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Empresa lança ‘diagnóstico a jato’ de Compliance

De olho em um mercado milionário, alimentado por previsões de investimentos externos de até US$ 200 bilhões nos próximos anos no Brasil, a consultoria anglo-brasileira de compliance e investigação de crimes de colarinho branco Wolfe Associates lança este mês um serviço inédito de diagnóstico de governança corporativa. Focada em empresas de médio e grande portes, a consultoria passa a oferecer um serviço de diagnóstico rápido – e gratuito – de mapeamento de riscos para criação ou refinamento de políticas de compliance, gestão de crise e otimização de desempenho de negócios.

A previsão do grupo é que o processo, em média, dure apenas um dia – e forneça às empresas um cenário de áreas que oferecem riscos em termos de fraudes, corrupção ou outros desvios de conduta corporativa, além da localização de potenciais pontos desprotegidos nos principais eixos de seu meio ambiente administrativo.

“Furos na gestão de compliance são inevitáveis dada a atual alta complexidade das empresas”, diz o advogado internacional Barry Wolfe, veterano profissional do mercado que já foi chamado de “Sherlock do setor financeiro” pelos esquemas criminosos que desvendou tanto com sua empresa quanto quando foi diretor da KPMG Forensic. “O que estamos propondo é um segundo olhar, externo, para as companhias que já têm área de governança – e, para as muitas que não a tem, um mapa da mina para a criação de uma estrutura de compliance.”

Um dos pontos em que a estratégia da Wolfe Associates se baseia é a necessidade de compliance estruturado em empresas que querem disputar parte dos investimentos que começam a vir do Exterior. “No Brasil com a imagem chamuscada pelos atuais escândalos, governança é condição fundamental para parcerias ou investimentos de fundos estrangeiros”, explica o advogado inglês Edward Jenkins, membro do Queens Consuel e um dos mais importantes especialistas em crimes de colarinho branco da Grã Bretanha.

Além de Wolfe e Jenkins, o time responsável pelo “flash diagnostic” é capitaneado pelos consultores Jefferson Almeida e Marcelo Pereira, especialistas em auditoria forense e financeira e ambos ex-executivos de companhias como Ernest & Young e PwC.

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Segundo debate entre Hillary e Trump foi o mais Tweetado da história

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O segundo debate entre os candidatos à presidência dos Estados Unidos Hillary Clinton (@HillaryClinton) e Donald Trump (@realDonaldTrump), realizado na noite deste domingo (9) em Saint Louis, gerou mais de 17 milhões de Tweets, quebrando o recorde histórico de volume de conversas para esse tipo de evento.

Os temas de maior discussão no Twitter durante o debate foram terrorismo, relações internacionais, economia, saúde e armas. Os maiores picos de conversas ocorreram quando Trump afirmou discordar de seu companheiro de partido Mike Pence (@mike_pence) em relação à política para a Síria; na hora em que o candidato republicano declarou ser cavalheiro; e no momento em que Trump disse que Hillary estaria presa em sua administração. Durante o evento, Hillary Clinton conquistou 25 mil novos seguidores em seu perfil no Twitter e Donald Trump, 16 mil.

O debate foi transmitido pelo Twitter em parceria com a Bloomberg. O Moments, ferramenta de curadoria do Twitter que busca os melhores Tweets e assuntos mais relevantes todos os dias, também fez uma cobertura ao vivo do evento, com link para o live streaming.

O terceiro e último debate ocorrerá na quarta-feira, 19 de outubro, a partir das 21:30 (horário de Brasília). Os consumidores poderão assisitir ao debate a partir do link debates.twitter.com e do perfil da Bloomberg Politics (@bpolitics).

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Planejamento eficaz começa com a definição dos seus interesses – Por Glauco Cavalcanti

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O planejamento é, sem dúvida, uma das etapas mais importantes do processo de negociação. No entanto, o que vemos são negociadores que improvisam e usam as informações disponíveis naquele instante para tomar decisões. Não percebem que muitas negociações são ganhas fora da mesa a partir da qualidade do planejamento que é realizado. Na mesa, negociadores profissionais estão apenas executando aquilo que foi traçado e definido de forma estratégica fora da mesa. A relação entre uma boa preparação e uma negociação de sucesso é mal-entendida e subestimada. Com frequência, os problemas que surgem em muitas negociações são consequência da falta de preparação de uma ou mais partes.

As pessoas não se preparam para uma negociação basicamente por três motivos: não acreditam suficientemente na eficácia da preparação (confiam mais na intuição), estão ocupadas demais para investir tempo nisso ou simplesmente não sabem como se preparar de maneira produtiva. Um dos principais conceitos para se preparar para uma negociação é saber claramente qual é a sua posição e quais são seus interesses. Existe um conto que, de forma lúdica, explica essa diferença. Trata-se da história de João, Maria e a laranja.

Certo dia o pai chegou em casa e encontrou seus filhos João e Maria brigando por uma laranja. Só havia uma laranja na casa, ou seja, era um recurso escasso e ninguém queria ceder. João dizia que queria a laranja. Maria dizia que queria a laranja. O pai, então, pensou em uma forma de resolver aquele conflito entre os filhos e falou: “vou resolver este problema já que não conseguem chegar a uma solução”. Os filhos ficaram atentos para a decisão do pai: “João corte a laranja e Maria escolha o primeiro pedaço”. João não queria que Maria levasse um milímetro a mais da laranja e por isso mediu o local exato que iria cortar a laranja. Partiu bem no meio. Sabia que se partisse 60% x 40% Maria teria o poder da escolha e pegaria o maior pedaço. Para evitar isso João cortou bem no meio. Certinho. Maria olhando os dois pedaços tão iguais escolheu um. João então ficou com a outra metade da laranja. Cada um saiu para um lado e o problema foi resolvido. Pergunto ao leitor(a), o pai resolveu o conflito? Foi uma solução inteligente? E, por último, foi a melhor solução possível com o recurso disponível?

A princípio parece ser uma solução inteligente e a melhor possível com o recurso disponível. Mas o pai desconfiado seguiu João até o quintal da casa onde viu o filho espremendo a laranja e tomando o suco, depois João jogou a casca fora. Na sequencia o pai encontrou Maria na cozinha da casa. A filha raspava a casca da laranja e enfeitava o bolo de aniversário da avó. Maria só usou a casca da laranja e jogou o restante fora.

Esta é a diferença entre posição e interesse. Posição é aquilo que dizemos que queremos, são as demandas e exigências que fazemos. Neste caso a posição de João e Maria era: “queremos a laranja”. Posição são as exigências. “Eu quero isso”, “este é o preço que quero por este produto”. Sempre que alguém nos fala o preço de um produto ou serviço isto é a posição. No caso de João e Maria a posição “quero a laranja”, mas não é isto que de fato eles realmente precisavam para atender suas necessidades. Cada um precisava de uma parte diferente da laranja. João precisava do suco e Maria da casca. O interesse é mais profundo do que apenas suco e casca. O verdadeiro interesse de João era matar sua sede. Já Maria tinha o interesse de agradar a avó.

