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Ambiente de inovação melhora, segundo pesquisa da Amcham

Em relatório lançado pela Amcham Brasil, empresários avaliam como positiva a evolução dos serviços desenvolvidos pelo INPI nos últimos anos e destacam aspectos que devem ser continuamente aprimorados

A Amcham Brasil lançou, neste mês de março, a 5ª edição do seu Relatório INPI. Elaborado pela entidade desde 2009, o documento traz a percepção do setor empresarial sobre os serviços prestados pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), com vistas a contribuir para a melhoria do ambiente da propriedade intelectual e de inovação no Brasil.

A pesquisa, conduzida pelo Ibope, contou com representantes de 109 empresas de diversos portes e setores da economia, que possuem frequente interação com o INPI. Os resultados revelam que mais da metade dos participantes perceberam melhoras em todas as áreas de atuação do Instituto nos últimos 4 anos. Os principais avanços na visão dos empresários foram a informatização dos serviços do INPI e a criação de sistemas para registros online.

O trabalho realizado na esfera internacional pelo INPI também foi bem avaliado. Em particular, 57% dos respondentes associam de forma positiva a imagem do INPI com a participação do Brasil em acordos internacionais sobre propriedade intelectual.

Apesar dos avanços, cerca da metade dos respondentes afirmam que o tempo para análise dos processos, principalmente de patentes, é um importante aspecto a ser aprimorado – avaliação que já constava das edições anteriores do documento. No total, 96% dos respondentes declaram-se favoráveis ao Plano Nacional de Combate ao Backlog, iniciativa inaugurada pelo INPI em 2019 com o objetivo de reduzir prazos para a análise dos pedidos de patentes.

Para Deborah Vieitas, CEO da Amcham Brasil, “a promoção da propriedade intelectual é um importante vetor de geração de valor e desenvolvimento econômico para as empresas e para a sociedade como um todo. Ao mesmo tempo em que o estudo da Amcham reconhece os bons resultados obtidos pelo INPI nos últimos anos, ele indica espaços prioritários para o seu aperfeiçoamento, servindo como uma bússola valiosa para orientar o diálogo entre os setores privado e público no Brasil”.

A 5ª edição do Relatório INPI pode ser acessada aqui . Interessados em acompanhar as discussões e grupos de trabalho Amcham sobre Propriedade Intelectual, Advocacy e Inovação devem inscrever para o email advocacy@amchambrasil.com.br

Hitachi adquire a GlobalLogic, uma empresa líder em serviços de engenharia digital

 A Hitachi anunciou hoje que irá adquirir a GlobalLogic, uma empresa líder de serviços de engenharia digital, com sede nos EUA. A aquisição é baseada no acordo definitivo entre a Hitachi Global Digital Holdings Corporation (“HGDH”), uma subsidiária dos EUA, e a GlobalLogic Worldwide Holdings, Inc., a empresa controladora da GlobalLogic. A transação está sujeita às condições habituais e aprovações regulatórias e deverá ser concluída até o final de julho de 2021.

Por meio da aquisição, a Hitachi espera a adição dos recursos avançados de engenharia digital da GlobalLogic e sua sólida base de clientes, incluindo grandes empresas de tecnologia, para fortalecer o portfólio digital da Lumada. 

A aquisição criará sinergias entre os cinco setores da Hitachi – TI, Energia, Indústria, Mobilidade e Vida Inteligente – além dos negócios de sistemas automotivos (Hitachi Astemo), ao acelerar a transformação digital da infraestrutura social, como ferrovias, energia e saúde em escala global. Por meio de seu negócio de Inovação Social entregue através da criação colaborativa com os clientes, a Hitachi visa aumentar o valor social, ambiental e econômico para alcançar uma sociedade mais sustentável.

Sediada no Vale do Silício, a GlobalLogic é uma empresa líder no mercado de serviços de engenharia digital de rápido crescimento. Com mais de 20.000 profissionais em 14 países, a GlobalLogic opera estúdios de design e centros de engenharia de produtos de software em todo o mundo.

“A aquisição da GlobalLogic cria uma oportunidade nova e estimulante para a Hitachi expandir suas ofertas de soluções e serviços Lumada globalmente, e também para fornecer valor aos clientes em sua jornada de transformação digital. A sinergia da experiência em design e inovação da GlobalLogic com a experiência da Hitachi em TI, tecnologia operacional e produtos, nos ajudará a realizar nosso objetivo de tornar a Hitachi uma líder inovadora em transformação digital em todo o mundo. Juntos, criaremos um novo valor social, ambiental e econômico para nossos clientes em expansão global e elevaremos a qualidade de vida das pessoas por meio de contribuições que tornarão a sociedade mais sustentável”, finaliza Toshiaki Higashihara, presidente e CEO da Hitachi.

Huawei divulga Relatório Anual de 2020

A Huawei divulgou hoje seu Relatório Anual de 2020. O desempenho desacelerou, mas a operação nos negócios ficou amplamente alinhada com a previsão. A receita de vendas da empresa em 2020 foi de CNY 891,4 bilhões (US$ 136,7 bilhões), o equivalente a um aumento de 3,8% no comparativo anual, e seu lucro líquido atingiu CNY 64,6 bilhões (US$ 9,916 bilhões), referente a um aumento de 3,2% em relação ao ano passado.

Apesar das dificuldades operacionais por conta das sanções dos Estados Unidos em 2019 e 2020, a Huawei segue convidando a KPMG para auditar de forma independente e objetiva as demonstrações financeiras. O documento produzido pela KPMG é uma auditoria de opinião padrão não modificada. Apesar das circunstâncias, a companhia segue abraçando a transparência, e divulgando dados operacionais para governos, clientes, fornecedores, funcionários e parceiros.

