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Komatsu escolhe a BT para fornecer sua infraestrutura global de TI

A BT anuncia contrato com a Komatsu, empresa internacional fabricante de equipamentos de mineração e construção, para criar uma nova infraestrutura global de TI cobrindo 26 localidades em 15 países da Europa, Ásia-Pacífico e América do Sul.

A BT irá projetar, implementar e gerenciar uma rede híbrida resiliente, combinando o serviço BT IP Connect Global com serviços híbridos (hVPN) para locais menores, permitindo aos funcionários que trabalham nos escritórios da empresa a utilização da Internet para acessar com segurança a rede corporativa.

O tráfego de voz, um item crítico para a Komatsu, envolvendo cerca de 1.100 funcionários, será roteado com o serviço de SIP trunking centralizado do portfólio One Voice da BT – substituindo os serviços de voz tradicionais pela tecnologia de voz sobre IP. Os maiores clientes da BT têm reduzido seus custos em até 34% com os serviços One Voice.

Pertence ao escopo dos serviços da BT melhorar o desempenho das aplicações de uso corporativo da Komatsu – entre elas o tráfego de voz – por meio do BT Connect Intelligence, medindo-se a qualidade do serviço em termos de resultados de negócios, e não de acordo com os tradicionais SLAs (Service Level Agreement).

É importante para a Komatsu que seu novo provedor possa integrar serviços de data center e de nuvem, já que a empresa pretende migar para a nuvem, nos próximos anos, uma série de aplicações corporativas.

Numa primeira fase, a BT Advise, equipe de serviços profissionais da BT, consolidará a infraestrutura de TI da Komatsu em dois data centers da BT. Os serviços de datacenter BT Compute que a BT prestará à Komatsu compreendem telehousing, acesso à Internet e balanceamento de carga, aprimorando a distribuição da carga entre diferentes equipamentos.

Para Chris Borremans, CIO da Komatsu Europa, “o acordo com a BT representa o início de uma jornada rumo a serviços flexíveis e baseados em nuvem, voltados ao suporte de ​​nossas operações, clientes e funcionários em todo o mundo. Acreditamos que a BT seja a integradora de serviços de nuvem certa para trabalhar conosco em um roadmap capaz de tornar realidade nossa visão”.

Fabrice De Windt, CEO da BT para o Benelux, comenta: “estamos muito orgulhosos de a Komatsu nos haver escolhido para prover sua infraestrutura global de TI, iniciando assim uma ambiciosa jornada de transformação digital que se apoia em nossa estratégia Cloud of Clouds de portfólio. E estamos certos de poder demonstrar como nossos serviços e recursos globais irão colaborar decisivamente na geração de grandes resultados de negócio para a Komatsu”.

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Compliance para encarar a corrupção – Por Gabriel Mamed

Atualmente, vivemos dias difíceis. Escândalos de todos os tipos têm vindo à tona, evidenciando a corrupção. Mas o que é a corrupção, que tanto estrago causa à sociedade? O termo tem origem no verbo corromper, que significa tornar podre, quebrar aos pedaços, deteriorar ou perverter moralmente. É um fenômeno mundial e atravessa os tempos. E o que faz com que alguns ajam de maneira indevida para alcançar algum tipo de vantagem?

Primeiramente, a corrupção não é praticada apenas por políticos e empresários. Toda a sociedade está sujeita a ela, cometendo as pequenas infrações do dia a dia, que se inserem no conceito de corrupção: furar filas, pagar para se livrar de uma multa, colar em uma prova, entre outras formas.
Alguns fatores, embora não a justifiquem, ajudam a explicá-la. O primeiro diz respeito ao que ocorre com nossa escala de valores, isto é, o modo como as pessoas e as organizações estão se comportando e relacionando. O que aconteceu à ética, à honestidade, à justiça, à lealdade, aos valores morais?

O primeiro grupo em que o indivíduo se vê inserido é a família, sendo esta a responsável por lhe passar as principais regras de comportamento e os principais valores, educando a pessoa para a vida em sociedade. Contudo, muitas vezes vemos famílias desestruturadas, problemas e dificuldades familiares que influenciam negativamente essa pessoa, que se desenvolve em meio a expedientes que deixam a desejar em termos de comportamento ético, mas que se mostram, às vezes, como a única maneira de sobreviver.

Outra questão que contribui para o atual estado de coisas é a disseminação do famoso “jeitinho”, a busca de soluções fáceis e rápidas para determinados problemas.

A prática, muitas vezes inconsciente, porque já enraizada culturalmente, e tida como normal, acaba sendo estimulada por outro elemento: a impunidade, que se realimenta, não só dos interesses de alguns, como também do exemplo dado por governantes – que saem da própria sociedade – e da visão de serem esses pequenos atos de corrupção, atos que não geram grande prejuízo a ninguém.

O comportamento do indivíduo passa, muitas vezes, para as organizações – políticas, empresariais ou do terceiro setor – que são compostas e dirigidas por esses mesmos indivíduos, e que muitas vezes corrompem e se deixam corromper, em troca de poder, vantagens ou de lucros maiores. Nesse caso, o crime de corrupção leva a outros crimes, como o tráfico de influência, subtração dos recursos públicos, sonegação, desfalques, peculato etc.

Com relação, ainda, a essas organizações, é necessário que as práticas de compliance sejam exercidas, ou seja, que as instituições ajam com respeito às regras estabelecidas, interna e externamente. Essa atividade, atualmente, reveste-se de um caráter profissional, e vai além da observância desses preceitos, mas é a eles que me refiro. É importante destacar que o compliance é um grande aliado da empresa, pois influencia na boa imagem da organização junto ao mercado, o que pode lhe garantir expansão das vendas e maiores lucros, sem recorrer a expedientes ilegais.

Gabriel Mamed, economista e professor da FMP/Fase (RJ)

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Gasto médio mensal com e-commerce já supera o de shoppings, mostra pesquisa Ipsos

Uma pesquisa realizada pela Ipsos em nove regiões metropolitanas brasileiras revela que usuários de internet já gastam, em média, mais com compras online que em shopping centers. No entanto, a alta preocupação com segurança na internet ainda faz com que muitos prefiram comprar em lojas físicas, indica o estudo.

De acordo com dados do EGM (Estudo Geral de Meios), conduzido pela Ipsos Connect, usuários de internet gastam, em média, R$ 428 mensalmente no e-commerce enquanto o valor declarado gasto em shoppings é de R$ 229. O valor médio varia de acordo com a classe social: o montante gasto por aqueles das classes AB chega a R$ 475, enquanto o despendido por aqueles da DE é de R$ 269.

A pesquisa mostra que a maioria do público entrevistado procura informações na internet antes de realizar uma compra (63%), embora para grande parte deles segurança ainda é a principal preocupação no uso da internet: oito em cada dez entrevistados (79%) declararam temer possível falta de segurança na rede.

“O e-commerce brasileiro tem mostrado forte evolução nos últimos anos, mas a modalidade tem muito ainda a desenvolver. O acesso à internet, exacerbado pelo rápido crescimento de smartphones, faz com que mais pessoas se aproximem desta modalidade de compra. O interessante será ver as estratégias das marcas para conseguir derrubar mitos e conseguir que essa busca por informação na hora da compra que se dá na internet possa se concretizar na compra dos seus produtos,” afirma Diego Pagura, diretor de negócios de Ipsos Connect, responsável pelo estudo.

