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Compras por dispositivos móveis crescem e representam 20% do faturamento da Black Friday, indica Ebit

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Cerca de 20% das compras online realizadas durante a Black Friday foram feitas por meio de dispositivos móveis (celulares e tablets), aponta o monitoramento da Ebit, referência em informações sobre o e-commerce brasileiro. O percentual representa R$380 milhões dos R$1,9 bilhão faturado pelo e-commerce na edição de 2016. Na comparação com 2015, o percentual mais do que dobrou. No ano passado, cerca de 9% das compras foram feitas foram feitas por celulares e tablets.

As compras online durante a Black Friday registraram alta de 17% na comparação com 2015. O número de pedidos cresceu 4%*, para 2,92 milhões, enquanto o tíquete médio foi de R$653, 13% maior do que no ano passado. O levantamento leva em conta as compras feitas entre às 0h e 23h59 desta sexta-feira (25).

De acordo com Pedro Guasti, CEO da Ebit, o crescimento do uso dos dispositivos móveis durante a Black Friday para a realização de compras surpreendeu. “Para um público cada vez maior o smartphone é o meio principal de acesso à internet. As principais lojas passaram a oferecer ou aperfeiçoaram seus aplicativos, tornando a utilização cada vez mais inteligente, isso também impactou positivamente no crescimento deste público”, diz.

O monitoramento da Ebit mostra que quem compra pelo celular ou tablet gasta mais: o tíquete médio das compras realizadas utilizando os dispositivos móveis foi de R$759, cerca de 20% maior do que o tíquete médio via desktop. “Grandes lojas apostaram no desenvolvimento de APPs e sites responsivos, alavancando assim a venda de produtos de maior valor agregado como Linha Branca, Celulares e Eletrônicos”, explica.

Dados do monitoramento Ebit apontam que o consumidor da Black Friday tem maior presença na região Sudeste (62%), é mais masculino (homens 52%) e possui renda familiar mensal de R$5.590 mil. Em média, na edição de 2016, o consumidor fez 1,5 compras online. Veja o levantamento completo abaixo, no infográfico Ebit.

Relevância

Nos Estados Unidos, berço da Black Friday, o faturamento do e-commerce no dia 25 foi de US$ 3,3 bilhões, segundo dados da Adobe Digital Index. “Convertendo o faturamento brasileiro em dólares, chegamos s US$554 milhões, seis vezes menor, mas ainda assim muito relevante, já que o mercado norte-americano é 30 vezes maior que o nosso. Isso mostra como a data ganhou em importância nos últimos anos e já é a mais importante do calendário do e-commerce brasileiro”, diz Pedro Guasti.

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Empresa de TI e Startup são reconhecidas pelo prêmio líderes do Brasil

A sexta edição do PRÊMIO LÍDERES DO BRASIL, que reconhece empresas e protagonistas que contribuíram para a construção de um País melhor e mais competitivo, homenageará as empresas ACE e Stefanini nas categorias Líder em Startup e em Tecnologia da Informação, respectivamente. A cerimônia de premiação reunirá empresários e autoridades públicas, entre eles o governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, e o prefeito eleito da capital paulista, João Doria, na noite de 12 de dezembro, no Palácio dos Bandeirantes. A cerimônia será transmitida pela TV LIDE (www.tvlide.com.br) para todo o Brasil.

A ACE é um ecossistema completo de inovação que impacta startups, empreendedores, investidores e grandes companhias. Por acreditar na capacidade empreendedora das startups, a Stefanini, considerada uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, está promovendo a segunda rodada do programa OpenStartups, com o objetivo de levar inovação para os segmentos de varejo, finanças e seguros, além de gerar negócios a partir da sinergia com essas empresas que estão iniciando no mercado.

Segundo Luiz Fernando Furlan, chairman of the Board do LIDE, o PRÊMIO LÍDERES DO BRASIL busca destacar o papel de empresas e gestores que com muita determinação, superam desafios e atingem bons resultados, servindo de exemplo para o setor em que atuam. “Devemos nos inspirar na capacidade empreendedora desses homens e mulheres e acreditar que, com trabalho e determinação, podemos também conquistar o sucesso, em benefício das empresas, da sociedade e de todo o País”, afirma.

Conheça todas as categorias da premiação

Os grandes destaques da maior premiação de lideranças do Brasil, que retrata os principais setores da economia do País são: Líder em Agronegócios, Líder em Comunicação, Líder em Construção Civil, Líder em Educação, Líder em Eletroeletrônicos, Líder em Energia, Líder em Inovação, Líder em Instituições Financeiras, Líder em Logística e Transportes, Líder em Máquinas e Equipamentos, Líder em Mercados Internacionais, Líder em Metalurgia, Líder em Papel, Celulose e Papelão, Líder em Média e Pequena Empresa, Líder em Produtos de Personal Care, Líder em Saúde, Líder em Seguros, Líder em Startup, Líder em Sustentabilidade, Líder em Tecnologia da Informação, Líder em Telecomunicações, Líder na Indústria Automobilística, Líder na Indústria de Alimentos e Bebidas, Líder na Indústria de Cosméticos e Bem-Estar, Líder na Indústria Digital, Líder na Indústria do Turismo, Líder na Indústria Farmacêutica, Líder na Indústria Têxtil, Couro e Vestuário e Líder no Varejo.

Para exaltar a forte atuação das unidades regionais do LIDE, presentes em todo o País, a cerimônia de premiação deste ano também irá destacar os líderes do Amazonas, Bahia, Distrito Federal, Região Metropolitana de Campinas (SP), Ceará, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Região de Ribeirão Preto (SP), Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Região de São José do Rio Preto (SP), Santa Catarina e Vale do Paraíba (SP).

O 6º PRÊMIO LÍDERES DO BRASIL tem a chancela de importantes marcas. BANCO ORIGINAL, CNI, CIRELLA e EMS são patrocinadores, com apoio da COMGÁS, EMBRATEL e GRUPO MARTINS. ÁGUAS PLATINA, CDN COMUNICAÇÃO, CHANDON, CHEF, ECCAPLAN, HAGANÁ, RODOBENS COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL, UPS e ZOÉGAS são os fornecedores oficiais. PR NEWSWIRE, as revistas LIDE e LÍDERES DO BRASIL e TV LIDE são mídia partners.

