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Flamengo adota chatbots no atendimento ao público

Startup gaúcha, Ubots, ampliou o atendimento digital do time; quase 1 milhão de mensagens já foram trocadas

A maioria dos apaixonados por futebol se associa ao programa de sócio torcedor do time do coração, que dá direito a assistir aos jogos, descontos em produtos promocionais e participação em eventos exclusivos. Nesse relacionamento entre o torcedor/cliente e o clube é necessário ter cada vez mais uma comunicação efetiva, para conservar esse sentimento de pertencer a família do time.

Pensando em sempre manter uma boa experiência com os clientes no país do futebol, o Flamengo decidiu ampliar as estratégias para um atendimento tecnológico. Em parceria com a Ubots, startup gaúcha especializada em soluções de relacionamento digital, eles desenvolveram dois chatbots para atuarem no atendimento digital.

“Nossa parceria com o clube carioca é desde junho de 2020, e os primeiros resultados positivos já vieram entre novembro e dezembro, principalmente referente ao volume de mensagens entre o cliente e o clube”, explica Rafael Souza, CEO da Ubots.

De acordo com o clube, o foco dessa implementação tecnológica é melhorar a experiência no atendimento ao Sócio Torcedor, por isso, os canais digitais irão amplificar a capacidade de atendimento.

Abaixo, entenda mais sobre a estratégia adotada pelo Flamengo.  

Atuação dos robôs virtuais

Os chatbots atendem públicos diferentes, como Sócio Torcedor Nação e o programa flamenguistas, nos seguintes canais: WhatsApp, Facebook e Webchat do site dos respectivos programas.

Há também a possibilidade da participação conjunta do robô e o atendimento humano, via WhatsApp, programa flamenguista e o Webchat, para sócios e potenciais associados nos canais de atendimento do Sócio Torcedor Nação.

Resultados positivos

Entre julho de 2020 e janeiro de 2021, o número de mensagens nos atendimentos tecnológicos cresceu. Confira os resultados: 

  • Julho de 2020: 901
  • Agosto de 2020: 881
  • Setembro de 2020: 141.713
  • Outubro de 2020: 987
  • Novembro de 2020: 233.248
  • Dezembro de 2020: 157.571
  • Janeiro de 2021: 140.879

Vale destacar que somente entre julho e agosto de 2020, o volume dos atendimentos teve um crescimento de mais de 100 mil. A nota de satisfação dos clientes varia entre 3,4 e 3,9, dentro da avaliação de 0 a 5.

No ano passado, no período de outubro e novembro ocorreu 63% menos procura por telefone e um aumento na procura pelo WhatsApp e chat em 69%.

“Na visão somada de todos os canais ativos até setembro de 2020, a retenção do bot em sua totalidade era menor que do atendimento humano. A partir de outubro do mesmo ano, este número total passou a igualar meio a meio, e em novembro o número cresceu. Desde então tem prevalecido uma média de 60% bot e 40% humano, nesta retenção dos atendimentos”, explica Souza.

O objetivo principal do Flamengo com o uso do chatbot foi diminuir a demanda de perguntas frequentes e realizar a adesão do produto do clube. Além disso, outros resultados foram obtidos ao longo do tempo, como a melhoria de experiência e tempo de atendimento do sócio torcedor, disponibilização de um canal prático de adesão do produto flamenguista e a redução de custos.

“Com a Ubots, conseguimos criar fluxos dinâmicos de conteúdos, identificação de usuários, integração com outras ferramentas de atendimento e banco de dados, buscando a melhoria da jornada do torcedor nos canais de atendimento, além de termos insights diários para melhorias através dos relatórios de curadoria e os dashboards de atendimento”, explica Tamara Vieira, responsável pela Central de Atendimento do Sócio Torcedor do Flamengo.

Para 2021, a expectativa do clube é a expansão dos canais para Instagram e Twitter, além disso, novas configurações estão previstas, como o uso de link de pagamento na jornada integração com o portal do cliente para uma experiência ainda mais fluida.

Crescer de forma sustentável lidera ranking de prioridades do mercado

Um levantamento feito pelo Google Trends, aponta que o termo de pesquisa “ESG” – sigla em inglês para Ambiental, Social e Governança Corporativa – nunca foi tão popular quanto na atualidade.

Segundo a análise, em comparação com o início de março de 2020, o número de consultas ao termo dobrou em janeiro este ano. O estudo comprova uma realidade cada vez mais presente no cotidiano corporativo: empresas com propósitos sociais e práticas de gestão sustentáveis atraem investimentos mais responsáveis e geram o que os especialistas chamam agora de ‘economia positiva’. “A economia positiva oferece uma forma de suportar e capturar as oportunidades econômicas nos negócios sustentáveis. Mais de US﹩ 12 bilhões de oportunidades de mercado podem ser gerados todos os anos a partir do final desta década como resultado do alinhamento dos governos e empresas com objetivos de sustentabilidade”, destaca Béryl Bouvier, da global OFI Asset Managment, em entrevista ao portal de investimentos FundsPeople.

Na análise, a especialista destaca que este é um cenário que já vinha se desenhando nos últimos anos, mas foi com a pandemia que os conceitos de ESG ajudaram a canalizar investimentos e impulsionaram performances no mercado. “O que o COVID mostrou é que a qualidade de uma empresa é maior quanto mais agregada de fatores ESG. Uma boa empresa é uma empresa que gera bom negócio baseada em boas práticas. Vimos como a pandemia trouxe para cima da mesa a questão social e do capital humano. O propósito de uma empresa é cada vez mais importante e os investidores estão atentos ao papel que elas desempenham na relação com todos os stakeholders, com os colaboradores, com os fornecedores, com o estado”, comenta.

