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Transformação digital eleva em 50% receita de empresas no Brasil

A CA Technologies, empresa norte-americana especialista em softwares para impulsionar a transformação digital de empresas, anunciou ontem os resultados de um estudo global que mensurou os ganhos das corporações com a adoção de tecnologia. A pesquisa foi conduzida pela Coleman Parkes a pedido da CA e ouviu 1.770 executivos de TI em 21 países, incluindo 76 profissionais brasileiros.

O estudo apontou que os investimentos em transformação digital aumentaram em 37% a receita de empresas globais e em 50% a das brasileiras. Isso é reflexo do incremento da eficiência operacional nessas companhias: os processos de trabalho fluem melhor, os funcionários trabalham estimulados e há economia em custos.

“A transformação digital mudou de uma vez por todas o papel da tecnologia dentro das empresas. Se antes as companhias eram feitas para durar, hoje, são feitas para mudar. A experiência do usuário está no centro desse movimento”, afirma João Fábio Valentin, vice-presidente de DevOps da CA na América Latina.

Francisco Dal Fabbro, vice-presidente de Agile Management da CA na região, reforça que a transformação não é só digital, mas cultural. “A inovação tem de chegar a produtos, processos, serviços e operações, de forma ágil. A transformação digital determina quem vai vencer os concorrentes e quem vai ser ultrapassado. ” A pesquisa aponta que 88% das empresas entrevistadas já adotaram Agile em algum nível, porém somente 6% o utilizam em toda a organização.

Mas nenhuma estrutura de tecnologia é suficiente se não for segura – e a segurança hoje não é mais aquela das barreiras, mas sim a que dá acesso de maneira rápida às informações exatas, para as pessoas certas, tendo como base a identidade do usuário e dispositivos, que acabam sendo os únicos pontos de controle confiáveis. A pesquisa da CA mostra que empresas que adotam segurança centrada em identidades, de forma transparente, têm clientes mais satisfeitos e fiéis, além de colaboradores mais produtivos.

“A visão moderna da segurança corporativa é de uma camada transparente que abrange todo o processo de criação e operação de um sistema ou aplicativo de forma automática e sem gerar dificuldades. Ela é construída para se auto conectar e, assim, proteger o que deve ser protegido. Com a diversidade de ambientes, dispositivos e tipos de dados crescendo cada vez mais, assegurar a confidencialidade e o acesso às informações é vital”, diz Denyson Machado, diretor sênior de Segurança da CA na América Latina.

Segundo o estudo, 82% dos entrevistados concordam que uma solução de segurança centrada em identidade é crítica para o negócio, porém apenas 25% já usam esse approach. Por outro lado, 75% admitem que seus ambientes são protegidos por sistemas de segurança básicos ou muito limitados.

VEJA OS DESTAQUES DO ESTUDO DA CA:

A Transformação digital:

• Aumentou em 37% Global / 50% Brasil as receitas das empresas;
• Aumentou a eficiência operacional em 38% Global / 52% Brasil;
• Proporcionou 40% Global / 58% Brasil clientes mais satisfeitos; E 38% Global / 50% Brasil de clientes mais fiéis;
• Tornou possível ter 38% Global/ 52% Brasil funcionários mais produtivos;
• Reduziu em 37% Global / 48% Brasil os custos com TI;
• 39% Global / 52% Brasil mais qualidade no desenvolvimento de apps;

Agile

• Usuários avançados de Agile agem 40% Global/ 28% Brasil mais rápido diante de oportunidades
• A pesquisa aponta que 88% das empresas entrevistadas já adotaram Agile em algum nível, porém somente 6% o utilizam em toda a organização

Devops

• Usuários avançados de Devops agem 42% Global/ 36% Brasil mais rápido diante de oportunidades;

Segurança

• Empresas que usam segurança centrada em identidade têm:
o Negócios que crescem 69% Global ;
o Empregados 67% Global / 65% Brasil mais produtivos;
o Clientes 69% Global / 78% Brasil mais satisfeitos;
• 82% dos entrevistados concordam que uma solução de segurança centrada em identidade é crítica para o negócio, porém apenas 25% já usam esse approach
• 75% admitem que seus ambientes são protegidos por sistemas de segurança básicos ou muito limitados

Dados gerais

• 71% Global / 78% Brasil das empresas aumentou alcance digital;
• 69% Global / 83% Brasil das companhias melhorou experiência do cliente;
• 66% Global/ 78% Brasil das empresas aumentou retenção do cliente;
• Para 82% Global / 88% Brasil segurança tem de ser centrada em identidade, mas só 25% Global / 23% Brasil são avançados nessa modalidade.

A pesquisa completa está disponível neste link: https://www.ca.com/us/rewrite/articles/agile/accelerating-velocity-and-customer-value-with-agile-and-devops.register.html

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FWC usa portal Ascenty Cloud para ganhar flexibilidade na oferta de serviços voltados aos clientes

A Ascenty, líder no mercado de data center nacional, apresenta os resultados da parceria com a FWC Group, empresa especializada na oferta de gerenciamento de ambiente de TI seguro e de alta performance com soluções em cloud computing, banco de dados e infraestrutura. Para atender às necessidades dos clientes da FWC, a Ascenty fornece serviços em cloud computing, firewall, balanceamento de carga, armazenamento de dados, backup, colocation, conectividade, entre outros.

Todas as soluções são entregues de forma transparente para o usuário e a contratação dos serviços é feita em função da demanda, gerada por meio do portal Ascenty Cloud, que facilita a aquisição desses serviços, bem como o gerenciamento dos ambientes de TI hospedados em seus data centers.

Entre os resultados positivos da parceria com a Ascenty, destaque para a redução significativa do número de chamadas para intervenções corretivas e agilidade nas decisões, uma vez que o portal Ascenty Cloud oferece grande autonomia aos usuários. O que significa que o ambiente está mais estável e com melhor desempenho.

“Temos uma sinergia bastante afinada com a Ascenty e um objetivo em comum: atender rapidamente, e de forma adequada, às necessidades dos nossos clientes e do mercado em geral”, afirma Marco Duarte, Diretor de Negócios da FWC. “Disponibilidade de ambiente e segurança são requisitos fundamentais para todos os clientes da empresa, especialmente os que possuem aplicações de missão crítica – como é o caso dos que atuam nas áreas de saneamento, logística e transporte, por exemplo”, completa.

Os negócios gerados pelos clientes da FWC exigem flexibilidade na cesta de produtos contratada, que inclui serviços variados, desde administração da infraestrutura ao gerenciamento do ambiente de banco de dados, além da segurança e alta disponibilidade.

“Essa é uma peça fundamental, que vem nos ajudando a oferecer escalabilidade e disponibilidade aos nossos clientes”, explica Duarte “O cliente compra o serviço na modalidade cloud, o que traz flexibilidade, redução de custos, segurança, agilidade para crescimento e permite o foco no core business, por tirar a preocupação da infraestrutura de TI. Exatamente o que os clientes buscam ao contratar a FWC, que atende empresas com diversos perfis de negócios, seja de pequeno, médio ou grande porte, de variados segmentos como construção, manufatura, combustíveis, serviços e agronegócio”, acrescenta.

“A flexibilidade e a disponibilidade de soluções híbridas, que combinam recursos distintos, são os grandes destaques da nossa estratégia na área de serviços gerenciados”, ressalta Roberto Rio Branco, Diretor Comercial, Marketing e Institucional da Ascenty. “Com a inauguração do data center em Maracanaú, na região metropolitana de Fortaleza, a Ascenty reforçou essa estratégia com o conceito de cloud distribuído, oferecendo aos clientes a possibilidade de escolher onde querem operar seus ambientes de TI (em São Paulo ou no Nordeste), sempre com a garantia do mesmo padrão de qualidade internacional. Para a FWC, essa opção é um diferencial importante, uma vez que permite reduzir a latência para os seus clientes do Nordeste”, conclui.

