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Banco Original é única instituição da América Latina que concorre a Prêmio Internacional de Inovação

Com operação de varejo nascida 100% digital, o Banco Original é um dos finalistas do Innovation Awards, prêmio de inovação concedido pela EFMA (organização global sem fins lucrativos que facilita o trabalho entre seguradoras e instituições financeiras).

Na disputa, o Original foi indicado por uma comissão da EFMA que analisou os cases mais inovadores da atualidade no universo de 200 instituições de 61 países. A iniciativa de inovação reconhecida para concorrer ao prêmio é o recém-lançado Open Banking, uma plataforma que permite a integração de diversos aplicativos com os serviços do banco por meio da abertura de APIs (Interface de Programação de Aplicativos, em inglês).

Com o lançamento deste projeto, em setembro, o Original tornou-se o primeiro banco da América Latina a abrir uma série de APIs para que desenvolvedores e empresas de qualquer setor da economia possam criar soluções que proporcionam experiências inéditas ao cliente.

Assim, assumiu o protagonismo de um movimento que fará com que instituições financeiras sejam acessadas aonde o cliente estiver, sem necessariamente o uso do celular, como ocorre hoje em dia.

O vencedor do Innovation Awards será divulgado no próximo dia 26, em Barcelona, e, durante a cerimônia de premiação, cada indicado apresentará seu projeto para uma plateia de mais de 200 executivos do setor bancário, além de espectadores que acompanharão o evento via internet, ao vivo, e poderão colaborar com a escolha do premiado.

Ao lado do Banco Original concorrem ao prêmio Santander (Espanha), SolarisBank (Alemanha), Alior Bank (Polônia), Standard Bank (África do Sul) e First National Bank (EUA).

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Volvo XC90: linha 2017 chega com assistente de direção de até 130 km/h

The all-new Volvo XC90 - Rear Collision Warning

Modelo mais inovador e seguro já produzido pela Volvo em sua história, o XC90 chega à linha 2017 com uma importante evolução: o Pilot Assist de segunda geração. É o único utilitário esporte de luxo vendido no Brasil com tecnologia de auxílio à condução, recurso que conta com sensores e câmeras que monitoram as faixas das vias e um sistema que comanda a aceleração, a frenagem e a movimentação do volante em velocidades de até 130 km/h.

Como o sistema anterior era limitado a 50 km/h, a nova geração do Pilot Assist passa a atuar não somente em situações de tráfego intenso nas grandes cidades, mas também oferece conforto e segurança na condução do veículo em rodovias. Em qualquer uma dessas condições, são vários os benefícios do equipamento, que auxilia o motorista a manter a velocidade programada, interagindo continuamente com a direção, a aceleração e o freio para centralizar o veículo na faixa. Assim, o esforço do motorista em deslocamentos longos também pode ser minimizado pelo uso dessa tecnologia.

O Pilot Assist pode ser ativado a qualquer momento pelo motorista e seu pleno funcionamento depende de faixas bem demarcadas na superfície da pista. Quando possível, o assistente de direção auxilia na correção do deslocamento do veículo, por exemplo, ao contornar curvas abertas em rodovias.

Apesar de não necessitar de um veículo à frente como referência, o assistente de direção faz uso das funcionalidades do Controle de Cruzeiro Adaptativo (ACC) para controlar a distância do carro adiante ou a velocidade configurada.

O motorista deve estar sempre no controle do automóvel, com as mãos no volante, para manter o sistema funcionando. O condutor tem ainda a possibilidade de intervir no Pilot Assist via acelerador, freio e volante, de acordo com sua vontade. Caso ele queira mudar de faixa, a seta indicadora aborta temporariamente o assistente de direção. O acionamento do Pilot Assist é feito de forma intuitiva, por meio de um botão à esquerda no volante.

Segurança extremamente avançada

A tradição da Volvo e a preocupação com a segurança trazem para o XC90 a mais completa tecnologia para evitar acidentes. Todos os equipamentos são de série no SUV de luxo, como o Sistema de Alerta de Mudança de Faixa, que aplica força no volante se o carro está saindo da faixa intencionalmente, enquanto o Sistema de Alerta ao Motorista detecta e avisa motoristas desatentos ou cansados, por meio de um sinal visual e sonoro.

O XC90 é o primeiro carro no mundo com tecnologia que aciona automaticamente os freios caso o motorista tente virar à frente de outro carro que venha em sentido contrário. É uma situação comum em cruzamentos nas cidades, bem como em estradas, nas quais os limites de velocidade são maiores. O SUV detecta um potencial choque e freia automaticamente, tanto para evitar a colisão como para reduzir as consequências do acidente.

Na estrada, sair da pista pode provocar um acidente, por diferentes causas, como distração do motorista, fadiga ou más condições de clima. O sistema de proteção em saída de estrada registra situações como essas e aciona os outros sistemas de prevenção de impactos aos ocupantes, como tensionar os cintos de segurança para manter as pessoas na posição mais protegida.

Um dos principais elementos de prevenção e redução dos impactos aos ocupantes é o design dos bancos do XC90, que inaugurou a nova geração do inovador Sistema de Proteção contra Lesões na Coluna Cervical (WHIPS) com dispositivo pré-batida, que previne ferimentos no pescoço.

O XC90 dispõe também da última geração do controle eletrônico anti-capotamento e do City Safety, que agrupa todos os sistemas de frenagem automática da Volvo Cars. Esse recurso tem visão noturna e auxilia o motorista no caso de alto risco de colisão com outro veículo, pedestre ou ciclista, com uma estratégia de alerta e de ajuda na frenagem. O modelo conta ainda com o Volvo On Call, um serviço de segurança, proteção e conveniência que oferece assistência 24h, auxílio de emergência e localização, em caso de roubo ou furto.

Versões oferecem ampla lista de equipamentos

Na versão Momentum estão presentes todos os itens de conforto concentrados na tela central de 9 polegadas sensível ao toque, que permite ao motorista e passageiro controlarem o sistema de som premium, o Sensus Navigation Pro e o ar-condicionado digital com quatro zonas individuais de refrigeração.

Os bancos dianteiros trazem regulagens elétricas de posição, de ajuste lombar e de apoio das pernas, aquecimento e memória, enquanto os assentos traseiros contam com booster integrado, para crianças. A terceira fileira com bancos individuais é de série em todas versões.

Assistente de estacionamento, que manobra o carro automaticamente em vagas perpendiculares e paralelas, sistema de monitoramento de pressão dos pneus, painel de instrumentos de 12,3 polegadas, faróis principais e de neblina com iluminação 100% em LED estão igualmente presentes.

O motorista também pode escolher seu modo de condução entre Confort, Eco, Dynamic e Off Road, por meio de um seletor no console central. Cada um deles oferece um ajuste específico para motor, transmissão, direção, economia de combustível e até mesmo o layout do painel. Nesta versão, o utilitário é equipado com rodas de 19 polegadas.

Já a versão Inscription chega ao mercado com todos os itens da Momentum e acrescenta um dos melhores sistemas de áudio já desenvolvidos para um automóvel, em parceria com a Bowers & Wilkins. São 1.400 watts, 19 alto-falantes, incluindo um dos primeiros subwoofers air-ventilated instalados em um carro, e um software de processamento de áudio de última geração que simula, dentre outros ambientes, a sala de concerto da Orquestra Filarmônica de Gotemburgo.

Essa configuração traz, ainda, o Chassi Four-C, com o sistema de suspensão por bolsas de ar. Isso habilita o motorista a ajustar, nos modos de condução, a altura mais adequada de rodagem, de acordo com o piso. A altura da carroceria também pode ser ajustada para funções específicas, como a de carga do porta-malas.

