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Flex adquire startup especializada em Bots Cognitivos

Buscando ganhar ainda mais expertise em seus serviços, com foco nas novas demandas dos consumidores por diversos canais digitais de comunicação, a Flex Relacionamentos Inteligentes, uma das maiores empresas de gestão de relacionamento do país, que oferece soluções completas para atender as necessidades de interação empresa–cliente, com plataformas multicanais e alta tecnologia, adquiriu a iopeople, startup paulistana especializada em Bots Cognitivos.

“Tão dificil quanto empreender, foi buscar parceiros que estivessem alinhados aos nossos objetivos de negócio. Encontramos na Flex um ambiente ideal, com uma equipe motivada, focada na experiência dos clientes e alinhada a uma estratégia agressiva de aplicar inovações nas operações da empresa”, afirma o empreendedor Ricardo Mimura, fundador da iopeople.

Utilizando as mais avançadas tecnologias de inteligência artificial e sistemas cognitivos, a iopeople trabalha no desenvolvimento dos peoplebots, assistentes virtuais que ajudam a resolver tarefas repetitivas do dia a dia. No relacionamento entre empresas e consumidores, os bots agilizam o processo, realizando tarefas e solucionando problemas de forma prática, simples e efetiva, 24 horas por dia. Com isso, as marcas aumentam sua capacidade de entrega e ainda reduzem custos.

“A Flex já oferece o serviço de ChatBots, mas com essa aquisição, além de acelerarmos a startup, também ganhamos conhecimento. Ou seja, agora teremos ainda mais expertise para aprimorar a integração e usabilidade da tecnologia”, comenta Kleber Bonadia, diretor de Tecnologia e Inovação da Flex Relacionamentos Inteligentes.

Os peoplebots realizam atendimento de forma automática tanto por texto, quanto por voz, e também podem ser customizados de acordo com a necessidade de cada cliente. A tecnologia de inteligência artificial ainda disponibiliza integração omnichannel, reconhecimento facial, análise de sentimentos e aprendizado automático. “Outro benefício é que não requer instalação, já que a tecnologia utiliza ferramentas de comunicação que já estão presentes na rotina das pessoas, como Facebook, Messenger, Telegram e Whatsapp”, explica Mimura.

“Já temos clientes utilizando os ChatBots e tendo um retorno positivo. Agora, estamos em fase de expansão da tecnologia, escalando os algoritmos para outras verticais e ampliando a gama de clientes atendidos”, finaliza Bonadia.

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Gartner e T-Systems divulgam estudo sobre plataformas IoT

O Gartner e a T-Systems, provedora alemã com amplo portfólio de soluções digitais e serviços de TI, acabam de divulgar um estudo chamado “Key Considerations for Your IoT Ecosystem”. De acordo com a análise feita pelas duas companhias, o segmento de IoT deve continuar em franco crescimento, tornando crucial para as empresas a escolha da plataforma a ser utilizada para suportar novas aplicações.

Consideradas “o backbone” da internet das coisas, as plataformas representam um novo segmento de mercado, ainda em surgimento. O estudo define as plataformas IoT como soluções de software capazes de gerenciar tecnicamente dados IoT. “Este mercado deve crescer consideravelmente nos próximos anos, por conta das funcionalidades e destas plataformas trazerem ainda mais valor para vários processos de negócios”, diz a análise.

Diante deste contexto, um questionamento que deve ganhar força junto com o crescimento deste mercado é: como uma empresa deve definir que uma determinada plataforma é a ideal para seu negócio? De acordo com o estudo, a escolha da plataforma deve star alinhada à estratégia de IoT da empresa e seu modelo de negócios. Esta definição pode vir de um estudo sobre os problemas que a empresa quer resolver e uma priorização dos serviços a serem implementados.

De todo modo, e independentemente de suas demandas, o estudo aponta que todas as empresas vão precisar de plataformas que garantam flexibilidade e a expansão de seus desenvolvimentos. Neste cenário, a melhor escolha seria uma plataforma baseada em um ecossistema de múltiplos provedores e soluções combinados em um espaço simples de usar.

Nesse sentido, o estudo aponta três funcionalidades essenciais a uma boa plataforma IoT:

– Suporte a aplicações – para a customização de soluções IoT;

– Consolidação de dados e armazenamento – para capturar e armazenar dados e gerar insights;

– Gerenciamento de conectividade – para conectar automaticamente sistemas, redes e equipamentos.

