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Transformação Digital precisa de APIs – Por Lucas Tempestini

Você é um grande consumidor dos relatórios das principais consultorias do mudndo ?

Nós aqui da Sensedia somos, especialmente das duas maiores do mundo: Forrester e Gartner.

Eles têm materiais sensacionais sobre diversos temas, e um dos principais temas abordados por essas consultorias nos últimos anos tem sido Transformação Digital.

E não só isso: tudo indica que a Transformação Digital precisa de APIs. Talvez pareça uma afirmação estranha, ou exagerada. Para nós, ela só reflete o momento da Economia mundial que vivemos!

Seu negócio é Digital?

Se você respondeu “não” para essa pergunta, meu objetivo é fazê-lo pensar com esse artigo.

Eu acredito de verdade que todo negócio é Digital, independente do segmento em que se insere. Seja conservador ou não, você precisa urgentemente considerar que seu negócio está em uma jornada de transformação.

Podemos dividir os recursos que você possui em sua empresa em dois:

– Aqueles que já nascem Digitais, como por exemplo seus dados, suas aplicações, dispositivos conectados e etc.

– Aqueles recursos que não nasceram Digitais mas invariavelmente possuem seus correspondentes Digitais, por exemplo Códigos Postais, Localização via GPS, Códigos de Barras.

Algumas empresas ainda não encararam essa realidade, e segundo o Forrester, até 2020 você pode se tornar um predador ou uma presa Digital.

No Report “Digital Predator or Digital Prey”, vemos que essa caracterização das empresas depende do tamanho da disrupção que seu segmento pode sofrer nos próximos anos, sendo que alguns mercados já se transformaram e outros ainda estão engatinhando nessa direção.

O Forrester ainda diz, no artigo “How APIs Reframe Business Strategy”, que um mundo em plena disrupção digital demanda a criação novos modelos de negócio que precisam de novas formas para agregar valor a sua oferta.

Ao falar nisso, sempre lembro do Uber, que conseguiu criar praticamente um novo segmento ao trazer parceiros digitais e incorporar outros serviços ao seu, complementando a sua solução e criando uma visão de valor diferente ao consumidor final.

Mas mais do que isso, cria um ecossistema de parceiros digitais integrados.

Quer um ótimo exemplo de Ecossistema Digital? Marketplaces.

Os grandes varejistas online descobriram que conseguiriam reduzir custos e agregar novos produtos à sua oferta simplesmente permitindo que lojistas menores se integrassem à plataforma e vendessem seus produtos através dela.

Parece um shopping, só que totalmente inserido no meio Digital.

E assim nasceu um novo modelo de negócio, em que no final das contas, o principal ativo é o Tráfego ao invés de produtos.

A maioria das empresas tem dificuldade em realizar a quebra desses paradigmas porque é comum que o Departamento de TI seja visto como aquele que mantém sistemas funcionando, com um papel exclusivamente operacional.

Porém, é necessário que a TI tenha um papel fundamental nas decisões do negócio e consigam criar novos “ativos” que possam agregar valor ao consumidor final e criar novas formas de enxergar a oferta da empresa.

Se alguém te disser que SOA está morto, desconfie.

SOA não morreu, e nem as APIs são substitutas para ele.

Inúmeros artigos pela internet já contam SOA como velho e desatualizado, mas algo que todos esses artigos tem em comum é uma definição bastante pobre de SOA.

De acordo com o artigo do Forrester “Selecting Tools that Enable Agility” muito do que ainda se vê sendo feito, está debaixo da bandeira de SOA.

Estratégias baseadas em serviços não são exatamente APIs ou SOA, mas sim ambos. Afinal, APIs e SOA ainda compartilham diversas práticas.

O Forrester recomenda ainda que as conversas sobre Arquitetura Orientada a Serviços sirvam para construir estratégias que garantam agilidade nos serviços críticos ao negócio da empresa enquanto as APIs podem ser responsáveis por levar um modelo de negócio ágil a novos contextos, de forma a estender seu negócio a mares ainda não navegados.

Uma estratégia de sucesso para APIs é fundamental para garantir a agilidade nos seus processos, mas ela deve ser orientada pelo core business da sua empresa.

Seus ativos digitais de maior valor são aqueles relacionados ao núcleo da sua oferta, sua principal competência. Obviamente que você pode desenhar APIs para a sua operação cotidiana, para integrações internas, mas não se esqueça do poder de inovação das APIs: elas terão maior impacto se estiverem relacionadas ao seu negócio.

Ganhar agilidade significa economizar tempo, especialmente daqueles que executam atividades repetitivas diariamente e que podem ser facilmente automatizadas ou serem delegadas às APIs.

Traçando um paralelo entre a Revolução Industrial e a Transformação Digital, o fim de atividades básicas e repetitivas muda o papel desempenhado pelas pessoas. As máquinas passaram a substituir o homem em atividades básicas nas linhas de produção, a partir do século XVIII.

E em pleno século XXI, estamos criando novos mecanismos que nos permitem focar nossos esforços em atividades mais complexas, criando recursos que terão impacto direto em modelos de negócios inovadores.

Percebeu o poder disruptivo?

Mas repito: automatizar e melhorar processos simples e corriqueiros podem te ajudar a economizar dinheiro, mas não é onde sua estratégia de negócios será grandemente impactada

Se você quer que sua estratégia de Arquitetura e APIs tenha sucesso, ela PRECISA ser guiada pelos objetivos do seu negócio. O CIO deve ter essa orientação ao negócio da empresa, mas mais do que isso, essa jornada precisa fazer parte do dia a dia do CEO da companhia.

Qualquer iniciativa que não tenha o suporte e o comprometimento executivo pode ser vista como superficial, e não ser comprada pelos envolvidos. No fim, até mesmo o cliente não verá valor.

Chega de assunto genérico: e o SEU negócio?

Se você já chegou até aqui, agora é a hora de olhar para seu negócio e escolher o caminho que sua estratégia de SOA e APIs vai seguir.

Existem alguns caminhos para estratégias de APIs, dependendo dos objetivos buscados pelo cliente. Dividimos em 5 casos de uso:

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– Agile Architecture;

– Digital Experiences;

– Partners & channels;

– Open Innovation;

– Platform.

Como o Forrester apontou no report “Selecting Tools that Enable Agility”, é necessário uma arquitetura que permita integrações e interações ágeis.

Isso é onde tudo começa: nós chamamos esse conceito de Agile Architecture.

Uma arquitetura ágil permite visualizar estratégias de APIs de forma mais clara, e facilita o trabalho de desenho dessas APIs, mas mais do que isso, ela permite mudanças rápidas, MVPs que irão ter impacto no seu negócio e que rapidamente podem ter seus resultados medidos.

Em seguida, você deve tomar a decisão sobre qual desses casos abordar.

Algumas empresas buscam criar novas experiências digitais, muitas delas estão ligadas a iniciativas de Mobile ou Social (ou outro dos pilares do SMAC), mas obviamente essa estratégia de Digital Experience não está ligada somente a isso.

Mais do que Mobile, estratégias de Digital Experience visam criar experiências únicas para os usuários independentes de canais ou telas, o que tem muito a ver com uma tendência do mercado que tem sido muito aplicada em eCommerces, o famoso Omnichannel.

Se você ainda não leu nosso artigo sobre como ser Omnichannel de verdade, está aqui!.

Outro use case muito utilizado no mundo do e-commerce é o de Partners & Channels.

Muitas empresas adotam as APIs como braços comerciais para alcançar e engajar novos públicos que ainda não haviam conseguido impactar através de Parcerias ou até mesmo para integrar soluções com Fornecedores.

Isso garante a agilidade em toda a cadeia produtiva, melhorando e simplificando a jornada de compra do consumidor final.