O XC90 Inscription é identificado nos detalhes: o refinado design recebe apliques cromados em vários pontos da carroceria, como na grade frontal e nos frisos da porta, e o cuidado se estende a componentes como a chave revestida em couro. As rodas, nesta versão, são de 20 polegadas.

Por dentro, os bancos têm apoios laterais ajustáveis eletricamente e ventilação. Os assentos traseiros também recebem sistema de aquecimento. Outro item exclusivo é o Head Up Display, que projeta as principais informações do painel à frente do motorista, além do teto solar panorâmico.

O XC90 Inscription adiciona ao já completo pacote de segurança os alertas de tráfego lateral e de colisão traseira, além do BLIS – alerta de ponto cego – e o inovador sistema de Visão 360º, que projeta na tela central uma visão aérea completa ao redor do veículo.

Motorização moderna e eficiente

A linha 2017 do XC90 é equipada com o motor T6 Drive-E. Um propulsor quatro cilindros leve e compacto, 2.0 litros com supercharger e turbo que gera 320 hp. O desempenho, a economia de combustível e o baixo nível de emissão são os destaques do Drive-E. O torque de 400 Nm está disponível a 3.700 rpm, garantindo força em qualquer situação. O XC90 sai da imobilidade e chega a 100 km/h em 6,5 segundos e tem velocidade máxima de 230 km/h. Em percurso combinado (urbano e estrada), pode fazer até 12,5 km/l, dependendo da condição de estrada, altitude e tipo de combustível, graças ao trabalho harmonioso do motor com a transmissão Geartronic, de oito velocidades.

A linha 2017 do XC90 chega à rede de concessionárias com os seguintes preços: R$ 346.900 (Momentum) e R$ 403.900 (Inscription).

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Blockchain: próxima revolução na indústria financeira

Você sabe o que é Blockchain? Essa tecnologia nada mais é do que uma base de dados de transações distribuídas e criadas para dar segurança ao uso de moedas digitais. O blockchain é a primeira tentativa da internet das finanças e chegou para revolucionar a indústria, visto que, para garantir a segurança e transparência das transações, ele impossibilita o uso da mesma moeda em mais de uma transação. Os dados, ao invés de serem guardados em um único computador, são distribuídos por toda a internet.

A OneCoin, que compreende um novo sistema de criptomoedas, conta com um blockchain próprio para mineração de moedas digitais e explica por que a tecnologia é um dos bancos de dados mais seguros da atualidade.

A partir do momento que há um registro no blockchain, esses dados não podem ser apagados ou alterados e tal prática facilita na hora de registrar ativos, mantê-los atualizados e disponibilizar todos esses contatos aos órgãos que irão regulamenta-los e, por isso, é muito promissor o crescimento do uso desta tecnologia no Brasil.

Segundo pesquisa da Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro (Fecomércio-RJ) e Instituto Ipsos, de 2014 para 2015, a população brasileira que tem conta em banco atingiu um total de 64%, ou o correspondente a 86,3 milhões de pessoas. Com uma conta em banco, há cada vez mais pessoas optando por transações online, e consequentemente por serviços bancários seguros que possam facilitar a vida financeira.

Apostar em uma moeda que tem um blockchain privado possibilita que o usuário tenha mais segurança nas transações com as moedas mineradas, sendo assim possível levá-las a mais pessoas e lugares. É nesse negócio que a OneCoin aposta para, futuramente, garantir a valorização da moeda e se converter em uma grande plataforma de transferência financeira.

Afinal, a tecnologia do blockchain público ainda é complexa de operar por ter códigos abertos no qual podem abranger vários projetos, com equipes diversas e ideias diferentes. O diferencial da OneCoin é que o blockchain, além de ser privado, tem uma empresa por trás que responde pela sua idoneidade, garantindo ainda mais segurança e transparência ao usuário.

Para Dra. Ruja Ignatova, CEO da OneCoin, a mineração feita pela empresa em 4 servidores, sendo 2 na Europa e 2 na Ásia, tem o objetivo de, futuramente, abrir a moeda para o mercado. “Em um futuro próximo a OneCoin pretende atingir 80% da mineração em nosso blockchain e queremos que essa moeda seja ainda mais valorizada”, conclui.

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Home Office: 4 dicas para trabalhar em casa

O conceito home office vem crescendo, especialmente nas grandes cidades, pois agrega uma série de benefícios para empresas e profissionais. Para as empresas, existe a possibilidade de diminuir o custo fixo da operação, pois economizam nas estações de trabalho e, consequentemente, com itens como transporte, energia, água e mobiliário. As empresas ganham ainda por contarem com um profissional mais motivado, que trabalha focado em resultados e feliz por ter liberdade para gerenciar o próprio tempo. Quanto aos empregados, a modalidade home office é uma valiosa ferramenta para se ganhar tempo, evitando o estresse do transito.

Segundo a empresa especializada em consultoria de recrutamento, Robert Half, essa prática aumentou 47% desde março de 2015. Mesmo tendo muitos pontos positivos, o grande desafio para quem não está habituado ao modelo é conseguir conciliar as obrigações do trabalho com o dia-a-dia em casa e com a família. Para que a rotina home office seja eficiente, o fundador da Escola de Empreendedorismo Longitude, David Pinto, cita quatros dicas essenciais.

– Estabelecer metas diárias

De acordo com David, o primeiro passo para o profissional que trabalha home office é estabelecer as metas que irá precisar realizar a cada dia. Outro ponto muito importante é elencar os objetivos viáveis e fáceis de fazer e os objetivos que precisam ser atingidos a médio e longo prazos. “Empresas que trabalham home office costumam ter muito bem definido os resultados que precisam ser atingidos por cada colaborador. O profissional precisa visualizar esta agenda e traçar metas pessoais, para conseguir entregar o trabalho no prazo e de forma eficiente. O pior erro que podem cometer é deixar para realizar tarefas de ultima hora, por exemplo, comprometendo assim a qualidade do trabalho.”

– Criar uma rotina de escritório

Como o profissional não está acostumado a trabalhar em casa, ao iniciar essa nova rotina, ele se sente perdido. Os mais ansiosos podem começar a realizar atividades antes mesmo de se alimentarem, e há também os que não estabelecem qualquer limite para dividir cada momento, trabalhando de pijama, não estabelecendo pausas ou trocando o dia pela noite. “A grande dica é estabelecer horários, criar uma rotina saudável e organizar o local de trabalho. Atos simples, como trocar o pijama, fazem toda a diferença para a pessoa entrar no clima correto. A organização do tempo é essencial para que o profissional consiga conciliar todas as tarefas que deseja: ir a uma academia, separar um tempo para ler, curtir a família. A pessoa precisa ter em mente que está economizando horas preciosas simplesmente por não estar enfrentando o trânsito, mas, se ela não tiver uma rotina organizada, não conseguirá ser produtiva.”

– Definir regras com a família

A terceira dica é para a família do profissional. Quando a pessoa deixa de trabalhar no escritório da empresa, ela precisa reunir todos que moram na casa e expor a nova situação. Filhos, esposas, maridos, precisam entrar no esquema da nova rotina, respeitar os horários de trabalho do profissional e colaborar evitando interrupções e barulho. “Antes de optar por trabalhar em casa, o profissional precisa avaliar se terá um ambiente propício, se conseguirá ficar focado e se poderá contar com a colaboração de todos sem que que a nova situação se torne motivo para divergências na rotina familiar.”

