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“Robô lojista” é aposta para bater recorde de vendas neste Black Friday

Tecnologia monitora o preço da concorrência e diminui automaticamente o valor dos seus produtos caso outra loja faça uma oferta, permitindo conquistar mais clientes durante o dia de promoções

No próximo dia 25 de novembro acontece a Black Friday, umas das datas mais esperadas pelos consumidores e vendedores online. Com o objetivo de ajudar os empreendedores a aproveitarem o evento e alavancarem suas vendas, a Becommerce – plataforma de ecommerce que integra o site de lojistas à marketplaces – criou um “robô lojista” que otimiza o atendimento e permite dobrar os fechamentos de pedidos das lojas virtuais.

O robozinho é capaz de monitorar a concorrência em tempo integral e, se outra loja fizer uma oferta, ele diminui o preço automaticamente. Além disso, tirar todas as dúvidas dos usuários 24 horas por dia, sem intervenção humana.

De acordo com especialista, a data é uma ótima oportunidade para o lojista fidelizar clientes. “Se o lojista oferecer uma oferta atrativa, responder as dúvidas dos usuários prontamente e realizar a entrega no prazo correto, o cliente voltará a comprar na loja. Diante disso, é necessário investir cada vez mais em ferramentas e estratégias que otimizam tempo, integrando atendimento, marketing e logística”, explica Frederico Flores, especialista em vendas pela internet e CEO da Becommerce.

Segundo levantamento da empresa, lojas virtuais que utilizam o sistema dobram as vendas em seis meses. Cerca de 2 mil lojistas virtuais já utilizam o “robô lojista” e estão otimistas com a Black Friday 2016.

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(Não) Digite a sua senha – Por Fernando Amatte

Redes sociais, e-mails, lojas online, armazenamento na nuvem, tanto no universo corporativo quanto no pessoal, são muitos os serviços utilizados diariamente que solicitam logins e senhas para acesso nos quais, na maioria das vezes, os usuários optam pela facilidade de utilizar os mesmos dados.

Nos últimos anos, temos visto diversos casos de ataques cibernéticos a grandes empresas, como o Linkedin, Last.fm, Ashley Madison, Sony e (recentemente) Dropbox, a fim de conseguir as senhas e dados valiosos dos usuários. Estes vazamentos de informações e falhas de segurança são cada vez mais comuns, empresas e usuários devem estar atentos aos riscos que correm, principalmente pelo mau hábito de se usar e-mail corporativo em sites públicos e senhas iguais em diversos cadastros. Com um vazamento público alguém pode ter acesso aos dados privados da empresa.

A lógica é simples, os hackers sabem do mau hábito do compartilhamento de senhas e e-mail e podem tentar obter acesso aos sistemas de uma companhia ou mesmo outros serviços do usuário testando e-mails e senhas vazados por um site público.

Um estudo recente publicado pelo Instituto Ponemon (www.ponemon.org/) com cerca de 3 mil trabalhadores que atuam em organizações dos Estados Unidos e Europa, revela que o comportamento dos funcionários é o maior fator para exposição de informações nas empresas. Apenas 39% dos empregados entrevistados afirmaram que tomam todos os passos necessários para proteger informações corporativas.

Na maioria das vezes, as pessoas menosprezam as consequências do que pode acontecer ou não têm noção de quanto valem os dados que elas guardam. Por incrível que possa parecer, senhas sequenciais do tipo “123456” estão sempre entre as mais utilizadas, reforçando a tese de que as pessoas não dão importância à segurança. Pense o seguinte: o valor do cofre é diretamente proporcional ao bem guardado dentro dele. Logo, é comum o uso de senhas seguras ou complexas em lugares que consideramos guardar algo valioso, como em bancos. O maior problema talvez seja o fato de que as pessoas não tenham conhecimento do valor (monetário ou sentimental) que suas informações têm, até que elas sejam perdidas.

Mas afinal, o que são senhas seguras?

As senhas ainda são compostas por elementos que o usuário se lembre. Usar uma para cada lugar é bem difícil de memorizar e, deste modo, infelizmente algumas situações compactuam para o uso de informações públicas. Por exemplo, quando te pedem uma senha de 4 dígitos, as primeiras coisas que vem à cabeça são o final de um número telefônico, a sequência numérica da placa de um carro ou uma data (dia/mês ou ano).

Uma senha é tão segura ou forte quanto o tempo que se leva para “descobri-la”. O primeiro passo de um hacker são as tentativas de sequências de números ou letras que tenham a ver com a vida da pessoa, tais como: datas significativas (da pessoa ou de próximos), nomes de conhecidos, lugares, times de futebol etc. Sendo assim, o “atacante” começa estudando o “atacado”, montando uma lista com palavras e números, o que se chama de ataque de dicionário. Caso não dê certo, inicia-se o ataque de força bruta em que todas as combinações de letras e números são tentadas sistematicamente (Ex: aaa, aab, aac, aad…).

Para se ter uma ideia da complexidade desse processo, utilizando as 26 letras do alfabeto e contando somente as letras minúsculas, teríamos duzentas e oito bilhões (208.827.064.576) de combinações para uma senha de oito caracteres (268). Se testássemos uma senha por segundo, levaríamos 2.416.979 dias para testar todas as senhas, aproximadamente 6.621 anos ininterruptos.

Já os computadores podem testar milhares ou milhões de senhas por segundo. Dentro das empresas, provavelmente os sistemas estejam configurados para bloquear um usuário depois de três ou cinco tentativas erradas de senha, visando evitar ataques de dicionário ou ataques de força bruta. Mas, quando existe o vazamento de algum banco de dados o atacante pode testar quantas senhas desejar, pois o atacante controla seu próprio ambiente e não está sujeito às restrições de um ambiente corporativo (ataque offline).

Então, não se esqueça de seguir algumas dicas valiosas:

– Nunca utilize senhas que seguem sequências;
– Utilize letras maiúsculas e minúsculas;
– Não as anote, memorize-as;
– Inclua caracteres especiais;
– Não utilize a mesma senha para diversos serviços.

Ainda que a segurança esteja relacionada à qualidade da senha utilizada, a criptografia dos dados pode ser uma grande forma de ajudar os CSOs (Chief Security Officer) a manterem dados em segurança. Se o problema for memorizar senhas, consulte especialistas para indicar quais são as ferramentas ideais para centralizar a administração, essas soluções armazenam senhas usando bancos de dados com criptografia avançada e uma senha-mestra, que dará acesso a todas.

Como não existem leis relacionadas à responsabilidade do vazamento de senhas no Brasil, raramente sabemos o que vazou, então o empresário brasileiro ainda está pouco atento a este problema. O que falta ainda é uma cultura preventiva e efetiva do comportamento de uso e acesso à informação, pois as tecnologias para combater vazamento de informação e ameaças estão sofisticadas e atendem às principais demandas de proteção.

Fernando Amatte, gerente de segurança cibernética da Cipher, empresa especializada em serviços de cibersegurança.

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Intel comemora 45 anos do lançamento do primeiro processador

Projetado para realizar operações matemáticas simples em uma calculadora, a Intel celebra 45 anos da criação do seu primeiro processador. Desde então, os microprocessadores se tornaram o cérebro de todos os computadores, seja os que usamos em casa ou de quaisquer dispositivos computacionais que estão presentes no nosso dia a dia.

O mercado de tecnologia está se reinventando constantemente e a Intel tem trabalhado para desenvolver microprocessadores cada vez mais rápidos e poderosos, ao mesmo tempo, que se tornam menores e mais potentes. Atualmente, os processadores mais modernos têm apenas 14 nm (nanômetros) e podem realizar operações muito sofisticadas.

