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Divisão de Information Management da Kodak Alaris é rebatizada para Alaris

A Kodak Alaris anunciou que sua divisão de Information Management agora vai operar sob o nome “Alaris, uma empresa Kodak Alaris.” A partir de hoje, parceiros e clientes vão conferir novo site, logotipo e presença em mídias sociais. A entidade jurídica da empresa continua sendo a Kodak Alaris, Inc.

Há décadas a provedora global de tecnologia entrega soluções de captura da informação para empresas. “Nosso novo nome não se trata de uma reinvenção. É uma reinterpretação”, conta Don Lofstrom, Presidente da Divisão Alaris. “A mudança para a Alaris dá mais ênfase na experiência em ciência da imagem que ajuda clientes a entender dados e informações em seu trabalho. O novo nome também vai nos ajudar a nos concentrar em novos mercados, firmar parcerias novas e chegar a novos consumidores.” A Kodak Alaris tem três unidades de negócios – AI Foundry; Kodak Moments; e Paper, Photo Chemicals and Film. Todas elas vão continuar a usar seus nomes atuais.

Portfólio da Alaris

As ofertas da marca Alaris foram apresentadas no ano passado com o lançamento do Alaris IN2 Ecosystem. A nova marca simbolizou a mudança para ofertas integradas que combinaram scanners, software e serviços. “O nome é novo, mas nossa linha de scanners Alaris é fabricada com o mesmo compromisso inabalável com produtividade, confiabilidade e qualidade com os quais que nossos clientes e parceiros contam há vários anos”, explica Lofstrom. “Os produtos da marca Kodak que os clientes conhecem e confiam continuarão disponíveis e são uma parte importante do Alaris IN2 Ecosystem. Consistente com nossa promessa de produtos ‘preparados para o futuro’, todo o software da marca Alaris é retrocompatível para funcionar com nossos scanners atuais. O portfólio de produtos inclui scanners de ambas as marcas ‘Kodak’ e ‘Alaris’.”

Reconhecimento do setor

“Como uma vencedora do prestigiado prêmio Linha de Scanners do Ano da Buyers Lab pelo terceiro ano consecutivo (algo inédito), a Alaris continua a definir o padrão do que um scanner precisa ser na era da transformação digital”, diz Lee Davis, editor de scanners e soluções na BLI. A lista de prêmios não para de crescer:

– Escolha de Inverno do Buyers Lab 2018, Scanner de Departamento Excepcional – Alaris S2000 Series
– Escolha de Inverno do Buyers Lab 2018, Scanner de Produção Leve Excepcional – Scanner Kodak i3300
– Escolha de Inverno do Buyers Lab 2017, Solução de Captura de Documentos Excepcional – Kodak Info Input Solution

Oferecer scanners, software e serviços líderes do setor eleva a proposta de valor para parceiros e a torna mais atraente para revendedores, distribuidores e ISVs trabalharem com a Alaris.

Novo site, contas de mídias sociais e campanha de publicidade

O novo site da Alaris já está no ar no endereço AlarisWorld.com. As contas de mídias sociais da Alaris também estão de cara nova, incluindo perfis no Twitter, LinkedIn, Facebook e YouTube em vários países.

A Alaris está sendo apresentada em uma nova campanha de publicidade chamada “Makes Sense”. A campanha compartilha como a ciência da imagem entende dados em um mundo que ainda luta com a mudança de documentos impressos para digitais. Décadas de inovação da Alaris foram investidas na promessa de que as melhores informações exigem as melhores imagens, e a liderança contínua do setor cumpre com a promessa “Makes Sense”.

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Conheça 10 sinais de pessoas com Inteligência Emocional desenvolvida

A forma como mantemos o controle emocional e gerenciamos as emoções (nossas e das pessoas que nos cercam) é o cerne da Inteligência Emocional (IE). A habilidade para lidar com os sentimentos faz com quem a pessoa possa ter um bom relacionamento com sua família, amigos, colegas, subordinados e superiores. A Febracis, a maior instituição de coaching das Américas, aponta 10 características de pessoas com alta IE. Confira:

1- Você é um bom líder
Todos os líderes, independente do seu modo de liderar, possuem uma característica em comum: Inteligência Emocional. Ter controle emocional é essencial para os bons líderes, que devem saber lidar com situações delicadas, dar feedbacks construtivos, ser produtivos, trabalhar bem sob pressão e ter foco em resultados.

2- Você conhece suas fraquezas e forças
Ter autoconsciência, por meio do autoconhecimento, é fundamental para se desenvolver profissionalmente e para saber conduzir com equilíbrio a vida pessoal. Ser honesto consigo mesmo sobre quem você é permite que você se autodesenvolva em busca da melhoria constante.

Assim, uma pessoa com controle emocional sabe identificar suas fraquezas e forças e tem capacidade de analisar criticamente esse quadro, agindo de forma a explorar da melhor forma cada aspecto da sua personalidade.

