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Singu levanta R$ 10 milhões em investimento de dois líderes do mercado de beleza do País

A Singu, maior marketplace de beleza da América Latina, acaba de levantar R$ 10 milhões em um investimento liderado pelas duas principais famílias do ramo de beleza do País. O aporte vai permitir que a empresa permaneça na liderança do mercado de beleza e bem estar, onde apenas no Brasil movimenta R$ 100 bilhões por ano.

Em um pouco mais de dois anos de história, a brasileira Singu construiu uma base de mais de 200 mil usuários, nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro – que juntas são responsáveis por quase ¼ do mercado de serviços de beleza no País. “A Singu tem o objetivo de facilitar o dia a dia de seus clientes e entregar um serviço de qualidade com muita comodidade, mas com preços de salão de bairro. Ao passo de que os artistas que conosco atendem, ganham, em média, 3x mais do que a média daqueles que trabalham nos melhores salões do Brasil. Por isso, estamos criando uma base fiel, onde quase 90% volta a usar o serviço em até 30 dias; algo praticamente impossível neste modelo de negócios (marketplace de serviços)”, explica Tallis Gomes, fundador e CEO da Singu.

Além disso, a Singu é responsável por triplicar a renda média das profissionais de beleza e bem estar, criando um mecanismo meritocrático de ascensão social para os mais de dois mil profissionais cadastrados em sua base, pelo fato da Singu atender todos os dias das 07 às 22h. A vantagem para os profissionais é que, ao contrário dos salões convencionais que cobram até 70% do serviço prestado, a Singu recolhe apenas 30%, invertendo a lógica tradicional do mercado. Além disso, os profissionais que com a empresa trabalham, podem escolher quando e quanto vão trabalhar, já que a Singu funciona todos os dias.

Pela Singu, seu fundador, Tallis Gomes, foi eleito pelo MIT, em 2017, como um dos 30 empreendedores mais inovadores do mundo pelo seu trabalho à frente da empresa; tratada pela imprensa americana como “Uber for Beauty”.

O marketplace reúne, em um único ambiente, prestadores de serviços que oferecem opções como manicure, pedicure, diferentes tipos de massagens e depilação. Pela Singu, todos os preços dos serviços são tabelados e o atendimento pode ser tanto na casa ou até mesmo no escritório do cliente. Além disso, o pagamento online, feito exclusivamente com cartão de crédito, excluindo o receio da variação de preços, algo muito comum neste setor.

Pipefy levanta US$16 mi em rodada de investimento Série A, liderada por OpenView Partners e Trinity Ventures

A Pipefy, plataforma de gerenciamento de processos eficientes, anunciou hoje o levantamento de US$16 mi em sua rodada de investimentos Série A, encabeçada pela OpenView Partners, firma de venture capital focada em empresas em fase de expansão, e a Trinity Ventures. A Redpoint Ventures e a Valor Capital, que já haviam investido na startup, também participaram da rodada. Outros investidores da companhia são a 500 Startups, o Founders Fund (do fundador do Paypal, Peter Thiel) e os fundadores da Zendesk, Morten Primdahl e Alexander Aghassipour. Os fundos levantados serão utilizados para escalar as operações da empresa à medida que a Pipefy expande suas equipes tanto em São Francisco como no Brasil.

“Nós estamos construindo um novo segmento de mercado”, disse Alessio Alionço, fundador e CEO da Pipefy. “Nossa visão é permitir que cada gestor dentro de uma organização crie seus próprios fluxos de trabalho customizados, sem a necessidade de possuir conhecimento técnico em programação. Ao possibilitar o gerenciamento ágil de processos, nossos clientes podem reagir a um ambiente de mudanças constantes e rápidas, garantindo uma execução de alta qualidade.”

A plataforma em nuvem da Pipefy está presente em 8.000 empresas, que vão de pequenos negócios como a Dandelion Chocolates, baseada em São Francisco, a grandes empresas como Accenture, IBM Santander e Wipro, passando por startups que ja receberam investimentos, como a Olist e a Nibo. O Pipefy foi projetado para facilitar o processo lento, caro e muitas vezes incômodo enfrentado por muitos gestores. Com o Pipefy, novos processos operacionais para departamentos como serviço ao consumidor, RH, financeiro, marketing e vendas podem ser postos em prática dentro de horas ou dias, sem entraves de TI.

“A paixão e a visão de produto do CEO e fundador são cativantes,” disse Dan Demmer, Sócio-Gerente da OpenView, que acaba de se juntar ao Conselho de Administração da Pipefy. “Estamos animados para trabalhar com o Alessio e o resto da crescente equipe Pipefy para continuar o trabalho em cima do sucesso obtido até agora com a transição para um modelo de gerenciamento de processos que não envolve programação.”

A Pipefy se dedica a atender ao mercado global de gestão de processos de negócios, que vale mais de US$7 bi e deve chegar a 2024 valendo mais de US$ 23 bi, de acordo com a Grand View Research. Ao se aproximar do consumidor no mercado de operações internas comuns a todos os negócios do mundo, a Pipefy cresceu muito rapidamente e agora já atende clientes em mais de 146 países. Uma vez implementado em uma empresa, o software é rapidamente adotado a uma taxa de crescimento de 10% ao mês.

