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Movile e 99 se unem em parceria de serviços de táxi

O Rapiddo, primeiro marketplace de aplicativos da América Latina, acaba de anunciar parceria com a 99, uma das empresas especializadas em transporte particulares mais famosas do Brasil, e passa a integrar serviço de táxi e carros particulares no aplicativo. Além de ampliar o acesso ao consumo mobile, a novidade permite que o consumidor pague suas corridas com cashback recebido de algum outro serviço anteriormente utilizado no app.

A ideia de reunir, em um único aplicativo, vários tipos de serviços já é amplamente conhecida em países como a China (com o WeChat) e Índia (com a PayTM). E no Brasil, que ainda dá seus primeiros passos na nova tendência, o Rapiddo se tornou a primeira empresa a implementar o conceito. Conhecido como um “superaplicativo”, a plataforma integra em um só lugar diversos serviços muito utilizados em smartphones, porém com a vantagem de ocupar o espaço de apenas um aplicativo. Entre os serviços estão: recarga de celular, cupons de descontos, notícias, pedido de comida e, agora, táxi e carros particulares.

De acordo com Mauro Piazza, CEO do Rapiddo, as duas empresas, grandes potências tecnológicas no Brasil, uniram forças com o objetivo de ampliar o acesso ao consumo mobile no país. “Ainda há muito para conquistar quando se fala em consumo mobile por aqui. Para isso, estamos reunindo os melhores players de cada segmento para oferecer a praticidade de ter diversos serviços em um único app, oferecendo diversas vantagens como cashback e outros benefícios que ajudam o usuário a economizar todos os dias, sem ocupar espaço e com consumo muito baixo do pacote de dados”, explica o CEO.

Para a 99, a parceria é mais uma oportunidade de dar mais facilidade para que as pessoas possam pedir um carro pelo celular de forma fácil, rápida e eficiente. “Estamos sempre pensando em como melhorar o dia a dia dos usuários, por isso estamos muito felizes de participar desta ferramenta. Esse tipo de aplicativo é uma tendência mundial e para nós faz todo sentido participar desse movimento”, finaliza Cauê Albuquerque, gerente de Novos Negócios B2B da 99.

A funcionalidade de pedir táxi ou carros particulares já está disponível e os usuários podem fazer seus pedidos clicando no ícone da 99 dentro do Rapiddo. Para outras informações sobre o Rapiddo, acesse: www.rapiddo.com

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Via Varejo investe em atendimento ao cliente por WhatsApp

A Via Varejo, empresa que administra as marcas Casas Bahia e Pontofrio, torna-se, no Brasil, a primeira grande varejista a utilizar a solução empresarial do WhatsApp como canal de atendimento ao cliente. Além desse novo meio de contato, o relacionamento já acontece por meio de chat, telefone, mídias sociais, e-mail, SMS e presencialmente nas mais de 960 lojas das duas bandeiras. O novo serviço estará oficialmente no ar a partir de janeiro de 2018.

Neste primeiro momento, o projeto se encontra em fase piloto com 170 mil mensagens encaminhadas para clientes pré-selecionados pela companhia, que estão recebendo informações sobre liberação de produtos para retirada em uma das lojas físicas da Via Varejo (para aqueles que compraram no e-commerce pela modalidade “Retira Rápido”), prazo para aprovação de pedidos, confirmação de garantia estendida e seguros complementares adquiridos, entre outros assuntos que estão sendo incorporados, como montagem de móveis, por exemplo.

A versão final, que está em fase de desenvolvimento para ser lançada no início deste ano, passará também a responder os clientes por texto, foto ou vídeo, utilizando inteligência artificial, além de equipe dedicada ao canal. O propósito desse novo serviço é trazer maior agilidade às tratativas das demandas de consumidores, bem como aumentar o portfólio de meios de atendimento para que sejam utilizados conforme a conveniência de cada um.

“Os aplicativos para troca de mensagens são os principais meios de comunicação utilizados pelas pessoas no dia a dia e, como uma empresa que busca estar disponível e acessível em todos os canais de relacionamento possíveis, não poderíamos deixar de seguir essa tendência e fornecer uma nova opção de contato que agregasse ainda mais valor para os clientes. Estamos otimistas com a avaliação positiva nesta fase prévia do projeto e acreditamos que estabeleceremos um novo patamar de experiência quando o canal for amplamente disponibilizado”, afirma Patrícia Cansi, diretora de Serviços ao Cliente da Via Varejo.

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Ex-sócio do Goldman Sachs assume presidência do conselho do Hotel Urbano

O Hotel Urbano, empresa de tecnologia líder nacional no segmento de turismo, anuncia André Laport, ex-sócio do banco de investimento norte-americano Goldman Sachs como novo Presidente do Conselho de Administração do Grupo HU (Holding do Grupo Hotel Urbano).

Andre é ex-diretor do Latin American Equities na Goldman Sachs. Foi membro do Conselho da Goldman Sachs no Brasil e do Brazil Management Committee, Growth Market Committee, Brazil Risk Committee e do Latin American Trading em Nova York. Em 2008, iniciou na Goldman Sachs como diretor-executivo e logo tornou-se sócio em 2010. Em 2007, Andre recebeu um diploma de Liderança pela Harvard Business School.

