Page

Author admin

5 dicas para o momento da transição em empresas familiares

Dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas) e do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), revelam que empresas familiares correspondem a 90% do mercado no país, representando cerca de 65% do PIB e 75% da força de trabalho. Apesar disso, o estudo aponta ainda que apenas 30 em cada 100 empresas familiares abertas e ativas sobrevivem à primeira sucessão e apenas cinco chegam à terceira geração.

O especialista em gestão e liderança, Renato Grinberg, destaca que a melhor transição de empresa familiar é aquela que não ocorre dentro da família, mas sim por meio de uma gestão profissional. Para isso, o especialista listou 5 dicas para promover a sucessão de forma correta e ter sucesso na transição de gerações. Confira:

1- Saiba a hora certa de iniciar a transição: Ela deve começar muito antes da geração anterior pensar em se aposentar. O erro mais comum de empresas familiares é “empurrar com a barriga” o ponto da transição.

2- Otimize o tempo de transição: Isso depende muito de quanto os novos gestores já estavam envolvidos no negócio. Se eles estiverem bastante envolvidos, o que seria o correto quando pensamos nessa mudança, o tempo pode e deve ser bem reduzido para 1 ou 2 meses no máximo.

3- Crie um conselho administrativo: O modelo ideal é criar um conselho administrativo em que esses “antigos gestores” poderão continuar contribuindo com as questões estratégicas, porém sem estar envolvidos na gestão do dia a dia da empresa.

4- Alinhe expectativas: Deixe explícitas as expectativas tanto em termos de responsabilidades como em termos de remuneração de maneira inequívoca.
Os maiores desafios de empresas familiares estão ligados a disputas pessoais por poder, o que às vezes acabam tornando insustentável a gestão da empresa.

5- Fique atento aos erros mais comuns: “Empurrar com a barriga” e só começar a pensar na transição quando pode ser tarde demais; Não estabelecer regras claras para a transição; Envolvimento demasiado da antiga gestão após a transição.

Renato Grinberg é especialista em liderança e gestão de empresas, tendo passagem por grandes multinacionais nos EUA como a Sony Pictures e Warner Bros. Atualmente é diretor da BTS (consultoria global presente em 35 países) que trabalha com grandes empresas e start-ups de alto potencial. Grinberg é também autor de diversos livros, incluindo os best-sellers de carreira e negócios “A estratégia do olho de tigre” e “A excelência do Olho de Tigre” (editora Gente).

DJI e Microsoft fecham parceria para levar tecnologia avançada de drones às empresas

A Microsoft e a DJI, líder mundial em drones para uso civil e tecnologia de geração de imagens aéreas, anunciaram uma parceria estratégica para oferecer capacidades avançadas de inteligência artificial (IA) e aprendizado de máquina aos drones da DJI, ajudando empresas a aproveitar todo o poder da tecnologia comercial de drones e da computação de borda na nuvem.

Com essa parceria, a DJI está lançando um kit de desenvolvimento de software (Software Development Kit, SDK) para Windows que estende o poder da tecnologia comercial de drones para a maior comunidade de desenvolvedores empresariais do mundo. Usando aplicativos desenvolvidos para PCs com Windows 10, os drones da DJI podem ser personalizados e controlados para uma ampla gama de usos industriais, com capacidades completas de controle de voo e dados em tempo real, tornando a tecnologia de drones acessível para cerca de 700 milhões de clientes do Windows 10 em todo o mundo.

A DJI também selecionou o Microsoft Azure como seu parceiro preferencial de computação em nuvem, aproveitando as capacidades de IA e aprendizado de máquina do Azure para ajudar a transformar grandes quantidades de imagens aéreas e dados de vídeo em percepções práticas para milhares de empresas em todo o mundo. Com essa parceria, a DJI terá acesso ao programa Azure IP Advantage, que oferece proteção setorial para riscos de propriedade intelectual na nuvem.

“Conforme a computação se torna onipresente, a borda inteligente está surgindo como a próxima fronteira tecnológica”, afirmou Scott Guthrie, Vice-Presidente Executivo do grupo de Cloud e Enterprise da Microsoft. “A DJI é líder em tecnologia comercial de drones e o Microsoft Azure é a nuvem preferencial para os negócios. Juntos, estamos levando capacidades inigualáveis de nuvem inteligente e Azure IoT para dispositivos na borda, criando o potencial de inovação para diversos setores entre agricultura, segurança pública, construção civil e mais”.

O novo SDK da DJI para Windows habilita os desenvolvedores a criar aplicativos nativos do Windows capazes de controlar remotamente drones da DJI, inclusive com voo autônomo e streaming de dados em tempo real. O SDK também permitirá que a comunidade de desenvolvedores do Windows integre e controle cargas de trabalho de terceiros, como sensores multiespectrais, componentes robóticos como atuadores personalizados e mais, ampliando exponencialmente as maneiras por meio das quais os drones podem ser usados nos empreendimentos.

“A DJI está empolgada com a concretização dessa parceria singular com a Microsoft para levar o poder das plataformas aéreas da DJI até o ecossistema de desenvolvimento da Microsoft”, afirmou Roger Luo, Presidente da DJI. “Usando nosso novo SDK, em breve os desenvolvedores de produtos para Windows poderão usar tecnologias de drone, IA e aprendizado de máquina para criar robôs voadores inteligentes que pouparão tempo e dinheiro para os negócios, e ajudarão a transformar a tecnologia de drones em algo essencial para o local de trabalho”.

Além do SDK para Windows, a Microsoft e a DJI estão colaborando para desenvolver soluções comerciais de drone usando as tecnologias Azure IoT Edge e de IA para clientes em segmentos verticais importantes como agricultura, construção civil e segurança pública. Os desenvolvedores de software para Windows poderão usar os drones da DJI junto com o amplo conjunto de ferramentas de nuvem e IoT do Azure para criar soluções de IA que sejam treinadas na nuvem e implementadas externamente nos drones em tempo real, permitindo que as empresas aproveitem rapidamente os aprendizados em um local e os apliquem em toda a organização.

