephant e com a ansiedade para a apresentação da banda The 1975.

No domingo, segundo e último dia do festival, os maiores picos de conversas no Twitter no Brasil foram motivados pelo cantor The Weeknd. O maior foi às 20h16, quando tocou o hit “The Hills”. O segundo maior foi às 19h56, quando Selena Gomez apareceu no telão durante o show de seu namorado, The Weeknd. E o terceiro pico do domingo foi registrado às 19h04, momento em que The Weeknd iniciava a sua performance no palco do Lollapalooza.

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rio.Futuro – Evento sobre inovação reúne especialistas em tecnologia

A primeira edição de rio.Futuro, conferência obre transformação digital, acontece nos dias 25 e 26 de maio, no Rio de Janeiro. Voltada para as mudanças que o digital traz para os negócios, para a educação e para a sociedade o evento reunirá mais de 40 palestrantes de diversos países e áreas de atuação para discutir e propor soluções sobre mobile, tecnologia, dados e pessoas.

Entre os palestrantes confirmados estão empresas e instituições como: Google, IBM, facebook, Waze, LinkedIn, OLX, Queremos, Jüssi, Cubo – Itaú, Mastercard, Grupo PSA (Peugeot), FIRJAN, FGV, entre outros.

Serão dois dias de imersão com palestras, entrevistas, mesas redondas e degustações tecnológicas destinadas a executivos de empresas e instituições, empreendedores, investidores, professores e jornalistas, e que irão acontecer no hotel Prodigy Santos Dumont.

O Brasil é o país com maior número de usuários de redes sociais na América Latina e o segundo que mais usa o WhatsApp no mundo. Em 2016, vendas em e-commerce movimentaram mais de R$ 19 bilhões, apenas no primeiro semestre, enquanto o faturamento das start-ups já ultrapassa R$ 15 bilhões anuais.

rio.Futuro é o primeiro de uma série de eventos criados pela MOX Digital, empresa voltada para a organização de eventos sobre inovação e tecnologia. “O Brasil é hoje ‘o país das redes sociais’ e isso ilustra a rapidez com que sua população se adapta a novos comportamentos. Escolhemos o Rio de Janeiro porque a cidade foi palco de imensas transformações na última década sediando a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos, desenvolvendo assim um importante ecossistema digital e programas de smart cities”, explica Xavier Leclerc, sócio da MOX Digital.

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Quando: 25 e 26 de maio de 2017
Onde: Hotel Prodigy Santos Dumont – Rio de Janeiro (RJ)
www.riofuturo.com

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Cabify expande operação e oferece desconto especial aos usuários

A Cabify, empresa espanhola focada em soluções de mobilidade urbana, segue seu plano de expansão no Brasil e anuncia sua chegada a Campinas e Brasília nas próximas semanas. E para que as pessoas conheçam o aplicativo, a Cabify oferecerá o código promocional VIVACABIFY, que dará 55% de desconto em até 15 corridas corridas iniciadas e finalizadas de 27 a 30 de março, das 10h às 16h e das 21h às 23h55, e no dia 31/03 das 10h às 16h. O voucher é válido nas cidades de Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Santos para a categoria Lite e em São Paulo para as categorias Lite e Cab. O desconto máximo a ser aplicado é de R$15 por corrida.

Presente no Brasil desde junho de 2016, a Cabify já atua nas cidades de São Paulo, Santos, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte e Curitiba. A plataforma vem registrando um crescimento de 80% desde o início de suas operações e já mira na expansão para a região Nordeste nos próximos meses.

“Nosso plano de expansão no Brasil é bastante expressivo. Temos muitas expectativas de crescimento neste ano e, por isso, estamos sempre fazendo promoções, pois assim beneficiamos nossos usuários recorrentes e ainda convidamos novos clientes a experimentarem o app de transporte mais seguro, qualificado e transparente do mercado brasileiro”, afirma Daniel Velazco-Bedoya, Diretor Geral da Cabify no Brasil. “Chegamos ao Brasil para ficar e, por isso, temos um posicionamento tão agressivo em relação à nossa expansão, pois nossa ideia é consolidar de vez a presença da Cabify no país”.