– Permita-se relaxar

Por último, e não menos importante, David conta que o home office está crescendo no país justamente porque os funcionários conseguem relaxar mais, ficam preservados do estresse que passavam no trânsito e sentem-se mais felizes por poderem administrar melhor o tempo. “Portanto, se o profissional atingiu as metas propostas para aquele dia e o trabalho foi realizado com sucesso, ele pode e deve relaxar, ouvir uma música, passear no parque ou ficar com a família. Nada mais merecido!”

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Brasoftware faz parceria em cloud para PMEs

De cada dez brasileiros adultos, quatro já possuem ou estão envolvidos com a criação de uma empresa, conclui nova pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM) 2015, patrocinada pelo Sebrae no Brasil. No ano passado, a taxa de empreendedorismo no país foi de 39,9%, o maior índice dos últimos 14 anos e quase o dobro do registrado em 2002, quando a taxa era de 20,9%. Neste contexto, a Brasoftware se consolida como um dos mais tradicionais provedores de tecnologia do mercado brasileiro, oferecendo soluções de hospedagem de serviços em nuvem para grandes e pequenas empresas.

“Nossa oferta Brasoftware Cloud além de disponibilizar um portfólio de soluções que até bem pouco tempo atrás só grandes empresas poderiam ter acesso, trazem às PMEs um modelo atrativo, onde elas pagam pelo que realmente utilizam, com soluções simples de serem implementadas e com tecnologia de ponta”, conta Amanda Almeida, Diretora de Marketing da Brasoftware.

“As ofertas Brasoftware Cloud já contam com mais de 350 empresas com serviços online com pagamento mensal, e nos últimos 3 meses teve crescimento de mais de 60% no número de usuários contratando soluções Office 365, como e-mail corporativo, intranet, mensageria e mais de 380% de empresas contratando Microsoft Azure, para uso com maquinas virtuais, backup, site recovery, hospedagem entre outros”, afirma Bruno Testoni Gerente de Soluções Cloud e responsável pela equipe de atendimento e suporte.

Parcerias

Duas empresas de destaque do segmento de médias e pequenas empresas são exemplos de como o modelo de contratação de serviços em nuvem, são aderentes para este segmento. Uma delas é a Gail, empresa de pisos e cerâmicas com sede em Guarulhos, em São Paulo. A empresa sofria desajustes no seu sistema de mensagens. “Fizemos um trabalho para migração do Exchange 2007 para o Office 365. Com essa mudança, hoje a gerência da Gail está satisfeita; a equipe de TI foi desonerada e não ficou mais sobrecarregada. Agora não se preocupam mais com demandas relacionadas ao servidor de e-mails e conseguem se concentrar apenas na gestão e controle dos usuários”, afirma Bruno.

A Alex Stewart é outro exemplo de parceria de sucesso com o uso da tecnologia Cloud Microsoft, contratada junto a Brasoftware. Fornecedora de serviços de administração de garantias, análises laboratoriais, inspeção, consultoria e certificação para soft commodities e metais e minerais, a empresa passou a usar o Office 365, além do Microsoft Azure, plataforma de computação em nuvem da Microsoft, para hospedar todo o controle operacional da empresa.

Benefícios

As duas empresas optaram pelo modelo de contratação Brasoftware Cloud, que disponibiliza pagamento mensal conforme a quantidade de serviços Microsoft Cloud solicitados. Além de atender as necessidades do segmento de SMB, o modelo é flexível e também voltado para um mercado de até 500 máquinas. “Para empresas menores, é uma contratação que não tem compromisso anual, o cliente pode cancelar a qualquer momento e incluir novas contratações de acordo com suas necessidades de negócio”, declarou Bruno sobre as vantagens da contratação.

Com a implantação dos novos serviços do Exchange Online para a Gail, houve queda no downtime dos e-mails (tempo em que o sistema de computador fica inativo decorrente de um problema inesperado), redução do tempo da TI em relação ao gerenciamento dos e-mails, gerenciamento unificado e simplificado por meio de plataformas desktop e mobile, segurança e governança. Como consequência, as empresas ganham aumento de produtividade dos usuários e do departamento de TI aliada à redução de custos com a infraestrutura interna.

“Fizemos a migração 100% via Skype for business, a partir da Microsoft em Seattle. A migração ocorreu durante uma noite e quem fez toda a ponte foi a Brasoftware”, contou Guilherme Pereira, gerente de TI da Gail. O executivo também indicou a principal vantagem da nova plataforma em nuvem: “Anteriormente, o servidor de e-mail caía aos finais de semana, inclusive nos domingos, mas isso não acontece mais”.

Já a Alex Stewart Armazéns Gerais do Brasil tinha como necessidade hospedar o site institucional da empresa no sistema em nuvem. A tecnologia adotada foi o Microsoft Azure. “Tivemos muitas vantagens com a instalação, como elasticidade e disponibilidade de informações, principalmente para as demandas online, além da redução de custos com infraestrutura”, explica Paulo Nishimura, gerente de TI da empresa. O executivo ressalta ainda a forma de pagamento e controle administrativo do Brasoftware Cloud: “com a Brasoftware, recebemos uma nota fiscal mensal com pagamento preestabelecido, bem como temos acesso a um painel administrativo onde podemos controlar nosso consumo e usuários”.

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Domino´s terá assistente virtual para delivery

Seja pelo celular ou computador, pagamos contas, fazemos compras e muitas outras atividades que eliminam a necessidade de telefonemas e o contato direto na lojas. Essa tendência tem mudado o comportamento do consumo de muitos brasileiros, o que abre cada vez mais espaço para os chatbots, ou, assistentes virtuais.

E a partir de novembro deste ano, chega ao mercado o Pepperobot, bot criado em parceria entre a Harlio, empresa brasileira desenvolvedora de chatbots, e a rede de pizzaria Domino’s. A função do bot será facilitar os pedidos delivery nas unidades de Batel, Ecoville, Juvevê e Portão, em Curitiba. Sem precisar de downloads, de forma gratuita, com linguagem natural e através do messenger do facebook, o robô informará o menu para pedido de delivery, fará o pedido e futuramente pagamentos.

“Tudo acontecerá da mesma maneira que acontece o atendimento via telefone, mas desta vez pelo bot, na internet”, explica um dos sócios da Harlio, Diego Ramiro. De acordo com ele, atualmente a tecnologia do Pepperobot está pronta para suportar quantos usuários for necessário. “Temos como meta para o ano que vem transitar pelo menos 10% do faturamento da Domino’s pelo chatbot, ou seja, rodar mais de 1.600 pedidos por mês só nas lojas de Curitiba”, afirma Ramiro.

Um dos sócios da rede Domino’s de Curitiba, Leopoldo Guerios, diz estar bastante animado com a inovação, principalmente por já fazer parte da marca sempre lançar novas tendências de tecnologia associadas com a comercialização dos produtos da rede.

Desde abril deste ano o facebook disponibilizou ferramentas para desenvolvedores de outras empresas criarem chatbots no Messenger. A novidade representa um grande avanço sobre os aplicativos tradicionais com um custo de desenvolvimento 70% mais barato que qualquer aplicativo e por conta de sua inteligência artificial, que se aperfeiçoa constantemente com as conversas e interações, eles podem interpretar seus erros e fazer sugestões.

E as perspectivas do negócio dos bots são animadoras: dados do Bank Of America Merrill Lynch mostram que o segmento pode movimentar até US$ 153 bilhões até 2020.