3- Quando você está chateado, sabe exatamente o porquê disso
É muito comum vermos pessoas tristes e, ao perguntá-las o que está acontecendo, elas dizerem que nem mesmo sabem o porquê de estarem assim. Isso significa falta de autoconhecimento e de capacidade de análise, que, ao fim, mostra que a pessoa não desenvolveu sua IE.

Portanto, se você sabe exatamente o que lhe deixa chateado ou triste (e consegue identificar a raiz desse problema), isso mostra que você tem controle emocional.

4- Você se dá bem com a maioria das pessoas
Se você tem facilidade em manter relacionamentos interpessoais e se dá bem com quase todo mundo, isso é sinal de equilíbrio. Quando o indivíduo está bem em seu interior, as pessoas ao seu redor aproximam-se com mais facilidade, sem que sejam gerados atritos e desconfianças.

5- Você se importa muito em ser uma pessoa boa e moral
Um aspecto muito essencial da IE é o desenvolvimento de uma identidade moral. A identidade moral relaciona-se com a imagem que desejamos construir de que somos pessoas éticas e que se preocupam com os demais.

Assim, se você ajuda as pessoas ao seu redor, doa seu tempo ou bens para pessoas necessitadas, é ético no seu trabalho e relações e pratica aquilo que discursa, você provavelmente tem a IE desenvolvida.

6- Você é bom em ler as expressões faciais das pessoas
Você percebe quando seu colega de trabalho chega na empresa e se mostra chateado com algo? Você consegue identificar quando a sua esposa está revoltada com alguma situação? Percebe quando seu filho está tentando esconder algo de você?

Ser capaz de identificar como as outras pessoas estão se sentindo faz parte dos atributos daqueles indivíduos com uma boa inteligência emocional.

7- Você supera muito bem os obstáculos
Se você é capaz de se erguer facilmente frente aos problemas e erros cometidos, isso diz muito sobre o seu controle emocional. Indivíduos que lidam bem com os obstáculos que encontram diariamente sabem que há algo que todos devemos fazer o tempo todo: seguir em frente.

Uma pessoa resistente não fica presa às emoções e situações negativas, pois sabem equilibrá-las com outros sentimentos positivos. Ou seja, esse indivíduo costuma dizer “estou triste que isso aconteceu”, “mas sou muito grato por conta desses outros fatores”.

8- Você confia no seu instinto
Você se sente confiante em seguir sua intuição? Ou faz justamente o contrário do que o instinto indica? Se você tem a capacidade de confiar em si mesmo e nas suas emoções, não há qualquer motivo para não escutar a sua voz interior que lhe diz qual é o melhor caminho a seguir.

9- Você sabe se automotivar
Desde pequeno você sempre foi ambicioso e trabalhador, correndo atrás dos seus sonhos e objetivos, mesmo sem ser recompensado por isso? Se você consegue focar sua atenção e energia nos seus objetivos de forma constante e motivada, sem que precise de alguém lhe dando forças para isso o tempo todo, você é uma pessoa com muito controle emocional.

10- Você sabe dizer não
A autorregulação é um dos componentes da IE. A autorregulação é a capacidade da pessoa em se disciplinar e evitar hábitos ruins, sabendo tolerar o estresse e controlar seus impulsos. Além disso, o indivíduo com esse controle emocional sabe dizer não para manter seu foco e suas prioridades.

Mas, afinal, como desenvolver a Inteligência Emocional?

Desenvolver a IE para ter mais controle emocional é possível e indicado tanto para quem já tem certo domínio deste tipo de inteligência quanto para quem ainda está descobrindo como desenvolvê-la. Uma das maneiras é considerar um processo de coaching, como o Método CIS. Considerado o maior curso de Inteligência Emocional das Américas, o próximo treinamento do CIS será realizado em São Paulo (SP), entre 4 e 6 de maio no São Paulo Expo, e deve receber cerca de 4 mil pessoas.

O objetivo é desenvolver os participantes para aprofundarem em temas como controle das emoções, mudança de crenças e IE, com o propósito de quebrar as barreiras que nos afastam dos objetivos que desejamos alcançar.

“Nosso método consiste em unir o pensamento racional às emoções, fazendo uma reprogramação de crenças para que as pessoas possam alavancar todo o seu potencial de ação. A essência do treinamento não é mudar o indivíduo para o que ele não é, mas desenvolver tudo o que ele já tem”, afirma o Master Coach, PhD em Business Administration, fundador da Febracis e também desenvolvedor do Coaching Integral Sistêmico (CIS), Paulo Vieira.

Realizado há mais de 18 anos, o Método CIS já impactou mais de 350 mil pessoas. O evento é realizado todo mês em um estado diferente no Brasil. A última edição, em Brasília, contou com uma grande novidade: foi transmitida ao vivo para alunos na sede da Febracis em Boston (EUA).

