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everis debate a Internet das Coisas na Futurecom 2016

Além de marcar presença na Futurecom 2016, que acontece de hoje (17) a quinta-feira (20/10), no estande do Grupo NTT, a everis, multinacional de consultoria que oferece soluções de estratégia e de negócios, do grupo NTT DATA, também participa de importantes painéis de discussão ao longo do evento.

Nesta segunda (17/10), às 11h30, Juantxo Guibelalde Folch, sócio da empresa, será um dos debatedores do painel que abordará um dos mais promissores mercados na área da tecnologia: a Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês). De acordo com Folch, as aplicações baseadas em IoT vão gerar muitas oportunidades, além de transformar diferentes setores em todo o mundo.

Estima-se que o mercado global de IoT alcance a cifra de US$ 1,7 trilhão em 2020. No Brasil, esse cenário não é diferente. A previsão, para esse mesmo período, é que a área movimente US$ 7 bilhões, quando o número de equipamentos ou wearables conectados deverá atingir a marca de 400 milhões no País.

Intitulado “IoT: Impacto nas Redes e Estratégias de Monetização”, o painel durante a Futurecom abordará estratégias de tecnologia, investimentos, operação e gestão necessários para que a infraestrutura de rede consiga suportar com qualidade o alto crescimento de dispositivos conectados e para que haja novas alternativas para a rentabilização dos serviços.

O sócio da everis explica que os usos e aplicações da IoT são os mais diversos e, neste momento, no Brasil, representa a próxima evolução da Internet, com potencial de impactar significativamente e positivamente diferentes indústrias. Entre os exemplos estão os mercados de seguros, com inovações que envolvem a utilização de robôs, wearables, drones, carros e casas inteligentes; finanças, por meio do monitoramento de produtos, serviços financeiros e de clientes; de manufatura, em que sensores, dispositivos e máquinas cada vez mais se conectarão à Internet, transformando dados desorganizados em insights de negócios; e, ainda, na evolução dos serviços de estrutura das cidades, proporcionando mais segurança e qualidade de vida às pessoas.

No entanto, o Brasil possui grandes desafios para alavancar definitivamente a área de IoT. Entre eles está a qualidade das redes, uma infraestrutura desafiadora e com alto custo de implantação e manutenção. “Com dimensões continentais, o País ainda apresenta grandes desafios relacionados à cobertura e se vê diante da crescente necessidade de redes de acesso que suporte todo esse novo ecossistema de IoT. Atualmente, o Brasil conta com 168 milhões de smartphones em uso. Nos próximos dois anos, estima-se que serão 236 milhões. E os smartphones representam somente uma parte uma parte deste ecossistema. Diante desse contexto e em função das necessidades de consumo e volume de dados, amplitude da cobertura e distâncias territoriais, é preciso fazer uso de distintas tecnologias combinadas como GSM, 3G, 4G, RF, até hoje limitadas e que precisam ser estabelecidas nas cidades e nos campos brasileiros”, afirma Folch.

A everis estabeleceu uma linha estratégica de negócios, chamada everis_IoT, que agrega toda a sua oferta smart e aborda diferentes campos da Internet das Coisas, como Digital Life, Utilities, Logística, Indústria 4.0 e Smarticities. Para isso, conta com uma equipe qualificada e especializada em IoT/M2M para atuar no desenvolvimento de soluções, além de um ecossistema de mais de 30 parceiros tecnológicos para hardwares e soluções baseado na filosofia open-innovation, somando mais de 681 mil dispositivos conectados.

Folck é engenheiro de telecomunicações, graduado em administração e negócios. Sua carreira de mais de 20 anos tem sido intimamente ligada ao mundo das telecomunicações. Entre 2003 e 2007, mudou-se para o Brasil para ser o CEO da everis no País. De 2014 a 2015, também foi vice-presidente da Associação Espanhola de Empresas de Eletrônica, Tecnologia da Informação, Telecomunicações e Conteúdo Digital (AMETIC). Atualmente, é sócio da everis_ IoT.

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App do Banco24Horas lança nova funcionalidade

O Banco24Horas acaba de lançar uma nova funcionalidade em seu app móvel para facilitar o dia a dia dos clientes. Agora, o aplicativo tem um novo botão que permite consultar as transações de cada banco disponíveis nos caixas eletrônicos da Rede Banco24Horas.

Ao clicar no botão Serviços Disponíveis, o cliente acessa a lista dos bancos atendidos pela Rede Banco24Horas, seleciona o seu e confere os serviços à disposição nos caixas.

O aplicativo Busca Banco24Horas mostra os caixas eletrônicos disponíveis para uso em tempo real com o horário de funcionamento dos estabelecimentos onde estão instalados. Ele é gratuito e está disponível para smartphones e tablets com sistemas Android, iOS e Windows Phone. A consulta no dispositivo móvel é realizada por meio da tecnologia 3G, que indica o ponto exato do terminal mais perto, traçando a rota até o ponto selecionado, poupando tempo e gastos extras com eventuais deslocamentos desnecessários.

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FGV/EAESP realiza 9ª edição do Congresso Latino-Americano de Varejo

O Centro de Excelência em Varejo (GVCEV) da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas realizará, entre os dias 20 e 21 de outubro, a 9ª edição do Congresso Latino-Americano de Varejo (CLAV).

A abertura será feita pelo professor da York University, Russel Belk. Durante o evento haverá um debate sobre economia compartilhada com o presidente do Mercado Livre, Helisson Lemos; o gerente geral do Uber, Guilherme Telles e o presidente da Airbnb, Leonardo Tristão. A moderação ficará por conta do professor da FGV/EAESP, Samy Dana.

O encerramento contará com a presença do vice-presidente da Google Inc. e diretor geral da Google Brasil, Fábio Coelho. Confira a programação completa no site: http://clav2016.fgv.br

Data: 20 e 21 de outubro de 2016

Horário: a partir das 8h30

Local: FGV – Rua Itapeva, 432 – auditório

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RFS apresenta novas soluções de conectividade na Futurecom 2016

A RFS – Radio Frequency Systems, especialista global de infraestrutura de comunicação wireless e broadcast, participa novamente da Futurecom, que acontecerá de 17 e 20 de outubro, em São Paulo. A empresa, que está completando 40 anos de atividade no país, apresenta durante o evento inovadoras soluções para o mercado de telecomunicações da América Latina, com destaque para a solução Smart Pole, Antenas AllClearTM, Jumpers FACTORY-FIT 4.3-10 e soluções HYBRIFLEXTM para small cells.

No congresso, que acontece paralelamente à exposição, Abhijit Karandikar, diretor de estratégias de tecnologia na RFS, faz a palestra “Enfrentando os desafios à medida que as redes evoluem para o 5G”, no dia 19 de outubro (quarta-feira), das 14h40 às 15h10, no Auditório Chile.

O Smart Pole, que estará em demonstração no estande da RFS (E48), é uma plataforma modular urbana que permite a implementação de small cell e combina cobertura wireless, iluminação e sensores inteligentes e energia sustentável. Atendendo ao conceito de cidades inteligentes, o Smart Pole fornece monitoramento, carregamento de veículos elétricos e outros serviços, tais como aplicações de e-commerce.

“O Smart Pole é um sistema totalmente integrado. Na Futurecom 2016 não iremos apresentar somente os produtos conhecidos de nosso portfólio, mas também o que planejamos para o futuro, considerando a evolução de 5G e Internet das Coisas”, diz Marcos Wrobel, vice-presidente de Vendas para América Latina.