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McKinsey aponta três tendências do Design

De área de criação de produtos e serviços para consumidores à disciplina para solucionar os mais complexos problemas das empresas, o Design entra em novo momento de maturidade, sendo determinante na obtenção de vantagens competitivas aos negócios. Nesse cenário, a consultoria McKinsey lista três tendências da nova era do Design, ressaltando que as empresas que conseguirem usar o Design não apenas como processo, mas como mindset, sairão vencedoras.

Tendência 1 – Design@Scale: O design deixa de ser apenas responsabilidade do departamento de design, mas de toda empresa: os designers passam a criar regras e sistemas e não apenas interfaces. Instituições líderes em Digital como a Airbnb e o Governo da Inglaterra já experimentam com sucesso novos modelos de Design@Scale, utilizando repositórios centrais, regras fluídas e governança com distribuição de poder de tomada de decisão. Dessa forma, o papel do design é exponencialmente ampliado na implementação de produtos, interfaces e serviços.

Tendência 2 – Organizações maduras integram Design estrategicamente: Design passa a ser institucionalizado na empresa com processos, governança e KPIs. Desenvolver capacidades internas de Design está cada vez mais na pauta estratégica e do board das empresas em todo o mundo. O pensamento integrado, criativo e habilidades de empatia que os designers trazem são cada vez mais buscadas para entrar em novos mercados tanto quanto promover vantagem competitiva baseada em Customer Experience.

Tendência 3 – Nova fase de Design Thinking e o crescimento do User Experience Design: Nos últimos anos, os desafios de Design mudaram radicalmente de produtos físicos para serviços complexos e digitais. Com esta mudança, explode e cresce a disciplina de User Experience Design. O conceito de UX Design, que agrega a interação entre interface e usuário o lado emocional do usuário, que integra a experiência ao sistema, ganha força.

O desafio para as empresas, portanto, é saber como se posicionar e extrair maior valor do design. Isto significa saber que tipos de problemas a liderança quer resolver e como trazer os profissionais mais adequados para atacá-los. Grandes frustrações têm ocorrido quando uma área de design é montada e capital investido com grandes ambições de transformação e os problemas oferecidos são no nível da interface e vice-versa. Há muito desconhecimento ainda no mercado que precisa ser educado.

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O falso paradigma de que e-commerce só funciona para o mercado B2C

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Por Walter Sanches

O comércio eletrônico tem conquistado um número cada vez maior de adeptos. Versátil e disponível para o consumidor em qualquer horário e a partir de qualquer lugar, o e-commerce esbanja facilidade de pagamentos e preços mais competitivos que atraem cada vez mais compradores. As empresas por sua vez, beneficiam-se de um canal de vendas que permite de forma muito flexível disponibilizar produtos em vitrines virtuais, modificá-las sem grande esforço, manter estoques sob demanda, reduzir custos operacionais e aumentar a visibilidade online. Porém, há um falso paradigma no mercado de que estes canais eletrônicos de vendas só funcionam para quem comercializa diretamente ao consumidor final, em detrimento das empresas do chamado mercado B2B, cujos clientes são outras empresas, como se as melhores negociações, neste caso, só pudessem ser realizadas pessoalmente, no tête-à-tête. Por conta disso, o enorme potencial que a internet tem para alavancar as vendas de muitas empresas acaba sendo pouco explorado.

É claro que estamos falando de vendas que envolvem públicos e objetivos totalmente distintos. E, sem dúvida nenhuma, no caso das transações entre empresas, o fato do B2B Digital ainda não estar largamente difundido, está relacionado à natureza e especificidades que muitas vezes envolvem os negócios no mundo business to business. Por exemplo, o ciclo de venda pode variar de empresa para empresa e, algumas vezes, de vendedor para vendedor e até a cada cliente, dificultando assim a adoção de um processo padrão, que é base para um sistema informatizado. Além disso, as barreiras podem ser ainda maiores, quando a empresa trabalha com itens personalizados e que não ficam disponíveis em estoques. Nesse caso, o processo para atender tal demanda é muito específico e exige uma alta dose de criatividade para estabelecer estes padrões.

Mesmo diante destes desafios, as perspectivas são encorajadoras. A consultoria Frost & Sullivan, divulgou que até meados de 2020 o e-commerce B2B deve movimentar algo em torno de 6,7 trilhões de dólares em todo o mundo. Outro estudo, produzido pela Forrester Research, também aponta para um cenário positivo: a média da taxa de conversão em um site de e-commerce B2B é de 7,3%, enquanto no varejo B2C online é de apenas 3%. Certamente, empresas digitais ágeis têm chances de superar significativamente seus concorrentes, o que pode ser inclusive confirmado por alguns estudos. Para alcançar esses resultados, é preciso abraçar novas formas de trabalhar e B2B Digital é uma delas.

Para ilustrar com uma experiência positiva de B2B Digital, vale mencionar uma que participo de forma ativa e que faz parte do processo de Transformação Digital da Termomecanica, indústria líder no setor de cobre e suas ligas, cuja carteira de produtos inclui necessidades especiais dos clientes com a fabricação de ligas de cobre mais complexas e de maior valor agregado. Trata-se de um exemplo claro de que por mais específico que o negócio seja – quem imaginaria comercializar semielaborados de Cobre através da internet? – usufruir dos benefícios de uma a operação e-commerce pode ser vantajoso. Criamos internamente uma plataforma digital de compras e relacionamento com o cliente, pioneira no segmento de transformação de cobre, que é hoje responsável por 28% das vendas totais da empresa. Além de maior autonomia para os clientes em solicitações, cotações e pesquisas de novos produtos, a plataforma agilizou e dinamizou o atendimento. Antes, pelo método tradicional, o tempo de processamento de uma cotação consumia cerca de nove horas. Hoje, cinco minutos bastam, claro que salvo algumas exceções, como por exemplo, quando uma consulta à área de engenharia se faz necessário, para esclarecer alguma dúvida técnica.

Além de compras, cotações de materiais e alteração de cadastro, este B2B Digital permite ainda visualizar o extrato de sucata, obter certificado de qualidade, emitir boletos e duplicatas e consultar as cotações e pedidos realizados, LME (London Metal Exchange) e aspectos técnicos de materiais por códigos de produtos. Mais recentemente foi introduzida uma funcionalidade que permite personalização pelos clientes individualmente e a carteira de pedidos recebeu novos detalhamentos. Em breve será possível também ao cliente eletrônico da TM acessar o SAC no portal, enviar o desenho de produtos a serem cotados, obter dados para contato com o gerente, vendedor ou suporte, tramitar a devolução de material, realizar compras com fundos do BNDES e solicitar prorrogação, antecipação e cancelamento de pedidos. Sem esquecer de mencionar, a interface atraente, amigável e intuitiva, além da plataforma multi-idioma para atender aos processos de venda para o exterior, que logo estarão disponíveis.

Esse sucesso pode ser atribuído ao fato da experiência de consumo no mercado corporativo, com certeza imitar o modelo de compra do consumidor comum. Ou seja, replicar a agilidade, assim como a redução das margens de erro e até mesmo dos custos da operação, fazem os olhos de qualquer comprador corporativo brilhar, especialmente aqueles já acostumados com esses aspectos nas suas compras pessoais. Afinal, à medida que a nova geração, totalmente acostumada ao mundo digital ingressa no cenário das empresas – a chamada ascensão dos “nativos digitais” – aumenta as exigências por processos digitais. Outro ponto importante é em relação a aproveitar as informações e experiências do cliente no site B2B e “alimentar” a equipe comercial com informações para que possam atender o cliente de maneira mais personalizada, e isso já fazemos aqui na TM. Esse aspecto está alinhado ao estudo da McKinsey and Company que afirma ser crescente o número de pessoas que esperam que todos os players do mercado tenham o mesmo tipo de imediatismo, personalização e conveniência que eles recebem dos líderes e pioneiros nesta prática, como Google e Amazon.