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Estudo da Capgemini revela que metade dos clientes bancários usam FinTechs no mundo

Metade dos clientes bancários em todo o mundo estão usando produtos ou serviços de pelo menos uma FinTech[1], é o que revela a primeira edição do World FinTech Report (WFTR), estudo conduzido pela Capgemini e pelo LinkedIn, em colaboração com a Efma. O relatório quantifica e acompanha a resposta dos clientes em relação à ascensão das startups de serviços financeiros, incluindo os pontos de vista dos executivos da indústria, tanto sobre as FinTechs quanto as instituições financeiras tradicionais[2]. E, ainda, resume como a inovação é fundamental no cenário emergente do setor.

O WFTR constatou que as FinTechs estão ganhando força e reconhecimento entre os mais jovens – os “tech-savvy” (grandes conhecedores de tecnologia moderna, especialmente computadores) – e entre clientes com maior poder aquisitivo. Os mercados emergentes lideraram a adoção, sendo que mais de 75% dos clientes na China e na Índia relataram usar serviços prestados por FinTechs, seguidos pelos Emirados Árabes Unidos e Hong Kong. As FinTechs fizeram os maiores avanços na gestão de investimentos, sendo contratadas exclusivamente por 17% dos clientes, além de outros 27% que as usam adicionalmente aos fornecedores tradicionais. Com tantas FinTechs especializadas em serviços de nicho, o WFTR também descobriu que muitos clientes (46%) estão usando serviços de mais de três FinTechs.

FinTechs continuam a ganhar impulso, mas a confiança e a experiência geral do cliente permanecem baixas

Enquanto FinTechs continuam apresentando uma presença de mercado disruptiva, o nível geral de confiança do cliente nesses provedores continua baixo. Apenas 24% dos clientes disseram confiar na FinTech que utiliza, em comparação com 37% que confiam nas empresas tradicionais. Os clientes notaram que instituições financeiras tradicionais ainda guardam alguma vantagem sobre as FinTechs quando se trata de proteção contra fraudes, qualidade de serviços e transparência.

“Aumentar as expectativas dos clientes para experiências digitais mais personalizadas, avanços na tecnologia, maior acesso ao capital de risco e menores barreiras para a entrada criaram um terreno fértil para o crescimento das FinTechs”, explica Penry Price, vice-presidente de soluções de marketing do LinkedIn. “As FinTechs estão ganhando força ao atender às demandas que os players tradicionais ainda precisam endereçar. Porém, muitas delas ainda não têm a transparência necessária para ganhar a confiança de seus clientes e capitalizar essas oportunidades”, completa.

O esforço para colaborar com as FinTechs é visto como fundamental para a inovação

Instituições financeiras tradicionais continuam a enfrentar desafios, com menos da metade (44%) dos executivos confiantes em sua estratégia de FinTech. Isso não é surpreendente, já que somente cerca de um terço (35%) afirmou ter uma estratégia de inovação bem estruturada ou proativa em andamento e que esteja incorporada culturalmente. A aversão natural aos riscos das empresas tradicionais também dificulta a criação de uma cultura que priorize a inovação e, assim, 40% dos executivos disseram que as corporações para as quais trabalham não estão propícias à inovação.

“Os executivos mais experientes de serviços financeiros estão vendo as FinTechs sob uma nova luz, à medida em que identificam maiores oportunidades de colaboração – mas também estão fazendo progressos significativos na construção de FinTechs internas mais ágeis”, afirma Thierry Delaporte, líder da Unidade Global de Negócios de Serviços Financeiros da Capgemini e Membro do Conselho Executivo do Grupo. “Mas com a exceção de uma parcela de líderes do setor, a maioria das empresas está lutando para alcançar resultados positivos em suas iniciativas de inovação, com apenas 10% dos executivos afirmando terem sido muito eficazes para alcançar os resultados de inovação desejados”.

O WFTR constatou que as empresas tradicionais estão, cada vez mais, buscando uma ampla gama de estratégias em resposta às FinTechs. A maioria das instituições financeiras (60%) agora as vê como parceiros potenciais, enquanto que quase o mesmo porcentual (59%) também está desenvolvendo ativamente suas próprias capacidades internas. Além de parcerias e desenvolvimento in-house, os executivos estão explorando uma gama completa de modelos, sejam investimentos em FinTechs (38%), parcerias com instituições educacionais (34%) ou definição de aceleradores (30%), enquanto um percentual muito menor (19%) está adquirindo FinTechs.

Empresas tradicionais investem ativamente em tecnologias emergentes para promover avanços tanto suas operações quanto a experiência do cliente

As empresas tradicionais estão, em grande parte, respondendo a esta mudança ao dar a mais alta prioridade ao investimento em tecnologias capazes de facilitar operações mais eficientes e ágeis. E, assim, proporcionam melhores experiências diárias ao cliente. Cerca de 90% dos executivos afirmam estar mais focados na implementação de big data e analytics, seguidos pela Internet das Coisas (56%), blockchain (55%), automação de processos robóticos (52%) e tecnologias API abertas (50%). A tecnologia blockchain, que forma a espinha dorsal da popular moeda virtual bitcoin, está cada vez mais presente na indústria de serviços financeiros. Ela tem inúmeras aplicações, incluindo transferênciasavançadas de ativos digitais, gerenciamento de identidade e melhor gestão de soluções de recompensa e fidelidade.

“Tanto as FinTechs como as empresas tradicionais ainda têm trabalho a ser feito para entregar uma melhor experiência ao cliente”, disse Vincent Bastid, secretário-geral da Efma. “A chegada das FinTechs acelerou a melhoria da experiência do cliente na indústria, mas ainda não está no nível desejado. É apenas questão de tempo, para que empresas BigTech³ e players de e-commerce e telecomunicações se unam para reivindicar sua parte e se beneficiar desta disrupção da indústria”.