Essa compactação dos processadores acontece graças à elaboração da Lei de Moore, que completou 50 anos em 2015, e consiste em reduzir as dimensões do transistor (componente principal do processador) em aproximadamente 50% a um custo fixo. Dessa maneira, produz duas vezes mais transistores pelo mesmo custo.

Este conceito impulsionou a revolução tecnológica que vivemos hoje. A liderança da Intel na Lei de Moore permitiu que os produtos tivessem potência computacional massiva e com preços menores. À medida que a tecnologia avança os processadores diminuem. A Intel já planeja aparelhos de 10 nanômetros, de 7 nanômetros e 5 nanômetros e, assim, sucessivamente. Isso demonstra que a Lei de Moore está viva e a Intel continuará explorando seu valor com confiança. Na lista dos benefícios podemos mencionar que os objetos são cada vez mais inteligentes e indispensáveis.

Cinco indústrias que estão mudando por conta da evolução dos processadores1. Esportes – A revolução dos esportes é ainda mais incrível com a Replay Technologies, que fornece experiências de visualização completamente novas para os fãs de esporte, em meios de comunicação, no estádio e em casa.

2. O carro inteligente – A associação das empresas BMW Group, Intel e Mobileye resultará no desenvolvimento de sistemas inovadores e das soluções necessárias para a condução totalmente automatizada e incorporarão estas tecnologias na produção em série antes de 2021.

3. Moda – A Intel e a IMG se associaram com alguns designers para transmitir ao vivo a passarela em realidade virtual estereoscópica completa, na semana de moda de NY este ano. Fornecendo uma experiência Intel e usando os recursos da VOKE, a tecnologia cria um ambiente natural, transportando os espectadores de seus sofás para a passarela. Os fãs podem acessar a experiência baixando um aplicativo da VOKE para uso com o headset Samsung Gear VR ou visitar NYFW.com e os sites dos designers para acessar uma envolvente solução 2D. A Intel está permitindo novas formas de interagir e experimentar conteúdos digitais no dia a dia. Esta nova experiência é possível com o uso dos processadores Intel® Xeon® que equipam plataformas computacionais de alto desempenho.

4. A inteligência artificial – Quando aplicamos análises avançadas para empoderar máquinas com inteligência similar à humana, podemos ter uma mudança real. A inteligência artificial está ao nosso redor, no cotidiano (conversa fala/texto, fotos marcadas e detecção de fraudes) e na vanguarda (medicina de precisão, previsão de lesões e carros autônomos). Abrangendo métodos computacionais como análises avançadas de dados, visão computacional, processamento de linguagem natural e aprendizagem automática (machine learning), a inteligência artificial está transformando o modo como as empresas operam e como as pessoas interagem com o mundo.

5. Drones mais inteligentes – A Intel está desenvolvendo novas tecnologias inovadoras e liderando o segmento de veículos aéreos não tripulados (UAVs, na sigla em inglês). A Intel anunciou o primeiro drone para consumidores, o Yuneec Thyphoon H com a tecnologia Intel® RealSense™, para navegação inteligente entre obstáculos, e a Intel Aero Platform para os desenvolvedores que desejam construir seus próprios drones do zero. A Intel está estabelecendo um novo padrão para drones comerciais, incorporando redundância completa do sistema eletrônico e soluções automatizadas para detecção aérea com os melhores sensores a bordo no seu segmento.

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Black Friday impulsiona e-commerce e vendas de Natal devem crescer 14% em 2016, aponta Ebit

A Black Friday impulsionará as compras de Natal e o faturamento do e-commerce no período de 15 de novembro a 24 de dezembro deverá ser de R$ 8,4 bilhões, aponta a Ebit, empresa referência em dados sobre o varejo eletrônico brasileiro. O montante deve ser R$ 1 bilhão maior do que em 2015, o que representa um crescimento nominal de 14%.

O volume de pedidos deverá apresentar crescimento de 4,5%, para 18,4 milhões de encomendas. Seguindo a tendência de alta, o tíquete médio deverá ser de R$ 458, 9% maior do que no ano passado.

“Com a consolidação da Black Friday no Brasil, muitos consumidores aproveitarão os descontos oferecidos pelo varejo na data para adiantar as compras de final de ano. A Black Friday, em um único dia, é responsável por 25% do faturamento do e-commerce para o período do Natal”, explica Pedro Guasti, CEO da Ebit.

A Ebit estima um faturamento de R$ 2,1 bilhões no dia da Black Friday, que será realizada no dia 25 de novembro, crescimento de 30% ante 2015. O aumento é impulsionado pelo crescimento do número de consumidores on-line ativos. “Com a crise, muita gente trocou o varejo físico pelo on-line em busca por melhores preços. Essa migração de consumidores será a maior responsável pelo crescimento do e-commerce em tempos de economia retraída”, afirma Guasti.

Veja a seguir os produtos mais desejados pelos consumidores para as compras de Natal:

Produtos mais desejados – Natal 2016

1) Celular e smartphone
2) Livros
3) TV
4) Perfume
5) Calçados: sapatos/tênis
6) Máquina de lavar roupas
7) Fogão
8) Jogos
9) Vinho
10) Cafeteira

Fonte: Ebit.

De acordo com a Ebit, os produtos de tíquete médio mais alto desse ranking (celulares, eletrodomésticos e eletrônicos) também estão entre os itens que o consumidor pretende comprar na Black Friday. Destaque para o item cafeteira, que aparece pela primeira vez no ranking de Natal, também alavancado pela grande data do varejo.

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Volvo Cars lança serviço de concierge nos Estados Unidos

Volvo S90 exterior with a range of concierge services

Serviços serão parte integrante da plataforma móvel Volvo On Call

A Volvo anunciou a implantação de um programa piloto de Concierge na cidade de São Francisco, nos Estados Unidos, com foco nos proprietários do utilitário esporte XC90 e do novo sedã de luxo S90. O conjunto de serviços visa facilitar a vida dos clientes e, nesse sentido, a fabricante sueca se aprofundou na pesquisa dos consumidores para satisfazer necessidades até agora não atendidas. O programa piloto está previsto para começar neste mês e vai contar com 300 proprietários de modelos Volvo.

“Imagine ir trabalhar de carro e, ao final do dia, encontrá-lo no estacionamento limpo e abastecido para voltar para casa. Esse é o tipo de serviço que vamos oferecer aos nossos clientes. A nossa pesquisa mostra que as pessoas gastam horas, toda semana, correndo atrás dessas pequenas tarefas, e queremos devolver esse tempo aos proprietários de veículos Volvo para eles possam fazer algo mais importante”, afirma Björn Annwall, vice-presidente sênior da Global Consumer Experience, do Grupo Volvo Car.

A pesquisa da Volvo aponta que mais de 70% dos clientes querem mais facilidade para abastecer o carro, enquanto 56% desejam que seus veículos sejam retirados e levados para serviços de manutenção de rotina, e 49% gostariam de ter seus automóveis levados até outro local, quando assim quisessem.

“A nossa abordagem é simples: procuramos facilitar a vida ao colocar em ação a mais nova tecnologia de conectividade por meio de um aplicativo para smartphone de fácil manuseio. Estamos ativando uma abordagem aberta e ágil para esse fim e agradecemos a colaboração de parceiros que oferecem serviços novos e inovadores. Isso é somente o começo”, afirma Anders Tylman-Mikiewicz, vice-presidente de Serviços de Conectividade para Clientes, do Grupo Volvo Car.

Os proprietários de carros da Volvo que participarem do programa piloto poderão utilizar o app para identificar e solicitar os serviços de concierge disponíveis nas imediações. Os pedidos são enviados até um prestador de serviços autorizado que vai reabastecer o veículo, realizar a manutenção de rotina programada ou qualquer outro serviço adicional.

