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BRQ anuncia aquisição total da Livetouch e da BMSIX

A BRQ Digital Solutions, empresa líder na construção de jornadas de transformação com robustez e segurança, acaba de fechar dois M&As. A organização integra os serviços de BMSIX e Livetouch, companhias que atuam com cloud computing e tecnologia mobile.

O movimento faz parte da estratégia de expansão da empresa. “Nosso objetivo é trazer novas soluções para dentro de casa, agregando valor à nossa Plataforma de Serviços. Dessa maneira, reforçamos o compromisso de apoiar nossos clientes em todos os desafios da transformação digital, colocando-os no centro das decisões”, explica Rodrigo Frizzi, CDO da BRQ. “Com as aquisições, a BRQ ganha escala para crescer com mais velocidade e fortalecer não só os projetos de cloud e mobile dos nossos clientes, mas a expansão dessas ofertas na América do Norte”, complementa.

A BMSIX é uma das pioneiras no setor de cloud computing no Brasil e tem como foco proporcionar automação, inovação e transformação de forma ágil e consultiva. Foi eleita em 2020 parceira do ano de serviços Google Cloud para a América Latina. No mercado desde 2008, a Livetouch, uma das pioneiras em mobile no país, desenvolve soluções tecnológicas para inovar processos e produtos dos clientes, com times altamente especializados que atendem a todas as fases do projeto.

Segundo o CEO e fundador da BRQ, Benjamin Quadros, a estratégia é investir em novas fusões e aquisições. “O mercado de tecnologia é muito grande e buscamos empresas que complementam o nosso jogo B2B”, afirma.

ServiceNow anuncia aquisição da Mapwize, pioneira em mapeamento de interiores, para facilitar o trabalho híbrido

A ServiceNow (NYSE: NOW), companhia líder em fluxos de trabalho digitais que faz o trabalho funcionar melhor para as pessoas, anunciou recentemente a assinatura do acordo de aquisição da Mapwize, empresa especializada em mapeamento e navegação de ambientes internos sediada em Lille, na França. Com a Mapwize, a ServiceNow contará com a solução de mapeamento de interiores para que colaboradores reservem mesas, salas de reunião, espaços e recursos físicos, bem como naveguem pelos escritórios a partir de seus dispositivos de mesa ou móveis. As capacidades da Mapwize também vão ajudar as equipes de administração predial a gerenciar e atualizar mapas dos espaços físicos com base em tendências de utilização e de acordo com as mudanças e necessidades de cada espaço. 

“No novo mundo de trabalho híbrido, o papel dos serviços prediais nunca foi tão importante para a criação de ótimas experiências“, afirma Blake McConnell, vice-presidente sênior de Fluxos de Trabalho da ServiceNow. “Com a Mapwize, a ServiceNow vai promover o futuro das experiências dos funcionários, facilitando que as pessoas naveguem pelo ambiente de trabalho e acessem informações sobre o espaço e os serviços prediais de que precisam para se manterem produtivas.” 

Para ampliar ainda mais a flexibilidade e a agilidade nos locais de trabalho, a ServiceNow pretende desenvolver as capacidades da Mapwize nativamente na Now Platform e no Workplace Service Delivery Suite. 

As soluções de mapeamento, os recursos de produto e os talentos técnicos da Mapwize vão complementar e aperfeiçoar as atuais capacidades do Workplace Service Delivery da ServiceNow, tais como Workplace Space Mapping, Workplace Reservation Management, Workplace Space Management, Workplace Visitor Management, Case and Knowledge Management e Safe Workplace Suite. 

A ServiceNow é líder global em promover belas experiências de usuário“, diz Médéric Morel, CEO e cofundador da Mapwize. “Estamos felizes em nos unir à essa missão de fazer o mundo do trabalho funcionar melhor para todos. Com a ServiceNow, temos a oportunidade ímpar de escalar nossa tecnologia para ajudar cada vez mais organizações a navegar pelos ambientes de trabalho híbrido em todo o mundo. Nossa tecnologia, combinada com a Now Platform e o Workplace Service Delivery Suite, vai reduzir o estresse e o tempo para as pessoas se encontrarem no local de trabalho, permitindo que os colaboradores sejam ágeis e eficientes em qualquer ambiente, em qualquer dispositivo.” 

A Mapwize foi fundada em 2014 por Médéric Morel, seu CEO, e por Mathieu Gerard, seu CTO, e fica sediada em Lille, França. A ServiceNow espera concluir a aquisição da Mapwize no terceiro trimestre de 2021. As cláusulas financeiras do acordo não foram divulgadas. 