O levantamento aponta ainda que um quinto dos entrevistados realizou alguma compra pela internet nos últimos 30 dias. Os maiores índices de compra online ocorrem nas classes mais altas: 30% dos pesquisados das classes AB declararam ter feito uma aquisição online no último mês, comparado com apenas 8% entre as pessoas ouvidas das classes DE. Na classe C, o índice também é baixo, metade do registrado entre aqueles de classes mais altas: 15%.

Quando se olha para a faixa etária, o principal grupo consumidor na internet são os jovens de 24 a 34 anos (23% compram online), seguido por aqueles de 18 a 24 anos (21%). Entre os acima de 65 anos, o índice é de apenas 15%. Já com relação ao gasto médio mensal, a ordem é inversa: a partir dos 25 anos o ticket médio mensal é mais alto, alcançando o pico (R$574) entre os internautas na faixa dos 45 a 54 anos.

A pesquisa Ipsos foi realizada entre julho de 2015 e junho de 2016 com 22.576 entrevistas presenciais nas principais regiões metropolitanas do país. As cidades monitoradas foram Grande Curitiba, Grande Fortaleza, Grande Salvador, Grande São Paulo, Grande Rio de Janeiro, Grande Distrito Federal, Grande Recife, Grande Belo Horizonte e Grande Porto Alegre. A margem de erro é de 0,65% para mais ou para menos.

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Investimento em banda larga pode adicionar mais de R$ 1,4 trilhão na economia brasileira, diz estudo do BCG

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O crescimento econômico do país está diretamente relacionado ao desenvolvimento do mercado de telecomunicações e à oferta de internet. O impacto potencial da massificação da banda larga seria de R$1,4 trilhão adicional no acumulado de 10 anos, de 2016 a 2025, na economia brasileira. É o que afirma o estudo “10 Princípios Para o Desenho do Novo Modelo Regulatório de Telecomunicações”, lançado esta semana pelo The Boston Consulting Group (BCG).

De acordo com o relatório, a revisão da regulamentação atual, criada com foco em telefonia fixa, é crítica para o Brasil por múltiplas razões: alavanca a produtividade, que se manteve estagnada nas últimas décadas; contribui para o crescimento e desenvolvimento econômico; auxilia na inclusão digital de toda a sociedade; e “pavimenta” o caminho para a inserção do país na economia digital – futuro cada vez mais próximo.

“Daqui a 50 anos, a instalação de infraestrutura de comunicações, na direção de uma sociedade digital, será vista de maneira tão fundamental ao desenvolvimento socioeconômico como foi o processo de eletrificação que ocorreu durante os séculos XIX e XX”, afirma Marcos Aguiar, sócio sênior do BCG e um dos autores do estudo.

O estudo aponta que para universalizar a banda larga fixa (chegando a 90% de cobertura) e expandir a capacidade em banda larga móvel no país serão necessários de R$ 100 a R$ 200 bilhões de investimento – excluindo o custo de manutenção de infraestrutura existente, de aquisição de direitos de passagem e de aquisição de espectro. “Esses investimentos somente se materializarão com uma atuação integrada de governo e iniciativa privada”, destaca Marcos.

A análise do BCG indica que o acesso à internet é crescente, mas ao comparar taxas de penetração e qualidade de serviços, o Brasil está consideravelmente atrás de outros países, principalmente no que se refere à banda larga fixa e às velocidades de conexão. Nos últimos anos, as classes A e B, que já tinham acesso à internet, tiveram um aumento significativo de velocidade, enquanto parcelas das classes C, D e E permaneceram sem acesso à rede.

Para o BCG, a criação de um ciclo virtuoso de atratividade de mercado, retorno e investimentos contínuos é o ponto central para viabilizar os aportes necessários para desenvolver o setor de telecomunicações no país. Com baixos e decrescentes retornos sobre o capital empregado, que foi de 4,8% ao ano em 2015 – abaixo do custo de capital do setor, de aproximadamente 15% – a situação do mercado de telecomunicações está longe do ideal para a formação deste ciclo.

“Propomos uma revisão no modelo, no sentido de obter maior eficiência na ampliação do acesso com menor investimento possível e corrigir o desbalanceamento do fluxo de capitais entre os agentes no setor, aumentando o nível de retorno das operadoras para assegurar a capacidade sustentável de investimento”, ressalta Julio Bezerra, sócio do BCG e um dos autores do estudo.

A dinâmica da geração de caixa na telefonia móvel ilustra bem os desafios do setor: apesar de ter uma das menores margens EBITDA do mundo, reflexo de baixo ARPU e elevado custo, o Brasil tem uma elevada intensidade de investimentos (% de Capex/ receita), resultando na terceira pior geração de caixa entre 20 países analisados, com consequente impacto sobre o baixo retorno sobre o capital empregado.

“O modelo regulatório de telecomunicações no Brasil, criado com foco em telefonia fixa, não atende mais às necessidades do país – não responde aos desafios enfrentados pelas operadoras, que veem sua rentabilidade cair anualmente, e nem às necessidades dos usuários, que enfrentam dificuldades em disponibilidade e nível de serviço”, explica Nuno Gomes, sócio do BCG e também autor do estudo.

Para viabilizar a ampliação do acesso à internet com menor nível de investimento possível e corrigir o desbalanceamento do fluxo de capitais, aumentando o nível de retorno das operadoras para assegurar a capacidade de investir e, por consequência, melhorar as condições de acesso à banda larga de toda a sociedade, o BCG elencou 10 princípios básicos para guiar uma revisão no modelo regulatório de telecomunicações brasileiro:

Reconhecer os diferentes níveis de rentabilidade nas diferentes camadas de serviço e implantar regulação simétrica;

Permitir e fomentar o compartilhamento de infraestrutura;

Encontrar alternativa à política do “subsídio indireto”;

Aplicar diferentes níveis de intervenção regulatória para situações distintas e determinar quais critérios serão usados para definir o nível de intervenção adequado;

Mudar o perfil de atuação do regulador, de supervisor da indústria para promotor de fluxo de capital;

Aumentar o foco regulatório no valor intrínseco gerado para o cliente;

Lançar iniciativas que estimulem a adoção de internet;

Flexibilizar condições relacionadas a uma potencial consolidação da indústria;

Introduzir regulação ex-post versus ex-ante, para permitir correções de curso e endereçar tendências emergentes disruptivas para indústria;

Considerar a criação de um comitê multi-stakeholder para supervisionar a definição e aplicação da regulação.

O relatório completo pode ser acessado por este link.

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Wipro assina aquisição da Appirio por 500 milhões de dólares

A Wipro Limited (NYSE: WIT, BSE: 507685, NSE: WIPRO), empresa global líder em Tecnologia da Informação, Consultoria e Serviços de Processos de Negócios, anuncia a assinatura do contrato de aquisição da Appirio, uma empresa global de serviços em nuvem, que cria experiências de última geração para clientes e funcionários. O valor da compra é de US $ 500 milhões.

Fundada em 2006, a Appirio está sediada em Indianapolis, com escritórios em San Francisco, Dublin, Londres, Jaipur e Tóquio, e tem 1250 funcionários em todo o mundo. A empresa é parceira de algumas das principais marcas do mundo, incluindo Stryker, Robert Half, Johnson Controls, Cardinal Health, Coca-Cola, eBay, Facebook, Home Depot, e Sony PlayStation.

