Page

Author admin

Copywriting: como usar e potencializar o número de conversão em seu site

Por Rafael Damasceno

Em diversos negócios, o website é a principal ou única porta de entrada para que os visitantes conheçam os produtos e serviços que são oferecidos. Para transformá-los em futuros clientes é preciso uma página funcional, com informações diretas, ótimo design e de fácil navegabilidade, fazendo com que em poucos cliques se consiga alcançar o objetivo. Porém, tudo isso pode ir por água abaixo caso o visitante não se sinta munido de argumentos suficientes que o convençam a realizar a ação que procura. É para ajudar nessa questão que surgiu o copywriting.

Para quem ainda não conhece, o copywriting nada mais é que o uso da linguagem escrita para induzir, direta ou indiretamente, o seu público-alvo e levá-lo a uma ação de conversão. Normalmente essa ação é uma compra imediata ou o contato com sua empresa. Vale lembrar que diferentemente de negócios físicos, as plataformas online não contam com um vendedor para sanar as dúvidas dos clientes e por fim, levá-lo à compra. Nesse cenário, o bom uso do copywriting como ferramenta para geração de vendas é ainda mais importante.

O primeiro passo para o uso da técnica é a criação de conteúdos de qualidade por meio de uma excelente argumentação textual, que envolverá o visitante a cada palavra lida, provocando assim, o interesse que o levará para a conversão final. Esse é o momento ideal para que você fale tudo o que precisa para converter seu visitante e nada além disso. É importante ressaltar que elaborar um bom conteúdo é ainda um fator de relevância para sites de busca, potencializando as chances de sua marca aparecer nas primeiras colocações no ranking dessas páginas.

Fora o excelente conteúdo, é necessário também aguçar a curiosidade do visitante de sua página. Para isso, use títulos que despertem o interesse, juntamente com um bom subtítulo, assim induzindo o visitante a continuar com a leitura. Outra forma de potencializar o interesse do leitor é o uso de fotos, vídeos, infográficos, links e outras informações que facilitem o entendimento do que está sendo oferecido. Evite parágrafos e frases longas, isso pode deixar o visitante perdido com o extenso volume de informações.

Tenha também muita atenção ao uso correto da ortografia! Não adianta ter bons argumentos e usar o “mais” no lugar do “mas”, por exemplo. Isso tira toda a credibilidade de seu site, fazendo com que o visitante desista da leitura, diminuindo as chances de conversão.

Se você ainda não utiliza o copywriting em seu dia a dia, chegou a hora de rever seus conceitos! Mesmo com todo avanço tecnológico e das facilidades de encontrar serviços e produtos, o poder da palavra ainda tem um peso decisivo no momento de induzir seu visitante a comprar seu produto ou escolher seu serviço. Isso muito provavelmente trará um aumento significativo em sua taxa de conversão.

Rafael Damasceno, CEO da Supersonic, primeira empresa brasileira empresa 100% focada no aumento das taxas de conversões de sites

Tags, , , , ,

Fórum Sped debate novo módulo da ECF

O Fórum Sped se reuniu no Conselho Federal de Contabilidade (CFC), em Brasília, nesta terça-feira (22), para discutir a implantação do bloco W da Escrituração Contábil Fiscal (ECF), módulo que atende à demanda da Declaração País-País, da Receita Federal. Também esteve na pauta a proposta de alteração da norma da Receita que detalha a entrega da Escrituração Digital Contábil (ECD), para que possa haver troca de informação na escrituração já transmitida ao fisco.

A Declaração País-a-País (Country-by-Country, no original) é resultado do Projeto Base Erosion and Profit Shifting (Beps), que envolve a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e o G20, e busca evitar a evasão e a elisão fiscal por meio da transferência artificial dos lucros para países com baixa tributação. O Brasil, como signatário do projeto, comprometeu-se em prestar informações sobre as empresas multinacionais em operação no País. A declaração atende a uma das ações desse projeto, a Ação 13.

A declaração é um relatório anual, em que os grupos deverão fornecer à administração tributária da jurisdição de residência do controlador final da multinacional diversas informações e indicadores relacionados à localização de suas atividades, à alocação global de renda, impostos pagos e devidos, entre outras informações.

Aqui no Brasil, ficou acertado que essa declaração será feita dentro da ECF, num módulo específico, o W. Durante a reunião do Fórum Sped, em Brasília, os participantes puderam tirar dúvidas sobre o novo módulo, que já tem leiaute disponível. “A declaração é obrigatória para empresas e grupos que tenham receita consolidada total de € 750 milhões, no ano fiscal anterior ao da declaração, o que no Brasil está restrito a grandes empresas, bancos e outros. Mas é uma medida importante para os países envolvidos”, afirma o representante do CFC no Fórum Sped, Paulo Roberto da Silva.

Durante a reunião também foi debatida a proposta de condicionantes para que ocorra a troca de dados da Escrituração Digital Contábil (ECD), já entregue à Receita Federal. “Antes, quando a ECD era registrada nas Juntas Comerciais, ao verificar um equívoco na contabilidade do ano anterior, o profissional contábil corrigia o livro em que estava o erro e o registrava novamente. Como desde o ano passado é aceito o comprovante de envio da ECD no Sped como prova de entrega, ficamos com uma dificuldade técnica, e o CFC está debatendo a melhor forma de sanar esse problema”, afirma Silva.

A proposta apresentada pelo Fórum Sped ao CFC determina algumas condicionantes para que essa correção possa ser feita. “Por exemplo, não poderá ser feito reenvio se a correção puder ser feita por Lançamento Extemporâneo, de acordo com a norma contábil vigente”, afirma o consultor da Fenacon e integrante do Fórum Sped Márcio Tonelli. A proposta prevê que só haverá reenvio se houver um laudo, assinado por dois profissionais da contabilidade, atestando a necessidade da mudança. “E a mudança só poderá ocorrer nos itens apontados pelo laudo”, completa.

Tags, , , , , , ,

Startup acelerada em Ribeirão Preto atrai investidores das áreas de varejo e educação

view.aspx A FishTank, startup recém-acelerada pelo SEVNA Seed dentro do SUPERA Parque de Inovação e Tecnologia de Ribeirão Preto, chamou a atenção de duas empresas líderes no desenvolvimento de sistemas para os segmentos de educação e de varejo. A Evolua Educação e a Consinco se tornaram sócias da novata que criou uma tecnologia inédita para a coleta e análise de informações sobre o comportamento dos consumidores em centros comerciais, lojas e eventos.

A tecnologia da FishTank, que promete transformar lojas físicas em smart retails, mapeia com precisão a experiência de clientes por meio de sua localização em ambientes comerciais e oferece informações relevantes aos gestores que atuam nas áreas de operações, marketing e vendas, incluindo tempo de permanência, taxa de retorno, fluxo de passantes, hotzones e muito mais.

“O investimento da Consinco na startup está estrategicamente alinhado às propostas de inovação que defendemos. Nosso foco é ser a mais completa fornecedora de soluções aos nossos clientes, por isso estamos sempre em busca de agregar novos parceiros que possam melhorar e otimizar os processos varejistas. Percebemos, no projeto da FishTank, um grande potencial comercial”, afirma Flavio Barros, presidente da Consinco.

A FishTank, já está presente em diversas cidades do estado de São Paulo e está iniciando projetos em outros estados. O aporte será aplicado nas áreas de desenvolvimento, marketing, vendas e na ampliação da equipe de colaboradores da startup. Com o investimento, a empresa prevê, até o final deste ano, mais que triplicar a quantidade de pontos instalados. “O sistema não fere a privacidade do usuário do aparelho já que utiliza o sinal público de wi-fi e não acessa seus dados pessoais”, destaca o CTO da FishTank, Rodrigo de Almeida. “A função da nossa solução é oferecer ao gestor informações atualizadas sobre tempo de permanência, taxa de retorno, quantidade de novas visitas, conversão de vendas e mais,” explica Fernando Machado, CEO da empresa.