Fora todos os benefícios já mencionados, o B2B Digital constitui-se hoje em uma poderosa ferramenta de sustentabilidade encurtando as distâncias entre o comprador e o vendedor, evitando a tramitação de documentos físicos e o armazenamento de pilhas gigantescas de papel. Enfim, seguir tendências e apostar na tecnologia pode ser o pulo do gato não só para fidelizar, aumentar a comodidade e satisfação aos clientes, com também para ampliar as oportunidades e preservar o meio ambiente.

*Walter Sanches é Superintendente de TI da Termomecanica

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Drones e Realidade virtual: próximo horizonte do serviço em campo

Por Mara Santos, da ClickSoftwware

Aqueles que se recordam do Inspetor Bugiganga, provavelmente também devem lembrar-se do relógio futurista de sua sobrinha e ajudante Penny. Com o apertar de um botão, Penny podia fazer chamadas de vídeo, iluminar a escuridão com uma lanterna ou perfurar metais com um tiro de raio laser. Agora, 30 anos decorridos, essa fantasia de um smartwatch de desenho animado já é uma realidade – menos o raio laser, claro.

Wearables, relógios, óculos e a Internet das Coisas (IoT) mudarão completamente o serviço em campo, gostemos ou não. A grande questão a ser colocada, portanto, é quando e de que maneira exatamente esse conjunto de tecnologias se tornará parte do dia a dia de nosso trabalho.

Antes de sairmos entregando smartwatches a todos os técnicos em campo, é importante avaliar como esses dispositivos conectados estão melhorando a gestão do serviço em campo e em que momentos iniciativas à moda antiga como um bom aperto de mão ou um telefonema, ainda fazem a diferença.

Os dispositivos conectados são um modismo?

Definitivamente não. De acordo com um recente relatório do Gartner, as vendas de dispositivos wearable em todo o mundo devem crescer cerca de 20% até o fim de 2016. E não são apenas os consumidores que estão seguindo e sendo beneficiados com essa tendência. Wearables, smartwatches e IoT devem impactar os prestadores de serviço em campo mais cedo do que se imagina. O guru de serviços na nuvem, analista da consultoria americana de tecnologia Moor Insights & Strategy e colaborador regular da Forbes, Chris Wilder, relata: “Nos próximos três anos, 75% das empresas de serviços em campo irão equipar seus técnicos com dispositivos portáteis, como relógios, óculos e outras tecnologias”. É uma afirmação ousada, por isso, é importante compreender algumas das principais formas em que estas mudanças irão impactar o gerenciamento de serviços de campo.

Principais tendências da tecnologia de serviço em campo para focar

Naturalmente, diferentes dispositivos com necessidades distintas vão se tornar populares no mercado. Wearables com recursos de segurança em tempo real atendem bem os segmentos ferroviário, de petróleo e gás, construção e utilities. Já os dispositivos de diagnóstico ou com capacidades robustas de comunicação com o cliente estão revolucionando os setores de varejo, contact centers e telecomunicações.

1. Os relógios inteligentes revolucionarão as tecnologias de segurança, rastreamento e comunicação em campo

Diversos estudos revelam que uma força de trabalho saudável é estatisticamente mais eficiente. A maioria, se não todos os smartwatches, podem acompanhar dados biométricos, que trazem grandes benefícios para as empresas que procuram melhorar a produtividade e a saúde da sua força de trabalho. Imagine monitorar a saúde de toda a equipe técnica durante os meses quentes de verão ou definir os limites da frequência cardíaca dos técnicos durante o trabalho realizado em campo de setores como utilities, construção ou petróleo e gás. E imagine se a central puder receber notificações imediatas quando o técnico tiver um pico na frequência cardíaca ou ser avisada quando essa frequência estiver em um nível elevado por um longo período de tempo.

O centro de comando poderia utilizar esses dados para ajudar as empresas a criar turnos de horários mais inteligentes e saudáveis, melhorando a eficiência geral. O impacto em longo prazo dos smartwatches sobre a saúde dos técnicos pode ser substancial.

Além disso, ter acesso à localização dos técnicos a todo o momento seria revolucionário para o gerenciamento dos serviços. Imagine a criação de um sistema de mensagens automáticas capaz de informar aos clientes quando um técnico está a 10, 20 ou 30 minutos de distância. Mapas como o do Uber, por exemplo, poderiam mostrar ao cliente onde o técnico está e quando ele chegará. Quem não gostaria de ter acesso a esse serviço? E qual o gerente que não gostaria de saber o que todos os seus técnicos estão fazendo? Essa comunicação em tempo real entre a empresa e o cliente também abre a porta para o engajamento e a personalização de toda a experiência em curso do serviço em campo.

Já os smartwatches estão mudando a comunicação em campo e melhorando a eficiência. Os relógios ativados por voz não exigem que os técnicos pressionem qualquer botão, o que significa que eles podem tomar notas, realizar pesquisas no banco de dados ou retornar a chamada à sede, mantendo-se fisicamente focados em suas tarefas no campo e o melhor, com as mãos livres.

2. Carros inteligentes e dispositivos conectados irão revolucionar o mapeamento de rota

Os carros ainda não dirigem a si próprios. No entanto, uma série de tecnologias móveis já é capaz de proporcionar benefícios como mapeamento de rotas, comunicação hands-free e um deslocamento em campo mais eficiente.

Segundo uma recente pesquisa da Juniper, dispositivos e aplicações em veículos conectados estão em ascensão – e a um ritmo surpreendente. Como a adoção do serviço em campo está cada vez mais regular, espera-se melhorias no mapeamento de rota, redução de custos globais com combustível por quilômetro rodado, além de uma diminuição expressiva do tempo de serviço. Esses benefícios impactam, e muito, a satisfação geral do cliente.

As empresas que já implementaram a tecnologia de carro conectado para otimizar o mapeamento de rota estão percebendo uma significativa economia de custos. Um estudo de caso sobre o mapeamento de rotas ORION da UPS indica que eles projetam uma redução anual de 100 milhões de milhas dirigidas e uma economia de combustível de 10 milhões de galões por ano.

Assim como Google, Volvo, Tesla e outros, veremos também as equipes em campo mais focadas em seus postos de trabalho e menos no deslocamento. Imagine se o tempo do técnico fosse gasto examinando registros de peças, em comunicação com os clientes e na preparação para resolver os principais problemas de serviço de campo no local – ao invés de apenas no deslocamento de uma chamada a outra. O aumento da eficiência será substancial.

3. Realidade Virtual e Drones: O próximo horizonte

A realidade virtual está pronta para alcançar um tamanho de mercado de mais de $ 15 bilhões em 2020. Certamente, a maior parte desse mercado tem sido representada por jogos, marketing experimental e filmes em 3D. Entretanto, as aplicações de realidade virtual no serviço em campo em longo prazo poderiam provar ser tanto rentáveis quanto fundamentais para a segurança. A companhia de IoT, Space-time Insight, ofereceu a seus executivos a oportunidade de utilizar fones de ouvido Oculus Rift VR e percorrer subestações virtuais para identificar problemas.

A simulação revela que os dados e a análise em tempo real oferecem métodos criativos para resolver problemas em campo, utilizando a tecnologia de realidade virtual.

