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FIP anuncia aporte de R$ 3 milhões na Horus Aeronave e SP Ventures aplica seu portfólio agro

Gestora de fundos de investimentos de Venture Capital, a SP Ventures anuncia mais um aporte do Fundo de Inovação Paulista (FIP) e registra a entrada da Horus Aeronaves em seu portfólio. A empresa desenvolvedora de tecnologia de ponta em drones para mapeamento aéreo recebeu o valor de R$ 3 milhões com o objetivo de ampliar a rede comercial e lançar novos produtos voltados para agricultura.

Com o aporte, a empresa concentrará esforços em oferecer soluções ao mercado do agronegócio, ampliar a capacidade produtiva e marcar presença no estado de São Paulo, por meio de uma nova sede em Piracicaba, cidade referência em agrotecnologia e principal polo em agricultura tropical de precisão do mundo, abrigando 37% das startups de agronegócios do país.

Os sócios-fundadores da empresa, Fabrício Hertz, Lucas Mondadori e Lucas Bastos, identificaram uma oportunidade de mercado no desenvolvimento de aeronaves não tripuladas em projetos de pesquisas e perceberam a necessidade dos agricultores em contar com essa tecnologia no seu dia-a-dia.

Durante a pesquisa sobre o mercado, os fundadores da startup perceberam que as imagens captadas por drones possuem informações valiosas para o agricultor, dados que poderiam aumentar a produtividade da lavoura, reduzir custos e viabilizar o controle de pragas de maneira mais eficiente. Até então, essas informações estavam inacessíveis devido aos altos custos de operação da aerofotogrametria convencional. Os produtos da Horus Aeronaves, por outro lado, apresentam alta versatilidade na sua operação, valores mais acessíveis e o suporte de profissionais especializados.

O último lançamento da empresa, o Drone Maptor, é um dos veículos aéreos não tripulados referência no mercado brasileiro de drones. “Nosso principal objetivo é atender as necessidades dos clientes e oferecer as melhores soluções em aerolevantamento com drones para aplicações em agricultura de precisão. Nossa tecnologia é resultado de anos de pesquisa e desenvolvimento incentivados por programas de inovação”, afirma Fabrício Hertz, diretor executivo da empresa.

Por meio de sistemas de inteligência artificial e tecnologias embarcadas, a empresa também oferece serviços integrados, como uma plataforma de processamento de imagens que facilita a experiência dos usuários que já realizam voos com drones, mas possuem dificuldades no processamento dos mapas e na interpretação dos dados. “Nossas aeronaves possuem sensores bastante similar a sistemas utilizados apenas em satélites. Isso possibilita que, por meio dos nossos algorítimos de inteligência computacional, façamos diagnósticos precisos quanto aos problemas de manejo na plantação, prevenção de infestação de pragas e otimização no uso de insumos, sempre buscando reduzir os custos do agricultor e aumentar a produtividade da lavoura” destaca Lucas Bastos, diretor de projetos da empresa.

Apontada como uma das dez tecnologias mais promissoras pelo World Economic Forum’s Meta-Council on Emerging Technologies, os drones ganham cada vez mais espaço em todos os setores de mercado, principalmente no agronegócio, um dos principais mercados consumidores dessa tecnologia. Com diversas aplicações que beneficiam o produtor rural, pesquisas feitas pela Gartner afirmam que a tecnologia aplicada pode dar um retorno positivo e otimização no uso de insumos de 15% a 20% aos agricultores.

A pesquisa mostra também que no ano de 2017 o setor de drones poderá movimentar mais de US$ 6 bilhões e produzir mais de três milhões de aparelhos, resultando em um crescimento de 34% na receita global, e previsão de aumento em 39% em comparação a 2016. Tais dados, apenas corroboram a importância da atuação da Horus do mercado de agrotecnologia no Brasil e demonstram o potencial do setor em todo o mundo.

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Novo sistema de cabos de fibra ótica submarinos vai conectar Argentina e Brasil, com conectividade subsequente com os EUA

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A Seaborn Networks (Seaborn), uma desenvolvedora, proprietária e operadora líder em sistemas de cabos submarinos e o Grupo Werthein (Werthein), uma proeminente empresa argentina de holdings com um histórico de importantes holdings em telecomunicações, anunciou o acordo vinculativo para a construção de um novo sistema submarino de cabos de fibra ótica conectando a Argentina e o Brasil (o sistema ARBR). O sistema ARBR fornecerá conectividade subsequente via Seabras-1 para a rota mais direta entre a Argentina e os Estados Unidos.

O sistema ARBR será de propriedade e desenvolvido pelo Seabras Group (um afiliado da Seabras) e do Werthein. A Seabras é a única proprietária do sistema submarino completo de cabos Seabras-1 entre Nova York (EUA) e São Paulo (Brasil), o qual foi desenvolvido e é operado e de propriedade da Seaborn Networks, juntamente com os fundos administrados e/ou assessorados pelo Partners Group, um gestor de investimentos globais de mercado privado com um total de US$57 bilhões em ativos sob gestão. A Seabras vendeu capacidade no Seabras-1 para uma ampla variedade de empresas de telecomunicações de pequeno e grande porte e para outros clientes através de direitos irrevogáveis de uso (IRUs) ou de locação a curto prazo. Além de ser a operadora do Seabras-1, a Seaborn será tam bém a operadora do sistema ARBR. Os cabos do sistema ARBR + Seabras-1 representam um projeto de acima de US$575 milhões.

“Estamos muitos satisfeitos em anunciar nosso contrato com o Grupo Werthein para a construção e operação do sistema ARBR”, disse Larry Schwartz, presidente e CEO da Networks e do Seabras Group. “O projeto responde à demanda substancial do mercado argentino por uma capacidade internacional maior em um sistema de próxima geração enquanto oferece também o primeiro modelo independente de operadora para uma rota crítica de cabos submarinos.”

Oscar Aguad, ministro de comunicações da Argentina disse: “A Argentina precisa de uma modernização global da infraestrutura de comunicações e esse primeiro sistema independente de cabos submarinos é um passo muito importante em direção a isso. Estamos a caminho da transformação econômica do país. Esse grande projeto é o resultado das novas regras do jogo que promovemos, as quais, ao fornecer previsibilidade e segurança legal, possibilitam as condições necessárias para as empresas investirem em grande escala em projetos novos no país.”