A DJI e a Microsoft já estão trabalhando juntas para promover avanços tecnológicos na área de agricultura de precisão com a solução FarmBeats da Microsoft, que agrega e analisa dados a partir de sensores aéreos e terrestres usando modelos de IA executados no Azure IoT Edge. O Microsoft FarmBeats integra o software PC Ground Station Pro e o algoritmo de mapeamento da DJI para criar mapas de calor em tempo real no Azure IoT Edge. Esses mapas de calor podem ser usados de diversas maneiras, por ex., para ajudar a definir a estratégia de plantio de um agricultor ao indicar se as condições do solo estão boas para a germinação das sementes.

Disponibilidade

O SDK da DJI para Windows está disponível hoje em visualização beta para os participantes da conferência Microsoft Build e será disponibilizado para o público em meados do segundo semestre de 2018. Para mais informações sobre o SDK para Windows e o pacote completo de soluções da DJI para desenvolvedores, acesse: developer.dji.com.

Sony Brasil anuncia novo presidente

Em clima de otimismo e com grandes novidades para o mercado brasileiro, a Sony anuncia a chegada de Kenichiro Hibi como novo presidente da marca no país. Na empresa desde 1989, o executivo passa a ser o responsável pela operação local da companhia a partir de abril, mês que marca o início do ano fiscal da multinacional japonesa.

Hibi iniciou a carreira na Sony em 1989 e, durante toda sua trajetória, contribuiu fortemente para os negócios da empresa no México, Estados Unidos, Japão, Rússia e, por último, Índia. Neste país gerenciou um mercado competitivo e com uma dinâmica intensa de mudanças e obteve sucesso em suas atribuições.

O novo executivo chega em um momento de recordes econômicos para a Sony. Recentemente, a companhia anunciou um faturamento global de quase 18 bilhões de dólares, com lucro que passou dos 4 bilhões em seu último ano fiscal, iniciado em abril de 2017 e encerrado em março de 2018.

Como parte da movimentação, Hiroki Chino retorna à matriz da Sony no Japão após atingir as metas de sua gestão. No Brasil, ocupou o cargo de presidente por 3 anos e 5 meses, com a missão de retomar o crescimento dos negócios locais e deixar a companhia economicamente mais saudável.

Conheça 6 startups que ajudam as empresas a contratar e reter colaboradores

Segundo uma pesquisa realizada pela IBM com seis mil executivos, 66% dos CEOs acreditam que a tecnologia vai gerar valor significativo ao RH, por estar sendo adotada pelas empresas de pequeno, médio e grande porte para reduzir e otimizar gastos nos processos, engajar colaboradores e ainda, diminuir riscos de erro humano, entre outras dificuldades enfrentadas pelo setor do departamento pessoal.

Ao perceberem essa oportunidade de negócio, as HRTechs, startups de soluções digitais para RH, trouxeram mudanças para o segmento oferecendo soluções e facilidades com o melhor custo e benefício para o mercado.

Segue abaixo algumas startups e seus benefícios que podem ajudar as empresas a contratar e reter melhor seus colaboradores:

Convenia: Software na nuvem de Gestão de Pessoas para PMEs, primeira plataforma de automação para o setor de RH que centraliza as informações dos colaboradores. Controlar férias, benefícios, administrar desligamentos, contratações e rotinas do departamento pessoal é um grande desafio para as empresas. Além disso, a startups oferece para o mercado soluções de gestão de benefícios. A empresa faz a venda de benefícios tradicionais como seguros saúde, vida, dental, previdência e opera um clube de vantagens próprio que oferece descontos para os funcionários de empresas clientes em mais de 300 estabelecimentos por todo o país.

Gupy: O sistema de recrutamento e seleção com inteligência artificial ajuda a empresa a estruturar seus processos seletivos, engajar todos os envolvidos e acertar nas contratações, em apenas alguns cliques. Por meio de Inteligência Artificial, e seus robôs programados para coletam informações, preferências e movimentações dos candidatos dentro do software para entender e conectar a empresa que mais combina com o aquele determinado perfil profissional.

Talent Brand: Startup de recrutamento e seleção de candidatos, Talent aposta no mercado de HRTech com soluções de big data e hunting automatizado para encontrar os melhores profissionais de marketing, relacionamento e vendas mais apropriados para empresas de tecnologia.

2XS: Boutique de recrutamento para alta gerência, presidência e vagas estratégicas de liderança. É uma executive search que trabalha do lado do cliente, aconselhando, encontrando e se aproximando dos melhores profissionais do mercado para auxiliar grandes empresas a encontrar a nova liderança. A empresa desenha soluções de recrutamento a partir do zero e de forma personalizada de acordo com as principais qualidades que as empresas parceiras estão buscando nos candidatos e assim, traçam a melhor estratégia para encontrar os profissionais que melhor se encaixam na vaga solicitada.

Love Mondays: Plataforma em que os profissionais avaliam as empresas onde trabalham, e por meio dessas avaliações é possível buscar a empresa ideal. Dessa forma é possível ter conhecimento dos salários e da satisfação dos colaboradores em cada uma das empresas disponíveis no banco de dados. De forma divertida, ela é considerada um instrumento muito legal de avaliação da empresa, além de ser uma ferramenta que avalia os salários de forma muito saudável.

Pin People: Solução de people analytics ajuda empresas a conhecer melhor suas pessoas ao longo da sua jornada – de candidatos a colaboradores -, permitindo uma tomada de decisão mais alinhada à estratégia/cultura organizacional e o aumento de engajamento, produtividade e retenção. A plataforma permite mapear as características de cada pessoa para saber qual empresa mais combina com ela. Além disso, pode ser usado tanto por quem busca empregos quanto por empresas que precisam recrutar novos funcionários.

