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A tecnologia como oportunidade para o varejo – Por Lucas Forte

Nos últimos tempos, parece que o mundo está mudando mais rápido do que a mente humana consegue lidar. Esta velocidade – e complexidade – tem criado grandes possibilidades para marcas, além de proporcionarem ao segmento de varejo estreitar e valorizar o relacionamento com os seus clientes. E o varejista de loja física que não utilizar o seu espaço para oferecer experiência de compra não sobreviverá ao mercado.

Conforme as tecnologias avançam, elas ficam mais acessíveis e se disseminam no mercado. Assim, o que é inovador hoje, amanhã se tornará comum. E, dessa maneira, o varejo físico deve capitalizar em algo muito mais difícil de ser entregue no mobile: o uso de todos os sentidos no ambiente.

Vamos a um exemplo peculiar: muitas vezes, o consumidor toma sua decisão de compra dentro de um provador. Logo, é um local apropriado para investir e transformá-lo em um ambiente mais sensorial e imersivo. Segundo a CEO da GDR Inteligência Criat, RFIKate Ancketill, duas lojas – uma na Holanda e outra nos Estados Unidos – compreenderam bem esta realidade. Em seus provadores, a iluminação e a música ambiente podem ser customizáveis de acordo com o gosto, sentimento ou até mesmo o item que o cliente está provando.

Outras regiões também vêm percebendo tal importância. Na Ásia, há estabelecimentos cujas etiquetas de identificação por radiofrequência (RFID) fazem o espaço tocar uma música relacionada àquele item que o consumidor está levando para provar. A compra torna-se, assim, uma experiência emocional. E, neste contexto, nenhum comércio online poderá atingir este mesmo nível de experimentação.

Por outro lado, há ferramentas que apenas o e-commerce pode implementar para aumentar a sua experiência de compra. Entre elas, vídeos de alta qualidade e produção com narrativas onde tudo o que é visto ali pode ser comprado naquele momento. Outra também somente aplicada no online é a de recomendação por perfil de consumo: “pessoas como você podem gostar de…” ou “pessoas que levaram este produto também compraram…”.

Todavia, há quem consiga integrar a loja física e o mobile e, assim, transformar a experiência do consumidor. É o caso do mercado de luxo, que recebe primeiro grande parte das inovações. Uma delas é a conversa entre consumidores – seja em casa ou na rua – e o colaborador de sua preferência via aplicativo. Além de poder escolher as marcas do seu interesse, ele também tem acesso a todo o estoque, escolhe o que quer provar (ou o que vai comprar) e, quando chegar à loja, tudo estará separado seja no provador ou no caixa.

A tecnologia altera até mesmo o papel do consultor de loja. O uso de beacons, por exemplo, fornece, por meio do celular, informações sobre os produtos, promoções, condições de pagamento, vídeos dos itens e uma infinidade de possibilidades sem que o vendedor esteja, necessariamente, ao lado do consumidor.

As inovações tecnológicas chegaram para alterar absolutamente tudo no varejo. E o consumidor, por sua vez, irá usufruí-las por meio da interatividade com os itens, canais, colaboradores, estoques, provadores e até mesmo em relação ao pagamento e à retirada de produtos. Se alguma empresa não acompanhá-las, o seu concorrente irá fazê-lo e os consumidores, bem, não pensarão duas vezes em ir até ele.

Lucas Forte, Relaacionamento Corporativo e Institucional do Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo (IBEVAR)

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Máxima Sistemas leva sua solução de força de venda para a nuvem da Amazon

A Máxima Sistemas, companhia de soluções móveis para força de vendas, trade e logística para o setor atacado distribuidor, apresenta uma nova versão do seu software carro-chefe, o Pedido de Venda, que passa a ser disponibilizado na nuvem através dos serviços da Amazon Web Services (AWS).

Criada para simplificar as atividades diárias de vendedores e representantes comerciais, a solução Pedido de Venda permite à equipe comercial externa, por meio de tablets e smartphones, emitir pedidos, realizar consulta de preços, disponibilidade de estoque, histórico de compra dos clientes e políticas de desconto, por exemplo. A aplicação contribui com ampliação de até 35% na quantidade de pedidos devido à redução de tempo no processo da venda e um aumento de até 40% no volume de novas vendas.

A nova versão na nuvem tem como vantagens a redução de custos com infraestrutura de servidores para rodar a solução, a alta disponibilidade no serviço, a redução no tempo de implantação e a garantia de maior segurança, além de backups de uma das mais confiáveis plataformas de cloud computing do mercado.

No quesito disponibilidade, a Máxima aponta benefícios como a capacidade dos profissionais em campo não terem interrupção nas trocas de dados, situação que é muito recorrente quando se utiliza um servidor interno, que pode ficar instável numa queda de energia elétrica, ou apresentar lentidão com grande volume de sincronizações, por exemplo.

Além da comercialização da cessão de direito de uso do software, agora a Máxima também passa a oferecer o modelo de locação de software, ou seja, sem a necessidade da compra de licença.

Para Wagner Patrus, presidente da Máxima Sistemas, a inovação promovida pela oferta do Pedido de Venda na nuvem é apenas o início das propostas trazidas pela companhia. “A adoção do cloud computing é uma tendência mundial e os nossos clientes já entenderam que manter seus dados dentro de casa é uma condição muito vulnerável ao negócio, além de oneroso. Mais do que redução de custo com infraestrutura, a segurança da informação é um fator que pode por em risco a parada de um negócio e, consequentemente, gerar prejuízos”, explica Patrus.

Outra novidade apresentada pela companhia durante a APAS Show 2017, maior evento supermercadista da América Latina, que acontece de 02 a 05 de maio em São Paulo, é a possibilidade de monitorar em tempo real a qualidade de entrega de produtos e serviços, assim como as devoluções e as entregas realizadas com sucesso, valor e peso da mercadoria através de dashboards estratégicos na solução maxMove Entrega. O software também realiza a roteirização de entregas, contribuindo com a redução do custo logístico.

A Máxima Sistemas leva também à APAS Show 2017 o maxPromotor. A solução realiza a gestão da equipe de promotores no ponto de venda, acompanhando a performance do time que realiza pesquisas por meio de painéis com visões como PDVs com maior índice de rupturas por seção/promotor/fornecedor/produto, dentre outras. A solução contribui para identificação de novas oportunidades de venda no local em que é realizada a ação de marketing do produto, encaminhando alertas para a equipe comercial.

Todas essas ofertas da Máxima Sistemas ilustram o propósito da feira deste ano que é mostrar ao seu público visitante a importância de reinventar as relações com toda cadeia de abastecimento em tempos de empoderamento do consumidor e de mudanças na forma de se relacionar com clientes e fornecedores.

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Três dicas básicas de segurança da informação para supermercados

As varejistas são alvo cada vez mais frequentes de ataques virtuais pelo fato de processam volumes massivos de informação pessoal, como os dados de cartões de crédito, em ambientes altamente vulneráveis com terminais de consulta, pontos de serviço e de vendas. No universo supermercadista a realidade não é diferente acrescido ao fato de que um ciberataque tem chances de fazer paradas bruscas em toda a operação do estabelecimento, que podem comprometer o bom andamento dos negócios, além de gerar uma imagem ruim, de desorganização, para o cliente final.

Para mitigar e ampliar a segurança da informação no setor, a aposta da Reposit Tecnologia, provedora especializada em gerenciamento de banco de dados para os setores atacado distribuidor e varejo, é prover soluções como forma de antecipação para os próximos passos dos cibercriminosos.

