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Inteligência Artificial no ambiente de trabalho deve ser adotada, não temida!

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Por Wagner Tadeu

Há alguns anos, ninguém imaginaria ser possível um dia conversar com um computador capaz de entender perfeitamente a fala humana. E os romances de ficção científica sobre inteligência artificial (IA) não passavam de mera fantasia. Esse futuro porém já chegou. A IA deixou de ser um conceito distante e assistentes pessoais virtuais como a Alexa da Amazon e a Siri da Apple, ou mesmo carros que se dirigem sozinhos como os do Google ou Tesla, estão aí para mostrar que essa tecnologia está cada vez mais presente em nosso dia a dia.

No Brasil, as aplicações de inteligência artificial já são bastante diversas e os jovens cientistas brasileiros são considerados internacionalmente promissores. O neurocientista Miguel Nicholelis é reconhecido em todo mundo pelo desenvolvimento do exoesqueleto humano e muito premiado por suas pesquisas sobre biotecnologia. No Ministério da Transparência (antiga Controladoria Geral da União – CGU), um sistema de IA capaz de mapear o risco de servidores públicos federais envolverem-se em casos de corrupção possui um alto índice de assertividade. No projeto, 18 bancos de dados fornecem 4,4 mil atributos únicos sobre os funcionários públicos. Quando combinadas, essas informações geram mais de 60 mil atributos, que são analisados, baseados em perfis já existentes, e determinam as chances de alguém se envolver em uma falcatrua. Outro exemplo de sucesso no uso da IA no país é o projeto desenvolvido pela startup Nama, que facilita a comunicação entre fornecedor e cliente por meio de uma plataforma robotizada disponível 24h. A ferramenta permite a automatização de conversas por texto ou voz ao simular uma conversa humana, em que o computador oferece soluções de atendimento através de inteligência artificial. Com auxílio dos robôs que funcionam como atendentes 24h, os clientes são atendidos mais rápido, as conversas ficam registradas e caso apareça algum problema, uma pessoa real pode assumir o atendimento.

Como vimos, até no Brasil a inteligência artificial já é uma realidade. Todos os dias essa tecnologia cresce, torna-se mais inteligente e cada vez mais semelhante à inteligência humana. Com tudo o que a IA pode fazer hoje, é natural perguntar-se: A inteligência artificial vai tomar o meu emprego?

Não tenha medo. A inteligência artificial vai expandir o potencial humano em vez de assumir os nossos empregos. De acordo com Andy Peart de Soluções Artificiais: “Em 2020 a IA será tão crítica para os negócios do serviço ao cliente quanto o website foi há 20 anos, ou o aplicativo móvel foi há cinco anos”. Já o Gartner prevê que, até 2018, os robôs irão supervisionar mais de três milhões de trabalhadores humanos.

A inteligência artificial já desempenha um papel significativo nas indústrias, globalmente. O Babylon é um médico IA capaz de diagnosticar sintomas que possam surgir. Já a Ellie é uma terapeuta IA que pode ler a linguagem corporal e os pacientes sentem-se mais confortáveis e abertos para conversar com ela. O escritório de advocacia Baker & Hostetler acabou de contratar o Ross, o primeiro advogado IA do mundo. E o Ross não precisou passar no exame da ordem para ser contratado.

Então, é hora de limpar sua mesa e esperar pelo pior? Ainda não. Não se preocupe, ainda há um lugar muito especial para o ser humano no mercado de trabalho.

Em primeiro lugar, a inteligência artificial não tem o toque humano. As máquinas podem nos ajudar a entender os dados, mas somente os seres humanos podem entender as pessoas em um nível emocional. E os clientes percebem quando suas interações com as empresas carecem de um elemento humano.

Você já se sentiu frustrado ao contatar o serviço de atendimento ao cliente e não conseguir falar com um ser humano? Computadores simplesmente não entendem os seres humanos como os humanos. Hoje as empresas não podem se dar ao luxo de afastar seus clientes. Já é difícil competir em preços e qualidade, por isso, um serviço ao cliente de qualidade pode ser o diferencial para a sua empresa destacar-se nesse mercado cada vez mais competitivo.

Da mesma forma, a inteligência artificial carece de criatividade. As máquinas podem realizar tarefas rotineiras, manuais, porém, sem a criatividade humana, o desenvolvimento é impossível. Lembre-se que são as mentes humanas que criaram a inteligência artificial e geraram as ideias inovadoras.

Veja o exemplo do design gráfico. Os computadores de hoje podem gerar logos e nomes de marcas sem a ajuda humana, mas a arte real requer pensamento, emoção e a criatividade humana.

É hora de acabar com a competição entre humanos e máquinas e focar no trabalho conjunto. A IA é capaz de coisas que os humanos não são – como processar grandes quantidades de dados em segundos. Entretanto, os seres humanos têm a empatia e a criatividade que as máquinas não têm. São habilidades complementares, por isso, a IA não deve substituir os seres humanos e sim expandir o seu potencial.

O CEO da BetterWorks, Kris Duggan, resumiu o benefício do trabalho conjunto entre seres humanos e máquinas: “[Inteligência Artificial] não é útil quando está sozinha…precisamos do cérebro humano para fazer o comando…A inteligência artificial nunca deve ser sobre o corte de mão de obra, isso é dar um passo para trás. Una essa inteligência com o cérebro humano e você estará no caminho certo para resolver os problemas que ainda estão por vir”.

Se existe uma tecnologia capaz de proporcionar à mente humana um maior conhecimento sobre o fluxo de trabalho, por que não adotá-la? Não temos que desistir de nossos trabalhos para a IA. Os seres humanos e máquinas devem trabalhar em conjunto, afinal, a inteligência artificial precisa de nós tanto quanto precisamos dela.

Wagner Tadeu, Gerente Geral da ClickSoftware para América Latina, líder no fornecimento de soluções para a gestão automatizada e otimização da força de trabalho e serviços em campo.

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A gigantesca complexidade do mercado B2C para uma startup

Por Zhen Zhang

Empreender no mercado B2C tem suas dificuldades, principalmente em nosso país, porém quando a startup cresce e se consolida entre os consumidores finais, os resultados são sustentáveis e a rentabilidade do negócio agrada a qualquer investidor. Como exemplo temos o AirBnB e Uber e o brasileiro Easy Taxi que já dominam mercados internacionais.

A primeira dificuldade que podemos citar é que uma startup, por apresentar um modelo de negócio disruptivo, precisa praticamente criar um novo mercado do zero. Por exemplo, como o AirBnB fez para convencer pessoas que estavam acostumadas com as facilidades e confiabilidade de um hotel a mudar de prática e se hospedarem na casa de hóspedes que nunca viram antes?