Por conta disso, o estudo aponta como prioritário desenvolvimento de novos serviços IoT para plataformas IoT. Para atender a estas demandas, os líderes de TI corporativos devem:

– Desenhar e desenvolver plataformas IoT que sejam extensíveis e abertas para uso de serviços IoT externos;

– Implementar modelos de precificação que garantam rápido retorno a partir de uma plataforma IoT padronizada;

– Buscar o desenvolvimento de novos serviços IoT como bibliotecas analíticas, monetização de dados, ferramentas de governança e segurança avançada, que fortaleçam sua plataforma.

“A T-Systems acredita em ecossistemas abertos para acelerar todo o mercado de IoT. Ao mesmo tempo, queremos atuar como enablers, para que nossos clientes construam suas soluções baseadas em produtos IoT fornecidos com a maior conveniência possível”, afirma Ideval Munhoz, presidente da T-Systems Brasil.

Veja a íntegra do estudo.

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Buscando dinheiro para sua startup? Dicas para negociar um bom investimento

O Brasil conta com mais de 4.200 startups afiliadas à Associação Brasileira de Startups (ABStartups) e esse número cresce todo dia. As startups se tornaram cada vez mais atrativas principalmente para jovens criativos que possuem o sonho de empreender ou criar um novo negócio. Gerenciá-las pode ser um desafio, mas quando o negócio começa a dar certo, é comum que grandes empresas demonstrem interesse de investimento ou compra total da startup.

Somente entre julho de 2016 a julho de 2017 o número de contratos entre grandes empresas e startups aumentou 194% no Brasil, segundo dados do 100 Open Startups – se comparado com o mesmo período do ano anterior – mostrando o potencial deste mercado.

De acordo com Pedro Schaffa, advogado especialista em startups e PMEs e sócio fundador da SBAC, receber a oferta de um grande player pode ser o sonho de muitos empreendedores, porém, é preciso ficar de olho em diversos pequenos fatores para evitar que o valor da sua empresa seja reduzido numa negociação de compra ou investimento e que o investimento afunde seu negócio.

“A falta de conhecimento do dia a dia de uma empresa é um dos principais problemas que as startups enfrentam tanto no início da operação como no decorrer do seu funcionamento. Muitas vezes os empreendedores sabem muito do lado comercial e técnico, mas pouco do lado administrativo e burocrático de uma empresa”, explica, “isso pode fazer com que boas ideias sejam prejudicadas por má administração e o valor do negócio seja diminuído consideravelmente no momento de uma avaliação da empresa”.

O especialista dá dicas essenciais para startups que pretendem começar a negociar investimentos:

1. Recebi uma oferta e agora?

A proposta de receber um investimento pode ser irresistível para os empreendedores, mas é preciso analisar todas as possibilidades antes de fechar o negócio para que o sonho não acabe virando pesadelo. “Ao receber uma oferta, o empreendedor iniciante muitas vezes não imagina todos os aspectos jurídicos e burocráticos que precisa analisar. Ter uma consultoria jurídica especializada pode ajudar a evitar erros de principiante. Investimentos em startups são muito diferentes de investimentos em empresas normais, pois muitas vezes o objetivo final de uma startup é usar o dinheiro para aumentar o próprio valor de mercado, visando uma venda futura, e não gerar capital para ser distribuído futuramente o lucro para os sócios. Nesta hora, contar com especialistas é essencial para entender a proposta que está na mesa, chegar em um preço que favoreça ambas as partes, e, até mesmo, rebater possíveis pontos que não atendam às necessidades do empreendedor e, principalmente, da startup”, explica Schaffa.

2. E o que pode diminuir o valor da venda?

O famoso valuation, ou valor de mercado da empresa, pode ser calculado de diversas maneiras diferentes, principalmente para empresas em estágio inicial, quando o que se está comprando é muito mais o potencial da startup do que seu momento atual. No entanto, há alguns pontos que sempre serão levados em conta no momento da avaliação.

“Quando trabalhamos pelo investidor ou comprador, há cinco coisas que sempre olhamos: o passivo trabalhista, o passivo tributário, os contratos com os clientes, as questões relacionadas à propriedade intelectual e a organização societária”, afirma. Às vezes, para ser rápido e economizar no momento inicial da empresa, os empreendedores contratam seus funcionários de maneira errada, pagam seus impostos a menor ou esquecem de firmar contratos com os seus clientes. Tudo isso terá reflexos no valuation da startup e, com certeza, diminuirá seu valor no momento do investimento, às vezes, essa diminuição é maior do que a economia que o empreendedor achou que estava tendo.

