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5 passos para vender mais no e-commerce

O big data – volume de dados estruturados e não-estruturados, que impactam no dia-a-dia dos negócios – é uma das tendências tecnológicas com mais expectativas de expansão. Segundo projeção da Frost & Sullivan, o mercado de big data e analytics movimentou US$ 2,48 bilhões em 2016 na América Latina e o Brasil possui 46,8% de participação.

Amplamente utilizado em campanhas políticas e abordado em séries de TV do gênero sci-fi, o big data possui alto potencial de análise que permite conhecer profundamente o usuário. De acordo com pesquisadores da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, é possível prever a orientação sexual, origem étnica, opinião política e religiosa, nível de inteligência e etc de uma pessoa com a análise de 100 curtidas nas redes sociais. Com 150 curtidas é possível conhecer a personalidade do usuário melhor do que o companheiro e em 250 curtidas, o algoritmo compreende a personalidade do usuário melhor do que ele próprio.

Diante das possibilidades dessa tendência, Gastão Mattos, CEO da Braspag, empresa do grupo Cielo e líder em soluções de meios de pagamento para e-commerce na América Latina, aponta 5 maneiras de aproveitar o big data para vender mais no comércio eletrônico.

– Tempo real: utilize tecnologias que possam avaliar a situação das compras em tempo real e que estejam integradas com soluções que permitam ação imediata para solucionar possíveis problemas e converter em vendas. Por exemplo: identificar motivos de abandono do carrinho de compras e oferecer alternativas para que a compra seja concretizada. Se uma determinada bandeira de cartão de crédito ou banco é negada por problemas sistêmicos ou ausência de limite é possível apresentar ao consumidor outras formas de pagamento, fazendo com que a compra seja concluída.

– Objetividade: ofereça ao cliente o que ele deseja. Através do cruzamento de dados é possível descobrir esta informação antes mesmo que o consumidor saiba. A reunião de tecnologias que além do perfil de compra, tal como: tipos de produtos, frequência de compra, formas de pagamento preferidas e etc, também envolvam dados qualitativos como: comentários e curtidas nas redes sociais é ainda mais eficiente.

– Conheça o concorrente: ter uma visão geral do mercado e separada por segmento é crucial na hora de apresentar ofertas diferenciadas. Ao saber qual segmento é mais vendido ou mais procurado, por exemplo, é possível criar ofertas personalizadas por setor e ampliar o número de vendas.

– Acompanhamento diário: quanto maior o acompanhamento, maior as chances de fazer uma análise altamente qualificada que permita ampliar o número de estratégias de acordo com cada perfil de público.

– Precisão dos dados: não adianta possuir uma série de dados imprecisos, desatualizados ou com possibilidade de análise insatisfatória. Uma das características do big data é o grande número de dados, mas a precisão também é um dos seus principais desafios. Utilize soluções que garantam esta precisão para ampliar a possibilidade de êxito nas ofertas.

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Mercado Livre está entre as Top 3 marcas com melhor presença no mercado mobile no Brasil

Levantamento apresentado durante evento da Mobile Marketing Association (MMA) realizado em São Paulo apontou que o Mercado Livre ficou em terceiro lugar na avaliação de performance no setor mobile entre todas as marcas brasileiras, atrás apenas de Guaraná Antarctica e Gol Linhas Aéreas. Em termos globais, a lista traz grandes empresas como Facebook, Google e Nike, entre outras.

Para chegar ao resultado final, a pesquisa levou em conta diversos critérios divididos em cinco áreas: navegação e conteúdo, utilidade e usabilidade, facilidade para ser encontrado pelo usuário, layout simples e responsivo e objetividade nas ações sugeridas.

O levantamento foi realizado pela agência digital Ansible e revela ainda que o mobile será o principal investimento dentro da publicidade digital, com cerca de 75% de todo o volume investido até 2020.

“O Mercado Livre investe em mobile desde 2011, pois já previa esta mudança no padrão de consumo. Como líderes do e-commerce na América Latina, temos que estar presentes em todas as plataformas onde o consumidor está. Mais da metade das visitas ao nosso site já são feitas via dispositivos móveis. Desde novembro de 2016, por exemplo, incentivamos o uso do nosso aplicativo disponibilizando navegação grátis para algumas operadoras”, afirma Daniel Aguiar, Head de Marketing do Mercado Livre.

O mercado mundial de publicidade mobile movimentou US$ 108,8 bilhões em 2016, apontou levantamento do eMarketer, e chegará a US$ 247,4 bilhões até 2020. No Brasil, o investimento no mercado mobile em 2016 foi de R$ 4,9 bilhões.

A pesquisa também avaliou o uso do celular pelos países, seguindo os mesmos critérios utilizados para a as empresas. Em primeiro lugar, com 114,2 pontos, ficou a Filipinas. Em segundo, os Estados Unidos, com 108,6 pontos; em terceiro, o Canadá, com 103 e, em quarto lugar, o Brasil, com 102,9 pontos.

Entre os setores econômicos, a pesquisa revelou que o mobile é usado de maneira mais eficiente pelo Varejo (101 pontos), seguido por empresas e governos na área da Educação (95 pontos) e Turismo (93 pontos).

