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Senior oferece mais de 70 vagas em 13 cidades

A Senior, uma das maiores desenvolvedoras de tecnologia para gestão empresarial do Brasil, anuncia mais de 70 vagas para a contratação de colaboradores e parceiros comerciais. As oportunidades disponíveis são para trabalhar na sede da empresa, em Blumenau (SC), e filiais de São Paulo, Indaiatuba (SP), Umuarama (PR), Cuiabá (MT), Porto Alegre (RS), Brasília (DF), Campo Grande (MS), Curitiba (PR), Joinville (SC), Mogi das Cruzes (SP), Ribeirão Preto (SP) e Uberlândia (MG).

Podem se candidatar profissionais graduados que buscam ambiente colaborativo, evolução na carreira, e desenvolvimento pessoal e profissional, que tenham interesse em atuar em projetos de desenvolvimento de sistemas nas áreas de PMO, Sistemas, Gestão Empresarial, Gestão de Pessoas, Acesso e Segurança, Serviços, Mercado e Tecnologia.

Os interessados devem cadastrar seu currículo na área de Carreiras no site da empresa, que oferece mais informações sobre o perfil de cada oportunidade.

“Vamos completar 30 anos em maio e estamos sempre trabalhando para ampliar nossa presença de mercado, expandindo nossos negócios. Atualmente, a empresa conta com 1,3 mil colaboradores e buscamos profissionais de perfis arrojados, estratégicos e analíticos”, afirma Georgette Heineck, Coordenadora de Talent Acquisition & Performance da Senior.

Confira a lista completa:

Executivo Técnico de Negócios I – Blumenau (SC)

Técnico de Testes II – Blumenau (SC)

Arquiteto de Soluções I – Blumenau (SC)

Programador de Sistemas II – Blumenau (SC)

Programador de Sistemas III – Blumenau (SC)

Analista de Sistemas I – Blumenau (SC)

Programador de Sistemas III – Blumenau (SC)

Programador de Sistemas II – Blumenau (SC)

Programador de Sistemas II – Blumenau (SC)

Analista de Negócios II – Blumenau (SC)

Programador de Sistemas II – Blumenau (SC)

Projetista I – Blumenau (SC)

Técnico de Testes II – Blumenau (SC)

Programador de Sistemas II – Blumenau (SC)

Arquiteto de Soluções II – Blumenau (SC)

Analista de Sistemas II – Blumenau (SC)

Programador de Sistemas II – Blumenau (SC)

Analista de Suporte I – Blumenau (SC)

Técnico de Testes II – Blumenau (SC)

Coordenador de Desenvolvimento – Blumenau (SC)

Inside Sales Coordinator – Blumenau (SC)

Assistente de Administração de Contratos I – Blumenau (SC)

Assistente de Faturamento II – Blumenau (SC)

Programador de Sistemas II – Blumenau (SC)

Vendedor Interno – Blumenau (SC)

Arquiteto de Soluções I – Blumenau (SC)

Projetista I – Blumenau (SC)

Assistente de Administração de Serviços – Blumenau (SC)

Analista de Negócios II – Blumenau (SC)

Analista de Negócios II – Blumenau (SC)

Coordenador de Compras – Blumenau (SC)

Técnico de Suporte I – Blumenau (SC)

Analista de Negócios III – Blumenau (SC)

Analista de Testes I – Blumenau (SC)

Analista de Educação Corporativa – Blumenau (SC)

Programador de Sistemas III – Blumenau (SC)

Analista de Marketing I – Blumenau (SC)

Programador de Sistemas II – Blumenau (SC)

Assistente Administrativo II – Blumenau (SC)

Assistente de CRM I – Blumenau (SC)

Assistente de CRM I – Blumenau (SC)

Assistente de CRM I – Blumenau (SC)

Assistente de CRM I – Blumenau (SC)

Analista de Sistemas III – Brasília (DF)

Analista de Sistemas II – Brasília (DF)

Executivo de Contas – Novos Negócios I – Campo Grande (MS)

Executivo de Contas – Base Instalação II – Cuiabá (MT)

Gerente de Projetos – Serv. I – Cuiabá (MT)

Executivo de Contas – Novos Negócios II – Curitiba (PR)

Projetista I – Indaiatuba (SP)