Quando definimos de forma equivocada nossos interesses na fase do planejamento, tendemos a conduzir toda uma negociação de forma equivocada. Este é um dos maiores erros cometidos por negociadores: não distinguir qual é a posição e quais são os verdadeiros interesses. Toda demanda, exigência ou valores é posição. Ao passo que interesse é tudo aquilo que preciso para satisfazer minhas necessidades. Antes de sentar à mesa de negociação defina seus interesses e não fique apegado à sua posição. Afinal, você não quer travar uma barganha posicional com a outra parte. O que quer é atender seus interesses. Muitas vezes nos agarramos nas nossas posições e nos desgastamos muito neste processo que vira uma queda de braço ou cabo de guerra. Seja um caçador de interesses e solucionador de problemas. Negociação não é tanto atender suas posições, e sim, satisfazer seus interesses pessoais.

Glauco Cavalcanti, fundador da empresa GC-5 Soluções Corporativas e autor do livro ‘Decolando para o Futuro’, juntamente com a consultora Márcia Tolotti.

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Qualityware e Prime Control promovem evento para apresentar soluções para aumentar produtividade em ambientes SAP

As empresas curitibanas Qualityware e Prime Control reuniram clientes e parceiros para apresentar soluções que aumentam qualidade e produtividade de projetos em ambiente SAP. O evento marca uma parceria entre tradicionais especialistas em qualidade de software e infraestrutura de TI e também contou com apresentação da integradora Tenti, do Rio de Janeiro.

Veja como foi o SAP Solutions Day em reportagem em vídeo do Valor Agregado.

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Tecnologia quântica: o futuro no processamento de dados – Por Luis Casuscelli

A teoria da relatividade, do físico alemão Albert Einstein, afirma que nada que tenha massa pode se mover mais depressa que a luz. Até onde os estudiosos sabem, o Universo segue esta regra. Mas… qual é o cenário diante da inexistência da massa? É aí que entram as tecnologias quânticas, surgindo como uma solução significativa e revolucionária. A Atos, líder internacional em serviços digitais e parceira mundial de TI do Comitê Olímpico Internacional (COI), mostra sua visão no mais recente boletim sobre tecnologia quântica e como ela impacta o setor de serviços financeiros.

A oferta de tecnologias quânticas tem o potencial de revolucionar amplamente um grande número de áreas da Tecnologia da Informação. Junto com os benefícios e oportunidades do imenso poder de processamento, porém, surgem as ameaças e os riscos à cibersegurança. Como preparar o setor financeiro, no qual o quantum terá um papel importante, para minimizar riscos como a quebra da criptografia e aproveitar as oportunidades?

As perspectivas em relação ao volume de dados movimentados impressionam. Em 2020, chegaremos aos 40 zetabytes: 40 mil bilhões de bilhões de dados utilizáveis no mundo. Isso é mais do que o número de grãos de areia na Terra.

Os computadores quânticos prometem um salto à frente em velocidade e em resolução de algoritmos, com potencial para quebrar a maioria dos métodos criptográficos usados atualmente. Esse “criptodesastre” deve se tornar uma real ameaça daqui a 5 ou 10 anos, mas, quando chegar, será tarde demais para reagir com eficácia. Precisamos desenvolver estratégias de intercâmbio de informações que sejam capazes de resistir a ataques quânticos. Se o mundo não se preparar agora para esses riscos, haverá quebras generalizadas de segurança que colocarão em risco todo o sistema bancário – e não só ele.

A Atos oferece ideias baseadas em extensa pesquisa feita no setor financeiro. As implicações potenciais da tecnologia significam que as instituições financeiras devem começar imediatamente a se preparar para ela. Em termos de segurança, isso deve ser feito avaliando o risco do quantum e investimento em criptografia quântica confiável, por exemplo, em algoritmos seguros de criptografia quântica e redes QKD (Quantum Key Distribution – Distribuição Quântica de Chaves, em tradução livre). Já existem entidades prontas para fornecer esses serviços e empresas que estão apertando o passo para fazer o mesmo.

Preparando-se para patentear

A capacidade de produzir e patentear algoritmos quânticos antes da chegada da computação deste tipo às Finanças dará uma grande vantagem às empresas. Nos estágios iniciais de implementação dos computadores quânticos em Finanças, a capacidade real de computação será a do hardware disponível. Neste contexto, a vantagem de uma empresa sobre as rivais virá do desenvolvimento de software. Acreditamos que o período crítico para isso será o dos próximos cinco anos. Depois desse ponto, não se poderá garantir a segurança da transferência de dados criptografados, pois o advento da computação quântica estará iminente.

O progresso de criação e desenvolvimento de computadores quânticos continuará devido à colaboração de pesquisas acadêmicas, como a Quantum Computing Hub (Reino Unido) e a QuTech (Holanda). No entanto, só com envolvimento acadêmico ou pesquisas particulares é que serão produzidos algoritmos quânticos com aplicação direta em Finanças.

Um passo à frente com a Atos

Com 30 petaflops, mais de 30 milhões de bilhões de transações por segundo, o supercomputador Bull Sequana, já em operação na Europa, nos habilitará a fornecer o mais poderoso supercomputador do mundo. E nos permitirá chegar ao exaflop, um bilhão de bilhões de operações por segundo, o que alcançaremos por volta de 2020 — mas este é só o começo. Já estamos trabalhando em um projeto de computador que seus cientistas precisarão ter em 2025. Como as tecnologias atuais chegaram aos limites físicos do material (especialmente em termos de calor) e da velocidade da luz, estamos buscando uma ruptura tecnológica: o computador quântico para o horizonte pós-2030.

Luis Casuscelli, diretor de Big Data e Security da Atos América do Sul.

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Produtos em estoque: como movimentar o negócio

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Por Leonídio de Oliveira Filho, empresário e criador do site Dica de Preço

Os produtos parados em estoque geralmente são os grandes problemas de logística dos empresários. Para o pequeno lojista, diante de tamanha crise que vivemos, é uma questão de sobrevivência no mercado. Todo lojista deve saber quanto custa estocar um produto, que vai desde o custo por m², passando pela obsolescência ou vencimento – se for perecível -, e por fim, no custo do dinheiro parado que poderia estar em outra mercadoria com mais giro no momento. “Giro”: a própria palavra diz, movimento de entrada (compra) e saída (venda) que tem por objetivo gerar lucro. Ou seja, se não há movimento, há prejuízo para o negócio. É preciso pensar rápido. Mas como transformar aquela mercadoria parada em clientes entrando em sua pequena e modesta loja?

Primeiro você precisa identificar os produtos que estão com um tempo maior que o giro médio do seu estoque. Isso pode ser feito a partir de um software de gestão, caso você tenha, ou até mesmo em um inventário manual – portanto se seus vendedores estão parados, coloque-os para ajudar nesse levantamento. A promoção desses produtos pode ser uma boa ideia, mas é preciso que o consumidor saiba disso. Ele precisa saber que eles existem e estão ali.

Portanto, planejar a promoção é essencial, mas vai muito além de um preço atraente. É inegável que hoje, para o consumidor, o ponto mais sensível é o preço, mas com a crise, a maneira e a forma de como se fazer uma promoção não depende apenas disto – lembre-se, os tempos mudaram. Normalmente você usaria outdoor, placas, faixas, rádio, jornais de bairro, etc.

Sua campanha teria um custo médio de pelo menos R$ 400,00, por menor que fosse. Mas sabemos que todas essas mídias têm suas fraquezas, raio de alcance, incertezas de chegar ao consumidor certo e a falta de um relatório de acompanhamento da campanha que lhe mostre o desempenho com informações, para que você possa fazer os devidos ajustes ou comemorar o sucesso.