Método CIS – São Paulo
Data: 4 a 6 de maio
Local: São Paulo Expo – Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – Vila Água Funda, São Paulo – SP
Ingresso individual: R$ 1.700 para os três dias. ** Também há pacotes para grupos.
As inscrições podem ser feitas pelo site lp.febracis.com.br/metodo-cis/. Cada ingresso adquirido será revertido na doação de 1kg de alimento para a ONG Banco de Alimentos.

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Google Cloud apresenta Partner Interconnect, um acesso rápido e fácil ao GCP

O Google Cloud anuncia o lançamento do Partner Interconnect, programa que tem como objetivo facilitar e agilizar a adoção de Google Cloud Platform (GCP) por meio de parceiros. No Brasil duas empresas fazem parte da lista: Equinix e CenturyLink.

O Partner Interconnect oferece conectividade privada ao GCP para organizações que não exigem os 10 Gbps completos de um circuito dedicado. Ele também permite que corporações que possuam data centers geograficamente distantes de uma região do Google Cloud ou Point of Presence (POP) se conectem ao GCP, usando as conexões dos parceiros do Google Cloud.

“Queremos que as empresas se conectem com quem elas querem e da maneira que preferem, por isso criamos o programa, que permite que você se conecte ao GCP a partir de um local conveniente, com uma taxa de dados que atenda às suas necessidades e com abrangência global”, explica John Veizades, gerente de produto do Google Cloud. Também é possível que o cliente escolha entre uma lista de provedores para se conectar da sua instalação ao POP do Google Cloud mais próximo.

Começar a usar o Partner Interconnect é fácil, pois os parceiros já configuraram e certificaram a infraestrutura com o Google Cloud. Isso fornece uma solução completa, minimizando o esforço necessário para trazer a conectividade de rede do seu data center para o GCP.

“Com o Partner Interconnect, você obtém acesso à rede do GCP e à infraestrutura global à qual ela se conecta, com suporte a muitos POPs em todo o mundo. Continuamos investindo nisso para atender às crescentes necessidades de nossos clientes”, finaliza John.

Uma vez conectado ao GCP, a empresa passa a ter acesso a tecnologias de rede avançadas, como o GCP VPC, que oferece um alcance global aos data centers do Google distribuídos em toda a nossa rede. Não é necessário ter conexões distintas para cada região, basta conectar-se a um dos parceiros habilitados.

A novidade estará disponível nas próximas semanas. Para mais informações, acesse a página do Cloud Interconnect.

ONU promove evento mundial de inclusão de mulheres na área da tecnologia em parceria com ANATEL e Happy Code

A Happy Code, escola de tecnologia e competências digitais, que se destaca por aplicar metodologia STEM, que integra Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática e o uso de robôs, Dash & Dot, participa juntamente com a ONU – Organizações das Nações Unidas e ANATEL – Agência Nacional de Telecomunicações, no dia 25 de abril, a partir das 8h, ação de promoção de igualdade de mulheres na área de tecnologia e informação. As ações “Meninas internacionais no Dia da TIC”, são comemoradas todos os anos, no mundo todo.

No Brasil, a ação será realizada no Centro de Ensino Médio Setor Leste, na SGAS II 611/612 AE CJ E – Asa Sul, Brasília – DF. O evento tem como objetivo criar um ambiente global que capacita e incentiva meninas e mulheres jovens a considerar a área crescente de TIC (Tecnologia da Informação e Comunicação), permitindo que tanto as meninas quanto as empresas de tecnologia colham os benefícios de uma maior participação feminina neste setor.

A desigualdade de gênero também é um obstáculo na hora em que mulheres decidem acessar a rede mundial de computadores ou planejar uma carreira na área de tecnologia. Segundo a UIT – União Internacional de Telecomunicações, atualmente existe cerca de 260 milhões de usuárias de internet a menos na comparação com os homens conectados.

Para reverter esse cenário, a agência da ONU celebra o Dia das Meninas na área de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), com atividades de capacitação em diferentes partes do mundo. No Brasil serão realizadas diversas atividades. A Happy Code irá apresentar as possibilidades de atuação em TICS, diferenciar cada uma das possibilidades com robótica, youtuber, Apps, Jogos, Internet das Coisas, entre outras e identificar ações diferençadas de mulheres na ciência e na tecnologia em geral.

Conheça cinco mulheres que contribuíram para o mundo da tecnologia neste link: bit.ly/2J7Sfmq

* Até o momento, mais de 300.000 meninas e mulheres participaram de mais de 9.000 celebrações de meninas internacionais no Dia da TIC em 166 países do mundo

Plusoft abre vagas de TI em São Paulo

A Plusoft, empresa que oferece o mais completo ecossistema de relacionamento com clientes, está com nove vagas abertas para profissionais de Tecnologia da Informação (TI) para atuarem dentro da companhia, localizada em São Paulo. As oportunidades são para os cargos de Desenvolvedor Front-end; Analista Programador Android; Analista Programador Java; Analista de Sistemas; Gerente de Projetos e Gerente de Pré Vendas.

