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Alcatel-Lucent Enterprise e Roost expandem negócios no Brasil

Alcatel-Lucent Enterprise* (ALE), fornecedora líder em soluções de comunicações, redes e nuvem adaptadas aos diversos setores da indústria; e a Roost, empresa nacional de tecnologia especializada em edge computing, automação IoT, networking e segurança cibernética, acabam de fechar parceria para fornecer sistemas em todo o território nacional. Juntas, ALE e Roost atenderão empresas de todos os portes nas verticais de indústria, finanças, saúde, telecomunicações, mídia e entretenimento, energia, defesa, governo, varejo, educação, transporte e logística.

Organização com mais de 35 anos de experiência, quando se chamava Redisul, a Roost se especializou em integrar redes corporativas e hoje tem em seu portfólio sistemas com foco em smart Cities, Smart Companies, Security Operations, Connected Things, Hyper-Converged, Edge e IoT. “Estamos honrados com essa parceria. Acreditamos que as soluções que oferecemos atendem a diversos tipos de demandas que o mercado busca nesse momento em que fomos tomados pela transformação digital. Junto com a Alcatel-Lucent Enterprise vamos desenvolver projetos inovadores, não há dúvidas”, afirma Eliezer Silveira Filho, Managing Director da Roost.

A Alcatel-Lucent Enterprise está em processo de ampliação da base de parceiros no Brasil. “Acreditamos no grande potencial da Roost como canal especializado em redes de dados. Vamos dispor de todo nosso portfólio de soluções e oferecer ao seu time todo o treinamento e suporte necessários para implantação de soluções que promovam a transformação digital”, comemora Sinclair Fidelis, country manager da Alcatel-Lucent Enterprise no Brasil.

A ferramenta de comunicação e colaboração corporativa da ALE, a plataforma Alcatel-Lucent Rainbow™, será um dos fortes diferenciais para soluções em que a Roost desejar oferecer recursos como uso de chat, áudio e vídeo para manter colaboradores sempre conectados, em qualquer lugar, com diversos tipos de dispositivos. Rainbow é uma plataforma de Comunicação como Serviço (CPaaS) baseada em nuvem com arquitetura aberta que opera por meio de um aplicativo em desktops e smartphones. De acordo com Fidelis, “esse é o primeiro passo para o conceito de comunicações unificadas, o que exige uma infraestrutura de TI preparada para a enorme demanda da carga gerada por funcionários que usam cada vez mais dispositivos móveis e aplicações no ambiente de trabalho”.

Motorola abre 45 vagas para profissionais de tecnologia em Jaguariúna, SP

A Motorola está expandindo sua área de P&D e abriu neste mês 45 vagas para atuação no escritório de Jaguariúna, no interior de São Paulo, para atuação em Software Development nas áreas de Mobile Security, Imaging Processing, Câmera, Artificial Intelligence entre outras.

Há vagas para todos os níveis (júnior, pleno e sênior) e os profissionais devem ser formados em Engenharia da Computação, Ciências da Computação, Matemática, Análise e Desenvolvimento de Sistemas e áreas correlacionadas. 

Entre os pré-requisitos, é necessário conhecimento e experiência em Desenvolvimento Web e Mobile, Segurança da Informação, Fotografia Computacional, Engenharia de Software e/ou Arquitetura de Soluções, além de inglês em nível avançado/fluente. O prazo de inscrição é indeterminado – até que todas as posições anunciadas sejam ocupadas. 

“Queremos atrair talentos que sejam apaixonados por tecnologia. Profissionais atualizados que acompanhem as tendências do nosso mercado e que possam nos trazer visões diferentes para as áreas de pesquisa e desenvolvimento. Buscamos pessoas com olhar atento aos novos comportamentos de consumo e que tenham o desejo de fazer a diferença em uma empresa global que respira inovação e oferece oportunidades de crescimento”, afirma Ana Paula Cavioli, diretora de RH da Motorola para a América Latina.

Para saber mais informações sobre as vagas abertas, os interessados podem acessar o site: https://jobs.lenovo.com/en_US/careers

Como uma empresa focada em inovação e inclusão, a Motorola respeita e encoraja a diversidade em todas as contratações.

Mercado Livre ultrapassa a marca de 10 mil colaboradores no Brasil e irá contratar mais de 6 mil pessoas até o final deste ano

O Mercado Livre, empresa líder em tecnologia para o e-commerce e serviços financeiros da América Latina, ultrapassou a marca de 10 mil colaboradores diretos no Brasil. A expansão no quadro acompanha o crescimento exponencial da empresa, principalmente nas operações de logística, tecnologia e serviços financeiros. Determinado a criar as melhores equipes com a maior diversidade possível, o Mercado Livre celebra ainda já ter superado no mês de junho o objetivo de contratação de ao menos 2,5 mil pessoas negras em 2021. A companhia, que fechou 2020 com cerca de 4,9 mil funcionários, deve terminar este ano com mais de 16 mil colaboradores diretos.

Mais de 6 mil posições, portanto, serão gradualmente preenchidas até o mês de dezembro. “Apesar do momento desafiador, estamos crescendo e apoiando a reconstrução econômica ao gerar renda para muitos empreendedores e oportunidade para diferentes profissionais”, destaca Patrícia Monteiro, diretora de People do Mercado Livre no Brasil. “Os programas de educação e formação profissional, que realizamos em todas as regiões, aceleraram esse processo e trouxeram ainda mais diversidade para as nossas equipes”, completa. Os mais de 10 mil colaboradores estão espalhados por todo o país, em 129 localidades diferentes (sites do Mercado Livre e parceiros), devido à expansão da malha e serviços logísticos nos últimos meses.

Acima das expectativas

Com o avanço de seu ecossistema de negócios e a incorporação de algumas operações logísticas terceiras, o Mercado Livre ajustou a expectativa anunciada no mês de abril, quando estimava encerrar 2021 com 12 mil funcionários. “Dentre os objetivos superados pela nossa equipe de recrutamento e seleção, consideramos particularmente importante termos atingido, já na metade do ano, a intenção de ampliar a população de pessoas pretas e pardas em nossa companhia”, ressalta a executiva. Das mais de 2,5 mil já integradas ao time, 52% são mulheres, muitas das quais assumindo posições de liderança.

“Sabemos que ainda temos um longo caminho pela frente, mas estamos conquistando importantes resultados de inclusão e equidade. Temos um amplo ecossistema e, por isso, investimos na construção de uma cultura forte e abrangente, que contribui com a nossa ambição de ser a empresa mais diversa do país e da América Latina”, conclui Patrícia.

Informações sobre vagas no Mercado Livre podem ser encontradas no site da companhia.

ODATA expande equipe e tem previsão de novas vagas na América Latina até o fim do ano

A operação da ODATA no Brasil e demais países de atuação na América Latina segue em expansão e com isso, novas vagas estão sendo abertas no estado de São Paulo. Atualmente, a provedora brasileira de serviços de data center conta com três empreendimentos em operação no Brasil, um na Colômbia e em expansão para o México e Chile. No Brasil, são seis vagas abertas para as áreas comercial e de engenharia e infraestrutura, além de uma vaga de estágio. Somadas às oportunidades no México, Chile e Colômbia, serão 36 oportunidades de trabalho oferecidas pela ODATA. 