Em 2020, a unidade de negócios das operadoras da Huawei continuou a garantir as operações estáveis ​​de mais de 1.500 redes em mais de 170 países e regiões, o que ajudou a apoiar o teletrabalho, o ensino remoto e as compras online em regiões que adotaram o lockdown por conta do COVID-19. Em parceria com operadoras do mundo todo, a companhia ajudou a fornecer uma experiência de conectividade superior e avançou em mais de 3 mil projetos de inovação de 5G em mais de 20 setores, como mineração de carvão, produção de aço, portos e manufatura.

No ano passado, a unidade de negócios corporativos da Huawei intensificou os esforços para desenvolver soluções inovadoras baseadas em cenários para segmentos diversos, e criar um ecossistema digital próspero na criação conjunta e no sucesso compartilhado. Durante a pandemia, a companhia forneceu conhecimento técnico e soluções vitais na luta contra o coronavírus. Um exemplo é a solução de diagnóstico assistido por IA (Inteligência Artificial) baseada na HUAWEI CLOUD, que ajudou hospitais no mundo todo a reduzirem a carga sobre sua infraestrutura médica. A empresa também trabalhou com parceiros para lançar plataformas de aprendizagem online baseadas em nuvem para mais de 50 milhões de alunos do ensino fundamental e médio.

Com o lançamento do HarmonyOS e do ecossistema Huawei Mobile Services (HMS), a unidade de negócios de consumo da Huawei avançou com a estratégia Seamless AI Life (“1 + 8 + N”) para fornecer aos consumidores uma experiência inteligente em todos os dispositivos e cenários, com foco em escritórios inteligentes, boa forma e saúde, casas inteligentes, praticidade em viagens e entretenimento.

“No ano passado, nos mantivemos firmes diante das adversidades”, afirmou Ken Hu, presidente rotativo da Huawei. “Seguimos inovando para criar valor para nossos clientes, ajudar a combater a pandemia e apoiar a recuperação econômica e o progresso social no mundo todo. Também aproveitamos esta oportunidade para aprimorar ainda mais nossas operações, levando a um desempenho que acompanhou amplamente a previsão. Vamos continuar a trabalhar próximos aos nossos clientes e parceiros, a fim de apoiar o progresso social, o crescimento econômico e o desenvolvimento sustentável”, concluiu Hu.

Todas as demonstrações financeiras do Relatório Anual de 2020 foram auditadas de forma independente pela KPMG, companhia internacional de contabilidade do grupo chamado Big Four. Para baixar o Relatório Anual de 2020, visite https://www.huawei.com/en/annual-report/2020.

ao³ abre mais de 150 vagas de emprego

ao³, uma marca que potencializa negócios de micro, pequenas e médias empresas e escritórios de contabilidade, anuncia a abertura de 158 vagas de emprego para os cargos de analista de suporte técnico com foco em eSocial e folha de pagamento, desenvolvedor. Net Core, programador Delphi, analista de qualidade, assistente de suporte, especialista de marketing digital, analista de negócios, arquiteto de softwares e desenvolvedor Full Stack.

As oportunidades são para trabalho remoto e para profissionais de todo território nacional. A empresa oferece remuneração compatível com mercado e benefícios como assistência médica e odontológica, vale refeição, PLR, auxílio internet e seguro de vida. Além disso, tem parceria com instituições de ensino e programas voltados ao bem-estar dos colaboradores.

Os interessados devem se cadastrar na página de processos seletivos da empresa: http://ao3tech.pandape.com.br/

Crescimento da ao³


Desde o início da pandemia, a ao³ abriu diversos postos de trabalho em áreas como comercial, financeiro, comunicação e principalmente em tecnologia e atendimento. Entre abril de 2020 e fevereiro de 2021, a empresa já contratou 200 colaboradores. “Neste momento, especialmente por causa do home office, pessoas de qualquer localidade têm a oportunidade de trabalhar para empresas de todo o País em vagas que antes eram restritas apenas aos profissionais dos grandes centros. Temos contratado talentos de diversas cidades. Sabemos que estamos crescendo em meio a um cenário desafiador para economia e poder gerar empregos é uma satisfação para nós.”, afirma José Carlos Nascimento, diretor de recursos humanos da ao³.

Hitachi ABB Power Grids abre inscrições para programa de trainee 2021

A líder global em tecnologia Hitachi ABB Power Grids abriu no último dia 23 as inscrições para o programa de trainee 2021. A oportunidade é para profissionais com formação em engenharia, que gostam de desafios e desejam colaborar para um grande impacto positivo mundial.

As etapas incluem inventários de perfil comportamental e habilidades técnicas, entrevista por vídeo, um painel sobre negócios e uma entrevista final, tudo 100% online. Para participar, os requisitos são: formação em Engenharia entre Dezembro/2018 e Junho/2021 e inglês fluente. “Na Hitachi ABB Power Grids, resolvemos problemas de engenharia aparentemente impossíveis, nos esforçando para atender aos desafios de hoje e nos adiantarmos às demandas do futuro. Acreditamos que a verdadeira inovação vem da colaboração e da diversidade, por isso buscamos pessoas talentosas e de pontos de vista diferentes para questionar o comum”, afirma Inês Correia, diretora de Recursos Humanos da Hitachi ABB Power Grids no Brasil.

Daniela Cepeda, Gerente de Recursos Humanos e responsável pelo programa no Brasil, esclarece que “O programa permitirá a exploração da organização e criação de uma base em que os trainees possam se desenvolver e assumir papéis de liderança no futuro. Com isto, nosso processo seletivo será com base no potencial, nas habilidades e capacidades futuras definidas pelas linhas de negócios da Hitachi ABB Power Grids”.

As vagas estão abertas para atuação em Guarulhos (SP). Os benefícios incluem plano médico e odontológico, previdência privada, PLR, estacionamento, vale transporte ou fretado. As inscrições vão até 23 de abril e podem ser feitas neste link.