Por isso, aposte em sites comparadores de preços que trabalham com lojas físicas e virtuais, mas que mantenham o foco no produto mais barato (e não no cliente que paga para isso). Além disso, nestas ferramentas não existem limite de produtos e é conveniente para os consumidores identificarem as lojas mais próximas. Outra ferramenta é são os anúncios nos buscadores de internet, onde você encontra todos os recursos dos sites comparadores de preços. Porém a divulgação se dá em um formato de anúncio ligado às palavras chaves que as pessoas buscam na internet.

Não podemos esquecer das redes sociais, onde você pode impulsionar seu post e alcançar um número representativo de pessoas com características que você pode pre-estabelecer para que o seu post apareça. É possível concluir, portanto, que é importante experimentar e usar as novas tecnologias e ferramentas para se impulsionar. Os novos tempos exigem e falam que “nos movimentar é preciso”.

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Aruba lança no Brasil Mobile First Platform e apresenta novo programa de canais

A Aruba, uma empresa da Hewlett Packard Enterprise, lança no Brasil a Aruba Mobile First Platform, plataforma baseada em software que utiliza interfaces de programação de aplicativos (APIs) para fornecer aos desenvolvedores e líderes de mercado mais informações sobre a rede, aprimorando a experiência de usuário e a segurança de aplicativos e serviços. A empresa também anuncia no País o programa Partner Ready for Networking, com novas ferramentas para geração de oportunidades de negócios para os parceiros.

“Para fazer uso do atual ambiente de IoT de rápido crescimento e com foco em mobilidade, as redes precisam fornecer mais do que conectividade e se adaptar facilmente aos novos requisitos de aplicativos sob demanda”, destaca Hilmar Becker, Country Manager da Aruba no Brasil.

A plataforma utiliza o novo sistema operacional ArubaOS 8.0, que permite aos desenvolvedores alavancar as informações contextuais oriundas da infraestrutura com camadas superiores por meio de API’s. Implementado em uma máquina virtual (VM) em um servidor, o ArubaOS 8.0 simplifica consideravelmente as mudanças na infraestrutura e permite ao cliente expandir sua rede.

Maior controle do acesso à rede e a aplicativos

As melhorias mais recentes no software Aruba ClearPass, que faz parte da Mobile First Platform, fornecem análises detalhadas sobre todos os dispositivos conectados e aprimoram a capacidade de integração com terceiros. O novo ClearPass Extensions facilita aos profissionais de segurança de TI e desenvolvedores a integração de serviços de tecnologia gerenciados na nuvem com o Aruba ClearPass.

Como exemplo do poder de integração desta plataforma, com o McAfee ePolicy Orchestrator (ePO), plataforma de gerenciamento unificado da Intel Security, os usuários podem verificar o status de um dispositivo. O McAfee ePO também fornece gerenciamento unificado da segurança de dispositivos, dados e rede, aumentando assim a segurança e reduzindo custos e a complexidade do gerenciamento de riscos e da segurança.

Para automatizar o acesso aos atributos do gerenciamento de mobilidade corporativa (EMM) da nuvem, a integração do Microsoft Intune por meio do ClearPass Extensions permite maior controle para as organizações que desejam fornecer aos funcionários acesso seguro a aplicativos, dados e recursos corporativos usando quase qualquer tipo de dispositivo.

O novo ClearPass OnConnect é a ferramenta ideal para clientes que não estão prontos para a adoção de 802.1X e RADIUS em suas redes, devido a sua infraestrutura de redes ter sido adquirida de diferentes fabricantes. O gerenciamento de políticas de acesso para esses ambientes pode ser habilitado com a aplicação de perfis para todos os dispositivos, sendo estes colocados em segmentos adequados da rede, sem grandes investimentos operacionais em TI e de maneira agnóstica à marca ou modelo de seus atuais equipamentos de infraestrutura de rede.

Otimização da experiência do usuário e análise dos negócios

A plataforma utiliza dispositivos Bluetooth Low Energy (BLE) para fornecer informações analíticas dos usuários da rede à plataforma Meridian Mobile App. O novo recurso Meridian Goals intensifica os dados coletados via BLE para informar às equipes de marketing e desenvolvimento de negócio sobre o sucesso ou fracasso de suas campanhas de vendas, eliminando a necessidade de classificar relatórios detalhados e variados para determinar os resultados de uma campanha.

Com a versão mais recente do Meridian, as empresas podem agora permitir o compartilhamento da localidade entre visitantes de um local público ou entre funcionários no trabalho. As pessoas com o mesmo app móvel em seu smartphone podem compartilhar sua localização física com colegas de trabalho e amigos e, ao mesmo tempo, manter controle total da sua privacidade.

Partner Ready for Networking e serviços na nuvem

Aproveitando-se das vantagens do Aruba Mobile First Platform e para tornar os parceiros altamente competitivos no mercado de redes móveis, a Aruba apresenta o novo programa Partner Ready for Networking. O programa oferece um portal dedicado aos parceiros, permite o registro de novas oportunidades com processo de aprovação simplificado, MDF (fundo de desenvolvimento de marketing, da sigla em inglês) planejado e ferramentas para geração de novas oportunidades de negócios.

A Aruba também fez avanços significativos em sua solução Aruba Central de serviços de rede gerenciados na nuvem, baseada em assinaturas. Com sua arquitetura de múltiplos clientes e o novo portal de serviços, ela permite que os revendedores rapidamente criem serviços gerenciados personalizados com a marca do cliente, entreguem serviços de valor agregado a clientes atuais e explorem novas oportunidades.

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Gestão Hospitalar: entre desafios e oportunidades

Por André Silveira, diretor de Concepção e Gestão de Produtos da Pixeon

A administração de instituições de saúde é de complexa compreensão. Existem características tão peculiares que a organização parece não se enquadrar em um modelo de gestão. Mas, ainda assim, deve gerar lucro ou, em caso de entidades públicas, provar sua viabilidade econômica.

O termo gestão sugere a ideia de dirigir, analisar e decidir. Na área da saúde não é diferente: o gestor hospitalar precisa de dinamismo para definir e alcançar as metas organizacionais, considerando a tríade instituição, profissionais e pacientes. Desta forma, alguns dos desafios recorrentes na gestão hospitalar são tornar o trabalho mais produtivo, proporcionar ótimo ambiente para os profissionais, administrar as responsabilidades e melhorar o processo de atendimento ao paciente.

Com as incertezas da população e dos executivos diante do recuo da economia brasileira no último ano, o setor de equipamentos médico-hospitalares registrou queda de 9,9%. Por outro lado, no primeiro semestre de 2016, o mercado de saúde suplementar – planos e convênios médicos – apresentou crescimento superior a 10% se comparado ao mesmo período em 2015.

Os dados de recuo e avanço, mesmo que discretos, tornam uma gestão eficiente ainda mais necessária. Diante deste cenário, o gestor hospitalar precisa ter o negócio nas mãos, usar uma “bússola” que o possibilite identificar as informações estratégicas, táticas e operacionais.

