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Gartner anuncia que algoritmos são essenciais para o crescimento da economia digital

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, anuncia que os algorítmicos são essenciais para o crescimento da economia digital, mas os líderes de TI, dados e negócios ainda têm dificuldade sobre o que fazer e como aplicar esse formato em seus negócios. O tema será debatido durante o Gartner Symposium/ITxpo 2016, que acontece entre 24 e 27 de outubro, no Sheraton São Paulo WTC Hotel (SP).

De acordo com Alan Duncan, Diretor de Pesquisas do Gartner, as organizações serão valorizadas não apenas por seus Big Data, mas também pelos algoritmos que transformam os dados em ações e, consequentemente, melhoram a experiência do cliente.

“Negócios baseados algorítmicos são fundamentais para ter vantagem competitiva. Até 2018, mais de 50% das grandes organizações competirão globalmente utilizando Analytics avançado e algoritmos patenteados, causando grandes transformações em indústrias por completo”, afirma o analista.

O analista do Gartner destaca os cinco principais itens que CIOs (Chief Information Officers) e CDOs (Chief Data Officers) devem saber sobre os negócios baseados em algorítmicos:

O uso de algoritmos não é novidade – Algoritmos têm sido o foco dos sistemas de controle de manufatura, automação de marketing e gerenciamento de campanhas, além de terem desempenhado papel fundamental em serviços financeiros nos últimos anos. Há agora um aumento no uso de algoritmos conforme pesquisadores desenvolvem maneiras de torná-los mais inteligentes e eficientes na utilização de recursos de dados novos ou ainda inexplorados.

Negócios algorítmicos são diferentes de Business Intelligence – BI (Business Intelligence) tem como foco a análise de dados para descrever e entender eventos anteriores, preferencialmente com o objetivo de prever oportunidades e desafios futuros. Já os algoritmos geram impacto em tudo o que se faz, incluindo planejamento, controle, Internet, mídias sociais, e-commerce e automação de fábricas. Business Intelligence é apenas uma parte disso e certamente será afetada como todo o restante.

As vantagens dos algoritmos são velocidade e escala – Os algoritmos funcionam em uma velocidade e escala que não podem ser facilmente combinadas simplesmente ao aumentar a mão de obra humana. Conforme os negócios digitais se fortalecem, o aumento do uso de algoritmos representa a forma mais eficiente e econômica de tratar os volumes de dados e de explorar os números crescentes dos momentos de negócios emergentes.

O índice acelerado de mudança tecnológica está levando à emergência de negócios algorítmicos – As rápidas mudanças tecnológicas, os níveis crescentes de conectividade entre indivíduos, negócios e dispositivos inteligentes e o aumento da volatilidade e do fluxo do mercado favorecem o uso elevado de sistemas não-humanos a fim de identificar e explorar oportunidades. As tendências secundárias, como computação em Nuvem, conectividade onipresente, aumento dos dispositivos inteligentes conectados e de dados e a aceitação social crescente de atividades lineares e das soluções baseadas em tecnologia, contribuem para a elevação da receptividade enquanto fornecem infraestrutura para oferecer suporte à coleta e análise de dados em uma escala até agora considerada impossível.

Negócios algorítmicos criam oportunidades e riscos para colaboradores – As oportunidades são a capacidade de automatizar e aplicar velocidade e escala para gerenciar novas transações de forma precisa, apropriada e personalizada, enquanto os riscos estão relacionados às considerações éticas, como questionar se é o certo a se fazer e quais são as consequências inesperadas. “Para muitas indústrias baseadas em conhecimento que têm como foco a prática, como direito e medicina, os algoritmos ameaçam o status e a permanência de consultores, líderes e outros profissionais por terem a capacidade de mudar a economia do trabalho de conhecimento de nível básico, como a busca por antecedentes legais”, diz Duncan.

Há preços diferenciados para incrições de profissionais do setor público e descontos para grupos para o Gartner Symposium/ITxpo 2016. Interessados devem contatar o Gartner pelo e-mail brasil.inscricoes@gartner.com, pelos telefones (11) 5632-3109 e 0800-744-1440 ou pelo site: gartner.com/br/symposium.

Gartner Symposium/ITxpo 2016

Data: de 24 a 27 de outubro de 2016 (Segunda a Quinta-feira)
Local: Sheraton São Paulo WTC Hotel – Av. das Nações Unidas, nº 12.559, São Paulo/SP
Site: gartner.com/br/symposium

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Unilever lança e-commerce exclusivo para varejistas

A Unilever anunciou o lançamento de seu e-commerce B2B para venda direta de produtos da marca. O projeto, implementado em parceria com a Infracommerce, empresa líder em soluções full-service para e-commerce, visa atender pequenos varejistas que possuem dificuldades para abastecimento de suas lojas. De acordo com estimativas da empresa, são milhares de pontos de vendas que encontram-se nesse cenário, devido ao atendimento parcial, ou não atendimento, dos distribuidores da marca onde estão localizados.

De acordo com Gregory Perez, Gerente de Contas da Infracommerce, esse público recebe menos visitas de representantes do que realmente necessitam, principalmente por se tratarem de clientes com demanda de compras mais recorrente, devido à menor capacidade de estoque e de previsão de vendas a longo prazo.

Além disso, em regiões mais isoladas, os varejistas não são mapeados para receberem essas visitas e precisam se deslocar até redes de atacados locais para reabastecimento. “O Compra Unilever, então, é um canal de venda que tem o intuito de oferecer reposição à qualquer hora e direto de seu computador ou smartphone, garantindo mais facilidade ao varejista”, explica o executivo.

Outras facilidades oferecidas pela plataforma são a navegação por listas de produtos sugeridos pela Unilever para cada tamanho de mercado, página de dicas para os varejistas e kits promocionais exclusivos do canal. “Essas ações visam, além de facilitar o processo de compra, trazer benefícios para que o varejista torne o seu negócio mais competitivo, seja por um mix de produtos bem escolhido e bem apresentado no ponto de venda”, pontua Perez.

Para fazer um pedido na loja virtual, o varejista precisa realizar um cadastro no site, com informações de CNPJ, dados da loja e nome do responsável pelo comércio. Após esse processo, o consumidor pode navegar pela loja, escolher produtos e ter acesso às listas prontas. Os preços variam de acordo com o CEP cadastrado de cada lojista.

Atualmente, o Compra Unilever opera na região do Estado de São Paulo, e a empresa já conta com planos de expansão para aumentar a área de cobertura. Além disso, a maior parte do mix de produtos da Unilever já se encontra disponível para compras, como Alimentos e Bebidas, Cuidados Pessoas e Cuidados com a Casa.

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Hapvida conquista Prêmio Health em Tecnologia da Informação

Maior operadora de saúde das regiões Norte e Nordeste, com 3,3 milhões de beneficiários, o Hapvida conquistou na quarta-feira, 14 de setembro, o Prêmio Health IT. A operadora foi premiada na categoria “Instituições do Ano – Investimentos”. A cerimônia de premiação ocorreu na capital paulista e contou com a presença do superintendente de Tecnologia da Informação (TI) do Hapvida, Vanderlei Leone.

Com um aporte previsto de R$ 22 milhões na área neste ano – em 2015 foram R$ 17 milhões –, o Hapvida amplia o poder de processamento de dados, permitindo novos mecanismos de controle de pacientes e demandas internas. Outra facilidade proporcionada ao beneficiário de planos médicos e odontológicos foi a disponibilidade do software do Hapvida para as plataformas móveis. Com isso, o paciente terá fácil acesso a sua ficha médica, à marcação de consultas, à obtenção de autorizações de procedimentos de maneira remota e móvel, promovendo mais praticidade à vida do beneficiário e também do corpo médico. Do total do aporte, R$ 2 milhões serão aplicados no Hapvida +Odonto, de atendimento odontológico da operadora, que atualmente conta com mais de 1 milhão de beneficiários.

Para o superintendente corporativo de TI, receber esse prêmio foi a afirmação de que a empresa está no caminho certo. “Entendemos que a tecnologia é um pilar fundamental na estrutura do Hapvida. Por isso, estamos sempre investindo em melhorias e qualidade, para que isso reflita no atendimento ao nosso beneficiário e o crescimento contínuo e sustentável dos negócios da operadora de saúde”, comemora Leone. O executivo faz questão de compartilhar esta conquista com toda a equipe de TI do Hapvida, composta por 180 funcionários diretos – destes, 27% estão dedicados somente no desenvolvimento de novas tecnologias.