Mais informações sobre o mercado mobile no mundo (dados MDEX)

• 46% dos usuários de celular espera que as páginas no aparelho carreguem com velocidade mais rápida ou igual ao computador desktop

• 87% dos consumidores procuram informações sobre os produtos antes de visitar a loja; 79% enquanto estão na loja; 35% depois que saem da loja

• Dos 3.773 bilhões de usuários ativos da internet, 3.448 são ativos também no celular

• Usuários únicos de celular já correspondem a 66% da população mundial – 4.917 bilhões de pessoas

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Inovações em tecnologias ópticas serão apresentadas e discutidas em evento internacional no CPqD

Promover a troca de conhecimentos científicos e tecnológicos na área de sistemas e componentes ópticos para redes de comunicação de alta velocidade (acima de 100 Gb/s). Esse é o principal objetivo do VI International Workshop on Trends in Optical Technologies – Towards Terabit per Second Optical Networking, evento internacional que acontecerá no CPqD, em Campinas (SP), nos dias 24 e 25 de maio. Organizado pelo próprio CPqD e pela BrPhotonics, o encontro deverá reunir representantes da indústria, de operadoras de telecomunicações, de universidades e instituições de pesquisa e desenvolvimento e, ainda, de órgãos do governo.

A programação do workshop inclui palestras de pesquisadores e de especialistas de renome na área de comunicações ópticas, do Brasil e de países como Estados Unidos, Itália e Finlândia. Entre os conferencistas internacionais já confirmados, destacam-se Aleksandra Boskovic, da Corning norte-americana, que falará sobre O papel das fibras ópticas avançadas nos sistemas ópticos de alta velocidade; Nicolas Fontaine, da divisão de Fotônica Avançada dos Nokia Bell Labs, que abordará o tema Multiplexação por Divisão de Espaço, e Siraj Nour El-Ahmadi, um dos fundadores da fabricante Menara Networks, dos EUA.

Também estão confirmadas palestras de especialistas brasileiros em tecnologias ópticas, tanto da indústria como da comunidade de pesquisa e desenvolvimento. É o caso, por exemplo, de Júlio César Rodrigues de Oliveira, presidente da BrPhotonics, que apresentará a visão da indústria sobre os avanços da fotônica integrada na transmissão óptica.

Todas as palestras do VI International Workshop on Trends in Optical Technologies – Towards terabit per second optical networking serão em inglês. O evento conta com o patrocínio da Keysight Technologies e o apoio do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, do CNPq, da Finep, do FUNTTEL e da FAPESP – Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo.

Mais informações e a programação completa do workshop estão disponíveis no endereço https://www.cpqd.com.br/ciclodeeventos/evento/vi-wton-international-workshop-on-trends-in-optical-technologies – pelo qual os interessados também podem fazer sua inscrição, gratuitamente.

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Avanços tecnológicos estão entre as principais preocupações de CEOs da área de serviços financeiros, aponta PwC

Três em cada quatro CEOs de empresas de serviços financeiros dizem estar preocupados com a velocidade dos avanços tecnológicos e do seu impacto no setor. Além disso, 72% veem a disponibilidade limitada de competências como uma ameaça ao crescimento de uma empresa. Os dados estão no relatório “Ahead of the curve: Confronting the big talent challenges in financial services”, que teve a participação de 487 CEOs da área de serviços financeiros de 71 países. A análise faz parte da 20ª Global CEO Survey, realizada pela PwC. As outras preocupações apontadas no relatório foram: a mudança no comportamento do consumidor (69%) e a competição com novos concorrentes no mercado (59%).

O estudo mostrou que 60% dos CEOs estão repensando as funções dos Recursos Humanos das empresas. Pouco menos da metade (48%) utiliza análise de dados para encontrar, trabalhar no desenvolvimento e manter pessoal contratado. Um número ainda baixo, considerando que mais de 70% dos líderes de indústria da área acreditam que o modo como fazem a gestão da informação vai diferenciá-los das demais empresas.

Outro dado que se destaca é que cerca de 90% dos CEOs percebem a importância de uma proposta corporativa forte que reflita os valores, cultura e comportamento intrínsecos à própria empresa. “Os consumidores vão naturalmente gravitar para fornecedores de serviços financeiros que eles confiam para que façam o que é correto para eles e para a sociedade como um todo. Por sua vez, as pessoas querem trabalhar para organizações que inspiram confiança e a alinham com seus valores”, explica Álvaro Taiar, sócio da PwC Brasil e líder de Serviços Financeiros.

Cerca de 40% dos CEOs do setor estão considerando o impacto do uso da inteligência artificial para suas necessidades futuras, e 49% estão explorando os benefícios de profissionais e máquinas trabalharem juntos. No entanto, apenas 20% aplicam a lógica em patamar mais amplo e 63% adicionaram treinamento digital em suas plataformas de aprendizagem.

Confira outros indicativos da pesquisa:

– 19% dos CEOs de serviços financeiros acreditam que a tecnologia mudou completamente a competitividade no setor nos últimos cinco anos e 44% veem um impacto significativo nisso;

– 31% buscam aumentar tanto o lucro quanto o crescimento das empresas em parcerias com empreendedores e startups;

– 70% dos CEOs de serviços financeiros acreditam que é mais difícil ganhar e manter a confiança dos consumidores conquistada em um mundo globalizado;

– A falta de confiança como ameaça aos negócios aumentou em relação à pesquisa do ano passado. Na edição de 2016, a falta de confiança era apontada por 60% dos entrevistados. Na edição atual, para 66%.

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Gartner anuncia as principais prioridades em Data Center e Infraestrutura & Operações para o Brasil em 2017

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, aponta que os orçamentos de TI reduzidos trarão novos desafios para os CIOs da América Latina em 2017. A Pesquisa anual de CIOs do Gartner mostra que a média de aumento nos investimentos em TI na região será de 1,7% entre 2016 e 2017. No entanto, a América Latina apresenta dois diferentes cenários para os orçamentos de Tecnologia da Informação. Os CIOs brasileiros esperam uma queda média de 1% (comparado ao aumento de 2,4% no último ano), enquanto o restante da região prevê um aumento de cerca de 4,5% em comparação aos 3,5% em 2016.