O app oferece uma chave digital, para uso de uma só vez, que vale pela localização e data, e que é enviada até o prestador de serviço autorizado. Quando os serviços forem concluídos, o carro é bloqueado com o fim da validade da chave digital. O carro também pode ser devolvido até onde o cliente havia deixado estacionado ou até um local totalmente novo, de acordo com seu pedido.

A rede de laboratórios de inovação digital da Volvo Cars na Califórnia, em Xangai (China) e em Gotemburgo (Suécia) trabalha com foco na compreensão das necessidades da base crescente de clientes da empresa, num esforço para aumentar ainda mais a gama de serviços oferecidos. Devido à natureza flexível da plataforma Volvo On Call, novos serviços poderão ser rapidamente adicionados, oferecendo um maior número de serviços e, assim, economizando o tempo desses clientes.

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4 dicas para uma Gestão de Projetos eficiente em TI

Imagine se a maioria dos projetos fosse concluída da mesma forma que havia sido desenhada no papel? Bom, a realidade para a maioria dos gestores, principalmente os que trabalham com implantação de tecnologia é bem diferente disso.

Por isso, o gerente de Projetos de NL Informática, Fúlvio Ritter, empresa que está há 35 anos no mercado e desenvolve softwares para gestão de empresas, dá algumas dicas para que o processo ocorra da forma mais eficiente possível:

Conheça o negócio do cliente melhor que ele mesmo:

É imprescindível que o fornecedor de TI entenda tão bem do ramo da companhia que atende, quanto o seu contratante. Muitas vezes o cliente acredita que precisa de uma solução, quando na verdade ele precisa de outra completamente diferente. Para tanto, é necessário entender do negócio para propor a melhor alternativa que vá entregar os resultados que ele almeja lá na frente.

Tenha os limites do contrato bem definidos, mas permaneça flexível

Firmar quais serão os itens que estão inclusos no acordo é de suma importância, porém, sabemos que novas demandas do cliente podem acabar surgindo. O objetivo é entender a complexidade dos processos e como a solução pode auxiliar no gerenciamento do negócio e trazer melhores resultados. Sendo assim, sabemos que para uma parceriaser sólida, ela precisa ser win/win (ganha/ganha), e chegar a um denominador comum quanto ao atendimento de necessidades não previstas anteriormente também faz parte do jogo.

Alinhe as expectativas periodicamente

Durante o Gartner Symposium ITxpo 2016, que aconteceu em Orlando em outubro deste ano, os analistas da consultoria deixaram bem claro que as empresas não querem mais saber só de estudos de caso de sucesso. Hoje, as companhias querem o Retorno do Investimento (ROI) com maior exatidão possível para conseguirem avaliar se o gasto com TI valerá a pena. Desde o início do projeto, é importante alinhar as expectativas para que não haja descontentamentos e nem frustrações ao longo da parceria. E isto deve ser feito periodicamente, para que o cliente tenha a ciência dos avanços que estão sendo conquistados e das partes que ainda precisam de melhorias para extrair o máximo do potencial da solução contratada.

Além disso, é fundamental estar atento ao mercado para propor inovações. É sempre importante capacitar os clientes para utilizar o sistema junto as suas demandas e o principal papel de quem gere um projeto é entender estas necessidades e auxiliar a melhorar estes processos.

Comunicar-se bem e pelo meio certo

Um projeto de TI envolve diversas áreas e cada uma delas se comunica de um jeito diferente. Nem sempre o velho e bom e-mail é a melhor alternativa (apesar de ser uma excelente forma de documentação do que foi tratado). Algumas áreas como o varejo ou a indústria, nem sempre tem à disposição um computador para acessar sua caixa de entrada e, por outro lado, algumas demandas precisam que uma pessoa esteja orientando o cliente por telefone. A melhor forma de se comunicar deve estar bem clara, seja e-mail, telefone, redes sociais, aplicativos de mensagens… pois cada empresa funciona de uma maneira e todos os envolvidos no projeto precisam estar a par do que está acontecendo.

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Internet das Coisas pode representar riscos para segurança da informação

Uma infinidade de dispositivos conectados à internet e com a possibilidade de estarem interconectados entre si. Essa é a realidade já oferecida pelo o que chamamos de Internet das Coisas (IoT, do inglês Internet of Things) e que até 2020, deve contar com até 34 bilhões de equipamentos conectados que vão movimentar mais de 25 bilhões de dólares. A revolução tecnológica conecta dispositivos eletrônicos à rede e faz com que os aparelhos se comuniquem entre si pela nuvem ou datacenters. Mas o outro lado dessa infinita possibilidade de conexões é o risco referente à segurança de determinadas informações, atentando em muitos casos contra a privacidade dos dados.
Na 11° edição do Dia Internacional de Segurança em Informática (DISI), promovido pela Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), por meio do Centro de Atendimento a Incidentes de Segurança (CAIS), Fábio Assolini, pesquisador de Segurança Sênior e membro da equipe global da Kaspersky Lab Brasil, explicou que quanto mais dispositivos conectados (e vulneráveis) são ligados à rede, mais vetores de ataques estão nas mãos dos criminosos, para atacar quando e onde quiserem. ‘‘Um exemplo recente é uma grande onda de ataques de DDoS (negação de serviço) que tem tirado vários sites e serviços web do ar. Os criminosos têm explorado vulnerabilidades de câmeras de segurança conectadas à internet e assim usando-as no ataque’’.

O pesquisador acredita que a ânsia dos fabricantes de conectar tudo a rede, de forma desordenada, sem pensar na segurança e em possíveis abusos desses equipamentos comprometidos, irá de certa forma impactar o futuro e relacionamento com a tal “casa inteligente”. ‘‘Os vetores de ataques aumentarão, pois, um atacante poderá usar minha lâmpada inteligente, conectada a minha rede WiFi, para fazer um ataque contra os outros dispositivos que tenho em casa’’, comenta.

Carros, TVs, geladeiras se transformam quando conectados à rede e essas novidades prometem movimentar muito dinheiro, mas é necessário se manter atento. ‘‘Acredito que estamos em um ponto de convergência muito importante, pois após alguns ataques recentes, realizados por tais dispositivos conectados, muita gente se deu conta de que teremos grandes problemas com esse monte de dispositivo conectado e inseguro, sendo abusado em ataques’’. Para Assolini, a indústria de segurança por vezes é reativa e espera que o problema aconteça, para só então pensar em soluções. ‘‘Existem recursos de proteção, mas que ainda são lentos para responder a ataques assim. Esse é o momento de pensarmos e cobrarmos, como consumidores, produtos seguros para uso, e assim evitar repetir erros do passado’’, encerra.

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Empresas anunciam tecnologia de ponta para banco de dados

A DBACorp, empresa especializada em banco de dados, infraestrutura, virtualização e cloud computing, anuncia uma campanha publicitária digital em conjunto com a Oracle e a Ingram Micro, com foco em divulgação dos produtos da família Oracle Database Appliance.

Já em andamento, a ação contará com um site específico, o ODA4YOU (www.oda4you.com.br), onde serão apresentados os quatro modelos comercializados atualmente. O conteúdo da landing page descreverá os benefícios e as características técnicas dos: SMALL (Oracle Database Appliance X6-2S); MEDIUM (Oracle Database Appliance X6-2M); LARGE (Oracle Database Appliance X6-2L – um lançamento); e HIGH AVAILABILITY (HA) (Oracle Database Appliance X6-2-HA).