Promovido pelo Grupo Mídia, o Prêmio Health IT reconhece as marcas mais lembradas, personalidades do ano, instituições de saúde e cases de sucesso no âmbito da tecnologia, com o objetivo de coroar o sucesso das iniciativas que vêm sendo feitas e que colaboram em levar para o paciente mais segurança, qualidade e agilidade em seu atendimento, bem como trazer para o gestor a assertividade das informações para a sua tomada de decisão.

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Philips apresenta software de modelamento de órgãos durante Congresso Brasileiro de Cardiologia

A Philips apresentará durante o 71º Congresso Brasileiro de Cardiologia, que acontecem em Fortaleza nos dias 23 a 25 de setembro, o novo software da linha de ultrassom premium EPIQ, chamado Heart Model.

O software Heart Model se baseia em modelamento de órgãos para produzir visualizações 3D do coração em procedimentos cardíacos sem a necessidade de interação do usuário. Além disso, a tecnologia gera medições volumétricas totalmente automatizadas de Ventrículo Esquerdo e Átrio Esquerdo, além de ejeção 3D. O resultado são imagens mais claras e consistentes, além de cálculos mais rápidos e confiáveis. Para mais informações sobre o Heart Model, clique aqui.

Durante o evento, os participantes poderão conhecer o Heart Model e demais soluções da Philips como os equipamentos de ultrassom das linhas EPIQ, Affiniti, CX50 e ClearVue.

DESTAQUES 71º Congresso Brasileiro de Cardiologia – 2016

EPIQ 5 E 7
Equipamento de Ultrassonografia Premium de última geração, que oferece alta resolução de imagem e velocidade de aquisição, por meio de sua exclusiva arquitetura nSIGHT, que combina um beamformer de precisão com processamento paralelo massivo proporcionando diagnósticos mais confiáveis. O EPIQ também possui Inteligência Anatômica para a realização de exames de maneira mais fácil, reprodutível e com novas informações clínicas, com quantificações totalmente automatizadas e rápidas. Além disso, possui tecnologia 3D cardíaco transtoráxico e transesofágico e sua ergonomia equipamento foi completamente reinventada, proporcionando uma experiência única ao usuário ao oferecer navegação em tela de toque similar à de um tablet, com poucos botões no painel de controle, equipamento leve, moderno e com ampla movimentação.

AFFINITI 50 E 70
A linha foi desenvolvida para integrar eficiência e confiabilidade, com a tradicional qualidade de imagens e durabilidade de ultrassons Philips. Affiniti inova o mercado com nível superior de qualidade de imagem, migração de novas aplicações clínicas e o que há de mais atual em facilidade de uso. Possui portabilidade para exames em leitos com reinício de funcionamento em 20 segundos (mobilidade) e apenas 83kg, o mais leve da categoria. O produto tem tela sensível ao toque e padrão Tablet de 12”, além de ser considerado um produto verde que consome menos energia que uma torradeira elétrica – 60% a menos se comparado a outros ultrassons da mesma categoria.

ClearVue 850, 650 e 350
A linha ClearVue traz recursos clínicos aprimorados que aumentam a confiança diagnóstica, aliada ao conforto, ergonomia e simplicidade. Robusto e versátil, o CV850 possui a tecnologia FloVue que possibilita a visualização de todo o fluxo sanguíneo em modo bidimensional, ou seja, enxergar cada hemácia individualmente se movendo nos vasos sanguíneos. Além disso, os equipamentos aumentam o fluxo de trabalho nas instituições de saúde, clínicas e hospitais.

CX50
Projetado para atender às necessidades dos cardiologistas que precisam de dados para diagnósticos mais claros ao lado do leito, o equipamento combina a qualidade de imagem esperada de um sistema completo tradicional, com tecnologia 3D transesofágico cardíaco, e a praticidade da portabilidade. O CX50 CompactXtreme utiliza o revolucionário transdutor Philips PureWave, que, clinicamente comprovado, melhora a penetração das ondas em pacientes cujas imagens são difíceis de obter e diminui a distorção para que os médicos possam ver estruturas menores com excelente nível de detalhes. Ele também apresenta o processamento de imagens adaptado Philips XRES destinado a reduzir manchas e melhorar nódoas características de exames por ultra-som. Dessa forma, as imagens estão praticamente livres de ruídos e têm claridade extraordinária, além de uma melhor definição.

Serviço – Philips no 71º Congresso Brasileiro de Cardiologia – 2016

Local: Centro de Eventos do Ceará, Fortaleza – Ceará
Endereço: Av. Washington Soares, 999 – Bairro Edson Queiroz – Fortaleza – CE
Data: 23 a 25 de setembro de 2016 (sexta-feira a domingo)

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Entra em operação em Valinhos o mais novo smart place do Brasil

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Nesta semana o munícipio de Valinhos inaugura seu primeiro espaço público inteligente, também conhecido como Smart Place. A Tacira, primeira empresa brasileira especializada em soluções para cidades inteligentes, foi responsável por toda concepção e execução do projeto realizado na Praça Washington Luís, transformando o ambiente em uma experiência digital interativa para moradores, empresas locais e visitantes. O município, localizado na Região Metropolitana de Campinas, tem cerca de 107 mil habitantes e ocupa a quinta posição no ranking das 20 melhores cidades para se viver no estado de São Paulo, de acordo com estudo divulgado pela Pnud (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento), feito em parceria com o Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada).

“O objetivo do projeto era oferecer um espaço interativo e integrado visando aumentar o interesse, a permanência e a frequência dos cidadãos e dos visitantes locais”, ressalta Katia Galvane, CCO da Tacira.

O projeto foi desenvolvido e implementado em quatro meses e contemplou seis serviços digitais para atender as áreas de sustentabilidade, segurança, governança e experiência local. A Praça Washington Luís recebeu Wi-Fi público, painéis informativos, iluminação inteligente, sistema de monitoramento e segurança, smart trees, além de uma plataforma de colaboração e participação cidadã. As soluções são gerenciadas por meio da plataforma Civis, responsável pela captura, integração dos dados e gestão fim-a-fim de todos os serviços fornecidos.

Com cinco pontos de acesso, a implementação do Wi-Fi possibilitou aos munícipes conectar-se gratuitamente à internet, ampliando a inclusão digital. Para ter acesso ao serviço, o usuário precisa apenas preencher um rápido cadastro ou acessar a rede através de suas redes sociais. Além disso, por meio dos painéis informativos espalhados pela praça, os visitantes têm acesso às notícias da prefeitura e região, entretenimento, informações de utilidade pública e de serviços prestados nos estabelecimentos comercias locais.

Já o serviço digital Smart Tree foi desenvolvido com foco em sustentabilidade. Através do aplicativo Civis, ao realizar a leitura do QRCode afixado nas árvores, o usuário visualiza informações de cada uma das mais de 210 árvores presentes na praça Washington Luís. Para aumentar a segurança no local, além de iluminação LED, foram instaladas sete câmeras de monitoramento full HD interligadas à Guarda Municipal. A opinião dos visitantes foi um ponto considerado fundamental na concepção do projeto. Por isso, o aplicativo Civis garante o acesso ao Sistema de Colaboração e Participação Cidadã, no qual é possível registrar reclamações, sugestões, solicitações, acompanhamento e comentários referentes à praça.

“A praça Washington Luís é um dos cenários mais tradicionais de Valinhos e não recebia manutenção há 30 anos. Seguindo o conceito de Smart Place, criamos um projeto arquitetônico que traz modernidade a região, porém preservando as características marcantes da cidade”, explica Galvane.

Para a Prefeitura o projeto deve proporcionar uma real eficiência e melhoria na gestão pública. Aspectos como eficiência energética e redução do consumo de energia, melhoria da segurança e da qualidade de vida do cidadão e o aumento da interação do munícipe com a administração pública estão entre os benefícios mais esperados com o novo espaço inteligente.

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Método inovador de vendas é tema de workshop em Curitiba

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Na próxima quarta-feira, 21 de setembro, a Assespro-Paraná e a Exact Sales realizam o workshop Acerte em Cheio na cidade de Curitiba, às 9 horas. Com apoio da PUCPR e da HotMilk, o evento contará com uma palestra de 90 minutos que vai explorar métodos e ferramentas capazes de alavancar as vendas em empresas que trabalham com processos comerciais complexos e negócios B2B (Business to Business). O workshop Acerte em Cheio vai tratar de temas como empreendedorismo, funil de vendas, inbound e outbound marketing, pré e pós-vendas e abordagens para vendas técnicas. O evento será realizado no Auditório Agência PUCPR.

O método de vendas Exact Sales reduz o tempo e as despesas de negociação comercial, com foco em alavancar significativamente as vendas. Ele permite reduzir o Custo de Aquisição de Clientes (CAC), eliminar gastos desnecessários e melhorar a detecção e o tratamento de dores e objeções do mercado. A empresa conta com clientes em todo o País e é vencedora do Prêmio Top de Marketing e Vendas 2015, promovido pela Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing de Santa Catarina (ADVB/SC) na categoria Top Empresa Jovem.

