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Oxigênio Aceleradora dá início ao 5º ciclo de aceleração

A Oxigênio Aceleradora deu início ao 5º Ciclo de Aceleração essa semana. Seis startups, entre as mais de mil inscritas, foram selecionadas para participar desse programa.

Como nos quatro primeiros ciclos, cada startup escolhida receberá um investimento direto de US$50 mil para o desenvolvimento de seu negócio, além de U$100 mil em investimentos indiretos, em forma de benefícios e recursos para os empreendedores. Durante a fase inicial, os empreendedores passam por sessões de mentoria, palestras e workshops com executivos da Porto Seguro, além de outros profissionais renomados do mercado.

A fase seguinte pode levar as startups à sede da Plug and Play Tech Center, aceleradora localizada no Vale do Silício nos Estados Unidos.

Desde o início das operações, em 2015, a Oxigênio já recebeu mais de 5 mil inscrições para seus programas de aceleração. Das 24 aceleradas do 1º ao 4º ciclo, 54 projetos já foram trabalhados entre as empresas e a Porto Seguro.

Conheça abaixo as startups participantes do 5º ciclo de aceleração:

Byke Station (http://www.bykestation.com.br) – Estações 24 horas de auto-serviço para ciclistas, com ferramentas, equipamentos para manutenção e vending machines para compra de suprimentos como câmaras de ar, isotônicos e suplementos.

Cliente Agente (http://www.clienteagente.com.br/) – Plataforma de recomendação de clientes para corretores de seguros, que premia os clientes pelas indicações, gerando receita e aumentando a fidelização para os corretores.

Gamific (http://gamific.com.br/) – Solução de gamificação para gestão e incentivo de equipes comerciais, gerando maior engajamento e maiores resultados em vendas.

Qual Farmácia (www.qualfarmacia.com.br/) – Marketplace que permite às farmácias impulsionarem suas vendas no meio digital e, ao consumidor encontrar e comprar produtos com comodidade e economia.

Retina (retinatec.com.br/) – Sistema inteligente de monitoramento, reconhecimento e recuperação de veículos roubados, mesmo sem rastreador, utilizando visão computacional.

uCondo (http://ucondo.com.br/) – Solução que permite comunicar, gerenciar e organizar as atividades diárias do condomínio com segurança, apoiando moradores, síndicos, porteiros e administradores.

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Livro destaca características de liderança feminina

No próximo dia 08 de março, a Livraria Cultura, em São Paulo, será palco do lançamento do livro “Mulher Alfa”, publicado pela Editora Letramento. Escrito por Cristiana Xavier de Brito, executiva de relações institucionais e sustentabilidade, o livro apresenta, sob a ótica da autora, as experiências de dez mulheres que, ao longo de suas vidas, não se importaram com muitas ideias preconcebidas e se tornaram líderes em suas áreas de atuação.

Com mais de 30 anos de experiência profissional, com passagens por cargos de direção em grandes empresas multinacionais, Cristiana lembra a experiência vivida durante a formação de uma rede de mulheres na empresa em que trabalha despertou nela a necessidade de compartilhá-la com outros públicos. “Com essa iniciativa eu percebi o quanto os exemplos de liderança podem ajudar às outras mulheres, em especial as que estão começando a carreira. Por isso, achei que era o momento de compartilhar o conhecimento que adquiri na minha trajetória como líder e na construção desta rede”, conta.

O livro começa com uma reflexão sobre a evolução do protagonismo feminino, avaliando as conquistas feitas até aqui, e também o quanto ainda falta. “Um estudo feito pelo Instituto Ethos com as 500 maiores empresas brasileiras mostras que a presença feminina no quadro executivo e nos conselhos de administração é de apenas 13,6% e 11% respectivamente”, reforça, lembrando que são as mulheres alfa que estão mudando este quadro.

Para comprovar isso, mais do que sua própria experiência, Cristiana acreditou que era importante apresentar outras trajetórias que levassem ao mesmo destino: mostrar que as mulheres têm características de liderança diferentes dos homens, mas que são complementares e devem ser genuínas. “Estas experiências podem servir de inspiração para a adoção de novos modelos de gestão, que sejam mais holísticos e abrangentes, incluindo características femininas de liderança. É preciso encorajar as mulheres a assumirem posições de liderança e chamar a atenção dos homens para estes novos modelos”, afirma.

Quem é a Mulher Alfa

Cristiana explica que o que as mulheres entrevistadas por ela têm em comum pode se resumir a três palavras: coragem, resiliência e empatia. São mulheres que sonham e realizam seus sonhos, inspirando aos que estão em sua volta com seus propósitos de vida. Mas ela lembra que a Mulher Alfa vai além disso, e pode ser identificada por características como: assertividade, generosidade, dedicação, decisão, sociabilidade, confiança, ambição, coerência, empatia, afeto, vulnerabilidade, flexibilidade, curiosidade, respeito, coragem, confiabilidade, ética e criatividade.

