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Tecnologia de startup ajuda lojistas no contato pós-venda

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O vendedor é peça-chave para qualquer negociação. Bom atendimento, domínio das informações acerca do produto ou serviço oferecido e disposição para sanar todas as dúvidas estão entre os pré-requisitos exigidos a esse profissional.

Mas, o cliente espera mais. Ele quer um suporte, inclusive, após a compra. Quando bem realizado, o pós-venda, segundo especialistas, pode dar margem para negociações futuras, ou seja, é nesse estágio que se inicia a fidelização do cliente.

Grandes companhias costumam formar um departamento especializado no pós-venda. Porém, soluções simples, como visitas técnicas, ligações para saber o grau de satisfação do consumidor em relação ao produto ou serviço obtido e ações focadas na valorização do cliente, trazem bons resultados. A tecnologia, no entanto, tem se tornado uma grande aliada no fortalecimento do elo criado entre marcas e consumidores.

Pensando nisso, o Sixdoo, startup com sede em Jaraguá do Sul, no Norte de Santa Catarina, criou uma plataforma especializada em soluções para tornar o pós-venda mais inteligente e automático. Com a ferramenta, que funciona de maneira semelhante a um aplicativo de celular, o vendedor registra os dados dos clientes, que passam a receber informações relevantes da loja, de forma automática e personalizada.

De acordo com Kelwin Eggert, um dos fundadores da startup, esse relacionamento, quando fortalecido, impulsiona novas vendas. “O Sixdoo ajuda o vendedor a conhecer melhor os gostos dos clientes. Ao utilizar a ferramenta, o vendedor passa a contar com uma base de dados de informações relevantes que vão facilitar o pós-venda, de forma personalizada e prática”, resume.

Segundo ele, a melhor maneira de fazer um bom pós-venda é ouvindo o próprio cliente. “É necessário saber o que ele achou da experiência na sua loja. A pesquisa de satisfação é uma arma muito poderosa e que poucos utilizam. O cliente se sente muito importante quando a loja se preocupa em saber o que ele achou do atendimento e onde a loja pode melhorar”, destaca

Ao colocar em prática esses conceitos, o Sixdoo vem ajudando lojistas a incrementar as vendas. Na Colchões Ortobom, do município catarinense de Timbó, por exemplo, o Sixdoo ajudou a alcançar o percentual de 39% de conversão de vendas, sendo que 43% do faturamento total do estabelecimento são decorrentes de compras realizadas no retorno do cliente à loja.

Diversas outras marcas já aderiram à novidade, entre elas estão a Menegotti Man, Óptica Olhar, Restaura Jeans, Mandala Jóias e Bella Ótica. “Os lojistas que usaram relatam um aumento significativo nas vendas pelo simples fato de se preocuparem em manter um relacionamento com o cliente, conhecendo seus gostos e oferecendo a eles vantagens especiais”, conclui.

Como funciona

Através do Sixdoo, o vendedor ou lojista realiza um breve registro dos clientes que compram e, principalmente, dos que não compram. A partir desses dados, é possível manter um relacionamento constante, tornando a loja mais relevante e presente no mercado. Por meio de disparos de mensagens de SMS marketing, o lojista comunica ao consumidor a chegada de um novo produto, uma oferta ou um simples lembrete.

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Aliexpress atinge a marca de 100 milhões de clientes

AliExpress, a plataforma global de varejo do Grupo Alibaba, anunciou a marca de 100 milhões de clientes. Lançada em 2010, a AliExpress oferece uma proposta de valor inigualável a clientes do mundo inteiro através de uma vasta gama de produtos e tecnologias inovadoras. A AliExpress disponibiliza milhões de itens fornecidos por vendedores em mais de 20 categorias de produtos. Nos últimos 12 meses, o número de compradores ativos da AliExpress excedeu 60 milhões.

“Eu gostaria de agradecer a todos os nossos clientes estrangeiros pelo apoio nos últimos sete anos. Globalização é uma prioridade para o Grupo Alibaba e a AliExpress está focada em ajudar compradores globais a acessar produtos de qualidade feitos na China,” afirmou Leo Shen, Gerente Geral da AliExpress. “Nós estamos comprometidos a incentivar as marcas chinesas de qualidade e a criar uma plataforma de confiança que permita a esse comércio internacional crescer cada vez mais.”

O Brasil é um dos cinco maiores mercados de compradores em termos de Volume de Mercadoria Bruto (GMV na sigla em inglês). Outros mercados importantes da AliExpress incluem a Rússia, EUA, Espanha e França.

Nos últimos anos, a AliExpress introduziu várias inovações e tecnologias que proporcionam aos usuários uma experiência de compras conveniente e interativa. Seu aplicativo de compras móvel é uma das soluções mais populares entre os usuários, devido aos seus recursos e facilidade de uso. A AliExpress também trabalha com Alipay e Cainiao, os parceiros de pagamento e de logística do Alibabas, para garantir pagamentos e entregas seguros.

A AliExpress atende consumidores em mais de 220 países e regiões. As categorias de produtos mais procuradas globalmente são moda e vestuário, joias e acessórios, vestuário feminino e acessórios e componentes para celulares. No Festival de Compras 11.11 da Alibaba, em 2016, 35,78 milhões de pedidos foram registrados nas 24 horas do evento, dos quais 58% foram feitos através de dispositivos móveis. Nesse período, o aplicativo móvel da AliExpress registrou o maior número de downloads na “categoria compras” tanto na App Store da Apple quanto na Google Play Store em 41 países.

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Cidades pernambucanas arrecadam 200% a mais de IPTU com uso de drones

Diante do atual cenário nas prefeituras com o acúmulo de funções e a dificuldade em acompanhar de perto os projetos junto à sociedade, principalmente a arrecadação coerente proporcional ao tamanho do terreno (IPTU) e os vencimentos das parcelas, e alguns órgãos já resolveram delegar a função para outras empresas. Logo, para resolver esse entrave, a Crescite, uma das maiores empresas especializadas em recadastramento de imóveis e arrecadação do Brasil, surge para ajudar a prefeitura e a população. Com uso de drones, a Crescite faz a medição correta dos terrenos e ainda esclarece a população sobre o porque existe o IPTU e para onde vai o valor arrecadado.

Os colaboradores da Crescite vão até os terrenos, casas, e pontos comerciais, orientam os seus proprietários sobre a importância de pagar em dia o tributo e esclarecem que o destino desse recolhimento vai para a melhoria de todos. Cada prefeitura prioriza em que vai aplicar o valor arrecadado com o IPTU. Os valores podem ir para obras de infraestrutura, gerando emprego local, a saneamento, saúde e educação.

