Page

Author admin

Drones: entregando o futuro na porta da sua casa

Por Kai Schoppen, fundador e CEO da Infracommerce

Inteligência artificial, carros autônomos e drones fazendo entregas. Poderia ser o cenário de mais uma ficção científica hollywoodiana, mas são tecnologias que já se encontram à nossa disposição em pleno 2017 e, no caso dos drones, mais acessíveis do que podia se esperar. Desenvolvidos na década de 1960, somente nos últimos anos os drones se popularizaram. Inicialmente usados para atividades de entretenimento, hoje são ferramentas essenciais em diversas atividades comerciais e ganham mais espaço a cada dia.

As possibilidades de uso dos drones foram ampliadas quando, em 2013, a Amazon deu início ao projeto Prime Air, que utiliza drones para entrega. Os testes realizados são tão promissores, que a empresa já patenteou parte desse sistema e também o de abastecimento, popularmente chamado de colmeias, e que consistem em uma torre cilíndrica onde os dispositivos voadores são abastecidos e saem para realizar o transporte dos pacotes. Para Jeff Bezos, CEO da gigante norte-americana, em um futuro próximo, será “tão comum ver drones do Prime Air no céu como ver caminhões dos correios nas ruas”.

Esse sucesso é seguido de perto por outras líderes do mercado de logística como UPS e DHL. O que se tem observado até o momento é que as entregas por drones são mais viáveis do que muitos possam imaginar.

Vantagens e limitações

No Brasil, umas das principais barreiras para o setor é a relação de população x área habitada, uma vez que temos um país de extensões continentais, mas cuja densidade demográfica ainda é muito concentrada. Se em São Paulo, por exemplo, é possível encher um caminhão com pedidos e entregar praticamente de porta em porta, no interior o mesmo caminhão dirige 25 km para fazer uma única entrega.

Os drones chegam para atender a demanda dessas regiões em menor tempo e com um custo mais baixo. Nos testes já realizados, os consumidores receberam seus pedidos em até 30 minutos. Além disso, cada drone é capaz de realizar 30 entregas por dia a um custo de US$ 1 a US$ 3 dólares, enquanto as entregas para regiões suburbanas, via FEDEX, por exemplo, variam de US$ 10 a US$ 15.

Para o e-commerce, isso abre a possibilidade de reduzir e até eliminar um de seus maiores fatores de desistência de compra: o valor do frete de regiões suburbanas.

Compras de ticket médio baixo, acabam tendo um frete quase igual – quando não superior – ao dos produtos, o que muitas vezes faz com que o cliente deixe de comprar. Com a possibilidade de atender as entregas nessas regiões a um custo mais baixo, as lojas ganham mais força para suas vendas. Outra novidade para o setor seria a entrega para pessoas, não apenas endereços. O DelivAir, desenvolvido pela Cambridge Consultants, utiliza a localização via GPS dos celulares para entregar onde o cliente estiver.

No entanto, ainda existem limitações. A regulamentação do uso desses equipamentos somente foi registrada pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) em maio deste ano. Essa demora resulta, entre outras coisas, no atraso da definição de rotas de voos. Cidades como São Paulo, que contam com uma excelente infraestrutura para receber os drones devido ao grande número de helipontos, ainda não podem operar com esse sistema por não terem suas rotas oficializadas. Por outro lado, no interior não existe limitação. Os drones já possuem inúmeras tecnologias para evitar obstáculos e desenvolver suas rotas com autonomia.

Se pensarmos que o melhor lugar para operar com esse sistema de entrega é dessas regiões de subúrbio e cinturões próximos às cidades, ao instalar um galpão em uma área estratégica, com múltiplas cidades ao redor, é atender um raio de aproximadamente 12 km, que é a autonomia atual dos drones. Essa distância ainda pode ser estendida em breve, já que existem testes, com um híbrido de drone com dirigível que aumentaria a distância significativamente.

Outra preocupação é quanto ao peso das entregas, já que cada equipamento pode levar cerca de 2,5 kg apenas. Porém, vale lembrar que na Amazon, 8 em cada 10 pedidos da empresa são exatamente dentro desse peso. Esse sistema não atenderia somente pedidos maiores e de grande volume, como atacadistas, por exemplo.

Qual o impacto disso para o setor? Crescimento.

Assim como e-commerce nunca vai substituir a loja física, nem todos os pedidos serão entregues por drones. Eles serão mais uma opção, que as empresas precisarão adotar para complementar seus serviços e aproveitar essa nova fatia do mercado – especialmente no Brasil, onde o transporte tem alto custo.

Na prática

Não é apenas o setor de entregas e, consequentemente o de e-commerce, que se beneficiam com implementação do uso dos drones. Órgãos como o Unicef têm realizado a entrega de bolsas de sangue, amostras, medicamentos e até vacinas em áreas de difícil acesso na África, como Ruanda, por meio de drones.

Na Suíça, hospitais também já desenvolvem o mesmo sistema para transporte de materiais urgentes, como bolsas de sangue. E se você pensa que os drones são uma realidade apenas fora do Brasil, está enganado. Uma rede de padarias expressas já está realizando testes com a entrega de pães no estado de São Paulo.

Os drones chegaram para ficar e da próxima vez que você ouvir de uma tecnologia nova, fique atento, ela pode estar em suas mãos mais cedo do que você espera.