Executivo de Contas – Novos Negócios I – Indaiatuba (SP)

Vendedor Interno – Indaiatuba (SP)

Analista de Projetos I – Indaiatuba (SP)

Executivo de Contas – Novos Negócios I – Indaiatuba (SP)

Executivo de Contas – Novos Negócios – Joinville (SC)

Programador de Sistemas II – Joinville (SC)

Analista de Administração Pessoal I – Mogi das Cruzes (SP)

Executivo de Contas – Novos Negócios II – Porto Alegre (RS)

Gerente de Projetos – Serv. I – Porto Alegre (RS)

Coordenador de Vendas – Porto Alegre (RS)

Gerente de Projetos – Serv. II – Porto Alegre (RS)

Executivo de Contas – Base Instal. I – Porto Alegre (RS)

Executivo Técnico de Negócios II – Porto Alegre (RS)

Programador de Sistemas II – Ribeirão Preto (SP)

Analista de Programação de Sistemas II – São Paulo (SP)

Analista de Marketing I – São Paulo (SP)

Coordenador de Vendas – São Paulo (SP)

Arquiteto de Soluções II – São Paulo (SP)

Assistente de Administração de Pessoal – São Paulo (SP)

Executivo de Contas – Novos Negócios I – Uberlândia (MG)

Executivo de Contas – Base Instal. II – Umuarama (PR)

Técnico de Suporte I – Umuarama (PR)

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MEI Fácil participa da Feira do Empreendedor

A MEI Fácil, plataforma completa para quem já é ou quer se tornar um microempreendedor individual, participa da edição 2018 da Feira do Empreendedor – Sebrae, que ocorre de 7 a 10 de abril, no Parque Anhembi, em São Paulo. O estande trará orientações e soluções para autônomos e pequenos empresários, como o cadastro de Microempreendedor Individual, além de serviços disponíveis, mas pouco utilizadas por quem já tem um CNPJ tipo MEI.

O programa do microempreendedor individual (MEI) nasceu em 2010 e, desde então, já são aproximadamente de 7 milhões de CNPJ MEI ativos no País. Ser MEI traz uma série de vantagens, como acesso aos benefícios da previdência, possibilidade de emitir nota fiscal, desconto em compras, além de credibilidade. Tudo isso, por apenas R$50 por mês.

Mesmo com essas possibilidades, na prática, o MEI sofre com falta de conhecimento e muitos acabam fechando precocemente. Lidar com a burocracia faz muitos desistirem ou pagarem caro por serviços. Cerca de 1,4 milhões de MEI foram excluídos do programa recentemente por não cumprirem as obrigações. O acesso a serviços financeiros, outro pilar importante da profissionalização, também fica prejudicado, pela dificuldade de acessar soluções que conversem com a realidade do microempreendedor.

Nesse cenário, nasceu a MEI Fácil, plataforma digital com o objetivo de ser um verdadeiro parceiro do MEI, levando tranquilidade na relação com burocracia e serviços financeiros.

Como funciona

A plataforma acompanha o microempreendedor desde o momento em que ele decide se formalizar. “Ajudamos o empreendedor a obter um CNPJ em apenas 5min, com auxílio de especialistas em tempo real por chat ou Whatsapp. Em nosso aplicativo, ele também resolve todas burocracias gratuitamente, como emissão de guias de imposto, declarações e acesso a documentos”, diz Marcelo Moraes, Fundador e CEO da empresa.

A relação de confiança estabelecida com o microempreendedor faz com que muitos peçam ajuda com outros assuntos, como abrir uma conta em banco ou controlar as finanças. A MEI Fácil facilita então a gestão do negócio do MEI, oferecendo orientação para emissão de nota fiscal e conteúdos educacionais. Como diferencial, ela possibilita ao MEI acesso a meios de pagamentos e recebimento sob demanda, como máquina de cartão e boletos de cobrança. Tudo isso acontece dentro do aplicativo, simplificando a experiência dos usuários, que já passam dos 200 mil em apenas 1 ano de negócio.

“Buscamos fazer da MEI Fácil um porto seguro para esse pequeno empreendedor, com todas as ferramentas necessárias para o dia a dia e crescimento do negócio. Mas não fazemos isso sozinhos: acreditamos no conceito de plataforma aberta e trazemos parceiros que se integram ao APP para levar sempre as melhores condições ao pequeno empresário”.