O Oracle Database Appliance (ODA) é uma família de “appliances” para Banco de Dados Oracle que atende todos os tamanhos de empresas. Poupa tempo e dinheiro por simplificar a implantação, a manutenção e o suporte às soluções de banco de dados de alta disponibilidade. O ODA não é um servidor comum: é um sistema projetado para rodar Banco de Dados Oracle e aplicações. Oferece aos clientes um modelo único de licenciamento: pay-as-you-grow, de acordo com o aumento da necessidade da empresa. Em resumo, é indicado para companhias usuárias de banco de dados Oracle e que necessitem de um sistema de alto desempenho; não possuem profissionais especializados em banco de dados (DBA); possuem filiais e que necessitam de banco de dados remotos e precisem implementar um sistema em poucas horas e de uma maneira segura.

Além da página oficial, a campanha terá uma página específica no Facebook e no LinkedIn, e ficará no ar até o fim do ano. O objetivo principal da ação é alavancar as vendas do produto, informando o consumidor sobre a parceria tecnológica, os modelos e permitindo que saibam mais detalhes com melhor interatividade.

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Black Friday: 45% dos consumidores vão comprar mais produtos este ano do que em 2015, mostra SPC Brasil

42% pretendem gastar mais com os produtos. Valor médio das compras deve ter aumento de 31% em relação a 2015. Apenas 9% tiveram problemas com as compras na Black Friday do ano passado
Data cada vez mais importante para o varejo brasileiro, a Black Friday de 2016 acontecerá no dia 25 de novembro e funcionará como um termômetro para saber como a economia está se recuperando, assim como o poder de compra dos brasileiros. Uma pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostra que, este ano, 69,0% dos consumidores pretendem comprar nesse dia e 28,1% têm a intenção de fazer compras dependendo dos preços e descontos ofertados. Em relação a 2015, 45,0% dos que compraram algo no ano passado pretendem comprar mais produtos na Black Friday deste ano e 42,0% pretendem gastar mais, sendo que o principal fator que motiva esses entrevistados é o baixo preço dos produtos.

A oportunidade de comprar produtos que necessita a preço baixo é o principal motivo para comprar na Black Friday 2016, para 74,7% dos entrevistados. Em seguida, 13,1% aproveitarão para comprar presentes de Natal com preços mais baixos e 12,1% irão comprar apenas para aproveitar as promoções, sem real necessidade. A grande maioria dos consumidores que pretendem comprar na Black Friday (95%) diz que irá fazer uma pesquisa de preço, seja para verificar se os produtos estão, de fato, em promoção (64,8%) ou para escolher as lojas em que os produtos que precisa estão mais baratos (30,4%)

Em média, os consumidores pretendem comprar entre três e quatro produtos e gastar cerca de R$ 1.426,13 – um aumento real de 31% em relação a 2015 (R$ 1.007,00, já descontada a inflação do período). A pesquisa mostra ainda que 42% esperam encontrar descontos entre 20% e 40% nos produtos da Black Friday, e outros 42% esperam que os descontos ultrapassem 40%, sendo a média geral de desconto esperada de 36%.

Entre os 29,8% dos consumidores que compraram ano passado e esperam gastar menos este ano, destaca-se a justificativa de não comprar sem necessidade e não estar precisando de muitas coisas (26,9%), seguida da existência de outras prioridades de compra, como carro ou casa (26,4%).

De acordo com a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, promover ofertas reais pode fazer a diferença na hora das vendas nessa época do ano. “Em uma data como a Black Friday, de importância tão grande para o comércio e próxima do Natal, as lojas que praticarem descontos reais acabarão se destacando diante da concorrência”, afirma. “Além disto, vale estar preparado para políticas de troca e prazos de entrega, que levam a uma maior reputação do lojista e geram confiança no consumidor,principalmente diante do crescente volume de fraudes na internet.”

Porém, ainda que a crise econômica dê sinais de uma leve melhora e os brasileiros estejam dispostos a gastar mais nas datas comemorativas, 19,0% dos que pretendem comprar possuem contas com pagamento em atraso e outros 18,7% estão com o nome registrado em cadastros de devedores.

Roupas e celulares serão os produtos mais comprados

A pesquisa identificou que as roupas (36,9%), os celulares e smartphones (31,3%) e os calçados (30,6%) serão os produtos mais comprados na Black Friday deste ano. Comparando com os resultados de compras de 2014, os celulares ganharam espaço (27,1% no ano passado).

A forma de pagamento mais utilizada será o cartão de crédito parcelado (39,1%) e o dinheiro (26,0%). Entre os pagamentos parcelados, o tempo médio para quitar a compra será de cinco meses. Segundo a economista-chefe, o ideal é evitar o abuso de parcelamentos e comprar à vista. “O pagamento parcelado pode comprometer o orçamento da família, não sendo uma atitude recomendável, ainda mais que as parcelas da Black Friday podem se juntar a parcelas de Natal e contas de início de ano. Caso não haja um bom controle do orçamento, é alto o risco de a pessoa gerar uma bola de neve de dívidas”, diz.

Prova disso é que quase um terço dos consumidores que têm a intenção de comprar na Black Friday (30,8%) admitiu gastar mais do que pode nas compras durante as promoções, já que não resistem às oportunidades e 8,1% deixarão de pagar alguma conta para comprar produtos na Black Friday.

Sites lideram entre os locais de compra

A pesquisa também investigou quais são os principais locais que os brasileiros farão as compras e os mais mencionados são os sites de lojas nacionais (58,9%) e o shopping center (40,2%). Entre os fatores mais importantes que levam os consumidores a escolherem esses lugares estão os preços (64,0%), o frete grátis (42,7%, com um salto em relação a 2015, quando o percentual era de 23,4%) e a credibilidade e segurança das lojas (26,3%).

“A Black Friday já está consolidada como um evento promocional online, já que a internet oferece possibilidades de avaliar diversas lojas, incluindo os sites das lojas já tracionais. Porém, as promoções do evento nos shoppings ganharam seu espaço e os lojistas que quiserem aumentar o público devem pensar em estratégias de marketing não apenas online”, avalia Kawauti.

Em relação aos que compram na internet, 56,0% dão preferência aos sites de lojas e marcas conhecidas, 45,6% aos sites que tenham frete grátis e outros 33,1% escolhem sites que comparam os preços.

Nota média de satisfação com a Black Friday 2015 foi de 8,5

Perguntados sobre as compras na Black Friday de 2015, apenas 9,0% tiveram algum tipo de problema com as compras, sendo o mais citado a entrega fora do prazo (5,5%). Entre estes, a maioria (73,2%) conseguiu solucionar o problema, principalmente por meio da troca do produto (26,1%).

Em uma escala de 1 a 10, a nota média de satisfação com a Black Friday do ano passado foi de 8,5, sendo maior entre as classes C, D e E (8,6) e menor entre os jovens de 18 a 24 anos (8,1). Nove em cada dez entrevistados (90,7%) consideram que valeu a pena a compra na Black Friday de 2015 em função dos bons preços, enquanto apenas 9,3% se arrependeram.

Metodologia

O SPC Brasil entrevistou 828 consumidores de ambos os sexos, acima de 18 anos e de todas as classes sociais nas 27 capitais brasileiras para identificar o percentual de pessoas que pretendem comprar na Black Friday. Em um segundo momento, a partir de uma amostra de 608 casos, foi investigado de forma detalhada o comportamento do consumo, gerando um intervalo de confiança de 95%.

