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App auxilia na pesquisa e marcação de consultas médicas em São Paulo

Tempo e praticidade são palavras que não faltam no vocabulário do dia-a-dia corrido das grandes cidades. Hoje, o Mobile é peça-chave para resolver todas as tarefas. Os aplicativos ajudam a resolver todas as necessidades, e agora, é possível encontrar um médico, checar disponibilidade e marcar uma consulta em questão de segundos.

A Practo, a maior plataforma de cuidados de saúde do mundo, chegou no Brasil com a Practo Search (Busca Practo), no qual os consumidores podem fazer buscas num banco de dados de médicos certificados para encontrar o profissional adequado às suas necessidades. A busca pode ser feita através do nome do médico, especialidade, sintomas e convênios médicos aos quais os médicos são afiliados. Quando o resultado aparece, o consumidor clica em Practo Profile (Perfil Practo) para cada profissional ou estabelecimento médico para ver mais detalhes, incluindo anos de experiência, qualificações, afiliações e especializações, assim como fotos dos consultórios e coordenadas de GPS para facilitar a navegação tanto a partir do Practo App quanto da internet.

Um dos recursos mais úteis da Practo Search é o Practo Feedback, onde consumidores certificados podem oferecer feedback sobre suas experiências com o profissional de saúde. Este feedback é visível para outros consumidores, o que ajuda os usuários na hora de optarem por um ou outro profissional.

As ferramentas estão disponíveis na cidade de São Paulo, em português e inglês para facilitar o acesso de consumidores e profissionais de saúde.

Através do aplicativo e do site da Practo, os consumidores terão acesso a mais de 5.500 médicos certificados – o que corresponde a quase 50% de todos os consultórios de São Paulo.

Além disso, a Practo também dá informações detalhadas sobre cada um de seus 5.500 médicos, incluindo fotos dos consultórios.

Para garantir a confiabilidade dos dados, a equipe da Practo visita gratuitamente todos os consultórios e clínicas para coletar e corroborar todas as informações sobre os profissionais de saúde. A Practo verifica e lista os médicos gratuitamente e não cobra nada dos consumidores e nem dos médicos para buscar, marcar ou receber consultas.

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Empresas precisam ter mais funcionários com mentalidade de dono

Em um ambiente de trabalho competitivo, é cada vez mais difícil reter talentos dentro das empresas. É necessário um trabalho de gestão para selecionar pessoas adequadas, ter um ambiente para que elas se desenvolvam e demostrem resultados, além de estratégias de retenção. A afirmação é do presidente da Sociedade Brasileira de Desenvolvimento Comportamental, Marcus Ronsoni, que ministrará a palestra magna “Protagonista Organizacional – Como Ter Mais Pessoas com a Mentalidade de Dono” durante o 2o Seminário de Governança Trabalhista, promovido pelo Instituto Brasileiro de Governança Trabalhista (IBGTr) e que acontece no dia 10 de novembro, na EBS Business School, das 8h30 às 17h30.

“Fala-se muito em passivo trabalhista, mas as empresas também devem estar atentas ao ativo trabalhista, que nada mais é que estes processos de seleção e retenção de funcionários que possam contribuir com a empresa, inclusive com a mentalidade de dono”, afirma Ronsoni.

Segundo o palestrante, é extremamente benéfico para as empresas terem funcionários que pensem como “donos”, ou seja, pessoas que veem oportunidades, que tenham um maior grau de comprometimento e que tenham uma visão sistêmica.

“É importante que os executivos saibam tomar boas decisões em um ambiente de incertezas. As coisas estão mudando numa velocidade exponencial, então é indispensável desenvolver capacidades como visão global, sistêmica, estratégica, inovadora e executora”, afirma.

O evento – O 2o Seminário de Governança Trabalhista discutirá os temas: “Gestão Estratégica do Passivo Trabalhista – Como o Contencioso pode Auxiliar no Desempenho da Empresa”; “Reforma Trabalhista – Necessidades, Desafios e Perspectivas” e o “RH como Protagonista de Resultados”.

A programação completa do evento, bem como o currículo dos palestrantes, está disponível no site www.ibgtr.com.br.

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Juíza que realiza audiências de conciliação pelo WhatsApp é finalista do prêmio Innovare

O projeto também já recebeu menção honrosa no Prêmio “Conciliar é legal” do CNJ

A juíza Ana Cláudia Torres Vianna, do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região (Campinas/SP) é finalista na categoria juiz do XIII Prêmio Innovare. A magistrada foi indicada pelo projeto “mídia e mediação: utilização do aplicativo WhatsApp como instrumento de diálogo entre litigantes”.

A iniciativa foi pensada pela juíza e sua equipe do Centro Integrado de Conciliação do 1º Grau, em Campinas/SP com o objetivo de realizar a conciliação entre patrões e empregados de forma eficaz e mais rápida para solucionar conflitos. Segundo Ana Cláudia, as audiências via Whatsapp foram bem recebidas pelo público e a procura para realizar conciliações pela rede social aumentou cada vez mais. A primeira audiência foi realizada em junho de 2016 e, como a juíza conta, “são inúmeras audiências realizadas nessa modalidade, com índice de conciliação superior a 80%”.

Sobre a indicação no Innovare, a juíza afirma que é um marco importante para toda a Justiça do Trabalho, que “continua firme e forte cumprindo a sua missão de conciliar pessoas”. Ela também destaca que é preciso incentivar as conciliações pelas mídias, para que as soluções de conflitos sejam eficientes e que a JT possa ter feedback positivo da sociedade.

O projeto também já recebeu menção honrosa no Prêmio “Conciliar é legal” do Conselho Nacional de Justiça. A magistrada conta que com mais essa indicação os objetivos estão sendo alcançados. “Queremos promover o diálogo entre as partes e a mediação humanizada e acolhedora”, salienta. “Um dos nossos maiores objetivos é mudar a cara do Judiciário”. De acordo com ela, isso facilitará a comunicação com os usuários e que também é um “grande passo para a comunicação”.

Vantagens

Para a magistrada, entre as vantagens de utilizar o Whatsapp como instrumento de diálogo entre litigantes está a facilidade de acesso, a economia de custos com deslocamento e a maior disponibilidade de tempo para a negociação, uma vez que os mediadores de toda a sede do TRT-15 podem mediar processos em qualquer lugar. “Ter um instrumento desse à disposição contribui muito para o diálogo”, enfatiza Ana Cláudia.

Prêmio Innovare

O Prêmio Innovare é a mais importante premiação da Justiça brasileira e procura valorizar iniciativas que buscam soluções para os enormes desafios enfrentados por todos que atuam no sistema de justiça, sejam eles de natureza administrativa ou judiciária.

Criado em 2004, com cerca de cinco mil práticas inscritas e mais de 150 premiadas, o prêmio é uma realização do Instituto Innovare, da Secretaria Nacional de Cidadania e Justiça do Ministério da Justiça, da Associação de Magistrados Brasileiros (AMB), da Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp), da Associação Nacional dos Defensores Públicos (Anadep), da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), da Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) e da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), com o apoio do Grupo Globo.

Os vencedores de cada categoria serão revelados no dia 6 de dezembro.

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Pesquisa BigData Corp./PayPal desvenda o mercado de aplicativos para dispositivos móveis no País

Após análise em mais de 550 milhões de sites no mundo inteiro e lojas como Google Play e Apple Store estudo revela que o número de apps disponíveis cresceu mais de 82% no último ano – e que 90% dos programas “baixados” são gratuitos

O número de smartphones em uso no Brasil bateu os 168 milhões em maio deste ano, segundo dados da FGV-SP. E deve atingir 236 milhões até 2018. Nada mais lógico, portanto, que o mercado de apps (os aplicativos feitos exclusivamente para rodar em equipamentos móveis) também cresça, na esteira do sucesso do universo mobile.

Mas, de acordo com a segunda edição de pesquisa da Big Data Corp., feita sob encomenda do PayPal Brasil entre os meses de agosto e setembro, o que aconteceu no decorrer do último ano nesse setor da tecnologia ultrapassou as previsões mais otimistas: o número de apps disponíveis para o consumidor em lojas como o Google Play e a Apple Store cresceu 82,40%.

E a porcentagem de programas gratuitos também aumentou. Se, nos doze meses completados em setembro de 2015, 86,84% dos aplicativos eram free, esta nova pesquisa constatou que esse índice subiu ainda mais: agora, eles representam 90,86%.