Faltam profissionais de Tecnologia da Informação no Brasil

De acordo com informações da Brasscom, Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e de Tecnologias Digitais, o Brasil forma 46 mil pessoas com perfil tecnológico por ano, porém, estima-se que, de 2019 até 2024, a demanda por profissionais será de 420 mil, correspondendo a uma média simples de 70 mil por ano. Se não houver mudanças, haverá um déficit de 260 mil profissionais.

O coordenador do curso de Engenharia de Computação do Centro Universitário do Instituto Mauá de Tecnologia, prof. Angelo Zanini, reforça que a falta de profissionais de Tecnologia da Informação (TI) é antiga, mas deve piorar, pois há um mercado de desenvolvimento tecnológico amplo e em pleno crescimento. 

“O mercado de tecnologia da informação sempre esteve muito aquecido, mas, com a pandemia, houve um aumento ainda mais significativo de atividades no formato Home Office, tornando o profissional de tecnologia imprescindível para realizar toda a estrutura da computação em nuvem e fazer demais redes e sistemas funcionarem perfeitamente em qualquer lugar, além dos dados, Engenharia de Software, informática, hardwares e softwares. Cada vez mais o mercado se dá conta de quão alto é o déficit de profissionais de TI, pela falta de profissionais bem qualificados a contratar”, comenta prof. Zanini. 

Formação de excelência

O profissional de TI relaciona-se com vários setores da organização, normalmente propondo soluções inovadoras e solucionando problemas referentes a servidores, uso de softwares e implantação e administração de sistemas, a fim de impulsionar as atividades de todos os envolvidos. Por isso, as universidades devem preparar o profissional com um olhar mais amplo sobre os aspectos específicos da área com uma diversidade de formações, como faz a Mauá.

“Formamos em torno de 30 Engenheiros de Computação ao ano e todos, sem exceção, formam-se já empregados. Priorizamos, mais do que adquirir conhecimentos específicos, trabalhar outras habilidades como ambiente, comunicação, estratégia, processos, dinamismo, empreendedorismo, criatividade e inovação, por exemplo. Entender tudo o que for relativo à tecnologia da informação não é suficiente. É necessário também ter visão de negócios para tomadas de decisões assertivas. Conhecimento de línguas, proatividade e senso de responsabilidade são grandes diferenciais para o profissional que aspira a se especializar dentro ou fora do País, atuar em empresas de destaque e crescer na carreira”, comenta o prof. Zanini, que ainda lembra que a Mauá promoverá vestibular no meio do ano para ingresso no curso. 

Cooperação é uma exigência em um mundo competitivo

Um tema que tem ganhado importância tanto em estudos sobre comportamento humano como também em discussões é a cooperação. Aplicada em conjunto com a colaboração é possível dinamizar o ambiente de trabalho e transformar uma empresa, tornando-a mais competitiva.

Poucas vezes ao longo da história da gestão de pessoas se ouviu tanto essas palavras: colaboração e cooperação. E por que elas ganharam tanta importância?

Em um ambiente corporativo que exige uma dinâmica muito acelerada e a competitividade se acirra, é preciso que o conhecimento dentro da organização circule mais rápido.

“As pessoas precisam deixar de lado diferenças pessoais e trabalhar em união. Na verdade, operar juntas é o significado de cooperar, enquanto o de colaboração é laborar, trabalhar em conjunto, explica João Roncati, diretor da People+Strategy, consultor e especialista de longa data em estratégia, planejamento e gestão por competências.

Quanto mais dinâmico e competitivo é um ambiente de trabalho, quanto mais se enxerga os profissionais que trabalham na empresa como capital intelectual, maior é a necessidade de se estimular a cooperação e a colaboração.

A cooperação nem sempre é fácil de conseguir no local de trabalho, mas o esforço vale a pena porque conduz a um espaço harmonioso e produtivo. A cooperação pode fazer a diferença entre o sucesso e o fracasso para muitas empresas.

Quando os colaboradores dedicam mais tempo às suas tarefas em um local de trabalho cooperativo, eles são mais produtivos e as coisas são feitas com mais rapidez e eficiência. Tempo valioso não é perdido resolvendo disputas e conflitos quando há colaboração no local de trabalho.

“E esse processo é simples e nasce sozinho, basta juntar as pessoas? Ledo engano, nós somos competitivos por questões culturais. Serão necessários elementos e ferramentas para estimular, controlar e premiar cooperação e colaboração se ela for importante para o negócio”, finaliza o especialista.

Diretor executivo do PMI para a América Latina participa do penúltimo dia do Colisão Agile Trends, nesta 4ª feira

Ricardo Triana vai falar sobre a visão do PMI em relação ao futuro no evento online que aborda o aprendizado sobre agile, gestão e tendências

O diretor executivo do Project Management Institute (PMI) para a América Latina, Ricardo Triana, é convidado para dar a visão da associação sobre o futuro, nesta 4ª feira, a partir das 11h20, no Agile Trends, evento online que reúne várias sessões com palestras, workshops, keynotes e cases relacionados à Metodologia Ágil.

O Agile Trends acontece até o dia 1º de abril e é voltado para agilistas, gerentes de projetos e interessados, que podem fazer networking, trocar experiências e se atualizar sobre as tendências. Outras informações no site http://agiletrendsbr.com/ .

BC autoriza dois arranjos e uma instituição de pagamentos relacionados ao WhatsApp

O Banco Central do Brasil (BC) concedeu, nesta terça-feira (30/03), autorização para o funcionamento:


a)de dois arranjos de pagamento classificados como abertos de transferência, de depósito e pré-pago, domésticos, instituídos pela Visa do Brasil Empreendimentos Ltda. (Visa) e pela Mastercard Brasil Soluções de Pagamento Ltda. (Mastercard); e

b)de uma instituição de pagamentos na modalidade Iniciador de Transações de Pagamentos pela Facebook Pagamentos do Brasil Ltda. 