Para isso é preciso educar seu consumidor e fazê-lo repensar seus hábitos. Tem que ser um público disposto a tentar algo novo, uma solução que vai facilitar sua vida. Muitas vezes o seu consumidor nem sabe que tem um problema (problema esse que sua startup resolve), então como fazê-lo tomar ciência disso, conhecer sua solução e concordar em utilizá-la?

Quando afunilamos o assunto e chegamos ao Brasil, a dificuldade só aumenta. Além do ecossistema empreendedor ser recente em nosso país e precisarmos aprender na base dos erros, caímos de novo no problema do consumidor que não está preparado para mudanças de hábito. Isso é algo que vemos com frequência na Mobocity.

Em artigo prévio eu comentei que o Brasil tem uma grande vantagem para empreender em comparação com a China devido à renda per capita e à afinidade desse público com transações online. Porém, para uma startup iniciante, o desafio está exatamente em alcançar esse consumidor. É um público que costuma ter más experiências online, como problemas com logística de entrega, clonagem de cartão de crédito e falta de confiança no estabelecimento. Isso leva esse consumidor a olhar com desconfiança para novas soluções digitais.

Ou seja, além de buscar as formas mais eficientes de alcançar esse público e estimulá-lo a começar a utilizar seu produto ou serviço, é necessário inspirar confiança antes, durante e após a primeira transação e para isso é preciso tempo. Sendo assim, além de precisar ter verba para investir em publicidade e conquistar uma boa base de usuários, é necessário que a startup tenha recursos para se manter sem lucro por um tempo considerável, até que os primeiros resultados apareçam.

Apesar de apenas cerca de 4% das compras no Brasil serem feitas online, temos grandes startups que têm se destacado nesse mercado, como o Buscapé e Tricae. Sendo assim, cabe às novas startups aprenderem com casos de sucesso como esses citado e também explorar parcerias que tragam benefícios para os dois lados, pois tanto o “novato” quanto o “veterano” do mercado têm o que aprender e o que ensinar.

Para empreender no mercado B2C é essencial, também, ter um amplo conhecimento desse público e seu comportamento. Gostar muito de um determinado ramo pode não ser o suficiente para que sua startup tenha o destino que você tanto sonha. Ou seja, criar uma startup de sucesso no Brasil visando alcançar o consumidor final é um caminho extenso a ser percorrido e tenho ciência disso por termos, aqui na Mobocity, duas soluções nesse mercado: O Mobobox e o Mobonus. Mas também posso te afirmar que com persistência, aprendizado e muita estratégia, é possível obter o resultado esperado e alcançar sua meta.

Zhen Zhang, empreendedor chinês, CEO da Mobocity, startup criada no Brasil e com equipe nos dois continentes.

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Delta investe em programa de startup para impulsionar sua estratégia de inovação

A Delta está expandindo sua capacidade de desenvolver maneiras inovadoras para aprimorar a experiência oferecida ao cliente ao investir em um programa que oferece apoio aos principais startups de tecnologia de Atlanta.

O Engage, programa de aceleração baseado em Atlanta, foi anunciado na última quinta-feira pelo prefeito da cidade, Kasim Reed, pelo Instituto de Tecnologia da Geórgia e pelos CEOs das empresas Delta, AT&T, Chick-fil-A, Cox Enterprises, Georgia Pacific, Georgia Power, Intercontinental Exchange (ICE), Invesco Ltd., The Home Depot e UPS, e tem o objetivo único de oferecer mentoria, educação e oportunidades de colaboração com as 10 empresas fundadoras para até 48 startups durante os próximos três anos.

“Inovação sempre foi um fator importante do sucesso da Delta”, disse Gil West, vice-presidente executivo sênior e diretor operacional. “Mas, em uma era onde os recursos tecnológicos mudam rapidamente, a Delta vê um grande valor em trabalhar com startups de alta tecnologia para alinhar a experiência do cliente Delta às maiores marcas do mundo. O Engage oferecerá à Delta a possibilidade de ajudar e trabalhar com startups com grande potencial, construir relacionamentos e desenvolver o ecossistema de inovação de Atlanta – é uma vitória para todos os envolvidos, e por fim, para os clientes da Delta”.

Cada empresa investiu US$ 1,5 milhão ao projeto.

Em 2015, a Delta e Delta Foundation lançaram um centro de pesquisa colaborativo no Instituto de Tecnologia da Geórgia, onde a companhia aérea, com um incentivo de US$ 5 milhões, financiou projetos para aprimorar suas operações e experiência do cliente. Desde então, tem trabalhado utilizando o Delta Global Innovation Center, The Hangar para colaborar com os estudantes do Georgia Tech para solucionar diversos desafios incluindo a maximização do espaço de armazenamento nas cozinhas de aeronaves, com o objetivo de oferecer o melhor produto e serviço de bordo. A Delta também realizou um “hackathon” em setembro para criar maneiras inovadoras de aprimorar a experiência de viagem para os clientes.

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Redes autônomas, escolha e muito mais: Cinco previsões para redes de telecomunicações em 2017

Por Hector Silva, diretor de tecnologia da Ciena para a América Latina

Ao vemos um novo ano começando, vislumbramos muitas evoluções empolgantes e promissoras em nosso setor e em nossa região. Aqui listamos as cinco previsões da Ciena para 2017:

1. A estreia da rede autônoma: A rede autônoma. Lembre-se desse termo porque com certeza você vai ouvi-lo muitas vezes esse ano. Embora sejam esperadas algumas atualizações e melhoramentos incrementais nas redes, de vez em quando, esse novo nível de automação e inteligência na camada óptica será verdadeiramente notável. Pela primeira vez, começaremos a ver a coleta de big data na rede juntamente com análises em tempo real, possibilitando tomadas de decisão automatizadas e inteligentes.

Enquanto vimos muitos dos operadores de rede fazendo os seus planejamentos de rede baseados em certas premissas e depois tendo que reagir ao real montante de dados recebido, em 2017 nós começaremos a ver a rede tornar-se mais autônoma e consciente dos seus recursos, de modo a prever e reconfigurar sua capacidade, otimizando os recursos e proporcionando melhor experiência e maior rentabilidade.

Isso é particularmente importante em mercados como o mexicano, que, de acordo com um relatório produzido pelo Instituto Federal de Telecomunicações daquele país, apresentou um aumento de 12% na adoção de banda larga no segundo trimestre de 2016 em relação ao mesmo período do ano anterior. Na verdade, o México ocupa o segundo lugar entre os países com maior crescimento na adoção da banda larga fixa e 56% da população local possui banda larga móvel. A abordagem de tais níveis de crescimento de maneira escalável e economicamente viável requer o tipo de otimização de recursos proporcionada pelas redes autônomas.