Desenvolvimento econômico mais sustentável e perenidade dos negócios

Diante dessa tendência global de negócios com impactos positivos e boas práticas de gestão, empresas seguem ressignificado seus negócios e estruturando atividades sobre aspectos da diversidade no ambiente de trabalho, eficiência no uso de recursos, controles de risco, para contribuir com a tomada de decisão dos investidores. Trazendo este cenário para o Brasil, é possível encontrar empresas que já nasceram com os conceitos de ESG no DNA, como o Grupo Sabin.

Há 36 anos atuando no mercado brasileiro, a empresa investe em um desenvolvimento econômico mais sustentável e pratica valores fundamentais que garantam avanços e atividades com os menores impactos ambientais. Referência em medicina diagnóstica, a empresa é uma das protagonistas na missão de engajar uma cultura organizacional voltada ao pensar de forma sustentável para impactar positivamente a vida das comunidades. Com propósitos e valores autênticos, a empresa investe continuamente para que essas práticas permeiem sua estrutura organizacional, seus processos de gestão e inspirem marcas e sociedade. “No Grupo Sabin, incentivamos melhores práticas em cada detalhe para oferecer serviços de saúde com excelência, considerando aspectos ambiental, social e econômico-financeiro inspirados pela filosofia empresarial, que nos permitiu crescer ano a ano e implantar um modelo de governança corporativa, em 2013, um dos marcos na nossa história”, destaca a Presidente Executiva do Grupo Sabin, Lídia Abdalla.

Desde a sua fundação, o Grupo atua comprometido com os valores que conduzem a história do Sabin: credibilidade, ética, responsabilidade socioambiental, inovação, qualidade, respeito à vida e simplicidade. “São valores que nos guiam e fortalecem a longevidade da nossa marca e permeiam nossas ações em todos os aspectos. Evoluímos com novos paradigmas, estruturamos o braço social do grupo em 2005, o Instituto Sabin, que ao longo dos anos consolidou a atuação em programas e ações de filantropia e voluntariado corporativo, responsabilidade social, investimento social privado, atuando ativamente na melhoria da qualidade de vida nas comunidades brasileiras.”

A executiva detalha ainda que deixar um legado positivo fomenta a aplicação da cultura do ESG nos processos do Sabin, desde os investimentos contínuos na segurança do paciente, passando por um sistema de gestão de processos que controla e minimiza riscos. Atrelada à essas iniciativas está a atualização científica e tecnológica, que respalda a precisão e eficiência dos serviços ofertados. Há mais de 15 anos, o Sabin é signatário do Pacto Global, realizado entre a ONU e empresas, engajando a comunidade empresarial na disseminação de práticas e políticas de sustentabilidade. Já em 2016, a empresa se tornou signatária dos 7 Princípios do Empoderamento das Mulheres, da ONU Mulheres, fomentando a participação delas em todos os setores da economia. Há 5 anos consecutivos, o Sabin recebe a declaração de cumprimento da norma ISO 31000, de gestão de riscos.

“Recebemos o Certificado de Uso de Energia Renovável 2020, que destaca a atuação do Sabin no edifício sede, em Brasília, onde a energia consumida é produzida por fontes geradoras renováveis e incentivadas, contribuindo para a redução da emissão dos gases de efeito estufa. Compramos energia no mercado livre de energia, implementamos medidas voltadas para a conservação do meio ambiente, reforçando o nosso programa ambiental e a manutenção do selo LEED Green Building Program, certificado internacional para edificações sustentáveis à nossa Sede”.

São práticas que são incorporadas ano após ano na empresa e resultam hoje em uma estrutura sólida para investir no crescimento orgânico e inorgânico, preservando e respeitando a sociedade e as relações com a sociedade e toda a cadeia produtiva.” Assim, continuamos engajados na missão especial de inspirar e influenciar a sociedade na construção de contexto empresarial ético, que valorize o ser humano, a diversidade e inclusão, o meio ambiente e as boas práticas de governança. Nossas ações no presente para garantir um futuro melhor para diferentes gerações”, finaliza.

Novo estudo da Visa sobre o consumidor na América Latina e Caribe revela um aumento de interesse por diferentes canais de pagamento e compra

O ano de 2021 começa mais digital do que nunca, provocando alterações nos hábitos dos consumidores. A terceira rodada do Visa COVID-19 Consumer Sentiment, estudo sobre as preferências dos consumidores durante a COVID-19 na América Latina e no Caribe, revela tendências e comportamentos de pagamento a serem consideradas na região. Os consumidores disseram que estão com fadiga de pandemia. Apesar das constantes preocupações com a saúde, estão se aventurando a sair mais do que antes e, segundo 83% dos pesquisados, o supermercado é seu lugar preferido para fazer compras. As lojas de departamento são o segundo lugar mais visitado, seguidas das instituições financeiras. De acordo com a pesquisa, o consumo também subiu: 66% dos consumidores dizem ter gastado o mesmo ou mais nos últimos três meses, contra 49% em julho de 2020.

“Os consumidores estão aprendendo a viver em um ambiente mais dinâmico e fragmentado. Eles saem mais e procuram formas mais seguras e inteligentes de comprar e pagar”, disse Vanesa Meyer, vice-presidente de Inovação da Visa América Latina e Caribe. “As mudanças de comportamento provocadas pela pandemia, que antes pareciam temporárias, estão se tornando permanentes, fazendo surgir um novo perfil. Um consumidor que compra em qualquer lugar e a qualquer momento, especialmente se houver opções de pagamento por aproximação disponíveis”.