Outros produtos em exposição no estande são as antenas transparentes de banda larga e ultra banda larga indoor/outdoor com baixo impacto visual da linha AllClearTM, que reduzem drasticamente o impacto visual no meio ambiente, se misturando com o entorno; a nova geração de Jumpers FACTORY-FIT 4.3-10 com sistema de conectores 4.3-10 e design compacto e as soluções HYBRIFLEXTM para small cells

Congresso
No dia 19 de outubro, das 14h40 às 15h10, no Auditório Chile, Abhijit Karandikar, diretor de estratégias de tecnologia na RFS, apresentará o tema “Enfrentando os desafios à medida que as redes evoluem para o 5G”. O executivo falará sobre os novos desafios do 5G à medida que o tempo passa e se faz necessário atender às crescentes necessidades de capacidade e aplicativos. Esta discussão mostrará algumas ideias de como enfrentar os desafios das redes que evoluem para o 5G.

A experiência de Abhijit Karandikar engloba mais de 16 anos na indústria de telecomunicações em diversos cargos, tais como gerência de produto e desenvolvimento de negócios e engenharia de sistemas na Superconductor Technologies e RFS. Anteriormente, trabalhou no setor de energia alternativa, desenvolvendo motores de calor e aparelhos de resfriamento criogênico.

Futurecom 2016
17 a 20 de outubro
Transamérica Expo – São Paulo
Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues – São Paulo
RFS – estande E48

PALESTRA
19 de outubro
das 14h40 às 15h10
Auditório Chile
“Enfrentando os desafios à medida que as redes evoluem para o 5G”
Abhijit Karandikar, diretor de estratégias de tecnologia na RFS

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Kaspersky Lab unifica divisão de negócios da América Latina em uma região autônoma

unnamed-63 A Kaspersky Lab anunciou a consolidação de sua divisão latino-americana, que antes compreendia o Brasil e a região estratégica da América Latina, em uma unidade de negócios autônoma, tornando-se a sétima região comercial da empresa, junto com a APAC, Europa, América do Norte, Japão, META (Oriente Médio, Turquia e África) e Rússia/STAN. A nova estrutura reconhece a grande contribuição da América Latina para os resultados da Kaspersky Lab, assim como seu potencial de crescimento, garantindo à região uma oportunidade de se desenvolver com maior autonomia. Com essa mudança, a divisão recém-formada será capaz de estabelecer uma estrutura corporativa e implementar estratégias para beneficiar seus clientes, parceiros e canais de acordo com as necessidades locais e culturais.

Claudio Martinelli, diretor-executivo do Brasil, foi nomeado diretor-executivo da América Latina. Ele continuará gerenciando a empresa no Brasil até que seja nomeado um sucessor. Daniel Molina permanece como diretor-executivo da região estratégica da América Latina, subordinado a Martinelli. Claudio se reportará diretamente a Alexander Moiseev, diretor global de vendas da Kaspersky Lab.

“Como uma empresa global, a Kaspersky Lab sabe que para um negócio ser bem-sucedido, é necessário considerar as complexidades culturais envolvidas. A promoção da América Latina para uma região autônoma confirma essa crença e nos dá flexibilidade para explorar nossos recursos culturais, não só em benefício da região, mas da empresa como um todo”, afirmou Martinelli, diretor-executivo da Kaspersky Lab na América Latina.

De acordo com o indicador Endpoint Tracker de 2016 da IDC (resultados de 2015), a Kaspersky Lab tem uma participação de 21% no mercado latino-americano. Resultado expressivo, tendo em vista que, segundo a IDC, o mercado de endpoints na América Latina diminuiu 4% em 2015, se comparado com 2014. Mesmo com a instabilidade da economia, o crescimento da empresa na região foi de quase 5%.

“Nossos negócios na América Latina estão crescendo de forma ritmada. Na verdade, as vendas geradas na região em 2015 representam 7% de nossa receita global. Isso, em conjunto com os resultados trimestrais sólidos e com o potencial de mercado existente, deixou claro que nossa empresa na América Latina tinha capacidade e precisava caminhar por conta própria para alcançar um novo nível de crescimento. Tenho certeza de que essa nova estrutura ajudará Claudio e sua equipe a dirigir os negócios da Kaspersky Lab na região de maneira mais eficiente e assegurar um gerenciamento estratégico e operacional melhor em nível local”, declarou Alexander Moiseev, diretor global de vendas da Kaspersky Lab.

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TMF Group inicia operações de corporate trust no Brasil

A TMF Group, fornecedora líder global de serviços de negócios de alto valor para os clientes que operam e investem internacionalmente, acaba de anunciar que vai assumir as operações de corporate trust do Deutsche Bank no Brasil. A companhia vem expandindo sua participação na área de Trust and Corporate Services na América Latina, incluindo financiamentos estruturados e serviços de mercado de capitais, como parte de sua estratégia de linha de serviços globais e planos de crescimento a longo prazo.

O grupo já oferece serviços corporativos e de trust em países vizinhos como Argentina, Uruguai, Chile, Peru e México. Além disso, a empresa com sede em Londres oferece uma gama de serviços corporativos globais, como de contabilidade e impostos, RH, folha de pagamento e secretariado corporativo.

“Essa transferência vai aumentar a capacidade da TMF Group Brasil de participar da recuperação econômica do país, posicionando a empresa como uma parte independente e de confiança em transações financeiras como empréstimos, fusões e aquisições, reestruturação de dívidas, financiamento de projetos e outras atividades sensíveis que exigem conhecimento, controle e compliance”, afirma Raimundo Diaz, diretor para as Américas da TMF Group.

Sob os termos da transferência e após o cumprimento de determinadas condições, as contas de corporate trust atualmente administradas pela unidade brasileira do Deutsche Bank vão passar a ser administradas pela TMF Group.

Os funcionários da equipe de corporate trust do Deutsche Bank vão se juntar ao time da TMF Group, permitindo que os clientes atuais recebam toda assistência que precisam pela mesma equipe de profissionais e com o mesmo nível de qualidade e compromisso.

A TMF Group Brasil, que adquiriu a divisão brasileira de outsourcing da PwC em março de 2015, apresentou crescimento acentuado nos últimos anos. A empresa conta com mais de 700 funcionários no país, que apoiam empresas de todos os tamanhos, tanto locais como internacionais.

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Fórum de Compliance da Rio Oil & Gas debaterá governança e as melhores práticas em integridade corporativa

No dia 27 de outubro, o Fórum de Compliance reunirá especialistas e executivos para debater a importância do alinhamento da indústria de óleo e gás às regras e leis anticorrupção no Brasil e no mundo. O Fórum faz parte da programação de eventos paralelos da Rio Oil & Gas, maior evento do setor da América Latina, e que ocorrerá de 24 a 27 de outubro, no Riocentro, Rio de Janeiro.

O Fórum de Compliance será realizado no último dia da Rio Oil & Gas, das 14h15 às 18h30. Na ocasião, especialistas da área vão discutir as questões mais atuais relacionadas à integridade corporativa. Os modelos de certificações de compliance, o papel do compliance officer, análise de risco, Due Diligence de Integridade, e qual é o papel do Estado no impulso de práticas corporativas de combate à corrupção são alguns dos temas que serão abordados. Estarão em pauta ainda a Lei Anticorrupção, as regras de integridade, além de medidas de proteção às empresas, diante da preocupação crescente com as boas práticas.

Os públicos-alvo do evento são gestores de empresas do setor de Óleo e Gás, representantes de seguradoras, auditores, consultorias, além de integrantes de agências certificadoras e reguladoras e de escritórios de advocacia.

“Compliance é um assunto de grande importância para indústria no mundo e que ganhou grande importância no Brasil nos últimos tempos, em especial devido às consequências da Operação Lava-Jato. É necessário discutir as boas práticas e medidas de proteção a serem adotadas a partir de agora”, afirma o gerente Jurídico do IBP, Mauricio Bove, responsável pela organização do Fórum.