Finalmente, os drones oferecem uma incrível oportunidade de diagnóstico para a gestão do serviço em campo para suplantar o risco por meio de um voo imediato. O serviço em campo pode ser perigoso – especialmente para técnicos que trabalham em parques eólicos, arranha-céus e plataformas de petróleo. Os drones podem ajudar os profissionais de serviço em campo a observar grandes áreas, examinar paisagens perigosas ou de difícil acesso e escalar alturas anteriormente inacessíveis aos técnicos, trazendo mais segurança à operação.

Um recente relatório da Business Insider aponta que o crescimento no setor corporativo deve superar a demanda dos consumidores tanto nos embarques quanto nas receitas. Preparem-se, os drones estão chegando.

Mara Santos, Gerente de Alianças da ClickSoftware para América Latina, líder no fornecimento de soluções para a gestão automatizada e otimização da força de trabalho e serviços em campo.

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StartMeUp abre oferta de R$ 2.4 milhões para BMV Mineradora

A StartMeUp, plataforma de investimento colaborativo, anuncia a sua primeira oferta online de captação por meio do Royalty Crowdfunding. A empresa responsável por estrear a mais nova modalidade de investimento é a pedreira Brazil Mineral Ventures (BMV), uma Junior Mining focada na prospecção e pesquisa acadêmica de novas áreas para extração de matérias-primas pouco exploradas no Brasil.

O projeto da pedreira consiste na abertura de uma operação na cidade de Itapetinga (BA) para a extração da pedra brita, material de baixo valor agregado, mas muito valioso pela Construção Civil local na criação de estradas, pavimentos de concreto e obras de infraestrutura. Para a instalação da operação, a BMV Mineradora espera levantar, por meio do Royalty Crowdfunding da StartMeUp, o valor de R$ 2.4 milhões em um período de seis meses.

O geólogo Herbert Sodré, sócio fundador e diretor de exploração mineral da BMV, explica que a instalação de uma pedreira conseguiria suprir a necessidade de matéria-prima dos municípios da região por conta da oferta de preço mais competitivo no mercado. Isso porque a pedreira ficaria localizada em local estratégico, onde há carência desse tipo de minério. “A localização escolhida para a instalação da operação nos colocou em situação privilegiada para atendermos o mercado local e regional, que abrange 14 cidades em um raio de até 100 km”.

Herbert também comenta que em suas pesquisas acadêmicas, a BMV Mineradora descobriu que havia grande disparidade em relação aos preços da brita. “Enquanto o preço médio deste produto é de R$ 60,00 reais na pedreira, unidade produtora, esta mesma brita é vendida por preços que variam de R$ 120,00 a R$ 150,00 reais, demonstrando um grande potencial para esta região”.

A vasta experiência do geólogo na área de logística é outro ponto importante para que a pedreira alcance parte deste mercado. A intenção é aproveitar espaços ociosos em carretas para tornar o preço da matéria-prima mais acessível para as concreteiras, construtoras, indústrias de pré-fabricados, revendedores, lojas, pavimentadoras, usinas de asfalto e órgãos públicos. A Brazil Mineral Ventures possui o apoio dos municípios da região, bem como do Governo do Estado da Bahia para a comercialização dos insumos.

“Diferente do Equity Crowdfunding, o Royalty possui potencial de alta rentabilidade. O investidor não se torna sócio do projeto, mas recebe o retorno de seu investimento em uma única parcela até o término do prazo estipulado”, afirma Fábio Silva, sócio fundador da StartMeUp.

O executivo acredita no grande BMV da pedreira em atingir o montante estipulado para a instalação da pedreira na Bahia. “Nós escolhemos a Brazil Mineral Ventures para estrear a modalidade, pois a proposta foi muito bem desenvolvida e embasada em um business plan estratégico na extração de minérios pouco explorados no Brasil e, ao mesmo tempo, os mais necessários para o mercado de Construção Civil”, finaliza Fábio.

Mercado de agregados em números

De acordo com dados da Associação Nacional das Entidades de Produtores de Agregados para Construção (ANEPAC), os minerais mais consumidos no Brasil e no mundo são os agregados de baixo valor como pedra brita, areia e cascalho. O mercado brasileiro destes produtos é atendido por uma ampla e diversificada gama de produtores, envolvendo cerca de 3.100 empresas: 600 de produção de brita e 2.500 de extração de areia, com um total de 75.000 empregos diretos e 250.000 indiretos. São 623 milhões de toneladas produzidas, gerando um faturamento de R$ 12 bilhões.

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BT investe em segurança cibernética na América Latina

A BT anuncia o lançamento na América Latina do seu serviço de proteção contra ataques DDoS (Distributed Denial of Service, ou ataques de negação de serviço), baseado em nuvem, que contribuirá para a segurança das organizações atuantes na região, garantindo a continuidade de seus serviços em um cenário de crescentes ameaças. O serviço contará com suporte em português e em espanhol, prestado pelo Centro de Operações de Segurança (SOC – Security Operations Centre) da BT localizado no Brasil.

As tecnologias de mitigação de ataques DDoS utilizadas pela BT “limpam” o tráfego Internet, separando e bloqueando as solicitações maliciosas e liberando as solicitações legítimas. A BT adota uma arquitetura de defesa multicamada para detecção e mitigação do tráfego malicioso que o identifica de maneira automática, possibilitando que rapidamente sejam tomadas medidas no sentido de proteger a rede do cliente.

À solução de segurança multicamada da BT soma-se a experiência de especialistas altamente qualificados dos Centros de Operações de Segurança para que o ataque DDoS seja mitigado antes de atingir a rede visada e, em alguns casos, até mesmo antes de penetrar na rede da BT. Assim, é mínimo ou inexistente o impacto sobre os negócios do cliente, sem que se comprometa o desempenho da rede.

A BT continuamente investe no aprimoramento dos recursos de segurança que oferece na América Latina para proporcionar a seus clientes na região detecção e mitigação de ameaças de forma cada vez mais rápida. A contratação de novos profissionais ampliou o time de especialistas em segurança cibernética do SOC regional, permitindo que serviços como o Assure Threat Monitoring e o Threat Defence sejam prestados com suporte 24×7 em português e em espanhol.

O SOC localizado no Brasil integra a rede BT de 14 Centros de Operações de Segurança em todo o mundo, o que permite atender a qualquer momento do dia ou da noite a seus clientes globais, onde quer que se encontrem.

Jason Cook, Chief Information Security Officer da BT para as Américas, comenta: “a segurança é a prioridade número um da agenda dos CIOs, e também das empresas que realizam investimentos na América Latina. Nós dispomos de um dos mais completos portfólios de serviços gerenciados de segurança e de uma numerosa equipe global de consultores especializados, além do suporte 24×7 prestado por nossos SOCs em todo o mundo. Ampliando nossos recursos na América Latina, certamente nos tornamos o parceiro de segurança preferencial tanto para as empresas multinacionais que operam na região como para as “multilatinas” em sua expansão para o mercado global”.

O serviço Assure DDoS Mitigation combina proteção on-premise e em nuvem para assegurar a visibilidade do tráfego de rede e identificação e mitigação imediatas de ataques potenciais.

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Philips Connect Day 2016 reúne executivos e gestores de saúde para promover a tecnologia conectada à gestão de saúde

A Philips, líder global em inovação para saúde e bem-estar, realiza entre os dias 31 de outubro e 1 de novembro, o Philips Connect Day, que reunirá executivos de hospitais, organizações de saúde de todo o país e empresas parceiras de TI. O evento tem como objetivo compartilhar inovações na área da saúde, promover o conhecimento sobre tecnologias que suportam o negócio hospitalar, além de conectar instituições desse setor de todo o país.