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Palo Alto Networks divulga estudo sobre principais ataques na América Latina

A América Latina é uma das regiões de maior crescimento de usuários de internet, superando recentemente a América do Norte. Nos últimos anos, a região experimentou um aumento explosivo no número de usuários online – de 237 milhões em 2015 para 260 milhões registrados em 2016 pela Forbes – e, , com isso, ocorreu uma expansão semelhante nos desafios que acompanham esse crescimento – o que chamou a atenção dos cibercriminosos para os países locais. Entre julho e dezembro de 2016, a Unit 42, centro de pesquisas de ameaças da Palo Alto Networks, observou cerca de 530 mil sessões únicas de malware desconhecido em toda a região da América Latina com ênfase no México, Brasil, Colombia, Argentina, em mais de 37 mil amostras.

Durante esse período, 89% do malware analisado foi entregue por e-mail phishing, seguidos de simples navegação na web por usuários, com destaque para o formato variante de ransomware conhecido como Locky. O Locky foi descoberto em fevereiro de 2016 e apresenta risco por utilizar Infraestrutura de Chaves Públicas (ICP) para criptografia e está evoluindo constantemente para driblar os controles de segurança. No final de novembro e início de dezembro, durante período de compras natalinas, o estudo revela um aumento significativo na quantidade de atividade maliciosa na região da América Latina – o que demonstra de forma indireta um aumento no formato de compras online.Já às vésperas do Natal e logo depois desta data houve uma queda brusca nas atividades registradas (Veja gráfico)

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Outro destaque do estudo está relacionado a uma série de ataques ao sistema financeiro vinculado ao Grupo Lazarus. O ataque visa o sistema de pagamento SWIFT, mudando sites de instituições financeiras para redirecionar as vítimas a um ataque exploit customizado. Dois websites de instituições na América Latina, no México e Uruguai, especificamente, foram idenficados por redirecionar vítimas ao utilizar vulnerabilidades do Adobe Flash e Microsoft Silverlight. Os pesquisadores também detectaram uma lista de sub-redes direcionadas dentro do código exploit e estes incluíam endereços IP do México, Chile, Brasil, Peru e Colômbia.

O estudo apontou que o México foi o mais prejudicado no segundo semestre do ano passado, com 54% dos ataques concentrados no país. Em seguida vem o Brasil, atingindo a marca de 31%, com destaque para o formato variante de ransomware Locky, que gerou mais de 70% de toda atividade maliciosa no território. Além do Locky, a Unit 42 também observou a atividade de uma campanha chamada Distribuição CerberSage, que utiliza documentos maliciosos do Office para entregar não apenas Locky, mas também outro dois tipos de ransomware, Cerber e Sage.

O Cerber trata-se de um ransomware atualizado regularmente e com uma taxa elevada do sucesso em criptografar hosts. Já o Sage é um ransomware mais novo com comportamento semelhante a outros como Locky ou Cerber, mas consegue geolocalizar a vítima e adicionar um mecanismo de persistência para que a infecção começe toda vez que o usuário faz logon no Windows.

Na Argentina, 66% das atividades maliciosas foram provenientes do Locky e 98% do Bayrob Trojan, que também afetou fortemente a Colômbia. Descoberto em 2007, o Byrob permite acesso completo ao host infectado para roubo de informação pessoal, como número do cartão de crédito. Curiosamente, a Colômbia foi um dos poucos países no mundo inteiro que não registraram maioria de ataques por Locky.

A América Latina está em rápida expansão de usuários de internet e a tendência é aumentar. E os cibercriminosos estão cientes desse fenômeno e passaram a tratar região como um mercado emergente que merece investimento. O roubo de informações e a atividade de Trojans bancários também merecem atenção, pois podem indicar que os criminosos estão observando o aumento do uso de serviços bancários online e outros serviços virtuais no dia a dia na região.