Tags, , , , , , , ,

Infraestrutura: conheça as tendências do setor wireless para 2018

Por Rogerio Ferro

Os leitores familiarizados com o chamado ciclo de hype sabem que novas tecnologias passam por um conhecido processo assim que elas surgem. A animação do começo leva a expectativas excessivas, que, em alguns casos, levam `a frustração geral antes mesmo que ocorra o difícil trabalho de implementação geral (se é que ele vá mesmo acontecer). Quando pensamos na tecnologia 5G, certamente existe a euforia inicial de todas as vantagens que ela trará. Também passamos pela frustração que ocorre quando pensamos “isso vai ser difícil de popularizar”. Estamos em um momento de ascensão, e acreditamos que 2018 seja um ano produtivo quando realmente começarmos a entender o que é possível fazer após o período de hype. Será ainda melhor com a aprovação pelo 3GPP do novo padrão de rádio 5G não autônomo, permitindo novos desenvolvimentos.

O ano de 2018 será de pragmatismo, um momento para entender o que é realmente possível. É por isso que a densificação, a virtualização, a otimização e a simplificação das redes continuarão em primeiro plano entre os objetivos dos fornecedores de infraestrutura de telecomunicações neste novo ano. Embora não sejam exatamente novas, essas iniciativas são importantes, pois as operadoras maximizam seus investimentos na rede e criam uma ponte para as tecnologias de próxima geração.

A medida em que se inicia 2018, a Commscope já nota o espírito de experimentação entre os clientes, com trials e provas de campo em desenvolvimento. Todos esses testes deixam claro que a tecnologia 5G traz novas dinâmicas e oportunidades de mercado, mas há desafios importantes que precisam ser superados. Em nossa perspectiva, as três áreas abaixo serão essenciais em 2018:

Convergência para novos modelos de negócio e novos usos

A convergência das redes com e sem fio é real. Muitos de nossos clientes estão se reorganizando em torno desse conceito, acabando com segmentações de negócio dentro da empresa, pois os negócios, antes separados, agora se uniram. Profissionais que tradicionalmente usavam rede fixa estão migrando para as redes sem fio, trazendo também seu conhecimento sobre conectividade de fibra óptica. Muitas operadoras direcionam a fibra para pontos mais sensíveis de suas redes para permitir arquiteturas RAN (C-RAN) centralizadas ou na nuvem e implementações de small cells em grande escala que colocam o ponto de mudança de rede de fibra mais próximo dos assinantes.

MSOs e empresas neutral host com redes de fibra estão lucrando com elas, vendendo acesso para backhaul de small cells. Algumas estão até construindo e alugando suas próprias redes de small cells para operadoras sem fio. Parcerias improváveis estão se formando entre empresas de cabo, provedores de rede sem fio e neutral hosts. O mercado está dinâmico, e isso pode criar ansiedade, mas também abre novas oportunidades.

Há também convergência de espectro licenciado e não licenciado com a abertura de novas frequências, como 3,5 GHz, uma das bandas globais da tecnologia 5G. O Citizen Broadband Radio Service (CBRS) nos Estados Unidos, fornecerá o serviço a usuários licenciados e não licenciados e permitirá novos casos de uso, como redes LTE privadas e SWN/WOAN. Um fabricante pode implementar uma rede LTE privada na frequência de 3,5 GHz para controlar via rede sem fio robôs em uma fábrica. Ou um neutral host pode usar uma rede LTE em um estádio ou centro comercial e vender capacidade para provedores de serviços. Muitos negócios e usos novos envolvem a frequência de 3,5 GHz.

A estrada para a tecnologia 5G é formada por redes LTE

Para o mercado celular tradicional, o objetivo da banda larga móvel aprimorada ainda está relacionado à evolução da LTE. Com agregação de operadoras e implementação em campo comprovadas, a rede LTE está alcançando velocidades muito altas com downloads e uploads acima de 100 Mbps. Na verdade, já surgem sites LTE em “Gigabit”. A latência da rede LTE geralmente fica abaixo de 20 milissegundos em muitas partes da rede. Nos próximos anos, ela continuará a ter um papel fundamental na estrutura de apoio da “rede das redes”. Um dia, a rede 5G se tornará a principal tecnologia macro, mas provavelmente começará como um aprimoramento da capacidade para áreas exigentes, com altas concentrações de usuários, além de gerar novos usos de aplicações verticais.

A tecnologia 5G definitivamente será usada para equipamentos de Internet das Coisas (IoT) e em aplicações de baixa latência. Estas aplicações surgirão primeiro na manufatura industrial, que faz uso de robôs coordenados via rede sem fio com latência ultrabaixa. A verdadeira promessa dessa tecnologia é uma combinação de alta velocidade, baixa latência e dispositivos de baixa potência. Mudanças na arquitetura permitirão que as operadoras selecionem opções de fronthaul que otimizem e forneçam o melhor desempenho de latência ou throughput da rede. Veremos isso acontecer em etapas, com usos específicos em mercados verticais. Mobilidade celular, logística, manufatura e saúde terão seus requisitos específicos.

O desafio das small cells…

O setor inteiro tem falado sobre esse desafio há um certo tempo, mas as small cells ainda são muito difíceis de serem implementadas. A aquisição do site é um grande desafio. Estamos começando a ver um volume maior de projetos, mas que ainda demoram mais do que o desejado. Processos de zoneamento que levam 12 meses ou mais são muito longos. Nossa esperança para 2018 é um movimento real, com esforços em todo o mundo, para padronizar e acelerar implementações de small cells.

Todos também sabem dos desafios das bandas de ondas milimétricas. A propagação do sinal diminui consideravelmente nas frequências mais altas. O acesso fixo sem fio em mmWave é um bom exemplo de uso de Massive MIMO e antenas ativas. Antecipamos o surgimento de antenas ativas em 2018 para bandas acima de 6 GHz para aplicações fixas sem fio e de baixa mobilidade. Desta forma, as antenas tradicionais com capacidades de bandas múltiplas e beamforming ainda são fundamentais para as redes sem fio. Isso também é uma questão de aquisição de sites, mais especificamente uma questão de aquisição de espaço na torre. As torres estão lotadas. Se as operadoras quiserem adicionar novos espectros ou tecnologias, elas precisam encontrar espaço. Normalmente, isso significa substituir antenas de bandas de frequência atuais, além de adicionar outras novas. Qualquer dispositivo que for instalado na torre hoje deve ser adequado para atender a múltiplos propósitos e estar pronto para futuros requisitos.