A fim de evitar prejuízos financeiros e ameaças à integridade dos negócios, a provedora aponta que a primeira indicação preventiva é aprimorar os investimentos com segurança digital em métodos que bloqueiam o acesso dos hackers, que vão além do simples uso de um sistema de varredura. A adoção de firewalls com antivírus é o passo inicial para evitar a invasão de hackers nos sistemas dos supermercados.

Outra medida de segurança indicada pela Reposit é o monitoramento constante na infraestrutura de segurança e nos ativos críticos de informação. De acordo com a empresa, a proteção de uma rede está na coleta e na análise dos milhares de informações que passam pelas aplicações tecnológicas dos supermercados. Pensando nisso, a Reposit criou um aplicativo de monitoramento remoto 24×7, que possibilita o profissional de TI visualizar o grau de vulnerabilidade do seu ambiente virtual pelo celular, através de gráficos que apontam o nível de criticidade de cada incidente.

O terceiro e último passo para a gestão de vulnerabilidade nos supermercados é o backup na nuvem. Além da flexibilidade no atendimento às demandas do cliente, realizando um backup na nuvem, o ambiente de TI do supermercado terá a segurança da informação aliada à alta disponibilidade dos dados.

“O mercado supermercadista necessita de ir além das precauções de primeiro nível como bloquear pop-ups; instalar antivírus ou proibir a instalação de programas sem autorização por funcionários. Roubo de notebook, incêndios, quedas de energia e até catástrofes naturais também são acidentes que corroboram para o aumento do acesso vulnerável aos dados destas empresas”, conclui Leonardo Barros, diretor executivo da Reposit Tecnologia.

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ANAC regulamenta uso de drones no Brasil – Quanto cresce o mercado?

A ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) aprovou em 02 de maio, o texto que regulamenta a operação de drones para fins comerciais em todo o País. Muito aguardada por todo o mercado, a regulamentação traz normas e procedimentos que garantem segurança jurídica e operacional e terá grande impacto no crescimento sustentável deste jovem e promissor mercado. Com a regulamentação, estima-se que o mercado possa dobrar de tamanho nos próximos três anos e gerar milhares de empregos diretos e indiretos.

O tema inclusive, será destaque no painel de abertura da DroneShow Latin América, principal feira de drones do País, que acontece de 09 a 11 de maio, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo. Representantes da ANAC e do DECEA (Departamento de Controle do Espaço Aéreo) estarão à disposição durante os três dias do evento para esclarecer dúvidas e, principalmente, explicar o passo a passo para que toda a cadeia produtiva (fabricantes, prestadores de serviço, pilotos, importadores e outros usuários de drones com fins profissionais) estejam a par dos trâmites necessários para legalizar 100% as operações.

“Hoje temos um divisor de águas no mercado de drones. A falta da regulamentação impedia grandes investimentos e muitos empreendedores ficavam receosos em relação ao futuro do mercado. Embora o DECEA já tivesse um conjunto de normas e procedimentos, a regulamentação da ANAC era necessária para tornar o mercado mais estável para as mais de 700 empresas brasileiras que já atuam no setor”, explica Emerson Granemann, idealizador da DroneShow e coordenador deste mapeamento de empresas inédito feito no Brasil.

“É uma decisão muito importante para o setor. Com a regulamentação será possível que empresas já estabelecidas no mercado agreguem novos serviços e expandam a atuação. Assim como o mercado absorverá novos entrantes. Contudo, como haverá parâmetros para operação acontecerá uma seleção natural de fornecedores priorizando a qualidade dos serviços e confiabilidade das operações”, destaca Luis Guimarães Neto, executivo proprietário da DroneStore.

O recente mapeamento das empresas do setor realizado pela MundoGeo, aponta que destas mais de 700 empresas presentes em todos os estados brasileiros, 60% ficam nas cidades do interior e 40% na capital. 80% delas foram criadas a dois anos e média de crescimento de 30% para 2017.

A feira tem várias atividades que comprovam que o mercado já está ativo mesmo não regulamentado plenamente. Cursos, workshops, debates e seminários mostrando várias soluções apresentadas a partir de informações coletadas por drones com sofisticados sensores e inteligência embarcada nas áreas de inspeção de obras, segurança pública, mapeamento, seguros, agricultura e entretenimento. Atividades paralelas completam a programação com um encontro de startups e investidores e demonstrações em uma imensa gaiola de drones semiautônomos utilizando inteligência artificial que será usada no futuro para entregas de produtos por drones.

DroneShow Latin America

Data: 09 a 11 de maio
Horário: Das 10h às 20h
Local: Centro de Convenções Frei Caneca
Endereço: R. Frei Caneca, 569 – Consolação, São Paulo – SP
Valor: R$ 110*
*Ingresso válido para os três dias de evento

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Os Desafios da Transformação Digital – Por José Formoso

José Formoso, CEO da Embratel

Os próximos anos serão marcados pelo avanço significativo do processo de transformação digital das empresas. Mais da metade das médias e grandes organizações brasileiras investirão em projetos do setor de Tecnologia da Informação já a partir deste ano. Para que a transição digital ocorra com êxito, desafios deverão ser enfrentados com firmeza, especialmente por executivos responsáveis por viabilizar esse movimento dentro das companhias.

Transformação, no mundo corporativo, representa mudança de escala e nos componentes fundamentais de uma empresa. A transição tecnológica que temos presenciado ao longo dos últimos anos está impulsionando novos modelos de negócios e fazendo as grandes organizações repensarem suas ofertas, formas de distribuição, necessidades e desejos dos clientes finais.

As poucas companhias globais que saíram à frente e já são consideradas bem-sucedidas no processo de transformação digital focam em três pontos fundamentais: experiência do cliente, processo operacional e modelo de negócios. Em todos os casos, o sucesso vem por meio da combinação entre a atividade digital e uma forte liderança, em um movimento que já tem nome e está sendo identificado como Maturidade Digital. Essas organizações já estão no próximo nível e serão seguidas por milhares de concorrentes nos próximos anos.

O avanço só será possível com ambientes cada vez mais tecnológicos, repletos de modernas soluções de TI, mobilidade e telecomunicações. Aplicações serão armazenadas em ambientes Cloud (na Nuvem) e aplicativos tomarão conta das empresas, promovendo agilidade e ganhos de performance para os negócios.

Os sistemas, antes administrados apenas pelas áreas de TI, estão extrapolando esse departamento e permeando todos os departamentos da organização, tornando siglas anteriormente reconhecidas como técnicas em linguagem de negócios. Fique certo: você ouvirá cada vez mais termos como Cloud Computing, Analytics, Big Data, Data Center, Mobile, APP e Social Business.

Cloud Computing, antes visto como apenas uma tendência, é o hit do momento, inclusive por ter conquistado a confiança do mundo corporativo. Seus atrativos são interessantes pela segurança, custo e facilidade de uso. Quem achava que o armazenamento na Nuvem não passaria de um momento enganou-se, sobretudo pelas novas ofertas que permitem a utilização conforme a necessidade e, principalmente, o pagamento de acordo com o uso. Em tempos de reinvenção dos negócios, é sensacional poder pagar por serviços de TI como um serviço de utilities, como energia elétrica ou água.
Nesta nova era digital, as empresas terão que acompanhar os usuários finais na busca de modelos colaborativos, envolvendo companhias estabelecidas com startups que possuem poucos meses de vida. A tendência é termos tudo conectado e integrado em uma única rede, cuja base serão os serviços de telecomunicações. Estimativas apontam que teremos 50 bilhões de dispositivos de Internet das Coisas (IoT) no mundo em 2020 e, em dez anos, esse número irá quadruplicar. Apesar de as áreas de TI estarem presentes no novo modelo, estudos indicam que mais de 95% dos projetos de Big Data, Business Analytics e IoT terão origem no setor de negócios para solucionar problemas da operação ou necessidades da equipe de marketing.