As prefeituras já sentiram no volume arrecadado que vale a pena terceirizar essa cobrança do IPTU para os agentes da Crescite, pois além de instruir os cidadãos também é feito todo o recadastramento dos terrenos da cidade em questão. Foi o que aconteceu em Pernambuco. Além da utilização de análise de dados, colaboradores e medição de terreno, a empresa incluiu drones para monitorar a região e fazer o mapeamento correto. As imagens são tratadas por softwares de última geração que permite a medição exata.

Empresas como a Crescite auxiliam as prefeituras na arrecadação e esclarecimento a população quanto ao tributo. “ Nós desmistificamos a ideia de que pagar imposto é ruim. A população só acha isso ruim quando não entende para onde vai os benefícios desse dinheiro despendido. E o valor volta para a sociedade em forma de educação, saúde e qualidade de vida”, esclarece o Diretor da Crescite, Paulo Resende.

Isso foi perceptível no município de Paulista que arrecadou 165% a mais do que ano passado de IPTU, seguido por Itamaracá (82%) e Jabotão dos Guararapes ( 64%).

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A Crescite não acredita em soluções complexas e caras para os municípios, porque classifica-se fora da realidade. Neste momento a empresa atua em locais que têm mais de 100 milhões de ‘estoque de débitos’. Só são remunerados em razão do que é produzido financeiramente e na atualização dos cadastros municipais. Desta maneira a Crescite é investidor e, ao mesmo tempo, os agregadores de tecnologia para os municípios. A proposta da empresa não exige investimentos do município e é remunerada com a medição dos resultados financeiros.

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90% das empresas devem usar análise de dados até 2020, diz pesquisa

A Atos, empresa líder em transformação digital, encomendou um estudo conduzido pela Forrester Consulting para analisar o nível de adoção da análise de dados por empresas de todo o mundo. O estudo revelou que 40% das empresas já estão utilizando a análise de dados em atividades essenciais, como vendas, desenvolvimento de produtos e marketing. Essa tendência deve acelerar nos próximos três anos, com cerca de 90% das empresas utilizando insights de negócios orientados por esses dados até 2020.

O estudo conduzido por analistas independentes da Forrester Consulting analisou uma amostra global de mais de 580 empresas e gestores de TI de 11 setores empresariais em três continentes. Os dados mostram que 23% das empresas planejam implantar análise de dados nos próximos 12 meses. Isso apesar de um terço das empresas alegarem diversos obstáculos nesse processo.

Com relação às barreiras, 44% dos entrevistados veem o aumento na variedade dos tipos de dados não estruturados como um desafio significativo, enquanto 35% estão preocupados com as práticas tradicionais de dados em silos e com a falta de alinhamento entre as funções de TI e as empresarias.

“O ritmo no qual uma organização se beneficia da análise de dados é determinado tanto pela cultura quanto pela tecnologia. É por isso que na Atos colocamos a ênfase em uma abordagem orientada para os negócios com o Atos Codex, nosso conjunto completo de soluções de análise, computação cognitiva e IoT”, afirma Ursula Morgenstern, vice-presidente de Business & Platform Solutions da Atos.

A pesquisa examinou as ambições e prioridades de 11 setores empresariais e revelou uma clara ênfase em diferentes prioridades específicas do mercado, dependendo do setor. No setor de energia, por exemplo, a análise de dados é vista como um pré-requisito no desenvolvimento de redes de distribuição inteligentes.

Na indústria, a análise está intimamente ligada à fábrica inteligente, especialmente em relação à manutenção preditiva. A pesquisa fornece perfis empresariais reveladores em relação a atitudes e práticas analíticas em múltiplos setores, incluindo energia e serviços públicos, finanças, governo, indústria, varejo e telecomunicações.

Conclusões

Entre suas descobertas, a Forrester destacou a necessidade de as organizações serem rigorosas na definição de objetivos empresariais claros e quantitativos em todas as iniciativas de análise de dados: essa mudança é tanto sobre processo e cultura como sobre tecnologia.

Metodologia

Nesse estudo, a Forrester realizou uma pesquisa on-line com 583 líderes de negócios e de TI de empresas da América do Norte, Europa e Ásia-Pacífico para avaliar a estratégia e o gerenciamento da análise de dados de suas organizações. Onze setores foram pesquisados, incluindo energia e sérvios públicos, serviços financeiros e seguros, telecomunicações, Varejo, Governo e Indústria. O setor industrial incluiu as áreas de alta tecnologia e engenharia, automotiva, fabricação de produtos de consumo, farmacêuticos, químicos e metais e processos. Os participantes da pesquisa incluíram diretores, VPs e decisores de nível C. Os entrevistados receberam um pequeno incentivo como agradecimento pelo tempo gasto na pesquisa. O estudo teve início em setembro de 2016 e foi concluído em novembro de 2016.

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Matrix Data Center: negócios de missão crítica exigem serviços de TI com alta disponibilidade

Tente calcular os prejuízos causados pela queda do sistema de um banco. Agora imagine o tamanho do transtorno que uma operadora de telefonia móvel geraria se deixasse todo um município sem sinal. Já pensou na situação caótica que o setor aeroviário viveria se seus computadores repentinamente deixassem de funcionar? Para muitas empresas e setores de atividade, o uso de recursos computacionais garantidamente estáveis é simplesmente essencial.

No universo de tecnologia da informação, o termo missão crítica é utilizado para se referir à estabilidade de sistemas, aplicações e processos que, se interrompida, pode ocasionar graves consequências. Por isso, companhias que valorizam a fluidez de suas operações tendem a contar com serviços de data centers qualificados por entidades de controle.

Eber Lacerda Junior, VP de Operações da Matrix Data Center, afirma que a crescente procura por soluções de TI 100% estáveis e redundantes reflete a preocupação de muitas empresas com a disponibilidade de suas informações. “Companhias que possuem esse nível de exigência têm nos procurado especialmente por conta da certificação Tier III, fornecida a nós pelo Uptime Institute, e pelas nossas políticas de segurança de acordo com a ISO/IEC 27001”, destaca Lacerda.

Para que um data center alcance o padrão de qualidade exigido por esses órgãos, um longo processo de auditoria, reformas e revisões de políticas deve ser encarado. Por isso, tais certificações representam o que há de mais sólido, seguro e estável no segmento de TI. “Lidar com missão crítica é um grande desafio, mas é algo que sabemos prover com propriedade a um público seleto e exigente”, finaliza o VP.

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Startup Cata Company recebe investimento de R$ 5 milhões da Bzplan

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Após ampliar o faturamento em 6.000% em dois anos, desenvolver o portfólio de produtos e iniciar a operação nos Estados Unidos, a startup Cata Company, com sede em Florianópolis (SC), anuncia o investimento de R$ 5 milhões feito pelo Fundo Sul Inovação. Esse primeiro aporte do fundo de investimento será utilizado para o lançamento de dois novos produtos ainda neste ano, escalar a equipe (especialmente na área P&D, vendas e suporte técnico) e acelerar expansão internacional da empresa.