É claro que muitas outras discussões tecnológicas estão em andamento no universo sem fio. Em 2018, veremos progressos significativos na definição da tecnologia 5G, tanto como um padrão quanto para implementações do mundo real. O ciclo de hype inicial se acalmou, o que é um passo necessário para o discernimento prático de como todos nós vamos tornar a rede 5G uma realidade.

Rogerio Ferro é diretor de vendas wireless da Commscope para a América do Sul

Tags, , , , , ,

BNDES abre consulta pública para fazer parcerias com fintechs

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) lança, nesta quarta-feira, 17, consulta pública para conhecer soluções tecnológicas de fintechs que possam se integrar ao Canal do Desenvolvedor MPME. O objetivo é investigar soluções tecnológicas existentes no mercado para quatro tipos de serviços que o Banco deseja futuramente oferecer às empresas de menor porte: Educação Financeira, Análise de Crédito, Matching de Soluções Financeiras e Leilões Reversos de crédito para financiamento.

A integração com as novas ferramentas visa ampliar o acesso dos pequenos empreendedores a financiamentos do Banco, ao melhorar o perfil de crédito das MPMEs, e auxiliá-los na profissionalização de sua gestão financeira.

Por meio da consulta, o BNDES põe à disposição dos fornecedores interessados as especificações para realização de prova de conceito da sua solução e apresentação de questionamentos, comentários e sugestões. Para participar, exige-se que a ferramenta atenda a pelo menos 50% dos requisitos listados para cada assunto pretendido e que a solução esteja disponível operacionalmente no mercado há pelo menos um ano.

O edital da consulta pública estará disponível no site do BNDES no endereço www.bndes.gov.br/consultafintechs. O prazo final de recebimento das respostas é dia 15 de março.

Acesso – O Canal do Desenvolvedor MPME (www.bndes.gov.br/canal-mpme) é um ambiente digital no qual as empresas com faturamento anual de até R$ 300 milhões podem manifestar interesse por financiamento, sem precisar visitar um agente repassador de recursos para iniciar a busca de apoio financeiro do BNDES para seus projetos. A ferramenta está disponível 24 horas por dia, sete dias por semana, no site do BNDES.

No canal, o empresário identifica as linhas de crédito mais adequadas para o seu empreendimento, simula financiamentos, aponta os agentes financeiros de sua preferência, e encaminha com agilidade a manifestação de interesse de financiamento diretamente para os especialistas responsáveis pela carteira do BNDES nas instituições repassadoras.

► Acesse o edital em www.bndes.gov.br/consultafintechs.

Fonte: BNDES

Tags, , , , , ,

Fintech recebe aprovação de linha de crédito para ofertar R$ 250 milhões a PMEs

Lançada no mercado em novembro do ano passado, a fintech brasileira TrustHub, uma plataforma de soluções financeiras, acaba de receber a aprovação de uma linha de crédito de R$ 250 milhões da gestora e administradora de fundos SRM. Esta linha de crédito será ofertada a PMEs por meio da antecipação de recebíveis pela plataforma, em um procedimento inovador que analisa o perfil e deposita o valor na conta do empresário em menos de duas horas, de maneira 100% digital e online.

“Esse grande investimento torna o nosso serviço ainda mais eficiente e ágil e, consequentemente, facilita a vida do pequeno e médio empreendedor que busca alternativas para investir no próprio negócio”, afirma Alexandre Góes, diretor de meios de pagamento da fintech. “No momento de recuperação vivido pelo país, a facilidade na obtenção de crédito em até duas horas – longe da burocracia dos bancos e até de outras fintechs que necessitam encontrar um investidor que queira adquirir este crédito – é fundamental para as PMEs”, acrescenta.

Com pouco mais de dois meses de atuação, a TrustHub já antecipou R$ 10 milhões, com uma média de 45 operações por dia. Além disso, a empresa planeja antecipar R$ 5 milhões por dia já no início deste ano, ampliar suas operações para Peru e Chile e oferecer novos produtos, como pagamentos digitais, empréstimos entre outros serviços.

“Encontramos uma grande demanda por crédito e praticidade, de empreendedores que não têm condições de esperar meses para a aprovação de um banco tradicional ou fintechs que hoje atuam no mercado brasileiro. Com um serviço extremamente ágil e prático, temos ampliado, dia após dia, a nossa carteira de clientes e o valor de crédito ofertado”, finaliza Góes.

Tags, , , , , , , ,

Atos é apontada como líder mundial em Serviços de IoT pelo Everest Group

A Atos, líder em transformação digital, foi reconhecida como líder mundial em serviços de Internet das Coisas (IoT) pela consultoria americana de gestão para empresas globais Everest Group. Os recursos de Operações e Integração de Sistemas da Atos e as soluções da Worldline, empresa da Atos que é líder europeia do setor de pagamentos e serviços transacionais, são reconhecidos por permitirem que os clientes progridam rapidamente até a produção em projetos de IoT.

Segundo o relatório, empresas líderes são aquelas que estão ‘gerando valor estratégico para seus clientes’, sendo observado um enfoque futurista do roteiro de desenvolvimento de serviços de IoT’, e têm ‘levado seus clientes em jornadas de transformação em larga escala impulsionadas pela IoT’.