Todas estas características podem ser encontradas, em maior ou menor grau, nas mulheres que Cristiana escolheu para compartilhar suas experiências:

Ana Couto, CEO da Ana Couto Branding;
Ana Fontes, da Rede Mulher Empreendedora;
Ana Michaelis, artista plástica;
Cristina Palmaka, presidente da SAP Brasil;
Gisela Pinheiro, vice-presidente da BASF para a América do Sul;
Mara Gabrilli, deputada federal;
Marcia Rocha, empresária, advogada e fundadora da Transempregos;
Patrícia Santos, fundadora da Empregueafro;
Teka Vendramini, produtora rural;
Valéria Scarance, promotora de Justiça.

“Elas foram escolhidas porque são mulheres comuns, mas com características de liderança muito claras. São pessoas que admiro por sua coragem, autenticidade, força e singularidade”, ressalta Cristiana. Além disso, são mulheres que, com ética e determinação, conquistaram seus espaços e continuam abrindo caminhos para outras pessoas. “São pessoas em que o sucesso vai muito além das suas próprias conquistas. Meu desejo é que estas mulheres sirvam de exemplo para futuras gerações que exigem e precisam de diversidade para transformar o mundo em um lugar melhor para todos”, defende.

Essa inspiração deve vir dos aprendizados trazidos pelo livro para a autora e que, ela espera, sejam absorvidos também pelos leitores. Isso vai desde entender as características comuns destas mulheres até se certificar de que ainda há muito a construir para que se tenha ambientes mais diversos e com oportunidades para todos.

“Ainda existe uma cegueira por parte da maioria das mulheres que não se enxergam como líderes, e também de muitos homens, que não as veem como líderes potenciais. Quero fazer deste livro uma lanterna que ilumine o caminho da coragem e do diálogo para a transformação de uma sociedade mais equilibrada e justa para todos”, defende.

Serviço

O livro “Mulheres Alfa – Liderança que Inspira”, editora Letramento, será lançado no próximo dia 08 de março, na Livraria Cultura, em São Paulo, a partir das 18h.

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Nova ferramenta de atendimento da Ticket Log traz mais agilidade para melhorar a experiência do cliente

A Ticket Log, marca de gestão de frotas e soluções de mobilidade da Edenred Brasil, está lançando, em parceria com a IBM, uma assistente virtual para o atendimento de oficinas e postos de combustíveis credenciados. Com intuito de trazer mais agilidade e aprimorar o atendimento pelo imediatismo e riqueza de detalhes nos contatos, a Edenred Virtual Assistant (EVA) agora é responsável pelas interações com a rede através do Chat Online do Rede Log, sistema dedicado para seus mais de 36 mil estabelecimentos comerciais parceiros em todo o País.

“Essa ferramenta, a EVA, vai expandir a digitalização de nossas interações com todos nossos públicos e melhorar significativamente a experiência do parceiro no relacionamento com a Ticket Log. Estamos investindo em soluções que aproximem e facilitem o acesso às informações”, explica Marcelo Mezzomo, diretor de TI da Ticket Log.

A Edenred Virtual Assistant é baseada na plataforma Watson, da IBM, que faz uma interpretação qualitativa do contato e uma consulta direta às bases de dados da Ticket Log para gerar as respostas, de forma automática e instantânea, minimizando, de modo significativo, a duração dos atendimentos. Dentro do sistema Rede Log, onde a ferramenta está hospedada, se o parceiro precisar do apoio da EVA com alguma informação consegue acioná-la via Chat Online. O retorno é imediato. Caso não consiga solucionar a questão, o atendimento é encaminhado diretamente para a equipe da Ticket Log.

O desenvolvimento do atendimento digitalizado será realizado em etapas. Inicialmente, a EVA está disponível para interações com a rede credenciada, e, aos poucos, será implantada nos demais sistemas, para atender outros públicos: gestores de frotas, usuários dos cartões Ticket Car, Ticket Fleet, Ticket Cargo e mercado como um todo.

A plataforma faz parte do papel da Ticket Log, de estar sempre à frente e de ser protagonista de iniciativas que visam a transformação inteligente, seja através de soluções em mobilidade, seja por inovações que tragam melhores experiências para seus públicos.

EVA

Há dois anos, a Edenred Virtual Assistant (EVA) foi implantada na Ticket, marca pioneira no setor de benefícios de refeição e alimentação também do grupo Edenred, para melhorar o atendimento e a experiência do usuário. O uso da inteligência artificial nas interações trouxe novas habilidades ao chat on-line e alcançou uma eficiência de 79% nas respostas: 32% das questões foram respondidas diretamente e 47% redirecionadas a páginas específicas. Além disso, a EVA registrou mais de 1,5 milhão de acessos e 1,8 milhão de questões respondidas.

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A prática de DevSecOps é tida como crítica por 89% dos líderes de TI no Brasil, aponta pesquisa

A CA Technologies apresentou os resultados da segunda fase de uma pesquisa global com mais de 1,2 mil líderes de TI sobre desenvolvimento de software seguro. Conduzido pela empresa de análise Freeform Dynamics, o novo relatório destaca a influência da cultura de uma organização em sua capacidade de incorporar práticas de segurança às iniciativas de desenvolvimento de software, uma prática e abordagem mais conhecida como DevSecOps.