2. OTT continuará pressionando a rede: Devido ao aumento do uso do streaming de vídeo e do consumo público de mídia sob demanda, 2017 deverá ser mais um ano crucial para o crescimento dos serviços over-the-top (OTT). Contudo, qualquer aumento na adoção e no consumo desse tipo de serviço deverá colocar mais pressão financeira e de infraestrutura nos operadores de rede. Com o 5G já aparecendo no horizonte, 2017 provavelmente verá um maior esforço desse grupo e de outros prestadores de serviços para se associarem e se tornarem provedores de soluções OTT próprias a fim de reforçarem as receitas, pressionarem os preços para baixo e fidelizarem os clientes. Especialmente entre provedores triple-play e quad-play atuais e emergentes, o acréscimo de serviços OTT por operadores deverá expandir o mercado e direcionar parte do gasto global a eles relacionados, estimado em US$ 62 bilhões até 2020, de volta para as redes subjacentes.

3. As redes submarinas continuarão ressurgindo: Depois de anos pouco faladas ou subestimadas, as redes de cabos submarinos e especialmente aquelas multi-terabits apresentaram recentemente um súbito ressurgimento, impulsionado pela demanda em escala Web e por planos globais de players como Facebook, Microsoft e Google e consequentemente um novo reconhecimento dessa infraestrutura essencial.

Com a América Latina em posição de ter mais implantações de cabos submarinos do que qualquer outro lugar do mundo, a região vai continuar sendo um espaço propício para a inovação, especialmente com as novas e aperfeiçoadas arquiteturas de redes transoceânicas e software de próxima geração capazes de oferecer velocidades de até 200G por grandes distâncias. Some-se a esse mix os benefícios do mundo real na forma de reduções de CAPEX, energia e pegada ecológica, as redes submarinas continuarão fazendo marolas em 2017 – tanto com novas construções como com a atualização dos sistemas existentes para prolongar a vida daqueles já em uso.

4. “Escolha” se torna a palavra do momento na América Latina: À medida que a inovação aumenta e a construção de redes com maior escolha de fornecedores, muitos operadores em regiões como a América Latina dependerão de provedores que possuam não apenas excelente tecnologia, capacidade de orquestração e valor, mas também conhecimento profundo e os recursos humanos necessários para ajudá-los a executar seus projetos.

Mesmo não acontecendo em outras partes do mundo, já é realidade em nossos mercados no que se refere à transformação da operação e à garantia de tempo de colocação no mercado. As velhas formas de comprar e operar vão se tornar cada vez mais desatualizadas e inadequadas com o passar dos anos. Ao embarcarem nessa jornada para virtualizar suas redes, os operadores da América Latina procurarão parceiros que não só os ajudem a tirar proveito de um ecossistema aberto, como igualmente desenvolvam e executem uma estratégia de colocação no mercado.

5. A infraestrutura legada ganha uma segunda chance de vida: Está bem, talvez não seja uma vida inteiramente nova, mas o software certamente está empurrando para a frente as datas de validade e encontrando mais valor nesses ativos não tão novos e estruturas de fibra deficientes que prevalecem na região de uma maneira antes considerada impossível.

Tecnologias como orquestração multi-domínio permitem que os operadores integrem o novo mundo do SDN e do NFV às suas implantações degradadas. Dessa forma, a inovação dos novos serviços e a automatização de redes podem aproveitar a base instalada, tanto para os dispositivos de rede quanto para sistemas OSS/BSS legados, para que os operadores de rede possam obter mais valor de seus investimentos atuais. E, veja bem, estamos todos agora um ano mais velhos, então o que há para não se gostar em uma história sobre longevidade e maior agilidade na “terceira idade”?

Feliz Ano Novo e muito sucesso em 2017.

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Fabiana Manfredi é a nova diretora de agências do Twitter Brasil

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Fabiana Manfredi (@fabimanfredi) é a nova diretora de agências do Twitter Brasil. A executiva, que desempenhava a função de diretora de desenvolvimento de contas na empresa desde julho de 2015, será agora responsável pelo relacionamento com agências de publicidade para uso do Twitter em todo o seu potencial e de forma sempre alinhada com os objetivos de negócios das marcas.

Em seu papel anterior, Fabiana conduzia a gestão do processo de implementação de campanhas, com otimização de resultados, análises de pós-venda, geração de insights estratégicos e treinamentos relacionados à plataforma.

A executiva tem mais de 14 anos de experiência e, antes de ingressar no Twitter, foi diretora-geral de mídia na mcgarrybowen, tendo passado também pela DM9DDB. Em sua carreira em agências, atendeu clientes como Johnson & Johnson, Itaú, ABInbev, Telefônica/Vivo, Microsoft, Intel, Disney Parks, Bradesco, Lupo, Burberry, BRF, Cisco, entre outros.

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‘Geo-politics’ dominates World Economic Forum attendee tweets leading into Davos

The topic of ‘geo-politics’ has dominated the Twitter accounts of World Economic Forum (WEF) participants attending this year’s Annual Meeting taking place in Davos, Switzerland from 17-20 January 2017.

Mentions of ‘Trump’, ‘Brexit’ and ‘Elections’ were among the top keywords driving this geo-political conversation by those registered to attend the event thus far. 2017 WEF participants have published more than 108,000 tweets over the past 4 months.

This activity also suggests that the theme of the 2017 event, “Responsive and Responsible Leadership”, resonates well with WEF attendees, clearly voicing their sentiments as they relate to political leadership and the rise of populism throughout the globe.

Outside of the political realm, discussions on the topic of ‘women’ also surfaced to the top of participant Twitter activity, with content highlighting important issues around workplace inequality, as well as those related to the UN Sustainable Development Goals and the impact of things such as safe drinking water on the lives of the world’s most vulnerable women.

Of those WEF participants registered for Davos 2017, singer, songwriter and education advocate Shakira (@Shakira), who will be receiving an award at Davos for her leadership in improving the state of the world, tops the list of the most influential WEF participant on Twitter. Bill Gates (@BillGates), co-founder of Microsoft and devoted philanthropist, and Cory Doctorow (@doctorow), Canadian-British blogger, journalist and science fiction author, ranked second and third respectively.

In terms of the location of the Twitter engagements (retweets, replies and likes) of the participants’ tweets, the US, the UK, India and Mexico were the top four contributing countries, suggesting that these locations are most affected by current geo-political topics.

What topics will emerge as the most important at the 2017 meeting and throughout the year? Follow the social media conversation on WEFLIVE.com – your window into Davos.

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Avalara Brasil nomeia Marcelo dos Santos como diretor de marketing

A Avalara, Inc., fornecedora líder de automação de conformidade tributária baseada em nuvem para empresas de todos os portes, anuncia a contratação de Marcelo dos Santos como diretor de marketing da Avalara Brasil.