“Nós observamos um aumento de 25% de projetos-piloto de IoT que chegam ao estágio de produção, e o modelo de engajamento orientado pela consultoria da Atos tem ajudado ainda mais os clientes a progredirem rapidamente da validação do conceito ao estágio de produção e, por fim, a atingir resultados comerciais concretos”, disse Yugal Joshi, Diretor de Prática do Everest Group.

“Temos orgulho do reconhecimento como Líder global em Serviços de IoT pelo Everest Group. Isso comprova nossa capacidade de alavancar de maneira eficaz processos ágeis, ferramentas inovadoras e automação, ao mesmo tempo que trabalhamos com nosso amplo ecossistema de parceiros de IoT para fornecer, gerenciar e assegurar toda a cadeia de valor de IoT, de aparelhos conectados à computação de ponta e ao datacenter”, afirmou Dominique Grelet, Diretor Global de Serviços de IoT Atos Codex da Atos.

Esses serviços de IoT combinam a conectividade horizontal e os serviços da Atos, como as plataformas oferecidas pela Worldline, além de parceiras como Amazon Web Services e Microsoft Azure.

A profunda integração com processos empresariais – como ERP (Planejamento de Recursos Empresariais) e PLM (Gestão do Ciclo de Vida dos Produtos) – é um importante diferencial, já que dá à Atos a capacidade de assumir responsabilidade de ponta a ponta.

Para baixar o relatório: http://go.atos.net/LP=568

Tags, , , ,

Grupo Capgemini é Líder Mundial em Serviços de Testes de Aplicações pelo Gartner

A Capgemini anuncia que foi posicionada pelo Grupo Gartner como Líder, pelo quarto ano consecutivo, no “Magic Quadrant for Application Testing Services, Worldwide 2017” – em livre tradução: “Quadrante Mágico para Serviços de Testes de Aplicações Mundiais de 2017”. O Grupo Capgemini, incluindo a Sogeti, sua subsidiária de Serviços de Tecnologia e Engenharia, foi avaliado com base em sua “capacidade de execução” e “visão completa”.

Hans van Waayenburg, membro do Comitê Executivo do Grupo Capgemini e líder da Sogeti, afirmou: “Como líderes na transformação dos serviços de testes para os mundos do Agile e DevOps, a Capgemini está na vanguarda do fornecimento de excepcionais e customizados serviços de testes e de controle de qualidade; e este reconhecimento consecutivo, conferido a nós pelo Gartner, é um testemunho da nossa experiência e do compromisso estabelecido para com nossos clientes em todo o mundo. Na atual onda da disrupção digital, as empresas confiam nas capacidades combinadas da Capgemini e da Sogeti e em nosso histórico comprovado, juntamente com nossa sagacidade empresarial, para atender aos seus complexos desafios organizacionais e necessidades transformacionais”.

Com uma eficiente equipe que reúne mais de 17,2 mil profissionais de testes e mais 14,5 mil especialistas em aplicações instalados em todo o mundo, o Grupo Capgemini dispõe de um framework robusto para o fornecimento de serviços de testes especializados para seus clientes em todo o mundo. O mercado reconheceu o Grupo Capgemini e seus serviços de Controle de Qualidade e Testes, tais como o TMap® e TPI®, que estão munidos para apoiar a transformação de negócios por meio de uma visão profunda das últimas tendências do mercado e adaptadas aos requisitos específicos de cada cliente.

Tags, , , , , ,

Varejistas de material de construção desejam acelerar adoção de tecnologias inovadoras

A Riverbed Technology anuncia os resultados da sua pesquisa ‘Riverbed Retail Digital Transformation Survey 2018’, um estudo que aborda o status atual dos varejistas em geral e, mais especificamente, os de material de construção, e o que eles precisam para se manterem competitivos, prosperar e impulsionar as experiências de seus clientes finais.

A pesquisa global englobou 300 tomadores de decisão de TI do setor Varejo nos Estados Unidos, Austrália e Alemanha e revela que quase metade dos participantes diz que sua empresa precisará adotar novas tecnologias nos próximos três anos para evoluir e permanecer competitiva. Desse total, 98% dizem que a tecnologia de nuvem é fundamental para transformar a experiência de Varejo Digital. No entanto, mencionam as aplicações para acompanhar inventários e listas de compras como a tecnologia mais importante para atender a demanda do cliente. Também, 46% observam que sua empresa atualmente não usa tais aplicações – exigindo a adoção imediata de tecnologias baseadas na nuvem para prosperar.

Novas tecnologias precisam preencher o gap entre a realidade e o sucesso

Atualmente, os varejistas têm um gap entre o que eles querem ser e onde estão. Embora, reconheçam que as aplicações de varejo que suportam pessoal da loja são de extrema importância, 46% afirmam que suas empresas atualmente não possuem essas aplicações. Além disso, 58% dos tomadores de decisão do varejo não possuem tecnologias como, exemplo, pontos de venda móvel para que as equipes façam transações em tempo real com os clientes, tornando o processo de compra um ponto crítico.

Para as tecnologias voltadas aos clientes, esta diferença é ainda mais pronunciada, na qual os assistentes virtuais não são adotados pelos varejistas (74%) e 67% não oferecem notificações proativas para informar aos clientes sobre campanhas, promoções, ou recomendações enquanto estão na loja.

As tecnologias que são consideradas de maior prioridade para a evolução da experiência digital por parte dos varejistas em geral e, especificamente, de material de construção, para atender às necessidades e demandas futuras do cliente incluem:

– Aplicações de varejo para rastrear inventário (40%)
– Assistentes virtuais e compradores digitais (37%)
– Tecnologias para pontos de venda móveis (35%)
– Aplicações móveis com Realidade Aumentada (34%)
– Experiências personalizadas na loja com base nos dados de fidelidade do cliente (34%)
– Notificações proativas de campanhas e promoções em tempo real nas lojas (33%)
– Streaming on-demand de vídeo na loja (29%).
– Wi-Fi é chave para agregar valor ao negócio.