Instituições com visão de futuro e bom gerenciamento conseguem manter suas taxas crescentes. O segredo é saber controlar gastos e suprimentos, para evitar desperdícios de materiais e a manutenção de estoques elevados. Além disso, é indispensável observar o controle de custos continuamente, revisar os níveis de performance e checar o faturamento para que todo procedimento realizado seja cobrado, evitando a glosa. Atenção a esses pontos auxilia no bom andamento dos negócios. Porém, o gestor hospitalar necessita ter todas as informações de que precisa em um HIS (Hospital Information System) muito bem estruturado.

Este sistema de gestão deve gerar indicadores que pautem a percepção dos gestores sobre eventuais ajustes no caminho e deixe-o saber como está recepção, ocupação de leitos e tempo médio de permanência do paciente, por exemplo. O HIS permite incluir controles, regras e fluxos de trabalho que reduzem os erros e diminuem a taxa de glosa em até 8%, sendo possível conhecer melhor os números da instituição para conseguir diminuir os custos e aumentar a produtividade e a qualidade do atendimento.

Esta dica pode parecer óbvia, mas não é. Os hospitais ainda investem pouco em tecnologia. No último ano, segundo dados da ANAHP (Associação Nacional de Hospitais Privados), somente 6% dos investimentos do setor de saúde foram em TI, enquanto em outros mercados, como comércio e serviços, os aportes nesta área foram superiores a 7,5%. É um crescimento muito tímido, ainda mais porque os investimentos não devem ser apenas em equipamentos tecnológicos, mas também em softwares de gestão e Business Intelligence.

Os benefícios do sistema de gestão hospitalar são inúmeros: é possível, por exemplo, controlar todo o processo que permeia o atendimento aos pacientes, garantindo que estes recebam medicamento e tratamento corretos. Além disso, integra diversos setores da instituição – desde a central de autorização, assistência e atendimento até o faturamento e relacionamento com os convênios -, o que melhora a comunicação, auxilia na tomada de decisões e torna o negócio mais eficiente.

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App de transporte urbano Moov inaugura mais uma linha de operação no Rio de Janeiro

O aplicativo Moov, que permite a compra de passagens antecipadas em ônibus executivos para viagens dentro do Rio de Janeiro, inaugura, no dia 10 de outubro, mais uma linha de operação com o itinerário Candelária – Ribeira, passando pela Av. Presidente Vargas. A plataforma já opera outra linha com o itinerário Recreio-Centro e, até o fim do ano, contemplará mais uma rota – Ilha do Governador-Centro. O valor da passagem da nova linha é de R$ 11, 50

Os passageiros podem comprar o tíquete de viagem antecipadamente, escolher o assento, a forma de pagamento (dinheiro, cartão de crédito ou RioCard), o ponto de embarque e desembarque. Atualmente, a ferramenta conta com 2,5 mil clientes cadastrados e a expectativa é de ampliar a base em 50% ao mês até o fim do ano. “Nossa meta é expandir para outros bairros e rotas, de acordo com o aumento de procura pelo serviço”, explica João Zecchin, sócio da Brave Invest, empresa investidora do aplicativo.

O motorista tem acesso a um tablet, atualizado em tempo real, que informa os pontos de parada para embarque e desembarque. “Isso proporciona economia de 30 a 40 minutos de tempo de viagem em comparação com os ônibus executivos que param de ponto em ponto. Também oferece mais segurança porque todos os usuários são cadastrados”, complementa Zecchin.

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Algar Telecom inaugura operação em Porto Alegre

A Algar Telecom, empresa de telecomunicações do grupo Algar, inaugurou ontem seu escritório regional em Porto Alegre. A estrutura contará com o atendimento próximo ao cliente, diferencial da operadora, por meio da equipe comercial, marketing e técnica para atender clientes corporativos, governo e atacado, oferecendo serviços de TI (como Office 365, Cloud Computing, Hosting Dedicado, Colocation) e de Telecomunicações. O movimento marca a entrada da operadora no Rio Grande do Sul.

Segundo o presidente da empresa, Jean Borges, a abertura da regional reforça a estratégia de expansão na região sul, iniciada em 2015 com a aquisição da Optitel (empresa de telecomunicações fundada em 1989 e sediada em Balneário Camboriú – SC). “Trata-se de mais um passo importante que damos nesse processo de expansão de nossos serviços destinados ao mercado corporativo, além de atacado e governo, na região sul. Nossa entrada em Porto Alegre faz parte da estratégia de crescimento e ampliação geográfica”, afirmou.

Para atrair novos clientes, a Algar Telecom aposta na qualidade de seus serviços ofertados comprovada pelo alto índice de satisfação no segmento corporativo, atualmente de 94%.

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E-commerce deve crescer 9% em 2016, diz Pedro Guasti, CEO da Ebit, em fórum da Associação Comercial de SP

Dois dos maiores especialistas brasileiros em varejo, Pedro Guasti e Nelson Barrizzelli, participaram da abertura do Fórum Empreendedor – FE4 ontem na Associação Comercial de São Paulo (ACSP).

Guasti preside a Ebit, empresa do grupo Buscapé que faz pesquisas com usuários do meio online, e o conselho de e-commerce da Fecomercio. Também integra o grupo de investidores Harvard Business Angels.

Já o economista e consultor Barrizzelli é professor aposentado da FEA-USP, coordenador de projetos da FIA, sócio da AGC (Consultoria Especializada de Aceleração de Lucratividade) e membro de conselhos de administração.

Crescer na crise

Sobre comércio eletrônico, Guasti destacou que o segmento tem muito a aumentar e, mesmo que afetado pela crise, terá crescimento neste ano. “A nossa crise é crescer 9% em 2016”, frisou, comparando com anos anteriores, quando o mercado sempre expandiu na casa dos dois dígitos.

Segundo pesquisa da Ebit, 37% dos consumidores pretendem comprar no varejo físico. No eletrônico, o percentual sobe para 86%. “A crise torna as pessoas mais críticas e há uma migração para o online, sobretudo em compras de valor agregado mais alto”, afirmou o CEO da empresa, reforçando que essa é uma grande oportunidade para o setor.

Guasti afirmou, porém, que foi identificado um enfraquecimento na intenção de compra da classe C, em decorrência da piora de fatores macroeconômicos: desemprego, queda do salário, inflação alta, indisponibilidade de crédito e juros elevados. “Se quando um desses fatores cai já é complicado, imagina quando todos caem”.

Resistência

Barrizzelli afirmou que muitas empresas costumam apontar o agravamento da conjuntura como causa de seus fracassos e se esquecem de olhar para dentro. Ele disse que, em toda sua trajetória como consultor empresarial, jamais houve um caso em que a razão do problema não estivesse dentro dos negócios, que não conseguem adaptar suas gestões às necessidades externas. “A resposta está dentro de cada empresa. Isso se chama gestão. Não existe situação boa ou ruim que possam interferir em empresas que tenham uma boa gestão”.

O palestrante citou os casos das Lojas Cem e da Via Varejo. Em 2015, enquanto a primeira – bem menor – faturou R$ 3,4 bilhões e teve lucro líquido de R$ 74 milhões, a segunda faturou R$ 20 bilhões, mas teve perdas de R$ 55 milhões. “Ora, um gigante como a Via Varejo, teoricamente, teria muito mais condições de negociar e vender mais barato, condições de ter uma estrutura profissionalizada muito mais forte e mais conhecimento de mercado. Mas as Lojas Cem trabalham independentemente dos problemas que cercam a empresa. Na verdade, eles estão focados no seu negócio, sabem exatamente o que fazer”, analisou Barrizzelli. “O que a crise fez com Lojas Cem? Nada. Absolutamente, nada”.