Para fazer parte do time de especialistas da empresa, os profissionais interessados precisam ter formação na área de Tecnologia da Informação. Com novos projetos em desenvolvimento e com mais de 300 clientes, a Plusoft busca talentos dispostos a crescer e a trabalhar em um ambiente em constante expansão tecnológica e colaborativo. Desde janeiro desse ano, a companhia já contratou 29 novos colaboradores.

Além da possibilidade de crescimento dentro de uma das maiores empresas especialista em CRM do Brasil, a Plusoft oferece todos os benefícios compatíveis com o mercado. Com o objetivo de dar novas oportunidades aos profissionais que fazem parte da empresa, de investir em capacitação, trabalhar a motivação e o engajamento dos colaboradores para reter os talentos, a Plusoft oferece atividades voltadas ao bem-estar, para que as pessoas tenham qualidade de vida e mantenham a saúde em dia – quesito muito importante para a companhia, que preza por um ambiente de trabalho totalmente favorável para o time.

Os candidatos interessados devem enviar seus dados para o e-mail seleção@plusoft.com.br. Os currículos já estão sendo avaliados e as contratações começarão em breve.

Com 30 anos de atuação no mercado de TI, a Plusoft se destaca por reunir um moderno portfólio de soluções em Cloud, no modelo Software como Serviço (SaaS), que inclui CRM Omnichannel, Inteligência Artificial, Automação e plataformas digitais de relacionamento.

A excelência no atendimento para as maiores companhias de varejo, saúde, seguros, previdência, educação, telecomunicações e alimentos faz da Plusoft uma das empresas mais inovadoras do País, com mais de 60 prêmios em seu portfólio. Com quatro unidades de negócios (Omni Plusoft, Virtual Interactions, iCustomer e SOW Connect), a Plusoft entrega aos clientes inovação, compartilhamento e colaboração em um só lugar.

Não é só a tecnologia que fará a transformação digital: escolha bem o seu time

Por Paulo Marcelo, CEO da Resource

Atualmente, a computação em Nuvem é a tecnologia disruptiva que mais transforma processos e a maneira como as empresas organizam suas formas de trabalho. Utilizar Cloud Computing diminui custos operacionais em companhias de todos os tamanhos e setores, além de garantir mais segurança, mobilidade e produtividade às organizações. A nova tecnologia impactou, revolucionou, polemizou e conquistou seu espaço no mercado, tornando-se um caminho sem volta.

Durante a Conferência do Gartner sobre Infraestrutura de TI, Gestão Operações e Data Center, foram discutidas as inovações que são esperadas para o setor e como as empresas devem se preparar para atender às próprias demandas e as de seus clientes investindo no ambiente de TI.

O Brasil é considerado hoje o maior consumidor na América Latina dessa nova alternativa computacional. O uso de Nuvem cresce na mesma proporção – ou mais – em que ocorre o progresso de outras tecnologias, como Internet das Coisas (IoT), Inteligência Artificial (IA), novas memórias, entre outras. Armazenar dados virtualmente oferece mais agilidade às operações, diminuindo a quantidade de informações que atravessam a rede. O potencial dessa tecnologia é tão grande que, segundo o Gartner, em 2022, aproximadamente 50% das informações corporativas serão criadas e processadas fora dos data centers e servidores Cloud, o que conhecemos como “Edge”. Atualmente, esse indicador representa 10%.

Com a velocidade com que a tecnologia evolui, estar sempre atualizado é essencial para a sobrevivência das empresas. Em um mundo conectado, quem não se transformar digitalmente perderá espaço no mercado. De acordo com o Gartner, os departamentos de TI precisarão remodelar e implementar tecnologias diferentes para os próximos cinco anos. Espera-se que, até 2019, as contratações de especialistas técnicos de TI serão reduzidas em mais de 5%. Já para 2021, 40% do time de TI será responsável por papéis múltiplos, sendo a maioria relacionada a negócios, mais do que à própria tecnologia.

As novas soluções tecnológicas são transformadoras, mas vale ressaltar que as pessoas são a parte crucial dessa mudança. Para obter sucesso na modernização da Infraestrutura e das Operações, é necessário que o projeto esteja alinhado com a escolha do time. Cada vez mais essas funções vão precisar de pessoas versáteis com habilidades transversais como pensamento crítico, solução de problema, conhecimento de negócios e habilidades de comunicação. Além, é claro, da qualificação técnica.

Até 2020, a consultoria prevê que 75% das empresas enfrentarão rupturas visíveis de negócios devido ao déficit de competências em TI. Essa mudança começa primeiramente na área de Infraestrutura, seguida por gestores de TI não técnicos e líderes com perfil mais versátil.

Na era dos negócios digitais, investir para ganhar eficiência e saber integrar habilidades de diferentes áreas é fundamental para manter a competitividade no mercado. Além de focar na geração de valor para os clientes, as empresas de tecnologia devem impulsionar a inovação e agilidade. É a junção de tecnologia com um time de profissionais de alta performance que determinará o sucesso dos negócios.