Para ajudar as organizações tradicionais a superarem sua eventual resistência à inovação e a enfrentarem a potencial disrupção (atual e futura), o WFTR definiu um quadro de quatro etapas, essenciais frente a um número crescente de ameaças potenciais para o setor de serviços financeiros. De acordo com o relatório, as empresas tradicionais de serviços financeiros podem desbloquear a inovação: descobrindo novas tecnologias, idealizando novos modelos de negócios, contratando executivos alinhados para apoiar e sustentar a inovação, assim como melhorando a eficiência e adotando melhores práticas. Como a “plataformização4“ da indústria continua a ganhar força, será cada vez mais imperativo que as instituições financeiras tomem medidas agressivas para inovar.

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Targit é eleita líder com ferramenta de Business Intelligence

A multinacional dinamarquesa Targit, especializada em ferramentas de Business Intelligence e Analytics, foi destaque em 18 categorias na pesquisa oficial da consultoria alemã Business Application Research Center (BARC). Intitulado BI Survey 2016, o estudo traz um levantamento detalhado das melhores ferramentas de Business Intelligence no mercado global, com base no resultado de mais de três mil respostas de empresários.

Foram, ao todo, 37 produtos avaliados em diferentes categorias como benefícios trazidos para o negócio, grau de satisfação ao cliente, experiência com a ferramenta, inovação, agilidade, entre outros indicadores de desempenho. A partir do levantamento, a BARC elegeu a Targit líder de mercado em 18 categorias como Colaboração, Data Discovery e BI Mobile.

Adicionalmente ao resultado positivo, a multinacional recebeu uma série de elogios relacionados à sua plataforma de Analytics Targit Decision Suite, que atende as demandas projetadas para TI Bimodal e com modernos recursos de BI, capazes de proporcionar alta performance e flexibilidade na captura de dados em diferentes formatos, combinação de dados (mash-up) e a criação rápida de novas análises.

O crescimento da multinacional no ranking das melhores da consultoria BARC trouxe ao conhecimento do mercado uma gama de produtos da Targit focados na funcionalidade OLAP (Online Analytical Processing), InMemory e nos grupos de produtos direcionados ao Visual Discovery, que trabalham na exploração e descoberta visual dos dados. “Prevemos forte crescimento de demanda para estas novas funcionalidades e ampliaremos a nossa base de parceiros a partir dos bons resultados”, revela Allan Pires, CEO da Targit para a América Latina & Texas.

A ampliação do portfólio de serviços da Targit engloba ainda o lançamento recente do BI mobile e a atualização da plataforma Targit Decision Suite 2017. Com o mercado mais confiante por conta da crise econômica, aliado ao interesse contínuo da empresa em desenvolver e explorar novas tecnologias de ponta garante ao usuário mais opções de ferramentas para a tomada de decisão dentro de seu ambiente de trabalho.

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Site do BB para localizar imóveis tem potencial de negócios de R$ 2,32 bilhões

O BB disponibiliza um site voltado para pessoas físicas, construtoras e incorporadoras clientes do banco, onde oferta imóveis com condições especiais. Ao todo, são mais de 10,4 mil unidades, em mais de 210 empreendimentos, localizados em 20 estados do país. Os valores variam entre R$ 100 mil e R$ 11,1 milhões.

Em quatro meses, o BB contabiliza 11.8 mil usuários da ferramenta, alguns deles localizados nos Estados Unidos e até na Índia, e avalia que o volume de negociações já chega a R$ 65 milhões.

“A plataforma proporciona mais rapidez no processo de financiamento, já que todos os imóveis possuem informações de documentos do vendedor e do imóvel ofertado. Assim, para a conclusão do processo, é necessária apenas a análise do comprador. A novidade tem aderência com o crescimento das soluções digitais implementadas pelo Banco do Brasil e usa a tecnologia para automatizar soluções, proporcionando maior comodidade e conveniência aos clientes.”, explica Edson Cardozo, diretor de empréstimos, financiamentos e crédito imobiliário do BB.

As opções de financiamento são de até 90% do valor, e os prazos de até 420 meses, dependendo do enquadramento do imóvel e da linha de financiamento escolhida. As taxas iniciam a partir de 5,116% para os imóveis enquadrados no PMCMV.

O Crédito Imobiliário do BB atingiu saldo de R$ 53,1 bilhões no terceiro trimestre do ano, crescimento de 13,2% em relação ao mesmo período de 2015. Este desempenho permitiu ao Banco elevar sua participação de mercado para 8,73%, de acordo com os últimos dados divulgados pelo Banco Central.

Black Friday

Até o dia 30 de novembro, o BB oferece 1,5% de desconto no valor de imóveis de uma das construtoras parceiras. Esta promoção no financiamento faz parte das ações da Black Friday e o BB estima que gere R$ 2 milhões em negócios. Para conhecer os imóveis disponíveis e consultar os que participam da promoção Black Friday, acesse www.bb.com.br/encontreoseuimovel.

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SulAmérica firma parceria com Waze e fornece alertas e dicas de segurança aos motoristas

A SulAmérica, maior seguradora independente do Brasil, acaba de firmar parceria inédita com o Waze para que a seguradora forneça novos serviços aos usuários do aplicativo, por meio de pop ups e banners. A iniciativa tem o objetivo de tornar a plataforma ainda mais proveitosa, passando a ser um canal de informações diferenciadas ao motorista, além das funções usuais de cálculo de rota de acordo com o trânsito. A parceria está em linha com a estratégia de prestação de serviços da seguradora.

Entre as dicas exclusivas fornecidas pela SulAmérica estão o aviso para o acendimento do farol em estradas durante o dia, sinalização de locais com velocidade reduzida, indicação de cruzamentos com alto índice de acidentes e avisos sobre áreas escolares ou que contenham ciclistas. Também estão dentro do pacote de prestação de serviço informações relativas à previsão do tempo, incluindo temperatura no local de destino.

“Queremos continuar prestando serviços que tragam dinamismo e mobilidade para o dia a dia do motorista. A ideia é que as dicas fornecidas pela SulAmérica contribuam ainda mais para que o motorista esteja bem informado e mais seguro por todo o caminho”, acrescenta o vice-presidente de Auto e Massificados da SuAmérica, Eduardo Dal Ri.