11 fintechs se unem à rede global Mastercard Start Path para incentivar a inovação

O Mastercard Start Path, premiado programa global de engajamento de startups, dá as boas-vindas a 11 fintechs que passam a integrar sua rede para receber suporte dedicado, acesso a clientes e equipes de produtos e oportunidades para inovar em conjunto. A brasileira Swap, que capacita as empresas a incorporar serviços financeiros, foi a única startup nacional selecionada nesta edição. Além dela, as empresas Finmod, Flourish Savings, GenEQTY, Karri, KeyChain Pay, Kwara, Layer, Osper , upSWOT e Wellthi também farão parte do programa e estão usando gamificação, ciência comportamental, plataformas de banco social e muito mais para modernizar os pagamentos.

Deste grupo, GenEQTY, Finmod e Wellthi estão entrando no novo trilho do Start Path – dedicado a apoiar startups em estágio inicial e liderado por fundadores de origens subrepresentadas no espaço fintech – como parte dos compromissos In Solidarity da Mastercard.

“Vimos um tremendo crescimento em todo o cenário de fintechs, e mais pessoas do que nunca estão se beneficiando da economia digital, seja obtendo acesso a crédito para sua pequena empresa por meio de serviços bancários abertos ou fazendo pagamentos com segurança para a escola de seus filhos no conforto de seu smartphone”, disse Amy Neale, Vice-Presidente Sênior da Fintech & Enablers. “Por meio do Start Path, a Mastercard cria um trampolim para empresas fintech que estão impulsionando uma economia digital mais inclusiva e as ajuda a acelerar a maneira como mudam o mundo”.

A Mastercard tem um histórico de inovação conjunta com startups. Desde a fundação do Start Path, em 2014, a empresa forneceu orientação, apoio e acesso a mais de 260 startups que levantaram coletivamente mais de US$ 5 bilhões em capital. As seguintes startups estão entrando para esta rede crescente, com o objetivo de expandir seus negócios:

• Finmod ajuda pequenas empresas a prever finanças 10 vezes mais rápido e a tomar decisões financeiras em tempo real.
• Flourish Savings usa a gamificação e a ciência comportamental para capacitar os indivíduos a estabelecer hábitos financeiros positivos e obter segurança financeira.
• GenEQTY oferece uma plataforma de banco digital que informa, rastreia e organiza despesas de negócios, permitindo que os proprietários de empresas gerenciem o fluxo de caixa e obtenham financiamentos relevantes.
• Karri é um aplicativo móvel de pagamento que permite pagamentos rápidos e fáceis para escolas e organizações comunitárias, fornecendo também aos pais uma maneira conveniente de gerenciar o dinheiro de seus filhos.
• KeyChain Pay é uma plataforma inteligente para proprietários e inquilinos cobrarem e pagarem aluguel usando IA e tokenização de cartão de crédito.
• Kwara está transformando as cooperativas de crédito em modernos bancos digitais com um sistema operacional de cooperativas de crédito e experiência de neobanco para seus membros.
• A plataforma de banco aberto Layer ajuda as instituições financeiras a oferecer ótimas experiências ao cliente, com aprimorados recursos digitais.
• Osper capacita os jovens a ganhar, gastar e economizar; Prosper, sua nova plataforma B2B, permite que qualquer empresa lance seu próprio esquema de cartão jovem em semanas, por uma fração do custo de construção interna.
• Swap é uma plataforma brasileira que capacita as empresas a incorporar serviços financeiros para expandir sua presença, entregar experiências de produtos sem precedentes e impulsionar sua economia.
• upSWOT oferece um painel de saúde empresarial com marca própria que alimenta plataformas de banco online e móvel com mais de 150 aplicativos habilitados para API.
• Wellthi desenvolve soluções de banco social para ajudar os clientes a aproveitar o poder da IA, dados e comunidades online para atrair e reter novos segmentos de clientes.

À medida que o cenário das fintechs continua a evoluir e diversificar, a Mastercard abraça essas oportunidades para apoiar e colaborar com players digitais, com o intuito de desbloquear potencial e construir a próxima geração do comércio.

Avião demonstrador elétrico da Embraer inicia campanha de ensaios em voo

Electric Demonstrator

Mais uma iniciativa da Embraer na jornada rumo a um futuro de zero emissões de carbono atingiu uma nova fase com o início da campanha de ensaios em voo do avião demonstrador elétrico. Desenvolvido especificamente para avaliar novas tecnologias e soluções que possibilitem a propulsão aeronáutica 100% elétrica e mais sustentável, o demonstrador realiza testes na unidade da Embraer, em Gavião Peixoto, interior de São Paulo. 

Esta é mais uma etapa promissora da bem-sucedida cooperação científica e tecnológica que uniu a Embraer e duas renomadas provedoras de soluções de mobilidade elétrica, WEG e EDP. A estratégia de inovação aberta tem acelerado o desenvolvimento das tecnologias necessárias para aumentar a eficiência energética de futuras aeronaves a partir do uso e integração de dispositivos elétricos em um sistema de propulsão inovador. 

Nas primeiras avaliações em voo tripulado foram analisadas características primárias como potência, desempenho, controle, gerenciamento térmico e segurança de operação.