Design Thinking: alternativa para cocriar e gerar resultados exponenciais

Por Silvia Aragão

Vivemos um ambiente dinâmico em que as empresas precisam promover a disrupção para tornar a oferta de serviços e produtos mais eficiente, que atenda às necessidades do consumidor e, ao mesmo tempo, contribua para a geração de novos negócios. O cliente é o centro de tudo e as empresas buscam inovação, que resulte numa experiência diferenciada, que faça o cliente pensar em ser fiel à marca – mesmo que por um determinando momento quando falamos das gerações Y e Z.

Segundo Salim Ismail, autor do livro “Organizações Exponenciais, muitas empresas estão satisfeitas com aquilo que funciona e, por isso, deixam de inovar. A sobrevivência de uma companhia depende da sua capacidade de se manter à frente da curva da tecnologia e abraçar as mudanças, a fim de se manter competitiva perante a concorrência. Nenhuma empresa poderá acompanhar o ritmo de crescimento definido pelas organizações exponenciais, se não estiverem dispostas a realizar algo radicalmente novo.

Nesse sentido, as corporações precisam revisitar seus propósitos e definir estratégias mais claras de atuação, que estimulem o envolvimento de todas as áreas para que possam cocriar soluções e modelos de negócio que façam sentido para as mudanças constantes e, cada vez mais rápidas, na era da transformação digital.

Para este momento de cocriação, várias organizações encontram inspiração no Design Thinking e, gradativamente, ampliam a utilização de Squads e metodologias Agile, que promovem um mergulho profundo em suas dores internas para encontrar a melhor solução. O mesmo procedimento é válido para identificar os problemas do cliente. Ao promover dinâmicas baseadas em Design Thinking, é possível trabalhar lado a lado com o cliente para cocriar juntos.

Esta forma de atuar em parceria – seja internamente ou com o cliente – tem demonstrado ser positiva em todos os segmentos de mercado, especialmente para as organizações que estão promovendo a transição para o mundo digital. O conceito de Design Thinking e o desenvolvimento de projetos com metodologia Agile vêm ganhando mais destaque com a necessidade das empresas de se conectarem de forma mais efetiva com o seu público-alvo, apresentando algo que realmente se diferencie de seus concorrentes, principalmente na forma de interagir e atender o cliente. A tendência é que esses pontos de interação com o consumidor se tornem mais amigáveis, utilizando tecnologias como a Inteligência Artificial, por exemplo.

A relação entre os clientes e as empresas de tecnologia mudou muito nos últimos anos. Antes, os clientes chegavam com uma demanda específica. Hoje, eles trazem desafios de negócios complexos para que possamos desenvolver soluções que gerem impactos positivos de curto e médio prazo. Para acompanhar essa transformação, a melhor alternativa é investir em processos criativos, que estimulem a cocriação, a partir do diálogo entre diversas áreas – tanto da empresa de tecnologia quanto do cliente. Assim, é possível construir um protótipo junto ao cliente, que poderá validar a experiência ou um novo produto.

Num mundo colaborativo e cada vez mais digital, a cocriação – dentro e fora da organização – tornou-se uma condição obrigatória para as empresas modernas que querem se transformar em exponenciais.

Silvia Aragão é diretora comercial e de novos negócios da Orbitall, empresa do Grupo Stefanini.

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Os desafios de engajar um público cada vez mais exigente

Por Guillermo Bracciaforte, cofundador da Workana

O meio digital vem crescendo exponencialmente, proporcionando novas possibilidades para as empresas enquanto gera uma necessidade de adaptação às mudanças. Para ter sucesso nesse mercado, primeiramente, é importante compreender onde estão os consumidores. A pesquisa Webshoppers 37, realizada pela Ebit, apontou que 27,3% das compras online realizadas em 2017 foram feitas por meio de smartphones, e a expectativa é que esse número chegue a 37% em 2018. A adaptação para o mobile é algo essencial, pode ser um app exclusivo ou um site adaptado, o importante é oferecer uma boa experiência de compra na palma da mão.

Também é essencial criar uma identidade para as empresas; a cultura e o estilo de vida do negócio dependem diretamente da imagem e da filosofia transmitidas pela comunicação. Uma boa estratégia funciona como um ímã que atrai clientes e faz com que eles compreendam o espírito da empresa, gerando desejo pelo produto ou serviço oferecido. Com a adoção de um planejamento de marketing de conteúdo, além de engajar o público, é possível construir a reputação da marca e, consequentemente, levar a empresa a ser referência em sua área de atuação.

Em relação à periodicidade e plataformas, é necessário compreender qual é o público alvo da ação e criar laços, fornecendo informações de qualidade sem viés comercial, apenas informativo. Esse conteúdo precisa ser recorrente e pode estar presente em blogs, mídias sociais e e-mail marketing, por exemplo. É importante lembrar que, quanto mais conteúdos relevantes, maior a possibilidade de engajamento.