Parcerias

Nesse sentido, a MEI Fácil foi uma das startups selecionadas pelo programa de inovação do Bradesco, o InovaBRA, onde pilota uma solução com o banco. A instituição financeira oferece os serviços de assessoria da MEI Fácil para seus correntistas e utiliza a MEI Fácil para fazer suas ofertas chegarem a potenciais clientes. A empresa também tem parceria com o Serasa Experian, que direciona para a MEI Fácil os empreendedores que precisam de apoio com burocracia, além de fintechs como a Sumup.

O potencial do MEI é enorme. Ainda há mais de 20 milhões de microempreendedores informais e o número de CNPJ MEI pode crescer outros 25 milhões com as mudanças recentes nas leis trabalhistas. Não à toa, o número de MEIs cresce 1 milhão anualmente. “Nosso objetivo é ser a maior empresa de apoio a autônomos e microempreendedores do Brasil, para democratizar o acesso à informação e reduzir as assimetrias que prejudicam os pequenos”, diz Rodrigo Salem, fundador e responsável por Novos Negócios.

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DogHero está na lista das 100 startups mais atraentes do Brasil

A DogHero, plataforma que conecta mães e pais de cachorro a anfitriões que hospedam os pets em casa, é destaque na categoria serviços do ranking 100 Startups to Watch, que surge como um radar para orientar investidores, aceleradoras e programas de corporate venture. A análise, que durou mais de cinco meses, é resultado de uma parceria entre a revista “Pequenas Empresas & Grandes Negócios” e “Época Negócios”, da editora Globo, e a Corp.vc, braço de corporate venture da consultoria EloGroup.

Em três anos de história, a brasileira construiu uma base de 15.000 anfitriões em 650 cidades de todo o Brasil e mais de 1.100 em 20 cidades da Argentina. Até hoje, a startup levantou cerca de R$ 18 milhões em investimento com os fundos Monashees, com participação da Kaszek Ventures, Global Founders Capital (alemão) e IGNIA Partners (mexicano).

Com três etapas, 1,3 mil empresas foram analisadas por consultores e especialistas da Corp.vc/EloGroup e da Editora Globo. Um grupo de 150 finalistas foi apresentado ao conselho consultivo que, por fim, definiu a lista das 100 que integram o ranking, que conta com 13 categorias: Agronegócio, Educação, Finanças, Gestão, Impacto, Indústria, Lazer e Turismo, Logística, Marketing, Moda e Beleza, Saúde e bem-estar, Serviços, Tecnologia da Informação e Realidade virtual.

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GetNinjas está na lista das 100 startups mais atraentes do Brasil

O GetNinjas, maior plataforma de contratação de serviços do Brasil, foi destaque na categoria serviços do ranking 100 Startups to Watch, que surge como um radar para orientar investidores, aceleradoras e programas de corporate venture. A análise, que durou mais de cinco meses, é resultado de uma parceria entre as revistas “Pequenas Empresas & Grandes Negócios” e “Época Negócios”, da editora Globo, e a Corp.vc, braço de corporate venture da consultoria EloGroup.

Em quase sete anos de história, o GetNinjas recebeu R$ 47 milhões de aporte de fundos como Monashees, Kaszek e Tiger Group e já está presente em mais de 3 mil cidades do Brasil, registrando mais de 2,5 milhões de pedidos de serviços ao ano, para uma base de mais de 350 mil profissionais cadastrados.

Por meio de três etapas, 1,3 mil empresas foram analisadas por consultores e especialistas da Corp.vc/EloGroup e da Editora Globo. Um grupo de 150 finalistas foi apresentado ao conselho consultivo que, por fim, definiu a lista das 100 que integram o ranking, que conta com 13 categorias: Agronegócio, Educação, Finanças, Gestão, Impacto, Indústria, Lazer e Turismo, Logística, Marketing, Moda e Beleza, Saúde e Bem-Estar, Serviços, Tecnologia da Informação e Realidade virtual.

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Bossa Nova Investimentos em parceria com a ACE organiza evento de empreendedorismo, investimento e inovação

Empresas como Braskem, Embraer e Resultados Digitais são presenças confirmadas na 1ª. Edição do Growth Summit BR

A acontece em São Paulo, no dia 10 de abril de 2018 o aguardado evento Growth Summit BR, que reunirá empreendedores, investidores e executivos de grandes empresas em um só lugar para debater o futuro da inovação de alto impacto no Brasil.