Tags, , , , , , , ,

8 cuidados para abrir uma empresa

Quer ter um negócio próprio? A abrir uma empresa é uma decisão de grande responsabilidade, sendo necessários diversos processos que necessitam de atenção, principalmente, nos detalhes mais técnicos. Alguns pontos de destaque são elaboração do contrato social, a escolha do tipo de tributação da empresa, a escolha do imóvel, obtenção de alvará.

Para facilitar a vida do futuro empreendedor o diretor executivo da Confirp Contabilidade, Richard Domingos, selecionou questões para ser levadas em conta antes de abrir uma empresa.

Planejamento do negócio – O grande problema na maioria das empresas abertas é que isso ocorre impulsivamente, e em função disso não há um plano de negócio estabelecido, público alvo e estrutura necessária, assim, antes de qualquer coisa é necessário sentar e ver o que se pretende e como se objetiva atingir.

Muitas vezes após essa primeira análise se percebe a necessidade de uma capacitação e hoje se encontra um grande número de cursos de capacitação para empreendedores, muito desses gratuitos. Também é importante pesquisar como está o mercado em que pretende atuar, para ver em qual nicho de público se encaixará.

Cálculo de custos para começar a funcionar – É preciso que se tenha em mente que para colocar uma empresa para funcionar haverá custos que vão além dos que já se conhece no dia a dia de uma empresa com infraestrutura e pessoal. Dentre esses os principais são as taxas da junta comercial e da emissão do alvará, dentre outras que variam de acordo com a localidade e o ramo de atuação.

Para facilitar esse processo existem profissionais especializado em resolver a burocracia, para se ter ideia, a Confirp tem uma área que apenas se responsabiliza por isso, tirando do cliente qualquer ‘dor de cabeça’ relacionada ao tema.

Elaboração do contrato social – Para toda empresa funcionar é imprescindível que se elabora um contrato social, é nesse documento que estão relacionados os pontos práticos do funcionamento da empresa. Pontos primordiais que devem englobar são informações como nome, endereço e atividade, capital social (valor ou bens investidos), qual a relação entre os sócios e como se dá a divisão dos lucros.

Importante frisar que quaisquer alterações contratuais, faz com que se tenha que refazer as inscrições federal, estadual e municipal e as licenças. As sociedades limitadas só podem alteradas se 75% do capital estiver de acordo. Geralmente o registro de um contrato social pode ser agilizado procurando o sindicato da categoria da empresa, sendo que o mesmo pode possuir um posto avançado da junta comercial. Com isso, todo esse processo pode ser finalizado em até 24 horas.

Opção pelo regime tributário que a empresa seguirá – Hoje três são basicamente três os regimes de tributação existentes, Simples, Presumido ou Real. A opção pelo tipo de tributação que a empresa utilizará deve ser feita até o início do próximo ano, mas, as análises devem ser realizadas com antecedência para que se tenha certeza da opção, diminuindo as chances de erros.

Outro ponto é que cada caso deve ser analisado individualmente, evidenciando que não existe um modelo exato para a realização de um planejamento. Apesar de muitos pensarem que melhor tipo de tributação é o Simples, existem até mesmo casos que esse tipo de tributação não é o mais interessante, mesmo que a companhia se enquadre em todas as especificações.

Definição da estrutura física – Além de definir o local onde será o empreendimento é necessário também que se adquira toda uma estrutura para o funcionamento da empresa, e isso dependerá de cada ramo de atuação, podendo ir desde maquinário até material de escritório.

Sobre o local em que será é importante que se observe também se esse se adéqua ao público que pretende atingir e, principalmente, diretrizes estabelecidas pelo município referente ao local. Hoje uma ótima opção são espaços de escritórios compartilhados, que reduzem em muito os custos.

Obtenção de registros e licenças – hoje a burocracia é tanta para empresas que grande maioria não possuem todos os registros e licenças necessários para o funcionamento, no que se configura em um risco jurídicos para essas, dentre os registro necessários estão o habite-se do imóvel (autorização da prefeitura para que ele possa ser habitado) e as regras de ocupação de solo (cada cidade define regras específicas em leis de zoneamento), alvará de funcionamento, pagamento de taxas de funcionamento, dentre outras licenças necessárias dependendo da atividade da empresa.

Veja todos os documentos necessários e em quais órgão buscar:

• Junta Comercial: registros dos atos sociais (contrato social, atas de reuniões, deliberações etc.).

• Receita Federal: para obtenção de registro do CNPJ (Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica).

• Prefeitura: para obtenção do Alvará de Funcionamento e nota fiscal, caso a empresa seja contribuinte do ISS (Imposto Sobre Serviços).

• Secretaria Estadual da Fazenda: para obtenção de inscrição Estadual.

Contratação de uma contabilidade – Toda empresa necessita de uma contabilidade par funcionar. Essa que será responsável por estar gerando as informações imprescindíveis para a empresa esteja em dia com os órgãos públicos.

Também são responsáveis pelo cálculo de impostos e tributos que a empresa deverá pagar, bem como análise da situação contábil da empresa e geração de informações imprescindíveis para a gestão empresarial

Processo de contratação de profissionais – Sua empresa terá necessidade de funcionários? Se sim é necessário abrir processos seletivos para contratação, hoje esse ponto é um dos mais problemáticos para as empresas em função de um crescente apagão de mão de obra que passa o país. Após a contratação é necessário elaborar o contrato de trabalho, definir salários benefícios ver qual o melhor regime de trabalho e regularizar o mesmo junto ao INSS.