Novamente, os Marketplaces servem como um ótimo exemplo, pois são um case excelente de utilização de APIs para criação de Parcerias e Novos Canais.

A essa altura do campeonato você já deve ter percebido que essa divisão não é rígida e exata, mas sim que existem áreas cinzas entre elas. O último caso de uso é o mais abrangente de todos, no ponto em que algumas estratégias de APIs acabam se tornando alavanca para que outras novas estratégias surjam.

É o conceito denominado Plataformização ou simplesmente, Platform.

Alguns podem visualizar uma estratégia de Marketplace também para casos de Platform, de modo que os lojistas acabem se sustentando dentro daquele ambiente.

Entretanto alguns casos são mais específicos e focam na criação de novos produtos a partir da API de produtos existentes, vide a API do Google Maps, que está disponível para que você possa criar novos produtos a partir dos seus mapas.

Além disso, é possível gerar receita a partir da sua Plataforma (na verdade, a partir de vários desses casos, mas nesse caso, isso fica bem claro). O próprio Google Maps faz isso, iniciando com uma faixa free e cobrando a partir de um certo número de chamadas à API.

Essa estratégia nada mais é do que se posicionar como uma plataforma de lançamento de novos negócios (mesmo que não sejam seus de fato).

Algumas iniciativas de Inovação Aberta são impulsionadas por meio de APIs abertas, como as iniciativas de Open Banking e Hackathons ao redor de APIs abertas.

Inúmeras empresas já enxergam Hackathons como uma ferramenta de fomento à Inovação, e muitos deles têm como tema central as APIs da empresa.

OK, já entendi o impacto que APIs podem ter no meu negócio, e agora?

É hora de botar suas engrenagens para girar!

O Forrester tem uma abordagem muito interessante sobre projetos de Arquitetura Orientada a Serviços, que como vimos no decorrer do texto, está intrinsecamente ligada às suas APIs.

No report “Build SOA Success with a Business-Focused approach to SOA Design and Governance” existe um paralelo entre negócios ágeis e sua arquitetura, destacando 3 etapas para que você tenha sucesso. Qualquer semelhança com Métodos Ágeis NÃO é mera coincidência.

Primeiro você precisa desenhar seu plano de SOA e APIs de forma genérica, como eles mesmo dizem “Mile wide, inch-deep”. Você precisa dar uma noção ampla dos milestones que precisam ser alcançados, considerações em torno de investimentos necessários, identificar os processos mais importantes para a sua jornada e projetos que deverão ser considerados para a segunda etapa.

O segundo passo consiste em executar projetos. Mas como nem tudo são rosas nesse mundo, esses projetos serão responsáveis por amadurecer e implementar os aspectos do seu plano de SOA e APIs. É nesse momento que você terá oportunidade de executar seu planejamento, se preparando para aprender com os erros e validar hipóteses. É altamente indicado que você use práticas ligadas às Metodologias Ágeis para determinar quais são os aspectos mais importantes desse projeto e priorize-os.

O terceiro e último passo talvez seja o mais simples de descrever, mas com certeza é o maior responsável pelo seu sucesso, APRENDA. Os projetos que você executar devem te ensinar muito sobre o plano que você desenhou no começo, e aí, volte para a prancheta, faça ajustes, melhore e se permita ver que na verdade algumas das premissas iniciais estavam erradas e que ainda há tempo para ajustar as velas conforme o vento sopra.

Por fim, aprofunde um pouco mais o seu plano inicial e volte à etapa 1!

Cuide do seu novo ativo

Chegamos ao fim do texto falando sobre APIs, e não mais transformação digital. E por que isso aconteceu?

Porque Transformação Digital precisa de APIs. É uma relação de causa e consequência, são os meios com que você atingirá seus objetivos de posicionamento Digital.

E no final, é bom lembrar que por mais que tenhamos APIs abertas ou restritas ou ambas, TODAS precisam de governança.

Umas precisam de um pouco mais, e outras menos, mas a ausência de governança significa que você terá um conjunto de APIs criadas a esmo, que podem ser duplicadas, criam falhas de segurança ou simplesmente não têm mais utilidade.

No final de contas, tudo isso gera um custo de desenvolvimento e manutenção desnecessário e que impactarão negativamente os resultados das suas iniciativas.

E se você quer gerenciar suas APIs, procure uma solução de API Management que cubra todas as etapas do Ciclo de Vida da sua API, assim você conseguirá visualizar coisas como:

os resultados específicos que você planejou no início do seu projeto;
aumentar a segurança no acesso às suas APIs;
acelerar o engajamento dos desenvolvedores;
testar suas APIs;
governar e versionar suas APIs através de toda a sua vida e muito mais!

Lucas Tempestini, analista de marketing na Sensedia

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Black Friday e o e-commerce: como garantir o sucesso das vendas durante o pico de acesso? – Por Fabio Miranda

Em um ano bastante conturbado, em termos de política principalmente, com o aumento do desemprego e o consumidor mais atento e seletivo em suas compras, o Black Friday é uma excelente oportunidade para aproveitar este cenário; seja para o consumidor ou para os lojistas. Um para encontrar melhores promoções e o outro alavancar as vendas e fidelizar novos clientes. A verdade, é que para ter sucesso é fundamental se preparar com antecedência e estar atento a alguns pontos que são críticos durante essas 24h.

O faturamento de um e-commerce depende muito da sazonalidade de algumas datas como o dia das crianças, das mães, dos namorados, natal e Black Friday. Porém, a única data que sofre um grande número de acesso em um período muito pequeno de tempo é o Black Friday, diferente do natal e das demais eventos onde os consumidores começam a acessar e realizar as compras 15 dias antes da data em específico, dividindo assim o pico de acesso e permitindo uma previsibilidade maior por parte do lojista.

Arrisco a dizer que a data proporciona para o comércio eletrônico o maior número de transações em volume, maior número de acesso e maior número de faturamento comparado a qualquer outro dia do ano, exceto o dia 23 de dezembro.

Então, vale ressaltar, que para ser competitivo é necessário ter sucesso nos seguintes pontos:

Performance

Falamos em performance em vários sentidos, um exemplo é o carregamento da página da sua loja, existe um estudo realizado pela Amazon que a cada 100 milissegundos que eles diminuem o tempo de carregamento da página, aumenta em 1% o faturamento da loja, o que afeta diretamente o faturamento anual, portanto o tempo de carregamento de página impacta diretamente a taxa de conversão da sua loja.

Outro ponto muito importante é ter uma estrutura de hosting escalável que suporte os picos de acesso, onde você terá diversas pessoas realizando muitas requisições para uma base de dados muito grande.

O monitoramento é fundamental, pois atrelado a uma estrutura de Cloud (nuvem) vai lhe permitir crescer e diminuir sua estrutura conforme a demanda e de forma rápida, o que é fundamental neste período, afinal, no último Black Friday muitos consumidores se frustraram por não conseguirem finalizar suas compras pelo simples motivo do site ficar fora do ar devido ao grande número de acesso ou requisições.

Inovação

Tudo o que foi falado sobre performance está totalmente ligado a inovação. Para ter uma loja atrativa e diferenciada neste período é necessário realizar alterações frequentes, colocar produtos em destaque, inserir banners chamativos, entregar praticamente uma experiência de navegação diferente/customizada para cada tipo de consumidor/IP que entrar em sua loja o que pode ser um risco perante a estabilidade, a inovação costuma ser inimiga da estabilidade, porém extremamente necessária para se destacar dos concorrentes.

