Page

Author admin

Dubai foca no Brasil para ampliar parcerias estratégicas com os setores público e privado do país

A Câmara de Comércio e Indústria de Dubai está liderando uma missão comercial de alto nível na América Latina de 15 a 22 de abril, como parte de sua série de Fórum de Negócios Globais, que abrangerá Brasil, Paraguai e Argentina. Os objetivos da missão são aumentar a cooperação econômica entre a América Latina e Dubai e promover o Emirado como um centro de comércio e investimento atraente na região.

A delegação é composta por empresários, investidores, tomadores de decisão, e funcionários líderes dos Emirados Árabes Unidos. Os delegados se reunirão com representantes dos setores público e privado dos países latino-americanos para discutir sinergias entre a região e Dubai, e explorar novas oportunidades em vários setores prioritários, incluindo logística, agronegócio, manufatura, energia renovável e turismo. Atualmente, a Câmara de Dubai é uma das maiores câmaras globais em termos de adesão, e conta com mais de 200.000 empresas registradas.

“Estamos otimistas em relação à nossa missão comercial para a América Latina, o Brasil é o principal parceiro de negócios da região e o comércio não-petrolífero registrou cerca de R$50 bilhões em 2016. Nossa intenção é trocar ideias e estreitar a cooperação entre as duas regiões, encontrando novas formas de desenvolver negócios e soluções. O Brasil é um país com enormes oportunidades para as empresas de Dubai”, disse Majid Al Ghurair, Presidente da Câmara de Comércio e Indústria de Dubai.

Na capital paulista, no dia 17 de abril, os membros da delegação da Câmara terão um encontro com autoridades da prefeitura de São Paulo, como o prefeito João Doria e os secretários Julio Serson (Assuntos Internacionais) e Wilson Poit (Privatizações e Parcerias). Em seguida, a delegação terá uma reunião com representantes da FIESP; Francisco Luna, Gerente do Escritório da Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) em São Paulo, e um grupo de executivos de empresas brasileiras.

Na parte da tarde, os membros da Câmara de Dubai se encontrarão com Marcio França, vice-governador e secretário de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação do estado e Sérgio Costa, Diretor Executivo da Investe São Paulo, agência de promoção de investimentos ligada à pasta.

“Nós já realizamos algumas missões para Dubai, e temos estreitado cada vez mais as ligações com representantes da região para que seus investidores saibam que podem contar com nosso apoio gratuito para estabelecer uma base em São Paulo que possa servir toda a América Latina. Também temos ajudado as pequenas e médias empresas paulistas a estarem atentos para os mercados que podem ser bons para seus produtos lá”, afirma Costa.

Durante o evento, a delegação vai anunciar uma iniciativa para reforçar os laços bilaterais entre os Emirados e empresas da América Latina. A delegação de Dubai também promoverá o Global Business Forum na América Latina, que foi inaugurado em novembro de 2016 e tem como objetivo explorar oportunidades mútuas e apoiar as empresas de Dubai a entrarem nos mercados latino-americanos, além de atrair mais empresas do continente americano para os Emirados Árabes Unidos.

Descubra os principais setores que devem gerar oportunidades de negócios entre os Emirados Árabes Unidos e o Brasil
O Brasil teve resultados positivos em uma série de setores de mercado que despertaram o interesse dos investidores dos EAU, conheça os principais segmentos:

Logística
Em junho de 2015, o Brasil apresentou um novo programa de concessões de infraestrutura, que pretende atrair US $ 64 bilhões em investimentos nos próximos cinco anos para atualizar e operar estradas, ferrovias, portos e aeroportos em 20 estados do Brasil.
Energia Renovável

Em 2015, o setor de energia renovável do país foi o maior receptor de investimentos na América Latina e entre os 10 melhores do mundo (7ª posição) com valor de mais de R$21 bilhões. Embora esse valor esteja em torno de 10% abaixo dos investimentos do ano passado; um recorde de mais de R$15 bilhões foi para o financiamento de ativos eólicos, enquanto os financiamentos de projetos solares chegaram a US $ 657 milhões, um recorde também, que, potencialmente marca o início de um grande novo mercado para células solares.

Turismo
A capacidade atual dos hotéis no Brasil situa-se em 94.000 quartos e espera-se um aumento substancial de 74,5%, para chegar a 164 mil quartos, em 2020. O país atraiu 6,4 milhões de turistas estrangeiros em 2014 e o Ministério do Turismo afirmou que cerca de US $ 4 bilhões de investimentos no setor seria necessário nos próximos anos para acompanhar o crescimento das chegadas de turistas.

Agronegócio
As exportações do agronegócio brasileiro para o mundo alcançaram mais de R$240 bilhões em 2015 e o país pretende expandir sua participação no comércio agrícola mundial de 7% para 10%. Fatores fundamentais continuam a ser muito atrativos para a indústria de agronegócio local, especialmente com a recente queda do Real, diminuindo os custos de produção. Ao longo dos esforços governamentais, o Instituto Brasileiro de Pesquisa Agrícola abriu recentemente um novo departamento de P & D dedicado aos “alimentos funcionais”, que ajudam a melhorar a saúde e prevenir doenças como iogurtes, bebidas probióticas, bebidas esportivas, pão integral e água de coco.

Manufatura
A indústria automotiva brasileira atraiu 8% das entradas de IED em 2015, enquanto a indústria química atraiu outros 4%. Vale ressaltar também que o Brasil está se promovendo cada vez mais na fabricação de têxteis, aeronáutica, produtos farmacêuticos e metais.

Tags, , , , , ,

Brasileira vence Cartier Women’s Initiative Awards 2017

Candice Pascoal, fundadora e CEO da maior plataforma de financiamento coletivo do Brasil, Kickante , foi vencedora do Cartier Women’s Initiative Awards 2017, evento que tem como objetivo central identificar e apoiar projetos originais de negócios liderados por empresárias do mundo todo, além de fomentar o empreendedorismo feminino. Candice também já foi reconhecida pelos Estados Unidos como uma das 10 brasileiras mais inovadoras na área de tecnologia no Brasil e nomeada pela revista ProXXIma como uma das 50 profissionais mais inovadoras da área de marketing e comunicação do país.

Candice Pascoal é brasileira e vive há 15 anos no exterior, morando principalmente nos Estados Unidos e Holanda, onde realizou diversos projetos importantes durante sua atuação como vice-presidente internacional da Putumayo World Music, em Nova York, quando foi responsável pelo lançamento de grandes nomes do cenário musical mundial. Após seu trabalho no mundo da música, Candice tornou-se referência no segmento de arrecadação de fundos e esteve à frente de importantes projetos para captação de recursos para ONGs na Europa, Ásia e Américas, entre as principais estão Médicos Sem Fronteiras, Cruz Vermelha, WWF e Anistia Internacional.

Hoje, Candice lidera a maior empresa de financiamento coletivo do Brasil, fundada há três anos e com forte impacto nacional, sendo que já lançou mais de 51 mil campanhas e captou mais de R$ 40 milhões. A Kickante detém o recorde de maior arrecadação da América Latina – R$1.006.990,95 captados para a campanha Santuário Animal..