TruckPad vai representar o Brasil na Startup World Cup 2018

O TruckPad (www.truckpad.com.br) – aplicativo que conecta o caminhoneiro autônomo à carga – é o finalista brasileiro da Startup World Cup no Vale do Silício. Trata-se de um dos principais eventos do mundo das Startups que tem como objetivo impulsionar ideias brilhantes e premiar as soluções com maior potencial de resolver desafios. A iniciativa é organizada e financiada pela Fenox Venture Capital; além de contar com importantes investidores na mesa de jurados, o campeão recebe uma premiação de um milhão de dólares e mentoria.

Com mais de 2.500 participantes, as startups vêm de todos os continentes: América do Norte, América do Sul, Europa, África, Ásia e Austrália, e apresentam tecnologias que vão de Inteligências Artificiais e IoT (Internet das Coisas) até ciência da vida e tecnologia médica. A grande final será realizada no dia 11 de maio de 2018, no hotel Grand Finale Venue, em São Francisco nos Estados Unidos.

O TruckPad, é a primeira startup brasileira de tecnologia aplicada ao transporte rodoviário de cargas. Lançado em 2013 por Carlos Mira, o aplicativo foi idealizado para ser o amigo eletrônico do motorista de caminhão e criar soluções para o seu dia a dia, sendo a principal resolução para contratação de fretes sem agenciadores. Ao baixar o aplicativo no smartphone, o motorista se cadastra e informa seus dados básicos, características de seu caminhão, cursos que possui, entre outros. Na outra ponta, as empresas que necessitam de um transporte de carga também têm suas necessidades listadas no ambiente digital, mas em versão para computadores. Assim, o sistema conecta as demandas de serviço com os motoristas disponíveis diretamente com o embarcador. Hoje, o TruckPad já contabiliza a marca dos 700 mil downloads. Agora é torcer para o Brasil conquistar mais esta medalha em tecnologia.

Brasil tem nova iniciativa para apoiar startups

A DATEN, uma das principais fabricantes brasileiras de equipamentos de informática, anuncia a LightHouse como empresa investidora (Anjo e VC) do grupo, trazendo uma nova perspectiva para os empreendedores e startups de tecnologia que buscam apoio para transformar suas ideias e projetos em casos reais. Formada há dois anos, no final de 2017 a investidora transformou seu quadro societário e fechou parcerias estratégicas, oferecendo assim um apoio diferenciado ao ecossistema de inovação no Brasil.

A LightHouse busca não só apoiar as startups financeiramente e por consultoria, como também proporcionar a oportunidade para trabalharem em ambientes de inovação, com acesso as melhores tecnologias e suporte para chegarem no mercado. Nesse caso, também fomenta parcerias com aceleradoras e empresas já estabelecidas e reconhecidas mundialmente, buscando a sinergia necessária para maximizar as chances de sucesso.

“Estamos muito animados em anunciar uma iniciativa como essa que vai colaborar com desenvolvedores, estrategistas e empreendedores a lançarem seus projetos, que muitas vezes não saem do papel por falta de recursos financeiros ou apoio na tomada de melhores decisões”, diz Christian Dunce, investidor da Lighthouse e CEO da DATEN.

A LightHouse traz no seu portfólio a herança de parcerias e relacionamentos existentes na DATEN. No entanto, sua atuação e decisões de financiamento serão independentes, fortalecendo sua presença no mercado nacional como uma holding de investimentos, participação e incentivo às empresas inovadoras de base tecnológica. “Apesar da sinergia que existe entre as empresas, a administração da LightHouse é diferente da nossa fabricante. O foco da empresa é investir e apoiar startups e pequenos negócios de tecnologia que possam trazer ofertas inovadoras e que façam a diferença no mercado brasileiro”, explica Dunce.

Desde sua criação, a DATEN sempre esteve associada à inovação. É uma das principais fabricantes de equipamentos de informática e referência nacional nos segmentos de governo e corporativo. De origem 100% brasileira, iniciou suas operações em 2001 e rapidamente obteve crescimento na produção e venda de computadores. Com fábrica no polo tecnológico de Ilhéus (BA), é reconhecida, também, pela excelência na produção de seus equipamentos e oferece aos clientes qualidade diferenciada em seus produtos, além de soluções de parceiros consagrados mundialmente, como Intel e Microsoft.

“No processo de criação, desenvolvemos uma estratégia diferente para oferecer total apoio às startups selecionadas. Acreditamos no potencial do projeto desses empreendedores, e buscamos extrair o melhor que cada um tem a oferecer. Entendemos que, embora exista muita concorrência, apenas as melhores ideias se destacam no mercado” diz Dunce.

Dia Mundial da Senha Segura: como criar uma palavra chave eficiente?

Cada um seu modo, muitos fabricantes de soluções e entidades envolvidas com a segurança digital têm divulgado os dias 4, 5 e 7 de maio como sendo o Dia Mundial da Senha Segura. No entanto, uma coisa é certa: todo dia é necessário usar uma palavra chave forte para impedir o acesso indesejado a qualquer um dos serviços na Internet e sistemas computacionais.

Em média, Cada usuário acessa 26 serviços online que exigem uma senha. A maioria delas, por exemplo, em redes sociais ou lojas online é um elemento importante na proteção destas contas para evitar a ação de criminosos cibernéticos. O especialista Bruno Lucio Maciel Pinheiro, da FirstSecurity, empresa que distribui as soluções antivírus da G Data no Brasil, comenta que durante anos os especialistas em segurança de TI vêm trabalhando para chegar a conclusões que nos permitem estabelecer com clareza quais elementos devem incorporar uma senha tornando-a realmente robusta. “Anteriormente, analistas e pesquisadores concordavam que uma senha deveria conter pelo menos oito caracteres aleatórios, sem formar palavras que pudessem ser encontradas em qualquer dicionário. Ainda hoje, estas ainda são as diretrizes de gigantes como o Google. No entanto, o cenário atual exige mais que senhas fortes, além da atenção redobrada dos usuários para novos tipos de ameaças criadas diariamente pelos invasores mal-intencionados”.

