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Os aplicativos da sua empresa oferecem a mesma segurança que você exige do Internet Banking? – Por Renato Virgili

Um estudo recente da consultoria Aite Group mostrou que os internautas brasileiros têm preocupações muito elevadas sobre fraudes digitais. Por exemplo, 75% têm medo de contas comprometidas por violações de dados, contra apenas 50% nos Estados Unidos e 48% no Canadá. E para 74% dos brasileiros, o roubo de identidades digitais é um perigo real. Nos Estados Unidos e Canadá, essas taxas são de 55% e 51%, respectivamente.

Atualmente, há vários modos de se desenvolver aplicativos, seja de forma nativa, híbrida ou por meio de site e app builders. Assim, a criação desse tipo de software é acessível a qualquer pessoa que tenha conhecimentos básicos de codificação, que se confirma pela quantidade de opções lançadas diariamente nas lojas de apps.

O problema é que apenas uma parcela desses aplicativos é escrita levando em conta padrões de segurança elevados, enquanto os demais, a depender da maneira como foram codificados e implementados, podem passar por processo de engenharia reversa e serem decompilados, revelando mais do que se gostaria, como chaves de acesso e detalhes a respeito das APIs necessárias para a comunicação com outros sistemas.

O problema da preocupação com segurança também é relevante quando se analisa o crescimento do mercado de produtos da Internet das Coisas (IoT). Segundo pesquisa do Gartner, 11,4 bilhões de dispositivos estarão conectados à Internet em 2018, e os gastos com segurança para esses equipamentos chegarão a US$ 547 milhões. Mesmo com valores desse montante, diz a consultoria, em 2020, um em cada quatro ataques a corporações irão envolver a IoT. Mas mesmo assim, apenas 10% do orçamento de segurança das equipes de TI serão destinados à Internet das Coisas.

As vulnerabilidades dos aplicativos, sejam destinados a dispositivos móveis ou à IoT, são mais facilmente exploradas em plataformas abertas, embora não sejam exclusivas delas, e estão diretamente relacionadas à qualidade e complexidade do código produzido. Por meio delas, pessoas mal intencionadas podem simular um app, conseguindo enganar os sistemas de controle, permitindo a obtenção de informações sensíveis do cliente ou sistema. Transfira esse cenário para o mundo corporativo, e você verá a dimensão que isso pode tomar.

O Brasil está na vanguarda do autoatendimento de internet banking, que é extremante eficiente, rápido e seguro. Softwares desenvolvidos para bancos, empresas de cartão de crédito, seguradoras e programas de fidelidade devem seguir as políticas de segurança dessas empresas, muitas delas baseadas nas diretrizes elaboradas pelo PCI Security Compliance Council. Isto possibilitou alcançar o nível de segurança que essas transações exigem, mas todo o processo de homologação é criterioso, longo e principalmente oneroso.

Replicar tais práticas para outros setores parece ser um caminho interessante, mas também exigiria considerável investimento em tecnologia, recursos e tempo de desenvolvimento, motivo pelo qual os apps desenvolvidos para outras finalidades nem sempre obedecem a critérios tão rígidos. Por isso, a preocupação com a segurança, muitas vezes, fica restrita às aplicações core, e parte das soluções de frontend e de backend acabam sendo transferidas para empresas terceiras que não se preocupam tanto com questões envolvendo segurança, o que deixa brechas para que o sistema seja atacado.

Ocorre que, ao realizar a precificação de cada funcionalidade do app, os recursos humanos e a quantidade de horas necessárias para sua produção, o contratante e o fornecedor se deparam com uma solução “segura” cujo preço pode ficar acima do que a empresa está disposta a pagar ou que exigirá aguardar um tempo maior para sua produção.

Com muitos desenvolvedores ávidos por conquistar clientes, não é raro ver questões importantes – com destaque para aquelas relacionadas à segurança – serem colocadas em segundo plano, com o objetivo de se alcançar preços mais baixos ou diminuir o tempo de desenvolvimento, prática comum principalmente entre os fornecedores de pequeno porte ou pessoas que desprezam esse alerta por falta de conhecimento.

Além de canibalizar o mercado, tal prática tampouco ajuda na propagação da ideia de que a segurança precisa ser considerada fundamental também nas aplicações periféricas, mobile ou não, e que têm potencial de provocar danos, caso eventuais vulnerabilidades venham a ser exploradas. Isto é ainda mais relevante se considerarmos que o volume de downloads de aplicativos mobile no País, de acordo com projeções da empresa de pesquisas e análise App Annie, deve crescer 40%, incluindo aqueles produzidos por empresas e marcas para operações B2B ou B2C. Nesse contexto, a probabilidade de que mais vulnerabilidades possam ser exploradas se amplia significativamente, e com isso, cresce o risco de que uma marca possa ter sua imagem e reputação abaladas, e de ter que arcar com perdas financeiras.

Assim, estamos em um momento decisivo para desenvolvedores e contratantes, que devem ver a segurança como uma de suas prioridades.

*Renato Virgili é CEO da Pontomobi

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Embraer é eleita pela segunda vez consecutiva a indústria que mais produz valor aos stakeholders

Ranking da Dom Strategy Partners analisou resultados, reputação,
competitividade e risco

A Embraer é eleita pela segunda vez consecutiva a companhias do setor industrial que mais produz valores tangíveis e intangíveis aos seus stakeholders, conforme aponta a edição 2016 do ranking Mais Valor Produzido (MVP) Brasil, desenvolvido pela consultoria nacional DOM Strategy Partners.

Com o objetivo de avaliar a capacidade das instituições em gerar e proteger valor não apenas para si, mas também para seus clientes, consumidores, acionistas, funcionários e sociedade, o levantamento mensurou ativos como Eficácia da Estratégia Corporativa, Resultados Gerados, Crescimento Evolutivo, Valor das Marcas, Qualidade de Relacionamento com Clientes, Governança Corporativa, Sustentabilidade, Gestão de Talentos, Cultura Corporativa, Inovação, Conhecimento, Grau de Transformação e Uso das Tecnologias Digitais, dentre outros.

O CEO da DOM Strategy Partners, Daniel Domeneghetti, explica que neste ano o desafio do estudo foi entender como o mercado industrial se comunicou com os seus principais públicos diante da crise econômica, uma vez que o setor teve um recuo 9,1% no primeiro semestre de 2016, de acordo com dados do IBGE. “Se compararmos os resultados de 2015, a Embraer teve um queda na média deste ano por
conta da economia estagnada que impactou diretamente na fluidez da comunicação com os seus stakeholders, mantendo-se na liderança”, explica o executivo.

A Embraer neste ano teve a pontuação de 8,06, nove décimos a menos do que em 2015. A Duratex, segundo lugar também no ano passado, saltou de 7,92 para 8,02. A Philips entra no lugar da Gerdau e estreia no ranking em terceiro lugar com 8,01. Outra estreante, a Votorantim, ocupa o quarto lugar com 7,92. A vaga era da Fibria na última edição, que neste ano ficou na quinta posição, fechando o MVP com a nota 7,90.

Para viabilizar a pesquisa, a consultoria se apoiou na metodologia EVM (Enterprise Value Management), tática que defende a tese de que o valor produzido pelas empresas, tanto gerado, como protegido, seja este tangível ou intangível, é agregado (ou destruído) e materializado (quantificado) em função da percepção de valor apreendida e tangibilizado pelos stakeholders.

O levantamento e o resultado analítico também uniu uma série de interações, pesquisas e monitorias feitas pela DOM com os diferentes públicos das empresas mais relevantes dos setores. Já a resposta
sobre capacidade de cada empresa gerar e proteger valor para si e para esses públicos foi feita a partir da quantificação das quatro dimensões que definem o Valor Corporativo de uma companhia:
Resultados, Reputação (definida como Credibilidade/Imagem), Competitividade e Riscos.

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Indústria brasileira de TI investe US$ 60 bilhões e se mantém como 7° maior mercado no mundo

A ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software) realizou, no WTC – Events Center, em São Paulo, a ABES Software Conference 2016 com o tema “Mundo Digital – Desafios e Oportunidades de uma sociedade em transformação”. “A Conferência anual da ABES é um momento de debate e engajamento de empresários e profissionais do setor e também um encontro importante que nos ajuda a dar continuidade a este trabalho da associação que completa neste ano três décadas”, comenta Francisco Camargo, presidente da ABES.

O evento contou com a participação de profissionais de tecnologia, empresários, representantes do poder público, entidades setoriais, e trouxe debates e palestras com temas atuais e recorrentes sobre o mercado de Software e Serviços como: o Futuro do Setor; Desafios da Tributação; Inovação; Insegurança Jurídica; IoT, Segurança e Qualidade em Software. Além disso, foi apresentado o tradicional Estudo: Mercado Brasileiro de Software e Serviços.

Mercado Brasileiro de TI

Anselmo Gentile, diretor executivo da ABES, apresentou o resultado do estudo realizado anualmente com o IDC (International Data Corporation) sobre Mercado Brasileiro de Software e Serviços. A pesquisa apontou que os investimentos em Tecnologia da Informação no Brasil (incluindo hardware, software e serviços) tiveram um aumento de 9,2%, em relação a 2014, enquanto a média global de crescimento dos investimentos em TI foi de 5,6%. No mundo, os investimentos neste setor somaram US$ 2,2 trilhões em 2015.