Novidades

• Entre agosto de 2014 e agosto de 2015, os aplicativos até 1.000 downloads representavam 58,75% do mercado. Já nos últimos 12 meses, esse percentual passou para 59,96%. Ou seja, parte considerável do crescimento no número de apps criados no decorrer do último ano se deve a programas que não obtiveram mais de 1.000 downloads.

• Este item da pesquisa, diga-se, foi o único a registrar aumento no período. Todos os outros apresentaram queda, mesmo que pequena. Os apps baixados de 1.000 a 5 mil vezes, que representavam 16,55% do total em 2015, agora representam 16,40%; entre 5 mil e 10 mil downloads, o índice passou de 5,83% para 5,57%; entre 10 mil e 50 mil, de 10,36% para 9,93%; entre 50 mil e 100 mil, de 2,91% para 2,81%; entre 100 mil e 500 mil, de 3,72% para 3,61%; entre 500 mil e 1 milhão de downloads, de 0,76% a 0,72%; entre 1 milhão e 5 milhões, de 0,84% para 0,76%; entre 5 milhões e 10 milhões, de 0,14% para 0,12%; e entre 10 milhões e 50 milhões, de 0,12% para 0,10%.

• O gênero de app mais disponível para download? Games, aliás, como em 2015. Mas eles ampliaram a vantagem: passaram de 18,01% para 19,76% do total de apps existentes no mercado. Em segundo lugar, aplicativos dedicados à Educação (8,33%, com queda de 0,67 ponto em relação a 2015); e, em terceiro, Entretenimento, com 7,47%. Na sequência, Lifestyle, Negócios, Ferramentas e Personalização.

• Já no quesito “apps mais populares”, ou seja, que registraram mais de 10 milhões de downloads no decorrer do último ano, os joguinhos ganham de lavada, com 44,09%. Em um distante segundo lugar ficaram os aplicativos de ferramentas (11,29%), seguidos por fotografia (5,67%), produtividade (4,51%), comunicação (4,03%), entretenimento (4,03%) e música (3,67%).

• Esmiuçando o líder do setor, os Games, temos mais um ranking interessante: graças a aparelhos mais avançados tecnologicamente, os jogos de simulação, ação, aventura e corrida viram seus downloads aumentarem bastante nos últimos 12 meses. Mas o grande líder, embora com menor índice do que em 2015, continua sendo os games de quebra-cabeça (puzzles), com 19,01%. O segundo colocado são os chamados casual games (cujas regras são super-simples, como o icônico Pac-Man, por exemplo), que também sofreram queda em relação à pesquisa do ano passado (de 19,44% para 18,71%); e o terceiro da lista são os jogos arcade, que simulam clássicos como pinball (este com pequeno aumento de porcentagem em relação a 2015, de 16,52% para 17,08%).

• Um fato que demonstra bem o caráter dito libertário da internet, e do mundo digital como um todo, é perceber que os apps pagos não representam nem a décima parte dos aplicativos disponíveis nas lojas online. De acordo com a pesquisa da Big Data Corp., 90,86% dos apps para Android ou iOs são gratuitos. Na pesquisa de 2015, esse índice era de 86,84%. Este ano, os apps pagos são somente 9,14% do total.

• Quando se fala em apps pagos, os campeões do ranking são os que permitem a personalização do smartphone ou do tablet: 24,81% dos aplicativos desse gênero têm algum custo para o consumidor. Na sequência vêm aplicativos de histórias em quadrinhos (com 15,24%), de livros (14,69%), médicos (14,20%), de educação (13,58%) e de esportes (11,55%).

• Já os líderes entre os apps gratuitos são os dedicados a compras online: 98,72% de tudo o que há disponível nesse gênero nas lojas online são free. Na sequência vêm notícias e revistas (98,62%), negócios (97,39%), apps de redes sociais (96,47%) e demos e libs (com 95,14%).

Do universo pesquisado pela Big Data Corp., 84,36% dos aplicativos existentes no mercado não têm nenhum tipo de interatividade – ou seja, trata-se de programas que não necessitam que o usuário insira nenhuma informação pessoal.
Citações

“A pesquisa aponta um crescimento generalizado no uso de aplicativos, mas principalmente uma tendência de desconcentração. Embora categorias como Games tenham downloads bastante concentrados em alguns ‘big hits’, de forma geral, o crescimento maior acontece no ‘long tail’ dos aplicativos, refletindo uma busca por conteúdos e serviços mais específicos às necessidades do usuário” – Renato Pelissaro, diretor de Marketing do PayPal para a América Latina.

“Até por uma questão de realidade econômica, o Brasil ostenta muito mais usuários não dispostos a pagar por aplicativos em seus smartphones ou tablets. Mas é interessante constatar como os usuários se engajam com os programas, dedicando tempo postando reviews sobre eles. Isso pode ser um feedback importante para as empresas, para que possam desenvolver opções pagas de seus aplicativos” – Thoran Rodrigues, CEO da BigData Corp.

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GFT investe R$ 5 milhões em novas operações

A GFT, companhia de Tecnologia da Informação especializada em Digital para o setor financeiro, anuncia o investimento da ordem de R$ 5 milhões para ampliação de suas estruturas. Desse montante, R$ 3 milhões serão dedicados ao novo site, que será inaugurado em Curitiba, capital do Estado do Paraná, com capacidade para atender 200 colaboradores. O restante, R$ 2 milhões, faz parte do investimento para ampliação do site de Alphaville, região metropolitana de São Paulo, para receber mais 150 profissionais, totalizando 1000 posições no Brasil.

O investimento da companhia dobrará suas operações para atender o crescimento das demandas do Brasil e dos projetos internacionais em Digital. Ambas inaugurações estão previstas para serem lançadas em dezembro de 2016. Periodicamente, a GFT vem promovendo uma série de ações para ampliar sua capacidade de atendimento local e na América Latina. Entre eles, estão as expansões dos seus centros de desenvolvimento, localizados em Sorocaba e Alphaville, devido ao fortalecimento e crescimento da companhia no País.

Seguindo a linha de crescimento, a empresa investiu em Centros de Excelência e Práticas de Especialização, vencendo a inércia do mercado local brasileiro através de um crescimento contínuo, especialmente por conta das demandas de mobilidade, BigData Analytics, Transformação Digital, Modelo de Entrega Ágil e DevOps de instituições financeiras.

“Os movimentos da GFT no Brasil, bem em meio a essa crise desmedida que estamos vivendo, comprovam o potencial que enxergamos no País”, pontua o regional managing director Latam da GFT, Marco Santos.

Tratando-se de operações internacionais, a frente Global Delivery Model da operação brasileira que, por sua vez, se baseia na exportação internacional de projetos e serviços de TI, tem contribuído bastante para que a operação nacional tenha uma abordagem forte e profissional, que contempla consultoria e desenvolvimento de projetos baseados em alta eficiência operacional, Metodologia Agile e Entrega Contínua que, finalmente, remete a custos mais competitivos.

Somado a isso, estão aquisições como da empresa Adesis, focada na oferta Digital, que virou o grande foco de projetos no Brasil. Esta compra reforçou a presença da GFT no México, aumentando consequentemente a presença na América Latina, que já conta com operações no Brasil e na Costa Rica. Este movimento somou-se à estratégia da aquisição feita em 2014 da Rule Financial, que abriu as portas para o Brasil passar a cuidar da operação na América Latina por conta da grande atuação da Rule na Costa Rica. “Agora, a ideia é dar um grande salto com este novo site de Curitiba, que anunciaremos o início da operação no próximo mês”, finaliza Santos.

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Nova oferta de videoconferência em nuvem da DIGITALNETBR atende especialmente o mercado PME

Décio Rigotto é Diretor Executivo da DIGITALNETBR

Décio Rigotto é Diretor Executivo da DIGITALNETBR

Com investimentos da ordem de R$ 1 milhão e o envolvimento de um time de especialistas dedicados por 18 meses, a nova plataforma OnPeople, além de agilizar e garantir adoção dos mais avançados recursos de Comunicações Unificadas para empresas de todos os portes, de forma flexível e escalável, proporciona excelentes vantagens na relação custo x benefício.