“Nossa proposta com o Growth Summit BR é fomentar o ecossistema de negócios desruptivos”, revela Pierre Schurmann, funding partner da Bossa Nova Investimentos.

Organizado em parceria pela ACE, empresa de investimento em startups e inovação corporativa, e pela Bossa Nova, maior fundo de micro venture capital em número de startups investidas no Brasil e na América Latina, o evento terá uma série de palestras e painéis sobre temas como internacionalização, métodos ágeis e relacionamento entre empreendedores e investidores.

“Serão discussões de altíssimo nível, voltadas a pessoas que já vivem a inovação em seu dia a dia e agora querem chegar a um próximo nível”, afirma Pedro Waengertner, CEO da ACE.

Entre os palestrantes já confirmados para a primeira edição do Growth Summit BR estão nomes como André Siqueira, da Resultados Digitais, o investidor-anjo Marco Poli, Camila Farani, do Shark Tank Brasil, Geraldo Rufino, da JR Diesel, Peter Seiffert, da Embraer e Luis Gustavo Ortega, da Braskem.

“A curadoria de nomes foi feita com o cuidado de trazer diferentes visões sobre assuntos que impactam o dia a dia de quem empreende e investe”, diz João Kepler, partner da Bossa Nova Investimentos.

Os ingressos estão sendo vendidos por R$ 249 pelo site www.growthsummitbr.com.br.

Money Loss Prevention: conferência sobre segurança das informações será realizada em sete países da América Latina

De 5 a 26 de abril de 2018, a SearchInform realizará uma série de conferências sobre proteção de negócios contra ameaças digitais e incidentes relacionados ao fator humano – o Road Show SearchInform 2018. Tendo como tema “Money Loss Prevention: a proteção do futuro”, os eventos serão realizados no Brasil, no dia 20 de abril, em São Paulo, das 9h às 12h, no Hotel Mercure Times Square. Também acontecem na Argentina, Chile, Colômbia, Costa Rica, México e Paraguai.

O novo paradigma da segurança da informação é o tema principal do Road Show, que abordará questões desde a proteção contra vazamentos de informações até o combate de riscos relacionados ao fator humano. Entre os palestrantes, destacam-se Serguey Ozhegov – CEO Global da SearchInform e Vladimir Prestes – Diretor Geral da SearchInform no Brasil. O evento reunirá profissionais do setor da segurança da informação, empresários e gestores de empresas de distintos setores da economia.

Especialistas em segurança falarão sobre ameaças externas e internas que podem colocar em risco os negócios, além de compartilhar práticas de proteção mais recentes. Juntamente com os palestrantes, os participantes do Road Show SearchInform analisarão esquemas fraudulentos relevantes, bem como, farão uma análise de riscos perceptíveis e implícitos relacionados aos recursos humanos. A partir de exemplos de investigações reais, serão demonstrados as ferramentas e os métodos de investigação utilizados.

Será dada atenção especial aos aspectos legais sobre o controle do trabalho dos funcionários. Nesta seção, os participantes conhecerão a legislação relacionada à segurança das informações e do controle de dados empresariais, além de explorar as especificidades sobre a documentação de soluções SI para empresas.

“A comunicação entre especialistas de Segurança da Informação, fabricantes de ferramentas de proteção e clientes, desenvolve a comunidade profissional Os participantes das conferências conhecerão as últimas tendências do setor e trocarão experiências, o que é de extrema importância no campo da segurança. Estou certo de que essa interação será o ponto de partida para o aumento do nível da segurança da informação nas empresas da região latino-americana”, afirma Serguei Ozhegov, CEO da SearchInform.

As conferências também tornar-se-ão um espaço para a realização de pesquisas sobre o nível da segurança das informações nas empresas desses países.

Anteriormente, a SearchInform já havia compartilhado sua experiência na América Latina. A primeira conferência de imprensa na região ocorreu em agosto de 2017, na Argentina, e mostrou grande interesse das empresas locais pelo problema da segurança das informações.

A participação no evento é gratuita.