Existe um grande desafio que é como atualizar a plataforma, colocar novas funcionalidades, sem derrubar o que está no ar e manter a escalabilidade, e isso só é possível quando passa a enxergar a sua camada hardware e software como uma coisa só, totalmente interligados, que devem ser tratados como uma única aplicação arquitetada para rodar em nuvem, permitindo trabalhar em escala. Isso serve para seus servidores e até mesmo sua central de atendimento, vide a invasão do “chatbot” para solucionar dúvidas mais frequentes e permitir um atendimento em escala.

Essa é a melhor forma de estar preparado para uma data tão atrativa, mas ao mesmo tempo tão complexa, devemos pensar que se surgir um problema neste período, ele será em escala, portanto a resolução também deverá ser.

Marketing e vendas

As empresas neste período costumam ter um aumento expressivo de vendas, pedidos, conversão, visitas e cadastro de clientes. Porém, existe o desafio de aumentar o ticket médio – que vem diminuindo pela grande oferta da concorrência neste dia. É necessário realmente ter ofertas que fujam do tão comentado “Black Fraude” onde a loja aumenta os preços na véspera para depois diminuir fazendo com que o cliente perca a confiança na loja, é fundamental ter ofertas reais.

Nesta data, muitas lojas reportam que é três vezes maior o número de clientes novos e essa base deve ser trabalhada para de fato gerar uma recompra (fidelização). Já os visitantes que não compraram no dia devem ser trabalhados com uma ação focada no retargeting e recuperação de carrinho.

Fazer um trabalho de análise comportamental do consumidor que já comprou na sua loja no Black Friday passado é interessante para proporcionar uma oferta diferenciada neste dia, pode ser que esse consumidor seja realmente fiel ou que tenha visitado seu site apenas por preço, essa é uma forma bastante rica de gerar um resultado melhor para loja a cada ano e uma experiência melhor para o cliente.

Como dica final afirmo que é preciso preparar o terreno para o Black Friday, crie um clima de suspense com seu público, utilize a comunicação com conteúdo de qualidade e estratégico e abuse das redes sociais, elas são de grande importância nesta hora.

Fábio Miranda, especialista em atendimento ao consumidor e head de vendas da Direct Talk

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Herman Miller lança nova versão da cadeira mais emblemática do mundo

A Herman Miller, multinacional de mobiliário, relança mundialmente, a icônica cadeira Aeron. A nova Aeron reafirma o objetivo da empresa de apresentar ao mercado inovação, aliada ao mais alto nível de design, reafirmando assim, seu lugar como a escolha daqueles que aspiram fazer grandes feitos.

A Aeron é uma das peças mais emblemáticas da Herman Miller e quando lançada, em 1994, assinada pelos designers Bill Stumpf e Don Chadwick, revolucionou o mercado. Seu design e desempenho únicos trouxeram um novo conceito de cadeiras de trabalho, sem o usual estofado. Sua importância foi reconhecida por meio do prêmio de “Designs da década” na categoria “Móveis para escritório”, premiação da Industrial Designers Society of America e da revista Business Week. Além disso, a cadeira é parte da coleção permanente do MoMA (Museu de Arte Moderna de Nova York).

A pergunta que fica é: como a Herman Miller poderia melhorar uma das cadeiras mais icônicas do mundo? De acordo com a Diretora de Marketing da América Latina, Carla Barbosa – “Apresentamos uma cadeira com materiais mais fortes, mais inteligentes. Com um melhor ajuste, novas opções de acabamento e certamente, ainda mais confortável. Tudo isso foi feito sem modificar as características de design que tornaram a Aeron um ícone”.

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Mais do que ver, sentir

Assim como filmes e álbuns emblemáticos são atualizados para novos meios e públicos, a Aeron foi remasterizada para atender às necessidades do mundo atual. A nova Aeron é baseada nas mais recentes pesquisas da Herman Miller em torno da ciência e nos avanços em materiais, fabricação e tecnologia.

A nova Aeron traz o conceito que as principais mudanças devem ser sentidas e não necessariamente vistas. A peça foi repensada em parceria com um dos seus designers, Don Chadwick (Bill Stumpf faleceu em 2006). Dessa forma, as alterações em seu design foram sutis, mas pode-se afirmar que a cadeira está ainda mais moderna e versátil. As principais mudanças baseiam-se em quatro itens:

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– Nova tela: foi aplicada uma nova tecnologia nas fibras que são usadas em seu encosto, auxiliando assim no controle das zonas de tensão nas costas e assento. Passa a ser oito zonas de tensão, tornando assim a cadeira mais confortável e a experiência de utilizá-la ainda melhor;

– PostureFit SL: na New Aeron será possível ter um PostureFit SL que proporciona ajustes independes para as regiões da lombar e sacro;

– Tilt: o mecanismo que ajusta a postura, altura e todo o equilíbrio da cadeira foi remodelado e ficou mais clean, além de mais fácil para ser usado, oferecendo liberdade de movimento para os usuários;

– Novas cores: além do tradicional tom Grafite, a New Aeron estará disponível no tom Mineral (quase branco) e Carbono.

O produto chega ao Brasil no dia 11 de novembro.

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Banco Original é o grande vencedor em um dos Prêmios mais importantes do mundo, o Innovation Awards, da EFMA

Lançado em março deste ano, o Banco Original bateu concorrentes mundiais e venceu um dos mais importantes prêmios de Inovação do mercado. Com o projeto Open Banking, o banco conquistou o Innovation Awards na categoria que destacou os projetos de inovação mais disruptiva (“Most Disruptive Innovation”). Promovida pela EFMA (organização global sem fins lucrativos que reúne mais de 3 mil instituições financeiras), a premiação anunciou os vencedores em cerimônia realizada em Barcelona, nesta quarta-feira (26).

O Open Banking funciona como uma plataforma que permite a integração de diversos aplicativos com os serviços do banco por meio da abertura de APIs (Interface de Programação de Aplicativos, em inglês).

Com a iniciativa, o Original é um dos primeiros bancos a abrir APIs no mundo, para que desenvolvedores e empresas de qualquer setor da economia possam criar soluções que proporcionam experiências inéditas ao cliente, como acessar o banco aonde ele estiver, sem necessariamente o uso do celular. A previsão é que, futuramente, sejam elaboradas soluções para acesso ao serviços bancários do Original por uma TV ou até mesmo pelo painel de um carro.

“O Open Banking nos permitirá acelerar o desenvolvimento de inovações, que sempre são criadas tendo como objetivo proporcionar facilidades e boas experiências para o cliente”, afirma Guga Stocco, head de inovação e estratégia do Banco Original.

De acordo com Stocco, diferentemente da maneira como ocorreu em outros setores da economia, as inovações desenvolvidas para o setor financeiro não ganharam tanta visibilidade até iniciativas como esta da EFMA. Portanto, o Innovation Awards vem se consolidando como uma das principais premiações de inovação para o setor, não somente pelo ineditismo dos projetos apresentados, mas pela relevância da organização no sistema bancário mundial.

Sediada em Paris, a EFMA possui mais de 3 mil instituições de serviços financeiros de 130 países como filiadas, entre elas, os maiores bancos do mundo. Além de reunir e fornecer a seus membros dados e informações que contribuem com este setor, promove desde 2013 o Innovation Awards, que em 2016 chegou a sua 4ª edição.

Neste ano, o prêmio avaliou cases inovadores de 200 instituições de 61 países, com os critérios originalidade, impacto no mercado e universalidade. Além da comissão julgadora selecionada pela própria EFMA, também puderam votar 200 executivos do setor bancário de todo o mundo e espectadores que acompanharam ao vivo a transmissão do evento pela internet.

O Original foi o único banco latino-americano indicado como finalista da premiação. Ao seu lado, concorreram Santander (Espanha), SolarisBank (Alemanha), Alior Bank (Polônia), Standard Bank (África do Sul) e First National Bank (EUA).

