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Marketing de influenciadores: como construir relacionamentos duradouros com influenciadores e líderes de opinião

Anna-Lebedeva-SEMRush

Por Anna Lebedeva – PR Manager do SEMrush

Existem pessoas na sua área que já têm público amplo e autoridade suficiente para serem influenciadores de seus clientes e aumentar a visibilidade de uma marca ou um produto. O Marketing de Influenciadores é uma forma de alcançar esses especialistas.

Encontrar esses formadores de opinião, aparecer em seus radares, aproximar-se deles e nutrir essa colaboração exige tempo, esforço e paciência. Portanto, não seria correto pensar que o marketing de influenciadores consiste em apenas mandar e-mail ou recado nas redes sociais pedindo ajuda. As relações mais fortes são construídas passo a passo, desde primeira conversa até a colaboração extensiva.

De acordo com o instituto Nielsen, 92% dos consumidores confiam mais na publicidade boca a boca (mesmo se eles não conhecem a pessoa pessoalmente) e recomendações dos amigos e familiares que em qualquer outro tipo de publicidade.

Preparamos um guia sobre como criar relacionamentos fortes e mutualmente benéficos com os influenciadores da sua área:

Passo 1: Encontrar Influenciadores Certos

Para começar é preciso encontrar os principais influenciadores da sua área. Descubra quem seu público segue online (e quem vai ter mais chance de engajá-los). Felizmente existem algumas ferramentas (por exemplo Buzzsumo e Klear) que facilitam sua tarefa de encontrar as pessoas chaves. Com essas ferramentas você consegue identificar os especialistas mais populares especializados em temas do seu interesse, os perfis sociais deles e estatísticas detalhadas sobre o desempenho de seu conteúdo.

Passo 2: Aparecendo nos Radares dos Influenciadores

A maioria dos influenciadores tem um procedimento de seleção para pedidos e solicitações recebidos. O jeito mais fácil de entrar nos seus radares é através das redes sociais. Compartilhe os posts, comente e inicie discussões produtivas. Entretanto, lembre-se de só compartilhar o que for relevante ao seu negócio.

O próximo passo é fazer comentários, sem generalizar ou repetir o que já foi falado por outros participantes. Ofereça informações adicionais ou exemplos interessantes.

Passo 3: Preparando o Contato com o Influenciador

Quando você iniciar a conversa deve ter uma visão nítida do seu plano de colaboração.

Não foque somente no que o influenciador pode te dar, pense o que você pode oferecer a ele. Nem precisa ser algo muito grande, muitas vezes incluir a opinião do influenciador no seu conteúdo ou escrever um comentário detalhado sobre o produto ou serviço dele já é uma boa proposta.

Passo 4: Entrando em Contato

Para muitos, entrar em contato com o influenciador pode parecer intimidador. Para facilitar o processo:

Não use ferramentas de contato automático. Considerando que um erro de digitação no name tag pode resultar em envio de e-mails com nome errado, o ideal é entrar em contato manualmente.

Aposte num assunto chamativo. Influenciadores são muito ocupados. Provavelmente eles vão abrir só as mensagens com temas chamaram sua atenção.

Crie um e-mail fácil de ler. A mensagem deve ser curta e clara.

Mencione as coisas que têm em comum. Isso pode quebrar gelo e dar um toque pessoal ao seu e-mail.

Lisonjear um pouco não faz mal. Conte o que você mais gosta no trabalho ou produto deles. Pessoas de sucesso gostam de saber o quanto influenciaram mentes e vidas.

Aposte na regra de reciprocidade. Mostre que você já fez algo por eles para que se sintam mais favoráveis a retribuir a ação.

Passo 5: Convide os Influenciadores para Colaborar

É quase garantido que o influenciador vai compartilhar o conteúdo se ele foi envolvido em sua criação.

Entrevistas com especialistas, guest posts, webinars – são oportunidades perfeitas para engajar influenciadores e criar conteúdo em conjunto.

Você pode também compilar partes de conteúdo que foram de contribuição de vários influenciadores diferentes em um único post.

Um bom exemplo disso é o Twitter Chat da SEMrush, organizados semanalmente pela SEMrush, com temas diferentes e especialistas da área. Logo depois, as citações mais informativas e interessantes são compiladas para um post (por exemplo,Backlink Audit Basics).

Passo 6: Levando as Relações para o Próximo Nível

Continue nutrindo a relação até que você e o influenciador estejam prontos para cooperar novamente.

Para dar um exemplo de case da SEMrush, o trabalho começa nas redes sociais, onde encontramos posts mais compartilhados e comentados e avaliamos a possibilidade de trabalho mútuo com determinado especialista, depois do período de conhecimento, chega a hora do primeiro contato. A chave do sucesso é começar com passos pequenos.

O conselho mais importante é – as relações são como flores no jardim que precisam ser constantemente regadas e nutridas.

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MelhorCâmbio.com lança ferramenta para comprar dólar mais barato

A startup mineira MelhorCâmbio.com, marketplace que conecta quem quer comprar ou vender moedas internacionais com as casas de câmbio inova, mais uma vez e anuncia o lançamento de nova funcionalidade na plataforma. O Conversor Câmbio-Turismo possui três recursos que ajudam os usuários com informações essenciais para planejarem a compra da moeda turismo, gastando menos.

O mais importante recurso da ferramenta é o conversor de câmbio turismo que mostra ao usuário não apenas a cotação comercial da moeda, mas principalmente a cotação turismo, que é o real valor que ele irá pagar na hora de comprar em uma casa de câmbio.

“Muitas pessoas acompanham a cotação do dólar comercial, aquele que sempre vemos nos jornais, e percebem que o valor é menor que o praticado pelas casas de câmbio, que vendem a moeda turismo. Hoje, na internet já existem conversores que mostram apenas a cotação comercial da moeda. Ou seja, o usuário não encontra o que realmente precisa. ”, comenta Felipe Tayer, sócio-fundador e CTO do MelhorCâmbio.com.

O Conversor Câmbio-Turismo permite que os usuários consultem, a menor cotação turismo praticada, naquele instante, pelas mais de 450 casas de câmbio listadas em mais de 120 cidades brasileiras. A ferramenta também oferece uma calculadora dinâmica para os usuários analisarem o valor total da conversão de diferentes quantidades de moeda.

“O que estamos trazendo para o mercado é uma novidade que realmente ajuda os usuários mostrando o que realmente irão desembolsar para realizar a compra da moeda turismo nas casas de câmbio.”, comenta Tayer.

Se o usuário quiser saber qual casa de câmbio está praticando aquele valor e, ainda comparar esta cotação com as demais casas de câmbio daquela cidade, com apenas um clique o sistema direciona o usuário para o comparativo detalhado de preços.

A segunda funcionalidade inédita do Conversor Câmbio-Turismo é um gráfico com o histórico cambial onde é possível acompanhar a variação das duas cotações, comercial e turismo, ao mesmo tempo de acordo com a cidade selecionada pelo usuário.

“Esse é um recurso que mostra a variação das cotações dos câmbios comercial e turismo ao longo do dia, da semana ou do mês. Assim como acontece no mercado de ações, os usuários podem avaliar tendências de alta ou de queda das cotações da moeda e planejar o melhor momento para a compra. Além disso, a ferramenta evidencia para o usuário como é importante pesquisar antes de comprar”, finaliza Felipe.

O terceiro recurso da ferramenta é um ranking das nove cidades brasileiras onde as moedas estão mais baratas. Assim os usuários podem decidir em qual cidade comprar pelo melhor preço. O ranking ainda permite acesso rápido, com um único clique, ao comparativo detalhado das cotações praticadas pelas casas de câmbio daquela cidade.

Além do dólar, os usuários contam com todas essas funcionalidades para o Euro, Libra, Dólar Australiano e Dólar Canadense.

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Mais segurança no campus sem comprometer a acessibilidade

Por Rogério Coradini, Diretor Comercial da HID Global no Brasil

Como garantir a segurança para estudantes, professores, funcionários e visitantes e ainda assim permitir que se movimentem livremente pelo campus? Como reforçar a segurança física sem sacrificar o fácil acesso às instalações da instituição, recursos e serviços? Estas são perguntas que faculdades e universidades rotineiramente se fazem sobre a questão da segurança no campus.

À medida que cresce o uso de cartões de identidade fraudulentos, inclusive em escolas e universidades, aumentando consequentemente o risco de violência, há uma necessidade indiscutível de melhorar a segurança sem impactar a experiência do usuário. Mas, por onde começar?