Santos tem como missão promover a marca no Brasil como sinônimo de simplificação e redução dos encargos necessários para as empresas estarem em conformidade com o Fisco.

A experiência que o executivo traz em sua bagagem apoiará o crescimento da Avalara no País. Santos ocupou cargos de liderança em vendas e marketing e na expansão de negócios na ContaAzul, onde foi responsável por desenvolver a ContaAzul para contadores, e atuou como diretor de marketing na Datasul e na Totvs. Em cada uma dessas funções o executivo implantou estratégias de marketing para apoiar a expansão bem sucedida desses negócios.

“Estou muito satisfeito por me juntar a uma companhia global líder em automação de conformidade fiscal. O Brasil tem um dos requisitos mais complexos do mundo em relação às obrigatoriedades fiscais, por isso há um vasto mercado para ser trabalhado levando as soluções da Avalara, que são baseadas em nuvem”, explica o executivo.

Vale ressaltar que o Brasil lidera mundialmente o quesito de complexidade no cumprimento de impostos e nas exigências de relatórios governamentais. De acordo com uma análise realizada pela PricewaterhouseCoopers, a carga fiscal anual para empresas que operam seus negócios no Brasil é de aproximadamente 2.600 horas, ou seja, oito vezes maior do que é exigido nos Estados Unidos ou na União Européia.

Através de aquisições e do crescimento orgânico, a Avalara aumentou sua equipe de liderança brasileira e a base de clientes, assim como ampliou sua oferta, tornando-se o primeiro provedor completo de soluções na modalidade SaaS (Software as a Service) para atender às demandas de compliance fiscal, o que inclui um portfólio com doze produtos e serviços.

“Nossa tarefa é simplificar a experiência do usuário e reduzir o fardo da conformidade fiscal através da automação. E a chegada de um novo executivo de marketing ajudará na propagação dessa mensagem de forma rápida e eficaz”, finaliza Rodrigo Zerlotti, gerente geral da Avalara na América Latina.

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T-Systems e Roambee unem forças para liderar os mercados de logística inteligente e monitoramento de ativos

A T-Systems, provedora alemã de soluções e serviços de TI, e a Roambee, empresa de IoT sediada no Vale do Silício, acabam de anunciar uma parceria global para a oferta de soluções de visibilidade em tempo real para os mercados de bens de consumo e ativos das Américas, África, Ásia e Europa. Juntas, as duas empresas vão utilizar o modelo de negócios “on-demand” para entregar uma solução fim-a-fim que possibilitará visibilidade, rastreamento e monitoramento de produtos embarcados e ativos em trânsito ou em campo.

Para isso, a Roambee vai prover aplicativos oferecidos no modelo de software como serviço (SaaS), que incluem sensores portáteis sem fio e software baseado em nuvem, relatórios robustos e análise preditiva. A solução será oferecida a partir de uma plataforma altamente escalável da T-Systems, oferecendo acesso a uma infraestrutura global de data centers altamente seguros e soluções em nuvem de seu ecossistema de parceiros.

Como parte do acordo, a Deutsche Telekom Strategic Investments aportou US$ 3,1 milhões na Roambee.

“As soluções da Roambee trazem mais valor para nosso ecossistema global de parceiros em internet das coisas. Isso combinado com a nossa estrutura multi-cloud e experiência em integração de sistemas, vai nos permitir transformar empresas em todo o mundo com aplicações IoT”, afirma Anette Bronder, diretora da Divisão Digital da T-Systems.

Paul Warrenfelt, vice-presidente sênior de vendas e gerenciamento de serviços da T-Systems para as Américas, disse estar “animado com a tremenda gama de produtos, serviços e tecnologias que estamos trazendo juntos para o mercado e que vão ajudar nossos clientes e ampliar sua eficiência para atingir excelência operacional”.

“Com mais de 100 clientes ao redor do mundo, a Roambee está vivendo um momento de crescimento acelerado no mercado de IoT. Com a T-Systems como nosso parceiro estratégico, seremos capazes de ampliar o atendimento a nossos clientes e conquistar novos. Agora não temos que nos preocupar em construir nossa própria estrutura global de serviços, que é necessária para manter a qualidade e a riqueza de experiência de nossos clientes”, afirma Sanjay Sharma, CEO e fundador da Roambee.

Solução

A solução da Roambee é formada por equipamentos equipados com sensores portáteis sem fio, chamados “Bees” e uma plataforma de software baseado em nuvem. Os Bees e o software coletam grandes volumes de dados dos sistemas de gestão (ERPs), dos sensores e externos para entregar análise preditiva que amplia a eficiência operacional, reforça o engajamento dos clientes, reduz riscos e garante métricas para o cálculo de retorno sobre o investimento (ROI).

Beneficiando uma grande gama de segmentos, a solução permite, por exemplo, o monitoramento em tempo real da temperatura e o status de localização de medicamentos sensíveis durante seu transporte, isso com o uso de dados e alertas em tempo real, que permitem ações imediatas em caso de necessidade.

Melhorar o monitoramento de ativos em campo requer alto nível de confiança no sistema de monitoração, nos relatórios e na conformidade regulatória. A tecnologia Roambee entrega tudo isso, tornando simples para os negócios ampliar sua eficiência, implementar o gerenciamento de risco e transformar dados em valor mensurável.

A T-Systems vai operar o serviço a partir de seu data center na Alemanha, atendendo a regulamentação de privacidade de dados. Os clientes receberão alertas em tempo real, relatórios, históricos e análises de dados que atenderão aos mais altos padrões de segurança de dados.

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Twitter transmite ao vivo cerimônia de posse do novo presidente dos Estados Unidos

O PBS NewsHour, programa diário de notícias da rede de TV americana PBS, transmitirá ao vivo pelo Twitter a cobertura da cerimônia de posse do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, em 20 de janeiro, das 14h às 20h (horário de Brasília). Para acompanhar, basta acessar o link inauguration.twitter.com ou o perfil do programa PBS NewsHour (@NewsHour). Além da posse de Trump e de seu vice, Mike Pence, a transmissão vai incluir o primeiro discurso do novo presidente e a chegada à Casa Branca.

“Estamos muito felizes em fazer essa parceria com o Twitter para a cobertura da cerimônia de posse do presidente”, diz Sara Just, produtora executiva da NewsHour e vice-presidente sênior da WETA. “A transição pacífica do poder de um presidente a outro é algo poderoso no processo democrático americano. E, neste ano, vem em um momento em que o país está envolvido no discurso político, como raramente vemos. A transmissão ao vivo pelo Twitter permitirá que mais americanos acompanhem o evento e participem da discussão sobre ele.”