Investir em uma estrutura própria de TI, além de caro, demanda tempo e desvia a atenção do que é primordial, o core business da empresa. Para responder a este desafio, a DIGITALNETBR, integradora de soluções de alta tecnologia em Colaboração e Comunicações Unificadas, está disponibilizando no mercado brasileiro a plataforma OnPeople, novo serviço em nuvem que possibilita a rápida adoção dos mais avançados recursos de Videoconferência (Vaas) e Comunicações Unificadas (UCaaS) de forma flexível e escalável. Com a oferta, que demandou investimentos de mais de R$ 1 milhão e o envolvimento de um time de especialistas totalmente dedicados por cerca de 18 meses, a DIGITALNETBR pretende fortalecer sua receita e atingir um crescimento médio anual de 20% nos próximos três anos.

De acordo com Décio Rigotto, Diretor Executivo da DIGITALNETBR, a criação do novo serviço foi impulsionada por uma necessidade crescente do mercado. “A prestação de serviços em nuvem é uma tendência irreversível pelas grandes vantagens que oferece, especialmente na demanda por modalidades que não exigem investimento e nem equipe própria qualificada para gerenciar e operar a solução”, enfatiza.

Para ter acesso à plataforma OnPeople o cliente pagará somente pelo serviço e pela capacidade efetivamente utilizada, evitando o investimento em uma infraestrutura própria que geralmente é delimitada e difícil de ser expandida ou reduzida. Além disso, a empresa não precisará ter equipe própria especializada na área de TI para operar e gerenciar a infraestrutura dentro de seu ambiente. E também não estará exposta à obsolescência de equipamentos, que neste segmento é muito acelerada. O serviço é implementado, ativado e disponibilizado aos usuários de forma ágil, rápida e simples.

Para ter acesso à sala de reunião virtual (VMR) da DIGITALNETBR é necessário apenas um computador com webcam e uma conexão com a internet com uma banda larga mínima de 512 Kbps, capaz de assegurar uma boa qualidade de áudio e vídeo. O acesso pode ser feito através de computadores pessoais, aplicativo de software previamente instalado, ou até mesmo por meio de um convite recebido por e-mail contendo um endereço eletrônico para conectar-se. Dispositivos móveis como smartphones e tablets também podem ser utilizados através de conexão de dados 4G. Já em ambientes corporativos, o acesso pode ser feito em salas de reuniões equipadas com terminais de videoconferência com as mais variadas configurações.

“Toda infraestrutura em nuvem que compõe a plataforma OnPeople é de propriedade da DIGITALNETBR, baseada em tecnologia Polycom que possibilita integração nativa com o Skype for Business da Microsoft”, explica Rigotto. “A utilização da plataforma é feita através de um portal muito simples e intuitivo que oferece uma interface de usuário amigável para agendamento e controle das reuniões, além de ferramentas de gerenciamento para monitorar e assegurar a efetividade do uso da solução”, completa o executivo.

“A oferta de salas de reuniões virtuais (VMRs) já é uma realidade no mercado brasileiro. Por isso, aprimoramos este tipo de serviço oferecendo algo mais customizado, com alternativas para registros de terminais, agregando pacotes com locação de terminais. Nosso grande diferencial é a hospedagem de nossa plataforma em datacenters com redundância geográfica, além de um centro de operações (VNOC) no Brasil, provendo suporte, monitoramento proativo, concierge, tudo em português”, ressalta Rigotto.

Por tratar-se de uma plataforma segura e altamente gerenciável, os serviços podem ser adotados por empresas de todos os portes, entretanto, são ainda mais efetivos para PMEs, uma vez que não demandam qualquer tipo de gestão interna de TI. Segundo Rigotto, o novo serviço deve impactar diretamente os negócios da companhia. “O maior incremento virá do segmento das PMEs que não dispõe de recursos financeiros e humanos para investir em plataformas próprias e exclusivas para comunicação e colaboração. A transição do modelo de venda de projetos para prestação de serviços é muito saudável para a DIGITALNETBR porque o faturamento recorrente traz mais estabilidade e previsibilidade dos resultados, além de possibilitar a fidelização dos clientes por meio de um relacionamento ainda mais próximo e frequente”, esclarece o executivo.

“A Polycom aplaude a iniciativa da DIGITALNETBR. O mercado brasileiro busca formas simples e confiáveis para o consumo de tecnologia. O lançamento da plataforma OnPeople atende a uma clara demanda de nossos clientes que buscam obter os benefícios da colaboração por vídeo, voz e dados com baixo investimento inicial, extrema simplicidade aos usuários e grande escalabilidade do serviço. Não temos dúvidas sobre o sucesso deste serviço no mercado”, finaliza Pierre Rodriguez, Vice-presidente da Polycom para a América Latina e Caribe.

Com sede em Ribeirão Preto e equipes próprias em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte, a DIGITALNETBR é um parceiro Platinum e o canal com o mais alto nível de certificação técnica da Polycom, por isso, a companhia está habilitada a oferecer o portfólio completo de produtos da fabricante.

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Começa hoje, em Londres, a 7ª edição anual do MozFest, realizado pela Mozilla

Com milhares de visitantes vindos de 50 países todos os anos, o MozFest é considerado evento obrigatório para o movimento pela Internet aberta e gratuita. Durante este último fim de semana de outubro, os participantes poderão participar de diversas atividades e compartilhar ideias durante as palestras. Além de poderem participar de um playground para entusiastas do mundo on-line, aficionados por Internet e tecnautas a favor do código aberto, acontece também uma hackatona, brainstorming coletivo de mentes criativas.

Diversidade e inclusão são valores centrais na concepção do MozFest. Durante o final de semana, os visitantes terão acesso a mais de 400 sessões interativas e internacionais com duração entre 30 e 90 minutos, sendo muitas delas apresentadas em inglês. No entanto, pela primeira vez na história do evento, haverá sessões disponíveis em espanhol, francês, alemão, árabe, lituano e japonês.

Com a função de incubadoras de ideias, as sessões permitem que os participantes se juntem a especialistas em tecnologia e tirem seus projetos do papel. Na verdade, muitos projetos da Mozilla nasceram no MozFest, incluindo o Lightbeam, complemento do Firefox que permite visualizar os sites primários e de terceiros com os quais interagimos na Web, e o pacote gratuito e de código aberto de ferramentas de aprendizado da Mozilla, que ensinam o usuário a ler, escrever e participar ativamente da vida on-line.

Cinco temas, dez espaços

Este ano, o MozFest se concentrará em cinco temas cruciais para a Web aberta e gratuita:

• Segurança e privacidade on-line: discute como podemos compreender e controlar o uso e a coleta dos nossos dados. O que devemos fazer para assegurar maior propriedade sobre nossas identidades digitais?

• Inovação aberta: reflete sobre como podemos garantir que o acesso livre continue sendo o princípio central da Internet. Códigos e padrões abertos significam que qualquer um pode criar e inovar na Internet, sem a necessidade de permissões.

• Descentralização: indica que os dispositivos e plataformas que usamos podem trabalhar em colaboração por serem baseados nos mesmos padrões. Assim, informações e conteúdo fluem livremente e garantem uma melhor experiência on-line.

• Alfabetização web: faz referência às habilidades necessárias para participar do mundo digital. Elas permitem que as pessoas criem, definam e defendam a Web.

• Inclusão digital: determina que todos podem participar do mundo digital. Muitas pessoas ainda são excluídas da Internet aberta e gratuita e queremos acabar com isso.

Esses temas serão discutidos em 10 espaços, onde ocorrem workshops, demonstrações, discussões, instalações interativas e sessões colaborativas. Entre os tópicos estão Cultura e Arte Digital, Jornalismo, Ciência Aberta, Open Badges, Fuel The Movement (reforma de direito autoral da União Europeia), Tradução e Localização, Zona Jovem, Desmistificação da Web, Dilemas em Espaços Conectados e a exposição de arte digital MozEx.

Sete atividades imperdíveis do MozFest

Com mais de 400 sessões a escolher e uma excelente série de palestras, é fácil encontrar inovação, conversas inspiradoras e colaboração criativa em qualquer canto do festival. Confira abaixo sete atividades imperdíveis:

• Acessibilidade: nós da Mozilla acreditamos que a Web deva ser acessível a todos, em qualquer lugar em que haja conexão com a Internet. A11y é um numerônimo amplamente conhecido na Web que faz referência à interação entre seres humanos e computadores, especificamente à acessibilidade de pessoas com deficiência. Nossos colegas do #A11yHacks, Carousel, Drake Music e Shapearts, explorarão questões relacionadas à acessibilidade durante o MozFest.