O valuation da FishTank foi peça fundamental para a concretização do negócio. O relatório foi elaborado pela Valore Brasil que utilizou o método do fluxo de caixa descontado, validando dados de previsão de faturamento da empresa com base em projeções do mercado de varejo físico. “O ponto chave de um valuation é o risco, que acaba sendo maior no caso das startups. No caso da FishTank, por ter passado pelo ambiente de aceleração, a empresa tem uma chancela que garante que ela cumpriu os primeiros passos para estruturar o negócio”, avalia Jaziel Pavine, diretor da Valore Brasil.

Tags, , , , , , , , ,

Prorrogadas as inscrições para startups participarem de batalha inédita no Brasil sediada na Vivo

Startups que utilizam inteligência artificial como principal tecnologia em suas soluções têm mais prazo para se inscreverem para a terceira edição da batalha global de startups, que acontece dia 9 de dezembro, na sede da Vivo, em São Paulo. As inscrições estarão abertas até dia 29 de novembro por meio do link participe da batalha de AI.

É a primeira vez que um evento nestes moldes acontece no Brasil, como conclusão do curso de verão de Machine Learning, organizado pela norte-americana BigML em parceria com o Telefónica Open Future e a Vivo. Antes, já houve edições da batalha em Boston (EUA) e Valência (Espanha).

Durante a batalha, cinco startups pré-selecionadas irão competir entre si e serão avaliadas por um algoritmo de Machine Learning (o PreSeries), sem qualquer envolvimento humano. As empresas apresentarão seus projetos em inglês e o algoritmo dará notas a cada uma. O algoritmo reflete um extenso modelo preditivo gerado com informações de milhares de startups no mundo, além de considerar rodadas de investimento realizadas até o momento.

A empresa vencedora será convidada a fazer parte da Wayra, academia de aceleração do Telefónica Open Future, durante seis meses, aproveitando benefícios como treinamento, mentoring e conexão com a rede de contatos global construída pelo programa. Após esse período, a empresa será avaliada e poderá receber investimento no valor de US$ 50 mil, conversível em participação de 7% a 10% por parte da Telefónica. O empreendedor vencedor também terá a oportunidade de se aproximar da Vivo e de outras unidades da Telefónica ao redor do mundo, para fazer negócios.

A Microsoft vai premiar a vencedora da batalha com US$ 120 mil em créditos no Microsoft Azure para serem utilizados em dois anos. A startup receberá o selo de BizSpark Plus, upgrade do programa de benefícios para startups da Microsoft, que oferece créditos em Azure, acesso à plataforma de software e oportunidades de conexão com investidores e negócios.

Espera-se que mais de 150 profissionais e interessados em aprender Machine Learning, novas ferramentas que ajudam a transformar dados em conhecimentos práticos e a desenvolver aplicações inteligentes, participem do curso de verão de Machine Learning, em São Paulo. Mais detalhes podem ser encontrados no blog post.

Tags, ,

CargoX estuda aquisições para ampliar atuação e intensificar crescimento no Brasil

O mercado utiliza o processo de fusões e aquisições para alcançar crescimentos acelerados e sustentáveis, muitas das companhias realizaram diversos estudos antes da primeira oferta, pois essa movimentação necessita, além de recursos, de conhecimento para que seja assertiva. Um exemplo de empresa que está neste momento pesquisa é a CargoX (http://www.cargox.com.br) – transportadora que opera conectada em tempo real a uma rede de mais de 100 mil caminhoneiros autônomos – que está estudando companhias que possam acrescentar a seu modelo de negócio. O investimento total deve alcançar R$ 15 milhões até o final de 2017.

O foco das análises serão pequenas e médias empresas do ramo de transporte, desta forma, a CargoX espera expandir sua atuação e aprimorar sua operação, aumentando assim seu valor agregado. “Acreditamos que esse modelo nos ajude a alcançar os números que projetamos. Nossa cultura deve ser mantida e nossos resultados ampliados, temos como foco aprimorar nossa presença no mercado” declara Federico Vega, CEO da CargoX.

A companhia acredita que a cautela será uma grande aliada nesse estratégia, pois a análise possui diversas etapas e inúmeros indicadores serão estudados. Para Federico, a aquisição só será concluída se o negócio for benéfico para todos. “Os passos devem ser calculados com o objetivo de crescimento e otimização de nossas operações, diversos níveis operacionais são afetados com uma compra, desta forma, ela deve ser positiva em sua totalidade, assim teremos a segurança de que será um bom negócio” detalha.

Para o executivo, esse modelo de crescimento também será favorável para o desenvolvimento dos atuais colaboradores, já que o crescimento horizontal da empresa no mercado permite a criação de novos setores e o surgimento de oportunidades. “A aquisição não acrescenta somente no faturamento, ele dá robustez para a empresa e amplia as possibilidades internas, assim, é possível a valorização real de equipes e funcionários qualificados” detalha.

Empresa segue na contramão do mercado latinoamericano

Uma recente pesquisa realizada pela consultoria e auditoria norte-americana Grant Thornton, apresentou que o número de aquisições e fusões na América Latina tem como projeção queda de 16% para os próximos três anos, o que demonstra como a CargoX segue na contramão do mercado. A atuação da empresa tem como base a inovação e romper com o modelo tradicionalmente realizado, tendo como elo a tecnologia e a conexão com a maior frota de caminhoneiros autônomos do país.

Os estudos de aquisição reforçam o crescimento da CargoX, a companhia possui menos de 1 ano de atuação e após os primeiros 10 meses de vida já atingiu 90% de sua meta de faturamento anual de R$48 milhões. A evolução média por mês da transportadora é 57% e isso se reflete na estrutura da equipe que, atualmente, é composta por 120 funcionários com projeções de superar 700 colaboradores até dezembro de 2017. Eles são divididos entre as filiais já ativas de São Paulo, Mato Grosso e Buenos Aires (ARG), outras nas regiões Nordeste e Sul do Brasil devem ser inauguradas no futuro.

Semelhante ao Uber, plataforma de caronas mundialmente conhecida, a plataforma dispõe do aplicativo para o sistema Android, do Google, para que o caminhoneiro fique disponível para cargas, ele deve realizar o download e se cadastrar, em seguida, a CargoX entra em contato com o candidato para os procedimentos de aprovação. Há exigências como a data de fabricação do veículo, que não pode ultrapassar dez anos e duas gerenciadoras de risco avaliam os profissionais, incluindo habilitação, histórico nas estradas, incidentes com roubos de carga e etc. Quando aprovados, eles são encaminhados aos treinamentos da transportadora.

Na outra ponta do modelo estão os donos das cargas. Quando o cliente acessa o sistema da CargoX, a companhia verifica a disponibilidade de caminhões para aquela rota e prazo de entrega. Depois, entra em contato com os caminheiros e negocia o frete. A partir daí, assume a responsabilidade pela carga. Os veículos precisam ter capacidade para carregar entre 12,5 e 45 toneladas. Se as mercadorias de um cliente só preenchem uma fração do espaço, são identificadas cargas de outras empresas para completar a capacidade.

Pagamento móvel cresce, aponta análise global da GFT

A GFT, companhia de Tecnologia da Informação especializada em Digital para o setor financeiro, anuncia o lançamento de sua análise de mercado que mostra o desenvolvimento de pagamentos móveis em uma base global e estabelece recomendações importantes para o setor financeiro.

As soluções de pagamento móvel continuam ganhando importância em nível global, com pioneiros no setor vindos de regiões da Ásia-Pacífico e África, onde poucos indivíduos possuem uma conta bancária tradicional. Dentro da Europa, o Reino Unido, a Espanha e a Itália estão na vanguarda da inovação de pagamento móvel, enquanto na Alemanha ainda existe a necessidade de otimização da experiência de varejo e de uma mudança de mentalidade por parte dos consumidores que ainda estão começando a usar os pagamentos móveis. No Brasil, o estudo mostra uma acelerada evolução, com entrada de novos players, especialmente Fintechs, convivendo com os tradicionais provedores do mercado que também buscam inovação em serviços de pagamento.