Anthony Noto, COO do Twitter, ressalta o papel do Twitter na discussão do noticiário, inclusive político. “O Twitter é onde as notícias e a política são discutidas em tempo real todos os dias. Estamos entusiasmados em colaborar com a PBS Newshour neste evento histórico, trazendo ao público a cobertura ao vivo pelo Twitter”, afirma. “A transmissão do PBS Newshour integrará uma cobertura confiável e completa às conversas em tempo real que acontecem no Twitter”, acrescenta.

A cobertura será liderada pela editora Judy Woodruff, acompanhada dos colunistas David Brooks (New York Times), Mark Shields, Amy Walter (the Cook Political Report), Jeff Greenfield (correspondente especial da PBS NewsHour Weekend), Lara Brown (TBC) e Karine Jean-Pierre (TBC).

O canal PBS é o parceiro de streaming exclusivo do Twitter para a cerimônia de posse. Como parte da transmissão ao vivo, pacotes de patrocínio estarão disponíveis via Twitter.

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Demita os “chefes” e valorize os líderes – Por Federico Vega

A maioria das empresas brasileiras operam com estruturas hierárquicas rígidas e tradicionais. Nelas os gestores se comportam mais como chefe – ou até mesmo “reis” – do que como líderes de equipe. Estes tipos de estruturas são comuns em modelos mais operacionais, mas são muito nocivas a inovação. Elas acabam aumentando o desperdício daquelas pessoas boas, com ideias e vontade de levar a empresa a frente. Em 99% das vezes, as melhores ideias e os talentos mais promissores são impulsionados entre os próprios funcionários e não pelos líderes/diretoria.

É um fato que uma das inovações de maior impacto na história corporativa do Brasil não está ligada com tecnologias disruptivas, mas sim a importância que se dá aos recursos humanos da empresa. Um exemplo que temos em nossas terras é a Ambev, que foi a primeira a aplicar uma cultura de trabalho de open spaces, ou espaços abertos, e meritocracia, até então comum somente em grandes bancos de investimento americanos, como a Goldman Sachs e J.P.Morgan. Esta mudança trouxe uma revolução que não só permitiu a cervejeira brasileira dominar o mercado mundial de cervejas, mas também virou um case de como liderar uma corporação.

O objetivo das culturas de meritocracia é justamente que cada área da corporação não precise do gestor para funcionar. Isto se consegue quando o principal objetivo de cada líder se torna a contratar e formar os novos profissionais, seguindo as diretrizes já existentes, neste caso, com “sangue nos olhos” e mais inteligente, não necessariamente mais experiente, do que o próprio gestor. Se ele for bom, cada pessoa de sua equipe deve conseguir fazer o trabalho melhor do que ele mesmo. Esse gestor não deve ser promovido se uma pessoa da sua equipe não consegue ocupar a posição que ele deixaria se fosse, na verdade, esse gestor deveria ser desligado por falhar ao atingir a sua principal meta.

Com espaços completamente abertos, onde ninguém tem uma sala privada, se aumenta a comunicação das equipes e todos funcionários. Todos são tratados do mesmo jeito, incluindo a diretoria, por exemplo. Essa cultura é focada no ideal de que as boas ideias podem surgir de qualquer funcionário e se existe um problema para resolver todos ficam focados nele e na solução, sem a necessidade de culpar quem ocasionou o problema. Esse é um modelo que estimula a colaboração e cooperação.

A missão dos gestores é muito clara, contratar gente boa, dar essas pessoas coisas grandes para fazer e sustentar uma cultura meritocracia aonde se recompensa aquelas pessoas boas e penaliza aquelas pessoas ruins. Um dos lemas a ser seguido é “grandes alpinistas necessitam de grandes montanhas para escalar”.

Federico Vega, fundador e CEO da CargoX

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QS apresenta as 250 melhores escolas de negócios do mundo

A QS Quacquarelli Symonds divulgou o Relatório Global da QS sobre as 250 Escolas de Negócios de 2017. A análise reconhece as melhores instituições com base em empregabilidade e padrões acadêmicos em todas as principais regiões do mundo e as classifica em quatro quadrantes. As escolas que se destacam em ensino, pesquisa e empregabilidade são colocadas no quadrante “Global Elite”.

Escolas que se destacam em ensino e produção de pesquisa importante são colocadas no quadrante “Top-Tier Research”. As escolas que se destacam em empregabilidade são colocadas no quadrante “Top-Tier Employability”. As demais instituições são colocadas no quadrante de nível médio ou “Superior”. Contribuíram para a análise própria da QS 12.125 empregadores de mestres em administração de empresa (MBA) e 8.376 acadêmicos.

As principais descobertas foram:

América do Norte

A Harvard Business School se mantém como melhor provedora na América do Norte de mestrado em administração de empresas, com base em empregabilidade e padrões acadêmicos;

A Wharton School se classifica em 2o lugar regionalmente em desempenho acadêmico e em 3º lugar regionalmente em empregabilidade de formandos em mestrado de administração de empresas;

A Graduate Business School da Universidade de Stanford se classifica em 2º lugar regionalmente em empregabilidade e 3º lugar regionalmente em desempenho acadêmico;

No total, 22 escolas norte-americanas se colocam no quadrante “Global Elite”, que contêm as provedoras de mestrado em administração de empresa que obtêm pontuações excepcionais em desempenho acadêmico e empregabilidade de diplomados. Delas, 18 são americanas e quatros são canadenses.
Europa

A London Business School se mantém como melhor escola de negócios da Europa;

A INSEAD da França se classifica em 2º lugar nos dois indicadores;

A HEC Paris se classifica em 3o lugar em empregabilidade de formandos; a Judge Business School da Universidade de Cambridge segue a LBS e a INSEAD em prestígio acadêmico;

Das instituições europeias, 16 entram no quadrante “Global Elite”. Esse grupo é composto de escolas de negócios da França (3), Alemanha (1), Itália (1), Holanda (1), Espanha (2), Suíça (2) e Reino Unido (6).

Região da Ásia e do Pacífico

A região da Ásia e do Pacífico ostenta cinco instituições no quadrante “Global Elite”: duas de Cingapura, duas da Austrália e uma da Índia;

O campus-satélite da INSEAD em Cingapura lidera a região em empregabilidade; ela é seguida pela AGSM MBA Programs (Universidade de New South Wales) e pela Melbourne Business School (Universidade de Melbourne);

A escola de negócios de Cingapura também é a melhor da região em desempenho acadêmico: a NUS Business School (Universidade Nacional de Cingapura); a Melbourne Business School se classifica em 2º lugar, enquanto a AGSM MBA Programs se classifica em 3º lugar.

América Latina

Duas escolas de negócios latino-americanas se juntam às 45 escolas “Global Elite”: a EGADE Business School e a Pontificia Universidad Católica de Chile.