“É difícil criar uma experiência de produto global nesse mercado, devido à complexidade significativa das operações internas de empresas. A Pipefy conseguiu criar um belo produto, que prioriza o usuário final e vai direto ao ponto dos problemas de negócios que eles estão resolvendo,” disse Dan Scholnick, Sócio-Geral da Trinity Ventures. “Milhares de clientes em todo o mundo validaram a plataforma por meio do tempo e dinheiro que dedicam diariamente ao Pipefy.”

Durante anos, gerentes de empresas e departamentos de TI vêm lutando para priorizar recursos de TI valiosos. A área de negócio das empresas tentava usar tecnologia para ser mais eficiente, mas dependia sempre do auxílio do departamento de TI para implementar e manter essas mudanças.

“O Pipefy revolucionou a forma como vemos e construímos nossos processos nas operações da Accenture”, disse Fabiano Guastela, gerente de transformação digital da empresa líder em serviços profissionais de outsourcing. “Sua flexibilidade e facilidade de uso nos permitiram melhorar nossa produtividade e qualidade de entrega”.

O Pipefy elimina uma batalha de longa data entre os gerentes de operações e os setores de TI, colocando o poder de gerenciar processos de negócios complexos, em que a velocidade da entrega de valor é fundamental, de volta nas mãos dos especialistas. Sua plataforma permite o gerenciamento ágil de processos, permitindo que os negócios controlem os próprios fluxos de trabalho.

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Carros serão data centers sobre rodas

O diretor da divisão de TI da T-Systems, A T-Systems Brasil, provedora alemã com amplo portfólio de soluções digitais e serviços de TI, François Fleutiaux, acredita que os carros estão se tornando data centers sobre rodas. Exatamente por isso, é hora do mercado de preparar para trabalhar com estes dados.

Não por acaso, muitos dos carros fabricados atualmente contam com mais de 100 sensores embarcados, capazes de monitorar permanentemente itens como velocidade, temperatura do motor e funcionamento dos freios, coletando para isso uma série de outras informações. Estes sensores fazem com que estes automóveis produzam cerca de 25 GB de dados por hora. Em se tratando de carros autônomos, a previsão é de que este volume salte para 3.600 GB por hora.

Fleutiaux explica que os dados não são gerados apenas com o veículo em movimento. “Eles são produzidos em toda a cadeia de valor, do design e desenvolvimento, produção, vendas e uso, até as revisões e manutenção”, diz, lembrando haver um consenso entre especialistas de que empresas com capacidade de coletar, integrar e analisar estes dados com inteligência estarão entre os vencedores da revolução digital. “Estas empresas serão capazes de melhorar a eficiência de uma série de processos e de abrir novas possibilidades de vendas com serviços inovadores”, prevê, citando três exemplos de serviços já realizados pela T-Systems neste novo mercado:

Manutenção preditiva em produção automotiva – de acordo com a IFR (International Federation of Robotics), 2,6 milhões de robôs estarão em uso até 2019, muitos deles já em operação. Um carro médio tem cerca de 6 mil pontos de solda. Se um único robô de soldagem tem uma parada inesperada, toda a linha é paralisada, causando prejuízos de cinco a seis dígitos para o fabricante. Há dados de medição e consumo de energia que permitem prever uma parada deste tipo com seis dias de antecedência, permitindo que a manutenção trabalhe de forma programada.

Seguro automotivo pago por uso do carro – poucas seguradoras utilizam tecnologia telemática para monitorar o comportamento dos motoristas, premiando hábitos de direção segura com taxas mais baixas. Uma caixa telemática, ou mesmo o smartphone, pode ser utilizado para gravar estes dados e envia-los para a companhia seguradora. Se o automóvel tiver um SIM card instalado, estes dados podem ser transferidos sem problemas. Seguradoras e fabricantes de automóveis já estão trabalhando para estabelecer um framework legal que permita o fornecimento de dados relevantes para as seguradoras.

Semáforos que reconhecem veículos de emergência – muitos semáforos já estão equipados com câmeras de monitoramento, permitindo sua otimização de acordo com o fluxo. A cidade de Milton Keynes, na Inglaterra, está equipando seus cerca de 2,5 mil semáforos com câmeras inteligentes capazes de reconhecer ambulâncias e mudar as fases para permitir sua passagem.
Lucratividade

Fleutiaux defende que o mercado precisa, para potencializar os dados produzidos por veículos, desenvolver mais conectividade, capacidade de storage e softwares inteligentes. De acordo com o Gartner, um em cada cinco veículos serão equipados com alguma forma de conexão sem fio até 2020, que devem totalizar cerca de 250 milhões de veículos globalmente.

Este desenvolvimento está sendo estimulado pela obrigatoriedade da instalação do sistema de chamadas de emergência eCall em todos os carros da União Europeia até o final de março deste ano, equipando cada um deles com um SIM card.

“Outra tecnologia, chamada NarrowBand IoT, está destinada para o gerenciamento de estacionamentos inteligentes e outras aplicações do tipo”, afirma. Trata-se de uma rede WAN que não apenas estende a vida dos sensores operados por bateria, como funciona em prédios e garagens subterrâneas, sinalizando vagas livres para os motoristas.

Os softwares também estão se tornando incrivelmente avançados, alguns inclusive com funcionalidades de aprendizado. “De acordo com a McKinsey, as soluções de inteligência artificial vão ampliar o ROI da indústria automotiva em 9% até 2025, com maior potencial de crescimento nas áreas de produção e compras”, revela Fleutiaux.