3. E Quais são minhas obrigações?

Os empreendedores precisam ficar atentos às novas obrigações que terão na empresa após o investimento. É comum, por exemplo, o investidor exigir cláusulas que impedirão o empreendedor de sair da empresa por um certo tempo, de aumentar o próprio salário ou de abrir qualquer outro negócio que concorra com a startup. Além disso, é certeza que os investidores terão poderes de veto em algumas decisões da sociedade como tomada de empréstimo, aumento de gastos ou mudanças de sócios e funcionários chave.

De acordo com Schaffa, “muitas vezes, após receber um investimento, o empreendedor acaba se sentindo funcionário da própria empresa e fica frustrado ao perceber que o investimento custou sua liberdade”.

4. E o que eu nunca devo fazer numa negociação?

É muito comum que os empreendedores façam loucura no momento de receber o investimento. No entanto, é importante que a pessoa tenha uma visão global do investimento e consiga projetar no futuro quais os impactos da entrada de capital.

Contratos de investimento que contenham a não-diluição do investidor em rodadas futuras de investimento, que supervalorizam o valor atual da empresa ou que prevejam direitos exagerados para o investidor farão com que sua empresa tenha dificuldade em arrumar outros investimentos no futuro. Além disso, o empreendedor nunca deve garantir o investimento com os seus bens pessoais.

A função de um especialista neste momento, é verificar quais as cláusulas do contrato de investimento dificultarão a vida da startup e do empreendedor nos meses seguintes. “Muitas vezes, é melhor ficar sem o dinheiro do que vender a própria alma”, conclui Schaffa.

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Renata Ambrosini chega ao iFood como coordenadora de recrutamento para Tecnologia

Formada em Psicologia, Renata Ambrosini chega ao iFood, maior foodtech da América Latina, para assumir o desafio de atrair os melhores talentos para Tecnologia. A área deve dobrar de tamanho neste ano. Com experiência de 10 anos no setor, ela teve passagem por consultorias especializadas como Hays, Talenses e foi sócia da Yoctoo por mais de dois anos.

“É muito interessante e motivador fazer parte deste momento do iFood. A missão é de transformar a área de Tecnologia, contratando os melhores profissionais de tecnologia de todo o Brasil. Temos desafios incríveis de uma empresa que inova todos os dias e a real oportunidade de impactar diretamente a vida de mais de cinco milhões de pessoas que usam o aplicativo”, explica Renata.

Todas as vagas do iFood podem ser acessadas pelo site institucional ou pela página da empresa no LinkedIn. Confira algumas das cerca de 50 vagas abertas para o time de Tecnologia:

Analista de Salesforce Junior e Pleno
Desenvolvedor Android Sênior
Desenvolvedor iOS Sênior
Desenvolvedor Backend Pleno
Desenvolvedor Backend Sênior
Desenvolvedor Fullstack Sênior
Data Scientist
Data Infrastructure Engineer
Security Specialist
Senior Big Data Analyst
Big Data Engineer
Especialista Sysadmin
Product Manager
Product Designer
Visual Designer Sênior
Na empresa, o profissional tem a liberdade de criar e ter ideias que podem ter grande impacto no negócio, por isso, é sempre estimulado a empreender, trabalhar com transparência, além de ser colaborativo. O iFood valoriza a diversidade e está em busca de todos os ingredientes que se complementam e fortalecem a cultura e os valores.

A empresa brasileira, com seis anos de mercado, acaba de ganhar dois prêmios Great Place To Work e é uma das mais bem avaliadas na plataforma Love Mondays. Com mais de 650 colaboradores no Brasil e cerca de 200 entre México, Colômbia e Argentina. A empresa vem registrando um crescimento médio de 120% ao ano, mantém essa cultura de startup e não para de contratar.

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Linx encerra o ano com crescimento de dois dígitos em um ambiente de negócios mais positivo

A Linx, empresa líder em software de gestão para o varejo fechou o quarto trimestre de 2017 com receita operacional bruta de R$ 182,1 milhões. Apesar do IGPM acumulado negativo ao longo do período, a receita operacional líquida da companhia foi de R$ 157,4 milhões, atingindo um crescimento de 19,3% comparado ao quarto trimestre do ano passado.