Com esse cenário, é fundamental que sejam implantadas estratégias fortes de cibersegurança em toda a região. O aproveitamento de políticas básicas, como privilégios de usuário, bloqueio de anexos executáveis em e-mails e atualização de aplicações podem impedir os agentes maliciosos de concluírem o ataque. Emparelhar essas políticas com a implementação de tecnologias de segurança pode aumentar a eficácia das estratégias e manter uma postura de segurança em toda a região.

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Celulares: mercado sofre queda de 5,2% em 2016, revela estudo da IDC

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Pelo segundo ano consecutivo, o mercado brasileiro de celulares registrou queda. Segundo o estudo IDC Brazil Mobile Phone Tracker Q4, realizado pela IDC Brasil – líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações, durante todo o ano de 2016, foram comercializados 48,4 milhões de aparelhos, o que representa 5,2% a menos do que em 2015, quando foram vendidos 51,1 milhões de dispositivos.

“Mesmo com queda nas vendas nos últimos dois anos, o Brasil conseguiu se manter na quarta colocação dos países que mais vendem smartphones no mundo e continua sendo estratégico para os fabricantes”, diz Leonardo Munin, analista de pesquisa do mercado de celulares da IDC para América Latina.

Do total de aparelhos comercializados em 2016, 43,5 milhões foram smartphones (queda de 7,3%) e 4,9 milhões feature phones (crescimento de 18,5%). “O primeiro semestre de 2016 foi muito fraco e refletiu diretamente nas vendas dos smartphones. Foi um período de dólar elevado e muita indecisão político-econômica. Nos três primeiros meses do ano passado, por exemplo, os fabricantes chegaram a pausar a produção por falta de peças (ou insumos) devido às incertezas do mercado. Já no segundo semestre, com a oferta de dispositivos estabilizada e com o consumidor um pouco mais confiante, houve uma melhora, principalmente no último trimestre”, avalia Munin.

O estudo da IDC revela ainda um comportamento bastante diferente em relação às marcas que dominam o mercado de celulares no Brasil. De acordo com o analista, até 2014, 94% dos aparelhos vendidos pertenciam a seis marcas globais. Em 2016, o número passou para 80%. “Fabricantes menores globais ou nacionais ganharam uma fatia importante do mercado. O cenário favoreceu quem trabalha com preços mais acessíveis. Além disso, as empresas passaram a investir mais para atender um consumidor que exige design diferenciado, durabilidade, capacidade de memória e câmera e que gasta mais para ter um celular, tanto que o tíquete médio dos aparelhos passou de R$ 882, em 2015, para R$ 1050, em 2016.

4º Trimestre

O 4º trimestre de 2016 apresentou crescimento de 16% na comparação com o mesmo período de 2015. Foram vendidos 13,8 milhões de aparelhos, sendo 12,5 milhões de smartphones (crescimento de 14%) e 1,3 milhão de feature phones (crescimento de 31%). “O último trimestre foi surpreendente, principalmente por conta da Black Friday, que ganhou força nos últimos anos e se firmou como a principal data para o mercado de celulares. Muitos consumidores anteciparam as compras de final de ano e outros esperaram a data para trocar de aparelho”, completa o analista da IDC para América Latina.
Projeções para 2017

Para Munin, o cenário em 2017 é um pouco mais otimista. A previsão é de que sejam vendidos 49,2 milhões de aparelhos durante o ano, ou seja, 1,6% a mais do que em 2016. Deste total, quase 45 milhões serão smartphones (com crescimento de 3%). “Depois de dois anos seguidos de queda, este resultado será muito satisfatório. Podemos dizer que o pior para o mercado de smartphones já passou”. Além dos fatores macroeconômicos melhores, os canais terão portfolios mais assertivos com os produtos que os consumidores querem. “Também acreditamos em uma competição forte entre os principais fabricantes para oferecer preços atrativos e aparelhos com boas especificações. O consumidor será beneficiado”.

Ainda de acordo com as previsões da IDC, 2017 deve ser um ano de reposição de celular. “Hoje, temos aproximadamente 153 milhões de aparelhos em uso no Brasil, sendo 121 milhões smartphones e 32 milhões feature phones, ou seja, 21% da população ainda deve migrar de um telefone convencional para um aparelho inteligente. Outro fator relevante é que o número de smartphones antigos nessa base de 121 milhões é alto, o que impulsionará nas renovações”, finaliza o analista da IDC.