O executivo afirma que, neste momento, a criatividade torna-se o recurso mais importante, permitindo às empresas desenvolverem novos serviços, modelos de negócio e fontes de receita baseadas em dados veiculares. “Na verdade, pode ser o início de uma corrida do ouro moderna, porque no futuro será possível fazer mais dinheiro a partir dos dados veiculares do que da produção em si”, prevê.

Para comprovar sua previsão, o executivo lembra que a margem de lucro dos fabricantes de automóveis geralmente gira em torno de 10%. Por outro lado, a margem de empresas especializadas em processamento de dados, é de cerca de 30%. A questão é: quem vai abocanhar este lucro? Para o executivo, já há no mercado uma competição sobre o uso comercial de dados veiculares.

“Fabricantes, fornecedores e startups estão considerando as oportunidades e enfrentando a competição de empresas de outros segmentos, como a Apple e o Google, que já descobriram o potencial deste mercado e têm conhecimento e musculatura financeira para agita-lo. A luta pelos dados automotivos está apenas começando”, conclui.

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Empresas abrem mão de avaliar “comprometimento” e o substituem por “engajamento”

Gestores que ainda avaliam “comprometimento” entre os funcionários podem estar falhando em criar um ambiente em que os seus colaboradores acreditam no que estão fazendo. Essa repetição de comportamento nas avaliações internas teve como consequência um dos maiores problemas nas organizações brasileiras: a crise de propósito. A situação chegou a tal ponto que o “gap” neste mercado foi percebido e já há, inclusive, empresas que se dedicam integralmente para resolver esse problema interno. Este pode comprometer não apenas a motivação da equipe mas também a produtividade e as finanças corporativas. É o caso da Verte.

Multidisciplinaridade – Em 1996 a empresária Sandra Rossi fundou a Traveland que tinha como foco o turismo corporativo. No ano passado, oficializou não apenas a mudança de nome para Verte como anunciou uma ampliação do seu leque de serviços assim que sua equipe percebeu que estava desenvolvendo trabalhos que impactavam diretamente na motivação, produtividade e resultados de outras empresas. “Tudo começou pelo fato de eu não contratar apenas turismólogos quando o foco ainda era turismo. Eu acredito que é fundamental uma equipe multidisciplinar. Foi feita uma construção de um novo propósito aqui dentro, principalmente depois de adotarmos o sistema de gestão compartilhada. E hoje aplicamos esse know-how de como lidar com questões internas nas organizações para gerar maior engajamento entre os funcionários”, relata Sandra.

Comprometimento – Quem trabalha ou é gestor de equipe tem ouvido muito falar em frases como “eu preciso da minha equipe mais motivada” ou “nossa meta está longe de ser batida, precisamos engajar mais meus vendedores para chegarmos lá”. Cobrar o chamado comprometimento, como ainda é usual nos dias de hoje, talvez seja um dos maiores erros. Segundo Alex Born, considerado o “pai do neuromarketing” no Brasil, palavras como “comprometimento” deveriam cair em desuso por não refletir mais com precisão os tempos atuais. “Se um chefe pergunta pra um colaborador ‘posso contar com o seu comprometimento?’, ele não tem outra alternativa que não seja responder ‘sim’, senão a sobrevivência da pessoa fica a perigo e o trabalho é executado como obrigação e não por crença de que se está executando a coisa certa”, explica o neurocientista.

Engajamento – Estudos comprovam que a maneira mais poderosa de se estabelecer relacionamento, ou melhor, engajamento entre nós e outras pessoas, ocorre quando passamos por experiências juntos, inclusive dificuldades. Quando vivemos momentos intensos, registramos tudo de maneira singular e o porquê de tudo se torna muito mais claro. “Lembre-se da sua melhores memórias, por exemplo. Normalmente, as primeiras coisas que surgem são com quem, quando e onde você estava”, explica a CEO da Verte. O que ela explica tem embasamento científico. Segundo o Journal of Personality and Social Psychology, as lembranças daquilo que foi vivido em viagens, eventos e instituições de ensino renomadas tornam-se conhecimento adquirido e vivenciado, portanto, são imbatíveis e ficam melhores com o passar do tempo. Quando essas vivências são compartilhadas, seu envolvimento com essas pessoas é potencializado. Aplicar isso dentro de uma empresa é uma alternativa (veja dicas abaixo).

Com toda crise, há aprendizados. Na chamada “crise de propósito” percebe-se que é impossível se engajar, se motivar ou se envolver com algo pela qual você não se sente inspirado. De acordo com profissionais da Verte, existe uma crença de que a maneira mais simples, empolgante e honesta de se fazer isso é esclarecendo o porquê daquela atividade, seu propósito, seguindo um passo a passo abaixo.

Dicas da Verte sobre como construir engajamento no seu negócio:

Investigue – procure entender a realidade do empreendimento procurando saber qual o seu objetivo, qual impacto que a ação terá e qual o propósito a ser esclarecido.

Mapeie – conclua que tipo de ação motivará mais os seus colaboradores: campanhas de incentivo (recompensas para quem atingir alta performance), capacitação (cursos) ou geração de conhecimento.

Aja – depois de uma análise cuidadosa e mapeamento, é hora de colocar em prática e partir para ação nos seus planos. Pensou em viagens em equipe? Seminários internos? Cada empresa tem sua particularidade a ser respeitada.