O método Exact Sales foi um dos principais responsáveis pelo crescimento de 658% (entre 2013 e 2015 segundo a Deloitte 2016) da empresa Nanovetores, de Florianópolis (SC). Por dois anos a Exact Sales é o método de líderes de crescimento do Brasil – os clientes Nanovetores e Segware estão entre as primeiras 20 startups que mais crescem no Brasil em 2016.

O palestrante é Eduardo Rodrigues, evangelizador e consultor de negócios da Exact Sales. Administrador com perfil empreendedor, Rodrigues tem experiência com vendas em multinacionais como a Nestlé, além de ser especialista em startups e processos enxutos. É mentor da ACE, antiga Aceleratech (maior incubadora de empresas da América Latina). Rodrigues também faz parte da equipe de vendas que conquistou o prêmio Top de Marketing e Vendas da ADVB 2015, com o case “Exact: de R$ 0 a R$ 3 milhões em 9 meses”.

Workshop Acerte em Cheio

QUANDO: 21 de setembro, às 9 horas
ONDE: Auditório Agência PUC – Rua Iapó , 1245, Estacionamento B PUC, Prado Velho, Curitiba, PR
INSCRIÇÕES: Até 21 de setembro no endereço https://www.sympla.com.br/acerte-em-cheio—curitibapr__88878. As vagas são limitadas.
Associado Assespro-Paraná: R$15.

Não associado: R$30.

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Primeiros socorros para recuperar seu e-commerce – Por João Barcellos

Os primeiros sinais de que seu e-commerce precisa de cuidados está na identificação da ausência de clientes e consequente queda nas vendas. A tentativa de sobrevivência inicia-se com a busca pela origem dessa “obstrução”, mas muitas vezes não se evolui no diagnóstico, e o negócio vai à falência – um medo frequente de todo pequeno e médio empresário. Para uma boa prevenção, segue uma lista que funciona como uma mala de primeiros socorros que não pode faltar na hora de detectar um problema no seu e-commerce:

1 – Cheque sua vitrine virtual

Nem sempre as pessoas entram no site sabendo exatamente o que vão comprar. Muitas vezes o usuário está buscando por categorias específicas e todos os itens daquela categoria devem estar bem separados. Uma loja de roupa, por exemplo, deve deixar bem evidente as seções de calças, blusas, assessórios, sapatos, etc. O importante aqui é não deixar o comprador com dúvidas, porque esse é um dos maiores vilões da conversão.

Também é importante uma boa fotografia do produto que permita o usuário olhar todos os detalhes, assim como uma descrição detalhada com informações relevantes, como tamanho, formato, material. Estes itens garantem a saúde do coração da loja, que é a vitrine.

2 – Mantenha o conceito da sua marca

Muitas vezes vemos lojas virtuais que não seguem as cores, temas e outros elementos presentes na construção da marca. Outras vezes, o espaço virtual destoa completamente do espaço físico. Casos assim podem confundir o usuário e fazer com que não se sinta seguro para comprar naquele ambiente.

Fixar a identidade da marca para o seu consumidor é muito importante. Para isso, é essencial que exista uma relação e uma apresentação consistente da mesma.

3 – Não se esqueça do Mobile

A compra em dispositivos móveis é uma tendência fortíssima, e se adaptar a isso é importante para se manter competitivo. Um levantamento realizado em 2015 mostra que 20% das compras feitas no país pela Internet foram concluídas em smartphones ou tablets.

Sendo assim, a sua empresa pode optar por um design responsivo (que se adapta aos diversos aparelhos e resoluções) ou desenvolver layouts específicos para cada plataforma. O importante aqui é não perder clientes pelo descuido de não estar em todos os lugares possíveis.

5 – Sistema de buscas completo

Nem sempre o usuário está com disposição e tempo para navegar por todas as páginas até encontrar um item específico. Nesse caso, é importante que o site possua uma ferramenta de busca em um lugar visível que ajude esses clientes, assim como um vendedor faria na loja.

O Instant Preview é um recurso legal para agilizar esse processo, garantindo a saúde total do site, já que ele exibe o resultado abaixo da barra de buscas conforme o comprador digita a palavra-chave.

6 – Checkout transparente

O ambiente de checkout é aquele que aparece quando o usuário vai finalizar a compra, isto é, quando os dados do cartão são preenchidos ou sugere a opção para gerar um boleto. Muitos meios de pagamento não disponibilizam um ambiente que se adeque ao visual da empresa e acabam redirecionando o usuário para uma outra página completamente diferente. Em muitos casos, isso acaba amedrontando o consumidor e fazendo com que ele desista da compra.

A utilização de um checkout transparente se adequa ao visual de cada loja e os dados do comprador são solicitados sobre a mesma tela da compra, aumentando a confiança do consumidor e agilizando o processo de conversão.

João Barcellos, sócio diretor da MundiPagg, empresa com soluções de pagamento online, que possui a ferramenta de Checkout transparente para e-commerces, www.mundipagg.com.br

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Aplicativo mobile de consulta a benefícios previdenciários vence a primeira Hackathon Dataprev

Um aplicativo inovador para dispositivos móveis (smartphones, tablets etc.), que permitirá ao trabalhador verificar os benefícios previdenciários a que tem direito (inclusive aposentadoria), foi o grande vencedor da primeira Hackathon Dataprev, maratona de desenvolvimento de software que aconteceu de 13 a 15 de setembro no Rio de Janeiro. Intitulado “Expectativa de Direito aos Benefícios Previdenciários”, o aplicativo será agora desenvolvido pela Dataprev como um novo produto a ser oferecido à Previdência.

O autor do projeto vencedor foi o analista de TI Fabrício Vicente, da Unidade de Desenvolvimento de Software da Dataprev na Paraíba. “Hoje não existe nenhum sistema online aonde o trabalhador possa verificar se tem direito ao auxílio-doença, ou saber quantas contribuições ele precisa para poder se aposentar, ou ainda se algum vínculo dele está com pendência no INSS e o que ele precisa fazer para receber esse benefício”, conta Fabricio. “Minha ideia foi justamente criar um sistema aonde o trabalhador veja a Previdência como se fosse uma conta-corrente, verificando, por exemplo, quantas contribuições faltam para obter a aposentadoria”.

Para o INSS, acrescenta o vencedor da Hackathon, o aplicativo também deverá ser muito vantajoso: “Atualmente, uma parte grande dos atendimentos é apenas para informar se o trabalhador tem algum direito previdenciário”. O uso do aplicativo, prevê, deverá reduzir as idas de beneficiários às Agências da Previdência Social e as ligações para o telefone 135 (Central de Atendimento da Previdência).

Além do aplicativo de Fabricio, outros quatro projetos disputaram a final da Hackathon Dataprev, cujo desafio era o desenvolvimento de sistemas para plataformas móveis que atendessem a necessidades da Dataprev e de seus clientes. Os demais finalistas foram:

• “Atendimento Cognitivo na Dataprev”, de Luciano da Silva Figueiredo, do Departamento de Gestão do Planejamento e Suporte do Atendimento – Aplicativo multiuso que utiliza o reconhecimento de voz, para ser usado no atendimento de serviços públicos em geral.

• “e-CTPS – Carteira de Trabalho e Previdência Social Digital”, de Wallace Roque de Figueiredo, da Divisão de Arquitetura de Software (RJ) – Permite ao trabalhador a consulta a todo o seu histórico trabalhista e outras informações do Ministério do Trabalho.

• “Emprego Aqui”, de Carlos David Ribeiro Pasco, da Divisão de Arquitetura de Software (RJ) – Permite a busca por vagas de emprego de acordo com a região (usando a localização do usuário através do GPS do celular) e acesso a várias outras informações sobre o mercado de trabalho, como, por exemplo, a remuneração média regional de determinada ocupação.

• “Perícia Fácil”, de José Felipe Ribeiro Araújo, da Unidade de Desenvolvimento de Software Ceará – Aplicativo para orientar o segurado do INSS sobre elegibilidade e como proceder para obter a perícia médica, além de permitir o agendamento de consulta e a visualização de todo o histórico do processo pericial.

A maratona durou 43 horas em sistema de imersão, onde os cinco finalistas ficaram fechados em uma casa no Rio de Janeiro, cada um contando com uma equipe de 3 analistas de TI da Dataprev para ajudar a desenvolver seu projeto.