FÓRUM DE COMPLIANCE – RIO OIL & GAS

Quando: 27 de outubro

Horário: de 14h às 18h

Local: Riocentro – Pavilhão 3

Entrada gratuita

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NEC mostra tecnologias que conectam os mundos real e cibernéticos durante o Futurecom 2016

Entre os destaques que a NEC, líder global no desenvolvimento de tecnologias de ponta, apresenta durante o Futurecom 2016 (de 17 a 20 de outubro, no Transamérica Expo/SP), estão as tecnologias que impulsionarão as grandes mudanças sociais, por meio da conexão entre os mundos real e cibernético, a exemplo da biometria digital, inteligência artificial, reconhecimento facial, internet das coisas e Big Data. Na oportunidade, a empresa expõe também, em seu estande, localizado na posição 32 do corredor C, soluções inovadoras para os setores de Segurança, Telecom e Varejo.

De acordo com Daniel Mirabile, presidente da NEC no Brasil, a companhia tem como missão potencializar o poder de inovação da TIC (Tecnologia da Informação e Comunicação), a fim de solucionar várias questões sociais, que melhoram a estrutura da sociedade como um todo. “A internet das coisas, por exemplo, deve criar uma ligação mais intensa entre o real e o virtual. Quanto mais as coisas se conectarem e os dados forem analisados, maior será a possibilidade de ajudar a sociedade. A inteligência artificial aperfeiçoada auxiliará a inteligência humana, permitindo que dados ocultos sejam agregados e verificados”, afirma.

Uma das novidades que a NEC traz diretamente do laboratório da empresa no Japão é o ARm Keypad, composto por um teclado virtual e óculos vestíveis, utilizados com a tecnologia de realidade aumentada para transformar o antebraço do indivíduo em uma interface que se conecta com o computador. “Temos trazido muitas soluções do Japão, que têm sido utilizadas na sociedade. Esta inovação vem para estimular o mercado para as diversas possibilidades que a tecnologia pode oferecer, a fim de facilitar ainda mais o cotidiano das pessoas”, complementa Mirabile.

As soluções de biometria digital da NEC são reconhecidas mundialmente como as mais precisas do mercado e podem ser usadas para identificação da face, impressões digitais, entre outras. O público do Futurecom terá a oportunidade de conferir de perto a demonstração do sistema de reconhecimento facial desenvolvido pela empresa em diversas aplicações reais. Essas tecnologias da NEC são utilizadas com êxito, tanto em nível local quanto internacional, em diversos segmentos, como ocorre com os projetos de segurança pública e de sistemas de prevenção a fraudes no varejo. A chegada da Arcon, um dos principais players brasileiros no segmento de segurança cibernética, ao Grupo NEC também fortalece a oferta da companhia nesta área da TI.

Com foco no setor de Telecomunicações, a NEC apresenta soluções que visam otimizar as redes das operadoras, como é o caso do NFV (Network Function Virtualization ou Virtualização de Funções de Rede). Um dos destaques neste contexto é a tecnologia de vCPE (Virtualized Customer Premisses Equipment). “Ao otimizar suas redes, as operadoras conseguem criar novas funcionalidades e utilizar seus investimentos de forma mais eficiente, além de reduzir drasticamente o custo nas operações. Esta solução já está em processo avançado de testes na operadora VIVO, no Brasil”, continua o presidente da NEC no Brasil.

Para o Varejo, setor para o qual a empresa disponibiliza cada vez mais inovações que se convertem em incremento real para o negócio do cliente, a NEC tem ofertas que se estendem desde o Enterprise SDN, que permite que as redes sejam controladas dinamicamente, tornando-as um sistema de TIC flexível, até as soluções mais avançadas de frente de caixa (PDV – Ponto de Venda), as quais buscam garantir a melhor experiência e eficácia durante o processo de compra na loja. Outra inovação da NEC, que já é realidade no Japão, e que os visitantes poderão apreciar em primeira mão durante o evento, é a solução de pagamento por reconhecimento facial. “Hoje em dia, os bancos no Brasil utilizam biometria para acesso aos caixas eletrônicos. Mas, a tecnologia de reconhecimento facial, inclusive, para realizar pagamentos já é uma realidade, proporcionando facilidade e segurança”, finaliza Mirabile.

Participação da NEC no Congresso

– Painel: Impactos nas redes e estratégias de monetização

Executivo NEC: Roberto Murakami, diretor de soluções para operadoras da NEC no Brasil
Coordenador: Eduardo Levy, da SindiTelebrasil e Telco Nation Union
Data: 17 de outubro, segunda-feira
Horário: das 11h30 às 12h40
Local: Auditório Brasil

– Painel: Segurança nas comunicações & gerenciamento de riscos nos negócios

Executivo NEC: Rogério Reis, diretor de operações da Arcon, empresa que pertence à NEC Latin America
Coordenador: Ari Lopes, da Ovum
Data: 18 de outubro, terça-feira
Horário: das 10h50 às 12h
Local: Auditório Colômbia

– Painel: IoT: Revolucionando o estilo de vida dos cidadãos e impulsionando os negócios

Executivo NEC: Daniel Mirabile, presidente da NEC no Brasil
Coordenadora: Critiane Pelajo, da TV Globo
Data: 18 de outubro, terça-feira
Horário: das 11h20 às 12h40
Local: Auditório Brasil

– Painel: Economia Digital 2025: Tendências na Comunicação e Informação de Negócios Globais

Executivo NEC: Shinya Kukita, Diretor da Unidade International de Vendas e Operações de Negócios da NEC Corporation
Coordenador: Jorge Fernando Negrete, da Media Telecom
Data: 18 de outubro, terça-feira
Horário: das 15h10 às 16h30
Local: Auditório Brasil

– Painel dos presidentes: os pontos improrrogáveis da nova política setorial das telecomunicações

Executivo NEC: Daniel Mirabile, presidente da NEC no Brasil
Coordenadora: Heloísa Magalhães, do Valor Econômico
Data: 19 de outubro, quarta-feira
Horário: das 11h às 12h40
Local: Auditório Brasil

– Painel: Cidades Inteligentes contribuindo para segurança, mobilidade, saúde e educação

Executivo NEC: Wagner Coppede Júnior, diretor de soluções e engenharia da NEC no Brasil
Coordenador: Igor Lopes, do Portal Canaltech
Data: 19 de outubro, quarta-feira
Horário: das 15h20 às 16h30
Local: Auditório Brasil

Futurecom 2016

Data: de 17 a 20 de outubro de 2016
Horário: Congresso: das 9h às 12h
Exposição: das 13h às 20h
Local: Expo Transamérica / São Paulo

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Geração Y dá mais importância à conexão com internet do que a serviços básicos

Integrantes da chamada Geração Y, com idade entre 15 e 35 anos, preferem ficar sem encanamento, aquecimento e ar condicionado, transporte pessoal e TV a cabo do que sem conexão com internet e eletricidade para carregamento dos dispositivos conectados. É o que indica o relatório da pesquisa “Sua rede: agora atendendo à Geração Y”, realizada pela CommScope, multinacional do setor de telecomunicações presente em 130 países, que emprega aproximadamente 25 mil pessoas, em parceria com a Censuswide.

O estudo foi administrado em quatro grandes áreas metropolitanas – São Francisco, São Paulo, Londres e Hong Kong – verificando a opinião de integrantes da Geração Y e da Baby Boomers (idade entre 51 e 70 anos), com o objetivo de identificar características do comportamento das pessoas em relação à conectividade. Apesar de a preferência por tecnologia estar no topo das preocupações de ambas as gerações, no caso da Geração Y, serviços básicos não aparecem entre as três principais. Ao serem questionados sobre o que não poderiam ficar sem, os mais jovens elegem eletricidade, internet e Wifi, respectivamente. Na hierarquia de necessidades dos Baby Boomers, o encanamento é o terceiro colocado.

O relatório final evidenciou que em vez de tratar a internet como uma “ferramenta”, “base de conhecimento” ou “um meio para determinado fim” — visões mais provavelmente feitas pela Geração X ou Baby Boomers — a Geração Y vê a internet como uma parte indistinguível da sua identidade individual e do tecido social de suas vidas. Muito parecida com o ar ou a água, ela se tornou essencial para quem eles são, principalmente para aqueles com até 20 anos.