“Ser a vencedora deste prêmio mostra o movimento real do empoderamento feminino nos últimos tempos, que cada vez mais está sendo estimulado com ações de incentivo como essa premiação. O Cartier Women’s Initiative Awards é referência para diversas iniciativas do mundo corporativo. Mundialmente, são mais de 2 mil startups lideradas por mulheres e apenas 18 delas são selecionadas pela iniciativa.”, relata Candice. E complementa: “Como essência, o prêmio busca o elemento transformador da empresa escolhida. No caso da Kickante, fomos além do bê-a-bá do crowdfunding, movimentando um ecossistema do bem no Brasil por meio de três produtos que se comunicam entre si: o crowdfunding, o clube mensal e o evento do bem, com quase um milhão de brasileiros impactados em apenas três anos”.

A nomeação para o prêmio Cartier Women’s Initiative Awards foi um grande reconhecimento para a startup, que também foi escolhida esse ano pelo InovaBRA, programa liderado pelo Bradesco para aproximar as startups mais inovadoras do país do seu público-chave.

Tags, , , ,

Manifesto Reformar para Mudar

Reformar_Para_Mudar_Portal

Entidades divulgam manifesto pró-reformas para garantir o futuro do País.

Instituições representativas da indústria, comércio e serviços, segmentos que respondem por parcela significativa do Produto Interno Bruto (PIB) nacional e pela geração de milhões de empregos, publicam hoje (12/4) manifesto conjunto em defesa de medidas que consideram primordiais para o crescimento sustentado do País. E a Associação Comercial de São Paulo(ACSP) participa e apoia.
Dentre elas estão as reformas previdenciária e trabalhista, apontadas como inadiáveis.

“O Brasil precisa retomar o crescimento e aumentar a competitividade para melhorar as condições de vida de sua população. E a competitividade só virá com a elevação da produtividade, que é um dos benefícios que as reformas trarão para o País”, afirma Alencar Burti, presidente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp).

A SEGUIR, LEIA A ÍNTEGRA DO DOCUMENTO:

Sem a adoção de medidas concretas, o futuro das próximas gerações estará comprometido.
A sociedade defende mudanças. Quer a afirmação de valores éticos (na política, nos negócios, na vida). Quer a modernização de regras e modelos; eliminar engessamentos; ter perspectivas; fluir; prosperar.
Para o desencadeamento dessas mudanças, dois caminhos que começam a ser trilhados merecem nosso decidido apoio.
A reforma da Previdência é um deles. A população envelhece. A taxa de natalidade cai. Pura aritmética: se nada for feito, em breve nossos filhos e netos não terão direito a qualquer benefício.
O outro é o da modernização da legislação trabalhista. A relação capital/trabalho amadureceu, evoluiu. Os empregados de hoje sabem se organizar, dialogar e negociar com seus empregadores.
Para respeitar essa capacidade, ao invés de subestimá-la, é preciso atualizar a velha CLT; adaptá-la à realidade; romper paradigmas; garantir segurança jurídica ao acordado. E, assim, ampliar a oferta de empregos para nós, nossos filhos e netos.
Como entidades representativas da indústria, comércio e serviços, apoiamos a realização dessas reformas.
Elas representam o início do processo de restauração do Brasil, abrindo espaço para que os próximos governos não temam fazer o que é necessário. Abandonem o populismo e assumam a responsabilidade de cuidar deste País, protegendo seus habitantes.
Basta de adiar o indispensável; de negar o inadiável.
Só com desenvolvimento econômico e criação de empregos teremos a redução da pobreza e os avanços sociais que tanto desejamos.
Coragem, brasileiros. O melhor está por vir!
Porque esta Nação merece (e pode) ser grande.

CONHEÇA AS INSTITUIÇÕES QUE FAZEM PARTE DESTA INICIATIVA:

Aabic – Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo
Abecip – Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança
Abrainc – Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias
Abrasce – Associação Brasileira de Shopping Centers
ACSP – Associação Comercial de São Paulo
ADIT Brasil – Associação para o Desenvolvimento Imobiliário e Turístico do Brasil
ADVB – Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil
Aelo – Associação das Empresas de Loteamento e Desenvolvimento Urbano
Alshop – Associação Brasileira de Lojistas de Shopping
Apeop – Associação Paulista de Empresários de Obras Públicas
AsBea – Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura
CBIC – Câmara Brasileira da Indústria da Construção
Cofeci-Creci – Conselho Federal dos Corretores de Imóveis
DECONCIC – FIESP – DEPARTAMENTO DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO DA FIESP
Facesp – Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo
Fecomercio – Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo
Fiabci-Brasil – Federação Internacional Imobiliária
IE – Instituto de Engenharia
Sciesp – Sindicato dos Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo
Secovi-SP – Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo
SindusCon-SP – Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo
Sobratema – Associação Brasileira de Tecnologia para Construção e Mineração

Fonte: Associação Comercial de São Paulo

Tags, , , , ,

Preços do e-commerce caem pelo 4º mês consecutivo, aponta Índice FIPE Buscapé

Os preços do comércio eletrônico registraram deflação de 2,36% em março, na comparação com o mesmo período de 2016, aponta o Índice FIPE Buscapé. Trata-se do quarto mês seguido de deflação, após uma série de 21 meses de preços em alta. Em relação a fevereiro de 2017, os preços registraram queda de 0,76%.

Entre as 147 categorias monitoradas pelo índice, 94 delas registraram aumento de preços em março, na comparação com o mesmo período do ano passado. A deflação, porém, foi impulsionada pela expressiva baixa nos preços de celulares e smartphones, que foi de 12%. “As categorias mais desejadas no Dia do Consumidor, celebrado no dia 15 de março, foram as que apresentaram maior retração, por conta dos descontos oferecidos pelos varejistas. Além dos celulares e smartphones, os produtos de Fotografia (-5,43%), Informática (-3,04%) e eletrônicos (-2,09%) também registraram quedas expressivas de preço”, explicou Sandoval Martins, CEO do Buscapé.

Por conta de sua composição e características, a cesta de produtos do e-commerce tende a ser deflacionária em condições ideais de mercado. A comparação é feita sempre dos mesmos produtos, que propendem à desvalorização com a disseminação da tecnologia, lançamento de um produto superior na mesma categoria ou troca de coleção e mostruário.

Preços gerais

A inflação dos preços gerais, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) foi de 4,57% nos últimos 12 meses terminados em março, o que mostra que os preços do comércio eletrônico tiveram variação de -6,6% em relação aos preços gerais da economia.

Tags, ,

Dicas e principais métricas para monitoramento de aplicações

Por Rene Abdon, Diretor de Serviços da Dynatrace no Brasil

Há uma revolução digital acontecendo em todos os setores da sociedade, impulsionada por consumidores cada vez mais ávidos por inovações. Em um mercado movido por “tempo é dinheiro”, fica praticamente impossível não falhar por falta de boa performance. Então, como se manter competitivo frente a estas rápidas alterações, exigências e expectativas crescentes dos usuários? Antes do lançamento ou da apresentação de qualquer produto ou serviço, é imprescindível que todos os processos estejam estruturados e aptos. Para isso, uma boa ideia é o uso de práticas de DevOps para dar suporte a um modelo de entregas contínuas.

Um levantamento da Puppet Enterprise aponta que usuários de DevOps de alta performance são mais ágeis, com implantações 30 vezes mais frequentes e 8 mil vezes mais rápidas com relação ao sistema tradicional. São ainda mais confiáveis, com 12 vezes mais rapidez de recuperação caso haja algum problema. Além desse modelo, é importante seguir algumas métricas relevantes e dicas sobre como lançar uma aplicação que forneça uma experiência digital ágil, responsiva, superior e o mais importante: que não falhe na hora de sua utilização.