Para entender um pouco mais sobre as APIs disponíveis, os cases de integrações e as novidades do projeto acesse: developers.original.com.br

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Aplicativo encurta a distância entre compradores e vendedores de gado

Mesmo com o recessivo cenário econômico do Brasil, o setor agrícola apresenta crescimento, indo na contramão dos outros setores produtivos do País. Com um faturamento de quase R$ 500 bilhões ao ano, segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), a agricultura foi o grande responsável por impedir que a retração do PIB brasileiro fosse ainda maior em 2015.

O bom desempenho se deve a expertise do produtor brasileiro sempre de olho no gerenciamento do seu negócio, buscando alternativas que reduzam custos e otimizem os processos. Neste âmbito, as tecnologias têm sido um forte aliado na gestão dos negócios agrícolas.

Uma das ferramentas recentemente disponíveis para o mercado agropecuário é o uBoi. Trata-se de um aplicativo que intermedia a compra e venda de gado, por meio de smartphones e tablets. Nele é possível visualizar vídeos, fotos e o contato de vendedores e compradores. O app permite encontrar a localização exata da fazenda e é totalmente gratuito.

O uBoi pode ser baixado sem custos e esta disponível no sistema Android, em breve, também no IOS e por meio do site www.uboi.com.br, “O principal objetivo do aplicativo é encurtar as distâncias, às vezes tem alguém com o gado que eu preciso em uma fazenda próxima à minha, que eu não sei que está vendendo, isso às vezes é um problema e acabamos comprando gado mais longe, o que encarece o frete. O uBoi vai aumentar a gama de contatos para o negócio do gado.”, afirma Walter Stoecker de Arruda Sampaio.

O aplicativo Uboi já conta com usuários cadastrados. “Nós já temos cadastrados compradores nos estados do Pará e Mato Grosso sem nenhuma divulgação, isso mostra como o mercado precisa de ferramentas desse tipo. As pessoas procuram soluções rápidas, de forma simples principalmente com o mercado estando cada vez mais restrito.”, revela Priscila de Souza Queiroz.

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everis anuncia nova diretora de Marketing e Comunicação para região Américas

A everis, multinacional de consultoria que oferece soluções de estratégia e de negócios, acaba de anunciar a contratação de Carla Kamoi como nova diretora de Brand & Communications Américas, que inclui Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Estados Unidos, México e Peru.

A executiva chega com a missão de alinhar as iniciativas da área com a estratégia da everis por meio de programas regionais e locais, com ações dirigidas para comunicar o valor e o modelo da companhia. Também será a responsável por aumentar a interação e as sinergias entre as várias equipes de marketing e comunicação, além de colaborar com as áreas de negócios, com o objetivo de materializar as oportunidades comerciais e de relacionamento da empresa.

Carla tem mais de 15 anos de experiência, adquirida em multinacionais, principalmente no segmento de TI, com passagens por empresas como Symantec, EMC e RSA (divisão de Segurança da EMC), Cisco, entre outras. É formada em Engenharia Mecânica pela Escola de Engenharia Industrial de São José dos Campos, com pós-graduação em Planejamento e Marketing pela Universidade São Paulo (USP) e MBA em Marketing pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM).

A executiva chega em um momento muito positivo da companhia. No último ano fiscal (de 1 de abril de 2015 a 31 de março de 2016), o faturamento da empresa nos sete países que compõem a região foi de 219 milhões de euros, com um crescimento consolidado próximo aos dois dígitos. No caso específico do Brasil, que ocupa a liderança do grupo na América Latina, os resultados alcançados foram bastante expressivos, ao atingir 197 milhões de reais, um crescimento de 20% em relação ao exercício anterior.

Expectativa positiva

Para o ano fiscal atual, a expectativa da everis é de manter seu ritmo de crescimento na casa dos dois dígitos, mantendo-se como uma das principais geradoras de empregos para jovens talentos, qualificando-os em todos os países onde opera. No caso brasileiro, a empresa vem investindo no capital humano, com a contratação de 400 pessoas em todas as cidades em que atua – Curitiba (PR), Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), Uberlândia (MG) e Vitória (ES). Além da geração de empregos, a everis mantém, no País, sua política mundial de investir em programas de capacitação profissional.

Para sustentar o crescimento previsto, a companhia vem aumentando o volume de contratos com grandes multinacionais, potencializando alianças com os principais players do setor. Além disso, está fortalecendo suas áreas de negócios relacionadas a Big Data, mobilidade, Internet das Coisas (IoT), serviços de cloud e impulsionando grandes projetos de transformação digital por meio das tecnologias exponenciais (robótica ou inteligência artificial).

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Freelas: Conheça as profissões em alta para o fim do ano e prepare-se

O final do ano está chegando e um levantamento realizado pelo Freelancer.com, maior plataforma do mundo de freelancer e crowdsourcing do mercado em número de usuários e trabalhos publicados, aponta quais são os profissionais mais procurados durante esta época. Cargos como programador, designer e desenvolvedor de conteúdo são uma grande aposta para aqueles que buscam vagas freelancers para garantir uma renda extra nesse período.

Confira abaixo as categorias profissionais com o maior número de contratações para esta época do ano:

– Programador
– Design gráfico
– Tradutor
– Website Design
– MySQL
– Editor de vídeo
– Desenvolvedor de banners
– Photoshop
– Produtor de conteúdo

Segundo Sebastián Siseles, diretor internacional do Freelancer.com, a demanda por esses profissionais se deve à procura das empresas por peças de final de ano, como cartões – digitais e físicos -, brindes, entre outras coisas.

Confira algumas dicas para garantir os melhores projetos nesta ou em qualquer época do ano:

– Escolha a sua área de competência corretamente, um único nicho e que lhe agregue valor.

– Tente posicionar-se fortemente na sua área e não se expandir para todos os segmentos.

– Imponha seus próprios padrões pessoais de trabalho, esforçando-se para estar sempre à frente e superar seus concorrentes.

– Evite as ofertas que soem muito promissoras ou boas demais para serem verdade. Não tenha medo de dizer “não” para projetos questionáveis.

– Não se candidate para tudo. Seja seletivo. Como um profissional independente, sinta-se livre para escolher os seus clientes.

– Faça valer o seu trabalho: familiarize-se com preços ou custos correntes para evitar que você seja enganado ou induzido a trabalhar por baixo custo.

– Mantenha-se atualizado, fazendo cursos dentro da área de sua competência.

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Boleto bancário x Cartão de crédito: Qual a forma de pagamento mais segura pra compras na Black Friday?

Por Tom Canabarro

A Black Friday caiu no gosto do consumidor brasileiro e hoje já é um dos principais eventos do comércio eletrônico nacional. As vendas crescem ano após ano, e a expectativa para 2016 não é diferente. De acordo a E-bit, empresa especializada em informações do comércio eletrônico, espera-se um faturamento superior a R$ 2,1 bilhões para esta edição. Para o cliente que deseja aproveitar a data da melhor maneira, sem preocupação ou dor de cabeça, uma dica é fundamental: optar pelo cartão de crédito como meio de pagamento nas compras feitas on-line no dia 25 de novembro.

A expectativa é que o cartão seja utilizado em 82% das transações durante a Black Friday deste ano. Em contrapartida, 1 em cada 7 clientes (13,7%) deve optar por uma forma de pagamento menos segura, sob a ótica do consumidor final: o boleto bancário. Esse número é consideravelmente alto e alarmante, uma vez que a maioria dos golpes aplicados nesta data contra o cliente se dá nesta modalidade.

Muitas pessoas desconhecem, mas o cartão de crédito é a forma de pagamento mais segura para efetuar compras na internet. Apesar de o Brasil ser um dos países com maior índice de fraudes de clonagem de cartão, o cliente sempre estará protegido. Se alguma compra on-line for feita sem o consentimento do portador, ele tem o direito de solicitar o estorno da transação junto ao banco emissor ou à operadora.