Líder nacional no mercado online de hospedagem, a startup vive seu melhor momento. Apesar do cenário macroeconômico desafiador, o Hotel Urbano registrou o melhor primeiro semestre da sua história em 2017, superou o faturamento de 2016 em menos de oito meses e apurou lucro no período, algo extremamente raro entre as empresas pontocom brasileiras.

O Hotel Urbano possui uma base de 18 milhões de viajantes, bem como a maior página de turismo do Facebook no mundo, com mais de 12 milhões de fãs. O Hotel Urbano é também a única agência de viagens vencedora por três anos do Prêmio “Melhores Empresas para Trabalhar GPTW – Varejo”, promovido pelo instituto Great Place To Work.

Referência em relacionamento com o consumidor, o Hotel Urbano é tricampeão pelo melhor atendimento no Prêmio Época / ReclameAQUI, bem como bicampeão no Ranking Exame / IBRC e no Prêmio Consumidor Moderno.

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5 setores nos quais IoT deve crescer em 2018 no Brasil

Fotos Editadas. Escritório.

Por Werter Padilha

Início de ano é época de identificar tendências, setores com maiores perspectivas de crescimento e de investimentos, seja por parte de empresas, governos e consumidores. Para essas análises, contamos com informações fornecidas por diferentes e conceituadas consultorias. Segundo dados da IDC, o gasto mundial com Internet das Coisas (IoT) deverá chegar a US$ 772,5 bilhões em 2018, um aumento de 14,6% em relação aos US$ 674 bilhões gastos até o fim de 2017.

As taxas de crescimento continuarão altas nos próximos anos, pois as tecnologias de IoT podem ser exploradas em incontáveis setores e, em princípio, não existem fronteiras para elas – da casa inteligente à indústria 4.0. Entretanto, é preciso analisar também a dinâmica desses mercados para identificar quais desses setores estão mais maduros para adoção de IoT em larga escala, dispostos a investir nessa transformação digital e a explorar os dados produzidos pelos dispositivos – um caminho em direção ao futuro que precisa ter início e continuidade.

IoT demanda análise, planejamento, estratégia, investimento e retorno sobre os recursos aportados, pois não basta conectar dispositivos ou pessoas por meio de uma rede, seja pública ou privada. O fluxo contínuo de informações gerado pelos dispositivos e tecnologias de IoT deve auxiliar as pessoas, organizações e governos a alcançarem seus objetivos, seja a redução de desperdícios e de custos operacionais, o aumento das vendas, oferta de novas experiências ao cliente, mais qualidade de vida, mais eficiência na gestão, a melhora na competitividade ou qualquer outro objetivo específico.

Tendo em vista essa necessidade de analisar a maturidade dos setores e as tendências, relaciono abaixo 5 setores nos quais a adoção de IoT deverá crescer em 2018 no Brasil, explorando o potencial das novas tecnologias, a evolução das plataformas de IoT, a ampliação de cloud, o uso crescente dos softwares de analytics e business intelligence e as boas perspectivas abertas pela divulgação do Plano Nacional de IoT e de outros projetos e políticas já em andamento no país. São eles:

1. Indústria de hardware e software para IoT

De acordo com o IDC, o hardware vai atrair um volume significativo de investimentos, considerando a necessidade de construção da infraestrutura de IoT, com a aquisição e instalação de sensores, beacons, tags de RFID, gateways e soluções, entre outros equipamentos e programas, que proporcionam inteligência, identificação e rastreabilidade às coisas. São os investimentos para criação da infraestrutura capaz de gerar e suportar o tráfego de dados, conforme a base instalada de dispositivos conectados se expande exponencialmente.

2. Indústria – manufaturas em geral e de base

Na modernização dos processos na manufatura, a IoT é parte fundamental na evolução da automação industrial para o conceito de Indústria 4.0 e o Brasil está em busca de recuperar o atraso e a perda de competitividade internacional. A conectividade passa a contribuir para a criação de processos de produção mais flexíveis e traz impactos que vão muito além da redução das falhas no chão de fábrica. A escolha da indústria como uma das verticais prioritárias do Plano Nacional de IoT, o programa da FIESP e ABDI em andamento, chamado “Rumo à Indústria 4.0”, entre outras iniciativas para difusão de conhecimento sobre tecnologias digitais que devem ser incorporadas à produção, indicam que trata-se de um tema prioritário e estratégico para o Brasil, como já acontece na Alemanha, China e Coreia do Sul.

3. Agronegócio

Pesquisa realizada por uma empresa global de serviços e soluções de tecnologia da informação e comunicação, aponta que o agronegócio é um dos setores mais avançados no Brasil na adoção de IoT, ou seja, já está sintonizado com o uso de tecnologias para melhorar a eficiência tanto da produção, quanto de transporte, logística e armazenamento. O agronegócio é um dos setores nacionais mais competitivos internacionalmente e para manter esta posição, os empresários e o governo estão dispostos a ampliar os investimentos na adoção de novas tecnologias para gestão de frota, para coleta de dados dos equipamentos agrícolas, monitoramento de dados de clima e solo, entre outras informações, para fazer com que o país avance no ranking de produção mundial de alimentos.