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A guerra por talentos no mercado de tecnologia – Por Cassiano Monteiro

Durante o último ano, tive a oportunidade de estar dos dois lados de uma entrevista de emprego: como candidato e como recrutador. Com esta experiência, tive duas impressões: recrutadores estão desesperados por profissionais qualificados e alguns candidatos estão guiando suas carreiras, única e exclusivamente, pelo quesito remuneração. Estas impressões partem do meu ponto de vista pessoal, com base em diversos contatos que tive com recrutadores e em entrevistas que conduzi, buscando candidatos para as vagas disponíveis no Guichê Virtual, startup líder na venda de passagens de ônibus online. Isso me levou a refletir mais a fundo sobre esse assunto.

Recrutadores estão desesperados por profissionais qualificados

Apesar de estarmos enfrentando uma situação econômica um tanto desfavorável no país, o mercado de tecnologia está crescendo. Ainda assim, a quantidade de profissionais qualificados não vem acompanhando esta curva acentuada. Neste cenário temos, de um lado, empresas sempre buscando contratar profissionais experientes e, do outro, uma oferta escassa de talentos, majoritariamente formada por profissionais recém-formados e/ou pouco experientes.

Esse problema acontece por uma combinação de fatores. Inicialmente, é possível observar que, apesar da criação de colégios voltados para a qualificação técnica, o interesse pela área ainda é relativamente baixo e não atende a toda a demanda do mercado. Em seguida, a velocidade absurda no avanço das tecnologias faz com que pouquíssimos profissionais tenham mais do que dois ou três anos de experiência especificamente nessas ferramentas inovadoras.

Enquanto isso, há uma explosão de startups e outras empresas de tecnologia no mercado emergente brasileiro. Empreendedores estão visualizando diversas oportunidades de negócio baseadas em inovação tecnológica e estão famintos para aproveitá-las o mais rápido possível. Por isso, precisam com urgência de profissionais extremamente qualificados e que possam rapidamente desenvolver os produtos e serviços para atingir o mercado em tempo hábil.

Dentro desse cenário, o recrutamento de profissionais de tecnologia está cada vez mais complexo e demorado, e a falta de profissionais qualificados para as vagas específicas faz com que empresas e recrutadores diminuam cada vez mais os requisitos necessários para a contratação. Além disso, é comum que cargos mais altos sejam oferecidos a profissionais menos experientes como forma de atração e retenção de pessoas que tenham ao menos alguma qualificação na área.

Enquanto isso, os talentos do mercado de tecnologia…

Para os profissionais mais qualificados e experientes é um excelente cenário para buscar novos desafios e melhores condições de trabalho. Já para os recém-formados, um começo de carreira acelerado e bastante promissor. E, por fim, para os menos qualificados, uma oportunidade de galgar posições interessantes.

Porém, essa escassez de talentos no mercado de tecnologia traz alguns comportamentos que acabam prejudicando eles mesmos. Além do fato de muitos candidatos enviarem currículos desconexos com a vaga pretendida, é muito comum encontrar exageros que, após uma conversa de 15 minutos por telefone, claramente não condizem com a realidade. Tenho notado também uma falta de vontade de muitos candidatos em participar de um processo seletivo mais criterioso. É como se eles quisessem que o recrutador adivinhasse quem são os melhores profissionais do mundo simplesmente com um aperto de mão. Mas é após o processo seletivo, no momento da proposta de trabalho, que vem a real guerra do mercado, a salarial (e consequente rotatividade altíssima no setor).

Apesar de estudos apontarem que a geração Y valoriza mais outros fatores do que simplesmente salário, na prática a remuneração ainda conta bastante. E sim, é completamente compreensível que este seja um dos principais fatores para nortear uma decisão profissional, mas não o único. Atualmente, alguns profissionais travam verdadeiros leilões salariais.