Entre os resultados da pesquisa, destaca-que 86% dos gestores brasileiros já entendem a importância de não comprometer a qualidade ou a segurança para que o produto chegue logo ao mercado e afirmam que suas companhias já possuem processos consolidados para testar vulnerabilidades de segurança em seus aplicativos. Ainda assim, é necessário um esforço a respeito das novas metodologias e técnicas de desenvolvimento e gestão para garantir a qualidade do software. “Precisamos focar no desenvolvimento da cultura e políticas de proteção aos dados, porque sempre haverá novas ameaças e formas de ataque”, afirma Denyson Machado, VP de Cibersegurança e Gerenciamento de API na CA Technologies para a América Latina.

A importância de integração de práticas de segurança nos estágios iniciais da produção, DevSecOps, é considerada crítica para 89% dos entrevistados. E ainda que não seja incluída nos no início do desenvolvimento do software, a segurança é considerada essencial (59%) ou importante (34%) para profissionais de TI no Brasil, garantindo que a quase totalidade dos respondentes (97%) afirme que suas companhias são eficazes ou muito eficazes em segurança.

Por outro lado, um alarmante: 21% das companhias ainda trocam qualidade da segurança pelo time-to-market. “A pesquisa nos mostra que as empresas sabem que a segurança é um pilar essencial na construção do software, porém é crucial colocar as convicções em prática para que de fato o consumidor e as operações dessas organizações estejam protegidos. Outro ponto a destacar é o perfil das companhias brasileiras entrevistadas, todas grandes e com um nível de maturidade maior que a média do mercado local “, ressalta Denyson.

A decisão sobre a qualidade e segurança dos aplicativos está nas mãos dos profissionais de tecnologia. De acordo com o resultado da pesquisa, as ações de 68% dos CIOs e CTOs e 94% das equipes operacionais geram enorme impacto para segurança dos dados. Enquanto isso, menos da metade (48%) das atitudes de líderes e equipes de áreas jurídicas e de compliance causam o mesmo impacto.

“Buscar a qualidade da segurança é um desafio de todos os níveis das empresas e deve ser algo implantado na cultura de toda Moderna Fábrica de Software. A equipe de TI tem o conhecimento técnico da produção de um software, mas as áreas jurídica, financeira, marketing e vendas devem entender todo impacto negativo que pode ser causado por um software de qualidade indesejável”, completa Denyson.

No mundo

A maioria dos entrevistados confirmou que o desenvolvimento de software apoia o crescimento e a expansão e ajuda as empresas a competir e promover a transformação digital. Porém, os resultados mostram que, como o software se tornou fundamental para o sucesso da empresa na economia digital, as preocupações globais com a segurança aumentaram muito. Na verdade, 74% dos entrevistados concordaram que ameaças de segurança devido a problemas de software e código são uma preocupação crescente.

A maioria (58%) dos respondentes mencionou que a cultura e a falta de habilidades técnicas como obstáculos para incorporar testes e avaliação de segurança nos processos de desenvolvimento de software. Apenas 24% concordaram que a cultura e as práticas da organização apoiaram a colaboração durante o desenvolvimento, as operações e a segurança. Além das limitações culturais, menos de um quarto dos entrevistados concordou que a alta administração sacrificaria o tempo para chegar ao mercado para avaliar e reparar as vulnerabilidades de segurança do software.

O relatório apresenta as características do “Mestres de Segurança de Software” (34% dos entrevistados), que são as organizações capazes de integrar a segurança em seus ciclos de vida de desenvolvimento de software. Isso inclui a realização de testes iniciais e contínuos nos aplicativos para verificar vulnerabilidades de segurança, além de incluir a prática de DevSecOps.

Quando comparados ao restante, os Mestres de Segurança de Software apresentam as seguintes características:

– Aumento de 50% nos lucros;

– Aumento de 40% na receita;
– Estão 2,6 vezes mais propensos a realizar testes de segurança para acompanhar as frequentes atualizações de aplicativos, e

– Estão 2,5 vezes mais propensos a superar seus concorrentes.

“As organizações chamadas de Mestres da Segurança de Software são a esperança na economia digital atual. Elas não só ilustram e representam a mentalidade cultural necessária para se adaptar e prosperar no mercado dinâmico atual, como também estão influenciando mudanças na indústria ao moldar o local de trabalho do futuro”, conclui Ayman Sayed, presidente e CPO da CA Technologies.