O FE4

O Fórum de Empreendedores também será realizado nos dias 11, 13, 18 e 20 de outubro. Reúne grandes nomes do mundo empresarial para propor soluções práticas para a crise. É dividido em quatro módulos: marketing e vendas, legislação, tecnologia e finanças e investimentos. Os encontros ocorrem na sede da ACSP, no centro da capital paulista. Ainda dá tempo de fazer inscrições para os módulos, por meio do site www.fe4.com.br, onde também está disponível a programação completa.

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Pesquisa da Dell Technologies mostra que 78% das empresas se sentem ameaçadas por startups digitais

A Dell Technologies divulgou hoje os resultados da pesquisa “Digital Business Research Index”, que mostra que 78% das empresas acreditam que as startups digitais representam uma ameaça para sua organização, seja agora ou no futuro. Esse fenômeno está impulsionando empresas inovadoras e acelerando o declínio de outras. Quase metade (45%) das empresas pesquisadas, globalmente, temem que seus negócios se tornem obsoletos dentro dos próximos três a cinco anos, devido à concorrência de startups da era digital.

Algumas empresas estão sofrendo com a velocidade da mudança. Mais da metade (52%) dos líderes de negócios vivenciaram uma interrupção significativa em seus setores nos últimos três anos, como resultado do advento das tecnologias digitais e da Internet das Coisas, e 48% das empresas globais não sabem como será seu setor daqui a três anos.

Os resultados provêm de uma pesquisa independente realizada pela Vanson Bourne com 4.000 líderes de negócios (de empresas de médio a grande porte) em 16 países, incluindo o Brasil, e 12 setores.

“Até o momento, a quarta revolução industrial se provou tão brutal quanto suas predecessoras. Se as empresas não conseguirem acompanhar, ficarão para trás… ou pior. A abordagem de ‘deixar para amanhã’ não funciona”, explica Jeremy Burton, Chief Marketing Officer da Dell Technologies.

Progresso desigual ou crise digital se aproximando?

O progresso é desigual, para dizer o mínimo. Algumas empresas mal começaram sua transformação digital. Muitas adotaram uma abordagem fragmentada. Apenas uma pequena minoria está perto de concluir sua transformação. Somente um a cada três empresários pesquisados está executando os atributos críticos digitais de negócios* adequadamente. Embora apenas parte de muitas empresas esteja pensando e agindo digitalmente, a ampla maioria (73%) admite que a transformação digital poderia ser mais difundida em toda a organização.

Cerca de seis a cada dez empresas não conseguem atender às principais demandas dos clientes, como melhor segurança e acesso mais rápido a serviços e informação 24 horas por dia, 7 dias por semana. Quase 2/3 (64%) confessam não atuar com inteligência em tempo real.

“Isso é essencial para o sucesso na era digital. Não atender às expectativas em um mercado tão concorrido pode acionar uma crise digital”, acrescentou Burton.

O Índice de Transformação Digital da Dell Technologies completa a pesquisa e classifica as empresas com base no desempenho percebido pelos respondentes sobre a transformação digital de sua empresa. De acordo com o comparativo, apenas 5% dos empresários alcançaram o grupo de Líderes Digitais. Quase metade está ficando para trás.

1. Líderes Digitais: 5% — a transformação digital, em suas várias formas, está enraizada no DNA da empresa
2. Adotantes Digitais: 14% — adotaram um plano digital maduro, investimentos e inovações em andamento
3. Avaliadores Digitais: 34% — estão adotando a transformação digital com cuidado e gradualmente, planejando e investindo para o futuro
4. Seguidores Digitais: 32% — muito pouco investimento. Começando timidamente a planejar para o futuro
5. Preguiçosos Digitais: 15% — não têm um plano digital, adotaram iniciativas e investimentos limitados

Plano de resgate digital

Devido à grave ameaça de interrupção, as empresas estão começando a dimensionar uma solução. Para levar adiante sua transformação digital:

• 73% concordam que precisam priorizar uma estratégia de tecnologia centralizada para sua empresa
• 66% planejam investir em infraestrutura de TI e liderança de habilidades digitais
• 72% estão expandindo seus recursos de desenvolvimento de software

Em ordem de prioridade, de acordo com os respondentes, os principais investimentos de TI planejados para os próximos três anos são:

1. Infraestrutura convergente
2. Tecnologias de altíssimo desempenho (Exemplo: flash)
3. Lógica analítica, Big Data e processamento de dados (Exemplo: data lakes)
4. Tecnologias da Internet das Coisas

Além disso, de 1/4 a 1/3 dos empresários criaram uma demonstração de resultados totalmente digital (36%), realizaram parcerias com startups para adotar um modelo de inovação aberto (35%), segmentaram parte da organização ou pretendem adquirir as habilidades e a inovação necessárias por meio de fusões e aquisições (28%). Apenas 17% avaliam o sucesso de acordo com o número de patentes que registram e quase metade (46%) estão integrando metas digitais em todos os objetivos de departamentos e equipe.

“Em um futuro próximo, quase todas as empresas terão o conhecimento de desenvolvimento de software em seu núcleo. Muitas dessas empresas serão novas, enquanto outras (que não escreveram uma linha de código em 20 anos) terão passado por uma jornada histórica. Novos produtos e serviços digitais impulsionarão a transformação da infraestrutura de TI enquanto as empresas esforçam-se para gerenciar mil vezes mais usuários e dados”, diz Burton.

DADOS DA PESQUISA NO BRASIL

O Brasil desponta como o segundo país mais maduro, segundo a avaliação do Digital Business Research Index – atrás apenas da Índia, e seguido pelo México. “Embora estejamos enfrentando um período econômico desafiador, a maturidade do Brasil neste estudo demonstra o entendimento dos entrevistados sobre a relevância da transformação digital”, comenta Carlos Cunha. “Nossos clientes entendem que os investimentos, embora bastante ponderados no cenário atual, serão essenciais para colocá-los em um patamar de vantagem quando a economia voltar a crescer”, complementa Luis Gonçalves. Ambos os executivos são líderes da Dell EMC no Brasil.

Seguem abaixo alguns dados de destaque referentes ao mercado brasileiro:

• Apesar de 67% observarem que há novos concorrentes no mercado (Global: 62%), os participantes no Brasil relatam níveis relativamente baixos de incerteza:

– Apenas 37% não sabem como estará seu setor dentro de três anos (Global: 48%)
– 38% admitem que podem se tornar obsoletos no período de três a cinco anos (Global: 45%)

• Mais concentrados nas necessidades dos clientes: 68% dos participantes dizem que os clientes estão impelindo as empresas a se tornarem mais digitais.(Global: 56%)

• 61% dizem estar amplamente concentrados no envolvimento e na satisfação do cliente (Global: 47%)

• Sobre sua capacidade de atender as necessidades dos clientes:

– 45% dizem que proporcionam uma experiência geral mais personalizada (Global: 35%)
– 48% relatam maior nível de segurança (Global: 39%)
– 50% diz que colabora e compartilha com outros clientes de modo mais fácil (Global: 36%)

• O Brasil também se destacou nas seguintes áreas:

– Uso de tecnologias digitais para agilizar novos produtos/serviços (Global: 51%)
– 51% colocaram tecnologias móveis e de mídia social no centro de seus negócios (Global: 37%)
– 73% declaram ter adotado integralmente uma forma digital de trabalho para concorrer com as novas empresas digitais (Global: 66%)

*Em 2015, os líderes de negócios concordaram que existe um conjunto de atributos digitais principais que as empresas precisam adotar para ser bem-sucedidas na próxima década. Eles são:

1. Inovar de modo ágil
2. Descobrir novas oportunidades de modo preditivo
3. Demonstrar transparência e confiança
4. Oferecer experiências exclusivas e personalizadas
5. Estar sempre disponível, operar em tempo real

De acordo com a pesquisa do ano passado, apenas 4% das empresas realizaram todos os atributos digitais essenciais aos negócios adequadamente e em toda a empresa. Este ano, o número subiu para 7%.