O estudo intitulado ‘“Pagamentos Móveis 2016: análise do mercado atual, impactos e recomendações para o setor bancário” fornece uma visão abrangente dos oito principais mercados internacionais: Alemanha, Suíça, Espanha, Itália, Reino Unido, EUA, Brasil e China. A análise compara a evolução destes mercados chave, e os progressos alcançados desde o último estudo realizado pela GFT em 2012, analisando como o mercado tem se desenvolvido desde então e onde é necessária uma ação decisiva no setor bancário.

Em muitos países, novos competidores estão abrindo o seu caminho dentro do mercado. Dentre os entrantes, de um lado temos, por exemplo, os fabricantes de smartphones, que trazem consigo um amplo conhecimento do sistema operacional móvel aliado às ideias de negócios disruptivas, e de outro, as poderosas empresas de internet, particularmente interessadas na monetização dos seus relacionamentos com os clientes por meio de uma carteira móvel. “O futuro das operações de pagamento é determinado pela evolução das cadeias de criação de valor que estão crescendo e cada vez ficando maiores e mais complexas. Outros concorrentes na área ainda dominada por bancos e operadoras de pagamento são as FinTechs”, pontua o diretor executivo da GFT Alemanha, Bernd-Josef Kohl.

“Em toda a Europa, muitos países já dispõem de alguns métodos de pagamento contacless (“sem contato”). Em 2020, na Alemanha, todos os terminais de pontos de vendas (PoS) devem suportar esse tipo de pagamento. Para o setor bancário, isto implica uma ampla gama de novas oportunidades de negócios. “Graças à sua infraestrutura e muitos anos de experiência com os serviços de pagamento, as intituições de crédito possuem condições para assumir uma posição chave no futuro do ecossistema móvel”, aponta Kohl.

As principais instituições financeiras podem também se aproveitar da confiança estabelecida entre os seus clientes, especialmente em relação à proteção de privacidade. De acordo com um estudo recente*, três em cada quatro consumidores têm mais confiança em utilizar um aplicativo de seu próprio banco na hora de realizar uma operação de pagamento móvel, do que uma solução de um provedor de TI ou da Internet, cuja proporção é de um para 10.

Além disso, o mercado da zona euro será exposto a uma nova dinâmica através da introdução de novos serviços de pagamento instantâneo. Até 2018, os pagamentos em tempo real devem ser possíveis na Zona Euro, inicialmente entre as empresas e os indivíduos. Os requisitos legais com os quais a União Europeia pretende reforçar a competitividade e a segurança no mercado de pagamento móvel devem somar uma pressão adicional sobre as instituições de crédito. Com a implementação da PSD2, diretiva europeia dos serviços de pagamento, tais empresas serão obrigadas a garantir que provedores externos tenham acesso aos dados de contas que eles hospedam para os clientes, uma grande mudança em relação a atual “proteção” da relação com o cliente.

Com a sua profunda compreensão das tendências emergentes no mercado e o seu conhecimento das empresas que operam no setor financeiro, a GFT concebeu valiosas recomendações relativas a modelos de negócio e oportunidades de mercado e os potenciais modelos de cooperação. “O foco deve claramente ser sobre a experiência do usuário final. O contato adequado com o cliente representa um elemento essencial no estabelecimento de bons serviços de pagamento móveis. É a experiência do usuário que explicita a diferença entre o sucesso e o fracasso do mercado e isso fundamentalmente resulta em ganhar a fidelidade do cliente ou perdê-lo”, explica o managing director Latam da GFT, Marco Santos.

A análise da GFT oferece valiosas avaliações sobre a evolução prevista dos sistemas móveis de pagamento ao longo dos próximos anos. Para apresentar o estudo, a GFT realizará um webinar no dia 30.11 às 11h. O evento é gratuito e as vagas são limitadas. As inscrições poderão ser realizadas pelo site http://bit.ly/2fvGET0 ou através do telefone (11) 2176-3253 (com Andressa Oliveira).

Webinar “Pagamentos Móveis 2016: análise do mercado atual, impactos e recomendações para o setor bancário”

Data: 30 de novembro de 2016
Horário: Das 11h às 12h (horário de Brasília – Brasil)
Local: Em um computador com áudio e acesso à internet (os detalhes de conexão serão enviados aos participantes inscritos um dia antes do evento).

Tags, ,

Komatsu escolhe a BT para fornecer sua infraestrutura global de TI

A BT anuncia contrato com a Komatsu, empresa internacional fabricante de equipamentos de mineração e construção, para criar uma nova infraestrutura global de TI cobrindo 26 localidades em 15 países da Europa, Ásia-Pacífico e América do Sul.

A BT irá projetar, implementar e gerenciar uma rede híbrida resiliente, combinando o serviço BT IP Connect Global com serviços híbridos (hVPN) para locais menores, permitindo aos funcionários que trabalham nos escritórios da empresa a utilização da Internet para acessar com segurança a rede corporativa.

O tráfego de voz, um item crítico para a Komatsu, envolvendo cerca de 1.100 funcionários, será roteado com o serviço de SIP trunking centralizado do portfólio One Voice da BT – substituindo os serviços de voz tradicionais pela tecnologia de voz sobre IP. Os maiores clientes da BT têm reduzido seus custos em até 34% com os serviços One Voice.

Pertence ao escopo dos serviços da BT melhorar o desempenho das aplicações de uso corporativo da Komatsu – entre elas o tráfego de voz – por meio do BT Connect Intelligence, medindo-se a qualidade do serviço em termos de resultados de negócios, e não de acordo com os tradicionais SLAs (Service Level Agreement).

É importante para a Komatsu que seu novo provedor possa integrar serviços de data center e de nuvem, já que a empresa pretende migar para a nuvem, nos próximos anos, uma série de aplicações corporativas.

Numa primeira fase, a BT Advise, equipe de serviços profissionais da BT, consolidará a infraestrutura de TI da Komatsu em dois data centers da BT. Os serviços de datacenter BT Compute que a BT prestará à Komatsu compreendem telehousing, acesso à Internet e balanceamento de carga, aprimorando a distribuição da carga entre diferentes equipamentos.

Para Chris Borremans, CIO da Komatsu Europa, “o acordo com a BT representa o início de uma jornada rumo a serviços flexíveis e baseados em nuvem, voltados ao suporte de ​​nossas operações, clientes e funcionários em todo o mundo. Acreditamos que a BT seja a integradora de serviços de nuvem certa para trabalhar conosco em um roadmap capaz de tornar realidade nossa visão”.

Fabrice De Windt, CEO da BT para o Benelux, comenta: “estamos muito orgulhosos de a Komatsu nos haver escolhido para prover sua infraestrutura global de TI, iniciando assim uma ambiciosa jornada de transformação digital que se apoia em nossa estratégia Cloud of Clouds de portfólio. E estamos certos de poder demonstrar como nossos serviços e recursos globais irão colaborar decisivamente na geração de grandes resultados de negócio para a Komatsu”.

Tags, , , ,

Compliance para encarar a corrupção – Por Gabriel Mamed

Atualmente, vivemos dias difíceis. Escândalos de todos os tipos têm vindo à tona, evidenciando a corrupção. Mas o que é a corrupção, que tanto estrago causa à sociedade? O termo tem origem no verbo corromper, que significa tornar podre, quebrar aos pedaços, deteriorar ou perverter moralmente. É um fenômeno mundial e atravessa os tempos. E o que faz com que alguns ajam de maneira indevida para alcançar algum tipo de vantagem?