Outras observações

A GSB da Universidade da Cidade do Cabo lidera a região do Oriente Médio e da África nos dois indicadores.

O relatório completo pode ser encontrado aqui.

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O contact center e o cenário digital – Por Fernando Polati

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O futuro é digital e apesar de acharmos que o mundo já alcançou este patamar, é notório que ainda temos muito a evoluir. Ao se observar esse cenário em constante transformação, é possível fazermos algumas previsões sobre o que vem pela frente quando se fala em relacionamento com o cliente e o universo dos contact centers.

Os agentes virtuais cognitivos já são uma realidade que dia após dia ocupam mais funções nas operações de relacionamento com clientes. E o aumento da automação, tanto preditiva quanto cognitiva, reduz pontos de atendimentos (conhecidos por PA), mas exige profissionais mais especializados e que saibam resolver problemas mais complexos. Ao mesmo tempo, possibilita uma interação mais personalizada ao unir informação ágil à complexidade que só o humano ainda é capaz de solucionar.

Enquanto o digital massifica, o humano personaliza. E a especialização na jornada do cliente será decisiva no universo dos contact centers. Os atendimentos serão cada vez mais personalizados e direcionados às preferências de quem o busca.

A multicanalidade já tem promovido essa personalização. Como o perfil do consumidor também está em constante transformação e esse usuário é cada vez mais digital, os atendimentos já estão migrando aos poucos para esse segmento.

É o caso de uma empresa multinacional do setor de eletrodomésticos, que tem promovido evoluções no contact center tradicional, por meio da Transformação Digital, migrando volume do canal de voz para outros como web, mobile, mensagens instantâneas e redes sociais. Com seis meses de operação a empresa já realizou 5% de migração e a expectativa é que, até 2020, a operação atinja 20% de atendimento exclusivamente digital. Os resultados atuais já mostram um aumento de 400% de produtividade e possibilita o atendimento simultâneo de até oito clientes.

Também já existem aquelas empresas que nascem digitais. E, consequentemente, o seu relacionamento com o cliente também vai para o mesmo caminho, proporcionando uma experiência mais ágil e satisfatória para esses novos consumidores que se frustram ao não encontrarem as empresas já adaptadas a esse momento.

O autoatendimento também integra esse cenário e com a Internet das Coisas, precisaremos menos ainda de intermediadores nas demandas usuais, até porque o volume de solicitações tende a aumentar. Diminui-se a demanda pelo atendimento humano, mas aumenta-se a conexão e a relação cliente/empresa.

Todas essas transformações, como citado, já estão acontecendo. O robô Watson da IBM, que é capaz de opinar por aprendizagem natural com base em informações computadas e arquivadas de acordo com as ocorrências das situações, já mostra o quanto a automação tem evoluído.

Por sua vez, o contact center precisa acompanhar essas inovações, buscando nos agentes virtuais mecanismos que propiciem autoatendimento e especialização na jornada do cliente. A consequência tende a ser mais satisfação para os clientes. E quem sabe, numa realidade futura, conseguiremos um atendimento automatizado mais humanizado do que o que o ser humano é capaz de oferecer.

Fernando Polati, Head da unidade de negócios de Relacionamento com Cliente da Algar Tech.

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MINING LAB: faltam sete dias para o fim das inscrições no programa de Startups da Votorantim Metais

As inscrições para o MINING LAB, o programa de apoio a empreendedores da Votorantim Metais, terminam na segunda-feira 20 de janeiro. O programa vai selecionar startups interessadas em desenvolver projetos nas áreas de energias renováveis e nanotecnologia, que possam ser aplicados na mineração. O MINING LAB conta com apoio da FIEMG (Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais) para escolher os 10 melhores projetos. Os interessados podem se inscrever até as 17h do dia 20, no site www.mininglab.com.br.

No âmbito de energia, a mineradora procura startups que possam desenvolver tecnologias para substituir as matrizes energéticas tradicionais da mineração (combustíveis fósseis e eletricidade, por exemplo) por alternativas mais econômicas e que apresentem ganhos ambientais, tais como: biomassa, biogás, energia solar, óleos menos poluentes e renováveis, sistemas de ar comprimido e de bombeamento mais eficientes, ou até mesmo novas soluções ainda não mapeadas.

No ramo de nanotecnologia, a busca é por empresas capazes de desenvolver soluções que utilizem essa tecnologia em aplicações como: recuperação de partículas durante os processos de flotação e hidro metalúrgicos, soluções em corrosão, aplicações de óxidos dos metais, tratamento e recuperação de efluentes e desenvolvimento de novos produtos.

No dia 27 serão anunciados os projetos que passarão para uma fase de imersão na Votorantim Metais para entender os processos de produção da empresa e receber apoio técnico para apresentação do projeto final. Após a fase de imersão uma banca examinadora irá selecionar, dentre estes, os projetos que irão receber o apoio da empresa. O resultado será divulgado no dia 17 de fevereiro.

PROGRAMA MINING LAB: Conecte-se à Votorantim Metais e desenvolva seu negócio
Inscrições abertas até 20 de janeiro
Site: www.mininglab.com.br

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Novo presidente e CEO assume a Plantronics

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Líder global em Comunicações Unificadas, a Plantronics anuncia o novo Presidente e CEO da companhia, Joe Burton, também nomeado para o conselho gestor da multinacional. Ken Kannappan, que ocupava o cargo desde 1995, continuará na função de Vice Conselheiro Executivo por um ano e mais 18 meses adicionais como consultor.

“Pretendo liderar a Plantronics enquanto continuamos a criar soluções inovadoras para facilitar a vida das pessoas e, principalmente, transformar a maneira de como nos conectamos uns com os outros e com o mundo ao nosso redor”, disse Burton. “Analíticos e Softwares combinados a dispositivos inteligentes são a base de um novo paradigma da comunicação, o qual a Plantronics é a única qualificada a aproveitar essa oportunidade e atuar neste novo momento”, complementou.

Desde sua aquisição pela Plantronics, como vice-presidente e subsequentemente como Vice-presidente executivo e Gerente Comercial, Burton atuou junto a Kannappan no desenvolvimento e execução da estratégia de crescimento da empresa, especialmente a contínua evolução no setor de Comunicações Unificadas e na oferta soluções de softwares e hardwares, as novas bases do futuro êxito da Plantronics.

“Joe Burton é um estrategista perspicaz e imaginativo com uma habilidade de transformar oportunidades em ações”, conta Marv Tseu, diretor e conselheiro da Plantronics. “Ao longo do último ano, ele nos ajudou a definir nossa abordagem nos negócios, tirando proveito dos nossos pontos fortes. Eu não poderia estar mais satisfeito ao vê-lo na posição de Presidente e CEO para auxiliar a Plantronics a seguir em frente e levá-la ao próximo nível. Além disso, gostaria de agradecer Ken Kannappan pelo seu legado com excepcional liderança ao longo destes anos”.