A proporção de empresas realizando algum desses atributos adequadamente e em toda a empresa também está mais alta neste ano.

Atributos digitais de negócios 2015 2016
Inovar de modo ágil 9% 28%
Descobrir novas oportunidades de modo preditivo 12% 32%
Demonstrar transparência e confiança 14% 31%
Oferecer experiências exclusivas e personalizadas 11% 26%
Estar sempre disponível, operar em tempo real 12% 31%

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Gartner convoca CIOs e Líderes Seniores de TI a assumirem o protagonismo da transformação digital

TI é a chave para a transformação digital nas organizações

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, convoca os CIOs (Chief Information Officers) e Líderes Seniores de TI a assumirem o protagonismo da transformação digital em suas empresas por meio de uma liderança 360°, com múltiplas direções e perspectivas e que detecta potenciais parcerias de negócios no ambiente interno e externo. Esse tema será apresentado no Gartner Symposium/ITxpo 2016, o maior e mais importante evento mundial do Gartner, que acontece entre 24 e 27 de outubro (Segunda a Quinta-Feira), no Sheraton São Paulo WTC Hotel.

“Assumir o protagonismo nesse sentido é pensar em múltiplas direções dentro e fora da empresa, refletindo, agindo e liderando de forma integral”, afirma Luis Claudio Mangi, Vice-Presidente de Pesquisas do Gartner e Chairman do Symposium/ITxpo 2016.

Durante o evento, o Gartner debaterá temas como otimização de custos em tempos voláteis, cloud, analytics, DevOps, segurança, TI Bimodal e os impactos da tecnologia na geração de resultados, uma vez que a transformação digital está acontecendo em todos os setores da empresa e influencia suas dinâmicas de modo geral. CEOs (Chief Executive Officers) e CIOs devem trabalhar em conjunto para mostrar aos outros setores o papel de TI e tornar seu trabalho mais eficiente.

“O mundo está em constante transformação e sendo construído à medida que cresce. Nossa missão no Gartner é acompanhar as tendências e o que está acontecendo no mundo para aconselhar e compartilhar conhecimento com nossos clientes”, explica Mangi.

Mais de 40 analistas do Gartner estarão no Symposium/ITxpo 2016, que terá sessões desenvolvidas de acordo com as prioridades dos CIOs e Líderes de Negócio e TI, encontros de CIOs e times; sessões de Signature Series com foco em tendências futuras; Jornadas do CIO, com uma agenda customizada com base em sua função e mandato atual; sessões exclusivas para os setores de Governo, Finanças e Varejo; Programa Mulheres em TI; histórias de sucesso reais contadas por seus pares e muito mais.

O Gartner Symposium/ITxpo 2016 oferece direcionamento estratégico sobre como dominar as mudanças tecnológicas em um momento de competição como o atual, em que a velocidade dos negócios digitais torna essencial a estratégia de enxergar o futuro em 360°. Mais informações estão disponíveis no site: gartner.com/br/symposium.

Gartner Symposium/ITxpo 2016

Data: de 24 a 27 de outubro de 2016 (Segunda a Quinta-feira)
Local: Sheraton São Paulo WTC Hotel
Endereço: Av. das Nações Unidas, nº 12.559, São Paulo/SP

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Smartphones causam distração e reduzem eficiência no trabalho, segundo estudo

Os smartphones ajudam a manter o contato com colegas, controlar mensagens e realizar tarefas urgentes de qualquer lugar, mas eles realmente nos tornam menos produtivos quando estamos no escritório. É o que mostra o novo experimento psicológico feito pelas Universidades de Würzburg e Nottingham Trent comissionado pela Kaspersky Lab.

O estudo mostrou uma correlação entre os níveis de produtividade e a distância entre os participantes e seus smartphones. Com os dispositivos longe, o desempenho dos participantes foi 26% melhor. O experimento testou o comportamento de 95 pessoas com idades entre 19 e 56 anos nos laboratórios das Universidades de Würzburg e Nottingham Trent.

Os pesquisadores solicitaram que os participantes fizessem um teste de concentração em quatro situações diferentes: com o smartphone no bolso, sobre a mesa, trancado em uma gaveta e mantido fora da sala. Os resultados foram significativamente mais baixos quando o smartphone estava sobre a mesma, e cada distância adicional imposta entre os participantes e seus dispositivos, aumentou o desempenho no teste. No geral, os resultados do teste foram 26% melhores quando os telefones ficavam fora da sala.

Ao contrário das expectativas, a ausência dos smartphones não causou tensão nos participantes, uma vez que os níveis de ansiedade foram consistentes em todos os experimentos. Porém, no geral, as mulheres ficaram mais ansiosas que os homens, o que levou os pesquisadores a concluir que os níveis de ansiedade no trabalho não são afetados pelos smartphones (ou por sua ausência), mas podem depender do sexo da pessoa.

“Estudos anteriores mostraram que, por um lado, a distância do smartphone tem um impacto emocional negativo, como o aumento da ansiedade. Mas, por outro lado, as pesquisas também demonstraram que a presença do smartphone pode ser um fator de distração. Em outras palavras, tanto a presença quanto a ausência do smartphone podem prejudicar a concentração”, diz Jens Binder, da Universidade de Nottingham Trent. “Resumindo, as conclusões desse estudo indicam que a ausência do smartphone melhora a concentração, mais do que sua presença”, acrescenta Astrid Carolus, da Universidade de Würzburg.

Os resultados do experimento correspondem às descobertas de uma pesquisa anterior, intitulada “Digital Amnesia at Work” (Amnésia Digital no trabalho). Nessa pesquisa, a Kaspersky Lab demonstrou que os dispositivos digitais podem ter impacto negativo sobre os níveis de concentração. Ela mostrou, por exemplo, que a inclusão de notas em dispositivos digitais durante reuniões reduz o nível de entendimento do que está acontecendo no ambiente.

Embora a proibição de dispositivos digitais no trabalho não seja uma opção real, essas descobertas, associadas às do estudo “Digital Amnesia at Work”, dão as empresas uma ideia de como melhorar sua produtividade.