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Compras por smartphones terão picos na Black Friday

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Em 2015, o Brasil registrou crescimento de 190% nas compras por aplicativos na última semana de novembro (estudo AppsFlyer)

Nos EUA, comércio por celular crescerá 78,3% este ano

AppsFlyer enumera 9 insights simples para os apps de compras estarem prontos para o salto do natal em qualquer lugar do mundo

Conforme a temporada de festas se aproxima, muitos varejistas estão prontos para o frisson não só dos dias que antecedem as festas, como também para as grandes promoções que vêm depois. Mas, eles estão preparados para um salto massivo das vendas mobile (por meio de smartphones)? Só nos EUA, o comércio pelo celular vai crescer 78,3% (emarketeer). No Brasil, estudo da AppsFlyer mostra, em 2015, pico de compras por apps (iOS) 5x maior do que o resto do ano, na última semana de novembro (Black Friday), atingido 190% de crescimento em compras por aplicativos.

O que fazer para aproveitar a onda

Pode parecer tarde para preparação para o natal, mas ainda há muitas coisas que os apps podem fazer para aproveitar o máximo das festas. Seguem nove insights úteis para quem está no páreo das compras pelo celular:

1. Comece a adquirir novos usuários o mais rápido possível.
Quanto antes o aplicativo ganhar novos usuários, mais dados você ele terá sobre hábitos e preferências antes do pico de compras. Esse entendimento dos usuários podem ajudar no engajamento, justo quando ele é mais importante.

2. Com isso em mente comece suas campanhas de aquisição de usuários ASAP
Se o app quer mais compradores nos grandes dias de vendas, devem focar em mais instalações em Outubro e Novembro. Assim, é possível vender mais nos dias de pico antes do natal, durante e pós-festas.

3. O Natal não é o pico de compras por apps. Um mês antes sim.
O consumidor leva em consideração os planos de viagem nos feriados e os prazos de entrega – justamente por isso as compras online serão feitas bem antes do natal. Haverá compradores de última hora, mas o ideal é que o app se planeje para o grande volume de pedidos pelo menos uma semana antes do natal.

4. Faça cross-channel para atrair seu consumidor.
O período de festas é uma das raras ocasiões em que os usuários gostam de receber lembretes e ofertas. Principalmente ofertas bem atraentes. Use e abuse do cross channel para atrair compradores ao aplicativo: retargeting, avisos Push e email.

5. Usuários de Android e iOS se comportam de forma diferente – portanto precisam de planos separados
Usuários de Android gostam de estender as compras além de Novembro. Usuários Apple têm pico entre a última semana de novembro (Black Friday) e termina em duas semanas.

6. Diversifique as mídias para maximizar retorno. Quanto mais inserções de mídia o app tiver, mais haverá espaço para campanhas “data-driven”. Aumentando o alcance para uma base maior de usuários em diversas mídias, aparecerá um novo rol de compradores interessados.

7. Tire vantagem do novo iPhone
Há muitos consumidores que estão torcendo para ganhar o novo iPhone de natal. Quando eles abrirem aquelas caixas, estarão ansiosos para baixar novos apps, então aproveite todas as oportunidades para manter o seu app na cabeça dos usuários. Por que não começar o ano com uma nova leva de usuários de iPhone?

São insights que podem ajudar aplicativos a capitalizar o altíssimo crescimento de compras mobile nessas festas. Está chegando perto, mas ainda dá tempo.

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Pesquisas brasileiras em tecnologia 5G são apresentadas em evento na Itália

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As necessidades brasileiras e perspectivas para a 5ª geração de comunicação móvel foram apresentadas em Roma, na Itália, no evento The 2nd Global 5G Event – Enabling the 5G Ecosphere, que congrega algumas das principais organizações padronizadoras e definidoras do 5G no mundo. A apresentação brasileira no painel de discussão sobre arquiteturas flexíveis foi realizada pelo professor do Inatel e coordenador de pesquisa do Centro de Referência em Radiocomunicações, Luciano Leonel Mendes, que representou as pesquisas realizadas no Brasil nesta área.

Luciano integra a comitiva brasileira, juntamente com o coordenador geral do CRR, professor José Marcos Câmara Brito, professores e pesquisadores da USP, do CPqD e representantes do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). A missão técnica à Itália faz parte do projeto “Diálogos Setoriais entre a União Europeia (UE) e o Brasil na área de 5G”.

Nos dois dias do evento foram discutidos os mais diversos aspectos relacionados à 5ª geração de comunicação móvel, como perspectivas políticas e da indústria, arquiteturas, harmonização de espectro, interface aérea e gerenciamento de recursos de rádio, gerenciamento de redes e redes definidas por softwares e evolução da tecnologia.

Além do evento em Roma, a comitiva brasileira esteve em Turim, em visita técnica ao Centro de Pesquisa da empresa Telecom Itália e à Escola Politecnica di Torino.

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Coaching para TI: ferramenta ideal para melhorar desempenho de empresas

A área de Tecnologia da Informação tem foco em solução e o coaching também. É um casamento perfeito. Quem afirma é a Master e Team Coach Renata Frank, diretora da Integralidade Desenvolvimento Humano e Corporativo.

Com 23 anos de experiência em TI, dez anos na área de qualidade de software, a Integralidade apresenta ao mercado uma metodologia de team coaching com o ambiente de TI. “É o que chamo de transformação integral”, afirma Renata. “Com essa bagagem, consigo, hoje, casar as metodologias de gestão mais atuais do mercado de TI, sejam tradicionais ou ágeis, combinando com a metodologia de aplicação de team coaching ou coaching em grupo nas empresas. É possível entender a expectativa da empresa no trabalho com uma equipe de alto desempenho, ter mais qualidade nas entregas de software ou no desenvolvimento de produtos”, explica.

“No mercado de TI, já é uma tendência trabalhar com todas as áreas dentro das empresas: mapear as competências de cada um, saber quem tem melhor comunicação, quem está mais adequando para trabalhar com determinado tipo de cliente, acompanhar um resultado que possa impactar e agregar valor. Hoje, o processo de coaching com um time, acelera , no mínimo, em sete vezes o alcance de metas. Trabalha-se comunicação acertiva em uma equipe, trabalho em conjunto, foco em uma meta única, com todos olhando para um mesmo resultado”, completa Renata Frank.

O processo é acompanhado de acordo com um diagnóstico feito na empresa para o alcance de um determinado resultado. É feita uma avaliação de quais são os valores, as competências necessárias para os profissionais que vão participar desse processo. A partir do diagnóstico do time todo, é montado um processo de capacitação. Se uma empresa precisa melhorar sua liderança, deixar mais coesa, mais participativa, colaborativa, são passadas ferramentas, recursos para o time ter mais conhecimento sobre liderança. Depois, vem a fase do team coaching, de social learning, para acompanhar como está sendo aplicado o conhecimento no dia a diaem busca do resultado esperado pela empresa. Há também o aprendizado por experiência: como está o trabalho, qual resultado está sendo obtido. “Há indicadores para os resultados, não é somente observação”, acrescenta Renata. “E tem as lições aprendidas. O que é importante nesse processo é acelerar resultados, impactar a empresa e os clientes de forma positiva, levando valor para o time, sem que o conhecimento se perca com a saída de um funcionário, como acontece em muitos casos após simples treinamentos. Cria-se uma cultura”, destaca Renata Frank.

A master coach também orienta sobre a contratação desse tipo de serviço. “Para procurar um bom coach, é importante ver a experiência que ele tem, a base de formação dele, metodologia de trabalho. O coach não precisa saber de tudo sobre a empresa em que vai atuar, mas deve saber trabalhar a mudança das suas crenças, provocar a fazer diferente. Não é pensar fora da caixa, é não existir mais caixa. É um processo de desenvolvimento de pessoas, busca de resultados com foco em solução: como você está hoje, onde você quer estar e o caminho para chegar lá porque o que te trouxe até aqui não te leva para o futuro”, explica Renata Frank.