A mesma proteção não se aplica no caso de boletos: uma vez pago o documento, as instituições financeiras se eximem de qualquer risco sobre o tema. É justamente nesse momento que surge a oportunidade para os criminosos aplicarem golpes em clientes desatentos – especialmente em uma data propícia, como a Black Friday.

É comum vermos no noticiário inúmeros casos de golpes aplicados nesta data seguindo um conhecido roteiro: uma loja desconhecida oferece descontos extremamente tentadores em produtos bastante cobiçados pelo público (como smartphones e eletroeletrônicos). Por algum motivo, porém, aquele e-commerce só aceita receber pagamentos via-boleto, à vista. O cliente não desconfia, não pesquisa por referências sobre aquele estabelecimento em sites ou redes sociais, e faz a compra.

Mas os dias passam e o produto não chega. Neste momento, a página da loja também fica fora do ar e outros consumidores também se queixam em sites e nas redes sociais. O cliente tenta ainda um contato no banco, mas é informado que o pagamento daquele boleto não poderá ser revertido. Xeque-mate, infelizmente: golpe consumado, e os criminosos atingiram o seu objetivo.

Por este motivo, os consumidores precisam desconfiar sempre dos sites que disponibilizam apenas o boleto bancário como meio de pagamento e não oferecem a opção do cartão de crédito. A explicação é simples: a documentação exigida para que uma loja virtual possa receber pagamentos via-cartão é bastante extensa, enquanto os boletos podem ser facilmente direcionados para alguma conta laranja.

Devido a isso, os clientes brasileiros podem ficar extremamente seguros em fazer compras via-cartão de crédito na Black Friday. Mas, se por algum motivo você optar pelo boleto, é altamente recomendável conferir a procedência da loja virtual e os comentários sobre ela nas redes sociais e sites como o Reclame Aqui, além de checar atentamente os dados que virão impressos no boleto.

Tom Canabarro, co-fundador da Konduto, sistema antifraude inovador e inteligente para barrar fraudes na internet sem prejudicar a performance das lojas virtuais.

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Maplink compra Optilogistic, empresa francesa de software para logística

A Maplink, empresa brasileira de tecnologia líder em soluções de geolocalização e logística, anuncia a aquisição da empresa francesa Optilogistic, especialista no desenvolvimento de soluções de logística para o mercado Europeu. Com acordo liderado pela Movile – líder global em mobile commerce -, o investimento, além de complementar o portfólio da Maplink, transfere para a carteira da companhia mais de 60 clientes na Europa, América Latina, Estados Unidos e África.

A aquisição dá continuidade à estratégia de expansão global da Maplink – que já atua na América Latina desde 2014 – e promete trazer benefícios para os clientes nos países que as empresas atuam, como a possibilidade de oferecer sua tecnologia e serviços com suporte e pagamento em moeda local, além da oferta de serviços de geolocalização e nuvem mobile.

A expansão dos negócios acontece em um momento propício, já que o mercado de SaaS deverá superar a marca de US$ 112,8 bilhões até 2019, atingindo uma taxa anual de crescimento médio de 18,3%, quase cinco vezes mais do que o mercado tradicional de softwares. Isso significa que para cada US$ 4,59 investidos em softwares, US$ 1 será direcionado ao SaaS. Segundo o IDC (International Data Corporation), o mercado mundial de área movimentou receitas de US$ 48,8 bilhões em 2014, representando um crescimento de 24,4% em relação ao ano anterior.

“O custo de logística representa 12% do PIB mundial. No Brasil, esse valor é de 17%. Isto mostra o quanto é preciso ser feito para que o país evolua em competitividade. A aquisição trará benefícios para os nossos clientes em termos de eficiência nos processos e produtividade, pois estaremos ainda mais preparados para atender o mercado crescente de on demand logistic. A partir de agora nossos esforços serão somados ao objetivo de oferecer soluções eficientes e sofisticadas”, afirma Frederico Hohagen, diretor geral da Maplink.

No mercado desde 1992, a Optilogistic é líder mundial em logística no segmento de laticínios e especialista em agronegócios, com clientes pela Europa, África, América do Norte e América Latina. Suas tecnologias são dedicadas ao desenvolvimento de soluções para atender as complexidades dos processos logísticos das empresas, que vão desde o planejamento de distribuições complexas e consultoria logística até a implementação e treinamento para uso dos serviços. A companhia possui um time de 34 profissionais baseados na Europa, entre eles doutores e especialistas, que serão incorporados ao quadro da Maplink.

“Termos um time especializado em soluções de logística é um grande diferencial, visto que existem poucos desses profissionais no mercado. Por isso, iremos promover um intercâmbio entre as equipes, inicialmente com foco no time de tecnologia, mas com certeza daremos oportunidade de rotação dentro das outras áreas”, continua Frederico Hohagen.

Nos últimos dois anos, a Maplink dobrou de tamanho em receita e já tem 30% do seu faturamento fora do Brasil. Com a aquisição, espera-se que o faturamento da empresa dobre novamente este ano e que mais de 50% da receita venha do exterior. A aquisição possibilitará um intercâmbio de produtos, tecnologias e expertise que tornarão as operações dos clientes mais eficientes, além de trazer para o Brasil uma tecnologia superior ao que existe atualmente em nosso mercado.

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Cietec participa de evento internacional de startups da ELAN

O Cietec (Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia), gestor da Incubadora de Empresas de Base Tecnológica de São Paulo IPEN/USP, é palestrante do encontro da ELAN Network (European and Latin American Business Services and Innovation Network), paralelo ao BIN@SP, nos dias 7 a 9 de novembro. A intenção do evento é conectar empresas brasileiras e europeias que queiram fazer negócios, facilitando a aceleração e o desenvolvimento de oportunidades.

A participação do Cietec se dará no dia 8 de novembro, às 16h20, no painel de apresentação dos maiores centros tecnológicos europeus e brasileiros. A sessão tem como objetivo identificar áreas de colaboração para a criação de múltiplas alianças entre Europa e Brasil, alcançando um impacto maior nas atividades de transferência de tecnologia entre as duas partes. Também participarão: TNO (Holanda), Tecnalia (Espanha), VTT (Finlândia), RBI (Croácia), Tecnopuc (RS), Parque Tecnológico de Sorocaba (SP) e Porto Digital (PE).

Nos dois dias de evento, ainda acontecerão palestras sobre o cenário de negócios no Brasil, desafios e oportunidades em saúde, energias renováveis e TIC. Igualmente serão discutidas oportunidades de desenvolvimento para empresas com base em tecnologia, com a participação de agências de fomento como FINEP e Investe São Paulo. A programação será encerrada com a visita às fábricas da Embraer e Natura.

Também durante o encontro da ELAN, empresas europeias estarão buscando parcerias para desenvolvimento de tecnologias em saúde, TIC e energias renováveis. Os europeus virão em peso ao país, com confirmação de mais de 40 empresas, entre elas: Asserta Global Healthcare Solutions (Espanha), BioVectis (Polônia), EIDT – Engenharia, Inovação e Desenvolvimento Tecnológico (Portugal), Fun Academy Oy (Finlândia), EngiScience (Portugal), Ingeteam (Espanha), NIMGenetics (Espanha), OceanSource (Alemanha). Há presença confirmada de latino-americanos, como a Red Triple Helice de Investigación y Desarollo (Peru).

Segundo Sergio Risola, diretor-executivo do Cietec, o encontro – que também tem apoio da Anprotec e da Agência USP de Inovação – será importante pela troca de experiências com os parceiros internacionais. “O evento como um todo reunirá os mais relevantes atores brasileiros e europeus para uma vivência para prospecção de parcerias e negócios”, conta o especialista. E complementa: “por isso, recomenda-se a participação de startups que buscam chances fora do país”.