A conectividade Wi-Fi nas lojas de material de construção é fundamental para a implantação de serviços digitais e para aumentar a receita. Os funcionários, não importando onde eles estejam na loja, dependem do Wi-Fi para acessar os principais arquivos e aplicações para executar suas atividades; os clientes usam Wi-Fi convidado para acessar ofertas de marketing e ferramentas de compras on-line e aplicativos. Enquanto 99% informam que a empresa oferece Wi-Fi na loja, muitas vezes oferece uma experiência muito aquém da ideal aos clientes. Quando foi solicitada a descrição da qualidade e a velocidade do seu Wi-Fi na loja, mais da metade 58% observam que é rápido, mas que efetivamente não é de qualidade atraente ao cliente. Apenas o 19% descrevem o seu Wi-Fi tanto rápido como eficaz para atrair clientes. Para se manterem competitivos em 2018, os varejistas terão que repensar sua implementação de Wi-Fi.

O sucesso depende de uma experiência superior do cliente

Muitos varejistas tradicionais estão assumindo uma abordagem multicanal para melhorar a experiência do cliente – lançando canais de venda online, ampliando as vendas de itens de construção. Suas estratégias para melhorar a experiência do cliente possuem duas frentes: implantação rápida de aplicações inovadoras (53%) e fornecimento de uma ótima experiência de venda nas lojas (50%). Cerca de 49% dizem que o monitoramento e a adaptação em tempo real aos comportamentos de compras serão críticos, e 47% apontam que reunir informações sobre a satisfação dos clientes, como por meio de taxas de adoção ou tempos de resposta na loja, exigirão mais foco.

Tecnologia desempenhará um papel crítico no alcance de metas de 2018

Os resultados do estudo também revelam o impacto que a tecnologia de próxima geração tem no sucesso das iniciativas nas lojas. Da rede ao Wi-Fi ao monitoramento de aplicações, infraestrutura e tecnologias de Gerenciamento de Experiência Digital, os varejistas devem adotar uma abordagem multicanal e digital.

Nos próximos 12 meses, as áreas as quais os varejistas planejam investir para suportar uma transformação digital são:

– Capacidade de expansão das áreas (51%)
– Otimização do Wi-Fi na loja e a experiência do serviço móvel para funcionários e clientes (49%)
– Aquisição de ferramentas para monitorar os aplicativos do cliente, como taxas de uso ou experiência do usuário (48%)
– Garantir a conectividade e continuidade do ponto de venda nas lojas (47%)
– Entrega de novos serviços e aplicativos digitais para funcionários e clientes (47%)
– Aumento da produtividade para aplicações de mobilidade corporativa e em todos os dispositivos (45%)

A tecnologia de próxima geração da Riverbed ajuda aos varejistas a otimizarem seus canais off-line (lojas e pontos de venda) e on-line, o que permite a eles serem mais competitivos e obterem aumento de receita. Com a estratégia de tecnologia certa, os varejistas poderão oferecer uma experiência perfeita aos clientes, ao mesmo tempo em que reduzem os custos operacionais.

Tags, , , , , ,

Criptomoeda brasileira, Dynasty atuará com lastro no mercado imobiliário mundial

Um grupo de empreendedores brasileiros centralizados no Crypto Valley, principal área para desenvolvimento de ecossistemas tecnológicos, localizado em Zug, na Suíça, lançará em março a criptomoeda D¥N, com lastro no mercado imobiliário mundial.

A empresa promete revolucionar o segmento das finanças – na vertente digital – ligando suas operações com o mercado de real estate. O portfólio de imovéis da Dynasty contará com mais de US$ 500 milhões em empreendimentos nas principais cidades do mundo. “São propriedades prontas para a aquisição, que garantem o valor da moeda fora do âmbito digital. Ou seja, cada D¥N representará um pedaço de chão no mercado imobiliário mundial”, diz Eduardo Carvalho, global manager da Dynasty.

Para a definição destes imóveis, a Dynasty conta com um time internacional de especialistas imobiliários, localizados nos Estados Unidos, Europa, China, Oriente Médio e América Latina. A gestão da carteira líquida da empresa será realizada pelo Credit Suisse, banco suíço, que acompanhará cada transação comercial.

Pela regra do negócio, os investidores que incluírem o D¥N em suas carteiras terão uma fração do portfólio Dynasty. As operações poderão variar entre aquisição total ou parcial de imóveis, aquisição de títulos de fundos imobiliários e aquisição de participação em construtoras e incorporadoras.

Junto com Carvalho, que vem do mercado de real estate, uma rede mundial foi formada para que o negócio seja consistente e seguro. O projeto vem sido moldado há dois anos e os investimentos já passam de CHF 2 milhões (valor em francos suíços, que representa pouco mais de US$ 2 milhões). Cerca de 40 pessoas espalhadas em Zug (Suíça), Nova Iorque, Barcelona e São Paulotrabalham na iniciativa nas áreas financeira, jurídica e de tecnologia.

Acordos mundiais reforçam segurança

Para não cair nas incertezas das criptomoedas que já existem e trazer segurança para o investidor nesta nova vertente de atuação, o grupo vem trabalhando na regulamentação do setor por meio de acordos mundiais.

A Dynasty utiliza procedimentos já conhecidos pelos bancos internacionais para garantir proteção contra fraudes: o KYC (Know Your Customer), que possibilita a identificação e verificação dos seus clientes, e o AML (Anti-Money Laundering), conjunto de procedimentos para impedir a geração de renda em fundos ilegais e lavagem de dinheiro. “É um caminho sem volta. As aplicações com moedas digitais são temas de debates ao redor do mundo”, analisa Carvalho.