Uma vez concluída, a aquisição da Appirio irá criar uma das maiores práticas de transformação da nuvem no mundo, um divisor de águas no que se refere ao atual as-a-service e à economia digital. A companhia também traz à Wipro, a Topcoder, organização líder no mercado de crowdsourcing, conectando mais de um milhão de designers, programadores e cientistas de dados a clientes em todo o mundo.

“Em um mundo cada vez mais digital, em que os comportamentos e as expectativas dos consumidores são continuamente modificados pelas experiências, as empresas têm reconhecido que precisam de uma vez por todas transformar a maneira como se envolvem com clientes e colaboradores, aproveitando o poder da nuvem. A Appirio e a Wipro estão se unindo para alinhar as sinergias transformacionais no espaço de aplicações e ajudar as empresas a criar novos modelos de negócios “, afirma Abidali Z. Neemuchwala, CEO e Membro do Conselho da Wipro.

A Wipro vai consolidar as práticas de aplicações em nuvem da Salesforce e Workday sob a marca e a estrutura da Appirio. Chris Barbin, CEO da Appirio, conduzirá a expansão do negócio. “Quando você combina a escala global e o profundo foco digital da Wipro à expertise Appirio na transformação da experiência do colaborador e do consumidor, além do que temos de melhor em equipe, marca e parceiros, você cria uma força formidável na indústria”, diz Barbin. “Juntos, o nosso objetivo é dominar o mercado e alcançar os lugares de topo na indústria Net Promoter Score, além de market share e dos melhores lugares para se trabalhar.”

“Chris e sua equipe passaram a última década transformando a Appirio em uma líder global, proporcionando experiências incríveis para os clientes com a Salesforce”, explica Marc Benioff, presidente e CEO da Salesforce. “Eu não poderia estar mais orgulhoso sobre a forma como a Appirio se junta à Wipro; juntos eles vão continuar a impulsionar o sucesso dos clientes em uma escala muito maior.”

Para Aneel Bhusri, Co-fundador e CEO da Workday, “Como um dos nossos primeiros parceiros, a Appirio tem desempenhado um papel fundamental na Comunidade Workday, e estamos muito satisfeitos ao ver essa grande oportunidade de crescimento. Com a Appirio, a Wipro ganha uma organização com profunda especialização na indústria e um forte compromisso com o serviço ao cliente, dedicada a ajudar as empresas a levar seus negócios para a nuvem.”

Segundo Ankur Prakash, VP para New Growth e Emerging Markets da Wipro, “Temos mostrando ao mercado o quanto a Wipro está focada em oferecer serviços de última geração e o quanto a inovação é importante para nós. A aquisição da Appirio reforça nossa expertise em mais um importante setor da tecnologia, além de permitir que nossos clientes estejam sempre à frente. ”

A aquisição está sujeita às condições habituais de fechamento e aprovações regulamentares, e deve ser concluída no terceiro trimestre fiscal da Wipro, a ser finalizado 31 de dezembro de 2016. A William Blair & Company atuou como consultora financeira para a Appirio durante a transação.

LATAM e Brasil

Na América Latina, além de guiar os negócios dos seus clientes para a Era da Transformação Digital, a empresa também foca nas ofertas de Serviços de Infraestrutura Global, Tecnologias Avançadas e Soluções, Serviços de Aplicações de Negócios, Testing e BPO. Na região, a companhia possui cerca de mil e duzentos funcionários, 800 dos quais estão no Brasil, onde a empresa está presente desde 2006 e realiza iniciativas para a contratação e a capacitação de universitários da área de TI. A Wipro possui uma sede comercial em São Paulo e um Centro de Entrega Global em Curitiba. Além do Brasil, também atendem à América Latina os Centros de Entrega Global instalados em Guadalajara, Cidade do México, e Monterrey, no México.

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Estratégias para aumentar as vendas durante a Black Friday – Por Alfredo Soares

A data mais esperada pelo varejo brasileiro está chegando. Marcada para o dia 25 de novembro, a expectativa é que as vendas durante a Black Friday superem os números do ano passado. De acordo com um relatório divulgado pelo E-bit, estima-se que o faturamento nessa data será de R$ 2,1 bilhões, crescimento de 30% em comparação com 2015.

Um dos principais motivos pela alta das vendas durante a Black Friday é a proximidade das datas comemorativas do final do ano. Segundo uma pesquisa realizada pela National Retail Federation (NFL), 40% dos clientes iniciam as pesquisas e compras dos presentes de Natal em outubro. Por este motivo, é importante que as lojas comuniquem com antecedência quais serão os descontos oferecidos durante esse período, para que eles possam se programar e encontrar o presente ideal em seu e-commerce.

Como toda e qualquer ação, é necessário muito planejamento e para a Black Friday os lojistas precisam se atentar a alguns detalhes, como por exemplo, aos produtos que se encontram em estoque, escolher quais deles estarão à venda e quanto de desconto será dado nessa ação. Neste caso, é importante que a loja comercialize apenas o que está disponível e não ofereça algo a mais para o cliente, para que isso não se transforme em uma crise interna e em algo inconveniente.

Outro ponto importante é investir em ações diferenciadas e que trarão sucesso nas vendas. Um bom exemplo disso é o e-commerce juntar dois produtos que estejam com um número alto em estoque com outra novidade, chamada de compra relacionada, na qual o consumidor pode comprar os produtos separadamente, porém se adquirir os dois juntos, vai ter um preço mais vantajoso.

Quando se trata de tecnologia, esse é um ponto que precisa de muita atenção, pois o seu site tem que estar preparado para o alto índice de acessos e não correr o risco do mesmo ficar fora do ar, ocasionando na perda de clientes e vendas. Por isso, uma dica é testar a capacidade de tráfego do servidor antes da Black Friday e aproveitar esse volume de pessoas para capturar leads e fazer ações posteriores.

Outra área imprescindível para o sucesso do e-commerce é a comunicação entre a loja e o cliente. Como diz o ditado “a propaganda é a alma do negócio”, portanto é importante criar conteúdos claros e visualmente atrativos, com imagens surpreendentes e informações relevantes para que a sua loja desperte a curiosidade dos consumidores e se destaque perante a uma infinidade de opções, podendo ser o grande diferencial para atrair e fidelizar a clientela.

Durante esse período, é preciso se atentar aos clientes fiéis da loja, para fortalecer ainda mais esse relacionamento. Enviar e-mails com as melhores ofertas e ainda dar acesso antecipado ou de forma exclusiva às vendas de determinados produtos, tratando-os de forma diferenciada é essencial. Além disso, um excelente chamariz para a sua loja atrair novos clientes, é a questão do frete, na qual você pode oferecer de forma gratuita em compras acima de um determinado valor, por exemplo, mas sempre com cuidado devido ao grande fluxo de vendas do dia. A experiência em receber o produto também faz parte do ciclo de compra e pode ser determinante para que o consumidor volte a comprar na sua loja.

A última dica é com relação aos diferentes meios de comunicação/venda que o lojista está inserido. De acordo com o relatório da Webshoppers, feito durante o primeiro semestre de 2016, 23% das compras virtuais foram realizadas via dispositivos móveis. Isso mostra um crescimento significativo do m-commerce, já que em 2011, apenas 0,3% das vendas eram feitas por meio desse canal.