4. Saúde e gestão hospitalar

Saúde é outro setor priorizado pelo Plano Nacional de IoT e que tem iniciativas em andamento em consultórios médicos, centros de diagnóstico e hospitais públicos e privados. Hoje em dia, as tecnologias digitais na saúde têm contribuído tanto para o diagnóstico e tratamento de pacientes quanto na administração hospitalar e gestão de ativos. Uma das apostas é a telemedicina, conceito que envolve o armazenamento e monitoramento remoto de sinais vitais de pacientes por meios de dispositivos. Podemos considerar ainda a popularização dos wearables (como relógios, pulseiras e tênis), que monitoram a frequência cardíaca, tempo de sono e outros sinais vitais.

5. Mobilidade urbana e trânsito

Dentro das diferentes áreas trabalhadas pelo conceito de Cidades Inteligentes, a IoT pode ser vista como chave para a melhoria do trânsito e da mobilidade urbana nas médias e grandes cidades, ajudando a mensurar o tamanho do problema, quantificar o número de automóveis em uma rua, propor rotas e priorizar investimentos. O Brasil já tem um Projeto do MCTIC, que pretende integrar sistemas de monitoramento ao Plano Nacional de IoT, que visa criar soluções em áreas como mobilidade urbana, segurança e transporte de cargas. Vários estados da federação estão investindo em semáforos inteligentes e transporte público conectado.

Acreditamos que empresas, governo, instituições de pesquisa e consumidores vão se manter mobilizados na adoção e disseminação do uso de equipamentos conectados à internet, pois a sinergia permitirá a criação de um ambiente no Brasil capaz de alavancar o investimento em IoT nos 5 setores citados – indústria de hardware e software, agronegócio, saúde, indústria e mobilidade urbana – e em outras áreas atrativas, como varejo e logística.

Werter Padilha, CEO da Taggen Soluções de IoT, coordenador do Comitê de IoT da ABES – Associação Brasileira das Empresas de Software, e membro do comitê do Plano Nacional de Internet das Coisas, projeto desenvolvido pelo BNDES e o Ministério das Ciências, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC).

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Brasil é promovido à elite da matemática mundial

O IMPA (Instituto de Matemática Pura e Aplicada) e a SBM (Sociedade Brasileira de Matemática) anunciaram nesta quinta-feira (25) o ingresso do Brasil na elite da matemática mundial. A União Matemática Internacional (IMU, na sigla em inglês) acaba de aprovar a entrada do país no Grupo 5, que reúne as nações mais desenvolvidas em pesquisa matemática.

O anúncio foi feito em entrevista coletiva realizada na sede do IMPA, no Rio, com a presença do diretor-geral do instituto, Marcelo Viana; do presidente da SBM, Paulo Piccione; da secretária-executiva do Ministério da Educação, Maria Helena Guimarães de Castro; e do secretário-executivo do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Elton Santa Fé Zacarias.

Também participaram do anúncio representantes da história da matemática brasileira, como Artur Avila, Medalha Fields 2014; Mauricio Peixoto, um dos pioneiros que fundaram o IMPA, em 1952; Jacob Palis, mais laureado profissional brasileiro da matemática; e Claudio Landim, diretor-adjunto do IMPA.

A candidatura do Brasil ao Grupo 5 foi apresentada em 2017 pelo IMPA e pela SBM ao organismo que congrega as sociedades matemáticas de países de todo o mundo. Atualmente, 76 nações são membros da IMU, criada em 1920 para promover a cooperação internacional em matemática.

Os países são divididos em cinco categorias, por ordem de excelência. Além do Brasil, mais dez países integram o Grupo 5: Alemanha, Canadá, China, Estados Unidos, França, Israel, Itália, Japão, Reino Unido e Rússia.

O diretor-geral do IMPA revelou esperar que a honraria represente um “passo para uma trajetória ainda mais ascendente” da matemática brasileira. “A pesquisa matemática brasileira é consolidada, se disseminou. Ao longo das décadas nossa capacidade de pesquisa e formação de pesquisadores cresceu muito. O fato de a matemática brasileira estar agora ao lado dos países de maior expressão e relevância na matemática global representa o reconhecimento da qualidade da pesquisa matemática feita no país”, disse Marcelo Viana.

A mudança de classificação dos países é decidida pela IMU após recomendação do Comitê Executivo. São analisadas informações como o número e a qualidade de programas de pós-graduação e sua distribuição territorial, o total de publicações científicas divulgadas em meios importantes e os nomes de destaque na área. O presidente da SBM destacou a qualidade dos pesquisadores matemáticos brasileiros. “São excepcionais”, afirmou Piccione.

A secretaria-executiva do Ministério da Educação definiu como um “orgulho para o país” o “trabalho que o IMPA vem fazendo”. “Precisamos formar bons professores de matemática, e a pesquisa matemática pode ajudar muito a alcançarmos este objetivo”, disse Maria Helena Guimarães de Castro.

O secretário-executivo do CTIC enalteceu o fato de o Brasil ser “um dos 20 maiores (países) produtores de pesquisas do mundo”. “O IMPA é uma instituição de excelência reconhecida mundialmente”, afirmou Zacarias.

O Brasil é membro da IMU desde 1954. Ingressou dois anos após a fundação do IMPA, que ocupa papel fundamental na consolidação do país no cenário internacional da matemática. Em pouco mais de meio século, ascendeu ao topo da classificação – subiu para o Grupo 2 em 1978; ao 3 em 1981; e, em 2005, ao Grupo 4.