Meça – seja com dados numéricos ou por maneiras indireta, sempre é bom mensurar antes e depois dessas ações para saber o que funcionou e o que não é relevante para engajar a equipe e, por consequência, melhorar todos os indicadores.

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6 em cada 10 pedidos de empréstimos online são feitos por smartphones

Hoje em dia quase tudo é feito através do smartphone. Compras de produtos de mercado, corridas de táxi, ingressos de cinema, assinaturas de TV, delivery de restaurante e com o crédito pessoal não seria diferente. Dados da Lendico, fintech especializada em crédito pessoal online, mostram que mais de 60% das solicitações de empréstimo são realizadas por smartphones. Deste total, 89% são feitas por dispositivos que utilizam o sistema operacional Android e 9% por iOS. A empresa projeta um aumento de 10% nos pedidos feitos através de dispositivos móveis até o fim de 2018.

A Lendico conseguiu analisar o comportamento do tomador de crédito, observando horários e dias da semana em que mais acontece a procura por empréstimos, bem como os motivos que levam os clientes a solicitarem propostas. Quarta e quinta-feira correspondem a 36% dos pedidos de empréstimo na semana. Os horários mais solicitados variam entre 11h00 e 15h00.

A plataforma analisou no mês de fevereiro, os motivos de solicitações via mobile (65,68%), desktop (33,60%) e tablet (0,72%). O percentual de pessoas que buscaram o empréstimo pessoal para a compra de eletrodomésticos e eletrônicos subiu 91% e para a aquisição de veículos subiu 43%, em comparação ao mês de fevereiro de 2017. O investimento para abrir novos negócios também continua em forte ascendência. A pesquisa mostrou que houve aumento do percentual de pedidos em 48%.

O setor imobiliário é outro que voltou a crescer. A fintech observou percentual 7% maior do que o registrado em 2017. Além disso, reformas, mudanças e mobília dispararam este ano com percentual 35% maior na solicitação de empréstimos.

“Vemos uma mudança no comportamento do consumidor que busca empréstimo online. Antes o percentual de buscas por crédito para dívidas era maior, mas agora há também mais clientes buscando empréstimos para investir no negócio, no imóvel, ou fazer a aquisição de bens”, explica Marcelo Ciampolini, CEO da Lendico no Brasil.

A Lendico iniciou suas operações em 2015, e desde o início estruturou seu site para ser responsivo, observando a alta demanda de serviços no universo mobile. Hoje já são mais de R$ 200 milhões de reais concedidos, e mais de 30 mil clientes atendidos.

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Após dois anos, mercado de smartphones cresce em 2017 e atinge o segundo melhor desempenho de vendas

Depois de dois anos de queda, o mercado brasileiro de smartphones reagiu e fechou 2017 com o segundo melhor desempenho da história: no ano, foram vendidos 47.700 milhões de aparelhos, crescimento de 9,7% em relação a 2016 e apenas 6.800 milhões a menos do que em 2014, até agora o melhor ano de vendas de smartphones no país. Já o mercado de features phones, com vendas de 3.1 milhões de aparelhos, registrou queda de 37% em relação a 2016. Os dados fazem parte do IDC Brazil Mobile Phone Tracker Q4, realizado pela IDC Brasil, líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações.

“Mesmo sendo mais fácil crescer quando se vem de um período de declínio, como foram os anos de 2016 e 2015, não se pode desprezar o desempenho do mercado de smartphones no ano passado, principalmente no primeiro semestre, que cresceu acima do projetado”, diz Leonardo Munin, analista de pesquisa do mercado de celulares da IDC para América Latina. “A liberação de saques das contas inativas do FGTS injetou dinheiro e ânimo ao consumidor, que vinha protelando a troca do aparelho e, com esse recurso extra na conta, foi às compras”, avalia Munin.

Outro fator que impactou positivamente nas vendas foi a luta pelo market share travada pelas grandes marcas. “Nunca tivemos cortes tão agressivos de preços”, afirma Munin, lembrando que um aparelho lançado por R$1.100, por exemplo, após o primeiro mês passou a R$999, no segundo baixou para R$899 e na Black Friday pode ser adquirido por R$700. “Essa guerra de preços acabou provocando um posicionamento de preços de todos os demais players e consolidando o mercado”, afirma o analista da IDC Brasil. Para se ter ideia, em 2016, os quatro maiores fabricantes detinham 76% do mercado. Em 2017, os mesmos quatro passaram a ter 85%, pois com preços mais baixos conqui! staram também o consumidor de outras marcas. “Esta consolidação é global, mas no Brasil acontece em ritmo mais acelerado, já que aqui a questão da marca é muito forte e, se a diferença de preço é pequena, o brasileiro opta pela grife”.

Segundo Munin, a menor diferença de preço entre um smartphone e um feature phone explica também a queda nas vendas de celulares mais simples. “O preço de alguns modelos de smartphone está colado ao do feature phone, e isso estimula o consumidor a investir em um aparelho melhor, ainda que básico”. Além disso, algumas marcas que ofereciam celulares deixaram de atuar no Brasil ou abriram mão de lançar dispositivos mais simples, estimulando o consumo do smartphone.

Tudo isso explica o resultado do ano: em 2017, dos 50,8 milhões de aparelhos vendidos, 6% foram de feature phones e 94% de smartphones. Em termos de valores, em 2017 o mercado de celulares sem sistema operacional foi ainda menos atraente para as marcas globais, com apenas 0,6% de rentabilidade. Apesar disso, a IDC não prevê o fim dos celulares em um futuro próximo. “Ainda temos muitas áreas sem cobertura 3G ou 4G, por exemplo, e isso pode dar uma sobrevida a esse tipo de aparelho”, acredita Munin.