No último dia, cada finalista apresentou o aplicativo desenvolvido para uma Comissão Julgadora de cinco membros: o secretário de Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Marcelo Daniel Pagotti; executivos das empresas de TI Gartner Research (Luis Claudio Mangi, vice-presidente) e Accenture Digital (Vinicius Fontes, senior manager); a doutoranda em Ciência Política pela UFRGS Nazareth Lopes Bretas; e o superintendente de Desenvolvimento de Software da Dataprev, Diogo Costa Martins Pizaneschi. Os critérios de avaliação foram: Ideia inédita; Inovação; Relevância da solução; Viabilidade comercial; e Público-alvo.

Rogério Mascarenhas, diretor de Relacionamento, Desenvolvimento e Informações da Dataprev, fez a entrega do prêmio, que inclui a participação de um integrante da equipe no Mobile World Congress 2017, que será realizado em Barcelona, entre 7 de fevereiro e 2 de março, e participações para os demais integrantes da equipe no Congresso Agile Brazil 2016, que ocorrerá em Curitiba, entre 7 e 9 de novembro.

Sobre o Hackaton

O Hackathon é uma maratona de programação que reúne programadores, analistas de sistemas e outros profissionais de TI para desenvolver, num trabalho intensivo em curto espaço de tempo, uma ideia ou projeto de software inovador e que tenha viabilidade e utilidade comprovadas. O termo Hackathon resulta da combinação das palavras em inglês “hack” (que significa programar de forma excepcional) e “marathon” (maratona).

Todos os empregados da Dataprev foram convidados a concorrer e o resultado foi expressivo: 35 projetos apresentados, oriundos de técnicos de vários estados, especialmente das cidades aonde a empresa mantém Unidades de Desenvolvimento de Software (Rio de Janeiro/RJ, Florianópolis/SC, João Pessoa/PB, Natal/RN e Fortaleza/CE).

Em seguida, foram feitas apresentações de cada projeto para que todos os empregados da Dataprev pudessem escolher, em votação, os 20 melhores. Na etapa seguinte, uma comissão de técnicos da empresa selecionou os cinco finalistas.

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Sonda IT lança Centro de Excelência em Utilities

A Sonda IT, maior integradora latino-americana de soluções em Tecnologia da Informação, anuncia o seu Centro de Excelência voltado para a área de utilities no Brasil. A iniciativa apoiará as demais operações da integradora na América Latina de maneira consistente por meio do suporte à equipe de vendas regionais, além de assegurar a inovação tecnológica e a melhoria contínua dos padrões de prestação de serviço para o setor de utilities, compreendidos por empresas atuantes nos mercados de energia, saneamento e gás.

Na prática, a ideia é aprimorar ainda mais o atendimento a um segmento que busca constantemente a evolução tecnológica para melhorar a eficiência de seus serviços. O mercado de utilities representa um grande potencial de negócios para o setor de TI devido à procura latente dessas empresas por soluções que ajudam a disseminar os conceitos de Cidades Inteligentes e Smart Grids, seja no Brasil ou na América Latina. Para tanto, o Centro de Excelência vai agregar tecnologias com apelo em Nuvem, Mobilidade, Business Intelligence e Big Data, com o intuito de melhorar processos ligados à gestão comercial, técnica, além da dimensão regulatória, um dos principais desafios do setor.

Roberto Honda, gerente do Solution Center da Divisão de Utilities da Sonda IT, explica que o maior beneficiado com a iniciativa é o cliente, que poderá contar com uma equipe formada por profissionais com mais de 20 anos de experiência nos diversos processos de negócios das empresas do segmento.

“A criação do Centro de Excelência em Utilities reflete a valorização atual da Sonda pela jornada de experiência do cliente, promovendo em países latino-americanos o pleno atendimento das demandas que vêm sendo manifestadas no mercado com agilidade, customização no relacionamento e, principalmente, com a necessária expertise técnica”, diz Honda.

A nova frente também faz parte do plano de investimento da companhia para seu crescimento orgânico, que representa US$ 280 milhões dos US$ 790 milhões anunciados no começo deste ano para o biênio de 2016 a 2018. A estratégia visa levar ao mercado latino-americano uma oferta completa que possa atender a qualquer um dos dez países nos quais a Sonda atua. Além do Brasil, Chile, México, Costa Rica, Panamá, Venezuela, Colômbia, Peru, Uruguai e Argentina estão na rota do projeto.

Atualmente, só o núcleo de utilities da Sonda compreende mais de 16 milhões de unidades consumidoras, o que representa aproximadamente 40 milhões de habitantes, um número que a habilita a desenvolver produtos aderentes às necessidades de mercado em virtude de seu amplo conhecimento do setor.

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Vinícola Concha y Toro é a única presente no índice de Sustentabilidade Dow Jones 2016

A Vinícola Concha y Toro obteve 65 pontos no Índice de Sustentabilidade Dow Jones (DJSI) 2016, aumentando seu índice em oito pontos em relação a 2015. No quesito “Tratamento da Água”, a pontuação alcançada foi de 100 pontos, consolidando sua posição como um player de destaque na classe mundial de sua categoria.

O DJSI é o mais prestigiado Índice Internacional de Sustentabilidade, que avalia aspectos ambientais, sociais, econômicos e de governança das empresas. A categoria na qual a VCT participou é composta, principalmente, por empresas de bebidas gasosas, de cervejas e distribuidoras de licores e engarrafadoras.

“A nossa filosofia de sustentabilidade nos permite trabalhar com respeito ao meio ambiente e de forma socialmente justa, com os nossos colaboradores e a comunidade. É por isso que enxergamos o nosso negócio de acordo com os princípios da sustentabilidade. Além disso, somos reconhecidos como uma empresa inovadora que tem um compromisso sério e responsável com o meio ambiente.”, afirma Francisco Torres, diretor Comercial da VCT.

A Concha y Toro incorpora a sustentabilidade em sua visão corporativa, demonstrando que o seu negócio se rege por esse princípio. A vinha estabeleceu-se como uma empresa de classe mundial na indústria do vinho, impulsionada pela política sustentável de investimento, crescimento e globalização.

Para a Concha y Toro, liderança e sustentabilidade andam lado a lado. Para continuar crescendo nos mercados globais, a empresa acredita que é essencial diminuir o impacto ambiental e gerar valor partilhado para a sociedade e as partes interessadas. Portanto, a Concha y Toro incorporou a sustentabilidade na sua visão corporativa, definindo-a como um elemento essencial, um valor necessário para atingir a liderança globalmente.

Os princípios fundamentais da Concha y Toro e de suas filiais são consagrados pelo Código de Ética e Conduta, no qual se estabelecem os padrões de comportamento que devem ser seguidos pelos diretores, executivos e empregados da empresa e de suas filiais, em cada uma das fases de produção, distribuição e venda de produtos.

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Assinatura eletrônica facilita a vida profissional de quem não tem base fixa para trabalhar

rofissionais liberais e nômades digitais têm no certificado digital um meio de cumprir tarefas e fechar negócios remotamente

Graças à tecnologia, a presença física nas empresas tem se tornado algo cada vez mais dispensável. Ferramentas como o computador, o telefone, a internet e a certificação digital permitem ao profissional trabalhar sem base fixa, acessar toda gama de documentação que se fizer necessária, formalizar contratos, movimentar contas e cumprir com obrigações fiscais sem ter sequer que passar no banco, escritório ou contador.

Esse aumento da mobilidade reflete a pesquisa do Home Office Brasil, que mostrou que em 2016 aumentou 50 %, em relação a 2014, o número de empresas que implantaram o trabalho fora do escritório. Em número de certificações digitais pessoa física, só de janeiro a abril deste ano, foram cerca de 340 mil os certificados emitidos, cujas assinaturas eletrônicas permitem realizar toda sorte de tarefas remotamente.

“O certificado digital é uma identidade eletrônica com dados protegidos por chaves criptografadas que comprovam quem fez uma determinada transação, podendo ser utilizada por empresas e pessoas físicas”, explica o diretor de comunicação da autoridade certificadora DOCCLOUD, Renato Teixeira.

Para efeito de controle fiscal, o governo é quem mais incentiva o uso da assinatura eletrônica, mas o fato de dar validade jurídica a documentos e e-mails, à segurança operacional e tornar desnecessária a presença física têm acompanhado a mudança na maneira de os profissionais cumprirem seus compromissos. “Quem faz uso da certificação não precisa estar em um lugar fixo. Mesmo em trânsito, consegue cumprir tarefas de ordem profissional ou pessoal.”

Além de empreendedores, profissionais home-office e nômades virtuais, o uso do certificado digital também é recorrente entre profissionais liberais e autônomos.