TI na América Latina

Já no ranking de investimento no setor de TI na América Latina, o país se manteve em 1º lugar, com 45% dos investimentos da região, somando US$ 59,9 bilhões, seguido por México (20%) e Colômbia (8%). Ao todo, a região latino-americana soma US$ 133 bilhões. Responsável por quase metade dos investimentos em TI na região, o Brasil continua na liderança relevante na América Latina neste setor.

Hardware, Software e Serviços

Ao fragmentar os investimentos por setor, o Mercado de Serviços de TI no Brasil cresceu 8,2%, em relação ao ano de 2014, com investimento de U$ 14,3 bilhões, e o de Software, que foi o responsável pelo aumento da média da taxa de crescimento de TI no ano passado, cresceu 30,2%, com investimentos de U$ 12,3 bilhões. Além disso, o Mercado de Hardware brasileiro bateu a marca de U$ 33,4 bilhões, representando um crescimento de 6,3%, o menor entre os três setores.

Brasil ocupa 6º lugar no Ranking Mundial de TIC

Considerando os investimentos em TIC (TI + Telecom), que cresceram 4,3% no ano passado, e somaram mais de US$ 3,7 trilhões, o Brasil perdeu uma posição, e agora aparece em 6º lugar, no ranking mundial, com investimentos de US$ 152 bilhões no ano de 2015. No entanto, ainda fica próximo a países que são destaques na economia mundial como Alemanha (5°) e Reino Unido (4°). Os Estados Unidos lideram também este ranking, seguidos pela China e pelo Japão.

No Mercado Mundial de Investimentos em Software e Serviços, que totalizou US$ 1,124 trilhão, o Brasil se coloca na 8ª posição, com US$ 27 bilhões, antecedido pelo Canadá (US$ 32 bi), China (US$ 34 bi), França (US$ 48 bi), Alemanha (US$ 67 bi), Japão (US$ 77 bi), Reino Unido (US$ 83 bi) e Estados Unidos (US$ 470 bi).

Dados Regionais do Mercado de Software e Serviços no Brasil

Considerando o território brasileiro, a região sudeste representa 60,44% da distribuição regional do Mercado Brasileiro de TI. As regiões Nordeste (10,72%) e Centro-Oeste (10,64%) seguem em segundo e terceiro lugar, respectivamente.

Perfil das empresas

No ano de 2015, foram identificadas, aproximadamente, 13.950 empresas atuando no Mercado Brasileiro de Software e Serviços, sendo que quase metade delas (41,1%) são dedicadas à distribuição e comercialização desses recursos. As outras representam empresas de desenvolvimento e produção (31,6%) e prestação de serviços (27,3%).

As empresas dedicadas ao desenvolvimento e produção, no Brasil, totalizam 4.408 negócios e podem ser dividas por porte, sendo: Micro Empresas (45,62%), Pequenas Empresas (49,02%), Média Empresas (4,33%) e Grandes Empresas (1,03%).

Divisão por origem do Software e Serviços

Em relação à origem do software, a Produção Local foi responsável por US$ 2,73 bilhões (21,7%), um crescimento de 25,1% em relação ao ano anterior. O Software Desenvolvido no Exterior representou 76,3%; e a Produção Local para Exportação, 2%, um crescimento de 30,1%, em relação a 2014.

Já os Serviços ficaram divididos em “Serviços para o Mercado Local” (85,4%); “Produção Local sob Encomenda” (9,4%); “Desenvolvimento no Exterior” (0,65); e “Serviços para Exportação” (4,5%).

Segmentação do Mercado Brasileiro de Software

O setor de software brasileiro tem como principal segmentação os Aplicativos, com US$ 5,33 bilhões (42,3%) de participação. Os aplicativos citados no estudo incluem os pacotes de aplicativos para consumidores, aplicativos comerciais, aplicativos industriais e programas específicos para automação de processos industriais ou de negócios. O segmento “Ambientes de Desenvolvimento” representou 33,4% do mercado de software brasileiro; Infraestrutura e Segurança, 22,3%; um crescimento de 35,8%, em relação a 2014.

Considerando os valores relativos ao software de Produção Local, Desenvolvido no Exterior e Sob Encomenda, 25,5% do mercado doméstico de software são voltados para a vertical de Serviços e Telecom, um crescimento de 32,4% em relação ao ano passado; seguidos de 24,8% direcionados a Finanças; Indústria (21,7%); Comércio (11,1%); Governo (4,4%); Óleo e Gás (4,1%); Agroindústria (2%) e outros setores (6,3%).

Tendências para o Mercado Brasileiro em 2016

A pesquisa aponta que a relação entre TI e a área de negócios das empresas irá se estreitar ainda mais, gerando a digitalização dos processos e integração das linhas de produção. O estudo aponta que 54% das médias e grandes empresas no Brasil irão realizar investimentos na chamada Transformação Digital (DX) em 2016.

Além disso, as vendas de dispositivos tecnológicos permanecerão em alta, apesar das quedas recentes. Estima-se que no Brasil sejam adquiridos, em 2016, 40 milhões de telefones móveis, 6 milhões de computadores e 5 milhões de tablets.

O levantamento ainda demonstra que, com a visibilidade da “Internet das Coisas” alcançada em 2015, o setor deve atingir US$ 4,1 bilhões só no Brasil, sendo que US$ 37 milhões correspondam apenas a dispositivos domésticos. Outro fenômeno que chama atenção é o aumento de transações financeiras realizadas via mobile: os valores devem superar 30% do total de pagamentos realizados em 2016.

O estudo aponta que a preocupação com segurança dos sistemas também crescerá pelo menos em 2% do orçamento total em TI. O desafio será encontrar o equilíbrio adequado entre a eficiência que a mobilidade traz para as empresas com um maior controle sobre a sua utilização. Em 2016, em torno de 50% das companhias irão restringir o uso de “BYOD” (Bring your own Device), e mais de 70% delas terão alguma maneira de controle das tarefas realizadas nesse contexto de mobilidade que caracteriza o século XXI.

Poucas tecnologias terão o crescimento que será experimentado por “Cloud Computing” ou solução em Nuvem: até o final da década, haverá crescimento de 20% por ano na adoção desse tipo de solução.

A busca pelo aumento dos lucros e pela diferenciação frente à concorrência, devido à atual crise econômica, gera maior interesse em engajamento por meio de “Mídias Sociais” e “Experiência do Usuário” (CX). Segundo a pesquisa da IDC, em 2016, uma em cada quatro empresas já terão dado início a projetos com esse foco.

A busca por eficiência nos negócios, produtividade e competitividade em empresas de todos os mercados da economia irá fazer com que a Tecnologia da Informação continue a ser um setor estratégico. A expectativa para 2016, apesar do cenário desafiador no Brasil, é a de que este segmento cresça 3,0% contra um crescimento médio mundial de 2,4%, e o de TIC aumente um pouco menos, algo em torno de 2,6%.

Para conferir o Estudo completo, acesse: http://central.abessoftware.com.br/Content/UploadedFiles/Arquivos/Dados%202011/ABES-Publicacao-Mercado-2016.pdf

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Contax destaca a transformação na experiência do cliente

As transformações nas formas de relacionamento entre empresas e clientes é uma realidade, o consumidor segue em mudança, assim como as empresas têm buscado se adaptar à essa realidade. São os casos, principalmente, de empresas de telecomunicações, que participaram de um painel ao lado de Marcelo Chianello, Diretor Executivo Multissetor da Contax, durante a 14ª edição do Conarec 2016.

Durante a conversa, Chianello destacou, por exemplo, que a decisão mudou de lado. “Não é mais a empresa quem define o canal de relacionamento, mas sim o consumidor”, analisa o diretor.

Em suas intervenções no debate, Chianello também comentou que uma outra movimentação do setor de relacionamento refere-se à mudança nos desafios para melhorar a experiência do cliente final. “Hoje o desafio é humanizar o atendimento digital, já que clientes optam cada vez mais por serviços ‘self-service’ (com autoatendimento) ou por canais como chats, aplicativos, redes sociais, e-mail, telefone etc.”, afirma Chianello.

A digitalização não representa apenas uma melhor experiência de relacionamento, mas também uma redução de custos, já que diminui o tempo de atendimento e a resolução de demandas. Por outro lado, a transformação não pode acontecer do dia para a noite e precisa ser feita de forma escalada. “O telefone, canal mais tradicional de contato entre consumidores e empresas, ainda representa 80% de toda a demanda de relacionamento de marcas com clientes”, lembra o executivo.

Nesse sentido, um dos grandes desafios é melhorar o índice de satisfação do atendimento digital no primeiro contato. Entendendo isso, Chianello destacou um caso da Contax. “O aplicativo 1746, desenvolvido pela Contax para a Prefeitura do Rio de Janeiro, permite que o cidadão entre em contato com diversas Secretarias e se relacione por chat, aplicativo ou e-mail, em um atendimento digital eficiente”, conta o Diretor Multissetor da Contax.

Com a transformação da experiência digital sendo um interesse comum de consumidores, empresas e prestadores de serviços, como a Contax, parte importante no processo são os atendentes, que precisam estar comprometidos com o propósito e ser cada vez mais qualificados, para que esse cliente tenha sua demanda solucionada sem precisar de um novo contato ou migração para o atendimento telefônico.

“Uma parte importante é a capacitação do atendente, por isso,a Contax investe em perfilagens estatísticas e treinamento modernizado para que os atendimentos estejam antenados, engajados e sejam, cada vez mais, capazes de entregar soluções para clientes finais e satisfazer os nossos clientes, ofertando uma experiência digital”, destaca Chianello.