A iniciativa foi executada pela agência Grey Brasil. Além dos serviços lançados em parceria com o aplicativo de trânsito, a SulAmérica oferece, desde 2013, o app SulAmérica Auto, mantendo sua preocupação em promover agilidade, economia e praticidade aos segurados. Disponível na App Store (iOS) e no Google Play (Android), o programa permite funcionalidades como cotação e realização (além do acompanhamento) de pequenos reparos no veículo, visualização em tempo real do socorro mecânico para emergências, além de solicitação de serviços de limpeza e higienização em data e local escolhidos pelo segurado. O app disponibiliza ainda o cartão do segurado, informações sobre a apólice, pagamento, localização dos postos de vistoria e Centros Automotivos SulAmérica (CASA), e canais de atendimento da seguradora.

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Às 8h, vendas da Black Friday já atingiam R$519 milhões aponta monitoramento Ebit

Balanço parcial da Ebit, empresa referência em dados sobre o comércio eletrônico brasileiro, aponta que as vendas da Black Friday atingiram R$519 milhões das 20h de quinta-feira (24) até às 8h desta sexta-feira (25). O faturamento é 60% superior ao registrado em 2015, no mesmo intervalo. Na mesma base de comparação, o número de pedidos cresceu 23%, de 621 mil para 763 mil.

No intervalo de maior movimento da Black Friday, entre 0h e 1h, foram realizados cerca de 50 pedidos por segundo no varejo eletrônico brasileiro.

Monitoramento realizado pela Ebit na última quinta-feira indica que, com o início dos descontos, o e-commerce faturou R$354,9 milhões nesta quinta-feira (24), alta de 236% na comparação com o mesmo dia da semana anterior (17), quando o faturamento foi de R$105,7 milhões. “Comparando os dados da terceira semana de novembro ante a anterior, verificamos um faturamento 19% menor. Essa redução preliminar aliada ao crescimento registrado ontem mostra que as antecipações de promoções feitas pelos varejistas não surtiram o efeito esperado. O consumidor realmente estava aguardando a Black Friday para comprar”, afirma André Dias, diretor de Operações da Ebit.

“Caso sejam mantidas as promoções, a tendência é que a Black Friday 2016 atinja a previsão inicial da Ebit, que é de R$ 2,1 bilhões em faturamento somente nesta sexta-feira, alta de 30% ante o ano passado. Nossos clientes também podem acompanhar o desempenho de sua loja frente ao mercado em tempo real, utilizando a Ebit Real Time”, destaca Dias, referindo-se à ferramenta que permite aos varejistas a realização monitoramento dos principais indicadores do e-commerce – captura de vendas, captura de pedidos, tíquete médio capturado e share por dispositivo -, além do cruzamento das informações para a geração de análises.

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Leasing de equipamentos de TI para pequenas e médias empresas

Em períodos de crise, as dificuldades de crédito, incertezas na economia e as altas taxas de juro, penalizam principalmente às pequenas e médias empresas. De toda forma, essas empresas continuam precisando realizar negócios, otimizar seu fluxo de caixa e também adquirir máquinas e equipamentos, seja para atualizar ou ampliar seu parque tecnológico.

Com essa perspectiva à frente, e como forma de escapar das altas taxas de juros que os bancos praticam, uma das alternativas que se apresentam é o leasing.

Talvez um dos principais aspectos que as empresas precisam entender sobre o leasing (arrendamento mercantil), é que é que este tipo de operação não é considerada uma operação de crédito. Ou seja, toda aquisição efetuada dentro dessa modalidade não irá impactar no seu limite de crédito, tal como seria um financiamento comum ou ainda, obtenção de capital de giro entre outros.

Principais pontos que você precisa saber sobre o leasing (arredamento mercantil):

– O leasing não é considerado uma operação financeira, portanto, não impacta nas linhas de crédito da empresa – desta forma, não irá impactar por exemplo nos limites de créditos pré-aprovados, créditos pré-aprovados – ou seja, se sua empresa já tem empréstimos ou quiser efetuá-los durante a vigência do contrato de arrendamento mercantil – poderá fazê-los sem problema algum;

– O bem / equipamento financiado fica em nome do Banco / Financeira, sendo considerado uma espécie de “aluguel”. Por ficar em nome do banco, eles servem como uma garantia maior para o a instituição “locadora”, que por poder encerrar e retomar rapidamente o bem em caso de calote – cobram juros menores em contrapartida;

– Ao final desse contrato de “locação” a empresa que adquiriu o equipamento, tem o direito de adquiri-lo, ou ainda, efetuar a troca por um equipamento mais atualizado, efetuando um novo contrato de arrendamento mercantil;

– Também por não ser considerada operação financeira, não incorre a cobrança do IOF (imposto sobre operações financeiras);

Tributação

Historicamente o empresário brasileiro não se atenta a uma série de aspectos de como as despesas e investimentos serão lançados em seu balanço, não pensando de forma prévia quais impactos, benefícios ou eventuais problemas terão sobre seu balanço e pagamento de impostos.

No caso do leasing (arrendamento mercantil), existe uma vantagem que é o lançamento no balanço de todas as parcelas como despesas operacionais. O efeito prático desse lançamento é que é reduzida a base de tributação para pagamentos de impostos como IRPJ e CSLL, ou seja, a empresa paga menos impostos.

Cabe salientar que essa vantagem é válida para empresas que utilizam o critério de lucro real em seus balanços – ocorre porém, que a maior parte das empresas somente declara através do simples ou lucro presumido por desconhecimento, ou ainda comodismo, principalmente dos escritórios de contabilidade, que não apoiam seus clientes em ter vantagens tributárias e de fluxo de caixa.

Empresas de Leasing

Existem várias empresas que oferecem leasing de diferentes perfis ou ainda, focados em um perfil de equipamentos que vão desde máquinas de grande porte como guindastes ou caminhões, até empresas mais focadas em equipamentos eletroeletrônicos ou de informática / tecnologia da informação.