Não force sem um plano

Se as suas aplicações não estão preparadas, estão lentas ou possuem falhas, não siga em frente. A melhor campanha da empresa, a que houve mais tempo e dinheiro investidos, pode se transformar na pior delas e prejudicar a imagem da companhia caso haja alguma falha em sua apresentação. Para se ter ideia, durante um grande evento esportivo, o website desenvolvido para dispositivos móveis do organizador exibiu um favicon (pequenos ícones que ficam ao lado da barra de endereços de um navegador e servem, entre outras funções, para identificar rapidamente um site) com tamanho de 370 kilobytes, quando o normal é ter entre 512 bytes e 2048 bytes. Obviamente a ação ficou seriamente comprometida e o caso poderia ter sido evitado se houvesse uma otimização básica de performance da web e testes em toda a conduta de desenvolvimento.

Não presuma que você conhece o ambiente

Em uma aplicação, por menor que seja, existem muitos pontos de falha potencial. Os múltiplos dispositivos, tecnologias, canais e metodologias ampliam de forma exponencial as possibilidades de algo dar errado. Por isso, é importante não presumir o conhecimento pleno do ambiente sem a percepção real de um usuário.

Não (re)use cegamente os componentes

Os desenvolvedores estão sempre reutilizando componentes existentes, mas isso nem sempre funciona a favor da empresa. É recomendável acompanhar bem de perto todos os processos.

Métricas

Entre as principais métricas de performance estão: número e tamanho de recursos, tamanho da página, número de erros funcionais, chamadas de terceiros, número de execuções SQL e número dos mesmos SQL’s. Outras destacadas são: tempo gasto em API, chamadas em API, número de domínios, tamanho total, número de itens por página e de AJAX por página.
O ideal é controlar essas métricas manualmente em toda a sua conduta de desenvolvimento de aplicações. Uma vez que há um controle sobre o que precisa saber, é hora de começar a olhar para a forma de simplificar o monitoramento da performance. Este é o objetivo da entrega contínua: automatizar o seu procedimento com portais de qualidade com base em métricas em cada etapa.

Tags, , ,

Fiesp: Selic precisa cair mais e é fundamental reduzir os spreads bancários

O Banco Central definiu nesta quarta-feira (12/4) o novo valor da Selic em 11,25% ao ano, queda de 1 ponto percentual.

“O Banco Central está fazendo seu papel ao aumentar o corte dos juros. No entanto, o Brasil tem pressa e há espaço para recuos ainda maiores da Selic”, afirma Paulo Skaf, presidente da Fiesp e do Ciesp.

“A taxa Selic vem caindo, mas os juros para o tomador final vêm aumentando. O Brasil não pode mais esperar, precisamos retomar o crescimento econômico e gerar empregos. Para isso a redução dos spreads bancários e o destravamento do crédito são fundamentais”, diz Skaf.

Tags, , ,

Nova pesquisa destaca a importância do RFID na precisão de estoque das grandes redes varejistas

10440048-fff9-46b4-bcd1-c1cdd06c6da4

A Tyco Retail Solutions fez parcerias com diversos grupos da indústria para examinar a importância da tecnologia RFID na garantia da precisão do estoque e habilitação do atendimento dos pedidos nas lojas. A pesquisa confirma que o RFID combate a distorção do estoque e aumenta sua precisão e visibilidade do estoque, considerado a base essencial para o comércio de grandes redes que vendem seus produtos em diferentes canais (lojas físicas e online).

O estudo do IHL Group, Retail’s Inventory Distortion Problem: Sizing it all up (Problema de Distorção do Estoque no Varejo: Avaliação Total), mostra o que representa a distorção do estoque para os varejistas, em todo o mundo. A combinação de mercadorias fora de estoque (out-of-stocks – OOS) com excesso de estoque é um problema de aproximadamente $1,1 trilhão para a indústria de varejo (1). Este problema impede que os varejistas tenham confiança na disponibilidade do estoque, fazendo com que sejam cautelosos ao utilizar todas as quantidades de um item para atender os pedidos de vendas online e nas lojas. O risco para o cliente é muito grande e a perda é de uma média de 8,7% do total de vendas, devido à alta imprecisão (2).

De acordo com o mais recente estudo do RFID no Varejo da Kurt Salmon RFID, os lojistas classificaram os principais desafios dos dias de hoje: 1) Necessidade de oferta de mais opções para o atendimento dos pedidos dos clientes (55%); 2) Maior visibilidade do estoque (33%); 3) Aumento dos lucros operacionais (30%) (3). Com uma visibilidade imprecisa do estoque, os varejistas têm dificuldade para implementar com sucesso as iniciativas de comércio unificado (vendas em diversos canais) devido à incapacidade de atendimento a um custo eficiente de demandas do tipo “compre em qualquer lugar, pegue em qualquer lugar”.

O segredo para oferecer várias opções de atendimento a pedidos é a visibilidade em tempo real de cada item do estoque por meio do RFID. A adoção desta tecnologia e de processos de contagem regular do ciclo permitem aos varejistas evitar a distorção do estoque e aumentar a precisão em até 99%, mantendo-a em 95-99% (4). Com o aprimoramento da precisão do estoque, o número de compradores que deve encontrar o produto que procura pode aumentar as vendas de 5% a 25% (5).

“Os clientes estão à procura de produtos onde e quando querem. Por isso, os varejistas devem priorizar a implementação de uma tecnologia que dê suporte à estratégia de comércio unificado”, disse Brent Brown, vice-presidente e gerente geral de Inteligência de Estoque e IoT da Tyco Retail Solutions. “As soluções baseadas em RFID permitem que os varejistas tenham confiança na contagem do estoque em tempo real para atender às expectativas do cliente e maximizar os resultados dos negócios.”

Os dados de cada item levantados por meio do RFID compõem a informação de mercadoria mais importante disponível para ajudar os varejistas a ter uma contagem do estoque precisa para seus clientes.

Recentemente, o Platt Retail Institute divulgou resultados detalhados dos benefícios quantificáveis do RFID de acordo com uma pesquisa ampla com a Macy’s e seu programa de RFID. A Macy’s foi pioneira na utilização de RFID para informações de itens de produtos, utilizando a solução de estoque de RFID da Tyco Retail há alguns anos. A pesquisa revelou resultados de precisão do estoque, indicado que a Macy’s estava acumulando uma variação de estoque de 4-5% mensal antes de implementar a contagem de ciclo mensal e de RFID. Com a contagem do ciclo regular com RFID a variação foi mantida entre 2-4,5%, com menos reduções de preços do estoque da empresa.

Além disso, tornar todas as mercadorias na loja disponíveis para comercialização resultou em um aumento quantificável nas vendas, entregas de produtos e atendimento de pedidos. Isto é de importância vital para a Macy’s, porque cerca de 20% das mercadorias da empresa nas lojas vêm em unidades individuais. Eles também alcançaram economias mensuráveis com custos de transporte, redução de preços e nível de estoque. O estudo Platt mostra uma pesquisa extensa de casos de uso de RFID em quatro lojas. As lojas com RFID que participaram do projeto-piloto tiveram um desempenho substancialmente superior ao das lojas que não usam RFID (6).

(1) Retail’s Inventory Distortion Problem: Sizing it all up, IHL Group
(2) Kurt Salmon RFID no Retail Study 2016
(3) Kurt Salmon RFID no Retail Study 2016
(4) Retail’s Inventory Distortion Problem: Sizing it all up, IHL Group
(5) Kurt Salmon RFID no Retail Study 2016
(6) Quantifiable Benefits and Analytical Application of RFID Data 2017, Platt Retail Institute

Tags, , , , , , ,

Secovi-SP: Redução de 1% na Selic é positiva, mas conservadora

Para o Secovi-SP, cenário econômico permitiria um corte maior na taxa de juros

Foi positiva, mas conservadora, a decisão do Comitê de Política Monetária do Banco Central de reduzir em um ponto percentual a taxa básica de juros, que passa para 11,25% ao ano. Esta é a avaliação do presidente do Secovi-SP, Flavio Amary.