No papel de CCO, Burton alcançou a globalização dos esforços da empresa, com eficiência e possibilitando o fortalecimento no mercado. Além disso, Burton iniciou a modernização da estratégia de mercado da companhia, melhor alinhando vendas e marketing em relação às conquistas tecnológicas da empresa.

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Diebold Nixdorf apresenta novas soluções para o comércio conectado na NRF Big Show

A Diebold Nixdorf vai lançar novas soluções para impulsionar o comércio conectado para varejistas no National Retail Federation (NRF) BIG Show, o maior evento anual de varejo do mundo, de 15 a 17 de janeiro em Nova York. A empresa destacará quatro principais vertentes no setor de varejo – digitalização, individualização, automação e miniaturização – para transformar a experiência de compra dos consumidores de hoje.

Hoje, 56% dos consumidores acham que a tecnologia torna sua experiência de compra melhor. Com 90% das transações ainda concluídas em uma loja, os varejistas tradicionais devem antecipar a influência dos canais digitais e online adotando tecnologias interativas. A nova solução Kiosk K-One foi concebida para tornar digital a experiência do consumidor na loja, de forma rápida e transparente, ajudando os consumidores durante toda a sua visita. A solução versátil e sob medida pode ser facilmente adaptada às exigências dos consumidores, com funcionalidades para recebimento de pedidos, atendimento ao cliente, informações sobre produtos, vendas de bilhetes e loteria e até mesmo o self check-out.

Os varejistas também serão apresentados às últimas inovações na tecnologia de self check-out, desde opções com dinheiro a opções de pagamento com cartão com integração com celular e tablete:

– SmartPay permite que os consumidores escaneiem e empacotem seus itens, e paguem usando um aplicativo móvel, cartão de crédito ou débito.

– Self checkout eXpress, recentemente lançada, pode ser usada como um quiosque interativo ou um terminal de pagamento com um design compacto que atende à demanda da indústria por equipamentos menores.

– moPOS oferece uma maneira fácil e pragmática de integrar tecnologias de tablets no ambiente de varejo. Esta solução única transita facilmente de móvel para estacionário com um tablet que se conecta a um hub de dispositivos móveis para interagir com tecnologias de ponto de venda (POS) estacionárias, como impressoras e scanners.

– O C6010 automatiza o manuseio de dinheiro de forma segura, recolhendo, contando e balanceando as notas como elas são recebidas pelo caixa, removendo a necessidade de um gaveteiro ao mesmo tempo em que aumenta a segurança e a eficiência.

Com pouco menos de 25 centímetros de largura, o novo Extreme Self-Checkout Concept é apenas uma vez e meia a largura de uma cédula. Suas pequenas dimensões se encaixam perfeitamente em qualquer ambiente, proporcionando experiências individualizadas que os consumidores de hoje esperam. O novo conceito, juntamente com as soluções de software de aplicações móveis da Diebold Nixdorf, permite que os varejistas conectem todo o ciclo da experiência de compra aos consumidores, começando na fase de planejamento em sua casa. Assim, é possível usar o aplicativo móvel do varejista para criar listas e receber sugestões sobre o percurso mais rápido pela loja, anúncios personalizados e recomendações de compra com base em sua localização. À medida em que o consumidor se move pela loja, ele pode simplesmente escanear os itens que deseja comprar usando seu dispositivo móvel. Uma vez concluída a escolha dos itens, o consumidor pode pular as tradicionais filas do caixa.

Todo o TP Application Suite, um pacote abrangente de soluções de software projetadas para fornecer experiências de alta qualidade para os consumidores e permitir funcionalidades avançadas no ambiente de varejo, será demonstrado no estande Diebold Nixdorf e no estande Zebra Technologies.

Para garantir uma implantação suave, manutenção e operação de todos os sistemas e soluções de software, a Diebold Nixdorf oferece um portfólio abrangente de serviços para varejistas. Na NRF, a empresa demonstrará como os varejistas podem alcançar a excelência operacional por meio de uma experiência de realidade virtual para varejo.

“Os consumidores de hoje esperam experiências de compras mais rápidas, mais convenientes e individualizadas”, disse Thomas Fell, vice-presidente sênior de varejo da Diebold Nixdorf. “Nosso portfólio abrangente de tecnologia e software impulsiona eficiências digitalizando a experiência de compras na loja, automatizando e acelerando o processo de checkout para melhorar a conveniência tanto para varejistas quanto para consumidores”.

Também no estande, a AEVI, uma subsidiária da Diebold Nixdorf, demonstrará suas soluções de pagamento seguras e sem dinheiro, juntamente com um marketplace global de software para apps e serviços de alta qualidade e valor agregado para bancos comerciais e adquirentes.

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SAP lança programa de expansão da rede de canais Hybris

A SAP Brasil anuncia que está expandindo sua rede de canais para atuarem com a revenda, implementação e suporte das soluções em nuvem para a solução de CRM e automação de força de vendas – Hybris Sales. A companhia quer ampliar a cobertura nacional para o mercado de médias empresas.

“Empresas em todo o Brasil estão buscado a SAP para implementação de nossa plataforma Hybris”, destaca Luciano Idésio, Diretor de Canais da SAP Brasil. “Nesta segunda etapa do nosso Programa de Expansão de Canais, queremos conversar com empresas especializadas em CRM, automação de força de vendas e interessadas na comercialização e prestação de serviços com a nossa plataforma Hybris Sales, que endereça os processos de CRM e automação de força de vendas em nuvem“, destaca. O Programa de expansão teve início em agosto de 2016, quando credenciou parceiros para a solução Hybris Commerce, entre eles a CoreBiz e a SoftBox.

Idésio salienta que uma das grandes vantagens do Programa para os novos parceiros é o fato da SAP ter a capacidade de suportar os clientes em toda a jornada para a transformação digital, seja com soluções para gestão de negócios (ERP com S/4 Hana); plataformas para os processos orientados ao cliente (SAP Hybris); soluções voltadas aos colaboradores da empresa (SuccessFactors) egestão de fornecedores (SAP Ariba). “Com a vantagem de que cada uma destas soluções é independente, podendo ser utilizada em toda a empresa ou somente em processos específicos dessas áreas de negócios”, afirma.

O portfólio de soluções SAP Hybris destaca-se no mercado por ajudar as empresas a direcionar e engajar os clientes, onde quer que eles estejam. Integra todos os pontos de contato digitais e físicos do cliente em uma única plataforma – incluindo online, móvel, ponto de venda, serviço de atendimento ao cliente, mídia social e impressão, oferecendo uma experiência consistente e significativa em todos os canais e a toda hora. Os aplicativos de comércio B2B e B2C incluem módulos de Oferta de canal completo, Gerenciamento de Conteúdo de pedido, e ferramenta de procura e propaganda, entre outros.