Outra consequência da criação de conteúdo é a interação do público. Conquistando a fidelidade, é primordial estabelecer uma relação mútua, ouvindo os clientes tanto em elogios quanto em críticas e buscando oferecer uma solução real e rápida. Um cliente bem atendido, seja qual for seu problema, certamente irá recomendar a marca quando surgir a oportunidade, um fator de extrema importância para a construção da reputação.

Mas e agora, como investir nesse novo mundo sem conhecimento da área? Esse é mais um grande desafio. Uma pesquisa realizada pela Rock Content apontou que dentre os entrevistados, 71% das empresas adotam a estratégia de marketing de conteúdo, enquanto os outros 39% afirmam não investir na área por falta de tempo e de equipe disponível. Com as mudanças que o mercado de trabalho e os negócios vêm sofrendo, é possível enxergar dois lados: uma dificuldade ou uma oportunidade.

De fato, produzir um conteúdo que engaje o público, gere um retorno e ainda assim acompanhe o espírito da empresa não é algo fácil a se fazer, mas que vem abrindo portas para que profissionais mostrem seu valor e empresas encontrem talentos. Na Workana, acompanhamos um crescimento de 70% na atividade freelance em 2017. Dos projetos realizados através da Workana no Brasil, 34% são da área de tradução conteúdo, o que demonstra que a área vem ganhando visibilidade e proporcionando novas possibilidades de negócios.

Por fim, é sempre positivo que a empresa esteja aberta a mudanças, compreenda que o público vem se transformando e, consequentemente, evoluindo sua maneira de consumir. Com uma boa estratégia e profissionais atualizados, é possível se posicionar e criar uma identidade que acompanhe essa virada no mercado.

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Apple, Google, Samsung: o que os novos pays significam para o e-commerce brasileiro?

Por Rogério Signorini, Diretor geral da Braspag

O e-commerce segue crescendo no país. Foram 12% no ano passado, estimativas apontam para 15% em 2018 e agora o setor ganha importantes aliados: os novos pays. Os serviços de pagamento da Apple, Google e Samsung vêm fortalecer ainda mais este mercado, trazendo mais comodidade aos consumidores e mais chances de conversão para lojistas.

Segundo o estudo E-commerce Radar 2017, idealizado pelo Atlas, com o aumento da penetração de smartphones, a parcela de compras por dispositivos móveis cresceu de 22% para 31% entre 2016 e 2017, percentual que só tende a subir ainda mais, visto que, segundo projeções da FGV, o número de smartphones no Brasil deve se igualar em breve ao de habitantes, devendo chegar a 236 milhões em dois anos. Todos esses números só comprovam o enorme potencial de vendas que os novos pays trazem ao e-commerce. Mas em que consiste a tecnologia?

Para os e-commerces, os novos pays funcionam no formato de carteira digital. O usuário deve capturar a frente do cartão com a câmera do aparelho ou adicionar os dados manualmente. A cada transação, o cliente escolhe em sua carteira digital com qual cartão deseja pagar. O lojista recebe, a partir do aparelho, os dados do cartão de forma criptografada. Essa criptografia é transmitida à empresa responsável pelo gateway de pagamento, que decodifica os dados e transmite ao adquirente. Tudo de forma muito segura, tanto para o lojista quanto para o portador do aparelho. Nas transações online e em apps, um toque e o dedo posicionado no Touch ID confirmam a compra.

E falando em compras via aplicativos, de acordo com o Mobile Payment Journey, a nossa familiaridade com os smartphones, e mais ainda, com os apps, é notável: 78% dos brasileiros que possuem os aparelhos preferem comprar via app, número que fica acima dos 71% da média global. O mesmo estudo indica, porém, que ao mesmo tempo em que os brasileiros são atraídos pelos benefícios da velocidade e simplicidade de comprar via app, também abandonam as compras por desconfiar da segurança. Muito provavelmente os novos pays ajudarão a diminuir essa desconfiança. Vale lembrar ainda que os novos sistemas de pagamento também funcionam no varejo físico, por tecnologia de aproximação (NFC – Near Field Communitacion).

E se com todos esses números ainda não ficou clara a força dos novos pays para o comércio, aqui vai mais um dado: o potencial do Apple Pay no Brasil é de, inicialmente, 1,2 milhão de pessoas, segundo estimativas de mercado, pois esta seria a quantidade de clientes que acessam um dos bancos habilitados hoje por meio de um iPhone 6 ou superior (dispositivo compatível com a tecnologia). Imagine isso somado ao Google Pay – que conta com suporte do Bradesco, Banco do Brasil, Neon, Banrisul, Brasil Pré-Pagos, Caixa Econômica Federal e Porto Seguro – e ao Samsung Pay (este já disponível para dezenas de cartões com bandeiras Visa e Mastercard)?

Os novos pays vieram para ficar, ou melhor, para mudar a história dos meios de pagamento no Brasil e projetar ainda mais o crescimento do e-commerce. A tecnologia está aí, disponível para os consumidores e lojistas, basta começar a usar para escrever também suas próprias e bem-sucedidas histórias no comércio digital!