Primeiramente, a corrupção não é praticada apenas por políticos e empresários. Toda a sociedade está sujeita a ela, cometendo as pequenas infrações do dia a dia, que se inserem no conceito de corrupção: furar filas, pagar para se livrar de uma multa, colar em uma prova, entre outras formas.
Alguns fatores, embora não a justifiquem, ajudam a explicá-la. O primeiro diz respeito ao que ocorre com nossa escala de valores, isto é, o modo como as pessoas e as organizações estão se comportando e relacionando. O que aconteceu à ética, à honestidade, à justiça, à lealdade, aos valores morais?

O primeiro grupo em que o indivíduo se vê inserido é a família, sendo esta a responsável por lhe passar as principais regras de comportamento e os principais valores, educando a pessoa para a vida em sociedade. Contudo, muitas vezes vemos famílias desestruturadas, problemas e dificuldades familiares que influenciam negativamente essa pessoa, que se desenvolve em meio a expedientes que deixam a desejar em termos de comportamento ético, mas que se mostram, às vezes, como a única maneira de sobreviver.

Outra questão que contribui para o atual estado de coisas é a disseminação do famoso “jeitinho”, a busca de soluções fáceis e rápidas para determinados problemas.

A prática, muitas vezes inconsciente, porque já enraizada culturalmente, e tida como normal, acaba sendo estimulada por outro elemento: a impunidade, que se realimenta, não só dos interesses de alguns, como também do exemplo dado por governantes – que saem da própria sociedade – e da visão de serem esses pequenos atos de corrupção, atos que não geram grande prejuízo a ninguém.

O comportamento do indivíduo passa, muitas vezes, para as organizações – políticas, empresariais ou do terceiro setor – que são compostas e dirigidas por esses mesmos indivíduos, e que muitas vezes corrompem e se deixam corromper, em troca de poder, vantagens ou de lucros maiores. Nesse caso, o crime de corrupção leva a outros crimes, como o tráfico de influência, subtração dos recursos públicos, sonegação, desfalques, peculato etc.

Com relação, ainda, a essas organizações, é necessário que as práticas de compliance sejam exercidas, ou seja, que as instituições ajam com respeito às regras estabelecidas, interna e externamente. Essa atividade, atualmente, reveste-se de um caráter profissional, e vai além da observância desses preceitos, mas é a eles que me refiro. É importante destacar que o compliance é um grande aliado da empresa, pois influencia na boa imagem da organização junto ao mercado, o que pode lhe garantir expansão das vendas e maiores lucros, sem recorrer a expedientes ilegais.

Gabriel Mamed, economista e professor da FMP/Fase (RJ)

Tags,

Gasto médio mensal com e-commerce já supera o de shoppings, mostra pesquisa Ipsos

Uma pesquisa realizada pela Ipsos em nove regiões metropolitanas brasileiras revela que usuários de internet já gastam, em média, mais com compras online que em shopping centers. No entanto, a alta preocupação com segurança na internet ainda faz com que muitos prefiram comprar em lojas físicas, indica o estudo.

De acordo com dados do EGM (Estudo Geral de Meios), conduzido pela Ipsos Connect, usuários de internet gastam, em média, R$ 428 mensalmente no e-commerce enquanto o valor declarado gasto em shoppings é de R$ 229. O valor médio varia de acordo com a classe social: o montante gasto por aqueles das classes AB chega a R$ 475, enquanto o despendido por aqueles da DE é de R$ 269.

A pesquisa mostra que a maioria do público entrevistado procura informações na internet antes de realizar uma compra (63%), embora para grande parte deles segurança ainda é a principal preocupação no uso da internet: oito em cada dez entrevistados (79%) declararam temer possível falta de segurança na rede.

“O e-commerce brasileiro tem mostrado forte evolução nos últimos anos, mas a modalidade tem muito ainda a desenvolver. O acesso à internet, exacerbado pelo rápido crescimento de smartphones, faz com que mais pessoas se aproximem desta modalidade de compra. O interessante será ver as estratégias das marcas para conseguir derrubar mitos e conseguir que essa busca por informação na hora da compra que se dá na internet possa se concretizar na compra dos seus produtos,” afirma Diego Pagura, diretor de negócios de Ipsos Connect, responsável pelo estudo.

O levantamento aponta ainda que um quinto dos entrevistados realizou alguma compra pela internet nos últimos 30 dias. Os maiores índices de compra online ocorrem nas classes mais altas: 30% dos pesquisados das classes AB declararam ter feito uma aquisição online no último mês, comparado com apenas 8% entre as pessoas ouvidas das classes DE. Na classe C, o índice também é baixo, metade do registrado entre aqueles de classes mais altas: 15%.

Quando se olha para a faixa etária, o principal grupo consumidor na internet são os jovens de 24 a 34 anos (23% compram online), seguido por aqueles de 18 a 24 anos (21%). Entre os acima de 65 anos, o índice é de apenas 15%. Já com relação ao gasto médio mensal, a ordem é inversa: a partir dos 25 anos o ticket médio mensal é mais alto, alcançando o pico (R$574) entre os internautas na faixa dos 45 a 54 anos.

A pesquisa Ipsos foi realizada entre julho de 2015 e junho de 2016 com 22.576 entrevistas presenciais nas principais regiões metropolitanas do país. As cidades monitoradas foram Grande Curitiba, Grande Fortaleza, Grande Salvador, Grande São Paulo, Grande Rio de Janeiro, Grande Distrito Federal, Grande Recife, Grande Belo Horizonte e Grande Porto Alegre. A margem de erro é de 0,65% para mais ou para menos.

Tags, , , ,

Investimento em banda larga pode adicionar mais de R$ 1,4 trilhão na economia brasileira, diz estudo do BCG

view.aspx

O crescimento econômico do país está diretamente relacionado ao desenvolvimento do mercado de telecomunicações e à oferta de internet. O impacto potencial da massificação da banda larga seria de R$1,4 trilhão adicional no acumulado de 10 anos, de 2016 a 2025, na economia brasileira. É o que afirma o estudo “10 Princípios Para o Desenho do Novo Modelo Regulatório de Telecomunicações”, lançado esta semana pelo The Boston Consulting Group (BCG).

De acordo com o relatório, a revisão da regulamentação atual, criada com foco em telefonia fixa, é crítica para o Brasil por múltiplas razões: alavanca a produtividade, que se manteve estagnada nas últimas décadas; contribui para o crescimento e desenvolvimento econômico; auxilia na inclusão digital de toda a sociedade; e “pavimenta” o caminho para a inserção do país na economia digital – futuro cada vez mais próximo.

“Daqui a 50 anos, a instalação de infraestrutura de comunicações, na direção de uma sociedade digital, será vista de maneira tão fundamental ao desenvolvimento socioeconômico como foi o processo de eletrificação que ocorreu durante os séculos XIX e XX”, afirma Marcos Aguiar, sócio sênior do BCG e um dos autores do estudo.

O estudo aponta que para universalizar a banda larga fixa (chegando a 90% de cobertura) e expandir a capacidade em banda larga móvel no país serão necessários de R$ 100 a R$ 200 bilhões de investimento – excluindo o custo de manutenção de infraestrutura existente, de aquisição de direitos de passagem e de aquisição de espectro. “Esses investimentos somente se materializarão com uma atuação integrada de governo e iniciativa privada”, destaca Marcos.

A análise do BCG indica que o acesso à internet é crescente, mas ao comparar taxas de penetração e qualidade de serviços, o Brasil está consideravelmente atrás de outros países, principalmente no que se refere à banda larga fixa e às velocidades de conexão. Nos últimos anos, as classes A e B, que já tinham acesso à internet, tiveram um aumento significativo de velocidade, enquanto parcelas das classes C, D e E permaneceram sem acesso à rede.

Para o BCG, a criação de um ciclo virtuoso de atratividade de mercado, retorno e investimentos contínuos é o ponto central para viabilizar os aportes necessários para desenvolver o setor de telecomunicações no país. Com baixos e decrescentes retornos sobre o capital empregado, que foi de 4,8% ao ano em 2015 – abaixo do custo de capital do setor, de aproximadamente 15% – a situação do mercado de telecomunicações está longe do ideal para a formação deste ciclo.