No Brasil, a primeira prioridade dos CIOs nos últimos dois anos tem sido Infraestrutura e Data Center. Em 2017, a turbulência na economia brasileira está guiando os líderes a direcionar a TI para encontrar novas formas de otimizar custos. Os líderes de TI classificaram “otimização de custos” como principal desafio para esse ano. Os analistas do Gartner apresentaram essas informações durante a Conferência Gartner Infraestrutura de TI, Operações e Data Center, realizada em São Paulo nos dias 25 e 26 de abril.

“Em 2017, devido às incertezas econômicas e políticas, os CIOs latino-americanos precisarão agir com rapidez e ser ainda mais criativos e inovadores do que o restante do mundo. Os CIOs do Brasil, em particular, devem focar nas oportunidades de otimização de custos do negócio como um todo, com o objetivo de disponibilizar fundos adicionais, não apenas para a área de TI, mas para toda a empresa”, explica Henrique Cecci, Diretor de Pesquisas do Gartner e Chairman da Conferência.

Ao mesmo tempo, os negócios digitais estão expandindo como uma abordagem poderosa e multiface para transformar e crescer. Com a missão de buscar dois objetivos aparentemente opostos (redução de custos e crescimento), os líderes de TI estão bem posicionados para basear as decisões financeiras em avaliações extensas, enquanto se comprometem com uma transformação em longo prazo.
O Gartner identificou duas estratégias para otimizar os custos de Infraestrutura e Operações (I&O) que são eficazes no Brasil: benchmarks de gastos gerais e estratégia de modernização do Data Center.

Tipicamente, os líderes de I&O de sucesso no Brasil utilizam uma abordagem pragmática para otimização de custos. Eles criam um relatório das métricas gerais de gastos com TI e comparam constantemente com os padrões de indústria publicados (ao menos anualmente, como parte do processo orçamentário de TI) para basear em fatos sua jornada para o futuro.

Os líderes de TI devem focar nas plataformas de I&O cujo custo por unidade seja maior do que o custo médio e utilizar o benchmarking para determinar onde cortar quando se depararem com limitações orçamentárias, ao invés de fazerem arriscadas reduções generalizadas.

Uma estratégia moderna de Data Center não deve considerar apenas os aspectos de infraestrutura, mas sim focar em escolher o serviço correto, no momento correto e do provedor correto, de forma que os serviços importantes de TI e suporte não sejam comprometidos. Todas as opções devem ser consideradas, interna ou externamente, incluindo Nuvem, alocação, acomodação, microcomputação e computação de ponta.

“No Brasil, os serviços em Nuvem têm custos e limitações mais altos quando comparados com implementações similares em países desenvolvidos. Portanto, os líderes de TI no Brasil devem adotar uma estratégia prudente de Data Center que incorpore o melhor dos dois mundos, pelas razões certas e no momento certo”, explica Cecci.

Duas opções de Data Center têm uma expectativa de crescimento significativa no Brasil para os próximos anos. A primeira é a adoção da Nuvem Pública empresarial, uma vez que os novos Data Centers estão sendo construídos para suportar provedores de Nuvem, os custos estão caindo e novos serviços em Cloud estão se tornando mais seguros e confiáveis. Consequentemente, os líderes de I&O devem começar a aumentar a migração de sua carga de trabalho para a Nuvem.

Já a adoção de computação de ponta executa aplicações em tempo real que requerem respostas imediatas no servidor edge mais próximo. O atraso na comunicação é reduzido para poucos milissegundos, em comparação aos milhares de milissegundos anteriores. Ela descarrega parte do processamento intensivo computacional do dispositivo do usuário para servidores edge e torna o processamento de aplicações menos dependente da capacidade dos aparelhos. Assim, é possível rodar aplicações mais rapidamente e melhorar a experiência do cliente.

Cristina Brisola é a nova country manager da HDS Brasil

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Cristina Brisola passa a partir deste mês a ser a nova country manager da Hitachi Data Systems do Brasil, com o desafio de triplicar as operações da empresa nos próximos três anos e alinhá-la ao novo posicionamento global da corporação.

Há mais de 23 anos na área de TI, sendo 15 na área comercial, Cristina possui uma ampla experiência no desenvolvimento de equipes de alta performance para o posicionamento de soluções integradas. A executiva possui vasto conhecimento em tecnologias convergentes, gestão de data center, cloud computing, aplicações SAP, BI, entre outros. Seus mais recentes projetos profissionais englobam a diretoria executiva no Brasil da empresa argentina Globant e a liderança comercial da integradora latino-americana Sonda, onde atuou como vice-presidente comercial. Todo esse expertise será essencial para liderar a empresa dentro deste novo contexto.

“Hoje a HDS é reconhecida mundialmente por suas inovações no segmento de storage, mas seu portfólio vai além, com ofertas para IoT, Cidades Inteligentes, Inovação Social e de Analytics. Para isso, um dos pilares da nossa estratégia de trabalho é antever as necessidades de negócios de nossos clientes através de soluções flexíveis e de alto valor agregado”, explica a executiva.

A empresa entra agora em um novo patamar e tem como objetivo maximizar sua atuação no mercado. “Com a experiência de 106 anos em Tecnologias Operacionais e 57 anos de atuação em TI (Tecnologia da Informação), o grupo Hitachi está preparado para oferecer soluções de IoT. Essa convergência será fundamental para conseguirmos cumprir nosso maior desafio de triplicar a operação no Brasil nos próximos três anos. Temos muito trabalho pela frente, mas possuímos toda a estrutura e know how necessários para vencermos este desafio”, comenta Cristina.

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FEBRABAN demonstra uso da tecnologia Blockchain

A FEBRABAN – Federação Brasileira de Bancos realizou hoje o 1º Blockchain FEBRABAN para apresentar os primeiros resultados dos debates realizados por grupo criado na entidade em agosto no ano passado para estudar a tecnologia, que chama a atenção por seu grande potencial para a criação de serviços financeiros mais eficientes e seguros. Um dos destaques do seminário foi a demonstração de uma prova de conceito, um teste de um produto fictício sem o objetivo de aplicação comercial, no ambiente virtual do setor bancário.