Tecnologia transforma negócios, mas pressiona trabalhadores. Veja como empresas e profissionais devem se comportar

Empresas e profissionais são afetados diretamente pela chamada transformação digital. Há o lado bom da agilidade e da produtividade, mas também é importante saber lidar com a pressão imposta por metas cada vez maiores e prazos cada vez mais curtos. Veja como lidar com essas situações na entrevista do professor e coach Júlio Luchmann ao jornalista Gilberto Campos, do valoragregado.com .

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Tech’s up! Por mais mulheres na área da tecnologia

Por Luciana Carvalho, Diretora de Gente da Movile

Há mais ou menos 2 meses estava junto com algumas amigas assistindo o filme “Estrelas Além do Tempo”. O filme, baseado em um livro de não ficção, conta a história de três mulheres que tiveram importância fundamental no programa espacial americano, em uma época em que as tensões entre os Estados Unidos e a União Soviética atingiram seu ápice.

Inevitavelmente o filme também traz uma reflexão acerca da escassez de mulheres no segmento de ciências e tecnologia. Ainda que tenhamos a oportunidade de ver mais mulheres à frente de grandes empresas e trazendo perspectivas e estilos de liderança diferentes (ainda longe do ideal), quando olhamos para o universo de tecnologia, a representatividade feminina ainda se revela bastante tímida.

Em um rápido retorno ao histórico da primeira turma de Computação do IME (Instituto de Matemática e Estatística da Universidade de São Paulo), me surpreende que 70% dos alunos eram mulheres. Na época, a computação era um desdobramento do curso de matemática, que tradicionalmente já era mais frequentado por mulheres. O que mudou de lá para cá?

Para responder a essa pergunta, faz bastante sentido que olhemos para a história e alguns dados para entendermos como este cenário foi sendo construído.

Em primeiro lugar, a disseminação global transformou a tecnologia em uma questão cultural que passou a ser influenciada ainda na infância, época em que as meninas começam a ser desestimuladas a seguir carreiras técnicas. Segundo o livro Unlocking the Clubhouse: Women in Computing (‘Entrando no Clubinho: Mulheres na Computação’), da pesquisadora Jane Margolis, metade das famílias americanas decide colocar o computador no quarto do filho homem, gerando uma associação precoce que acompanhará as crianças até a fase adulta. Nas próprias escolas é possível perceber essa mesma falta de estímulo à aproximação da tecnologia, bem como o próprio reconhecimento das habilidades matemáticas nas meninas, que, inevitavelmente, passam a preferir outros tipos de carreiras.

Mesmo quando as mulheres decidem ingressar na faculdade em cursos nas áreas de Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática, apenas 26% delas seguem carreira efetivamente na área, contra 40% dos homens (STEM). Isso significa que a maioria das mulheres qualificadas desistem de trabalhar nessas áreas, mesmo após estarem formadas e com conhecimento adquirido.

Entre as mulheres que finalmente decidem por carreiras técnicas na área de tecnologia, algumas pesquisa revelam que elas imediatamente encontram um ambiente de trabalho bastante desfavorável, com pouca diversidade e um excessivo comportamento machista e competitivo entre os colegas, o que desestimula a permanência nessas empresas.

Essa distorção marca a diferença atual entre as empresas de tecnologia e o resto do mercado de trabalho. No ranking das 100 maiores empresas do mundo, 20% têm, pelo menos, uma diretora. No Vale do Silício, esse número cai para 10% das empresas. De acordo com o Departamento de Trabalho dos Estados Unidos, apenas 11% dos profissionais de Engenharia do país são mulheres. Segundo um estudo da Harvard Business School, apenas 10% dos aportes financeiros na forma de investimentos são feitos em startups comandadas por mulheres. Nos Estados Unidos, as programadoras de código correspondem a 26% do total. No Brasil, a situação é ainda pior: apenas 17% dos programadores brasileiros são mulheres.

Essa matemática precisa mudar radicalmente. As empresas de tecnologia precisam compreender a importância de olhar a diversidade como um fator positivo. Pesquisa do Gallup aponta que corporações que apostam em perfis mais plurais – inclusive com mais mulheres – têm um turnover 22% menor e uma facilidade maior na hora de contratar; times de tecnologia com maior diversidade também tendem a ser mais eficientes e produtivos; empresas com profissionais de background diferentes representam melhor a própria sociedade, passam a compreendê-la melhor e desenvolvem a capacidade de produzir produtos e serviços mais adequados e pertinentes aos dias de hoje.