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BCG abre processo para contratação de talentos

Quem deseja uma carreira promissora em uma das mais importantes empresas de consultoria estratégica do mundo tem a oportunidade de participar em março do processo seletivo de recrutamento de novos associates, estagiários e summer interns do The Boston Consulting Group (BCG). Líder mundial em estratégia de negócios e que ocupa o quarto lugar entre as melhores consultorias para trabalhar da revista Fortune, o BCG oferece oportunidades como associates para formandos em 2018 e formados em 2017, 2016, ou anos anteriores. Já as vagas de estágio são destinadas a formandos de 2019 e de summer interns para formandos de 2020. Podem ser inscrever estudantes de qualquer curso ou universidade.

Em março, profissionais do BCG estarão em nove cidades, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Curitiba, para realizar a primeira etapa do processo seletivo. Nas cidades com dinâmica presencial, os participantes terão a oportunidade de assistir a palestra de líderes do BCG e, na sequência, realizarão um teste de resolução de problema e um estudo de caso. Com dez questões em inglês, o teste de resolução de problemas deve ser respondido em até 20 minutos e o estudo de caso (dez questões em inglês), em até 25 minutos. Para as cidades do Norte e Nordeste, o processo seletivo será virtual.

Ingressar no BCG é uma ótima oportunidade de carreira para jovens que desejam atuar em uma das quatro melhores consultorias para trabalhar no mundo, segundo a revista Fortune. “No BCG, o estagiário ou o associate serão desafiados diariamente a confrontar problemas reais da agenda do CEO, e pensar na transformação de negócios para algumas das maiores empresas brasileiras. É uma experiência fantástica!”, afirma Dan Reicher, diretor do BCG responsável pelo recrutamento de estagiários e recém-formados.

Presente no Brasil há 20 anos, o BCG promove carreira acelerada e flexível, permite mobilidade internacional e patrocínio de MBA nas melhores escolas do mundo (Harvard, Stanford, Wharton, Chicago Booth, Kellogg, Michigan Ross, London Business School, Insead, entre outras). Para participar, o candidato deve se cadastrar pelo site: https://www.bcg.com/pt-br/careers/events/default.aspx. As inscrições podem ser feitas até a data do evento.

Horário e Local dos Eventos:

– 09/03/2017, às 17h30 · UFMG, Belo Horizonte, Auditório Principal da Escola de Engenharia
– 12/03/2017, às 19h · ITA, São José dos Campos, Auditório B – Sala de Mecânica
– 19/03/2017, às 19h · UFSCAR, São Carlos – Auditório Fernão S. Rodrigues Germano no ICMC
– 20/03/2017, às 11h30 · POLI, São Paulo, Auditório Central
– 20/03/2017, às 17h30 · FEA-USP, São Paulo, Auditório Safra
– 21/03/2017, às 18h · Unicamp, Campinas, Auditório BBCL
– 21/03/2017, às 18h · Norte e Nordeste – Evento Virtual
– 22/03/2017, às 19h · FGV-SP, São Paulo – FGV Sala 804 (somente alunos ou ex-alunos)
– 22/03/2017, às 18h · UFSC, Florianópolis – Auditório da Engenharia da Produção
– 22/03/2017, às 19h30 · UFRGS, Porto Alegre – Auditório Nascente do Prédio Centenário da Escola de Engenharia
– 22/03/2017, às 11h30 · UFRJ, Rio de Janeiro – Auditório G-122
– 22/03/2017, às 19h · IME, Rio de Janeiro – Sala 3001
– 23/03/2017, às 19h30 · UFPR, Curitiba – Auditório de ADM da UFPR
– 23/03/2017, às 16h · PUC-Rio, Rio de Janeiro
– 23/03/2017, às 10h · COPPEAD, Rio de Janeiro – Sala 214 – 2º andar
– 27/03/2017, às 19h · Rio de Janeiro – Auditório – Edifício Argentina
– 28/03/2017, às 18h30 · INSPER, São Paulo – BCG – São Paulo Office

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Flex adquire startup especializada em Bots Cognitivos

Buscando ganhar ainda mais expertise em seus serviços, com foco nas novas demandas dos consumidores por diversos canais digitais de comunicação, a Flex Relacionamentos Inteligentes, uma das maiores empresas de gestão de relacionamento do país, que oferece soluções completas para atender as necessidades de interação empresa–cliente, com plataformas multicanais e alta tecnologia, adquiriu a iopeople, startup paulistana especializada em Bots Cognitivos.

“Tão dificil quanto empreender, foi buscar parceiros que estivessem alinhados aos nossos objetivos de negócio. Encontramos na Flex um ambiente ideal, com uma equipe motivada, focada na experiência dos clientes e alinhada a uma estratégia agressiva de aplicar inovações nas operações da empresa”, afirma o empreendedor Ricardo Mimura, fundador da iopeople.

Utilizando as mais avançadas tecnologias de inteligência artificial e sistemas cognitivos, a iopeople trabalha no desenvolvimento dos peoplebots, assistentes virtuais que ajudam a resolver tarefas repetitivas do dia a dia. No relacionamento entre empresas e consumidores, os bots agilizam o processo, realizando tarefas e solucionando problemas de forma prática, simples e efetiva, 24 horas por dia. Com isso, as marcas aumentam sua capacidade de entrega e ainda reduzem custos.