Vida longa também deve ter os smartphones entre R$700 e R$1.099, os chamados intermediários. Em 2017, eles reinaram absolutos, com 49% das vendas. Abaixo deles, com 22%, ficaram os aparelhos de entrada (até R$600), e os modelos high-end (de R$1.100 a R$ 1.999), com 20%. Os smartphones premium, de R$2.000 a R$2.999, fecharam 2017 com 3% do mercado e foram a categoria com a maior taxa de crescimento – 80% – em relação a 2016. Já os modelos super premium, que custam acima de R$3.000, ficaram com 5%, índice de vendas inédito na categoria e que, segundo o analista da IDC, mostra que o consumidor está investindo em aparelhos mais sofisticados.

O ano fechou sem surpresas também em termos de sistema operacional: 95,1% dos aparelhos vendidos tinham sistema operacional Android, e 4,9% IOS. Para a IDC, essa média vem desde 2014 e deve ser mantida.

O que esperar em 2018

“Não há nada disruptivo no horizonte dos celulares. Talvez a chegada de alguma grande marca global ou a volta de algum outro player agite 2018, mas a tendência não é de fortes movimentos”, analisa Munin. “Modelos com câmera dupla frontal e traseira continuam fortes, aparelhos com tela infinita e de resolução 18X9 a preços mais acessíveis devem surgir, e o vidro nos dois lados do aparelho pode provocar alguma oscilação, mas nada que altere significativamente o mercado brasileiro. Ou seja, o Brasil deve continuar sendo o quarto país do mundo em volume de celulares. “Não há perspectiva de ser o terceiro, mas também estamos longe de ir para o quinto lu! gar”, diz o analista da IDC Brasil.

4º Trimestre de 2017

No 4º trimestre de 2017 foram vendidos 786 mil features phones e 12.6 milhões de smartphones, respectivamente queda de 40% e crescimento de 0,3% em relação ao mesmo período de 2016.

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Cesar Sassoon assume a direção comercial da Focus IT

A Focus IT, consultoria de Tecnologia da Informação especializada em serviços SAP e no fornecimento de soluções de automação, acaba de contratar Cesar Sassoon como diretor comercial.

Com expressiva atuação no universo SAP nas principais consultorias do País, entre elas FH Consulting, Resource, SONDA, Plaut e Stefanini, o executivo tem como atribuição a definição das diretrizes comerciais da Focus IT, mantendo o crescimento anual de dois dígitos experimentado pela empresa nos últimos cinco anos.

Para isso, Sassoon terá como foco ampliar o portfólio de ofertas, a visibilidade da marca e a equipe comercial, bem como estreitar o relacionamento com a SAP a partir da capacitação dos seus profissionais nas novas tecnologias de transformação digital da gigante alemã.

“Vamos concentrar as nossas ações na capacidade de atendimento da empresa de prestar serviços dentro do portfólio de produtos SAP com preços competitivos e flexibilidade comercial, além de agregar soluções complementares, que tornam a gestão das empresas mais eficiente”, acrescenta Sassoon.

De acordo com Luciano Steinbruch, sócio diretor da Focus IT, a nomeação do executivo representa a continuidade da trajetória de crescimento da empresa. “A familiaridade de Cesar com as soluções SAP aliada à sua capacidade de gestão comercial soma forças à nossa estratégia de crescimento sustentável, assegurando a capacidade da Focus IT de triplicar de tamanho em um ano”, finaliza Steinbruch.

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Como evitar as armadilhas de performance quando existe um bloqueio de Blockchain

Por David Jones, Diretor de Vendas da Dynatrace

Um dos principais marcos da tecnologia nos últimos 12 meses foi o crescimento de valor do Bitcoin. As bolsas digitais tiveram picos enormes de tráfego, causando, em alguns casos, até a falta da moeda virtual. Em novembro de 2017, por exemplo, duas das maiores corretoras de criptomoeda, a Coinbase e a Gemini, saíram do ar, tornando impossível para muitos usuários a realização das transações com a moeda digital. O resultado dessa falha foi uma queda drástica de 20% no valor do Bitcoin durante este período.

Naquela época, a Coinbase relatou que um dos níveis mais elevados de tráfego na Web contribuiu para a queda do sistema. No entanto, essa não foi a primeira vez que a corretora passou por problemas. No início de 2017, a Coinbase quebrou após uma compra frenética originária da Ásia, de investidores japoneses que correram para comprar a criptomoeda após ela ter se tornado juridicamente legal. A corretora adotou uma abordagem honesta quanto ao caso e o CEO, Brian Armstrong, avaliou que a empresa espera ter menos interrupções no futuro, durante períodos de alto volume de tráfego.

Blockchain está tornando as coisas difíceis?

A baixa performance não é algo que as empresas e consumidores modernos aceitarão, por isso, essas questões precisam ser controladas. O que dificulta a cotação de Bitcoins? O Bitcoin é um precursor do uso de Blockchain, que se trata de uma lista crescente de registros chamados blocos, conectados e protegidos por criptografia. Esses registros fornecem meios verificáveis de como documentar as transações.