Nessa constatação de que o atendimento digital é uma realidade e um caminho sem volta, Marcelo Chianello finalizou reforçando que ainda é preciso entender que 12 milhões de brasileiros são analfabetos – tamanho da população da cidade de São Paulo, e que 50% são adultos, muitos a caminho da terceira idade.

“É necessário ter uma forma de relacionamento digital, mas que seja democrática. O desafio é fazer com que todos tenham a possibilidade de se relacionar com as marcas de todas as formas. O digital é o caminho, mas é preciso, cada vez mais, entender quem são esses consumidores e suas preferências, desde os screenagers até os usuários da terceira idade”, conclui o executivo.

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Conectividade: dos bilhões de CPUs da era mobile para as dezenas de bilhões da era da Internet das Coisas – Por Roberto Mayer

Grandes corporações globais discutiram recentemente em Belgrado, durante a semana europeia de Internet das Coisas (iot-week.eu) o conceito ‘hypercloud’ (computação em nuvem praticamente onipresente), assim como pequenas e médias empresas de quase quarenta países de todos os continentes.

Praticamente houve unanimidade, por parte dos apresentadores, em reconhecer que Internet das Coisas é a próxima ‘onda’ do mundo da tecnologia. Se o mundo ‘mobile’ permitiu ampliar o número de CPUs em uso no planeta para a casa de vários bilhões, a Internet das Coisas permitirá ampliar esse número para as dezenas de bilhões (sem que precisemos desse número de mãos para operá-las!).

Por outro lado, ninguém entende a Internet das Coisas como uma nova rede, separada da Internet atual, mas como o processo de conexão das ‘Coisas’ (sejam máquinas industriais, carros, geladeiras, portões de segurança ou quaisquer outros) com a Internet que já temos.

Assim, ficou evidente que desafio não se resume ao desenvolvimento do hardware das ‘coisas’ conectáveis, ou a adaptação dos protocolos de comunicação para falar com ‘coisas’, mas inclui a integração dessas novas ‘coisas-computadores’ no universo da computação em nuvem: as ‘coisas’ conectadas serão tanto mais úteis quanto mais pessoas puderem usufruir delas. Mas para isso, ‘coisas’ e pessoas precisam ser conectadas – e essa conexão só pode ser feita por meio de mais software disponível para as pessoas.

Em toda a história dos computadores, o desenvolvimento de software sempre veio a reboque do desenvolvimento do hardware, e com algum atraso. A integração das ‘coisas’ na Internet expõe elas a todas as dificuldades que já conhecemos na nuvem, como, por exemplo, conexões que caem e ataques de negação de serviço.

A apresentação que fiz no auditório principal, como empreendedor brasileiro, focou neste aspecto da integração: como essas dificuldades não são exclusivas de nenhuma aplicação específica da computação em nuvem ou das coisas conectadas, propomos endereçar essas questões por meio de uma ferramenta, baseada na nuvem, que nós já desenvolvemos.

Eventos como estes são também momentos de reflexão. Não posso deixar de registrar que, se o mundo caminha para a ‘hipernuvem’, o acesso a ela passa a ser crítico.

Contraponho essa constatação com a tentativa das operadoras de telecomunicações brasileiras que estão se movimentando para impor limites de tráfego ou custos adicionais aos seus consumidores e empresas clientes no nosso país. Trata-se não apenas de uma ‘transferência de renda’ unilateral (que não parece justa), mas de um risco para a continuidade das operações da ‘hipernuvem’: já pensou se o portão automatizado da sua casa não abre, porque a conexão de banda larga da sua casa esgotou a sua ‘cota’ de tráfego enquanto você passou o dia trabalhando fora de casa?

Outra observação, diante da presença de representantes de tantos países, é que o apoio à inovação do qual dispomos no nosso país é inferior a de todos os demais participantes. O jogo global da competitividade passa pela inovação. Sem políticas públicas continuadas que a fomente, nossa chance como país nesse jogo é pequena. Se, como empreendedor, conclui estar ‘surfando uma onda’ muito interessante, também fiquei triste em constatar que, como país, nosso papel no jogo global está em risco.

Roberto Carlos Mayer (rocmayer@mbi.com.br) é diretor da MBI, diretor de comunicação da Assespro Nacional (Federação das Associações das Empresas de TI) e presidente da ALETI (Federação das Entidades de TI da América Latina, Caribe, Portugal e Espanha).

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Geração “Y” de consumidores demanda muita atenção de varejistas – Por Juan D’Antiochia

Uma estratégia móvel robusta nos dias atuais é fundamental para os varejistas atenderem os mais diversos tipos de público no mercado global. Com o rápido e constante desenvolvimento da tecnologia, as compras via smartphone têm se tornado cada vez mais rápidas para atender ao consumidor moderno que não quer perder muito tempo durante todo o processo de compra.

Desta maneira, o device se tornou objeto indispensável no dia-a-dia destes compradores, seja dentro de casa, pelas ruas ou no ambiente de trabalho, e principalmente, na vida do público mais jovem. Em especial a geração “Y” que não deixa o telefone e o utiliza para se conectar com os amigos, ouvir músicas, participar de jogos online e o principal: fazer compras pela internet. Esta geração que já nasceu pronta para todas estas inovações tecnológicas precisa e deve ser vista atentamente.

Um estudo realizado recentemente pela Worldpay, intitulada “Por que Eles Pagam Desta Maneira”, descobriu uma elite de compradores: os Supper-Shoppers. Esse perfil de consumidores corresponde por 92% das compras mensais pela internet e destes, 34% fazem parte da geração “Y”. Para garantir uma experiência de compra perfeita, os varejistas precisam oferecer um aplicativo sem falhas ou um site que atenda todas as expectativas do consumidor, que tem se tornado cada vez mais exigente.

Dentro destas perspectivas é essencial que os varejistas prestem muita atenção em aspectos como a importância da marca, uma experiência boa e rápida do usuário via aplicativos ou site e mostrar que se preocupa cada vez mais com seu cliente. Um bom aplicativo simplesmente deve funcionar sem falhas. Se isso não acontecer os usuários mais jovens, em particular, passam a buscar o que precisam em outros lugares. Este precisa ser de fácil utilização. Qualquer configuração que possa ser ajustada de acordo com a preferência do usuário deve ser de fácil compreensão aliada a uma navegação o mais intuitiva possível.

Os varejistas tem se mostrado atentos a estas mudanças, um grande exemplo disto são às estratégicas Omni-Channel, que garantem o conforto necessário para os clientes mais conectados que exigem sempre o melhor que o mercado tem a oferecer, porém é preciso trabalhar cada vez mais no desenvolvimento e melhorias destes aplicativos.

Os clientes querem e precisam saber que são valorizados e que seus hábitos são analisados para melhorias futuras. Em uma loja física pode ser mais fácil de conseguir isso, mas em um aplicativo, focado em uma transação rápida, e sem qualquer complexidade, torna-se mais difícil de mostrar ao cliente o quanto eles são importantes. Desafio lançado para as empresas e marcas que querem, além de serem reconhecidas, terem seus produtos no topo das vendas para uma geração de consumidores que preza a rapidez e a atenção.

Juan D’Antiochia, General Manager da Worldpay para a América Latina

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Marketing de influenciadores: como construir relacionamentos duradouros com influenciadores e líderes de opinião

Anna-Lebedeva-SEMRush

Por Anna Lebedeva – PR Manager do SEMrush

Existem pessoas na sua área que já têm público amplo e autoridade suficiente para serem influenciadores de seus clientes e aumentar a visibilidade de uma marca ou um produto. O Marketing de Influenciadores é uma forma de alcançar esses especialistas.

Encontrar esses formadores de opinião, aparecer em seus radares, aproximar-se deles e nutrir essa colaboração exige tempo, esforço e paciência. Portanto, não seria correto pensar que o marketing de influenciadores consiste em apenas mandar e-mail ou recado nas redes sociais pedindo ajuda. As relações mais fortes são construídas passo a passo, desde primeira conversa até a colaboração extensiva.

De acordo com o instituto Nielsen, 92% dos consumidores confiam mais na publicidade boca a boca (mesmo se eles não conhecem a pessoa pessoalmente) e recomendações dos amigos e familiares que em qualquer outro tipo de publicidade.

Preparamos um guia sobre como criar relacionamentos fortes e mutualmente benéficos com os influenciadores da sua área:

Passo 1: Encontrar Influenciadores Certos

Para começar é preciso encontrar os principais influenciadores da sua área. Descubra quem seu público segue online (e quem vai ter mais chance de engajá-los). Felizmente existem algumas ferramentas (por exemplo Buzzsumo e Klear) que facilitam sua tarefa de encontrar as pessoas chaves. Com essas ferramentas você consegue identificar os especialistas mais populares especializados em temas do seu interesse, os perfis sociais deles e estatísticas detalhadas sobre o desempenho de seu conteúdo.

Passo 2: Aparecendo nos Radares dos Influenciadores

A maioria dos influenciadores tem um procedimento de seleção para pedidos e solicitações recebidos. O jeito mais fácil de entrar nos seus radares é através das redes sociais. Compartilhe os posts, comente e inicie discussões produtivas. Entretanto, lembre-se de só compartilhar o que for relevante ao seu negócio.

O próximo passo é fazer comentários, sem generalizar ou repetir o que já foi falado por outros participantes. Ofereça informações adicionais ou exemplos interessantes.