Se por um lado a segurança em um campus escolar é uma prioridade extremamente alta, por outro também é importante para estudantes (e professores) sentirem-se confortáveis e bem-vindos em sua escola. Esse espírito de “liberdade” não pode ser sufocado, certo?

A boa notícia é que a solução pode não ser tão desafiadora como antes. Hoje, a vasta maioria das carteiras estudantis tem códigos de barras ou tecnologia de tarja magnética para fornecer acesso a salas de aula, livrarias, laboratórios, restaurantes e demais dependências. Usar cartão inteligente sem contato com um smart chip embutido é mais seguro porque ele não pode ser clonado facilmente e, por consequência, é menor a probabilidade de que indivíduos não autorizados obtenham informações desses cartões. Um dos principais benefícios de alavancar o uso da tecnologia de cartões inteligentes sem contato é a facilidade de usá-lo para prover a estudantes e membros da faculdade o acesso a várias instalações e serviços do campus com um simples toque do cartão em um leitor. Como as informações são exclusivas ao usuário, os cartões podem ser configurados para permitir o acesso a prédios, aplicações ou serviços específicos.

Algumas escolas estão começando também a adicionar a opção de credenciais móveis. Esta tecnologia aproveita a proliferação de smartphones colocando a credencial dos estudantes em seus celulares e então usando-a para dar aos alunos ingresso a instalações e sistemas de pagamento no campus.

Se sua instituição não está pronta para fazer o upgrade da tecnologia de cartões devido ao orçamento ou restrições de recursos, há diversas opções disponíveis para universidades e faculdades que são relativamente acessíveis e fáceis de implementar. Uma opção simples desse tipo é a adição de um elemento de segurança visual (VSE, do inglês visual security element) para carteiras estudantis, o que torna as credenciais de alunos e funcionários mais fáceis de serem verificadas. De opções abertas a secretas, sobreposições holográficas, microtexto, imagens fluorescentes e outras ferramentas VSE proveem um método rápido para determinar se o cartão é autêntico.

Além de credenciais estudantis, a segurança do campus também pode ser bastante reforçada com um efetivo sistema de gerenciamento de visitantes. Um sistema como esse possibilita fazer check-in, check-out e monitoramento de todos os visitantes do campus, melhorando a segurança de estudantes e staff, sem impedir sua acessibilidade.

Muitas soluções de segurança podem ser usadas para proteger efetivamente o campus e seus ativos sem impedir estudantes e colaboradores de aproveitar tudo o que é oferecido.

Saiba como a Universidade George Mason utilizou cartões inteligentes sem contato para melhorar a experiência do estudante em seu campus.

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Redes sociais são decisivas para o e-commerce: cinco dicas para alcançar o público certo

As redes sociais passaram a ocupar um lugar que até então era liderado pelas buscas orgânicas quando o assunto são os canais de vendas para atingir e auxiliar os consumidores na decisão da compra. De acordo com pesquisa elaborada pelo Sebrae, 72% dos entrevistados utilizam as redes sociais como um dos principais canais para a concretização das vendas online. Os sites de busca, que até então lideravam o índice, ficaram em segundo lugar, mencionados por 68% dos entrevistados.

O CTO e sócio da Trezo, André Felipe T. da Luz, afirma que a pesquisa vai ao encontro das experiências vivenciadas no dia a dia profissional. “Ao elaborar as lojas online, percebemos a preocupação dos clientes em contemplar as redes sociais, devido à importância que elas têm tido na comercialização dos produtos, seja para encontrar a loja, se relacionar e até mesmo conferir a opinião dos demais consumidores sobre a loja em questão”, explica André.

As redes sociais, de acordo com André, possibilitam, antes de tudo, interação e colaboração, e, partir disso, é possível se relacionar e vender. Entre principais e mais usadas redes sociais estão o Facebook, Instagram, Twitter, WhatsApp, Pinterest e Foursquare. Porém, André lembra que existem outras opções e é preciso saber usar cada uma de acordo com a sua finalidade. Confira as dicas de André para fazer sucesso por meio das redes sociais e converter mais:

1. Escolha as redes sociais mais adequadas ao seu negócio

Não adianta criar contas em diversas redes sociais sem antes fazer um planejamento levando em conta o tipo de produto comercializado pela loja virtual e o público a que se destina. Além disso, é preciso analisar o que a rede escolhida permite em termos de ações.

Por isso, analise o seu produto e o seu público e converse com a sua equipe em quais redes sociais sua empresa estará presente.

2. Mantenha as redes sociais atualizadas

Criar a conta em uma rede social é apenas o primeiro passo. É necessário realizar um cronograma de publicações e criar conteúdo relevante aos seguidores. Procure fazer uma atualização diária.

Importante: não transforme sua rede social em uma vitrine da sua loja virtual. É importante aproveitar o espaço pra falar dos produtos, promoções e lançamentos, mas também abordar assuntos que sejam de interesse dos consumidores, como informações sobre os produtos que você vende e dicas sobre como melhor utilizá-los.

3. Promova a interação e o engajamento

Converse com as pessoas nas redes sociais. Procure saber o que elas desejam e como gostariam de ser tratadas. Lembre-se de ouvir seu público, responder as dúvidas e reclamações, sempre sendo sincero. É assim que você criará um relacionamento com o público e estará sempre presente na memória dele positivamente.

Por meio da interação e engajamento você poderá conhecer melhor o perfil do seu público e assim vender mais e melhor.

4. Seja multimídia

Que as imagens são essenciais nas redes sociais você já sabe. Então, invista na qualidade delas e ganhe destaque em seus posts. Mas, vá além. Produza vídeos e animações para chamar mais a atenção do consumidor e ter maior interação.

5. Use hashtag

Muito mais que “modinha” ou “bonitinhas”, a hastag (#) é uma importante ferramenta para segmentar as mensagens por assunto e monitorar o alcance do post ou tema. Use hashtag tanto nos posts, quanto nos comentários e lembre-se de monitorar. Utilize essa ferramenta para interação, mas também como estratégia das próximas ações.

Essas são as principais dicas quando o assunto são as redes sociais como ferramentas de negócios, mas sempre é possível incluir outras ações e cuidados durante o planejamento. Para finalizar, André reforça que a base de tudo é o relacionamento. “Procure se relacionar bem com o consumidor, pois assim a compra e a fidelização serão consequências”, afirma o especialista.

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Celular torna-se o principal dispositivo de acesso à Internet, aponta Cetic.br

A pesquisa TIC Domicílios 2015 do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), realizada anualmente pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br) do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), mostra que em 2015 o telefone celular ultrapassou o computador como dispositivo mais utilizado para o acesso à Internet.

Entre os usuários da rede que correspondem a 58% da população com 10 anos ou mais, 89% acessam a Internet pelo telefone celular, enquanto 65% o fazem por meio de um computador de mesa, portátil ou tablet. Na edição anterior, eram 80% pelo computador e 76% pelo telefone celular.

Em 2015, 35% dos usuários de Internet acessaram a rede apenas pelo telefone celular, sendo que em 2014 essa proporção era de 19%. O uso exclusivo pelo telefone celular ocorre especialmente entre os usuários de classes sociais menos favorecidas e aqueles da área rural. Um exemplo disso é que, entre os indivíduos de classes DE, 28% utilizam Internet, e a maioria deles (65%) usa a rede apenas pelo telefone celular. O mesmo acontece com as áreas rurais: 34% da população dessas áreas é usuária de Internet, e a maioria dessas pessoas (56%) utiliza apenas pelo celular.

Esta realidade coloca desafios importantes para o desenvolvimento de habilidades digitais requeridas para a nova economia digital. Entre os usuários de Internet que acessam apenas por telefone celular, a proporção dos que realizam atividades online, relativas ao trabalho ou a governo eletrônico, por exemplo, é menor do que aqueles usuários que acessam a rede também por computadores.

“As atividades de maior valor agregado são justamente as mais requeridas pela nova economia digital. No entanto, elas pressupõem habilidades digitais mais complexas, que vão além do uso instrumental das aplicações corriqueiras como as de rede social ou de envio de mensagens, demandando uma maior apropriação das novas tecnologias e aplicações. Neste sentido, o computador desempenha um papel fundamental para apropriação efetiva das tecnologias digitais pelos cidadãos — o que fica mais difícil para aqueles que somente acessam a rede pelo celular. É a partir da combinação do uso de diversos dispositivos, cada um com suas peculiaridades, e de aplicativos de maior complexidade que se possibilita o desenvolvimento de habilidades digitais mais sofisticadas”, reforça Alexandre Barbosa, gerente do Cetic.br.