O setor comercial está com vaga para Analista de pós-vendas, que vai realizar o atendimento ao cliente, assegurando a entrega e a qualidade das soluções contratadas. Um dos principais requisitos é o segundo mais falado no planeta, atualmente: o Mandarim, em nível avançado. Outro idioma, o inglês é desejável. Esse profissional será a interface com as equipes internas (Comercial, Implantação e Financeiro) e deve exercer participação e liderança em reuniões de kick-off de projetos e outras atividades com o cliente. Também deverá apoiar a equipe de vendas, identificando novas oportunidades de negócios. Para esta vaga, a ODATA procura graduandos em Administração, Engenharia, Projetos ou áreas correlativas. 

Apoiar o coordenador de infraestrutura na gestão técnico-administrativa das obras de novos data centers é uma das responsabilidades da vaga para Engenheiro de Infraestrutura e Administração de Obras. Entre as principais funções, estão ainda a administração de contratos, medições e gestão de pagamentos de empreiteiros na construção. Para esta vaga, o candidato deve ter graduação nos cursos de Engenharia Elétrica, Mecânica, Mecatrônica ou Civil. Para as vagas nacionais, os candidatos podem enviar o currículo para o e-mail: recrutamento@odatacolocation.com 

E as possibilidades não estão limitadas a vagas com alto nível de experiência. A retenção de novos talentos também é um ponto importante para a ODATA. Uma das principais características da empresa para esses jovens é a rotina de trabalho ampla, que permita trocas entre times de diferentes áreas, motivando as pessoas a conhecerem mais partes do processo, e do negócio, de forma geral. 

“O processo de aprendizado fluiu muito bem, de forma a agregar diversas frentes de conhecimento. Além das especificações técnicas da área, acredito que aprendi com a forma profissional de tratar as diversas situações de trabalho. Além disso, adquiri conhecimento de outras áreas devido ao trabalho interligado entre os times”, destaca Victor Hajime Iwasaki, ex-estagiário da área financeira e contábil no Brasil e atualmente Coordenador Financeiro e Administrativo na ODATA no México. 

Além de se redescobrir e aprender coisas novas sobre o próprio trabalho, é importante, também, visualizar que há oportunidades de avançar na carreira, que há perspectivas, podendo se ver na empresa a médio ou longo prazo. 

“A empresa oferece muitas oportunidades e reconhece o nosso esforço! Almejo colaborar com os resultados e crescimento da ODATA através da minha experiência, e assim me tornar cada vez mais competente e reconhecida pela minha função, tendo sempre qualidade de vida”, comenta Paola La Selva, 25 anos, que iniciou na empresa como estagiária na área jurídica e hoje ocupa o cargo de Advogada Pleno na ODATA. 

Para os interessados em estagiar da ODATA aqui no Brasil, a empresa busca estudantes que queiram atuar em novos negócios. A vaga está disponível em: vagas.com.br/v2240584 

Em Santana de Parnaíba (SP), duas oportunidades para Operador de BMS estão abertas. Esses profissionais devem garantir o monitoramento das atividades que ocorrem no data center, a fim de assegurar a disponibilidade e o bom funcionamento dos sistemas, reportando situações de alarmes, acompanhando manutenções, manobras e testes via BMS. Entre os requisitos, além do Técnico ou Tecnólogo em Automação, Mecatrônica, eletrônica ou Elétrica, estão os conhecimentos em monitoramento BMS, topologia de rede de TI e automação de data center. Pelo perfil da ODATA no LinkedIn é possível obter mais informações e se candidatar às vagas. 

“Buscamos talentos capacitados e interessados em crescer profissionalmente em uma empresa de data centers brasileira. Além das possibilidades de vagas no Brasil, nosso momento de expansão vai demandar reforços dos nossos colaboradores na América Latina, especialmente no México, onde a previsão total é de 23 vagas até o final do ano”, destaca Bianca Moreno, Gerente de Recursos Humanos da ODATA. 

No México, as vagas abertas, em destaque, são para Analista de Redes Sênior, Analista de Infraestrutura de TI, Técnico de Redes e Telecom e Técnico Elétrico. Os currículos podem ser enviados para o endereço: reclutamiento.mexico.ext@odata.mx

Entre as vagas abertas e as que serão trabalhadas, espera-se que a ODATA chegue a 36 novas posições até o fim de 2021: além das 23 oportunidades previstas para o México, há seis no Brasil, cinco no Chile e duas na Colômbia. 

BMW Group Brasil cria sistema de recarga para carros elétricos alimentado por energia solar

O BMW Group Brasil, dentro da sua estratégia de pioneirismo em mobilidade elétrica e comprometimento com a sustentabilidade, desenvolveu um projeto experimental, no qual criou uma estação de abastecimento para veículos elétricos completamente desconectada da rede pública de energia. O desenvolvimento foi feito por um time multidisciplinar do BMW Group Brasil e parceiros locais. Além do Centro de Pesquisa Estratégica em Energia Solar da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), também estão envolvidos no projeto o Grupo Solvi, que coleta as baterias usadas nas concessionárias da marca, e a Energy Source, especializada na fabricação e montagem de sistemas de armazenamento de energia com baterias usadas e, posteriormente, recicladas.

“O futuro da mobilidade premium será elétrico e o desenvolvimento de uma infraestrutura é essencial. Com este novo projeto, podemos ter uma solução totalmente ecológica e única que permitirá aos clientes abastecerem as baterias de alta voltagem de maneira limpa em suas instalações”, afirma Márcio Fonseca Filho, Diretor de Suporte ao Cliente do BMW Group Brasil.

O sistema de recarga foi criado a partir das baterias usadas e retiradas de diferentes unidades do BMW i3, primeiro modelo totalmente elétrico vendido no Brasil. O veículo foi desenvolvido com uma bateria de alta voltagem formada por diversos módulos, que permitem rápido acesso e troca individual de cada módulo em eventual necessidade de reparo. No caso de necessidade específica de substituição, as baterias podem ser reutilizadas para esta solução de recarga, antes de serem recicladas.

O funcionamento da estação de carregamento compreende oito conjuntos de painéis solares que transformam a energia do sol em eletricidade, que, por sua vez, é armazenada no banco de baterias usadas, formado por seis módulos. Os módulos são acoplados a um inversor que, além de monitorar a energia produzida, alimenta veículos elétricos por meio de um carregador do tipo BMW Wallbox.

Os primeiros testes foram satisfatórios, aumentando em 100km a autonomia de um veículo elétrico após duas horas de recarga. Esse resultado permite avançar na ideia do uso de unidades móveis de recarga em eventos ou até mesmo em locais distantes, desprovidos de acesso à rede elétrica pública. Além disso, novos testes já estão planejados para aumentar a capacidade de armazenamento de energia e diminuir consideravelmente o tempo de recarga.

Outro benefício direto é a utilização da energia solar e a extensão da vida útil das baterias elétricas dentro do conceito de economia circular. “O BMW Group considera a sustentabilidade um pilar essencial do seu negócio. Mesmo o Brasil dispondo de uma matriz energética, em sua maioria renovável, como a hidrelétrica, queremos impulsionar fortemente projetos de uso de recursos renováveis já disponibilizados pela natureza por meio, por exemplo, da viabilização de um novo ciclo de vida de nossas baterias de alta voltagem alimentados por energia solar”, comenta Vivaldo Chaves, Diretor de Operações do BMW Group Brasil.