O aporte na Cata Company é o primeiro de uma série de investimentos que será anunciada em 2017 pela Bzplan, sócia da FIR Capital na gestão e administração do Fundo Santa Catarina (FSC) e do Fundo Sul Inovação (FSI). A gestora fez o primeiro aporte de venture capital na startup em janeiro de 2013 e agora aposta novamente na próxima etapa da Cata Company, que saltou em 2016 para um faturamento de R$ 12 milhões. “Estamos apostando mais uma vez na Cata Company, que agora expande seus horizontes ao buscar a internacionalização e colocar novos produtos no mercado. A empresa sempre investiu em inovação e tem sido muito bem sucedida no desenvolvimento de soluções envolvendo hardware e software. Somente em 2016, obteve um crescimento de 350% no faturamento, o que reforça nosso posicionamento de investir em empresas B2B e com alto potencial de crescimento”, diz Marcelo Amorim, sócio da Bzplan.

O investimento do Fundo Santa Catarina (FSC) ocorreu quando a startup ainda se chamava Catamoeda e estava desenvolvendo seu primeiro produto homônimo: um equipamento que troca moedas por cédulas, vale-compras, doações e recarga de créditos de celular, uma forma de incentivar a população a tirar do cofrinho as moedas acumuladas que fazem falta no comércio. As primeiras máquinas chegaram a redes de supermercado no sul do Brasil no final de 2013 e espalharam-se pelo país durante o ano seguinte.

Em 2015, a empresa anunciou um acordo comercial exclusivo com a Prosegur, companhia líder em segurança privada no país, e em 2016 lançou, em parceria com a multinacional, três novos produtos: o CataCash One/Caixa Fácil Mini – cofre compacto inteligente para os pequenos e médios varejistas-, uma linha de equipamentos de back office para concessionárias e empresas de transporte e, ainda, uma nova plataforma de publicidade para trade marketing. “Já começamos a produção do novo cofre de alta capacidade e performance, o Mille, e criamos a Cata Tech, uma nova divisão da empresa voltada para o desenvolvimento de soluções inéditas de segurança para transporte e custódia de valor”, afirma o CEO e fundador da Cata Company, Victor Levy.

A primeira solução dessa divisão, já em fase final de desenvolvimento, é o Super Armário, produto altamente tecnológico voltado para a proteção de numerários. Em paralelo, a empresa continua com seu ritmo de inovação, e já são 14 os pedidos e registros de patentes, marcas, desenhos e propriedades industriais, tanto nacionais quanto internacionais, da empresa.

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Sete maneiras de manter seus dados seguros na nuvem

No Brasil, segundo um estudo do SEBRAE, apesar da crise, o número de micro ou pequenos empreendedores é comparado a países avançados. Os principais ramos de atividade são aqueles que complementam a renda do empreendedor ou que estão ligados diretamente ao seu lucro. Apesar disso, a falta de experiência desses empreendedores relacionados à cibersegurança ou TI podem expor seus negócios a riscos até então desconhecidos por eles; aqui estão sete maneiras de garantir que os dados da sua empresa são seguros – seja na nuvem ou não.

1.Firewalls centrados em aplicativos: firewalls tradicionais, que protegem sua rede, eram considerados a melhor maneira de manter seus dados seguros. Agora, as abordagens de segurança desenvolvidas para aplicativos exclusivamente na proteção de ativos digitais são as melhores.

2.Comunicação Unificada em Nuvem: além de ser mais rentável para sua empresa, soluções de PABX hospedados em nuvem podem ser mais seguras e garantir que toda a comunicação seja feita de maneira criptografada. O BroadSoft Business, plataforma em aplicativo, permite que toda a comunicação instantânea, ligações de áudio e vídeo e muito mais sejam feitas a partir do seu navegador, celular, Ipad ou ramal de maneira segura para seus negócios.

3.Gestão de acesso: manter o controle de quem tem acesso às informações é um dos maiores desafios de um local de trabalho digital moderno. Como essa dinâmica é gerenciada quando dezenas de milhares de solicitações digitais estão sendo feitas a cada segundo e não pode ser feito manualmente.

4.Revisão de vulnerabilidade: não se sabe quando um ciberataque grave pode ocorrer e as organizações precisam estar prontas para qualquer coisa com os preparativos em andamento. Auditorias de segurança regulares é uma obrigação.

5.Soluções de conformidade dinâmica: a conformidade regulatória é importante na era digital e está se tornando cada vez mais importante para o posicionamento competitivo de uma empresa. Sua estratégia de nuvem deve aderir aos padrões mais prevalentes da indústria para governança de dados, armazenamento e processamento.

6. Monitoramento regular: de acordo com um Estudo do Instituto Ponemon, 57% das organizações não sabem onde seus dados estão sendo mantidos. Isso não é uma prática aceitável.

7.Resposta rápida: o mais importante, um local de trabalho digital deve ter as equipes dedicadas prontas para endereçar uma abertura da segurança assim que uma for detectada.

Fonte: Boradsoft

Emissão de certificados digitais cresce 20%

Cada vez mais, a comunicação é transferida do meio físico para o virtual. Nas empresas, processos que antes acumulavam papéis são agora realizados pela internet. É assim na hora de cumprir obrigações junto aos órgãos públicos, como Receita Federal e Justiça, e também para realizar tarefas pessoais, como vender ou comprar um bem. Seguramente, um dos instrumentos que viabilizaram essa mudança foi o certificado digital, que autentica o usuário no meio virtual e confere validade jurídica a e-mails e documentos assinados eletronicamente. Para ter ideia da magnitude desse mercado, em 2016 foram emitidos quase três milhões de certificados digitais, segundo o Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI). Um aumento de 20% comparado com o ano anterior.

É preciso, no entanto, estar alerta sobre as especificidades do uso do certificado digital. Embora no ambiente virtual seja feito uso de documentos eletrônicos, isto é, documentos digitalizados, o certificado digital não dispensa a guarda de documentos. Esse é um mito. As empresas precisam ter o cuidado de imprimir os comprovantes dos pagamentos feitos ao Fisco, ao passo que as pessoas físicas devem guardar recibos das transações, o que pode ser feito no computador, salvando sempre a documentação assinada eletronicamente.