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As tendências em TI para 2017 – Por Scott Hoffpauir, CTO da BroadSoft

Scott Hoffpauir, CTO da BroadSoft

Scott Hoffpauir, CTO da BroadSoft

A troca de telefonia fixa para a nuvem vai acelerar significativamente em 2017

O sistema de telefonia PBX está se tornando uma relíquia do passado para as empresas: caro para manter e difícil de atualizar e escalar de acordo com as mudanças de necessidades. Um número crescente de empresas tem de substituir o equipamento órfão inesperadamente e estas companhias estão sob pressão para permanecerem dinâmicas em um cenário cada vez mais competitivo.
De acordo com a Gartner, as soluções de comunicação unificada (Unified Communication ou apenas UC) em nuvem “se tornaram a escolha preferida devido à economia, flexibilidade, confiabilidade, segurança e escalabilidade superiores”. Além disso, as funcionalidades avançadas de UC oferecidas na nuvem são difíceis e caras para serem oferecidas no modelo on-premises (instalações fixas no ambiente do cliente).
A comunicação unificada na nuvem responderá por 25% das remessas de linhas em 2017, de acordo com a MZA, firma de análise de TI e telecomunicações. E, globalmente, estimamos que a nuvem irá superar as instalações fixas dentro de 4-5 anos. Dado esses prazos, os riscos e oportunidades em jogo, os decisores de TI das empresas devem tomar saber que 2017 pode muito bem ser o ano para agir.

Telecomunicadoras oferecerão experiência nativa de telefonia móvel de ponta a ponta em 2017

A mobilidade está bem estabelecida como uma prioridade fundamental para as empresas. Isto levou a uma proliferação de dispositivos móveis, e o telefone móvel tornou-se talvez a ferramenta de negócios mais indispensável. Mas a experiência do usuário de comunicações unificadas em tempo real em dispositivos móveis não tem acompanhado o ritmo suficientemente.
Hoje, muitos aplicativos UC são chamados “over the top” – aplicativos para download que usam qualquer conexão de dados disponível. Isso é adequado para mensagens e compartilhamento de arquivos, mas muitas vezes fica aquém de funções críticas em tempo real, como voz e vídeo. Dados móveis de baixa qualidade ou conexões WiFi levam a conexões irregulares que não são apropriadas para uso comercial.
No entanto, em 2017 esperamos ver um progresso dramático, liderado por operadores móveis e fabricantes de dispositivos que estão implementando soluções que oferecem conexões móveis nativas de alta qualidade e recursos integrados de negócios em dispositivos móveis. Serviços como o One Net da Vodafone na Alemanha e o Verizon One Talk nos EUA permitem associar um único número a vários dispositivos em conexões móveis com um padrão de alta qualidade. Além disso, os fabricantes de dispositivos estão expandindo o discador nativo com recursos empresariais e fornecendo ferramentas para a integração perfeita de aplicativos de negócios. Exemplos notáveis são os dispositivos com suporte de discagem nativa para o Verizon One Talk e as ferramentas de integração do Kit de chamadas recentemente lançadas pela Apple.
À medida que essas capacidades forem lançadas em 2017, elas permitirão que os operadores móveis finalmente entreguem serviços de negócios claramente diferenciados de seus concorrentes OTT.

AI e Análise Preditiva: alterando o jogo UC e Call Center

A inteligência artificial (AI) e a análise preditiva não se restringem há muito tempo à pesquisa e às aplicações altamente especializadas. Recentemente, elas têm encontrado uso generalizado em aplicações de consumo, como o assistente Siri da Apple. E agora elas estão sendo comercializadas rapidamente para uma variedade de aplicativos comerciais padrão.
Em 2017, as comunicações unificadas e os aplicativos de colaboração em equipe também começarão a se beneficiar significativamente. A AI abordará muitos pontos de produtividade que os colaboradores enfrentam hoje – especialmente as 2,5 horas por dia que um profissional gasta apenas procurando informações, de acordo com a IDC. A AI integrada será capaz de pesquisar através de todos os aplicativos de nuvem de um colaborador para encontrar documentos, mensagens, perfis sociais e qualquer conteúdo relevante para a conversa ou reunião que ele estiver tendo. Isso permitirá que os funcionários colaborem efetivamente dentro de um aplicativo de UC enquanto têm o conteúdo relevante na ponta dos dedos – reduzindo assim as distrações e a perda de produtividade que podem resultar de tentativas fracassadas de multitarefa.

Os call centers são outro domínio de aplicação chave para a AI. Agora, todo o histórico de interação dos clientes pode ser combinado com diversas fontes de informação externas e internas para fornecer uma rica orientação para roteamento e manipulação de cada chamada. Acreditamos que 2017 será o ano em que essas tecnologias se tornem mainstream, e que se liguem ao nosso primeiro tema: elas serão introduzidas principalmente via serviços em nuvem, devido à facilidade de implantação.

Redução de PSTN: progresso e oportunidades

A Rede Telefônica Pública Comutada (PSTN), o principal suporte das comunicações há mais de 100 anos, está sendo eliminada. Trata-se de uma rede antiquada de uso único com altos custos de manutenção, enorme consumo de energia e cada vez menos peças de reposição.

Os avanços nas redes IP terrestre e móvel tornaram-se de longe o meio preferido para todas as comunicações, incluindo a banda larga de voz e vídeo em tempo real. Esta transição tecnológica é também impulsionada por poderosas mudanças de comportamento dos usuários finais: substituição da telefonia fixa pela móvel e a demanda por serviços multimídia HD.
Reguladores e prestadores de serviços já têm agido: a Deutsche Telekom parou de vender ISDN na Alemanha, migrou completamente a Macedônia, a Eslováquia e a Croácia para IP, e a migração total está prevista para 2018. Nos EUA, vários estudos de transição estão em andamento e as principais operadoras, como a AT & T, estão prevendo o ano de 2020 para uma transição completa. E, especificamente, em 2017, espera-se que a Swisscom se torne uma fornecedora de IP.

Esperamos dois grandes impactos em 2017: um deles será uma recuperação significativa em projetos de transformação de redes. O segundo será fornecer mais mecanismos para que as empresas migrem para as soluções UC e UC em nuvem.

Além de mensagens corporativas: colaboração de equipe integrada e UC

Os aplicativos de troca de mensagens estão se tornando chave para o modo como as forças de trabalho se comunicam e colaboram agora e no futuro. No relatório de tendências da Internet de Mary Meeker 2016, Kleiner Perkins Caufield & Byers (KPCB) observa que “as mensagens estão evoluindo de simples conversas sociais para conversas de negócios”.

Algumas empresas tentaram reduzir o uso intensivo de e-mails por meio da implantação de aplicativos de mensagens independentes, mas a incapacidade destes aplicativos de se integrar com outros serviços de comunicação e colaboração significa que a força de trabalho gasta mais tempo alternando entre aplicativos do que usando-os de forma produtiva. Para não mencionar o volume de mensagens que os trabalhadores de linha devem gerenciar e responder rapidamente que excedeu o número de e-mails.

Equipes e indivíduos precisam mover-se fluidamente entre mensagens, compartilhamento, chamada e conferência usando vários meios de comunicação. E ao longo dessas interações eles precisam acessar um contexto sólido e compartilhado: e-mails, documentos, contatos e histórico de comunicação do passado.

Enquanto os players de aplicativos de mensagens de nicho continuarão a desenvolver ou adquirir os componentes de comunicações em falta, as empresas em 2017 irão gravitar para soluções maduras e abrangentes que podem integrar mensagens e colaboração com telefonia, conferência e outros processos principais de negócios.

Nuvem multi-tenant pública irá se tornar a opção preferencial do mercado

Algumas empresas, particularmente as grandes empresas, têm relutado em adotar serviços de nuvem multi-tenant pública. Preocupações sobre segurança, confiabilidade e controle levaram a preferência para implantações de nuvem privada. Isso, por sua vez, significou a ausência de alguns dos benefícios mais fundamentais da revolução na nuvem: redução drástica de custos, facilidades de gerenciamento, e escalabilidade e elasticidade essencialmente ilimitadas.