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Startup facilita encontro de compradores e vendedores em todo o Brasil

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Um dos problemas mais encontrados nas empresas é o baixo giro e obsolescência de estoques, pois além de ocupar espaço gera custos elevados ou até mesmo prejuízos. Além disso, os empresários têm encontrado dificuldade na busca por fornecedores que atendam às suas necessidades com melhores preços. Em função disso, três empreendedores criaram a plataforma digital de negócios Osucateiro.com.

Nascido em meio a um cenário de crise no Brasil, onde milhares de empresas vem fechado suas portas, o site Osucateiro.com tem como propósito aproximar compradores e vendedores e capitalizar as empresas por meio dos seus estoques obsoletos ou de baixo giro, sucatas e resíduos. O site permite a compra e a venda de produtos através de Negociação Direta e Leilões.

Com pouco mais de sete meses desde o seu lançamento, a plataforma digital de negócios Osucateiro.com já é acessada em todo o Brasil e em mais de 55 países. Além disso, conta com mais de 10 mil produtos cadastrados. Para participar, é necessário realizar um cadastro no site, que é gratuito tanto para pessoa física quanto para pessoa jurídica. Usuários de pessoa física podem comprar dentro da plataforma, já usuários de pessoa jurídica podem comprar e vender.

No site são ofertados produtos de diversos segmentos, dentre eles podemos destacar agrícola, máquinas e ferramentas, plásticos, metais ferrosos e não ferrosos, fixadores e vedações. Os vendedores publicam seus produtos e os interessados podem fazer perguntas e propostas através da plataforma diretamente aos vendedores, ou até mesmo arrematar produtos com preços diferenciados de até 30% abaixo do mercado em leilões que o site gerencia para os seus usuários.

“Diferente das demais, nós não apenas aproximamos empresas, nós focamos na venda de produtos que ficam anos parados em um estoque ou que não tem mais utilidade para a empresa. Queremos ajudar os empresários brasileiros a gerar caixa com produtos que eles já têm, sem precisar produzir e gastar mais”, destaca Rafael Davi Valentini, CEO da plataforma.

A sistemática do site é simples, basta se cadastrar e já ofertar seus itens. Cada usuário novo recebe 5 créditos para publicar seus produtos por 90 dias, e o investimento mínimo na plataforma é de R$6 para 50 produtos. Além disso, o site conta com cruzamento de dados que envia semanalmente por e-mail informações e novidades de produtos de interesse dos usuários, ou seja, você não precisa estar online para saber se os produtos que você tem interesse em comprar estão sendo vendidos no site.

Para mais informações, acesse www.osucateiro.com

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Digitalize Minas Gerais apresenta novidades do comércio virtual, da tecnologia e do empreendedorismo no Sebrae-MG

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Digitalize Minas Gerais apresenta as novidades do comércio virtual, da tecnologia e do empreendedorismo no Sebrae-MG
As inscrições estão abertas e podem ser feitas pelo site www.digitalizemg.com.br

Hoje, não é possível pensar o empreendedorismo fora dos canais digitais. E compreender os desafios e as perspectivas do e-commerce e dos meios tecnológicos para propagar negócios não é tarefa fácil em um mercado competitivo em constante transformação e expansão. Para se ter ideia, em 2016, mesmo com a retração econômica atual no Brasil, o e-commerce nacional deve crescer 18% em relação a 2015 e faturar R$ 56,8 bilhões, de acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). O ano deve registrar 190,9 milhões de pedidos nas lojas virtuais, com um ticket médio de R$ 298. Por isso, não é possível ficar de fora desse nicho.

Com a finalidade de promover um amplo diálogo acerca do setor, a Neomerkato, em parceria com a ABComm vai apresentar, no dia 18 de novembro, no Sebrae-MG, o Digitalize MG, o maior evento sobre e-commerce do Brasil. Mediado por Dudu do Graffite, criador do programa Graffite, ao ar todos os dias pela Rádio 98 FM, o congresso contará com 15 horas de conteúdo, oito workshops práticos e dez estandes de empresas consolidadas no setor.

Empreendedores bem-sucedidos que atuam em campo vão relatar experiências, levar o cotidiano e a realidade dos negócios para um público estimado de 500 pessoas. “Vivemos em um mercado cada vez mais conectado, interativo, competitivo e em constante transformação. Mesmo com a velocidade dos acontecimentos, acreditamos que podemos ir muito além da teoria. O Digitalize MG será, com certeza, um encontro de aprendizado democrático e desenvolvimento para todos. Afinal, esperamos que participe o aspirante até o mais experiente”, afirma Leonardo David, um diretor da Neomerkato e produtor do congresso.

O tema que abrirá o congresso vai abordar sobre o atual cenário do e-commerce. Quem ficará a cargo de apresentar ao público este panorama será Leonardo David, fundador da Neomerkato, onde atua como diretor comercial com o desenvolvimento de um sistema de vendas online, inédito e inovador. Ao lado de Carlos Eduardo, que também atua na Neomerkato, David, vai apresentar a pauta Marketing Digital na Prática e do Case Digitalize.

O head master da Casa Coaching, Christyano Malta, vai contar sobre a trajetória da empresa, que hoje tem representação em sete estados, distrito federal e três países. Malta já ministrou palestras para mais de sete países, incluindo o Tedx UFMG e o Projeto Think With Google.

Outro destaque será Renan Kfouri, um dos primeiros colaboradores do Facebook no Brasil, vai abordar a pauta “Como utilizar o Facebook para – e-commerce. Hoje, ele atua como vice-presidente da Adglow Brasil, um dos maiores Facebook Marketing Partner de Adtech do mundo.

Já Eduardo Lima e Robson Catalan, da inovadora Eduk, uma rede de educação online de baixo custo, fácil acesso e alta qualidade, vão contar sobre a história da Netflix brasileira de educação, um case de referência na área.

Para encerrar, o sócio diretor da Melt Comunicação, professor de pós-graduação em Instituições, e presidente da AMMA, Edson Alves, vai tratar sobre Neuromarketing no Mundo Digital. Também autor dos livros Neuromarketing e do Marketing Orgânico, com 70 mil copias vendidas nos USA e 22 Mil no Brasil e doutorando em Neuromarketing e Marketing Orgânico em Harvard, Alves vai falar sobre técnicas baseadas em princípios científicos acerca do que cada ser humano de fato pensa e decide, dos princípios que envolvem processos cerebrais inconscientes e como isso se relaciona com o alto tráfego dos signos digitais.

As inscrições para o Digitalize Minas Gerais estão abertas e podem ser feitas no www.digitalizemg.com.br.

Workshops

Entre 14h e 16h20, o público poderá participar de workshops com profissionais experientes no mercado de e-commerce e aprender um pouco na prática sobre a realidade do setor nas áreas de gestão, operações, vendas e tecnologia.

Os temas serão “Link Patrocinado: Desmistificando a Mídia Online”, com André Portela, Do BuscarID.com; “Como aumentar o Faturamento sem Aumentar a Quantidade de Pedidos”, com Hélder Belmiro, da Neomerkato.com, “ICMS e os Impactos da EC87 sobre o comércio eletrônico”, “Fraude: Benchmarking de mercado e como evitar a fraude”, com um representante da Clearsale; “Desenvolvendo Talentos no e-commerce”, com Carolina Monard, da Objetiva RH; “Minha Marca está sendo Bem Falada, e agora?”, com Bernardo Grossi, da grossipaiva.com.br; “Como aumentar suas Vendas. Ferramentas de Otimização e Conversão”, com Rafael Supersonic da gosupersonic.com.br e “Midias Sociais: Avaliação de Métricas para Resultados das Mídias Sociais”, com Fernando Cravieé, da BuscarID.com.