Em sua terceira edição, o evento contará com estandes de empresas parceiras como Teiko, Certisign, Honeywell, Quick Soft, HQS, Wolters, E-val, Folks, Oracle, Accenture e Truven. Além disso, serão mais de 10 palestras que irão tratar de temas importantes para a área de saúde, como experiência do usuário e mobilidade, sistema de apoio à decisão clínica, gestão da tecnologia da informação e inovações em hospitais, medicina preventiva e tendências do setor de saúde e IT.

Segundo Solange Plebani, gerente geral de EMR da Philips, “o Philips Connect Day é uma oportunidade de apresentar a clientes todas as inovações da empresa, desenvolvidas para todas as fases da vida e que contribuem tanto com a melhoria da saúde das pessoas quanto com a sustentabilidade do negócio de saúde no país”.

A Philips tem como missão impactar a vida de 3 bilhões de pessoas por ano no mundo até 2025, mas é crucial conectar a saúde e as pessoas para obter resultados mais positivos. Todos os temas que serão apresentados durante o evento culminam no “Healthcare Continuum”, que vai da prevenção ao tratamento em um ciclo em que a tecnologia ampara a evolução. Os resultados são melhores quando o conhecimento é compartilhado, por isso o Connect Day promove este encontro de experts em saúde.

Para consultar a programação e mais informações sobre o Philips Connect Day 2016, acesse www.philipsconnectday.com.br.

Philips Connect Day 2016

Local: Centro Fecomercio de Eventos, São Paulo.
Endereço: Rua Dr. Plínio Barreto, 285, Bela Vista

Data: 31 de outubro | Horário: das 13h30 às 19h45
1 de novembro| Horário: das 09h às 16h

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Arquiteta inova em projetos com óculos do Facebook

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A realidade virtual que coloca os usuários em interação com um ambiente de 360 graus -, é uma das grandes apostas dos setores de entretenimento, principalmente os games, esportes e educação. Em busca de novas ideias para a arquitetura, o escritório liderado pela arquiteta Maria Lavinia traz ao mercado de arquitetura, o Oculus Rift, desenvolvido pela Oculus, empresa pertencente ao Facebook para substituir as apresentações em 3D e trazer maior realismo a qualquer tipo de simulação de ambientes.

A arquiteta conheceu a novidade na revista Wired (especializada em tecnologia), em uma matéria sobre Palmer Luckey (inventor dos óculos) e, viu na realidade virtual, os benefícios que ela traria à arquitetura. “Compramos um Cardboard (óculos de papelão da Google), assistimos alguns conteúdos e continuamos interessados. Depois de algum tempo, encontramos o site da ArchVirtual (empresa que desenvolve conteúdo específico para arquitetura) e, finalmente, descobrimos a Iris VR (startup que desenvolve softwares que faz a interface entre programas de arquitetura e o oculus). A ideia é que as pessoas tenham a sensação de se transportarem para dentro do projeto e que interajam com cada ambiente proposto, como se elas estivessem vivendo nele”, explica Maria Lavinia, proprietária do escritório de arquitetura que leva seu nome. “Essa tecnologia chegou para revolucionar a maneira com a qual as pessoas se relacionam com os projetos de arquitetura. Está sendo implementada para os meus clientes desde maio de 2016 e eles estão adorando”, complementa a arquiteta.

Diferenças da tecnologia

Ela permite maior interatividade, pois tem um controle remoto que admite ao usuário uma navegação pelos ambientes. Ele pode também andar para qualquer direção e ter uma visão ampla e não de apenas uma parte, como acontece com os outros modelos de óculos VR existentes. A tecnologia é indicada para qualquer pessoa, basta colocar os óculos e o usuário já estará vivendo a realidade virtual. O controle remoto permite os movimentos individuais dentro do espaço, mas também pode ser operado por um auxiliar, caso a pessoa não tenha intimidade tecnológica.

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Microsoft abre Centro de Transparência no Brasil para atender aos governos da América Latina

A Microsoft inaugura, em Brasília (DF), o seu 1º Centro de Transparência da América Latina. O espaço foi construído para promover a computação confiável e segura, um fator crítico para a transformação digital, e atender a necessidades específicas de segurança do setor público. Existem Centros de Transparência da Microsoft em quatro regiões do mundo. O primeiro deles foi lançado em 2014, na sede da empresa, em Redmond, Washington, na América do Norte. No ano seguinte, na Europa, foi inaugurado o de Bruxelas, Bélgica, e no início de outubro, o de Singapura, para apoiar a Ásia. Agora, no Brasil, o novo Centro de Transparência atenderá aos governos de vários países da América Latina, incluindo Argentina, Chile, Colômbia e México. Também foi anunciado neste ano que será aberto o da China, em Beijing.

Participaram da cerimônia de abertura do Centro de Transparência, em Brasília, o Presidente da Câmara dos Deputados e Presidente do Brasil em exercício, Deputado Rodrigo Maia; o Ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab; o Secretário de Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Marcelo Pagotti; o Governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg; o ministro substituto do Tribunal de Contas da União, Weder de Oliveira, e o Diretor de Operações do SERPRO, Iran Martins Porto Jr, representando a Diretora-Presidente do SERPRO, Maria da Glória Guimarães dos Santos.

Os Centros de Transparência são uma extensão do histórico Programa de Segurança de Governo da Microsoft e um pilar fundamental do compromisso de integridade da empresa em relação a seus produtos e serviços. Cerca de 40 países e organizações internacionais já participam do programa, incluindo o Brasil, que proporciona aos participantes a oportunidade de revisar o código-fonte dos produtos Microsoft para atestar sua segurança e confiabilidade. O programa também permite que os governos tenham acesso a importantes informações relacionadas à segurança cibernética de programas da Microsoft com foco em inteligência, proteção contra malwares (ameaças online) e segurança para combater os crimes cibernéticos.

No Brasil, a parceria será estendida com a adesão ao Programa de Segurança do Governo pelo Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, em protocolo de intenções assinado pelo Secretário de Tecnologia da Informação, Marcelo Pagotti.

“O nosso Centro de Transparência no Brasil atenderá a toda a região da América Latina e aos países do Caribe e amplia a nossa responsabilidade e o nosso compromisso de levar transparência, privacidade e controle, segurança e conformidade para nossas tecnologias. Ele faz parte do nosso Programa de Segurança de Governo, o qual visa colaborar na proteção de cidadãos, serviços públicos e da infraestrutura nacional contra ameaças cibernéticas, além de exercer um papel importante na proteção, detecção e resposta a ameaças digitais”, afirma Toni Townes-Whitley, vice-presidente corporativa de Setor Público da Microsoft.

Antes dos Centros de Transparência, a Microsoft já fornecia informações sobre segurança cibernética por meio de algumas iniciativas, como o Cyber Threat Intelligence Program (CTIP), o Security Cooperation Program (SCP), o Microsoft Malware Protection Center, e o Microsoft Security Response Center, que agora estão reunidas no Programa de Segurança de Governo (GSP). O compromisso da Microsoft com a transparência e a segurança de seus produtos e serviços é fundamental para construir e manter a confiança dos clientes.