Essas barreiras também impactaram o Unified Communications as a Service (UCaaS): apenas empresas muito grandes poderiam justificar implantações de nuvem privada e os provedores de serviços confiaram em sua própria nuvem privada para a prestação de serviços.

Agora, o ímpeto da nuvem pública está aumentando com as empresas e os provedores de serviços. Isto é impulsionado principalmente por uma mudança na percepção sobre a segurança. Está tornando-se claro que a nuvem pública é de fato superior: sua escala permite medidas de segurança avançadas e robustas, tanto computacionais como físicas. E as novas tecnologias, como a criptografia de pontaa-ponta, tornam a localização de dados irrelevante do ponto de vista da segurança.

Em 2016, o investimento na nuvem pública foi quase o dobro da nuvem privada, de acordo com o Gartner. Em 2017, esperamos ver alguma migração de nuvem privada para nuvem pública e forte preferência por nuvens públicas em novas implantações. Isso reduzirá os custos e acelerará o tempo de escalonar o mercado.

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Startups das áreas de saúde e bem-estar trazem inovações para a população na Oiweek 2017

No segundo dia da 9ª Open Innovation Week 2017, as startups com soluções em saúde e bem-estar demonstram como a tecnologia pode contribuir para a melhoria em diversas áreas da sociedade. Neste ano, o evento conta com 50 projetos que vão desde simulador que ajuda no treinamento do futuro médico a testes em pele artificial para desenvolvimento de cosméticos. Conheça algumas das novidades

MedRoom – desenvolve simuladores para treinamento médico com realidade virtual, recriou uma sala cirúrgica, onde o aluno pode treinar na prática como fazer procedimentos diversos, como drenagem torácica, intubação, entre outros. A empresa vem para revolucionar a maneira como os estudantes aprendem e praticam a clínica médica.

Guepardo Sistemas – apresenta o protótipo Gproxy, um sistema de transmissão de exames de imagens médicas, que utiliza a internet 3G. O equipamento cabe na palma da mão e é integrável a qualquer sistema PACS existente no mercado.

New Tissue – startup de biotecnologia que desenvolve testes em pele artificial para desenvolvimento de novas formulações farmacêuticas e cosméticas. Assim, a empresa busca reduzir o uso de animais necessários para testes de produtos.

Nuclearis – software dedicado para medicina nuclear que incorpora metodologias para aquisição e processamento de imagens de medicina nuclear que garantem o aumento da produtividade, redução de custos e padronização da qualidade dos exames. Com as informações disponíveis em tempo real, ressalta-se o ganho de eficiência operacional, sem a necessidade de recorrer a sistemas genéricos desconectados, ou de fazer cálculos manuais para gerenciar a agenda e rotina de exames com máxima eficiência.

Sensorweb – monitora a temperatura, umidade, energia e abertura de portas em câmaras, estufas, freezers, ambientes e geladeiras com um serviço contínuo e online. São mais de 2.500 pontos de monitoramento de temperatura em clientes de diferentes portes em setores da saúde, alimentos e ciências da vida, com atuação em todo o Brasil.

Sugarzyme – startup de biotecnologia que desenvolve produtos para a indústria cosmética e farmacêutica, utilizando resíduos agroindustriais (biomassa), visando agregar valor a toda cadeia produtiva e contribuindo para a diminuição do impacto ambiental.

Audicor – wearable de monitoramento cardíaco que pode ser integrado. A Tecnologia permite detectar, gravar documentar e analisar os sons cardíacos, associando-os a funções cardíacas normal e anormal. O sensor pode ser integrado a uma vestimenta.

AltaMedia – Plataforma de monitoramento e análise cognitiva em tempo real da exposição da reputação em todas as mídias. Monitora e aplica ferramentas cognitivas para interpretar em tempo real a qualidade de exposição da reputação em todas as mídias on e offline, incluindo redes sociais. Estabelece uma ruptura para a área de comunicação, ao propiciar análise automática de grandes volumes de dados, gerar indicadores confiáveis e orientar ações de alta efetividade para a promoção de marcas.

Ambra Saúde – especializada em tecnologia de informação em saúde, dedicada a tornar o compartilhamento de imagens médicas (DICOM) mais simples e acessível. Ao simplificar o processo de compartilhamento de imagens médicas, conecta instituições de saúde, médicos e pacientes em todo o mundo. A plataforma continua em constante evolução para posicionar o seu hospital, clínica ou serviço de diagnóstico por imagem com um sistema robusto, prático e ágil de transmissão, armazenamento e visualização de imagens e laudos médicos para transformar o seu modo de praticar a Medicina.

Esses e outros projetos estão sendo apresentados na etapa final do Movimento 100 Open Startups, durante a 9ª Open Innovation Week (Oiweek), principal evento de empreendedorismo e inovação aberta entre startups e grandes empresas, que acontece até amanhã, 22/2, em São Paulo.

Com o tema central “Novos modelos de negócios para inovação”, a Oiweek reunirá mais de 150 startups e 100 grandes companhias. As startups que tiverem melhor desempenho na Open Innovation Week irão compor o ranking do Movimento 100 Open Startups 2017.

Faça seu credenciamento: http://migre.me/w3Uzl

Veja a agenda completa no site: www.oiweek.com.br/2017

Serviço: 9ª edição da Open Innovation Week

Dias: 21 e 22 de fevereiro – das 8:00 às 19:00

Local: Centro de Convenções Rebouças: Av. Rebouças, 600 – São Paulo

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Cleartech cria Escritório de Processos

A Cleartech, empresa brasileira reconhecida pela excelência na prestação de serviços de grande relevância no mercado de TI/Telecom e também na gestão de grandes projetos, como a solução tecnológica da portabilidade numérica brasileira e também do sistema de negociação de ofertas de atacado, está colocando em operação o seu Escritório de Processos. A iniciativa é uma evolução da Gerencia de Processos e Qualidade (GPQ), área criada pela empresa no início de 2015.

“A GPQ surgiu com o objetivo principal de realizar o mapeamento de processos internos da Cleartech e, a partir deste mapeamento, padronizar a execução de atividades dentro da empresa”, explica Gustavo Coelho, gerente de processos e qualidade da Cleartech.

Gustavo lembra que esse trabalho consistiu em uma sólida base de conhecimento, uma vez que naturalmente o time, pautado na melhoria contínua, evoluiu as práticas aplicadas na organização para gerenciamento de processos.

E foi nesse contexto, aliado a uma oportunidade de capacitação em BPM indicada por um especialista no assunto, Me. Marcos Vanine P. Nader, que a área alcançou a condição de Escritório de Processos, para o que realizou uma reestruturação interna baseada em boas práticas de mercado. “Passamos a responder plenamente aos requisitos necessários para a operarmos como Escritório de Processos”, comemora.

Foram três os requisitos trabalhados:

Ferramental – hoje a Cleartech conta com ferramentas de mercado para desenho e automação dos processos, tecnologia para repositório de documentos, além de parcerias com empresas consolidadas no ramo;

Conhecimento em BPM – adquirido a partir da capacitação interna e externa da equipe. De acordo com Gustavo, seu time hoje conhece as melhores práticas de mercado e, a partir delas, criou diretrizes de acordo com a necessidade da empresa e seus clientes;

Engajamento – a Cleartech está engajada, em todos os seus níveis, com a atuação baseada em processos.

Nesse contexto, o foco atual da área está no redesenho dos processos (TO BE), pelo que se tem alcançado uma série de benefícios para a organização e seus clientes, tais como, eliminação de atividades de baixo valor agregado, simplificação em conjunto com aumento de produtividade, eliminação de impressos e integrações.

“Hoje pegamos o processo atual, aplicamos técnicas e ferramentas e encontramos um processo melhorado em relação ao que era antes. Além disso, fazemos um trabalho de automação, facilitando a execução e o controle das atividades na organização”, comenta.