Por este motivo, é imprescindível que o lojista esteja presente em todos esses canais, pois devemos esperar que essa tendência continue e possivelmente aumente nesse período. A loja virtual precisa ser intuitiva para que os clientes não se percam durante a navegação e desistam de finalizar uma compra. Uma forma de estimular o consumidor a baixar o aplicativo, é oferecer ofertas exclusivas neste canal, como também um cupom de desconto, além de ter a possibilidade de incentivar a interação em uma determinada rede social.

Vale ressaltar que é importante que o e-commerce ofereça mais de um meio de pagamento, pois devido à grande procura da data é comum que uma dessas operações dê algum tipo de problema. Ou seja, se o consumidor não conseguir pagar com cartão de crédito por exemplo, ele terá outra opção e assim sua loja terá menos chances de perder vendas. Se as transações estiverem demorando para serem aprovadas, é de bom tom que o lojista converse com esse cliente, para não deixa-lo aguardando por muito tempo achando que ele perdeu a oferta.

Para superar os números do ano anterior, os e-commerces precisam implantar e adotar algumas estratégias que são fundamentais para aumentar as vendas e fidelizar clientes. Essa é uma data especial para o varejo e os lojistas precisam estar preparados para atender toda a demanda. E ainda, com as informações coletadas na data, os empreendedores podem realizar ações de pós-venda oferecendo cupons ou facilidades para uma próxima compra. Por isso, vamos seguir essas dicas à risca para ajudar a elevar a taxa de conversão das lojas e garantir o sucesso da data?

Alfredo Soares, sócio e fundador da Xtech Commerce.

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Startup Weekend ocorre em São Paulo e vai focar em Connected Devices

A cidade de São Paulo receberá, pela primeira vez, uma edição do Startup Weekend Internet of Things, ou Internet das Coisas. A iniciativa convida programadores, makers, empreendedores e designers para discutirem novas soluções e ideias para o setor que é um dos mais promissores para a criação de startups.

Serão 54 horas de imersão, entre os dias 25 e 27 de novembro na Oxigênio Aceleradora, no centro da capital paulista. A programação do evento consiste na elaboração de ideias relacionadas com a Internet das Coisas. O papel das equipes, é conseguir implementar uma tecnologia que seja viável e rentável no mercado. A partir desse conceito, as melhores ideias serão executadas, um modelo de negócio será criado e um protótipo será desenvolvido com auxílio de mentores experts na área. Por fim, uma banca avaliadora decidirá qual startup será a vencedora.

A proposta desta edição especial é dar foco a um mercado que está em expansão. A Internet das Coisas é amplamente difundida como a possibilidade de conectar dispositivos a nossa volta com a internet, afim de solucionar problemas e facilitar as tomadas de decisões.

“Até 2025, o impacto econômico anual da Internet das Coisas será de mais de US$ 10 trilhões. E aonde veremos a maioria desse impacto? Nas indústrias e nas aplicações comerciais”, enfatiza Jenny Fielding, Managing Director da Techstars IoT de Nova York.

Essa será a primeira de cinco edições especiais da iniciativa Startup Weekend Indústria, uma parceria entre Techstars, Finep e ABDI, que busca explorar os desafios atuais das indústrias e como as tecnologias e modelos de negócios disruptivos das startups podem trazer inovação para o setor. O evento ainda conta com apoio e patrocínio da Konker, empresa especializada em plataformas para operação de soluções de Internet das Coisas.

As inscrições podem ser feitas pelo site:
http://www.up.co/communities/brazil/sao-paulo/startup-weekend/9026

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Positivo aposta em notebook híbrido com tela sensível ao toque de 11,6” e caneta capacitiva

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A Positivo amplia sua linha de computadores híbridos e versáteis, lançada em meados de 2014, com o modelo Positivo Duo ZR3630, que oferece excelente relação custo-benefício no varejo brasileiro. A novidade traz entre seus principais diferenciais Sem títulotela touch de 11,6”,com suporte para até 10 toques simultâneos, e conversível em 360°, o que permite ótima experiência para entretenimento e navegação nas mídias digitais. Adicionalmente, o produto vem com caneta capacitiva que melhora ainda mais a experiência de uso.

A novidade chega ao mercado para atender usuários que buscam mobilidade atrelada à conveniência de um teclado para digitação. “O mercado de notebooks híbridos é um nicho que oferece grande espaço para exploramos as possibilidades deste produto, que alia versatilidade e mobilidade ao consumidor. Para o próximo ano, segundo a consultoria da IDC, a previsão é de que sejam comercializadas cerca de 300 mil unidades deste tipo de dispositivo, por isso a Positivo reforça sua aposta neste segmento com o lançamento do Duo ZR3630”, declara Maurício Roorda, vice-presidente de Marketing, Produtos e Negócios Digitais da Positivo.

O Duo ZR3630 apresenta design atraente e ótima performance, com sua configuração com sistema operacional Windows 10, plataforma Intel Dual-Core, 32GB de armazenamento e 4GB de RAM, o que garante desempenho superior ao apresentado nos modelos anteriores, além de conectividade Bluetooth 4.0, duas portas USB 3.0 – que transferem até 5GB de dados por segundo – e dispositivo de segurança trava Kensington.

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Fintechs de crédito criam a primeira associação do setor no Brasil

Com o objetivo de impulsionar o desenvolvimento do setor de crédito online no Brasil e consolidar as boas práticas do segmento, as principais fintechs de crédito do País se uniram e criaram a Associação Brasileira de Crédito Digital (ABCD). A iniciativa, inédita no mercado nacional, foi conduzida pelas empresas Biva, BankFacil (BKF), Geru, Just, Lendico, Simplic e Trigg.

Na agenda da associação está o relacionamento com órgãos reguladores, de proteção ao crédito e defesa do consumidor, bancos e outras instituições financeiras. Neste sentido, a ABCD já nasce com um código de conduta e melhores práticas e tem na sua pauta, principalmente, o desenvolvimento do mercado de forma que o consumidor brasileiro seja beneficiado com o aumento de eficiência do setor.

A rapidez com que este mercado vem se desenvolvendo no Brasil e seu potencial de seguir crescendo também estão no radar de atuação da ABCD. Segundo a FintechLab, que mapeia as fintechs no Brasil, o número de empresas de serviços financeiros online no Brasil mais do que dobrou desde setembro de 2015.

A velocidade do crescimento do mercado das fintechs de crédito se dá pela a abordagem inovadora, baseada em dados, e incorporando tecnologia à análise financeira tradicional. Para lidar com os desafios criados pela rápida expansão, a associação propõe um conjunto de melhores práticas para quem oferece crédito no ambiente digital em termos de ética, respeito ao consumidor, comunicação, transparência, privacidade e segurança, entre outros.

Os benefícios ao consumidor são muitos, já que a entrada das fintechs no mercado trouxe variedade à oferta de produtos e serviços financeiros, diminuiu o tempo gasto na contratação, aumentou a segurança e a praticidade, e tornou o atendimento mais amigável e personalizado. Além da melhor experiência do usuário, as empresas de serviços financeiros digitais têm gerado renda e novos empregos. Um recente estudo da consultoria McKinsey mostra que o setor poderá criar até 4 milhões de novos empregos e representar um aumento de PIB no Brasil de 5,5% até 2025.