As empresas interessadas podem se candidatar diretamente por este link, ou então enviar email para Miriam.hahn@sap.com.

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Grupo Telefónica escolhe P.I. Works novamente para o aprimoramento da experiência móvel do usuário

Por ser uma provedora confiável de soluções para o Grupo Telefónica, o contrato com a P.I. Works foi renovado para o fornecimento de serviços abrangentes de otimização de rede móvel na América Latina e na Europa.

A Telefónica tem como meta aprimorar a qualidade em geral dos serviços móveis e fornecer experiências móveis perfeitamente integradas durante eventos especiais como festivais e jogos esportivos. Com este propósito, a Telefónica trabalhará também com a P.I. Works se beneficiando das capabilidades de otimização em tempo real de uSON, o produto centralizado de SON da P.I. Works e seus serviços profissionais.

De acordo com José Manuel Alvarez, gerente de otimização de RAN na divisão CTO global da Telefónica, “os serviços da P.I. Works provaram adicionar um grande valor agregado à experiência móvel dos assinantes da Telefónica ao aprimorar a qualidade em geral da rede e fornecer uma experiência móvel perfeita durante eventos envolvendo um grande número de pessoas. Portanto, nós queremos nos beneficiar uma vez mais de sua especialização. As capabilidades tecnológicas e de múltiplos fornecedores juntamente com seus serviços profissionais e suas soluções provadas no campo são as razões fundamentais porque a P.I. Works foi selecionada”.

Eren Sivasli, diretor de vendas da P.I. Works, disse: “A P.I. Works fornece soluções de otimização para as principais operadoras móveis em todo o mundo. Forneceremos serviços de altíssima qualidade para o Grupo Telefónica aproveitando nosso portfólio de produtos de uSON comprovados em campo”.

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Clarivate Analytics indica os 100 Principais Inovadores Globais 2016

Clarivate Analytics 2016 Top 100-Infographic

A Clarivate Analytics, antiga divisão de propriedade e ciência da Thomson Reuters, anunciou hoje a tão esperada lista dos 100 Principais Inovadores Globais 2016. O relatório homenageia as empresas e as instituições mais inovadoras no mundo conforme definido pela análise sólida de dados exclusivos e proprietários. A empresa revelou também a nova identidade da marca após a venda da divisão para a Onex Corporation e Baring Private Equity Asia em outubro de 2016.

Em seu sexto ano, o relatório dos 100 Principais Inovadores Globais 2016 revela uma mudança proeminente em estratégia entre os principais inovadores do mundo. Particularmente, o volume de patentes arquivado apresentou uma redução enquanto que os índices de concessão elevaram-se. Esta tendência, combinada com um significativo compromisso com gastos em P&D, demonstra um maior compromisso com a qualidade do que com a quantidade para a comercialização de novas invenções. Conjuntamente, as empresas na lista geraram uma receita de acima de $4 trilhões em 2015 e gastaram mais de $227 bilhões em pesquisas e desenvolvimento. Em média, os principais 100 inovadores globais em 2016 investiram 9,1 por cento mais em P&D do que aqueles no S&P 100, destacando a importância dada à inovação.

O estudo deste ano revelou também uma diversificação mais ampla dentro dos portfólios de patentes dos principais inovadores. Canon, General Electric e Hitachi estão investindo significativamente em dispositivos médicos, ao passo que a Google está desenvolvendo um carro autônomo e a Amazon participa ativamente na tecnologia dos drones. Os dados no relatório deste ano demonstram que o caminho para a inovação não é mais linear.

“O dia de hoje assinala um marco para a Clarivate Analytics ao caminharmos em direção ao futuro com a publicação de nosso relatório dos 100 Principais Inovadores Globais sob a nova identidade de nossa marca”, disse Jay Nadler, CEO. “Acreditamos que o poder da inovação é um fator determinante e fundamental do bem-estar econômico, da vantagem competitiva e do sucesso, representando a essência de nossa empresa – acelerar o passo da inovação. Utilizando a visão da Web of Science, Derwent and Cortellis, nossa metodologia dos 100 Principais Inovadores Globais é puramente baseada em dados e elimina qualquer ambiguidade quanto ao que torna uma organização inovadora. E por isso parabenizamos aqueles que proporcionaram ganhos significativos dando início à próxima era de inovação global.”

A metodologia usada nos 100 Principais Inovadores Globais 2016 da Clarivate Analytics é a única análise objetiva de volume de patentes, índices de sucesso concedido às patentes, alcance global e influência da invenção para identificar sem parcialidade as organizações mais inovadoras do mundo.

Os Principais 100 Inovadores Globais 2016 da Clarivate Analytics são:

3M Company

Fujitsu

Nokia

Abbott Laboratories

General Electric

Novartis

Advanced Micro Devices

Google (now Alphabet Inc.)

NTT

Air Products

Hitachi

NXP Semiconductors

Aisin Seiki

Honda Motor

Olympus

Alstom

Honeywell International

Omron

Amazon

Huawei

Oracle

Analog Devices

IFP Energies Nouvelles

Panasonic

Apple

Intel

Philips

Arkema

InterDigital

Qualcomm

BASF

Johnson & Johnson

Renesas

Bayer

Johnson Controls

Roche

Becton Dickinson

JTEKT

Safran

Boeing

Kawasaki Heavy Industries

Saint-Gobain

Boston Scientific

Kobe Steel

Samsung Electronics

Bridgestone

Komatsu

Seagate

Bristol-Myers Squibb

Kyocera

Seiko Epson

Broadcom

LG Electronics

Shin-Etsu Chemical

Cannon

Lockheed Martin

Showa Denko

Chevron

LSIS

Sony

CNRS, Centro Nacional de Pesquisa Científica da França

Makita Corporation

Sumitomo Electric

CEA

Marvell

Symantec

Corning

MediaTek

TE Connectivity

Daikin Industries

Medtronic

Thales

Delphi Automotive

Merck

Toshiba

Dolby Laboratories

Micron

Total S.A.

Dow Chemical Company

Microsoft

Toyota Motor

DuPont

Mitsubishi Heavy Industries

University of California

Emerson Electric

NEC

Valeo

Ericsson

Nike

Xerox

Exxon Mobil

Nippon Steel & Sumitomo Metal

Xilinx

Fraunhofer

Nissan Motor

Yamaha

Fujifilm

Nitto Denko

Yaskawa Electric

Yazaki

Para mais informações sobre o programa dos 100 Principais Inovadores Globais 2016 da Clarivate Analytics e para fazer o download do relatório acesse: http://top100innovators.stateofinnovation.com/.

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