Tags, , , , , , ,

Exposição de falhas dos gigantes da tecnologia continuará em 2018, avalia especialista

O ano de 2018 já começou a todo o vapor no que tange ao tema segurança cibernética. Vulnerabilidades foram descobertas em todos os processadores utilizados no planeta. Profissionais de segurança revelaram a existência de duas falhas gravíssimas de segurança, que afetam inúmeros processadores fabricados ou que embarcam tecnologias da Intel, AMD e ARM nos últimos 20 anos. As falhas foram identificadas como Meltdown e Spectre

“O ano mudou, mas o panorama continua o mesmo”, avalia Bruno Prado, especialista em segurança digital e CEO da UPX Technologies, empresa especializada no combate e prevenção a ciberataques. “O ano de 2017 foi marcado por grandes ataques em massa que afetaram o mundo inteiro e deixaram as empresas em alerta com ameaças como o WannaCry – ransomware que sequestrou os dados de organizações em todos os continentes”, relembra o executivo.

Em 2018, segundo estimativa da consultoria Gartner, o investimento global na segurança da informação deverá ser de US$ 93 bilhões, o que representa um aumento de 12% em relação ao ano passado. “Mesmo com as altas cifras, o setor se mostra vulnerável e coloca em risco os dados dos usuários, sejam eles empresariais ou não, por meio de falhas como a Meltdown e a Spectre”, relata Prado.

As duas falhas foram capazes de atingir os principais fabricantes de processadores, Intel, AMD e ARM, envolvendo sistemas operacionais da Microsoft, Apple e Google. O primeiro, Meltdown, é uma lacuna de segurança em hardware de chips Intel que explora a comunicação entre os núcleos de processamento para interceptar as informações que ali trafegam. Essa brecha não possibilita que ocorram alterações ou a exclusão dos dados, porém coloca em risco a integridade de itens tais como nomes de usuário, senha e informações bancárias.

O Spectre, por sua vez, é uma vulnerabilidade capaz de atacar diversos modelos e marcas de processadores. Pode ser executado por meio dos navegadores web com a execução de um código em Java, o que coloca em risco os usuários de todos os tipos de dispositivos que possuam acesso à rede mundial de computadores.

Além dessa falha identificada nos processadores, Prado faz alerta para outras ameaças. Uma delas, diz o especialista, é um botnet chamado Reaper, que tem se propagado rapidamente e já infecta diversas organizações por meio de dispositivos IoT (Internet das Coisas), computadores e roteadores desprotegidos. “A qualquer momento, poderá haver um ataque de negação de serviço (DDoS) em larga escala, provavelmente o maior já registrado, superando o Mirai, que tirou do ar diversos servidores em 2016”, alerta o especialista.

Assim como na maioria dos ataques, diz Prado os danos são provenientes de atrasos em atualizações. “Ao utilizar softwares desatualizados, os usuários se expõem aos riscos de brechas de segurança, que são aproveitadas pelos cibercriminosos como forma de abrir caminho para o roubo de informações”, alerta ele.

As empresas, por sua vez, são testadas em tempo integral por criminosos virtuais, que buscam por oportunidades de realizar malfeitos. “Para equilibrar a balança, é fundamental atuar em conjunto com um PenTest – método cuja finalidade é avaliar a segurança de um sistema de computador, tanto desktop quanto mobile, seus softwares, redes, sites, servidores, aplicativos e até hardwares, simulando um ataque malicioso para identificar possíveis vulnerabilidades nos sistemas”, afirma o especialista.

Desse modo, afirma Prado, os gestores ficam cientes de quais são os pontos frágeis que podem ser explorados e conseguem realizar um investimento mais preciso e garantir sua proteção contra toda a diversidade de ameaças presentes na rede, mitigando a exposição e, consequentemente, os riscos corporativos.

Mesmo que o tenha ano começado movimentado na segurança digital, o especialista em segurança digital, diz que há pontos positivos nesse cenário. “O início de um novo ciclo é o melhor momento para que haja a conscientização, planejamento e execução de ações em prol da proteção das informações”, diz Prado. “Com os riscos, exposições e recuperações de 2017, é essencial que os gestores aumentem o foco e a importância na defesa de suas instituições, afinal, os criminosos e as ameaças não esperam”, complementa.

Tags, , , , , , , , , ,

Saiba por que 2018 será o ano da consolidação dos marketplaces

Na América Latina se espera um 2018 em que se verão importantes avanços no mundo do e-commerce, ainda mais no setor de marketplaces. A Amazon já vem trabalhando fortemente no México e há alguns meses começou também no Brasil.

Esta situação vem para romper o relativo status quo em que se encontram os marketplaces. Um dos gigantes e líderes do e-commerce da região, Mercado Livre, já começou a mover suas peças para não perder competitividade e seguir impulsionando o desenvolvimento do setor. Subsídios de envios grátis e melhoras nos catálogos do site para mostrar as características dos produtos de uma maneira mais completa, são algumas de suas ações.

¨Na América Latina as vendas no e-commerce representam apenas 3% do total de vendas, enquanto em países como Estados Unidos já chega a 10% e na China a 25%. O jogo está apenas começando” ressalta Javier Goilenberg, CEO e Co-Fundador da Real Trends uma plataforma de análise e gestão em tempo real para quem trabalha com e-commerce.

O modelo de Fulfillment junto com o uso de tecnologias de Big Data e Machine Learning são algumas das estratégias utilizadas pelos especialistas do comércio eletrônico que decidem tomar a frente em questões de inovação.