O grupo de trabalho é composto pelos bancos membros da Comissão Executiva de Tecnologia e Automação Bancária (CNAB) da FEBRABAN: Banco do Brasil, Bancoob, Banrisul, Bradesco, BTG Pactual, Caixa, Citibank, Itaú Unibanco, JP Morgan, Safra e Santander. Também participam Banco Central, CIP e B3 (a nova empresa resultante da fusão da BM&FBOVESPA e Cetip).

No blockchain, os registros são encadeados, de forma que cada novo registro dependa do registro anterior. Esses registros são blocos de transações – daí o nome blockchain (cadeia de blocos). Ao mesclar o conceito de um livro-razão, que contém as entradas contábeis de uma empresa com seu caráter descentralizado, o blockchain também passou a ser chamado de distributed ledger (livro-razão distribuído, conhecido pela sigla DLT).

No 1º Blockchain FEBRABAN, o grupo demonstrou o funcionamento de um case de cadastro digital, totalmente fictício e sem fins comerciais, na plataforma Corda, que usa o conceito de DLT. O protótipo teve como base um cadastro fictício para o compartilhamento de dados entre os participantes de uma malha de blockchain. “Nosso objetivo com o grupo é checar se as plataformas funcionam com produtos que não existem no mercado, para termos, no futuro, produtos disruptivos”, afirma Adilson Fernandes da Conceição, coordenador do GT Blockchain FEBRABAN.

No experimento, a instituição que deseja compartilhar o cadastro registra dados em um ambiente distribuído e pode optar em compartilhar a informação com um dos participantes da plataforma, vários deles ou todos. “O protótipo nos mostra que podemos ter um modelo de estrutura de dados diferente do modelo centralizado que existe hoje”, afirma Conceição.

Segundo o coordenador do grupo, existe um potencial grande de uso da tecnologia para a criação de serviços financeiros mais eficientes e seguros, com vantagens como, por exemplo, redução de custos com a eliminação de processos de conciliação de dados, maior transparência para o regulador e redução do tempo de liquidação financeira. Adilson Fernandes da Conceição ressalta, entretanto, que a viabilidade de projetos com essa tecnologia precisa analisar em maior detalhe a combinação de fatores como custo, desempenho, privacidade e questões regulatórias.

O grupo de trabalho Blockchain FEBRABAN realiza agora teste do mesmo projeto, com outra plataforma, a Hyperledger- um projeto colaborativo para a construção de uma plataforma de blockchain de código aberto. A previsão é que o experimento termine na segunda quinzena de maio. A meta do grupo é testar diferentes plataformas permissionadas para analisar o desempenho de cada uma nas experimentações.

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Kekanto lança startup que faz aplicativos de delivery para restaurantes

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Os fundadores do Kekanto sempre tiveram o desejo de ajudar os empreendedores de restaurantes a crescerem com o uso tecnologia. Com a experiência adquirida ao longo de 7 anos no guia Kekanto, eles fundaram o Delivery Direto com o objetivo ajudar restaurantes que fazem delivery a venderem mais e economizarem centralizando os pedidos em um aplicativo próprio de delivery do restaurante.

Com investidores do Vale do Silício, conseguiram entender as tendências do mercado e desenhar este novo produto. “No começo do ano participamos do programa de aceleração do Google no Vale do Silício e descobrimos que o aplicativo próprio já é uma realidade nos EUA e todo restaurante terá seu próprio aplicativo – é apenas uma questão de tempo. A quantidade de downloads de aplicativos próprios de grandes restaurantes supera muito a destes “marketplaces”, tanto porque os clientes acham mais conveniente usá-los, como porque são atraídos por programas de fidelidade e ferramentas de marketing. ” diz Bruno Yoshimura, cofundador da empresa.

Diferentemente dos outros aplicativos, o Delivery Direto não é uma praça de alimentação online, então não cobra altas comissões por pedido, apenas uma taxa fixa mensal que cabe no bolso. “Desta forma conseguimos nos posicionar do jeito que desejamos: ao lado do nosso cliente. Queremos que os restaurantes tenham milhares de pedidos pela plataforma e não vamos ganhar nada a mais por isso. O que teremos é um cliente satisfeito, que é o que importa no final.”, completa.

A expertise com desenvolvimento de aplicativos também teve grande impacto nas funcionalidades lançadas pela nova plataforma de delivery. A equipe do Kekanto recebeu diversos prêmios de melhor aplicativo do ano, seja pela Apple e pelo Google, e este conhecimento só potencializou a capacidade do aplicativo de trazer mais vendas. Uma das ferramentas lançadas é a divulgação automática: ela resgata clientes que não pedem há alguns dias. “Em um clique, o dono de restaurante consegue ativar a divulgação automática por e-mail e por notificação de celular. Hoje ele pode resgatar automaticamente clientes que não pedem há alguns dias e também pode enviar um cupom de presente para quem faz aniversário”, afirma Bruno.

Allan Kajimoto, cofundador e CTO do Delivery Direto, acredita que é apenas o começo do sonho de ajudar donos de restaurantes a fazer mais e melhor com uma tecnologia de ponta. Certamente o mercado de softwares para restaurantes do Brasil ainda tem muito o que aprender com o Vale do Silício, mas o Delivery Direto está pronto para o desafio. “Com uma equipe experiente, acesso ao Vale do Silício e experiência no desenvolvimento de aplicativos para restaurantes, vamos construir a melhor ferramenta de delivery do mundo”, conclui Allan.