Quando as paredes do escritório perdem o sentido

Curiosamente, essa mudança nas relações de trabalho que encontra amparo no uso da assinatura eletrônica também é motivação para a autoridade certificadora DOCCLOUD expandir seus negócios. A empresa, recentemente, criou um plano para captar parceiros empreendedores interessados no modelo flexível de trabalho. Dentre as três modalidades disponíveis, a opção home-office não requer ponto de atendimento. O investimento é de R$ 8 mil e o faturamento mensal estimado de R$ 2,5 mil, considerando a venda de um certificado digital por dia útil do mês. Sem taxa de propaganda ou royalties, o empreendedor arca apenas com uma mensalidade fixa mensal no valor de R$ 280,00.

Desde que lançou o novo plano de negócio, em junho deste ano, a DOCCLOUD, que tinha 350 pontos de atendimento em todo o País, adicionou 120 novas unidades físicas. De 2012, data de sua fundação a 2015, o faturamento da empresa também deu um salto, de R$ 150 mil para R$ 5 milhões.

Para o empreendedor, uma vez escolhida a modalidade de investimento, é necessário fazer o treinamento de Agente de Registro, que a própria empresa oferece como ensino a distância. A DOCCLOUD oferece suporte técnico, operacional e comercial, além de sistema próprio de gestão gratuito.

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Ceweb.br reconhece pessoas e iniciativas que promovem uma Web acessível a todos

Projetos Web, aplicativos, tecnologias e pessoas que contribuem para tornar a Web mais acessível foram reconhecidos na cerimônia de entrega do Prêmio Nacional de Acessibilidade na Web, Todos@Web, realizada na quinta-feira, 15 de setembro. A 4ª edição do prêmio teve um caráter especial: aconteceu em meio as Paralimpíadas, no Rio Media Center, centro de imprensa da prefeitura do Rio de Janeiro que recebe jornalistas brasileiros e estrangeiros durante os Jogos Rio 2016. Além disso, apresentou o novo formato do evento com um dia inteiro de atividades extras, que incluíram apresentações de casos práticos e palestras sobre a importância de fomentar e investir em acessibilidade na Web.

O Todos@Web é uma iniciativa do Centro de Estudos sobre Tecnologias Web (Ceweb.br) do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br) e do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), que tem apoio do escritório brasileiro do World Wide Web Consortium (W3C Brasil). Em 2016, o evento contou com a parceria da Prefeitura do Rio de Janeiro, por meio da Empresa Olímpica Municipal (EOM).

Pessoa reconhecida

O professor José Antonio dos Santos Borges recebeu de Jonathan Santos, atleta paraolímpico de arremesso de peso, categoria F40, o troféu de reconhecimento da categoria pessoa/instituição. Um dos mais respeitados desenvolvedores de acessibilidade da América Latina e, atualmente, coordenador do Grupo de Pesquisa e Desenvolvimento em Tecnologia Assistiva do Núcleo de Computação Eletrônica (NCE) da UFRJ, José Antonio orientou a criação dos sistemas computacionais mais conhecidos e utilizados na área de acessibilidade na Web no Brasil.

Tecnologia Assistiva premiada

A Suíte VLIBRAS (http://www.vlibras.gov.br/) foi o primeiro colocado na categoria aplicativos/tecnologia assistiva. Trata-se de um conjunto de ferramentas utilizadas na tradução automática do português para a Língua Brasileira de Sinais. Os usuários podem utilizá-las tanto no desktop quanto em smartphones e tablets. Para entregar o prêmio, o Todos@Web contou com Emily Yates, voluntária cadeirante dos Jogos de Londres 2012 e do Rio 2016, autora do livro Lonely Planet Accessible Rio.

Sítio Web governamental

O portal Dataprev (http://www.dataprev.gov.br/) conquistou o primeiro lugar na categoria projetos Web – Governamentais. O portal utiliza padronização de código conforme as diretrizes de acessibilidade do W3C, respeitando também o guia de padrão visual do Governo Federal. Para entregar o prêmio, o Todos@Web contou com a presença de Licia Marca, chefe de gabinete da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência do Rio de Janeiro.

Projetos Web – Sociedade e Prêmio MAQ de Acessibilidade na Web

O portal Unimed Fortaleza (http://www.unimedfortaleza.com.br/) saiu vitorioso na categoria projetos Web – Sociedade, e conquistou o Prêmio MAQ de Acessibilidade na Web, sendo reconhecido como o melhor projeto Web do evento. O portal atende as diretrizes de acessibilidade do W3C e possui recursos que levam em consideração usuários com diferentes tipos de deficiência. Medalhista de ouro e recordista no lançamento de disco, Alessandro Silva fez a entrega do prêmio MAQ, enquanto o prêmio Projetos Web – Sociedade foi entregue por Hartmut Glaser, secretário executivo do CGI.br.

Abertura e palestras

A acessibilidade na Web deve ser contemplada desde o início dos projetos de websites. A opinião é de Vagner Diniz, gerente do Ceweb.br, que participou da abertura do evento, juntamente com Carolina Medeiros, diretora do Rio Media Center. Vagner lembrou os avanços obtidos a partir da legislação brasileira de inclusão das pessoas com deficiência. “Felizmente, agora temos o Estatuto da Pessoa com Deficiência com artigos que se dedicam especificamente ao mundo digital. É uma vitória, pois todas as organizações, públicas e privadas, são obrigadas pela lei a aderir às normas internacionais de acessibilidade na Web. Fazendo uma analogia aos Jogos Rio 2016 em andamento, a acessibilidade na Web ainda é uma medalha a ser ganha.”

Vencedor da categoria pessoa/instituição do Todos@Web, o professor e palestrante José Antonio dos Santos Borges, fez um resgate histórico de marcos para a acessibilidade na Web desde a Bitnet, rede acadêmica pré-Internet, e traçou um prognóstico para o futuro com a Internet das Coisas e dispositivos vestíveis. Ele destacou que, apesar das conquistas alcançadas, ainda há muito a ser feito. “A acessibilidade já conseguiu produzir os resultados desejados? Para algumas pessoas, sim. Mas temos que brigar para que a acessibilidade seja para todos. Não estou preocupado se uma pessoa que tem um treinamento especial consegue acessar determinado site. A Web tem que ser para todos”, reforçou.

Leis federais sobre acessibilidade na Web também foram detalhadas no evento. Reinaldo Ferraz, especialista em desenvolvimento Web do Ceweb.br, comentou que, em 2004, os brasileiros já dispunham de legislação que tornava obrigatória a acessibilidade nos portais e sítios eletrônicos governamentais. Desde então, as leis evoluíram ao estabelecer que sítios e portais, públicos e privados, sigam diretrizes internacionais de acessibilidade na Web. “Se o seu sítio não está pronto para receber todas as pessoas, quem tem deficiência é o seu sítio, e não as pessoas”, reforçou Reinaldo, adaptando frase da arquiteta Thais Frota. Em complemento, Bruna Castanheira, da FGV Direito Rio, lembrou que o Marco Civil da Internet contempla, nos artigos 7º e 25º, o conceito de acessibilidade na Web, quando explicita que o acesso à Internet é essencial ao exercício da cidadania e que as aplicações de Internet de entes do poder público devem buscar acessibilidade a todos os interessados.

A audiodescrição, importante não só para deficientes visuais, mas também para deficientes intelectuais e idosos, foi tema de um dos painéis do evento. Diego Oliveira, do projeto Legenda Sonora, e a professora Rachel Ventura, do Instituto Benjamin Constant, explicaram como esse processo funciona e sua importância. “Por meio da audiodescrição, as pessoas se sentem incluídas na Web e têm a possibilidade de participar”, enfatizou Rachel.

Moderado por Carlos Paulo Jr., da Umbrella Agência Digital, o painel “Acessibilidade na Web para jornalistas e agências digitais” levantou o debate sobre a formação de profissionais capacitados para a implementação da acessibilidade na Web e as vantagens obtidas pelas empresas que investem em sites acessíveis. Para Eliane Leme, do Grupo Bandeirantes de Comunicação, a cultura da acessibilidade começa a partir da informação. “É tão fácil se apaixonar por esse assunto e querer entrar nesse universo”, declarou. O painel teve ainda a presença de Simone Freire, da Espiral Interativa; Marcos Lima, do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos e Lino Baroni, da Uncle Web Accessibility, que ressaltou: “a melhor escola para implementar acessibilidade na Web é o usuário”.

Conheça o trabalho dos finalistas e vencedores no sítio do prêmio: http://premio.ceweb.br/.