A promoção ao Grupo 5 é consequência da contribuição brasileira à matemática mundial e reconhece a excelência do trabalho da pesquisa nacional. Nos últimos anos, houve considerável crescimento da publicação científica brasileira, além de distinções obtidas por seus pesquisadores com alguns dos principais prêmios mundiais – entre os quais se destaca a Medalha Fields, recebida por Artur Avila. Em 2006, logo após a promoção ao Grupo 4, representava 1,53% da produção matemática mundial (1.043 papers). Uma década depois, a produção nacional saltou para 2,35% (2.076 papers).

A entrada no Grupo 5 ocorre no ano em que o Brasil sediará, de 1º a 9 de agosto, o Congresso Internacional de Matemáticos (ICM na sigla em inglês) – mais importante encontro mundial da área –, pela primeira vez realizado no Hemisfério Sul. Na edição de 2014, Artur Avila, pesquisador extraordinário do IMPA, foi o primeiro brasileiro a receber a Medalha Fields, considerada o “Nobel” da Matemática.

Assim como a Olimpíada Internacional de Matemática (IMO), promovida em julho de 2017 no Rio, o ICM é resultado do prestígio do Brasil no cenário matemático internacional. Os eventos integram o Biênio da Matemática 2017-2018, uma série de iniciativas nacionais e internacionais para estimular, popularizar e fomentar melhorias no ensino da matemática no país, destacando sua relevância para o desenvolvimento pessoal e econômico.

DESTAQUES

• PAÍSES DO GRUPO 5

Alemanha, Brasil, Canadá, China, Estados Unidos, França, Israel, Itália, Japão, Reino Unido e Rússia

• EVOLUÇÃO DO BRASIL NO RANKING DA IMU

O Brasil ingressou na IMU em 1954, como membro do Grupo 1. Foi promovido ao Grupo 2, em 1978; ao Grupo 3, em 1981 e ao Grupo IV, em 2005.

• FATORES QUE LEVARAM O BRASIL AO GRUPO 5

– Progresso notável da produção científica brasileira na área, em termos qualitativos e quantitativos.

– Expansão do sistema de pós-graduação (mestrado e doutorado) em matemática no Brasil, em nível de qualidade compatível com os melhores padrões internacionais.

– Crescimento da colaboração regional e internacional dos matemáticos brasileiros com colegas de todo o mundo e crescente papel internacional de nossas instituições

– Confiança por parte da comunidade matemática mundial na maturidade da matemática brasileira e em sua capacidade para organizar grandes eventos, como o ICM2018.

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Dassault Systèmes anuncia programa global de empreendedores para apoiar startups, empresários e produtores

A Dassault Systèmes anuncia essa semana o Global Entrepreneur Program, programa global para empreendedores para acelerar o desenvolvimento de inovações revolucionárias por startups, empresários e fabricantes. O programa, que utiliza a plataforma 3DEXPERIENCE da Dassault Systèmes, seus aplicativos, conhecimentos e sua comunidade de mentores e de serviços, oferece um portfólio completo de soluções customizadas e com diferentes tipos suporte para acompanhar inovadores em todas as etapas de seus desenvolvimentos: do início até o final.

Mais de 1.000 startups, empresários e produtores já estão utilizando os serviços da Dassault Systèmes na criação digital de produtos e experiências de produtos para o mundo real. Com o Global Entrepreneur Program, eles podem utilizar mundos virtuais, colaboração, inteligência coletiva e comunidades para facilitar a inovação, a criatividade e a concretização das ideias. Os inovadores podem promover projetos que integram Internet das Coisas (IoT) e outras tecnologias, projetar e testar produtos, além de acessar serviços de prototipagem online. Todo o processo utilizando os mais recentes métodos de impressão 3D, além de compartilhar conhecimentos e competências com uma rede qualificada de profissionais, especialistas e colegas de várias indústrias.

As startups têm necessidades diferentes em cada fase do seu ciclo de vida. Uma abordagem tecnológica, de orientação e comercialização única, não é suficiente para fornecer os diversos níveis de suporte necessários para ajudá-los a comercializar produtos mais rapidamente, ao mesmo tempo em que aborda os desafios empresariais inerentes ao mundo das startups, como financiamento, recrutamento de pessoas, infraestrutura de TI ou vendas.

O Global Entrepreneur Program inclui aplicativos de design e treinamento da SOLIDWORKS for Entrepreneurs para projetos focados na inovação mecânica, bem como aceleração imersiva no 3DEXPERIENCE Lab para startups disruptivas que trabalham para transformar a sociedade que precisam de apoio de mentores, protótipos e suporte de marketing, inclusive de uma rede de incubadoras, aceleradoras e parceiros Fab Labs nos Estados Unidos e na Europa.

O Global Entrepreneur Program também inclui a plataforma 3DEXPERIENCE baseada na Nuvem (cloud-based), gerenciamento de comunidade, suporte e serviços que trazem velocidade, agilidade, flexibilidade, experimentação e colaboração para projetos que exigem mais do que apenas uma nova atividade de engenharia de produtos.