O projeto da estação de reabastecimento de carros elétricos ainda está em fase de testes. O BMW Group, que evitou o descarte dos módulos usados de bateria, passou a aproveitá-los no Brasil. Essa ação reforça o compromisso da empresa de se responsabilizar pelo futuro da mobilidade sustentável. Até 2030, a empresa vai reduzir a emissão de CO2 por veículo em 80% na produção, 40% no uso e em 20% nos fornecedores, quando comparado com 2019.

Segurança cibernética: a prioridade do futuro

Diante do aumento acelerado de fraudes cibernéticas no mundo, o investimento em segurança digital é uma prioridade que consumidores e empresas devem adotar. Uma das premissas da Mastercard é a adoção de tecnologias de ponta nas realizações de pagamento, a fim de ajudar a reduzir os níveis de fraude e garantir uma melhor experiência ao consumidor. De acordo com o New Payment Index, 83% das pessoas planejam usar pelo menos um método de pagamento emergente no próximo ano na América Latina; por esse motivo, é importante que cada vez mais pessoas possuam uma identidade digital (ID) – uma ferramenta-chave e uma maior oportunidade para gerar confiança digital e combater a fraude global.

A aposta da Mastercard é na criação de um ecossistema de identidade digital reutilizável (ID) que permita a instituições e indivíduos realizarem transações fáceis, rápidas e confiáveis. O acesso a uma identidade digital trará novas experiências para o consumidor na interação com empresas, prestadores de serviços e suas comunidades digitais, originando práticas de compra online mais eficientes e processos mais transparentes no momento de abrir uma conta bancária ou gerenciar os impostos – simplificando o uso de e-mail, redes sociais e plataformas de entretenimento, proporcionando ao usuário controle de seus dados. Da mesma forma, ainda será possível reduzir o risco de fraude e o roubo de identidade.

A identidade digital é uma parte crítica da abordagem de proteção em várias camadas da Mastercard para a segurança. Em 2019, a empresa introduziu um novo marco sobre como as interações digitais devem evoluir e como a identidade digital promoverá confiança, colaboração e crescimento econômico. Este marco é agora utilizado em vários setores, de educação até viagens e saúde. Confiança é o ingrediente chave para conduzir transações de comércio digital – e, para alcançar essa confiabilidade, é imprescindível e fundamental criar uma ID capaz de provar quem somos, bem como se o usuário está interagindo pessoalmente, online ou por aplicativo.

O mesmo relatório New Payments Index apontou que o uso de pagamentos biométricos, parte integrante do modelo de segurança em várias camadas da Mastercard, inspira mais confiança entre os consumidores.

 O entusiasmo com o uso da tecnologia de dados biométricos tem crescido na América Latina no último ano pela segurança e comodidade que isso acarreta. Por exemplo, 68% dos latino-americanos estão interessados em usar verificação biométrica para a realização de compras – como impressões digitais ou análise da mobilidade do consumidor. Além disso, 66% deles indicaram que se sentem mais seguros com tecnologias biométricas do que com a introdução de um PIN para verificar uma compra.

“O uso de serviços digitais aumentou devido à pandemia de Coronavírus. Ao mesmo tempo, os golpes, fraudes e ataques cibernéticos contra pessoas e empresas também cresceram. Com isso, a segurança digital ganhou ainda mais relevância para consumidores e organizações, e será um aspecto crítico para o futuro. Investir em segurança e estabelecer parceria com nossos clientes para ter o mais alto padrão de segurança em nosso ecossistema sempre foi a premissa da Mastercard”, afirma Estanislau Bassols, Gerente Geral da Mastercard Brasil. “Como uma empresa de tecnologia, temos soluções completas que vão além dos cartões e que podem contribuir ativamente para as estratégias de negócios de empresas de diversos setores e de todos os portes”, conclui.

Ao longo do último ano, à medida que os consumidores passaram a realizar mais compras online – buscando soluções que tragam mais comodidade e confiança -, os golpistas também aumentaram suas atividades, desencadeando fraudes, golpes e ataques cibernéticos contra indivíduos e empresas. De golpes criativos com criptomoedas a vídeos convincentes de deepfake, o crime cibernético cresceu rapidamente: um relatório da McAFee, realizado em colaboração com o Centro de Estudos Estratégicos Internacionais (CSIS), concluiu que em 2020 o cibercrime custou 1 bilhão de dólares à economia global (pouco mais de 1% do PIB mundial). Este valor representou um acréscimo de mais de 50% em relação ao estudo realizado em 2018, que estimava na época perdas de cerca de 600 bilhões de dólares. Outro relatório, da Nudata Security, mostrou que os ataques a celulares no primeiro semestre de 2020 tiveram um crescimento de 55%, e que as instituições financeiras foram as vítimas dos ataques mais sofisticados.

Em abril de 2021, a Mastercard anunciou a compra da Ekata, empresa especializada em verificação de identidade. Com esta recente aquisição, a Mastercard redobra sua missão de habilitar um ecossistema digital mais seguro que possa proteger os pagamentos e, de forma mais ampla, proteger toda e qualquer interação digital, mesmo que não seja uma interação financeira.

Hathor Network assina acordo que visa alcançar 100% de energia renovável no setor cripto até 2025

A Hathor Labs, empresa criada pelos fundadores da Hathor Network, é a nova signatária do Acordo Cripto Climático (CCA, na sigla em inglês), um grande pacto de empresas para descarbonizar o setor de Blockchain e cripto. Com isso, a rede se compromete a zerar, até 2025, o uso de fontes fósseis na mineração de criptomoedas.

A iniciativa está em linha com o Hathor Green, programa que engloba as áreas ambiental, social e de governança da startup e prevê a bonificação de mineradores que utilizam fontes renováveis no processo de obtenção de bitcoins combinada com o token nativo HTR. Podem participar mineradores individuais ou profissionais não apenas de bitcoin, mas de todas as moedas baseadas no algoritmo de mineração SHA256d, desde que a atividade também esteja com a mineração compartilhada habilitada na Hathor Network.

“Fazer parte do Acordo Cripto Climático é um passo muito importante dentro da trajetória da Hathor Network. Como trabalhamos com mineração combinada, sabemos que para gerar nosso token nativo (HTR) a emissão de gases é ínfima, mas estamos assumindo nosso compromisso no que tange a ajudar a reduzir esse efeito na mineração de bitcoins. Quanto mais renovável for a matriz energética, melhor será para o futuro do nosso planeta”, afirma Guto Milano, head de Marketing da Hathor.

A Hathor Network utiliza um mecanismo de consenso híbrido criado pelo engenheiro Marcelo Brogliato, CTO da startup, durante seu PhD. Nele, as novas transações feitas na rede recebem confirmações tanto diretamente de transferências prévias (DAG), quanto de blocos minerados a partir do método Proof-of-Work (blockchain). Além disso, a rede agrega outras vantagens, como transações sem taxas, tecnologia avançada que permite até 300 transferências por segundo (com capacidade futura de ampliação) e criação de novos tokens de maneira rápida e simplificada.