• Instalações interativas: a agência de designs criativos TODO (responsável pelo Codemoji) exibirá instalações interativas e educacionais relacionadas aos cinco temas da Mozilla, oferecendo diferentes perspectivas na Web.

• Realidade virtual: prefere a realidade virtual à vida real cotidiana? Sem problemas. As ferramentas A-Frame e A-Painter da Mozilla estarão presentes para que os visitantes naveguem por mundos virtuais e criem experiências de realidade virtual.

• Série inaugural de palestras: grandes nomes subirão aos palcos na seção “Diálogos + Debates” para discutir os principais problemas enfrentados na Web e pela sociedade nos dias atuais. Assista às falas de pesquisadores especializados em vigilância e discriminação, experts em tecnologia dedicados à garantia da liberdade de expressão e repórteres envolvidos na cobertura da guerra civil na Síria realizada pelo jornalismo aberto. Confira os palestrantes aqui.

• O futuro da Web: a Internet não é mais definida por telas e teclados — ela está cada vez mais ao nosso redor. É essencial garantir a manutenção do caráter aberto e gratuito da era do desktop às inovações, sejam elas a realidade virtual ou wearables inteligentes. Por essa razão, exploraremos a ética da Internet das Coisas (IoT) no novo espaço Dilemas em Espaços Conectados.

• MozEx: uma exposição de arte digital que explora as conexões entre arte, sociedade e mundo digital. Criada por artistas individuais e curada pelos museus Tate e Victoria & Albert, ambos de Londres, a exposição destaca o valor da arte na sociedade por meio da alfabetização Web, inclusão e acessibilidade digitais, privacidade, políticas e hacking.

• Reforma do direito autoral na UE: a União Europeia oferece uma oportunidade única de reforma das leis de direito autoral a fim de expandir a criatividade e a inovação. Participe de instalações de arte interativas, workshops práticos e debates enriquecedores para descobrir o que você pode fazer a respeito.

O ingresso mais desejado deste fim de semana

A Mozilla convida a todos a participarem do MozFest, independentemente de onde moram, background e nível de experiência. A inscrição é rápida e fácil. Os ingressos custam a partir de £3 (aproximadamente R$11,50) para jovens e £45,00 (aproximadamente R$ 173) para adultos. Os ingressos podem ser comprados antecipadamente on-line.

A MozFest 2016 acontece em Ravensbourne, uma universidade cuja missão é aplicar criativamente a tecnologia digital para design e comunicação.

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Com infância humilde, empresário dribla dificuldade e hoje gera mais de R$ 8 bi em negócios

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A necessidade financeira trouxe a Marcio Kogut o tino empreendedor. Aos 14 anos, em Curitiba, ele catava legumes em terrenos vizinhos para vendê-los com preço mais atrativo na feira e garantir o dinheiro do sorvete, que os pais não tinham. Nessa fase despertou a vontade de criar e inventar algo sempre que surgiam as dificuldades.

Em paralelo, também crescia a paixão por eletrônica e computadores. E aos 17 anos fundou a primeira empresa especializada em vendas de computadores da cidade, tornando-o principal fornecedor. Mas foi quando Marcio chegou em São Paulo no final da década de 1990 que enxergou a oportunidade de unir a experiência da tecnologia – pois trabalhou também com vendas em e-commerce- e ajudar empresas iniciantes no mercado.

“Logo no começo quando cheguei em São Paulo, encerava carro em lava-rápidos e cheguei a dormir em hotéis na praça da Sé. Aí comecei a fabricar no fundo de uma garagem uma cera para cristalização de pinturas automotivas que vendia para lava-rápidos e depois tive a ideia de comprar uma revista na banca que ensinava a fazer sites, foi quando fiz o primeiro e-commerce para vender a cera online” , explica o empresário.

Nascia assim a Kogut eBusiness, empresa especializada em consultoria e inovação com referência em modelos de negócios online que atualmente conta com mais de R$ 8 bilhões em negócios gerados para seus clientes. Agora ele também está à frente da aceleradora 20Startups como mentor e investidor.

“Quando comecei a fazer sites, eu e meu irmão, atual sócio, criamos um projeto chamado eBonus, uma startup de cupons de descontos pelo celular. Nessa época o celular era preto e branco e nenhum investidor ou empresa de telefonia quis investir. Por não conseguirmos investidores, engavetamos a ideia e focamos em trabalhar prestando serviços para outras empresas através da Kogut eBusiness. Exatamente por ter passado por isso que hoje resolvemos criar o projeto da aceleradora 20Statups com o objetivo de investir e ajudar novos empreendedores”, completa Kogut.

De acordo com ele, o novo projeto tem foco em empresas de tecnologia e a aceleradora disponibilizará estrutura física, tecnológica como serviços compartilhados de marketing, governança, gestão estratégica e financeira para ajudar os empreendedores. “Além disso, os investimentos podem chegar até R$ 20 milhões através de nossos fundos parceiros, finaliza.

E o mercado dessas empresas é promissor. De acordo com o novo levantamento da Associação Brasileira de Startups (ABStartups), o número de empresas em estágio inicial no Brasil chegou a 4.151 ao final de dezembro de 2015, um crescimento de 18,5% em apenas seis meses.

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Sandra Fantoni assume a diretoria de produtos de Commercial & Consumer e Marketing na Ingram Micro

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A Ingram Micro Brasil, subsidiária da maior distribuidora global de tecnologia, anuncia Sandra Fantoni como a nova diretora de Produtos da área de Commercial & Consumer e Marketing.

Sandra ingressou na Ingram Micro em 2015, depois de ter trabalhado como vice-presidente de Gerenciamento de Produtos e Marketing na Officer. Antes disso, foi diretora de Contas na Apple e diretora de Produto e Marketing da Techdata Brasil.

“Estou muito entusiasmada com a nova posição e com os novos desafios. Espero superar as expectativas da Ingram Micro, trazendo todo meu conhecimento, inovando e prezando por qualidade e resultados eficientes”, disse Sandra.

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Transformação Digital precisa de APIs – Por Lucas Tempestini

Você é um grande consumidor dos relatórios das principais consultorias do mudndo ?

Nós aqui da Sensedia somos, especialmente das duas maiores do mundo: Forrester e Gartner.

Eles têm materiais sensacionais sobre diversos temas, e um dos principais temas abordados por essas consultorias nos últimos anos tem sido Transformação Digital.

E não só isso: tudo indica que a Transformação Digital precisa de APIs. Talvez pareça uma afirmação estranha, ou exagerada. Para nós, ela só reflete o momento da Economia mundial que vivemos!

Seu negócio é Digital?

Se você respondeu “não” para essa pergunta, meu objetivo é fazê-lo pensar com esse artigo.

Eu acredito de verdade que todo negócio é Digital, independente do segmento em que se insere. Seja conservador ou não, você precisa urgentemente considerar que seu negócio está em uma jornada de transformação.

Podemos dividir os recursos que você possui em sua empresa em dois:

– Aqueles que já nascem Digitais, como por exemplo seus dados, suas aplicações, dispositivos conectados e etc.

– Aqueles recursos que não nasceram Digitais mas invariavelmente possuem seus correspondentes Digitais, por exemplo Códigos Postais, Localização via GPS, Códigos de Barras.

Algumas empresas ainda não encararam essa realidade, e segundo o Forrester, até 2020 você pode se tornar um predador ou uma presa Digital.

No Report “Digital Predator or Digital Prey”, vemos que essa caracterização das empresas depende do tamanho da disrupção que seu segmento pode sofrer nos próximos anos, sendo que alguns mercados já se transformaram e outros ainda estão engatinhando nessa direção.

O Forrester ainda diz, no artigo “How APIs Reframe Business Strategy”, que um mundo em plena disrupção digital demanda a criação novos modelos de negócio que precisam de novas formas para agregar valor a sua oferta.

Ao falar nisso, sempre lembro do Uber, que conseguiu criar praticamente um novo segmento ao trazer parceiros digitais e incorporar outros serviços ao seu, complementando a sua solução e criando uma visão de valor diferente ao consumidor final.

Mas mais do que isso, cria um ecossistema de parceiros digitais integrados.

Quer um ótimo exemplo de Ecossistema Digital? Marketplaces.

Os grandes varejistas online descobriram que conseguiriam reduzir custos e agregar novos produtos à sua oferta simplesmente permitindo que lojistas menores se integrassem à plataforma e vendessem seus produtos através dela.

Parece um shopping, só que totalmente inserido no meio Digital.