A Rental-TI, que faz parte de um dos maiores grupos de locação corporativa do país – é uma empresa focada em equipamentos de tecnologia da informação com opções de locação, arrendamento mercantil e programas de leasing para pequenas e médias empresas.

Os programas de leasing, são efetuados em parceria com a Dell – líder mundial em tecnologia – indo desde notebooks e desktops à storages e servidores.

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SEPRORGS e Fenainfo defendem interesses do setor de TI em Brasília

O SEPRORGS, plataforma de negócios e representatividade para empresas de TI do RS, foi à Brasília para realizar reuniões com parlamentares e com o Ministério da Casa Civil, além de participar da Audiência Pública da Comissão de Trabalho de Administração e Serviço Publico. A comitiva liderada pelo presidente da entidade, Diogo Rossato, tratou sobre assuntos prioritários para o desenvolvimento do setor, como relações trabalhistas, contribuição sindical, unificação do PIS/ COFINS, desoneração da folha de pagamento e reforma da Previdência.

A missão foi composta pelo diretor Rafael Sebben, que também é vice-presidente regional da Federação Nacional das Empresas de Informática (Fenainfo), pela consultora para assuntos legislativos, Ana Paula Oliva, e pela assessora da diretoria, Karen Amaro.

“Tivemos uma receptividade muito boa e nossas pautas foram ouvidas, tanto pelo Legislativo, como por representantes do Executivo. Nossas reivindicações em prol do segmento de TI atingem diretamente o desenvolvimento das empresas e afetam a economia do país, que precisa urgentemente de recuperação. Estamos estreitando ainda mais o diálogo para construirmos uma agenda conjunta visando criar melhores condições de crescimento”, afirma Rossato.

Em parceria com a Fenainfo, a entidade teve um importante encontro com os assessores especiais Matheus Stivali, Leonardo Rangel e Eduardo Krause, da Casa Civil, que está sob comando do ministro Eliseu Padilha, no Palácio do Planalto. Foram debatidas pautas relevantes para o setor de serviços como a unificação do PIS/ COFINS, reforma trabalhista, desoneração da folha de pagamento, regulamentação dos serviços especializados (PL 4302/98) e reforma previdenciária.

O diretor do SEPRORGS, Rafael Sebben, representando a Fenainfo, participou da Audiência Pública da Comissão de Trabalho de Administração e Serviço Público, que discutiu a Regulamentação da Profissão de TI. Foram também ouvidas as principais entidades do setor, como a Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), a Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES), a Sociedade Brasileira de Computação (SBC) e a Federação das Associações das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação (Assespro Nacional).

Com parlamentares, a comitiva conversou com os deputados Laércio Oliveira, Covatti Filho e Alfredo Kaefer, sobre o PL 4302, de 1998, sobre trabalho temporário e regime de prestação de serviços a terceiros que, além de atualizar a Lei do Trabalho Temporário (Lei 6019/1974), dispõe sobre as relações laborais nas empresas de prestação de serviços a terceiros.

Já com o deputado Otavio Leite (PSDB/RJ), a entidade debateu sobre o PL 5752/2016, que é de sua autoria. O Projeto busca reconhecer juridicamente as instituições de pesquisa e inovação privadas, entre outras disposições. Também foi entregue ao senador Valdir Raupp, ofício referente a posição do SEPRORGS sobre PLC 61/2016, que trata da atualização da tabela da contribuição sindical.

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Como interagir com as coisas na era da IoT? A realidade aumentada é a solução

Por Gustavo Reder Cazangi e Marcelo Abreu

Vivemos na era da informação, onde notícias são produzidas e consumidas de forma instantânea. No mesmo ritmo acelerado estão acontecendo as transformações tecnológicas que já nos propiciaram conforto e mudanças radicais. Dá pra acreditar que há apenas nove anos surgia o primeiro smartphone, acessório hoje totalmente indispensável? E olha que agora as consultorias de tecnologia constatam que o mundo do smartphone já está saturado, os lançamentos não atraem e não apresentam tantas inovações, e uma nova geração de produtos, apelidados de “coisas”, está sendo preparada para inundar o mercado e se tornar a próxima grande onda tecnológica.

A estimativa é que nos próximos quatro anos o mercado de internet das coisas (IoT) movimente mais de 3 trilhões de dólares e que 21 bilhões de eletrônicos sejam capazes de se conectar a internet e trocar informações com outros dispositivos. Partindo de lâmpadas conectadas (que já podem ser compradas no mercado brasileiro em pacotes de três, a partir de R$1.299), passando por micro-sensores acoplados a tubulações e eletrodomésticos como o ar condicionado, geladeiras e chuveiros, chegando até seu carro. Tudo estará ligado na rede e poderá ser controlado por você. Mas como faremos para interagir com tantos elementos conectados e diferentes ao mesmo tempo?

Os tablets e smartphones trouxeram uma nova forma de interação com suas telas sensíveis ao toque. Esse tipo de interação se tornou tão natural que as crianças têm dificuldade para aceitar que a TV da sala ainda não pode ser tocada. Os botões estão ficando no passado. Entretanto o toque não vai ser suficiente para a internet das coisas, já que muitos desses dispositivos não possuem tela e nem mesmo visores.

O jogo Pokemon GO, sem sombra de dúvidas o maior sucesso deste ano nas lojas de aplicativos, traz uma dica de qual será um dos principais formatos de interação: a realidade aumentada, que recebe este nome por proporcionar uma integração entre informações do mundo digital com o mundo físico em tempo real. É possível pensar na realidade aumentada como uma camada adicional de informação sobre o que enxergamos através de câmeras, telas e óculos inteligentes.

Estas informações poderão ser acessadas por meio dos chamados digital twins, um novo conceito que representa versões digitais de dispositivos conectados. As “coisas” conectadas coletarão e enviarão informações em tempo real para serem armazenadas em modelos digitais que reproduzem fielmente suas características físicas. Os visores, principalmente a câmera de seu smartphone, utilizarão estes dados para, através da realidade aumentada, apresentar instantaneamente informações das coisas conectadas que estejam em seu campo de visão.