Acordo

O CCA foi inspirado pelo Acordo Climático de Paris e reúne organizações da indústria cripto que informam, desenvolvem, testam e implementam novas soluções que aceleram a transição para energia renovável. O acordo oferece um espaço aberto para enfrentar desafios, reunir requisitos, apresentar soluções, compartilhar aprendizados e promover as melhores práticas do setor. Energy Web, Aliança para Regulação Inovadora, RMI e o Fórum Econômico Mundial convocaram várias atividades em apoio ao acordo, que já conta com mais de 150 signatárias, entre elas Ripple, Consensys e Tezos, entre outras.

O objetivo geral do Acordo da Criptografia Climática é descarbonizar a indústria cripto global, priorizando a gestão climática e apoiando toda a transição até zerar as emissões de gases do efeito estufa até 2040.

Insider recebe investimento de R$ 12 mi de hub de tecnologia do BTG

Valor foi levantado em operação de venture debt junto ao BoostLAB e será aplicado na ampliação do portfólio e de operação da marca

A startup de roupas funcionais Insider acaba de levantar R$ 12 milhões via venture debt junto ao BoostLAB, hub de tecnologia do BTG Pactual. Ainda pouco conhecido no Brasil, o venture debt é uma opção de financiamento para startups, através de uma dívida não conversível. O acordo entre BTG e Insider inclui um equity kicker de 5 anos, o que permite que o centro de inovação capture parte da valorização da marca em caso de um evento de liquidez. 

Segundo Yuri Gricheno, um dos sócios da Insider, a rodada de venture debt funciona para a marca como uma ponte entre o atual modelo bootstrap da empresa e a Série A, que está nos planos da startup para acontecer até o final do ano. Com o valor levantado na atual rodada, a startup vai investir em contratações e na ampliação do portfólio de produtos. “Em 2020, crescemos 4 vezes em faturamento e saímos de 10 para 70 funcionários. Hoje, temos a perspectiva de contratar mais 20 pessoas, além de investir em marketing e nos produtos, tanto em tecnologia quanto em opções para serem disponibilizadas”, completa. 

Desde o início, há 4 anos, a startup busca unir funcionalidade e tecnologia às roupas, desenvolvendo peças duráveis e com ação anti odor, antibacteriana e com regulação térmica– um dos grandes sucessos da marca na pandemia foram as máscaras e camisetas desenvolvidas com tecnologia antiviral, que protege contra a contaminação direta e cruzada de vírus e bactérias, incluindo o coronavírus. A empresa também aposta na sustentabilidade: uma camiseta da marca feita com fibra celulósica, que gasta 2 mil litros a menos de água do que uma peça semelhante de algodão. 

“Trazemos mais praticidade para as roupas do dia a dia por meio de peças funcionais que, para isso, são feitas com tecnologia têxtil. Além disso, estamos lançando peças femininas que, além de funcionais, tem um aspecto fashion Também estamos trazendo novas cores e modelos para o masculino”, afirma Carolina Matsuse, outra sócia da marca. As novidades femininas incluem a Easy Legging, o casaco Wingsuit e a blusa-colete Techsture Vest, os dois últimos desenvolvidos em tecido TECHSTURE, um blend de fibras durável, leve, macio e capaz de regular a temperatura corporal. As novidades incluem também a nova cor Gray Mint. Para os homens, a Tech T-Shirt Long Sleeve chega para atender a uma demanda dos clientes fiéis à marca. “Apostamos no material e design funcional de cada peça como grande diferenciais, e o novo investimento viabilizará o aumento contínuo do nosso portfólio”, finaliza Carolina.

No Dia Internacional do Coworking, confira as vantagens do modelo de trabalho híbrido, que une o melhor do escritório e do remoto

Por Lucas Mendes, diretor-geral da WeWork no Brasil

Em todo o mundo, as empresas estão repensando a forma como trabalham. A gravidade da pandemia de Covid-19 alterou as rotinas que estavam estabelecidas e, abruptamente, nos inscreveu em um experimento global de trabalho remoto. Nunca vimos nada parecido acontecer antes, com milhões de empresas migrando seus colaboradores para suas casas em questão de dias, acelerando uma mudança que deveria acontecer ao longo de anos ou até mesmo décadas. Os resultados desse projeto piloto forçado foram inesperados, mas encorajadores. 

No Dia Internacional do Coworking, celebrado em 9 de agosto, após mais de um ano e meio de pandemia, a tendência que ganha é a do trabalho híbrido. Nesse esquema, os funcionários têm a opção de trabalhar em um escritório central, em casa, ou dividir seu tempo entre os dois. Além disso, há também a opção de trabalhar de onde a pessoa tiver vontade: de um café, da casa de alguém da família e, é claro de um espaço de coworking. As opções são infinitas e dependem apenas de conexão à internet, na maior parte dos casos.  

Pesquisas que escutam empresas e profissionais já refletem a consolidação do modelo. Dados da empresa de pesquisa Gensler, indicam que, apesar dos profissionais afirmarem que trabalhar em casa seja mais confortável e produtivo, muitos deles gostariam de trabalhar em um escritório três ou mais dias por semana. A própria WeWork promoveu estudo nos EUA que descobriu que 75% dos profissionais abririam mão de pelo menos um benefício em troca da liberdade de escolher seu ambiente de trabalho. Esses dados são internacionais, mas pesquisas feitas aqui no Brasil por empresas como Microsoft, IDC, e IBM também revelam o mesmo cenário. 

Contudo, o retorno aos escritórios não será parecido com o da vida corporativa que tínhamos há dois anos. Em um espaço de trabalho flexível, como os oferecidos por coworkings, os colaboradores podem escolher a área que melhor se adapta ao tipo de tarefa que precisam fazer no momento, seja focar em uma empreitada em uma área tranquila ou fazer um brainstorming casual regado a café com os colegas. 

No Brasil, várias empresas já estão se preparando para colocá-lo em prática de maneira massiva e permanente, conforme seus colaboradores sejam vacinados e possam voltar a frequentar as dependências da empresa e de espaços flexíveis de maneira totalmente segura.  

Este modelo de trabalho veio para ficar, permitindo que os profissionais se sintam livres para escolher como, quando e onde querem realizar determinadas tarefas. A WeWork sempre operou assim, até pela facilidade que nossos colaboradores têm de trabalhar da nossa sede ou de uma unidade mais perto de sua casa ou de onde eles quisessem. Assim como outras empresas que são sinônimo de inovação, como Twitter, Microsoft e Facebook, para citar apenas alguns exemplos, abraçamos o padrão flexível e ajudamos a consolidar a tendência porque vimos alguns benefícios, que são potencializados nos coworkings: 

  • Aumento de produtividade.Sem jornadas cansativas até o escritório, os profissionais têm mais tempo e disposição para se focarem em suas tarefas. 
  • Bem-estar e motivação dos colaboradores.O fato de colaboradores poderem trabalhar como e onde quiserem tem um impacto positivo em seus níveis de satisfação, já que eles conseguem conciliar melhor as obrigações pessoais e familiares com as profissionais.  
  • Custos mais baixos.O modelo flexível ajuda a reduzir o custo do aluguel, material de escritório e de outras despesas comerciais, já que o número de pessoas que os escritórios precisam acomodar simultaneamente diminui. 