Sobre a tecnologia que envolve a certificação, pode-se dizer que o sigilo e a autenticidade são inerentes ao certificado digital. O sistema de chaves criptografadas é atualmente a forma mais sofisticada e segura de acesso à informação. Mas isso também não isenta o usuário de alguns cuidados. Nesse sentido, vale lembrar que o certificado digital é intransferível e deve ser usado apenas por seu titular. Quando alguém compartilha o certificado com terceiros, corre o risco do uso indevido do documento. É como se o terceiro tivesse o RG e o CPF do titular do certificado em mãos e ainda pudesse fazer uso da assinatura dele para validar contratos, comprar e vender bens, entre outras operações. Isso porque o certificado confere validade jurídica a tudo que for assinado com ele. Você não quer passar cheque em branco assinado, quer?

Quando o titular de um certificado precisar de um terceiro para representá-lo, deve fazer uma procuração eletrônica, informando a validade da procuração e a que fim se destina. O procurador, nesse caso, deverá fazer uso de um certificado digital próprio para cumprir a tarefa.

O governo vem ampliando a exigência da adoção da identidade digital para as empresas, que precisam do certificado para estar em dia com o Fisco. Mas não são só elas que precisam ter o certificado digital. Esse é outro mito. Prova disso é que o número de certificações digitais pessoa física também aumentou. Só de janeiro a abril de 2016, foram cerca de 340 mil emissões desse tipo. As mudanças no mercado de trabalho e o aumento da mobilidade justificam, em parte, esses números. Uma pesquisa do Home Office Brasil mostrou que, comparado a 2014, em 2016 aumentou 50% o número de empresas que implantaram o trabalho fora do escritório.

Quem faz uso da certificação não precisa estar em um lugar fixo. Mesmo em trânsito, consegue realizar tarefas, sejam elas de ordem profissional ou pessoal, estando livre ainda de autenticações por autenticidade (verificação do cartão de assinatura no cartório) ou veracidade (quando é requerida a presença física do solicitante). Essa maneira de encurtar distâncias físicas e economizar tempo na hora de cumprir com a burocracia traz para o dia a dia de cada um de nós, além de mais segurança, um pouco mais de conforto.

Renato Teixeira, publicitário, diretor de comunicação da autoridade certificadora DOCCLOUD

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75% das pessoas em áreas urbanas utilizam apps de mobilidade

É inegável que a chegada dos aplicativos mudou a vida dos usuários em diversos aspectos, sobretudo na questão da mobilidade urbana.

Essa temática vem ganhando espaço nos últimos tempos. Segundo a pesquisa “Observatório Global de Mobilidade”, da Kantar TNS, 75% das pessoas em áreas urbanas utilizam apps para organizar ou orientar seu trajeto. Os aplicativos são usados para ajudar com a navegação de um modo geral, oferecendo benefícios em questões como preço e conveniência.

Ainda de acordo com o estudo, em São Paulo, 37% das pessoas dirigem menos hoje do que há seis meses, índice que aumenta ainda mais em locais onde o veículo próprio não é acessível.

O estudo foi baseado em entrevistas realizadas com cerca de 24 mil pessoas de 30 cidades, dentre elas São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba.

Para suprir essa demanda de mercado, alguns aplicativos têm ganhado força junto aos usuários. O diferencial é que cada um dos apps atende um perfil diferente de usuário, com especificidades ideais para cada tipo de pessoa.

Confira alguns desses aplicativos abaixo:

Zazcar – iOS/Android

Se você não tem carro, mas gostaria de utilizar um veículo para realizar tarefas diárias ou mesmo dar uma volta por aí com todo o conforto de um automóvel próprio, o app Zazcar é o que você precisa. Diferente das tradicionais locadoras de veículos em que você precisa fechar uma diária e dizer com antecedência quando devolverá o carro, a Zazcar permite que o usuário alugue um carro por hora, sem limitação de horas de uso. Todo o processo é feito por meio do aplicativo, desde o cadastro, até o destravamento do veículo. No momento, o app está disponível na cidade de São Paulo, com 54 pontos para retirada de carros.

Cabify – iOS/Android

Assim como o Uber, o Cabify também é uma aplicativo de motorista particular que funciona de forma parecida com os serviços tradicionais de táxi. O diferencial aqui é que os preços são mais em conta do que os praticados pelos táxis. No app, o usuário seleciona sua destinação e com base na distância, mas sem variação de preço por demanda.

BlaBlaCar – iOS/Android/Site

Precisa viajar para longe, mas as passagens de ônibus ou avião não estão muito atraentes? A solução pode ser ir de carona com alguém que está indo para o mesmo destino que você, ou que passe pelo local em que você gostaria de ir. Essa é a proposta do app BlaBlaCar, que permite que pessoas comuns dêem caronas para usuários por valores que saem mais baixos do que as tradicionais empresas de transporte.

FemiTaxi – iOS/Android

Oferecer um serviço exclusivo para as mulheres e guiado por taxistas do sexo feminino. É com essa proposta que o FemiTaxi foi lançado no mercado, em dezembro de 2016. Contando com cerca de 300 taxistas cadastradas, o app atualmente está em operação nas cidades de São Paulo e Belo Horizonte. A ideia é expandir os seus serviços para o Rio de Janeiro no mês de maio e as principais capitais do país ao longo de 2017.

Vá de Táxi – iOS/Android

Lançado em 2013, o Vá de Táxi é o aplicativo para solicitação de táxi da Porto Seguro. Está presente em mais de 450 municípios brasileiros, além de capitais como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre, Aracajú, Belém, Fortaleza, Salvador, entre outras. Com uma base de mais de 80 mil taxistas cadastrados, oferece segurança, uma vez que o aplicativo fornece informações como nome e telefone do motorista, placa do carro e o percurso da corrida. O passageiro pode pagar a corrida com cartão de crédito direto no aplicativo e ainda pode escolher corridas com até 40% de desconto.

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SONDA lança estratégia para varejo no modelo Retail as a Service

Para apoiar a sua estratégia de verticalização, que passou a ter o segmento de varejo como um dos focos de atuação, a SONDA, maior companhia latino-americana de soluções e serviços de tecnologia, desenvolveu a oferta Retail as a Service, uma solução oferecida como serviço para o segmento e que propõe acelerar o time to market e otimizar os processos de negócios por meio da implementação, suporte e manutenção de infraestrutura tecnológica.

Para liderar esta frente, a SONDA está nomeando uma nova diretoria comercial, comandada por Lilian Aguiar, que atua há 12 anos na companhia. “O varejo, assim como outros setores de mercado, está passando por uma transformação digital que proporciona aos seus clientes uma melhor experiência de compra. E a proposta da SONDA é justamente fornecer a sustentação para este caminho, disponibilizando um pacote de soluções e serviços na modalidade IaaS (infrastructure as a Service), que tem como proposta integrar os universos físico e digital”, comenta Lilian.