Imagine que você apontará a câmera de seu celular para seu carro conectado à internet das coisas e poderá ver informações sobre o tempo de vida útil e a pressão de cada um dos pneus, o nível de água e óleo, se já está na hora de levar o carro para manutenção ou até mesmo se há falha em componentes eletrônicos.

A detecção de falhas e alertas de manutenção preventiva são outro grande benefício esperado pela conectividade provida pela internet das coisas. As máquinas passarão por avaliações constantes, através da análise dos dados de seus sensores que estão armazenados na sua versão digital, permitindo que o uso da realidade aumentada facilite a identificação dentro de uma grande linha de manufatura de componentes que podem apresentar problemas e precisam de manutenção ou reparo.

Além destas, muitas outras atividades podem se beneficiar da apresentação de informações contextuais em tempo real providas pela realidade aumentada, como a comparação de produtos durante as compras em um supermercado, a visualização do consumo de energia de cada dispositivo em sua casa e até mesmo atividades médicas relacionadas ao diagnóstico visual e laboratorial.

A realidade aumentada terá como palco principal os smartphones, hoje já universalmente disponíveis, e se juntará ao controle de voz e assistentes pessoais como a Siri (Apple) e Alexa (Amazon) na linha de frente da interação com os dispositivos de internet das coisas.

Outras formas mais imersivas de interação como a realidade virtual, onde o individuo fica totalmente inserido em um ambiente virtual, sem contato com o mundo físico, através de um óculos fechado acoplado a um computador ou smartphone, também terão destaque em especial nas áreas de treinamento e games. Um fator impeditivo no entanto é que para uma completa sensação de realidade no ambiente virtual, é necessário um hardware potente, o que significa custo elevado e portanto adoção mais lenta por parte do mercado consumidor.

Quanto tempo durará essa nova onda tecnológica? É impossível dizer… O que é certo é que muito mais rápido do que imaginamos, estaremos surfando no mundo da Internet das coisas através da Realidade Aumentada.

Gustavo Reder Cazangi é líder de inovação em Entretenimento e Marcelo Abreu é gerente de inovação e novos negócios, ambos do Venturus – Inovação & Tecnologia

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Feira de Tecnologia tem ingressos com desconto na Black Friday

O maior evento de tecnologia do Brasil, a FITIC – Feira de Tecnologia e Inovação, que irá acontecer entre os dias 15 e 18 de dezembro em São Paulo, tem ingressos com até 50% de desconto na tradicional Black Friday.

Os preços especiais já estão disponíveis no site e serão válidos até o dia 28 de novembro, próxima segunda-feira. Todas as categorias de ingresso estão inclusas, como a Business e o Workshop de Drones

“A FITIC é uma junção de diversos eventos de nicho em uma única feira. Temos a convicção de que ela irá criar pontes entre setores diferenciados e gerar novas oportunidades de negócio e aprendizagem pela sinergia criada com a combinação de tecnologias”, comenta Luis Prata, CEO da FITIC, sobre a dimensão da feira.

Durante os quatro dias de evento, estarão presentes mais de 100 expositores para demonstrar as mais recentes inovações do mercado no São Paulo Expo.

Os ingressos dão acesso às atividades no showfloor e palestras. Para comprar, acesse: http://fitic.com.br/shop/

SERVIÇOS:
Data: 15 a 18 de dezembro
Local: São Paulo Expo
Endereço: Rod. dos Imigrantes, km 1,5, s/n – Água Funda, São Paulo – SP
Mais informações: www.fitic.com.br

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TMF Group anuncia chegada de nova executiva

A TMF Group anuncia a chegada da executiva Karla Fernandes para liderar a equipe de Serviços de Finanças Estruturadas no Brasil. O principal objetivo da Diretora de Corporate Trust será posicionar a TMF ao mercado como agente independente em operações de empréstimos, M&As, reestruturação de dívida, financiamento de projetos, entre outras transações correlatas.

A executiva foi diretora do Deutsche Bank durante 9 anos, depois de trabalhar durante 17 anos no JP Morgan. Com mais de 25 anos de experiência em Finanças, Tesouraria, Investment Banking, Trust e Securitização no Brasil, Peru, Chile, Argentina e Uruguai tanto pelo Deutsche Bank quanto pelo JP Morgan, Karla é formada em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro.

A diretora destaca que as soluções globais oferecidas aos clientes é um dos diferenciais da TMF Group.

“A possibilidade de acompanhar a expansão de um cliente para diversos países permite ter uma visão bem ampla sobre a área de negócios dele e oferecer as soluções mais adequadas”, afirma.

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Black Friday: Hotel Urbano oferece milhares de viagens com até 40% de desconto

João Ricardo Mendes e José Eduardo Mendes, fundadores do Hotel Urbano

João Ricardo Mendes e José Eduardo Mendes, fundadores do Hotel Urbano

Consumidores de todo o Brasil terão nesta Black Friday oportunidades imperdíveis para viajar. O Hotel Urbano (www.hotelurbano.com), agência online de viagens líder no País, participa do Black Friday com milhares de opções de hospedagem e pacotes de viagem nacionais e internacionais com descontos de até 40% e parcelamento em até 12 vezes sem juros.

Dentre as ofertas do HU com descontos para o Black Friday, destacam-se destinos populares como Natal, Porto de Galinhas, Fortaleza, Porto Seguro, Balneário Camboriú, Foz do Iguaçu, Gramado, Maceió, Fernando de Noronha, Miami, Las Vegas, Orlando, Punta Cana, Buenos Aires e Santiago.

E tudo isso com a segurança e confiabilidade que só o Hotel Urbano pode oferecer. Como de costume, a equipe de relacionamento com o viajante Hotel Urbano (www.hotelurbano.com/atendimento) estará à disposição via chat online e aplicativo mobile (para iOS, Android e Windows Phone), para esclarecer qualquer eventual dúvida dos viajantes.

As ofertas podem ser encontradas no site www.hu.com.br e no aplicativo do Hotel Urbano disponível para iOS, Android e Windows Phone.