O crescimento da IoT está intrinsicamente relacionado ao uso de Cloud, Big Data e Business Analytics – importantes ferramentas de entendimento e inovação de negócios. Em dois anos, metade dos dados de IoT estarão armazenados em ambientes na Nuvem. Uma cifra surpreendente diante das declarações de empresas que falavam até há pouco tempo que tinham receio de ambientes Cloud. Os movimentos de mercado mostram que estruturas terceirizadas com companhias renomadas e com gestão de técnicos especializados são mais seguras e, portanto, menos suscetíveis a problemas que gerem perda de dados.

Em um cenário com concorrentes globais e não mais regionais, a transformação digital será o principal trunfo das companhias brasileiras para despontar nos próximos anos. Inovação e tecnologia de ponta serão os fatores de sucesso para distinguir líderes de seguidores. Não há tempo a perder. Prepare sua empresa para inovar!

José Formoso, CEO da Embratel

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Xerox reúne parceiros de canal em Nova Iorque para experimentar o “Futuro do Trabalho”

Em seu esforço contínuo para direcionar os parceiros de canal ao sucesso, a Xerox reuniu na última terça-feira (25/04), em Nova Iorque, 200 parceiros atuais e convidados para discutir a evolução do local de trabalho. O fórum para parceiros “Future of Work” inicia a série global de eventos de informação e educação voltada para os diversos públicos da empresa, e que acontecerão ao longo de 2017.

No fórum, os parceiros foram apresentados às novas estratégias de vendas da empresa destinadas a aumentarem suas receitas, tiveram uma visão completa do novo portfólio de produtos da Xerox e puderam conhecer de perto as funcionalidades da tecnologia ConnectKey® 2017, que transforma os dispositivos de impressão tradicionais em assistentes de escritório inteligentes, conectados e que refletem as necessidades de negócios atuais.

“A tecnologia continua a moldar e mudar nossa vida diariamente, dentro e fora do local de trabalho”, disse Darren Cassidy, presidente da Unidade de Canais da Xerox nos Estados Unidos. “Estamos nos adaptando a essas mudanças e trazendo nossas soluções de parceiros de canal que melhorarão a mobilidade, a segurança e a personalização para que eles possam aumentar suas receitas e entrar em novos mercados”.

Durante a conferência de um dia que aconteceu no Skylight Modern de Manhattan, os parceiros exploraram as capacidades das 29 novas impressoras e dispositivos multifuncionais habilitados para o ConnectKey da Xerox. As novas linhas Xerox AltaLink® e Xerox VersaLink® possibilitam que os parceiros de canal maximizem as oportunidades de receita, vendendo um portfólio completo de tecnologias para o local de trabalho – incluindo impressoras multifuncionais de escritório, serviços de impressão gerenciada e soluções de automação de fluxo de trabalho.

Os parceiros brasileiros da Xerox também marcaram presença no fórum, com a participação das revendas Stoque, LSK e Gomaq. O diretor-executivo de Canais, Marcio Mattos, acompanhou os executivos das empresas durante o evento.

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Capgemini é nomeada líder em dois relatórios do IDC MarketScape para utilities

A Capgemini, um dos líderes globais de serviços de consultoria, tecnologia e terceirização, foi posicionada como uma líder em dois relatórios distintos do IDC MarketScape: Provedor Mundial de Serviços de Transformação Digital; e Serviços de Utilities para EMEA (Europa, Oriente Médio e África) 2017. De acordo com o próprio estudo, a Capgemini foi reconhecida como uma líder pelo “seu profundo conhecimento, especialização e longo histórico de serviços à indústria”.

Os relatórios do IDC MarketScape destacaram as seguintes áreas de forte atuação da Capgemini no setor de utilities:

• Provedor Mundial de Serviços de Transformação Digital: o levantamento considerou a Capgemini como “um dos maiores players do mercado para serviços de experiência digital para utilities, além de combinar poderoso planejamento de negócios e expertise em mapeamento com sólida metodologia de execução e diferentes modelos de entrega”.

• Provedor de Serviços de Utilities para EMEA 2017: a Capgemini foi reconhecida como “um provedor de primeiro nível para este setor”. Usando uma analogia, o relatório destaca ainda que a empresa é “um grande jogador com músculo, intelecto, pulso da indústria e competência em todas as principais soluções”.

“Estamos muito satisfeitos por termos sido posicionados como líder em dois relatórios consecutivos do IDC MarketScape por nossa experiência no setor de utilities. É uma comprovação do compromisso bem estabelecido da Capgemini em impulsionar a inovação, fornecendo serviços personalizados de ponta a ponta e alavancando experiências digitais por meio de soluções customizadas que capacitam nossos clientes a se reinventarem, transformando suas operações de negócios e aumentando a produtividade”, diz Perry Stoneman, líder global de Energia & Utilities da Capgemini.

“A Capgemini tem profundo conhecimento e especialização, resultado da sua longa história de serviço para esta indústria”, diz a analista do IDC, Roberta Bigliani. “A empresa também tem foco contínuo em inovação e soluções industriais completas para toda a cadeia de valor de seus clientes, o que contribuiu para sua posição como um líder da indústria”.

A Capgemini tem uma forte rede com mais de 16 mil profissionais dedicados a utilities. Seu modelo de distribuição global Rightshore tem como objetivo unir o fornecimento de offshore industrializado com um conjunto global de talentos-chave da indústria e recursos onshore, para entrega e proximidade com o cliente.

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Realidade Aumentada Interativa: a próxima onda tecnológica – Por Ivan Preti

Há pouco mais de uma década era difícil de imaginar que um único dispositivo portátil seria capaz de realizar chamadas de áudio e vídeo, solicitar um táxi, reservar hotéis e até abrir contas bancárias, atividades hoje consideradas normais dentro do nosso cotidiano. A introdução do smartphone fez com que empresas e usuários moldassem a forma de se organizar e conviver, reinventando serviços existentes e muitas vezes criando novos. Dentro desse contexto de revolução digital ainda em curso, qual será o próximo passo?

A resposta cabe em uma sigla: RAI (AR, em inglês), que significa Realidade Aumentada Interativa. Esta é uma das tecnologias que mais impactará os negócios e as relações humanas nos próximos anos, transformando consideravelmente as atividades do dia-a-dia por meio da integração do real com o virtual.

A RAI permite ao usuário perceber, remotamente, mais do que o puro ambiente físico em que se encontra. Ela pode oferecer diversos serviços e informações por meio de hologramas interativos controlados por gesto ou voz.

O conceito de realidade aumentada, antes conhecido como realidade virtual, existe desde a década de 1960, porém só com a consolidação e o desenvolvimento de smartphones e tablets todo seu potencial foi tangibilizado. Hoje, já podemos conferir essa tecnologia de perto em produtos voltados ao entretenimento, como os óculos de realidade aumentada.

Em pouco tempo, o que hoje é apenas diversão será coisa de gente grande. Em até três anos, a RAI terá ultrapassado suas capacidades atuais e deve evoluir de simples sobreposições textuais em hologramas discretos para réplicas virtuais inteiras da realidade, cujos efeitos especiais estarão no nível da qualidade dos filmes e imperceptivelmente irão se misturar com a realidade.