Por fim, Gustavo afirma que o próximo passo do Escritório será realizar outsourcing em três grandes frentes: desenho (AS IS), redesenho (TO BE) e automação (TO DO) de processos, fechamos o ciclo de fornecimento”.

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Telefónica Open Future_ e Parque Tecnológico da UFRJ criam espaço para empreendedores digitais

O Telefónica Open Future_, programa global de inovação aberta e apoio ao empreendedorismo do Grupo Telefónica (controlador da Vivo), fechou parceria com o Parque Tecnológico da UFRJ para a criação de um espaço de crowdworking para empreendedores digitais. O Crowd Rio, como o espaço foi denominado, é a primeira iniciativa do Open Future no Rio de Janeiro e já está com inscrições abertas para a primeira seleção de startups de base tecnológica.

O Crowd funcionará nas dependências do Parque Tecnológico da UFRJ e estará à procura de projetos nas áreas de IoT (Internet das Coisas) e tecnologias digitais, tais como soluções em Telecom, Fintech (área de Finanças), Agtech (Agropecuária), SaaS (Soluções em Software), Big Data, Machine Learning, Inteligência Artificial, E2E (End to End), Edtech (Educação), Segurança, Vídeo, Media, Mobile (aplicativos para celular) e Games. As inscrições estarão abertas por meio da plataforma Openfuture.org ou acessando diretamente o link www.openfuture.org/pt/call/chamada-do-programa-crowdrio/3/6bcc8183369fbaa3461dd3abdd24f33d até o dia 10 de março. Serão selecionadas 10 startups para um período de pré-aceleração de até 12 meses.

Trata-se do quinto Crowd implantado pelo Open Future no País. A ideia é ajudar a impulsionar o talento local e incentivar jovens com vocação empreendedora a colocar em prática suas iniciativas, fornecendo infraestrutura de espaço, suporte técnico e mentoria. Caso o projeto avance, terá a oportunidade de continuar a ser apoiado por meio da Wayra, a aceleradora de startups ligada ao programa, onde poderá receber financiamento da ordem de US$ 50 mil em dinheiro e outros US$ 50 mil em infraestrutura e ações de desenvolvimento.

“Vamos utilizar uma metodologia de desenvolvimento de negócios moderna e já testada, além de ajudar a ampliar os contatos dos empreendedores com um ecossistema mundial de inovação”, afirma Renato Valente, Country Manager do Open Future e diretor da Wayra Brasil. “A parceria é importante pois ela fomenta uma das missões mais relevantes do Parque, que é incentivar o desenvolvimento de startups e promover a integração entre as pequenas empresas e as grandes companhias residentes no Parque e que colaboram com as atividades do nosso ambiente de inovação”, afirma José Carlos Pinto, diretor do Parque Tecnológico da UFRJ.

Parcerias com a Vivo

O programa Open Future_ atua com o conceito de inovação aberta e um de seus propósitos é promover parcerias entre a Vivo e as startups na oferta de serviços ao cliente ou de processos inovadores para a gestão da própria empresa. Hoje, 20% das startups investidas pelo Open Future_ fazem negócio com a operadora.

O primeiro espaço, chamado Crowd Vale da Eletrônica,foi lançado no início de 2016 junto ao Inatel – Instituto Nacional de Telecomunicações, de Santa Rita do Sapucaí (MG) e em parceria com a Ericsson. Em maio, foi anunciada a criação do Crowd Londrina, em parceria com a UEL – Universidade Estadual de Londrina e o Sebrae Paraná. Em São Paulo, a parceria com o Senac Santo Amaro deu origem ao Crowd Senac e, mais recentemente, em dezembro, foi anunciado o Crowd Hotmilk Curitiba, em conjunto com a Pontifícia Universidade Católica – PUCPR.

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Fintech Wecash anuncia Ítalo Lare como novo head de desenvolvimento de negócios no Brasil

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A Wecash S.A., fintech de origem chinesa listada entre as 100 maiores do mundo, acaba de anunciar a chegada de Ítalo Lare, que assume a posição de head de Desenvolvimento de Negócios e Vendas no Brasil. A empresa tem como objetivo, além de se tornar referência no mercado nacional de serviços e produtos de crédito, reconfigurar o modelo de análise para concessão de crédito.

Lare chega depois de três anos como gerente de Produtos no Banco Original onde ajudou a estruturar o produto cartão de crédito, foi responsável pela criação do cartão de crédito virtual e participou do desenvolvimento do programa de rewards. Ele também teve passagens pela processadora Fidelity, onde era responsável pela captação de novos negócios, gestão e relacionamento dos clientes parceiros, além de suporte nos projetos de implementação de novos produtos.

O novo contratado é formado em Sistemas da Informação pela Universidade Anhembi Morumbi e está finalizando seu MBA em Marketing pela Universidade de São Paulo (USP).

O executivo avalia que sua chegada à Wecash tem a conveniência de unir objetivos profissionais à busca por propósitos ligados à cidadania: “À medida que fornecemos relatórios mais completos por menores custos para o mercado financeiro, a Wecash colabora para que um número maior de pessoas tenha acesso a crédito, com menores taxas. Isto contribui de forma potencial para a economia do país”, diz.

A Wecash construiu uma infraestrutura tecnológica para extrair, processar, relacionar e validar mais de oito mil variáveis e dados sobre cada consumidor em tempo real, o que possibilita gerar um relatório altamente detalhado sobre o perfil de risco de uma pessoa. Isto é feito com o suporte de uma plataforma integrada de avaliação de crédito e análise de risco que combina as tecnologias mais avançadas do setor: Inteligência Artificial, Machine Learning, Computação Cognitiva, Modelos Computacionais de Predição de Risco, Blockchain, Big Data, Mineração de Dados, Psicometria e Computação em Nuvem.

O Relatório Wecash fica pronto em 15 minutos ou menos e, por ser gratuito, garante uma economia na ordem de bilhões de reais à receita dos bancos e instituições financeiras. A Wecash só passa a receber uma comissão dos bancos à medida que o tomador de crédito pague as prestações assumidas em dia.

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Twitter sedia encontro da Ellevate para discutir presença feminina na liderança de empresas

A presença feminina na liderança de empresas foi tema do evento “Women on Boards”, que aconteceu nesta segunda-feira (20) na sede do Twitter Brasil, em São Paulo (SP). O encontro foi organizado pelo grupo Ellevate Network São Paulo, rede global de mulheres executivas, empreendedoras e profissionais liberais dedicadas ao reconhecimento da mulher no mercado de trabalho e ao seu desenvolvimento pessoal e profissional.

O evento contou com a presença de lideranças femininas de grandes empresas para debater a importância da igualdade de gênero nos conselhos de administração das corporações. Entre elas, Marília Rocca, diretora-geral da Ticket, Deborah Wright, membro do conselho do Santander do Brasil, e Anna Maria Guimarães, head de Programas Governança Corporativa da escola Saint Paul.

“Da mesma forma que a inclusão vive na nossa plataforma, ela também precisa estar refletida na força de trabalho. Acreditamos que garantir diversidade nas nossas equipes é algo fundamental para sermos uma empresa inovadora. Este ano teve um início especial para a operação do Brasil na discussão deste assunto por causa da nomeação de Fiamma Zarife como diretora-geral do escritório no país”, diz Regina Lima, Diretora Jurídica do Twitter na América Latina.

Como parte do compromisso do Twitter com o tema diversidade, a empresa divulga anualmente resultados de práticas para reforçar a construção de uma força de trabalho diversificada. O percentual de mulheres na liderança da empresa, por exemplo, saltou de 22% em 2015 para 30% em 2016, superando a meta de 25% para o ano passado. Além disso, o conselho de administração global da empresa tem hoje três mulheres, em um total de nove pessoas.