“A Flex já oferece o serviço de ChatBots, mas com essa aquisição, além de acelerarmos a startup, também ganhamos conhecimento. Ou seja, agora teremos ainda mais expertise para aprimorar a integração e usabilidade da tecnologia”, comenta Kleber Bonadia, diretor de Tecnologia e Inovação da Flex Relacionamentos Inteligentes.

Os peoplebots realizam atendimento de forma automática tanto por texto, quanto por voz, e também podem ser customizados de acordo com a necessidade de cada cliente. A tecnologia de inteligência artificial ainda disponibiliza integração omnichannel, reconhecimento facial, análise de sentimentos e aprendizado automático. “Outro benefício é que não requer instalação, já que a tecnologia utiliza ferramentas de comunicação que já estão presentes na rotina das pessoas, como Facebook, Messenger, Telegram e Whatsapp”, explica Mimura.

“Já temos clientes utilizando os ChatBots e tendo um retorno positivo. Agora, estamos em fase de expansão da tecnologia, escalando os algoritmos para outras verticais e ampliando a gama de clientes atendidos”, finaliza Bonadia.

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Gartner e T-Systems divulgam estudo sobre plataformas IoT

O Gartner e a T-Systems, provedora alemã com amplo portfólio de soluções digitais e serviços de TI, acabam de divulgar um estudo chamado “Key Considerations for Your IoT Ecosystem”. De acordo com a análise feita pelas duas companhias, o segmento de IoT deve continuar em franco crescimento, tornando crucial para as empresas a escolha da plataforma a ser utilizada para suportar novas aplicações.

Consideradas “o backbone” da internet das coisas, as plataformas representam um novo segmento de mercado, ainda em surgimento. O estudo define as plataformas IoT como soluções de software capazes de gerenciar tecnicamente dados IoT. “Este mercado deve crescer consideravelmente nos próximos anos, por conta das funcionalidades e destas plataformas trazerem ainda mais valor para vários processos de negócios”, diz a análise.

Diante deste contexto, um questionamento que deve ganhar força junto com o crescimento deste mercado é: como uma empresa deve definir que uma determinada plataforma é a ideal para seu negócio? De acordo com o estudo, a escolha da plataforma deve star alinhada à estratégia de IoT da empresa e seu modelo de negócios. Esta definição pode vir de um estudo sobre os problemas que a empresa quer resolver e uma priorização dos serviços a serem implementados.

De todo modo, e independentemente de suas demandas, o estudo aponta que todas as empresas vão precisar de plataformas que garantam flexibilidade e a expansão de seus desenvolvimentos. Neste cenário, a melhor escolha seria uma plataforma baseada em um ecossistema de múltiplos provedores e soluções combinados em um espaço simples de usar.

Nesse sentido, o estudo aponta três funcionalidades essenciais a uma boa plataforma IoT:

– Suporte a aplicações – para a customização de soluções IoT;

– Consolidação de dados e armazenamento – para capturar e armazenar dados e gerar insights;

– Gerenciamento de conectividade – para conectar automaticamente sistemas, redes e equipamentos.

Por conta disso, o estudo aponta como prioritário desenvolvimento de novos serviços IoT para plataformas IoT. Para atender a estas demandas, os líderes de TI corporativos devem:

– Desenhar e desenvolver plataformas IoT que sejam extensíveis e abertas para uso de serviços IoT externos;

– Implementar modelos de precificação que garantam rápido retorno a partir de uma plataforma IoT padronizada;

– Buscar o desenvolvimento de novos serviços IoT como bibliotecas analíticas, monetização de dados, ferramentas de governança e segurança avançada, que fortaleçam sua plataforma.

“A T-Systems acredita em ecossistemas abertos para acelerar todo o mercado de IoT. Ao mesmo tempo, queremos atuar como enablers, para que nossos clientes construam suas soluções baseadas em produtos IoT fornecidos com a maior conveniência possível”, afirma Ideval Munhoz, presidente da T-Systems Brasil.

Veja a íntegra do estudo.

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Buscando dinheiro para sua startup? Dicas para negociar um bom investimento

O Brasil conta com mais de 4.200 startups afiliadas à Associação Brasileira de Startups (ABStartups) e esse número cresce todo dia. As startups se tornaram cada vez mais atrativas principalmente para jovens criativos que possuem o sonho de empreender ou criar um novo negócio. Gerenciá-las pode ser um desafio, mas quando o negócio começa a dar certo, é comum que grandes empresas demonstrem interesse de investimento ou compra total da startup.

Somente entre julho de 2016 a julho de 2017 o número de contratos entre grandes empresas e startups aumentou 194% no Brasil, segundo dados do 100 Open Startups – se comparado com o mesmo período do ano anterior – mostrando o potencial deste mercado.

De acordo com Pedro Schaffa, advogado especialista em startups e PMEs e sócio fundador da SBAC, receber a oferta de um grande player pode ser o sonho de muitos empreendedores, porém, é preciso ficar de olho em diversos pequenos fatores para evitar que o valor da sua empresa seja reduzido numa negociação de compra ou investimento e que o investimento afunde seu negócio.