“Toda redução de juros é bem-vinda, mas esta ficou abaixo do ideal. A expectativa era de um corte de 1,25%, para renovar a confiança dos empresários, estimular investimentos, melhorar o ambiente de negócios e retomar o crescimento econômico”, diz Amary.

Tags, , ,

Mulheres se unem e lançam a primeira aceleradora de projetos com foco em mães empreendedoras

Em 85% das empresas brasileiras, menos da metade das funcionárias retornam à vida profissional após a licença-maternidade. Foi com esse dado em mãos, somado ao nascimento de seu filho, que a empresária Dani Junco decidiu se unir a outras 4 profissionais e criar a B2Mamy, primeira aceleradora de projetos com foco em mães empreendedoras. O projeto, que acaba de ser incubado pela empresa paulistana Yello Hello, tem como objetivo impulsionar e consolidar negócios de mulheres que vivem essa realidade.

A pesquisa, realizada pela consultoria Robert Half, reflete a realidade de muitas mulheres no país, que não conseguem conciliar a maternidade à vida profissional e acabam recorrendo ao empreendedorismo como forma de geração de renda e flexibilização de horário. Com a experiência das sócias na mentoria de empresas Startups, a B2Mamy criou uma metodologia de aceleração em uma trilha que dissemina informações essenciais para empreendedoras, preparando as mães para apresentá-los a investidores e norteando as ações estratégicas do seu negócio.

“Quando não temos filhos, já é bem difícil a gente trabalhar com algo que não gostamos e não acreditamos. Quando nos tornamos mães, cada segundo longe dos nossos filhos tem que fazer muito sentido”, afirma Dani Junco.

Por isso, o intuito do programa é não só orientar as mães que tem ideias de negócios, mas também trazer investimento para aqueles selecionados, de forma a impulsioná-los de forma sustentável, introduzindo essas mulheres ao mundo das startups e dando a elas oportunidade reais de ascensão profissional.

“Acreditamos que uma mãe pode encontrar um caminho de equilíbrio entre sucesso profissional e participação ativa na educação e criação dos filhos e é para isto que trabalhamos”, explica Dani.

A iniciativa é organizada em duas grandes frentes, para impulsionar negócios de acordo com a fase em que cada mãe se encontra:
Trilha offline – É o primeiro passo da jornada e consiste em diversos eventos e iniciativas voltados para o desenvolvimento do negócio, em qualquer fase que ele esteja. A equipe B2Mamy e uma rede de mentores (composta por mulheres e homens com negócios já consolidados), dão orientação e suporte para estruturar as ideias ou rever a base de planejamento de uma empresa estabelecida. É nessa fase também que os projetos com mais potencial são selecionados para serem acelerados e posteriormente apresentados a investidores. Fazem parte dessa trilha o B2Mamy Start, o B2Mamy HandsOn e o B2Mamy Pulse.

Trilha online – Uma vez parte da rede de empreendedoras, as mães tem ainda acesso ao B2Mamy Net, uma plataforma desenhada para conectar mulheres com empresas em sintonia. O intuito é fomentar o networking, gerando parcerias e novos negócios. Em apenas 3 meses de existência a rede já conectou mais de 30 mães e movimentou R$40 mil em negócios.

Próximos eventos

As inscrições já estão abertas para o próximo B2Mamy Start, que acontece dia 27 de abril em São Paulo. O START é o primeiro passo da trilha empreendedora do B2Mamy e tem o propósito de conceder às mães, as ferramentas necessárias para elas acelerarem sua caminhada com sua empresa ou impulsionar ideias de alto impacto que ainda não saíram do papel. A participante sairá do evento com um mapa de como seguir dali para frente e com uma rede de contatos e mentores que ela poderá (e deverá) acionar durante a essa jornada.

B2Mamy START
Quando: 27/04/17
Local: YelloHello – Rua Arthur de Azevedo, 560 – Pinheiros – São Paulo/SP
Inscrições: R$200,00 (https://www.sympla.com.br/b2mamy-start—-sao-paulo__128878)
Descrição: O B2Mamy START tem a duração de 1 dia. O grupo é de até 25 empresas, onde as participantes apresentam as suas ideias e em cima delas será dada a direção de um plano ágil de negócio.

Programa:
• Abertura e Aquecimento;
• Apresentação das Ideias;
• Estruturação do negócio | Workshop de planejamento estratégico;
• Mentorias de experts do mercado e voluntários para ajudar com ferramentas de trabalho como programas de gestão, design, finanças e networking;
• Estruturação do negócio | Workshop de Pitch;
• Votação das ideias mais estruturadas na jornada para os próximos passos do B2Mamy.

Tags, ,

Gestão de compras: quatro erros que as PMEs devem evitar

Quando bem administrada, a área de gestão de compras pode proporcionar benefícios para todos os setores de uma PME. No entanto, para que essa otimização possa ser alcançada, é preciso ficar atento e evitar alguns erros que comprometam todo o planejamento e prejudicar os resultados.

Carlos Campos, Sócio Diretor da Nimbi, empresa especializada em soluções para a cadeia de suprimentos, aponta quatro erros que devem ser evitados na área de supply chain. Confira!

Tratar os processos da mesma forma: Para ser estratégico e ter uma melhor performance nas negociações, é preciso entender que cada categoria é diferente. O primeiro a se fazer é uma categorização, definindo itens de matéria-prima e os itens indiretos, como materiais de escritório, ferramentas, produtos para limpeza, entre outras coisas. Depois, para cada uma das categorias será adotada uma estratégia diferente. A relação com um fornecedor de um item estratégico para a empresa requer maior atenção e cuidado na negociação. Entenda o impacto do produto para o negócio e a complexidade do mercado – se há outros fornecedores do mesmo material.

Não dar atenção ao TCO – Total cost of ownership: não negocie um produto levando em conta apenas o seu preço. Ao realizar uma compra, o gestor deve considerar todos os custos envolvidos na operação, como frete e futuras manutenções. O TCO é um indicador de extrema importância, pois analisa todos os custos de uma empresa tem para manter ou adquirir certos tipos de ativos.

Não fazer processo de investigação dos fornecedores: uma investigação completa sobre os fornecedores é fundamental, pois sua qualidade gera impacto direto sobre o sucesso das operações. Essa também é uma forma de maximizar as vantagens e minimizar riscos como má qualidade de produtos, dificuldades burocráticas, origem duvidosa e até mesmo fraudes. Avalie a confiabilidade do fornecedor utilizando a qualidade, origem e reputação como indicadores. Sempre há o risco de que os produtos sejam de precedência incerta, ou de que são produzidos de forma irregular, por meio de trabalho escravo ou infantil.

Não investir na qualificação de um profissional de compras: é muito importante ter conhecimento suficiente para realizar as operações de compra. Existem diversas técnicas de negociação, balizamento de preços e gestão que um gestor deve dominar. Muitas empresas de menor porte costumam atribuir essa função para um colaborador de outra área, como alguém da área administrativa por exemplo.

Tags, , , ,

Qual é o melhor modelo de precificação para trabalho como freelancer?