A verdade é que nós, profissionais em posições de liderança, devemos ajudar os gestores a preparar seus times para a diversidade. Isso deve ocorrer não apenas no momento da contratação, mas também de maneira constante, estimulando um ambiente de trabalho que respeite as individualidades. Mulheres têm o direito e a competência para exercer qualquer cargo em qualquer empresa, seja na área técnica, gerencial ou executiva. Precisamos de pessoas talentosas, homens e mulheres, que estejam prontas para assumir o protagonismo que seus cargos exigem, mas que também possam ajudar a construir um mundo mais aberto. Só depende de nós.

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Inovação e empreendedorismo no agronegócio: crescimento acelerado será refletido em novo censo de startups

O desempenho positivo do agronegócio brasileiro, mesmo durante o período de recessão econômica, está sendo acompanhado pela forte expansão no número e na qualidade de novas empresas de base tecnológica com foco na inovação para o agronegócio. Com a coleta de dados ainda em andamento para o 2o Censo AgTech Startups Brasil, é possível concluir que o crescimento do ecossistema de startups agro é significativo.

Já é possível afirmar que em sua segunda edição, o levantamento inédito no Brasil produzido em parceria pela AgTech Garage e a Escola Superior de Agronomia Luiz de Queiróz, da Universidade de São Paulo, vai apresentar um aumento superior a 150% em menos de 2 anos no número de startups voltadas para o agronegócio. Enquanto o mapeamento de 2016 apontou a existência de 75 dessas empresas no Brasil, somente as startups que participam da rede da Agtech Garage já somam quase 200. Não há dúvidas entre os organizadores: o número final a ser anunciado em junho será ainda maior.

“Vamos mostrar para o mundo a maturidade e a relevância do ecossistema de startups do agro brasileiro,” afirma o diretor da AgTech Garage, José Tomé. Ele destaca que a segunda edição do Censo será mais completa e impactante, reunindo dados vitais para iniciativas de fomento às startups focadas no agronegócio.

A coleta de dados para a segunda edição do Censo começou em abril, por meio de questionários preenchidos online, que serão avaliados e tabulados em maio. Os números finais do mapeamento, que tem abrangência nacional, serão divulgados em junho e incluirão um quadro com o panorama brasileiro das startups distribuidas por área de atuação e um infográfico com base nas respostas obtidas de todos os empreendimentos.

A base já mapeada para a primeira edição do Censo será o ponto de partida, segundo o Professor do Departamento de Genética da ESALQ/USP e um dos coordenadores do levantamento, Mateus Mondin. “O primeiro Censo abriu os olhos de empreendedores, investidores, governo e agências para o mundo. Os dados foram apresentados em diversos eventos pelo Brasil e o mundo, o que fez com que muitas entidades se organizassem para desenvolver formas de incentivo ao empreendedor agtech.”

Para Mondin, o segundo Censo será mais impactante, ampliando a visibilidade internacional para o ecossistema agtech do Brasil e para as startups brasileiras. “O novo relatório terá distribuição global, o que vai atrair ainda mais os olhos do mundo. Não seremos mais vistos apenas como mercado consumidor e sim como protagonistas, dentro do seleto grupo de ofertadores de tecnologias agro,” concluiu.

O novo Censo segue uma tendência mundial de mapeamento da atuação de startups agro. Trata-se de um formato adotado por instituições de grande destaque, como a plataforma de análise de inteligência de mercado na tecnologia CB Insights, sediada em Nova York, a Startup Nation Central em Israel e, mais recentemente, a The Seed Projects, que mapeou startups na África. A expectativa dos organizadores para o Censo é clara: será o quadro mais detalhado e completo sobre o momento e a evolução das startups agro brasileiras.

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IoT, Big Data e BI: as inovações para o Comércio Exterior do Futuro!

Por Alexandre Gera

Os importadores e exportadores brasileiros trabalham para diminuir a burocracia desde a reabertura comercial no começo dos anos 90. O governo também faz a sua parte com programas que beneficiam e facilitam as operações, mas mesmo assim o Brasil ocupa uma das piores posições no ranking mundial de exportação devido aos nossos gargalos logísticos. Em 2016, o Banco Mundial divulgou um relatório no qual nosso país estava na 55ª posição entre 160 países.