Passo 3: Preparando o Contato com o Influenciador

Quando você iniciar a conversa deve ter uma visão nítida do seu plano de colaboração.

Não foque somente no que o influenciador pode te dar, pense o que você pode oferecer a ele. Nem precisa ser algo muito grande, muitas vezes incluir a opinião do influenciador no seu conteúdo ou escrever um comentário detalhado sobre o produto ou serviço dele já é uma boa proposta.

Passo 4: Entrando em Contato

Para muitos, entrar em contato com o influenciador pode parecer intimidador. Para facilitar o processo:

Não use ferramentas de contato automático. Considerando que um erro de digitação no name tag pode resultar em envio de e-mails com nome errado, o ideal é entrar em contato manualmente.

Aposte num assunto chamativo. Influenciadores são muito ocupados. Provavelmente eles vão abrir só as mensagens com temas chamaram sua atenção.

Crie um e-mail fácil de ler. A mensagem deve ser curta e clara.

Mencione as coisas que têm em comum. Isso pode quebrar gelo e dar um toque pessoal ao seu e-mail.

Lisonjear um pouco não faz mal. Conte o que você mais gosta no trabalho ou produto deles. Pessoas de sucesso gostam de saber o quanto influenciaram mentes e vidas.

Aposte na regra de reciprocidade. Mostre que você já fez algo por eles para que se sintam mais favoráveis a retribuir a ação.

Passo 5: Convide os Influenciadores para Colaborar

É quase garantido que o influenciador vai compartilhar o conteúdo se ele foi envolvido em sua criação.

Entrevistas com especialistas, guest posts, webinars – são oportunidades perfeitas para engajar influenciadores e criar conteúdo em conjunto.

Você pode também compilar partes de conteúdo que foram de contribuição de vários influenciadores diferentes em um único post.

Um bom exemplo disso é o Twitter Chat da SEMrush, organizados semanalmente pela SEMrush, com temas diferentes e especialistas da área. Logo depois, as citações mais informativas e interessantes são compiladas para um post (por exemplo,Backlink Audit Basics).

Passo 6: Levando as Relações para o Próximo Nível

Continue nutrindo a relação até que você e o influenciador estejam prontos para cooperar novamente.

Para dar um exemplo de case da SEMrush, o trabalho começa nas redes sociais, onde encontramos posts mais compartilhados e comentados e avaliamos a possibilidade de trabalho mútuo com determinado especialista, depois do período de conhecimento, chega a hora do primeiro contato. A chave do sucesso é começar com passos pequenos.

O conselho mais importante é – as relações são como flores no jardim que precisam ser constantemente regadas e nutridas.

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MelhorCâmbio.com lança ferramenta para comprar dólar mais barato

A startup mineira MelhorCâmbio.com, marketplace que conecta quem quer comprar ou vender moedas internacionais com as casas de câmbio inova, mais uma vez e anuncia o lançamento de nova funcionalidade na plataforma. O Conversor Câmbio-Turismo possui três recursos que ajudam os usuários com informações essenciais para planejarem a compra da moeda turismo, gastando menos.

O mais importante recurso da ferramenta é o conversor de câmbio turismo que mostra ao usuário não apenas a cotação comercial da moeda, mas principalmente a cotação turismo, que é o real valor que ele irá pagar na hora de comprar em uma casa de câmbio.

“Muitas pessoas acompanham a cotação do dólar comercial, aquele que sempre vemos nos jornais, e percebem que o valor é menor que o praticado pelas casas de câmbio, que vendem a moeda turismo. Hoje, na internet já existem conversores que mostram apenas a cotação comercial da moeda. Ou seja, o usuário não encontra o que realmente precisa. ”, comenta Felipe Tayer, sócio-fundador e CTO do MelhorCâmbio.com.

O Conversor Câmbio-Turismo permite que os usuários consultem, a menor cotação turismo praticada, naquele instante, pelas mais de 450 casas de câmbio listadas em mais de 120 cidades brasileiras. A ferramenta também oferece uma calculadora dinâmica para os usuários analisarem o valor total da conversão de diferentes quantidades de moeda.

“O que estamos trazendo para o mercado é uma novidade que realmente ajuda os usuários mostrando o que realmente irão desembolsar para realizar a compra da moeda turismo nas casas de câmbio.”, comenta Tayer.

Se o usuário quiser saber qual casa de câmbio está praticando aquele valor e, ainda comparar esta cotação com as demais casas de câmbio daquela cidade, com apenas um clique o sistema direciona o usuário para o comparativo detalhado de preços.

A segunda funcionalidade inédita do Conversor Câmbio-Turismo é um gráfico com o histórico cambial onde é possível acompanhar a variação das duas cotações, comercial e turismo, ao mesmo tempo de acordo com a cidade selecionada pelo usuário.

“Esse é um recurso que mostra a variação das cotações dos câmbios comercial e turismo ao longo do dia, da semana ou do mês. Assim como acontece no mercado de ações, os usuários podem avaliar tendências de alta ou de queda das cotações da moeda e planejar o melhor momento para a compra. Além disso, a ferramenta evidencia para o usuário como é importante pesquisar antes de comprar”, finaliza Felipe.

O terceiro recurso da ferramenta é um ranking das nove cidades brasileiras onde as moedas estão mais baratas. Assim os usuários podem decidir em qual cidade comprar pelo melhor preço. O ranking ainda permite acesso rápido, com um único clique, ao comparativo detalhado das cotações praticadas pelas casas de câmbio daquela cidade.

Além do dólar, os usuários contam com todas essas funcionalidades para o Euro, Libra, Dólar Australiano e Dólar Canadense.

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Mais segurança no campus sem comprometer a acessibilidade

Por Rogério Coradini, Diretor Comercial da HID Global no Brasil

Como garantir a segurança para estudantes, professores, funcionários e visitantes e ainda assim permitir que se movimentem livremente pelo campus? Como reforçar a segurança física sem sacrificar o fácil acesso às instalações da instituição, recursos e serviços? Estas são perguntas que faculdades e universidades rotineiramente se fazem sobre a questão da segurança no campus.

À medida que cresce o uso de cartões de identidade fraudulentos, inclusive em escolas e universidades, aumentando consequentemente o risco de violência, há uma necessidade indiscutível de melhorar a segurança sem impactar a experiência do usuário. Mas, por onde começar?

Se por um lado a segurança em um campus escolar é uma prioridade extremamente alta, por outro também é importante para estudantes (e professores) sentirem-se confortáveis e bem-vindos em sua escola. Esse espírito de “liberdade” não pode ser sufocado, certo?

A boa notícia é que a solução pode não ser tão desafiadora como antes. Hoje, a vasta maioria das carteiras estudantis tem códigos de barras ou tecnologia de tarja magnética para fornecer acesso a salas de aula, livrarias, laboratórios, restaurantes e demais dependências. Usar cartão inteligente sem contato com um smart chip embutido é mais seguro porque ele não pode ser clonado facilmente e, por consequência, é menor a probabilidade de que indivíduos não autorizados obtenham informações desses cartões. Um dos principais benefícios de alavancar o uso da tecnologia de cartões inteligentes sem contato é a facilidade de usá-lo para prover a estudantes e membros da faculdade o acesso a várias instalações e serviços do campus com um simples toque do cartão em um leitor. Como as informações são exclusivas ao usuário, os cartões podem ser configurados para permitir o acesso a prédios, aplicações ou serviços específicos.

Algumas escolas estão começando também a adicionar a opção de credenciais móveis. Esta tecnologia aproveita a proliferação de smartphones colocando a credencial dos estudantes em seus celulares e então usando-a para dar aos alunos ingresso a instalações e sistemas de pagamento no campus.

Se sua instituição não está pronta para fazer o upgrade da tecnologia de cartões devido ao orçamento ou restrições de recursos, há diversas opções disponíveis para universidades e faculdades que são relativamente acessíveis e fáceis de implementar. Uma opção simples desse tipo é a adição de um elemento de segurança visual (VSE, do inglês visual security element) para carteiras estudantis, o que torna as credenciais de alunos e funcionários mais fáceis de serem verificadas. De opções abertas a secretas, sobreposições holográficas, microtexto, imagens fluorescentes e outras ferramentas VSE proveem um método rápido para determinar se o cartão é autêntico.

Além de credenciais estudantis, a segurança do campus também pode ser bastante reforçada com um efetivo sistema de gerenciamento de visitantes. Um sistema como esse possibilita fazer check-in, check-out e monitoramento de todos os visitantes do campus, melhorando a segurança de estudantes e staff, sem impedir sua acessibilidade.

Muitas soluções de segurança podem ser usadas para proteger efetivamente o campus e seus ativos sem impedir estudantes e colaboradores de aproveitar tudo o que é oferecido.

Saiba como a Universidade George Mason utilizou cartões inteligentes sem contato para melhorar a experiência do estudante em seu campus.

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Redes sociais são decisivas para o e-commerce: cinco dicas para alcançar o público certo

As redes sociais passaram a ocupar um lugar que até então era liderado pelas buscas orgânicas quando o assunto são os canais de vendas para atingir e auxiliar os consumidores na decisão da compra. De acordo com pesquisa elaborada pelo Sebrae, 72% dos entrevistados utilizam as redes sociais como um dos principais canais para a concretização das vendas online. Os sites de busca, que até então lideravam o índice, ficaram em segundo lugar, mencionados por 68% dos entrevistados.