Esses arranjos e instituição de pagamentos têm relação com a implementação do programa de pagamentos vinculado ao serviço de mensageria instantânea do WhatsApp (Programa Facebook Pay). As autorizações permitem que ele seja utilizado para realizar a transferência de recursos entre seus usuários. 


As autorizações de hoje não incluem os pleitos da Visa e da Mastercard para funcionamento dos arranjos de compra vinculados ao Programa Facebook Pay, que seguem em análise no BC.

O BC acredita que as autorizações concedidas poderão abrir novas perspectivas de redução de custos para os usuários de serviços de pagamentos.


A relação atualizada dos arranjos integrantes do SPB autorizados pode ser encontrada aqui.

Fonte: Banco Central do Brasil

Grupo Climatempo e Somar Meteorologia se unem para criar a maior empresa de meteorologia do hemisfério sul

O Grupo Climatempo, líder em serviços de meteorologia no Brasil, e a Somar Meteorologia, assinaram ontem uma parceria estratégica na qual a Climatempo adquire 100% da Somar e seus fundadores passam a fazer parte do conselho de administração. Com atuação em diversos segmentos da sociedade, como agricultura, energia, mídia, transporte, mineração, construção, varejo entre outros, a união das duas empresas faz com que a Climatempo tenha condições de ser protagonista global de fornecimento de dados e soluções para os setores produtivos do Brasil e da América Latina. Carlos Magno do Nascimento, fundador e presidente do Grupo Climatempo, permanece no comando da empresa como CEO e Marcos Massari, CEO da Somar Meteorologia, passa a fazer parte do conselho de administração. 

De acordo com Soeren Andersen, CEO da StormGeo, a combinação entre Somar e Climatempo permitirá um melhor atendimento aos clientes da América do Sul, oferecendo uma ampla gama de serviços e desenvolvimento de produtos focados e ágeis. “Na StormGeo, estamos muito entusiasmados com esta transação e damos boas-vindas à Somar, seus fundadores e funcionários.” 

Para Marcos Massari, CEO da Somar Meteorologia, a Fusão da Somar & Climatempo agrega um imenso valor ao mercado. “Certamente juntos seremos mais fortes e competitivos para enfrentar a concorrência dos grandes players internacionais, e assim conquistar o mercado LATAM. Com a fusão teremos o portfólio mais completo do mercado, para melhor atender as necessidades de nossos clientes.” 

A transação completa a transformação da Climatempo que, nos últimos anos, expandiu seu foco para o consumidor final em vários segmentos, apostando na inovação e em tecnologia. Desde 2019, a Climatempo faz parte do Grupo StormGeo, líder global em inteligência meteorológica e soluções para suporte à decisão. Combinando forças, as duas companhias estarão posicionadas de forma única para fornecer inteligência meteorológica inovadora não apenas para o Brasil, mas para toda a América Latina. 

“Iniciamos as negociações com a Somar há alguns meses e nossas conversas foram no sentido de ampliar de forma significativa a nossa atuação B2B. Temos uma grande expertise nas áreas de energia, agricultura e em mídia, e a chegada da Somar vem nos dar ainda mais robustez para avançar junto a estes mesmos segmentos, que as são apostas para 2021, além de nos fortalecer em monitoramento ambiental”, afirma Carlos Magno, CEO da Climatempo. Ele revela também que outra novidade no radar é o lançamento de um produto que faz uso de inteligência artificial para interpretar em tempo real o impacto das variáveis atmosféricas. 

A transação foi assessorada pela STARK, primeira M&ATech do Brasil. “Estamos juntos da Somar desde o princípio da decisão de fazer M&A e a nossa principal preocupação foi encontrar um match alinhado com as expectativas da Somar. A Climatempo foi a escolha perfeita para o sucesso da fusão”, afirma João Vitor Carminatti, CEO da STARK, Assessor de M&A da Transação.

A BRG Capital atuou como consultora do Grupo Climatempo e StormGeo na transação. 

Presidente sanciona lei sobre o Governo Digital e aumento da eficiência pública

Lei dispõe sobre princípios, regras e instrumentos para o aumento da eficiência da administração pública, especialmente por meio da desburocratização, da inovação, da transformação digital e da participação do cidadão

O Presidente da República sancionou ontem, 29, a Lei 14.129, conhecida como “Governo Digital”, que trata sobre princípios, regras e instrumentos para implementação de iniciativas de Governo Digital e para o aumento da eficiência pública, ao estabelecer diretrizes para o ecossistema de governo digital, visando a desburocratização, inovação, transformação digital e a participação do cidadão.

“Na prática, isso significa que o Governo irá oferecer cada vez mais serviços através dos meios digitais, na plataforma única Gov.br, com acesso por computadores ou dispositivos móveis, privilegiando a disponibilização de autosserviço, ou seja, quando o próprio usuário acessa e consome o serviço sem a necessidade de mediação”, afirma Thais Covolato, coordenadora do Comitê de Identidades Digitais da camara-e.net, principal entidade multissetorial da América Latina e entidade brasileira de maior representatividade da Economia Digital.

Para isso, atestados, certidões, diplomas e outros documentos comprobatórios poderão ser emitidos por entes públicos de forma digital com assinatura eletrônica, de acordo com os níveis estabelecidas na Lei nº 14.063/2020: assinatura eletrônica simples, avançada ou qualificada (sendo que esta última é aquela realizada com certificado digital no padrão da ICP-Brasil, com validade jurídico e efeito contra terceiros).

“A Lei do Governo Digital é um ativo que impulsionará a modernização do país em relação à prestação dos serviços públicos de forma eletrônica, sem deixar de prover o atendimento presencial àqueles que não tem acesso aos meios digitais. E, naturalmente, os serviços públicos eletrônicos são uma forma de capacitar e inserir a sociedade na era digital”, finaliza Thais.