Composta por aproximadamente 2,5 bilhões de pessoas – 86% delas em mercados emergentes como Brasil, China e Índia –, estima-se que a Geração Y compreenderá 75% da força de trabalho mundial, com mais de US$ 8 trilhões em renda disponível em 2025. Uma geração muito mais exigente em termos de qualidade e rapidez de conexão do que suas antecessoras, que impõe diversos desafios aos setores de telecomunicação e TI.

“São pessoas que veem a conectividade como uma commodity. Centralizadas na qualidade do serviço em detrimento da fidelidade à marca ou da relação empresa/cliente, elas podem migrar para qualquer provedor que lhes ofereça a combinação mais forte de serviços, flexibilidade, velocidade e confiabilidade. Isso poderia resultar em uma diminuição da lealdade do comprador, tornando mais difícil para os provedores de desempenho ineficiente se manterem competitivos, acarretando em mais fusões e incentivando uma maior cooperação e parcerias”, avalia Sylvio Peres, vice-presidente de vendas para Caribe e América Latina da CommScope.

O estabelecimento desta geração como principal usuário das redes, aliada a evoluções tecnológicas como a internet das coisas, que permitirá a conexão de todo tipo de dispositivo por meio da internet, vai exigir o aumento de tamanho e eficiência tanto da estrutura física das redes quanto da qualidade e confiabilidade de conexão.

“A rede cabeada no Brasil, assim como na América Latina de uma maneira geral, cobre cerca de 20% do território. As características geográficas, muito variadas de região para região, dificultam a chegada a locais mais distantes, como as zonas rurais. Para que a expansão seja economicamente viável para operadoras de telefonia e provedores de internet, talvez a melhor solução seja a implantação de células pequenas e antenas que transmitam o sinal sem fio, garantindo baixa latência e alta velocidade de conexão. O principal objetivo da CommScope ao desenvolver esta pesquisa é tentar auxiliar estes atores a ajustarem seus serviços para atender esta demanda, a criarem uma estrutura de rede à prova de expansões futuras”, afirma Peres.

Uma segunda etapa da pesquisa foi realizada nas regiões metropolitanas de Bogotá e da Cidade do México. Dados preliminares sugerem que, em comparação com as duas cidades da América Latina, a Geração Y paulista se mostra mais apegada aos smartphones: 78% das pessoas que participaram da pesquisa em São Paulo afirmaram que não podem passar um dia sequer longe dos dispositivos, contra 69% na Cidade do México e 68% na capital boliviana. O número supera também a média das outras três regiões pesquisadas.

Alguns indicadores da pesquisa

– Três a cada quatro pessoas da Geração Y (74%) concordaram que não poderiam sobreviver um dia inteiro sem o seu smartphone, em comparação com apenas metade (51%) da geração Baby Boomers.

– Quase 3 em cada 4 pessoas da Geração Y (73%) concordam que preferem desistir da TV a cabo ou via satélite do que de seu smartphone, em comparação com apenas 2 entre 5 pessoas (42%) da geração Baby Boomers.

– Metade da Geração Y (50%) concorda que eles devem ter o último modelo de smartphone, comparado com pouco mais de um quarto (27%) da geração Baby Boomers.

– Dois terços (67%) da Geração Y concordaram ou concordaram totalmente que a mídia social é a sua principal forma de comunicação social, em comparação com apenas um terço (35%) da geração Baby Boomers.

O relatório completo da pesquisa está disponível em pt.commscope.com/millennials.

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Embratel lança solução de Cyber Intelligence

A Embratel lança nesta semana a solução Embratel Cyber Intelligence para proteger empresas de ataques cibernéticos e invasões que podem colocar em risco suas estruturas de TI e de Telecom. O novo sistema e o portfólio de produtos de segurança da empresa serão apresentados ao público durante o Futurecom 2016, principal evento de TIC da América Latina e que acontece de 17 a 20 de outubro, em São Paulo.

“A prevenção de ataques continua sendo uma grande preocupação das empresas que já estão conscientes da importância do tema, mas que ainda se encontram despreparadas para reagir rapidamente diante de ataques e de invasões”, diz Mário Rachid, Diretor Executivo de Soluções Digitais da Embratel, destacando que a Embratel Cyber Intelligence ajuda na proteção das estruturas das empresas diante de ataques de hackers e cibercriminosos, garantindo a disponibilidade dos ambientes de TI e de Telecom.

O executivo estima que essa área de proteção da Embratel será uma das de maior crescimento nos próximos anos devido à transformação dos negócios tradicionais dos clientes em novos modelos cada vez mais digitais. Segundo ele, pesquisas apontam que 60% das empresas sofrerão grandes falhas em seus serviços até 2020 e as equipes de TI dessas organizações não terão habilidade para gerenciar sozinhas esses novos riscos. “Estimativas indicam que metade das companhias do mundo terá estruturas em Cloud ou Data Centers externos para recuperação de desastres primários até o ano que vem e, já em 2020, cerca de 30% das 2.000 maiores empresas globais estarão impactadas por grupos de ciberativistas ou cibercriminosos”, diz.

A nova solução destaca-se pela característica preventiva e pela capacidade de identificar previamente possíveis ameaças, inclusive monitorando o que acontece no tráfego da rede e detectando movimentos na Deep Web, Dark Web e de dispositivos de Internet das Coisas (IoT – Internet of Things).

Ataques cibernéticos geralmente seguem protocolos similares, sendo programados com uso de técnicas avançadas feitas a partir de pesquisas preliminares de rastreamento das empresas-alvo e de busca de informações públicas disponíveis em redes sociais, blogs e fóruns. Com base no material apurado, os cibercriminosos planejam as ações e as ferramentas que irão utilizar para invadir os pontos mais vulneráveis das empresas para tentar ultrapassar seus mecanismos e sistemas de defesa.

Além de impactos operacionais e financeiros, a indisponibilidade de comunicação pode causar grandes riscos de reputação por evidenciar eventuais fragilidades nas estruturas digitais de segurança das empresas. Além disso, pode expor clientes finais com possíveis divulgações não-autorizadas, como a exposição de seus dados pessoais. A nova solução da Embratel investiga e antecipa potenciais ameaças, criando uma barreira de proteção lógica contra diferentes tipos de ataques.

De forma preditiva, protege os elementos da infraestrutura das empresas antes mesmo da concretização de eventuais ameaças, garantindo a disponibilidade dos serviços e mantendo ativa a conexão à Internet das organizações. A partir da coleta de dados nos clientes, a Embratel cria um perfil com as caraterísticas técnicas de cada estrutura. Diante de qualquer alteração, as empresas são avisadas imediatamente sobre movimentos indevidos e sobre as melhores estratégias de defesa para se protegerem das ameaças e para prevenirem novos ataques de negação de serviço (DDoS).

Há mais de dez anos, a Embratel atua como fornecedora de soluções de segurança para proteção de dados. Foi a primeira empresa a ter, por exemplo, um centro de gerenciamento de segurança instalado no Brasil. O Centro de Cibersegurança da Embratel é direcionado para grandes grupos, conglomerados empresariais, bancos e eventos de porte como os Jogos Olímpicos e Paralímpicos 2016, dos quais a Embratel foi patrocinadora e fornecedora oficial de serviços de Telecomunicações, proporcionando qualidade e excelência mundial.

Agora, para o lançamento da nova solução, foi criado um novo centro de proteção de segurança no Data Center da Embratel. Com isso, a empresa amplia seu portfólio de produtos para permitir que médias e grandes empresas tenham acesso a filtros de investigação e a estruturas de segurança digital antes só disponíveis para grandes grupos empresariais. “Nossa nova solução pode ajudar as empresas a analisarem seus níveis de proteção e a monitorarem, com inteligência preditiva, eventuais movimentos na Internet”, diz o Diretor Executivo da Embratel.