Historicamente, o Brasil nunca ultrapassou os 20% de participação na geração do PIB com as compras e vendas internacionais e, em 2017, movimentou 197 bilhões de dólares em exportações e 146 bilhões de dólares em importações, segundo o Ministério da Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Esses números demonstram que, mesmo com os problemas, trata-se de um mercado bastante valioso e importante para a economia. E, se pensarmos que em todo ano de eleição este setor sofre influências com as turbulências políticas e sociais, vale a dica aos empreendedores e executivos que atuam no mercado internacional e logístico de que eles precisam inovar constantemente para se manterem competitivos em seus segmentos.

Uma das principais tendências para o futuro do comércio exterior brasileiro é o famoso e esperado “Despacho sobre águas”. Nele as mercadorias são fiscalizadas pelas autoridades brasileiras ainda com o navio em alto mar, diminuindo ainda mais o tempo de negociação, que é uma das métricas mais importantes para esse tipo de business.

Essa novidade virou realidade em 17 de novembro de 2017 com a Portaria nº 85, criada pela Coordenação Geral de Administração Aduaneira, a COANA, da Receita Federal, regulamentando o despacho aduaneiro de importação “sobre as águas OEA”, que é uma modalidade do Programa do Operador Econômico Autorizado, e foi desenvolvido em 2014 para as aduanas concederem para importadores, exportadores e outros players do ecossistema de comércio internacional, o status de empresa segura e confiável exatamente para esse tipo de operação e benefício.

Nesse cenário, o desafio dos empreendedores é prever o futuro e fomentar seus negócios com inovações que façam sentido para a direção em que o mercado global está apontando e, usando o “OEA sobre águas” como exemplo, podemos afirmar que dispositivos de Internet das Coisas (IoT) fazem uma revolução no rastreamento e identificação de cargas. Quando aliados a ferramentas de análises de dados, chamados de Big Data e Business Intelligence, entendemos que esse futuro já está perto e pode se tornar real de maneira mais rápida para as empresas que investem em projetos inovadores.

Muitas companhias que têm operações logísticas ou de comércio exterior planejam inovações em seus cronogramas e budgets, mas enfrentam dificuldades para a execução desses planos estratégicos. Como precisam manter o business ativo e estão focadas nas ações diárias, muitas encontram complexidade para descobrirem novas oportunidades, sem contar a falta de condições para incluírem essas novidades na resolução das dores do dia a dia ou, até mesmo, para agregar mais valor em suas ofertas comerciais.

Empresas que buscam inovação contratam profissionais experientes e mesmo assim não atingem os resultados esperados porque não usam metodologias exatas, cabais e se deparam com os paradigmas e mindset dos seus executivos. Por isso, acredito que trabalhar com um processo de simbiose para criar e, depois, absorver na principal linha de negócio da companhia, assim como buscar uma consultoria externa especializada em projetos inovadores, é fundamental para quem quer, em breve, usar expressões como OEA e IoT (Internet das Coisas) na mesma frase!

Alexandre Gera é sócio-gestor da GERAVALOR, consultoria especializada em Inovação, Estratégias e Assessment para negócios de Comércio Exterior e de Logística.

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Nasdaq BWise reúne executivos para discutir as tendências da Governança, Risco e Compliance (GRC)

Riscos financeiros, reputacionais e operacionais são alguns dos desafios que os executivos precisam gerir com precisão e tempestividade nas empresas, em especial os riscos de conformidade em que há grande necessidade de cumprimento de uma série de normas e regulamentações. Neste cenário, o modelo de atuação das iniciativas de Governança, Risco e Compliance tem se tornado cada vez mais central na busca por maior segurança sobre o atingimento dos objetivos organizacionais.

Para discutir os novas tendências do setor, a Nasdaq BWise – líder mundial em tecnologia para GRC – promove no dia 10 de abril o Summit “GRC Estratégico: Uma visão além da conformidade”, que contará com a presença de Howard Zev, Vice-presidente da companhia para as Américas.

Durante o evento, Howard dará sua visão sobre o futuro do GRC. Além dele, também estarão presentes líderes de diversos setores, incluindo B3, Porto Seguro, BNP Paribas Cardif, Banco Votorantim e M. Dias Branco, que terão seus casos de sucesso compartilhados.