Ipea projeta crescimento de 3% do PIB em 2021

Alta está condicionada ao avanço da cobertura vacinal contra a Covid-19 no ano. Para o primeiro trimestre, previsão é de queda de 0,5%

Após uma recuperação de certo modo surpreendente da economia brasileira em 2020, dado o contexto da pandemia de Covid-19, o escopo para a política econômica se contrapor aos efeitos do recente agravamento da crise sanitária neste ano ficou mais restrito. Esse cenário levou o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) a projetar em 3% o crescimento do produto interno bruto (PIB) em 2021, com queda estimada de 0,5% no primeiro trimestre do ano, na comparação com ajuste sazonal.


Além do impacto da pandemia e do endurecimento das medidas de isolamento social por parte de governos estaduais e municipais sobre o ritmo da economia, as previsões para 2021 também levam em conta as incertezas quanto à capacidade de se promover os ajustes nas contas públicas necessários para uma trajetória fiscal equilibrada. Outro fator de risco é a aceleração inflacionária, refletindo a alta nos preços administrados acima do esperado no início deste ano e a desvalorização cambial, com impactos principalmente nos preços dos alimentos e dos bens industriais.
A análise da conjuntura econômica brasileira divulgada nesta terça-feira (30) pelo Ipea aponta que o segundo semestre do ano deve ser marcado pela retomada do crescimento do PIB e pelo aumento da confiança de consumidores e empresários a partir do avanço da cobertura vacinal contra a Covid-19. As hipóteses cruciais desse cenário são que as questões associadas à pandemia já estejam sob controle e que seja possível conter as atuais incertezas fiscais. A questão fiscal, aliás, é analisada em detalhe numa perspectiva de curto e longo prazos a partir da discussão do Orçamento para 2021 e da EC 109, ambos recém-aprovados pelo Congresso.


Para 2022, a projeção é de crescimento de 2,8% do PIB, em um cenário de manutenção da retomada da atividade econômica esperada para o segundo semestre deste ano. Embora o crescimento projetado para 2022 seja um pouco menor que o de 2021, o esforço de crescimento ao longo de 2022 seria maior, pois a base de comparação (o PIB de 2021) é significativamente maior.


O documento contempla uma análise do efeito do preço das commodities sobre a atividade econômica. No Brasil, o peso das commodities no total das exportações no último ano foi de 65%, e a participação no PIB de 12%. Os dados mostram que o aumento do preço das commodities e o crescimento do PIB seguem um padrão muito similar. Sendo assim, espera-se que a atual trajetória de alta dos preços internacionais das commodities contribua positivamente para a retomada da economia brasileira.


Ao mesmo tempo que contribuem positivamente para a atividade econômica, a alta das commodities pressionam a inflação. A estimativa do Ipea para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2021 é de 4,6% de variação. O resultado considera as surpresas inflacionárias adversas no início do ano, especialmente para os preços administrados, bem como o recente período de seca nas principais regiões produtoras de carne e leite. Para 2022, no contexto de uma política monetária mais apertada e sob a hipótese de que as atuais incertezas fiscais sejam controladas, o IPCA deve variar 3,4%.


Os pesquisadores também divulgaram uma nota com os indicadores mensais da atividade econômica, cujo desempenho aponta para acomodação no ritmo de crescimento da economia no primeiro trimestre de 2021. O Grupo de Conjuntura do Ipea estima, para fevereiro deste ano, crescimento nulo na produção industrial, avanço de 0,8% para as vendas no varejo e alta de 0,6% no setor de serviços.
Acesse a Visão Geral da Carta de Conjuntura

Acesse a nota de conjuntura sobre atividade econômica

Projeto piloto da Squid é aprovado no programa da Ambev Tech

A Squid, empresa líder em marketing de influência e comunidades do Brasil, teve seu projeto piloto aprovado no programa “Além”, da Ambev Tech. O objetivo é apoiar as startups brasileiras, impulsionar o seu crescimento e gerar impacto na sociedade, por meio da criação de conexão entre empresas e geração de novos negócios.

A Squid esteve envolvida em um processo criativo, em conjunto com a Ambev, no qual definiram oportunidades, criaram hipóteses e estratégias, bem como as apresentações de propostas do piloto. Por fim, a startup foi escolhida para criar novas soluções de impacto onde vão agregar valor a todo ecossistema da empresa.

Foram três dias de imersão para a cocriação de esboços junto a equipe da Ambev. O planejamento será executado entre os dias 12 de abril e 12 de julho. Para saber mais acesse: http://www.ambev.com.br/alem

TIVIT lança Pitch Day: iniciativa aproxima startups e abre oportunidades para aquisições

A TIVIT, multinacional brasileira e one-stop-shop de tecnologia, está buscando novas parcerias com startups que tenham vontade de transformar ideias em soluções para o mercado. Após a criação da TIVIT Ventures, o seu braço para aquisições com capital de R$ 400 milhões para investimentos até 2025, a companhia anuncia a criação do TIVIT Pitch Day. Trata-se de um espaço para aproximar startups do ecossistema da TIVIT, que, por meio do site https://labs.tivit.com/pitch-day/ permite que empreendedores enviem os seus pitchs com maior agilidade. Com isso, as startups selecionadas poderão ofertar as suas soluções no marketplace de serviços da TIVIT, o que garante acesso à uma ampla gama de clientes para acelerar os seus negócios.

“O Pitch Day nasceu da necessidade de encontrar startups inovadoras para a resolução de problemas do mercado de forma eficiente e ágil”, explica George Bem, CTO, diretor de inovação da TIVIT e responsável pelo TIVIT Labs.  “Com a iniciativa, abriremos uma sessão por mês para conhecer as startups inscritas e que poderão nos apresentar as suas soluções. A prioridade é identificar as que são altamente inovadoras, que trabalhem em modelo SaaS, e tenham interesse em escalar os seus negócios ou dar início a um processo de aquisição”, detalha Eduardo Sodero, Cheif Strategy Officer e head de M&A da TIVIT.