A associação é aberta e receberá outras empresas que trabalham com crédito digital no País. A ideia é gerar um ciclo de melhoria contínua e um fórum de compartilhamento de melhores práticas para as empresas do setor, bem como servir de referência para que o consumidor de crédito conheça melhor suas opções e seus direitos.

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Gartner: remessas mundiais de dispositivos diminuirão pelo segundo ano consecutivo

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, afirma que as vendas mundiais combinadas de dispositivos (PCs, tablets, ultraportáteis e telefones móveis) devem diminuir 3% em 2016. Esse será o segundo ano consecutivo de declínio, uma vez que o mercado global de dispositivos caiu 0,75% em 2015.

“O mercado global de dispositivos não dá sinais de que voltará ao crescimento de um dígito em breve”, afirma Ranjit Atwal, Diretor de Pesquisas do Gartner. A evolução deve permanecer estável durante os próximos cinco anos. Todos os segmentos deverão declinar em 2016, exceto os de ultraportáteis premium e telefones móveis utilitários (nível de entrada), que deverão mostrar um dígito de crescimento neste ano. “Os ultraportáteis premium devem começar a se beneficiar do desempenho coletivo e da integração da mais recente plataforma Intel CPU e Windows 10”, explica Atwal.

Tabela 1 – Remessa mundial de dispositivos por tipo – 2015-2018 (milhões de unidades)

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Observação: A categoria Ultraportátil (Premium) inclui dispositivos com produtos como o Windows 10 Intel x86 da Microsoft e MacBook Air da Apple. A categoria Ultraportátil (Básico e Utilitário) inclui dispositivos como iPad, iPad mini, Samsung Galaxy Tab S2, Amazon Fire HD, Lenovo Yoga Tab 3, Acer Iconia One
Fonte: Gartner (Outubro de 2016)

O mercado de PCs deve cair em 2016 e os preços de computadores no Reino Unido devem aumentar menos do que 10% em 2017

O mercado de PCs deve apresentar um declínio de 8% em 2016, uma vez que a base instalada está diminuindo e as extensões do ciclo de substituição são interrompidas. “O efeito de depreciação da moeda no mercado está caindo. O segundo trimestre de 2016 foi o primeiro menos impactado pela depreciação da moeda desde o segundo trimestre de 2015 ”, afirma Atwal. Regiões como a Europa Ocidental, onde o euro se desvalorizou significativamente em 2015 e os preços de PCs aumentaram, finalmente mostraram uma evolução estável do mercado (-0,9%) no segundo trimestre de 2016, após quatro trimestres consecutivos de declínio.

Se esse cenário prevalecer, as vendas de PCs deverão cair em 2016. No entanto, o mercado de PCs na Europa Ocidental continua a ser difícil após a votação sobre o Brexit. “Fornecedores de dispositivos estão atenuando a desvalorização da libra de duas formas: primeiro, eles se beneficiam da probabilidade de uma queda de um dígito nos custos de componentes de PCs em 2016. Em segundo lugar, eles vão retirar funcionalidades de seus PCs para manterem os preços baixos. Com essas mudanças, o Gartner espera que os preços de PCs no Reino Unido aumentem menos de 10% em 2017”, explica o executivo.

Para que o mercado de PCs permaneça em um ritmo estável de evolução em 2017, os gastos das empresas precisam prosperar. “O estoque de PCs com Windows 8 deveria ter sido esgotado e grandes companhias em mercados desenvolvidos estão agora buscando mudar para o Windows 10 até 2018. Além disso, um hardware mais acessível e um conteúdo de realidade virtual cada vez mais disponível (como jogos, histórias e outras formas de entretenimentos) permitirão que os compradores de PCs (consumidores) façam atualizações para experimentar ofertas imersivas”, acrescenta Atwal.

Remessa de smartphones continuará diminuindo em 2016

O total de remessas de smartphones deve decair 1,6% em 2016. O segmento continua crescendo, embora mais lentamente do que em anos anteriores, e deve chegar a 1,5 bilhões de unidades em 2016. “Isso não é surpresa. O mercado de smartphones está amadurecendo e atingindo uma saturação global com telefones que são cada vez mais capazes e permanecem bons o suficiente por mais tempo”, explica Roberta Cozza, Diretora de Pesquisas do Gartner.

Em 2016, o mercado de Android vai continuar a ser amparado por fornecedores chineses que oferecem dispositivos premium mais acessíveis. Apesar da disponibilidade do iPhone 7, o Gartner espera um desempenho anual mais fraco da Apple em 2016, uma vez que os volumes devem se estabilizar após um 2015 muito forte. Como resultado, o Gartner espera um aumento total no mercado de smartphones de apenas 4,5%, com uma diminuição de 1,1% no segmento de smartphones premium em 2016.

“Esperamos que o mercado de smartphones premium volte a crescer 3,5% em 2017, com ciclos de reposição mais fortes entrando em vigor e com a expectativa de um novo iPhone no próximo ano, que se espera oferecer novo design e funcionalidades atraentes o suficiente para convencer os compradores a trocarem de aparelho”, completa Roberta.

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Tecnologia pode antecipar surtos de doenças infecciosas? – Por Dra. Anna Thorner

unnamed Lidar com uma epidemia não é tarefa fácil para as equipes de saúde pública e/ou de biossegurança. E é ainda mais complicado prever quando uma doença está prestes a transformar-se em uma ameaça à segurança da população. De um modo geral, as descobertas e avanços em relação á prevenção e cuidados sempre ocorrem em paralelo à evolução e surgimento de novos casos, o que no dito popular equivaleria a dizer “trocar a roda com o carro em movimento”. Como prever quando é preciso acender o alerta vermelho? A resposta a essa pergunta pode estar onde menos se imagina: nos próprios questionamentos e dúvidas dos profissionais da saúde.

As ferramentas e tecnologias de apoio à decisão clínica, baseadas em evidências, são cruciais no dia a dia do atendimento médico. Elas ajudam a diagnosticar, acompanhar e tratar doenças, inclusive de alta complexidade e aquelas infecciosas que ainda estão em fase de entendimento. Porém, as vantagens desses recursos podem ir muito além. A forma como os médicos utilizam essa ferramenta de referência clínica, as pesquisas que realizam, os tópicos que acessam em determinado período do ano podem também desempenhar um papel único na área de vigilância sanitária ou de biossegurança, ajudando a identificar possíveis gargalos. Os picos ou aumentos significantes na atividade de pesquisa relacionados a algumas doenças infecciosas realizadas em um recurso de apoio à decisão clínica podem sim dizer que algo está errado. E é isso que está sendo comprovado por um estudo a respeito da utilização de pesquisas clínicas para acompanhar surtos de doenças infecciosas.

Para chegar a essa conclusão, foram analisados dados de pesquisas históricas, anônimas no UpToDate, um recurso online de suporte à decisão clínica utilizado por mais de 1 milhão de médicos, enfermeiros e outros profissionais da saúde em todo o mundo. Acessado via web ou aplicativo móvel, a ferramenta sintetiza as mais recentes pesquisas médicas em mais de 10,5 mil tópicos relacionados a 24 especialidades médicas. Essa análise mencionada teve a atenção voltada para uma doença específica: Síndrome Respiratória do Oriente Médio (do inglês, Middle East respiratory syndrome – MERS). Geograficamente, o foco eram duas cidades da Arábia Saudita (Jeddah e Riyadh), onde três hospitais registraram surtos de MERS em 2014 e 2015.