Acesso ao computador e Internet nos domicílios

Ainda de acordo com a nova edição da pesquisa TIC Domicílios 2015, a proporção de domicílios com acesso ao computador (50%) e a de domicílios com acesso à Internet (51%) permaneceram estáveis em relação a 2014. Nos domicílios da classe A, o acesso à Internet encontra-se praticamente universalizado.

Os padrões de desigualdade socioeconômica e regional destacados pela série histórica da TIC Domicílios continuam visíveis na 11ª edição da pesquisa: na classe DE apenas 16% dos domicílios estão conectados à Internet, e na área rural esta proporção é de 22%, permanecendo muito abaixo dos 56% dos domicílios de áreas urbanas. Aproximadamente 30 milhões de domicílios das classes C e DE estão desconectados, o que representa quase a metade do total de domicílios brasileiros. “A Região Sudeste tem tanto a maior proporção de domicílios conectados quanto a maior quantidade em números absolutos de domicílios desconectados, o que corrobora que, mesmo nos grandes centros urbanos, questões de infraestrutura e socioeconômicas influenciam fortemente a possibilidade de acesso. A pesquisa também aponta a presença do tablet como computador exclusivo nos domicílios de baixa renda, sugerindo que este dispositivo seria a alternativa mais barata”, explica Barbosa.

Importância cada vez maior do acesso sem fio via redes Wi-Fi

Entre os domicílios com acesso à Internet 79% tinham Wi-Fi em 2015, um crescimento de 13 pontos percentuais. Esse dado é reforçado pela presença de dispositivos portáteis como notebooks, tablets e celulares, especialmente entre os domicílios de classes sociais mais altas onde a convivência de múltiplos dispositivos é maior.

Além disso, 56% dos usuários afirmam ter utilizado a Internet na casa de outra pessoa (amigo, vizinho ou familiar), fazendo deste local de acesso o segundo mais popular, especialmente entre os usuários de Internet pelo celular. No que diz respeito ao tipo de conexão utilizada pelos usuários de Internet no celular, o acesso via Wi-Fi (87%) ultrapassou o acesso via redes 3G e 4G (72%).

Cresce a proporção de usuários de serviços de Governo Eletrônico

Para a população de usuários de Internet com 16 anos ou mais, a pesquisa TIC Domicílios investiga também o uso de serviços de governo eletrônico em sete áreas, como saúde, educação, impostos e obtenção de documentos etc. Em 2015, a proporção desses indivíduos que procurou informações ou realizou serviços em ao menos uma dessas áreas foi de 59%, o que representa aumento de 9 pontos percentuais em relação ao ano anterior.

O uso desses serviços apresenta diferenças entre os usuários de Internet conforme as suas características socioeconômicas. Os usuários que mais buscaram informações ou utilizaram serviços de governo pela Internet são aqueles com alta escolaridade (81% dos que tem Ensino Superior e 61% dos com Ensino Médio) e renda (86% dos usuários com renda maior que 10 salários mínimos e 77% dos usuários com salário entre 5 e 10 salários mínimos).

Em sua 11ª edição, a pesquisa TIC Domicílios 2015 realizou entrevistas em mais de 23 mil domicílios em todo o território nacional, entre novembro de 2015 e junho de 2016, com o objetivo de medir o uso das tecnologias de informação e comunicação, o acesso individual a computadores e à Internet, atividades desenvolvidas na rede, local de acesso, frequência de uso, comércio eletrônico e governo eletrônico, entre outros indicadores.

Para acessar a pesquisa na íntegra, assim como rever a série histórica, visite http://cetic.br/pesquisa/domicilios/. Compare a evolução dos indicadores a partir da visualização de dados disponível em: http://data.cetic.br/cetic/explore?idPesquisa=TIC_DOM.

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Bayer e Monsanto criarão líder global na agricultura

A Bayer e a Monsanto anunciaram hoje que assinaram um contrato de fusão definitiva sob o qual a Bayer vai adquirir a Monsanto por US$ 128 por ação em uma operação à vista. O Conselho de Administração da Monsanto, o Conselho de Administração da Bayer e o Conselho Fiscal da Bayer aprovaram o contrato por unanimidade. Com base no preço de fechamento das ações da Monsanto em 9 de maio de 2016, dia anterior à primeira proposta feita por escrito pela Bayer à Monsanto, a oferta representa um prêmio de 44% sobre tal preço.

“Temos o prazer de anunciar a combinação de nossas duas grandes organizações. Isso representa um grande passo para nosso negócio Crop Science e reforça a posição de liderança global da Bayer como empresa de Ciências da Vida, impulsionada pela inovação e que ocupa posições de liderança em seus principais segmentos, entregando valor substancial aos acionistas, clientes, funcionários e à sociedade em geral”, disse Werner Baumann, CEO da Bayer AG.

“O anúncio de hoje é prova de tudo que conseguimos realizar e do valor que criamos para os nossos stakeholders na Monsanto. Acreditamos que a fusão com a Bayer traz muito valor aos nossos acionistas, principalmente por conta da contraprestação à vista”, disse Hugh Grant, presidente e CEO da Monsanto.

Soluções melhoradas para produtores

A operação une duas empresas diferentes, mas altamente complementares. Os negócios combinados se beneficiarão da liderança da Monsanto em Sementes & Traits e de sua plataforma The Climate Corporation, bem como da ampla linha de produtos de Proteção de Cultivos da Bayer em uma abrangente gama de indicações e culturas em todas as principais regiões. Como resultado, os produtores serão beneficiados por um amplo conjunto de soluções que atenderão às suas necessidades atuais e futuras, dentre as quais soluções avançadas em sementes e traits, em agricultura digital e em proteção de cultivos.

A combinação também reúne as capacidades líderes em inovação e as plataformas de tecnologias de P&D das duas empresas, com um orçamento anual proforma de aproximadamente EUR 2,5 bilhões em P&D. Em médio e longo prazo, a empresa combinada poderá acelerar a inovação e levar aos clientes soluções melhoradas e um conjunto de produtos otimizado baseado em insights agronômicos analíticos e apoiado por aplicações no campo da Agricultura Digital. Isso deve resultar em benefícios significativos e duradouros para os agricultores: de melhor abastecimento e mais comodidade a rendimentos mais altos, mais proteção para o meio ambiente e mais sustentabilidade.

“O setor agrícola está no centro de um dos maiores desafios dos nossos tempos, que é alimentar, de forma ambientalmente sustentável, três bilhões de pessoas a mais no planeta em 2050. Ambas as empresas acreditam que esse desafio requer uma nova abordagem que integre, de forma mais sistemática, o conhecimento em Sementes, Traits e Proteção de Cultivos, incluindo Biológicos, com um profundo compromisso com a inovação e práticas de agricultura sustentável”, disse Liam Condon, membro do Conselho de Administração da Bayer AG e Head da Divisão Crop Science.

“Estamos entrando em uma nova era na agricultura, uma em que existem grandes desafios que exigem soluções sustentáveis e tecnologias novas para permitir que os agricultores produzam mais com menos. Esta combinação com a Bayer entregará exatamente isso – um motor de inovação que une o portfólio de proteção de cultivos da Bayer às nossas sementes e traits de classe mundial e ferramentas agrícolas digitais para ajudar os produtores a superarem os obstáculos do amanhã. Juntas, a Monsanto e a Bayer darão continuidade às nossas tradições e aos respectivos históricos de inovação no setor agrícola, oferecendo um conjunto mais completo e mais amplo de soluções para os produtores”, disse Grant.

Criação de valor

O faturamento proforma dos negócios agrícolas combinados foi EUR 23 bilhões no ano civil de 2015. A nova empresa estará bem posicionada para participar do setor agrícola com grande potencial de crescimento em longo prazo. Além do atraente potencial de criação de valor trazido pela fusão, a Bayer acredita que a operação trará aos seus acionistas um acréscimo de LPA (lucro por ação) básico no primeiro ano completo após o fechamento e um percentual de dois dígitos de acréscimo no terceiro ano completo. A Bayer confirmou os pressupostos das sinergias de faturamento e custos por meio de um procedimento de due diligence e acredita que haverá contribuições totais anuais ao EBITDA de cerca de US$ 1,5 bilhão após três anos, além de outras sinergias advindas de soluções integradas em anos futuros.