A solução Embratel Cyber Intelligence já está disponível para compra e seu custo varia conforme as características e porte de cada empresa.

Diferenciais da oferta Cyber Intelligence da Embratel:

– Monitoramento de marca;
– Prevenção de ameaças de ataques de negação de serviço (DDoS);
– Detecção de possíveis modificações não-legítimas nos sites das empresas, como Defacements (ataques ou modificações em websites) e Trojans (Cavalo de Troia);
– Controle de eventuais vazamentos de informações confidenciais para terceiros e fontes públicas;
– Identificação de sites falsos da organização relacionados com o Phishing (forma de fraude eletrônica caracterizada pela obtenção de dados como uma fonte e/ou pessoa confiável);
– Detecção de campanhas contra as empresas e/ou ameaças em seus setores de atuação;
– Levantamento de informações relevantes sobre as empresas, inclusive vendas não-autorizadas em algum mercado negro da Dark Web;
– Diagnósticos especiais a partir de uma perspectiva externa para contribuir para a adoção de novas estratégias de proteção de estruturas, dados e informações.

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Skylane Optics cresce 30% no Brasil e busca novas revendas no Nordeste

A Skylane Optics, fornecedora líder em soluções para o setor de fibra óptica, participa da 18.ª edição do Futurecom, que será realizada de 17 a 20 de outubro, em São Paulo. A empresa vai apresentar suas soluções de módulos ópticos multicompatíveis, realizar palestra sobre o crescimento da demanda por soluções de rede de última geração, anunciar os ótimos resultados obtidos em 2016 e buscar novos parceiros.

Sediada na Bélgica, a Skylane Optics é a única empresa de módulos ópticos com produção local na América Latina. Inaugurada em 2014, a unidade localizada em Campinas fabrica itens que possibilitam a utilização de seus módulos ópticos compatíveis com qualquer equipamento de transmissão de dados via redes ópticas e realiza pesquisas para o desenvolvimento de melhorias e novos produtos. No Brasil, a companhia conta com clientes como Algar Telecom, Aloo Telecom, CCR, Cemig e Tely, e também no setor público.

Com soluções de qualidade a preços competitivos, a empresa vai na contramão da crise econômica brasileira e anuncia crescimento de faturamento no Brasil da ordem de 30%. “Este ano será muito bom para os negócios de nossa empresa, e a perspectiva é repetirmos ou até mesmo superar esse desempenho em 2017”, destaca Rudinei Santos Carapinheiro, diretor para desenvolvimento de negócios da Skylane Optics.

Segundo o executivo, a Skylane Optics tem crescido fortemente entre os clientes que buscam soluções de qualidade e precisam lidar com um cenário de redução de orçamentos. Como resultado da alta demanda, a empresa está em busca de novos parceiros no País, para atender principalmente a Região Nordeste, mercado com alta concentração de negócios na área de fibra óptica.

“A infraestrutura de fibra óptica deve ter grande expansão no Brasil nos próximos anos. Até 2019, o País terá cerca de 70% de seus municípios cobertos por redes desse tipo, podendo assim atender 95% da população. A Skylane Optics vê como uma grande oportunidade participar desses projetos, com produtos de alta qualidade e preços até 70% menores que os dos concorrentes”, explica Carapinheiro.

No próximo dia 20, às 10h50, o diretor para desenvolvimento de negócios da Skylane Optics realizará na Futurecom uma palestra sobre como os links de fibra óptica podem responder ao crescimento na demanda por capacidade para transmissão de alta velocidade, motivado por serviços oferecidos por players como Google, Apple, Facebook e Amazon.

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Segurança é a preocupação mais importante para os bancos em serviços digitais, aponta estudo global da GFT

Dados da pesquisa realizada pela GFT Technologies SE em sete países (Brasil, Alemanha, Reino Unido, México, Itália, Suíça e Espanha) sobre o estágio atual do digital banking em bancos de varejo mostram que a maioria das instituições estão avançadas em relação ao desenvolvimento de uma estratégia de digital banking. Ao menos 34% dos participantes do estudo já possuem uma estratégia de transformação digital em vigor. Cerca de 60% consideram que sua estratégia está em andamento e apenas 6% dos entrevistados ainda não começaram a planejar esta nova etapa. Nada menos do que 13% dos participantes já concluíram a implementação de sua estratégia. Comparando estes resultados com o estudo do ano anterior, o número de bancos com estratégias definidas e implementadas subiu de 7% para 9%.

Nesta nova edição, o número de participantes mais do que dobrou em relação ao ano passado, contando com a participação de 260 especialistas no setor financeiro. Mais da metade desses profissionais são de média ou alta gerência. Sobre os resultados, Marika Lulay, COO da GFT Technologies SE afirma que “quase 95% dos bancos que participaram da pesquisa já começaram a desenvolver sua estratégia de digital banking ou já concluíram este processo. São poucos os bancos que ainda não começaram a planejar sua transformação digital”.

A Suíça e a Espanha estão liderando a corrida rumo à transformação digital, 58% dos bancos suíços já definiram e desenvolveram sua estratégia, enquanto a Espanha lidera no quesito implementação, com 36% dos bancos espanhóis já tendo implementado seu plano. Um aspecto que se aplica a todos é que os grandes bancos estão mais propensos a ter uma estratégia digital posta em prática do que as instituições financeiras de pequeno ou médio porte.

Gerenciamento de dados de clientes: extremamente importante, apesar das baixas capacidades

De maneira geral, a gestão inteligente de dados ainda não atingiu um estágio avançado. Tal como no passado, a principal ênfase ainda recai sobre os dados convencionais do cliente. Os entrevistados classificaram a análise de dados existentes e previamente estruturados como muito mais importante do que acessar novos dados de clientes ou processar dados não estruturados. Dois aspectos classificados como muito importantes foram ‘gestão de dados estruturados’ (72%) e ‘acesso a dados internos dos clientes’ (70%). Para ambos os pontos, os participantes avaliam sua capacidade em apenas 56%. A conclusão é que a capacidade de gerenciar dados é inferior à importância atribuída a essa tarefa, por isso ainda há muito espaço para melhorias.

“A automação de processos e integração de dados precisam se tornar ferramentas padrão em bancos o mais rápido possível. No entanto, a maioria dos bancos têm problemas em relação à gestão, estruturação ou ao uso de dados. Especialmente para os bancos da Espanha e Alemanha, a automação de processos é vista como um grande desafio, o que já não se aplica aos bancos italianos”, afirma Marika.

As agências bancárias do futuro: combinando serviços personalizados com ofertas digitais

O que o futuro reserva para as agências? Agências bancárias continuarão a existir, mas haverá mudanças significativas com os processos se tornando cada vez mais digitais. No futuro próximo o cliente irá realizar suas operações bancárias on-line ou através de seu smartphone. Apenas 19% dos participantes veem futuro nas agências de serviço completo (digitalização moderada e uma oferta de serviços pessoais completa). Os entrevistados colocam agências mistas em primeiro lugar (26%). Estas se caracterizam por um alto nível de capacidade, não apenas em termos de serviço personalizado, mas também por permitir autoatendimento bancário de modo que os clientes possam realizar e finalizar processos utilizando tecnologias digitais.

Pelo menos 23% dos entrevistados acreditam que as agências bancárias do futuro serão totalmente digitais, ou seja, sem atendimento pessoal nas agências e com uma oferta digital self-service para todas as operações bancárias básicas. Seguido de perto pela agência modelo (17%), com alto nível de digitalização e serviços experimentais adicionais, sendo a opção preferida dos grandes bancos. As agências in store em lojas ou shoppings representam 10%. Os 5% restantes estão convencidos de que não há futuro para as agências bancárias e que elas devem desaparecer nos próximos anos.