“A falta de conhecimento do dia a dia de uma empresa é um dos principais problemas que as startups enfrentam tanto no início da operação como no decorrer do seu funcionamento. Muitas vezes os empreendedores sabem muito do lado comercial e técnico, mas pouco do lado administrativo e burocrático de uma empresa”, explica, “isso pode fazer com que boas ideias sejam prejudicadas por má administração e o valor do negócio seja diminuído consideravelmente no momento de uma avaliação da empresa”.

O especialista dá dicas essenciais para startups que pretendem começar a negociar investimentos:

1. Recebi uma oferta e agora?

A proposta de receber um investimento pode ser irresistível para os empreendedores, mas é preciso analisar todas as possibilidades antes de fechar o negócio para que o sonho não acabe virando pesadelo. “Ao receber uma oferta, o empreendedor iniciante muitas vezes não imagina todos os aspectos jurídicos e burocráticos que precisa analisar. Ter uma consultoria jurídica especializada pode ajudar a evitar erros de principiante. Investimentos em startups são muito diferentes de investimentos em empresas normais, pois muitas vezes o objetivo final de uma startup é usar o dinheiro para aumentar o próprio valor de mercado, visando uma venda futura, e não gerar capital para ser distribuído futuramente o lucro para os sócios. Nesta hora, contar com especialistas é essencial para entender a proposta que está na mesa, chegar em um preço que favoreça ambas as partes, e, até mesmo, rebater possíveis pontos que não atendam às necessidades do empreendedor e, principalmente, da startup”, explica Schaffa.

2. E o que pode diminuir o valor da venda?

O famoso valuation, ou valor de mercado da empresa, pode ser calculado de diversas maneiras diferentes, principalmente para empresas em estágio inicial, quando o que se está comprando é muito mais o potencial da startup do que seu momento atual. No entanto, há alguns pontos que sempre serão levados em conta no momento da avaliação.

“Quando trabalhamos pelo investidor ou comprador, há cinco coisas que sempre olhamos: o passivo trabalhista, o passivo tributário, os contratos com os clientes, as questões relacionadas à propriedade intelectual e a organização societária”, afirma. Às vezes, para ser rápido e economizar no momento inicial da empresa, os empreendedores contratam seus funcionários de maneira errada, pagam seus impostos a menor ou esquecem de firmar contratos com os seus clientes. Tudo isso terá reflexos no valuation da startup e, com certeza, diminuirá seu valor no momento do investimento, às vezes, essa diminuição é maior do que a economia que o empreendedor achou que estava tendo.

3. E Quais são minhas obrigações?

Os empreendedores precisam ficar atentos às novas obrigações que terão na empresa após o investimento. É comum, por exemplo, o investidor exigir cláusulas que impedirão o empreendedor de sair da empresa por um certo tempo, de aumentar o próprio salário ou de abrir qualquer outro negócio que concorra com a startup. Além disso, é certeza que os investidores terão poderes de veto em algumas decisões da sociedade como tomada de empréstimo, aumento de gastos ou mudanças de sócios e funcionários chave.

De acordo com Schaffa, “muitas vezes, após receber um investimento, o empreendedor acaba se sentindo funcionário da própria empresa e fica frustrado ao perceber que o investimento custou sua liberdade”.

4. E o que eu nunca devo fazer numa negociação?

É muito comum que os empreendedores façam loucura no momento de receber o investimento. No entanto, é importante que a pessoa tenha uma visão global do investimento e consiga projetar no futuro quais os impactos da entrada de capital.

Contratos de investimento que contenham a não-diluição do investidor em rodadas futuras de investimento, que supervalorizam o valor atual da empresa ou que prevejam direitos exagerados para o investidor farão com que sua empresa tenha dificuldade em arrumar outros investimentos no futuro. Além disso, o empreendedor nunca deve garantir o investimento com os seus bens pessoais.

A função de um especialista neste momento, é verificar quais as cláusulas do contrato de investimento dificultarão a vida da startup e do empreendedor nos meses seguintes. “Muitas vezes, é melhor ficar sem o dinheiro do que vender a própria alma”, conclui Schaffa.

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Renata Ambrosini chega ao iFood como coordenadora de recrutamento para Tecnologia

Formada em Psicologia, Renata Ambrosini chega ao iFood, maior foodtech da América Latina, para assumir o desafio de atrair os melhores talentos para Tecnologia. A área deve dobrar de tamanho neste ano. Com experiência de 10 anos no setor, ela teve passagem por consultorias especializadas como Hays, Talenses e foi sócia da Yoctoo por mais de dois anos.

“É muito interessante e motivador fazer parte deste momento do iFood. A missão é de transformar a área de Tecnologia, contratando os melhores profissionais de tecnologia de todo o Brasil. Temos desafios incríveis de uma empresa que inova todos os dias e a real oportunidade de impactar diretamente a vida de mais de cinco milhões de pessoas que usam o aplicativo”, explica Renata.