Condições de financiamento e fechamento

A Bayer pretende financiar a operação por meio de uma combinação de dívida e capital. O componente de capital de cerca de US$ 19 bilhões deve ser captado por meio de uma emissão de obrigações conversíveis em ações e através de uma emissão de direitos com direito de subscrição. Um empréstimo-ponte no valor de US$ 57 bilhões está empenhado pela BofA Merrill Lynch, Credit Suisse, Goldman Sachs, HSBC e pela JP Morgan.

A Bayer tem um histórico comprovado de desalavancagem disciplinada após grandes aquisições, e acredita que os fortes fluxos de caixa da empresa combinados ajudarão a melhorar seu perfil financeiro. A Bayer tem como meta uma classificação de grau de investimento após o fechamento, e seu compromisso é com uma classificação de categoria “A” em longo prazo.

A aquisição está sujeita às condições habituais de fechamento, incluindo a aprovação dos acionistas da Monsanto em relação ao acordo de fusão e o recebimento das aprovações regulatórias necessárias. O fechamento deve ocorrer até o final de 2017. As empresas trabalharão de forma intensa com os reguladores visando garantir um fechamento bem-sucedido. Além disso, a Bayer está comprometida com uma taxa de ruptura reversa antitruste no valor de US$ 2 bilhões, reafirmando sua confiança de que ela obterá as aprovações regulamentares necessárias.

Sede e funcionários

A empresa agrícola combinada terá a sede global de Sementes & Traits e comercial em St. Louis, Missouri, Estados Unidos, enquanto sua sede global de Crop Protection e de Crop Science ficará em Monheim, Alemanha. Além disso, ela terá importante presença em Durham, Carolina do Norte, bem como em muitas outras localidades em todos os EUA e ao redor do mundo. As atividades de Agricultura Digital da nova empresa serão sediadas em São Francisco, Califórnia.

“Esta combinação representa uma grande oportunidade para os funcionários, que estarão na vanguarda da inovação em nosso setor. Essa operação também aumenta o forte compromisso da Bayer com os EUA, tirando proveito de nossa história de 150 anos com operações em 25 estados e empregando mais de 12 mil pessoas no país. Estou convencido de que a Monsanto florescerá como parte de uma das empresas mais respeitadas e confiáveis do mundo”, disse Baumann.

A Bayer tem uma vasta e bem-sucedida experiência em integrar aquisições a partir de uma perspectiva comercial, geográfica e cultural, e permanece comprometida com sua forte cultura de inovação, sustentabilidade e responsabilidade social.

Assessores da operação

O BofA Merrill Lynch e o Credit Suisse estão atuando como os principais consultores financeiros e bancos estruturantes para a Bayer, além de fornecerem o financiamento comprometido para a operação; a Rothschild foi contratada para atuar como consultor financeiro adicional para a Bayer. Os assessores jurídicos da Bayer são a Sullivan & Cromwell LLP (F&A) e a Allen & Overy LLP (Financiamento).

A Morgan Stanley & Co. e a Ducera Partners estão atuando como consultores financeiros e a Wachtell, Lipton, Rosen & Katz como assessores jurídicos para a Monsanto.

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Dataprev promove maratona de programação com foco em aplicações mobile para cidadão

A Dataprev realiza desde terça-feira (13) seu primeiro Hackathon, uma maratona de programação com duração de 43 horas e a participação de 20 analistas de TI da empresa. O objetivo é criar aplicações mobile — para uso em smartphones, tablets e outros dispositivos móveis — que atendam às necessidades da empresa e de seus clientes no apoio a políticas públicas e sociais.

Cinco equipes estão imersas desde a tarde de ontem numa casa no bairro de Botafogo, no Rio de Janeiro, trabalhando na criação das aplicações finalistas do Hackathon. A solução vencedora, que será anunciada ao fim desta quinta-feira (15), será produzida pela Dataprev e oferecida como mais um produto para seus clientes governamentais.

Os empregados e o público poderão acompanhar o Hackathon por meio de transmissões de vídeo ao vivo, que serão feitas pela página da Dataprev na rede social Facebook, no endereço www.facebook.com/dataprevtecnologia. Haverá transmissões na tarde desta quarta-feira (14) e também durante a cerimônia de encerramento, que acontecerá amanhã, a partir das 17h.

Os participantes das cinco equipes trabalharam por toda a madrugada para elaborar os aplicativos propostos. Todos os projetos compreendem aplicações móveis para serem utilizadas pelo cidadão:

• Atendimento Cognitivo na Dataprev, de Luciano da Silva Figueiredo, do Departamento de Gestão do Planejamento e Suporte do Atendimento – Um aplicativo multiuso que utiliza o reconhecimento de voz, para ser usado no atendimento de serviços públicos em geral.

• e-CTPS – Carteira de Trabalho e Previdência Social Digital, de Wallace Roque de Figueiredo, da Divisão de Arquitetura de Software (RJ) – Permitirá ao trabalhador a consulta de informações sobre todo o seu histórico trabalhista e outras informações do Ministério do Trabalho.

• Emprego Aqui, de Carlos David Ribeiro Pasco, da Divisão de Arquitetura de Software (RJ) – Permite a busca por vagas de emprego de acordo com a região (usando a localização do usuário através do GPS do celular) e acesso a várias outras informações sobre o mercado de trabalho, como, por exemplo, a remuneração média regional de determinada ocupação.

• Expectativa de Direito aos Benefícios Previdenciários, de Fabricio Gustavo de Paiva Vicente, da Unidade de Desenvolvimento de Software Paraíba – Aplicativo de consulta aos serviços da Previdência, no formato de uma conta-corrente atualizada em tempo real, incluindo ainda consulta ao direito de aposentadoria.

• Perícia Fácil, de José Felipe Ribeiro Araújo, da Unidade de Desenvolvimento de Software Ceará – Aplicativo para orientar o segurado do INSS sobre elegibilidade e como proceder para obter a perícia médica, além de permitir o agendamento de consulta e a visualização de todo o histórico do processo pericial.

Uma Comissão Julgadora multidisciplinar escolherá o vencedor com base em cinco critérios: Ideia inédita; Inovação; Relevância da solução; Viabilidade comercial; e Público-alvo. A comissão é composta por cinco jurados, sendo apenas um da Dataprev:

• Secretário de Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Marcelo Daniel Pagotti.

• Vice-Presidente do Gartner Research, Luis Claudio Mangi.

• Senior Manager da Accenture Digital, Vinicius Fontes.

• Nazareth Lopes Bretas, Doutoranda em Ciência Política pela UFRGS e servidora pública com atuação na Dataprev, no Ministério do Planejamento e na Prodabel.

• Superintendente de Desenvolvimento de Software na Dataprev, Diogo Costa Martins Pizaneschi.

Sobre o Hackaton – O Hackathon é uma maratona de programação que reúne programadores, analistas de sistemas e outros profissionais de TI para desenvolver, num trabalho intensivo em curto espaço de tempo, uma ideia ou projeto de software inovador e que tenha viabilidade e utilidade comprovadas. O termo Hackathon resulta da combinação das palavras em inglês “hack” (que significa programar de forma excepcional) e “marathon” (maratona).

Todos os empregados da Dataprev foram convidados a concorrer e o resultado foi expressivo: 35 projetos apresentados, oriundos de técnicos de vários estados, especialmente das cidades aonde a empresa mantém Unidades de Desenvolvimento de Software (Rio de Janeiro/RJ, Florianópolis/SC, João Pessoa/PB, Natal/RN e Fortaleza/CE).

Em seguida, foram feitas apresentações de cada projeto para que todos empregados da Dataprev pudessem escolher, por votação, os 20 melhores. Na etapa seguinte, uma comissão de técnicos da empresa selecionou os cinco finalistas. Cada autor de projeto formou então uma equipe de quatro programadores para desenvolver sua ideia no prazo de apenas 43 horas ininterruptas. Toda a produção necessária foi providenciada para apoiar as equipes nesse período: alimentação, áreas de descanso, laptops etc. O desenvolvimento dos projetos começou às 17h da terça-feira e terminará ao meio dia de desta quinta-feira (15).

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Twitter transmite jogos da NFL ao vivo

A partir desta quinta-feira (15), às 21h25, o Twitter inicia a transmissão ao vivo e gratuita de 10 partidas da NFL (Liga Nacional de Futebol Americano) com o jogo entre New York Jets (@nyjets) e Buffalo Bills (@buffalobills). Os internautas poderão assistir aos jogos no Twitter pelo perfil oficial da NFL (@NFL) e por meio do link TNF.Twitter.com no computador. As partidas estarão disponíveis para usuários e não usuários da plataforma. O Moments, ferramenta de curadoria do Twitter, também fará a cobertura dos jogos e incluirá um aviso de quando a transmissão estará ao vivo.