A ELAN Network é uma iniciativa coordenada pelo parque tecnológico espanhol Tecnalia, cujo principal objetivo é fornecer informações para pequenas e médias empresas europeias que almejam fazer negócios estratégicos nos países latino-americanos. Com isso, gera-se oportunidades de abertura de mercados tanto para as empresas da Europa, quanto da América Latina, especialmente nos setores de energias renováveis, biotecnologia e bioeconomia, tecnologias ambientais, saúde, tecnologia da informação e comunicação, nanotecnologias e novos materiais.

Em 2016, o evento da ELAN Network será concomitante ao BIN@SP, evento que conecta acadêmicos, empresários e cientistas para formar uma rede de apoio mútuo para a troca de boas práticas e oportunidades em Inovação. Liderado pela Business & Innovation Network (composto por USP, Universidade do Porto e Universidade de Sheffield), o encontro será realizado no Centro de Difusão Internacional da USP de 7 a 9 de novembro.

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A importância de uma conexão direta do Brasil com a Europa – Por João Pedro Flecha de Lima

Na última sexta-feira (21/10) uma onda de ataques cibernéticos contra a empresa norte-americana Dyn Inc., um dos maiores provedores de hospedagem DNS, afetou a disponibilidade de sites e serviços como Twitter, Netflix, PlayStation Network, Spotify, Amazon, The New York Times, CNN, Pinterest, HBO Now, Xbox Live, Reddit, Airbnb e outros. A Dyn fornece serivços para 6% das empresas da Lista Fortune 500. Mais de 1 bilhão de pessoas foram prejudicadas devido a esse ataque DDoS (Distribute Denial of Service), uma investida hacker que consiste em sobrecarregar os servidores alvo com tráfego falso. Segundo Jason Read, fundador da CloudHarmony (empresa de monitoramento de desempenho de internet), este foi “de longe o pior caso de interrupção na Dyn observado até hoje”. O ataque, executado em várias fases, durou cerca de 11 horas.

Não são comuns ataques a grandes serviços que tenham como alvos a infraestrutura da Internet como a Dyn, por se tratarem de milhares de servidores, muito difíceis de serem atingidos. Porém, com bom planejamento e solicitações vindas de dezenas de milhões de IPs ao mesmo tempo, esta ação foi possível.

Neste tipo de ataque, hackers enviam para um determinado site uma quantidade gigantesca de solicitações de acesso ou de dados, que pode ser realizada por diversos usuários, ou por um único computador, que esteja “controlando” outros que estejam infectados por vírus. Esta modalidade inviabiliza a resposta do servidor, por exceder sua capacidade e disponibilidade.

Este ciberataque se junta a uma lista de ações nos últimos meses contra grandes empresas de tecnologia: Yahoo teve 500 milhões de dados das contas “roubados” em Setembro, Dropbox reconheceu o roubo de 60 milhões de informações de contas em Agosto, e outras milhões de contas tiveram dados “roubados” do Twitter (32M), MySpace (36M) e Linkedin (100M).

Nos últimos anos os Estados Unidos sofreram outros ciberataques relevantes, como o ataque à Sony Pictures atribuído à Coréia do Norte. Em 2012, um ataque DDos derrubou os sites do Bank of America, Citigroup Inc, JPMorgan Chase, Wells Fargo, US Bancorp e outros. De acordo com a Organização das Nações Unidas, a estimativa do prejuízo anual gerado a partir do cibercrime no planeta se aproxima de US$ 1 trilhão, mais que o dobro dos US$ 400 bilhões movimentados pelo tráfico de drogas em todo o mundo, anualmente. Um relatório divulgado pelo Gartner aponta que em 2020, cerca de 30% das 2.000 maiores empresas globais serão comprometidas por grupos de ciberativistas ou cibercriminosos. A ampla maioria dos ciberataques tem como alvo os EUA, por este ser o núcleo da internet mundial, e também por causa de seu poderio econômico-militar e ativismo geo-político, o que desperta iras e fanatismos de muitos grupos.

Como a conexão física do Brasil com o resto do mundo é praticamente toda feita de via Estados Unidos, quando ataques desta natureza ocorrem, usuários e empresas brasileiras são afetados em maior ou menor grau, podendo ficar um bom tempo sem acessar e-mails, sites, serviços de música, jogos, entre muitos outros, trazendo inúmeros prejuízos e nos fazendo refletir sobre a topologia de insfraestrutura de transmissão global de dados atualmente existente.

Antigamente (antes de 2000), as pessoas “falavam” ao telefone, e as redes eram distribuídas pelos continentes e países, que conectavam suas centrais telefônicas. Com o fenômeno da internet e pelo fato da grande maioria das OTTs ser norte-americana (Google, Facebook, Netflix, Skype, etc.), a topologia da rede mundial ficou muito “US-Centric”, o que não é interessante.

Os usuários de internet já representam mais de 80% da conectividade global. As ligações via cabos submarinos são essenciais para a conexão de internet física entre os países e continentes. Ao contrário do que muitos pensam, praticamente todo (>99%) o tráfego global de voz, dados e imagens é feito conduzido através das fibras óticas contidas nos cabos submarinos. Na mesma proporção, quase todo (>99%) tráfego que entra e sai do Brasil, é feita via cabos submarinos que passam pelos EUA.

Investimentos em TIC (Tecnologia da Informação e Comunicação) são reconhecidamente os grandes propulsores do desenvolvimento econômico e social das nações. Os verdadeiros “Drivers” da Era da Informação são os Data Centers e os Cabos Submarinos. Um Cabo Submarino moderno e de grande capacidade, ligando diretamente o Brasil com a Europa, é de fundamental importância para nosso país, já que o continente europeu reúne 7 dos 10 maiores Pontos de Troca de Tráfego do mundo (PTT – interconexão física entre dois ou mais provedores de Internet para troca de tráfego entre suas redes). Em situações críticas, como a que ocorreu na semana passada como o ataque hacker aos provedores norte-americanos, esta ligação seria crucial para assegurar a disponibilidade do acesso aos dados e serviços a partir do Brasil, pois mais de 70% de todo conteúdo que os brasileiros acessam da internet está também disponível na Europa.

João Pedro Flecha de Lima, CEO da Cabos Brasil-Europa (EllaLink), empresa constituída para construir um cabo submarino entre o Brasil e a Europa.

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Delta lança serviço exclusivo de acompanhamento de bagagem via aplicativo

Visibilidade do trajeto de bagagens dentro do aeroporto ou de um voo para o outro ainda é um problema para passageiros que despacham malas em suas viagens, mas isto já está mudando para os clientes da Delta Air Lines, que agora têm acesso à última localização digitalizada de sua bagagem por meio do aplicativo Fly Delta.

“Somos a primeira companhia aérea a oferecer este nível de visibilidade”, disse Bill Lentsch, vice-presidente sênior de Operações Aéreas e Atendimento ao Cliente em Aeroportos da Delta. “Desde o momento em que os passageiros despacham suas bagagens, queremos que saibam que estamos cuidando delas em cada etapa do trajeto e trabalhando para minimizar as preocupações da viagem de forma inovadora. ”

Este aprimoramento ocorre após a Delta implementar etiquetas de bagagens identificadas por radiofrequência (RFID) em todo o mundo e a tecnologia de rastreamento RFID em 84 aeroportos nos Estados Unidos. Todas as estações domésticas agora oferecem este serviço e estações internacionais receberão esta tecnologia nos próximos meses.