É claro que toda inovação tem dois lados e as empresas precisam também levar em conta os desafios do modelo híbrido, como a sobrecarga dos colaboradores (que tendem a extrapolar o expediente remotamente) e a dificuldade de promover a cultura e os valores de uma marca quando as pessoas não estão no mesmo lugar ao mesmo tempo. No entanto, políticas de RH fortes e uma liderança empática, humanizada e atenta são o caminho para minimizar impactos negativos, especialmente aqueles na saúde mental dos profissionais. 

Nos próximos meses, veremos empresas testando, revendo, consertando e encontrando seu próprio equilíbrio e o significado que “trabalho híbrido” tem para elas. Dependendo das necessidades de cada companhia e de cada pessoa, seja ela uma mãe ou um pai com muitas obrigações pessoais, ou um jovem que precisa conciliar estudos e trabalho, esse arranjo será diferente. No entanto, o denominador comum será flexibilidade, colaboração e geração de novas ideias e os coworkings são espaços ideais para que essas características se desenvolvam. 

Cipher anuncia abertura de novas vagas

Empresa global de Cibersegurança procura profissionais de TI em diversos níveis para sua operação na América Latina e Europa

A Cipher, empresa do Grupo Prosegur, especializada em Segurança Cibernética, segue na prospecção ativa de talentos para preencher seu quadro de colaboradores consultivos, técnicos e operacionais. São cerca de 10 oportunidades por mês desde o início do ano, incluindo cargos em outros países LATAM e Europa. A empresa possui uma demanda concentrada na área de operações, com vagas para suporte, consultoria e gestão.

Estão selecionando candidatos das cinco regiões do País, no entanto alguns dos novos colaboradores ficarão alocados nos clientes, por isso, em algumas posições é necessária disponibilidade para atuar de maneira presencial. “Espírito de equipe, proatividade, paixão pelo cliente, transparência, liderança, comprometimento e ética são valores que a Cipher não abre mão em seus colaboradores por isso se toram pré-requisitos fundamentais, afirma Rose Diz, responsável pela área de Recrutamento e seleção da Cipher. Rose Diz acrescenta que, para alguns cargos, é requerido inglês ou espanhol fluentes e certificações em cibersegurança.

Além dos benefícios básicos – vale restaurante/alimentação, transporte, assistência médica e odontológica e auxílio creche – os colaboradores da Cipher contam com auxílio idioma e educação, ajuda de custo para trabalho remoto, short friday, day off de aniversário e horário flexível, de acordo com a atividade.

Também são oferecidas outras vantagens dentro do pacote de Clima Organizacional e Qualidade de Vida como o Gympass, presente de casamento ou de novo papai/nova mamãe e, retorno do happy hour com chopp às sextas feiras e frutas em dias alternados da semana para presencial mesmo que de forma hibrida.

“O setor de TI, especialmente a área de cibersegurança, é carente de profissionais, por isso a Cipher valoriza e busca reter seus talentos oferecendo um excelente ambiente de trabalho, plano de carreira e oportunidades constantes de desenvolvimento técnico e comportamental”, ressalta Rose Diz.

O processo de seleção inclui testes e entrevistas. Para saber quais vagas estão sendo oferecidas, basta acessar o site ou LinkedIn da companhia. Além disso, a empresa mantém aberto um banco de talentos para avaliação permanente de currículos.

C-MOVE apontará os caminhos dos veículos elétricos no Brasil nos próximos anos

O avanço da eletromobilidade pelo mundo vem provocando debates cada vez mais importantes no mercado brasileiro, envolvendo fabricantes, importadores, fornecedores de componentes, especialistas, entidades do setor, membros da academia, representantes do Legislativo e atores dos Governos Executivos nas três esferas – federal, estaduais e municipais.

O objetivo é entender os desafios e obstáculos atuais, definir metas e propor políticas públicas para pavimentar o caminho que o mercado de veículos elétricos trilhará por aqui nos próximos anos.

Um dos mais importantes fóruns do País para estas discussões é o “Congresso da Mobilidade e Veículos Elétricos” (C-MOVE). O encontro vai acontecer nos dias 23 e 24 de setembro, das 9h às 18h, no auditório do Museu do Futebol, no Pacaembu, em São Paulo (SP).

O C-MOVE ocorre dentro do evento “Veículo Elétrico Latino-Americano” (www.velatinoamericano.com.br), que acontece de 23 a 25 de setembro, das 12h às 20h.

C-MOVE JÁ TEM NOMES DE PESO ENTRE OS CONFIRMADOS

Para o encontro deste ano já estão confirmados nomes de peso deste mercado, como Iêda Oliveira, diretora da Eletra – empresa referência nacional e internacional em transporte público sustentável que há décadas lida com essa tecnologia no Brasil.

A Eletra integra o e-Consórcio, liderado pela VW Caminhões e Ônibus, e que conta com várias outras empresas de tecnologia. Dessa parceria nasceu o caminhão elétrico e-Delivery, único 100% concebido, desenvolvido, testado e aprovado em território brasileiro.

A Eletra também é parceira do Grupo Protege. Juntos, eles apresentaram em junho o primeiro carro-forte 100% elétrico do mundo.

Outra empresa que vem se destacando nesse mercado é a BYD, cujas vendas mundiais de automóveis elétricos cresceram 207,1% em junho.

No Brasil, o veículo elétrico mais emplacado em junho também foi da BYD: um comercial leve, o Furgão BYD eT3, com 83 unidades. Eles foram destinados à TB Green, empresa de soluções integradas de locação de frotas verdes, fornecimento de mão de obra e gestão de resíduos e limpeza urbana.

O diretor de Marketing e Sustentabilidade da BYD, Adalberto Maluf, é outro nome importante confirmado para o congresso. Ele também participa do evento como presidente da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE).

ENTIDADES E EMPRESAS DO SETOR ESTARÃO PRESENTES

Outros nomes confirmados são David Noronha, CEO da Energy Source (fabricante de baterias); Rui Almeida, diretor da Riba Brasil (montadora de scooters elétricos) e vice-presidente de Levíssimos da ABVE; Márcio Canzian, CEO da Eletricz (referência em monociclos elétricos no Brasil); Wilson de Morais, engenheiro e gerente de produto da empresa suíça ABB (empresa com sede na Suíça focada em energias e automação); Daniel Maia, CEO da Athon Energia (especializada no desenvolvimento de energias); Raul Beck, consultor especialista da Fundação CPQD da SAE Brasil; André Fortes, co-fundador e coordenador da Lemob (Laboratório da Eletromobilidade); Marcus Regis, coordenador executivo da PNME (Plataforma Nacional da Mobilidade Elétrica); Police Neto, ex-vereador de São Paulo e consultor em mobilidade urbana sustentável; Rogério Markievicz, presidente da Abravei (Associação Brasileira dos Proprietários de Veículos Elétricos Inovadores); Paulo Humberto Gouvea, diretor de Soluções Corporativas da TIM; e Flávia Consoni, professora doutora do Programa de Pós-Graduação em Política Científica e Tecnológica do Instituto de Geociências da Unicamp.