Além disso, será possível acompanhar a NFL e outros conteúdos de streaming ao vivo no Twitter, como os gerados pela @NBA, @Bloomberg e @Cheddar, por meio de um novo aplicativo do Twitter voltado aos aparelhos conectados da Apple TV (disponível globalmente), Microsoft Xbox One (disponível na Austrália, Brasil, Canadá, Estados Unidos, México e Reino Unido) e Amazon Fire TV (acessível apenas nos Estados Unidos e Reino Unido). O aplicativo permitirá que qualquer pessoa com esses dispositivos consiga acessar o conteúdo do Twitter, incluindo vídeos do Vine e Periscope e as transmissões ao vivo, sem precisar de uma conta no Twitter ou serviço de TV por assinatura. Para acessar o conteúdo, basta visitar a respectiva loja de aplicativos de cada plataforma.

“Esses dispositivos trarão a experiência de transmissão de vídeos em tempo real no Twitter para a tela da TV”, diz Anthony Noto, CFO do Twitter. “O Twitter tem sido um ótimo complemento para TV, e agora os fãs poderão desfrutar, direto de suas TVs, de mais vídeos premium a partir de conteúdos gerados ao vivo no Twitter. Estamos animados em proporcionar essa nova experiência, que não requer um acesso pago ou login no Twitter.”

Será possível, ainda, optar por receber notificações no celular sempre que alguma das contas seguidas iniciar uma transmissão ao vivo. Para isso, basta o usuário acessar pelo Twitter a conta que deseja acompanhar, como a da NFL (@NFL) por exemplo, selecionar o botão que tem a forma de um sino e ativar a opção para receber notificações. Depois disso, sempre que uma transmissão ao vivo for iniciada, o seguidor receberá uma notificação.

Emojis

Além de assistir às transmissões de jogos aos vivo e acessar o conteúdo do Moments, os fãs também poderão incluir emojis das 32 equipes da Liga Nacional de Futebol Americano em seus Tweets, usando a hashtag correspondente. As hashtags dos times e seus respectivos emojis podem ser encontrados neste link.

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A inovação deve começar com o consumidor – Por Simone de Camargo

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A indústria de tecnologia está sempre em busca da próxima ideia que vai transformar o mercado, que vai atrair mais consumidores. Por isso inovação é a palavra-chave no nosso meio. Sempre há uma oportunidade para a inovação, e precisamos apenas estar atentos como os nossos consumidores se comportam. Quantas vezes não vimos um produto usado para um fim diferente daquele que foi criado ou um uso adaptado em que ele atende ainda melhor às necessidades do consumidor?

O brasileiro tem uma palavra própria que pode traduzir uma oportunidade de inovação: a gambiarra.

Nos últimos anos, as impressoras ganharam uma série de novas funcionalidades que vão desde conexão Wireless até telas sensíveis ao toque. Mas a constante troca de cartuchos de tinta e o alto custo de impressão sempre foram os pontos críticos. O mercado, em especial o brasileiro, sempre tão criativo, buscou técnicas diferenciadas e econômicas para imprimir.

Para evitar a troca constante de cartuchos e baratear os custos, muitos consumidores passaram a adaptar tanques de tinta externos as impressoras. A gambiarra, neste caso chamada de bulk ink, passou a ganhar bastante mercado. Vimos multiplicar o número de prestadores de serviços adaptando equipamentos, fornecedores de tintas; um mercado alternativo ao cartucho.

Em pouco tempo, as impressoras da Epson eram as mais utilizadas no bulk ink, pois tanto os técnicos quanto os usuários perceberam que eram mais duráveis, devido à cabeça de impressão permanente, com a exclusiva tecnologia MicroPiezo. Mas a qualidade controversa das tintas danificava os produtos, que perdiam as garantias de assistência técnica devido à gambiarra.

Foi observando esse comportamento e mercado potencial que a Epson começou a desenvolver sua própria solução com tanque de tinta, a família Ecotank. A demanda do consumidor era clara: equipamento mais produtivo, insumo mais barato, e mais autonomia. Mas a Epson foi além: reduziu o custo por impressão aos mínimos centavos, mesmo utilizando tinta original de qualidade, especial para a alta tecnologia de suas cabeças de impressão, e estendeu a economia também ao nível do consumo de energia.

A gambiarra deu o insight, mas Ecotank nada tem de improviso. Todo o sistema atende às demandas do consumidor, porém com tecnologia confiável e garantia da indústria. Desde 2013, a Epson produz no Brasil uma solução cujo custo-benefício conquistou o consumidor que antes buscava adaptações precárias, sem qualidade de cor e vazamentos, que danificavam as cabeças de impressão.

É claro que Ecotank acabou caindo no gosto do consumidor e virou caso de sucesso. Hoje, alcançamos a marca de 1 milhão de impressoras da família fabricadas no Brasil.

A linha EcoTank permite que o usuário imprima milhares de páginas com o mesmo kit de tintas. A vantagem salta aos olhos. Uma garrafa de tinta substitui mais de 30 cartuchos. O kit de 4 garrafas imprime até 7500 páginas coloridas, o que equivale a 15 resmas de papel. A troca de insumo é totalmente autônoma, o consumidor compra sua garrafa e troca a tinta em casa.

Sensível à gambiarra, a Epson reinventou o mercado de tinta no Brasil. E esse caso tem a ver com os mais de 30 anos que trabalhamos para imprimir uma história bem-sucedida no país. E porque Ecotank retribui com mais economia e produtividade ao consumidor, a Epson vai celebrar a marca de 1 milhão de impressoras brasileiras com a campanha “Impressora Dourada”.

A inovação não necessita ser disruptiva! Quando ela nasce de uma necessidade prática na nossa vida, então o benefício gerado é uma garantia de sucesso.

Simone de Camargo, Diretora de Marketing da Epson do Brasil

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Parceria entre ICI e P&D Brasil fortalece relacionamento

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O Instituto das Cidades Inteligentes (ICI) se associou à P&D
Brasil – Associação de Empresas do Setor
Eletroeletrônico de Base Tecnológica Nacional. O objetivo
é contribuir com o fomento de políticas públicas
para o desenvolvimento tecnológico e a integração
da indústria nacional de tecnologias da
informação e comunicação (TIC),
fortalecendo o relacionamento cooperativo das empresas nacionais.

Para o assessor de Mercado do ICI, Amilto Francisquevis, “a P&D
Brasil tem aderência aos conceitos do Instituto, pois objetiva
alavancar o desenvolvimento tecnológico da indústria,
com alto valor agregado, nos mercados internos e externos”.

A diretora executiva da P&D Brasil, Rosilda Prates, comenta que as 42
indústrias que fazem parte da associação é
composto por produtos e serviços que se complementam.
“Essas soluções se aplicam também para
atendimento às demandas dos municípios brasileiros,
principalmente ao encontro dos projetos de Cidades
Inteligentes”, destaca. “O ingresso do ICI como associado
à P&D Brasil abre oportunidade de expansão de
negócios no mercado para as outras associadas e para o
próprio Instituto”, finaliza a diretora.

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Plusoft vence em quatro categorias do Prêmio CONAREC 2016

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A Plusoft, empresa brasileira pioneira e líder no desenvolvimento de soluções multicanais para o relacionamento com clientes, foi eleita a melhor fornecedora de Tecnologia em quatro categorias do Prêmio CONAREC 2016: Software de Atendimento, Solução CRM, Solução de Atendimento Web e Melhor Parceira de Negócios. A premiação ocorreu na cerimônia de abertura do Congresso Nacional das Relações Empresa-Cliente realizada no Hotel Transamérica, em São Paulo.

A premiação é baseada na avaliação de usuários, empresas e profissionais que atuam no setor de Relacionamento com o Cliente, incluindo companhias de contact center e fornecedores de tecnologia, o que garante um completo panorama do segmento. “Estamos muito satisfeitos com esse reconhecimento. A conquista, em grande parte, é resultado dos quase trinta anos em que atuamos na área, sempre apostando em inovação. Esses prêmios mostram que estamos seguindo na direção certa, de acordo com o que o mercado precisa”, comenta Guilherme Porto, CEO da Plusoft.