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Primeiro centro universitário de tecnologia de SP substitui TCC por criação de startup

A partir deste ano, o primeiro centro universitário de tecnologia de São Paulo, o IBTA, irá propor um novo desafio aos seus formandos de MBA. Ao invés do tradicional trabalho de conclusão de curso (TCC), os alunos vão ter que desenvolver um projeto de novo negócio, no formato de startup.

“O objetivo foi adequar o método educacional aos tempos atuais. Queremos que os alunos sejam introduzidos e integrados às novas tecnologias. Assim eles podem aprender a aplicar suas habilidades empresariais a partir de uma base sólida de conhecimento funcional dos negócios”, afirma o diretor do IBTA, Winston Sonehara.

Para validar a ideia, os estudantes precisam entregar um artigo científico com os objetivos e justificativas do modelo escolhido para criação daquela empresa. Com isso, a intenção do IBTA é moldar os alunos para se adaptarem a realidade do mercado e das novidades tecnológicas de sucesso. No desenvolvimento do projeto, os formandos vão poder contar com toda a infraestrutura do centro universitário, que possui um laboratório de aprendizagem no qual estudantes e professores podem sincronizar teoria e prática, buscando, de forma fácil, soluções inovadoras.

O Centro Universitário IBTA oferece diversas opções de MBA, sempre com foco na área de tecnologia. Para saber mais acesse: www.ibta.edu.br.

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Palo Alto Networks identifica malware para dispositivos de vídeo capaz de apagar dados

Os pesquisadores da Unit 42, unidade de pesquisa da Palo Alto Networks, identificaram um novo malware para IoT chamado Amnesia. O malware é uma variação do botnet Tsunami e mira vulnerabilidades de execução de códigos remotos presentes em dispositivos DRV (gravadores de vídeos digitais) fabricados por cerca de 70 empresas no mundo. Com base nas análises de dados, a vulnerabilidade afeta aproximadamente 227 mil dispositivos no mundo.

A razão pela qual tantos modelos de DVR foram afetados é que as companhias vendendo os aparelhos com marcas diferentes na verdade pegaram o hardware e o firmware da mesma fabricante na China – uma empresa chamada Shenzhen TVT Digital Technology. A figura abaixo mostra os países que estão mais expostos à um ataque devido ao número de dispositivos na região.

Os pesquisadores acreditam que o Amnesia é o primeiro malware de Linux a adotar técnicas de evasão de máquinas virtuais para passar despercebido pelas sandboxes de análises de malware. As técnicas de evasão de máquinas virtuais são geralmente associadas em programas de malware para Microsoft Windows e Google Android, mas o Amnesia tenta detectar se o ambiente Linux em que está rodando é uma máquina virtual baseada em VirtualBox, VMware ou QEMU. Caso o Amnesia detecte a presença de uma máquina virtual, irá tentar limpar diretórios críticos a partir do sistema de arquivos usando o comando Linux “rm –rf” para destruir qualquer evidência que possa ter sido coletada.

Um ataque bem-sucedido resulta no controle total do dispositivo. Os atacantes poderiam aproveitar potencialmente o botnet Amnesia para lançar ataques de negação de serviços (DDoS) amplos, semelhante aos ataques botnet do malware Mirai que ocorreram em 2016. Embora o Amnesia ainda não tenha sido usado para realizar ataques em grande escala, os ataques Mirai mostraram os danos potenciais que os botnets em larga escala baseadas em IoT podem causar.
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Malware Hajime conquista o mundo da Internet das Coisas e já compromete 300 mil dispositivos

O Hajime, que significa ‘início’ em japonês, apresentou seus primeiros sinais de atividade em outubro de 2016. Desde então, tem evoluído, desenvolvendo novas técnicas de propagação. O malware está estabelecendo uma enorme botnet peer-to-peer – um grupo descentralizado de computadores que realiza ataques DDoS ou de spam discretamente.

No entanto, ele não inclui um código ou uma funcionalidade de ataque, somente um módulo de propagação. O Hajime, uma família de malwares avançados e ocultos, usa diversas técnicas – principalmente ataques de força bruta sobre senhas de dispositivos – para infectar os dispositivos e executar vários procedimentos de modo a se esconder da vítima afetada. Assim, o dispositivo torna-se parte de uma botnet.

O Hajime não ataca um tipo de dispositivo exclusivo, mas qualquer dispositivo conectado à Internet. No entanto, os autores do malware focam suas atividades em alguns dispositivos. Ao que se constatou, a maioria dos alvos é formada por gravadores de vídeo digital, seguidos de webcams e roteadores.

Porém, de acordo com os pesquisadores da Kaspersky Lab, o Hajime evita determinadas redes, como as da General Electric, da Hewlett-Packard, do serviço postal dos EUA, do Departamento de Defesa dos EUA e várias redes privadas.

No momento da pesquisa, as infecções vinham principalmente do Vietnã (mais de 20%), de Taiwan (quase 13%) e do Brasil (cerca de 9%).

“A questão mais intrigante sobre o Hajime é sua finalidade. Embora a botnet esteja crescendo cada vez mais, ainda não sabemos qual é seu objetivo. Não conseguimos observar seus rastros em nenhum tipo de ataque ou outra atividade maliciosa. Contudo, recomendamos que os proprietários de dispositivos da IoT alterem suas senhas de maneira a dificultar ataques de força bruta e, se possível, atualizem seu firmware”, declarou Konstantin Zykov, Pesquisador Sênior em Segurança da Kaspersky Lab.

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VTEX é a primeira empresa de cloud commerce da América Latina a entrar no Quadrante Mágico do Gartner

O Gartner Group, renomada empresa de pesquisa e consultoria de tecnologia do mundo, divulgou seu relatório anual, o Quadrante Mágico. No segmento de e-commerce, a VTEX é a primeira empresa da América Latina, entre o seleto grupo que inclui Salesforce, IBM, SAP e ORACLE. Figurar no relatório atesta o crescimento contínuo e global da companhia.