Enquanto Blockchain se espalha pelas redes, o ônus de como essa tecnologia se comporta e funciona cairá nas equipes que integram as redes de descentralização em suas “pilhas tecnológicas”. No entanto, o uso de Blockchain na Web e em Nuvem acontecerá em ambientes de TI muito complexos, que certamente incluirão recursos de computação escalável, existentes apenas de maneira temporária. Não é apenas isso, mas Blockchain processará milhares de transações por minuto e a escala vai criar desafios de monitoramento, mesmo para as organizações de TI mais avançadas. Essa explosão de transações e complexidades exigirá uma abordagem de monitoramento totalmente inovadora.

Monitore e rastreie para entender a cadeia

Monitorar Blockchain requer visibilidade em toda a estrutura tecnológica e em todas as transações digitais que são processadas por essa tecnologia. Você não pode ignorar as solicitações ou informações de amostra/acelerador ao administrar Blockchain. Não pode acreditar cegamente que aplicações, serviços, processos, redes ou infraestruturas estão sempre fornecendo 100% de disponibilidade e performance otimizada.

No entanto, as equipes de TI também precisam entender os insights gerados por meio dos processos de monitoramento e, a partir desse conhecimento, os recursos deterministas de Inteligência Artificial (IA) serão essenciais. Ao utilizar algoritmos customizados de Machine Learning, as organizações podem autodescobrir e autoestabelecer os 100% do tráfego de rede, do consumidor final à aplicação de Blockchain e à sua Infraestrutura de TI. Esse mapa gerado pela IA fornecerá uma compreensão completa de todas as entidades, relacionamentos e dependências envolvidas na operação de Blockchain, baseada em uma aplicação e ajudando as equipes de TI a determinarem o impacto dos eventos relacionados à performance e o responsável pelas causas que possam surgir.

Porém, a compreensão é apenas uma parte do quebra-cabeça. O próximo passo é utilizar como base os algoritmos de Machine Learning para estabelecer, comparar períodos e criar visualizações de dados multidimensionais, com o objetivo de determinar e classificar problemas que possam ocorrer de maneira inevitável nos ambientes complexos que utilizem Blockchain. Como resultado, as empresas podem desenvolver autorregeneração de suas aplicações em Blockchain. Se uma aplicação dessa tecnologia estivesse com algum problema de memória, por exemplo, a Inteligência Artificial determinista (Machine Learning) poderia detectar esse estado e iniciar uma correção de ajuste da configuração de memória automaticamente, mantendo a capacidade da aplicação para processar os blocos de informações.

Blockchain possui aplicações mais amplas

O monitoramento de performance de Blockchain será fundamental para as empresas evitarem falhas como as que observamos hoje na bolsa de valores de Bitcoins. Mas não é apenas o valor de Bitcoin que pode ser afetado pelas falhas. Blockchain possui outras aplicações fora do mundo financeiro que podem ser afetadas.

Por exemplo, em uma cadeia de fornecimento, as aplicações de Blockchain rastreiam os bens à medida que se movem e nessa mesma cadeia, organizando melhor os dados de rastreamento e colocando-os em uso. O Walmart está trabalhando atualmente com a IBM para utilizar a tecnologia de Blockchain, com o objetivo de rastrear as mercadorias durante cada etapa da cadeia de fornecimento – distribuindo alimentos frescos para os consumidores com mais rapidez e fornecendo rastreabilidade completa em todo o processo. Porém, uma falha nesse caso poderia significar a perda de visão do estoque ou de bens, simplesmente por não estar no local e no momento correto, diminuindo assim a entrega para os consumidores e criando um impacto negativo em suas experiências.

À medida que o uso de Blockchain se torna mais generalizado, deve ser muito importante não monitorá-lo. Embora possa parecer como um outro tijolo na parede da complexidade de TI, com uma gestão adequada, Blockchain pode se encaixar perfeitamente no ecossistema digital e fornecer valor, ao invés de muitas dores de cabeça para as equipes de TI.

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Segunda fase do eSocial: envio de dados incorretos gera multa

Com o início da segunda fase de implantação do eSocial, no dia 1°de março, as empresas com faturamento anual superior a R$ 78 milhões precisam observar os prazos definidos na regulamentação. A questão que se discute é se a não observância desses prazos, pode acarretar em potenciais multas no caso da não entrega ou envio de informações incorretas.

A atual regulamentação define diversas multas aplicáveis como: não informar a admissão do empregador (R$ 3.000 a R$ 6.000 por empregado); não informar alteração de contrato e de cadastro (R$ 600 por empregado); não informar afastamento temporário (R$ 2.331,32 a R$ 233.130,50); e não observância da cota de pessoas com deficiência – PCD (R$ 2.331,32 a R$ 233.130,50), entre outros.

“Muito se discute em relação às eventuais penalidades que podem ser aplicadas, caso as empresas não entreguem os arquivos dentro do prazo. Adicionalmente, o EFD-REINF, um dos módulos do SPED utilizado em complemento ao eSocial, entrará em vigor em maio e a Receita Federal espera que a duas obrigações consolidem as informações do ambiente de trabalho das empresas por meio da plataforma DCTFWeb. Por isso, é importante já estar com os dados corretos inseridos nessa segunda fase do eSocial,” afirma o sócio da KPMG, Marcelo de Angelo.