Para este Dia Mundial da Senha Segura, o especialista oferece algumas dicas para aumentar a segurança dos serviços online:

– Use um gerenciador de senhas: Esta é a maneira muito fácil de controlar muitas senhas complexas e também os serviços online: redes sociais, compras online, serviços bancários, e-mail. No mercado existem boas ferramentas antivírus que oferecem este recurso;

– Use senhas longas: Uma nova abordagem aponta que senhas longas são melhores do que as complexas, especialmente se estas são muito curtas. Uma senha que combina caracteres alfanuméricos, maiúsculos e minúsculos não será efetiva se for muito pequena. Uma senha complexa com seis caracteres reúne 309 milhões de combinações, nada que um programa moderno não consiga resolver em poucos segundos. No entanto, se elevarmos esse número de caracteres para doze, o programa levará vários anos para decifrar a chave, mesmo com a capacidade computacional atual;

– Use frases-chave: Senhas como “1234”, “password” ou qualquer palavra que você pode encontrar no dicionário são muito fáceis de serem quebradas. Se você usar uma frase, por exemplo, ela não deve ser muito curta ou óbvia. Os cyber criminosos usam ferramentas avançadas que permitem gerar combinações de palavras estatisticamente prováveis e que revelam rapidamente as senhas geradas a partir de frases simples. Um exemplo é transformar uma frase (uso contra senhas fortes, por exemplo) em uma combinação aleatória de caracteres “US0 c0ntr @ s @ S3N f0rt3s.” Aproveite os espaços entre as palavras para torná-la ainda mais complexa e robusta: Muitos usuários não sabem que podem usá-los ao criar uma boa senha e este é um truque muito interessante;

– Mude suas senhas regularmente: Quando você alterar uma senha, a nova nunca deve ser uma derivação do original (há muitos usuários que usam esta regra de má reputação e adicionam um número ou letra à primeira palavra chave criada). Geralmente, uma única mudança vale a pena quando o serviço web exige ou quando temos suspeita que o provedor do serviço tenha sofrido uma invasão cibernética. Você pode verificar se um banco de dados (e, consequentemente, sua própria segurança) foi violado em sites como ” Have I been Pwned em https://haveibeenpwned.com/NotifyMe”;

– Autenticação de dois fatores: Logon em duas etapas é uma ótima maneira de se acessar a qualquer serviço na Internet. Facebook, LinkedIn, Dropbox, Google, PayPal e, em geral, os provedores de serviços mais reconhecidos, já oferecem essa opção. Na empresa em que você trabalha, ou na sua escola, verifique se existe esta funcionalidade disponível;

Outras recomendações importantes para proteção no ambiente digital

– Atualizações constantes. O sistema operacional, programas de computador e aplicativos instalados em seu computador e celular devem ser constantemente atualizados;

– Instalar uma solução de segurança: a recomendação é estendida a todos os dispositivos. Desktops, smartphone, tablets e servidores;
– Spam, direto para a lixeira. O spam deve ser excluído imediatamente e, é claro, nunca clicar em links ou anexos;

– Controle Parental: ajude as crianças a navegarem na Internet com elevada segurança. Ensine-as a desconfiar e a ofertas enganosas, mensagens de pessoas desconhecidas e a saber o que compartilhar nas redes sociais. Os controles parentais incluídos nas soluções de segurança impedem o acesso a sites inadequados para menores e limitam o tempo de uso da Internet;

– Links curtos – Eles podem levar a sites falsos. Então, tenha cuidado ao clicar neles. As soluções de segurança incluem filtros capazes de bloquear o acesso às páginas mal-intencionadas que se escondem atrás desses URLs curtos;

– Redes Sociais: pense duas vezes antes de compartilhar informações pessoais, como endereços postais, números de telefone ou certas fotos. Também controle quem você aceita em seu círculo de amigos.

Finep aprova investimento de R$ 18,5 milhões em startups selecionadas em programa

A Finep vai investir R$ 18,5 milhões em 19 startups (média de R$ 973 mil em cada), como resultado da rodada inicial do primeiro edital do programa Finep Startup. Após visita técnica e due diligence de 25 finalistas, a financiadora autorizou o aporte nas seguintes empresas: Byond; Fitbank; GeekSys; Incentivendas; Kokku; Mainô; Marina Tecnologia; Meerkat; Metha Soluções; NeuroUP; Oktagon; Omics; Optimale; Pragas.com; Projeta Sistemas; Prosumir; @Tech; Treevia Forest Technologies; e VM9.

A operação será concluída depois de análise jurídica e assinatura do contrato de investimento. Caso apresentem resultados promissores, as propostas selecionadas poderão receber nova injeção de recursos no futuro.

“Trata-se de uma iniciativa inédita no país, em que a Finep compartilha com o empreendedor o risco inerente aos estágios iniciais de desenvolvimento de empresas nascentes de base tecnológica. Por isso, está pautada em um processo de seleção robusto (foram 503 propostas submetidas somente na primeira rodada). A inovação é condição necessária para a escolha da empresa, mas não suficiente: as startups precisam atender a uma demanda real de mercado e estar ancoradas em um modelo de negócios viável e escalável”, explica Raphael Braga, gerente do departamento de Empreendedorismo e Investimento em Startups da Finep.

Os temas de maior destaque entre as 19 startups qualificadas foram Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês), Fintech e Agritech, com quatro aprovadas em cada categoria – cerca de 60% do total. As demais empresas atuam nas áreas de Economia Criativa – jogos eletrônicos (2), Energia (2), Biotecnologia (1), Cidades Sustentáveis (1) e Petróleo (1). São Paulo é o estado com o maior número de propostas selecionadas (6 empresas). Na sequência, aparecem Rio de Janeiro (4), Rio Grande do Sul (3) e Pernambuco (2). Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Paraná e Santa Catarina estão representados com uma startup cada.