“Considerando-se que o último sistema de cabos submarinos da Argentina ao Brasil foi construído há dezesseis anos, aliado ao fato de esta ser a rota principal para as comunicações de voz e dados entre a Argentina e o resto do mundo, essa nova rota independente já chega com atraso”, disse Dario Werthein do Grupo Werthein.

A nova estação terrena do sistema ARBR no Brasil será a existente estação terrena de cabos Seabras-1 na Praia Grande (Brasil), possibilitando assim a próxima conectividade direta para Nova York no Seabras-1. A estação terrena para o ARBR na Argentina está prevista para ser localizada em Las Toninas ou próximo do local. O ARBR consistirá de um sistema de cabos de quatro pares de fibra com uma capacidade inicial máxima de design de 48 Tbps e a data de conclusão prevista para o segundo semestre de 2018.

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Fintech Awards Latam anunciará vencedores este mês e contará com clínicas da KPMG

As melhores fintechs do continente americano serão apresentadas ao mercado durante o Fintech Show, evento que será realizado nos dias 25 e 26 de abril, no Hotel Intercontinental, em São Paulo. Na ocasião, a Cantarino Brasileiro, organizadora do evento, anunciará os vendedores do Fintech Awards Latam 2017, a maior competição de startups financeiras da América Latina.

A primeira edição do prêmio recebeu mais de 140 projetos, que foram avaliados por um júri altamente qualificado, formado pelos principais especialistas, mentores e investidores em fintechs no mundo. Ao final, 80 projetos permaneceram na competição e terão a oportunidade de participar de clínicas individuais, com duração de 45 minutos, que serão realizadas no dia 25 de abril pela KPMG, que há anos desenvolve estudos sobre fintechs. O objetivo é compartilhar experiência para apoiar essas empresas nos seguintes assuntos: auditoria, tributário, societário, M&A (Mergers & Acquisitions), valor de mercado, regulatório, tecnologia e negócios, RH e mercado empreend edor.

De acordo com Marcos Cantarino, diretor da Cantarino Brasileiro e organizador do evento, os temas serão discutidos por especialistas da KPMG e embasados em cases globais e regionais. “Além de gerar conteúdo de alto valor, esta também é uma grande oportunidade para criar relacionamento com outros executivos”, destaca.

O Prêmio

Dividido em cinco categorias (User Experience, Modelo de Negócios, Inclusão Financeira, Tração e Disrupção), a premiação do Fintech Awards Latam 2017 ultrapassa os R$ 2 milhões, além de oferecer ingressos para cursos na Blockchain Academy e a oportunidade de apresentar suas soluções para os investidores convidados durante a cerimônia de premiação.

Além da premiação, haverá uma exposição na qual alguns projetos serão colocados à disposição do público. A intenção é que os participantes possam testar as soluções em real time e interagir diretamente com o usuário/cliente.

Segundo Cantarino, o Fintech Awards representa um marco na integração entre os ecossistemas fintechs dos países da América Latina. “Mais do que a escolha dos melhores cases, o evento proporcionará uma oportunidade de troca de informações e experiências capaz de ajudar a enriquecer e amadurecer projetos espalhados por todo o continente”, ressalta o organizador do evento.
Jurados

Os profissionais que integram o corpo de jurados acumulam experiências do ecossistema de negócios na América Latina e também de países como o Canadá e Singapura, considerados grandes mercados do setor.

Dentre os especialistas de Singapura, destacam-se: Vladislav Solodkiy, fundador da Life.Sedra VC, empresa de capital de risco de Singapura, com foco em investimentos em fintechs. Solodkiy foi considerado um dos 35 profissionais mais influentes em fintechs no mundo pela revista ‘Institutional Investidor’ e um dos 100 banqueiros mais inovadores da Ásia pela NextMoney. Stefano Covolan, head of growth da Dragon Wealth Asia, uma das fintechs mais reconhecidas de Singapura e Vietnã, e também Varun Mittal, responsável por fintech na EY, antiga Ernst & Young, que abrange tecnologias emergentes e modelos de negócios em serviços financeiros em toda a Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN).

Oscar A. Jofre, empreendedor canadense, especialista em tecnologia, presidente e CEO da KoreConx é o representante da América do Norte.

Na América Latina destacam-se os argentinos Leandro Pisaroni, gestor de fundos na Incutex, empresa argentina que investe e apoia startups do setor, e Lisa Besserman, considerada uma das 100 mulheres mais influentes na tecnologia, CEO da Startup Buenos Aires. Também o peruano Renzo Reyes Rocha, coordenador da Startup Peru, uma iniciativa do governo do Peru, que visa promover o surgimento e a consolidação de novas empresas que oferecem produtos e serviços inovadores, e o colombiano Edwin Zácipa, diretor executivo da Colombia Fintech, associação das startups do setor financeiro no país.

Entre os brasileiros que integram o júri estão Geraldo Santos, diretor-geral do Startupi, um dos pioneiros em colaborar para a construção do ecossistema brasileiro de startups; Marcelo Bradaschia, fundador do FintechLab; Fernando Gemi e Dourival Dourado, da Centria Partners, boutique de investimentos tecnológicos; José Prado, diretor executivo da Associação Brasileira de Fintechs (ABFintech) e fundador do Conexão Fintech, e Bruno Diniz, country-head Brasil na Next Money e co-fundador na Innercore Solutions.

Fintech Show – Anúncio dos vencedores do Fintech Awards Latam

Dias: 25 e 26 de abril
Local: Hotel Intercontinental – Alameda Santos, 1123, Jardim Paulista
Clínicas KPMG
Dia 25 de abril – as 80 fintechs que estão concorrendo ao Prêmio Fintech Awards Latam poderão participar de clínicas individuais com especialistas da KPMG.

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Ingram Micro Brasil participa da AUTOCOM 2017

elo quinto ano consecutivo, a Ingram Micro Brasil marca presença na AUTOCOM – Feira Internacional de Automação para o Comércio, que acontece no Expo Center Norte, em São Paulo, de amanhã (04/04) a quinta-feira (06/04). Na ocasião, a subsidiária da maior distribuidora global de tecnologia apresenta um portfólio completo de produtos e soluções dedicados à área de DC/POS (Captura de Dados e Automação Comercial), composto graças às suas parcerias com 70 dos principais fabricantes de TI, sendo 17 específicos de automação.

“A AUTOCOM 2017 é uma feira bastante estratégica e oferece inúmeras oportunidades de negócios, já que abrange um mercado que tende a crescer nos próximos anos, tanto pelas inovações tecnológicas como pela necessidade de adequação às questões de caráter fiscal”, diz Luis Lourenço, diretor da área de Advanced Solutions e Desenvolvimento de Novos Negócios da Ingram Micro Brasil.