Esse é o terceiro ano consecutivo em que a Plusoft é premiada pelo CONAREC. Em 2014, a empresa foi reconhecida nas categorias Software de Atendimento e Solução CRM. Já em 2015, venceu em Solução CRM novamente e em Solução de Atendimento Web. Ao todo, a organização já acumula mais de 50 prêmios do setor pela qualidade de suas soluções de CRM Multicanal, sucesso em grande parte atribuído à sua capacidade de inovar e ao trabalho em parceria com os clientes. Os produtos da Plusoft asseguram a otimização de processos nas áreas de atendimento, vendas e marketing, acelerando a resolução de demandas de usuários, reduzindo custos operacionais e melhorando a percepção de consumidores com relação à marca.

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Migrar do produto à solução apenas não basta! – Por Eduardo Borba

Consultores de negócios identificaram, há mais de uma década, que a oferta de soluções completas, nas quais múltiplos componentes, entre eles equipamentos e serviços intangíveis, pode ser o melhor caminho para ampliar a rentabilidade da venda e a fidelização de clientes.

Obviamente há um preço a pagar quando se pratica o “solution selling”. O desafio claramente reside em superar a complexidade em somar os componentes – produtos e serviços próprios e eventualmente de terceiros – e orquestrar sua precificação, atentando para ganhos de sinergia em custos e em benefícios ao comprador.

Neste ponto, muitas empresas decidem pelo caminho mais curto e, ao invés de investirem em marketing e capacitação de sua força de vendas, optam pela venda de produtos. Essa escolha pode simplificar sobremaneira todo o processo, requer menos investimento e acelera o go to market. Mas, esse método, de fato, traz maiores benefícios para sua empresa? Analisemos a consequência mais provável: ao focar em produtos, sua empresa será reconhecida como provedora do produto A ou B. O diferencial de escolha do comprador será orientado a preços. Seus concorrentes se empenharão em ofertar produtos similares com preços mais baixos. Você se concentrará em otimizar seu processo de fabricação para diminuir o custo unitário e ganhar com vendas em maior escala. Seus concorrentes fazem o mesmo. E todos estarão fadados à espiral decrescente de rentabilidade do um mercado regido por commodities.

O caminho das empresas que optam pela venda de soluções é mais trabalhoso e requer maior investimento inicial, porém propicia posicionamento diferenciado e focado na agregação de valor, distanciando sua oferta dos demais concorrentes e da guerra de preços. Parece uma alternativa mais inteligente ao gestor de negócios que busca maiores margens de contribuição e longevidade de seus negócios.

Aí vem a pergunta mais importante: para obter sucesso no mercado atual, basta então escolher o modelo de venda de solução? Obviamente a resposta é não! O mercado se adapta de acordo com as inovações tecnológicas, novas tendências e demandas dos negócios. Acompanhar esse dinamismo é fundamental para se manter competitivo. O que é relevante hoje pode se tornar obsoleto amanhã (alguém se lembra do VCR ou Fax?). A seguir menciono alguns fatores a considerar ao revisar seu modelo de negócios.

Acesso X aquisição

Em um passado recente, nossa sociedade era regida pelo ter. As pessoas mais bem-sucedidas, por exemplo, possuíam as melhores residências, os melhores veículos, casas de praia e de campo – mesmo que fosse apenas pelo status de possuir. Atualmente o foco maior está no acesso ao benefício que o bem ou produto oferece. Por exemplo: não é necessário comprar um carro, você pode alugá-lo e usufruir do benefício sem possuí-lo de fato. As pessoas e empresas podem adquirir uma infinidade de benefícios através de ofertas as-a-service, sem precisar de fato adquirir o bem. Essa é uma tendência em franca expansão e que deve tornar, cada vez mais. os benefícios acessíveis.

Economia compartilhada

Cada vez mais as pessoas e empresas compartilham alguma infraestrutura para evitar as perdas com tempo obsoleto. Essa é uma novidade que ganhou a atenção das pessoas muito rapidamente e complementa a tendência anterior – acesso ao benefício sem ter que adquirir. Como exemplos, podemos citar o Uber e o Airbnb, modelos de negócio nos quais o proprietário pode monetizar o uso de seu patrimônio durante o tempo no qual não o está utilizando para fins próprios.

Experiência do usuário

Fidelização por marcas ou fabricantes é um tema cada vez mais decadente. O mais importante para o consumidor é a experiência que ele terá durante seu relacionamento com o vendedor e com o uso dos produtos e soluções ofertados. Portanto, oferecer a melhor experiência ao cliente deve figurar como uma das principais prioridades de sua empresa. Aqui, o conhecimento das necessidades e desejos do cliente tem influência fundamental na experiência do usuário.

Empoderamento do cliente

Foi-se o tempo em que consumidores insatisfeitos com um produto ou serviço adquirido permaneciam calados, sem a possibilidade de fazer algo a respeito. Com o surgimento dos mais variados canais de expressão, além dos órgãos de defesa do consumidor, os clientes passaram a ter o poder de reverter uma situação de insatisfação e, mais, podem também disseminar entres outros compradores uma imagem negativa ou positiva sobre sua experiência de compra.

As redes sociais, por exemplo, permitem que um usuário descontente com sua compra compartilhe, em poucos segundos e com quase nenhum esforço, sua experiência ruim com milhares de pessoas. Sites como o Reclame Aqui se tornaram referência de fontes de informação a respeito de empresas das quais não se devem comprar. O cenário atual de mercado dá, literalmente, poder ao consumidor.

O fenômeno é conhecido como empowerment, termo em inglês que significa o “empoderamento” dos clientes, agora com mais voz e poder de barganha perante o mercado. As organizações, muitas vezes habituadas a terem o controle total de suas ações, têm dificuldade em lidar com essa transferência de poder para quem compra.

Especialização

O sucesso do cliente deve ser seu foco principal. Para isso, é necessário conhecer melhor os desafios, fatores críticos de sucesso e acima de tudo poder posicionar sua contribuição para que seu cliente obtenha os melhores resultados. O aprofundamento em determinados segmentos de mercado e tipos de indústria pode ser o melhor caminho para a especialização. Se você não se tornar um especialista nos desafios de seu cliente, dificilmente conseguira conectar os benefícios que sua oferta pode trazer para o comprador.

Adaptação

Como na teoria de Darwin, quem vence não é o mais forte ou o mais rápido, mas sim aquele que melhor se adapta à nova realidade. O mundo dos negócios está em plena transformação. Digitalização, inteligência artificial, IoT, mobilidade, omnichannel, entre outras tendências, que não são estáticas. A cada dia novas ofertas surgem com base nas novas megatendências.

A conclusão é que o modelo de venda de soluções é aquele que proporciona o melhor retorno de capital investido ao acionista e do empreendedor. As megatendências são importantes direcionadores de posicionamento de ofertas e devem sempre ser dominadas para que sua oferta esteja bem alinhada com as iniciativas globais. Acima de tudo, o toque final de diferenciação vem com a especialização e foco no sucesso de seus clientes, que dá o contexto da solução.

Eduardo Borba, presidente da Sonda IT, maior integradora latino-americana de Tecnologia da Informação

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Algar Tech recebe prêmio Conarec 2016

A Algar Tech, multinacional brasileira que integra soluções de TIC e BPO, recebeu na noite de ontem (12/09), em São Paulo, o Prêmio CONAREC 2016, na categoria Contact Centers – por operação – como melhor operação de atendimento via mídias sociais e melhor operação de atendimento web. A premiação é resultado do estudo “Panorama Brasileiro do Setor de Relacionamento com Clientes”, que avaliou empresas do setor de relacionamento com clientes a partir da percepção dos próprios usuários/ contratantes.

Esses reconhecimentos reforçam a estratégia traçada pela Algar Tech para o seu portfólio de serviços. “A empresa priorizou movimentos para garantir que seu portfólio acompanhasse a transformação digital dos consumidores e do atendimento em plataformas digitais. Esses prêmios mostram que estamos no caminho certo e sempre preocupados na inovação e no melhor atendimento aos nossos clientes”, afirmou COO da Algar Tech, Silvio Passos.

O estudo tem o objetivo de entender a evolução dos contact centers no Brasil, com uma abordagem inédita de avaliação das empresas do setor feita pelos próprios usuários dos serviços e soluções. O processo de coleta de dados é realizado por meio da aplicação de questionários on-line com os principais contact centers e com os responsáveis pela área de relacionamento com clientes dos maiores setores contratantes do Brasil. O campo do estudo de 2016 foi realizado entre os meses de maio e julho.

As categorias avaliadas e premiadas foram Contact Centers, Fornecedores de Tecnologia e Contratantes e Profissionais do Setor.