Todas as vagas do iFood podem ser acessadas pelo site institucional ou pela página da empresa no LinkedIn. Confira algumas das cerca de 50 vagas abertas para o time de Tecnologia:

Analista de Salesforce Junior e Pleno
Desenvolvedor Android Sênior
Desenvolvedor iOS Sênior
Desenvolvedor Backend Pleno
Desenvolvedor Backend Sênior
Desenvolvedor Fullstack Sênior
Data Scientist
Data Infrastructure Engineer
Security Specialist
Senior Big Data Analyst
Big Data Engineer
Especialista Sysadmin
Product Manager
Product Designer
Visual Designer Sênior
Na empresa, o profissional tem a liberdade de criar e ter ideias que podem ter grande impacto no negócio, por isso, é sempre estimulado a empreender, trabalhar com transparência, além de ser colaborativo. O iFood valoriza a diversidade e está em busca de todos os ingredientes que se complementam e fortalecem a cultura e os valores.

A empresa brasileira, com seis anos de mercado, acaba de ganhar dois prêmios Great Place To Work e é uma das mais bem avaliadas na plataforma Love Mondays. Com mais de 650 colaboradores no Brasil e cerca de 200 entre México, Colômbia e Argentina. A empresa vem registrando um crescimento médio de 120% ao ano, mantém essa cultura de startup e não para de contratar.

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Linx encerra o ano com crescimento de dois dígitos em um ambiente de negócios mais positivo

A Linx, empresa líder em software de gestão para o varejo fechou o quarto trimestre de 2017 com receita operacional bruta de R$ 182,1 milhões. Apesar do IGPM acumulado negativo ao longo do período, a receita operacional líquida da companhia foi de R$ 157,4 milhões, atingindo um crescimento de 19,3% comparado ao quarto trimestre do ano passado.

A receita operacional bruta é fruto da combinação da receita recorrente e de serviços. No 4T17, a receita recorrente atingiu R$ 147,6 milhões, com crescimento de 16,8% sobre o 4T16, e equivalente a 81% da receita bruta. O EBITDA ajustado atingiu R$ 39,3 milhões no 4T17, um aumento de 16,9% em comparação aos R$ 33,6 milhões do 4T16. Em comparação ao 3T17, o EBITDA ajustado foi 7,6% maior. A margem EBITDA ajustada do 4T17 foi de 25,0%. O lucro líquido ajustado no trimestre foi de R$ 158,95 milhões no 4T17.

“Neste trimestre percebemos um ambiente de negócios mais positivo nas diferentes verticais do varejo que atuamos, contribuindo para manter o crescimento da Companhia, apesar do IGPM acumulado negativo ao longo do período. O cross-sell ainda segue como principal driver de crescimento orgânico, com destaque para as ofertas de meios de pagamento e NFC-e que aumentaram sua penetração na base de clientes”, destaca Pedro Moreira, CFO e Diretor de Relações com Investidores da Linx.

Resultados 2017

A receita operacional bruta da Linx chegou a R$ 656,1 milhões no ano passado, o que correspondeu a um aumento de 15,5% em relação a 2016. A receita operacional líquida do período foi de R$ 571,6 milhões, um aumento de 15,6% na comparação com 2016.

Já o EBITDA ajustado no ano foi de R$ 143,5 milhões, o que correspondeu a uma alta de 13,4% sobre 2016.

Entre os segmentos do varejo que continuam apresentando oportunidades crescentes de expansão do negócio, estão os de Food Service, Farmácias e Postos de Combustíveis. Já o tradicional segmento de Moda e o de Concessionárias vêm apresentando um crescimento mais conservador.

Adicionalmente, contribuíram para esse crescimento, as diversas novas iniciativas que a Linx tem desenvolvido relacionadas à recém-criada área de Novos Mercados e ao Omnichannel. São exemplos disso a operação de Inteligência do Varejo, que está em fase piloto em duas relevantes indústrias multinacionais de bens de consumo e a solução de OMS (Order Management System), que já está em operação em dois importantes varejistas nacionais.

Aquisição da Percycle

No último dia 21 de dezembro, a Linx anunciou a aquisição da Percycle, que opera a plataforma líder em mídia online nativa, unindo lojistas, marcas e consumidores. Ela permite que a indústria anuncie dentro dos principais sites de e-commerce, em diferentes formatos e segmentações, além de possibilitar a maximização do ROI (retorno sobre o investimento) gerado em campanha.

O faturamento bruto da Percycle nos últimos 12 meses foi de R$ 8,0 milhões. Pela Percycle a Linx pagará R$ 13,0 milhões à vista e, adicionalmente, sujeito ao atingimento de metas financeiras e operacionais para os anos de 2018 a 2020, poderá pagar o valor de até R$ 9,7 milhões.

Esta aquisição está alinhada com os objetivos estratégicos da Companhia, expandindo nosso portfólio de soluções que aumentem a rentabilidade dos clientes e melhorem a experiência de compra dos consumidores, além de abrir o mercado de publicidade e reforçar nossa oferta para o e-commerce e a indústria.