“Governos, empresas e cidadãos da América Latina estão adotando a transformação digital e, diante da crescente sofisticação dos ataques cibernéticos, a segurança cibernética torna-se uma missão crítica. A nossa missão é empoderar cada usuário e organização no planeta para alcançar mais, e, para isso, precisam confiar na tecnologia que usam. A Microsoft está comprometida em fornecer uma nuvem segura e confiável, nossas inovações para combater ameaças inteligentes e um confiável ecossistema de nuvem com forte proteção contra ameaças de segurança. Nós também os capacitamos para investigar, eliminar e processar redes mundiais de cyber criminosos”, afirma Cesar Cernuda, presidente da Microsoft para a América Latina.

Fonte: http://news.microsoft.com/pt-br/microsoft-abre-centro-de-transparencia-no-brasil-para-atender-aos-governos-da-america-latina/#io1o8VF83wrmmaqW.99

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Startup brasileira lança café em cápsula mais fresco do mundo

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Pensando em uma alternativa que unisse a praticidade da cápsula de café com o sabor de um espresso fresco, jovens empreendedores, decidiram criar a Moccato, o primeiro clube de assinatura de cápsulas de café do país. O grupo formado por experientes profissionais de diferentes áreas, aposta na qualidade de grãos recém-torrados, na comodidade do delivery mensal e no preço acessível.

A startup, já nasce com um grande diferencial, garante o café da torra à xícara em apenas sete dias. “O cliente assina e entra em uma das datas de corte, que será a mesma data nos meses seguintes. Durante algumas vezes por mês, o café é torrado, encapsulado e entregue ao cliente em até sete dias. Isso torna o sabor da cápsula Moccato único no mercado”, explica Fabrizio Serra, idealizador do projeto. A empresa nasceu com um investimento inicial de pouco mais de 4 milhões de reais e espera alcançar 20 mil assinantes até o final de 2016.

Com um time de especialistas, a Moccato oferece uma seleção de grãos premium 100% arábica de fazendas prestigiadas e trabalha com estoque zero para oferecer o produto mais fresco do mercado. A marca traz cinco cafés exclusivos e cada sabor é atrelado a uma única fazenda para garantir a singularidade e qualidade do produto. “A ideia é que cada sabor retrate fielmente todas as nuances do grão, do terreno, do clima e principalmente da cultura local do café que trata todas as etapas com um carinho único, evidente em notas sutis, possíveis apenas num café especial”, ensina Emerson Freitas, sócio de Fabrizio, mestre de torra e especialista em cafés. “Um outro fato que também contribui para sua complexidade característica dos cafés premium é o baixíssimo uso de substancias químicas no cultivo e ausência de pesticidas, sendo muitos deles orgânicos”, acrescenta.

Para assinar basta acessar o site www.moccato.com.br. Lá os clientes terão a opção de três planos que contemplam: 30, 60 e 90 cápsulas, 100% compatíveis ao sistema Nespresso. Todo mês é possível alterar o mix de cápsulas, se o cliente desejar. A marca também conta com opções para vendas coorporativas, com 500, 1000 e acima de 1000 cápsulas.

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Impostômetro da Associação Comercial de SP chega a R$ 1,6 trilhão na segunda-feira (24/10) às 8 horas

O Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) registra, às 8 horas de segunda-feira (24/10), a marca de R$ 1,6 trilhão. O valor representa o total de impostos, taxas e contribuições pagos pela população brasileira desde o começo do ano.

Em 2015, esse montante foi arrecadado dia 19 de outubro. “Esse atraso de cinco dias em relação ao ano passado é consequência do ritmo mais fraco da economia. Mesmo assim, o peso da tributação para as empresas e para os consumidores continua o mesmo”, diz Alencar Burti, presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp).

No portal www.impostometro.com.br é possível visualizar os valores arrecadados em cada estado e em cada município brasileiros. Também está disponível a arrecadação por categoria, como produção, circulação, renda e propriedade.

O Impostômetro foi implantado em 2005 pela ACSP para conscientizar o cidadão sobre a alta carga tributária e incentivá-lo a cobrar os governos por serviços públicos de qualidade. Está localizado na sede da ACSP, na Rua Boa Vista, centro da capital paulista. Outros municípios se espelharam na iniciativa e instalaram painéis, como Florianópolis, Guarulhos, Manaus, Rio de Janeiro e Brasília.

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Aplicativo criado por startup brasileira terá expansão no exterior

O aplicativo Filho sem Fila, um serviço que auxilia os pais ao buscarem seus filhos nas saídas das escolas com mais segurança e contribui com a melhoria do trânsito, ganha novos ares e terá expansão na América do Norte, sendo implementado no Canadá e Estados Unidos.

O fundador do Filho sem Fila, Leo Gmeiner, está em Vancouver, participando do LEAP International (Lean Entrepreneur Acceleration Program), programa de aceleração internacional para startups, que tem como objetivo auxiliar empresas brasileiras que buscam expandir seus negócios no exterior, desenvolvido pela Dream2B, junto com a Launch Academy, aceleradora canadense.

Neste programa, com duração de seis semanas, Gmeiner participará de treinamentos, workshops, mentorias com especialistas canadenses, visitas técnicas a outros empreendimentos e encontros com investidores.

Além disso, participou da Vancouver Startup Week, um dos maiores encontros do setor e estará, nessa semana, na National Angel Capital Organization Summit (NACO), que reúne cerca de 400 investidores, tendo sido uma das 10 startups estrangeiras selecionadas para apresentar seu plano negócio para os investidores norte-americanos.

Com o nome Quick Pickup, o projeto tem previsão de lançamento em outubro, no Canadá e, em novembro, nos Estados Unidos. Leo Gmeiner ressalta a importância em participar deste programa no Canadá para, também, entender melhor o cenário nos EUA. “Estar no Canadá nos faz entender melhor o mercado norte-americano: por exemplo, saber quais as diferenças principais desse mercado nos EUA e no Canadá e traçar metas mais realistas e precisas”, explica.

Filho Sem Fila
Desenvolvido em 2013, o Filho sem Fila é um aplicativo pioneiro e inovador que garante mais segurança para os pais buscarem seus filhos nas escolas, por que permite que a equipe da escola tenha acesso, pelo próprio app, a fotos e documentos dos responsáveis pela retirada da criança.

Além disso, contribui na fluidez do trânsito, uma vez que, com antecedência, avisa à escola sobre a chegada dos responsáveis, para que a criança possa ser preparadas para um rápido embarque. Esta ação reduz em cerca de 75% a exposição à violência urbana e o tempo de espera dos pais, reduzindo, consequentemente, o congestionamento no entorno dos colégios.

O Filho sem Fila está presente em mais de 90 escolas por todo o Brasil e atende cerca de 38 mil alunos.

Mais informações: http://www.filhosemfila.com.br/

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Fundação Cargill lança NutriQuiz, aplicativo para educação nutricional

unnamed-66 Durante a semana do Dia Mundial da Alimentação, a Fundação Cargill, que tem como foco de atuação a promoção e disseminação de conhecimentos para uma alimentação saudável, segura, sustentável e acessível, lança o Nutriquiz, aplicativo interativo de perguntas e respostas voltado para educação nutricional.

Em entrevista, Valéria Militelli, presidente da Fundação Cargill, faz uma reflexão sobre segurança alimentar e conta como a instituição tem trabalhado para promover a transformação social nas comunidades onde a empresa atua e disseminar mais informações sobre as diferentes áreas da alimentação. Segundo ela, o aplicativo trará uma oportunidade de interagir com o público jovem e identificar oportunidades para que a Fundação Cargill trabalhe estes temas com a sociedade. “Entender a tabela nutricional e relacioná-la aos ingredientes é a chave para fazer escolhas conscientes”, afirma.

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