“Propomos uma revisão no modelo, no sentido de obter maior eficiência na ampliação do acesso com menor investimento possível e corrigir o desbalanceamento do fluxo de capitais entre os agentes no setor, aumentando o nível de retorno das operadoras para assegurar a capacidade sustentável de investimento”, ressalta Julio Bezerra, sócio do BCG e um dos autores do estudo.

A dinâmica da geração de caixa na telefonia móvel ilustra bem os desafios do setor: apesar de ter uma das menores margens EBITDA do mundo, reflexo de baixo ARPU e elevado custo, o Brasil tem uma elevada intensidade de investimentos (% de Capex/ receita), resultando na terceira pior geração de caixa entre 20 países analisados, com consequente impacto sobre o baixo retorno sobre o capital empregado.

“O modelo regulatório de telecomunicações no Brasil, criado com foco em telefonia fixa, não atende mais às necessidades do país – não responde aos desafios enfrentados pelas operadoras, que veem sua rentabilidade cair anualmente, e nem às necessidades dos usuários, que enfrentam dificuldades em disponibilidade e nível de serviço”, explica Nuno Gomes, sócio do BCG e também autor do estudo.

Para viabilizar a ampliação do acesso à internet com menor nível de investimento possível e corrigir o desbalanceamento do fluxo de capitais, aumentando o nível de retorno das operadoras para assegurar a capacidade de investir e, por consequência, melhorar as condições de acesso à banda larga de toda a sociedade, o BCG elencou 10 princípios básicos para guiar uma revisão no modelo regulatório de telecomunicações brasileiro:

Reconhecer os diferentes níveis de rentabilidade nas diferentes camadas de serviço e implantar regulação simétrica;

Permitir e fomentar o compartilhamento de infraestrutura;

Encontrar alternativa à política do “subsídio indireto”;

Aplicar diferentes níveis de intervenção regulatória para situações distintas e determinar quais critérios serão usados para definir o nível de intervenção adequado;

Mudar o perfil de atuação do regulador, de supervisor da indústria para promotor de fluxo de capital;

Aumentar o foco regulatório no valor intrínseco gerado para o cliente;

Lançar iniciativas que estimulem a adoção de internet;

Flexibilizar condições relacionadas a uma potencial consolidação da indústria;

Introduzir regulação ex-post versus ex-ante, para permitir correções de curso e endereçar tendências emergentes disruptivas para indústria;

Considerar a criação de um comitê multi-stakeholder para supervisionar a definição e aplicação da regulação.

O relatório completo pode ser acessado por este link.

Tags, , ,

Wipro assina aquisição da Appirio por 500 milhões de dólares

A Wipro Limited (NYSE: WIT, BSE: 507685, NSE: WIPRO), empresa global líder em Tecnologia da Informação, Consultoria e Serviços de Processos de Negócios, anuncia a assinatura do contrato de aquisição da Appirio, uma empresa global de serviços em nuvem, que cria experiências de última geração para clientes e funcionários. O valor da compra é de US $ 500 milhões.

Fundada em 2006, a Appirio está sediada em Indianapolis, com escritórios em San Francisco, Dublin, Londres, Jaipur e Tóquio, e tem 1250 funcionários em todo o mundo. A empresa é parceira de algumas das principais marcas do mundo, incluindo Stryker, Robert Half, Johnson Controls, Cardinal Health, Coca-Cola, eBay, Facebook, Home Depot, e Sony PlayStation.

Uma vez concluída, a aquisição da Appirio irá criar uma das maiores práticas de transformação da nuvem no mundo, um divisor de águas no que se refere ao atual as-a-service e à economia digital. A companhia também traz à Wipro, a Topcoder, organização líder no mercado de crowdsourcing, conectando mais de um milhão de designers, programadores e cientistas de dados a clientes em todo o mundo.

“Em um mundo cada vez mais digital, em que os comportamentos e as expectativas dos consumidores são continuamente modificados pelas experiências, as empresas têm reconhecido que precisam de uma vez por todas transformar a maneira como se envolvem com clientes e colaboradores, aproveitando o poder da nuvem. A Appirio e a Wipro estão se unindo para alinhar as sinergias transformacionais no espaço de aplicações e ajudar as empresas a criar novos modelos de negócios “, afirma Abidali Z. Neemuchwala, CEO e Membro do Conselho da Wipro.

A Wipro vai consolidar as práticas de aplicações em nuvem da Salesforce e Workday sob a marca e a estrutura da Appirio. Chris Barbin, CEO da Appirio, conduzirá a expansão do negócio. “Quando você combina a escala global e o profundo foco digital da Wipro à expertise Appirio na transformação da experiência do colaborador e do consumidor, além do que temos de melhor em equipe, marca e parceiros, você cria uma força formidável na indústria”, diz Barbin. “Juntos, o nosso objetivo é dominar o mercado e alcançar os lugares de topo na indústria Net Promoter Score, além de market share e dos melhores lugares para se trabalhar.”

“Chris e sua equipe passaram a última década transformando a Appirio em uma líder global, proporcionando experiências incríveis para os clientes com a Salesforce”, explica Marc Benioff, presidente e CEO da Salesforce. “Eu não poderia estar mais orgulhoso sobre a forma como a Appirio se junta à Wipro; juntos eles vão continuar a impulsionar o sucesso dos clientes em uma escala muito maior.”

Para Aneel Bhusri, Co-fundador e CEO da Workday, “Como um dos nossos primeiros parceiros, a Appirio tem desempenhado um papel fundamental na Comunidade Workday, e estamos muito satisfeitos ao ver essa grande oportunidade de crescimento. Com a Appirio, a Wipro ganha uma organização com profunda especialização na indústria e um forte compromisso com o serviço ao cliente, dedicada a ajudar as empresas a levar seus negócios para a nuvem.”

Segundo Ankur Prakash, VP para New Growth e Emerging Markets da Wipro, “Temos mostrando ao mercado o quanto a Wipro está focada em oferecer serviços de última geração e o quanto a inovação é importante para nós. A aquisição da Appirio reforça nossa expertise em mais um importante setor da tecnologia, além de permitir que nossos clientes estejam sempre à frente. ”

A aquisição está sujeita às condições habituais de fechamento e aprovações regulamentares, e deve ser concluída no terceiro trimestre fiscal da Wipro, a ser finalizado 31 de dezembro de 2016. A William Blair & Company atuou como consultora financeira para a Appirio durante a transação.

LATAM e Brasil

Na América Latina, além de guiar os negócios dos seus clientes para a Era da Transformação Digital, a empresa também foca nas ofertas de Serviços de Infraestrutura Global, Tecnologias Avançadas e Soluções, Serviços de Aplicações de Negócios, Testing e BPO. Na região, a companhia possui cerca de mil e duzentos funcionários, 800 dos quais estão no Brasil, onde a empresa está presente desde 2006 e realiza iniciativas para a contratação e a capacitação de universitários da área de TI. A Wipro possui uma sede comercial em São Paulo e um Centro de Entrega Global em Curitiba. Além do Brasil, também atendem à América Latina os Centros de Entrega Global instalados em Guadalajara, Cidade do México, e Monterrey, no México.

Tags, ,

Estratégias para aumentar as vendas durante a Black Friday – Por Alfredo Soares

A data mais esperada pelo varejo brasileiro está chegando. Marcada para o dia 25 de novembro, a expectativa é que as vendas durante a Black Friday superem os números do ano passado. De acordo com um relatório divulgado pelo E-bit, estima-se que o faturamento nessa data será de R$ 2,1 bilhões, crescimento de 30% em comparação com 2015.

Um dos principais motivos pela alta das vendas durante a Black Friday é a proximidade das datas comemorativas do final do ano. Segundo uma pesquisa realizada pela National Retail Federation (NFL), 40% dos clientes iniciam as pesquisas e compras dos presentes de Natal em outubro. Por este motivo, é importante que as lojas comuniquem com antecedência quais serão os descontos oferecidos durante esse período, para que eles possam se programar e encontrar o presente ideal em seu e-commerce.