O Retail as a Service é composto por cinco módulos: a sinalização digital, que permite a comunicação de ofertas para aumentar o ticket médio; a segurança, que fornece rastreabilidade de ciclos completos de incidentes por meio de áudio e vídeo analytics e centrais de monitoramento; o escritório, que abrange mobilidade, portabilidade, redução dos custos de impressão e suporte de software corporativo; a experiência de compra, que promove a gestão de pontos de venda móveis, de filas e de caixas e, por fim, a conexão por meio de projetos de arquitetura de rede.

“O objetivo é desenhar toda a arquitetura necessária para a abertura de uma loja, fornecendo ferramentas, infraestrutura e soluções para sustentar tecnologicamente a operação para seu pleno funcionamento”, explica Lilian. Segundo a executiva, a proposta também envolve o apoio às atividades de rotina de um estabelecimento, como por exemplo, utilizar as centrais de monitoramento para identificar quando a fila em um ponto de venda está muito longa. O sistema alerta o gestor para que abra um caixa ou disponibilize vendedores com pontos móveis de pagamento, melhorando assim a experiência de compra e satisfação do cliente.

Ainda por meio da central de controle, é possível analisar as áreas com maior tráfego de clientes e implementar telas com descontos nos corredores, o que aumentará a rentabilidade por metro quadrado de área de vendas.

“Os benefícios para as empresas que contratarem o pacote de soluções residem não somente na eficiência crescente, produtividade e rentabilidade por metro quadrado, mas também no apoio à área de TI, que muitas vezes tem uma equipe enxuta para administrar todas as demandas e pode transformar um problema de TI em um problema de negócios. A proposta aqui é beneficiar toda a cadeia do varejista, liberando tempo e recursos para cuidar do foco do negócio”, finaliza Lilian.

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BH será uma das seis capitais que irá sediar maratona de desenvolvimento de jogos eletrônicos

A indústria de jogos eletrônicos brasileira faturou US$ 1,6 bilhão em 2016 (*). Mesmo com a crise, esse mercado cresceu 25% entre 2014 e 2016(**). Os números mostram que o gosto pelos jogos digitais deixou de ser uma brincadeira de criança e se tornou assunto sério, responsável por uma indústria altamente lucrativa, que colocou o país na 11ª posição no ranking mundial de maior mercado de games (*).

Diante desse cenário, que apresenta um potencial para o empreendedorismo, será realizado, pela primeira vez no Brasil, o Epic Gam Jam, uma maratona de desenvolvimento de jogos que acontece em seis capitais, entre elas, Belo Horizonte. O objetivo é estimular a criação de jogos de qualidade, criativos e inovadores para o mercado.

A primeira etapa do evento será entre os dias 14 e 16 de abril e terá duração de 48h. O evento acontece na sede do Sebrae Minas (av. Barão Homem de Melo, 329 – Nova Granada). As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo www.sympla.com.br .

Serão abertas 100 vagas para estudantes, professores, desenvolvedores, músicos e artistas (maiores de 16 anos). Os participantes serão divididos em equipes de 3 a 5 pessoas. Durante o evento, serão realizadas rodadas de mentorias com profissionais especializados nas áreas de programação, game design, modelagem, marketing, música e empreendedorismo. Ao final, os competidores irão apresentar suas ideias para uma banca de cinco jurados.

As duas equipes selecionadas, uma avaliada pelos jurados e outra pelo público, passarão para a fase seguinte e terão uma semana para desenvolver a ideia. Os resultados das 12 equipes selecionadas das seis capitais (além de Belo Horizonte, São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Porto Alegre e Curitiba) serão apresentados na grande final, em junho. O vencedor participará de uma mentoria exclusiva para o desenvolvimento do projeto e terá apoio na divulgação do game.

O evento em Belo Horizonte é realizado pelo Grupo Epic e Gamer Trials, em parceria com o Sebrae Minas, a Escola de Formação Gerencial (EFG), a Associação Mineira de Jogos (Gaming) e o Sindicato das Empresas de Informática de Minas Gerais (Sindinfor).

Epic Gam Jam

Dias 14 a 16 de abril
Sebrae Minas (av. Barão Homem de Melo, 329 – Nova Granada)
Belo Horizonte/MG
Inscrições: www.sympla.com.br
Informações: www.grupoepic.net
(*) Fonte: Newzoo
(**) Fonte: Associação Brasileira de Desenvolvedores de Jogos Eletrônicos (Abragames)

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DroneShow divulga programação de cursos, palestras e debates

A 3ª edição da DroneShow Latin América, que acontece de 9 a 11 de maio, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo, preparou uma programação intensa de cursos, seminários e debates para a feira deste ano. Ao todo, são 13 ações que acontecerão nos três dias de evento. A proposta do evento para este ano é capacitar os profissionais que atuam neste setor, debater temas estratégicos e disseminar resultados das aplicações dos dados gerados pelos drones em diferentes aplicações.

Confira a programação completa:

09/05

9h às 10h30

Debate: Regulamentação – Como trabalhar com drones na legalidade?
Dicas e boas práticas para trabalhar de forma legal com o drone.
Moderador: Emerson Granemann
Debatedores:
– Roberto José Silveira Honorato (ANAC – Agência Nacional de Aviação Civil)
– Major Jorge Humberto Vargas (DECEA – Departamento de Controle do Espaço Aéreo)

11 às 19h
Curso: Pilotagem Profissional de Drones

Ressalta as boas práticas de pilotagem e reforça a importância de capacitar o profissional para atuar nesta área.
Instrutor: Felipe Calixto

Curso: Drones para topografia
Técnicas e métodos para cortar custos e aumentar a produtividade por meio do uso de drones
Instrutor: Luiz Dalbelo

Curso: Drones na agricultura
O curso foca na otimização de recursos e diminuição dos custos tendo nos drones um importante aliado para a agricultura de precisão
Instrutor: Giovani Amianti

10/05

9h às 10h30

Debate: Como montar uma empresa de serviços utilizando Drones
Propõe um passo a passo para montar uma empresa por meio de cases de sucesso.
Mediador: Emerson Granemann
Debatedores:
– George Longhitano
– Guilherme Barbosa
– Leonardo Minucio

11h às 19h

Curso: Drones para infraestrutura e utilities
Otimização de recursos e alcance de resultados por meio do uso de drones para mapeamento, inspeção ou monitoramento de estradas, hidrovias, redes de energia, telecom e outros.
Instrutor: Leonardo Minucio

Curso: Drones para mapeamento
Para uma boa cartografia, dados de qualidade são essenciais e os drones vieram para suprir esta lacuna com agilidade, precisão e abundância de dados. Aprenda a fazer mapas com drones para diferentes aplicações.
Instrutor: George Longhitano

Seminário: Utilização de drones na agricultura
Visão ampla sobre o uso de drones na agricultura de precisão. Diversos temas.
Palestrantes: Lucio Andre de Castro Jorge, Ricardo Matiello, Bruno Holtz, George Longhitano, Juliana Mantovani, Bruno Borges, Julia Fonseca, Cristian Cardoso Stetz, Emerson Roberto Schoeninger, Cleverson Frederico Scheraiber, Paulo Henrique Amorim da Silva, Henrique Lima, Raphael Augusto das Chagas Casari, Hugo Bruno Correa Molinari, Adilson Kenji Kobayashi, Barbara Andrade Dias Brito da Cinha, Thiago Teixeira Santos, Carlos Antonio Ferreira de Sousa, Luiz Glasenapp Junior.