A segunda rodada de investimentos da primeira chamada do programa, em andamento, recebeu 366 inscrições. Desse total, 75 startups foram classificadas para a etapa seguinte, uma banca de avaliação presencial realizada entre os dias 17 e 19 de abril, em São Paulo. O resultado final e o início das visitas técnicas às sedes das empresas aprovadas estão previstos para o dia 25 de maio.

Para mais detalhes sobre o Finep Startup, acesse: www.finep.gov.br/apoio-e-financiamento-externa/programas-e-linhas/finep-startup

Confira abaixo a lista das 19 startups aprovadas para investimento na 1ª rodada do programa, em ordem alfabética:

– Byond (Estado: SC / Tema: IoT)

Incubada na Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE), a Byond atua no setor de automação industrial baseada em IoT. A startup pretende explorar uma tendência de mercado (Indústria 4.0), oferecendo serviços de rastreamento e monitoramento de estoques e de produção. Site: http://getbyond.com/

– Fitbank (Estado: SP / Tema: Fintech)

A startup paulista atua com gestão de tesouraria e meio de pagamentos. Sua solução automatiza todas as rotinas de tesouraria de uma empresa sem a necessidade de atividades manuais e integra aos principais sistemas de gestão e controle (ERPs) e aos grandes bancos de forma transparente, simples e barata. Site: http://www.fitbank.com.br/

– GeekSys (Estado: SP / Tema: IoT)

Startup fundada por dois jovens engenheiros, a GeekSys utiliza soluções de inteligência para aumentar a eficiência e conversão do varejo físico a partir da captura e análise, em tempo real, do comportamento dos consumidores. Empresa foi pioneira ao disseminar no país o conceito de Store Performance Management. Site: http://www.geeksysgroup.com/pt-br/

– Incentivendas (Estado: RJ / Tema: Fintech)

A empresa atua no setor de varejo e serviços por assinatura. Desenvolveu plataforma que gerencia o processo de incentivos: vendedores acessam via aplicativo e recebem cartão para recebimento do prêmio. Clientes são as empresas, que usufruem de maior gestão, informação em tempo real, compliance e relatórios gerenciais. Site: http://www.incentivendas.com.br/

– Kokku (Estado: PE / Tema: Economia Criativa – Jogos Eletrônicos)

A startup pernambucana oferece serviços de Arte 2D/3D, desenho de UI/UX (user interface e user experience), Animação e Programação para o setor de jogos. A inovação está no processo de desenvolvimento de código e de arte. A empresa busca automatizar e otimizar o processo de desenvolvimento para obter resultados mais robustos tecnicamente e maior margem de lucratividade. Site: http://www.kokkuhub.com/home/

– Mainô (Estado: RJ / Tema: Fintech)

A startup carioca desenvolveu um software de gestão, no modelo SaaS, para empresas importadoras atacadistas e varejistas. Solução automatiza os processos de emissão de Notas Fiscais, gestão de estoque, cobranças (faturamento) e atendimento de obrigações fiscais acessórias. Site: http://www.maino.com.br/

– Marina Tecnologia (Estado: RS / Tema: Petróleo)

A startup atua no setor de petróleo e gás e desenvolve anéis de vedação de perfluorelastomero (FFKM) com elevada resistência térmica e química. Formulados com cargas especiais, formam uma composição química eficiente, que atende aos padrões de normas internacionais do setor. É a única empresa brasileira que fabrica anéis de vedação com essas características. Site: http://www.marinatecnologia.com.br/

– Meerkat (Estado: RS / Tema: Fintech)

A startup atua no setor de Tecnologia da Informação – Visão Computacional. Desenvolveu tecnologia proprietária para reconhecimento facial, detecção de logos e objetos, reconhecimento de caracteres e detecção de fraudes. Site: http://www.meerkat.com.br/

– Metha Soluções (Estado: PR / Tema: Energia)

Startup atua no setor de geração de energia renovável. Desenvolveu a Micro Central Hidrelétrica (MCH), unidade de geração de energia hidráulica capaz de operar em situações de baixa disponibilidade de água, com captação a fio d’água (rios e riachos, sem reservatórios) ou de água sob pressão (tubulação industrial, vertedouros de grandes hidrelétricas, etc.). Primeira solução com arranjo tecnológico voltado para minigeração, maximizando as eficiências de cada componente. Site: http://methasolucoes.com.br/

– NeuroUP (Estado: PE / IoT)

A startup trabalha com equipamentos médicos e oferece alternativa para diagnóstico e tratamento da cefaléia crônica, em especial aquela classificada como tensional, causada por bruxismo e DTM (Disfunção Temporomandibular). Desenvolveu uma solução baseada na técnica de biofeedback – treinamento do paciente para controlar conscientemente algumas de suas funções corporais – suportada por um conjunto composto por hardware (vestível), software e base de dados. Site: http://neuroup.com.br/

– Oktagon (Estado: RJ / Tema: Economia Criativa – Jogos Eletrônicos)

A startup carioca utiliza aplicações de Deep Learning e Machine Learning para prestação de serviço de Liveops (etapa pós-lançamento) para grandes produtores de jogos eletrônicos, principalmente em mobile. As técnicas tornam o serviço assertivo, automatizado, escalável e único no mercado. Site: http://oktagongames.com/

– Omics (Estado: SP / Tema: Biotecnologia)

A empresa de Biotech pretende disponibilizar um tratamento eficaz à base de células-tronco, numa forma resfriada. Realiza o isolamento, cultivo, expansão e criopreservação das células-tronco alogênicas e autólogas para aplicação clínica em cães e equinos no processo de terapia celular regenerativa. A inovação está na forma de apresentação do produto, com células prontas para aplicar por até 48h. Através do seu processo, também conseguem disponibilizar a maior dose de células do mercado. Site: http://www.omicsbiotecnologia.com.br/