A receita operacional bruta é fruto da combinação da receita recorrente e de serviços. No 4T17, a receita recorrente atingiu R$ 147,6 milhões, com crescimento de 16,8% sobre o 4T16, e equivalente a 81% da receita bruta. O EBITDA ajustado atingiu R$ 39,3 milhões no 4T17, um aumento de 16,9% em comparação aos R$ 33,6 milhões do 4T16. Em comparação ao 3T17, o EBITDA ajustado foi 7,6% maior. A margem EBITDA ajustada do 4T17 foi de 25,0%. O lucro líquido ajustado no trimestre foi de R$ 158,95 milhões no 4T17.

“Neste trimestre percebemos um ambiente de negócios mais positivo nas diferentes verticais do varejo que atuamos, contribuindo para manter o crescimento da Companhia, apesar do IGPM acumulado negativo ao longo do período. O cross-sell ainda segue como principal driver de crescimento orgânico, com destaque para as ofertas de meios de pagamento e NFC-e que aumentaram sua penetração na base de clientes”, destaca Pedro Moreira, CFO e Diretor de Relações com Investidores da Linx.

Resultados 2017

A receita operacional bruta da Linx chegou a R$ 656,1 milhões no ano passado, o que correspondeu a um aumento de 15,5% em relação a 2016. A receita operacional líquida do período foi de R$ 571,6 milhões, um aumento de 15,6% na comparação com 2016.

Já o EBITDA ajustado no ano foi de R$ 143,5 milhões, o que correspondeu a uma alta de 13,4% sobre 2016.

Entre os segmentos do varejo que continuam apresentando oportunidades crescentes de expansão do negócio, estão os de Food Service, Farmácias e Postos de Combustíveis. Já o tradicional segmento de Moda e o de Concessionárias vêm apresentando um crescimento mais conservador.

Adicionalmente, contribuíram para esse crescimento, as diversas novas iniciativas que a Linx tem desenvolvido relacionadas à recém-criada área de Novos Mercados e ao Omnichannel. São exemplos disso a operação de Inteligência do Varejo, que está em fase piloto em duas relevantes indústrias multinacionais de bens de consumo e a solução de OMS (Order Management System), que já está em operação em dois importantes varejistas nacionais.

Aquisição da Percycle

No último dia 21 de dezembro, a Linx anunciou a aquisição da Percycle, que opera a plataforma líder em mídia online nativa, unindo lojistas, marcas e consumidores. Ela permite que a indústria anuncie dentro dos principais sites de e-commerce, em diferentes formatos e segmentações, além de possibilitar a maximização do ROI (retorno sobre o investimento) gerado em campanha.

O faturamento bruto da Percycle nos últimos 12 meses foi de R$ 8,0 milhões. Pela Percycle a Linx pagará R$ 13,0 milhões à vista e, adicionalmente, sujeito ao atingimento de metas financeiras e operacionais para os anos de 2018 a 2020, poderá pagar o valor de até R$ 9,7 milhões.

Esta aquisição está alinhada com os objetivos estratégicos da Companhia, expandindo nosso portfólio de soluções que aumentem a rentabilidade dos clientes e melhorem a experiência de compra dos consumidores, além de abrir o mercado de publicidade e reforçar nossa oferta para o e-commerce e a indústria.

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Neoway promove 2ª edição do maior evento de Big Data do Brasil

A Neoway – maior empresa de Inteligência de Mercado e Big Data da América Latina –, vai promover a 2ª edição do Data Driven Business, no Costão do Santinho, Florianópolis, nos dias 8, 9 e 10 de março para mais de 500 dirigentes das maiores empresas do Brasil. Na região, conhecida como o Vale do Silício brasileiro, são esperados 20 palestrantes, entre eles Paula Bellizia, Microsoft; Milton Beck, Linkedin; Aaron Ross, Predictable University; Walter Longo, Unimark; e Gustavo Kuerten, Grupo Gustavo Kuerten.

No DDB18, os participantes vão entender como a análise inteligente de dados se tornou parte viva da estratégia de negócios de qualquer empresa e como é possível simplificar e extrair o melhor das informações, alcançando previsibilidade em ações e resultados.