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Os aplicativos da sua empresa oferecem a mesma segurança que você exige do Internet Banking? – Por Renato Virgili

Um estudo recente da consultoria Aite Group mostrou que os internautas brasileiros têm preocupações muito elevadas sobre fraudes digitais. Por exemplo, 75% têm medo de contas comprometidas por violações de dados, contra apenas 50% nos Estados Unidos e 48% no Canadá. E para 74% dos brasileiros, o roubo de identidades digitais é um perigo real. Nos Estados Unidos e Canadá, essas taxas são de 55% e 51%, respectivamente.

Atualmente, há vários modos de se desenvolver aplicativos, seja de forma nativa, híbrida ou por meio de site e app builders. Assim, a criação desse tipo de software é acessível a qualquer pessoa que tenha conhecimentos básicos de codificação, que se confirma pela quantidade de opções lançadas diariamente nas lojas de apps.

O problema é que apenas uma parcela desses aplicativos é escrita levando em conta padrões de segurança elevados, enquanto os demais, a depender da maneira como foram codificados e implementados, podem passar por processo de engenharia reversa e serem decompilados, revelando mais do que se gostaria, como chaves de acesso e detalhes a respeito das APIs necessárias para a comunicação com outros sistemas.

O problema da preocupação com segurança também é relevante quando se analisa o crescimento do mercado de produtos da Internet das Coisas (IoT). Segundo pesquisa do Gartner, 11,4 bilhões de dispositivos estarão conectados à Internet em 2018, e os gastos com segurança para esses equipamentos chegarão a US$ 547 milhões. Mesmo com valores desse montante, diz a consultoria, em 2020, um em cada quatro ataques a corporações irão envolver a IoT. Mas mesmo assim, apenas 10% do orçamento de segurança das equipes de TI serão destinados à Internet das Coisas.

As vulnerabilidades dos aplicativos, sejam destinados a dispositivos móveis ou à IoT, são mais facilmente exploradas em plataformas abertas, embora não sejam exclusivas delas, e estão diretamente relacionadas à qualidade e complexidade do código produzido. Por meio delas, pessoas mal intencionadas podem simular um app, conseguindo enganar os sistemas de controle, permitindo a obtenção de informações sensíveis do cliente ou sistema. Transfira esse cenário para o mundo corporativo, e você verá a dimensão que isso pode tomar.

O Brasil está na vanguarda do autoatendimento de internet banking, que é extremante eficiente, rápido e seguro. Softwares desenvolvidos para bancos, empresas de cartão de crédito, seguradoras e programas de fidelidade devem seguir as políticas de segurança dessas empresas, muitas delas baseadas nas diretrizes elaboradas pelo PCI Security Compliance Council. Isto possibilitou alcançar o nível de segurança que essas transações exigem, mas todo o processo de homologação é criterioso, longo e principalmente oneroso.

Replicar tais práticas para outros setores parece ser um caminho interessante, mas também exigiria considerável investimento em tecnologia, recursos e tempo de desenvolvimento, motivo pelo qual os apps desenvolvidos para outras finalidades nem sempre obedecem a critérios tão rígidos. Por isso, a preocupação com a segurança, muitas vezes, fica restrita às aplicações core, e parte das soluções de frontend e de backend acabam sendo transferidas para empresas terceiras que não se preocupam tanto com questões envolvendo segurança, o que deixa brechas para que o sistema seja atacado.

Ocorre que, ao realizar a precificação de cada funcionalidade do app, os recursos humanos e a quantidade de horas necessárias para sua produção, o contratante e o fornecedor se deparam com uma solução “segura” cujo preço pode ficar acima do que a empresa está disposta a pagar ou que exigirá aguardar um tempo maior para sua produção.

Com muitos desenvolvedores ávidos por conquistar clientes, não é raro ver questões importantes – com destaque para aquelas relacionadas à segurança – serem colocadas em segundo plano, com o objetivo de se alcançar preços mais baixos ou diminuir o tempo de desenvolvimento, prática comum principalmente entre os fornecedores de pequeno porte ou pessoas que desprezam esse alerta por falta de conhecimento.

Além de canibalizar o mercado, tal prática tampouco ajuda na propagação da ideia de que a segurança precisa ser considerada fundamental também nas aplicações periféricas, mobile ou não, e que têm potencial de provocar danos, caso eventuais vulnerabilidades venham a ser exploradas. Isto é ainda mais relevante se considerarmos que o volume de downloads de aplicativos mobile no País, de acordo com projeções da empresa de pesquisas e análise App Annie, deve crescer 40%, incluindo aqueles produzidos por empresas e marcas para operações B2B ou B2C. Nesse contexto, a probabilidade de que mais vulnerabilidades possam ser exploradas se amplia significativamente, e com isso, cresce o risco de que uma marca possa ter sua imagem e reputação abaladas, e de ter que arcar com perdas financeiras.

Assim, estamos em um momento decisivo para desenvolvedores e contratantes, que devem ver a segurança como uma de suas prioridades.

*Renato Virgili é CEO da Pontomobi

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Embraer é eleita pela segunda vez consecutiva a indústria que mais produz valor aos stakeholders

Ranking da Dom Strategy Partners analisou resultados, reputação,
competitividade e risco

A Embraer é eleita pela segunda vez consecutiva a companhias do setor industrial que mais produz valores tangíveis e intangíveis aos seus stakeholders, conforme aponta a edição 2016 do ranking Mais Valor Produzido (MVP) Brasil, desenvolvido pela consultoria nacional DOM Strategy Partners.

Com o objetivo de avaliar a capacidade das instituições em gerar e proteger valor não apenas para si, mas também para seus clientes, consumidores, acionistas, funcionários e sociedade, o levantamento mensurou ativos como Eficácia da Estratégia Corporativa, Resultados Gerados, Crescimento Evolutivo, Valor das Marcas, Qualidade de Relacionamento com Clientes, Governança Corporativa, Sustentabilidade, Gestão de Talentos, Cultura Corporativa, Inovação, Conhecimento, Grau de Transformação e Uso das Tecnologias Digitais, dentre outros.

O CEO da DOM Strategy Partners, Daniel Domeneghetti, explica que neste ano o desafio do estudo foi entender como o mercado industrial se comunicou com os seus principais públicos diante da crise econômica, uma vez que o setor teve um recuo 9,1% no primeiro semestre de 2016, de acordo com dados do IBGE. “Se compararmos os resultados de 2015, a Embraer teve um queda na média deste ano por
conta da economia estagnada que impactou diretamente na fluidez da comunicação com os seus stakeholders, mantendo-se na liderança”, explica o executivo.

A Embraer neste ano teve a pontuação de 8,06, nove décimos a menos do que em 2015. A Duratex, segundo lugar também no ano passado, saltou de 7,92 para 8,02. A Philips entra no lugar da Gerdau e estreia no ranking em terceiro lugar com 8,01. Outra estreante, a Votorantim, ocupa o quarto lugar com 7,92. A vaga era da Fibria na última edição, que neste ano ficou na quinta posição, fechando o MVP com a nota 7,90.

Para viabilizar a pesquisa, a consultoria se apoiou na metodologia EVM (Enterprise Value Management), tática que defende a tese de que o valor produzido pelas empresas, tanto gerado, como protegido, seja este tangível ou intangível, é agregado (ou destruído) e materializado (quantificado) em função da percepção de valor apreendida e tangibilizado pelos stakeholders.

O levantamento e o resultado analítico também uniu uma série de interações, pesquisas e monitorias feitas pela DOM com os diferentes públicos das empresas mais relevantes dos setores. Já a resposta
sobre capacidade de cada empresa gerar e proteger valor para si e para esses públicos foi feita a partir da quantificação das quatro dimensões que definem o Valor Corporativo de uma companhia:
Resultados, Reputação (definida como Credibilidade/Imagem), Competitividade e Riscos.

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Indústria brasileira de TI investe US$ 60 bilhões e se mantém como 7° maior mercado no mundo

A ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software) realizou, no WTC – Events Center, em São Paulo, a ABES Software Conference 2016 com o tema “Mundo Digital – Desafios e Oportunidades de uma sociedade em transformação”. “A Conferência anual da ABES é um momento de debate e engajamento de empresários e profissionais do setor e também um encontro importante que nos ajuda a dar continuidade a este trabalho da associação que completa neste ano três décadas”, comenta Francisco Camargo, presidente da ABES.

O evento contou com a participação de profissionais de tecnologia, empresários, representantes do poder público, entidades setoriais, e trouxe debates e palestras com temas atuais e recorrentes sobre o mercado de Software e Serviços como: o Futuro do Setor; Desafios da Tributação; Inovação; Insegurança Jurídica; IoT, Segurança e Qualidade em Software. Além disso, foi apresentado o tradicional Estudo: Mercado Brasileiro de Software e Serviços.