CASE DA NORUEGA SERÁ UMA DAS ATRAÇÕES

O case de sucesso da Noruega no mercado mundial da eletromobilidade será uma das atrações do C-MOVE. Apesar de ser uma grande produtora de petróleo, a Noruega sempre manteve um consumo baixo desse combustível, devido à sua matriz energética. A energia hidrelétrica é a espinha dorsal da energia do país. Para se ter ideia, ela é o maior produtor de energia hidrelétrica da Europa e a sexta do mundo.

No congresso, a Innovation Norway, entidade norueguesa que opera dentro do Consulado Geral da Noruega, no Rio de Janeiro (RJ), vai mostrar como essa “vocação” elétrica motivou a Noruega a desenvolver ações de incentivo ao carro elétrico já no início dos anos 90, uma conversa que só agora, 30 anos depois, começa a ganhar forma no Brasil.

Como resultado, no ano passado, pela primeira vez, as vendas de carros elétricos superaram as de veículos convencionais. Em 2020, 54,4% dos veículos vendidos por lá foram os elétricos. Foi o primeiro país do mundo a atingir essa façanha.

E a Noruega tem ambições ainda mais ousadas para os próximos anos, informa a Innovation Norway. Uma das metas é reduzir o total de suas emissões em 40% até 2030. Para tanto, existem projetos não só de carros elétricos, mas também de aviões e navios.

Em 2023 será criada uma primeira rota de voo comercial doméstico elétrico. Atualmente, 40% das embarcações elétricas do mundo já são norueguesas. O setor marítimo projeta atingir “zero emissões” em 2050.

No setor automotivo, a Noruega planeja que, já em 2025, todos os novos automóveis vendidos para o consumidor sejam elétricos.

COMO PARTICIPAR?

Para participar do C-MOVE, o público deve acessar www.sympla.com.br/c-move-2021—congresso-de-mobilidade-e-veiculos-eletricos__1222335.

EVENTO SOBRE VEÍCULO ELÉTRICO SERÁ REALIZADO AO AR LIVRE

Em sua 16ª edição, o “Veículo Elétrico Latino-Americano” terá muitas outras atrações e, em 2021, levará o nome de “VE Open”, um modelo de evento atualizado ao momento da pandemia no País. O local também foi alterado. Pela primeira vez, o VE será realizado ao ar livre, na Praça Charles Miller, em frente ao Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP).

O “VE Open” será realizado entre 23 e 25 de setembro com uma programação diária e intensa voltada para a mobilidade elétrica. Nos três dias do evento, vai acontecer uma feira com exposição de veículos, equipamentos e tecnologias do mercado da eletromobilidade.

Para Accenture, Open Banking e Pix impulsionam novas tendências no mercado

Em meio a proximidade da segunda fase de implementação do Open Banking (13/08), gostaria de compartilhar com você um levantamento da Accenture sobre os impactos do Open Banking e do Pix no mercado brasileiro.

Com o título, Muito além dos bancos, o estudo mostra que mesmo no início da jornada global, Open Banking e Pagamentos Instantâneos estão impulsionando novas tendências no mercado. No Brasil, os impactos do Open Banking são diversos e podem ser em alta ou média escala:

O levantamento aponta que os possíveis casos de uso habilitam oportunidades (e ameaças) para todos os setores, além da indústria financeira tradicional. Em relação aos grandes bancos incumbentes, as oportunidades estão centradas na alavancagem das marcas e bases de cliente e na oferta de novos serviços inovadores por meio de parcerias. Por outro lado, as ameaças são no sentido de perda de relevância para competidores com experiência e solução tecnológica melhores.

Outro ponto que chama atenção é que a maturidade do mundo é diferente em relação a Open Banking e Pagamentos Instantâneos, com destaque para o UK, que é o mais avançado.

De acordo com o levantamento, o Reino Unido foi o grande pioneiro na adoção de soluções de Pagamentos Instantâneos com início em 2008, e Open Banking em 2018. Hoje, o país serve de exemplo e referência para compor o regulamento de outros lugares, inclusive do Brasil. O sucesso se dá, principalmente, pela facilidade de uso, aumento da concorrência, incentivo à inovação dos bancos e elevação do potencial de inclusão financeira da população.

Por aqui devemos ter um dos maiores escopos de Open Banking do mundo após a implantação das 4 fases, previstas para conclusão em 2022, o que coloca o Brasil mais uma vez no topo de inovação e referência global do mercado financeiro.

O Brasil já opera a Fase 1 do Open Banking e nossa volumetria já é maior do que a do Reino Unido quando comparado o mesmo período de implantação o que demonstra que podemos ter um sucesso do modelo a partir da Fase 2 também.

Contudo, segundo a Accenture, importantes questões precisam ser endereçadas para habilitar a jornada de Open Banking e Pagamentos Instantâneos como posicionamento estratégico, plataforma tecnológica, modelo operacional e parcerias estratégicas.

5 legados das Olimpíadas de Tóquio para a carreira

Resiliência e inteligência emocional estão entre as habilidades comportamentais destacadas nos atletas, aponta PageGroup

Os Jogos Olímpicos de Tóquio terão uma contribuição significativa com os desafios e limites superados por diversos atletas, inclusive inspirando muitos profissionais a melhorarem seu desempenho no dia a dia. Certamente não ficarão apenas na lembrança das pessoas somente pelas marcas atingidas pelos atletas.

De acordo com Gil van Delft, presidente do PageGroup no Brasil, competições de alto rendimento como as Olímpiadas podem servir de exemplo aos profissionais como um modelo de inspiração e até de superação. “Nos últimos 16 anos tenho combinado minha vida corporativa com a de triatleta. Desenvolver habilidades comportamentais é necessário para qualquer pessoa que deseja ter sucesso e bons resultados em sua carreira e o esporte ajuda nesse desenvolvimento”, afirma.

Confira algumas lições de atletas e modalidades esportivas identificadas pelo PageGroup, referência mundial em recrutamento especializado de executivos de todos os níveis hierárquicos:

– Adaptabilidade do Darlan Romani: quarto lugar no arremesso de peso, Darlan é exemplo de que é preciso driblar as dificuldades e se adaptar a situações adversas. Com a pandemia e consequente fechamento das estruturas, ele teve de improvisar seus treinos em um terreno baldio. Além disso, enfrentou a Covid-19 e acompanhou a internação de seu irmão, acometido pelo vírus. Darlan também perdeu a companhia de seu treinador, que foi para Cuba por questões pessoais e não conseguiu retornar ao Brasil.

– Espírito multicultural de equipe do Skate: os atletas do skate demonstraram como é fundamental o apoio mútuo em momentos de pressão. Saber que é possível contar um com o outro ajuda uma equipe a superar seus desafios. Também ensinaram a importância de comemorar as conquistas dos seus concorrentes. A rivalidade ficou dentro da pista.

– Leveza e bom humor da Rayssa Leal: sorriso no rosto e alto astral contagiante. Essas são as características que Rayssa imprimiu em todas as suas aparições. Mesmo carregando uma grande responsabilidade, não permitiu que isso mudasse o seu jeito leve e divertido para encarar a competição e trouxesse a medalha de prata para casa.

– Inteligência emocional da Simone Biles: reconhecer que chegou ao limite é utilizar a inteligência a seu favor e momentos de alto esgotamento mental. Simone Biles teve coragem de olhar para si e abandonar praticamente todas as competições em prol de sua saúde mental. Mesmo assim, mas não deixou de torcer e vibrar por suas companheiras de equipe.