Na minha visão, esse fenômeno prejudica profissionais e empresas. Apesar da oportunidade de melhores salários, isso afeta negativamente a evolução do profissional no mercado de trabalho, afinal muitos não se fixam durante um período relativamente longo em uma empresa. Isso dificulta na formação de um embasamento sólido de experiência de trabalho, além de estabelecer uma marca de “infidelidade” profissional. Já para as empresas, altos salários e rotatividade aumentam os custos operacionais diretos e indiretos, fazendo com que esses gastos sejam repassados em seus produtos e serviços, ou até mesmo dificultando a sobrevivência de negócios emergentes.

Cassiano Monteiro, líder do time mobile do Guichê Virtual

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Transforme seus empregados em donos

Por Javier Kreiner, Head of Data da CargoX

Faça de seus colaboradores donos de sua empresa. É isso mesmo! Você não leu errado e pode ficar despreocupado, você não está lendo nenhuma propaganda de algum sindicato qualquer. Alguns dos maiores líderes de empresa do Brasil seguem esse raciocínio, um exemplo é Jorge Paulo Lemann, que tem como pilares de suas empresas sempre dar espaço para as pessoas boas e comprometidas, permitindo assim que elas construam e cresçam dentro da organização. Um dos maiores sócios dele, o carioca Marcel Telles, começou trabalhando para Lemann, no Banco Garantia, como office boy, a posição mais júnior das empresas. Ele se destacou, contribuiu e subiu nos cargos. Anos depois ele acabou virando sócio do banco e um dos homens mais ricos do Brasil. Ele se transformou em dono.

Estabelecer os incentivos corretos é fundamental para o sucesso de uma companhia. Isso ajuda a separar as empresas que fazem sucesso daquelas que veem o seu valor estagnar ou mesmo cair. Um dos fatores determinantes é o engajamento da força de trabalho. Um estudo da Aon Hewitt que analisou 6,7 milhões de colaboradores e 2.900 organizações no mundo inteiro identificou que as corporações que apresentavam, no período analisado, alto grau de engajamento, tiveram um retorno 22% superior à média do mercado, enquanto aquelas nas que o engajamento era baixo performaram 28% abaixo da média. Não há dúvidas, então, que estamos na presença de um efeito fundamental.

É preciso saber, também, como é gerado esse engajamento que faz uma diferença tão grande nos resultados. Um elemento chave é a mentalidade de dono, na verdade, dos diversos donos: dono das responsabilidades, dono de missões relevantes, dono dos sucessos e reconhecimento, dono do orgulho de pertencer a uma empresa bem-sucedida e ter ajudado na sua criação. Em última instância ele será dono de parte dos lucros, ou mesmo de parte da empresa.

Esse conceito foi entendido não só pelos grandes empresários brasileiros, mas é pedra fundamental da cultura no Vale do Silício. Os sofisticados investidores dessas terras colocam como requerimento essencial, para realizar um investimento, que a empresa aportada reserve uma parcela de ações para seus empregados. A motivação para essa exigência é o aumento do valor da companhia, pois reter e incentivar as pessoas certas determina o destino do empreendimento.

Embora a participação acionária ou nos lucros seja um elemento importante, nos últimos anos um crescente número de estudos vem demonstrando que o sentido de propriedade não é determinado só por isso. Os elementos ‘soft’ ou psicológicos são tão importantes quanto. Os colaboradores têm que ter liberdade e influência na resolução dos problemas e melhoria dos processos relativos à própria atuação. Os projetos e as ideias devem ser estimulados e as conquistas reconhecidas, sem isso nenhuma empresa chega a lugar algum.

Quando essa responsabilidade é designada aos colaboradores, quando se esperam grandes coisas das pessoas e elas são devidamente recompensadas por um trabalho bem feito, se inicia um círculo virtuoso que leva ao sucesso. Então sim, converta os empregados em donos. Converta a sua empresa numa plataforma para que eles virem donos do próprio destino.