“Os empresários nos informaram que valorizam a comunidade social de uma incubadora acima de tudo, e nós ouvimos”, afirma Frédéric Vacher, Diretor de Estratégia Inovadora Corporativa da Dassault Systèmes. “A Dassault Systèmes adora as startups e o nosso Programa Global Entrepreneur oferece suporte aos seus processos de inovação, fornecendo aplicativos em Nuvem, comunidades e serviços online, qualquer que seja a indústria, produto, necessidade ou nível de maturidade.

“Podemos considerar ‘passado’ os dias em que apenas as grandes empresas possuíam inúmeras habilidades, recursos e capacidades para produzir avanços. Hoje somos um catalisador e facilitador para grandes empresas e startups na criação de conceitos, reunião de mundos virtuais e reais, além de fortalecer o renascimento da inovação”, enfatiza o executivo.

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BPO e a Retomada da Economia: Tudo a Ver

Por Ankur Prakash

Nos últimos anos, acompanhamos uma onda de altos e baixos no mercado brasileiro, os problemas socioeconômicos que nosso país enfrentou, e ainda enfrenta, geraram uma série de más notícias. Entre elas, estão o aumento do desemprego e a queda do PIB, que no começo de 2017, a reflexo de 2015 e 2016, registrou um encolhimento de 3,8% e 3,6%, ou seja, a pior recessão do país. Acontece que, mesmo com dificuldades, o governo tem tomado medidas que buscam retomar a economia e os bons números do crescimento. Algumas já têm surtido efeito, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a nossa economia voltou a crescer no último trimestre de 2017, ainda que de maneira tímida, chegando a 1,4% com relação ao mesmo trimestre de 2016.

Duas dessas ações, e que com certeza mexeram até com a opinião internacional sobre o Brasil, foram: a aprovação da reforma trabalhista e a lei da terceirização. Especialmente para o setor de tecnologia e seus serviços, como o BPO (Business Process Services), essas aprovações permitirão um crescimento maior e mais rápido. Pensando nisso, elencamos três grandes fatores que apontam para a retomada da economia, e que devem trazer, nos próximos anos, mais otimismo ao mercado.

Mudança na legislação trabalhista

Sancionada pelo presidente em 13 de julho de 2017, mas efetivamente válida a partir de 11 de novembro do mesmo ano, a reforma trabalhista irá transformar o mercado de trabalho brasileiro, além de torna-lo mais atraente e competitivo. E atrelada a essa reforma, está a lei da terceirização, que flexibilizou a indústria de subcontratação no país, permitindo que ocorra a terceirização da atividade-fim em qualquer empresa, seja do setor privado ou do setor público.

Por mais polêmicas que as decisões possam parecer, maiores são os benefícios tanto para o trabalhador quanto para o empregador. Especialmente para profissionais de tecnologia, que muitas vezes atuam por projetos, e necessitam de maior flexibilidade, tais aprovações vão proporcionar a saída da zona de conforto, uma vez que, devido à possibilidade de contratos intermitentes, os profissionais poderão investir no seu desenvolvimento, por meio de estudos e outras atividades inerentes à área. Além disso, é importante frisar que o mito da redução de salários dos terceirizados, vai acabar. Um estudo da USP, publicado pela Folha de S.Paulo, demonstrou que as comparações equivocadas entre funções e empresas nos levam a acreditar nessa precarização. Na prática, isso não acontece, mesmo porque o custo de um colaborador terceiro é similar ao de um funcionário direto.

Outro ponto de grande relevância é a autonomia dada aos acordos entre empresas e colaboradores. Nesses casos, a CLT continuará a nortear, mas a negociação entre as partes estará acima, e isso foi um grande passo para a maturidade do setor.

Transformação do mercado

Estamos cada vez mais mergulhados no universo digital, e a intensa chegada de tecnologias como inteligência artificial, bots, automação e outras aplicações, nos levam a nos preocuparmos com nossas posições de trabalho, certo? Errado! Mais uma vez somos desafiados, no bom sentido, a renovar nosso conhecimento e a sair da zona de conforto que nos acolhe. As novas leis, aliadas às novas tecnologias vão, na realidade, transformar cargos em posições estratégicas. Como a intervenção humana tende a diminuir, seremos levados a agir naquilo que necessita do real valor humano, aquilo que a máquina não consegue atingir. E com isso, os clientes serão mais bem sucedidos.

E trazendo a informação à luz da terceirização, a notícia é ainda melhor. A premissa de companhias que atuam com a Terceirização de Processos de Negócio (BPO) é a especialização, então, no caso de evoluções tecnológicas, os especialistas deverão se aprofundar de maneira estratégica, com foco nos negócios além da tecnologia. E para a companhia que souber tomar vantagem disso, já pode esperar por grandes benefícios.

Posicionamento de mercado

Reformas como as que temos vivido, trazem renovação, e o mercado também precisa se posicionar. O que veremos é um movimento ainda maior de ações com foco na experiência do cliente. Ou melhor, valores voltados à percepção do cliente, e isso não é alcançado a menos que colaboradores, funcionários, ou ainda prestadores de serviços enxerguem valor naquilo que fazem. E é importante explicar que o posicionamento do mercado aponta não somente para as empresas do país, mas para todos que fazem parte dessa cadeia que inclui a alta administração, e que, ao valorizar seus trabalhadores, faz com que eles se inclinem às necessidades dos seus clientes, elevando a experiência, produtividade e o retorno para os negócios.