Fatores de sucesso e barreiras: bancos precisam lidar com problemas de segurança

A avaliação dos fatores de sucesso e dos principais obstáculos mudou significativamente em comparação com os resultados de nossa pesquisa no ano passado. O aumento do nível de preocupação com a segurança refletiu claramente em todos os países: de acordo com os especialistas, aspectos de segurança são vistos não só como o fator chave de sucesso, mas também como a principal barreira. Colaboração com empresas terceiras, tais como as FinTechs, não foi considerado um fator essencial para o sucesso, segundo 57% dos bancos.

“Os bancos ainda estão muito centrados em aspectos internos. No entanto, eles terão que promover uma cultura mais aberta. A colaboração com FinTechs ou outros parceiros estratégicos, bem como o intercâmbio de conhecimentos que vão além do seu próprio setor, será um fator essencial em um mundo onde tudo é cada vez mais global e digital”, afirma Marika.

O segundo fator mais importante é uma experiência do cliente intuitiva e consistente. Em 2015, esse aspecto alcançou a primeira posição. Em terceiro lugar ficou a co-inovação com feedback dos clientes. No ano anterior, este tema figurou na sétima posição. No ranking das barreiras operacionais, aspectos regulatórios e de conformidade estão em segunda posição (no ano anterior a temática estava em quinto lugar), seguida pela Integração com sistemas legados de TI /infraestrutura, que em 2015 figurou na 2ª posição.

Principais drivers de negócio: o cliente é quem manda, mas a rentabilidade também é importante

Foco nas necessidades dos clientes continua a ser uma das principais razões para a revolução digital no setor bancário. No entanto, a crescente importância das questões de segurança impedem o desenvolvimento mais rápido. Em relação às principais razões para a adoção de uma estratégia de digital banking, não houve mudanças em relação ao ranking nos seguintes aspectos: aumentar a satisfação do cliente: 84% (2015: 94%), aumentar a fidelidade do cliente: 83 % (2015: 92%) e aumentar a rentabilidade: 82 % (2015: 83%).

“No passado, o foco era o produto. Todas as estruturas e processos estavam orientados a projetar ofertas que, acima de tudo, apresentassem boas receitas. Esse pensamento mudou. Agora, os bancos têm focado nas necessidades dos clientes. Nos últimos anos, os bancos têm se dedicado e investido para melhorar isso”, afirma Lulay. A satisfação e lealdade continuam a ser os principais motores, embora tenham perdido um pouco de força em relação ao ano anterior. Isso sugere que os bancos estão mais satisfeitos com os progressos nestas áreas do que em 2015, permitindo focar cada vez mais em outros fatores.

Comparando os diferentes países que participaram da pesquisa, quase todos os entrevistados estão de acordo a respeito de suas motivações, salvo de um aspecto: cerca de 50% dos bancos britânicos não classificaram a satisfação e a lealdade do cliente como fatores tão importantes. Para eles, o foco reside claramente na rentabilidade e aumento das receitas (76% e 73%, respectivamente).

Como os bancos se veem: apenas os bancos alemães sentem que estão atrás na transformação digital – outros países se veem à frente

Existem algumas diferenças interessantes em como os bancos veem o seu próprio desempenho em comparação com o seu mercado. Em quase todos os países, os bancos sentem que estão à frente da concorrência, exceto na Alemanha. Os bancos alemães são visivelmente mais cautelosos e conservadores do que bancos de outros países em relação à sua estratégia de digital banking. Na Alemanha, 40% dos bancos se descrevem como atrás da concorrência. Em contrapartida, no Reino Unido somente 19% acreditam estar atrás. Apenas 22% dos bancos alemães acreditam estar à frente dos seus concorrentes. Na Espanha e na Itália, 46% e 41% acreditam estar à frente, respectivamente. A confiança dos bancos suíços é indiscutível: 24% sente ter uma vantagem competitiva significativa, estando claramente à frente da concorrência.

Os resultados no Brasil

No Brasil, 65% dos respondentes declararam ter uma estratégia de digital banking em implementação. Na perspectiva dos brasileiros, a principal barreira – e ao mesmo tempo fator de sucesso – para os projetos é a segurança da informação. Cerca de 70% a consideram crítica. A preocupação está alinhada com a percepção mundial, que também colocou a segurança em primeiro lugar.

Os dois principais drivers de negócios são o aumento da satisfação e da lealdade dos clientes por meio dos serviços digitais, superando fatores relacionados à redução de custos ou crescimento das receitas. Em relação às competências internas que precisam de desenvolvimento, os entrevistados priorizam as análises de dados em tempo real e a geração de insights e ações relacionadas, considerando que essas competências hoje se encontram em nível muito básico ou mesmo insatisfatório.

Segundo Marco Santos, managing director latam da GFT,“a maioria dos bancos brasileiros pesquisados já têm medidas em curso para implementar uma estratégia que lhes permita conquistar uma vantagem competitiva e, seguindo a tendência mundial, o foco no cliente é um dos pilares que têm conduzido à revolução da transformação digital no país”.

Conclusão

Ainda há tempo para fazer frente à concorrência. Muitos bancos estão em um estágio avançado no planejamento de sua estratégia de digital banking, mas quando se trata da implementação de fato, ainda há muito que fazer. Agora é a hora de agir. “Construir o banco digital do futuro requer esforço e vontade, seja para inspirar seus clientes, manter os custos sob controle e, em última análise, superar os seus concorrentes”, resume Marika.

Estudo completo disponível ao final do link http://www.gft.com/br/pt/index/empresa/eventos/2016/webinar-at-gft-tendencias-mundiais-em-digital-banking/

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Abrintel aponta gargalos e soluções para destravar rede de telefonia e dados no Brasil

Durante o Futurecom 2016 – considerado o principal evento de telecomunicações, TI e internet da América Latina –, a Associação Brasileira de Infraestrutura para Telecomunicações (Abrintel) expõe os desafios para que São Paulo se torne uma das principais capitais digitais do continente. Na próxima terça-feira (18), às 18h, no auditório Chile, o presidente da entidade, Lourenço Coelho, mostrará ao público alguns dos obstáculos que a telefonia paulistana enfrenta atualmente. “É preciso apontar os problemas, mas principalmente as soluções. Esse evento contribuirá muito para todos terem uma visão da verdadeira capacidade da cidade em relação ao mundo 2.0. ”

No painel “São Paulo: é possível ser a Capital Digital da América Latina? ”, desenvolvido a partir de recente estudo feito pela Abrintel, serão apresentadas informações que mostram o caminho para que a cidade se torne referência entre as metrópoles do continente em relação a serviços de dados e telefonia, capazes de suportar a crescente digitalização das atividades econômicas. Ao longo da conferência, serão mostrados também os indicadores e os entraves para o desenvolvimento do setor. Nos últimos anos, mais de R$ 8 bilhões foram investidos no País. Até 2019, há um potencial represado de mais de R$ 4 bilhões.

Nas últimas décadas, os avanços em telecomunicações e TI têm provocado mudanças drásticas na sociedade. “Além do impacto econômico, o modo como atuamos em nossas relações culturais e sociais também se transformou. Com isso, a necessidade de São Paulo se tornar uma capital digital é cada vez mais importante e torna-se cada vez mais viável”, afirma o presidente da Abrintel.