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Novos desafios para o setor de telecomunicação – Por Eduardo Santini

Analisando a evolução tecnológica que estamos vivenciando e que podemos classificar como a “Quarta Revolução Industrial”, nos deparamos com oportunidades e os desafios para as empresas, especialmente, para as do setor de telecomunicações.

Para contextualizar, vale lembrar que, se na primeira Revolução Industrial, iniciada na Inglaterra na segunda metade do século XV, houve a transição dos processos de manufatura impulsionados pela utilização da água, carvão e vapor. Já na segunda etapa, o foco foi o uso do aço, metalurgia, eletricidade, eletromecânica, e ainda sistemas de trabalho baseados nos modelos fordista e taylorista, impulsionadores da fabricação em massa. A Terceira Revolução Industrial deu início ao uso intensivo de computadores e os avanços da tecnologia da informação e da produção de automação. Podemos considerar que o momento em que vivenciamos hoje, a quarta etapa, baseia-se e será conduzida pela transformação digital, internet das coisas, robotização, inteligência artificial e pelos adventos derivados de dispositivos tecnológicos nos diversos setores estratégicos para o país, como por exemplo, o setor de saúde, energia e transporte.

Vivemos em um período de “fusão de tecnologias que transcendem as esferas física, digital e biológica”, conforme definido pelo fundador e presidente executivo do Fórum Econômico Mundial, Klaus Schwab, em um discurso recente.

Evidentemente que essa nova etapa gerará um impacto importante na sociedade e na economia. Diante disso, como acontece em todo momento disruptivo importante, dada a dependência de conectividade entre bilhões de dispositivos e pessoas, ela aparece como uma oportunidade imensa para a as empresas de telecomunicações, e de maneira mais radical, permitirá que aconteça.

Entretanto, para que essa promessa se torne realidade, os provedores de serviços e as operadoras de telecomunicações, principais atores desse novo cenário, precisam se transformar digitalmente. Dessa forma, devem oferecer uma nova gama de serviços para os clientes suportados por redes eficientes, automatizadas e com capacidade de transmissão de dados que permitam que vários parceiros se unam para criar novos modelos de negócios.

Para se ter uma ideia, o novo ecossistema móvel (com maior escalabilidade), que se aventa, representará uma contribuição de 4,6 trilhões de dólares no PIB global em 2022, segundo a pesquisa da GSMA (The Mobile Economy 2018), impulsionados principalmente por conexões entre máquinas e internet das coisas.

Por outro lado, ainda não se sabe exatamente quais novas demandas serão geradas com essa receita, estando ainda o caminho muito nebuloso o que de fato posiciona o tema como maior desafio da indústria para os próximos cinco anos. Mas sem dúvida alguma, o tema englobará uma mistura de produtos e serviços, como saúde, conteúdo e mídia, veículos autônomos, cidades inteligentes etc. O que se sabe é que maioria dessas novas oportunidades transformará o negócio e a maneira de relacionamento e interação com os clientes de forma jamais vista, demandará a união de diversos parceiros em uma única plataforma de negócios em que o cliente não terá conhecimento tácito de quem está realmente fornecendo qual parte do serviço. No entanto, apesar dessa impessoalidade, as principaispreocupações serão a experiência do consumidor e a entrega de ponta a ponta do serviço pelo qual ele pagou. Trata-se assim de uma oportunidade para a operadora de telecomunicações pensar em prover não apenas transmissão de dados, mas também passar a ofertar produtos complementares, podendo realizar assim uma integração vertical.

Embora haja uma grande centralidade em torno da transmissão de dados, o que vem hoje mantendo e gerando receitas para os operadores em função do declínio das receitas geradas pelos serviços de voz, SMS e roaming – em breve vivenciaremos o mesmo efeito que ocorreu no mercado de energia elétrica, que viu o seu principal produto se torna cada vez mais uma commodity. Nesse sentido, isso deveria representar uma preocupação para operadores de telecomunicações.

Uma coisa é certa: o serviço de dados continuará a ser cada vez mais baratos, viabilizando assim a conectividade. Se as empresas de telecomunicações não quiserem ser apenas um ator coadjuvante da Quarta Revolução Industrial, como as de eletricidade foram no passado, deverão liderar essa mudança, trazendo para si um uma centralidade na cadeia. E, só existe uma forma de fazê-lo que é colocando o cliente no centro de tudo.

Pensar e agir com a obsessão no cliente exige que as operadoras foquem cada vez mais na digitalização de serviços, visando maximizar a experiência do consumidor, tratando-o assim como um diferencial, e também buscar prover a essa experiência através dos diversos canais e pontos de contato, a longa busca pelo almejado omnichannel.

Vale lembrar que os consumidores, de fato, não se preocupam com a complexidade da entrega dos serviços e não se importam em saber quem entrega o que ou que parte do serviço. Na verdade, eles se preocupam em ter uma experiência integrada com um provedor que não só fornece a conectividade, mas também, produtos personalizados, de acordo com seu histórico de compra, utilização, e, a convergência e integração de um ou mais serviços.