Linha de crédito da Finep para Telecom vai financiar compra de fibra óptica

A Finep anuncia evolução importante em sua linha de crédito específica para Telecom: além de equipamentos de telecomunicação 100% nacionais, vai financiar também a aquisição de cabos de fibra ótica desenvolvidos no Brasil. Com isso, a Finep passa a apoiar a expansão de rede no País praticamente em sua totalidade. A mudança permite à financiadora atender a demanda das empresas de internet, sobretudo de provedores regionais.

A gerente de Tecnologia da Informação e Economia Criativa da Finep, Joana Meirelles, explica que a entrada da fibra vai ajudar as empresas a conseguirem apresentar projetos na ordem de R$ 500 mil – valor mínimo previsto no programa. “Estamos adequando a linha à realidade das empresas”, afirma.

O objetivo do programa continua o mesmo: reaquecer o mercado e estimular o desenvolvimento e a consolidação da cadeia nacional de fornecedores de equipamentos e de serviços de telecomunicações. Por isso, para serem adquiridos, os cabos de fibra ótica precisam seguir os padrões NCM 8544.70 e, assim como os equipamentos, serem certificados pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), conforme exposto na Portaria MCT Nº 950.

Haverá limitação de 60% do financiamento para aquisição de fibra (o restante precisa ser equipamento). A mudança passa a valer em abril. As empresas interessadas podem acessar a linha de crédito pelo site da financiadora: www.finep.gov.br.

Sobre o programa

Lançado em junho de 2017, o Programa de Apoio à Aquisição Inovadora em Empresas de Telecomunicações tem como principais interessados provedores de internet, operadoras e empresas de energia. Os recursos são reembolsáveis e disponibilizados via Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações (Funttel).

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Newland reforça estratégia para aumentar sua presença no mercado brasileiro

Com o objetivo de ampliar sua participação no mercado brasileiro, a companhia chinesa Newland, decidiu participar, pela primeira vez, da maior feira de automação da América Latina, a Autocom, de 3 a 5 de abril, em São Paulo. A companhia que é a quarta maior fabricante mundial de leitores de códigos de barras (VDC Research Group), com 2.800 funcionários e um valor de mercado da ordem de 3 bilhões de dólares (portal Bloomberg), tem entre seus clientes na América Latina, empresas como o Banco do Brasil e a Soriana, segunda maior rede de supermercados do México e, na Ásia, gigantes como a AliPay, líder chinesa em soluções para pagamento online, com 520 milhões de usuários e os Correios da China, que utilizam atualmente mais de 120 mil coletores de dados Newland. No Brasil, a Newland já comercializou mais de 60 mil leitores, sendo 60% para instituições governamentais, 20% para o segmento bancário e 20% para empresas de varejo.

“Comercializamos nossos produtos no Brasil desde 2009, mas pretendemos crescer nossa participação neste mercado muito importante, aumentando a visibilidade de nossa marca – e por isso estamos participando da Autocom, assim como firmando laços com novos parceiros comerciais”, explica Hernan Campero, VP de Vendas e Gerente Geral para América Latina.

Durante o evento, a companhia vai mostrar todas a sua linha de produtos de aquisição de dados, uma das mais completas do mercado mundial, que inclui engines ou módulos de leitura de códigos de barras 1D e 2D, leitores tipo pistola 1D e 2D, leitores sem fio, leitores de montagem fixa, verificadores de preços, coletores de dados e smartphones robustos e, ainda, uma linha de acessórios.

“A tecnologia da Newland hoje está disponível para todo tipo de empresa, independente do seu porte, pois temos um modelo comercial que permite atender desde clientes muito pequenos, até as grandes corporações. Com nossa rede de canais podemos alcançar desde o usuário final, que provavelmente sente-se à vontade com um parceiro de negócios um pouco menor, até empresas multinacionais, que certamente vão procurar nossos parceiros de negócios com estrutura mais robusta”, afirma Campero.

A companhia fabrica seus produtos em território chinês, mas tem flexibilidade para utilizar os estoques nos Estados Unidos, onde dispõe de depósitos em Miami e na Califórnia, assim como enviar os equipamentos diretamente da China . Na América Latina e na Europa conta com equipes regionais compostas por executivos experientes, conhecedores dos mercados e das necessidades específicas dos clientes locais. Varejo e logística, além do setor bancário, são os mercados prioritários da companhia no Brasil. Mas, a Newland também é forte no fornecimento em regime OEM (sigla em inglês para designar Fabricante Original do Equipamento), atendendo inúmeras empresas montadoras. Os produtos da Newland caracterizam-se pela elevada tecnologia e pela excelente relação custo X benefício.

Novidades

Saiba mais sobre cada equipamento que será apresentado na Autocom 2018:

HR1250: leitor 1D extremamente econômico que possui tecnologia Linear Imager e ótimo desempenho. Faz 300 leituras por minuto. O produto é ideal para aplicações no varejo.

HR1150: um dos melhores leitores 1D no mercado. Preço acessível, altíssima resolução e leitura angular, permitindo a leitura de código de barras maiores em curta distância. É indicado para bancos e lojas que precisam ler boletos bancários.

HR1550: leitor 1D industrial leve. Tem IP54 e boa resistência a quedas. Indicado para áreas de logística ou varejo com produtos mais pesados como lojas de construção.

HR2160 e HR2260: leitores 2D com excelente relação custo X benefício. É excelente para aplicações em que a leitura dos códigos 1D de forma omnidirecional é necessária ou quando é necessário ler códigos 1D e 2D misturados.