O CTO e sócio da Trezo, André Felipe T. da Luz, afirma que a pesquisa vai ao encontro das experiências vivenciadas no dia a dia profissional. “Ao elaborar as lojas online, percebemos a preocupação dos clientes em contemplar as redes sociais, devido à importância que elas têm tido na comercialização dos produtos, seja para encontrar a loja, se relacionar e até mesmo conferir a opinião dos demais consumidores sobre a loja em questão”, explica André.

As redes sociais, de acordo com André, possibilitam, antes de tudo, interação e colaboração, e, partir disso, é possível se relacionar e vender. Entre principais e mais usadas redes sociais estão o Facebook, Instagram, Twitter, WhatsApp, Pinterest e Foursquare. Porém, André lembra que existem outras opções e é preciso saber usar cada uma de acordo com a sua finalidade. Confira as dicas de André para fazer sucesso por meio das redes sociais e converter mais:

1. Escolha as redes sociais mais adequadas ao seu negócio

Não adianta criar contas em diversas redes sociais sem antes fazer um planejamento levando em conta o tipo de produto comercializado pela loja virtual e o público a que se destina. Além disso, é preciso analisar o que a rede escolhida permite em termos de ações.

Por isso, analise o seu produto e o seu público e converse com a sua equipe em quais redes sociais sua empresa estará presente.

2. Mantenha as redes sociais atualizadas

Criar a conta em uma rede social é apenas o primeiro passo. É necessário realizar um cronograma de publicações e criar conteúdo relevante aos seguidores. Procure fazer uma atualização diária.

Importante: não transforme sua rede social em uma vitrine da sua loja virtual. É importante aproveitar o espaço pra falar dos produtos, promoções e lançamentos, mas também abordar assuntos que sejam de interesse dos consumidores, como informações sobre os produtos que você vende e dicas sobre como melhor utilizá-los.

3. Promova a interação e o engajamento

Converse com as pessoas nas redes sociais. Procure saber o que elas desejam e como gostariam de ser tratadas. Lembre-se de ouvir seu público, responder as dúvidas e reclamações, sempre sendo sincero. É assim que você criará um relacionamento com o público e estará sempre presente na memória dele positivamente.

Por meio da interação e engajamento você poderá conhecer melhor o perfil do seu público e assim vender mais e melhor.

4. Seja multimídia

Que as imagens são essenciais nas redes sociais você já sabe. Então, invista na qualidade delas e ganhe destaque em seus posts. Mas, vá além. Produza vídeos e animações para chamar mais a atenção do consumidor e ter maior interação.

5. Use hashtag

Muito mais que “modinha” ou “bonitinhas”, a hastag (#) é uma importante ferramenta para segmentar as mensagens por assunto e monitorar o alcance do post ou tema. Use hashtag tanto nos posts, quanto nos comentários e lembre-se de monitorar. Utilize essa ferramenta para interação, mas também como estratégia das próximas ações.

Essas são as principais dicas quando o assunto são as redes sociais como ferramentas de negócios, mas sempre é possível incluir outras ações e cuidados durante o planejamento. Para finalizar, André reforça que a base de tudo é o relacionamento. “Procure se relacionar bem com o consumidor, pois assim a compra e a fidelização serão consequências”, afirma o especialista.

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Celular torna-se o principal dispositivo de acesso à Internet, aponta Cetic.br

A pesquisa TIC Domicílios 2015 do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), realizada anualmente pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br) do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), mostra que em 2015 o telefone celular ultrapassou o computador como dispositivo mais utilizado para o acesso à Internet.

Entre os usuários da rede que correspondem a 58% da população com 10 anos ou mais, 89% acessam a Internet pelo telefone celular, enquanto 65% o fazem por meio de um computador de mesa, portátil ou tablet. Na edição anterior, eram 80% pelo computador e 76% pelo telefone celular.

Em 2015, 35% dos usuários de Internet acessaram a rede apenas pelo telefone celular, sendo que em 2014 essa proporção era de 19%. O uso exclusivo pelo telefone celular ocorre especialmente entre os usuários de classes sociais menos favorecidas e aqueles da área rural. Um exemplo disso é que, entre os indivíduos de classes DE, 28% utilizam Internet, e a maioria deles (65%) usa a rede apenas pelo telefone celular. O mesmo acontece com as áreas rurais: 34% da população dessas áreas é usuária de Internet, e a maioria dessas pessoas (56%) utiliza apenas pelo celular.

Esta realidade coloca desafios importantes para o desenvolvimento de habilidades digitais requeridas para a nova economia digital. Entre os usuários de Internet que acessam apenas por telefone celular, a proporção dos que realizam atividades online, relativas ao trabalho ou a governo eletrônico, por exemplo, é menor do que aqueles usuários que acessam a rede também por computadores.

“As atividades de maior valor agregado são justamente as mais requeridas pela nova economia digital. No entanto, elas pressupõem habilidades digitais mais complexas, que vão além do uso instrumental das aplicações corriqueiras como as de rede social ou de envio de mensagens, demandando uma maior apropriação das novas tecnologias e aplicações. Neste sentido, o computador desempenha um papel fundamental para apropriação efetiva das tecnologias digitais pelos cidadãos — o que fica mais difícil para aqueles que somente acessam a rede pelo celular. É a partir da combinação do uso de diversos dispositivos, cada um com suas peculiaridades, e de aplicativos de maior complexidade que se possibilita o desenvolvimento de habilidades digitais mais sofisticadas”, reforça Alexandre Barbosa, gerente do Cetic.br.

Acesso ao computador e Internet nos domicílios

Ainda de acordo com a nova edição da pesquisa TIC Domicílios 2015, a proporção de domicílios com acesso ao computador (50%) e a de domicílios com acesso à Internet (51%) permaneceram estáveis em relação a 2014. Nos domicílios da classe A, o acesso à Internet encontra-se praticamente universalizado.

Os padrões de desigualdade socioeconômica e regional destacados pela série histórica da TIC Domicílios continuam visíveis na 11ª edição da pesquisa: na classe DE apenas 16% dos domicílios estão conectados à Internet, e na área rural esta proporção é de 22%, permanecendo muito abaixo dos 56% dos domicílios de áreas urbanas. Aproximadamente 30 milhões de domicílios das classes C e DE estão desconectados, o que representa quase a metade do total de domicílios brasileiros. “A Região Sudeste tem tanto a maior proporção de domicílios conectados quanto a maior quantidade em números absolutos de domicílios desconectados, o que corrobora que, mesmo nos grandes centros urbanos, questões de infraestrutura e socioeconômicas influenciam fortemente a possibilidade de acesso. A pesquisa também aponta a presença do tablet como computador exclusivo nos domicílios de baixa renda, sugerindo que este dispositivo seria a alternativa mais barata”, explica Barbosa.

Importância cada vez maior do acesso sem fio via redes Wi-Fi

Entre os domicílios com acesso à Internet 79% tinham Wi-Fi em 2015, um crescimento de 13 pontos percentuais. Esse dado é reforçado pela presença de dispositivos portáteis como notebooks, tablets e celulares, especialmente entre os domicílios de classes sociais mais altas onde a convivência de múltiplos dispositivos é maior.

Além disso, 56% dos usuários afirmam ter utilizado a Internet na casa de outra pessoa (amigo, vizinho ou familiar), fazendo deste local de acesso o segundo mais popular, especialmente entre os usuários de Internet pelo celular. No que diz respeito ao tipo de conexão utilizada pelos usuários de Internet no celular, o acesso via Wi-Fi (87%) ultrapassou o acesso via redes 3G e 4G (72%).

Cresce a proporção de usuários de serviços de Governo Eletrônico

Para a população de usuários de Internet com 16 anos ou mais, a pesquisa TIC Domicílios investiga também o uso de serviços de governo eletrônico em sete áreas, como saúde, educação, impostos e obtenção de documentos etc. Em 2015, a proporção desses indivíduos que procurou informações ou realizou serviços em ao menos uma dessas áreas foi de 59%, o que representa aumento de 9 pontos percentuais em relação ao ano anterior.

O uso desses serviços apresenta diferenças entre os usuários de Internet conforme as suas características socioeconômicas. Os usuários que mais buscaram informações ou utilizaram serviços de governo pela Internet são aqueles com alta escolaridade (81% dos que tem Ensino Superior e 61% dos com Ensino Médio) e renda (86% dos usuários com renda maior que 10 salários mínimos e 77% dos usuários com salário entre 5 e 10 salários mínimos).

Em sua 11ª edição, a pesquisa TIC Domicílios 2015 realizou entrevistas em mais de 23 mil domicílios em todo o território nacional, entre novembro de 2015 e junho de 2016, com o objetivo de medir o uso das tecnologias de informação e comunicação, o acesso individual a computadores e à Internet, atividades desenvolvidas na rede, local de acesso, frequência de uso, comércio eletrônico e governo eletrônico, entre outros indicadores.

Para acessar a pesquisa na íntegra, assim como rever a série histórica, visite http://cetic.br/pesquisa/domicilios/. Compare a evolução dos indicadores a partir da visualização de dados disponível em: http://data.cetic.br/cetic/explore?idPesquisa=TIC_DOM.