Tudo isso irá desencadear uma quantidade incontável de conteúdo digital a ser gerenciado em tempo real, num volume que nenhum dispositivo será capaz de administrar. A solução mais viável será centralizar o armazenamento e gestão de dados com o objetivo de atender à demanda, em outras palavras, tudo estará na nuvem.

Segundo a publicação científica global Journey 2020, desenvolvida pela Comunidade Científica da Atos, a onda da Realidade Aumentada Interativa possibilitará que novas ideias se tornem realidade na rotina de diversos profissionais e segmentos. Abaixo alguns exemplos de casos de uso separados por setor:

Saúde: Cirurgiões poderão ver ultrassons de órgãos enquanto os operam;

Corporativo: Funcionários de um escritório comum poderão ter apenas representações holográficas de arquivos que podem ser manipulados via holograma. Por exemplo, jogue na lixeira uma pasta se quiser excluí-la. Quer reorganizar os arquivos? Arraste-os;

Automotivo: Projetistas de plantas automotivas poderão analisar elementos de construção, planejar linhas de produção e oficinas, comparar variações e verificar peças em um mundo simulado;

Varejo: Consumidores serão capazes de obter resenhas e preços de produtos enquanto caminham por uma rua comercial, identificando oportunidades de compra sem nem mesmo entrar fisicamente no estabelecimento.

Falando em próximos passos, prevemos que a velocidade dessa transformação dependerá da aderência e da ousadia do mercado. Considerando um cenário otimista, assim como aconteceu com a tecnologia do smartphone há quase uma década, é possível estimar que até 2020 a RAI tenha um potencial de atingir até um bilhão de usuários.

Dada esta estimativa estamos à beira de uma nova revolução digital que alterará os modelos de negócio digitais e de gestão ainda em evolução tanto nos segmentos B2B e B2C, exigindo investimentos focados a maximizar os benefícios desta nova tecnologia. Você está pronto para começar?

Ivan Preti, graduado em Engenharia da Computação pela Universidade Federal de Itajubá, pós-graduado em Gestão Estratégica da Tecnologia da Informação pela FGV São Paulo e com MBA Executivo em Gestão de Negócios e Estratégia pela HEC Paris. Atua há mais de 10 anos na área de Serviços de Tecnologia da Informação, sendo os últimos quatro na empresa Atos Brasil.

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Escola de Governança da Internet no Brasil abre inscrições para Curso Intensivo

Primeira a debater temas cruciais para o desenvolvimento da Internet no país, a EGI (Escola de Governança da Internet), iniciativa do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), recebe inscrições para a 4ª turma do Curso Intensivo. Serão 50 horas dedicadas ao debate de assuntos que demandam atenção da sociedade brasileira e mundial, como proteção de dados pessoais, algoritmos, blockchain, criptografia e Internet das Coisas. Os interessados em aprofundar o conhecimento sobre esses e outros temas devem se inscrever até 25 de junho no portal da EGI: http://egi.nic.br/.

“Desde 2014, o CGI.br promove o Curso Intensivo da EGI, que é uma referência no País. A EGI criou um espaço de interlocução e construção de conhecimento sobre governança da Internet. É nossa responsabilidade manter esse espaço e ampliar a participação da sociedade no debate. Com um corpo docente formado por profissionais e acadêmicos reconhecidos em suas áreas de atuação, o curso prima pelo cuidado e qualidade dos temas abordados. A cada ano temos a oportunidade de aprimorar essa experiência e aprofundar o debate sobre temas emergentes relacionados ao uso da Internet em um ambiente multissetorial”, considera Hartmut Glaser, secretário executivo do CGI.br e diretor da EGI.

As aulas acontecerão de 20 a 25 de agosto, em São Paulo. O curso, que é gratuito, tem o objetivo de capacitar gestores públicos, formuladores de políticas públicas, empresários, pesquisadores, acadêmicos, representantes da comunidade técnica, de organizações da sociedade civil e demais interessados sobre o funcionamento e a governança da Internet. Para participar do processo seletivo é necessário preencher o formulário, enviar currículo e produzir um texto sobre temas relacionados à Governança da Internet dentro da área de atuação do candidato. Veja o programa na íntegra: http://egi.nic.br/curso-intensivo-egi/.

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SP Ventures participa de debate sobre agtech durante a Agrishow 2017

Com o objetivo de disseminar conteúdos e ideias que vão impactar o futuro do agronegócio no país e no mundo, a Startagro, primeiro hub de informação, networking e negócios de agtech do Brasil, realizará na próxima quarta-feira (3) durante a Agrishow, um painel de conferências e debates que contará com a participação de Francisco Jardim, sócio fundador da SP Ventures, uma das principais gestoras de fundo de investimento de Venture Capital do país.

O fundador será um dos palestrantes no painel que traz o tema “Lavoura conectada: o que é preciso para que as fazendas tenham acesso à internet e quando isso vai acontecer”, que será das 10h às 10h45. Além de Francisco Jardim, participarão do painel Fabrício Lira Figueiredo, Gerente de Tecnologias de Comunicação sem fio do CPqD, e Fernando Martins, CEO da Agrotools.

“É muito gratificante poder participar de um debate que gira em torno daquilo que acreditamos e investimos continuamente: a tecnologia a favor do agronegócio. Sabemos de sua importância para o setor e queremos, cada vez mais, contribuir para o crescimento desse mercado”, afirma Francisco Jardim.

O painel é uma novidade da edição deste ano da Agrishow e abordará assuntos que giram em torno do tema “A Revolução das Máquinas: quando algoritmos, inteligência artificial, internet das coisas e outras tecnologias se encontram com os motores do campo”. Além isso, o evento reunirá empreendedores, inovadores, produtores, acadêmicos e investidores para um amplo debate rico em informações sobre o setor.

Mais informações: www.sympla.com.br/startagro-agrishow__134327

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Agrishow 2017 é aberta em clima de otimismo

As perspectivas da Agrishow 2017 – 24ª Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação são altamente positivas. Na solenidade de abertura, realizada nesta segunda-feira (01/05) o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, assinou decretos para aberturas de crédito para os programas Pró-Trator e o Pró-Implementos, no valor de R$ 137 milhões, pelo Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista (Feap), e que também estabelece um regime especial para a devolução de ICMS retido para as indústrias de máquinas e implementos, no valor de R$ 30 milhões.

O governador destacou que a feira é um sucesso e que pode atrair cerca de 150 mil visitantes em cinco dias, acrescentando que no mesmo decreto assinado pessoas físicas e empresas rurais têm a ampliação da utilização do crédito de ICMS para as compras de caminhões, furgões e carrocerias. “Também estamos liberando R$ 120 milhões da Fapesp (Fundo de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) só para os nossos institutos de pesquisa do nosso Estado”, disse Alckmin. O governador paulista também destacou o convênio com municípios para as recuperações de 400 quilômetros de estradas vicinais pelo programa Melhor Caminho, com financiamento do Banco Mundial, pelo programa Microbacias 2.

O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, disse que, como é do ramo, existe a preocupação com o produtor rural e sua renda, para que tenha mais eficiência no campo, fornecendo alimentos para os brasileiros e consumidores de mais de 150 países. “O produtor é uma enciclopédia ambulante, conhece muito, tem potencial”, comentou Maggi. “Temos que buscar uma saída para não perder esse capital, que é o conhecimento do produtor”, emendou o ministro, referindo-se às grandes divergências sobre as taxas de juros para o setor, além do recolhimento do Funrural definido pela Justiça. “O produtor rural não suporta mais 5% de juros ao ano, pois é uma atividade de altíssimo risco”, finalizou Maggi.