A necessidade de infraestrutura que dê suporte ao crescimento digital da cidade é uma das tendências a ser debatida na Futurecom. O Brasil tem 72 mil torres instaladas (ERBs). Dessas, 5.603 estão na capital paulista. De acordo com o estudo desenvolvido pela entidade, um serviço de qualidade, que dinamize a economia 2.0 e transforme a cidade em uma sociedade digital, vai muito além da possibilidade de realizar uma ligação telefônica e requer uma infraestrutura que suporte o crescente tráfego de dados, como os dos aplicativos de celular (Whatsapp, Waze, e-mails, táxis, Uber etc.) e das máquinas de cartão (para pagamentos que vão de estabelecimentos fixos até entregadores de pizza, por exemplo). “No caso de São Paulo, para reverter esse quadro, é necessário triplicar o número atual de ERBs. No entanto, falta de torres não é o único entrave para a digitalização de São Paulo. Há outros pontos críticos que impedem o desenvolvimento da telefonia regional, como, por exemplo, a morosidade no processo de licenciamento (que leva, em média, mais de um ano) e a ausência de segurança jurídica”.

Já entre as soluções, a mais relevante é a revisão e atualização da legislação municipal conforme os parâmetros da recém-aprovada Lei Geral das Antenas, de forma a atender às necessidades de desenvolvimento, regularização e investimentos do setor. Nesse sentido, o Projeto de Lei n.º 751 (de 2013), que atualizaria a normativa existente, continua em processo de aprovação na Câmara Municipal, um entrave administrativo a impedir que as empresas regularizem os ativos e invistam na infraestrutura.

Para acessar o estudo na íntegra ou saber mais informações, acesse o site http://www.abrintel.org.br/

Serviço:
Quando: 18 de outubro
Local: Futurecom 2016
Onde: Transamérica Expo em São Paulo. Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro – São Paulo, SP
Horário: das 18h às 18h30 (quantidade limitada de lugares).

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Carros ‘digitais’ podem salvar receitas da indústria automotiva

A indústria automotiva passa por um momento crucial em sua história, que não tem nenhuma relação com a crise do setor no Brasil. Assim como outros segmentos, as montadoras de veículos se encontram em meio a um processo de transformação que tem as tecnologias digitais como origem. Apenas aquelas que forem bem-sucedidas em se reinventar conseguirão se manter relevantes e sustentar suas receitas, diz a consultoria McKinsey & Company.

O principal desafio para as fabricantes de veículos nos próximos anos será criar produtos e serviços que sustentem suas receitas ao mesmo tempo que reduzem custos para si próprias e para o próprio consumidor. Só assim poderão navegar um mundo em que as prioridades das pessoas em relação a mobilidade estão rapidamente mudando e a competição aumentando.

Segundo a McKinsey, carros digitais abrem três novas avenidas de receita para as montadoras. A primeira é a venda de produtos e serviços diretamente para o dono do veículo, na forma de pacotes de atualização de mapas online, streaming de áudio e mesmo serviços de concierge. A segunda avenida é a venda de dados digitais em grandes volumes (big data) a outras companhias, como seguradoras e varejistas, que podem analisar essas informações para adequar seus produtos e serviços. Em terceiro lugar, há a possibilidade de usar os canais digitais integrados ao carro para viabilizar publicidade direcionada ao motorista – como promoções nas concessionárias locais e de empresas de produtos e serviços para o carro.

Os carros ‘digitais’ também apresentam enormes oportunidades de redução de custos tanto para a montadora quanto para o usuário, segundo a McKinsey. Para a indústria, a análise remota de dados capturados por sensores nos carros digitais permite reduzir gastos com pesquisa e desenvolvimento e com materiais, monitorando tanto o comportamento de diferentes partes do carro como o estilo de condução, que pode ajudar na criação de sistemas para gerenciamento de combustíveis. Para o motorista, os dados produzidos por seu carro podem ajudar a reduzir custos com seguro, dado seu perfil de uso, além de informar sobre a necessidade de manutenção antes de uma quebra e sugerir formas de otimizar os padrões de condução para reduzir o consumo de combustíveis.

Segundo a McKinsey, hoje 65% das vendas de carros começam no ambiente digital, com o consumidor pesquisando as características e funcionalidades de modelos diferentes e comparando preços. Esse percentual deve chegar a 80% em 2022.

Na próxima quarta-feira, 19 de outubro, ocorre em São Paulo a McKinsey Digital Conference, em que temas como esse e outros ligados à transformação digital serão discutidos por especialistas da consultoria e clientes.

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Venturus lança Laboratório de Inovação para protótipos de IoT

O Venturus – Inovação & Tecnologia inaugurou, nesta terça-feira (11), seu Laboratório de Inovação, espaço dedicado aos colaboradores do Venturus com o objetivo de fomentar e desenvolver novas ideias alinhadas às tendências do mercado de tecnologia. O espaço de 150m² irá abrigar protótipos de Internet das Coisas, Machine Learning, Visão Computacional, Big Data, Cloud Computing e outras linhas de pesquisa voltadas a dispositivos conectados.

O espaço para desenvolvimento de ideias é aberto a participação dos colaboradores, que poderão sugerir e experimentar novas soluções em projetos inovadores. “Esse ambiente reforça nosso foco em inovação e na participação efetiva dos funcionários na estratégia da companhia”, destaca Marcelo Abreu, gerente de Inovação e Novos Negócios do Venturus.

Até mesmo o nome do Laboratório, Hello World, foi escolhido em um concurso interno entre os funcionários, dos 40 nomes sugeridos, quatro foram selecionados e passaram por uma votação popular. O nome escolhido faz referência à área de desenvolvimento, que utiliza esta mensagem principalmente no início da aprendizagem de novas linguagens de programação.

A equipe responsável por desenvolver os protótipos irá criar APIs (Application Programming Interfaces) para controlar os equipamentos em uma casa e integra-los aos assistentes pessoais Google Assistant, Apple Siri e a Amazon Alexa. “A proposta do Hello World é usar os dados obtidos via APIs e aplicar os conceitos de inteligência artificial para que os dispositivos conectados se antecipem aos comandos do usuário sugerindo ações ou tomando decisões por si só”, afirma Abreu.

No futuro, um ambiente conectado como esse também “aprenderá” com as ações dos usuários para facilitar sua vida. Tarefas como ligar e desligar o ar-condicionado, a televisão e outros equipamentos serão realizadas automaticamente, tomando como base o padrão de comportamento, as condições de temperatura e a localização do usuário dentro do ambiente.

A interação entre os dispositivos é uma tendência não apenas para uso pessoal, mas principalmente para soluções IIot – Industrial Internet of Things – da indústria 4.0.

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Melhor case SAP do Brasil é da FH pelo terceiro ano consecutivo

Com o objetivo de oferecer uma experiência omnichannel para os consumidores, a DPaschoal focou seus esforços no ambiente CEC (Customer Engagement and Commerce), implementando o SAP Cloud for Costumer (Sales e Service) para gerir carteiras de clientes, vendedores, oportunidades, atividades e, principalmente, iniciar a transformação omnichannel da companhia. Tudo isso foi feito por meio do projeto “CRM 2.0”, realizado pela FH, empresa de tecnologia especializada em processos de negócios e software. O case conquistou o primeiro lugar no ASUG Impact Awards 2016, principal evento de premiação da comunidade SAP.

O terceiro lugar do prêmio também foi para a FH, com o projeto “HANA.A”, executado para o Aché Laboratórios. O trabalho focado na transformação digital possibilitou o upgrade tecnológico dos ambientes SAP ECC do Grupo Aché para a nova plataforma de banco de dados in-memory SAP HANA, o que garantiu a substituição das transações standard, com menores custos de sustentação no futuro e informações disponíveis de forma analítica, entre outros benefícios.

A entrega do Asug Impact Awards, que destaca os melhores cases de TI do Brasil, foi feita no último dia 6 de outubro, durante a 19ª Conferência Anual da ASUG Brasil. Esta é a terceira vez consecutiva que a FH fica entre os três melhores cases SAP do País, sendo que este é o quinto título ASUG Impact Awards recebido pela companhia.

Em edições anteriores, foram premiados: “Projeto 2154 – Gestão da Cadeia de Suprimentos com AFS e EWM”, realizado para a empresa AREZZO (terceiro lugar/2015); “Projeto Avance – Um novo patamar tecnológico para a Ourofino” (primeiro lugar/2014) e “Grupo Boticário – Gestão de categorias e sortimento em uma plataforma de varejo” (primeiro lugar/2011).