Considerada sinônimo de inovação, a VTEX é uma das principais empresas do mundo a influenciar a indústria no desenvolvimento de altos padrões de tecnologia. Um dos exemplos é o Smartcheckout, funcionalidade patenteada globalmente focada no aumento de conversão, que alia a simplicidade do one-click-buy sem a necessidade de senha. A empresa atribui o sucesso ao seu modelo de cultura ágil, combinada à tecnologia disruptiva de atualização continuada, que permitiu mais de 8.000 upgrades no ano de 2016.

De acordo com Rafael Forte, Country Manager Brasil, ter se desenvolvido em mercados com diversidades possibilitou alcançar a escalabilidade, segurança e flexibilidade que não são encontrados em outra plataforma. Essa jornada permitiu à VTEX expandir para mais de 50 países, competindo com líderes mundiais, como Salesforce, Oracle, IBM e SAP.

Para figurar no Quadrante Mágico do Gartner, que visa fornecer uma análise qualitativa do mercado, sua direção, maturidade e fornecedores, as empresas participaram de um rigoroso processo que avaliou a visão de negócios, a presença global, a carteira de clientes e o índice de satisfação, bem como a parte técnica da plataforma, casos de uso e funcionalidades.

“A presença da VTEX no relatório é o principal indício de que iniciativas em países emergentes têm o mesmo potencial de se tornarem soluções reconhecidas e com a capacidade de competirem em nível global. Ter sido a primeira empresa a figurar no mais importante relatório do mundo, além de grande orgulho, nos mostra que estamos no caminho certo, ajudando nossos clientes a desenvolverem seus canais digitais. Também demonstra nossa capacidade de competir nos principais mercados, esperando maior nível de inovação e time-to-market”, finaliza Forte

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Airbnb – Condomínios proíbem e processam moradores

O site Airbnb disponibiliza imóveis para hospedagem e locações por curtos espaços de tempo, trazendo uma possibilidade de ganhos maiores para os proprietários de imóveis, com maior flexibilidade e preços menores para os hóspedes, que sedem espaço para estas inovações do mercado. O ato que não é visto como algo ilegal, é uma tendência no mercado da economia compartilhada e poderá ser utilizado desde que não infrinja normas do condomínio a ser disponibilizado. “A locação por diária que vem acontecendo por meio de sites representa efetivamente uma concorrência aos apart hotéis, flats e acaba desviando a finalidade do próprio edifício residencial”, explica Rodrigo Karpat, especialista em direito imobiliário e condominial.

Com o Airbnb, você pode se hospedar por uma noite, uma semana ou por cerca de um mês em um condomínio. Presente em mais de 65.000 cidades e 191 países, é visível que o site de hospedagem compartilhada tenha ganhado fama mundial. No Brasil ainda temos pouca regulação referente a operação do site, e é possível que no futuro este tipo de hospedagem seja normatizada e permita a locação nos condomínios, ou seja, exclusiva por meios de hotéis, pousadas, entre outros. Atualmente, o condomínio pode se encaixar nessa possibilidade, porém, precisa ter essa previsão na convenção e demais autorizações previstas pela lei de hospedagem, que não regula locações acima de 90 dias (Art. 24, § 2º, Lei Federal nº 11.771 de 2008). Acima desse período não existe qualquer irregularidade. “A locação por diária traz encargo excessivo e desnecessário a portaria, que fica responsável por liberar chaves, cadastrar veículos, liberar acesso a áreas comuns, atender reclamações, entre outros problemas. Os funcionários acabam se tornando recepcionistas de hotel, não porteiros”, ressalta Rodrigo Karpat.

O advogado comenta situações possíveis de acontecer em certos condomínios, o que mostra a real preocupação que deve acontecer da utilização do site. “Imaginando um morador que decida alugar três quartos vagos em seu apartamento para três casais por dia, sendo um casal em cada quarto. Serão cerca de seis novos hóspedes diferentes todos os dias, e irão utilizar o condomínio. Se o conjunto habitacional tiver 50 apartamentos, serão 300 novas pessoas circulando por dia, além dos moradores. Imagine para cadastrar e controlar este fluxo de pessoas”, analisa uma questão o advogado especialista em direito condominial

A hospedagem não é regulada pela lei de locações, mas sim por leis que tratam da hospedagem no país. A grande maioria dos casos ofertados pelo sistema de diárias em prédios residências não aptos a operar dessa forma, além de perturbarem a vida nos prédios residências, eles desviam a finalidade das edificações que deveria ser estritamente residencial. “Inclusive há um condomínio que já está processando um morador por conta do site, alegando o desvio de finalidade”, afirma Rodrigo Karpat.

Imóveis que passam por divergências com as hospedagens via site, poderiam eliminar os problemas de maneira eficaz, como explica Rodrigo Karpat, “Seria de grande interesse a ambos que o condomínio não proíba a locação por temporada, mas sim, que o próprio prédio regule a relação com os condôminos, estabelecendo limites de pessoas por unidades, advertindo locadores que estão locando com constância a unidade em curtos espaços de tempo. E por fim a emissão de comunicados aos condôminos e a criação de assembleias, que serviria para um melhor entendimento dos próprios moradores, que poderia evitar o problema” conclui o advogado.

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Peixe Urbano adere ao Movimento Compre&Confie para proteger consumidores de fraudes

Idealizado a partir da parceria com lojas dos mais variados setores como varejo online, empresas de telecomunicação, aéreas e financeiras, o Movimento Compre&Confie foi criado para garantir a segurança das compras trazendo vantagens tanto para o consumidor quanto para os lojistas. Este mês, o Peixe Urbano, maior plataforma de ofertas do Brasil, aderiu ao Movimento para aumentar a confiança e oferecer uma ótima experiência a seus consumidores.