De acordo com a nova pesquisa, os gastos nos estabelecimentos comerciais aumentaram e as pessoas têm preferido usar cartão a dinheiro – 74% dos consumidores disseram usar cartão de débito, ao passo que 53% usam dinheiro. Assim como o dinheiro em espécie, o uso de outras formas físicas de pagar tem diminuído à medida que os consumidores alteram suas preferências para o pagamento por aproximação e carteiras digitais. Quando indagados sobre seus dez últimos pagamentos em um estabelecimento comercial físico, 48% dos consumidores disseram ter usado o pagamento por aproximação (cartões, carteiras digitais e acessórios inteligentes) ante 23% em abril. As carteiras digitais continuam ganhando terreno e 20% dos consumidores dizem usá-las nos pontos de venda.

A tendência de pagamentos por aproximação confirma os padrões de consumo observados entre os portadores de cartão na América Latina e no Caribe. Em novembro de 2020, a penetração dos pagamentos por aproximação na região ultrapassou a marca de 15%, o que representa um crescimento anual de 130% na comparação com novembro de 2019.

O estudo também descobriu que o interesse pelo comércio eletrônico continua forte – quase metade dos consumidores disseram comprar pela internet uma ou mais vezes ao mês, ao passo que 71% planejavam manter a atual frequência de compras online. Além de terem aumentado o uso de cartões de crédito e débito, os consumidores também disseram estar usando cada vez mais as carteiras digitais nas compras pela internet (26%), pois as consideram os métodos mais seguros para pagar online.

A demanda e a confiança em novas tecnologias de pagamento também estão crescendo, como indicado na pesquisa. Setenta e oito por cento deles disseram planejar usar novas tecnologias de pagamento no futuro e esperam inovações como compras em redes sociais, pagamentos via aplicativo de mensagem, biometria, criptomoedas entre outras formas.

Abaixo, segue percentual de consumidores dispostos a experimentar as seguintes tecnologias quando estiverem disponíveis:

• Plataformas de mensagens instantâneas e de redes sociais: 58%
• Biometria: 42%
• Criptomoedas: 25%
• Internet das Coisas: 22%
• Realidade virtual/realidade aumentada: 10%

“Com a carteira digital ganhando espaço na região e a crescente confiança na biometria, vemos um consumidor muito mais aberto a novos canais de compras e novas formas de pagar. Um consumidor que se sente à vontade para entrar e sair de ambientes de pagamentos digitais na nuvem”, acrescentou Meyer.

A Visa trabalha continuamente para atender às crescentes demandas desse novo consumidor, fomentando a inovação e o desenvolvimento de produtos e soluções junto a emissores, estabelecimentos comerciais, fintechs e parceiros na região. A equipe do Centro de Inovação da Visa na América Latina e no Caribe começa a jornada de cocriação liderando com design integrado na estratégia de produto, evoluindo continuamente as tecnologias da Visa e abraçando parcerias e integrações da indústria – tudo isso, na tentativa de criar a próxima geração de soluções de pagamentos alinhadas com o mercado, resolvendo assim, problemas do mundo real.

Banco digital next lança atualização do App com soluções mais pedidas pelos clientes

O banco digital next preparou uma nova versão do app com algumas das novidades mais pedidas pelos clientes, como pagamento por boleto e a possibilidade de pedir aumento de crédito em poucos cliques. A atualização ficará disponível para todos os clientes até o fim da semana, nas lojas de aplicativo App Store e Google Play.

As novidades melhoram ainda mais a experiência do cliente e os ajudam a resolver as questões financeiras do dia a dia de forma simples e prática. Agora, além do débito automático, quem é next pode realizar o pagamento da fatura do cartão por meio de boleto digital e antecipar o pagamento de faturas fechadas, tudo direto pelo app.

A atualização também atende um outro pedido dos clientes: solicitar o aumento de limite do cartão de crédito direto pelo app e em poucos cliques. A análise é feita na hora.

Na parte de UX (user experience), o next aprimorou a área de Carteiras Digitais, tornando mais fácil o cadastramento em uma das três wallets que estão com o banco digital: Apple Pay, Google Pay e Samsung Pay.

Além disso, houve uma nova atualização na Jornada de Adesão (onboarding), que visa facilitar a abertura da conta e consequentemente impulsionará ainda mais o crescimento da plataforma.

Todos esses movimentos fazem parte do constante aprimoramento do next, retroalimentado pelo feedback dos clientes e estudos do time de antropólogos.

Essa é a primeira versão lançada em 2021, que marca o início de grandes novidades e transformações que estão por vir na plataforma next.

Plataformas de inteligência geográfica ajudam instituições financeiras a planejar o futuro das agências físicas

A busca incessante dos consumidores por comodidade e agilidade na prestação de serviços foi ainda maior durante a pandemia. Isso fez com que diversos setores necessitassem acelerar seus investimentos na digitalização dos processos e, nesse sentido, o setor financeiro foi um dos mais impactados.

Estudos mostram que a digitalização dos serviços financeiros avançou cinco anos em alguns meses – além da pandemia, o surgimento das fintechs evidenciou a necessidade de inovação por parte das instituições tradicionais – e que o comportamento dos clientes jamais foi tão relevante para análise de futuro do setor: a real necessidade da existência das agências físicas.

A necessidade de uma agência poderia ser resumida a quatro serviços que hoje são facilmente solucionados em canais digitais: desbloqueio de cartões, cancelamento ou solicitação de serviços, recuperação de senha, e autorização de dispositivos e liberação de acesso à internet banking. Esse cenário tem obrigado os bancários a se questionarem: estamos adotando a melhor estratégia e nos locais corretos? Faz sentido para aquela região fechar ou aprimorar a experiência nas agências? Como posso analisar os locais e tomar uma decisão?