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Educação do Futuro está entre os destaques da Oiweek 2017

Gamificação, ensino à distância, óculos de realidade virtual para alunos de medicina e rede social focada em estudantes são os destaques das startups que prometem revolucionar a educação no Brasil. Elas se apresentam hoje e amanhã durante a 9ª Open Innovation Week, principal evento de empreendedorismo e inovação aberta entre startups e grandes empresas, que acontece em São Paulo.

Confira a lista das principais soluções para educação:

Educacross – plataforma de educação para o ensino de matemática e língua portuguesa, dirigida aos alunos do 1º ao 5º ano, por meio do Game-based Learning (o aprendizado baseado em jogos). Os estudantes interagem com jogos em um ambiente digital totalmente lúdico, enquanto um conjunto de algoritmos, técnicas estatísticas e ferramentas analíticas permitem aos professores a avaliação contínua da evolução das competências cognitivas.

Kriativar – startup de educação e tecnologia que tem como missão promover o protagonismo infantil, oferecendo aos pais e às escolas ferramentas para que eles possam desenvolver todo o potencial criativo de crianças e jovens. A empresa desenvolve os próprios produtos, como a plataforma de cocriação Kriativar, e também oferece soluções customizadas para empresas, que unem tecnologia à produção de conteúdo qualificado. Recentemente, a empresa fundiu suas operações com a startup Kitutor, a partir de uma conexão feita na primeira etapa do 100 Open Startups, permitindo chegar ao mercado em escala, além de atender a outras demandas na área de educação e comunicação corporativa.

mLearn – com mais de 3 milhões de usuários, a plataforma oferece mais de 50 cursos certificados, entre línguas, capacitação profissional e gastronomia. Permite estudar a qualquer hora e lugar. Plataforma gamificada, que torna o estudo ainda mais divertido, além de oferecer a possibilidade de estudar off-line e acessar videoaulas e podcasts que facilitam o aprendizado.

MedRoom – desenvolve simuladores para treinamento médico com realidade virtual. Foi recriada uma sala cirúrgica, onde o aluno pode treinar na prática como fazer procedimentos diversos, como drenagem torácica, intubação, entre outros. A empresa vem para revolucionar a maneira como os estudantes aprendem e praticam a clínica médica.

Beenoculus – há 15 anos trabalha em soluções tecnológicas para serem usadas como linguagem no processo de ensino-aprendizado, para que a tecnologia possa efetivamente auxiliar no desenvolvimento das habilidades sócio emocionais dos alunos. Durante a Open Innovation Week 2017, a Beenoculus apresenta ao mercado um inovador dispositivo de realidade virtual, chamado BEEyond, que consiste num óculos de realidade virtual All-In-On, com telas de resolução1K em cada olho, sistema operacional Android e CPU com processador Qualcomm embarcados que, segundo a empresa, permite experiências premium em realidade virtual. A Beenoculus também mostra os novos recursos de sua plataforma de distribuição de conteúdos VR 360º que está conquistando grandes empresas de diversos setores.

Descola – escola de inovação online, com grandes experiências de aprendizagem para temas como Storytelling, Design Thinking, Empreendedorismo etc. Os cursos são criados a quatro mãos com os professores, pensando em toda a jornada do aluno para um curso online. Todo ciclo de aprendizagem passa por base teórica, exercícios, ferramentas, práticas e reflexão conceitual. Os cursos contam com fotografia, edição e produção de alta qualidade. Os cursos são divididos em capítulos curtos, de até 7 minutos, para atrair a atenção dos alunos, possuem linguagem informal e estão cheios de exemplos e inserções de materiais da internet. Hoje são 32 cursos, mais de 16.000 alunos.

Apta – ambiente de aprendizado gamificado que promove formação inovadora em áreas técnicas e profissionais, através de cursos online, proporcionando maior engajamento dos aprendizes através da ludicidade, com consequente redução das altas taxas de evasão típicas do EAD tradicional e imersão em experiências práticas através de missões em problemas reais.

O evento acontece nesta terça e quarta-feira (21 e 22 de fevereiro), das 8h às 19h, no Centro de Convenções Rebouças, em SP. A Oiweek reúne no mesmo ambiente empreendedores, executivos e pesquisadores da comunidade científica, com o intuito de engajar e propor novas práticas e metodologias de modelos de negócios para a inovação.

Veja a agenda completa no site: www.oiweek.com.br/2017

9ª edição da Open Innovation Week

Dias: 21 e 22 de fevereiro – das 8:00 às 19:00

Local: Centro de Convenções Rebouças: Av. Rebouças, 600 – São Paulo

# Conheça o Movimento “100 Open Startups”: http://www.openstartups.org.br/

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Carnaval: 5 dicas para alavancar as vendas de sua loja virtual

Historicamente o Carnaval é um período de baixa para as vendas do e-commerce brasileiro. No entanto, com um bom planejamento prévio e aplicação das estratégias adequadas para a data esta dificuldade pode ser convertida em uma grande oportunidade de crescimento. Para ajudar os empreendedores virtuais a superarem esse desafio, a Rakuten Digital Commerce preparou uma lista de dicas com as estratégias certas para dar um baile no fracasso e passar o carnaval dando um show de vendas.

1) Aposte em promoções

Vender itens com descontos especiais ou oferecer vantagens nas formas de pagamento podem ser atrativos consideráveis para essa época de início de ano, onde várias famílias têm parte do orçamento já bem comprometida. A dica é colocar as ofertas “no ar” um pouco antes do feriadão. Assim, é possível que sua loja venda mais e compense o período de folga em que o volume de acessos diminui.

2) Promoção não significa perda de lucro

Promover itens estratégicos nem sempre significa encurtar sua margem de lucro. Escolha produtos com uma boa margem, mas que precisam ser vendidos “rapidamente” por uma questão de sazonalidade. Por exemplo, artigos de verão – como biquínis, sandálias, cooler, pranchas, maquiagens muito coloridas, móveis para área externa da casa – logo terão o ritmo de venda reduzido. Pense nisso e faça girar seu estoque!

3) Comunique com antecedência

Como muitos clientes costumam viajar nessa época do ano, é bastante importante disparar e-mail marketing comunicando suas promoções antes do Carnaval. Isso evita que o cliente receba os e-mails durante um período de viagem. A dica vale, principalmente, se você anunciar produtos que possam ser úteis durante o feriadão.

4) Aposte em produtos que tenham relação com a data

Se o seu e-commerce vende produtos que tenham a ver com carnaval como pacotes de viagem, trajes de banho, malas, ou até mesmo roupas de verão, isso pode ser uma boa aposta. Colocar esses produtos em promoção ou em destaque perto da data e disparar e-mails com esse tema pode alavancar suas vendas nesse período.

5) Aproveite a sazonalidade

Quer você goste ou não, Carnaval é tradição por aqui. Então, entre na onda. Invista em comunicações temáticas sobre o Carnaval, sempre relacionando com os produtos ou segmento atendidos pela sua loja. Por exemplo, vende peças para carro? Então fale da importância de fazer revisões para garantir uma viagem segura nos dias de folia. Abuse do tema em seus e-mails e mídias sociais, isso desperta o interesse do cliente e mostra que você está ligado com as datas comemorativas.

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Ticket Log lança novo portal com foco no conceito de mobilidade inteligente

A Ticket Log, empresa de gestão de despesas corporativas da Edenred, lançou o seu novo portal voltado a clientes, parceiros e futuros negócios. Com um conceito inovador de navegação, que prioriza a geração customizada de conteúdo, o novo portal possui uma interface moderna e intuitiva, que permite uma experiência de marca completa para cada um dos públicos estratégicos da empresa.

Partindo do conceito user experience, o novo site foi concebido de forma a refletir a construção da marca Ticket Log, que é feita no contato com cada público, ao longo da jornada, congregando diferentes motivos, ações e esforços. Para que isso fosse possível, empregou-se a tecnologia cognitiva, ‘one-to-one’, que responde à interação do público do site, e oferece conteúdo de customizado, de acordo com o que está sendo buscado.