Por Cristiano Mendes, Diretor de Produtos da GoDaddy para América Latina, maior plataforma de cloud dedicada a pequenos negócios e empreendimentos independentes

Essa é provavelmente a maior pergunta que qualquer freelancer: qual a melhor forma de precificar meus serviços? Qual o melhor modelo para o meu negócio?

Normalmente, é o departamento de recursos humanos que decide o valor de um funcionário numa empresa e muitos tendem a subestimar as habilidades do profissional fora da organização, desconsiderando os conhecimentos e habilidades que ele não necessariamente aplica na companhia. Por isso, uma vez que contamos as horas e salários da maioria dos desenvolvedores e web designers que trabalham em tempo integral, a desvalorização é ainda mais pronunciada, já que existem fatores que não foram inicialmente considerados.

Portanto, para ter uma boa ideia do seu valor, considere o que você traz de benefícios para um cliente que precisa de um novo site e não tem tempo, habilidades ou ambos para fazê-lo sozinho.

De acordo com Cody Landefeld, consultor web da Mode Effect com experiência no mercado, para decidir sobre um modelo de precificação, considere esses quatro fatores:

1. Determine o verdadeiro valor do seu negócio

Como qualquer negócio, o design e desenvolvimento de sites requer ferramentas que custam dinheiro. Esses são os investimentos que devem ser contabilizados na hora de pensar no seu modelo de precificação. Portanto, a primeira coisa que deve ser feita é listar esses custos, por exemplo:

Equipamentos: computadores, monitores, softwares e manutenção.
Licenças e assinaturas: hospedagem, domínios, add-ons premium para softwares, como Shutterstock, ThemeFoster, plataformas para gerenciamento e etc.
Despesas gerais: Internet, telefone, aluguel (mesmo se você trabalha de casa), utilidades.
Tudo isso é o quanto você investe no seu negócio simplesmente para ele existir. Mesmo parecendo que você não gasta nada trabalhando de casa, você está usando mais coisas do que você usaria se trabalhasse numa empresa. Por exemplo, eletricidade que estará ligada por longos períodos de tempo.

Em segundo lugar, pense nos gastos direcionados para o desenvolvimento e manutenção de suas habilidades técnicas necessárias para o projeto. Isso pode incluir:

Treinamento e cursos: valores e gastos relacionados a aulas e transporte.
Marketing: custos com publicidade, ingressos e viagens para eventos do setor, blog sobre seu negócio (ou se você contrata alguém para a produção desse conteúdo), tempo gasto em mídias sociais (promovendo seus serviços).
Tudo isso deve ser adicionado aos seus custos operacionais.

2. Eduque seus clientes sobre seus custos

“É melhor para web designers me cobrar por hora trabalhada ou por projeto?”

Essa é a pergunta que seus clientes vão fazer quando visualizarem seu portfólio. No entanto, não é uma forma justa de encarar o valor do seu trabalho como profissional web. Talvez uma conversa mais ampla sobre custos de criação de sites para o cliente e para o provedor, por exemplo, pode ser esclarecedora para o cliente entender o valor real de cada processo.

Modelos e guias prontos de precificação são excelentes exemplos para mostrar o básico sobre custos de desenvolvimento necessários para construir um site simples e eficiente. Um bom manual de diretrizes pode ajudar a educar os clientes sobre os gastos reais para eles e para o desenvolvedor que ele contratar.

Em adição a isso, atualmente existe uma demanda sobre transparência. Se você utiliza ferramentas conhecidas e bem avaliadas no mercado, não tem porque não abrir a informação de valores de registro de domínios, hospedagem, templates, plug-ins, e suporte ao conteúdo para seus clientes.

3. Entenda os pros e os contras da cobrança por hora vs por projeto

Se você considera estabelecer uma taxa fixa uma tarefa difícil, decidir como cobrar seus serviços pode ser igualmente desafiador. Opiniões e preferências sobre precificação por hora ou projeto variam de pessoa para pessoa (tanto profissionais quanto clientes).

Cobrança por hora

A maioria dos freelancers começam cobrando por hora, pois não sabem exatamente quanto deveriam cobrar. Muitos usarão como base os salários de experiências antigas, muitas vezes de regime tradicional. No entanto, seguindo essa lógica, se você for realmente cobrar por hora, você deve pesquisar o valor pago para funcionários com seu nível de expertise e então adicionar os custos listados acima.

Alguns dos benefícios da cobrança por hora são que te dá uma ideia mais concreta sobre quanto tempo leva para concluir diferentes projetos, o que pode te ajudar no planejamento de seu cronograma, ajuda o cliente a ter mais noção do valor do seu tempo e torna a cobrança mais prática caso você ofereça serviços adicionais, fora do pacote (como a criação de um logo ou animação).

Cobrança por projeto

Muitos clientes pedem pelo valor do projeto como um todo porque é mais fácil de calcular em seus orçamentos de marketing. Existem diversas vantagens para os freelancers nesse modelo de cobrança, como te ajudar a obter lucro mais rápido, já que você vai aprimorar suas habilidades e pode terminar o projeto com mais agilidade; os clientes tendem a ver mais valor, pois eles estão acompanhando o mesmo relógio que o seu durante a etapa de criação do design; você pode cobrar por serviços pequenos e simples separadamente de forma que o cliente consiga pagar por cada um, um de cada vez, conforme necessário.

Além disso, passar a cobrar por projeto pode ser um indicativo de que você está a um passo da cobrança por hora.

Uma vez que você identifica o uso do seu tempo em diferentes tipos de projetos, você pode prever com mais precisão quanta horas são necessárias para cada atividade. Converta essas horas em honorários do projeto e calcule também nas interrupções e gastos extras que podem surgir e adicionar custos.

4. Considere misturar as duas opções e ofereça um modelo híbrido de precificação

Alguns designers cobram um valor fechado para o desenvolvimento do site e depois por hora trabalhada para serviços adicionais que não fazem parte do escopo do projeto. Como por exemplo, manutenção do site, atualização de software e conteúdo e mudanças depois do término do site.

Esse modelo misturado pode ser favorável, pois permite certa flexibilidade, evitando renegociações demoradas caso o cliente peça por algum serviço que não estava considerado no projeto inicial.

De qualquer forma, utilize seu modelo de precificação para lembrar os clientes de que a cobrança é principalmente pela criação do design e desenvolvimento, que são as etapas mais trabalhosas. Nem todos os clientes entenderão o valor verdadeiro necessário para criar um site e colocá-lo no ar, mas mostrando tudo de forma clara e transparente, será mais fácil de ajuda-los a perceber.

Pode levar um tempo até que você ajuste o modelo e adote o melhor para seu trabalho, equilibrando seus gastos, o valor entregue ao cliente e o tempo que você leva para criar um site, mas com tempo e experiência, você vai encontrar o correto e que funcione melhor para você. Dessa forma, você poderá se manter competitivo enquanto gera uma renda sustentável e faz o que ama.

Tags, , ,

Por que toda companhia precisa modernizar sua fábrica de software? – Por Otto Berkes

Há décadas, o software é parte fundamental de qualquer negócio, estando presente todas as áreas de uma empresa, como vendas, marketing, desenvolvimento, recursos humanos e finanças. Mas, na economia digital, o software deixou de ser apenas um mecanismo para aumentar a eficiência do negócio e se tornou uma ferramenta primordial no engajamento dos clientes. Hoje, a entrega contínua e a alta qualidade da experiência digital dos clientes são a base do sucesso de marcas e dos negócios.