O que foi identificado foi muito promissor e animador: os tópicos de pesquisas relacionadas ao MERS durante os três surtos registrados na Arábia Saudita revelaram correlação com os casos que foram reportados aos oficiais de saúde pública. Além disso, o volume de pesquisas relacionadas ao MERS nessas duas cidades durante o surto em 2014 foi consideravelmente maior se comparado à quantidade de buscas feitas pelo grupo de controle negativo de quatro outras cidades na Arábia Saudita, que não enfrentaram o surto. Resultados similares foram observados em uma segunda revisão, com base na atividade de pesquisa relacionada a outro surto. No Estado do Arizona, nos Estados Unidos, buscas sobre dengue e o vírus do oeste do Nilo aumentaram depois do registro de alguns casos, reforçando a utilidade desse tipo de comparação.

Basear-se em pesquisas não é novidade: um estudo recentemente levou em consideração buscas feitas no Google para determinar padrões da gripe Influenza. Não que esse tipo de correlação impeça que parâmetros sejam traçados, mas a diferença de tomar como base consultas feitas pelos médicos em um recurso profissional, ao invés de levar consideração as respostas que o público em geral tenta encontrar no Google, é que as buscas desses profissionais são impulsionadas pelo o que eles estão observando no dia a dia, em seus pacientes. Ou seja, os questionamentos geralmente são mais precisos e menos influenciados pelos relatos da mídia ou os receios do público em geral sobre determinado surto, por exemplo. Conhecer possíveis padrões antecipadamente pode ajudar a rastrear as emergências em um intervalo de tempo que viabilize a implementação de campanhas tanto para controlar como para minimizar o impacto de surtos.

Desta forma, enxergar os recursos de apoio à decisão clínica como sistemas de alertas precoces é de grande valia para as organizações de saúde pública, que se desdobram nas tentativas de encontrarem novos caminhos que os ajudem a detectar mais rapidamente os surtos de doenças infecciosas e monitorá-los de maneira mais efetiva. Esperamos que em um futuro próximo essas funcionalidades de biossegurança possam ser alavancadas e, com isso, autoridades, governo e as organizações não governamentais sejam capazes de utilizar dados de pesquisas globais para detecção prévia em paralelo aos sistemas tradicionais de identificação de riscos. Se concretizado, esse tipo de apoio garantirá mais agilidade nas respostas e permitirá que ações sejam tomadas, tanto no sentido de preparar como de conscientizar a população. A tecnologia pode sim ajudar a transformar grandes ameaças em situações perfeitamente controlávei

Anna Thorner, MD, Editora Adjunta de Doenças Infecciosas e Co-Diretora de projetos editoriais no UpToDate, foi responsável por liderar o estudo sobre a utilização de pesquisas clínicas para acompanhar surtos de doenças infecciosas.

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Startup goGeo fatura R$ 1 mi com oferta de Big Data Geoespacial

Semelhante aos aplicativos de localização geoespacial Waze, Google Maps e Foursquare – mas com foco corporativo – a plataforma goGeo veio com a proposta de ser cinco vezes mais econômica e 50% mais rápida no processamento de dados e geração de mapas em tempo real. Lançada há um ano no mercado brasileiro, a startup alcançou a marca de R$ 1 mi com a oferta de Inteligência Geográfica e Big Data.

Os bons resultados trouxeram ao empreendedor e CEO da startup, Vagner Sacramento, a oportunidade de expandir o portfólio de serviços com o lançamento da vertical de negócios voltada para o setor de Supply Chain, abrangendo os segmentos de Manufatura, Atacado Distribuidor e Varejo. Agora, a estimativa do então Ph.D. em Ciência da Computação é faturar R$ 3 mi em 2017 e alcançar R$ 75 mi até 2020.

A ferramenta de Big Data e Inteligência Geográfica aplicada aos negócios já está em fase de implantação em empresas de Supply Chain e sendo amplamente utilizada pela PC Sistemas do grupo TOTVS, atuante no desenvolvimento de softwares ERP para toda a cadeia de abastecimento. Com a parceria, é possível mapear e explorar ao máximo os territórios de atuação de toda a equipe de vendas, tornando-a mais eficiente e lucrativa.

“Há um ano tínhamos o desafio de criar cases de sucesso usando a plataforma goGeo e trabalhar em um modelo de negócios que conseguíssemos replicar para outras verticais de mercado. Desde então, nós conseguimos obter êxito em relação à criação de cases como é o caso da oferta para a PC Sistemas no mercado de Atacadista/Distribuidor”, revela Sacramento.

O executivo afirma que o mercado geoespacial representa uma indústria de 250 bilhões de dólares, duas vezes maior do que a de videogames. Porém, quanto maior o volume de dados, maior a limitação dos motores de geoprocessamento para gerar mapas com informações úteis sobre Inteligência Competitiva de Mercado ou Logística, o que limita o potencial de inovação tecnológica desse setor.

A plataforma goGeo, que leva o mesmo nome que a startup, leva vantagem entre a concorrência. Ela explora sua alta performance para combinar dados de mercado com dados transacionais dos clientes (ERP, CRM), independentemente do volume. Por exemplo, para potencializar as análises dos clientes, a goGeo tem capturado dados de diversas fontes tendo uma base com mais de dois bilhões de tweets geolocalizados, mais de 30 milhões de CNPJs, bem como dados socioeconômico e demográfico do Censo do IBGE. Essas e outras bases são usadas nas análises para que o cliente possa avaliar sua cobertura ou penetração de mercado de forma única.

“Ao invés de investir em licenças caras e em servidores de grande porte, nossa plataforma torna possível processar grande volume de dados usando dezenas ou centenas de servidores de baixo custo que, em conjunto, oferecem poder computacional maior que qualquer outro servidor do mercado”, diz.

O próximo passo é ampliar ainda mais o portfólio de serviços, com a entrada no mercado de Internet das Coisas, Smart Grid e Connected Cars. “Pretendemos consolidar a estratégia que desenhamos nos últimos meses e expandir a nossa plataforma para outros potenciais mercados”, finaliza Vagner.

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Você preza pela qualidade? – Por Ubirajara Kojirol

Há um ditado do universo do marketing que diz que não há nada pior do que anunciar um produto de má qualidade. Afinal de contas, a decepção do consumidor pode levá-lo a nunca mais adquirir o bem e ainda a voltar-se contra a empresa por sentir-se enganado por adquirir algo diferente do anunciado. A mesma lógica serve para um serviço.

As companhias vêm se fazendo valer de todo os esforços para divulgar suas ações. Clientes em potencial são bombardeados diariamente com anúncios nas velhas e novas mídias com uma infinidade de opções para inúmeras necessidades. Abrir o e-mail, olhar a rede social, ligar o rádio ou a TV e abrir um jornal são sinônimos de contato com anúncios. Porém, é preciso lembrar que tamanho esforço será todo em vão caso o consumidor não se satisfaça com aquilo que foi adquirido.