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IoT é um dos temas centrais do congresso do Futurecom 2016

A Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês) ainda parece ser um tema nebuloso para muitas pessoas. Porém, segundo estudos de consultorias como McKinsey, Frost & Sullivan e Lux Research, publicados recentemente, uma verdadeira revolução disruptiva vai alterar o futuro de indústrias e o comportamento da população de uma forma geral. Isso já está acontecendo? Os principais representantes das empresas que fomentam essa mudança discutirão IoT e seus impactos na sociedade durante o Congresso Internacional do Futurecom 2016.

A considerar conclusão de estudo publicado pela Frost & Sullivan, IoT representa grande impacto positivo na economia mundial daqui para frente. A América Latina não tem um alto índice de adoção da tecnologia – apenas 7% das empresas usam IoT –, de acordo com o estudo, e talvez essa seja a grande oportunidade de a região ter casos de sucesso pioneiros. O conceito smart city pode ilustrar essas mudanças, pois promete transformar para melhor as cidades e a rotina dos cidadãos.

Do ponto de vista industrial, tornou-se pública também a análise da consultoria Lux Research de que, em 2020, o mercado global de Internet das Coisas Industrial (IIoT) deve movimentar US$ 151 bilhões. Nesse contexto, a infraestrutura de redes de dados e de telecomunicações, a evolução dos dispositivos móveis e a capacidade de suportar todas as aplicações na nuvem terão papel vital. “A rentabilidade das empresas, sua sobrevivência e capacidade de inovar dependerão de um novo modelo de gestão; diretrizes como essas são o objetivo de nosso evento”, afirma, Laudálio Veiga Filho, presidente do Futurecom. A certeza do executivo se baseia nos números apontados pelas consultorias, como a previsão da McKinsey & Company, de que os dados de dispositivos conectados produzirão um montante de informações at é 2025 que conduzirão a um potencial econômico de mais de US$11 trilhões globalmente, desde que analisados e trabalhados.

“A tecnologia está pronta para ser usada e as possibilidades são tão infinitas quanto a capacidade criativa do homem. Investimento em pesquisa e desenvolvimento é o começo”, conclui Veiga.

Futurecom 2016

Quando: de 17 a 20 de outubro de 2016, das 9h às 20h
Este ano o evento começa na 2ª-feira de manhã | Congresso 9:30 / Exposição 12:00
Onde: Transamérica Expo Center – Avenida Doutor Mário Vilas Boas Rodrigues, 387
Informações: www.futurecom.com.br
Programação: http://agenda.futurecom.com.br/pt/2016/17

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Para ir da teoria à prática, omnichannel exige solução inédita de pagamento

Com parceria da CloudWalk, Pagar.me leva infraestrutura de pagamento online para as máquinas de cartões em pontos de vendas

A expressão omnichannel é cada vez mais comum entre os varejistas brasileiros, mas a teoria não acompanha a prática: os principais players do país enfrentam dificuldades para implementar o conceito de integrar todos os canais, sobretudo na área de pagamentos. A tecnologia é o principal entrave para a união entre os mundos offline e online.

Ao todo, 67% das pessoas iniciam a compra em um canal e finalizam o pedido em outro, segundo o levantamento da WorldPay. Dessa forma, é essencial contar com uma infraestrutura de pagamentos totalmente integrada para atender essa demanda crescente e rentável: um consumidor omnichannel tende a gastar até 300% a mais do que um cliente tradicional.

“Apesar de ser amplamente discutido, o mercado brasileiro ainda não consegue aplicar o conceito por conta da limitação tecnológica. Quando vislumbramos a oportunidade de encarar esse desafio, não pensamos duas vezes. Queremos mostrar a todos que omnichannel não é um projeto para o futuro, mas algo que pode ser aplicado agora”, explica Henrique Dubugras, sócio-fundador do Pagar.me.

A empresa, fundada em 2014 para oferecer soluções de pagamento online, desenvolveu uma ferramenta que oferece a mesma infraestrutura disponibilizada para e-commerces dentro de um POS (a famosa maquininha de cartão). Assim, funcionalidades como split de pagamento ou assinatura recorrente também pode ser feitas por varejistas offline.

O recurso é inédito no mercado brasileiro e só foi possível graças à parceria com a CloudWalk, empresa responsável pelo software que permite criar aplicações em um POS. Com isso, o Pagar.me pôde migrar seus serviços para a maquininha do cartão e permite que o próprio cliente crie novas funções no modelo white label (parcerias em que uma companhia fornece tecnologia e know-how para outras poderem oferecer o mesmo serviço) e integradas com o mundo online.

“O mundo físico ainda é mais de dez vezes maior do que o mundo online e pede por uma solução que permita uma integração com os negócios digitais. Há uma parcelamuito grande de empresas que necessitam dessa solução para resolverem seus problemas mais complexos”, conclui Dubugras.

Confira os principais usos para a solução omnichannel de pagamentos do Pagar.me:

– Cardápio e pagamento: restaurantes podem utilizar o POS para exibir cardápios, registrar pedidos individualizados e efetuar a transação dos clientes.

– Split de pagamento no mundo físico: um local que abriga diferentes PJs, como um salão de cabeleireiros, consegue na mesma hora transferir o valor para o profissional no momento do pagamento por cartão.

– Emissão de ingressos: empresas que trabalham com ingressos e entradas para shows podem utilizar vendedores com POS para imprimir os ingressos e aumentar as vendas.

– E-commerce com maquininha: players que possuem loja e site disponibilizam a opção de pagamento em seu ponto de venda.

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Maurício Ruiz é novo diretor geral da Intel no Brasil

A Intel conta no Brasil com um novo diretor geral, Maurício Ruiz. O executivo sucede David González no comando das operações no País. David, que permaneceu na função por dois anos, segue para uma nova posição na Intel nos Estados Unidos.

A mudança faz parte de um processo de reorganização da corporação e segue a política da empresa de estímulo a que executivos gerenciem áreas distintas dentro de seu campo de atuação.

González comandou transições tecnológicas fundamentais na operação da Intel no Brasil, tanto nos segmentos de consumo quanto no corporativo, além de ter trabalhado no fomento do ecossistema com foco em inovação. Durante sua carreira na Intel, González atuou como Chief of Staff de Sean Maloney, vice-presidente global de vendas e marketing da, gerenciou grupos de contas corporativas, ocupou posições estratégicas nas áreas de canais, direcionados especificamente para os mercados do Brasil e México, atuou diretamente na área de marketing para a América Latina, e liderou equipes globais de vendas e Marketing, na Califórnia, EUA.

Mauricio Ruiz conta com 17 anos de experiência na Intel, tendo atuado em diversas áreas, desde engenharia e arquitetura de soluções até o comando do segmento corporativo da empresa no País. Mais recentemente, Ruiz ocupava o posto de diretor de vendas da Intel Brasil. Antes de se juntar à Intel Ruiz atuou no mercado de software trabalhando com desenvolvimento, bancos de dados, consultoria e tecnologias para a Internet em empresas como a Sybase*, Informix* e Netscape*. Maurício Ruiz é formado em Ciências da Computação pela Universidade de São Paulo (USP), pós-graduado em Administração de Empresas e MBA em Gerenciamento de Negócios Estratégicos pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Ruiz segue com o compromisso de reforçar o novo posicionamento da Intel, de uma empresa que expande as fronteiras da tecnologia para tornar possíveis as experiências computacionais do futuro. “Prosseguiremos focados em estimular o ecossistema local, seus fabricantes, canais e parceiros, e em fazer com que as tecnologias de ponta cheguem ao mercado brasileiro o mais rápido possível”, explica Ruiz. “O mercado brasileiro segue sendo um dos mais importantes do mundo para a Intel. Mesmo vivenciando um cenário um pouco mais desafiador, as organizações locais seguem demandando tecnologia, os consumidores locais têm um apetite já comprovado por inovação e disrupção, e não podemos esquecer nosso papel na discussão sobre como tecnologia pode ajudar a solucionar problemas de infraestrutura locais”.

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Startup Dinneer é selecionada por aceleradora no Canadá e visa mercado global

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O Dinneer.com, plataforma brasileira de jantares compartilhados foi selecionado pela Launch Academy, aceleradora canadense para fazer parte de um projeto voltado exclusivamente para oito startups brasileiras. A canadense já foi responsável pela aceleração de mais de 400 startups, levantando mais de US$80 milhões e criando mais de 800 empregos em todo o mundo.