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Fintech de câmbio faz compra e venda de moedas via WhatsApp

Com o mundo extremamente conectado, as redes sociais em alta e o quesito praticidade elevado à última potência, muitas empresas estão buscando diversificar sua forma de prestar serviços e, mais ainda, de atender ao cliente. A BeeCâmbio, por exemplo, primeira correspondente cambial brasileira que funciona completamente online e está presente em 40 cidades, tem como missão proporcionar um atendimento humanizado, no qual a experiência de compra e troca de moedas estrangeiras seja simples, rápida e prática.

Para isso, a empresa disponibiliza diversas formas de atendimento ao cliente, um diferencial, principalmente quando se fala do ramo financeiro – respondendo, assim, à necessidade de qualquer tipo de consumidor.

Além dos tradicionais e-mail e telefone, o chat no próprio site da empresa, o Telegram, o Skype e, também, o WhatsApp, são ferramentas que a fintech utiliza para realizar suas transações e que já fazem parte do dia-a-dia de muitas empresa como a BeeCâmbio, que mantém relação direta com seu cliente.

Para o tipo de cliente conectado, é essencial poder requisitar um serviço, tirar uma dúvida ou mesmo fechar um negócio utilizando ferramentas como o WhatasApp ou até mesmo fazendo um call rápido via Skype.

A proposta é tão relevante que a correspondente cambial online já possui o maior parte de sua demanda realizada via canais digitais (chat, WhatsApp, Telegram e Skype). Esses números contrastam com o de atendimentos realizados por meio de telefone e e-mail.

“O cliente quer cada vez mais seu atendido de forma multicanal. Estamos vivendo uma fase de transformação e precisamos transformar também a forma com que empresas e consumidores se relacionam. Por isso, na BeeCâmbio, que já nasceu digital, o consumidor conectado se sente em casa e confiante de fazer negócios com uma correspondente cambial via aplicativos que aproximam o cliente e a empresa, por exemplo”, explica Fernando Pavani, fundador e CEO da BeeCâmbio.

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TIVIT firma parceria inédita com a SAP para América Latina

Em busca de um parceiro regional dinâmico, flexível e com grande conhecimento de mercado, a SAP firmou parceria com a TIVIT, líder em serviços integrados de Tecnologia na América Latina, tornando a empresa a primeira provedora de cloud computing para a solução SAP HANA Enterprise Cloud – HEC na América Latina.

“A SAP tem como foco entender as necessidades de seus clientes para apresentar as melhores soluções, capazes de simplificar processos e ajudá-los a enfrentar os desafios da jornada de transformação digital”, destaca Cristina Palmaka, presidente da SAP. “Ao estabelecer esta parceria com a TIVIT conseguiremos estar ainda mais próximos dos clientes e explicar como o SAP HANA Enterprise Cloud permite unir o poder do acesso aos dados com a flexibilidade da nuvem. Com isso, garantimos que nossos clientes consigam se adaptar às rápidas mudanças do mercado, com menor custo e risco. ”

Entre outras vantagens, o SAP HANA Enterprise Cloud – HEC disponibiliza recursos de gestão que permitem implementações mais rápidas, atendendo as empresas que precisam ou desejam contar com aplicações de missão crítica na nuvem sem qualquer prejuízo em termos de desempenho, integração, segurança e condições de recuperação em caso de falhas ou desastres naturais.

Esta parceria é única no mercado regional, pois a qualificação para se tornar um Premium Suplier da SAP requer uma série de validações e certificados, que inclui avançados níveis de segurança, alta disponibilidade, processos operacionais de gestão de tecnologia, performance da infraestrutura e qualificação profissional, atributos já presentes nos data centers e nas operações da TIVIT. Para concretizar a parceria foram necessários sete meses dedicados de uma equipe multidisciplinar.

“Este acordo qualifica ainda mais a oferta da TIVIT e demonstra a confiança e o reconhecimento do mercado nos nossos serviços SAP e Cloud Computing. Do ponto de vista de negócios, esperamos dobrar nossa base de clientes SAP até o fim de 2017”, ressalta Carlos Gazaffi, vice-presidente de Gestão de Tecnologia da TIVIT. A parceria, que estará disponível no Brasil a partir de novembro de 2016, em breve também contemplará outros países da América Latina.

Este movimento faz parte da estratégia de expansão da oferta de cloud computing da TIVIT. Recentemente a empresa anunciou investimento de R$ 46 milhões para a construção de nuvens locais e ampliação do portfólio com a adoção de um modelo multicloud, que oferece aos clientes uma solução híbrida, combinando ambientes tradicionais, nuvens privadas e também nuvens públicas.

Centro de Excelência SAP

Para prover aos clientes gestão unificada de infraestrutura e aplicações, assim como uma solução integrada do ciclo de vida das soluções SAP, desde 2012 a TIVIT possui um Centro de Excelência com mais de 600 profissionais que agrega toda a expertise em processos de negócios complexos, inovadores e de missão crítica.

Com uma robusta infraestrutura baseada em cloud computing, a TIVIT possui mais de 10 milhões de SAPS (SAP Application Performance Standard) gerenciadas. SAPS é uma unidade de medida para dimensionar processamentos em sistemas SAP, independentemente do tipo de hardware. O ambiente da TIVIT suporta mais de 165 mil usuários, abrangendo as etapas de licenciamento, projeto, consultoria, manutenção, suporte técnico e funcional. Outra vantagem importante é a garantia de ambiente tecnológico estável, com alta disponibilidade e segurança.

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StartSe promove terceira edição do Invest Class e reúne os melhores investidores do país

No próximo dia 01 de dezembro, o StartSe, maior plataforma de startups do Brasil, realiza a terceira edição do Invest Class, evento que cria uma oportunidade única para empreendedores e startups que estão em fase de captação de investimento ou que pretendem fazer isso em um curto período de tempo.

Marco Poli, Fábio Póvoa, Edson Rigonatti e Pedro Englert discutem todos os aspectos que os investidores buscam quando decidem investir em uma startup e sobre o que os empreendedores precisam fazer para encantar esses investidores e, consequentemente, alavancar seus negócios.