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Mobile Summit reúne grandes nomes da mobilidade em Porto Alegre

Reunindo influenciadores da indústria e comunidades de tecnologia, a Mobile Summit – maior conferência mobile do sul do Brasil – chega a sua 2ᵃ edição, nos dias 18 e 19 de novembro, no auditório do prédio 50 da PUCRS (Av. Ipiranga, 6681), em Porto Alegre/RS. O time de palestrantes conta com nomes postulantes em importantes empresas do setor, como a Samsung que será representada por Renato Citrini, Product Manager da empresa e Santhyago Gallão, Project Lead. A Globo.com estará presente do Mobile Summit na figura do palestrante Jean Carlo Emer, Software Developer do grupo. Outros nomes importantes, como Cynthia Zanoni, Tech Evangelist da Microsoft e Gabriela Comazzeto, do Twitter, também estão no time de palestrantes do evento.

A programação está estruturada em dois dias de atividades, com o objetivo de proporcionar conteúdo segmentado e focado nos objetivos dos participantes. O Business Day, que ocorre no dia 18 de novembro, será dedicado ao aprendizado de estratégias e a exploração de oportunidades de mercado, abordando temas como empreendedorismo, mobile marketing, monetização, UX (experiência de usuário), social business, entre outros. Já o Tech Day (19/11), voltado para desenvolvimento, visa aproximar as comunidades e profissionais, para debater tecnicamente sobre plataformas e tecnologias móveis como Android e iOS, IoT (Internet das Coisas), wearables e tendências.

Conforme Cynthia Zanoni, organizadora e curadora do evento, muitos produtos mobile de sucesso contam com equipes multidisciplinares, em que os profissionais desenvolvem uma visão de negócios ampla, pensando em marketing e gestão, além da tecnologia. “Por este motivo, a Mobile Summit cresce em 2016 com o objetivo de unir e abordar temas relevantes nas áreas de negócios e tecnologia, proporcionando um aprendizado mais prático e objetivo, para que todos possam colocar suas ideias para no mercado”, explica.

A grade completa de palestrantes pode ser encontrada no site http://www.msummit.com.br

Mobile Summit 2016 (www.msummit.com.br)

Data:18 e 19 de novembro de 2016 (sexta e sábado)
Horário: 8h30 às 18h30
Local: PUCRS ­ Auditório Prédio 50. (Av. Ipiranga, 6681 ­ Partenon), Porto Alegre ­ RS
Inscrições (3º lote): R$ 240,00
Informações: contato@msummit.com.br

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Darwin Starter divulga startups selecionadas para segunda turma de aceleração

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O programa de aceleração Darwin Starter acaba de divulgou na última semana o resultado da seleção que definiu as 14 startups participantes de sua segunda turma de aceleração. Os projetos escolhidos vão receber seis meses de mentoria e networking, além de espaço de coworking em Florianópolis/SC e investimentos iniciais de R$ 170 mil, em troca de participação minoritária de 12%.

O processo de seleção considerou critérios como estágio do negócio, mercado, maturidade e qualificação da equipe, selecionando startups das áreas de Fintech, TI/Telecom, Big Data e Insurance, além de projetos nos segmentos de IoT e Marketplace. Segundo Marcos Mueller, CEO do programa, “as selecionadas representam mercados e soluções bem diversificados dentro dos segmentos considerados, incluindo inovações variadas e de grande alcance, que vão desde uma solução auditiva para inclusão até um intermediador de pagamentos”.

As empresas escolhidas vão contar com o conhecimento e a experiência das companhias parceiras do programa, reconhecidas como referência nacional em suas respectivas áreas de atuação. Cetip, CNseg Par, Neoway e RTM contribuirão com suporte e benefícios que somam R$ 500 mil em serviços, como assessoria jurídica e contábil, acompanhamento psicológico e ferramentas de apoio.

Seleção natural – As inscrições para o segundo batch de aceleração do Darwin Starter contaram com o cadastro de projetos de todas as regiões do país, com destaque para o Sul e o Sudeste. Após as etapas de análise e entrevistas, 35 projetos finalistas foram selecionados para participarem do Darwin Day, evento realizado no último dia 15, que permitiu aos empreendedores apresentarem seus projetos às bancas avaliadoras.

De acordo com Mueller, a qualidade dos projetos superou as expectativas dos avaliadores. “Recebemos inscrições de startups com alto nível de maturidade e ideias de grande potencial. Foram tantos projetos interessantes que acabamos ampliando o número de vagas previsto, abrindo oportunidade para as 14 empresas de maior destaque”, afirma. Em 2015, o programa acelerou dez startups de diferentes segmentos, das quais metade recebeu novos investimentos.

Para a segunda turma, o grande diferencial está no foco direcionado às quatro áreas de atuação dos parceiros corporativos, com o objetivo de gerar inovação a partir da experiência e da participação ativa das companhias. “As startups selecionadas estão muito bem alinhadas às áreas de atuação abordadas pelo programa, ampliando a perspectiva de apoio e subsídio dos parceiros corporativos em prol de seu desenvolvimento dentro de seus próprios mercados.”, reforça Mueller.

As 14 startups selecionadas já começam a receber mentorias e acompanhamento a partir de 26 de outubro, na nova sede do programa, localizada no Centro de Inovação ACATE, em Florianópolis/SC. Após os seis meses de aceleração, elas apresentarão os resultados e a evolução alcançada com o programa durante o Demo Day, em maio de 2017.

Confira aqui a lista com as startups selecionadas

ContaBoa/Minerador X – plataforma que possibilita aos representantes das operadoras de telefonia analisar o perfil dos clientes e indicar a melhor franquia disponível.

ePHealth – aplicativo para agentes de saúde efetuarem atendimentos em campo, contando com a maior base de dados estruturados em Saúde Preventiva do Brasil.

Jurus – portal de investimentos voltado para o mercado de Renda Fixa, que coleta os principais ativos disponíveis no mercado e facilita a escolha de aplicações.

Listen – solução que transforma o smartphone em um aparelho auditivo.

Moments.surf – plataforma que conecta surfistas a fotógrafos, facilitando a compra de fotos.

Opifex – hardware de telemetria para Surf que capta, armazena e transmite dados do surfista sobre as ondas.

PagueVeloz – intermediador de pagamento via boleto bancário e cartão de crédito, que oferece consulta de cheques e ao Serasa para garantir maior segurança na hora de efetuar uma venda.

Pensys – solução para microgeração e monitoramento de energia elétrica limpa e renovável.

Planrockr – solução que coleta dados de ferramentas de gerenciamento de projetos e usa Big Data para facilitar a análise e fornecer insights.

Remoty – aplicativo de monitoramento e controle de sistemas de segurança, que possibilita gerar informações do estabelecimento em tempo real.

Repasse Rápido – plataforma para concessionárias repassarem carros usados recebidos na troca a lojistas.

Exchange Now – aplicativo de cotação de câmbio e compra de moedas.

VC-X – solução que audita as faturas de telecom de empresas de forma que não haja desalinhamento entre o que foi utilizado e cobrado. Além disso é cobrado o reembolso das cobranças indevidas.

Vigios – solução de Big Data Analytics com foco em detecção de fraudes e controle de perdas para seguradoras e bancos.
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Com apoio de crowdfunding, projeto de cafeteira sustentável elimina uso de filtro e energia elétrica

A tendência é cada vez mais clara. Cada vez mais o brasileiro quer consumir um café de qualidade e que essa seja uma experiência única a cada xícara. Quer um exemplo? Uma pesquisa recente realizada pela consultoria Euromonitor International e divulgada pela ABIC (Associação Brasileira da Indústria de Café) aponta que até 2019 o volume de café em cafeterias em geral, os chamados “food services” subirá de 32% para 36% e reduzirá a compra pelo varejo tradicional, de 68% para 64%.