O presidente do Conselho de Administração Abimaq, João Carlos Marchesan, agradeceu ao governador pelo decreto de devolução do ICMS retido, que é importante para o setor de indústrias e implementos agrícolas. Ele destacou ainda que nos últimos anos o agronegócio demonstrou sua produtividade e eficiência na economia brasileira e que o produtor rural precisa de incentivo para produzir, transportar e armazenar e que essa pujança não pode desaparecer. “Uma prova disso é que o setor de máquinas agrícolas registrou um crescimento de 5,2% no número de empregos no primeiro trimestre deste ano em comparação com o mesmo período de 2016”, informou.

Antes da solenidade de abertura, em encontro com a imprensa, os executivos das entidades realizadoras avaliaram que a edição de 2017 deve superar o volume de negócios da edição de 2016, que foi de R$ 1,95 bilhão. “Todo o cenário está montado para realizarmos um excelente evento”, afirmou José Danghesi, diretor de feiras da Informa Exhibitions, promotora da feira. “O que esperamos é que não sejam criados nenhum embaraço para o crescimento esperado”, complementou o presidente da Agrishow e da Faesp – Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo, Fábio Meirelles.

O presidente da ABAG – Associação Brasileira do Agronegócio, Luiz Carlos Corrêa Carvalho, enfatizou a importância da Agrishow para a modernização das cadeias produtivas da produção agrícola nacional. Já David Roquetti, diretor executivo da ANDA – Associação Nacional para Difusão de Adubos destacou o amplo leque de produtos e serviços que a feira proporciona aos visitantes. Para o presidente da Sociedade Rural Brasileira, Marcelo Vieira, os expositores da Agrishow contribuem, de forma decisiva, para aprimorar a competitividade do agronegócio brasileiro.

O presidente de honra da Agrishow, Maurilio Biagi Filho, e o presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas, da Abimaq, Pedro Estevão Bastos de Oliveira, também participaram da coletiva de abertura do evento, que será promovido até o dia 5 de maio, em Ribeirão Preto, São Paulo. Ambos preveem crescimento de 15% nas vendas de máquinas e implementos neste ano, em relação ao ano anterior.

A Agrishow está sendo realizada de 1º a 5 de maio, em Ribeirão Preto (SP), e é uma iniciativa das principais entidades do segmento no país: Abag – Associação Brasileira do Agronegócio, Abimaq – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Anda – Associação Nacional para Difusão de Adubos, Faesp – Federação da Agricultura e da Pecuária do Estado de São Paulo e SRB – Sociedade Rural Brasileira. O evento é organizado pela Informa Exhibitions, integrante do Grupo Informa, um dos maiores promotores de feiras, conferências e treinamento do mundo com capital aberto.

PRÊMIO BRASIL AGROCIÊNCIA É ENTREGUE AO “PAI DA SOJA” NO BRASIL

Durante a solenidade de abertura da Agrishow 2017, o Prêmio Brasil Agrociência foi entregue ao engenheiro agrônomo Romeu Afonso de Souza Kiihl, considerado o “pai da soja” no Brasil. Com mais de cinquenta anos dedicados à pesquisa para o melhoramento genético da soja, ele foi um dos responsáveis pela adaptação da oleaginosa no país. O Prêmio foi dado pelo presidente da Agrishow e da FAESP, Fabio Meirelles, pelo presidente de Honra da Agrishow, Maurilio Biagi, pelo ex-Ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Roberto Rodrigues, e pelo diretor executivo da ANDA, David Roquetti.

Já a Homenagem da Agrishow foi concedida à Rede Globo de Televisão, pela campanha “Agro: A Indústria-Riqueza do Brasil”. O editor chefe do Globo Rural, o jornalista Humberto Pereira, recebeu a homenagem do governo de São Paulo, Geraldo Alckmin e dos executivos das entidades realizadoras da feira: Fabio Meirelles (Faesp), João Carlos Marchesan (Abimaq), Luiz Carlos Corrêa Carvalho (Abag), David Roquetti (Anda), e Marcelo Vieira (SRB).

Banco do Brasil lança Investimento Agro Digital na Agrishow 2017

O Banco do Brasil lançou na Agrishow 2017 – 24ª Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação, que acontece até 5 de maio, em Ribeirão Preto (SP), o Investimento Agro Digital, em que é possível receber pelo aplicativo BB propostas de financiamento para aquisição de máquinas, equipamentos e veículos destinados a produção agropecuária.

Ao fazer a simulação de seu financiamento, o cliente poderá verificar as linhas de crédito que melhor atendem suas necessidades. Depois, basta escolher uma das soluções de crédito e enviar a proposta. O Investimento Agro Digital está disponível para os produtores rurais da agricultura empresarial de todo o país, desde que estejam com cadastro atualizado, sem restrições impeditivas e com limite de crédito.

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Escritório com estação de trem marca investimento de R$ 3 milhões da GFT Brasil em Curitiba

A GFT Brasil, empresa especializada em tecnologia para o setor financeiro, abre escritório em Curitiba para atender o sul do Brasil e exportar serviços. O novo escritório tem layout inspirado em uma histórica estação de trem da cidade, que fica ao lado do prédio em que está a GFT. Veja os detalhes na reportagem em vídeo do valoragregado.com .

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Negócios desenvolvidos por consultoria garantem solidez e rentabilidade para quem investe nos Estados Unidos

Os Estados Unidos são a maior potência financeira do mundo e também um dos lugares mais seguros para investir. A moeda mundial é o dólar e isso garante grande estabilidade para o investidor. Depois da crise de 2008, a legislação buscou minimizar os riscos e as especulações de mercado, fazendo do país um enorme atrativo para aqueles que buscam investir com solidez e segurança.

As possibilidades são inúmeras, desde para aqueles que desejam investir em imóveis, novos negócios, abrir empresas ou até mesmo quem recebeu uma herança e quer atuar nos Estados Unidos. Essa iniciativa proporciona segurança em tempos de crise, principalmente para os brasileiros, que sofre com os altos e baixos da economia. Além disso, trabalhar em vários mercados é uma forma gerar receita em moedas diferentes e criar recebíveis fortes, garantindo longevidade.

O advogado Daniel Toledo, especializado em direito de imigração e diretor da Loyalty, consultoria que atua há 11 anos no segmento de obtenção de vistos e transferências de executivos, destaca que um ponto positivo foi a entrada de Donald Trump para a presidência. Ele tem feito uma série de movimentações no mercado financeiro, resultando em uma grande estabilidade. “ O crédito está cada vez mais acessível. Os bancos têm se mostrado favoráveis a projetos sólidos e já estruturados. A possibilidade de financiamentos e credito é imensa”, explica.

O primeiro passo é buscar uma consultoria nos Estados Unidos para que possa ser feito um profundo estudo tributário, evitando assim gastos desnecessários. Com este planejamento em mãos, a etapa seguinte é traçar quais são os objetivos do investidor para curto, médio e longo prazos, estruturando o planejamento de cada um dos possíveis investimentos que se adequam a cada perfil.

A Loyalty implantou nos Estados Unidos, só nos últimos três anos, seis projetos que custaram mais de 20 milhões de dólares juntos. “Atualmente, há dois em execução e mais dois que irão começar no segundo semestre deste ano.No último trimestre de 2017, a empresa levou para o país mais de 2 milhões de dólares por mês”, destaca Daniel.