O Pitch Day abre espaço para as primeiras inscrições já em março – o prazo de encerramento é 16 de abril – para a realização da primeira sessão no dia 22 de abril. Para o cadastro, é necessário enviar uma apresentação da startup e esclarecer qual o problema de mercado solucionado. Com a ideia aprovada, cada empreendedor terá um tempo para defender o seu pitch e mais dez minutos para debater a solução com especialistas da TIVIT. 

Como benefício, as startups aprovadas poderão ser incluídas no portfólio de serviços da TIVIT. Ou seja, poderão ofertar as suas soluções para toda a base de clientes da multinacional, uma forma de acelerar os negócios e exponenciar o crescimento. Além disso, caso seja de interesse do empreendedor, ele poderá participar de rodadas de negociações com a TIVIT Ventures, voltada para a aquisição de startups.

Investimento em inovação

O lançamento do Pitch Day é mais um fruto do alto investimento em inovação feito pela TIVIT nos últimos anos. Em 2020, foi lançado o TIVIT Labs, um laboratório de inovação em São Paulo para o desenvolvimento de soluções ainda não encontradas no mercado. A TIVIT Ventures, por sua vez, concentra o investimento de R$ 400 milhões em cinco anos para a aquisição de startups de alta escalabilidade. Com o Pitch Day, a TIVIT reforça a sua inserção no ecossistema de startups, com o objetivo de estimular a criação de negócios inovadores no Brasil.

Mais informações sobre o Pitch Day estão no link: https://labs.tivit.com/pitch-day/ 

Instituto aponta principais tendências em capitalismo consciente

ESG, modelo de trabalho híbrido e saúde mental serão protagonistas das discussões este ano, segundo o Instituto Capitalismo Consciente Brasil 

Com as restrições impostas pela Covid-19, as empresas vêm adotando novos olhares para a relação com todos seus stakeholders, com o objetivo de minimizar os efeitos da pandemia e humanizar os negócios. Neste cenário, o Instituto Capitalismo Consciente Brasil (ICCB) enxerga o fortalecimento de algumas tendências para 2021 no que diz respeito à gestão e posicionamento das companhias.

“Todos os anos observamos alguns assuntos que permeiam o mercado e entendemos que a pandemia poderá catalisar práticas empresariais estruturadas nos pilares propósito, equidade, valores e liderança. Precisamos, mais do que nunca, construir relações mais saudáveis com toda a cadeia produtiva e diminuir a desigualdade. Nesse sentido, entendemos que ESG, a oficialização do modelo híbrido de trabalho e o viés da saúde mental serão os principais tópicos de discussão nas empresas”, argumenta Hugo Bethlem, chairman do ICCB.

Modelo híbrido de trabalho

A sensação de não ‘trabalhar em casa’, mas sim de ‘dormir no emprego’ se tornou uma verdade para muita gente, pois as pausas no trabalho presencial foram eliminadas pela ementa de vídeo conferências e confusão das atividades profissionais, escolares e familiares, não permitindo criar rotinas claras. Somada à necessidade humana de ter convivência visceral, o home office, antes tão sonhado e desejado, está causando desgaste mental e emocional em muitas pessoas. 

“Um estudo da Microsoft mostrou que 78% das pessoas em home office estão com desgaste de sua saúde mental, física e emocional e até espiritual. Quando falamos de um modelo híbrido de trabalho é muito importante separar em dois momentos: o atual, onde ainda vivemos e viveremos por um longo tempo a pandemia, onde há a permanente ameaça de lockdowns (para salvar vidas) e nos restringe o direito de escolher se vamos trabalhar ou estudar presencialmente ou ficarmos em casa on-line. E o momento pós-pandemia, que será quando mais de 80% da população estiver vacinada e, a decisão de trabalharmos onde quisermos será nossa”, complementa Bethlem.

ESG

A sigla ESG (em inglês Environment, Social and Governance), diz respeito a três fatores na medição da sustentabilidade e impacto social de uma empresa: ambientais, sociais e de governança. Esta avaliação considera que o lucro é consequência do propósito verdadeiramente vivido pela empresa com valores e um líder consciente, que pratica e alinha todos stakeholders nesse propósito.  

Na visão do chairman do ICCB, o termo deveria ser GSE, com Governança em primeiro lugar, para garantir a veracidade, a transparência e a sustentabilidade de todas as ações no Social e, consequentemente, no Ecossistema Ambiental. 

“Ter governança é pensar e agir sempre orientado para o propósito do negócio, não importando a circunstância. Acreditar no papel em ‘servir’ os seus stakeholders gerando oportunidades e riqueza para todos, enquanto trabalha na maximização do retorno ao seu acionista é fundamental. Também é importante frisar que o Social deve começar dentro da companhia, analisando e perguntando: pagamos o máximo e justo que poderíamos para proporcionar a dignidade mínima para cada colaborador? Encaramos de frente os desafios de diminuir a desigualdade de gênero, raça, LGBTQIA+, PCD, remuneração, condições de trabalho? Depois de pensar nestas questões e nas pessoas, podemos incluir a comunidade que nos recebeu e da qual fazemos parte”, explica Bethlem.

Saúde mental

Frente a um cenário de pandemia, com o isolamento social recomendado por governos e pela Organização Mundial da Saúde, é fundamental o olhar humanizado para o bem-estar mental das pessoas. A solidão causada pela restrição de contato físico tem levantado esta preocupação.