Para o cliente visualizar a localização de suas bagagens, a tela do aplicativo mostra um mapa geral dos Estados Unidos, com a mala viajando de um aeroporto a outro. Automaticamente, o app aplica o zoom e foca o aeroporto no qual o cliente está e permite o acompanhamento da bagagem ao longo de seu trajeto com marcadores, com a última localização digitalizada identificada por um ícone. Ao tocar nos marcadores ou no ícone, informações adicionais são fornecidas sobre a localização da bagagem.

Até o fim do ano, notificações push serão disponibilizadas no aplicativo, oferecendo aos clientes da Delta atualizações contínuas sobre a bagagem despachada.

“Ouvimos nossos clientes e sabemos que eles querem uma experiência móvel simplificada e o controle em suas mãos”, disse Rhonda Crawford, vice-presidente de Distribuição Global & Estratégia Digital. “O aplicativo Fly Delta 4.0 é atualizado automaticamente quando os detalhes do voo são alterados, mantendo os clientes informados. ”

Além do mapa ampliado do trajeto das bagagens, a atualização do aplicativo Fly Delta integra a o recurso “Today”, que mostra todas as informações referentes à viagem, e o cartão de embarque em apenas uma tela, com a cor do display identificando o status atual do cliente no programa SkyMiles® Medallion. Os cartões de embarque eletrônicos também serão atualizados automaticamente, incluindo informações de assento, portão e voo.

E para tornar a compra de passagens via dispositivos móveis mais fácil, a Delta eliminou a necessidade de verificar cada etapa da viagem durante o processo. A companhia aérea também aprimorou o desempenho geral do aplicativo.

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Black Friday: Busca por cupons de desconto cresce 50% um mês antes da data

Apesar de ainda faltar um mês para a Black Friday, marcado para o dia 25 de novembro, os consumidores já começam a se preparar para aproveitar um dos eventos de maior destaque no varejo mundial. Além das já tradicionais promoções, a expectativa é que os cupons de desconto oferecidos pelas lojas online sejam os grandes atrativos para esse ano.

Um levantamento realizado pelo Cuponomia, portal agregador de ofertas e cupons de descontos do e-commerce, aponta um crescimento de 50% nas buscas online por cupons de desconto específicos para a Black Friday durante o mês de Outubro. De acordo com a análise do site, usuários dos Estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo lideram a lista de consumidores que mais buscam pelos cupons da internet às vésperas do evento.

Nos últimos três anos, a procura por cupons de desconto para a Black Friday registrou um aumento de 150% no Brasil. Esse crescimento reflete uma mudança no comportamento do consumidor brasileiro, que cada vez mais vem ganhando confiança para fazer compras online e, principalmente, tem incluído a Black Friday em seu calendário. Nos Estados Unidos esse crescimento foi de 12%, considerando o mesmo período. A data é o ponto alto do varejo americano e mantém um ritmo constante de participação dos consumidores ao longo dos anos.

Para quem tiver interesse em acompanhar as ofertas da Black Friday e as lojas que oferecerão cupons especiais, o Cuponomia fará uma lista dos produtos com menor preço no dia evento. É possível se cadastrar no site para receber as atualizações: www.cuponomia.com.br/black-friday.

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SAE BRASIL inaugura seu 25º Congresso em São Paulo

Na presença dos secretários de Estado João Carlos Meirelles, de Energia e Mineração, Alberto Macedo Filho, de Logística e Transporte, e Educação, José Renato Nalini, entre outras autoridades, Phillip Schiemer e Frank Sowade, respectivamente presidentes do Congresso e da SAE BRASIL, descerraram a fita inaugural do 25º Congresso e Mostra Internacionais SAE BRASIL de Tecnologia da Mobilidade, na manhã desta terça-feira, 25 de outubro, no Expo Center Norte, em São Paulo.

Participaram ainda da cerimônia Luis Pasquoto, conselheiro do Sindipeças, e Paulo de Magalhães Bento Gonçalves, presidente da CPTM – Companhia Paulista de Trens Metropolitanos, que representou Clodoaldo Pelissioni, secretário de Transportes Metropolitanos de São Paulo, e Fred Carvalho, diretor de Assuntos Institucionais da Anfavea.

Depois do ato inaugural os convidados visitaram a Mostra Tecnológica do Congresso SAE BRASIL.

Na cerimônia de abertura que antecedeu ao descerramento da fita inaugural Frank Sowade destacou a celebração dos 25 anos da SAE BRASIL, que chamou momento especial e histórico para a engenharia brasileira, cuja trajetória se funde ao desenvolvimento tecnológico e ao mapa da expansão da indústria da mobilidade no País.

“Não existem muitos congressos que conseguem alcançar essa marca”, disse Philipp Schiemer, presidente da Mercedes-Benz do Brasil, ao falar sobre o Jubileu de Prata do Congresso SAE BRASIL, que ele preside este ano. Schiemer ressaltou a importância da conectividade para o futuro da indústria que é o tema central evento, e lembrou que essa é uma aposta dos players em âmbito mundial.

Cuneyt L. Oge, presidente da SAE International, destacou a relevância do trabalho realizado pela SAE em âmbito mundial e a importância do debate sobre os rumos da tecnologia da mobilidade, que passa por uma revolução sem precedentes.

João Carlos Meirelles enalteceu os feitos da engenharia brasileira quanto aos avanços da indústria da mobilidade e lembrou que ainda há muitos desafios para o País alcançar modelos mais eficientes em combustíveis limpos para o meio ambiente. José Renato Nalini conclamou a plateia a olhar para a Educação como o caminho para um Brasil melhor no futuro, e Alberto Macedo Filho, que representou o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, afirmou que o governo mantem firme os investimentos em obras de infraestrutura viária.

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Inscrições abertas para 3ª edição do inovaBRA Startups

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O inovaBra Startups é um programa de inovação aberta para empreendedores que tenham soluções tecnológicas inovadoras em modelos de negócio e que enxerguem a possibilidade de transformá-las para atender grandes mercados, como o Bradesco. As duas primeiras edições foram um sucesso entre as empresas participantes, que estão tendo a oportunidade de alavancar suas soluções dentro de um grande cliente.

Inscrevam-se em www.inovaBra.com.br e agradeço se também puder divulgar compartilhando os materiais anexos para a sua rede de contatos e nos indicar as empresas que, em sua opinião, possam ter interesse no inovaBra startups.

Fonte: Altivia Ventures

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Open Banking e API’s: impulsionando o desenvolvimento das Fintechs

Por Bruno Giannella de Melo

Uma coisa que não podemos mais negar é o impacto do surgimento de diversas Fintechs no Brasil e no mundo. O aparecimento dessas startups vem causando uma transformação gigante no mercado financeiro. O termo ‘Fintech’ surgiu da combinação das palavras financial (finanças) e technology (tecnologia). Essas startups estão sendo muito bem recebidas pelos consumidores cansados da burocracia e estrutura das tradicionais instituições financeiras.

Hoje, os bancos possuem em seus sistemas uma quantidade enorme de informações financeiras de seus clientes, como por exemplo, movimentações financeiras, qualidade de crédito, tendência de renda, entre outros dados. Grande parte desse conteúdo acaba não sendo aproveitado pelos bancos, mas isso não significa que ninguém quer esses dados. As Fintechs têm muito interesse nessas informações para unir criatividade e tecnologia e, assim, criar produtos com propostas mais rápidas e ágeis de serviços financeiros. No Brasil temos bons exemplos de Fintechs como a startup Guia Bolso, que fornece um aplicativo de controle financeiro e o NuBank, empresa que desenvolveu um cartão de crédito totalmente online.

O movimento Open Banking, que começou em 2004 quando a empresa PayPal permitiu que outras empresas pudessem se conectar e eles e ter acesso a algumas informações de seu negócio através de API’s (Application Programming Interface) é o principal responsável pelo ‘boom’ das Fintechs, permitindo a colaboração entre as instituições financeiras e as fintechs.