No primeiro dia do DDB18, haverá uma palestra do Marcel Arins, Head Of Corporate Development, da Neoway, sobre Internacionalização, tendo em vista que a companhia catarinense chegou em 2016 a Nova York, em 2017 em Portugal e tem planos de desembarcar em breve em outros países. Além do Neoway Market Talks, que promoverá conversas com grandes nomes de empresas e grupos líderes em seus segmentos, insights, boas práticas e caminhos para o sucesso.

Também serão apresentados os vencedores da 2ª edição do Neoway Advisor, que acontecerá dia 20 de fevereiro, em São Paulo. O que antes se resumia a um campeonato de cases, agora é uma nova forma de relacionamento entre a Neoway e seus clientes. O Advisor coloca o profissional que atua no dia a dia com as soluções da Neoway, em evidência, premiando os resultados mais incríveis. Os cases serão avaliados e os finalistas selecionados apresentarão o case para uma banca composta por um representante Neoway, jornalista e investidor. Alguns dos clientes Neoway inscritos: Promob, Goedert, Tigre, Solaris, Recovery, Ticket Log, Procuradoria Geral do Estado de SP, BRF, entre outros.

“Ano passado, esperávamos 300 participantes no DDB17 e tivemos a presença de 444. Um enorme sucesso. Ficamos muito contentes com o evento e com o nível dos palestrantes, com informação muito qualificada e nossos clientes e parceiros apresentaram os cases interessantíssimos com o uso do Big Data”, comenta Jaime de Paula, fundador e CEO da Neoway.

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Indústria paulista gera 10.500 empregos em janeiro de 2018

Isabela Barros, Agência Indusnet Fiesp

A indústria paulista contratou 10.500 trabalhadores em janeiro de 2018, o equivalente à variação de 0,50% em relação a dezembro. Foi o melhor resultado para o mês desde janeiro de 2012, nesta base de comparação, segundo a Pesquisa de Nível de Emprego realizada pela Federação e pelo Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp). Para se ter uma ideia, a média de contratações no primeiro mês do ano é de 2.800 postos abertos entre 2005 e 2017. Considerando o ajuste sazonal, a variação mensal do emprego na manufatura de São Paulo foi de -0,04%, resultado considerado estável, mas ainda assim, o melhor para janeiro desde 2012 (quando registrou -0,37%).

“O desempenho de janeiro demonstra a consistência do processo de crescimento da economia. O emprego no setor manufatureiro tem mostrado resultados acima da média de forma consistente, seguindo o aumento de produção registrado pela indústria paulista no ano de 2017, que foi de 3,4%.”, explica o segundo vice-presidente da Fiesp, José Ricardo Roriz Coelho.

Na avaliação por setores, abriram vagas de trabalho no mês 16 dos 22 setores pesquisados. Os destaques ficaram com as seguintes áreas: veículos automotores, reboques e carrocerias (mais 2.939 postos), confecção de artigos do vestuário e acessórios (2.123) e produtos de minerais não metálicos (1.426).

Já os piores resultados em termos de emprego em janeiro ficaram com produtos químicos (694 demissões), produtos de madeira (-273) e impressão e reprodução de gravações (-155).

Na análise por região do estado, ficou em primeiro lugar com relação à abertura de vagas a região de São João da Boa Vista, com um crescimento de 3.01%, seguida de Mogi das Cruzes (2,42%) e Araraquara (2,07%).

Tais resultados estão ligados aos produtos de minerais não metálicos e máquinas e equipamentos em São João da Boa Vista, produtos têxteis e veículos automotores e autopeças em Mogi das Cruzes e produtos têxteis, e confecção de artigos do vestuário em Araraquara.

No final do ranking de empregos estão Jaú (-1,70%), Jacareí (-1,34%) e Limeira (-0,90%). Isso sob a influência dos setores de produtos diversos e produtos alimentícios em Jaú, produtos de metal e produtos de borracha e plástico em Jacareí e produtos diversos e produtos de minerais não metálicos em Limeira.

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Xerox traz solução para processamento de documentos fiscais

O recebimento de documentação fiscal é um enorme desafio e torna-se muitas vezes até um gasto desnecessário de tempo e dinheiro para as empresas que têm negócios em diferentes regiões. Além do desafio do recebimento de distintas documentações em lugares distribuídos e muitas vezes remotos, cada município pode exigir diferentes padrões de emissão, validação e vencimentos diferentes. Associado a isso, há ainda a perda financeira com o pagamento de multas por possíveis atrasos, muitas vezes já considerados na contabilidade de muitas companhias devido à complexidade do processo e particularidades na origem de cada prestador de serviço. Como forma de sanar esses gaps, automatizando os processos e já atendendo às novas exigências de integração de dados do sistema do governo federal, foi estruturada a Solução Xerox para Processamento de Documentos Fiscais.