– Optimale (Estado: MS / Tema: Cidades Sustentáveis)

A startup atua com gestão de águas (Smart Water Management). Desenvolveu uma solução inovadora plug and play para gestão inteligente de água, com uso de algoritmos que transformam dados brutos em informações para a tomada de decisão (ex: alertar sobre anomalias na rede, estimar perdas em tempo real, identificar áreas de vazamentos e apontar tendências – predição). Site: http://www.optimale.com.br/

– Pragas.com (Estado: SP / Tema: Agritech)

A startup oferece soluções para controle químico e biológico. A Pragas.com® fornece organismos-alvo, insumos biológicos, materiais e suprimentos de apoio à pesquisa, além da prestação de serviços em experimentação agrícola. É a primeira empresa a oferecer em território nacional insumos de alta qualidade para pesquisa biológica. Site: http://pragas.com.vc/

– Projeta Sistemas (Estado: ES / Tema: Agritech)

Atuando no setor de pecuária, a startup utiliza tecnologia de Visão Computacional aliada à Estatística e Modelagem Matemática para prover um método prático e rápido de pesagem animal, sem estresse. Para isso, criou um software que se baseia em imagens 3D para reconstruir a volumetria de bois, usando algoritmos especialmente desenvolvidos. Site: http://www.projetasistemas.com.br/

– Prosumir (Estado: RS / Tema: Energia)

O produto oferecido pela Prosumir é uma turbina a vapor compacta que executa a mesma função operacional da válvula redutora, aproveitando o desperdício de energia (perda de carga) para a geração de energia elétrica, sem o consumo extra de combustível. Promove eficiência energética e redução de custo operacional. Trata-se de uma tecnologia proprietária. Site: http://www.prosumir.com.br/

– @Tech – Inovação Tecnológica para a Agropecuária (Estado: SP / Tema: Agritech)

A startup desenvolveu plataformas de inteligência de informações de mercado para a maximização do lucro de produtores e frigoríficos, através de sensores cada vez mais sofisticados para descrever e monitorar em tempo real o processamento dos animais in vivo e post-mortem. Site: http://www.techagr.com/

– Treevia Forest Technologies (Estado: SP / Tema: Agritech)

Criou um sistema integrado de monitoramento florestal. A plataforma inteligente, em nuvem e oferecida em modelo SaaS, utiliza de sensores IoT para medição em tempo real de dados como produtividade na fazenda, risco de incêndio e resultados de inventário florestais, além de analytis e apresentação inteligente. Site: http://treevia.com.br/

– VM9 (Estado: RJ / Tema: IoT)

Desenvolvedora e fornecedora de software e serviços para instituições públicas e privadas, direcionada aos mercados nacional e internacional de tecnologias inteligentes. A inovação criada pela startup consiste na transformação de um ativo intangível da empresa, desenvolvido para indústria cimenteira (CAD Browser), num ativo relevante como solução para cidades inteligentes: um visualizador de dados diversos em ambiente georreferenciado. Site: http://www.vm9it.com/

Tags, , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

Retrabalho é apontado como um dos principais obstáculos no atendimento das empresas

Imagine que um cliente entre em contato com o help desk de uma empresa e peça ajuda para um problema. Ele recebe o atendimento e o chamado é encerrado. No entanto, o problema não foi resolvido completamente (ou corretamente), e logo o cliente precisa abrir um novo chamado pela mesma razão. Este tipo de situação é apontada como o principal problema para produtividade e atendimento de todas as companhias. Segundo a Octadesk, especializada em soluções voltadas para gestão de relacionamento com os clientes, além da queda de produtividade, o retrabalho é responsável por aumento de custos, insatisfação o do cliente, falta de controle e fragmentação interna. A startup reuniu algumas dicas para evitar o retrabalho. Confira na lista abaixo:

1- Treinamento

Em casos em que o erro que causa o retrabalho é fruto de inexperiência ou falta de preparo, os treinamentos são a melhor solução.

Uma ideia é planejar os treinamentos a partir dos erros mais recorrentes, para ir diretamente ao centro do problema. Eles podem ser organizados em torno de qualquer tema, desde técnicas para lidar com um cliente furioso até noções de como utilizar o sistema de help desk da empresa.

2- Conscientização

Em certos casos, é possível que o colaborador seja negligente com o trabalho porque não tem uma perspectiva clara dos problemas que isso causa para a empresa, para os colegas e para si mesmo. Portanto, uma “campanha” de conscientização voltada a toda a equipe vai ajudar a fazer com que esse tipo de funcionário entenda que deve executar suas atividades com qualidade desde o primeiro momento.

3- Feedback direto

Nos casos em que os erros vêm de uma postura inadequada, o feedback direto ao atendente responsável é a melhor alternativa. É importante que ele saiba que está sendo observado e que suas atitudes são avaliadas pelo gestor.

Metabuscadores – Como lucram essas empresas?

Não importa o tipo de produto ou serviço, o consumidor está sempre em busca do melhor custo benefício para o seu bolso. Atentos a esse perfil, alguns empresários brasileiros começaram a observar um novo tipo de mercado, o de metabuscadores. Assim, começaram a surgir empresas como o Buscapé, que compara preços de produtos em diversos e-commerces, e o Voopter, um aplicativo brasileiro de comparação de passagens aéreas.

Mas como lucram essas empresas se elas não vendem nada? A pergunta pode parecer simples, porém esse modelo de negócio ainda não está claro para muita gente. No caso do Voopter, o seu cofundador, Pettersom Paiva, explica, “Nosso aplicativo gera receita por meio de verbas publicitárias, além do tráfego que geramos para os e-commerces de companhias aéreas e agências de viagens. A ferramenta é totalmente gratuita para o usuário, não cobramos nenhum tipo de taxa”.