Goilenberg analisa a situação para explicar melhor do que se tratam estes instrumentos. “Com o desenvolvimento do modelo de Fulfillment, o vendedor pode enviar seus produtos a um deposito gigante do Mercado Livre ou da Amazon e então, quando uma compra é realizada, eles podem se encarregar do envio, escolhendo o melhor meio de entrega, garantindo os melhores tempos de despacho e assegurando uma excelente experiência aos compradores, assim como a Amazon vem fazendo nos Estados Unidos há vários anos”.

No caso pontual do Mercado Livre, segundo Goilenberg, “graças ao uso do Big Data, um vendedor que utiliza a Real Trends pode analisar todo o mercado, conhecendo a participação de mercado de cada setor, os produtos mais vendidos, rankings de vendedores, distribuições de preços, entre outros. Isto é possível já que se coleta informações de tudo o que é publicado no Mercado Livre todos os dias e se transforma centenas de gigas de dados em informação de valor. Com esta informação, por exemplo, o vendedor pode descobrir que existem certos produtos que vendem bem e saber a que preço teria que vendê-los para ganhar estas vendas. Também pode descobrir oportunidades em certos nichos ou decidir com informação 100% certeira quais de seus produtos devem receber maior atenção”.

Já o Machine Learnig consiste basicamente em que um sistema não se comporte sempre da mesma maneira, mas que aprenda continuamente a partir do comportamento de seus usuários e melhore seu serviço. Segundo o fundador da Real Trends, a partir de sua plataforma “utiliza-se a Machine Learning para sugerir automaticamente ao vendedor uma resposta para uma pergunta de um potencial comprador. A medida que o vendedor vai respondendo mais perguntas com este “sugeridor de respostas” vai se otimizando e lhe oferece maior qualidade de respostas automáticas. Estou seguro de que veremos cada vez mais implementações de Big Data e Machine Learning em plataformas de e-commerce, assim como em qualquer plataforma online”.

Sem aprofundar demais o tema, hoje Big Data e Machine Learning estão presentes no dia a dia de plataformas de entretenimento como Spotify, que recomenda listas e artistas baseado no que o usuário escutou anteriormente e no que escutam seus amigos. Outro caso é o Netflix, que sugere que sugere quais séries e filmes podemos gostar, a partir de uma análise não somente do que foi assistido anteriormente, mas também com base em outros milhões de usuários que assistiram o mesmo que nós. Também em redes sociais como o Facebook e o Instagram que recomendam conteúdo que podemos gostar ou o Linkedin, que sugere pessoas que podem nos ser atrativas para agregar nossa rede de contatos.

Por último, o Publicador Massivo, que é uma ferramenta exclusiva da Real Trends, busca simplificar a vida do vendedor do Mercado Livre. “Aquele vendedor que controla um inventário de menos de cem produtos, pode publicá-los um a um e manter o estoque e os precos atualizados manualmente. No entanto, para os grandes vendedores que têm mais de quinhentos produtos, vendê-los e trabalhá-los um a um ficaria bem mais difícil. O Publicador Massivo permite subir ao Mercado Livre milhares de produtos de forma mais simplificada: com um arquivo de Excel. Por sua vez também serve para o vendedor atualizar qualquer atributo de seus produtos de forma massiva”, comenta Goilenberg.

Frente a este panorama de melhora na experiência de compras online, os custos de envios subsidiados e o continuo crescimento da penetração da internet nos diferentes países, será novamente um ano onde o e-commerce seguirá ganhando terreno do mercado tradicional offline.

Tags, , , , ,

São Paulo vai sediar rodadas de negócios com empresas e startups internacionais ligadas às cidades inteligentes

A inovação é um dos principais pilares para o modelo de cidades inteligentes, aquelas que usam a tecnologia para dar eficiência a serviços e à infraestrutura, se tornarem lugares melhores para se viver. Esse cenário abre oportunidades para soluções empreendedoras, que possam melhorar a gestão e o funcionamento das metrópoles.

Com a perspectiva de promover inovações e, ainda a geração de negócios voltados às cidades inteligentes, o Smart City Business America Congress & Expo (SCBAC&E), em parceria com governos (Canadá, França e Reino Unido) e Parceiros Internacionais (China, EUA e Israel), trará startups desses países com possibilidades de atuação no Brasil.

A ideia é reunir essas empresas a potenciais representantes ou consultores brasileiros, que conheçam o mercado nacional e que possam ajudá-las na adequação dos seus produtos/serviços no país. Para tanto, está aberto um processo para selecionar os interessados a participarem de rodadas de negócios para reunir essas duas pontas. Essas reuniões serão realizadas no SCBAC&E, o único evento oficial de cidades inteligentes da América Latina, que será realizado entre os dias 16 e 18 de abril, em São Paulo.

“O objetivo é ampliar o leque de soluções que agreguem valor às cidades nos diversos aspectos de seu funcionamento, tais como mobilidade, segurança, conectividade, sustentabilidade e outros”, afirma Leopoldo Albuquerque, presidente do evento. Está prevista a participação de 30 empresas e startups que já atuam no mercado de cidades inteligentes em seus países e/ou outros mercados, com produtos comerciais. E, segundo o executivo, a perspectiva é de que todas essas empresas passem a atuar no Brasil, sob a liderança de brasileiros experientes, que saberão como conquistar o mercado local.

Os consultores ou representantes que se inscreverem terão direito à credencial para os três dias do evento, participação nas apresentações e acesso aos dados e contatos das companhias internacionais participantes. Quem for selecionado participará de reuniões e rodadas de negócios, além de um almoço com prefeitos presentes.

As propostas serão avaliadas por uma comissão com representantes dos governos e parceiros internacionais. Na avaliação e seleção dos melhores perfis serão considerados a compatibilidade entre o perfil apresentado e o escopo solicitado, a qualidade técnica dos candidatos e a demanda apresentada pelas empresas estrangeiras.