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Neoway promove 2ª edição do maior evento de Big Data do Brasil

A Neoway – maior empresa de Inteligência de Mercado e Big Data da América Latina –, vai promover a 2ª edição do Data Driven Business, no Costão do Santinho, Florianópolis, nos dias 8, 9 e 10 de março para mais de 500 dirigentes das maiores empresas do Brasil. Na região, conhecida como o Vale do Silício brasileiro, são esperados 20 palestrantes, entre eles Paula Bellizia, Microsoft; Milton Beck, Linkedin; Aaron Ross, Predictable University; Walter Longo, Unimark; e Gustavo Kuerten, Grupo Gustavo Kuerten.

No DDB18, os participantes vão entender como a análise inteligente de dados se tornou parte viva da estratégia de negócios de qualquer empresa e como é possível simplificar e extrair o melhor das informações, alcançando previsibilidade em ações e resultados.

No primeiro dia do DDB18, haverá uma palestra do Marcel Arins, Head Of Corporate Development, da Neoway, sobre Internacionalização, tendo em vista que a companhia catarinense chegou em 2016 a Nova York, em 2017 em Portugal e tem planos de desembarcar em breve em outros países. Além do Neoway Market Talks, que promoverá conversas com grandes nomes de empresas e grupos líderes em seus segmentos, insights, boas práticas e caminhos para o sucesso.

Também serão apresentados os vencedores da 2ª edição do Neoway Advisor, que acontecerá dia 20 de fevereiro, em São Paulo. O que antes se resumia a um campeonato de cases, agora é uma nova forma de relacionamento entre a Neoway e seus clientes. O Advisor coloca o profissional que atua no dia a dia com as soluções da Neoway, em evidência, premiando os resultados mais incríveis. Os cases serão avaliados e os finalistas selecionados apresentarão o case para uma banca composta por um representante Neoway, jornalista e investidor. Alguns dos clientes Neoway inscritos: Promob, Goedert, Tigre, Solaris, Recovery, Ticket Log, Procuradoria Geral do Estado de SP, BRF, entre outros.

“Ano passado, esperávamos 300 participantes no DDB17 e tivemos a presença de 444. Um enorme sucesso. Ficamos muito contentes com o evento e com o nível dos palestrantes, com informação muito qualificada e nossos clientes e parceiros apresentaram os cases interessantíssimos com o uso do Big Data”, comenta Jaime de Paula, fundador e CEO da Neoway.

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Indústria paulista gera 10.500 empregos em janeiro de 2018

Isabela Barros, Agência Indusnet Fiesp

A indústria paulista contratou 10.500 trabalhadores em janeiro de 2018, o equivalente à variação de 0,50% em relação a dezembro. Foi o melhor resultado para o mês desde janeiro de 2012, nesta base de comparação, segundo a Pesquisa de Nível de Emprego realizada pela Federação e pelo Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp). Para se ter uma ideia, a média de contratações no primeiro mês do ano é de 2.800 postos abertos entre 2005 e 2017. Considerando o ajuste sazonal, a variação mensal do emprego na manufatura de São Paulo foi de -0,04%, resultado considerado estável, mas ainda assim, o melhor para janeiro desde 2012 (quando registrou -0,37%).

“O desempenho de janeiro demonstra a consistência do processo de crescimento da economia. O emprego no setor manufatureiro tem mostrado resultados acima da média de forma consistente, seguindo o aumento de produção registrado pela indústria paulista no ano de 2017, que foi de 3,4%.”, explica o segundo vice-presidente da Fiesp, José Ricardo Roriz Coelho.

Na avaliação por setores, abriram vagas de trabalho no mês 16 dos 22 setores pesquisados. Os destaques ficaram com as seguintes áreas: veículos automotores, reboques e carrocerias (mais 2.939 postos), confecção de artigos do vestuário e acessórios (2.123) e produtos de minerais não metálicos (1.426).

Já os piores resultados em termos de emprego em janeiro ficaram com produtos químicos (694 demissões), produtos de madeira (-273) e impressão e reprodução de gravações (-155).

Na análise por região do estado, ficou em primeiro lugar com relação à abertura de vagas a região de São João da Boa Vista, com um crescimento de 3.01%, seguida de Mogi das Cruzes (2,42%) e Araraquara (2,07%).

Tais resultados estão ligados aos produtos de minerais não metálicos e máquinas e equipamentos em São João da Boa Vista, produtos têxteis e veículos automotores e autopeças em Mogi das Cruzes e produtos têxteis, e confecção de artigos do vestuário em Araraquara.

No final do ranking de empregos estão Jaú (-1,70%), Jacareí (-1,34%) e Limeira (-0,90%). Isso sob a influência dos setores de produtos diversos e produtos alimentícios em Jaú, produtos de metal e produtos de borracha e plástico em Jacareí e produtos diversos e produtos de minerais não metálicos em Limeira.

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