Neste conceito, os bancos fornecem informações de seus clientes para as Fintechs de forma segura e mantendo a privacidade de dados sensíveis, possibilitando o crescimento de serviços financeiros inovadores e a geração de riqueza para todos os envolvidos. Resumindo, basta que as instituições financeiras liberem alguma interface ou API para que outros desenvolvedores, parceiros, empresas de softwares e Fintechs consigam se conectar, ter acesso as informações financeiras da instituição e criarem seus próprios sistemas e produtos. Na prática, API é a consulta a dados e operações através de serviços expostos. A chave para a inovação que as Fintechs estão proporcionado e mostrando ao mundo é justamente graças às API’s disponibilizadas pelas instituições financeiras tradicionais. Alguns bancos já têm iniciativas de API’s mais desenvolvidas, que permitem desenvolvedores se cadastrarem no site da instituição e, assim, acessar dados para criar soluções em nome da instituição.

O Open Banking no Brasil ainda está começando, as instituições financeiras estão aos poucos liberando algumas API’s para acesso a seus dados. Um bom exemplo no Brasil é a Cielo, que está com o projeto de liberar API’s aos desenvolvedores para criarem aplicativos em sua própria loja de apps, a “Cielo Store”.

Na Europa esse movimento já está acontecendo, como no caso do banco francês Credit Agricole, que lançou um conjunto de API’s abertas que possibilitam desenvolvedores produzirem aplicativos com suas informações. O banco libera informações sobre as contas bancárias, cartões de crédito, produtos, saldo e extrato e localização de agências e ATM’s. Uma coisa interessante no caso da Europa é que existe o padrão PSD2, que é utilizado também para o movimento Open Banking e ajuda muito os bancos a criar um ecossistema de valor.

O futuro para as Fintechs é bem promissor e os consumidores podem esperar grandes novidades. Os bancos estão iniciando a jornada de transformação digital e com isso vem o desenvolvimento de API’s e também a integração direta com seus parceiros. Os usuários cada vez mais desejam uma experiência digital completa, com as instituições financeiras integradas à sua jornada digital. As instituições financeiras que não mergulharem de cabeça nessa transformação digital nos próximos anos com toda certeza terão grandes problemas para se manter no mercado.

Bruno Giannella de Melo, arquiteto de software da GFT, companhia de Tecnologia da Informação especializada em Digital para o setor financeiro

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E-commerce B2B entre empresas movimenta o dobro que B2C nos Estados Unidos

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Por Maurício Di Bonifácio

Nos Estados Unidos, que já tem um histórico mais consolidado da participação do canal de venda digital na economia, temos um cenário que ainda não se refletiu no Brasil. O e-Commerce B2B (entre empresas) movimentou mais que o dobro do volume financeiro em 2015 que o e-Commerce B2C (entre empresa e cliente final). Estamos falando de U$ 780 bi no B2B contra U$ 350 bi no B2C.

Num cenário que a transformação digital da indústria está mais acentuada, as empresas americanas já aceitaram que a digitalização de seus canais de venda é fator chave de sobrevivência, não mais de pura inovação. As empresas que não entenderem como o novo cliente B2B quer comprar estarão com sérios problemas nos próximos anos.

Este número de U$ 780 bi deve chegar em U$ 1.1 tri em 2020 segundo as previsões Forrester Research. Isto vai representar 12,1% de todo o volume movimentado nas transações entre empresas nos Estados Unidos.

Em determinados setores, é comum encontrar empresas que o canal digital B2B represente de 30% a 50% de seu faturamento.
Uma destas empresas é a Grainger, com um faturamento de U$ 4 bilhões apenas via e-Commerce B2B, representando 41% das vendas da empresa. E este canal teve um crescimento de 13,6% entre 2014 e 2015.

Outra que está apostando forte neste canal digital B2B é a própria Amazon, a gigante do e-Commerce B2C já movimenta mais de U$ 1 bi por ano em sua operação B2B.

Por que este canal está crescendo e empresas como a Grainger estão apostando na digitalização das vendas B2B? Dos vários motivos, dois são os mais relevantes:

1 – Aspectos econômicos

A venda via canal digital através de um modelo de e-Commerce B2B é economicamente mais eficiente. O canal digital permite uma pulverização e aumento da base de clientes. Seja por atender clientes menores ou geograficamente distantes, ou clientes que a força comercial (vendedores diretos, representantes comerciais e canais de distribuição) não consegue atingir, a venda digital abre para a empresa novos mercados que antes eram limitados por estas questões físicas, de custos ou de equipe. Atender digitalmente mais clientes significa que a empresa terá crescimento de receitas sem aumento de headcount na equipe comercial, e consequentemente um melhor SG&A para atacar clientes no modelo de cauda longa, ou que não eram economicamente viáveis. Além de novos clientes, as empresas que já operam o B2B digital estão tendo tickets maiores e maior frequência de compra de seus atuais clientes, segundo o Gartner. De um lado o canal digital permite trazer mais clientes, e de outro fideliza e rentabiliza os da base.

2 – Demanda do cliente

O perfil dos clientes está mudando. As novas gerações estão assumindo as posições que influenciam na cadeia de compra e venda das empresas. E mesmo as gerações mais antigas estão mudando seus hábitos. O que vemos é que os clientes demandam cada vez mais que as empresas lhe forneçam soluções, informações e recursos para que eles façam melhor seu trabalho. Segundo uma pesquisa da Forrester, 74% dos clientes B2B, se tivessem a alternativa, acham mais conveniente comprar digitalmente. E em 53% das compras, a decisão do produto e/ou fornecedor já ocorreu antes do primeiro contato com o vendedor da empresa.

Todos estes dados apontam numa única direção, que já é realidade nos Estados Unidos. A digitalização do canal de venda B2B no Brasil. E com isso é fácil entender porque as empresas B2B estão se preocupando tanto com este canal. As que saíram na frente e montaram suas operações de B2B digital, já estão tendo resultados expressivos.

Mauricio Di Bonifacio, sócio-diretor da Fast Channel (www.fastchannel.com), empresa especialista em implantar e gerir canais de venda digital B2B, principalmente em indústrias e distribuidores.

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Bruno Ruffo assume diretoria de operações na BR Media Group

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Na próxima semana, Bruno Ruffo chega à BR Media Group para assumir o cargo de Diretor de Operações. Com mais de 15 anos de experiência, Ruffo tem ótimos relacionamentos no mercado e um vasto conhecimento na área de publicidade digital e tecnologia.

O professional iniciou a carreira em 1999 na AgênciaClick (atual Isobar) e passou pela Age. (atual mcgarrybowen), Popcom e Terra Networks.Em 2006, no Yahoo!, adquiriu experiência em links patrocinados como Technical Product Manager, para depois juntar-se ao time de Yahoo! Mobile como Business Development.

Ruffo Contribuiu também para o desenvolvimento da divisão digital da Viacom Networks no Brasil e em seguida esteve à frente da Mobext, agência mobile do Grupo Havas, por 3 anos.

Empreendedor nato, em 2014 co-fundou a Kiddo, uma empresa que desenvolve produtos digitais com foco em tecnologia, design e negócios, e em paralelo, iniciou as operações comerciais do Foursquare no país como Diretor de Vendas.

Foi evangelizador do áudio digital no mercado com o início das operações da Audio.ad no país, buscando espaço no mix de mídia digital de suas agências e clientes.

Com o ingresso de Ruffo, a BR Media Group, líder em ativações em redes sociais de influenciadores no país, reforça seu time executivo e garante a contínua melhoria de sua performance em um momento de rápida expansão. No primeiro semestre de 2016, a empresa registou crescimento de 142% em seu faturamento na comparação com o mesmo período do ano anterior.

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