As inscrições estarão abertas de 20 de dezembro de 2017 a 26 de janeiro de 2018. O edital completo e as inscrições podem ser feitas no site http://smartcitybusiness.com.br/2018/chamada-de-parceiros/ A expectativa é a participação de 100 empresas e profissionais do setor.

Sobre o Smart City Business America Congress & Expo (SCBAC&E) – o evento será realizado de 16 a 18 de abril, em São Paulo e reunirá os principais líderes dos setores público e privado, criando um ambiente propositivo de negócios e de diálogo sobre temas de interesse para o desenvolvimento das cidades.

Além do ambiente de exposição e do congresso com mais de 50 painéis, o evento contará com fóruns temáticos e ilhas de reuniões estratégicas. Em paralelo, será realizada a 6ª edição do Prêmio InovaCidade, no qual serão reconhecidos os projetos e iniciativas que tenham causado impactos positivos, mensuráveis e reconhecidos pela sociedade, realizados pela administração pública, iniciativa privada ou pela sociedade.

O Smart City Business America Congress & Expo é um evento do Instituto Smart City Business America (SCBA), entidade sem fins lucrativos que promove o avanço das discussões relacionadas às cidades inteligentes no continente americano. Segundo Leopoldo Albuquerque, presidente do Instituto, o evento é um catalisador de novas tecnologias e discussões sobre os avanços que já são vistos em cases de sucesso de smart cities. “Atuamos para reunir os principais players de gestão de cidades, fornecedores de soluções, pesquisadores e especialistas, no intuito de apontar caminhos para o desenvolvimento integrado das metrópoles”, afirma o executivo.

O evento é realizado pela Informa Group, empresa que há 35 anos atua em 188 países nos cinco continentes, na difusão de informações ao mercado empresarial, disseminadas por meio de publicações especializadas, newsletters, relatórios setoriais, conferências, congressos, seminários e feiras. Em sua última edição, o SCBAC&E reuniu mais de 3 mil visitantes, 250 congressistas e 60 expositores e patrocinadores. “Para a edição de 2018, a expectativa é de ampliar em 50% a visitação qualificada do que nas edições anteriores”, afirma Hermano Júnior, diretor da SCBAC&E na Informa Group.

Smart City Business America Congress & Expo
Data: 16 a 18 de abril de 2018
Local: Expo Center Norte – Pavilhão Amarelo
(Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme – 02055-000 – São Paulo – SP)
Informações e credenciamento pelo site:
www.smartcitybusiness.com.br/2018

Tags, , , , , , , , , ,

SONDA contrata diretor de novos negócios e transformação de TI

Dino Draghi assume a diretoria da nova área para desenvolver projetos consultivos sob a ótica de transformação de serviços de tecnologia e inovação

Janeiro de 2018 – O tema transformação digital dos negócios se tornou o item número um na agenda dos executivos de TI e, para 2018, muitas empresas estão prevendo boa parte de seus orçamentos para projetos de inovação. Porém, para fazer com que as propostas saiam da teoria e se tornem realidade, os departamentos de TI acabam esbarrando em dilemas como a falta de avaliação sobre a sustentabilidade do plano de inovação e a escassez de condições para focar esforços nessa tarefa, visto que as demandas do dia a dia da área consomem boa parte dos seus recursos.

Para ajudar as empresas nessa etapa de transição, que condicionará a sobrevivência das companhias frente às exigências do mercado no quesito da evolução digital, a SONDA, maior companhia latino-americana de soluções e serviços de tecnologia, estruturou uma área de Serviços de Transformação Tecnológica para apoiar as empresas tanto na adoção dos processos de transformação, como nos recursos para sustentação das rotinas de TI. A nova frente será liderada por Dino Draghi, ex-executivo da IBM, que chega à SONDA com a meta de apoiar a inteligência do negócio do cliente e as demandas operacionais que suportarão as mudanças.

A oferta nasce da carteira de contratos já vigentes de empresas atendidas pela SONDA e que estão no momento da busca de oportunidades de transformação, ou seja, companhias que já têm projetada a ideia da mudança necessária, porém precisam de um parceiro para o apoio consultivo da transição. A ideia é validar o caminho traçado utilizando as melhores práticas da indústria a partir de uma visão agnóstica, além de ser um provedor que suporte as operações de rotina para sustentar a transformação.

“Vamos atuar na consultoria da jornada da inovação por meio de informações aprofundadas do setor, que trazem inteligência ao negócio do cliente, acelerando assim a curva de maturidade tecnológica, além de oferecermos nosso portfólio de soluções, o maior da América Latina e que inclui serviços, aplicativos e plataformas. Tudo de forma integrada para que o legado atue no mesmo ritmo da transformação”, comenta Draghi.

Entre os diferenciais da proposta da SONDA está a condição de promover uma consultoria que inclua as ofertas nas quais se refere o projeto de transformação. Isso significa que, além das tecnologias inovadoras, a integradora também inclui os recursos de TI operacionais, como data center, help desk, aplicações e infraestrutura. “Não adianta promover uma grande transformação no negócio da empresa se a base não sustentar essa mudança. Esse é um dos fatores de projetos naufragados. Mais do que encantar o cliente com a inovação, temos que fazer com que o legado acompanhe o ritmo e a transformação siga um compasso que seja o ideal para tornar-se assertiva”, finaliza o executivo.

Com 25 anos de carreira em TI e passagens pela IBM, Grupo Cardif-BNP Paribas, Mitsui-Sumitomo Seguros e Baker & Mackenzie Advogados, Draghi é formado em Sistemas de Informação pela PUC-Pentágono e pós-graduado em vendas pela Harvard Business School.

Tags, , , , , , , ,