– Resiliência da Ana Marcela Cunha: campeã olímpica na maratona aquática, Ana Marcela tinha consigo o desejo de ser medalhista em uma Olimpíada. A atleta já havia participado de diversas competições reconhecidas mundialmente, mas não deixou de lutar por seu objetivo.

Juntos Somos Mais lança curso gratuito para formar desenvolvedoras

As mulheres representam apenas 20% dos profissionais da área de desenvolvimento de softwares e aplicativos. O dado é da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) e mostra como a desigualdade de gênero ainda é forte em diversos setores da sociedade. Para começar a mudar isso, a Juntos Somos Mais , startup detentora do maior ecossistema do setor de construção civil que tem como sócias Votorantim Cimentos, Gerdau e Tigre, em parceria com a Gama Academy, irá selecionar 60 mulheres em vulnerabilidade social, negras e LGBTQIAP+ para receber treinamento gratuito com o objetivo de atuarem como desenvolvedoras júnior nas linguagens C# e Python.

O projeto, chamado ConstruDelas, acontecerá em duas fases e não exige nenhuma pré-formação para a participação. Na primeira etapa as participantes terão uma formação básica dos fundamentos da programação e ferramentas necessárias para iniciar como desenvolvedoras. Já na segunda, a turma será dividida em duas e, em paralelo, receberão curso para formação de duas linguagens: C# e Python.

“Uma das principais missões que temos na Juntos Somos Mais é auxiliar os profissionais a se especializarem e ajudar que cresçam na carreira. O ConstruDelas atua nesse ponto ao darmos nossa contribuição para maior igualdade de gênero no setor de tecnologia”, afirma Bruna Segatto, Head de People da empresa. “Não temos exigências de experiência prévia ou formação profissional, nosso objetivo é unir ao time mais pessoas que valorizem nossa cultura forte de inclusão e diversidade e que estejam prontas para criar história conosco. Além da formação profissional, existe também a possibilidade de contratação no final do programa”, diz Danny Farias, CTO da Juntos Somos Mais.

“O projeto ConstruDelas visa democratizar o acesso de mulheres na formação técnica e aumentar as chances de colocação no mercado de trabalho de tecnologia, que só cresce em nosso país. Segundo o Tech Jobs Report, desenvolvido pela Gama Academy, há mais de 20 mil vagas na área de tecnologia previstas para os próximos três meses e queremos muito que haja, no mínimo, equidade de ocupação e remuneração dessas oportunidades entre homens e mulheres”, afirma Guilherme Junqueira, CEO da Gama Academy.

As interessadas deverão se inscrever até o dia 18/08. As aulas estão previstas para setembro e conclusão em novembro.

Plamev Pet é selecionada para programa de aceleração por Scale-Up Endeavor

A Plamev Pet, plataforma de soluções e serviços para pets e especialista em planos de saúde para animais, acaba de ser selecionada para o Programa Scale-Up Endeavor. A mentoria é dedicada a empresas já estabelecidas e inovadoras, com soluções já validadas pelo mercado e modelo de negócio escalável, em estágio de crescimento acelerado.

“Com pouco mais de um ano de expansão para todo o território brasileiro, infelizmente em plena pandemia do COVID-19, demonstramos o potencial de crescimento da Plamev Pet e o quanto nossa atuação é promissora no segmento, podendo acelerar ainda mais o desenvolvimento com a mentoria da Endeavor”, afirma Pedro Svacina, CEO e Co-founder da Plamev Pet.

A Endeavor é uma rede global formada por empreendedores e empreendedoras que comandam as scale-ups que mais crescem no mundo. Para a segunda turma do programa de 2021,  entre agosto e novembro, foram selecionados 74 negócios, sendo dez mineiros. A Plamev Pet é a primeira empresa do setor de saúde animal a fazer parte do programa de aceleração. 

“Essa turma se destaca pelo grau de crescimento dos negócios mesmo com a representação de diversos modelos distintos. Os empreendedores possuem muita experiência nos setores em que atuam”, Matheus Balthazar, líder do Scale-Up Endeavor em Minas Gerais. O Programa Scale-Up Endeavor conta com o patrocínio gold da EY para estimular a geração de mais e melhores negócios com as scale-ups selecionadas. 

“Estamos diante de uma oportunidade de acessar conhecimento qualificado e de estabelecer novas conexões com a rede Endeavor, e isso traz para o negócio um novo dinamismo e um incremento no olhar extremamente rico para operação”, garante Raphael Clímaco, Diretor Médico Veterinário e Fundador da Plamev Pet.

A mentoria chega logo após um investimento milionário feito pela FIR Capital, por meio do fundo Health Invest e Duxx, Series A. O valor da transação não foi revelado, mas assegura aos investidores a parte minoritária de 30%, incluindo a participação da VS1 Capital, que intermediou o aporte. A Plamev Pet já contava com os investidores Henrique Tinti, atual Diretor Financeiro, e Getúlio Cavalcante e Samuel Ferreira, conselheiros. 

Ainda em 2021, a empresa pretende fazer investimento em inovação, lançamentos de novos serviços e expansão comercial e territorial por meio de clínicas conveniadas, redes de parceiros e, seletivamente, opções de crescimento inorgânico via aquisição de planos de saúde pet regionais. 

Vittude e Cia da Consulta são aprovadas para programa Scale-up da Endeavor

A Vittude, referência brasileira em psicologia online e educação emocional de alta qualidade, e a Cia da Consulta, rede de medicina inteligente foram selecionadas para participar da próxima turma do programa de Scale-up da Endeavor, promovido pela organização global de apoio ao empreendedorismo que busca empresas com alto potencial de crescimento, diferenciais competitivos e modelos de negócios validados pelo mercado.

As duas healthtechs entram para participar do segundo semestre do programa que dura cinco meses. Em 2020, mais de 480 empreendedores à frente de mais de 240 scale-ups aceleradas foram acelerados pela organização. “Ter a oportunidade de vivenciar essa jornada junto com a Endeavor e ainda nos aproximar de empreendedoras e empreendedores que admiramos é uma grande conquista. Temos certeza que os meetups e as trocas de experiências serão de muito valor para a Vittude continuar crescendo como referência em saúde mental e educação emocional no mundo corporativo.” afirma Tatiana Pimenta, fundadora e CEO da Vittude.

A aceleração acontece por meio de uma metodologia própria, que identifica os desafios de crescimento dentro do negócio e define os melhores mentores para acompanhar as empreendedoras e empreendedores ao longo do período. Além disso, acontecem encontros com lideranças à frente de empresas que têm crescido no país, conexões com empreendedores (as) para fomento da comunidade regional.

Junto com a Vittude, e a Cia da Consulta outras 72 scale-ups de 10 setores diferentes foram selecionadas para essa turma de aceleração. Todas as empresas contarão com o apoio da rede da Endeavor para superar seus principais desafios de negócio e escalar ainda mais, além da oportunidade de gerar mais e melhores negócios com a EY, Patrocinadora Gold do programa. Para Tatiana, a parceria com Endeavor será fundamental para driblar os desafios de crescimento do negócio.