O Asug Impact Awards avalia projetos desenvolvidos por empresas de tecnologia que possuem originalidade, melhores práticas, inovação e que trazem melhorias no nível de serviço. O projeto executado na DPaschoal, com duração de quatro meses e Go Live em abril deste ano, englobou tudo isso e trouxe ganhos reais à empresa do segmento automotivo, que reduziu 73% dos custos em relação às licenças e manutenção sem perdas de funcionalidades ou business capabilities, aumentou em 12% o lucro bruto e em 68% o número de clientes ativos. “Isso foi possível graças à implementação de uma plataforma de CRM mais adequada às necessidades do negócio”, explica Sandro Stanczyk, Gerente de Technology da FH, que coordenou o projeto.

O gerente diz ainda que, ao redefinir a estratégia de CRM, foi possível ter uma visão mais clara de roadmap para a companhia. Durante o evento, Stanczyk reforçou que a premiação traz, mais uma vez, reconhecimento para a FH e às equipes envolvidas no projeto. “Conquistar o ASUG Impact Awards mostra que estamos no caminho certo e reforça o nosso compromisso diário com os nossos clientes, além da confiança e respeito mútuo legitimado pela FH”, completa.

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Transformação Digital terá impacto em diferentes setores econômicos, segundo Frost & Sullivan

Durante a 13ª edição do evento Unisys Tech Forum 2016, realizado em Atenas, Grécia, a empresa contou com conferências de seus principais especialistas e também com a presença de analistas da Frost & Sullivan, que expuseram seus conhecimentos sobre megatendências e transformação digital no mundo.

Segundo um estudo da Frost & Sullivan, 50% dos entrevistados admitiram terem sido fortemente impactados pela transformação digital, e por isso eles já implementaram algumas mudanças em seus modelos de negócios, enquanto 37% se sentiram afetados por esta tendência, mas ainda não implementaram qualquer melhoria ou implementação.

O uso de tecnologias da informação no mundo dos negócios tem permitido às empresas de diversos setores alterar o “chip” para serem cada vez mais digitais e, assim, desfrutar dos diferentes benefícios do uso de Advanced Analytics, IoT, Cloud, BYOD, Comunicações Unificadas, Apps, entre outros, para oferecer melhores serviços, produtos e experiência aos seus consumidores.

Em sua apresentação, Alexander Michael, Diretor de Consultoria e Transformação Digital da Frost & Sullivan, falou sobre as diferentes mudanças no negócio tradicional para o modelo digital a partir da implementação de soluções de tecnologia da informação.

Companhias aéreas:

As companhias aéreas estão buscando oferecer melhores experiências a seus viajantes, que são cada vez mais exigentes e complexos, e precisam implementar estratégias para atingir estes objetivos ao mesmo tempo em que aumentam suas margens de lucro.

Para isto, a automação, digitalização e análise de dados são fundamentais para alcançar as mudanças necessárias e tomar um caminho para a transformação digital, que nos levará a uma imagem diferente no setor: novos aeroportos maiores, com mais pistas e maior conforto; infraestrutura moderna de aeroportos inteligentes; autosserviço para compra de voo, check-in, entrega de bagagens e processo de embarque; novo paradigma de negócio com o varejo como um novo recurso para apoiar o sustento dos aeroportos; viajantes conectados com dispositivos, beacons e realidade aumentada; novos modelos de negócio com IoT, inteligência artificial e nuvem; cidades aeroportos como uma realidade; e segurança integrada tanto no plano digital como no físico.

Varejo:

A automação da integração com o cliente é fundamental para prever e personalizar a experiência dos consumidores em áreas de comércio, e as tecnologias que estão tornando esta mudança possível são: impressão 3D, computação em nuvem, IoT, tecnologias móveis, robótica, dispositivos wearables, analytics, inteligência artificial, entre outras.

Setor Público:

A previsão é de que em 2025 existam cerca de 100 “cidades inteligentes” no mundo, ao mesmo tempo que os governos estão cada vez mais conscientes da necessidade de tecnologias de informação para enfrentar novos desafios. Esta tecnologia envolve o uso de coleta de dados, análise de informação e apoio às decisões e atividades.

Evidentemente, os desafios dependem da situação de infraestrutura, transporte, habitação, serviços básicos, densidade populacional de cada cidade. Igualmente, é importante lembrar que a tecnologia por si só não é a cidade inteligente, e que ela existe para melhorar as relações com os cidadãos e fornecer melhores serviços.

Serviços Financeiros:

A tecnologia mudou muito o setor financeiro no mundo e a criação das FinTechs contribuíram para gerar novas experiências para os consumidores. No entanto, esta indústria continua a reinventar-se para oferecer novos serviços a partir da transformação digital com: transações automatizadas mediante equipes com capacidade de aprendizagem de algoritmos (machine learning) para identificar padrões imperceptíveis aos humanos; assessores automatizados para a atenção de serviços básicos, o que significa grande economia de custos para as instituições bancárias e satisfação imediata do cliente; carteiras inteligentes para os consumidores fazerem seus pagamentos e compras, como um assistente financeiro pessoal; IoT e análise avançada de dados para agregar valor a uma tendência que está se transformando, permitindo a análise de risco de seguro de uma pessoa a partir dos dados; e ferramentas de análise de fraude capazes de aprender os padrões e sua evolução, permitindo prevenir novas formas de fraude e, portanto, assegurar as transações dos consumidores.

Para Alexander Michael, Diretor de Consultoria da Frost & Sullivan, “tão importante quanto se planejar e investir no novo conceito, a empresa deve saber mensurar os resultados positivos e os efeitos da Transformação Digital para seus negócios”.

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Startup Surf Evolution mira pequenos investidores

Muitas empresas não sairiam do papel se não tivessem recebido aportes financeiros, sejam de familiares ou de fundos de investimento, tais como o crowdfunding, que são financiamentos colaborativos ou coletivos onde investidores profissionais e pessoas comuns investem e ajudam empresas a crescer. O Equity Crowdfunfing é uma modalidade bastante usada e nada mais é que a troca de percentuais da empresa que serão convertidos em ações. É com essa proposta que a startup Surf Evolution, de Florianópolis, pretende entrar de vez no mercado.

A Surf Evolution desenvolveu uma linha de equipamentos funcionais para o aprendizado e treinamento do surfe e outros esportes, como o stand up paddle. Além do condicionamento físico, os equipamentos proporcionam a interatividade do usuário, por meio da realidade virtual, e emitem uma avaliação de desempenho no final do treino. A startup já conquistou reconhecimentos e prêmios importantes, tais como Sinapse da Inovação IV e o do Governo Federal, InovAtiva Brasil.

“Depois de dois anos de muito trabalho, aprimoramento e de parceria com os melhores profissionais e instituições importantes, o projeto chegou no ponto de maturação para entrar no mercado. Atuaremos principalmente com locação, venda e franquias de centros de treinamento de surfe em academias de ginástica, resorts, hotéis, transatlânticos, academias residenciais, shoppings e escolinhas de surfe”, explica o CEO da empresa, Francis França.

A campanha, que iniciará na próxima semana, busca investidores em todo o país para comprar 10% da empresa, dividida em 100 partes iguais de R$10 mil. “Nosso objetivo com essa campanha é trazer parceiros e investimentos que serão revertidos na implementação do nosso plano de negócio. O processo é bastante simples e tudo é feito de forma transparente”, exemplifica.

É importante destacar aos investidores que não é apenas a injeção de capital que está em questão, mas o fomento à inovação, a geração de novos empregos e a realização de sonhos. “E isso significa muito para empreendedores que só precisam de uma oportunidade para ´sair da garagem´”, completa Francis.

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