A equipe composta de administradores, contadores, economistas e advogados apresenta o planejamento e acompanha desde os primeiros passos até a total implantação. “ A gestão financeira é do próprio cliente ou de um fundo investidor, que é totalmente alheio à Loyalty”, esclarece o advogado.

Outro diferencial oferecido pela consultoria é que todos os projetos são exclusivos e são desenvolvidos de acordo com as deficiências do mercado. “Não seguimos tendências e tão pouco aproveitamos oportunidades de momento. Criamos sempre algo novo, diferenciado e projetado para a deficiência calculada para os próximos cinco anos ou mais”, aponta o especialista.

Daniel detectou que o mercado nos Estados Unidos está muito focado na questão esportiva e o governo tem alavancado diversas oportunidades neste setor. “ Criamos um projeto para construção de seis Sport Complex no estado da Flórida, sendo que a sua conclusão levará cerca de 11 meses de trabalho. Com investimento na casa de 1,5 a 2 milhões de dólares, estimamos o retorno em aproximadamente dez meses. Para 2019, também estamos desenvolvendo a implantação de um circuito de corrida automobilística, que trará um rápido retorno para quem participar desta iniciativa”, conclui.

O advogado separou cinco dicas para quem deseja investir em solo americano:

1.Busque orientação com empresas experientes e profissionais que já demonstraram resultados no mercado

2.Nunca coloque dinheiro na conta de pessoas físicas ou empresas

3.Mantenha sempre consigo a gestão financeira ou outorgue a um banco de investimento

4.Analise os riscos de cada projeto e busque analisá-lo de forma pessimista

5.Não se iluda com números atraentes. Veja a realidade do mercado local

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Infosys to Hire 10,000 American Workers Over the Next Two Years and Establish Four Technology and Innovation Hubs in the United States

Infosys (NYSE: INFY), a global leader in consulting, technology and next-generation services, today announced that it plans to hire 10,000 American workers over the next two years. As part of this initiative, Infosys will open four new Technology and Innovation Hubs across the country focusing on cutting-edge technology areas, including artificial intelligence, machine learning, user experience, emerging digital technologies, cloud, and big data.

These four hubs will not only have technology and innovation focus areas, but will closely serve clients in key industries such as financial services, manufacturing, healthcare, retail, energy and more. The first hub, which will open in Indiana in August 2017, is expected to create 2,000 jobs by 2021 for American workers and will help boost Indiana’s economy.

“Infosys is committed to hiring 10,000 American technology workers over the next two years to help invent and deliver the digital futures for our clients in the United States,” said Dr. Vishal Sikka, Chief Executive Officer, Infosys. “Learning and education, along with cultivating top local and global talent, have always been the core of what Infosys brings to clients; it is what makes us a leader in times of great change. In helping our clients improve their businesses and pursue new kinds of opportunities, we are really excited to bring innovation and education in a fundamental and massive way to American workers. New advances in technology – artificial intelligence, in particular – are radically transforming our world, and it is within our reach to learn these new technologies and to be the innovators and entrepreneurs who bring solutions based on these technologies to our clients in all industr ies.”

“It’s so good to welcome Infosys to Indiana, and to expand our growing tech ecosystem with the addition of their estimated 2,000 Hoosier jobs,” said Indiana Governor Eric J. Holcomb . “Indiana continues to put the tools in place, such as the Next Level Trust Fund and incentivizing direct flights, that allows us to attract and retain great companies like Infosys. In addition, our higher education institutions are producing a world class workforce, establishing Indiana as the innovation hub of the Midwest. I look forward to working with Infosys to elevate Indiana to the next level.”

In filling these jobs, Infosys will hire experienced technology professionals and recent graduates from major universities, and local and community colleges, to create the talent pools for the future. To ensure that American workers are fully equipped to innovate and support clients in the rapid digitization of all industries and consistent with Infosys’ over 35 year-long commitment to the U.S., the company will institute training programs in key competencies such as user experience, cloud, artificial intelligence, big data and digital offerings, as well as core technology and computer science skills.

This development comes as part of Infosys’ continued legacy of a three-decade long investment across the U.S. In just the last 3 years, Infosys has renewed this focus by setting up an innovation hub in Silicon Valley. A unique, open environment that encourages new ways of working, collaborating, thinking and delivering breakthrough next-generation projects to clients.

Infosys pursues its mission of inspiring children, young adults and educators to become creators of technology through its charitable foundation, Infosys Foundation USA. Since 2015, more than 134,000 students, over 2,500 teachers and almost 2,500 schools across America have benefited from high quality computer science training and classroom equipment funded by Infosys Foundation USA. The Foundation also partners with organizations such as Code.org, CSTA and others to advance the skills development of millions of students.

“Since joining Infosys nearly three years ago, it has been my personal endeavor to help us get much closer to our clients, to co-innovate with them, on their most important business problems,” added Dr. Sikka. “Having lived in the U.S. for nearly 30 years, and being a part of the incredible innovation here, I truly believe Infosys can help clients bring innovation more directly into their businesses, as they create and drive their digital transformations. We can achieve this by enhancing our ability to attract and recruit local top talent across the United States, by harnessing the global scale of Infosys, through software and platforms, and by educating and training people in the necessary skills.”

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Hospitalar 2017 oferece vasta agenda de eventos sobre administração da saúde

O sucesso de uma empresa depende totalmente da qualidade de sua gestão. Hoje, são diversos os aspectos que levam uma empresa ao sucesso (ou ao fracasso) e, no setor de saúde, o cenário não é diferente. Pensando em otimizar recursos, melhorar os processos administrativos e impulsionar a saúde no Brasil, a Hospitalar Feira + Fórum também oferece uma sequência de workshops e painéis focados em gestão, garantindo a todos os participantes que atuam diretamente na área, um conteúdo atualizado e de alta qualidade.

De olho no cenário econômico brasileiro, que vislumbra crescimento em um período pós-recessão, os empresários da área da saúde encontrarão na Hospitalar um evento específico sobre investimentos. Abrindo o programa de congressos da feira, o “Talk show GPeS: Na Mira do Investidor” trará informações atualizadas sobre os tipos de investimentos feitos no setor de saúde no Brasil, avaliações do atual mercado e perspectivas futuras. Iniciativa da GPeS – Gestão de Projetos em Saúde, o painel será realizado das 8h30 às 10h30 do dia 16, e promete clarear as visões empresariais que focam o desenvolvimento.

Considerando que investimento só é convertido em resultados por meio de uma administração eficaz, a Hospitalar Feira + Fórum também abordará a importância da transparência nas gestões públicas e privadas. Promovido pela ABIMED – Associação Brasileira de Alta Tecnologia de Produtos para a Saúde, o painel “Transparência que gera valor” demonstrará que com uma gestão clara é possível coibir desvios éticos e melhorar a sustentabilidade pela otimização de recursos. “É fundamental tornar a cadeia fornecedora de produtos para a saúde mais transparente pois, a partir do entendimento e da identificação dos potenciais problemas, torna-se mais fácil definir soluções”, declara Carlos Goulart, presidente executivo da ABIMED. O painel, que será mediado pelo jornalista William Waack, está marcado para dia 16 de maio a partir das 16h30.