Como toda e qualquer ação, é necessário muito planejamento e para a Black Friday os lojistas precisam se atentar a alguns detalhes, como por exemplo, aos produtos que se encontram em estoque, escolher quais deles estarão à venda e quanto de desconto será dado nessa ação. Neste caso, é importante que a loja comercialize apenas o que está disponível e não ofereça algo a mais para o cliente, para que isso não se transforme em uma crise interna e em algo inconveniente.

Outro ponto importante é investir em ações diferenciadas e que trarão sucesso nas vendas. Um bom exemplo disso é o e-commerce juntar dois produtos que estejam com um número alto em estoque com outra novidade, chamada de compra relacionada, na qual o consumidor pode comprar os produtos separadamente, porém se adquirir os dois juntos, vai ter um preço mais vantajoso.

Quando se trata de tecnologia, esse é um ponto que precisa de muita atenção, pois o seu site tem que estar preparado para o alto índice de acessos e não correr o risco do mesmo ficar fora do ar, ocasionando na perda de clientes e vendas. Por isso, uma dica é testar a capacidade de tráfego do servidor antes da Black Friday e aproveitar esse volume de pessoas para capturar leads e fazer ações posteriores.

Outra área imprescindível para o sucesso do e-commerce é a comunicação entre a loja e o cliente. Como diz o ditado “a propaganda é a alma do negócio”, portanto é importante criar conteúdos claros e visualmente atrativos, com imagens surpreendentes e informações relevantes para que a sua loja desperte a curiosidade dos consumidores e se destaque perante a uma infinidade de opções, podendo ser o grande diferencial para atrair e fidelizar a clientela.

Durante esse período, é preciso se atentar aos clientes fiéis da loja, para fortalecer ainda mais esse relacionamento. Enviar e-mails com as melhores ofertas e ainda dar acesso antecipado ou de forma exclusiva às vendas de determinados produtos, tratando-os de forma diferenciada é essencial. Além disso, um excelente chamariz para a sua loja atrair novos clientes, é a questão do frete, na qual você pode oferecer de forma gratuita em compras acima de um determinado valor, por exemplo, mas sempre com cuidado devido ao grande fluxo de vendas do dia. A experiência em receber o produto também faz parte do ciclo de compra e pode ser determinante para que o consumidor volte a comprar na sua loja.

A última dica é com relação aos diferentes meios de comunicação/venda que o lojista está inserido. De acordo com o relatório da Webshoppers, feito durante o primeiro semestre de 2016, 23% das compras virtuais foram realizadas via dispositivos móveis. Isso mostra um crescimento significativo do m-commerce, já que em 2011, apenas 0,3% das vendas eram feitas por meio desse canal.

Por este motivo, é imprescindível que o lojista esteja presente em todos esses canais, pois devemos esperar que essa tendência continue e possivelmente aumente nesse período. A loja virtual precisa ser intuitiva para que os clientes não se percam durante a navegação e desistam de finalizar uma compra. Uma forma de estimular o consumidor a baixar o aplicativo, é oferecer ofertas exclusivas neste canal, como também um cupom de desconto, além de ter a possibilidade de incentivar a interação em uma determinada rede social.

Vale ressaltar que é importante que o e-commerce ofereça mais de um meio de pagamento, pois devido à grande procura da data é comum que uma dessas operações dê algum tipo de problema. Ou seja, se o consumidor não conseguir pagar com cartão de crédito por exemplo, ele terá outra opção e assim sua loja terá menos chances de perder vendas. Se as transações estiverem demorando para serem aprovadas, é de bom tom que o lojista converse com esse cliente, para não deixa-lo aguardando por muito tempo achando que ele perdeu a oferta.

Para superar os números do ano anterior, os e-commerces precisam implantar e adotar algumas estratégias que são fundamentais para aumentar as vendas e fidelizar clientes. Essa é uma data especial para o varejo e os lojistas precisam estar preparados para atender toda a demanda. E ainda, com as informações coletadas na data, os empreendedores podem realizar ações de pós-venda oferecendo cupons ou facilidades para uma próxima compra. Por isso, vamos seguir essas dicas à risca para ajudar a elevar a taxa de conversão das lojas e garantir o sucesso da data?

Alfredo Soares, sócio e fundador da Xtech Commerce.

Tags, , ,

Startup Weekend ocorre em São Paulo e vai focar em Connected Devices

A cidade de São Paulo receberá, pela primeira vez, uma edição do Startup Weekend Internet of Things, ou Internet das Coisas. A iniciativa convida programadores, makers, empreendedores e designers para discutirem novas soluções e ideias para o setor que é um dos mais promissores para a criação de startups.

Serão 54 horas de imersão, entre os dias 25 e 27 de novembro na Oxigênio Aceleradora, no centro da capital paulista. A programação do evento consiste na elaboração de ideias relacionadas com a Internet das Coisas. O papel das equipes, é conseguir implementar uma tecnologia que seja viável e rentável no mercado. A partir desse conceito, as melhores ideias serão executadas, um modelo de negócio será criado e um protótipo será desenvolvido com auxílio de mentores experts na área. Por fim, uma banca avaliadora decidirá qual startup será a vencedora.

A proposta desta edição especial é dar foco a um mercado que está em expansão. A Internet das Coisas é amplamente difundida como a possibilidade de conectar dispositivos a nossa volta com a internet, afim de solucionar problemas e facilitar as tomadas de decisões.

“Até 2025, o impacto econômico anual da Internet das Coisas será de mais de US$ 10 trilhões. E aonde veremos a maioria desse impacto? Nas indústrias e nas aplicações comerciais”, enfatiza Jenny Fielding, Managing Director da Techstars IoT de Nova York.

Essa será a primeira de cinco edições especiais da iniciativa Startup Weekend Indústria, uma parceria entre Techstars, Finep e ABDI, que busca explorar os desafios atuais das indústrias e como as tecnologias e modelos de negócios disruptivos das startups podem trazer inovação para o setor. O evento ainda conta com apoio e patrocínio da Konker, empresa especializada em plataformas para operação de soluções de Internet das Coisas.

As inscrições podem ser feitas pelo site:
http://www.up.co/communities/brazil/sao-paulo/startup-weekend/9026

Tags, , , , , ,

Positivo aposta em notebook híbrido com tela sensível ao toque de 11,6” e caneta capacitiva

image004

A Positivo amplia sua linha de computadores híbridos e versáteis, lançada em meados de 2014, com o modelo Positivo Duo ZR3630, que oferece excelente relação custo-benefício no varejo brasileiro. A novidade traz entre seus principais diferenciais Sem títulotela touch de 11,6”,com suporte para até 10 toques simultâneos, e conversível em 360°, o que permite ótima experiência para entretenimento e navegação nas mídias digitais. Adicionalmente, o produto vem com caneta capacitiva que melhora ainda mais a experiência de uso.

A novidade chega ao mercado para atender usuários que buscam mobilidade atrelada à conveniência de um teclado para digitação. “O mercado de notebooks híbridos é um nicho que oferece grande espaço para exploramos as possibilidades deste produto, que alia versatilidade e mobilidade ao consumidor. Para o próximo ano, segundo a consultoria da IDC, a previsão é de que sejam comercializadas cerca de 300 mil unidades deste tipo de dispositivo, por isso a Positivo reforça sua aposta neste segmento com o lançamento do Duo ZR3630”, declara Maurício Roorda, vice-presidente de Marketing, Produtos e Negócios Digitais da Positivo.

O Duo ZR3630 apresenta design atraente e ótima performance, com sua configuração com sistema operacional Windows 10, plataforma Intel Dual-Core, 32GB de armazenamento e 4GB de RAM, o que garante desempenho superior ao apresentado nos modelos anteriores, além de conectividade Bluetooth 4.0, duas portas USB 3.0 – que transferem até 5GB de dados por segundo – e dispositivo de segurança trava Kensington.