Durante a AUTOCOM 2017 a distribuidora realiza também ciclos diários de minipalestras e apresentações dos parceiros Cisco, Dimep, IBM, Microsoft, Toshiba, Windows Server Rok e Zebra, com conteúdos sobre automação, cloud, TI e soluções avançadas. Além disso, expõe seu portfólio de produtos e soluções dedicados aos segmentos de varejo, logística e saúde. “Nossa Unidade de Negócios de Automação Comercial e Coleta de Dados foi criada em junho de 2013 e, desde então, é o braço dos revendedores brasileiros que encontram na Ingram Micro tudo em software, hardware e serviços para atender a seus clientes em vários setores da economia. É um pouco disso que queremos mostrar na AUTOCOM 2017, completa Diego Utge, VP & Brazil Chief Executive da Ingram Micro.

A oferta de produtos e soluções da Divisão DC/POS da Ingram Micro pode ser conhecida no estande da distribuidora na AUTOCOM 2017, que fica na Rua E-F/5-6.

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19ª Feira Internacional de Automação para o Comércio – AUTOCOM

Quando: de 4 a 6 de abril de 2017
Onde: Expo Center Norte – Pavilhão Amarelo – Av. Otto Baumgart, 1000 – São Paulo – SP
Horário: das 10h às 18h
Estande: E-F/5-6

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Agronow lança app para agricultores e produtores rurais

A Agronow, plataforma de mapeamento agrícola que estima, informa e projeta a produtividade agrícola em menos de um minuto, acaba de lançar seu aplicativo, voltado para agricultores e produtores rurais, com o objetivo de melhorar a comunicação e o acompanhamento do plantio. Com o novo app, os profissionais do campo terão acesso aos dados de toda a área de interesse, por meio de smartphones, de forma simples e completa.

A partir de agora, os usuários poderão visualizar na palma da mão toda a sua área de plantação, realizar e processar as análises, levantar dados do campo, tirar fotos e compor seu histórico. Tudo isso de forma prática e fácil, disponível online e offline.

“Estamos bastante otimistas com o nosso app. Com certeza esse lançamento irá levar a nossa plataforma para outro patamar. Como muitos dos nossos clientes já haviam nos cobrado, enxergamos que esse era o momento para melhorarmos o atendimento e criarmos um aplicativo completo e robusto, simples e de fácil acesso, que pudesse rodar sem falhar e, consequentemente, melhorar todo o nosso serviço”, explica Antônio Morelli, CEO da Agronow.

O app foi desenvolvido pela equipe da Agronow, é totalmente gratuito e está disponível para todos os usuários ativos da plataforma que possuem smartphone com sistema Android, inicialmente. O serviço é pago com uma assinatura mensal de R$19,90 e apenas R$1,00 pelo hectare processado, permitindo que o agricultor opte em analisar os dados via site ou aplicativo.

Atualmente, a startup possui mais de mil usuários na plataforma e espera que com o lançamento do app consiga atingir mais de dois mil usuários. Até o final do ano a marca pretende expandir sua atuação para América Latina, aumentar as instalações para o crescimento da equipe, alcançar o número de cinco mil usuários já integrados com o app e se tornar referência em mapeamentos por meio de imagens de satélite na agricultura.

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Compliance é diferencial de negócios em 2017, diz especialista

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Ter uma política clara de compliance já há algum tempo está na lista de deveres básicos de qualquer grande empresa, mas até agora os pequenos e médios empreendimentos têm se mantido ao largo dessa necessidade. Esse cenário, porém, muda ao longo deste ano. O advogado internacional Barry Wolfe, da consultoria em compliance Wolfe Associates, prevê que ao longo do ano as PMEs e companhias familiares formarão nova linha de frente na busca por soluções de governança. Confira as 8 grandes tendências em compliance para 2017 prognosticadas pelo especialista.

1. Empresas que nunca pensaram em governança passam a buscar soluções na área – em especial grupos familiares e pequenas e médias companhias, que precisarão de compliance para disputar contratos públicos e privados disponíveis com a retração de grandes fornecedores enfraquecidos por escândalos.

2. Distribuidores de produtos estrangeiros tendem a conformar sua atuação pelas leis anti-corrupção não só do Brasil como de outros países. Eles o farão por perceber que os negócios podem ser gravemente afetados por desvios éticos nas cadeias de produção e fornecimento em qualquer parte do mundo.

3. A privacidade no meio corporativo diminuirá, tanto para empresas quanto executivos: por temor de desvios, as companhias passam a contratar serviços de due diligence contínuo e mais detalhista que os atuais, incluíndo clientes, fornecedores, parceiros e até funcionários próprios e de terceiros.

4. A transparência aumentará atingindo processos hoje inauditos, a exemplo dos de formação de preços. A meta das empresas será evitar que preços diferentes de um produto, para diferentes clientes, sejam considerados prática de suborno.

5. Códigos de conduta corporativos ganham novo status e passam a ser mais inflexíveis em relação a ilícitos e, no entanto, mais flexíveis quanto a adaptações a características de cada local onde a companhia atua.

6. As áreas comerciais serão afetadas: companhias que não querem ser flagradas em condutas impróprias passam a diminuir a pressão sobre “vendas a qualquer custo” e a incluir a ética na estrutura de recompensas aos funcionários.

7. Os limites do compliance se alargarão, surgindo conceitos como “compliance humano”, focado na atenção a situações de trabalho desumano ou escravo, ou “compliance verde”, de cuidados ambientais.

8. Governança corporativa se consolida como diferencial de marketing e passa a ser componente frequente em campanhas publicitárias e de comunicação.

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Bradesco anuncia startups finalistas na 3ª edição do programa inovaBra

Fase de projetos tem início no mês de abril, com a participação de 10 empresas
O Bradesco anuncia as startups finalistas da 3ª edição do programa inovaBra, criado para descobrir projetos inovadores que tenham soluções aplicáveis ou com possibilidade de adaptação no setor de produtos e serviços financeiros.