Mercado Brasileiro de TI

Anselmo Gentile, diretor executivo da ABES, apresentou o resultado do estudo realizado anualmente com o IDC (International Data Corporation) sobre Mercado Brasileiro de Software e Serviços. A pesquisa apontou que os investimentos em Tecnologia da Informação no Brasil (incluindo hardware, software e serviços) tiveram um aumento de 9,2%, em relação a 2014, enquanto a média global de crescimento dos investimentos em TI foi de 5,6%. No mundo, os investimentos neste setor somaram US$ 2,2 trilhões em 2015.

TI na América Latina

Já no ranking de investimento no setor de TI na América Latina, o país se manteve em 1º lugar, com 45% dos investimentos da região, somando US$ 59,9 bilhões, seguido por México (20%) e Colômbia (8%). Ao todo, a região latino-americana soma US$ 133 bilhões. Responsável por quase metade dos investimentos em TI na região, o Brasil continua na liderança relevante na América Latina neste setor.

Hardware, Software e Serviços

Ao fragmentar os investimentos por setor, o Mercado de Serviços de TI no Brasil cresceu 8,2%, em relação ao ano de 2014, com investimento de U$ 14,3 bilhões, e o de Software, que foi o responsável pelo aumento da média da taxa de crescimento de TI no ano passado, cresceu 30,2%, com investimentos de U$ 12,3 bilhões. Além disso, o Mercado de Hardware brasileiro bateu a marca de U$ 33,4 bilhões, representando um crescimento de 6,3%, o menor entre os três setores.

Brasil ocupa 6º lugar no Ranking Mundial de TIC

Considerando os investimentos em TIC (TI + Telecom), que cresceram 4,3% no ano passado, e somaram mais de US$ 3,7 trilhões, o Brasil perdeu uma posição, e agora aparece em 6º lugar, no ranking mundial, com investimentos de US$ 152 bilhões no ano de 2015. No entanto, ainda fica próximo a países que são destaques na economia mundial como Alemanha (5°) e Reino Unido (4°). Os Estados Unidos lideram também este ranking, seguidos pela China e pelo Japão.

No Mercado Mundial de Investimentos em Software e Serviços, que totalizou US$ 1,124 trilhão, o Brasil se coloca na 8ª posição, com US$ 27 bilhões, antecedido pelo Canadá (US$ 32 bi), China (US$ 34 bi), França (US$ 48 bi), Alemanha (US$ 67 bi), Japão (US$ 77 bi), Reino Unido (US$ 83 bi) e Estados Unidos (US$ 470 bi).

Dados Regionais do Mercado de Software e Serviços no Brasil

Considerando o território brasileiro, a região sudeste representa 60,44% da distribuição regional do Mercado Brasileiro de TI. As regiões Nordeste (10,72%) e Centro-Oeste (10,64%) seguem em segundo e terceiro lugar, respectivamente.

Perfil das empresas

No ano de 2015, foram identificadas, aproximadamente, 13.950 empresas atuando no Mercado Brasileiro de Software e Serviços, sendo que quase metade delas (41,1%) são dedicadas à distribuição e comercialização desses recursos. As outras representam empresas de desenvolvimento e produção (31,6%) e prestação de serviços (27,3%).

As empresas dedicadas ao desenvolvimento e produção, no Brasil, totalizam 4.408 negócios e podem ser dividas por porte, sendo: Micro Empresas (45,62%), Pequenas Empresas (49,02%), Média Empresas (4,33%) e Grandes Empresas (1,03%).

Divisão por origem do Software e Serviços

Em relação à origem do software, a Produção Local foi responsável por US$ 2,73 bilhões (21,7%), um crescimento de 25,1% em relação ao ano anterior. O Software Desenvolvido no Exterior representou 76,3%; e a Produção Local para Exportação, 2%, um crescimento de 30,1%, em relação a 2014.

Já os Serviços ficaram divididos em “Serviços para o Mercado Local” (85,4%); “Produção Local sob Encomenda” (9,4%); “Desenvolvimento no Exterior” (0,65); e “Serviços para Exportação” (4,5%).

Segmentação do Mercado Brasileiro de Software

O setor de software brasileiro tem como principal segmentação os Aplicativos, com US$ 5,33 bilhões (42,3%) de participação. Os aplicativos citados no estudo incluem os pacotes de aplicativos para consumidores, aplicativos comerciais, aplicativos industriais e programas específicos para automação de processos industriais ou de negócios. O segmento “Ambientes de Desenvolvimento” representou 33,4% do mercado de software brasileiro; Infraestrutura e Segurança, 22,3%; um crescimento de 35,8%, em relação a 2014.

Considerando os valores relativos ao software de Produção Local, Desenvolvido no Exterior e Sob Encomenda, 25,5% do mercado doméstico de software são voltados para a vertical de Serviços e Telecom, um crescimento de 32,4% em relação ao ano passado; seguidos de 24,8% direcionados a Finanças; Indústria (21,7%); Comércio (11,1%); Governo (4,4%); Óleo e Gás (4,1%); Agroindústria (2%) e outros setores (6,3%).

Tendências para o Mercado Brasileiro em 2016

A pesquisa aponta que a relação entre TI e a área de negócios das empresas irá se estreitar ainda mais, gerando a digitalização dos processos e integração das linhas de produção. O estudo aponta que 54% das médias e grandes empresas no Brasil irão realizar investimentos na chamada Transformação Digital (DX) em 2016.

Além disso, as vendas de dispositivos tecnológicos permanecerão em alta, apesar das quedas recentes. Estima-se que no Brasil sejam adquiridos, em 2016, 40 milhões de telefones móveis, 6 milhões de computadores e 5 milhões de tablets.

O levantamento ainda demonstra que, com a visibilidade da “Internet das Coisas” alcançada em 2015, o setor deve atingir US$ 4,1 bilhões só no Brasil, sendo que US$ 37 milhões correspondam apenas a dispositivos domésticos. Outro fenômeno que chama atenção é o aumento de transações financeiras realizadas via mobile: os valores devem superar 30% do total de pagamentos realizados em 2016.

O estudo aponta que a preocupação com segurança dos sistemas também crescerá pelo menos em 2% do orçamento total em TI. O desafio será encontrar o equilíbrio adequado entre a eficiência que a mobilidade traz para as empresas com um maior controle sobre a sua utilização. Em 2016, em torno de 50% das companhias irão restringir o uso de “BYOD” (Bring your own Device), e mais de 70% delas terão alguma maneira de controle das tarefas realizadas nesse contexto de mobilidade que caracteriza o século XXI.

Poucas tecnologias terão o crescimento que será experimentado por “Cloud Computing” ou solução em Nuvem: até o final da década, haverá crescimento de 20% por ano na adoção desse tipo de solução.

A busca pelo aumento dos lucros e pela diferenciação frente à concorrência, devido à atual crise econômica, gera maior interesse em engajamento por meio de “Mídias Sociais” e “Experiência do Usuário” (CX). Segundo a pesquisa da IDC, em 2016, uma em cada quatro empresas já terão dado início a projetos com esse foco.

A busca por eficiência nos negócios, produtividade e competitividade em empresas de todos os mercados da economia irá fazer com que a Tecnologia da Informação continue a ser um setor estratégico. A expectativa para 2016, apesar do cenário desafiador no Brasil, é a de que este segmento cresça 3,0% contra um crescimento médio mundial de 2,4%, e o de TIC aumente um pouco menos, algo em torno de 2,6%.

Para conferir o Estudo completo, acesse: http://central.abessoftware.com.br/Content/UploadedFiles/Arquivos/Dados%202011/ABES-Publicacao-Mercado-2016.pdf

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Contax destaca a transformação na experiência do cliente

As transformações nas formas de relacionamento entre empresas e clientes é uma realidade, o consumidor segue em mudança, assim como as empresas têm buscado se adaptar à essa realidade. São os casos, principalmente, de empresas de telecomunicações, que participaram de um painel ao lado de Marcelo Chianello, Diretor Executivo Multissetor da Contax, durante a 14ª edição do Conarec 2016.

Durante a conversa, Chianello destacou, por exemplo, que a decisão mudou de lado. “Não é mais a empresa quem define o canal de relacionamento, mas sim o consumidor”, analisa o diretor.

Em suas intervenções no debate, Chianello também comentou que uma outra movimentação do setor de relacionamento refere-se à mudança nos desafios para melhorar a experiência do cliente final. “Hoje o desafio é humanizar o atendimento digital, já que clientes optam cada vez mais por serviços ‘self-service’ (com autoatendimento) ou por canais como chats, aplicativos, redes sociais, e-mail, telefone etc.”, afirma Chianello.