O site reproduz a concepção de mobilidade inteligente, atributo fundamental da marca Ticket Log. “O conteúdo se organiza na plataforma conforme as interações do usuário, conduzindo às melhores soluções, de acordo com as necessidades do usuário. Não é apenas mais um site com informações organizadas em bloco. Trata-se de um ambiente vivo, que se renova a cada contato”, explica Maximiliano Fernandes, Diretor de Marketing e Estratégia da Ticket Log.

Visando a reforçar o posicionamento sustentável da Ticket Log e instigar o debate sobre o tema mobilidade, um dos pilares da empresa, o portal ainda dá acesso ao Blog da Mobilidade Inteligente, que contém posts sobre as principais novidades e casos de sucesso sobre o tema.

“Com o novo portal da Ticket Log, esperamos converter leads em vendas, direcionando o conteúdo a diferentes tipos de público: desde aqueles que já reconhecem as soluções disponíveis no segmento de gerenciamento de frota, até aqueles com nível de interesse mais baixo, com os quais queremos iniciar um relacionamento, por meio da troca de conhecimento”, comenta Maximiliano.
O novo site da Ticket Log já está disponível e pode ser acessado pelo link: http://www.ticketlog.com.br/.

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JaguarDefense: tecnologia focada na segurança da Informação chega ao Brasil

Um dos maiores desafios em meados do século XXI, quando a automação ganha cada vez mais espaço no cenário mundial, é reduzir os riscos e a vulnerabilidade dos dados e as informações das empresas e instituições. Conectada com os novos anseios do mercado brasileiro e internacional, a Lever Tech, empresa brasileira, especializada em segurança da informação, com sede em Brasília – acaba de lançar no Brasil o seu novo sistema, denominado “JaguarDefense”. No evento de exibição da solução, realizado em fevereiro na capital brasileira, Helder Gaudêncio, CEO (Chief Executive Officer) da Lever Tech, apresentou a inovação aos convidados – especialistas do setor de informática, imprensa, parlamentares e executivos -, ao lado dos suecos Jim Carlsson, CEO da Clavister AB, e Magnus Svärd, Diretor Comercial das Américas da Clavister AB.

O JaguarDefense consiste numa solução de segurança simples e intuitiva, que traz os benefícios da nuvem para as empresas usuárias. Trata-se de uma solução que substitui os diversos componentes de segurança das empresas por um pequeno dispositivo capaz de enviar todo o tráfego para sofrer inspeção completa em um datacenter.

Em um panorama mundial, onde muitos sistemas têm sido invadidos por hackers, as empresas necessitam de soluções que as protejam de possíveis “ataques”. Com a utilização da plataforma, todas as informações que circulam nas máquinas protegidas pelo JaguarDefense são inacessíveis por quem não tem permissão. Nos últimos anos, devido aos constantes ataques sofridos por empresas públicas e privadas, a solução foi desenvolvida a fim de assegurar o sigilo das comunicações, bem como a proteção das informações.

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Votorantim Metais vai apoiar oito projetos de startups

Oito projetos de startups foram aprovados no programa Mining Lab, a iniciativa da Votorantim Metais para apoiar empreendedores a desenvolver inovações tecnológicas para a indústria da mineração e metalurgia. A decisão foi tomada por uma banca examinadora em evento, no auditório da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG), que ocorreu na última sexta-feira (17 de fevereiro).

O programa Mining LAB foi lançado em novembro de 2016 e recebeu a inscrição de 115 projetos nas áreas de nanotecnologia e energias renováveis. Em janeiro, a empresa divulgou a lista de 18 finalistas que participaram de uma fase de imersão para conhecer melhor as atividades da empresa e compreender as áreas onde os projetos serão aplicados.

No evento as startups apresentaram seus projetos para a banca examinadora que escolheu os oito melhores projetos. Os vencedores terão apoio técnico da empresa e acompanhamento pela FIEMG e pela aceleradora de startups Techmall.

A Votorantim Metais poderá investir no desenvolvimento das soluções, bem como estabelecer parcerias para busca de investimentos, compra ou distribuição dos produtos e serviços das startups.

“O Mining Lab nos colocou em contato com startups de diversos estados e confirmou que nosso modelo de inovação com abertura para novas ideias é o melhor atalho para a fronteira tecnológica. Tivemos 115 inscrições, um número acima do esperado para projetos em temas tão específicos. A empresa tem a intenção de ampliar o programa e lançar novos desafios nos próximos ciclos”, diz Rodrigo Gomes, Gerente de Inovação e Tecnologia da Votorantim Metais.

Conheça as startups vencedoras e seus projetos:

Ecoterra – Bio (Santa Cruz do Sul/RS)
Tema: Bioenergia
Proposta: Fornecimento de Biometano para substituição do Gás Natural utilizado nas caldeiras da unidade de Juiz de Fora/MG a partir de resíduos de caixa de gordura.

Tau Flow Engenharia – Curitiba
Tema: Nanotecnologia
Proposta: Aumento do rendimento da recuperação das nanopartículas de zinco com uso da Ciência da Fluidodinâmica Computacional.

Tau Flow Engenharia – Campinas
Tema: Eficiência energética
Proposta: Modelar e simular o forno do óxido de zinco com o uso da Ciência da Fluidodinâmica Computacional, para identificar os fatores que geram as perdas do processo e propor soluções visando o aumento da eficiência energética.

Zeg Environmental
Tema: Bioenergia
Proposta: Geração de energia, por meio de recuperação energética de resíduos ou biomassa.

nChemi Engenharia de materiais
Tema: Nanotecnologia
Proposta: Retirada de íons metálicos para transformação em produtos, com o auxílio de ímã e sem a necessidade de acrescentar demais reagentes químicos.

Ecosoluções
Tema: Bioenergia
Proposta: Tratamento de efluentes com alta concentração de sais minerais dissolvidos, proporcionando a sua recuperação e uso como fertilizante agrícola.

Bioware – Desenvolvimento de Tecnologia de Energia e Meio Ambiente
Tema: Bioenergia
Proposta: Tecnologia de pirólise rápida de biomassa para obtenção de bio-óleo para transformação es Biomassa Padronizada Líquida.

Bchem Solutions
Tema:Bioenergia
Proposta: Desenvolvimento de novas tecnologias para a produção mais sustentável de biodiesel.

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Nutanix lança novo programa de canais de vendas no Brasil

A Nutanix (NASDAQ: NTNX), empresa de computação em nuvem empresarial, anuncia seu novo programa de canais no Brasil, com o objetivo de aumentar a qualificação da sua atual base de parceiros e atrair novos. O programa fornece aos seus parceiros suporte para ferramentas de vendas, iniciativas de marketing e conhecimento técnico das soluções Nutanix. Além disso, todos os parceiros recebem treinamento online para a tecnologia hiperconvergente da empresa, que combina recursos de processamento e armazenamento na mesma plataforma. Esta nova atualização marca o interesse contínuo da empresa no crescente mercado brasileiro, onde Gartner prevê que, até 2018, os gastos dos sistemas de data center chegarão a US$ 3.254 bilhões.

O novo programa de canal oferece três níveis de associação: Authorized, Premier e Elite. O Authorized abrange as parcerias mais básicas e fornece acesso ao registro de oportunidades, treinamento online, materiais de marketing e apoio. No nível Premier, os canais de vendas têm acesso ao treinamento presencial e certificação, registro de oportunidades, MDFs (Market Development Funds), e programas de incentivo conforme definido pela Nutanix e de acordo com o volume de vendas. Para fazer parte da categoria Elite, o parceiro deve receber um convite para poder aproveitar os benefícios extensivos da associação Nutanix para a geração de Business Plans, programas de marketing exclusivos e maior capacitação técnica.

“Nosso novo programa de canal alinha-se melhor com a evolução do nosso portfólio e torna mais fácil para que nossos parceiros possam fornecer a tecnologia certa para seus clientes. Com este novo programa, definimos critérios mais específicos para os nossos parceiros de vendas para que eles possam compreender plenamente os benefícios e os requisitos do nosso programa “, afirma Marcela Daniotti, Gerente de Canal da Nutanix no Brasil.