Ainda segundo Bethlem, há muitos desafios sendo enfrentados, tanto individualmente como coletivamente, principalmente em um país tão desigual quanto o Brasil. “As empresas precisam ter um líder consciente que amenize os problemas que afetam o emocional e a performance das pessoas, e entenda o momento conturbado que estamos vivendo. Promover ações de autocuidado e buscar uma rotina mais leve são alguns dos detalhes que podem fazer muita diferença na vida de quem está com ansiedade ou sofrimento psicológico. Além disso, é importante criar uma rede de confiança e compreensão dentro das empresas, pois este é um momento bastante intenso e incomum. O senso de comunidade, de pertencimento, de uma cultura forte dentro das companhias é uma das chaves de manter a saúde mental e a produtividade em tempos de isolamento. Mas esse CEO não foi treinado para esse momento e precisa também de ajuda”, finaliza o chairman do Instituto Capitalismo Consciente Brasil.

KPMG: consumidor brasileiro ficou mais crítico e digital na pandemia

A ampla maioria (94%) dos consumidores brasileiros que mudaram seus comportamentos de compras durante a pandemia pretendem continuar usando sites de e-commerce, plataformas online ou market places daqui para frente. Além disso, a maioria deles (80%) valorizam substancialmente a qualidade da experiência digital que mantêm com as empresas. Essas são algumas das conclusões da terceira edição da pesquisa “Me, my life, my wallet” (Eu, minha vida, minha carteira), conduzida pela KPMG com mais de 18 mil consumidores de 16 países, regiões e jurisdições.

O conteúdo também revelou que praticamente metade (53%) dos consumidores brasileiros consideram o cumprimento das regras da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) uma prioridade nos relacionamentos online. Outro dado é que um terço deles (31%) atualizaram suas configurações de privacidade de mídias sociais antes da pandemia, percentual que aumentou para 38% posteriormente.

“Os canais digitais são cada vez mais relevantes para as empresas. Contudo, essa presença digital deve estar baseada em prioridades, como segurança, confiança e experiência positiva do consumidor, a qual demanda elementos logísticos e tecnológicos altamente eficientes. No futuro breve, muitos negócios vão se concentrar nos ambientes digitais. Para tanto, as empresas devem investir mais em tecnologia para criarem e oferecerem experiências relevantes e personalizadas para consumidores cada vez mais exigentes. As que tiverem sucesso nesta jornada certamente estarão à frente da concorrência no mercado e nos negócios”, afirma Fernando Gambôa, sócio-líder de Consumo e Varejo da KPMG no Brasil e América do Sul.

Ainda sobre a realidade brasileira, os dados revelam que a maioria (81%) dos entrevistados estão atualmente comprando mais online, enquanto mais da metade (58%) estão usando tecnologias diferentes das que estavam acostumados. Além disso, as visitas às lojas de varejo tradicionais caíram 70%, com 56% das pessoas usando mais e-commerce de varejistas tradicionais para compras e 53% acessando plataformas ou mercados online.

Os brasileiros também estão mais confiantes na eficiência e credibilidade do comércio online. No varejo não alimentar, 57% dos entrevistados continuarão sendo consumidores digitais após a diminuição das restrições, com 39% considerando que as compras online são mais rápidas e oferecem mais variedade. Outro dado é que a segurança digital é tão fundamental que o número de pessoas que se recusam a fornecer dados pessoais aumentou. Estas pessoas representavam 9% dos entrevistados antes da pandemia, aumentando posteriormente para 13%.

“A pandemia mudou para sempre os comportamentos dos consumidores. Eles estão mais seletivos em suas decisões. Os critérios deles são mais complexos e, antes de comprarem produtos e serviços, analisam marca, propósito, reputação, segurança, conveniência, integridade e confiabilidade. Outro dado é que a pandemia fez com que empresas que de fato colocam os consumidores no centro do negócio e das estratégias se diferenciassem dos concorrentes. As empresas mais adaptadas à nova realidade terão resultados melhores, e prever o comportamento do cliente é determinante para a construção de relações positivas e rentáveis”, afirma Augusto Puliti, sócio-líder de Experiência do Cliente da KPMG no Brasil.

Sobre dados globais, a pesquisa da KPMG também evidenciou que: 90% dos consumidores estão dispostos a pagar mais a um varejista ético; 80% preferem comprar de marcas com ações que se alinham às suas crenças e valores; 49% estão mais concentrados em poupar do que em gastar; 40% preferem perder a carteira do que o telefone celular; 40% das crianças gastam, em média, uma a duas horas por dia com o celular; 34% dos consumidores de 10 a 14 anos de idade têm acesso a um telefone móvel; e 33% estão preocupados com a saúde pessoal, com 86% se concentrando mais em saúde e bem-estar.

O conteúdo está disponível na íntegra no link – http://assets.kpmg/content/dam/kpmg/xx/pdf/2021/02/me-my-life-my-wallet.pdf

Genial Investimentos otimiza gestão de equipe em trabalho remoto

A Genial Investimentos, plataforma que facilita o acesso ao mercado financeiro no Brasil, investiu em novas formas de gerir a equipe de forma remota. Desde 2020, a empresa, que possui mais de 300 mil clientes e mais de 45 bilhões de reais em ativos, opera com métricas e análises de dados geradas pelo IBIS – Instant Business Intelligence Server, para otimizar a administração e a tomada de decisões estratégicas para a empresa.

Alinhado às necessidades alavancadas pela pandemia de um monitoramento preciso e eficaz do trabalho remoto, a Instant Solutions desenvolveu o IBIS com o objetivo de ampliar a capacidade de análise de dados nas empresas. A ferramenta, atualmente utilizada por 30 colaboradores da área de atendimento da Genial Investimentos, oferece uma série de painéis que otimizam o gerenciamento da equipe, como os principais indicadores de operações [chamadas em curso, em fila e em atendimento, URA, nível de serviço, entre outros].