No caso das empresas que buscam parceiros em BPO, com relação ao quesito ‘especialização’, é importante considerar aquelas que realmente investem no conhecimento da equipe. Além disso, devem possuir estratégias alinhadas ao digital, à transformação, e à inteligência que o mercado, hoje, requer. Mercado esse que tem passado por grandes mudanças comportamentais e de consumo, e uma companhia que souber como lidar com essas transformações, com certeza terá vantagem na corrida do sucesso. É essa a parceira que vai alavancar os resultados da sua organização. Lembrando que, a priorização por compreender o mercado local também pode garantir um bom lugar na hora de decidir qual parceiro é melhor, uma vez que o Brasil é um país de legislação peculiar e altamente complexa.

É chegada a hora da retomada da economia, e os avanços já começaram, do nosso lado, cabe compreender esse movimento e investir no nosso crescimento, sabendo que cedo ou tarde, seremos usados estrategicamente nesse ambiente.

Ankur Prakash é VP de New Growth e Emerging Markets da Wipro.

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A transformação digital está disponível para todas as empresas

Por Luciano Fernandes

O que tem em comum uma usina sucroalcooleira no Nordeste, um estaleiro do Rio de Janeiro e uma indústria siderúrgica? A moldagem de chapas e bobinas de aço, a relação climática envolvida em cada etapa do plantio e da colheita da cana de açúcar, a montagem de megablocos que compõem as estruturas onde serão incorporadas as tubulações, acessórios e equipamentos de grandes embarcações marítimas. Com processos produtivos de natureza totalmente diversa, cada um desses ramos de negócios, à sua maneira, maneja as peculiaridades e complexidades envolvidas em aspectos referentes à produção e aos seus mercados. Enfim, essas organizações, por maiores que sejam as diferenças de suas atividades, todas, sem exceção precisam superar os seus desafios mais específicos, incorporar inovações em seus processos e produtos para aumentar a produtividade e a competitividade. O que existe em comum a todos os players dos mercados e o que será determinante para o sucesso pode ser resumido a uma única palavra: gestão.

E gestão hoje requer tecnologia. Não há como aumentar a eficiência e a competividade neste mercado global sem incorporar ferramentas empresariais, algo que hoje já está além do conceito de ERP, como é conhecido o software de gestão. Os recursos de tecnologia hoje estão aptos a conectarem as organizações a um mundo avançado e são capazes de trazer ao ambiente das organizações o poder de tecnologias como Big data, analytics, IoT, machine learnig, a inteligência artificial e a mobilidade com sua profusão de aplicativos. Para ter acesso a este universo de tecnologias que pode proporcionar o grande salto no patamar de gestão e eficiência, as empresas precisam contar com parceiros que além de entender as suas singularidades de negócios, façam a ponte com as tecnologias mais avançadas do mercado mundial.

Existem muitas consultorias no mercado dispostas a fazer este trabalho de transformação digital, mas é preciso mais do que nunca saber escolher aquela que de fato poderá trazer resultados efetivos para os negócios. Há quem se impressione com as marcas famosas e queira escolher grandes companhias internacionais, mas este caminho pode determinar o insucesso de um projeto que requeira, por exemplo, maior personalização, flexibilidade, rapidez e viabilidade orçamentária. Se o projeto for internacional, as consultorias globais podem fazer a diferença, mas nos locais, as brasileiras conhecem com maior profundidade as questões e regulamentações do nosso país.

É fundamental que seja considerado na escolha do parceiro, empresas que tenham conhecimento técnico reconhecido pelos fornecedores de tecnologia. Existem consultorias brasileiras com certificações elevadas, garantia de domínio tecnológico e competência para levar a diante projetos bem complexos. No ecossistema de atuação das plataformas tecnológicas líderes mundiais, figuram algumas empresas brasileiras, instaladas até mesmo fora dos grandes centros, com expertise muito elevada. Consultorias nacionais com acesso aos conteúdos técnicos mais atualizados e às recentes evoluções tecnológicas. Estas empresas contam até mesmo com seus próprios laboratórios de testes que aplicam e testam as ferramentas internacionais de TI ao ambiente de negócios brasileiro. Tudo isso pode representar hoje um atalho muito seguro para que os clientes atinjam a almejada inovação.

Portanto, a TI está muito mais acessível a todo tipo de organização que deseje ser moderna e competitiva. Não tem porque não lançar mão da transformação digital que está afetando drasticamente e impactando a gestão de todos os setores empresariais. São estas tecnologias inovadoras que estão moldando e aparelhando as empresas para vencerem a competição acirrada dos mercados no novo modelo econômico.

Luciano Fernandes é Diretor de Negócios da AdopTI, consultoria com portfolio exclusivo e especializado na plataforma de gestão empresarial SAP.

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Você sabe a diferença entre Machine Learning e Deep Learning?

Considerada uma das grandes revoluções do mundo moderno, a Inteligência Artificial tem provocado verdadeiras transformações nos negócios e possibilitado aos empresários vantagens competitivas nunca antes vistas. Porém, ainda que essa seja uma tecnologia que não soe estranha aos ouvidos, você realmente sabe o que ela significa?