Mesmo diante deste cenário, muitas companhias ainda não se estruturaram tecnologicamente para conseguir atender às demandas de seus clientes. O antigo processo de abordagem em cascata – focado em estabilidade, em detrimento da evolução rápida – simplesmente não oferece mais os resultados que os clientes desejam. Também não cria a escala de entrega de software necessária para satisfazer as necessidades de um negócio verdadeiramente digital. O processo de desenvolvimento e entrega de software deve ser transformado para atingir os objetivos de qualquer operação de produção atual, com ênfase em alto rendimento, consistência, qualidade, automação e eficiência de recursos. E, para alcançar esses objetivos, é fundamental desenvolver o que chamamos de uma Moderna Fábrica de Software. Importante ressaltar: o termo não tem relação com os prestadores de serviços de desenvolvimento de código terceirizado. A Moderna Fábrica de Software é uma abstração que coloca o software no centro de todos os tipos de empresas, como forma de permitir respostas rápidas, assertivas e flexíveis aos desafios de negócios.

Qualquer organização que planeja prosperar nos próximos anos deve ter uma nova fábrica de software em construção. Uma pesquisa recente conduzida pela CA, em parceria com a Coleman Parkes, apontou que quanto mais as empresas adotam novas abordagens, como Agile e DevOps, maior é o impacto positivo identificado em seus negócios. Por exemplo, expandir práticas ágeis para toda a empresa, ultrapassando os limites do desenvolvimento, aumenta o desempenho em 33%. E, ao adotar práticas de DevOps na cultura da organização, a performance das companhias aumenta em 35%. É por meio destes recursos tecnológicos que uma empresa digital pode entregar serviços de maior valor, velocidade e confiabilidade para seus clientes.

Uma jornada da fábrica de software demanda talento, ferramentas e processos bem definidos. Um bom ponto de partida é agilizar o sequenciamento e a orquestração da construção, teste e implementação de software. Essa mudança tornará possível melhorar a entrega das experiências do usuário. Além disso, é importante reconhecer que vestígios do método antigo de desenvolvimento podem ser encontrados e isso não necessariamente representará um problema. Faz parte da jornada da transformação digital reconhecer que o caminho é tortuoso.

O passo seguinte é avaliar a situação atual de sua fábrica. Você conhece os detalhes de como o software é criado e distribuído em sua organização? Você tem os processos e ferramentas para suportar o desenvolvimento de alta velocidade? Para ter uma visão real, recue e busque uma ampla gama de opiniões, incluindo de céticos. Todas as restrições no sistema precisam ser visíveis para que a companhia entenda claramente suas lacunas e determine onde seu precioso tempo e recursos serão melhor aproveitados.

Por fim, o último passo é mapear o futuro. A chave para a transformação digital começa com a compreensão de que o foco principal está fora, em seus clientes. O software que você constrói e entrega não é um ajuste para o seu negócio; ele é a essência de como você cria valor e diferencia sua marca.

Otto Berkes, CTO da CA Technologies

Tags, ,

PA Glocal se consolida como holding de inteligência em criação de valor

Com mais de 35 anos atuando diretamente na área de TI, o executivo formado em matemática, Allan Pires, não vive apenas de números. Empreendedor desde muito cedo, consultor do projeto de exportação da APEX/SOFTEX e conhecido por apoiar o processo de crescimento e conquista de mercados de várias empresas de TI, entre elas da PC Sistemas – comprada posteriormente pela TOTVS pelo valor de R$ 95 milhões – busca alçar voos cada vez mais altos, com a ampliação de sua participação no mercado brasileiro e internacional ao anunciar a holding PA Glocal.

A ideia surgiu como resultado do planejamento estratégico das operações em que o executivo está envolvido como CEO e investidor. A partir de abril, a consultoria, que passa agora a ter a missão de criar valor para seus clientes e parceiros, se transformará em uma holding responsável por descobrir, desenvolver e distribuir inteligências vindas de qualquer parte do globo (seja em soluções tecnológicas, metodologias ou processos) como a multinacional Targit, especializada em Business Intelligence, trazida por ele para o Brasil; a startup goiana goGeo de Big Data Geoespacial, na qual Allan acompanha o crescimento desde o início das operações e que foi responsável por investir R$ 5 milhões a partir de recursos próprios; e da PA Latinoamericana, braço de consultoria de gestão do grupo. A união dessas marcas, atreladas ao nome da PA Glocal, devem movimentar somente no mercado brasileiro R$ 16 milhões nos próximos dois anos.

“A PA Glocal unirá simultaneamente inteligências globais e adaptações aos mercados locais onde nós, ou nossos parceiros, temos foco. Isso porque possuímos mercados ativos no Brasil, América Latina e Estados Unidos, onde apoiamos diretamente os nossos clientes, parceiros tecnológicos e de distribuição a criarem valores em seus negócios como acontece com a solução de Big Data Geoespacial goGeo”, conclui Allan.

A PA Glocal conta com escritórios na cidade de São Paulo, Goiânia e no Texas, estado norte americano com 2º maior produto interno bruto do país. A ideia do então CEO da holding é duplicar de tamanho, com o anúncio de novas alianças nacionais e internacionais, além de prever o aumento da carteira de clientes de 450 para 700 até 2019. A PA Glocal conta com nomes como Siagri, PC Sistemas, EBM, FastShop, Leites Mococa, Banco Semear, Mapfre Seguros, Terral, entre outros nomes referência no mercado. “A intenção com a criação da holding e consolidação das operações é ganhar sinergias da capacidade humana instalada, networking, tecnologias, canais de vendas, marketing e finanças e, com isto, potencializar novos resultados a todas as organizações do nosso ecossistema ”, diz Allan.

Conheça as empresas que fazem parte da holding PA Glocal:

goGeo

Muito se fala sobre o Big Data e como o acesso cada vez maior a diversos dados vai revolucionar o mercado de profissionais tomadores de decisões. Um exemplo disso são aplicativos de localização geoespacial como Waze, Google Maps e Foursquare que usam dados de tráfego e do próprio motorista para achar o melhor caminho, com menos trânsito, ou até mesmo a localização de um restaurante ou posto de gasolina mais barato. O fato é que as aplicações Geoespaciais hoje representam uma indústria de 250 bilhões de dólares, duas vezes maior do que a de videogames. Allan enxergou um grande potencial de crescimento diante de um mercado altamente lucrativo e, há dois anos, investiu R$ 5 milhões a partir de recursos próprios para garantir o crescimento da startup, que torna possível uma empresa desenvolver, num único dia, aplicações que explorem análise de tempo real com Big Data Geoespacial. O CEO explica que nenhum outro produto no mercado possui essa habilidade, tornando a startup uma unidade de negócios lucrativa dentro da PA Glocal. “A aplicação é pelo menos cinco vezes mais econômica e até 50% mais rápida na hora de processar dados e analisar através de geolocalização. Essa agilidade é fundamental na hora da tomada de decisão”.

Targit

A Targit é especializada em Business Intelligence e conta com mais de cinco mil clientes mundialmente. Trazida pelo executivo em 2010 para o Brasil, a multinacional possui sede na Dinamarca e subsidiárias em Tampa, Flórida e Boston. Conta com mais de 12 escritórios distribuídos no mundo e concentra mais de quatro mil clientes e mais de 350 usuários da sua solução. Por conta de uma de suas principais características, que é a de viabilizar a captura das informações por meio de acessos rápidos no sistema, a Targit é o desenvolvedor europeu de produtos de BI que mais cresce. Desde 2010, a multinacional almeja ter um crescimento de 30% anualmente. Allan ressalta que o mercado está cada vez mais receptivo para ferramentas de exploração de dados. “Com o BI, as empresas não precisam mais olhar o futuro pelo retrovisor. É possível trazer áreas extremamente complexas para o mundo dos gráficos e dos números gerenciais e este processo só tende a melhorar com o tempo. Os novos formatos oferecem mais subsídios para os empresários, tendo em vista as suas capacidades competitivas”, finaliza o CEO.