E assim nasceu um novo modelo de negócio, em que no final das contas, o principal ativo é o Tráfego ao invés de produtos.

A maioria das empresas tem dificuldade em realizar a quebra desses paradigmas porque é comum que o Departamento de TI seja visto como aquele que mantém sistemas funcionando, com um papel exclusivamente operacional.

Porém, é necessário que a TI tenha um papel fundamental nas decisões do negócio e consigam criar novos “ativos” que possam agregar valor ao consumidor final e criar novas formas de enxergar a oferta da empresa.

Se alguém te disser que SOA está morto, desconfie.

SOA não morreu, e nem as APIs são substitutas para ele.

Inúmeros artigos pela internet já contam SOA como velho e desatualizado, mas algo que todos esses artigos tem em comum é uma definição bastante pobre de SOA.

De acordo com o artigo do Forrester “Selecting Tools that Enable Agility” muito do que ainda se vê sendo feito, está debaixo da bandeira de SOA.

Estratégias baseadas em serviços não são exatamente APIs ou SOA, mas sim ambos. Afinal, APIs e SOA ainda compartilham diversas práticas.

O Forrester recomenda ainda que as conversas sobre Arquitetura Orientada a Serviços sirvam para construir estratégias que garantam agilidade nos serviços críticos ao negócio da empresa enquanto as APIs podem ser responsáveis por levar um modelo de negócio ágil a novos contextos, de forma a estender seu negócio a mares ainda não navegados.

Uma estratégia de sucesso para APIs é fundamental para garantir a agilidade nos seus processos, mas ela deve ser orientada pelo core business da sua empresa.

Seus ativos digitais de maior valor são aqueles relacionados ao núcleo da sua oferta, sua principal competência. Obviamente que você pode desenhar APIs para a sua operação cotidiana, para integrações internas, mas não se esqueça do poder de inovação das APIs: elas terão maior impacto se estiverem relacionadas ao seu negócio.

Ganhar agilidade significa economizar tempo, especialmente daqueles que executam atividades repetitivas diariamente e que podem ser facilmente automatizadas ou serem delegadas às APIs.

Traçando um paralelo entre a Revolução Industrial e a Transformação Digital, o fim de atividades básicas e repetitivas muda o papel desempenhado pelas pessoas. As máquinas passaram a substituir o homem em atividades básicas nas linhas de produção, a partir do século XVIII.

E em pleno século XXI, estamos criando novos mecanismos que nos permitem focar nossos esforços em atividades mais complexas, criando recursos que terão impacto direto em modelos de negócios inovadores.

Percebeu o poder disruptivo?

Mas repito: automatizar e melhorar processos simples e corriqueiros podem te ajudar a economizar dinheiro, mas não é onde sua estratégia de negócios será grandemente impactada

Se você quer que sua estratégia de Arquitetura e APIs tenha sucesso, ela PRECISA ser guiada pelos objetivos do seu negócio. O CIO deve ter essa orientação ao negócio da empresa, mas mais do que isso, essa jornada precisa fazer parte do dia a dia do CEO da companhia.

Qualquer iniciativa que não tenha o suporte e o comprometimento executivo pode ser vista como superficial, e não ser comprada pelos envolvidos. No fim, até mesmo o cliente não verá valor.

Chega de assunto genérico: e o SEU negócio?

Se você já chegou até aqui, agora é a hora de olhar para seu negócio e escolher o caminho que sua estratégia de SOA e APIs vai seguir.

Existem alguns caminhos para estratégias de APIs, dependendo dos objetivos buscados pelo cliente. Dividimos em 5 casos de uso:

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– Agile Architecture;

– Digital Experiences;

– Partners & channels;

– Open Innovation;

– Platform.

Como o Forrester apontou no report “Selecting Tools that Enable Agility”, é necessário uma arquitetura que permita integrações e interações ágeis.

Isso é onde tudo começa: nós chamamos esse conceito de Agile Architecture.

Uma arquitetura ágil permite visualizar estratégias de APIs de forma mais clara, e facilita o trabalho de desenho dessas APIs, mas mais do que isso, ela permite mudanças rápidas, MVPs que irão ter impacto no seu negócio e que rapidamente podem ter seus resultados medidos.

Em seguida, você deve tomar a decisão sobre qual desses casos abordar.

Algumas empresas buscam criar novas experiências digitais, muitas delas estão ligadas a iniciativas de Mobile ou Social (ou outro dos pilares do SMAC), mas obviamente essa estratégia de Digital Experience não está ligada somente a isso.

Mais do que Mobile, estratégias de Digital Experience visam criar experiências únicas para os usuários independentes de canais ou telas, o que tem muito a ver com uma tendência do mercado que tem sido muito aplicada em eCommerces, o famoso Omnichannel.

Se você ainda não leu nosso artigo sobre como ser Omnichannel de verdade, está aqui!.

Outro use case muito utilizado no mundo do e-commerce é o de Partners & Channels.

Muitas empresas adotam as APIs como braços comerciais para alcançar e engajar novos públicos que ainda não haviam conseguido impactar através de Parcerias ou até mesmo para integrar soluções com Fornecedores.

Isso garante a agilidade em toda a cadeia produtiva, melhorando e simplificando a jornada de compra do consumidor final.

Novamente, os Marketplaces servem como um ótimo exemplo, pois são um case excelente de utilização de APIs para criação de Parcerias e Novos Canais.

A essa altura do campeonato você já deve ter percebido que essa divisão não é rígida e exata, mas sim que existem áreas cinzas entre elas. O último caso de uso é o mais abrangente de todos, no ponto em que algumas estratégias de APIs acabam se tornando alavanca para que outras novas estratégias surjam.

É o conceito denominado Plataformização ou simplesmente, Platform.

Alguns podem visualizar uma estratégia de Marketplace também para casos de Platform, de modo que os lojistas acabem se sustentando dentro daquele ambiente.

Entretanto alguns casos são mais específicos e focam na criação de novos produtos a partir da API de produtos existentes, vide a API do Google Maps, que está disponível para que você possa criar novos produtos a partir dos seus mapas.

Além disso, é possível gerar receita a partir da sua Plataforma (na verdade, a partir de vários desses casos, mas nesse caso, isso fica bem claro). O próprio Google Maps faz isso, iniciando com uma faixa free e cobrando a partir de um certo número de chamadas à API.

Essa estratégia nada mais é do que se posicionar como uma plataforma de lançamento de novos negócios (mesmo que não sejam seus de fato).

Algumas iniciativas de Inovação Aberta são impulsionadas por meio de APIs abertas, como as iniciativas de Open Banking e Hackathons ao redor de APIs abertas.

Inúmeras empresas já enxergam Hackathons como uma ferramenta de fomento à Inovação, e muitos deles têm como tema central as APIs da empresa.

OK, já entendi o impacto que APIs podem ter no meu negócio, e agora?

É hora de botar suas engrenagens para girar!

O Forrester tem uma abordagem muito interessante sobre projetos de Arquitetura Orientada a Serviços, que como vimos no decorrer do texto, está intrinsecamente ligada às suas APIs.

No report “Build SOA Success with a Business-Focused approach to SOA Design and Governance” existe um paralelo entre negócios ágeis e sua arquitetura, destacando 3 etapas para que você tenha sucesso. Qualquer semelhança com Métodos Ágeis NÃO é mera coincidência.

Primeiro você precisa desenhar seu plano de SOA e APIs de forma genérica, como eles mesmo dizem “Mile wide, inch-deep”. Você precisa dar uma noção ampla dos milestones que precisam ser alcançados, considerações em torno de investimentos necessários, identificar os processos mais importantes para a sua jornada e projetos que deverão ser considerados para a segunda etapa.

O segundo passo consiste em executar projetos. Mas como nem tudo são rosas nesse mundo, esses projetos serão responsáveis por amadurecer e implementar os aspectos do seu plano de SOA e APIs. É nesse momento que você terá oportunidade de executar seu planejamento, se preparando para aprender com os erros e validar hipóteses. É altamente indicado que você use práticas ligadas às Metodologias Ágeis para determinar quais são os aspectos mais importantes desse projeto e priorize-os.

O terceiro e último passo talvez seja o mais simples de descrever, mas com certeza é o maior responsável pelo seu sucesso, APRENDA. Os projetos que você executar devem te ensinar muito sobre o plano que você desenhou no começo, e aí, volte para a prancheta, faça ajustes, melhore e se permita ver que na verdade algumas das premissas iniciais estavam erradas e que ainda há tempo para ajustar as velas conforme o vento sopra.