Além disso, é possível gerar gráficos da evolução das operações e filtrar as métricas por departamentos ou até mesmo verificar os índices de cada colaborador. A ferramenta, por registrar o horário de login nas máquinas remotas, funciona também como um dispositivo de gestão de jornada de trabalho. “Nosso propósito é democratizar o mundo dos investimentos para o brasileiro, e utilizar o IBIS, além de otimizar a gestão da equipe, nos possibilita um melhor planejamento, antecipação de problemas, análise e entendimento das demandas dos clientes”, pontua o head de Atendimento ao Cliente da Genial Investimentos, Bruno Máximo.

Para o fundador e diretor-executivo da Instant Solutions, Paulo Mannheimer, “Investir em comunicação corporativa é investir também nos colaboradores. Optar por ferramentas personalizáveis que otimizem a gestão do quadro de colaboradores em trabalho remoto é uma forma de aumentar a produtividade, melhorar a satisfação da equipe e dos clientes, e fazer escolhas mais assertivas para o negócio”.

Como tornar sua empresa mais atraente para profissionais de tecnologia?

Por Diego Barbosa, gerente da Yoctoo

Os profissionais de TI nunca foram tão demandados quanto agora. Com a pandemia, a tecnologia se tornou a única forma de muitas empresas continuarem operando. Logo, a demanda por esses profissionais – que já era alta – ficou ainda maior.

Mesmo formando mais de 46 mil profissionais por ano, esse número está longe de ser suficiente. Como consequência, esses profissionais estão escolhendo seus empregos, fazendo com que as empresas precisem se esforçar muito mais para se tornarem atraentes.

Como trabalho com recrutamento e seleção de TI há muitos anos, estou em contato direto com eles e sei exatamente quais costumam ser suas maiores exigências no momento de avaliar novas oportunidades de carreira. Por isso, listei aqui cinco dicas preciosas de como chamar a atenção desses profissionais:

#1 CAPACITAÇÃO – Crie um ambiente de aprendizagem: Profissionais de TI gostam de estar por dentro das novidades – e tem sempre uma ferramenta, uma plataforma ou mesmo uma tecnologia totalmente nova. Então, é imprescindível que a empresa ofereça oportunidades para que eles estejam sempre em contato com o que existe de mais recente nessa área. Eles realmente levam muito a sério a ideia de estudar continuamente. A empresa tem que ser uma escola. É preciso proporcionar espaços de capacitação, seja internamente ou mesmo por meio da oferta de bolsas para cursos de especialização. Existem diversos cursos específicos voltados para as mais diversas áreas de TI que podem contribuir para a profissionalização desses profissionais e prepará-los para as demandas e exigências do mercado. É preciso investir nisso.

#2 BRANDING – Construa uma boa marca: Um levantamento feito pela Fundação Escolar mostrou que para 55% dos líderes das empresas, a competição com grandes organizações de tecnologia é um dos maiores desafios no recrutamento e retenção desse tipo de profissional. Muitos sonham em trabalhar nas big techs, que tem a tecnologia em sua atividade principal. Então, se sua empresa não é desse meio, o melhor a fazer é criar uma boa estratégia de marca, mostrando o quanto a área é relevante e valorizada pela empresa. Apresente grandes projetos com tecnologia de ponta, como e-commerces e ações de transformação digital, evidenciando que a empresa tem uma mentalidade voltada à inovação.

#3 EMPLOYER BRANDING – Invista em uma experiência de marca: Uma vez que sua empresa tenha conseguido contratar bons profissionais de TI, outro grande desafio é retê-los. Para isso, é importante investir na jornada do colaborador, mostrando o quanto a empresa trabalha para que ele viva experiências memoráveis em sua carreira. Crie projetos envolventes, que despertem o desejo de participar, de contribuir para a construção de algo realmente valioso e relevante não só para a empresa, como para a sociedade como um todo. É necessário criar engajamento e ser coerente com o propósito da organização. Para isso, o RH tem um papel fundamental, atuando positivamente no clima organizacional.

#4 JORNADA – Ofereça um bom plano de carreira: Com tantas vagas e poucos profissionais capacitados disponíveis, é natural que os salários fiquem inflacionados. Óbvio que uma boa remuneração faz diferença, mas um plano de carreira atrativo não quer dizer apenas cifras elevadas. É importante que a empresa ajude o colaborador a visualizar seu crescimento ali dentro, quais serão os degraus que irá subir e o que ele irá ganhar, aprender e contribuir durante sua jornada ali dentro. É importante dizer também que esses profissionais tendem a valorizar a flexibilidade de horários, o home-office e principalmente, uma proposta clara de crescimento profissional, tanto do ponto de vista da aprendizagem quanto da remuneração. Muitas empresas apostam em altos bônus e até em ações da companhia, despertando o intraempreendedorismo e uma remuneração com base em resultados.

#5 MISTURE-SE – Interaja e seja parte das comunidades: A melhor forma de se manter no radar dos profissionais de TI é estar onde eles estão. É importante interagir com a comunidade por meio de hackathons, que são verdadeiras maratonas de programação; Meetups, encontros que promovem a troca de experiências, cases e boas práticas ligadas a interesses em comum e os Bootcamps, que são treinamentos imersivos que visam o desenvolvimento de habilidades em diversas áreas, entre outros tantos caminhos. É preciso mostrar que a empresa, mesmo que não tenha tecnologia como sua atividade principal, investe fortemente na área e está preocupada com o constante desenvolvimento desses profissionais. Ter líderes inspiradores, que estão sempre em evidência, seja nos eventos ou universidades, é um atrativo e tanto para eles.

A dificuldade em contratar profissionais de TI qualificados é uma realidade, mas não desanime! Se sua empresa tiver uma forte cultura de inovação, as chances de atrair profissionais mais qualificados são maiores. Tenha em mente o que esses profissionais valorizam e trabalhe para que eles saibam que sua empresa tem tudo o que eles desejam para ter uma carreira brilhante.