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Bayer e Monsanto criarão líder global na agricultura

A Bayer e a Monsanto anunciaram hoje que assinaram um contrato de fusão definitiva sob o qual a Bayer vai adquirir a Monsanto por US$ 128 por ação em uma operação à vista. O Conselho de Administração da Monsanto, o Conselho de Administração da Bayer e o Conselho Fiscal da Bayer aprovaram o contrato por unanimidade. Com base no preço de fechamento das ações da Monsanto em 9 de maio de 2016, dia anterior à primeira proposta feita por escrito pela Bayer à Monsanto, a oferta representa um prêmio de 44% sobre tal preço.

“Temos o prazer de anunciar a combinação de nossas duas grandes organizações. Isso representa um grande passo para nosso negócio Crop Science e reforça a posição de liderança global da Bayer como empresa de Ciências da Vida, impulsionada pela inovação e que ocupa posições de liderança em seus principais segmentos, entregando valor substancial aos acionistas, clientes, funcionários e à sociedade em geral”, disse Werner Baumann, CEO da Bayer AG.

“O anúncio de hoje é prova de tudo que conseguimos realizar e do valor que criamos para os nossos stakeholders na Monsanto. Acreditamos que a fusão com a Bayer traz muito valor aos nossos acionistas, principalmente por conta da contraprestação à vista”, disse Hugh Grant, presidente e CEO da Monsanto.

Soluções melhoradas para produtores

A operação une duas empresas diferentes, mas altamente complementares. Os negócios combinados se beneficiarão da liderança da Monsanto em Sementes & Traits e de sua plataforma The Climate Corporation, bem como da ampla linha de produtos de Proteção de Cultivos da Bayer em uma abrangente gama de indicações e culturas em todas as principais regiões. Como resultado, os produtores serão beneficiados por um amplo conjunto de soluções que atenderão às suas necessidades atuais e futuras, dentre as quais soluções avançadas em sementes e traits, em agricultura digital e em proteção de cultivos.

A combinação também reúne as capacidades líderes em inovação e as plataformas de tecnologias de P&D das duas empresas, com um orçamento anual proforma de aproximadamente EUR 2,5 bilhões em P&D. Em médio e longo prazo, a empresa combinada poderá acelerar a inovação e levar aos clientes soluções melhoradas e um conjunto de produtos otimizado baseado em insights agronômicos analíticos e apoiado por aplicações no campo da Agricultura Digital. Isso deve resultar em benefícios significativos e duradouros para os agricultores: de melhor abastecimento e mais comodidade a rendimentos mais altos, mais proteção para o meio ambiente e mais sustentabilidade.

“O setor agrícola está no centro de um dos maiores desafios dos nossos tempos, que é alimentar, de forma ambientalmente sustentável, três bilhões de pessoas a mais no planeta em 2050. Ambas as empresas acreditam que esse desafio requer uma nova abordagem que integre, de forma mais sistemática, o conhecimento em Sementes, Traits e Proteção de Cultivos, incluindo Biológicos, com um profundo compromisso com a inovação e práticas de agricultura sustentável”, disse Liam Condon, membro do Conselho de Administração da Bayer AG e Head da Divisão Crop Science.

“Estamos entrando em uma nova era na agricultura, uma em que existem grandes desafios que exigem soluções sustentáveis e tecnologias novas para permitir que os agricultores produzam mais com menos. Esta combinação com a Bayer entregará exatamente isso – um motor de inovação que une o portfólio de proteção de cultivos da Bayer às nossas sementes e traits de classe mundial e ferramentas agrícolas digitais para ajudar os produtores a superarem os obstáculos do amanhã. Juntas, a Monsanto e a Bayer darão continuidade às nossas tradições e aos respectivos históricos de inovação no setor agrícola, oferecendo um conjunto mais completo e mais amplo de soluções para os produtores”, disse Grant.

Criação de valor

O faturamento proforma dos negócios agrícolas combinados foi EUR 23 bilhões no ano civil de 2015. A nova empresa estará bem posicionada para participar do setor agrícola com grande potencial de crescimento em longo prazo. Além do atraente potencial de criação de valor trazido pela fusão, a Bayer acredita que a operação trará aos seus acionistas um acréscimo de LPA (lucro por ação) básico no primeiro ano completo após o fechamento e um percentual de dois dígitos de acréscimo no terceiro ano completo. A Bayer confirmou os pressupostos das sinergias de faturamento e custos por meio de um procedimento de due diligence e acredita que haverá contribuições totais anuais ao EBITDA de cerca de US$ 1,5 bilhão após três anos, além de outras sinergias advindas de soluções integradas em anos futuros.

Condições de financiamento e fechamento

A Bayer pretende financiar a operação por meio de uma combinação de dívida e capital. O componente de capital de cerca de US$ 19 bilhões deve ser captado por meio de uma emissão de obrigações conversíveis em ações e através de uma emissão de direitos com direito de subscrição. Um empréstimo-ponte no valor de US$ 57 bilhões está empenhado pela BofA Merrill Lynch, Credit Suisse, Goldman Sachs, HSBC e pela JP Morgan.

A Bayer tem um histórico comprovado de desalavancagem disciplinada após grandes aquisições, e acredita que os fortes fluxos de caixa da empresa combinados ajudarão a melhorar seu perfil financeiro. A Bayer tem como meta uma classificação de grau de investimento após o fechamento, e seu compromisso é com uma classificação de categoria “A” em longo prazo.

A aquisição está sujeita às condições habituais de fechamento, incluindo a aprovação dos acionistas da Monsanto em relação ao acordo de fusão e o recebimento das aprovações regulatórias necessárias. O fechamento deve ocorrer até o final de 2017. As empresas trabalharão de forma intensa com os reguladores visando garantir um fechamento bem-sucedido. Além disso, a Bayer está comprometida com uma taxa de ruptura reversa antitruste no valor de US$ 2 bilhões, reafirmando sua confiança de que ela obterá as aprovações regulamentares necessárias.

Sede e funcionários

A empresa agrícola combinada terá a sede global de Sementes & Traits e comercial em St. Louis, Missouri, Estados Unidos, enquanto sua sede global de Crop Protection e de Crop Science ficará em Monheim, Alemanha. Além disso, ela terá importante presença em Durham, Carolina do Norte, bem como em muitas outras localidades em todos os EUA e ao redor do mundo. As atividades de Agricultura Digital da nova empresa serão sediadas em São Francisco, Califórnia.

“Esta combinação representa uma grande oportunidade para os funcionários, que estarão na vanguarda da inovação em nosso setor. Essa operação também aumenta o forte compromisso da Bayer com os EUA, tirando proveito de nossa história de 150 anos com operações em 25 estados e empregando mais de 12 mil pessoas no país. Estou convencido de que a Monsanto florescerá como parte de uma das empresas mais respeitadas e confiáveis do mundo”, disse Baumann.

A Bayer tem uma vasta e bem-sucedida experiência em integrar aquisições a partir de uma perspectiva comercial, geográfica e cultural, e permanece comprometida com sua forte cultura de inovação, sustentabilidade e responsabilidade social.

Assessores da operação

O BofA Merrill Lynch e o Credit Suisse estão atuando como os principais consultores financeiros e bancos estruturantes para a Bayer, além de fornecerem o financiamento comprometido para a operação; a Rothschild foi contratada para atuar como consultor financeiro adicional para a Bayer. Os assessores jurídicos da Bayer são a Sullivan & Cromwell LLP (F&A) e a Allen & Overy LLP (Financiamento).

A Morgan Stanley & Co. e a Ducera Partners estão atuando como consultores financeiros e a Wachtell, Lipton, Rosen & Katz como assessores jurídicos para a Monsanto.

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Dataprev promove maratona de programação com foco em aplicações mobile para cidadão

A Dataprev realiza desde terça-feira (13) seu primeiro Hackathon, uma maratona de programação com duração de 43 horas e a participação de 20 analistas de TI da empresa. O objetivo é criar aplicações mobile — para uso em smartphones, tablets e outros dispositivos móveis — que atendam às necessidades da empresa e de seus clientes no apoio a políticas públicas e sociais.

Cinco equipes estão imersas desde a tarde de ontem numa casa no bairro de Botafogo, no Rio de Janeiro, trabalhando na criação das aplicações finalistas do Hackathon. A solução vencedora, que será anunciada ao fim desta quinta-feira (15), será produzida pela Dataprev e oferecida como mais um produto para seus clientes governamentais.

Os empregados e o público poderão acompanhar o Hackathon por meio de transmissões de vídeo ao vivo, que serão feitas pela página da Dataprev na rede social Facebook, no endereço www.facebook.com/dataprevtecnologia. Haverá transmissões na tarde desta quarta-feira (14) e também durante a cerimônia de encerramento, que acontecerá amanhã, a partir das 17h.

Os participantes das cinco equipes trabalharam por toda a madrugada para elaborar os aplicativos propostos. Todos os projetos compreendem aplicações móveis para serem utilizadas pelo cidadão:

• Atendimento Cognitivo na Dataprev, de Luciano da Silva Figueiredo, do Departamento de Gestão do Planejamento e Suporte do Atendimento – Um aplicativo multiuso que utiliza o reconhecimento de voz, para ser usado no atendimento de serviços públicos em geral.

• e-CTPS – Carteira de Trabalho e Previdência Social Digital, de Wallace Roque de Figueiredo, da Divisão de Arquitetura de Software (RJ) – Permitirá ao trabalhador a consulta de informações sobre todo o seu histórico trabalhista e outras informações do Ministério do Trabalho.