Por fim, aprofunde um pouco mais o seu plano inicial e volte à etapa 1!

Cuide do seu novo ativo

Chegamos ao fim do texto falando sobre APIs, e não mais transformação digital. E por que isso aconteceu?

Porque Transformação Digital precisa de APIs. É uma relação de causa e consequência, são os meios com que você atingirá seus objetivos de posicionamento Digital.

E no final, é bom lembrar que por mais que tenhamos APIs abertas ou restritas ou ambas, TODAS precisam de governança.

Umas precisam de um pouco mais, e outras menos, mas a ausência de governança significa que você terá um conjunto de APIs criadas a esmo, que podem ser duplicadas, criam falhas de segurança ou simplesmente não têm mais utilidade.

No final de contas, tudo isso gera um custo de desenvolvimento e manutenção desnecessário e que impactarão negativamente os resultados das suas iniciativas.

E se você quer gerenciar suas APIs, procure uma solução de API Management que cubra todas as etapas do Ciclo de Vida da sua API, assim você conseguirá visualizar coisas como:

os resultados específicos que você planejou no início do seu projeto;
aumentar a segurança no acesso às suas APIs;
acelerar o engajamento dos desenvolvedores;
testar suas APIs;
governar e versionar suas APIs através de toda a sua vida e muito mais!

Lucas Tempestini, analista de marketing na Sensedia

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Black Friday e o e-commerce: como garantir o sucesso das vendas durante o pico de acesso? – Por Fabio Miranda

Em um ano bastante conturbado, em termos de política principalmente, com o aumento do desemprego e o consumidor mais atento e seletivo em suas compras, o Black Friday é uma excelente oportunidade para aproveitar este cenário; seja para o consumidor ou para os lojistas. Um para encontrar melhores promoções e o outro alavancar as vendas e fidelizar novos clientes. A verdade, é que para ter sucesso é fundamental se preparar com antecedência e estar atento a alguns pontos que são críticos durante essas 24h.

O faturamento de um e-commerce depende muito da sazonalidade de algumas datas como o dia das crianças, das mães, dos namorados, natal e Black Friday. Porém, a única data que sofre um grande número de acesso em um período muito pequeno de tempo é o Black Friday, diferente do natal e das demais eventos onde os consumidores começam a acessar e realizar as compras 15 dias antes da data em específico, dividindo assim o pico de acesso e permitindo uma previsibilidade maior por parte do lojista.

Arrisco a dizer que a data proporciona para o comércio eletrônico o maior número de transações em volume, maior número de acesso e maior número de faturamento comparado a qualquer outro dia do ano, exceto o dia 23 de dezembro.

Então, vale ressaltar, que para ser competitivo é necessário ter sucesso nos seguintes pontos:

Performance

Falamos em performance em vários sentidos, um exemplo é o carregamento da página da sua loja, existe um estudo realizado pela Amazon que a cada 100 milissegundos que eles diminuem o tempo de carregamento da página, aumenta em 1% o faturamento da loja, o que afeta diretamente o faturamento anual, portanto o tempo de carregamento de página impacta diretamente a taxa de conversão da sua loja.

Outro ponto muito importante é ter uma estrutura de hosting escalável que suporte os picos de acesso, onde você terá diversas pessoas realizando muitas requisições para uma base de dados muito grande.

O monitoramento é fundamental, pois atrelado a uma estrutura de Cloud (nuvem) vai lhe permitir crescer e diminuir sua estrutura conforme a demanda e de forma rápida, o que é fundamental neste período, afinal, no último Black Friday muitos consumidores se frustraram por não conseguirem finalizar suas compras pelo simples motivo do site ficar fora do ar devido ao grande número de acesso ou requisições.

Inovação

Tudo o que foi falado sobre performance está totalmente ligado a inovação. Para ter uma loja atrativa e diferenciada neste período é necessário realizar alterações frequentes, colocar produtos em destaque, inserir banners chamativos, entregar praticamente uma experiência de navegação diferente/customizada para cada tipo de consumidor/IP que entrar em sua loja o que pode ser um risco perante a estabilidade, a inovação costuma ser inimiga da estabilidade, porém extremamente necessária para se destacar dos concorrentes.

Existe um grande desafio que é como atualizar a plataforma, colocar novas funcionalidades, sem derrubar o que está no ar e manter a escalabilidade, e isso só é possível quando passa a enxergar a sua camada hardware e software como uma coisa só, totalmente interligados, que devem ser tratados como uma única aplicação arquitetada para rodar em nuvem, permitindo trabalhar em escala. Isso serve para seus servidores e até mesmo sua central de atendimento, vide a invasão do “chatbot” para solucionar dúvidas mais frequentes e permitir um atendimento em escala.

Essa é a melhor forma de estar preparado para uma data tão atrativa, mas ao mesmo tempo tão complexa, devemos pensar que se surgir um problema neste período, ele será em escala, portanto a resolução também deverá ser.

Marketing e vendas

As empresas neste período costumam ter um aumento expressivo de vendas, pedidos, conversão, visitas e cadastro de clientes. Porém, existe o desafio de aumentar o ticket médio – que vem diminuindo pela grande oferta da concorrência neste dia. É necessário realmente ter ofertas que fujam do tão comentado “Black Fraude” onde a loja aumenta os preços na véspera para depois diminuir fazendo com que o cliente perca a confiança na loja, é fundamental ter ofertas reais.

Nesta data, muitas lojas reportam que é três vezes maior o número de clientes novos e essa base deve ser trabalhada para de fato gerar uma recompra (fidelização). Já os visitantes que não compraram no dia devem ser trabalhados com uma ação focada no retargeting e recuperação de carrinho.

Fazer um trabalho de análise comportamental do consumidor que já comprou na sua loja no Black Friday passado é interessante para proporcionar uma oferta diferenciada neste dia, pode ser que esse consumidor seja realmente fiel ou que tenha visitado seu site apenas por preço, essa é uma forma bastante rica de gerar um resultado melhor para loja a cada ano e uma experiência melhor para o cliente.

Como dica final afirmo que é preciso preparar o terreno para o Black Friday, crie um clima de suspense com seu público, utilize a comunicação com conteúdo de qualidade e estratégico e abuse das redes sociais, elas são de grande importância nesta hora.

Fábio Miranda, especialista em atendimento ao consumidor e head de vendas da Direct Talk

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Herman Miller lança nova versão da cadeira mais emblemática do mundo

A Herman Miller, multinacional de mobiliário, relança mundialmente, a icônica cadeira Aeron. A nova Aeron reafirma o objetivo da empresa de apresentar ao mercado inovação, aliada ao mais alto nível de design, reafirmando assim, seu lugar como a escolha daqueles que aspiram fazer grandes feitos.

A Aeron é uma das peças mais emblemáticas da Herman Miller e quando lançada, em 1994, assinada pelos designers Bill Stumpf e Don Chadwick, revolucionou o mercado. Seu design e desempenho únicos trouxeram um novo conceito de cadeiras de trabalho, sem o usual estofado. Sua importância foi reconhecida por meio do prêmio de “Designs da década” na categoria “Móveis para escritório”, premiação da Industrial Designers Society of America e da revista Business Week. Além disso, a cadeira é parte da coleção permanente do MoMA (Museu de Arte Moderna de Nova York).

A pergunta que fica é: como a Herman Miller poderia melhorar uma das cadeiras mais icônicas do mundo? De acordo com a Diretora de Marketing da América Latina, Carla Barbosa – “Apresentamos uma cadeira com materiais mais fortes, mais inteligentes. Com um melhor ajuste, novas opções de acabamento e certamente, ainda mais confortável. Tudo isso foi feito sem modificar as características de design que tornaram a Aeron um ícone”.

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Mais do que ver, sentir

Assim como filmes e álbuns emblemáticos são atualizados para novos meios e públicos, a Aeron foi remasterizada para atender às necessidades do mundo atual. A nova Aeron é baseada nas mais recentes pesquisas da Herman Miller em torno da ciência e nos avanços em materiais, fabricação e tecnologia.