Indo mais a fundo nos entraves enfrentados pela cadeia de saúde no Brasil, o fórum “O papel dos Hospitais na Gestão de Saúde Populacional”, promovido pela ASAP – Aliança para a Saúde Populacional, reunirá gestores, profissionais de recursos humanos e responsáveis por programas empresariais de saúde para debater o papel das instituições hospitalares como protagonistas da gestão de saúde no país. Realizado na manhã do dia 17 de maio, o evento trará à tona a ideia de que os hospitais podem assumir certa liderança na comunidade, fomentando a promoção da saúde e estimulando a prevenção e a educação da população como um todo.

Os profissionais que atuam e investem em edificações diversas de saúde também encontram, na Hospitalar 2017, muito conteúdo que remete à gestão destas instituições. Durante os quatro dias de evento, três auditórios estarão à disposição do 40º Congresso Brasileiro de Administração Hospitalar e Gestão em Saúde. Realizado pela FBAH – Federação Brasileira de Administradores Hospitalares, o encontro realizará mais de 90 horas de palestras sob o tema principal “Repensar a Saúde: Modelo, Financiamento, Gestão e Assistência”. Quem participa do congresso, absorve um conteúdo vasto que debate desde gestão de pessoas e liderança até mesmo qualidade e segurança do paciente.

Além deste congresso que chega a sua incrível marca de 40 edições, a Hospitalar oferece um fórum específico para tratar sobre facilities. Nomeado “Fórum INFRA de Facilities Management no Ambiente Hospitalar”, o evento está marcado para dia 16 de maio e é uma realização da Revista INFRA, Outsourcing & Workplace. Complementando o novo setor de Facilities da Hospitalar que traz soluções para otimizar operações e reduzir custos da cadeia da saúde, o fórum abordará a implementação de sistemas de facilities management em hospitais, explicará como esses sistemas suportam as atividades médicas e o funcionamento das entidades; falará sobre inovação na limpeza hospitalar trazendo, como case de sucesso, o histórico do Hospital do Coração e também debaterá diversos outros pontos relacionados ao tema.

Saindo da gestão hospitalar para tratar sobre outras edificações em saúde, o IEPAS – Instituto de Ensino e Pesquisa na Área da Saúde organiza dois encontros específicos: o 11º Congresso Brasileiro de Gestão em Laboratórios Clínicos (17/05) e o 12º Congresso Brasileiro de Gestão em Clínicas de Serviços de Saúde (18/05). Realizados pelo SINDHOSP – Sindicato dos Hospitais do Estado de São Paulo, CNS – Confederação Nacional de Saúde e FENAESS – Federação Nacional dos Estabelecimentos de Serviços em Saúde com apoio da SBPC/ML – Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial, estes eventos reunirão, em dois dias, assuntos diversos referentes à gestão de pessoas, gestão financeira, ética e relacionamento.

A Hospitalar Feira + Fórum é o único evento multissetorial da saúde no Brasil e nas Américas e, além de todos os eventos citados acima, oferecerá muito mais conteúdo sobre gestão ao longo de seus quatro dias de evento. Além de toda a agenda de congressos, o pavilhão de exposições contará com diversas empresas apresentando suas soluções específicas para otimização das operações empresariais e administração.

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CEO da ClickSoftware é eleito um dos 20 maiores influenciadores da Indústria de Serviços em Campo no mundo

unnamed (53) A Field Service News, principal revista de negócios da Europa dedicada ao setor de serviços de campo, acaba de anunciar os 20 principais influenciadores do setor de serviço em campo para 2017, globalmente. O CEO da ClickSoftware, Tom Heiser, é destaque na lista.

O segmento de telecom é o de maior destaque para a ClickSoftware no Brasil. Foi no país que a companhia fechou um de seus maiores negócios, globalmente, com a operadora OI, em um projeto que envolve 40 mil técnicos. Outro projeto de sucesso no país é com a Nextel, que adotou tecnologia ClickSoftware para manter o mais alto nível de serviço ao cliente e expandir redes 3G e 4G em todo território nacional. A solução de gestão da força de trabalho em campo permitiu ao provedor de telecomunicações escalar facilmente sua força de trabalho e aumentar a produtividade.
Este é o terceiro ano do “Top 20 Field Service Influencers”, uma lista definida por um comitê de especialistas da indústria que enaltece os indivíduos que melhoraram de alguma forma o setor de serviços em campo no último ano, e espera-se que continuem a fazê-lo no futuro.

De acordo com os especialistas responsáveis pela lista, Heiser possui não só uma firme compreensão da indústria em geral, mas também para onde o futuro da tecnologia de gerenciamento de serviços em campo irá. “Sob sua orientação, a perspectiva para a icônica marca ClickSoftware parece estar em uma base muito positiva mais uma vez”, relatam.

Este é o primeiro ano em que Tom Heiser aparece na lista desde que assumiu o comando da ClickSoftware em 2015 e já foi reconhecido como um líder na indústria de serviços em campo. O executivo possui mais de 30 anos de experiência em liderança de tecnologia operacional e executiva e é líder comprovado na implementação de estratégias e táticas focadas em melhorar a experiência geral do cliente.

Durante sua atuação na ClickSoftware, Heiser liderou muitas mudanças organizacionais, bem como um crescimento rápido e inovação, incluindo o lançamento do Click Field Service Edge – primeira solução em nuvem da ClickSoftware para organizações de serviços em campo.

Sobre sua inclusão na lista dos 20 maiores influenciadores, Heiser ressalta que: “é ótimo ser reconhecido como um influenciador-chave da indústria. Tudo o que conseguimos alcançar nos últimos 18 meses é prova do espírito inovador da equipe ClickSoftware. E é esta inovação contínua que dá aos nossos clientes formas mais criativas de otimização para eficiências operacionais, metas de negócios e até mesmo experiência do cliente.

Ele continuou: “Estamos desafiando nossos clientes a repensar o que é possível. As empresas de serviços estão deixando de ser centros de custo para impulsionar a satisfação do cliente, aumentar a receita e oferecer excelentes experiências aos clientes. Nossa história única no serviço em campo nos dá um forte ponto de vantagem para avaliar e analisar o engajamento do cliente. Podemos casar nossa tecnologia com essa visão de mercado e continuar fortalecendo a posição da ClickSoftware como líder dessa indústria”.

Confira a lista completa de influenciadores do serviço em campo aqui.

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Movimento 100 Open Startups divulga ranking 2017 das mais promissoras para negócios e investimentos

O movimento “100 Open Startups”, plataforma internacional que conecta startups a grandes empresas, divulgou o ranking dos 100 negócios brasileiros mais atraentes na visão do mercado e prontos para receber investimentos. A lista é resultado de um processo anual que envolve especialistas do mercado, como aceleradoras, investidores e grandes empresas, e reconhece as startups que mais despertaram interesse em grandes instituições.

As etapas incluíram o processo online com mais de 4 mil avaliações, além de outras 4 mil análises geradas em encontros e demo days em diversas cidades do Brasil (Campinas, Curitiba, Rio de Janeiro, São José dos Campos, Recife, Porto Alegre, São Paulo, Florianópolis e Belo Horizonte).

Com cerca de 2.800 startups inscritas, foram selecionadas 150 startups para última etapa do processo, que incluiu a participação no principal evento de empreendedorismo e inovação aberta entre startups e grandes empresas – a Oiweek (Open Innovation Week) – onde as novas reuniões com investidores e executivos geraram mais 600 validações institucionais que compõem o resultado.

As 100 startups que apresentaram melhor desempenho no período de um ano, despertando interesse ou fechando contratos com grandes empresas, estão no Ranking 100 Open Startups Brasil 2017.