A solução parametrizável e desenvolvida no Brasil pela Xerox integra todo o processamento da documentação fiscal em uma mesma plataforma, capturando, processando e distribuindo as informações – obedecendo as regras de negócios de cada empresa. De forma inteligente, a solução é capaz de, por exemplo, processar Notas Fiscais de serviços, capturando e validando as informações diretamente nas prefeituras que possuem o serviço disponível via internet, automatizando todo o processo do início ao fim, evitando erros, atrasos e reduzindo custos para qualquer empresa que lide com prestadores de serviço – seja na Construção Civil, Varejo, Imobiliário e Hotelaria, entre outros setores. As companhias ganham em eficiência, produtividade e efetiva redução de custos, além de passarem a ter acesso a uma inteligência via nuvem que hoje já conta com mais de mil prefeituras cadastradas, atendendo às diferentes exigências de preenchimento de cada município em sua integralidade.

O foco da plataforma Xerox está na inteligência do processamento fiscal, ou seja, enquanto a tecnologia faz a leitura da nota, cruza com as informações disponíveis pelas Prefeituras e as analisa, validando entre outras características a existência dos impostos necessários, a originalidade da nota fiscal e se há duplicidade, entre outras regras de negócio. Desta forma, as empresas deixam de ter que se preocupar com a questão fiscal, ficando mais livres para focarem no seu core business. A plataforma Xerox já prevê as novas obrigações da Escrituração Digital de Retenções e Outras Informações Fiscais (EFD – Reinf), que entraram em vigor no início de 2018, determinando que as informações fiscais sejam inseridas dentro do mês de competência da nota, evitando assim pagamento de multas.

A Plataforma Xerox é completa, compreendendo desde os sistemas de Prefeituras que têm nota eletrônica até aquelas que ainda usam o documento em papel, contemplando assim o reconhecimento dinâmico e orgânico de novos tipos de documentos fiscais. Com tempo de setup curto, que dá rapidez às empresas para começarem a usar a solução, a ferramenta lê e estrutura uma nota fiscal (seja recebida por email ou em papel) uma única vez – e sempre que chegar uma nota desta prefeitura específica, a leitura e o reconhecimento serão feitos automaticamente, já que uma vez imputados os dados de um município, qualquer cliente que use a solução de processamento da Xerox será beneficiado pela existência deste grande banco de dados, sem custos adicionais.

Após modular alçadas de aprovação com captura e processamento inteligente e abatimentos fiscais, a partir das tecnologias de leitura inteligente de documentos a solução captura informações e faz o processamento dinâmico das notas.

“A grande maioria das companhias tem analistas financeiros fazendo a checagem em um processo manual, mesmo de notas eletrônicas. O resultado disso são notas vencidas e multas que chegam a ser milionárias, principalmente para companhias que têm atuação distribuída em diferentes municípios, como as redes hoteleiras, mineradoras, agro distribuidores, entre outras. O mercado fala muito em empresas se integrando com o governo, que disponibiliza seu framework para integração na nuvem, e de ferramentas de captura de documentação, mas pouco se fala de uma integração inteligente, sem a dependência de documentação física para validação de regras de negócio, e das reais regras de negócio necessárias para que as empresas obtenham total escalabilidade e autonomia em seus processos de negócios. A plataforma Xerox atua exatamente nesta abordagem, endereçando regras de negócio e as informações necessárias desde o início do processamento da documentação, utilizando a documentação física de forma inteligente e integrando com eficácia as empresas e seus fornecedores”, destaca Fábio Filho, Diretor da unidade de Soluções e Inovação da Xerox Brasil.

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5 dicas para criar uma startup fora dos grandes centros

Por Igor Chalfoun

Montar uma startup nunca é uma tarefa fácil, e fazê-lo fora de um grande centro, sem um ecossistema propício, torna esse desafio muito maior. O maior risco de estruturar uma empresa fora dos grandes centros é ficar distante dos principais clientes. Por outro lado, os custos operacionais das cidades do interior são menores, o que é um fator crucial para se iniciar um negócio.