São elas:

– Axei Saúde (São Paulo – SP) – Comercialização de planos de saúde
– ContadorX (Londrina – PR) – Gestão empresarial para micro empreendedores individuais (MEI)
– Field Control (São José do Rio Preto – SP) – Gestão de prestadores de serviço
– Flowsense (São Paulo – SP) – Plataforma de geolocalização e engajamento de clientes
– Folha Certa (São Paulo – SP) – Gestão de pessoas e carga de trabalho através de aplicativo móvel
– Futuritos (São Caetano do Sul – SP) – Plataforma de engajamento para previdência privada com apelo emocional
– Laura Networks (Curitiba – PR) – Plataforma de inteligência artificial para gerenciamento de riscos
– Nuveo (São Paulo – SP) – Solução de inteligência artificial para captura e interpretação de informações em documentos
– RemédioCerto (São Paulo – SP) – Plataforma de assinatura e comercialização de medicamentos de uso contínuo
– SQUID (São Paulo – SP) – Solução de engajamento e relacionamento com micro influenciadores de redes sociais

As 10 finalistas seguem para a fase de concepção do projeto, na qual receberão orientação para atender a uma necessidade real do banco. Elas terão apoio no desenvolvimento do produto ou serviço e adaptação da solução ao ambiente do Bradesco. Ao final do programa, as empresas terão a possibilidade de comercializar seus produtos para o banco, que poderá ainda ser um investidor estratégico.

A 3ª edição do InovaBra Startups recebeu 504 inscrições de todo o Brasil. Desde 2015, quando foi lançado, o programa contou com a inscrição de mais de 1.600 empresas, sendo que 20 chegaram à etapa final, concluindo com sucesso a formatação do Produto Mínimo Viável (MVP) de suas soluções. Dessas, seis já foram contratadas pelo banco para serem parceiras estratégicas e 10 estão em análise. Duas empresas já receberam aporte do inovaBra Venture.

“A cada edição nos surpreendemos com o número de inscritos e com a qualidade das soluções apresentadas. Temos ecossistemas muito promissores em diversas cidades brasileiras, e isso tem refletido positivamente no inovaBra”, comenta Maurício Minas, vice-presidente do Bradesco.

Mais sobre o inovaBra Startups

O inovaBra Startups permite às empresas testarem suas soluções com clientes reais. O objetivo é estabelecer parcerias para acelerar o processo de entrega de experiências inovadoras aos clientes e oferecer como contrapartida a possibilidade dessas startups escalarem seus negócios rapidamente, uma vez que as soluções podem ser distribuídas para os 69 milhões de clientes do Bradesco, em mais de 60 mil pontos de atendimentos, além de 55 sites de internet e 62 aplicativos móveis.

Os interessados devem apresentar projetos inovadores em qualquer segmento que tenham soluções aplicáveis ou com possibilidade de adaptação ao segmento financeiro, principalmente relacionados a produtos e serviços, atendimento, canais digitais, meios de pagamento, seguros, e que enderecem desafios nos seguintes temas: pagamentos, algoritmos, segurança, engajamento de clientes, gerenciamento financeiro, plataformas de investimentos, crowdfunding, customização massificada, IOT, blockchain e inteligência artificial.

Sobre o inovaBra Ventures

Juntamente com a 3ª edição do inovaBra Startups, o Bradesco lançou o inovaBra Ventures, programa no formato corporate venture que tem como foco investir em startups em três áreas: algoritmos e máquinas inteligentes; plataformas digitais; e infraestrutura.
Os primeiros aportes – por meio do Fundo FIP Multiestratégica InovaBra I Investimento do Exterior, que conta no total com R$ 100 milhões de capital comprometido pelo próprio Bradesco – foram direcionados à Rede Frete Fácil e Semantix, empresas participantes da 1ª edição do inovaBra Startups.

O ticket de investimento do Fundo dependerá do grau de maturação da empresa e/ou avaliação econômico-financeira do negócio e poderá ter aportes adicionais em casos de novas rodadas e/ou situações pontuais, avaliadas caso a caso. O Bradesco deverá liderar e aceitará co-investidores em todas as rodadas de investimento, quando ocorrerem.

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iFood anuncia Carlos Eduardo Moyses como novo CEO

Carlos Eduardo Moyses acaba de ser anunciado como o novo CEO do iFood. O executivo assume o posto com o desafio de manter o crescimento anual de mais de 100%, resultado registrado pela empresa nos últimos anos.

Com vasta experiência no mercado de produtos e serviços online, Moyses trabalha há cinco anos no mercado de delivery online, atuando três anos como CEO da Just Eat no Brasil e os últimos dois anos como CFO do iFood, após a fusão das duas empresas, em 2014.

“Estou extremamente animado e confiante com o desafio. O iFood é uma das maiores e mais inovadoras companhias de Food Tech do mundo, tem um time espetacular e muitos projetos para serem colocados na rua, a curto, médio e longo prazos. Vamos trabalhar cada vez mais para entregar valor agregado aos restaurantes, parceiros fundamentais no nosso negócio, e nossos usuários podem esperar grandes inovações, marca registrada do iFood desde o início de nossa trajetória”, afirma Carlos.

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Como o ECM e o BPM estão salvando empresas de pequeno e médio porte no processo de transição digital

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Como o ECM e o BPM estão salvando empresas de pequeno e médio porte no processo de transição digital
Se a sua empresa ainda não utiliza uma ferramenta de ECM e BPM para gerenciar os seus negócios, cuidado! Ela pode ser a próxima a fechar as portas.

A utilização de um sistema especializado na gestão de conteúdos e processos internos deixou de ser apenas uma opção para os micro e pequenos empresários que desejam se aventurar no mundo dos negócios. Hoje, a implementação de um sistema de gerenciamento ágil, organizado e eficiente se tornou uma prerrogativa indispensável para a sobrevivência e o sucesso de qualquer empresa.

O alerta para esta nova necessidade do mercado vem de quem entende do assunto. A Gama de Medeiros Advogados Associados e a Malb Projetos, especialistas em direito digital e sistemas de gestão, salientam que os micro e pequenos empresários que não estiverem preparados para adotar esses sistemas de transição digital serão varridos do mercado nos próximos dois anos.

Otimizar os processos é garantir a sobrevivência do seu negócio

Organizar, arquivar, gerir e publicar de forma sustentável e ágil os documentos ligados aos processos internos das empresas sempre foi um grande desafio. Por isso, as ferramentas de ECM (Enterprise Content Management), também conhecida como Gestão de Conteúdo Empresarial, são de suma importância para que se estabeleça uma organização sistematizada e 100% digital do conhecimento.

O ECM é capaz de reduzir em até 70% os custos das empresas com espaço físico, cópias, impressões, documentos redundantes, espaços de armazenamento na rede, tempo de busca e recuperação de documentos.