A nova Aeron traz o conceito que as principais mudanças devem ser sentidas e não necessariamente vistas. A peça foi repensada em parceria com um dos seus designers, Don Chadwick (Bill Stumpf faleceu em 2006). Dessa forma, as alterações em seu design foram sutis, mas pode-se afirmar que a cadeira está ainda mais moderna e versátil. As principais mudanças baseiam-se em quatro itens:

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– Nova tela: foi aplicada uma nova tecnologia nas fibras que são usadas em seu encosto, auxiliando assim no controle das zonas de tensão nas costas e assento. Passa a ser oito zonas de tensão, tornando assim a cadeira mais confortável e a experiência de utilizá-la ainda melhor;

– PostureFit SL: na New Aeron será possível ter um PostureFit SL que proporciona ajustes independes para as regiões da lombar e sacro;

– Tilt: o mecanismo que ajusta a postura, altura e todo o equilíbrio da cadeira foi remodelado e ficou mais clean, além de mais fácil para ser usado, oferecendo liberdade de movimento para os usuários;

– Novas cores: além do tradicional tom Grafite, a New Aeron estará disponível no tom Mineral (quase branco) e Carbono.

O produto chega ao Brasil no dia 11 de novembro.

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Banco Original é o grande vencedor em um dos Prêmios mais importantes do mundo, o Innovation Awards, da EFMA

Lançado em março deste ano, o Banco Original bateu concorrentes mundiais e venceu um dos mais importantes prêmios de Inovação do mercado. Com o projeto Open Banking, o banco conquistou o Innovation Awards na categoria que destacou os projetos de inovação mais disruptiva (“Most Disruptive Innovation”). Promovida pela EFMA (organização global sem fins lucrativos que reúne mais de 3 mil instituições financeiras), a premiação anunciou os vencedores em cerimônia realizada em Barcelona, nesta quarta-feira (26).

O Open Banking funciona como uma plataforma que permite a integração de diversos aplicativos com os serviços do banco por meio da abertura de APIs (Interface de Programação de Aplicativos, em inglês).

Com a iniciativa, o Original é um dos primeiros bancos a abrir APIs no mundo, para que desenvolvedores e empresas de qualquer setor da economia possam criar soluções que proporcionam experiências inéditas ao cliente, como acessar o banco aonde ele estiver, sem necessariamente o uso do celular. A previsão é que, futuramente, sejam elaboradas soluções para acesso ao serviços bancários do Original por uma TV ou até mesmo pelo painel de um carro.

“O Open Banking nos permitirá acelerar o desenvolvimento de inovações, que sempre são criadas tendo como objetivo proporcionar facilidades e boas experiências para o cliente”, afirma Guga Stocco, head de inovação e estratégia do Banco Original.

De acordo com Stocco, diferentemente da maneira como ocorreu em outros setores da economia, as inovações desenvolvidas para o setor financeiro não ganharam tanta visibilidade até iniciativas como esta da EFMA. Portanto, o Innovation Awards vem se consolidando como uma das principais premiações de inovação para o setor, não somente pelo ineditismo dos projetos apresentados, mas pela relevância da organização no sistema bancário mundial.

Sediada em Paris, a EFMA possui mais de 3 mil instituições de serviços financeiros de 130 países como filiadas, entre elas, os maiores bancos do mundo. Além de reunir e fornecer a seus membros dados e informações que contribuem com este setor, promove desde 2013 o Innovation Awards, que em 2016 chegou a sua 4ª edição.

Neste ano, o prêmio avaliou cases inovadores de 200 instituições de 61 países, com os critérios originalidade, impacto no mercado e universalidade. Além da comissão julgadora selecionada pela própria EFMA, também puderam votar 200 executivos do setor bancário de todo o mundo e espectadores que acompanharam ao vivo a transmissão do evento pela internet.

O Original foi o único banco latino-americano indicado como finalista da premiação. Ao seu lado, concorreram Santander (Espanha), SolarisBank (Alemanha), Alior Bank (Polônia), Standard Bank (África do Sul) e First National Bank (EUA).

Para entender um pouco mais sobre as APIs disponíveis, os cases de integrações e as novidades do projeto acesse: developers.original.com.br

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Aplicativo encurta a distância entre compradores e vendedores de gado

Mesmo com o recessivo cenário econômico do Brasil, o setor agrícola apresenta crescimento, indo na contramão dos outros setores produtivos do País. Com um faturamento de quase R$ 500 bilhões ao ano, segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), a agricultura foi o grande responsável por impedir que a retração do PIB brasileiro fosse ainda maior em 2015.

O bom desempenho se deve a expertise do produtor brasileiro sempre de olho no gerenciamento do seu negócio, buscando alternativas que reduzam custos e otimizem os processos. Neste âmbito, as tecnologias têm sido um forte aliado na gestão dos negócios agrícolas.

Uma das ferramentas recentemente disponíveis para o mercado agropecuário é o uBoi. Trata-se de um aplicativo que intermedia a compra e venda de gado, por meio de smartphones e tablets. Nele é possível visualizar vídeos, fotos e o contato de vendedores e compradores. O app permite encontrar a localização exata da fazenda e é totalmente gratuito.

O uBoi pode ser baixado sem custos e esta disponível no sistema Android, em breve, também no IOS e por meio do site www.uboi.com.br, “O principal objetivo do aplicativo é encurtar as distâncias, às vezes tem alguém com o gado que eu preciso em uma fazenda próxima à minha, que eu não sei que está vendendo, isso às vezes é um problema e acabamos comprando gado mais longe, o que encarece o frete. O uBoi vai aumentar a gama de contatos para o negócio do gado.”, afirma Walter Stoecker de Arruda Sampaio.

O aplicativo Uboi já conta com usuários cadastrados. “Nós já temos cadastrados compradores nos estados do Pará e Mato Grosso sem nenhuma divulgação, isso mostra como o mercado precisa de ferramentas desse tipo. As pessoas procuram soluções rápidas, de forma simples principalmente com o mercado estando cada vez mais restrito.”, revela Priscila de Souza Queiroz.

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everis anuncia nova diretora de Marketing e Comunicação para região Américas

A everis, multinacional de consultoria que oferece soluções de estratégia e de negócios, acaba de anunciar a contratação de Carla Kamoi como nova diretora de Brand & Communications Américas, que inclui Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Estados Unidos, México e Peru.

A executiva chega com a missão de alinhar as iniciativas da área com a estratégia da everis por meio de programas regionais e locais, com ações dirigidas para comunicar o valor e o modelo da companhia. Também será a responsável por aumentar a interação e as sinergias entre as várias equipes de marketing e comunicação, além de colaborar com as áreas de negócios, com o objetivo de materializar as oportunidades comerciais e de relacionamento da empresa.

Carla tem mais de 15 anos de experiência, adquirida em multinacionais, principalmente no segmento de TI, com passagens por empresas como Symantec, EMC e RSA (divisão de Segurança da EMC), Cisco, entre outras. É formada em Engenharia Mecânica pela Escola de Engenharia Industrial de São José dos Campos, com pós-graduação em Planejamento e Marketing pela Universidade São Paulo (USP) e MBA em Marketing pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM).

A executiva chega em um momento muito positivo da companhia. No último ano fiscal (de 1 de abril de 2015 a 31 de março de 2016), o faturamento da empresa nos sete países que compõem a região foi de 219 milhões de euros, com um crescimento consolidado próximo aos dois dígitos. No caso específico do Brasil, que ocupa a liderança do grupo na América Latina, os resultados alcançados foram bastante expressivos, ao atingir 197 milhões de reais, um crescimento de 20% em relação ao exercício anterior.

Expectativa positiva

Para o ano fiscal atual, a expectativa da everis é de manter seu ritmo de crescimento na casa dos dois dígitos, mantendo-se como uma das principais geradoras de empregos para jovens talentos, qualificando-os em todos os países onde opera. No caso brasileiro, a empresa vem investindo no capital humano, com a contratação de 400 pessoas em todas as cidades em que atua – Curitiba (PR), Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), Uberlândia (MG) e Vitória (ES). Além da geração de empregos, a everis mantém, no País, sua política mundial de investir em programas de capacitação profissional.

Para sustentar o crescimento previsto, a companhia vem aumentando o volume de contratos com grandes multinacionais, potencializando alianças com os principais players do setor. Além disso, está fortalecendo suas áreas de negócios relacionadas a Big Data, mobilidade, Internet das Coisas (IoT), serviços de cloud e impulsionando grandes projetos de transformação digital por meio das tecnologias exponenciais (robótica ou inteligência artificial).