Isso mostra um movimento inevitável no mercado que é o aumento da exigência do consumidor em relação à experiência de tomar café. Foi pensando justamente em trazer uma proposta totalmente diferente do que hoje é praticada no país que surge a cafeteira ARAM.

Como uma alternativa ao novo mundo de café em cápsulas descartáveis, o projeto Cafeteira Aram traz a sustentabilidade de forma prática e artesanal. Seu idealizador, Maycon Aram, defende o consumo do café de forma mais sustentável e artesanal. “Aram para mim é uma escolha de vida. Uma jornada.É a minha forma de impactar positivamente o mundo através das minhas criações, no meu relacionamento com as pessoas envolvidas e com os consumidores”, conta Maycon que já recebeu diversos prêmios pelo projeto como o Prêmio Design Museu da Casa Brasileira, Salão Design e IDEA Brasil.

Desenvolvida nos mínimos detalhes, junto de produtores locais da região de xxxx (Paraná), todo o projeto é pensado para extrair o melhor do café seja em termos de sabor, aroma e experiência.E para garantir que a proposta tivesse uma validação real do mercado, Maycon contou com a parceria do barista Juca Esmanhoto, sócio de uma das melhores e premiadas cafeterias do país, a Rause Café + Vinho, focada em cafés especiais. Hoje Juca e Maycon formam a dupla de sócios na iniciativa.

Campanha de crowdfunding aberta valida desejo das pessoas em busca de consumo consciente

Com a campanha aberta na plataforma Catarse desde o início de outubro, os empreendedores conseguiram superar a meta estipulada em tempo recorde: apenas 36 horas. É como conta Maycon: “Acreditamos que essa troca tem que continuar, pois durante todo esse ano nos dedicamos com afinco a este projeto. Amigos e familiares nos apoiaram em todos os aspectos até o momento, inclusive financeiro. Para que este sonho se torne realidade, chegou a hora de compartilhar este projeto com o mundo. Para isso, escolhemos o financiamento coletivo pelo Catarse como nosso pontapé e contamos com a ajuda dos apaixonados por café para tirá-lo do papel”.

A campanha fica no ar, até o dia 17 de novembro, na página da Aram no Catarse: (www.catarse.me/cafeteiraaram).

O ponto de virada do projeto

“Apresentei o projeto ao Juca para que me ajudasse a cria uma campanha de financiamento coletivo, e a parceria deu frutos. A primeira ideia da cafeteira acabou caindo por terra, por conta da burocracia do selo do Inmetro e todos os problemas que pequenos produtores enfrentam, mas o que parecia ser o fim, foi a grande salvação. A nova versão da cafeteira a deixou menor, portátil e mais barata, e entendemos que é um dos pontos mais fortes do produto”, comenta Maycon.

A cafeteira foi desenvolvida em dois modelos, sendo uma portátil e outra de bancada. A opção portátil dá ao usuário a condição de optar entre utilizá-la com ou sem sua base de ação, dando assim mobilidade para leva-la a todo lugar.

Já opção para bancada é praticamente a mesma se comparada à portátil. A diferença aqui é que, ao adquiri-la, o consumidor pode a todo momento optar pelo uso doméstico – com a base de aço – ou retirar, tornando-a portátil.

E como funciona?

A sustentabilidade e bom senso para o uso mais consciente são as marcas da ARAM. É mais fácil do que se imagina. Para começar, o usuário só precisa de água quente. Ou seja, sem energia elétrica e sem filtros. Quem estiver manuseando a cafeteira pode empregar pressões diferentes pela manivela que passa o café. Essa possibilidade de alternância personaliza completamente o resultado final, permitindo explorar ao máximo o tipo de grão escolhido e extrair aromas e sabores diferentes sempre que quiser.

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Quando robôs fazem o trabalho manual, funcionários e clientes saem ganhando

Por Jenni Palocsik, Diretora de Soluções de Marketing da Verint

Todos nós podemos nos tornar vítimas do trabalho repetitivo que existe dentro de uma empresa. A atividade pode ser demorada e monótona, fazendo com que os funcionários se sintam entediados. Muitas vezes, isso resulta em erros, afinal, sejamos francos, quem quer passar horas inserindo os mesmos endereços ou dados de clientes em diversos sistemas ou reconciliando inúmeros balanços? No entanto, há uma maneira de mudar a forma como uma organização administra e realiza esses processos maçantes para que se tornem rápidos e eficientes ao mesmo tempo em que permitem que os colaboradores permaneçam focados em atividades mais satisfatórias.

Embora os grandes volumes de processos repetitivos possam ser ligeiramente complexos, as etapas necessárias para realizá-los são fundamentalmente baseadas em regras e não exigem decisões e opiniões humanas. Contar com os funcionários para a execução manual desse trabalho é algo caro, além de dar abertura para erros.

E o que a empresa deve fazer? Algumas organizações têm adotado a estratégia de desenvolver soluções altamente customizadas que se integram rigorosamente às suas aplicações existentes a fim de eliminar o processamento manual. Infelizmente, os custos dessa implementação, bem como a necessidade de manutenção frequente de requisitos, processos gerais e mudanças de aplicações, limitam drasticamente a utilidade dessa estratégia.

É por isso que o amadurecimento contínuo das soluções de Robotic Process Automation (RPA) é tão importante. As funcionalidades dessas tecnologias oferecem às empresas uma opção comprovadamente muito melhor para atender às metas operacionais. As ferramentas de RPA administram as tarefas repetitivas da empresa, automatizam a execução de processos de maneira homogênea e intuitiva com uma incrível precisão por uma fração dos custos atuais. Essa tecnologia utiliza um “software inteligente” junto com as aplicações comerciais existentes para realizar grandes volumes de tarefas repetitivas que costumam ser demoradas e banais se executadas por humanos.

Setores como seguros, serviços financeiros, recursos humanos e diversos outros podem tirar proveito desse tipo de ferramenta ao automatizar uma vasta gama de tarefas. É o caso da área de atendimento ao cliente de uma companhia que precisava migrar seus consumidores para novos contratos de serviços ao longo do ano até que chegasse o período de renovação. Ao conduzir esse processo por meio de soluções de RPA, a empresa foi capaz de concluir mais de 65.000 transações em um período significativamente menor se comparado com a migração manual. Isso aumentou a produtividade em 40% e propiciou uma economia de US$ 300 mil. Enquanto os funcionários levavam em média 12 minutos para concluir cada processo manualmente, o software levou apenas 7 minutos. A melhoria na precisão dos novos contratos gerou uma maior satisfação do cliente ao mesmo tempo em que permitiu que a organização reduzisse o custo das operações.

Outra área impactada está ligada aos aspectos de compliance. Cada passo ou processo automatizado é totalmente controlado e documentado, o que ajuda as companhias a estarem em conformidade com as regulamentações industriais e requisitos internos e externos de auditoria. Esse tipo de tecnologia também pode trazer redução de despesas de recursos humanos. A necessidade de menos funcionários para executar as tarefas manuais e monótonas significa uma menor rotatividade dos profissionais que anteriormente realizavam esse tipo de trabalho. Nesse caso, o benefício direto é a utilização de menos esforços e custos para recrutar, contratar e capacitar novos colaboradores. Em vez de gerar uma redução no quadro de funcionários, a automação permite que os profissionais realizem trabalhos mais voltados aos clientes e desenvolvam suas habilidades conforme novas necessidades e funções.

Com interações de maior qualidade, os consumidores e funcionários ficam mais felizes e comprometidos, as companhias se tornam mais rentáveis e a satisfação do cliente é elevada. Qual o resultado final? A empresa, os funcionários e os clientes saem ganhando.

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