O antigo desejo de poder realizar negócios virtuais, 24 horas por dia, 7 dias por semana, utilizando apenas as pontas dos dedos, hoje é uma realidade. Uma boa ferramenta de ECM deve promover a integração entre clientes e fornecedores através de processos automatizados, digitais e, principalmente, que ofereçam acessibilidade através de qualquer dispositivo mobile.

Produzir mais gastando menos é o objetivo de qualquer empresa que busque destaque no mercado de negócios. No entanto, é preciso observar que apenas aumentar a produtividade já não é o suficiente. O único meio de se sobressair à concorrência é mantendo-se permanentemente atualizada, focando no aprimoramento dos processos sem, é claro, deixar de lado o principal trunfo de qualquer empreendimento: a qualidade do produto ou serviço oferecido.

Por isso, a incorporação do conceito de BPM (Business Process Management), ou Gerenciamento de Processos de Negócio, nos métodos administrativos é fundamental para todas as empresas de pequeno e médio porte. Somente através de um sistema de BPM as corporações conseguem estabelecer uma gestão integrada dos seus processos de negócio.

Com essa tecnologia, é possível tornar a sua empresa mais produtiva e lucrativa. O BPM atua a partir da gestão sistemática e integrada dos ambientes empresariais e das atividades de cada colaborador envolvido em um determinado processo de negócio, fomentando assim, a produtividade e qualificando a sua equipe. O sistema é capaz de reduzir em até 80% os gastos das empresas com implantação de processos.

O mercado está se transformando, e a sua empresa?

Nas últimas décadas, a forma como as organizações vêm gerando e armazenando os seus documentos tem sofrido intensas transformações. A cada dia, as empresas produzem um volume maior de documentos, em grande parte, ainda impressos em papel. Atualmente, chegamos a um estágio em que aderir à essa transição digital se tornou um fator obrigatório para a otimização desses processos. Por isso, os softwares de ECM e BPM se tornaram facilitadores indispensáveis para os empresários que pretendem sobreviver às transformações diárias do universo digital.

No Brasil, apenas a Malb Projetos e a Microsoft oferecem sistemas de ECM e BPM com qualidade comprovada. Com seus mais de 2 milhões de usuários, o CloudDoc é, hoje, a maior e mais completa plataforma de gestão de conteúdo, processos e colaboração disponível no mercado. O software apresenta uma tecnologia 100% web, amigável para os dispositivos mobile e com um design totalmente responsivo. Além dos benefícios funcionais, o CloudDoc se destaca, também, por ser a plataforma mais acessível e com o melhor custo benefício do mercado.

Agora que já sabe de tudo isso, cabe a você decidir se a sua empresa vai sobreviver surfando essa onda de transformações promovida pela transição digital, ou se ela será apenas mais uma daquelas arrastadas pela correnteza.

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Furukawa muda logo e razão social visando integração e expansão global

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A junção da montanha (yama) e do ideograma japonês para “um” (ichi) passa a fazer parte do logotipo da Furukawa Industrial S.A Produtos Elétricos – que, a partir de 1º de abril, passa a se chamar Furukawa Electric LatAm S.A. A ideia do símbolo é mostrar a união entre tradição e tecnologia, que se mantém na essência da empresa, ao longo de mais de 130 anos de existência.

As mudanças no logo e na razão social decorrem de um movimento de alinhamento das empresas do Grupo Furukawa Electric no mundo, que tem o objetivo de integrar, fortalecer e expandir a marca no cenário global. “Agora somos um, com uma única marca”, diz o slogan da campanha criada para apresentar essa identidade visual.

Criado em 1884 no Japão, por Ichibei Furukawa, o Grupo Furukawa Electric atua globalmente nos setores de telecomunicações, energia, sistemas eletrônicos e industriais, automotivos e metais. Hoje está presente nos cinco continentes, por intermédio de quase 150 empresas do grupo. Com faturamento anual da ordem de US$ 7 bilhões e com 50 mil colaboradores, tem como princípios a inovação, a sustentabilidade e a flexibilidade, com forte investimento no desenvolvimento de produtos diferenciados.

Na América Latina, está presente em três áreas de negócios: operadoras de telecomunicações e utilities; Tecnologia da Informação (TI), segmento para o qual constrói redes que atendem vários setores – como saúde, enterprise, industrial, data center e infraestrutura -, e o segmento de FFTx, atendido principalmente por provedores de serviços de internet (ISPs), aos quais oferece produtos e soluções de infraestrutura de redes, equipamentos ativos e softwares de provisionamento.

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Melhor Executivo de TI do Ano na categoria Química, Petroquímica, Óleo e Gás é colaborador da FMC

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A16ª edição do prêmio “Executivo de TI do Ano 2017”, promovido pela IT Mídia, homenageou Vanderlei Andrade, Diretor de TI para América Latina da FMC Agricultural Solutions, como principal profissional do setor na categoria Química, Petroquímica, Óleo e Gás. A premiação identifica e destaca os CIOs e executivos da indústria por meio de iniciativas que agreguem valor tanto aos negócios da empresa quanto para sua carreira profissional.

Foram homenageados 3 finalistas em cada categoria e premiado um executivo para cada uma das vinte categorias. Além disso, a companhia está entre as primeiras empresas mais inovadoras do setor e investe em projetos estratégicos de negócios por meio de inovações tecnológicas com ferramentas e sistemas completos de gestão.

“Essa nomeação é uma honra, pois concorri com mais de 200 profissionais do setor. Realizo meu trabalho com empenho e dedicação, e receber esse reconhecimento é uma grande conquista e orgulho. Nossa equipe da FMC tem se dedicado para desenvolver projetos que aprimorem a logística e o controle dos processos, transformando problemas em soluções para os colaboradores e clientes”, pontua Vanderlei.

O Presidente da FMC Agricultural Solutions América Latina, Ronaldo Pereira, comenta que os resultados obtidos pelo setor de investimento em tecnologia de informação são essenciais para a evolução da companhia. “Trabalhamos para garantir a conveniência e satisfação do nosso público interno e externo. Parabenizo ao Vanderlei por essa conquista e a todos os profissionais do setor que se dedicam com assiduidade as tarefas desenvolvidas”, comenta.