Inteligência Artificial é tudo o que permite à máquina apresentar características semelhantes ao que identificamos como inteligência no ser humano. Nos seus primórdios, a Inteligência Artificial operava – e, em muitos casos, ainda opera – com sistemas especialistas, formados por imensos conjuntos de regras. Essas regras, elaboradas por seres humanos, buscam descrever situações em que, se houver um padrão de atendimento a elas, um problema pode ser resolvido.

Por exemplo: se eu estiver programando um sistema especialista de detecção de fraude em uma determinada transação comercial, posso determinar que se a pessoa fizer uma ligação de madrugada ou de um local distante da sua residência, dentre outras condições, aumentam as chances dessa transação ser fraudulenta.

De acordo com Roberto Lotufo, que é professor titular aposentado da Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e fundador da NeuralMind, startup especializada nessa área, o grande problema é que esses sistemas de Inteligência Artificial vão se tornando extremamente complexos, chegando até as dezenas de milhares de regras, com novas regras interferindo nas anteriores. “O trabalho de manutenção dessas regras se torna hercúleo”, avalia o docente.

Como toda inovação, essas aplicações iniciais geraram entusiasmo com a tecnologia. E a necessidade de aperfeiçoamentos culminou no avanço para uma nova técnica: o Machine Learning.

O Machine Learning, por sua vez, não é baseado em regras. E sim, no que os especialistas chamam de “características do objeto”. Voltando ao exemplo anterior, na programação do sistema de detecção de fraudes, os dados a serem inseridos no sistema poderiam ser a hora em que o pedido é feito, a localização do solicitante, sua idade, o valor do pedido, dentre outros que possam ter relação com a fraude. Esses dados são inseridos em um classificador estatístico. O problema, muitas vezes, é escolher as características a serem selecionadas.

“Na maioria das técnicas de Machine Learning existe a fase chamada de ‘feature engineering’, que é a escolha das características que irão melhor discriminar os objetos a serem classificados. Novamente, temos um esforço humano nesta escolha. Além disso, é uma tecnologia apropriada para o tratamento de dados estruturados, ou seja, aqueles que você consegue colocar em um banco de dados. Mas não para outros tipos de dados. Exemplos disso são as imagens ou sons”, explica Lotufo.

É nesse ponto que surge uma terceira técnica, ainda pertencente ao Machine Learning: o Deep Learning. Essa nova tecnologia dispensa a etapa de “feature engineering”, com a possibilidade de entrada no sistema dos dados originais, brutos. Além disso, explica o fundador da NeuralMind, o Deep Learning mostra resultados promissores justamente com os dados em relação aos quais outras técnicas de Machine Learning têm limitações: os dados não estruturados.

“Trabalhamos com o conceito de vizinhança. Em uma imagem, por exemplo, você sempre tem um pixel ao lado, acima ou abaixo de outro pixel; em um texto, as palavras se sucedem e, na fala, sempre temos um sinal que é antecedido e sucedido por outros”, explica Lotufo. “Em todas essas aplicações, o Deep Learning vem se mostrando extremamente bem-sucedido. Antes, para fazer um sistema de reconhecimento de fala, por exemplo, você tinha de especificar as características dessa fala. Cada língua tem fonemas diferentes, e era preciso, antes de mais nada, inventariar esses fonemas. No Deep Learning, o dado que entra é o sinal de voz, diretamente, a pessoa falando e a saída é o texto que ela falou. É com isso que você treina o sistema”, exemplifica.

Assim, considerando essas diferenças e o potencial do Deep Learning, a principal dica do pesquisador aos empresários brasileiros é que busquem conhecimento sobre a nova tecnologia. “É fundamental compreender a diferença e, com isso, a relevância do Deep Learning. Há muitas empresas vendendo soluções que usam outras técnicas de Machine Learning no mercado. São soluções úteis, sem dúvida, mas não foram elas que causaram a revolução que temos observado nos últimos seis anos. Por isso, minha dica é que busquem saber responder qual é a diferença entre Machine Learning e Deep Learning, pois é isto que permitirá o passo necessário ao desenvolvimento desses empreendimentos”, conclui.

A NeuralMind é uma startup sediada em Campinas, que busca transformar negócios com o uso de Inteligência Artificial. Entre as soluções oferecidas pela startup estão: sistemas de recomendação, detecção de anomalias, análise automática de imagens, reconhecimento inteligente de documentos e segurança cibernética. A empresa também oferece treinamento na área, com cursos in company e online. Para mais informações, acesse: http://neuralmind.ai/

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Fintech brasileira de câmbio entra no mercado de criptomoedas com comparativo de preços

Um marketplace multimoedas, que permite comparar preços e comprar de dólares a coroas dinamarquesas e até bitcoins. Essa é a nova plataforma da Câmbio Store, fintech de câmbio on-line criada em 2015, que também tornou possível fazer troca direta entre moedas estrangeiras. As novidades têm por objetivo facilitar a experiência dos usuários e devem resultar em uma movimentação de R$ 1,2 bilhão em 2018.

Para implementar as mudanças, a Câmbio Store desenvolveu uma nova tecnologia de integração com as corretoras parceiras de câmbio e criptomoedas. Essa teia permite fazer qualquer comparação de moedas físicas ou virtuais. No caso de movimentações que não envolvem o real, o cliente tem a opção de levar o valor até um parceiro da fintech.