PA LATINOAMERICANA

A Consultoria em gestão oferece soluções de planejamento estratégico, marketing, estratégias go to market, programas de canais e alianças, recrutamento, seleção e gestão de revendas e de operações, fusões e aquisições, gerenciamento compartilhado e turnaround, entre outros.

Perfil Allan Pires: CEO para América Latina e Texas da PA Glocal, Allan Pires tem atuado por mais de 35 anos na área de tecnologia da informação. É também como Professor Universitário de Gestão de Negócios e TI em cursos de graduação e pós-graduação. É formado em matemática, com pós-graduação em Análise de Sistemas, Administração de Empresas e MBA Executivo Internacional pelas instituições: Fundação Instituto de Administração FIA USP, University of Cambridge, EM LYON e Vanderbilt University.

Tags, , , ,

Duratex inaugura sua primeira Sala de Inovação na Paraíba

Buscando cada vez mais a inovação em seus processos, a Duratex inaugura a sua primeira Sala de Inovação na unidade de louças sanitárias Deca – uma de suas marcas – no Estado da Paraíba. O espaço tem como objetivo aproximar os colaboradores operacionais, que atuam no chão de fábrica, dos projetos corporativos, envolvendo-os nos desafios que precisam de novas soluções.
Na Sala de Inovação os colaboradores podem apresentar ideias que são coordenadas por uma equipe multidisciplinar, composta por colaboradores com perfil inovador. As melhores propostas são avaliadas por estes líderes, ao final de cada mês, e as mais inovadoras são selecionadas e colocadas em prática na empresa.

“Por atuarem diretamente na produção das louças Deca, os colaboradores que trabalham no processo de produção têm muito conhecimento sobre os produtos e podem sugerir grandes ideias para os negócios. Nós queremos, cada vez mais, incentivar estes trabalhadores a buscarem novas ideias e soluções de desafios de forma mais humana e colaborativa”, avalia Saulo Pimentel, gerente industrial de Louças Deca na unidade Paraíba.

O conforto e a funcionalidade foram priorizados no espaço para que os frequentadores usufruam de um local tranquilo e instigante para o surgimento de novas propostas. A Sala foi decorada com móveis e estruturas desenvolvidas a partir da reciclagem de resíduos e possui duas bibliotecas, uma física e outra digital, de acesso livre a todos.

Para abrir as portas do espaço, a Duratex realizou uma pesquisa de benchmarking com as empresas mais inovadoras do País para ampliar sua visão na tomada de decisões. Um dos resultados desse trabalho foi a decisão pela abertura de um canal direto com os colaboradores para que eles mesmos fossem os autores de algumas ideias. “A Sala de Inovação é um marco para a Duratex por simbolizar o início de uma nova era. Queremos que nossos colaboradores se sintam inspirados a participarem das discussões na Sala. Todas as ideias geradas são extremamente importantes, mesmo que não sejam utilizadas naquele momento. São elas que, a médio e longo prazo, poderão gerar novos negócios e parcerias para empresa, que também beneficiarão a todos os colaboradores”, afirma Pimentel.

A unidade de louças da Deca, na Paraíba, desenvolveu a primeira Sala de Inovação pelo empenho e interesse demonstrado pelos colaboradores da unidade. “A Paraíba foi apenas a primeira unidade a desenvolver o trabalho e nosso objetivo é ampliar e criar a Sala em outras unidades do País”, diz o gerente. Ele ainda informa que a Sala vem para reforçar a cultura de inovação existente na Duratex, que hoje é disseminada por meio de diversos programas, como o Imagine. Nele, os colaboradores de todos os níveis hierárquicos e de qualquer uma das unidades de negócios da empresa (Deca e Madeira) são estimulados a inscrever suas ideias inovadoras. As melhores sugestões rendem aos autores prêmios em dinheiro como forma de reconhecimento e incentivo.

Tags, , , ,

Inscrições abertas para o programa Global Scholars da Cargill

A Cargill está com inscrições abertas para a 5ª edição do Programa Global Scholars, que tem como objetivo formar novos líderes ao redor do mundo. Os alunos selecionados poderão contar com apoio financeiro de 2,5 mil dólares, por até dois anos, para auxiliar com quaisquer despesas relacionadas à vida acadêmica. Além de terem a oportunidade de vivenciar a experiência de liderança por meio de seminários, eventos de networking e programa de mentoria com executivos da empresa.

Em parceria com o IIE (International Institute of Education), serão selecionados 10 estudantes de Engenharia de Produção, Engenharia Industrial, Mecânica, Elétrica, Agronômica/Agronomia,Tecnologia de Alimentos/Engenharia de Alimentos e Nutrição com excelente desempenho acadêmico e potencial de liderança de 9 universidades brasileiras (confira a lista abaixo). Para participar, os alunos devem estar matriculados entre o segundo e sexto semestre letivo, além de ter uma média global acima de 7,5 e proficiência na língua inglesa. As inscrições podem ser feitas até o dia 20 de abril pelo site www.cargillglobalscholars.com

Depois de escolhidos, os estudantes participaram de um seminário que aborda a liderança e de uma série de atividades criadas para aprimorar o pensamento crítico e capacitá-los para trabalhar em grandes empresas mundiais. Já a partir do segundo ano, os estudantes participam do Programa de Liderança Global, realizado na sede da Cargill, em Minneapolis, nos Estados Unidos.

Confira a lista de Universidades participantes:

– Universidade Federal de Goiás (UFG)
– Universidade Federal do Paraná (UFPR)
– Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
– Universidade Federal de São Carlos (UFSCar)
– Universidade Federal de Uberlândia (UFU)
– Universidade Federal de Viçosa (UFV)
– Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)
– Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC)
– Universidade de São Paulo (USP: São Paulo, São Carlos, Ribeirão Preto, Piracicaba-ESALQ, Pirassununga)

Sobre o Cargill Global Scholars

O Cargill Global Scholars é um distinto programa de dois anos que, desde 2013, oferece apoio financeiro para alunos graduados no Brasil, China, Índia, Rússia, Indonésia e Estados Unidos. O programa também inclui desenvolvimento de liderança através de seminários, eventos de networking e programa de mentorship com executivos. O Global Scholars atualmente tem 132 estudantes do mundo todo que participam do programa e representam mais de 50 universidades.

Tags, ,

Tecnologia de startup ajuda lojistas no contato pós-venda

40d2c332-9e71-4918-afe9-01dc288d46cc

O vendedor é peça-chave para qualquer negociação. Bom atendimento, domínio das informações acerca do produto ou serviço oferecido e disposição para sanar todas as dúvidas estão entre os pré-requisitos exigidos a esse profissional.

Mas, o cliente espera mais. Ele quer um suporte, inclusive, após a compra. Quando bem realizado, o pós-venda, segundo especialistas, pode dar margem para negociações futuras, ou seja, é nesse estágio que se inicia a fidelização do cliente.

Grandes companhias costumam formar um departamento especializado no pós-venda. Porém, soluções simples, como visitas técnicas, ligações para saber o grau de satisfação do consumidor em relação ao produto ou serviço obtido e ações focadas na valorização do cliente, trazem bons resultados. A tecnologia, no entanto, tem se tornado uma grande aliada no fortalecimento do elo criado entre marcas e consumidores.