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Algar Tech implanta Programa de Ética e Compliance

Com o objetivo de reforçar a transparência, a integridade e o compromisso com todos os stakeholders e a sociedade, a Algar Tech, multinacional brasileira que oferece soluções de Gestão de Clientes e Gestão de Serviços de TIC, implantou um Programa de Ética e Compliance. Além de assegurar o cumprimento de todas as imposições dos órgãos de regulamentação, as práticas visam garantir a conformidade dos processos e fluxos de trabalho, a devida execução das políticas internas e a aderência ao Código de Conduta da companhia.

O Programa contempla as melhores práticas de ética e compliance e abrange todas as esferas – trabalhista, fiscal, contábil, financeira, ambiental, jurídica, previdenciária – nos países onde a Algar Tech estiver presente. A estruturação considera três aspectos: prevenção (código de conduta, comunicação, capacitação, análise de riscos, etc.); detecção (ouvidoria e autorias interna e externa); e reação (remediação, planos de ação e melhorias).

De acordo com a ouvidora da Algar Tech, Lucia Farias, o cenário legal no Brasil e na América Latina, em especial a Lei Anticorrupção – que pune empresas e seus colaboradores por atos de corrupção contra a administração pública –, serve como alicerce para as empresas que pretendem garantir a solidez nos relacionamentos e perenidade nos negócios. Porém, é necessário que a companhia efetivamente execute somente negócios e relacionamentos éticos, para assegurar o cumprimento das normas estabelecidas.

“Estamos investindo maciçamente em comunicação e cursos, para que o programa seja efetivamente incorporado à cultura da empresa. Além disso, vamos incentivar que as denúncias de irregularidades sejam sempre registradas na Ouvidoria, para que tudo fique consolidado em compliance e possa haver visão globalizada, facilitando a governabilidade”, afirmou Farias.

Os cursos sobre o Código de Conduta, Segurança da Informação e a Política de Gestão de Consequência são aplicados na modalidade a distância. “O EAD facilita o alcance e possibilita que o curso seja bastante interativo. Com essa dinâmica, conseguimos fazer a gestão de todo o processo, incluindo a necessidade de reciclagem depois de algum tempo de conclusão”, destacou a ouvidora.

Mapeamento e mitigação de riscos

Ainda segundo Faria, o Programa de Ética e Compliance vai possibilitar que seja realizado um mapeamento de riscos na Algar Tech. Vamos englobar não somente incidentes relacionados à corrupção, mas também riscos financeiros, de infraestrutura e assédio moral, etc. Assim, poderemos mitigá-los e agir preventivamente”, concluiu.

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São Paulo recebe 2° maior evento de estratégias de APIs do mundo

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“Estratégias de APIs para transformação digital”. Este é o tema macro do API Experience 2017 (APIX), 2° maior evento com foco em APIs do mundo, que acontece dia 30 de Maio, em São Paulo (SP). A programação inclui debates sobre economia das APIs, inovação aberta, segurança, ecossistemas de parceiros e experiências digitais. São esperadas 650 pessoas, entre executivos de grandes empresas, empreendedores digitais, gestores de tecnologia, arquitetos de TI e desenvolvedores. As inscrições podem ser feitas no site oficial do eventowww.apix.com.br.

Esta é a terceira edição do APIX, evento que, no Brasil, tornou-se o marco anual em termos de novidades do setor. Entre palestrantes nacionais e internacionais que apresentarão cases de estratégias de APIs e falarão sobre os desafios rumo a essa transformação, já estão confirmadas instituições como SulAmérica, Banco Mundial, Tribanco, Zenvia, Ministério do Planejamento, LTM eSensedia (empresa especialista em APIs, responsável pela idealização e organização do APIX). Essa seleção representa as principais lideranças em inovação do Brasil, responsáveis pelos avanços tecnológicos em curso no país.

Fique por dentro do APIX!

O evento vai apresentar cases do Brasil e de outros países, sobre estratégias digitais baseadas em APIs, Microservices, Inteligência Artificial e outras tendências, e vão mostrar como essas aplicações podem entrar na rotina de forma prática.

As palestras acontecerão num palco 360°, e se dividirão em duas trilhas: Negócios, com uma seleção de conteúdos voltados para negócios digitais, com estratégias de APIs focadas em inovação; e Técnicas, para arquitetos e gerentes de tecnologia que desejam se aprofundar nos aspectos técnicos de APIs e arquiteturas digitais.

Além das palestras, acontecerá o Workshop Hands-On, da Sensedia, um intenso treinamento para conhecer o ciclo completo das APIs RESTful, desde a proposta de valor até a operacionalização. O workshop será baseado em conceitos e padrões de mercado e trará informações detalhadas sobre design de APIs, mecanismos de segurança, documentação, comunicação e monitoramento. No final, será aplicado prova da certificação em APIs da Sensedia, a API Foundation.

Palestrantes confirmados até o momento

*A programação completa poderá ser conferida no sitewww.apix.com.br no decorrer dos próximos dias

· Alexandre Putini, Superintendente de TI para Inovação e Canais Digitais da SulAmérica

· Bruno Souza, Consultor na Summa Technologies

· Caio Mesquita, CEO da Caiena

· Cristiano Barbieri, CIO da SulAmérica

· César S. Cesar, CPO & CMO da Zenvia

· Cristina De Luca, jornalista especializada em tecnologia, editora do IDG Now! e comentarista do programa 2 na Web, da CBN

· Hudson Mesquisa, Coordenador-geral de Padrões de Governo Digital do Ministério do Planejamento

· Kleber Bacili, CEO e fundador da Sensedia

· Luiz Henrique das Neves, Superintendente de TI da Tribanco

· Marcelo Toledo, CTO da LTM (Loyalty & Trade Management)

· Marcos Henrique, Governo do Ceará

· Marcílio Oliveira, COO da Sensedia

· Otávio Gonçalves de Santana, Senior Software Enginner da Tomitribe

· Uirá Porã, Consultor no Banco Mundial

APIX Experience

Data: 30/05/2017 – a partir das 08h

Local: WTC – Av. das Nações Unidas, 12.551 – São Paulo

Inscrições e detalhes sobre a programação:www.apix.com.br

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ABRADi e WebCEO fecham parceria

A WebCEO, empresa europeia de soluções SEO com conceito whitelabel, é o novo apoiador da ABRADi-SP – Associação Brasileira dos Agentes Digitais. O objetivo da parceria é profissionalizar as atividades de SEO – Search Engine Optimization – em agências que já oferecem serviços de otimização de mecanismos de busca em seu core business e capacitar agências que ainda não o disponibilizam. Para o country manager da WebCEO, Marcos Custódio, é importante ter em mente esse novo momento, que traz demandas novas para o mercado digital, que precisa tirar proveito de inovações tecnológicas para poder assumir sua atuação também como consultoria.