O plano é tornar factível a troca de criptomoeda por moeda em espécie e vice-versa. Caso deseje adquirir bitcoins com euros, por exemplo, a Câmbio Store se encarregará da tarefa. Quando registrar o depósito, a empresa repassará, por meio de outra corretora, o valor equivalente para a carteira virtual dele. “Assim, nos tornarmos a primeira plataforma de câmbio on-line a oferecer tanto moedas físicas quanto virtuais com o mínimo de fricção possível para nossos clientes e com uma usabilidade mais acessível”, explica José Marques da Costa, COO da Câmbio Store.

Além disso, a partir de agora as corretoras responsáveis por cada transação de câmbio serão identificadas para o cliente final, que poderá avaliá-las. “Dessa forma, além do preço em si da moeda, fazemos com que as corretoras também comecem a investir em atendimento, de maneira a se destacar”, afirma José Marques. Não que a comparação entre preços tenha saído de foco: no caso do bitcoin, por exemplo, a fintech estima que seja possível encontrar variações de até 10% no valor de compra.

Por enquanto, a Câmbio Store suporta apenas o bitcoin, além de 22 moedas utilizadas ao redor do mundo. Aos poucos, a plataforma deve integrar Ethereum, Litecoin e outras criptomoedas. Com isso, a expectativa da empresa é atingir 500 mil clientes até meados de 2018 e chagar a um faturamento de R$ 15 milhões no próximo ano.

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Emissão de Certificado Digital cresce 11,52% em 2017

O volume de emissão de certificados digitais no ano passado apresentou recuperação em relação a períodos anteriores. De acordo com o Instituto Nacional de Tecnologia (ITI), o ano de 2017 foi de crescimento para a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira – ICP-Brasil. Foram emitidos 3,598 milhões contra 3,226 milhões do ano anterior. Esse número representa aumento de 11,52%. Para o diretor executivo da Associação Nacional de Certificação Digital (ANCD), Antonio Sérgio Cangiano, o dado representa o sólido crescimento da adoção do certificado digital pelo governo e pela economia no Brasil, o que reflete a tomada do conhecimento dos benefícios e da segurança jurídica do uso do certificado digital padrão ICP Brasil.

Segundo ele, o surgimento de novas aplicações para o certificado digital, como a carteira nacional de habilitação, a e-CNH, entre muitos novos benefícios, vai alavancar ainda mais a evolução desses dados e crescimento acelerado do setor. “Também colabora nesse sentido a divulgação constante e didática sobre as vantagens que o certificado digital padrão ICP-Brasil proporciona para empresas e pessoas físicas e as facilidades de acesso que as certificadoras têm proporcionado”, comentou.

Em 2017 também caiu de forma significativa o número de fraudes com certificados digitais. O ITI registrou queda comparativa a 2016 de 29,60%. Foram 138 no total, o que representa somente 0,0038% em relação ao total de certificados emitidos.

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E-commerce B2B: oito motivos para investir

O foco no consumidor final foi a essência do e-commerce por anos, mas a Infracommerce, empresa líder em full service para e-commerce na América Latina, inovou o setor criando o primeiro e-commerce B2B brasileiro para a Unilever. Atendendo majoritariamente a indústria, a solução é uma grande aposta do setor, pois permite que o fornecedor tenha uma nova forma de fazer negócios, complementar à sua força de vendas e com total eficiência e potencial de crescimento.

Para esclarecer os benefícios que um e-commerce B2B pode trazer para as empresas, Luiz Pavão, diretor geral da Infracommerce, levantou os principais motivos para investir na plataforma.

1) Relacionamento mais próximo com os lojistas

Com um e-commerce focado para lojistas é possível criar um novo canal de comunicação, fornecendo mais informações para os clientes e possibilitando a aproximação.

2) Aumento na oferta de produtos

Um catálogo online não tem limites: em um e-commerce é possível disponibilizar toda a cartela de produtos e especificações a um clique. Com mais produtos e acesso rápido a lançamentos, é possível vender mais e melhor.

3) Ser opção ao Cash Carrier e Atacado

Existem clientes que não têm acesso a outras maneiras de atendimento. Como o e-commerce não tem barreira física, é possível chegar até aqueles que não conseguem ser atendidos pelos distribuidores.

4) Aumentar a base de clientes no long tail

Além de atender melhor os atuais clientes, um e-commerce focado possibilita a criação de base de clientes que ainda não têm interação com a marca.

5) Diversificação dos meios de pagamento

As vendas online e a diversificação das ferramentas financeiras possibilitam oferecer mais opções de pagamento para os varejistas, facilitando a negociação.

6) Acompanhamento da performance do cliente

A ferramenta de e-commerce permite a análise de dados e comportamento da performance de cada cliente, o que pode ajudar a atuar proativamente no cliente e criar condições comerciais apropriadas.

7) Mais controle sobre o nível de serviço do distribuidor

Para um cliente ficar satisfeito, é necessário oferecer não só facilidade na compra e boa cartela de produtos. Também é importante analisar os serviços prestados pelos distribuidores e checar se estão de acordo com a exigência de qualidade da empresa.

8) Criar conhecimento para o lojista incrementar suas vendas

Uma plataforma de e-commerce pode ir muito além das vendas: é possível oferecer conteúdo exclusivo para os lojistas através de um portal. Com informações em mãos, lojistas conseguem se planejar e vender melhor.

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