A digitalização não representa apenas uma melhor experiência de relacionamento, mas também uma redução de custos, já que diminui o tempo de atendimento e a resolução de demandas. Por outro lado, a transformação não pode acontecer do dia para a noite e precisa ser feita de forma escalada. “O telefone, canal mais tradicional de contato entre consumidores e empresas, ainda representa 80% de toda a demanda de relacionamento de marcas com clientes”, lembra o executivo.

Nesse sentido, um dos grandes desafios é melhorar o índice de satisfação do atendimento digital no primeiro contato. Entendendo isso, Chianello destacou um caso da Contax. “O aplicativo 1746, desenvolvido pela Contax para a Prefeitura do Rio de Janeiro, permite que o cidadão entre em contato com diversas Secretarias e se relacione por chat, aplicativo ou e-mail, em um atendimento digital eficiente”, conta o Diretor Multissetor da Contax.

Com a transformação da experiência digital sendo um interesse comum de consumidores, empresas e prestadores de serviços, como a Contax, parte importante no processo são os atendentes, que precisam estar comprometidos com o propósito e ser cada vez mais qualificados, para que esse cliente tenha sua demanda solucionada sem precisar de um novo contato ou migração para o atendimento telefônico.

“Uma parte importante é a capacitação do atendente, por isso,a Contax investe em perfilagens estatísticas e treinamento modernizado para que os atendimentos estejam antenados, engajados e sejam, cada vez mais, capazes de entregar soluções para clientes finais e satisfazer os nossos clientes, ofertando uma experiência digital”, destaca Chianello.

Nessa constatação de que o atendimento digital é uma realidade e um caminho sem volta, Marcelo Chianello finalizou reforçando que ainda é preciso entender que 12 milhões de brasileiros são analfabetos – tamanho da população da cidade de São Paulo, e que 50% são adultos, muitos a caminho da terceira idade.

“É necessário ter uma forma de relacionamento digital, mas que seja democrática. O desafio é fazer com que todos tenham a possibilidade de se relacionar com as marcas de todas as formas. O digital é o caminho, mas é preciso, cada vez mais, entender quem são esses consumidores e suas preferências, desde os screenagers até os usuários da terceira idade”, conclui o executivo.

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Conectividade: dos bilhões de CPUs da era mobile para as dezenas de bilhões da era da Internet das Coisas – Por Roberto Mayer

Grandes corporações globais discutiram recentemente em Belgrado, durante a semana europeia de Internet das Coisas (iot-week.eu) o conceito ‘hypercloud’ (computação em nuvem praticamente onipresente), assim como pequenas e médias empresas de quase quarenta países de todos os continentes.

Praticamente houve unanimidade, por parte dos apresentadores, em reconhecer que Internet das Coisas é a próxima ‘onda’ do mundo da tecnologia. Se o mundo ‘mobile’ permitiu ampliar o número de CPUs em uso no planeta para a casa de vários bilhões, a Internet das Coisas permitirá ampliar esse número para as dezenas de bilhões (sem que precisemos desse número de mãos para operá-las!).

Por outro lado, ninguém entende a Internet das Coisas como uma nova rede, separada da Internet atual, mas como o processo de conexão das ‘Coisas’ (sejam máquinas industriais, carros, geladeiras, portões de segurança ou quaisquer outros) com a Internet que já temos.

Assim, ficou evidente que desafio não se resume ao desenvolvimento do hardware das ‘coisas’ conectáveis, ou a adaptação dos protocolos de comunicação para falar com ‘coisas’, mas inclui a integração dessas novas ‘coisas-computadores’ no universo da computação em nuvem: as ‘coisas’ conectadas serão tanto mais úteis quanto mais pessoas puderem usufruir delas. Mas para isso, ‘coisas’ e pessoas precisam ser conectadas – e essa conexão só pode ser feita por meio de mais software disponível para as pessoas.

Em toda a história dos computadores, o desenvolvimento de software sempre veio a reboque do desenvolvimento do hardware, e com algum atraso. A integração das ‘coisas’ na Internet expõe elas a todas as dificuldades que já conhecemos na nuvem, como, por exemplo, conexões que caem e ataques de negação de serviço.

A apresentação que fiz no auditório principal, como empreendedor brasileiro, focou neste aspecto da integração: como essas dificuldades não são exclusivas de nenhuma aplicação específica da computação em nuvem ou das coisas conectadas, propomos endereçar essas questões por meio de uma ferramenta, baseada na nuvem, que nós já desenvolvemos.

Eventos como estes são também momentos de reflexão. Não posso deixar de registrar que, se o mundo caminha para a ‘hipernuvem’, o acesso a ela passa a ser crítico.

Contraponho essa constatação com a tentativa das operadoras de telecomunicações brasileiras que estão se movimentando para impor limites de tráfego ou custos adicionais aos seus consumidores e empresas clientes no nosso país. Trata-se não apenas de uma ‘transferência de renda’ unilateral (que não parece justa), mas de um risco para a continuidade das operações da ‘hipernuvem’: já pensou se o portão automatizado da sua casa não abre, porque a conexão de banda larga da sua casa esgotou a sua ‘cota’ de tráfego enquanto você passou o dia trabalhando fora de casa?

Outra observação, diante da presença de representantes de tantos países, é que o apoio à inovação do qual dispomos no nosso país é inferior a de todos os demais participantes. O jogo global da competitividade passa pela inovação. Sem políticas públicas continuadas que a fomente, nossa chance como país nesse jogo é pequena. Se, como empreendedor, conclui estar ‘surfando uma onda’ muito interessante, também fiquei triste em constatar que, como país, nosso papel no jogo global está em risco.

Roberto Carlos Mayer (rocmayer@mbi.com.br) é diretor da MBI, diretor de comunicação da Assespro Nacional (Federação das Associações das Empresas de TI) e presidente da ALETI (Federação das Entidades de TI da América Latina, Caribe, Portugal e Espanha).

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Geração “Y” de consumidores demanda muita atenção de varejistas – Por Juan D’Antiochia

Uma estratégia móvel robusta nos dias atuais é fundamental para os varejistas atenderem os mais diversos tipos de público no mercado global. Com o rápido e constante desenvolvimento da tecnologia, as compras via smartphone têm se tornado cada vez mais rápidas para atender ao consumidor moderno que não quer perder muito tempo durante todo o processo de compra.

Desta maneira, o device se tornou objeto indispensável no dia-a-dia destes compradores, seja dentro de casa, pelas ruas ou no ambiente de trabalho, e principalmente, na vida do público mais jovem. Em especial a geração “Y” que não deixa o telefone e o utiliza para se conectar com os amigos, ouvir músicas, participar de jogos online e o principal: fazer compras pela internet. Esta geração que já nasceu pronta para todas estas inovações tecnológicas precisa e deve ser vista atentamente.

Um estudo realizado recentemente pela Worldpay, intitulada “Por que Eles Pagam Desta Maneira”, descobriu uma elite de compradores: os Supper-Shoppers. Esse perfil de consumidores corresponde por 92% das compras mensais pela internet e destes, 34% fazem parte da geração “Y”. Para garantir uma experiência de compra perfeita, os varejistas precisam oferecer um aplicativo sem falhas ou um site que atenda todas as expectativas do consumidor, que tem se tornado cada vez mais exigente.

Dentro destas perspectivas é essencial que os varejistas prestem muita atenção em aspectos como a importância da marca, uma experiência boa e rápida do usuário via aplicativos ou site e mostrar que se preocupa cada vez mais com seu cliente. Um bom aplicativo simplesmente deve funcionar sem falhas. Se isso não acontecer os usuários mais jovens, em particular, passam a buscar o que precisam em outros lugares. Este precisa ser de fácil utilização. Qualquer configuração que possa ser ajustada de acordo com a preferência do usuário deve ser de fácil compreensão aliada a uma navegação o mais intuitiva possível.

Os varejistas tem se mostrado atentos a estas mudanças, um grande exemplo disto são às estratégicas Omni-Channel, que garantem o conforto necessário para os clientes mais conectados que exigem sempre o melhor que o mercado tem a oferecer, porém é preciso trabalhar cada vez mais no desenvolvimento e melhorias destes aplicativos.

Os clientes querem e precisam saber que são valorizados e que seus hábitos são analisados para melhorias futuras. Em uma loja física pode ser mais fácil de conseguir isso, mas em um aplicativo, focado em uma transação rápida, e sem qualquer complexidade, torna-se mais difícil de mostrar ao cliente o quanto eles são importantes. Desafio lançado para as empresas e marcas que querem, além de serem reconhecidas, terem seus produtos no topo das vendas para uma geração de consumidores que preza a rapidez e a atenção.

Juan D’Antiochia, General Manager da Worldpay para a América Latina

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