Tags, , , , ,

Fintechs de crédito criam a primeira associação do setor no Brasil

Com o objetivo de impulsionar o desenvolvimento do setor de crédito online no Brasil e consolidar as boas práticas do segmento, as principais fintechs de crédito do País se uniram e criaram a Associação Brasileira de Crédito Digital (ABCD). A iniciativa, inédita no mercado nacional, foi conduzida pelas empresas Biva, BankFacil (BKF), Geru, Just, Lendico, Simplic e Trigg.

Na agenda da associação está o relacionamento com órgãos reguladores, de proteção ao crédito e defesa do consumidor, bancos e outras instituições financeiras. Neste sentido, a ABCD já nasce com um código de conduta e melhores práticas e tem na sua pauta, principalmente, o desenvolvimento do mercado de forma que o consumidor brasileiro seja beneficiado com o aumento de eficiência do setor.

A rapidez com que este mercado vem se desenvolvendo no Brasil e seu potencial de seguir crescendo também estão no radar de atuação da ABCD. Segundo a FintechLab, que mapeia as fintechs no Brasil, o número de empresas de serviços financeiros online no Brasil mais do que dobrou desde setembro de 2015.

A velocidade do crescimento do mercado das fintechs de crédito se dá pela a abordagem inovadora, baseada em dados, e incorporando tecnologia à análise financeira tradicional. Para lidar com os desafios criados pela rápida expansão, a associação propõe um conjunto de melhores práticas para quem oferece crédito no ambiente digital em termos de ética, respeito ao consumidor, comunicação, transparência, privacidade e segurança, entre outros.

Os benefícios ao consumidor são muitos, já que a entrada das fintechs no mercado trouxe variedade à oferta de produtos e serviços financeiros, diminuiu o tempo gasto na contratação, aumentou a segurança e a praticidade, e tornou o atendimento mais amigável e personalizado. Além da melhor experiência do usuário, as empresas de serviços financeiros digitais têm gerado renda e novos empregos. Um recente estudo da consultoria McKinsey mostra que o setor poderá criar até 4 milhões de novos empregos e representar um aumento de PIB no Brasil de 5,5% até 2025.

A associação é aberta e receberá outras empresas que trabalham com crédito digital no País. A ideia é gerar um ciclo de melhoria contínua e um fórum de compartilhamento de melhores práticas para as empresas do setor, bem como servir de referência para que o consumidor de crédito conheça melhor suas opções e seus direitos.

Tags, , , , , , , , ,

Gartner: remessas mundiais de dispositivos diminuirão pelo segundo ano consecutivo

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, afirma que as vendas mundiais combinadas de dispositivos (PCs, tablets, ultraportáteis e telefones móveis) devem diminuir 3% em 2016. Esse será o segundo ano consecutivo de declínio, uma vez que o mercado global de dispositivos caiu 0,75% em 2015.

“O mercado global de dispositivos não dá sinais de que voltará ao crescimento de um dígito em breve”, afirma Ranjit Atwal, Diretor de Pesquisas do Gartner. A evolução deve permanecer estável durante os próximos cinco anos. Todos os segmentos deverão declinar em 2016, exceto os de ultraportáteis premium e telefones móveis utilitários (nível de entrada), que deverão mostrar um dígito de crescimento neste ano. “Os ultraportáteis premium devem começar a se beneficiar do desempenho coletivo e da integração da mais recente plataforma Intel CPU e Windows 10”, explica Atwal.

Tabela 1 – Remessa mundial de dispositivos por tipo – 2015-2018 (milhões de unidades)

ViewImage.aspx

Observação: A categoria Ultraportátil (Premium) inclui dispositivos com produtos como o Windows 10 Intel x86 da Microsoft e MacBook Air da Apple. A categoria Ultraportátil (Básico e Utilitário) inclui dispositivos como iPad, iPad mini, Samsung Galaxy Tab S2, Amazon Fire HD, Lenovo Yoga Tab 3, Acer Iconia One
Fonte: Gartner (Outubro de 2016)

O mercado de PCs deve cair em 2016 e os preços de computadores no Reino Unido devem aumentar menos do que 10% em 2017

O mercado de PCs deve apresentar um declínio de 8% em 2016, uma vez que a base instalada está diminuindo e as extensões do ciclo de substituição são interrompidas. “O efeito de depreciação da moeda no mercado está caindo. O segundo trimestre de 2016 foi o primeiro menos impactado pela depreciação da moeda desde o segundo trimestre de 2015 ”, afirma Atwal. Regiões como a Europa Ocidental, onde o euro se desvalorizou significativamente em 2015 e os preços de PCs aumentaram, finalmente mostraram uma evolução estável do mercado (-0,9%) no segundo trimestre de 2016, após quatro trimestres consecutivos de declínio.

Se esse cenário prevalecer, as vendas de PCs deverão cair em 2016. No entanto, o mercado de PCs na Europa Ocidental continua a ser difícil após a votação sobre o Brexit. “Fornecedores de dispositivos estão atenuando a desvalorização da libra de duas formas: primeiro, eles se beneficiam da probabilidade de uma queda de um dígito nos custos de componentes de PCs em 2016. Em segundo lugar, eles vão retirar funcionalidades de seus PCs para manterem os preços baixos. Com essas mudanças, o Gartner espera que os preços de PCs no Reino Unido aumentem menos de 10% em 2017”, explica o executivo.

Para que o mercado de PCs permaneça em um ritmo estável de evolução em 2017, os gastos das empresas precisam prosperar. “O estoque de PCs com Windows 8 deveria ter sido esgotado e grandes companhias em mercados desenvolvidos estão agora buscando mudar para o Windows 10 até 2018. Além disso, um hardware mais acessível e um conteúdo de realidade virtual cada vez mais disponível (como jogos, histórias e outras formas de entretenimentos) permitirão que os compradores de PCs (consumidores) façam atualizações para experimentar ofertas imersivas”, acrescenta Atwal.

Remessa de smartphones continuará diminuindo em 2016

O total de remessas de smartphones deve decair 1,6% em 2016. O segmento continua crescendo, embora mais lentamente do que em anos anteriores, e deve chegar a 1,5 bilhões de unidades em 2016. “Isso não é surpresa. O mercado de smartphones está amadurecendo e atingindo uma saturação global com telefones que são cada vez mais capazes e permanecem bons o suficiente por mais tempo”, explica Roberta Cozza, Diretora de Pesquisas do Gartner.

Em 2016, o mercado de Android vai continuar a ser amparado por fornecedores chineses que oferecem dispositivos premium mais acessíveis. Apesar da disponibilidade do iPhone 7, o Gartner espera um desempenho anual mais fraco da Apple em 2016, uma vez que os volumes devem se estabilizar após um 2015 muito forte. Como resultado, o Gartner espera um aumento total no mercado de smartphones de apenas 4,5%, com uma diminuição de 1,1% no segmento de smartphones premium em 2016.

“Esperamos que o mercado de smartphones premium volte a crescer 3,5% em 2017, com ciclos de reposição mais fortes entrando em vigor e com a expectativa de um novo iPhone no próximo ano, que se espera oferecer novo design e funcionalidades atraentes o suficiente para convencer os compradores a trocarem de aparelho”, completa Roberta.

Tags, , , ,

Tecnologia pode antecipar surtos de doenças infecciosas? – Por Dra. Anna Thorner

unnamed Lidar com uma epidemia não é tarefa fácil para as equipes de saúde pública e/ou de biossegurança. E é ainda mais complicado prever quando uma doença está prestes a transformar-se em uma ameaça à segurança da população. De um modo geral, as descobertas e avanços em relação á prevenção e cuidados sempre ocorrem em paralelo à evolução e surgimento de novos casos, o que no dito popular equivaleria a dizer “trocar a roda com o carro em movimento”. Como prever quando é preciso acender o alerta vermelho? A resposta a essa pergunta pode estar onde menos se imagina: nos próprios questionamentos e dúvidas dos profissionais da saúde.