“Acreditamos que participar do Movimento Compre&Confie trará mais confiança para quem faz transações na internet, criando uma transparência ainda maior, entre empresa e usuário, no que diz respeito às fraudes no comércio eletrônico. Como player de destaque neste segmento, nada mais coerente do que participar desse movimento e reforçar nossos esforços já existentes hoje na plataforma do Peixe Urbano”, diz Adalberto Da Pieve, CMO do Peixe Urbano.

Com o Compre&Confie, as lojas aumentam a taxa de transações aprovadas, já que o aplicativo barra apenas as compras indicadas como fraudes pelo próprio consumidor. Outra vantagem do app é o menor tempo de resposta de análise antifraude, já que a notificação é imediata. Uma plataforma de benefício mútuo.

“O Movimento Compre&Confie nasceu do objetivo de criar, cada vez mais, transparência no processo da compra e estamos muito felizes com a parceria do Peixe Urbano nessa empreitada”, afirma Pedro Chiamulera, idealizador da iniciativa e CEO da ClearSale. “Com a união das empresas e o movimento em prol da segurança, estamos caminhando juntos para um mercado mais confiável”, conclui Chiamulera.

O executivo ressalta ainda que, fazendo parte do Movimento, as empresas reforçam sua imagem de segurança por meio do selo do Movimento Compre&Confie em seus sites.

Desde o lançamento do aplicativo, já foram realizados 15 mil downloads e 100% das fraudes confirmadas foram evitadas pelo usuário por meio do Compre&Confie.

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Política, crise e TI: perspectivas para o segundo semestre – Por Eduardo Borba

A situação macroeconômica, que começou a se agravar em 2014 e atingiu seu ápice em 2016 com inflação, desemprego, aumento da taxa de juros e crise fiscal, mostra os primeiros sinais de melhora e, ao que tudo indica, a economia volta a se fortalecer. O pior já passou, mas também impeliu para um modelo de atuação para a sociedade.

A crise chegou por conta da insuficiência do governo, que não fez sua parte. O efeito foi duro, mas talvez positivo. A Lava-Jato, por exemplo, resultou na mudança de comportamento das empresas, transformando o modelo de se fazer negócio para operações mais transparentes, sem perder o foco na especialidade daquilo que se oferece. As empresas estão aprendendo a nova regra do jogo.

A falta de previsibilidade da crise segurou os projetos e o mercado aprendeu a conviver com esse paradigma, mas agora o que vemos é o governo lançando medidas para conter os gastos, como a PEC 241, a terceirização, a reforma do INSS, entre outras iniciativas, que devem incentivar a retomada da economia.

Os primeiros sinais rumo à prosperidade já são visíveis. A Moody’s, agência internacional de risco, alterou a perspectiva do ratings dos títulos da dívida do Brasil de negativa para estável. A justificativa da agência é que os riscos de deterioração refletidos na perspectiva negativa estão diminuindo e as condições macroeconômicas se estabilizando. Enquanto a economia apresenta sinais de recuperação, a inflação declina e o cenário fiscal está mais claro.

Os investimentos serão mais cautelosos por conta do contexto que estamos vivendo e ainda vemos uma certa inércia das empresas. Os gestores sabem da necessidade de iniciar novos projetos em áreas como a de Tecnologia da Informação, por exemplo, porém, atualmente, qualquer investimento terá peso para a operação. Fazer uma manobra é algo custoso, tanto em relação ao aporte financeiro quanto em relação às consequências do legado que já existe e que um dia consumiu outros investimentos. Essa situação está freando o apetite dos investimentos.

Porém, ainda há uma luz neste túnel. Alguns setores nos mostram sinais de movimentação. O setor financeiro deve ser o primeiro a prosperar, pois ele se move à medida em que a economia começa a aquecer, haja vista que para se investir é preciso emprestar dinheiro das instituições financeiras. O segundo é o varejo, pois a população começa a consumir mais. E, por fim, a indústria, que passa a atender a demanda da ponta e, consequentemente, começará a desengavetar projetos congelados. E a partir dai a roda começa a girar novamente.

Depois da pior recessão da história, estamos começando a prosperar, mesmo que paulatinamente. Em TI, vemos um mercado preocupado com os investimentos já feitos para o legado atual, que não poderá ser desperdiçado. Para o segundo semestre de 2017, os investimentos serão pequenos e isso abrirá brechas para projetos pontuais. Com isso, a área de tecnologia, começará a atender pontos específicos por meio de investimentos fracionados.

Para 2018, uma nova onda deve surgir com o aumento de volume nos contratos por conta da demanda da terceirização dos processos. As empresas estão entendendo que ao invés de investir em projetos, é melhor terceirizá-los. O Blackbook da IDC confirma que o Brasil terá uma maior demanda de terceirização de infraestrutura se comparado com a demanda de terceirização de serviços. Isso porque estamos carentes de infra para evoluir para novos serviços.

A recuperação econômica do Brasil já está em andamento. Ainda que devagar o momento é de estabilização e para aproveitar o início deste crescimento a chave é a adaptação ao cenário. Todas as empresas, nesta retomada, precisarão de investimento e de conhecimento para evoluir, porém, fazer isso dentro de casa é lento e caro. Otimizando a infraestrutura das empresas poderemos acelerar seus negócios. Além disso, não dá para as empresas ficarem experimentando novos projetos. O momento é de assertividade para conter riscos, investindo de forma fracionada.

Eduardo Borba, presidente da SONDA, maior companhia latino-americana de soluções e serviços de tecnologia.