“A ABRADI concentra as principais agências de marketing digital e conteúdo do Brasil, com as quais queremos dialogar não apenas para que usem nossa ferramenta, mas para ensinar a monetizar, a formar talentos e obter o máximo do SEO,” complementa Custódio.

Nesse sentido, a WebCEO também está estruturando um programa de certificação, que deve ser lançado nos próximos meses. “Também queremos ajudar as agências a reduzir custos com outras ferramentas SEO, de modo a profissionalizar esses processos e garantir entrega de resultados e de serviços melhores,” afirma o executivo.

Outro diferencial importante para as agências digitais são os relatórios com a própria marca, o que é possível com o conceito whitelabel utilizado pela WebCEO. Além disso, recursos como a ferramenta SEO Lead geram mais negócios para a área comercial das agências.

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Startup ajuda na busca por passagens mais baratas e de última hora

De acordo com a Associação Brasileira de Empresas Aéreas (ABEAR), em 2016, os voos internacionais saíram em média com 16% dos assentos ociosos. Essa porcentagem para os voos nacionais sobe para quase 20%, o que significa perda de receita para as companhias.

Por outro lado, muitos viajantes que pensam em viajar de última hora, acabam optando por ônibus ou carro, ou até mesmo desistem da viagem, pelo alto preço das passagens aéreas. É o caso, principalmente, de pessoas que não residem na sua cidade natal e de mochileiros que buscam novos destinos.

Nesse cenário, os empreendedores Maria Alice Maia, Aline Delouya e Lucas Motta criaram a startup NaHora.com, cujo objetivo é oferecer passagens aéreas com até 50% de desconto para viagens com menos de 15 dias de antecedência.

A tentativa inicial de Alice (CEO e fundadora) ocorreu em 2010, ganhando inclusive o Prêmio Santander de Empreendedorismo. No entanto, a realidade do mercado naquele momento não possibilitava a viabilidade do negócio. A ideia foi retomada após Alice, Aline e Lucas se encontrarem e descobrirem que todos compartilhavam da mesma paixão por viagens. O projeto foi o vencedor do Demo Day do 18º Programa de Aceleração da Startup Farm, em 2016 e do Prêmio Tech em Sampa Mulher Empreendedora em janeiro de 2017.

A empresa começou a operar em novembro passado e acumulou um crescimento de 2000 no “boca a boca”. Atualmente, o número de usuários dobra a cada semana e isso acontece pela transparência no processo de compra: após solicitar um orçamento através do site, o usuário recebe um e-mail com os horários disponíveis e preços, com todas as taxas já incluídas, dessa maneira, não existe surpresa na hora de pagar a reserva. “Importante dizer, que a ideia não é concorrer com as companhias aéreas, por isso, a marca da empresa só é revelada após a confirmação da compra” afirma Maria Alice Maia.

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5 razões para não temer a migração para nuvem – Por Lisandro Sciutto

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Nuvem, big data e internet das coisas. O que essas tecnologias têm em comum? A raiz na conectividade. Juntas, elas têm o potencial de permitir que a transformação digital na indústria se torne uma realidade. Mas, para isso, a tecnologia precisa ser compreendida como o motor de toda essa transformação. E, para que a indústria se torne inteligente e, as fábricas se beneficiem da agilidade, é preciso perder o medo da nuvem.

Hoje, a complexidade dos processos na indústria impedem que os gestores tenham a visão completa do todo, mas a nuvem e suas aplicações podem mudar essa realidade. No entanto, é preciso confiar na tecnologia e entendê-la como parte da história. Assim como a invenção da energia elétrica, semicondutores, micro processadores e da própria internet, a nuvem chegou para ficar. E, da mesma forma que o conceito de cabear cidades com energia elétrica demorou, mas se popularizou na maioria das cidades, a computação em nuvem também terá o seu momento. Afinal, a demanda por agilidade pode fazer até os mais céticos acreditarem na sua relevância.

Uma pesquisa da IDC afirma que a nuvem, mobilidade e big data alavancarão os investimentos em TI nas áreas de finanças e manufatura. E de acordo com a consultoria, a estimativa é que em menos de quatro anos os investimentos em nuvem alcancem a marca de US$ 2,7 trilhões. Por isso, o setor industrial deve estar atento aos mais recentes desenvolvimentos em nuvem, pois a adoção destas tecnologias já está mudando o dia a dia dos negócios, aumentando a produtividade, e minimizando erros – principalmente no setor de manufatura.

Veja as cinco principais razões para perder o medo da nuvem:

– Estratégia digital: ao iniciar uma jornada digital, as soluções em nuvem se tornam necessárias, pois são capazes de fazer análises preditivas, rastrear dados, conectar coisas por meio de sensores e da própria internet. Além da capacidade de armazenamento, flexibilidade na arquitetura e tempo rápido de implementação.

– Visibibilidade do Supply Chain: para se manter competitivo no mercado global, o segmento industrial precisará olhar para além das suas paredes. A nuvem é estratégica ao ajudar empresas do setor a criar uma rede inteligente de suprimentos e integrá-las com fornecedores, parceiros e empreendedores, e a visibilidade dessa cadeia se torna prática e fácil de gerenciar.

– Experiência de uso: as soluções em nuvem são continuamente atualizadas, e a experiência do usuário é, na maioria das vezes, levada em consideração pelo provedor.

– Baixo custo: em modelo de assinatura, a nuvem tem baixo custo total de propriedade, e se torna atrativa para empresas que querem migrar e modernizar investindo pouco.

– Habilidades: os fabricantes de hoje esbarram no recrutamento e retenção de profissionais com habilidades técnicas de TI. Mas ao deixar um provedor de cloud gerir hardware, back ups, servidores e atualizações, a equipe de tecnologia pode para focar em processos mais críticos e estratégicos.

Lisandro Sciutto, diretor de produtos da Infor LATAM, fornecedora de aplicações empresariais específicas por mercado e desenvolvidas para a nuvem.

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Produto de startup brasileira desperta o desejo por ambientes inteligentes

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Os ambientes conectados estão ganhando cada vez mais espaço no mundo. Um estudo publicado pela Accenture, intitulado The Connected Home, indicou uma participação do setor de $285 bilhões na economia mundial em 2015. É crescente o número de consumidores nos Estados Unidos, líder do segmento, mas no contexto brasileiro a grande barreira ainda são os valores das soluções, a maioria delas importadas. A partir do conceito de internet das coisas, a Beyond Domotics, uma premiada startup brasileira, desenvolveu produtos e patentes que tornam essa tecnologia mais acessível e descomplicada.