Seminário: utilização de drones para segurança e perícias
Apresentação do uso de drones para atividades de auditoria ou perícias que demandam uma série de informações geoespaciais. Também será abordado o uso de drones para segurança pública ou privada, incluindo serviços de emergências.
Moderador: Luiz Munaretto
Palestrantes: Ricardo Matiello, João Pedro Rufino Alves, Daniel Augusto Nepomuceno, Carlos Eduardo Mamede Polizio, Instituto de pesquisas tecnológicas (IPT) e Grupo SMA.

11/05

9h às 10h30

Debate: Potenciais novos negócios com drones autônomos
Drones autônomos, big data e internet das coisas e modelos de negócios que nos próximos anos atenderão áreas de entretenimento, delivery, segurança, logística, transportes, serviços de emergências e outras aplicações.
Mediador: Emerson Granemann
Debatedor: João Pedro Rufino Alves

11h às 19h
Curso: Processamento de imagens obtidas por drones

Conheça os processos e características dos principais softwares de processamento de imagens de drones
Instrutor: George Longhitano

Seminário: Utilização de drones para mapeamento
Aprenda as boas práticas para mapeamento com drones e entenda os fatores que podem influenciar na qualidade do produto final.
Moderador: Luiz Munaretto
Palestrantes: Maurício Campiteli, Daniel Cunha Coelho, Josue Pedro dos Santos Borges, Floriano Peixoto, Fabiano Cucolo e George Longhitano.

Seminário: utilização de drones para infraestrutura e utilities
Desafios, resultados, ganhos de produtividade, erros e lições aprendidas com o uso de drones em áreas de infraestrutura e utilities.
Palestrantes: Geraldo Adabo, Elton Neves Brandão, Leonardo Minucio, Eduardo Cardoso, Marcio Regis Galvão.

DroneShow Latin America

Data: 09 a 11 de maio
Horário: Das 10h às 20h
Local: Centro de Convenções Frei Caneca
Endereço: R. Frei Caneca, 569 – Consolação, São Paulo – SP
Valor: Até 06/04 – R$ 75*
Até 27/04 – R$ 90*
Até 11/05 – R$ 110*

*Ingresso válido para os três dias de evento

Mais informações: http://www.droneshowla.com/
Inscrições antecipadas podem ser feitas pelo e-mail: atendimento@mundogeo.com ou pelos telefones (41) 3338-7789 | (11) 4063-8848

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New Access Banking Software adquire a empresa Ambit Private Banking

New Access Banking Software, fornecedora global de soluções de software front-office para o setor de Private Banking e Wealth Management anunciou hoje a aquisição da empresa Ambit Private Banking da FIS™. A Ambit Private Banking fornece um abrangente pacote de soluções de software, que inclui Apsys e CIM, projetados para ajudar Private Banks a construir uma forte vantagem competitiva no mercado. O pacote de soluções inclui Core Banking, gestão de clientes (CRM), análise e controle, gestão de mercado, contabilidade de fundos e soluções para investimentos alternativos.

A New Access, fornece soluções de front-office para Private Banks, Bancos, Gestores de ativos e fundos e Wealth Managers, incluindo um sistema de gestão de portfólio (PMS), um sistema de gestão de documentos (GED/EDMS) e um sistema de gestão de relacionamento com o cliente (CRM). “A aquisição da solução da Ambit Private Banking reforçará a presença global da New Access no setor de software bancário. A New Access será capaz de oferecer uma solução de software altamente competitiva ‘front-to-back office’ permitindo que bancos e gestores tenham cobertura funcional completa com apenas um provedor. Esta solução integrada é fácil de implementar e manter, com bom custo-benefício em comparação com provedores terceirizados e permitirá que bancos mantenham controle total sobre suas operações de ‘back-office’”, disse Alexis Sikorsky, fundador e CEO da New Access.

.Essa transação criará sinergias comerciais significativas entre as soluções da New Access e da Ambit Private Banking. Também permitirá que o grupo invista mais em P&D para desenvolver soluções de software adaptadas ao mercado de Private Banking moldado por tecnologias disruptivas ecrescentes exigências regulatórias. “Soluções da New Access visam transformar esses desafios em oportunidades e gerar benefícios tangíveis para seus clientes”, explicou Vitus Rotzer, Gerente Geral da Ambit Private Banking, que se torna agora o Diretor responsável pelo desenvolvimento de negócios do grupo integrado. “Estamos confiantes que agregar a solução da Ambit Private Banking irá beneficiar clientes de ambas as empresas através de uma oferta de produto e serviços aprimorados e ao mesmo tempo trará uma solução integrada e abrangente ao mercado de Private Banking e Wealth Management.”

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Direito de ir e vir: um por todos e todos por uma sociedade livre – Por Daniel M. Velazco Bedoya

Hoje faz uma semana que o nosso direito de escolha foi prejudicado.

Desde o começo da nossa história, trabalhamos para melhorar a forma de locomoção de todas as pessoas, em todos os lugares, representando uma comunidade imensa de motoristas parceiros e passageiros que viajam juntos diariamente.

Com a aprovação do Projeto de Lei 5587/2016 na Câmara dos Deputados, vemos um país que dá com uma mão e tenta tirar com a outra: enquanto incentiva o empreendedorismo e busca investimento no mercado nacional, penaliza a diversidade e a inovação.

A mobilidade em grandes centros está condenada ao caos se não continuarmos com as alternativas de transporte privado de passageiros. Por isso, chegou a hora de nos unirmos ainda mais contra o retrocesso. Contamos com o Senado e com a sua mobilização para evitar que esta proposta siga adiante comprometendo todo o avanço que já conquistamos.

A sua liberdade de escolha é o que está em jogo.

Vamos, juntos, contra leis antigas que querem impedir novos serviços.

Compartilhe essa ideia:

#DireitodeIreVir #DireitodeEscolha #VamosJuntos #TodosJuntos

Daniel M. Velazco Bedoya, Diretor Geral da Cabify Brasil

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Empresas de TI se unem pela competitividade e preservação de empregos e investimentos no Brasil

Stefanini, TOTVS, BRQ e Resource defendem a permanência do setor na política de desoneração da folha de pagamento e a obrigatoriedade da tributação pelo faturamento

As maiores empresas brasileiras de TI, Stefanini, TOTVS, BRQ e Resource, com o apoio da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), se uniram para sensibilizar a sociedade e o Governo Federal quanto à manutenção da política de desoneração da folha de pagamento para o setor. O objetivo deste movimento é garantir que o setor permaneça com a incidência da contribuição previdenciária patronal sobre a receita bruta, mantendo assim a competitividade das empresas e as perspectivas de crescimento e geração de empregos.