O cuidado com os mínimos detalhes faz toda a diferença. Às vezes aquilo que a empresa projeta não reflete a real necessidade do cliente. Portanto, o passo número um para a oferta de um bom serviço ou produto é abrir um canal de comunicação. O que o consumidor achou? O que falta? O que sugere para melhorar? Essas são algumas das perguntas que ditarão as regras do sucesso.

Um bom planejamento também é primordial. Deve-se anunciar somente aquilo que está ao alcance da empresa e, para definir essa limitação, é preciso conhecer a própria capacidade logística. Analise, consulte os profissionais envolvidos, teste. Você consegue mesmo entregar dentro dos prazos prometidos? A durabilidade do produto condiz com o anúncio?

Precaução nunca é demais. Somente com a lubrificação correta do motor é que se pode dar partida para uma viagem em segurança. Preze pela qualidade de produtos, serviços e do atendimento. O sucesso é consequência dessas ações.

Ubirajara Kojirol, Diretor Comercial na Benefício Certo, empresa do ramo de gestão de benefícios com soluções adaptadas às necessidades do mercado de Recursos Humanos – que atende em todo o território nacional

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Votorantim Metais vai selecionar startups

A Votorantim Metais, empresa que atua nos segmentos de mineração e metalurgia, lança nesta segunda-feira, 21 de novembro, seu programa nacional de apoio a empreendedores. A iniciativa, batizada de Mining Lab, vai selecionar startups interessadas em desenvolver soluções tecnológicas aplicáveis nas operações da empresa. Para se inscrever, os interessados devem preencher as informações no site www.mininglab.com.br. O programa prevê a escolha de 20 projetos e conta com o apoio da FIEMG (Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais), que atuará na captação das startups e no acompanhamento e avaliação das atividades. No primeiro ciclo, os temas de desenvolvimento vão se concentrar nas áreas de Nanotecnologia e Energias Renováveis.

A Votorantim Metais adota o modelo de inovação aberta como estratégia para o desenvolvimento de tecnologias por meio de parcerias com diversas instituições de pesquisa. O projeto Mining Lab abre a mesma possibilidade para as startups. “Queremos ter startups como parceiras no desenvolvimento de tecnologia de ponta aplicada à indústria de mineração e metalurgia. Vamos dar a esses empreendedores um desafio e o apoio necessário para superá-lo, aplicando seu produto ou processo”, diz Rodrigo Gomes, gerente de Tecnologia da Votorantim Metais.

Na área de energia, os alvos são startups que possam desenvolver tecnologias para substituir as matrizes energéticas tradicionais da mineração (combustíveis fósseis e eletricidade, por exemplo) por alternativas mais econômicas e que apresentem ganhos ambientais, tais como: biomassa, biogás, energia solar, óleos menos poluentes e renováveis, sistemas de ar comprimido e de bombeamento mais eficientes, ou até mesmo novas fontes ainda não mapeadas.

No ramo de nanotecnologia, a busca é por empresas capazes de desenvolver soluções que utilizem essa tecnologia em aplicações como: recuperação de partículas durante os processos de flotação e hidrometalúrgicos, soluções em corrosão, aplicações de óxidos dos metais, tratamento e recuperação de efluentes e desenvolvimento de novos produtos.

A seleção terá três etapas. Após a inscrição e apresentação das candidaturas serão selecionados 20 projetos. Essas 20 startups passarão por um período de imersão para entender os processos de produção da empresa e receberão apoio para apresentação do projeto final. Os dez melhores projetos serão selecionados por uma banca examinadora.

Os finalistas poderão tornar-se fornecedores da empresa ou receber investimento para desenvolvimento do negócio, além de outros benefícios. O programa Mining Lab oferece possibilidade ainda de conexão com outras empresas do conglomerado industrial.

Programa Mining Lab

“Conecte-se à Votorantim Metais e desenvolva seu negócio”
www.mininglab.com.br
Inscrições abertas de 21 de novembro até 20 de janeiro

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Livelo dá desconto de até 50% na compra de pontos em antecipação parcial da Black Friday

Para aproveitar melhor o mês da Black Friday, que acontece no dia 25 de novembro, a Livelo, programa de fidelidade criado por Bradesco e Banco do Brasil, vai oferecer alguns descontos a partir de 21/11, até o dia 24/11 na Black Week.

Entre as ofertas da Black Week, destaque para os descontos de até 50% na compra de pontos no site da Livelo. Além disso, clientes Livelo terão acesso a descontos em alguns produtos e serviços de todo o site, incluindo na agência de viagens online, onde é possível comprar passagens aéreas e pacotes de viagem.

A pontuação dos cartões para acúmulo de pontos será turbinada no período da Black Week e os clientes Livelo poderão acumular até 15 pontos para cada R$1,00 gasto.

Mas será no dia 25/11, durante a Black Friday, que os clientes poderão aproveitar as melhores recompensas com os menores preços. Para a data, a Livelo contará com descontos de até 50% entre produtos e serviços, além de ofertas relâmpago especiais no catálogo e na agência de viagens online no decorrer do dia.

Como utilizar

Para trocar pontos por recompensas na plataforma Livelo, os participantes dos programas Bradesco Fidelidade e/ou Ponto pra Você, do Banco do Brasil, precisam ativar sua conta na Livelo. Para ativar a conta na Livelo, basta acessar www.livelo.com.br.

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Honeywell lança app de gerenciamento para IoT predial

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O Honeywell Vector Occupant App combina a praticidade dos atuais dispositivos móveis aos recursos prediais conectados, fornecendo aos usuários um controle maior sobre os níveis de conforto e a possibilidade de deslocamento com segurança no local de trabalho. O novo software é o exemplo mais recente da liderança da Honeywell em internet das coisas para edifícios conectados.

“Os smartphones e aplicativos continuam facilitando nosso dia-a-dia, como chamar um táxi ou saber onde estamos na lista de espera de um restaurante. Estamos agora aplicando os mesmos conceitos de percepção e controle à forma de interagir com o edifício”, disse John Rajchert, Presidente da Honeywell Building Solutions. “Os edifícios estão vivos, oferecendo várias oportunidades de interação com seus usuários – se eles fizerem as conexões certas. O Honeywell Vector Occupant App facilita essas interações para que os usuários criem suas melhores experiências”.

O novo aplicativo fornece identificação digital e interage com as funções principais do edifício, incluindo controle de acesso e regulagem de temperatura do ambiente, para melhorar a experiência do usuário pelo simples toque de uma tela. As capacidades de controle de acesso do aplicativo eliminam a necessidade de cartões físicos ou de chaves e fornecem ao usuário o acesso seguro por meio de seus smartphones. Além disso, ele também pode comunicar de maneira rápida e fácil qualquer desconforto com a temperatura e receber ajustes em tempo real, eliminando o processo demorado de solicitar ao gerente do edifício.

O benefício para os gerentes dos edifícios é a verificação imediata do nível de conforto dos usuários para que possam fazer ajustes com mais rapidez. E as capacidades do aplicativo de identificação digital e controle do acesso facilitam o gerenciamento das credenciais dos usuários, eliminando a necessidade de carregar cartões de acesso o tempo todo e substituir cartões perdidos.