Brasil registra crescimento de 210% na abertura de novas empresas de tecnologia em 2020, revela DataHub

Mesmo com a crise econômica instalada em consequência da pandemia no Brasil, e talvez impulsionadas pelo aumento na demanda de digitalização de negócios em diversas áreas, em 2020 foram abertas 35.423 startups e empresas de tecnologia no país, número que representa um aumento de 210% em relação a 2011. Na última década, foram registrados 176.482 novos negócios na área. Esses dados fazem parte de um levantamento realizado pela DataHub , plataforma de inteligência de dados multi-mercado, que traçou um cenário do mercado nacional de tecnologia.

De acordo com o estudo, nos últimos dez anos houve um aumento nos investimentos para a criação de novos pólos tecnológicos no Brasil, a fim de ampliar a competitividade da indústria no mercado mundial. Desde janeiro de 2011, a região que mais registrou abertura de empresas e startups nesse setor foi a Sudeste, com 107.499 novas instituições. Na sequência, aparecem o Sul (29.582), o Nordeste (19.626), Centro-Oeste (13.152) e Norte (5.856).

O estado de São Paulo concentrou 75,25% do total de aberturas no período. Só na capital, foram registradas 44.326 novas empresas de tecnologia. Esses números colocam a maior cidade da América Latina como ponto inicial para o crescimento da indústria. Outras cidades que mais tiveram novos negócios no segmento foram Rio de Janeiro (8.783), Curitiba (6.879), Belo Horizonte (5.705) e Brasília (5.464), respectivamente.

A pesquisa também evidencia a geração de emprego promovida pelo setor. Entre janeiro de 2011 e dezembro de 2020, foram criadas mais de 520 mil novas posições com carteira assinada no país, o que demonstra o impacto direto na economia. O Sudeste foi a região que mais registrou novos empregos, com um total de 292.966. Já a região com menos oportunidades no período foi o Norte do país, com 24.661 novas vagas.

“No mundo todo, a indústria da tecnologia cresce a passos largos. Entender como ela vem se desenvolvendo no Brasil nos dá um panorama importante sobre para onde estamos indo. É inegável que a pandemia impactou o setor. Todas as mudanças pelas quais passamos nesse período, pessoas físicas e empresas, intensificou a necessidade de criar soluções para atender às novas demandas do dia a dia. Tivemos uma aceleração na transformação digital e há muito espaço ainda para crescer”, comenta José Renato Raposo, COO da DataHub.

Acompanhando o mercado

Com 17 anos de atuação, a DataHub é uma das 18 empresas criadas pelo Grupo Check, um dos mais destacados empreendimentos de Tecnologia e Inovação em serviços financeiros para o varejo, empresas e bancos, com mais de 25 anos de atuação no Brasil e fundado pelo empreendedor e empresário José Mário Ribeiro.

Inicialmente, a plataforma surgiu como fornecedora de dados offline em projetos de database e marketing digital. Ao longo dos anos, passou pelo setor de fornecimento de conteúdo e enriquecimento de dados. Hoje é atuante no segmento de Big Data e Analytics para ações de marketing, vendas, risco e compliance, sendo uma plataforma de SaaS.

A empresa ocupa uma posição central dentro do ecossistema da nuvini , grupo de empresas de Software as a Service (SaaS) criado pelo empreendedor Pierre Schurmann, gerando dados analíticos para as empresas da holding. Em julho, a DataHub Analytics recebeu o selo Great Place to Work® Brasil, evidenciando não só a qualidade no serviço que entrega, mas também a qualidade no ambiente de trabalho.

Metodologia

Existem 300 fontes de dados públicos, onde são capturados os dados e criam novos indicadores a partir dos já existentes. A Datahub faz uso da tecnologia para gerar inteligência nos negócios de empresas parceiras. Para o levantamento de empresas e startups de tecnologia que abriram no Brasil nos últimos 10 anos, foram consideradas as Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAEs) ativas, e ligadas a tecnologia, como por exemplo: Desenvolvimento de programas de computador sob encomenda (CNAE 6201500), Desenvolvimento e licenciamento de programas de computador customizáveis (CNAE 6202300), Desenvolvimento e licenciamento de programas de computador não customizáveis (CNAE 6203100), Consultoria em tecnologia da informação (CNAE 6204000) e Suporte técnico, manutenção e outros serviços em tecnologia da informação (CNAE 62091000).

Empresas oferecem 12.357 oportunidades de emprego no VAGAS.com

Total Express, Accenture, Grupo Trasmontano e outras empresas totalizam 12.357 com vagas abertas por todo o Brasil. Os interessados podem se inscrever por meio da plataforma de empregos VAGAS.com.br .

Confira todas as oportunidades disponíveis aqui: https://www.vagas.com.br/vagas-de-?%3Futm_source=veiculo&utm_campaign=vagas&utm_medium=rp

Total Express tem 133 vagas abertas em Barueri

A Total Express está com 133 vagas de emprego abertas para Auxiliar de Operações em Barueri. Para se candidatar é necessário ter ensino médio completo e disponibilidade de horário noturno. Também é desejável experiência em logística.

Benefícios:

• Assistência médica

• Assistência odontológica

• Participação nos lucros ou resultados

• Seguro de vida

• Vale-alimentação

• Vale-transporte

Cadastre-se gratuitamente em: https://www.vagas.com.br/vagas/v2242323/auxiliar-de-operacoes?utm_source=veiculo&utm_medium=rp&utm_campaign=vagas

Accenture oferece 50 oportunidades para todo o Brasil

São 50 oportunidades para o cargo de Pessoa Desenvolvedora Java (Spring Boot), nível Sênior, para todo o Brasil. As vagas são para profissionais cursando ou com formação na área de TI, em busca de oportunidades para Analista Sênior, Especialista Técnico e/ou Tech Lead em Java.

As principais habilidades exigidas são: experiência na linguagem de programação Java; conhecimento em framework (Hibernate; Spring, JSF, Vraptor, Struts ou JUnit); contato com banco de dados (SQL, Oracle, Postegre ou MongoDB); experiência com APIs; vivência em ambiente de metodologia ágil; e atuar com ferramentas de gestão de projetos (Jira, Trello, etc).

Entre os benefícios disponibilizados estão assistência médica, assistência odontológica, vale-alimentação, vale-refeição e vale-transporte.

Cadastre-se gratuitamente em: https://www.vagas.com.br/vagas/v2236973/pessoa-desenvolvedora-java-spring-boot?utm_source=veiculo&utm_medium=rp&utm_campaign=vagas

Grupo Trasmontano conta com 15 vagas em São Paulo

O Grupo Trasmontano conta com 15 oportunidades em São Paulo para o cargo de Atendente. São 10 vagas para o horário de trabalho das 16:00 às 22:00 e 5 vagas para o horário das 13:00 às 19:00.

Os principais benefícios são assistência médica, assistência odontológica, auxílio creche, seguro de vida, vale-refeição e vale-transporte.

Cadastre-se gratuitamente em: https://www.vagas.com.br/vagas/v2239647/atendente?utm_source=veiculo&utm_medium=rp&utm_campaign=vagas

*Todas as vagas do site VAGAS.com.br são divulgadas pelas próprias empresas contratantes, portanto, elas podem sofrer atualizações e/ou não estarem mais disponíveis no portal a qualquer momento.