Vale destacar que as cidades do interior são as que mais se destacam em termos de eficiência em geração de startups no Brasil. A campeã é a mineira Itajubá, que tem apenas 97 mil habitantes. Confira abaixo 5 dicas para obter mais êxito ao empreender em uma startup no interior do Brasil, longe das capitais:

1) Utilize concursos e eventos online para se promover: A Internet pode atenuar a distância física entre sua empresa e seus clientes, possibilitando oportunidades de negócios e networking que antes dificilmente aconteceriam. Sites como 100 open startups, além de não exigirem presença física ou investimento, propiciam visibilidade e permitem avaliar sua reputação no mercado.

2) Busque apoio das entidades locais: Mesmo sendo pequena, sua cidade pode contar com instituições de apoio, ensino e pesquisa. Sebrae, Senai e universidades locais, por exemplo, podem oferecer programas de apoio a startups, criando oportunidades de incubação, aceleração, networking e desenvolvimento tecnológico.

3) Mobilize e eduque localmente: Uma vez que o conceito de empreendedorismo e de startups não é muito conhecido no interior, principalmente em lugares distantes dos grandes centros, é vital que o empreendedor exponha sua proposta de inovação para atrair apoio, colaboradores, fornecedores e potenciais clientes na sua própria cidade e em regiões próximas.

4) Exposição online: O site é o cartão de visitas de qualquer empresa, e as redes sociais são uma excelente maneira de divulgar seus produtos e/ou serviços. Apresente sua proposta de maneira clara e gere conteúdo informativo na página da sua empresa e em canais como Facebook, YouTube e LinkedIn. Desse forma, é possível mobilizar a comunidade empreendedora, formando network de apoio e aumentando seu acesso a potenciais clientes.

5) Acesse recursos à distância: Um empreendedor precisa estar sempre atualizado em relação à sua área de atuação. Com os cursos à distância, é possível empreender no interior e continuar estudando ao mesmo tempo. Esses cursos, por vezes gratuitos, também são uma ótima oportunidade para entrar em contato com grupos de investidores-anjo, fundos de investimento, incubadoras e aceleradoras.

Igor Chalfoun é CEO e cofundador da Tbit, startup mineira que cria sistemas de análise de sementes a partir de Inteligência Artificial e processamento digital de imagens. É formado em Ciências da Computação pela Universidade Federal de Lavras e tem MBA em Gestão de Negócios pela USP.

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FGV EAESP faz seminário sobre os desafios, as tendências e as perspectivas para o varejo neste ano

O Centro de Excelência em Varejo (GVcev) da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP) irá realizar na quarta-feira (21), a partir das 8h30, um seminário com especialistas do varejo para discutir sobre os desafios, as tendências e as perspectivas para o varejo neste ano.

O objetivo do evento é apresentar o panorama político-econômico nacional para 2018 e suas tendências. Expor as tecnologias e novidades voltadas para o Varejo exibidas tanto na NRF 2018 como nas visitas técnicas realizadas na cidade de Nova York e contribuir para repensar o varejo, seus formatos, processos e formas de gestão.

O seminário é voltado para profissionais do varejo, gerentes, diretores, fornecedores e demais interessados no tema.

Para se inscrever basta acessar o site do GVcev: www.fgv.br/cev . Informações: apoiocev@fgv.br (11) 3799-7970. Caro jornalista, caso queira acompanhar o evento é só entrar em contato com a assessoria.

Seminário: Os desafios, as tendências e as perspectivas para o varejo

Data: 21/02/2018

Horário: 8h30 – 13h

Local: FGV – Rua Itapeva, 432 – 4º andar – Salão Nobre

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Startup brasileira é selecionada para viajar ao Vale do Silício

No começo de janeiro deste ano, a startup brasileira Greengow Technology esteve na Silicon House, no Vale do Silício. O espaço foi fundado em 2012 pela brasileira Andrea Litto. Durante uma semana, os executivos da startup tiveram a oportunidade de estar na casa que fomenta empreendedorismo e inovação tecnológica.

“Ficamos muito lisonjeados em sermos selecionados pela Silicon House para participar dessa imersão. Nosso grande objetivo era entender como funcionava o ecossistema do Vale do Silício e fazer networking” conta Carlos Tanaka, diretor da Greengow. De acordo com o empresário a semana foi produtiva, pelo contato com executivos e advogados do principal espaço de inovação do mundo.