Segundo Jeferson Cruz, especialista em marketing da Imagem Geosistemas, análises feitas em uma plataforma de inteligência geográfica orientada a dados tornaram-se fundamentais na resposta a todas essas perguntas. “É possível extrair melhores resultados utilizando de todo potencial de uma ferramenta de inteligência geográfica, que é capaz de cruzar informações e dados de diferentes fontes gerando diversos insights importantes na tomada de decisão: a necessidade de fechar ou investir em novos modelos de negócio, aprimorando a experiência do cliente em diversos canais (omnichannel), aumentando o nível de satisfação, entre outros”, explica.

Case Bank of America

O Bank of America, um dos maiores bancos dos Estados Unidos, iniciou o uso da tecnologia GIS (sigla em inglês para Sistema de Informações Geográficas) há pouco mais de 10 anos. Com isso, conseguiu estabelecer um plano de integrar mais de 1900 agências, construir 900 novas, fechar 1400, vender quase 200, renovar três mil, fechar seis mil caixas eletrônicos e adicionar mais de três mil novos caixas remotos.

Outra ação desenhada pelo Bank of America após análise realizada com a tecnologia GIS foi um planejamento de 25 anos para a cidade de Nova York. A instituição já identificou todos os lugares que deseja ocupar e apenas aguarda que os imóveis fiquem disponíveis. Já em Manhattan, o banco investiu US$200 milhões, o que gerou US$600 milhões em receitas anuais.

“As agências do Bank of America não morreram, mas evoluíram”, comenta Cruz. Com investimentos no trabalho de inteligência geográfica em sua rede, o banco reduziu suas despesas anuais em US$800 milhões, com uma perda insignificante de clientes. O corte de custos operacionais dos caixas eletrônicos e agências foi de US$5,5 bilhões para US$4,7 bilhões.

Estudo mostra que bancos poderão ter novas oportunidades de receitas com o Open Banking

Em 1º de fevereiro, entrou em vigor no Brasil a primeira fase do Open Banking, movimento liderado pelo Banco Central que prevê o compartilhamento organizado e seguro de dados de produtos, serviços e taxas entre bancos e outras instituições financeiras e de pagamentos. Segundo um estudo da Capco, consultoria global de gestão e tecnologia que atuou na implantação do Open Banking em países como Reino Unido, Austrália e México, é fato que a concorrência entre os bancos brasileiros e outras instituições vai aumentar. Porém, há um grande potencial para que os bancos também usem seus dados e a tecnologia para gerar novas receitas nesse ambiente. E para isso, há vários modelos que poderão aplicar, incluindo parcerias com as instituições que tiverem acesso a seus dados.

No estudo “O futuro do Open Banking: como monetizar as APIs de seu banco”, que aborda as finanças abertas no Brasil, a Capco afirma que conseguir as oportunidades certas rapidamente permitirá aos bancos aumentarem suas receitas através da produção e monetização de vários serviços bancários relevantes. Para isso, poderão usar as chamadas APIs (Interface de Programação de Aplicações, em português), que conectam sistemas, softwares e aplicativos. Um aplicativo de trânsito pode usar a API do Google Maps, por exemplo, para ter informações sobre as ruas onde os motoristas devem passar. Da mesma forma, um banco poderá disponibilizar APIs para que fintechs, por exemplo, criem serviços que acessam de forma rápida e segura informações que estão nos bancos.

“Produzir tecnologias com base em APIs permite às empresas não apenas monetizarem suas funcionalidades de negócio, mas também atingirem mais mercados investindo menos e se diversificando mais rapidamente. O uso de informações fornecidas pelas APIs permitirá que desenvolvedores de soluções tornem suas aplicações mais abrangentes e abertas a personalizações rápidas a cada negócio. Se não aproveitarem o potencial desse novo ambiente ou não satisfizerem suas necessidades básicas, os bancos estarão mais suscetíveis à disrupção”, diz Luciano Sobral, diretor executivo da Capco Brasil.

Além de gerarem novos negócios para os bancos, as APIs podem criar uma dinâmica diferente no mercado. Isso porque há processos de grande atrito na cadeia de valor bancária atual, que demandam um grande esforço em troca de baixos retornos, como a interface com cliente. Portanto, poderão ser compartilhados com empresas concorrentes, terceirizados para startups de serviços compartilhados ou adquiridos já prontos como APIs e incorporados a operações existentes com um custo mínimo.

“O Open Banking continua e acelera uma tendência observada há algumas décadas no exterior e que está se tornando cada vez mais viável com novas tecnologias sendo disponibilizadas ao mercado sob a forma de serviços. Ele está mudando fundamentalmente nossas plataformas centrais onde os dados e transações são hospedados e processados: várias organizações têm usado a regulamentação como alavanca para melhorarem seus sistemas e comunicarem-se melhor umas com as outras. A regulamentação de Open Banking impulsionou investimentos para melhorar o acesso às plataformas e sua utilização. Portanto, teve efeitos que foram além das APIs disponíveis publicamente. E a mudança é profunda”, completa o diretor executivo da Capco Brasil.

A segunda fase do Open Banking deverá ser implantada em 15 de julho, quando clientes poderão liberar que empresas de sua preferência acessem seus dados financeiros. A partir de 30 de agosto, terceiros poderão iniciar a operação de pagamentos e de encaminhamento de proposta de operação de crédito. E em 15 de dezembro isso passa a ser possível também para outros produtos como seguros, investimentos e câmbio.