As ferramentas e tecnologias de apoio à decisão clínica, baseadas em evidências, são cruciais no dia a dia do atendimento médico. Elas ajudam a diagnosticar, acompanhar e tratar doenças, inclusive de alta complexidade e aquelas infecciosas que ainda estão em fase de entendimento. Porém, as vantagens desses recursos podem ir muito além. A forma como os médicos utilizam essa ferramenta de referência clínica, as pesquisas que realizam, os tópicos que acessam em determinado período do ano podem também desempenhar um papel único na área de vigilância sanitária ou de biossegurança, ajudando a identificar possíveis gargalos. Os picos ou aumentos significantes na atividade de pesquisa relacionados a algumas doenças infecciosas realizadas em um recurso de apoio à decisão clínica podem sim dizer que algo está errado. E é isso que está sendo comprovado por um estudo a respeito da utilização de pesquisas clínicas para acompanhar surtos de doenças infecciosas.

Para chegar a essa conclusão, foram analisados dados de pesquisas históricas, anônimas no UpToDate, um recurso online de suporte à decisão clínica utilizado por mais de 1 milhão de médicos, enfermeiros e outros profissionais da saúde em todo o mundo. Acessado via web ou aplicativo móvel, a ferramenta sintetiza as mais recentes pesquisas médicas em mais de 10,5 mil tópicos relacionados a 24 especialidades médicas. Essa análise mencionada teve a atenção voltada para uma doença específica: Síndrome Respiratória do Oriente Médio (do inglês, Middle East respiratory syndrome – MERS). Geograficamente, o foco eram duas cidades da Arábia Saudita (Jeddah e Riyadh), onde três hospitais registraram surtos de MERS em 2014 e 2015.

O que foi identificado foi muito promissor e animador: os tópicos de pesquisas relacionadas ao MERS durante os três surtos registrados na Arábia Saudita revelaram correlação com os casos que foram reportados aos oficiais de saúde pública. Além disso, o volume de pesquisas relacionadas ao MERS nessas duas cidades durante o surto em 2014 foi consideravelmente maior se comparado à quantidade de buscas feitas pelo grupo de controle negativo de quatro outras cidades na Arábia Saudita, que não enfrentaram o surto. Resultados similares foram observados em uma segunda revisão, com base na atividade de pesquisa relacionada a outro surto. No Estado do Arizona, nos Estados Unidos, buscas sobre dengue e o vírus do oeste do Nilo aumentaram depois do registro de alguns casos, reforçando a utilidade desse tipo de comparação.

Basear-se em pesquisas não é novidade: um estudo recentemente levou em consideração buscas feitas no Google para determinar padrões da gripe Influenza. Não que esse tipo de correlação impeça que parâmetros sejam traçados, mas a diferença de tomar como base consultas feitas pelos médicos em um recurso profissional, ao invés de levar consideração as respostas que o público em geral tenta encontrar no Google, é que as buscas desses profissionais são impulsionadas pelo o que eles estão observando no dia a dia, em seus pacientes. Ou seja, os questionamentos geralmente são mais precisos e menos influenciados pelos relatos da mídia ou os receios do público em geral sobre determinado surto, por exemplo. Conhecer possíveis padrões antecipadamente pode ajudar a rastrear as emergências em um intervalo de tempo que viabilize a implementação de campanhas tanto para controlar como para minimizar o impacto de surtos.

Desta forma, enxergar os recursos de apoio à decisão clínica como sistemas de alertas precoces é de grande valia para as organizações de saúde pública, que se desdobram nas tentativas de encontrarem novos caminhos que os ajudem a detectar mais rapidamente os surtos de doenças infecciosas e monitorá-los de maneira mais efetiva. Esperamos que em um futuro próximo essas funcionalidades de biossegurança possam ser alavancadas e, com isso, autoridades, governo e as organizações não governamentais sejam capazes de utilizar dados de pesquisas globais para detecção prévia em paralelo aos sistemas tradicionais de identificação de riscos. Se concretizado, esse tipo de apoio garantirá mais agilidade nas respostas e permitirá que ações sejam tomadas, tanto no sentido de preparar como de conscientizar a população. A tecnologia pode sim ajudar a transformar grandes ameaças em situações perfeitamente controlávei

Anna Thorner, MD, Editora Adjunta de Doenças Infecciosas e Co-Diretora de projetos editoriais no UpToDate, foi responsável por liderar o estudo sobre a utilização de pesquisas clínicas para acompanhar surtos de doenças infecciosas.

Tags, , , ,

Startup goGeo fatura R$ 1 mi com oferta de Big Data Geoespacial

Semelhante aos aplicativos de localização geoespacial Waze, Google Maps e Foursquare – mas com foco corporativo – a plataforma goGeo veio com a proposta de ser cinco vezes mais econômica e 50% mais rápida no processamento de dados e geração de mapas em tempo real. Lançada há um ano no mercado brasileiro, a startup alcançou a marca de R$ 1 mi com a oferta de Inteligência Geográfica e Big Data.

Os bons resultados trouxeram ao empreendedor e CEO da startup, Vagner Sacramento, a oportunidade de expandir o portfólio de serviços com o lançamento da vertical de negócios voltada para o setor de Supply Chain, abrangendo os segmentos de Manufatura, Atacado Distribuidor e Varejo. Agora, a estimativa do então Ph.D. em Ciência da Computação é faturar R$ 3 mi em 2017 e alcançar R$ 75 mi até 2020.

A ferramenta de Big Data e Inteligência Geográfica aplicada aos negócios já está em fase de implantação em empresas de Supply Chain e sendo amplamente utilizada pela PC Sistemas do grupo TOTVS, atuante no desenvolvimento de softwares ERP para toda a cadeia de abastecimento. Com a parceria, é possível mapear e explorar ao máximo os territórios de atuação de toda a equipe de vendas, tornando-a mais eficiente e lucrativa.

“Há um ano tínhamos o desafio de criar cases de sucesso usando a plataforma goGeo e trabalhar em um modelo de negócios que conseguíssemos replicar para outras verticais de mercado. Desde então, nós conseguimos obter êxito em relação à criação de cases como é o caso da oferta para a PC Sistemas no mercado de Atacadista/Distribuidor”, revela Sacramento.

O executivo afirma que o mercado geoespacial representa uma indústria de 250 bilhões de dólares, duas vezes maior do que a de videogames. Porém, quanto maior o volume de dados, maior a limitação dos motores de geoprocessamento para gerar mapas com informações úteis sobre Inteligência Competitiva de Mercado ou Logística, o que limita o potencial de inovação tecnológica desse setor.

A plataforma goGeo, que leva o mesmo nome que a startup, leva vantagem entre a concorrência. Ela explora sua alta performance para combinar dados de mercado com dados transacionais dos clientes (ERP, CRM), independentemente do volume. Por exemplo, para potencializar as análises dos clientes, a goGeo tem capturado dados de diversas fontes tendo uma base com mais de dois bilhões de tweets geolocalizados, mais de 30 milhões de CNPJs, bem como dados socioeconômico e demográfico do Censo do IBGE. Essas e outras bases são usadas nas análises para que o cliente possa avaliar sua cobertura ou penetração de mercado de forma única.

“Ao invés de investir em licenças caras e em servidores de grande porte, nossa plataforma torna possível processar grande volume de dados usando dezenas ou centenas de servidores de baixo custo que, em conjunto, oferecem poder computacional maior que qualquer outro servidor do mercado”, diz.

O próximo passo é ampliar ainda mais o portfólio de serviços, com a entrada no mercado de Internet das Coisas, Smart Grid e Connected Cars. “Pretendemos consolidar a estratégia que desenhamos nos últimos meses e expandir a nossa plataforma para outros potenciais mercados”, finaliza Vagner.

Tags, , ,