“O aplicativo Greengow é uma solução global, e o Vale do Silício é o melhor lugar para os executivos de start-ups fazerem networking e aprenderem as melhores práticas de lançamento de inovação tecnológica”, comenta Andrea Litto, fundadora da Silicon House. Durante a imersão, a startup foi bastante elogiada e fechou parceria com um conselheiro que agora compõe o time da Greengow, e também iniciou negociações com fundos de investimentos da região.

“Foi uma agenda bastante rica e muito bem organizada pela Silicon House, tornando nossa imersão bastante produtiva, com foco em negócios e networking. Superou nossas expectativas”, conta Tanaka.

Atualmente, o aplicativo Greengow está disponível para Android e iOS e permite que o usuário faça chamadas de voz com tradução em tempo real em até 10 idiomas diferentes. A tecnologia da plataforma foi desenvolvida em parceria com a Microsoft, através do programa de incentivos BizSpark.

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Oracle transforma o gerenciamento dos dados empresariais

A fim de atender à crescente demanda dos clientes engajados em esforços de transformação e para melhorar a agilidade dos negócios, a Oracle anunciou hoje o Oracle Enterprise Data Management Cloud. Parte do Oracle Enterprise Performance Management (ERP) Cloud, a nova oferta fornece uma única plataforma para o fácil gerenciamento de dados empresariais críticos (como a planilha de contas).

O atual ambiente de rápidas mudanças nos negócios apresenta múltiplos desafios de alinhamento de dados. Adoção da nuvem, fusões e aquisições, reorganizações e reestruturações podem criar inconsistências de dados que exigem equipes de finanças para reconciliar dados discrepantes e metadados associados. Mudanças na aplicação, dimensões, hierarquias e mapeamento de metadado, bem como de atributos relacionados, são muitas vezes realizados manualmente por meio de planilhas, email e reuniões pessoais.

Para ajudar os líderes de finanças a eliminarem inconsistências e erros manuais e também criarem uma visão única de todos os dados empresariais, transformando em realidade suas visões para a transformação de todas as áreas dos negócios, o Oracle Enterprise Data Management Cloud fornece autoatendimento centralizado para manutenção de dados empresariais, compartilhamento e racionalização de dados.

“À medida que as organizações crescem e evoluem, os líderes financeiros e de negócios enfrentam uma gama cada vez mais complexa de desafios para gerenciar e administrar seus dados de ativos empresariais que não podem ser resolvidos com sucesso por meio de abordagens tradicionais”, disse Hari Sankar, vice-presidente do grupo de gerenciamento de produtos EPM da Oracle. “Com o Oracle Enterprise Data Management Cloud, estamos fornecendo uma plataforma moderna que agiliza os esforços de transformação dos negócios e permite que as organizações mantenham a integridade, a precisão e a consistência dos dados entre todos os seus aplicativos – na nuvem e em equipamentos instalados no local”.

Os principais benefícios que o Oracle Enterprise Data Management Cloud pode fornecer incluem:

• Adoção mais rápida da nuvem: Migre e mapeie elementos de dados empresariais e as mudanças em andamento em ambientes de nuvem pública, privada e híbrida da Oracle e de terceiros.

• Agilidade melhorada para os negócios: Acelere a transformação dos negócios por meio de cenários de modelagem M&A (fusões e aquisições), reorganizações e reestruturações, planilha de contas, padronização e redesign.

• Melhor alinhamento dos aplicativos empresariais: Gerencie as mudanças em andamento em todas as áreas da empresa e os aplicativos de gerenciamento de desempenho por meio do autoatendimento para a manutenção, o compartilhamento e a racionalização de dados empresariais.

• Sistema de referência para todos os seus dados empresariais: Suporte os dados empresariais em todos os segmentos de negócios, incluindo: dados mestre, dados de referência, dimensões, hierarquias, taxonomias empresariais, relacionamentos associados, mapeamentos e atributos em diversos contextos de negócios.

A inclusão do Oracle Enterprise Data Management Cloud melhora ainda mais o EPM Cloud Suite líder da indústria da Oracle, que já foi adotado por milhares de organizações em todo o mundo. A nova oferta já atraiu bastante atenção, com clientes como o SunTrust Bank, o Baha Mar e o Diversey, entre outros, escolhendo o serviço para suportar seus esforços de transformação dos negócios.

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