Em sua análise, a Capco identificou as seguintes formas dos bancos monetizarem seus APIs:

MODELO COM BASE EM TRANSAÇÕES: Modelos com base em transações são semelhantes a serviços bancários tradicionais. A principal diferença no contexto de APIs é a forma com que empresas como PayPal e Stripe permitem que terceiros integrem e utilizem seus serviços por meio de APIs plug-and-play (ligar e usar). Isso permite que empresas como as citadas acima alcancem públicos maiores e gerem maiores volumes de transação para seus serviços. Esse modelo pressupõe que a API está sendo chamada para concluir algum tipo de transação, como pagar uma conta ou transferir dinheiro. Uma taxa é cobrada quando a transação é concluída.

MODELO POR CHAMADA: Cobrança por chamada é o modelo de monetização mais direto, no qual os terceiros pagam todas as vezes que a API é usada. Para ter sucesso com esse modelo, o serviço por trás da API precisa oferecer uma proposta de valor clara. Antes de organizar um modelo de monetização direta, os bancos devem consultar seus clientes para descobrir se eles estariam dispostos a pagar pelo serviço e quanto estariam dispostos a pagar. Por exemplo, o preço padrão por consulta de APIs do Watson da IBM é US﹩ 0,0025. Esse modelo difere do modelo com base em transações no sentido em que toda chamada para a API é passível de cobrança e pode ou não estar ligada a operações transacionais.

MODELO COM BASE EM ASSINATURAS: Modelos com base em assinaturas para acesso a APIs podem ser fixos ou dinâmicos. O modelo fixo é direto e oferece acesso completo a APIs por um valor mensal fixo. A abordagem de pagamento por consumo (pay-as-you-go) é mais dinâmica e o preço é determinado por uso medido. Por exemplo, o preço pelo uso de uma plataforma de computação em nuvem poderia ser estabelecido por hora pelo sistema operacional e tamanho da plataforma. Outro modelo de assinatura dinâmica é o modelo por níveis (layers). Os desenvolvedores fazem uma assinatura e pagam por um nível de uso específico, com base no número de chamadas de APIs por um período de tempo fixo. Embora o custo aumente por nível, o custo por chamada de API geralmente cai. Por exemplo, a Vertical Resources (empresa de process-as-a service) usa o modelo de negócios por nível. Os preços por uso caem com o consumo de maiores volumes de chamadas de APIs e os usuários podem ajustar seu nível com base em uma análise do uso ao longo de determinado período. Poderia haver o upgrade automático da assinatura para o próximo nível se os desenvolvedores quiserem continuar usando o serviço de APIs após tiverem atingido seus limites de assinatura.

MODELO FREEMIUM: Freemium é um bom começo para donos de APIs e desenvolvedores terceiros curiosos se conectarem e explorarem. Ele pode servir como um ponto de partida para alternativas com base em assinaturas ou em cobranças por chamadas de APIs. Nesse modelo, as empresas oferecem aos desenvolvedores algumas capacidades de suas APIs de graça e cobram por funcionalidades adicionais. Por exemplo, um serviço de mapeamento da web poderia permitir fazer um número baixo de chamadas para as APIs de graça e cobrar por chamadas acima de determinado limite. Como um motivador para adquirir um pacote melhor, os provedores poderiam oferecer acesso aprimorado às APIs para assinantes premium (o que permitiria que usuários finais customizassem sua experiência e fluxo de trabalho, por exemplo).

MODELO COM BASE EM CRESCIMENTO DAS RECEITAS: Aumento de receitas é um conceito estratégico para os bancos que abrirão suas APIs para terceiros. Muitas fintechs buscam parcerias com bancos para proporcionar uma infraestrutura financeira central para novos produtos e serviços. Isso poderia beneficiar os bancos, aumentando os ativos sob gestão e oferecendo depósitos para exigências de capital. Isso também pode significar margens de juros adicionais que envolvem crédito. Esse modelo seria semelhante à forma com que o Fidor Bank oferece, a terceiros, serviços bancários no modelo white label .

MODELO DE COMPARTILHAMENTO DE RECEITA: Compartilhamento de receita é uma opção que incentiva a inovação aberta e a cocriação com terceiros. Nesse modelo, é geralmente o terceiro que é pago com base na popularidade da sua aplicação. Um modelo de compartilhamento de receita oferece incentivos tanto para os donos da APIs quanto para os terceiros e deve também oferecer incentivos adicionais para escalabilidade. Isso funciona melhor com produtos ou serviços que tenham tarifas mensais ou anuais. Parte dessas tarifas seriam pagas ao terceiro por elementos como aquisição de cartão de crédito, contratação de apólices de seguros, etc.

MODELO COM BASE EM RESTITUIÇÃO: Restituições ou cashback também podem ser usados por APIs que têm uma tarifa de transação geradora de receita cobrada do usuário final, por exemplo, APIs abertas para negociar ações e processar pagamentos. Os bancos podem escolher repassar parte da tarifa ao consumidor. Em áreas como pagamentos, onde a competição por volumes é alta, oferecer a opção de cashback pelo uso de uma API específica pode ser um bom incentivo. Varejistas podem também associar cupons de descontos ou cashback para compras feitas por meio de APIs de uma rede de pagamentos específica.

O futuro nos mostrará qual modelo será o mais bem sucedido ou mesmo se novos modelos surgirão. Porém, a única certeza é que o Open Banking, junto com outras implementações como o PIX, mudarão o cenário financeiro brasileiro nos próximos anos.