Na nova cadeia de valor, as operadoras de telecomunicações não deveriam focar apenas, como outrora, na retenção dos clientes e na redução do churn (taxa de evasão ou rotação de clientes). Elas devem garantir um papel relevante nesse processo, construindo um relacionamento diferente do que existe hoje com oconsumidor, focando na oferta de serviços digitais personalizados.

Eduardo Santini é diretor de Tecnologia, Mídia e Telecomunicação da KPMG

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Gateway de fintechs: a importância nas integrações de soluções de pagamento

Por Thiago Arnese

Com a crescente demanda do mercado de pagamentos, novas fintechs são criadas anualmente. Segundo levantamento do Radar FintechLab, que monitora essas empresas, o setor teve um aumento na abertura das chamadas startups do mundo financeiro de 40% durante 2017, indicando a ampla adesão no mercado. Porém, a grande oferta pode ser também um problema quando as tecnologias não se comunicam entre si.

As companhias que atuam com essas tecnologias, seja para a emissão de boletos, conciliação de caixa, microcrédito, banco digital e muitas outras especificidades, acabam dificultando sua eficácia devido a quantia de informações e ferramentas que devem ser geridas e integradas, transformando essas tarefas, em algo complicado por causa da falta de integração com sua solução de frente de caixa.

Diante de um panorama de retomada econômica, as organizações precisam estar preparadas para atuar de maneira assertiva, de forma a alcançar rapidamente seu potencial mercado. Para isso, é fundamental contar com um bom parceiro que seja capaz de dar escabilidade conectando em uma gama muito maior de clientes e unificar as soluções utilizadas pelas corporações. Ou seja, é essencial para uma fintech escalar sua operação, atuar com um hub/parceiro que conecte diversos players.

Especificamente no ecossistema de pagamentos, há maneiras de criar a própria solução de pagamentos conectada de maneira fácil a fornecedores de hardware, logística, emissores de cartão e instituições de pagamentos.

Ao atuar com esse tipo de tecnologia, além de unificar as interfaces e garantir seu gerenciamento de maneira simples, as empresas também ganham uma receita financeira, dessa forma monetizando com a rede de estabelecimentos já existente.

Ao integrar as opções oferecidas por diversas fintechs, as empresas podem se beneficiar e aproveitar todo o potencial da unificação das ferramentas, resolvendo diversos problemas da gestão de pagamentos e expandindo seu potencial de lucro por meio da redução de custo e avanço da capacidade transacional, beneficiando toda a cadeia.

Thiago Arnese é fundador da Hash lab, empresa de tecnologia para o ecossistema de meios de pagamentos.

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Como eliminar conflitos na empresa

Segundo Aureo Villagra, CEO da Goldratt Consulting Brasil, a Teoria das Restrições (Theory of Constraints – TOC) fornece uma metodologia muito eficiente para lidar com conflitos, tanto técnicos quanto pessoais, entre departamentos ou mesmo empresas.

“Um conflito surge quando duas necessidades diferentes levem a duas ações ou desejos opostos, como por exemplo manter mais estoque em uma loja para evitar rupturas e proteger as vendas ou manter menos estoque para proteger o caixa”, explica Villagra.

A TOC ensina que sempre que existir um objetivo comum será possível encontrar uma solução ganha-ganha. Basta para isso analisar cuidadosamente todas as premissas que sustentam o conflito antes de aceitar uma situação não satisfatória. Se existir uma premissa que possa ser desafiada, ela é a chave para resolver o conflito.

No caso dos estoques o objetivo comum é ter uma loja bem administrada e uma das premissas que leva a necessitar mais estoque para proteger a venda é a frequência e confiabilidade do reabastecimento da loja. Se for possível melhorar o reabastecimento, deixar-lo confiável e reagindo às demandas reais será possível trabalhar com menos estoque, proteger as vendas e o caixa simultaneamente.

Para casos em que seu cliente, fornecedor ou colega de trabalho possui uma opinião totalmente diferente da sua, e você realmente acredita que a sua solução para aquele problema é melhor, é preciso ajudar a pessoa a entender o porque pode estar equivocada. E, segundo Aureo, há uma forma simples de resolver sem envolver discussões desconfortáveis.

“Antes de culpar a outra pessoa, antes de pensar que ela está tentando prejudicar você, o primeiro passo é entender suas premissas e o porque atrás de sua opinião”, explica Villagra. Para solucionar o conflito é preciso descobrir a premissa incorreta do outro e ajudar a pessoa a entender essa falha. Assim a pessoa pode mudar sua opinião, sem resistir a sua abordagem.

“Em outras palavras, realmente evite a tendência de culpar as pessoas. A maioria das vezes, as pessoas são boas. Se a ação do outro lado é contraditória, é necessário entender melhor suas razões para solucionar a discussão” finaliza Aureo.

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