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Freelas: Conheça as profissões em alta para o fim do ano e prepare-se

O final do ano está chegando e um levantamento realizado pelo Freelancer.com, maior plataforma do mundo de freelancer e crowdsourcing do mercado em número de usuários e trabalhos publicados, aponta quais são os profissionais mais procurados durante esta época. Cargos como programador, designer e desenvolvedor de conteúdo são uma grande aposta para aqueles que buscam vagas freelancers para garantir uma renda extra nesse período.

Confira abaixo as categorias profissionais com o maior número de contratações para esta época do ano:

– Programador
– Design gráfico
– Tradutor
– Website Design
– MySQL
– Editor de vídeo
– Desenvolvedor de banners
– Photoshop
– Produtor de conteúdo

Segundo Sebastián Siseles, diretor internacional do Freelancer.com, a demanda por esses profissionais se deve à procura das empresas por peças de final de ano, como cartões – digitais e físicos -, brindes, entre outras coisas.

Confira algumas dicas para garantir os melhores projetos nesta ou em qualquer época do ano:

– Escolha a sua área de competência corretamente, um único nicho e que lhe agregue valor.

– Tente posicionar-se fortemente na sua área e não se expandir para todos os segmentos.

– Imponha seus próprios padrões pessoais de trabalho, esforçando-se para estar sempre à frente e superar seus concorrentes.

– Evite as ofertas que soem muito promissoras ou boas demais para serem verdade. Não tenha medo de dizer “não” para projetos questionáveis.

– Não se candidate para tudo. Seja seletivo. Como um profissional independente, sinta-se livre para escolher os seus clientes.

– Faça valer o seu trabalho: familiarize-se com preços ou custos correntes para evitar que você seja enganado ou induzido a trabalhar por baixo custo.

– Mantenha-se atualizado, fazendo cursos dentro da área de sua competência.

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Boleto bancário x Cartão de crédito: Qual a forma de pagamento mais segura pra compras na Black Friday?

Por Tom Canabarro

A Black Friday caiu no gosto do consumidor brasileiro e hoje já é um dos principais eventos do comércio eletrônico nacional. As vendas crescem ano após ano, e a expectativa para 2016 não é diferente. De acordo a E-bit, empresa especializada em informações do comércio eletrônico, espera-se um faturamento superior a R$ 2,1 bilhões para esta edição. Para o cliente que deseja aproveitar a data da melhor maneira, sem preocupação ou dor de cabeça, uma dica é fundamental: optar pelo cartão de crédito como meio de pagamento nas compras feitas on-line no dia 25 de novembro.

A expectativa é que o cartão seja utilizado em 82% das transações durante a Black Friday deste ano. Em contrapartida, 1 em cada 7 clientes (13,7%) deve optar por uma forma de pagamento menos segura, sob a ótica do consumidor final: o boleto bancário. Esse número é consideravelmente alto e alarmante, uma vez que a maioria dos golpes aplicados nesta data contra o cliente se dá nesta modalidade.

Muitas pessoas desconhecem, mas o cartão de crédito é a forma de pagamento mais segura para efetuar compras na internet. Apesar de o Brasil ser um dos países com maior índice de fraudes de clonagem de cartão, o cliente sempre estará protegido. Se alguma compra on-line for feita sem o consentimento do portador, ele tem o direito de solicitar o estorno da transação junto ao banco emissor ou à operadora.

A mesma proteção não se aplica no caso de boletos: uma vez pago o documento, as instituições financeiras se eximem de qualquer risco sobre o tema. É justamente nesse momento que surge a oportunidade para os criminosos aplicarem golpes em clientes desatentos – especialmente em uma data propícia, como a Black Friday.

É comum vermos no noticiário inúmeros casos de golpes aplicados nesta data seguindo um conhecido roteiro: uma loja desconhecida oferece descontos extremamente tentadores em produtos bastante cobiçados pelo público (como smartphones e eletroeletrônicos). Por algum motivo, porém, aquele e-commerce só aceita receber pagamentos via-boleto, à vista. O cliente não desconfia, não pesquisa por referências sobre aquele estabelecimento em sites ou redes sociais, e faz a compra.

Mas os dias passam e o produto não chega. Neste momento, a página da loja também fica fora do ar e outros consumidores também se queixam em sites e nas redes sociais. O cliente tenta ainda um contato no banco, mas é informado que o pagamento daquele boleto não poderá ser revertido. Xeque-mate, infelizmente: golpe consumado, e os criminosos atingiram o seu objetivo.

Por este motivo, os consumidores precisam desconfiar sempre dos sites que disponibilizam apenas o boleto bancário como meio de pagamento e não oferecem a opção do cartão de crédito. A explicação é simples: a documentação exigida para que uma loja virtual possa receber pagamentos via-cartão é bastante extensa, enquanto os boletos podem ser facilmente direcionados para alguma conta laranja.

Devido a isso, os clientes brasileiros podem ficar extremamente seguros em fazer compras via-cartão de crédito na Black Friday. Mas, se por algum motivo você optar pelo boleto, é altamente recomendável conferir a procedência da loja virtual e os comentários sobre ela nas redes sociais e sites como o Reclame Aqui, além de checar atentamente os dados que virão impressos no boleto.

Tom Canabarro, co-fundador da Konduto, sistema antifraude inovador e inteligente para barrar fraudes na internet sem prejudicar a performance das lojas virtuais.

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Maplink compra Optilogistic, empresa francesa de software para logística

A Maplink, empresa brasileira de tecnologia líder em soluções de geolocalização e logística, anuncia a aquisição da empresa francesa Optilogistic, especialista no desenvolvimento de soluções de logística para o mercado Europeu. Com acordo liderado pela Movile – líder global em mobile commerce -, o investimento, além de complementar o portfólio da Maplink, transfere para a carteira da companhia mais de 60 clientes na Europa, América Latina, Estados Unidos e África.

A aquisição dá continuidade à estratégia de expansão global da Maplink – que já atua na América Latina desde 2014 – e promete trazer benefícios para os clientes nos países que as empresas atuam, como a possibilidade de oferecer sua tecnologia e serviços com suporte e pagamento em moeda local, além da oferta de serviços de geolocalização e nuvem mobile.

A expansão dos negócios acontece em um momento propício, já que o mercado de SaaS deverá superar a marca de US$ 112,8 bilhões até 2019, atingindo uma taxa anual de crescimento médio de 18,3%, quase cinco vezes mais do que o mercado tradicional de softwares. Isso significa que para cada US$ 4,59 investidos em softwares, US$ 1 será direcionado ao SaaS. Segundo o IDC (International Data Corporation), o mercado mundial de área movimentou receitas de US$ 48,8 bilhões em 2014, representando um crescimento de 24,4% em relação ao ano anterior.

“O custo de logística representa 12% do PIB mundial. No Brasil, esse valor é de 17%. Isto mostra o quanto é preciso ser feito para que o país evolua em competitividade. A aquisição trará benefícios para os nossos clientes em termos de eficiência nos processos e produtividade, pois estaremos ainda mais preparados para atender o mercado crescente de on demand logistic. A partir de agora nossos esforços serão somados ao objetivo de oferecer soluções eficientes e sofisticadas”, afirma Frederico Hohagen, diretor geral da Maplink.

No mercado desde 1992, a Optilogistic é líder mundial em logística no segmento de laticínios e especialista em agronegócios, com clientes pela Europa, África, América do Norte e América Latina. Suas tecnologias são dedicadas ao desenvolvimento de soluções para atender as complexidades dos processos logísticos das empresas, que vão desde o planejamento de distribuições complexas e consultoria logística até a implementação e treinamento para uso dos serviços. A companhia possui um time de 34 profissionais baseados na Europa, entre eles doutores e especialistas, que serão incorporados ao quadro da Maplink.

“Termos um time especializado em soluções de logística é um grande diferencial, visto que existem poucos desses profissionais no mercado. Por isso, iremos promover um intercâmbio entre as equipes, inicialmente com foco no time de tecnologia, mas com certeza daremos oportunidade de rotação dentro das outras áreas”, continua Frederico Hohagen.

Nos últimos dois anos, a Maplink dobrou de tamanho em receita e já tem 30% do seu faturamento fora do Brasil. Com a aquisição, espera-se que o faturamento da empresa dobre novamente este ano e que mais de 50% da receita venha do exterior. A aquisição possibilitará um intercâmbio de produtos, tecnologias e expertise que tornarão as operações dos clientes mais eficientes, além de trazer para o Brasil uma tecnologia superior ao que existe atualmente em nosso mercado.

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