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Pernambucanas anuncia aplicativo para venda online

A partir de 27 de abril, a Pernambucanas lança seu novo aplicativo para celulares e tablets. A ferramenta, gratuita e disponível para iOS e Android, apresenta diversas funções para ampliar a comunicação com seu cliente, além de facilidades e benefícios exclusivos.

A principal novidade do aplicativo é a possibilidade de compras online. Produtos de moda e casa, peças infantis e coleções especiais estarão disponíveis, à distância de um clique. As operações poderão ser realizadas no Cartão Pernambucanas e demais cartões de crédito, com entrega para todo o Brasil.

Outras funções do aplicativo incluem cupons de desconto exclusivos, para serem usados no próprio aplicativo ou lojas físicas; localizador de lojas; e central de solicitação do Cartão Pernambucanas; mural com convites para eventos, alertas de novidades das coleções e ofertas personalizadas; agenda pessoal, onde o cliente pode anotar compromissos diários; e conteúdo especial, que dá acesso aos catálogos e filmes de novas coleções em primeira-mão.

O aplicativo será apresentado junto da campanha de Dia das Mães, no dia 27 de abril. E, para celebrar a ocasião, a Pernambucanas oferece uma promoção especial: o cliente que fizer uma compra na Loja Pernambucanas física e se cadastrar no aplicativo no período da Campanha de dia das Mães (27/4 a 15/5), ganhará um desconto especial para ser utilizado durante a Campanha de Namorados (25/5 a 12/6).

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T2 Software lança plataforma de Internet industrial

A T2 Software anuncia o lançamento de sua plataforma de Internet industrial chamada Neosensor. A novidade traz uma nova realidade ao setor industrial e acelera a adoção de novas tecnologias como Big Data e Inteligência Artificial com foco no aumento de produtividade. O principal atrativo é que a T2 Software oferece todo o processo em forma de serviço, desde o hardware até o software, diminuindo o investimento e agilizando a implementação.

Para o diretor da T2 Software, Rodrigo Klein, o Neosensor está totalmente alinhado no conceito da Indústria 4.0, que sugere fábricas cada vez mais inteligentes e que geram informações em tempo real para os tomadores de decisão. “Com a aplicação do IoT (Internet das Coisas) na concepção do Neosensor, temos uma nova dimensão na relação entre o que acontece no chão de fábrica e quem precisa tomar decisões. Com o Neosensor é possível ter informações em tempo real, agilizando a tomada de decisão e melhorando os processos. É literalmente a “fábrica falando” com os gestores sobre o estado dos seus processos e equipamentos”, explica o executivo.

Quando Klein usa a expressão “fábrica falando”, ele leva em consideração a velocidade com que os dados são processados e informados aos gestores. Se o sistema perceber uma mudança de comportamento em determinado conjunto de dados recebidos, como por exemplo uma sequência de paradas na linha de produção ou aumento de temperatura de um equipamento ou de uma área, o gestor passa a receber alertas informando os problemas e de que é preciso fazer ajustes, manutenções ou até mesmo troca de equipamentos. “E todo esse monitoramento é feito minuto a minuto, dando um panorama “realtime” da produção”, reforça Klein.

Implantação — A implantação também é outro ponto que chama atenção. Todo o sistema pode ser instalado em poucos dias. “Os equipamentos são todos sem fio e interligados via Rádio Frequência. Não é necessário investir em obras civis para passagem de cabos e, em muitos casos, nem é preciso se utilizar da infraestrutura de TI da empresa, pois o equipamento já coleta e transmite a informação para a nuvem por WIFI ou Rede GPRS. Essa informação poderá ser acessada por qualquer tipo de dispositivo”, explica Klein.

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Samsung apresenta Business TV para PMEs

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Com o objetivo de diversificar o portfólio oferecido para atender pequenas e médias empresas, a Samsung apresenta ao mercado nacional a Business TV, solução criada especialmente para atender as necessidades desse segmento, e que estará disponível para compra a partir do dia 28 de abril, na versão de 40 polegadas, por meio dos parceiros participantes no site www.samsung.com.br/BusinessTV.

Desenvolvido com o melhor custo benefício do mercado, o produto se diferencia ao oferecer entretenimento aos clientes, com a exibição da programação das emissoras de TV, e garantir também a divulgação de promoções estratégicas, assim como novos produtos e serviços, de maneira simples e online por meio dos parceiros provedores de conteúdo.

A Business TV está posicionada em um mercado entre as televisões convencionais e o monitor profissional, e pode ser usada, por exemplo, em um bar como TV para exibição de jogos de futebol e, ao mesmo tempo, apresentar promoções específicas, criadas de acordo com a necessidade do empresário. Dessa forma, é possível executar promoções de forma rápida e online ou estimular a venda de um produto específico sem deixar de entreter o cliente enquanto a programação é exibida.

A Business TV permite que as pequenas e médias empresas tenham uma comunicação ágil e com a gestão completa do conteúdo exibido. “Tudo isso por um custo muito mais acessível do que as soluções profissionais existentes no mercado, favorecendo os empresários que querem deixar seu negócio mais atrativo e moderno”, diz João Hiroshi, Gerente Sênior da divisão de Monitores da Samsung Brasil.

Como usar a Business TV?

A novidade é muito simples de usar: basta que o empresário acesse o aplicativo “Business TV” da Samsung instalado no próprio aparelho e tenha uma conexão Wi-Fi. Ao entrar, ele encontrará duas opções de comunicação disponíveis para escolher. Basta selecionar a opção de acordo com sua necessidade, e começar a desfrutar dos benefícios do produto.

Caso o local não possua internet, é possível carregar o conteúdo em um pen drive com as imagens e banners que deseja utilizar e fazer a comunicação junto aos clientes. O app Business TV conta com três modos de exibição: Somente TV (programação normal da TV), Somente sinalização digital e TV + sinalização digital.

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