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Telefónica Open Future_ e Facens criam espaço para desenvolvimento de startups

O Telefónica Open Future_, programa global de inovação aberta e empreendedorismo do Grupo Telefónica (controlador da Vivo), fechou parceria com o FACE – Centro de Empreendedorismo da Facens (Faculdade de Engenharia de Sorocaba) para a criação de um espaço de crowdworking para empreendedores digitais. O Crowd Facens é a primeira iniciativa do Open Future no Interior de São Paulo e já está com inscrições abertas para a seleção de startups de base tecnológica da primeira turma.

O Crowd funcionará nas dependências da Facens e buscará projetos inovadores em diversas áreas como Cidades Inteligentes, Internet das Coisas, Big Data, Soluções B2C, B2B, Vídeo, Machine Learning, Segurança, Fintech e Agtech, entre outras. As inscrições estarão abertas até 28 de abril por meio da plataforma global Openfuture.org, que possui também conteúdos de empreendedorismo e eventos da rede abertos a qualquer pessoa interessada. Nessa chamada, serão selecionadas 10 startups criadas por alunos, ex-alunos, professores, empreendedores e pesquisadores associados à Facens. O período de pré-aceleração será de 12 meses.

Trata-se do sexto Crowd implantado pelo Open Future no País, com o objetivo de apoiar o talento empreendedor local e ajudar a converter ideias inovadoras em negócios de sucesso. Por meio de parcerias com instituições públicas ou privadas, o programa oferece infraestrutura de espaço, suporte técnico e mentoria para o desenvolvimento das startups.

Caso o projeto avance, terá a oportunidade de continuar a ser apoiado pelo Open Future por meio da Wayra, uma das iniciativas de investimento do programa, onde poderá receber aporte de capital financeiro e toda infraestrutura necessária para sua evolução. “Temos uma metodologia de desenvolvimento de negócios moderna e já testada, além de podermos ampliar os contatos dos empreendedores de Sorocaba com um ecossistema mundial de inovação, com crowds espalhados por 17 países”, afirma Renato Valente, Country Manager do Open Future e diretor da Wayra Brasil.

Para Andréia Leles, coordenadora do Centro de Empreendedorismo da Facens, a parceria oferece aos alunos a possibilidade de ampliar a visão empreendedora e aplicar o que é desenvolvido em sala da aula. “Estamos muito otimistas e acreditando que o mercado ganhará profissionais ainda mais qualificados e produtos e soluções inovadores. Só o fato de ter uma ideia acelerada por uma empresa do porte da Telefónica já é um grande diferencial para o currículo dos nossos alunos”, afirma.

Parcerias com a Vivo

O Open Future_ atua com o conceito de inovação aberta e um de seus propósitos é promover parcerias entre a Vivo e as startups apoiadas por seus programas na oferta de serviços ao cliente ou de processos inovadores para a gestão da própria empresa. Hoje, 20% das startups investidas pelo Open Future_ fazem negócio com a operadora.

Dentre os seis espaços de crowdworking, o primeiro, chamado Crowd Vale da Eletrônica,foi lançado no início de 2016 junto ao Inatel – Instituto Nacional de Telecomunicações, de Santa Rita do Sapucaí (MG) e em parceria com a Ericsson. Em maio, foi anunciada a criação do Crowd Londrina, em parceria com a UEL – Universidade Estadual de Londrina e o Sebrae Paraná. Em São Paulo, a parceria com o Senac Santo Amaro deu origem ao Crowd Senac e, em Curitiba, foi anunciado em dezembro o Crowd Hotmilk Curitiba, em conjunto com a Pontifícia Universidade Católica – PUCPR. Mais recentemente, em fevereiro, foi criado o Crowd Rio, em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro.

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“Novo manual de coaching”: livro aborda metodologias para promover mudanças e acelerar o alcance de resultados

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O “Novo Manual de Coaching – O guia definitivo para o alcance de resultados e mudança de vida”, recém-lançado pela Literare Books International, traz conceitos, metodologias e dicas práticas aos que buscam algum tipo de mudança em suas vidas. São mais de 50 capítulos que abordam a experiência de renomados coaches do Brasil nas mais diversas áreas como carreira, educação, comportamento, saúde e qualidade de vida, alta performance, liderança, empreendedorismo, desenvolvimento organizacional, relacionamentos e até mesmo maternidade, esporte, propósito e autorrealização, dentre inúmeras outras.