Atualmente, a empresa possui quatro distribuidores no país: Adistec, Arrow ECS, CLM Software e Network1, e cerca de 90 revendedores credenciados em todo o Brasil. Esses canais representaram 100% das vendas da Nutanix no Brasil em 2016.

Treinamento e Certificações

O treinamento para parceiros de vendas é dividido em módulos de negócios (Nutanix Sales Academy) e módulos técnicos (Nutanix Systems Engineering Academy). No Nutanix Sales Academy são quatro níveis de conclusão de treinamento, do básico ao avançado: NPSR (Nutanix Platform Sales Representative), NPSS (Nutanix Platform Sales Specialist), NPSC (Nutanix Platform Sales Champion) and NPSX (Nutanix Platform Sales Xpert).

As certificações de treinamento e técnicas são entregues após a conclusão de até quatro módulos através da nova Academia de Engenharia de Sistemas Nutanix: NSEN (Nutanix Systems Engineering Novice), NSES (Nutanix Systems Engineering Specialist), NSEC (Nutanix Systems Engineering Champion) e NSEE (Nutanix Systems Engineering Expert). A certificação NPP (Nutanix Professional Platform) e NCC (Nutanix Core Competency) fornece informações sobre como implementar com êxito a infraestrutura do cliente.

Todos os treinamentos e certificações podem ser acessados através do portal Nutanix Partner Network (NPN), um portal exclusivo para os parceiros da Nutanix. A certificação Nutanix Platform Sales Specialist também pode ser concluída em um centro de treinamento autorizado – Adistec no Brasil – sob a supervisão de um instrutor Nutanix.

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Nuvem pública ou privada: para qual eu devo ir? – Por Bruno Faustino

A chave para o planejamento de uma migração para nuvem bem-sucedida é garantir que os requisitos de negócios direcionem o plano de migração. Serviços de nuvem públicas e privadas têm decepcionado algumas organizações simplesmente porque as escolhas de tecnologia foram colocadas à frente das exigências do negócio.

Mas você está realmente recebendo todo o benefício econômico que a nuvem é capaz de promover? Talvez não!

De certo, se você está na nuvem, então provavelmente já está colhendo os ganhos imediatos de tempo mais rápido na implantação, acesso self-service para os desenvolvedores e a capacidade de ampliar suas soluções quando a demanda cresce. Estes são os valores fundamentais dos ambientes na nuvem.

Analisando o modelo econômico das nuvens, é possível reduzir os custos significativamente, mas você realmente está tirando o máximo do novo modelo econômico? De acordo com ferramentas de otimização de custos como Cloudyn, solução SaaS (Software as a Service) para monitoração e otimização dos ambientes de nuvens públicas, privadas e híbridas, cerca de 70% dos clientes não estão. Com isto chegamos à conclusão que antes de iniciar a jornada para nuvem, é necessário ter um bom alinhamento com a estratégia de negócio da sua empresa.

Sendo assim, sua organização deve criar um documento que eu chamo de CDG (do inglês Cloud Decision Guide). Para montá-lo é necessário entender corretamente o seu negócio e cada caixa de decisão será um requisito que você deverá responder para chegar à conclusão sobre qual é o melhor modelo para determinado workload que você deseja migrar.

A partir de perguntas que envolvem compliance e segurança, SLA, se existe equipe interna com conhecimento, se precisa controlar a infraestrutura, entre outras questões, é possível utilizar o CDG para avaliar se a sua nuvem precisa ser privada ou pública e se é necessário adotar serviços gerenciados. O modelo garante uma transição mais segura para o alcance do projeto desejado de migração para a nuvem, o que, consequentemente, apoiará as necessidades de negócios da empresa de acordo com a sua demanda, sem fazer deste processo um passo inconsistente.

Bruno Faustino, diretor de tecnologia e novos negócios da SONDA, maior integradora latino-americana de Tecnologia da Informação.

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Governo baiano adota solução da SAP para gestão de capital humano

O governo baiano tornou-se o primeiro da administração pública direta do País a implantar o módulo Human Capital Management (HCM) do sistema de gestão SAP ERP (Enterprise Resource Management). A solução, que venceu concorrência pública que contou com a participação de vários players do mercado, entrou em ambiente de produção no mês de janeiro em oito empresas públicas e sociedades de economia mista da Bahia. O go live marca o término da primeira onda de implantação do RH Bahia, projeto que pretende eliminar o uso do papel em mais de 90% dos processos de Recursos Humanos daquele Estado.

“O RH Bahia vai promover uma mudança profunda e irreversível na gestão de recursos humanos do Estado”, destaca o superintendente de RH da Bahia, Adriano Tambone. O executivo ressalta ainda que a automatização proporcionada pelo software vai permitir a liberação das equipes de RH da execução de uma série de atividades operacionais, “abrindo espaço para um aprimoramento da gestão de pessoas”.

Com a implementação do SAP HCM, o Projeto RH Bahia, que exigiu investimentos da ordem de R$ 38 milhões, vai atingir um grupo de início 3000 empregados públicos e servidores. “Até o final da implantação do projeto, serão impactados 247 mil empregados públicos e servidores ativos e inativos de 63 unidades do Estado, entre secretarias, autarquias, fundações, agências, empresas públicas e sociedades de economia mista de 417 municípios do Estado”, diz Tambone.

Capaz de atender integralmente a mais de 200 requisitos funcionais exigidos pelo governo baiano, o SAP HCM vai permitir ao governo baiano aprimorar seus controles internos, obter economia financeira e mais rapidez no acesso às informações gerenciais. “Vamos automatizar, aperfeiçoar e empreender mais agilidade a todas as áreas de atuação da política de recursos humanos do Estado, incrementando ainda mais as ações de qualificação do gasto público”, diz o secretário da Administração, Edelvino Góes. Um exemplo emblemático de racionalização de gastos, além da eliminação de erros na folha de pagamento de pessoal (que corretamente processada já representa 50% das verbas de custeio), está na eliminação do uso do papel em 90% dos processos dos RH do Estado, o que representa uma economia de R$ 4,5 milhões.

Maior autonomia e rapidez para as demandas de funcionários

No total, o trabalho envolveu desenhar, configurar e desenvolver os processos de RH do Estado dentro do SAP HCM até uma bateria de mais de 850 horas de treinamento e oficinas de sensibilização com os usuários, passando pela realização de testes e migração de dados para o novo sistema, entre outras atividades. Entre as mudanças geradas pela implementação do SAP HCM para servidores e empregados públicos ativos, inatos e pensionistas estão fácil acesso, online, a informações, vantagens e benefícios. “O sistema ajuda a reduzir a distância entre o Estado e as pessoas porque permite uma autonomia maior ao trabalhador em relação a suas demandas”, explica Wilson Freitas, gestor de Negócio do projeto. Na prática, os trabalhadores poderão consultar documentos como contracheques e informes de rendimentos e também, por exemplo, programar virtualmente as próprias férias ou solicitar a inclusão de um dependente no plano de saúde. Além disso, no futuro, a migração para o sistema de informações relativas a 33 anos de movimentação pessoal no Estado, já coletadas do Diário Oficial do Estado, vai contribuir para agilizar os processos de aposentadoria, que devem ser concedidas em até 15 dias ao invés dos 90 atuais.

A implementação do SAP HCM foi realizado em parceria com Companhia de Processamento de Dados do Estado da Bahia (Prodeb), mobilizando até agora cerca de 100 pessoas, entre profissionais do Estado e da Resource, parceira da SAP. Também contou com a participação da área de suporte ao cliente da SAP, durante todo o desenrolar da implementação.

“A SAP tem um sólido compromisso com o mercado, e não poderia deixar de concorrer para o sucesso da primeira implementação de uma solução de gestão de desempenho na administração pública – da admissão à aposentadoria – do País”, afirma Jackson Borges, diretor de serviços públicos da SAP Brasil.