“Em vez de esperar ter acesso permanente a seus smartphones, a produtividade dos funcionários pode ser incrementada se eles tiverem um período exclusivo ‘sem o smartphone’. Um modo de fazer isso é impor ‘regras de reuniões’, como a proibição de celulares e computadores no ambiente normal de trabalho”, diz Cláudio Martinelli, diretor geral da Kaspersky Lab Brasil. “As empresas também devem estar cientes de que, no cenário totalmente conectado de hoje, um nível reduzido de concentração pode gerar problemas de segurança. Por exemplo, os ataques direcionados avançados só podem ser detectados se os funcionários estiverem alertas e prestando atenção em conteúdos inesperados e incomuns nos emails. Portanto, é essencial que as empresas desenvolvam processos de segurança, incluindo sessões de treinamento, para aumentar o nível de alerta dos funcionários, independentemente deles usarem ou não seus smartphones no trabalho.”

Nos dois últimos anos, a Kaspersky Lab tem pesquisado os efeitos sociais da digitalização e como isso torna as pessoas mais vulneráveis ao crime virtual. Uma síntese das conclusões está disponível em amnesia.kaspersky.com.

Os relatórios estão disponíveis para download:

• Somos mais produtivos sem nossos smartphones: https://kas.pr/tempted
• Relatório completo sobre como os smartphones se tornaram nossos companheiros digitais: https://kas.pr/digitalcompanions

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As 3 principais dificuldades das lojas virtuais quando o assunto é Direito Digital

Mesmo frente ao cenário econômico desafiador no país, o comércio eletrônico continua apresentando bons índices. Apenas no primeiro semestre de 2016, as vendas pela Internet já apresentavam faturamento de R$ 19,6 bilhões, alta de 5,2% na comparação com o mesmo período no ano passado, segundo dados da E-bit.

Atentas a este movimento, cada vez mais empreendedores estão procurando levar seus negócios para o ambiente virtual e, muitas vezes, acabam esbarrando em uma série de questões legais, que têm diferenças com o varejo offline e causam diversas dúvidas.

Em uma das primeiras palestras da Rakuten Expo, um dos eventos de e-commerce mais aguardados do ano, o advogado especialista em startups Flavio Picchi tratou das questões do Direito Digital no e-commerce. Entre os três dos principais gargalos do e-commerce nacional que foram abordados por Picchi, estão:

1) Dificuldade com logística

Tida como a questão crucial do e-commerce, a logística ainda é o calcanhar de Aquiles de muitas lojas virtuais, principalmente as que têm menos recursos disponíveis. No 1º semestre do ano, os atrasos afetaram 7,7% de todos os produtos comprados no e-commerce nacional, segundo números do e-bit.

Contratar uma empresa transportadora, uma fornecedora de plataforma como a Rakuten ou ainda fechar um contrato com os Correios para dividir a responsabilidade da entrega dos produtos pode ser importante para garantir a satisfação do seu cliente. “Este tipo de parceria dá ao lojista ganho de eficiência, precaução contra imprevistos, mais poder de negociação e maior abrangência territorial”, diz o advogado.

2) Aplicação exagerada do Código de Defesa do Consumidor

Em sua experiência como advogado no e-commerce, Picchi observou que há uma tendência de as decisões pesarem sempre a favor do cliente, independentemente do ocorrido, uma espécie de ‘inversão do ônus da prova’. Na maioria dos casos, basta o cliente alegar algo contra o empreendedor virtual, cabendo ao lojista se virar para provar que não tem culpa.

“Uma coisa é que isso aconteça com uma gigante do e-commerce, que tem um faturamento bilionário e até destina uma parte da receita para indenizar clientes. Uma outra situação completamente diferente é que isso seja aplicado a um pequeno comerciante regional, que hoje corresponde à grande maioria das lojas virtuais do país”, comenta Picchi.

Para se precaver dessa situação, o advogado orienta que o empreendedor seja cauteloso na hora de redigir as políticas e os termos de devolução de seu e-commerce, deixando muito claros os direitos e deveres dos consumidores. Importante também deixar pronto um aparato de logística para resolver imediatamente eventuais problemas.

“A prioridade nesses casos é zelar pela reputação. Um exemplo é a primeira devolução gratuita. A praxe, mais do que a lei, nos diz que vale a pena fazê-la, independente de onde mora o consumidor. Um cliente insatisfeito pode causar estragos à imagem da marca”, diz.

3) Complexidade tributária

Em vigor desde janeiro, o novo regime de alíquotas do ICMS complicou a vida dos empreendedores virtuais. Desde então, o lojista tem que recolher o tributo do seu estado (alíquota de saída) e também pagar o imposto sobre o serviço do estado do consumidor (alíquota de entrada).

Por conta dessa mudança, as lojas têm gastado mais com contabilidade e levado mais tempo para gerar estoque, resultando em um processo de entrega mais moroso. A complexidade exigida tem levado algumas empresas a operar na informalidade, uma decisão perigosa do ponto de vista jurídico. “Não tem como fugir, por mais que gere mais encargos, vale a pena contratar serviços de contabilidade e ficar dentro da lei”, aconselha Flavio Picchi.

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Grupo NTT traz inovações para a Futurecom 2016

Em uma área de 88m², o Grupo NTT traz para a Futurecom 2016 algumas de suas soluções mais recentes em redes, comunicações, software e computação em nuvem. Com sede no Japão e presente em 87 países, inclusive no Brasil, o Grupo marca presença também em quatro painéis deste que é considerado o principal evento de telecomunicações, TI e internet da América Latina, que acontece entre 17 e 20 de outubro, em São Paulo.

Por meio de suas empresas – everis/NTT DATA (business consulting e integração de sistemas), NTT Communications/Arkadin (redes de comunicação global, soluções ICT, serviços de colaboração e UC na nuvem), NTT DOCOMO/DOCOMO Digital (comunicação móvel, Direct Carrier Billing e mobile media enabler) e Dimension Data (Gerenciamento de Serviços ICT) – o Grupo apresentará ao público presente sua expertise na área de tecnologia com soluções empresariais abrangentes, desenvolvidas nas áreas de infraestrutura, serviços de rede, data centers e serviços de segurança.

“O Grupo NTT representa uma potência global que combina visões da indústria, tecnologia, profundo conhecimento em aplicações e expertise em telecomunicações e em segurança, com network sólido e abrangente. Estamos muito contentes em participar pela segunda vez da Futurecom, para apresentar ao público brasileiro um pouco das soluções e serviços de tecnologia avançados e inovadores, que tornaram o Grupo mundialmente conhecido”, afirma Kei Anzai, diretor de operações Américas da everis.

Além do mega estande, a participação do Grupo NTT destaca-se pelos quatro painéis que serão apresentados. No primeiro, o sócio-diretor da everis, Juantxo Guibelalde Folch, abordará o tema “IoT e o Impacto nas redes e as estratégias de monetização”, programado para às 11h30 do dia 17 de outubro, no auditório Brasil. Mais tarde, às 16h40, o diretor sênior para América Latina da NTT Communications, David C. Berrios, apresentará painel com o tema “Negócios disruptivos transformando a economia e repensando as empresas”, no auditório México.

Já no dia 19 de outubro, o responsável pela área de Operações e Redes na everis, Luciano Moyano Santana, participará do painel “Transformação na rede com SDN/NFV: Desafios e planos sustentáveis para o mundo digital”, às 10h10, no auditório Colômbia.

Individualmente, as empresas do Grupo estão entre as melhores marcas em seus setores de atuação. O Grupo NTT é um dos maiores operadores mundiais de centros de dados, garantindo a segurança das informações para milhares de clientes. Um exemplo disso é a rede integral de cabo marinho que constitui o segundo maior backbone IP do mundo, conectando mais de 230 centros de dados.