Pensando nisso, o Sixdoo, startup com sede em Jaraguá do Sul, no Norte de Santa Catarina, criou uma plataforma especializada em soluções para tornar o pós-venda mais inteligente e automático. Com a ferramenta, que funciona de maneira semelhante a um aplicativo de celular, o vendedor registra os dados dos clientes, que passam a receber informações relevantes da loja, de forma automática e personalizada.

De acordo com Kelwin Eggert, um dos fundadores da startup, esse relacionamento, quando fortalecido, impulsiona novas vendas. “O Sixdoo ajuda o vendedor a conhecer melhor os gostos dos clientes. Ao utilizar a ferramenta, o vendedor passa a contar com uma base de dados de informações relevantes que vão facilitar o pós-venda, de forma personalizada e prática”, resume.

Segundo ele, a melhor maneira de fazer um bom pós-venda é ouvindo o próprio cliente. “É necessário saber o que ele achou da experiência na sua loja. A pesquisa de satisfação é uma arma muito poderosa e que poucos utilizam. O cliente se sente muito importante quando a loja se preocupa em saber o que ele achou do atendimento e onde a loja pode melhorar”, destaca

Ao colocar em prática esses conceitos, o Sixdoo vem ajudando lojistas a incrementar as vendas. Na Colchões Ortobom, do município catarinense de Timbó, por exemplo, o Sixdoo ajudou a alcançar o percentual de 39% de conversão de vendas, sendo que 43% do faturamento total do estabelecimento são decorrentes de compras realizadas no retorno do cliente à loja.

Diversas outras marcas já aderiram à novidade, entre elas estão a Menegotti Man, Óptica Olhar, Restaura Jeans, Mandala Jóias e Bella Ótica. “Os lojistas que usaram relatam um aumento significativo nas vendas pelo simples fato de se preocuparem em manter um relacionamento com o cliente, conhecendo seus gostos e oferecendo a eles vantagens especiais”, conclui.

Como funciona

Através do Sixdoo, o vendedor ou lojista realiza um breve registro dos clientes que compram e, principalmente, dos que não compram. A partir desses dados, é possível manter um relacionamento constante, tornando a loja mais relevante e presente no mercado. Por meio de disparos de mensagens de SMS marketing, o lojista comunica ao consumidor a chegada de um novo produto, uma oferta ou um simples lembrete.

Tags, , ,

Aliexpress atinge a marca de 100 milhões de clientes

AliExpress, a plataforma global de varejo do Grupo Alibaba, anunciou a marca de 100 milhões de clientes. Lançada em 2010, a AliExpress oferece uma proposta de valor inigualável a clientes do mundo inteiro através de uma vasta gama de produtos e tecnologias inovadoras. A AliExpress disponibiliza milhões de itens fornecidos por vendedores em mais de 20 categorias de produtos. Nos últimos 12 meses, o número de compradores ativos da AliExpress excedeu 60 milhões.

“Eu gostaria de agradecer a todos os nossos clientes estrangeiros pelo apoio nos últimos sete anos. Globalização é uma prioridade para o Grupo Alibaba e a AliExpress está focada em ajudar compradores globais a acessar produtos de qualidade feitos na China,” afirmou Leo Shen, Gerente Geral da AliExpress. “Nós estamos comprometidos a incentivar as marcas chinesas de qualidade e a criar uma plataforma de confiança que permita a esse comércio internacional crescer cada vez mais.”

O Brasil é um dos cinco maiores mercados de compradores em termos de Volume de Mercadoria Bruto (GMV na sigla em inglês). Outros mercados importantes da AliExpress incluem a Rússia, EUA, Espanha e França.

Nos últimos anos, a AliExpress introduziu várias inovações e tecnologias que proporcionam aos usuários uma experiência de compras conveniente e interativa. Seu aplicativo de compras móvel é uma das soluções mais populares entre os usuários, devido aos seus recursos e facilidade de uso. A AliExpress também trabalha com Alipay e Cainiao, os parceiros de pagamento e de logística do Alibabas, para garantir pagamentos e entregas seguros.

A AliExpress atende consumidores em mais de 220 países e regiões. As categorias de produtos mais procuradas globalmente são moda e vestuário, joias e acessórios, vestuário feminino e acessórios e componentes para celulares. No Festival de Compras 11.11 da Alibaba, em 2016, 35,78 milhões de pedidos foram registrados nas 24 horas do evento, dos quais 58% foram feitos através de dispositivos móveis. Nesse período, o aplicativo móvel da AliExpress registrou o maior número de downloads na “categoria compras” tanto na App Store da Apple quanto na Google Play Store em 41 países.

Tags, ,

Cidades pernambucanas arrecadam 200% a mais de IPTU com uso de drones

Diante do atual cenário nas prefeituras com o acúmulo de funções e a dificuldade em acompanhar de perto os projetos junto à sociedade, principalmente a arrecadação coerente proporcional ao tamanho do terreno (IPTU) e os vencimentos das parcelas, e alguns órgãos já resolveram delegar a função para outras empresas. Logo, para resolver esse entrave, a Crescite, uma das maiores empresas especializadas em recadastramento de imóveis e arrecadação do Brasil, surge para ajudar a prefeitura e a população. Com uso de drones, a Crescite faz a medição correta dos terrenos e ainda esclarece a população sobre o porque existe o IPTU e para onde vai o valor arrecadado.

Os colaboradores da Crescite vão até os terrenos, casas, e pontos comerciais, orientam os seus proprietários sobre a importância de pagar em dia o tributo e esclarecem que o destino desse recolhimento vai para a melhoria de todos. Cada prefeitura prioriza em que vai aplicar o valor arrecadado com o IPTU. Os valores podem ir para obras de infraestrutura, gerando emprego local, a saneamento, saúde e educação.

As prefeituras já sentiram no volume arrecadado que vale a pena terceirizar essa cobrança do IPTU para os agentes da Crescite, pois além de instruir os cidadãos também é feito todo o recadastramento dos terrenos da cidade em questão. Foi o que aconteceu em Pernambuco. Além da utilização de análise de dados, colaboradores e medição de terreno, a empresa incluiu drones para monitorar a região e fazer o mapeamento correto. As imagens são tratadas por softwares de última geração que permite a medição exata.

Empresas como a Crescite auxiliam as prefeituras na arrecadação e esclarecimento a população quanto ao tributo. “ Nós desmistificamos a ideia de que pagar imposto é ruim. A população só acha isso ruim quando não entende para onde vai os benefícios desse dinheiro despendido. E o valor volta para a sociedade em forma de educação, saúde e qualidade de vida”, esclarece o Diretor da Crescite, Paulo Resende.

Isso foi perceptível no município de Paulista que arrecadou 165% a mais do que ano passado de IPTU, seguido por Itamaracá (82%) e Jabotão dos Guararapes ( 64%).

chart

A Crescite não acredita em soluções complexas e caras para os municípios, porque classifica-se fora da realidade. Neste momento a empresa atua em locais que têm mais de 100 milhões de ‘estoque de débitos’. Só são remunerados em razão do que é produzido financeiramente e na atualização dos cadastros municipais. Desta maneira a Crescite é investidor e, ao mesmo tempo, os agregadores de tecnologia para os municípios. A proposta da empresa não exige investimentos do município e é remunerada com a medição dos resultados financeiros.

Tags, , , ,