Heach Recursos Humanos está com mais de 20 vagas abertas para profissionais de TI

A Heach Recursos Humanos, empresa de recrutamento e seleção, está com 22 vagas abertas, de diferentes cargos para profissionais de TI, para serem ocupadas em oito estados brasileiros. 

A primeira vaga é de Desenvolvedor Net Pleno e possui uma oportunidade em cada um dos seguintes estados: Espírito Santo, Sergipe, São Paulo, Minas Gerais e Santa Catarina. O escolhido terá que executar atividades de desenvolvimento de sistemas planejadas em Sprint, participar de reuniões diárias e realizar reuniões com clientes para entendimento de problemas, e participar de eventos da empresa.  O salário é de R$ 4.358,00 mais benefícios, como vale-alimentação, plano de saúde e assistência odontológica. 

A segunda é de Desenvolvedor Front-End Pleno, na qual suas funções serão de desenvolver demandas para o cliente, incluindo testes e implementação, participação de alinhamento diário com o time. Será considerado como diferencial os candidatos que tiverem experiência com .NET e SQL, Javasript, HTML e outros. As vagas estão disponíveis para o Espírito Santo, Minas Gerais,  Santa Catarina, Sergipe e São Paulo, e o salário é de R$ 4.358,35 com plano de saúde e seguro vida. 

Para os que estão interessados em trabalhar como desenvolvedores de Java, os estados de Sergipe, São Paulo, Espírito Santo, Minas Gerais, Santa Catarina, Paraná, Bahia e Pernambuco estão contratando. O salário é de R$ 5.500,00 mais plano de saúde e e vale alimentação. Os escolhidos serão responsáveis por realizar auditorias para assegurar que os padrões operacionais e procedimentos de segurança estejam sendo seguidos. Elaboração de estudos de criação ou alteração de metodologias, supervisão e revisão dos dados e seleção de novas tecnologias.  

Para conferir essas e  outras  vagas, basta acessar: https://heach.abler.com.br/.  

GovTech Facilit é a mais nova investida da KPTL

Fundada em 1994, a Facilit Tecnologia pode não ser considerada uma startup por conta de sua longevidade. Entretanto, ano após ano se consolida no mercado de software e se destaca no aprimoramento de suas tecnologias de gestão e planejamento para o setor público e privado. A Facilit agora chama a atenção de um player de peso: a KPTL, uma das principais gestoras de fundos de Venture Capital do Brasil, que acaba de anunciar investimento de R$ 3 milhões na companhia de Pernambuco, por meio do Fundo Criatec 3, que tem o Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) e o Banco do Nordeste (BNB) entre seus cotistas.

Sediada no polo tecnológico do Porto Digital, no Recife, a Facilit ganhou destaque como uma GovTech respeitada por implementar sistemas de gestão para governos de todos os partidos. Nascida como uma software house, em 2005 mudou o modelo de negócio para se dedicar apenas ao programa Communis. A partir de 2007 criou a plataforma Target, sistema de gerenciamento e execução da estratégia que conecta e compartilha os objetivos e estratégias do negócio com aqueles que executam a mudança dentro das organizações, sendo elas públicas ou privadas.

“Acredito que esse aporte será muito importante porque sempre trabalhamos apenas com nosso próprio dinheiro. Esse investimento traz não só um crescimento, mas tem um smart money por trás. Vamos melhorar a governança. Estamos muito animados com isso. E vai ajudar a trabalhar o mercado do Sudeste de maneira mais forte, e também a entrar na iniciativa privada que fica, majoritariamente, em São Paulo”, conta Manoel Amorim, CEO da Facilit.

Renato Ramalho, CEO da KPTL, encontrou na Facilit um trabalho bem feito ao longo de décadas e com potencial para acompanhar a necessidade de digitalização dos governos e de eficiência das empresas. “Diante de uma horizonte que obrigará governos a se digitalizar cada vez mais para atender uma população que já tem mais de um smartphone por habitante, a Facilit é uma joia que só tende a valorizar. Uma ferramenta sólida que se aprimorou no setor público, mas que tem todo potencial para ir muito bem também na iniciativa privada”, explica Ramalho.

José Danilo Araújo Nascimento, Gerente do Ambiente Mercado de Capitais do Banco do Nordeste, um dos cotistas do Fundo Criatec 3, afirma que a instituição se sente honrada em apoiar um fundo de Venture Capital com característica multissetorial. “É essencial apoiar micro e pequenas empresas inovadoras que atuam em setores como o Agronegócio, Biotecnologia, Nanotecnologia, novos materiais e Tecnologia da Informação. É o caso da Facilit, uma companhia da Região Nordeste, cuja tese de investimento nos chamou atenção pela robustez da ferramenta, por possuir um histórico de clientes que já aprovaram a tecnologia. Mas também pela vasta experiência dos empreendedores. Estamos confiantes e acreditamos que o fundo contribuirá para que a companhia alcance os melhores resultados”, afirma Nascimento.

A expertise criada no ambiente público já rende frutos no setor privado. Christine Auguste Pimenta, Coordenadora de Gestão de Projetos de Recuperação de Energia da Light, conta o que mais gosta no Target. “Possibilita um trabalho eficiente em equipe com estruturação das tarefas e visualização muito amigável. Funciona muito bem como repositório de documentos, monitoramento de indicadores e na geração de relatórios. O diferencial se encontra na facilidade dos encaminhamentos, que podem ser feitos com agilmente, vinculando tarefas. Possibilita o monitoramento das deliberações, pois aparece como um compromisso evitando o esquecimento, diante da quantidade de demandas diárias”, relata.