Além da plataforma de comparação, o Voopter faz uma curadoria dos melhores preços e divulga isso aos seus clientes. Para Paiva, esse é um dos motivos do sucesso do seu negócio no país. “Identificamos que por aqui as pessoas são mais sensíveis a ações promocionais. Por este motivo, além de oferecer uma ferramenta que encontra o melhor preço nas passagens, com um exclusivo buscador multidatas, desenvolvemos e entregamos aos nossos clientes conteúdos e dicas sobre a viagem de interesse”, conta o executivo.

Em 2017 a empresa encerrou o ano com bons resultados, além de atingir o seu breakeven, teve um crescimento de 200% e um faturamento de R$ 4 milhões.

Investimentos dos bancos em tecnologia somam R$ 19,5 bilhões em 2017, com crescimento acima da média mundial

Os investimentos e despesas em tecnologia no Brasil feitos pelo setor financeiro em 2017 somaram R$ 19,5 bilhões, um aumento de 5% em relação ao ano anterior. Em dólares, a alta (também afetada pela forte variação cambial do período) foi de 15%, acima da média mundial de 3,6% segundo dados da Gartner. Esse resultado é uma das novidades da Pesquisa de Tecnologia Bancária 2018 da FEBRABAN, realizada pela Deloitte, divulgada hoje. O estudo, já em sua 26ª edição, traz uma radiografia e tendências do comportamento do setor financeiro no que se refere aos investimentos e uso da tecnologia, bem como a relação dos consumidores com os canais de atendimento.

Quando comparado a outros setores, o setor financeiro compartilha a liderança dos investimentos em tecnologia com o governo, que, historicamente, é o segmento de mercado que mais investe nessa área. As transações bancárias em 2017 somaram 71,8 bilhões, com alta de 10% ante os 65,4 bilhões de 2016. “A indústria bancária brasileira segue robusta, madura e comprometida com os avanços tecnológicos presentes na sociedade”, afirma Gustavo Fosse, diretor setorial de Tecnologia e Automação Bancária da FEBRABAN.

Todo esse processo vem sendo reforçado pelo alto volume de recursos destinados pelos bancos ao setor. Os investimentos com software, que avançaram 15% em relação a 2016, representam metade do orçamento dos bancos em tecnologia. Hardware consumiu 32% dos investimentos, e telecom, 18%.

O executivo chama atenção para o desempenho do mobile banking, que reflete “o investimento maciço da indústria em usabilidade e oferta de novos serviços”. Os números desta 26ª edição da Pesquisa comprovam: as transações com movimentação financeira por aplicativos de celular saltaram 70%, impulsionadas pelo crescimento do pagamento de contas (+85%), transferências/DOC/TED (+45%), contratação de crédito (+ 141%) e investimentos/aplicações (+42%).

No total, foram realizadas 25,6 bilhões de transações através do canal mobile no último ano – alta de 38% em relação a 2016 – o equivalente a 35% de um universo de 71,8 bilhões de operações. A participação do mobile no total das transações bancárias cresceu 3,5 vezes em relação a 2011, confirmando-se como o preferido dos brasileiros para realizar operações bancárias.

Se os números envolvendo o mobile são expressivos, o fato é que ointernet banking também registrou avanço, modesto, porém significativo, no consolidado geral: foram 15,8 bilhões de transações (+2%) por esse meio. O número de transações com movimentação financeira aumentou 6%, de 3,4 bilhões de operações em 2016 para 3,6 bilhões em 2017. Juntos, mobile e internet banking contabilizam 5,3 bilhões de operações com movimentação financeira em 2017. No geral, os dois canais têm 58% de participação no total das operações (com ou sem movimentação financeira).

Não há dúvidas de que a indústria bancária vem atuando como indutora no uso dos meios digitais. Um item apontado pela Pesquisa foi o maior ritmo de adoção de agências pelo conceito digital, com atendimentos por meio de chats, telefone, e-mail ou videoconferência. O número dessas agências triplicou em relação a 2016: são 373 agências em 2017, ante 101 do ano anterior.

Canais tradicionais

Em 2017, o número de agências tradicionais teve uma ligeira queda. Em função das recentes aquisições, os bancos eliminaram as sobreposições existentes na rede bancária. Além disso, com o avanço dos meios digitais, as agências passam por uma readequação do seu modelo tradicional de negócio e adquirem um papel mais consultivo, com funcionários preparados para atender as novas necessidades e questionamentos trazidos pelos clientes.

O número de postos especializados de atendimento bancário (PABs) teve um leve aumento, de 3%, em 2017, enquanto o número de postos de atendimento eletrônico (PAEs) teve um movimento oposto, com uma leve queda de 6%. Assim, como nos anos anteriores, a rede de ATMS também teve uma ligeira queda em 2017.

A Pesquisa e a metodologia adotada

Realizada há 26 anos pela FEBRABAN, em 2018, a Pesquisa FEBRABAN de Tecnologia Bancária foi desenvolvida em parceria com a Deloitte e contou

com a participação de 24 bancos, que representam 91% dos ativos dessa indústria no País. O estudo foi feito por meio de um questionário online aplicado às instituições financeiras, entrevistas com especialistas, consolidação de dados públicos e também com pesquisas internacionais da Deloitte, para ampliar e aprofundar a análise dos dados.

“Os resultados da Pesquisa da Deloitte destacam que o DNA de transformação digital dos bancos consiste na exploração constante de novas tecnologias, tendo um objetivo em comum: uma melhor experiência para os clientes”, finaliza Paschoal Pipolo Baptista, sócio-lider de Banking & Capital Markets da Deloitte.

Para conferir a apresentação completa da pesquisa, acesse esse link. O relatório completo será lançado no CIAB FEBRABAN 2018, que acontecerá entre os dias 12 e 14 de junho (mais informações em www.ciab.org.br).

Tags, , , , , , , ,