No último dia 30 de março, foi publicada Medida Provisória determinando o fim da tributação substitutiva, visando minimizar o crescente déficit das contas públicas. Conforme veiculado, o governo entende que a desoneração da folha não contribuiu para a recuperação da economia. No entanto, a desoneração da folha de pagamento foi instituída como política pública estruturante para TI e TIC, que foi um dos setores piloto. De acordo com dados consolidados pela Brasscom, enquanto esse regime tributário vigorou, entre 2010 e 2015, foram gerados mais de 95 mil empregos[1] no setor de TI, com forte formalização de mão de obra. A remuneração cresceu 14,3% ao ano, no período, atingindo R$ 28,8 bilhões, enquanto a receita bruta[2] chegava a R$ 78,1 bilhões, experimentando um crescimento anual de 12%.

Para Sergio Paulo Gallindo, Presidente Executivo da Brasscom, “os números mostram que a desoneração foi estruturante para o setor na medida em que aumentamos o faturamento das empresas, elevamos a remuneração dos nossos trabalhadores e, principalmente, crescemos e formalizamos a força de trabalho, o que redundou em maior arrecadação para o Governo”.

Caso a decisão não seja revista, o setor, que emprega aproximadamente 600 mil pessoas, pode perder mais de 83 mil postos de trabalho nos próximos três anos – o que representa quase 15% do total de seus trabalhadores, afirmam as quatro empresas. Com efeito, a folha de pagamento de companhias de serviços do setor pode alcançar uma expressiva proporção de seus custos totais, remetendo à dificuldade de absorção de um abrupto choque de custos decorrente do aumento da carga tributária.

“A lei da desoneração não foi um benefício e, sim, um planejamento do Governo, que cumprimos à risca. O setor de tecnologia, que é um dos que mais empregam no país, está sendo penalizado, mesmo tendo cumprido sua parte na formalização e geração de empregos. Precisamos mudar este cenário para que a oneração não seja prejudicial a todos”, afirma Marco Stefanini, CEO Global e fundador da Stefanini.

Risco externo

Se forem obrigadas a se submeter ao encargo proposto de 20% na folha de pagamento, as empresas perdem competitividade perante concorrentes externos. “O setor de TI pode retroceder 10 anos. Sendo um dos mercados com melhor qualificação, remuneração e que investe alto em P&D – só a TOTVS investiu R$ 1,4 bilhão nos últimos seis anos -, queremos igualdade de condições para software produzido localmente e fora do país para continuarmos gerando empregos de alto valor agregado, aumento de renda e preservarmos a competitividade do Brasil no âmbito global”, destaca Laércio Cosentino, CEO da TOTVS.

Segundo os executivos dessas empresas, não se trata de protecionismo, mas sim de equilibrar os custos tributários na produção para estimular a competitividade da indústria doméstica. Para eles, o ideal para garantir isonomia competitiva e menos informalidade nas relações trabalhistas seria a taxa em torno de 4,5% sobre o faturamento de softwares e serviços consumidos no Brasil, independentemente da sua origem e como obrigatoriedade para todos, pois a contribuição social se daria no momento do consumo e não em cima do trabalhador.

“Desde 2011, quando a mudança da incidência tributária foi implantada, até hoje, o setor de TI aumentou a arrecadação, gerou empregos, reduziu a informalidade e gerou igualdade nos softwares e serviços fabricados aqui frente aos desenvolvidos fora do país. Todos esses movimentos fortaleceram o setor de tecnologia no Brasil. Com a oneração da folha, regrediremos os avanços conquistados ao longo destes anos, fazendo o setor voltar para clandestinidade e informalidade, perdendo os investimentos no setor e reduzindo a arrecadação”, afirma Benjamin Quadros, CEO e fundador da BRQ.

Inovação sob ameaça

A reoneração da folha coloca em risco um dos segmentos de maior valor agregado na cadeia produtiva, com impactos e sinergias positivas sobre toda a atividade econômica no país. É a partir do desenvolvimento de novos produtos e serviços que a tecnologia da informação impulsiona a produtividade, a competitividade e a inserção do Brasil nas cadeias globais de inovação, garantindo mais emprego e renda.

“Provamos numericamente a vantagem da desoneração. O mundo está vivendo um momento de transformação e o Brasil não pode ficar para trás, pois tecnologia é o motor propulsor dessas mudanças. O setor de TI deseja preservar empregos e contribuir para a retomada da economia” Paulo Marcelo, CEO da Resource.

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Empresa líder em soluções para empregabilidade chega ao Brasil

A Symplicity, empresa norte-americana especialista em soluções para empregabilidade, inicia suas atividades no Brasil. A companhia entra no país “pelas mãos” do Grupo A Educação, uma holding de soluções educacionais, que também representa a Blackboard no Brasil (tecnologia para educação), e que criou a SAGAH (soluções educacionais integradas).

A Symplicity traz ao mercado uma plataforma que une empregadores em potencial, com estudantes em busca de uma oportunidade, cujo principal diferencial é a geração de indicadores relevantes de empregabilidade. “O momento é crítico para o mercado educacional brasileiro, dominado por instituições privadas que, em meio à crise gerada pela redução do FIES, se viram obrigadas a entrar numa disputa acirrada para atrair e reter os estudantes. Com essas informações geradas pela plataforma a instituição de ensino se destaca, pois se aproxima mais dos seus alunos e os fideliza, além de o ajudar a entrar no mercado de trabalho e/ou a encontrar uma oportunidade onde ele possa ter um salário melhor”, afirma Bruno Weiblen, diretor comercial do Grupo A.

Outra vantagem, é que as estatísticas geradas pela plataforma ajudam a instituição a adaptar sua matriz curricular para atender àquilo que o mercado realmente procura. “Geralmente a universidade se pauta pelas diretrizes nacionais do Ministério da Educação (MEC), e pelos indicadores que ele divulga: performance do aluno em testes como o ENADE, e qualificação docente. Falta para ela, dados concretos que mostrem se ela está no caminho certo quando o assunto é formar estudantes para o mercado de trabalho, o que, na verdade, é o objetivo principal do seu negócio. Nos EUA utilizar estatísticas de empregabilidade já é uma prática comum, inclusive para instituição conseguir se habilitar para o crédito estudantil governamental. E queremos trazer esse benefício também para o mercado brasileiro”, enfatiza o diretor.