A força da experiência no setor público

Em 2015, houve uma transformação na companhia, quando a Facilit passou a atuar no modelo de negócio SaaS (Software as a Service), tornando a receita em recorrente e reajustando a plataforma para tal. Hoje a plataforma conta com 32 grandes clientes e 60% de sua receita vem do setor público.

Aprimorado a cada ano, o software Target permitiu à Facilit conquistar clientes importantes como o próprio Governo de Pernambuco, a Prefeitura Municipal de Jaboatão e Sorocaba, o Ministério da Integração Nacional e o Projeto de Integração da Transposição do Rio São Francisco. Nas últimas eleições municipais, seis das sete prefeituras que usam o sistema atualmente e concorriam à reeleição voltaram a ser escolhidas pela população. É o caso das prefeituras de Aracaju (SE), Santo André (SP), Parnamirim (RN), Cabedelo (PB), Jaboatão dos Guararapes (PE) e Petrolina (PE), onde o atual prefeito foi reeleito em primeiro turno com 76% dos votos.

Frederico Amâncio, Secretário de Educação de Pernambuco, relata que a implantação da ferramenta do painel de controle, desenvolvida em parceria com a Facilit, permitiu maior agilidade ao processo de coleta de informações. “Além disso, melhorou e facilitou a vida dos técnicos nas reuniões de monitoramento e deu maior dinâmica ao processo decisório. A partir da possibilidade de acompanhar as metas e prioridades de qualquer lugar, ganhamos mais dinâmica e efetividade nos nossos resultados”, explica.

Segundo Amorim, CEO da Facilit, os governos – Federal, Estaduais e Municipais – viram nas ferramentas da empresa uma forma de realizar no dia a dia uma gestão, de fato, e o mesmo olhar se amplia para o setor privado. “Quem usa o sistema aprende uma noção exata do que é gestão. O tempo todo tem problemas chegando, mas sem uma ferramenta te ajudando a coisa dispersa. Na hora em que começa a gerir, todos os indicadores melhoram e a população reconhece isso nas urnas”, acredita Amorim.

De acordo com a Coordenadora Geral de Governança Corporativa de Alagoas, Poliana Santana, o Target faz diferença na gestão. “O sistema possibilitou a implantação efetiva e o monitoramento das ações e metas do Estado. Facilita e agiliza muito os processos, a preparação de relatórios e apresentação de resultados para o Governador. Podemos dizer que estamos no mesmo nível de Pernambuco e Minas Gerais. O nosso programa de gestão por resultados é o primeiro do Brasil a receber o selo ISO 9001”, conta Poliana.

O Secretário de Planejamento de Santo André, Pedro Seno, vinha buscando há bastante tempo uma plataforma de gestão de projetos de governo que atendesse às demandas. “Nós tínhamos tentado usar algumas plataformas, que eram sempre ou muito engessadas ou muito complexas. Em 2018 conhecemos a Target e vimos a possibilidade de ter um sistema que se adaptasse às nossas necessidades. Estamos muito satisfeitos e prontos para entregar o que o cidadão e a cidade efetivamente precisam”, relata Seno.

Na prática o diferencial do Target é ser um software de gestão de projeto com alinhamento da execução da estratégia empresarial. Assim, traz mais eficiência para os planos estratégicos e a gestão diária da companhia ou do governo. A maior parte dos sistemas concorrentes no mercado não possuem alinhamento simultâneo com o planejamento estratégico da companhia.

Ascenty investe R$ 150 milhões em enterramento de sua rede de fibra ótica

A Ascenty, empresa líder no mercado de Colocation na América Latina – com 22 data centers próprios no Brasil, Chile e México, sendo 17 em operação e cinco em construção, e uma rede de 4.500 km – continua investindo no projeto de enterramento da rede de fibra ótica para atender as regiões de Campinas, São Paulo, Praia Grande e Rio de Janeiro.

O programa iniciado em 2017 e em fase de conclusão neste primeiro trimestre de 2021 conta com R$ 150 milhões em investimentos para finalizar os 1.080 km de rede subterrânea que interconectam 22 cidades: Barueri; Campinas; Caieiras; Cajamar; Cubatão; Diadema; Hortolândia; Itupeva; Jundiaí; Louveira; Osasco; Paulínia; Praia Grande; Rio de Janeiro Capital; Santana de Parnaíba; Santos; São Bernardo do Campo; São Paulo Capital; São Vicente; Sumaré; Valinhos; e Vinhedo.

O objetivo desse projeto está em linha com a estratégia da Ascenty de especialização no segmento de data centers de padrão de excelência mundial. A rede de fibra ótica subterrânea conecta os data centers da empresa às estações de cabo submarino, possibilitando assim excelência de conectividade com redução de latência na comunicação, bem como maior resiliência e, por consequência, disponibilidade superior aos clientes.

A ampliação da rede subterrânea permite, ainda, às empresas alocadas em todos os data centers da Ascenty integrarem seus negócios ao novo NAP Brasil (sigla em inglês para Ponto de Acesso de Rede), aos provedores de serviços de Internet (ISPs) e aos grandes provedores de cloud, dentre outras empresas. Assim, ampliam-se as possibilidades de interconexão com os serviços e os conteúdos armazenados nos data centers da companhia, que abrigam, atualmente, cerca de 350 clientes globais que atuam na América Latina.

“Continuamos realizando grandes investimentos em rede subterrânea entre nossos data centers para que nossos clientes, independente de onde estiverem hospedados, tenham a possibilidade e tranquilidade que estão usufruindo ao máximo das melhores conexões possíveis”, destaca Marcos Siqueira, VP de Operações da Ascenty.