O projeto, chamado “LEAP International”, selecionou dentre o mercado de startups brasileiras oito com potencial para desenvolvimento de seus negócios: a aceleração, como define Flavio Estevam, CEO do Dinneer, “é uma forma de impulsionar a startup em curto prazo, através de mentorias de especialistas em diversas áreas do negócio”. A aceleração consiste em um programa de dois meses, e o Dinneer receberá aporte de investidores privados durante o período.

O CEO da Launching Academy, Walia, avisa aos novos empreendedores que “conquistar recursos quando a empresa ainda é um embrião está ficando cada vez mais difícil. Os investidores estão buscando cada vez mais startups já com um mercado consolidado para expandir os negócios”.

É aí que entra o Dinneer: Flavio afirma que um dos resultados previstos é quadruplicar a presença da empresa no mercado internacional, passando a atuar, até dezembro em 100 países. “Esta seleção é um reconhecimento do trabalho que temos feito” continua o empreendedor “já provamos que a economia compartilhada é o futuro e que há um mercado promissor em jantares compartilhados”, referindo-se ao 1º Festival de Gastronomia Digital no mundo, organizado pela start-up em julho deste ano.

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Aruba lança Mobile First Platform, com foco em desenvolvedores e IoT

A Aruba, uma empresa da Hewlett Packard Enterprise, acaba de anunciar a Aruba Mobile First Platform, plataforma baseada em software que utiliza interfaces de programação de aplicativos (APIs) para fornecer aos desenvolvedores e líderes de mercado mais informações sobre a rede, o que lhes permitirá aprimorar aplicativos e serviços. A iniciativa acelera a integração e a inovação de tecnologias móveis e da IoT (Internet das Coisas) na velocidade do ecossistema de desenvolvedores.

Para fazer uso do atual ambiente de IoT de rápido crescimento e com foco em mobilidade, as redes devem fornecer mais do que conectividade e se adaptar facilmente aos novos requisitos de aplicativos sob demanda. Com informações detalhadas sobre o uso de apps móveis específicos e tecnologias operacionais geradas pela Internet das Coisas, essas redes podem ajudar as organizações a justificar os futuros investimentos em tecnologia digital.

A Aruba Mobile First Platform explora a habilidade dos desenvolvedores e fornecedores de tecnologia de inovar com base nas ricas informações contextuais que a infraestrutura da Aruba coleta dos dispositivos móveis e de IoT, e de personalizar de forma dinâmica as funções da rede em tempo real. Com isso, os clientes podem aprimorar os aplicativos atuais e criar novos apps para intensificar a experiência do cliente, melhorar as operações dos negócios e criar novas oportunidades de receita.

Controles de rede avançados e aplicação de políticas para mobilidade distribuída

A Aruba Mobile First Platform utiliza o novo sistema operacional ArubaOS 8.0, que permite aos desenvolvedores alavancar as informações contextuais oriundas da infraestrutura com camadas superiores por meio de API’s. Implementado em uma máquina virtual (VM) em um servidor, o ArubaOS 8.0 simplifica consideravelmente as mudanças na infraestrutura e permite ao cliente expandir sua rede.

O sistema também oferece maior capacidade de programação de redes Aruba. Desenvolvedores e parceiros do ecossistema da Aruba podem facilmente habilitar o gerenciamento por políticas e o controle de qualidade para os novos aplicativos críticos aos negócios, sem precisar de upgrades ou interrupções da rede.

Maior controle do acesso à rede e a aplicativos para dispositivos móveis e de IoT

As melhorias mais recentes no software Aruba ClearPass, que faz parte da Mobile First Platform, fornecem análises detalhadas sobre todos os dispositivos conectados e aprimoram a capacidade de integração com terceiros. O novo ClearPass Extensions facilita aos profissionais de segurança de TI e desenvolvedores a integração de serviços de tecnologia gerenciados na nuvem com o Aruba ClearPass. Os parceiros simplesmente colocam seu software em um repositório, que pode ser integrado por meio de uma API. Os clientes podem assim criar fluxos de trabalho automatizados de maneira rápida e fácil.

Com o McAfee ePolicy Orchestrator (ePO), plataforma de gerenciamento unificado da Intel Security, os usuários podem verificar o status de um dispositivo. O McAfee ePO também fornece gerenciamento unificado da segurança de dispositivos, dados e rede. Aumentando assim a segurança e reduzindo custos e a complexidade do gerenciamento de riscos e da segurança. “A integração do McAfee ePO com o ClearPass fornece aos clientes visibilidade unificada da situação de segurança, independente da rede, do tipo de dispositivo ou localidade do usuário, e automatiza a política de acesso para proteger as redes corporativas”, explica D. J. Long, Chefe da Intel Security Innovation Alliance.

Para automatizar o acesso aos atributos do gerenciamento de mobilidade corporativa (EMM) da nuvem, a integração do Microsoft Intune por meio do ClearPass Extensions permite maior controle para as organizações que desejam fornecer aos funcionários acesso seguro a aplicativos, dados e recursos corporativos usando quase qualquer tipo de dispositivo. “Nossa integração com o Aruba ClearPass permitirá garantir que apenas dispositivos gerenciados e adequados estarão aptos a se conectar à rede corporativa”, afirma Andrew Conway, gerente geral de marketing de produto da Microsoft Enterprise Mobility + Security. A integração do Intune com a plataforma da Aruba estará disponível no quarto trimestre de 2016.

O novo ClearPass OnConnect é a ferramenta ideal para clientes que não estão prontos para a adoção de 802.1X e RADIUS em suas redes, devido a sua infraestrutura de redes ter sido adquirida de diferentes fabricantes. O gerenciamento de políticas de acesso para esses ambientes pode ser habilitado com a aplicação de perfis para todos os dispositivos, sendo estes colocados em segmentos adequados da rede, sem grandes investimentos operacionais em TI.

Otimização da experiência do usuário e análise dos negócios para serviços de localização interna

A plataforma Aruba Mobile First se utiliza de dispositivos Bluetooth Low Energy (BLE) para fornecer informações analíticas dos usuários da rede à plataforma Meridian Mobile App, que vão muito além do simples monitoramento dos tempos de permanência em uma localidade específica. O novo recurso Meridian Goals intensifica os dados coletados via BLE para informar às equipes de marketing e desenvolvimento de negócio sobre o sucesso ou fracasso de suas campanhas de vendas, eliminando a necessidade de classificar relatórios detalhados e variados para determinar os resultados de uma determinada campanha.

Com a versão mais recente do Meridian, as empresas podem agora permitir o compartilhamento da localidade entre visitantes de um local público ou entre funcionários no trabalho. As pessoas com o mesmo app móvel em seu smartphone podem compartilhar sua localização física com colegas de trabalho e amigos e, ao mesmo tempo, manter controle total da sua privacidade. Esses novos recursos intensificam a experiência do usuário e a inteligência do negócio em termos de colaboração no local de trabalho e comportamento do cliente em locais públicos.

Fornecimento de rede na nuvem para empresas com diversas localizações geográficas

Atendendo às demandas por soluções de rede na nuvem altamente personalizáveis, a Aruba fez avanços significativos em sua solução Aruba Central de serviços de rede gerenciados na nuvem, baseada em assinaturas. Com sua arquitetura de múltiplos clientes e o novo portal de serviços, a Aruba Central permite que os revendedores rapidamente criem serviços gerenciados personalizados com a marca do cliente, entreguem serviços de valor agregado a clientes atuais e explorem novas oportunidades.

Além disso, a Aruba Central agora inclui funcionalidades corporativas, como Aruba Clarity para visibilidade da integridade da rede Wi-Fi e análise de localização do usuário móvel em diferentes espaços físicos. O novo app Aruba Central permite que equipes de TI instalem novos componentes de infraestrutura de rede com provisionamento automático (zero touch).

Maximize a receita com o programa Partner Ready for Networking

Aproveitando-se das vantagens do Aruba Mobile First Platform e para tornar os parceiros altamente competitivos no mercado de redes móveis, a Aruba apresenta o novo programa Partner Ready for Networking. O programa oferece um portal dedicado aos parceiros, permite o registro do novas oportunidades em apenas uma página com processo de aprovação simplificado, de fácil compreensão dos requisitos do programa, com apenas um ponto de contato, com MDF (fundo de desenvolvimento de marketing, da sigla em inglês) planejado e ferramentas para geração de novas oportunidades de negócios.

Disponibilidade

A Aruba Mobile First Platform e seus recursos associados ArubaOS, Aruba Central, Aruba ClearPass e Aruba Meridian estarão disponíveis no quarto trimestre do ano fiscal de 2016.

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