“Para nós é muito gratificante fazer parte da história dessas startups que trabalham fortemente para colocar seus projetos na rua e conquistar não só investimento, como parceria com grandes empresas que estão cada vez mais abertas e conectadas ao movimento”, comenta Bruno Rondani, Cofundador do Movimento 100 Open Startups.

Números do Movimento:

# mais de 370 grandes empresas conectadas;

# 298 contratos fechados entre empresas e startups;

# mais de 2.800 startups ativas.

Ranking 2017

GoEpik
Beenoculus
Mercado de Resíduos
Opinion Box
Lean Survey
Evnts
Solides Tecnologia
Forebrain
Egalitê
Intelup
Aquarela VORTX
Nama
Pin People
Tau Flow
Cuco Health
PROSUMIR
Horta Mágica
Reachr
Omnize
Encontre um Nerd
Linkest
KITUTOR
Treevia
Nexxto
Nuclearis
Descola
Standout
Real Networking
Ubivis
Mind the Graph
Edools
Guepardo Sistemas
Comprovei
Kornerz
Postmetria
SmartCompras
Newatt
SmartPromoter
Inngage
Novidá
TESTR
Flowsense
PrintGreen3D
Contraktor
Senfio
FolhaCerta
Beenergy
PickMeApp
LogPyx
AWC Tecnologia
CRIO
mLearn
Nearbee
Kriativar
HOOBOX Robotics
3DLopes
Agrosmart
Oxiot
VRMonkey
RutaPro
HelpBell
Pickcells
Magikey
ENbox
Droneng
JUSTTO
VivaBem
Sensorweb
Confirm8
Ecoplasma
Sii Technology
Signa Brasil
Menu For Tourist
Vestal Oncogenomics
Sugarzyme
Piron Health
Virturian
Lett Insights
Moneto
UNA Smart
Joy Street
Central de Orçamentos
Nutricandies
Aprepara
altaMedia Platform
Mobility of Things
Kiskadi
comOferta.com
MAX Person
Aqua Multitoque
Eirene Solutions
VM9
BeerOrCoffee
Arkmeds
Cuboz
ROBOS.im
Lab. Alquimista
DICOM Grid Brasil
PluriCell Biotech
Dropo

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Estudo Dell EMC: só 5% das grandes empresas têm ambientes de TI preparados para a transformação digital dos negócios

Um estudo da empresa de análises e pesquisas ESG (Enterprise Strategy Group), patrocinado pela Dell EMC – fornecedora que reúne a oferta mais abrangente e inovadora de soluções corporativas de TI da indústria – identificou que a maioria das grandes empresas (71%) concorda que para se manterem competitivas precisarão realizar uma Transformação da TI, com o objetivo de adaptar-se à digitalização dos negócios. Apesar disso, só 5% das organizações ao redor do mundo já estão preparadas para esse novo momento, por meio de infraestruturas, processos e metodologias adequados.

O estudo batizado de “Curva de Maturidade na Transformação da TI”, entrevistou 1.000 decisores de TI de empresas privadas e públicas, com mais de 1.000 funcionários em todo o mundo, sendo 100 deles no Brasil. As organizações consultadas foram segmentadas em quatro grandes grupos (Transformadas, Em Evolução, Emergentes e Legadas), de acordo com o estágio de maturidade na Transformação da TI.

O levantamento identificou que uma minoria (5%) das grandes corporações já se encaixa no perfil de ‘Transformadas’, que inclui as empresas mais maduras e que implementaram infraestruturas, processos e alinhamentos organizacionais adequados às necessidades da Transformação de TI. Por outro lado, 41% das empresas estão na fase de ‘Em Evolução’, na qual demonstram compromisso com essa transformação e têm alguns projetos de modernização das tecnologias do data center e nas metodologias de entrega da TI.

Ainda segundo o estudo, a maioria das organizações (42%) se encaixa no grupo de ‘Emergentes’, com alguns progressos rumo à Transformação de TI, mas com poucos projetos em andamento para modernização das tecnologias do data center. E, por fim, outros 12% das empresas se encaixam entre as ‘Legadas’, com pouquíssimo – ou nenhum – avanço nas questões relacionadas à Transformação de TI.

“Esse estudo confirma a percepção da Dell EMC de que a TI deve ter um papel cada vez mais relevante nesse momento de transformação digital dos negócios, que afeta empresas dos mais diversos setores e perfis”, afirma Giampaolo Michelucci, Presidente de Enterprise da Dell Brasil. “A Transformação Digital dos negócios já está em andamento e as empresas têm ciência disso. Mas a capacidade de as organizações se manterem competitivas nesse novo cenário passa pela modernização da infraestrutura e dos processos de TI, para responder e adaptar-se rapidamente às novas demandas do negócio, com inovações, prazos e custos adequados”, complementa.

Transformação da TI e os Resultados para o Negócio

Entre as empresas Transformadas, 85% acreditam que estão em uma posição forte ou muito forte para competir e serem bem-sucedidas no mercado nos próximos anos, contra uma média de 43% entre as organizações menos maduras (Legadas).

As organizações Transformadas também reportam avanços significativos – se comparado às demais – na capacidade de ajudar as empresas a criar produtos inovadores e em um menor prazo, automatizar processos e tarefas manuais e permitir que a TI seja encarada como um centro de lucro, em vez de um centro de custos.

Seguem abaixo alguns dos principais resultados entre as empresas Transformadas:

• 96% excederam os objetivos de receita no último ano, o que representa um percentual mais de 2x maior do que as Legadas
• As Transformadas são 8x mais propensas que as Legadas a avaliar um relacionamento altamente colaborativo entre a TI e o negócio
• Fazem um ‘progresso excelente’ ao rodar a TI como um centro de lucros, em vez de um centro de custos (com um percentual 7x maior do que as Legadas)
• São 7x mais propensas do que as menos maduras (Legadas) a ter uma TI enxergada como um diferencial competitivo para o negócio
• Usam os recursos de TI para acelerar a inovação em produtos e o lançamento de novidades no mercado (com um percentual 6x maior do que as organizações menos maduras)

Tecnologias Transformadoras

De acordo com a ESG, a adoção de tecnologias modernas no data center, como sistemas de storage escaláveis e infraestrutura convergente e hiperconvergente, podem aumentar a agilidade e o tempo de respostas da TI, assim como as entregas e o desenvolvimento de aplicações.

O estudo “Curva de Maturidade na Transformação da TI” identificou que:

• 54% de todas as empresas entrevistadas já usam infraestruturas convergentes ou hiperconvergentes para suportar as aplicações
• 58% de todos os entrevistados já adotaram sistemas de armazenamento escaláveis
• Cerca de metade das organizações começou a implementar, avaliar ou planejar a adoção de tecnologias definidas por software (data center definido por software) e enxergam a adoção desses sistemas em longo prazo
• 65% dos respondentes fizeram um progresso ‘excelente’ ou ‘aceitável’ para oferecer ao usuário que está na ponta a capacidade de utilizar os recursos de TI como se os mesmos estivessem em uma cloud pública
• 43% dos entrevistados fizeram uma adoção de princípios e melhores práticas de DevOps

Por fim, o levantamento aponta que a Transformação da TI tem levado a uma maior cooperação e um melhor relacionamento entre as áreas de TI e negócios. Como reflexo, 36% das corporações consultadas apontam que os resultados do departamento de Tecnologia são avaliados mensalmente pela Diretoria e pelos principais executivos da organização.

Além disso, em 39% das empresas que participaram da pesquisa, o principal executivo de TI reporta diretamente para o CEO.

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