FICO contrata gerente de marketing de canais para América Latina e Caribe

Jenifer Tresmondi assumiu o cargo de gerente de marketing de canais para América Latina e Caribe da FICO, empresa líder mundial em software de decisão e análise preditiva. A executiva irá trabalhar com a equipe de canais para desenvolver estratégias de marketing visando o crescimento do número parcerias com outras empresas e do volume de negócios da FICO na região.

Jenifer possui MBA em Marketing na FGV (Fundação Getulio Vargas) e mais de 15 anos de experiência na área, com atuação em diversas empresas de tecnologia como EDS, SAP, Teradata e Informatica.

“Meu principal objetivo será expandir a participação de mercado da FICO na América Latina através de iniciativas de marketing em conjunto com os canais estratégicos, e futuramente criar um programa de marketing de canais estruturado para cada tipo de parceria, consolidando ainda mais a área de canais dentro da FICO”, afirma Jenifer.

Sofist fortalece área de operações com novo Head de Automatização de Testes

Henrique Moura, novo Head de Automatização de Testes da Sofist

Henrique Moura é o novo Head de Automatização de Testes da Sofist, consultoria ultraespecializada em qualidade de software. A chegada do executivo contribui para o fortalecimento da área de operações, que é o coração da empresa, e acontece num momento especial: em 2020 a Sofist registrou um crescimento de 84% em faturamento (ultrapassando a marca de dois dígitos e a meta estipulada para o ano). Agora o plano é manter o ritmo acelerado.  

Dentro da área de operações, que reporta diretamente a Bruno Abreu, CEO da Sofist, Henrique Moura assume o time de testes automatizados, ao lado de Jennifer Deus, responsável pela equipe de testes humanos, e de André Iguera, que gerencia os especialistas em testes de performance. Juntos, eles têm o desafio de conduzir o time para habilitar e sustentar a entrega de valor para seus clientes.  Para isto, a Sofist deve investir ainda mais em pessoas, e estima crescer em 31% o time de operações até o final de 2021.

“À frente da área de automatização de testes da Sofist, quero ajudar nossos clientes em suas estratégias de transformação digital, contribuindo para a implementação de um mindset de cultura da qualidade mesmo num cenário em que as empresas se veem obrigadas a inovar com velocidade. E a maneira de se fazer isso é mostrando que é preciso olhar para processos e metodologias, entender o problema real e a jornada do usuário, para depois investir em tecnologia. Em resumo: organizar a casa para não automatizar o caos”, afirma Henrique Moura.

Com quase duas décadas de experiência na área de tecnologia, Henrique se considera um apaixonado por automação. Sua história com o segmento começou aos 16 anos, num curso de automação industrial do Senai. De lá pra cá, o executivo migrou da indústria para o software e não parou mais.

Pesquisa do Banco PAN mostra que apenas 16% conhecem o Open Banking, mas sistema é visto como positivo

Um levantamento encomendado pelo Banco PAN mostra que apenas 16% do público brasileiro das classes CDE já ouviu falar sobre Open Banking. Entretanto, quando explicado pelo entrevistador, o sistema foi considerado de fácil entendimento e visto como positivo e benéfico pela maioria dos pesquisados. As pessoas com 55 a 64 anos sãos aquelas que mais já ouviram falar sobre Open Banking (22%) e a faixa etária em que o termo é menos conhecido está entre aqueles de 30 a 39 anos (12%).

A pesquisa “Percepções sobre Open Banking” foi realizada em parceria com o Instituto Plano CDE e feita com 1.524 pessoas, destas 1.007 com renda familiar de até R$ 5 mil. A margem de erro máxima da pesquisa é de 2,5%.

“A população ainda conhece pouco sobre o tema, mas quando o conceito é bem comunicado, já consegue perceber as vantagens que o Open Banking trará para sua vida financeira em termos de praticidade, autonomia e poder de escolha. Por isso, nós vamos adotar uma comunicação simples, direta e transparente com nossos clientes, focando sempre nos benefícios do sistema para cada um”, explica Luiz Krempel, superintendente do Banco PAN para Open Banking.

A pesquisa também mostrou que o público mais jovem teve um entendimento rápido sobre o sistema quando explicado, e disse que autorizaria o compartilhamento de dados entre as instituições. Por outro lado, o público com idade mais avançada se mostrou mais receoso e mostrou preocupação sobre eventuais taxas ou cobranças para a realização do compartilhamento de informações. Nesse público de mais idade surgem dúvidas sobre o Open Banking não ser um sistema, mas uma empresa, um aplicativo, uma plataforma, uma ferramenta e até mesmo um novo banco.

Entre todos os respondentes, após serem expostos a uma explicação, 50% dos entrevistados afirmaram que o Open Banking “vai trazer mais praticidade para os clientes” e 49% deles disseram que o sistema “funciona como uma portabilidade entre bancos”.

O estudo ainda captou que os principais fatores que fazem os participantes estarem abertos ao novo sistema são: remete ao PIX (associação acontece ainda porque o PIX envolve os termos “transação” e “transferência”); leva à ideia de portabilidade; o fato de seu banco atual compartilhar os dados transmite segurança (é diferente do trânsito de informações entre cliente e sites da internet); e a sensação de que “sabem para onde foram os dados”.

Outro ponto de destaque captado pelo levantamento é que a aceitação ao Open Banking é de cerca de 60% quando a ideia de compartilhar dados é associada a benefícios. Dessa forma, 64% informaram compartilhar seus dados “se tiver a possibilidade de melhores oportunidades de empréstimo e crédito”, enquanto 60% responderam que fariam o compartilhamento “se isso ajudar a conseguir um produto ou serviço melhor no banco que procurei”.