A Symplicity oferece uma solução em nuvem e tem fácil integração com portais acadêmicos e ambientes virtuais de aprendizagem. Com o objetivo de apoiar o estudante na gestão da sua carreira, orientar com questões comportamentais que podem ajudar no desempenho como profissional, a companhia tem o potencial de alavancar os índices de empregabilidade no meio acadêmico. Líder de mercado nos EUA, onde começou sua atuação em 1997, a empresa atende mais de 1.200 IES, entre elas, a Harvard, Columbia University, UCLA, London Business School, INSEAD, Northwestern University e New York University, em que aproxima mais de 40 milhões de estudantes e empresas.

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Marca Compaq se renova e apresenta novos modelos de notebooks e desktop

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Pautada pela inovação, a Compaq apresenta ao mercado brasileiro sua nova linha de produtos, composta por cinco modelos de notebooks e um modelo de desktop. Alguns produtos da nova linha já podem ser encontrados pelos consumidores nas principais redes varejistas do Brasil, lojas físicas e e-commerce. A partir do mês de julho, todos os produtos já podem ser encontrados no mercado.

Dentre os modelos disponíveis para o consumidor, está o Presario CQ-360, o notebook que se transforma em tablet, com preço a partir de R$ 1.699. O lançamento vem com tela LED de 11.6’ touchscreen, traz sistema operacional Windows 10, 500 GB de HD, processador Intel Celeron® Dual Core N3050 e memória de 4GB, o que garante o desempenho do notebook para rodar diversas aplicações ao mesmo tempo.

O consumidor também pode encontrar nas redes varejistas o Presario CQ-23, com preço a partir de R$ 999, que traz em sua configuração sistema operacional Windows 10, processador Intel Celeron® Dual Core, memória de 4GB e conta com duas opções de tecnologia de armazenamento: HD de 500GB e/ou SSD de 32GB. Na versão SSD, o notebook acompanha um pacote de 100GB do Microsoft Onedrive, que permite armazenar e acessar arquivos na nuvem a qualquer hora e lugar.

Com design moderno e discreto, o notebook Presario CQ-21 também está disponível no mercado. Com preço a partir R$ 1.599, o modelo foi preparado para desempenhar todas as atividades do usuário corporativo. Sua configuração traz Windows 10, processador Intel Celeron® Dual Core, 500GB de HD e memória de 4GB, o que garante seu desempenho para rodar diversos aplicativos ao mesmo tempo.

Produtos disponíveis a partir de julho de 2017

Na cor prata, com 17’mm de espessura e com leitor biométrico, o notebook Presario CQ-17 soma ao novo portfólio da Compaq com preço a partir de R$ 1.299. Sua configuração traz processador Intel Celeron® Dual Core, memória de 4GB, sistema operacional Windows 10 e conta com duas opções de tecnologia de armazenamento: HD de 500GB e/ou SSD de 32GB.

A nova linha também é composta pelo notebook Armada 13, com preço a partir de R$ 1.999. Com 15’mm e tela de 13 polegadas, o notebook traz processador Intel Core i5 de sétima geração, 4GB de memória, sistema operacional Windows 10, além de contar com duas opções de tecnologia de armazenamento: HD de 500GB e/ou SSD de 32GB.

Completa a nova linha Compaq 2017 o desktop Presario CQ-14, a partir de R$ 1.299. Voltado para o mercado corporativo e Governo, o desktop possui três opções de processadores: Intel Celeron, Core i3 e Core i5. Comercializado na cor preta, o CQ-14 conta também com sistema operacional Windows 10, memória de 4GB e HD de 500.

Os produtos Compaq podem ser encontrados nos varejistas Lojas Americanas, Shoptime, Submarino, Casas Bahia, Ponto Frio, Magazine Luiza, Carrefour, Pernambucanas, Allied – distribuidor, Armazém Mateus, Ricardo Eletro, Coop, Credimoveis, Berlanda, Taqui, Herval, Lasa e Eletrocenter.

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Unisys anuncia abertura de Centro de Excelência em Inteligência Artificial

A Unisys Corporation (NYSE: UIS) anuncia a abertura de um Centro de Excelência em Inteligência Artificial (COE – Unisys Artificial Intelligence Center of Excellence, em inglês), por meio do qual os usuários terão acesso gratuito a ferramentas on-line para auxilia-los a desenvolver recursos de análise avançada de dados (Advanced Data Analytics).

Com a abertura prevista para maio de 2017, o centro virtual disponibilizará aos inscritos o acesso gratuito a ferramentas, metodologias e melhores práticas na área de inteligência artificial, tais como:

Machine Learning – os usuários terão acesso a especialistas no assunto e a algoritmos de aprendizagem de máquina que vão auxilia-los a desenvolver modelos preditivos para atender necessidades específicas de seus setores. Por exemplo, bancos poderão utilizar as ferramentas para desenvolver modelos que ajudem a prever e prevenir fraudes em cartões de crédito. Já as cias aéreas poderão criar modelos para analisar fluxos de passageiros nos aeroportos ou melhorar as conexões de voo.

Computação Cognitiva – a ferramenta disponibilizará chatbots, ou assistentes inteligentes automatizados, capazes de manter diálogos para ajudar na resolução de problemas em áreas como service desk e serviços de suporte ao usuário final.

Cyber Analytics – O centro irá oferecer ferramentas inteligentes para prever ameaças de segurança cibernética, detectar anomalias no comportamento dos usuários, monitorar aplicações de negócios e identificar vulnerabilidades utilizando dados dos centros de operações de segurança (Security Operations Centers) e ferramentas de gestão de eventos e informações de segurança (Security Information and Event Management).

Analytics e Internet das Coisas (IoT) – o COE vai oferecer ainda ferramentas de software com reconhecimento de localização para auxiliar os usuários a explorar o imenso volume de dados gerados por dispositivos IoT. Por exemplo, análise de IoT utilizando sensores, beacons e aplicativos móveis para ajudar bancos ou varejistas a analisar dados de clientes.

“Dentro de poucos anos, a esmagadora maioria das organizações de grande e médio porte no mundo implantará aplicativos de análise ou recursos de análise avançada de dados como parte de uma plataforma para aprimorar a tomada de decisões de negócios”, afirma Dr. Rod Fontecilla, Vice-Presidente e Líder Global da Data Analytics da Unisys. “Queremos dar aos usuários a oportunidade de aprender como a inteligência artificial pode ajudar a desenvolver essa capacidade, garantindo acesso a ferramentas e especialização exclusiva da Unisys que irá auxiliá-los a permanecer competitivos no futuro”, conclui Fontecilla.

Para saber mais sobre as soluções da Unisys para análise avançada de dados, visite: www.unisys.com/advanced-data-analytics

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