“Atualmente, para que haja efetividade na gestão de Governança, Risco e Compliance é imprescindível contar com uma tecnologia inteligente para auxiliar as áreas de negócio na identificação dos riscos relevantes das organizações. Por isso, buscando evolução neste tema, queremos discutir sobre os desafios, trocar experiências e refletir sobre as inovações em Risk Analytics, Machine Learning e Inteligência Artificial”, diz Claudinei Elias, Managing Director da Nasdaq BWise no Brasil.

O Summit abordará temas de relevância para o mercado, tais como: casos de sucesso, modelos estruturais e as inovações do GRC Cognitivo, o uso de Data Analytics, sistemas regulatórios, compliance, cibersecurity, além de um painel especial com executivos globais para discutir inovações no setor.

Summit Nasdaq BWise

Data: 10/04/2018

Local: Casa Traffô – Rua Gomes de Carvalho, 560, São Paulo

Horário: 09h às 18h

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Pitch Gov: ABStartups e Governo de São Paulo lançam manual para ajudar estados e prefeituras a implantar programa de parceria com startups

Na tarde desta terça-feira (03/04), a Associação Brasileira de Startups (ABStartups) e o Governo do Estado de São Paulo lançaram um manual para auxiliar órgãos públicos do país a implantar o programa de parcerias com startups.

O anúncio foi feito pelo próprio Governador Geraldo Alckmin no Palácio dos Campos Elíseos, região central da cidade de São Paulo, durante a cerimônia de início das atividades do Centro Nacional de Referência em Empreendedorismo, Tecnologia e Economia Criativa, do Sebrae-SP.

O Pitch Gov é um programa de parcerias entre governo do Estado e startups para desenvolvimento de soluções tecnológicas inovadoras para os desafios da gestão pública. O apoio da ABStartups ao Governo do Estado de São Paulo a surgiu em 2015, e hoje o programa já conta com duas edições de sucesso, com mais de 500 soluções inscritas e resultados com impacto direto na vida da população. O Poupinha, robô de atendimento virtual do Poupatempo que foi desenvolvido no âmbito do programa, já atende, em média, 18 mil pessoas por dia e já trocou cerca de 100 milhões de mensagens com os cidadãos. A novidade, agora, é que agentes públicos de todo o país poderão replicar a iniciativa de São Paulo, tendo a disposição documentos e ferramentas para executar um programa do tipo.

Para saber mais sobre o Pitch Gov – primeiro projeto desse tipo a ser criado no Brasil e um dos primeiros no mundo – clique aqui.

A cartilha explica todos os procedimentos necessários para criar um programa como o Pitch Gov SP. A partir de agora, qualquer gestor público que tiver interesse em desenvolver um projeto semelhante, terá acesso a um passo a passo detalhado de como implementá-lo. O manual reúne, por exemplo, modelos de documentos, fluxo de ação, plano de trabalho, legislação pertinente, dicas para a seleção de startups, entre outros pontos.

Para o diretor superintendente do Sebrae-SP, Bruno Caetano, além de difundir conhecimento, a cartilha é uma ótima oportunidade para outros órgãos públicos aproveitarem a experiência de São Paulo e iniciarem seus programas.

De acordo com o presidente da ABStartups, Amure Pinho o lançamento do manual possibilita gerar um impacto que seja escalável a nível nacional, que é uma das missões da associação. “Um ecossistema maduro tem como base a colaboração e a visão de longo prazo de todos. Faz parte da cultura das startups compartilhar os aprendizados, mas ver essa atitude do governo é incrível. O governo de São Paulo foi pioneiro em acreditar no impacto transformador das startups na sociedade e novamente, mostra um exemplo a ser seguido”, afirma.

Vale ressaltar que existem regras mínimas para que o programa possa usar o nome e a marca “Pitch Gov”, como:

• Possuir um edital de chamamento público que defina, claramente, critérios de avaliação e seleção, assim como os prazos de realização do programa;

• Estar em contato com a organização ou o líder do ecossistema empreendedor local;

• Contar com, ao menos, um parceiro de execução que possa trazer conhecimento sobre o ecossistema empreendedor e auxiliar no desenho e execução do programa.

>> O manual já está disponível para download. Para baixar,clique aqui.