“O engajamento do usuário é um aspecto cada vez mais importante das soluções prediais inteligentes”, disse Casey Talon, analista de pesquisas responsável da Navigant Research. “O aplicativo para smartphones é uma plataforma inovadora de coleta de percepções que podem melhorar as condições ambientais e otimizar o local de trabalho. ”

Com o suporte de uma arquitetura na nuvem e viabilizado pela tecnologia de credenciais HID Global’s Seosâ, o Honeywell Vector Occupant App trabalha de forma independente dos sistemas prediais existentes, permitindo sua ampla utilização e adoção. O administrador do edifício pode usar o aplicativo para acessar um portal na nuvem e gerenciar credenciais e informações de identificação dos usuários.

Os usuários que fazem o download do aplicativo devem primeiro receber um convite do administrador para obter acesso aos seguintes recursos:

Identificação digital – Elimina a necessidade de crachás de plástico ou temporários e resolve o problema de fotos antigas de identificação, pois fornece uma foto atual.

Controle de acesso conveniente – Com o recurso de identificação digital, o aplicativo oferece controle de acesso pelo dispositivo móvel que pode ser facilmente gerenciado pelo edifício, eliminando a necessidade de manter cartões de acesso e chaves o tempo todo. Os usuários carregam menos itens e podem abrir portas de uma distância maior do que os cartões e chaves tradicionais.

Ajuste de temperatura em um clique – É uma forma rápida e direta de informar quando a área de trabalho está muito quente ou muito fria, além de receber a confirmação de que o problema está sendo resolvido. O gerente do edifício recebe imediatamente uma mensagem sobre o desconforto no ajuste da temperatura e pode visualizar a localização da chamada, identificar padrões e rapidamente fazer o ajuste para atender ao usuário.

O Honeywell Vector Occupant App faz parte da abordagem da Honeywell de serviços conectados, que utiliza a conectividade dos edifícios para melhorar a operação, a experiências de visitantes e de trabalhadores. Além disso, o aplicativo é a inovação mais recente da estratégia de software móvel da Honeywell, uma parte significativa dos esforços da empresa de fornecer as inovações tecnológicas mais modernas e de ajudar a manter as instalações seguras, confiáveis, confortáveis, produtivas e com eficiência energética. Futuras funcionalidades estão planejadas para o aplicativo, que farão uso da conectividade do edifício.

O Honeywell Vector Occupant App pode ser usado com os sistemas Apple e Android e está disponível no iTunes e Google Play.

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TCS patrocina Hackathon do Centro Paula Souza

A Tata Consultancy Services (TCS), empresa líder em soluções de negócios, consultoria e serviços de TI, anuncia mais uma ação em parceria com o Centro Paula Souza, desta vez na unidade de Barueri. A multinacional indiana patrocinará o 1º Hackathon da Faculdade de Tecnologia do Estado (Fatec) Barueri, entre os dias 26 e 27 de novembro. O objetivo do evento é apresentar e desenvolver os conhecimentos dos estudantes em empreendedorismo, tecnologia e inovação por meio da criação de soluções e aplicativos.

Algumas das tarefas para os estudantes serão desenvolver aplicações em plataformas móveis (Android) ou web destinadas a solucionar problemas da área de negócios. Participarão alunos dos cursos de Gestão da Tecnologia da Informação, Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Banco de Dados, Redes de Computadores, Segurança da Informação, Sistemas para Internet, Jogos Digitais e Informática para Negócios.

Para se inscreverem os estudantes formaram equipes de cinco integrantes. Serão selecionadas ao todo 10 equipes e os prêmios são: 1º lugar R$ 3.000; 2º lugar R$1.500 e 3º lugar R$ 500 a serem divididos entre os membros da equipe.

“Estamos sempre investindo e participando de atividades que envolvam estudantes e os estimulem a ingressar nas áreas de tecnologia com o objetivo de ensinar como entrar no mercado de trabalho. Essa iniciativa faz parte do Programa da TCS de Conscientização em Tecnologia para Estudantes, chamado goIT. Este não é o primeiro projeto da TCS com o Centro Paula Souza. Temos um relacionamento de longo prazo, que envolve outras unidades. Além disso, todo ano realizamos um campeonato de programação, chamado Code Vita, que está acontecendo em todo o mundo”, diz Tushar Parikh, Country Head da TCS Brasil.

Tushar acrescenta que o futuro do país está nas mãos dos jovens e que são eles os principais desenvolvedores e pioneiros na adoção de novas tecnologias. Por isso, maratonas como esta são importantíssimas, já que é possível promover a troca de ideias com a finalidade de solucionar problemas com inovação.

A TCS possui desde 2015 uma parceria com o Centro Paula Souza, chamada Enable, em que realiza workshops e palestras para os estudantes das unidades de Carapicuiba e Barueri, apresentando um leque de assuntos que vai desde a rotina de um profissional de tecnologia até como ingressar no mercado de trabalho. Alguns destes jovens, ao final dos workshops, são convidados a participar dos processos seletivos da empresa TCS, que conta com mais de 1.100 colaboradores no Brasil, alguns já oriundos da parceria com a instituição de ensino.

Confira no link http://www.desafiofatecbarueri.esy.es/Regulamento/ o regulamento completo do evento.

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Cake ERP vai ao Vale do Silício visando mercado norte-americano

O Cake ERP, ligado à NL Informática, passou 45 dias incubado em um dos principais ecossistemas de empreendedorismo do planeta: o Vale do Silício, nos Estados Unidos. Visando inserção no mercado norte-americano e aprimoramento de suas práticas, a startup participou do Projeto Negócios Internacionais de TI, promovido pelo Sebrae.

O objetivo foi desenvolver cada vez mais o negócio e aprender com empresas que lá estão sediadas, além de buscar conhecimento sobre análises preditivas para softwares de gestão, prospectar novas oportunidades para de mercado para a ferramenta e promover parcerias.

Segundo Daniel Pozza, Business Development do Cake ERP, o contato com a dinâmica do Vale do Silício foi muito produtivo e irá adotar processos lá desenvolvido tanto no Cake ERP, quanto no NLGESTÃO.

“Foi possível aprender muito com os profissionais que lá trabalham e já que estão acostumados com o ritmo intenso com que as coisas acontecem. Me chamou muito a atenção o senso de coletividade e o foco com que as pessoas trabalham, sempre buscando aumento de produtividade e entregando suas demandas com excelência”, destaca Pozza.

Durantes os 45 dias nos Estados Unidos, foram realizadas visitas a grandes empresas de tecnologia, workshops, palestras, encontros de negócios com desenvolvedores locais de sistemas de gestão empresarial, pequenos varejistas e desenvolvedores de software preditivo. O Cake ERP ainda vai ter mais 30 dias de acompanhamento para o desenvolvimento do projeto.

O Projeto Negócios Internacionais de TI do Sebrae-RS tem o objetivo de qualificar as micro e pequenas empresas do setor de Tecnologia da Informação do Rio Grande do Sul, promovendo ações que potencializem a inovação e a diferenciação de produtos e serviços oferecidos pelas mesmas como forma de inserção no mercado global do setor.

Cake ERP

O Cake ERP é um sistema de gestão on-line, com inteligência e melhores práticas de mercado, feito para micro e pequenos lojistas, distribuidores e franquias. A ferramenta tem possibilidade de integração ao e-commerce da japonesa Rakuten e possui um sistema de Frente de Loja eficiente.

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