As oito organizações contempladas na primeira onda de implantação do projeto são Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder), Bahiapesca, Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM), Companhia de Engenharia Hídrica e Saneamento da Bahia (CERB), Companhia de Processamento de Dados do Estado da Bahia (Prodeb), Companhia de Transportes da Bahia (CTB) e Empresa Gráfica da Bahia (Egba). Já a segunda onda de implantação – que será desenvolvida ao longo de 2017 – vai contemplar as demais organizações do Estado.

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Seminário no CPqD discutirá aplicações da Internet das Coisas no agronegócio

As tecnologias e aplicações do conceito de Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês) na área de agronegócios serão tema de um seminário que será realizado nas instalações do CPqD, em Campinas, no dia 15 de março. Organizado pelo Fórum Brasileiro de IoT, o seminário Agronegócio Inteligente é o primeiro de uma série de eventos programada pela entidade para este ano, que contará com o apoio do CPqD.

“Uma das missões do Fórum Brasileiro de IoT é divulgar e promover o debate sobre o status da Internet das Coisas no cenário global e seu desenvolvimento no Brasil”, afirma Gabriel Marão, presidente da entidade. “Com esse objetivo, todos os anos, realizamos diversos eventos, geralmente em São Paulo. Neste ano, com o apoio do CPqD, estamos programando também uma série de eventos em Campinas, que serão adicionados ao nosso calendário de 2017”, acrescenta.

Para inaugurar essa série, foi escolhido o tema Agronegócio Inteligente, que será abordado no seminário de 15 de março. “O agronegócio é um dos segmentos mais importantes da economia brasileira, em volume de negócios e de exportação, e que investe bastante no desenvolvimento de tecnologia própria. As tecnologias de IoT, certamente, poderão revolucionar muitos aspectos do agronegócio”, enfatiza Marão.

Com início marcado para as 9 horas, o seminário deverá reunir empresas e instituições de pesquisa e desenvolvimento que atuam nesse setor, bem como outros interessados no assunto. A programação inclui palestras de representantes do BNDES, do Grupo São Martinho, da Fibria, da McKinsey e do próprio CPqD – que abordará as aplicações das TICs no agronegócio. Estão previstos também dois painéis: As inovações no campo, com a participação da Embrapa, Qualcomm, Bayer e do Centro de Inovação no Agronegócio (CIAg), e As oportunidades e os desafios segundo a ótica dos fornecedores de produtos e serviços, que contará com a presença de representantes das empresas John Deere, Case, Jacto, Trópico e Agrosmart.

Mais informações e a programação completa do seminário Agronegócio Inteligente estão disponíveis no site www.iotbrasil.org.br.

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O DBA do futuro – Por Gerardo Dada

Atualmente, o maior risco para os administradores de bancos de dados (DBAs) não é perder o emprego, mas não dedicar um tempo para entender e usar as ferramentas e tecnologias que lhes permitirão tornar-se melhores profissionais. Aqui, eu gostaria de destacar três dos maiores desafios enfrentados pelos DBAs e falar sobre algumas das ferramentas, tecnologias e habilidades que eles precisam dominar para manter a relevância.

Os três principais desafios

– Mudança da TI para uma abordagem centrada em aplicativos

Os departamentos de TI estão concentrando seu foco cada vez mais em aplicativos. Isso é bom para os DBAs porque, no cerne de praticamente qualquer aplicativo, existe um banco de dados. Sabemos que, quando surge um problema de desempenho de um aplicativo, é bastante provável que esteja associado ao banco de dados subjacente. Na verdade, uma pesquisa recente da Gleanster constatou que 88% dos profissionais de TI consultados consideram o banco de dados como o desafio ou problema mais comum para o desempenho dos aplicativos.

– Necessidade crescente de suporte a várias plataformas de bancos de dados

De acordo com um relatório de 2015 patrocinado pela Dell®, a maioria dos DBAs é responsável por várias tecnologias de bancos de dados de diversos fornecedores, entre as quais as mais comuns são Oracle®, SQL Server® e MySQL®. De fato, mais de um quarto deles gerencia entre 26 e 100 bancos de dados simultaneamente. Essa tendência à diversidade dos bancos de dados leva a uma função cada vez mais complexa do DBA, que deve aprender a se adaptar e deixar a zona de conforto rumo ao gerenciamento de várias plataformas de sistemas de gerenciamento de bancos de dados (DBMS).

– DBA de nuvem por acaso

À medida que a nuvem se torna uma alternativa viável para a implantação de aplicativos, a maioria das organizações está fazendo a transição para uma estratégia de TI híbrida. De fato, uma recente pesquisa da SolarWinds conduzida entre profissionais de TI no Brasil concluiu que 98% deles acreditam que a adoção de tecnologias de nuvem é importante para o sucesso de longo prazo de suas organizações. No entanto, essa transição cria novas complexidades e desafios para os DBAs que, em última análise, continuam responsáveis pelo desempenho dos dados localmente e na nuvem.

Conselhos para enfrentar esses desafios e manter sua relevância

– Desenvolver uma mentalidade com foco no aplicativo

Para a empresa, o mais importante é que os aplicativos funcionem bem o tempo todo, pois cada uma delas (bem como seus componentes) depende dos aplicativos. Se houver uma queda no desempenho dos aplicativos, a empresa para de operar. O DBA moderno precisa, acima de tudo, pensar no tempo de atividade e no desempenho dos aplicativos – as métricas de experiência do usuário final agora fazem parte do “SLA do CIO”.

– Priorizar o monitoramento

Dada a importância do desempenho dos aplicativos, que depende em grande parte do desempenho dos bancos de dados, o monitoramento destes precisa ser priorizado. Os DBAs devem medir o desempenho não da perspectiva dos recursos da infraestrutura, mas em termos de tempos de espera. A análise do tempo de espera oferece aos DBAs uma visão do que os usuários finais e os bancos de dados esperam, o que proporciona uma visibilidade mais clara dos congestionamentos. Além disso, os DBAs devem trabalhar com o resto do departamento de TI para implementar ferramentas de monitoramento que proporcionem visibilidade de toda a pilha de aplicativos, o que inclui a infraestrutura que presta suporte ao banco de dados – camadas de virtualização, servidores de banco de dados, hosts, sistemas de armazenamento, redes etc. A meta final é atingir o que costumo chamar de “certeza do desempenho”.

– Tornar-se um consultor tecnológico para a empresa

A tendência rumo à diversidade dos bancos de dados implica na tomada de decisões cruciais quanto a quais DBMSs devem ser implementados com base nos objetivos de negócios. Há muitos elementos que devem ser levados em consideração na seleção da combinação ideal de DBMSs para qualquer ambiente específico, o que inclui a função de DBMSs de código aberto. Depois que essas decisões são tomadas, os DBAs devem ter um conjunto de metas, métricas e SLAs em comum entre todos os bancos de dados, idealmente baseado nos tempos de resposta dos aplicativos, não apenas no tempo de atividade. Em seguida, eles devem usar ferramentas que forneçam um único painel de desempenho e a capacidade de fazer drill down em diferentes tecnologias de bancos de dados e métodos de implantação, o que inclui a nuvem.

Falando em nuvem, os DBAs devem ser seletivos com relação ao que passar para a nuvem e quando. Isso exige saber como usá-la das formas mais vantajosas. Ao considerar quais bancos de dados passar para a nuvem, os DBAs devem levar em conta o processo de transferência de dados e a latência, além de como manter os bancos de dados em sincronia, se necessário, especialmente se for preciso integrar os aplicativos com outros que não estejam na mesma implantação na nuvem.

Para concluir, continuaremos a precisar de DBAs por um bom tempo. No entanto, isso não significa que a função do DBA não esteja evoluindo e que novas ferramentas, tecnologias e habilidades não sejam necessárias para que cada DBA mantenha sua relevância hoje e no futuro.

Gerardo Dada, vice-presidente de marketing de produtos da SolarWinds

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