• Emprego Aqui, de Carlos David Ribeiro Pasco, da Divisão de Arquitetura de Software (RJ) – Permite a busca por vagas de emprego de acordo com a região (usando a localização do usuário através do GPS do celular) e acesso a várias outras informações sobre o mercado de trabalho, como, por exemplo, a remuneração média regional de determinada ocupação.

• Expectativa de Direito aos Benefícios Previdenciários, de Fabricio Gustavo de Paiva Vicente, da Unidade de Desenvolvimento de Software Paraíba – Aplicativo de consulta aos serviços da Previdência, no formato de uma conta-corrente atualizada em tempo real, incluindo ainda consulta ao direito de aposentadoria.

• Perícia Fácil, de José Felipe Ribeiro Araújo, da Unidade de Desenvolvimento de Software Ceará – Aplicativo para orientar o segurado do INSS sobre elegibilidade e como proceder para obter a perícia médica, além de permitir o agendamento de consulta e a visualização de todo o histórico do processo pericial.

Uma Comissão Julgadora multidisciplinar escolherá o vencedor com base em cinco critérios: Ideia inédita; Inovação; Relevância da solução; Viabilidade comercial; e Público-alvo. A comissão é composta por cinco jurados, sendo apenas um da Dataprev:

• Secretário de Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Marcelo Daniel Pagotti.

• Vice-Presidente do Gartner Research, Luis Claudio Mangi.

• Senior Manager da Accenture Digital, Vinicius Fontes.

• Nazareth Lopes Bretas, Doutoranda em Ciência Política pela UFRGS e servidora pública com atuação na Dataprev, no Ministério do Planejamento e na Prodabel.

• Superintendente de Desenvolvimento de Software na Dataprev, Diogo Costa Martins Pizaneschi.

Sobre o Hackaton – O Hackathon é uma maratona de programação que reúne programadores, analistas de sistemas e outros profissionais de TI para desenvolver, num trabalho intensivo em curto espaço de tempo, uma ideia ou projeto de software inovador e que tenha viabilidade e utilidade comprovadas. O termo Hackathon resulta da combinação das palavras em inglês “hack” (que significa programar de forma excepcional) e “marathon” (maratona).

Todos os empregados da Dataprev foram convidados a concorrer e o resultado foi expressivo: 35 projetos apresentados, oriundos de técnicos de vários estados, especialmente das cidades aonde a empresa mantém Unidades de Desenvolvimento de Software (Rio de Janeiro/RJ, Florianópolis/SC, João Pessoa/PB, Natal/RN e Fortaleza/CE).

Em seguida, foram feitas apresentações de cada projeto para que todos empregados da Dataprev pudessem escolher, por votação, os 20 melhores. Na etapa seguinte, uma comissão de técnicos da empresa selecionou os cinco finalistas. Cada autor de projeto formou então uma equipe de quatro programadores para desenvolver sua ideia no prazo de apenas 43 horas ininterruptas. Toda a produção necessária foi providenciada para apoiar as equipes nesse período: alimentação, áreas de descanso, laptops etc. O desenvolvimento dos projetos começou às 17h da terça-feira e terminará ao meio dia de desta quinta-feira (15).

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Twitter transmite jogos da NFL ao vivo

A partir desta quinta-feira (15), às 21h25, o Twitter inicia a transmissão ao vivo e gratuita de 10 partidas da NFL (Liga Nacional de Futebol Americano) com o jogo entre New York Jets (@nyjets) e Buffalo Bills (@buffalobills). Os internautas poderão assistir aos jogos no Twitter pelo perfil oficial da NFL (@NFL) e por meio do link TNF.Twitter.com no computador. As partidas estarão disponíveis para usuários e não usuários da plataforma. O Moments, ferramenta de curadoria do Twitter, também fará a cobertura dos jogos e incluirá um aviso de quando a transmissão estará ao vivo.

Além disso, será possível acompanhar a NFL e outros conteúdos de streaming ao vivo no Twitter, como os gerados pela @NBA, @Bloomberg e @Cheddar, por meio de um novo aplicativo do Twitter voltado aos aparelhos conectados da Apple TV (disponível globalmente), Microsoft Xbox One (disponível na Austrália, Brasil, Canadá, Estados Unidos, México e Reino Unido) e Amazon Fire TV (acessível apenas nos Estados Unidos e Reino Unido). O aplicativo permitirá que qualquer pessoa com esses dispositivos consiga acessar o conteúdo do Twitter, incluindo vídeos do Vine e Periscope e as transmissões ao vivo, sem precisar de uma conta no Twitter ou serviço de TV por assinatura. Para acessar o conteúdo, basta visitar a respectiva loja de aplicativos de cada plataforma.

“Esses dispositivos trarão a experiência de transmissão de vídeos em tempo real no Twitter para a tela da TV”, diz Anthony Noto, CFO do Twitter. “O Twitter tem sido um ótimo complemento para TV, e agora os fãs poderão desfrutar, direto de suas TVs, de mais vídeos premium a partir de conteúdos gerados ao vivo no Twitter. Estamos animados em proporcionar essa nova experiência, que não requer um acesso pago ou login no Twitter.”

Será possível, ainda, optar por receber notificações no celular sempre que alguma das contas seguidas iniciar uma transmissão ao vivo. Para isso, basta o usuário acessar pelo Twitter a conta que deseja acompanhar, como a da NFL (@NFL) por exemplo, selecionar o botão que tem a forma de um sino e ativar a opção para receber notificações. Depois disso, sempre que uma transmissão ao vivo for iniciada, o seguidor receberá uma notificação.

Emojis

Além de assistir às transmissões de jogos aos vivo e acessar o conteúdo do Moments, os fãs também poderão incluir emojis das 32 equipes da Liga Nacional de Futebol Americano em seus Tweets, usando a hashtag correspondente. As hashtags dos times e seus respectivos emojis podem ser encontrados neste link.

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A inovação deve começar com o consumidor – Por Simone de Camargo

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A indústria de tecnologia está sempre em busca da próxima ideia que vai transformar o mercado, que vai atrair mais consumidores. Por isso inovação é a palavra-chave no nosso meio. Sempre há uma oportunidade para a inovação, e precisamos apenas estar atentos como os nossos consumidores se comportam. Quantas vezes não vimos um produto usado para um fim diferente daquele que foi criado ou um uso adaptado em que ele atende ainda melhor às necessidades do consumidor?

O brasileiro tem uma palavra própria que pode traduzir uma oportunidade de inovação: a gambiarra.

Nos últimos anos, as impressoras ganharam uma série de novas funcionalidades que vão desde conexão Wireless até telas sensíveis ao toque. Mas a constante troca de cartuchos de tinta e o alto custo de impressão sempre foram os pontos críticos. O mercado, em especial o brasileiro, sempre tão criativo, buscou técnicas diferenciadas e econômicas para imprimir.

Para evitar a troca constante de cartuchos e baratear os custos, muitos consumidores passaram a adaptar tanques de tinta externos as impressoras. A gambiarra, neste caso chamada de bulk ink, passou a ganhar bastante mercado. Vimos multiplicar o número de prestadores de serviços adaptando equipamentos, fornecedores de tintas; um mercado alternativo ao cartucho.

Em pouco tempo, as impressoras da Epson eram as mais utilizadas no bulk ink, pois tanto os técnicos quanto os usuários perceberam que eram mais duráveis, devido à cabeça de impressão permanente, com a exclusiva tecnologia MicroPiezo. Mas a qualidade controversa das tintas danificava os produtos, que perdiam as garantias de assistência técnica devido à gambiarra.

Foi observando esse comportamento e mercado potencial que a Epson começou a desenvolver sua própria solução com tanque de tinta, a família Ecotank. A demanda do consumidor era clara: equipamento mais produtivo, insumo mais barato, e mais autonomia. Mas a Epson foi além: reduziu o custo por impressão aos mínimos centavos, mesmo utilizando tinta original de qualidade, especial para a alta tecnologia de suas cabeças de impressão, e estendeu a economia também ao nível do consumo de energia.

A gambiarra deu o insight, mas Ecotank nada tem de improviso. Todo o sistema atende às demandas do consumidor, porém com tecnologia confiável e garantia da indústria. Desde 2013, a Epson produz no Brasil uma solução cujo custo-benefício conquistou o consumidor que antes buscava adaptações precárias, sem qualidade de cor e vazamentos, que danificavam as cabeças de impressão.

É claro que Ecotank acabou caindo no gosto do consumidor e virou caso de sucesso. Hoje, alcançamos a marca de 1 milhão de impressoras da família fabricadas no Brasil.

A linha EcoTank permite que o usuário imprima milhares de páginas com o mesmo kit de tintas. A vantagem salta aos olhos. Uma garrafa de tinta substitui mais de 30 cartuchos. O kit de 4 garrafas imprime até 7500 páginas coloridas, o que equivale a 15 resmas de papel. A troca de insumo é totalmente autônoma, o consumidor compra sua garrafa e troca a tinta em casa.

Sensível à gambiarra, a Epson reinventou o mercado de tinta no Brasil. E esse caso tem a ver com os mais de 30 anos que trabalhamos para imprimir uma história bem-sucedida no país. E porque Ecotank retribui com mais economia e produtividade ao consumidor, a Epson vai celebrar a marca de 1 milhão de impressoras brasileiras com a campanha “Impressora Dourada”.

A inovação não necessita ser disruptiva! Quando ela nasce de uma necessidade prática na nossa vida, então o benefício gerado é uma garantia de sucesso.