Nessa obra, os leitores são conduzidos a analisar diversos aspectos da vida e elaborar um plano de ação por meio de metodologias eficientes. É uma chance não só de reciclar – ideias, conceitos e conhecimento – mas também de desenvolver habilidades e competências, explorar cenários, expandir a consciência, mudar comportamentos e, acima de tudo, buscar a realização pessoal e profissional.

Alessandra Fonseca, sócia-proprietária da ConsultaRH (consultoria especializada em Recursos Humanos, Coaching e Empreendedorismo), é uma das coautoras do Manual e faz uma análise sobre o coaching executivo – vertente voltada ao desenvolvimento de lideranças e que tem sido cada vez mais procurada; tanto pelas organizações, que estão buscando executivos capazes de atingir resultados mais expressivos, que conseguem motivar e inspirar equipes explorando ao máximo as capacidades dos seus times, como pelos próprios profissionais, que nunca se sentiram tão pressionados como agora e, por isso, muitas vezes estão insatisfeitos com sua carreira e querem desenvolver novas habilidades.

“Novo Manual de Coaching – O guia definitivo para o alcance de resultados e mudança de vida” é um excelente manual para quem quer conhecer as melhores práticas e as diversas técnicas e aplicabilidades dos tipos de coaching.

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EQUIPOTEL 2017 consolida a importância do setor de hospitalidade e food service

A EQUIPOTEL, evento referência para toda a cadeia de hospitalidade e serviços alimentares para a América Latina, chega a sua 55ª edição. O evento marca um momento de consolidação e representatividade aos setores presentes. Entre os dias 11 e 14 de setembro, a EQUIPOTEL será realizada no São Paulo Expo, em uma área de 60 mil m² e terá a capital francesa, Paris, como inspiração no local que abrigará os mais de 55 mil profissionais da área.

Organizada pela Reed Exhibitions Alcantara Machado, a EQUIPOTEL reunirá compradores qualificados e tomadores de decisão de todos os setores que abrangem a cadeia da hospitalidade e serviços alimentares. Para este ano, os destaques ficam por conta da vasta oferta de experiências e extensa programação de conteúdo. Eventos simultâneos, workshops, palestras e instalações apresentarão novidades, tendências, soluções e equipamentos para expandir a capacidade de impacto aos visitantes. A expectativa é de que a feira auxilie novos e prósperos negócios entre toda a cadeia.

“Teremos mais de 150 marcas expositoras, que abrangem uma importante parcela deste setor hospitaleiro. É o melhor momento para os que queiram apresentar produtos, ideias e inovações e também para aqueles que buscam ampliar e reforçar suas parcerias comerciais” comenta Alexandre Brown, diretor da EQUIPOTEL.

Conhecida por estar entre as cinco principais feiras do mundo no setor de hospitalidade, a EQUIPOTEL reunirá em um único local, proprietários de hotéis, pousadas, bares, restaurantes e outros estabelecimentos e seus principais fornecedores. A feira contará com uma planta setorizada, facilitando a visitação e aproximando ainda mais vendedores e compradores. Tecnologia; Food Service; Equipamentos e Utensílios; Limpeza e Manutenção; Fitness, Spa & Lazer; Arquitetura, Decoração e Design serão destacados na planta.

A EQUIPOTEL apresenta um substancial crescimento ampliando seu conceito em hospitalidade e serviços alimentares, agregando dessa forma, hotéis, pousadas, motéis, albergues, spas, clínicas, bares, restaurantes, pubs, hospitais e tudo o que envolve o conceito de hospitalidade.

EQUIPOTEL – 55ª EDIÇÃO

Data: 11 a 14 de setembro de 2017
Horário: Segunda a Quinta-feira das 13h às 21h
Local: São Paulo Expo, São Paulo – SP
Informações: www.equipotel.com.br

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