“É crescente o número de startups dos mais diferentes segmentos no país e, claro, aumenta também a procura por investidores. As duas edições anteriores do Invest Class foram um sucesso justamente por ajudar os empreendedores a encontrar um caminho para encantar os fundos ou investidores anjo no Brasil. Temos grandes expectativas para essa edição”, explica Pedro Englert, CEO do StartSe.

Além do conteúdo ministrado por esses investidores, as startups participantes terão, como bônus, a oportunidade de apresentar um pitch para uma plateia de dez investidores convidados, no final do dia. O encontro acontece em São Paulo, das 9h às 18h, na sede da Microsoft, que apoia o evento. As inscrições podem ser feitas no site do encontro: eventos.startse.com.br/investclass.

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Pesquisa Capgemini: metade das empresas brasileiras investindo em transformação digital

Um novo estudo que avalia o nível de maturidade digital revelou que metade dos executivos brasileiros já estão investindo em transformação digital apesar de seus grandes desafios. Conduzida pela Capgemini, um dos líderes globais em serviços de consultoria, tecnologia e terceirização, em parceira com a Pegasystems, empresa de software que capacita o engajamento do cliente nas principais empresas do mundo, a pesquisa revela que ainda há muito espaço para investimentos adicionais, assim como para um maior envolvimento dos funcionários das empresas com os programas de transformação digital.

“Com base em entrevistas realizadas com 150 executivos de alto nível (C-level) de empresas brasileiras de uma ampla gama de setores, incluindo varejo, bens de consumo, bancos e companhias de seguros, a pesquisa identificou que a pressão de novos entrantes no mercado, bem como os níveis de maturidade digital já existentes, afetam a velocidade da transformação digital dentro das organizações. Contudo, aqueles que superarem estes obstáculos, tornando-se mais maduros digitalmente, colherão resultados relevantes”, afirma Rodrigo Corumba, vice-presidente da Capgemini Brasil.

O relatório mostrou que, embora a definição de transformação digital pareça estar bem definida em muitas companhias, o compromisso da alta administração, bem como o compartilhamento e a promoção de um entendimento comum em toda a organização, tem sido um desafio. A comunicação e o envolvimento dos funcionários, em vez de serem impulsionadores para a transformação digital, são vistos como fatores limitantes em várias empresas, o que pode inibir o sucesso das mudanças.

De acordo com a pesquisa, as tecnologias digitais estão sendo usadas por essas corporações para entender melhor o mercado e seus clientes. Dentre os entrevistados, 63% afirmaram usar a internet de forma geral ou significativa para esse fim, 57% as redes sociais e 53% os serviços móveis, o que indica que a adoção de uma abordagem omnichannel tem sido importante para as estratégias de negócios.

No que diz respeito aos canais de acesso móvel, 39% dos entrevistados afirmaram empregá-los para promover bens e serviços, enquanto apenas 29% os utilizam para vender os seus produtos e serviços. Especificamente nas mídias sociais, 46% responderam que estão fazendo uso de canais sociais para promover produtos e serviços, 41% para prestar serviços ao cliente e 37% para monitorar a reputação da marca. Sua aplicação como ferramenta de engajamento de clientes (38%) e como canal de vendas (35%) tem grande potencial de crescimento.

A pesquisa também descobriu que menos da metade das empresas empregam a análise de dados de forma significativa: 46% a adotaram para orientar o marketing de forma mais eficiente e 44% para otimizar os preços. Embora a tecnologia digital seja usada, principalmente, como uma ferramenta de comunicação com o cliente, ela ainda não é explorada em todo seu potencial de segmentação de clientes e personalização de conteúdo. A análise é aplicada por 36% dos entrevistados para personalizar as comunicações, enquanto por 35% deles para qualificar potenciais perspectivas de vendas.

“Está claro, a partir desta pesquisa, que as empresas no Brasil têm oportunidades significativas para alavancar compromissos mais significativos e duradouros com o cliente por meio de um melhor aproveitamento de suas capacidades digitais”, analisou Rob Spencer, vice-presidente e gerente geral da Pegasystems para a América Latina. “Nossa colaboração com a Capgemini no Brasil está totalmente focada em entregar valor para as organizações que buscam aprimorar o envolvimento do cliente por meio de iniciativas de transformação digital”.

Para ter acesso ao relatório completo, visite: https://www.br.capgemini.com/maturidade-digital-no-brasil

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Compliance para startups

A consultoria anglo-brasileira de compliance e investigação de crimes de colarinho branco Wolfe Associates (www.wolfe.com.br) está lançando um serviço inédito de diagnóstico de governança corporativa para startups e empresas já estruturadas em busca de investidores. Batizado de “Flash Diagnostic”, o serviço é gratuito e faz um mapeamento de riscos para criação ou refinamento de políticas de compliance, gestão de crise e otimização de desempenho de negócios.

Em média, o processo de “flash diagnostic” leva apenas um dia – e fornece à empresa um cenário de áreas do negócio que oferecem riscos de fraudes, corrupção ou outros desvios de conduta, além da localização de potenciais pontos desprotegidos nos principais eixos de seu ambiente administrativo.

Segundo o advogado internacional Barry Wolfe, profissional que já foi chamado de “Sherlock do setor financeiro” pelos esquemas de desvios que desvendou tanto com sua empresa quanto quando foi diretor da KPMG Forensic, “a ideia é dar ao empreendedor um mapa da mina para a criação de uma política real de compliance.”

A estratégia da Wolfe Associates se baseia na necessidade de compliance estruturado em startups que buscam investimentos. “No Brasil com a imagem chamuscada pelos atuais escândalos, governança é condição fundamental para parcerias ou investimentos de fundos estrangeiros”, explica o advogado inglês Edward Jenkins, membro do Queens Consuel e um dos mais importantes especialistas em crimes de colarinho branco da Grã Bretanha.

Além de Wolfe e Jenkins, o time responsável pelo “flash diagnostic” é capitaneado pelos consultores Jefferson Almeida e Marcelo Pereira, especialistas em auditoria forense e financeira e ambos ex-executivos de companhias como Ernest & Young e PwC.

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