Geralmente, as soluções para automação residencial são oriundas da automação industrial, exigindo grandes reformas, mão-de-obra especializada e muito tempo para a conclusão. O resultado acaba sendo um preço elevado e não compatível com a realidade brasileira. Com o objetivo de desenvolver uma solução para resolver esses problemas de forma prática, simples e acessível, em 2014 um grupo de amigos e ex-colegas de faculdade se uniram para iniciar o negócio.

A Beyond Domotics desenvolveu interruptores inteligentes que, após se conectarem na rede Wi-Fi, disponibilizam o acesso aos seus comandos em uma nuvem de dados online. O usuário controla pelo aplicativo todos os ambientes em que os produtos estão instalados. “Ter um smartphone com acesso à internet é o que o usuário necessita para tornar sua casa mais inteligente através da nossa tecnologia”, comenta Felipe Delvan, engenheiro eletricista e sócio fundador da empresa. Os produtos substituem os interruptores e tomadas convencionais, sem necessitar de uma central eletrônica, para seu funcionamento, pois possuem uma rede própria de comunicação sem fio, o que possibilita seu funcionamento mesmo durante as instabilidades do serviço de internet. A partir de um dispositivo, sem quebrar paredes, torna-se possível controlar a iluminação e os equipamentos eletrônicos, comandados por controle remoto, no ambiente. Esse tipo de instalação é inovador e um dos grandes diferenciais da solução, sendo o mais rápido disponível no mercado.

O lançamento dos produtos aconteceu no segundo semestre de 2016, durante a Construsul, segunda maior feira brasileira de negócios no segmento da construção civil, a qual foi realizada na cidade de Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul. Segundo o empresário, o grande desafio é alcançar os segmentos de públicos que ainda não pensam em adquirir a tecnologia: “As pessoas ainda pensam em automação como algo futurístico, que só existe no cinema, ou que não possuem condições financeiras para ter a tecnologia, por isso nós viemos para mudar essa realidade”.

No início deste ano, a empresa ampliou a oferta de produtos para plataforma online. Já disponíveis por revendas autorizadas desde o lançamento, a venda está sendo realizada também por e-commerce, em loja virtual própria. O objetivo é facilitar o acesso à tecnologia, que atualmente é comercializada somente por integradores e empresas que realizam projetos customizados para a casa toda.

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O conceito de Digital Workplace pode levar a uma jornada de trabalho mais curta?

Dias de trabalho mais curtos dificilmente acontecem na rotina corporativa. Pelo contrário: é comum que o dia a dia das empresas se transforme em um modelo de “sempre disponível”, em que seus funcionários ficam “de plantão”, podendo ser contatados a qualquer momento por meio de smartphones e laptops, independentemente do horário de trabalho oficial. Segundo uma pesquisa do Instituto Gallup feita em 2014 nos Estados Unidos, a média semanal é de 47 horas trabalhadas. Ainda assim, um alto número de horas trabalhadas não está relacionado à alta produtividade. Na verdade, percebeu-se um claro declínio de produtividade à medida que aumentou o número de horas trabalhadas.

Então, um dia de trabalho mais curto seria uma inovação na vida empresarial. Mas será que um número menor de horas trabalhadas poderia manter os negócios tão produtivos quanto as 40 ou mais horas semanais padrão? Isso poderia levar a uma inovação nos modelos de negócio? E será que esta inovação não pode ser alavancada pelo conceito de digital workplace, ou seja, uma maior mobilidade e trabalhos realizados remotamente? E será que estes smartphones e laptops pessoais, até então responsáveis por colaboradores ligados 24 horas em seus trabalhos, não permitiriam justamente uma jornada de trabalho mais curta?

Fomentando a inovação para otimizar a produtividade

A BroadSoft acredita que sim. A companhia é líder mundial em serviços de comunicações unificadas na nuvem, tem como clientes 26 das 30 maiores operadoras de telecomunicações (telcos) do mundo e acredita na expansão da comunicação unificada mundialmente e no território nacional. Esta ‘comunicação unificada’ representa perfeitamente o conceito de digital workplace, mobilidade e trabalhos remotos.

A empresa oferece soluções de Comunicações Unificadas na Nuvem (UCaaS) para o segmento corporativo. Por meio de um único aplicativo instalado no PC e no celular, usuários podem usufruir de uma experiência de voz totalmente integrada entre estes dispositivos e também entre seu ramal PABX e suas ferramentas de colaboração do trabalho (chat corporativo, áudio e vídeo conferencia, compartilhamento de arquivos e de tela etc).

“Dispor do seu ramal do PABX do trabalho “tocando” no seu telefone celular em horários determinados por você, e ferramentas de colaboração corporativa como chat, áudio e vídeo conferência também disponíveis no celular, permitem ao usuário uma experiência de mobilidade e flexibilidade inédita no mercado brasileiro”, explica Tábata Romero, Diretora de Go-To-Market da BroadSoft para Brasil e América Latina.

Colaboradores no Brasil da BroadSoft, cuja sede fica em Washington, DC (EUA) trabalham em sistema remoto, comprovando a eficácia da solução.

E como anda o Digital Workplace no Brasil?

A adesão das empresas aqui no Brasil à prática do home office está progredindo. É o que mostrou uma pesquisa divulgada neste ano, realizada pela SAP Consultoria RH. O estudo ouviu mais de 300 companhias de diferentes segmentos, entre setembro de 2015 e março deste ano e apontou que 37% das corporações do país já permitem que os funcionários trabalhem de casa. O número é maior do que o registrado em 2014, quando a primeira edição do levantamento foi realizada.

A pesquisa apresentou três movimentos distintos de crescimento da prática em comparação ao estudo de 2014:

50% de aumento no número de empresas que estão implantando a prática;

15% de aumento no número de empresas que estão estudando a implantação da prática;

28% de aumento na formalização da prática.

Basicamente, o digital workplace permite maior economia para a empresa e menos desgaste ao colaborador, que não precisará se preocupar com deslocamentos de trânsito – problema das grandes metrópoles mundiais. Paralelamente, por meio da inovação, pode propiciar maior produtividade à companhia e encurtar a jornada de trabalho do colaborador.

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