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84% dos consumidores online devem comprar na Black Friday

Pesquisa da Ebit prevê faturamento de R$ 2,1 bilhões no evento que promove descontos;

Eletrônicos devem ser os itens mais vendidos

A cada ano que passa, cresce o interesse dos consumidores brasileiros em realizar compras durante a Black Friday. Uma pesquisa realizada pela Ebit, , empresa especializada em informações do comércio eletrônico, identificou que 84% dos consumidores online ativos irão aproveitar a sexta-feira de descontos, que está marcada para o dia 25 de novembro, um aumento de três pontos percentuais em relação a 2015.

Segundo o estudo, o faturamento somente na sexta-feira deve chegar a R$ 2,1 bilhões. Esse valor representa um crescimento nominal próximo de 30% em relação à edição de 2015, ano em que as vendas superaram as expectativas, alcançando um montante de R$ 1,6 bilhão.

Os produtos com maior intenção de compra devem ser das categorias Eletrônicos (34%); Eletrodomésticos (28%); Telefonia e Celulares (27%); Informática (23%); e Casa e Decoração (13%), respectivamente.

Além disso, a pesquisa também indica que das aquisições esperadas na Black Friday, 44% devem ser feitas com o intuito de antecipar as compras para o Natal. O destino dos produtos é variado: 59% para uso próprio, 24% para familiares, 14% para presente e 3% com outras finalidades.

“Não há dúvida de que a Black Friday já entrou para o calendário dos brasileiros e que é muito esperada. As pessoas se planejam para a data, até porque muitas famílias ainda estão com o orçamento apertado e a data é uma ótima oportunidade para garantir as compras de final ano, gastando menos. Mesmo nos momentos em que a economia estava mais desfavorável, o comércio eletrônico conseguiu manter um nível de crescimento. E no decorrer de 2016 percebemos sinais de melhora. Por tudo isso, nossas previsões para o final do ano como um todo são otimistas”, explica o CEO da Ebit, Pedro Guasti.

Para este levantamento, foram entrevistadas 5.791 pessoas. A pesquisa considera ainda o aumento de 31% no número de consumidores virtuais ativos no primeiro semestre, conforme dados do relatório WebShoppers 34.

Cartão de crédito como forma de pagamento e aviso de ofertas

Dos consumidores que pretendem adquirir Eletrônicos – os itens mais desejados nesta Black Friday –, a maior parte (82%) apontou o cartão de crédito como o meio de pagamento preferido. Em seguida vem boleto bancário (13,12%), débito em conta (2,47%), além de outros meios com representação menor. Os respondentes afirmaram ainda que desejam comprar dois itens do tipo. O tíquete médio da categoria deverá ficar em torno de R$ 1.180.

Questionados ainda se desejam receber informações (como dicas, ofertas e promoções) nos dias que antecedem a data, 85% dos entrevistados disseram que sim. Dentro deste grupo, 87% afirmaram ter o e-mail como canal preferido para esse fim.

Experiência de compra em 2015

Da base de 5.791 consumidores que responderam à pesquisa da Ebit, 41% aproveitaram alguma oferta da Black Friday na edição de 2015. Mas não só os e-commerces foram visitados, já que 19% desse grupo escolheram lojas físicas para fazer o pedido. Desse público, 77% utilizaram algum site de comparação de preços, como o Buscapé, para uma pesquisa prévia sobre o produto.

Para avaliar a loja online em que a compra foi feita, os respondentes selecionaram algumas palavras/termos que definiram a experiência. As mais assinaladas foram “confiável” (37%), “preços baixos” (26%), “excelentes promoções” (23%), “excelente prazo de entrega” (22%) e “frete grátis” (21%). “Essa avaliação nos ajuda a entender melhor os principais interesses dos consumidores nesta data específica, em que os lojistas investem em fortes campanhas e prometem descontos atrativos. E percebemos que, além do preço, a credibilidade da empresa é forte fator de motivação, demostrando como o público está mais consciente quando busca uma oferta na Internet”, complementa Guasti.

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Inscrições abertas para o 1º PITCh – Prêmio de Inovação com Tecnologias Chaves do Brasil

Universidades, institutos, laboratórios, empresas, centros de pesquisa e desenvolvimento e fornecedores de tecnologia têm até o dia 14 de outubro para inscrever os cases que vão concorrer ao I PITCh – Prêmio de Inovação com Tecnologias Chaves do Brasil.

Com formato e características inéditas no Brasil, o PITCh foi estruturado com base no conceito europeu, líder em desenvolvimento com tecnologias chaves e concebido para reconhecer, dar notoriedade e chancelar inovações com foco no uso/desenvolvimento de tecnologias chaves capazes de gerar benefícios diretos à indústria e, consequentemente, à sociedade.

De acordo com o regulamento, os cases concorrentes devem apresentar as tecnologias chaves (KET´s) aplicadas para os seguintes setores da indústria: Petróleo e Gás, Plástico e Borracha, Cerâmica e Semicondutores, Tintas, Energia, Meio Ambiente, Química, Agronegócio e Alimentos, Saúde, Construção Civil, Eletrodomésticos, Metal e Mecânica, Materiais de Engenharia, Têxtil, Automotiva, Aeronáutica, Mineração e Siderurgia, Cosmética e Farmacêutica, TI e Eletrônicos.

O comitê técnico avaliador, formado por grandes especialistas do mercado, conta com representantes de conceituadas instituições como Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores – ANPROTEC, SENAI, SEBRAE Nacional, Fundação Certi, Associação Brasileira do Desenvolvimento Industrial – ABDI, Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras – ANPEI, Associação Brasileira das Instituições de Pesquisa Tecnológica e Inovação – ABIPTI e SisNANO-USP.

A cerimônia para o anúncio dos vencedores será no dia 9 de novembro, no Centro de Eventos PRO MAGNO, em São Paulo. A premiação faz parte do maior evento de Inovação e Nanotecnologia do país, composto, também, por duas importantes feiras internacionais: Nano TradeShow e Venture Capital Expo, ambas acontecem no mesmo local, de 9 a 11 de novembro.

Categorias
• Melhor Pesquisa em Inovação com Tecnologia Chave (KET´s);
• Produto ou Processo Mais Inovador (com KET´s);
• Melhor Fornecedor de Inovação com Tecnologia Chave (KET´s);
• Profissional de Destaque.

Critérios
• Custo x benefício,
• Originalidade;
• Resultados alcançados com aplicação na indústria;
• Viabilidade e impacto econômico | social | ambiental;
• Caracterização e extensão do mercado alvo;
• Parceiros para desenvolvimento da inovação;
• Análise comparativa com produto | tecnologia similar;
• Possibilidade de aplicação em outros setores, entre outros.

As inscrições podem ser feitas por meio do formulário disponível no site http://www.nanotradeshow.com.br/premio, gratuitamente, até 14 de outubro. Mais informações sobre o conceito europeu usado para desenvolver o PITCh: https://ec.europa.eu/growth/industry/key-enabling-technologies/description_pt.

Serviço:
Data: 09 de novembro de 2016
Horário: 17hs
Local: Centro de Eventos PRO MAGNO
Acesso pedestres – Av. Professora Ida Kolb, 513 – Casa Verde
Acesso veículos – Rua Samaritá, 230 – Casa Verde.

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