Simone de Camargo, Diretora de Marketing da Epson do Brasil

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Parceria entre ICI e P&D Brasil fortalece relacionamento

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O Instituto das Cidades Inteligentes (ICI) se associou à P&D
Brasil – Associação de Empresas do Setor
Eletroeletrônico de Base Tecnológica Nacional. O objetivo
é contribuir com o fomento de políticas públicas
para o desenvolvimento tecnológico e a integração
da indústria nacional de tecnologias da
informação e comunicação (TIC),
fortalecendo o relacionamento cooperativo das empresas nacionais.

Para o assessor de Mercado do ICI, Amilto Francisquevis, “a P&D
Brasil tem aderência aos conceitos do Instituto, pois objetiva
alavancar o desenvolvimento tecnológico da indústria,
com alto valor agregado, nos mercados internos e externos”.

A diretora executiva da P&D Brasil, Rosilda Prates, comenta que as 42
indústrias que fazem parte da associação é
composto por produtos e serviços que se complementam.
“Essas soluções se aplicam também para
atendimento às demandas dos municípios brasileiros,
principalmente ao encontro dos projetos de Cidades
Inteligentes”, destaca. “O ingresso do ICI como associado
à P&D Brasil abre oportunidade de expansão de
negócios no mercado para as outras associadas e para o
próprio Instituto”, finaliza a diretora.

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Plusoft vence em quatro categorias do Prêmio CONAREC 2016

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A Plusoft, empresa brasileira pioneira e líder no desenvolvimento de soluções multicanais para o relacionamento com clientes, foi eleita a melhor fornecedora de Tecnologia em quatro categorias do Prêmio CONAREC 2016: Software de Atendimento, Solução CRM, Solução de Atendimento Web e Melhor Parceira de Negócios. A premiação ocorreu na cerimônia de abertura do Congresso Nacional das Relações Empresa-Cliente realizada no Hotel Transamérica, em São Paulo.

A premiação é baseada na avaliação de usuários, empresas e profissionais que atuam no setor de Relacionamento com o Cliente, incluindo companhias de contact center e fornecedores de tecnologia, o que garante um completo panorama do segmento. “Estamos muito satisfeitos com esse reconhecimento. A conquista, em grande parte, é resultado dos quase trinta anos em que atuamos na área, sempre apostando em inovação. Esses prêmios mostram que estamos seguindo na direção certa, de acordo com o que o mercado precisa”, comenta Guilherme Porto, CEO da Plusoft.

Esse é o terceiro ano consecutivo em que a Plusoft é premiada pelo CONAREC. Em 2014, a empresa foi reconhecida nas categorias Software de Atendimento e Solução CRM. Já em 2015, venceu em Solução CRM novamente e em Solução de Atendimento Web. Ao todo, a organização já acumula mais de 50 prêmios do setor pela qualidade de suas soluções de CRM Multicanal, sucesso em grande parte atribuído à sua capacidade de inovar e ao trabalho em parceria com os clientes. Os produtos da Plusoft asseguram a otimização de processos nas áreas de atendimento, vendas e marketing, acelerando a resolução de demandas de usuários, reduzindo custos operacionais e melhorando a percepção de consumidores com relação à marca.

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Migrar do produto à solução apenas não basta! – Por Eduardo Borba

Consultores de negócios identificaram, há mais de uma década, que a oferta de soluções completas, nas quais múltiplos componentes, entre eles equipamentos e serviços intangíveis, pode ser o melhor caminho para ampliar a rentabilidade da venda e a fidelização de clientes.

Obviamente há um preço a pagar quando se pratica o “solution selling”. O desafio claramente reside em superar a complexidade em somar os componentes – produtos e serviços próprios e eventualmente de terceiros – e orquestrar sua precificação, atentando para ganhos de sinergia em custos e em benefícios ao comprador.

Neste ponto, muitas empresas decidem pelo caminho mais curto e, ao invés de investirem em marketing e capacitação de sua força de vendas, optam pela venda de produtos. Essa escolha pode simplificar sobremaneira todo o processo, requer menos investimento e acelera o go to market. Mas, esse método, de fato, traz maiores benefícios para sua empresa? Analisemos a consequência mais provável: ao focar em produtos, sua empresa será reconhecida como provedora do produto A ou B. O diferencial de escolha do comprador será orientado a preços. Seus concorrentes se empenharão em ofertar produtos similares com preços mais baixos. Você se concentrará em otimizar seu processo de fabricação para diminuir o custo unitário e ganhar com vendas em maior escala. Seus concorrentes fazem o mesmo. E todos estarão fadados à espiral decrescente de rentabilidade do um mercado regido por commodities.

O caminho das empresas que optam pela venda de soluções é mais trabalhoso e requer maior investimento inicial, porém propicia posicionamento diferenciado e focado na agregação de valor, distanciando sua oferta dos demais concorrentes e da guerra de preços. Parece uma alternativa mais inteligente ao gestor de negócios que busca maiores margens de contribuição e longevidade de seus negócios.

Aí vem a pergunta mais importante: para obter sucesso no mercado atual, basta então escolher o modelo de venda de solução? Obviamente a resposta é não! O mercado se adapta de acordo com as inovações tecnológicas, novas tendências e demandas dos negócios. Acompanhar esse dinamismo é fundamental para se manter competitivo. O que é relevante hoje pode se tornar obsoleto amanhã (alguém se lembra do VCR ou Fax?). A seguir menciono alguns fatores a considerar ao revisar seu modelo de negócios.

Acesso X aquisição

Em um passado recente, nossa sociedade era regida pelo ter. As pessoas mais bem-sucedidas, por exemplo, possuíam as melhores residências, os melhores veículos, casas de praia e de campo – mesmo que fosse apenas pelo status de possuir. Atualmente o foco maior está no acesso ao benefício que o bem ou produto oferece. Por exemplo: não é necessário comprar um carro, você pode alugá-lo e usufruir do benefício sem possuí-lo de fato. As pessoas e empresas podem adquirir uma infinidade de benefícios através de ofertas as-a-service, sem precisar de fato adquirir o bem. Essa é uma tendência em franca expansão e que deve tornar, cada vez mais. os benefícios acessíveis.

Economia compartilhada

Cada vez mais as pessoas e empresas compartilham alguma infraestrutura para evitar as perdas com tempo obsoleto. Essa é uma novidade que ganhou a atenção das pessoas muito rapidamente e complementa a tendência anterior – acesso ao benefício sem ter que adquirir. Como exemplos, podemos citar o Uber e o Airbnb, modelos de negócio nos quais o proprietário pode monetizar o uso de seu patrimônio durante o tempo no qual não o está utilizando para fins próprios.

Experiência do usuário

Fidelização por marcas ou fabricantes é um tema cada vez mais decadente. O mais importante para o consumidor é a experiência que ele terá durante seu relacionamento com o vendedor e com o uso dos produtos e soluções ofertados. Portanto, oferecer a melhor experiência ao cliente deve figurar como uma das principais prioridades de sua empresa. Aqui, o conhecimento das necessidades e desejos do cliente tem influência fundamental na experiência do usuário.

Empoderamento do cliente

Foi-se o tempo em que consumidores insatisfeitos com um produto ou serviço adquirido permaneciam calados, sem a possibilidade de fazer algo a respeito. Com o surgimento dos mais variados canais de expressão, além dos órgãos de defesa do consumidor, os clientes passaram a ter o poder de reverter uma situação de insatisfação e, mais, podem também disseminar entres outros compradores uma imagem negativa ou positiva sobre sua experiência de compra.

As redes sociais, por exemplo, permitem que um usuário descontente com sua compra compartilhe, em poucos segundos e com quase nenhum esforço, sua experiência ruim com milhares de pessoas. Sites como o Reclame Aqui se tornaram referência de fontes de informação a respeito de empresas das quais não se devem comprar. O cenário atual de mercado dá, literalmente, poder ao consumidor.

O fenômeno é conhecido como empowerment, termo em inglês que significa o “empoderamento” dos clientes, agora com mais voz e poder de barganha perante o mercado. As organizações, muitas vezes habituadas a terem o controle total de suas ações, têm dificuldade em lidar com essa transferência de poder para quem compra.

Especialização

O sucesso do cliente deve ser seu foco principal. Para isso, é necessário conhecer melhor os desafios, fatores críticos de sucesso e acima de tudo poder posicionar sua contribuição para que seu cliente obtenha os melhores resultados. O aprofundamento em determinados segmentos de mercado e tipos de indústria pode ser o melhor caminho para a especialização. Se você não se tornar um especialista nos desafios de seu cliente, dificilmente conseguira conectar os benefícios que sua oferta pode trazer para o comprador.

Adaptação

Como na teoria de Darwin, quem vence não é o mais forte ou o mais rápido, mas sim aquele que melhor se adapta à nova realidade. O mundo dos negócios está em plena transformação. Digitalização, inteligência artificial, IoT, mobilidade, omnichannel, entre outras tendências, que não são estáticas. A cada dia novas ofertas surgem com base nas novas megatendências.

A conclusão é que o modelo de venda de soluções é aquele que proporciona o melhor retorno de capital investido ao acionista e do empreendedor. As megatendências são importantes direcionadores de posicionamento de ofertas e devem sempre ser dominadas para que sua oferta esteja bem alinhada com as iniciativas globais. Acima de tudo, o toque final de diferenciação vem com a especialização e foco no sucesso de seus clientes, que dá o contexto da solução.

Eduardo Borba, presidente da Sonda IT, maior integradora latino-americana de Tecnologia da Informação

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