HR3250: leitor de 2D de alta performance. Ideal para aplicações com códigos bidimensionais.

HR4250: leitor 2D industrial leve com sensor megapixel e IP42. Indicado para aplicações de logística (depósitos) ou fabricação, já que lê códigos de alta densidade.

HR1550CE e HR3290-CS: leitores sem fio 1D e 2D com distância de transmissão de até 50 metros. Pode ser utilizado em aplicações de varejo e logística em que a utilização de cabo possa gerar risco de acidentes ou de interrupção da operação.

BS8060: leitor Bluetooth compacto com opção de leitores 1D e 2D. É muito para aplicações que requerem mobilidade e baixo custo. Pode se conectar a smartphones e tablets.

Engines: diversos tamanhos e modelos de engines 1D e 2D. Indicado para integradores que precisam desenhar seus próprios equipamentos.

FM100 e FM430: leitores fixos, uma versão encapsulada de um módulo de leitura. Podem ser usados por quem não quer ter o trabalho de desenvolver uma placa ou fazer integração. As aplicações podem ser feitas desde quiosques até no varejo, onde o espaço seja muito reduzido.

FR2050, FM3050, FM3056: leitores com área de leitura maior para permitir leitura intuitiva de códigos de barras em tela de celulares e smartphones. São normalmente utilizados por quem precisa oferecer soluções de registro de assistentes em eventos, cinemas, etc.

FR4060: leitor de apresentação 1D e 2D com sensores infravermelhos para melhorar ainda mais a velocidade de leitura. Conta com botão de otimização de leitura em tela de celular ou impresso em papel e é recomendado para varejo (lojas pequenas, postos de gasolina, etc.).

MT6550 e MT9050: coletores de dados Android e estão entre os modelos mais vendidos no mundo. São ideais para soluções na área de logística, transporte, correios, etc.

iX75 e iX85: tablets Android muito resistentes que podem ser aplicados em empresas das áreas elétrica, mineração, indústria, entre outros.

NQuire300: terminal de informações ou verificador de preços com tela colorida e som estéreo. Apresenta muitas opções de leitura e comunicação: 1D, 2D, RFID, USB, Ethernet, WiFi, POE, acionadores de reles, etc. Normalmente utilizados em verificação de preços, controle de acesso, casas lotéricas, farmácias, estacionamentos, entre outros.

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Crown tem novo Country Manager no Brasil

A Crown, companhia reconhecida como referência na indústria de realocação e mobilidade global há mais de 50 anos, tem um novo country manager no Brasil. Haroldo Modesto, que até então ocupava o cargo de diretor regional da unidade Crown World Mobility, assume também a operação da Crown Relocations. A nova gestão unificada integra a estratégia global da companhia para os próximos anos, em alinhamento com um momento de redefinição de modelo de negócios, estrutura e governança, visando ampliar o portfólio e oferecer serviços ainda mais avançados.

Graduado em comunicação social e pós-graduado em marketing e RH, Modesto possui experiência profissional nos setores de indústria, educação, marketing e eventos. Na Crown desde 2005, ocupou diferentes posições na empresa, como consultor, gerente de conta e gerente de filial.

“Tenho participado ativamente do atual processo de reestruturação da companhia, o que inclui o desenvolvimento de novas estratégias para nossas unidades de negócios. A Crown tem apostado principalmente na incorporação de tecnologias de ponta, para que possamos melhorar a experiência de nossos clientes, com foco em governança e eficiência. Além de continuar investindo na formação de nossos profissionais. A ideia é cada vez incrementar nossos serviços, de acordo com a mudança constante que é o business de mobilidade. Esse novo capítulo certamente fortalecerá nossa empresa para seguirmos na liderança por outros 50 anos”, ressalta Modesto.

Sediada em Hong Kong, a multinacional possui operação no Brasil desde 2001 e o país representa cerca de 50% da receita da América Latina. Com faturamento global de US$ 800 milhões, a Crown segue sendo uma companhia privada – de um único dono desde sua fundação em 1965, com 250 escritórios distribuídos em 58 países. Com mais de cinco mil funcionários e 10 mil clientes corporativos em todo o mundo, a companhia administra cerca de 120 mil expatriações anualmente.

Ampla gama de serviços

Capacitada a prestar suporte a companhias e indivíduos globalmente e localmente, a Crown possui uma ampla variedade de serviços, dos mais complexos aos mais rotineiros, como serviços de repatriação, mudança local e internacional, busca de residência, busca de escola, acomodação temporá­ria, viagens de orientação, treinamento intercul­tu­ral, idiomas, apoio ao cônjuge, administração de propriedades, viagens prévias, consultoria para RH, entre outros.

São duas as divisões da Crown que operam no Brasil. Crown World Mobility, dedicada ao gerenciamento de programas de mobilidade global de empresas. E Crown Relocations, que provê serviços de mudança, serviços no destino e administrativos, para suportar indivíduos e famílias em seus projetos de realocação, internacionais ou locais.

Além disso, sempre em busca de inovação e novas maneiras de destacar-se no mercado, a Crown World Mobility adquiriu recentemente a TIME Relocation, uma empresa inglesa de tecnologia baseada em nuvem que atende ao segmento de realocação e mobilidade. Com a aquisição, a Crown incorporará a plataforma tecnológica da companhia, que é líder de mercado, à sua rede de serviços globais, agregando assim benefícios significativos a toda a cadeia de valor.

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