O objetivo é demonstrar em condições reais os resultados obtidos em simulação computacional, ensaios em laboratório e integração da tecnologia em solo, que acontecem desde o segundo semestre de 2019. “O primeiro voo de uma aeronave é sempre um marco importante, e a decolagem do nosso primeiro avião elétrico de zero emissões simboliza também a relevante contribuição das nossas equipes e parceiros para a transição energética do setor,” disse Luis Carlos Affonso, vice-presidente de Engenharia, Desenvolvimento Tecnológico e Estratégia Corporativa da Embraer. “Temos o compromisso de buscar as soluções que viabilizam o futuro de uma aviação mais sustentável e a inovação desempenhará um papel fundamental nesta jornada”. 

Este projeto de cooperação tecnológica utilizou um sistema motopropulsor elétrico da WEG e um conjunto de baterias financiadas pela EDP que foram integradas em um EMB-203 Ipanema, uma aeronave que faz parte da história da Embraer e se tornou em 2004 o primeiro avião do mundo certificado e produzido em série para voar com um combustível de fonte renovável (etanol). 

A Embraer possui um programa contínuo de desenvolvimento tecnológico que tem resultado em ganhos de eficiência no desempenho das aeronaves, reduzindo seu consumo e emissões de gases que contribuem para o aquecimento global. As pesquisas em eletrificação aeronáutica compõem um conjunto de outros estudos em busca de uma nova geração de energia renovável e a transição para um futuro de zero carbono. 

Os resultados do Demonstrador Elétrico permitirão que a Embraer utilize o conhecimento adquirido para a aplicação de tecnologias inovadoras de eletrificação no desenvolvimento de novos produtos alinhados com a busca contínua de um futuro sustentável. É o caso da aeronave eVTOL (aeronave elétrica de pouso e decolagem vertical), também conhecido como EVA (Electric Vertical Aircraft ou aeronave elétrica vertical), desenvolvida pela Eve, empresa de Mobilidade Aérea Urbana da Embraer. 

5 razões pelas quais software híbrido é o combustível da próxima geração de software

Por Andrés Dagotto, Vice-presidente, Líder de Technology Technical Community na IBM América Latina

O ano passado testou a resiliência das operações de negócios, de todas as maneiras imagináveis. A pandemia pressionou as cadeias de abastecimento, dificultou o gerenciamento da força de trabalho e fechou partes de nossa economia. Hoje, mais e mais empresas são software. Isso significa que quando seu software não está mais disponível, todo o negócio não está mais disponível. O investimento insuficiente em automação de nuvem, bem como a falta de compreensão de como os provedores de software baseados em SaaS realmente operam “nos bastidores”, colocou as empresas em risco.

O que impulsiona a próxima geração de resiliência é o modelo do software híbrido. Ele foi descrito como um software que pode ser executado em qualquer nuvem, mas o maior valor vem da automação, que conta com “operadores”. A maneira mais simples de descrever esses operadores é a automatização de tarefas comuns que uma equipe de operações de TI tradicionalmente faria manualmente. Isso é o que temos feito há muito tempo em ambientes SaaS para reduzir custos operacionais. A diferença aqui é que agora integramos e entregamos essa automação junto com o produto, portanto, ela também passa por um nível muito mais alto de testes. É o que permite que o software seja executado em qualquer lugar, para citar uma de suas muitas vantagens.

1. O software de nuvem híbrida é muito mais confiável

As empresas que compram software nem sempre têm tempo ou recursos suficientes para aprender todos os segredos de um aplicativo. Por isso, elas pedem aos fornecedores de software para gerenciá-lo, mas isso não as dispensa de ter que garantir a resiliência em um ambiente de nuvem. Isso pode ser difícil de conseguir com a maioria dos provedores de SaaS, pois eles não querem deixar os clientes “olharem para os bastidores”. A nuvem híbrida resolve esse problema permitindo que a equipe de TI da empresa, se necessário, execute tudo em seu ambiente de teste e depois o implante em toda a organização. Como alternativa, você também pode fazer com que o fornecedor do software o execute para você, proporcionando um nível mais alto de controle e visibilidade, bem como maior confiabilidade. Ao mesmo tempo, esse modo isola sua organização das consequências que um ambiente SaaS mal gerenciado pode ter. Se necessário, para garantir resiliência, a empresa pode reimplantar o software para outra nuvem ou provedor de serviços.

2. Gerenciamento simplificado do ciclo de vida dos aplicativos

De atualizações de recursos do sistema a patches de segurança necessários, todo software passa por um ciclo de vida de aplicativos que as organizações precisam manter atualizado. Particularmente em uma situação de violação de segurança muito crítica, a emissão de atualizações de software e a garantia de que toda a força de trabalho as baixe pode expor toda a organização a vulnerabilidades e, ao mesmo tempo, aumentar o tempo de inatividade do aplicativo. Em vez disso, as plataformas de nuvem híbrida permitem a entrega contínua de patches para manter a segurança e os que que melhoram a forma como o software funciona.

3. Operação global

Nem mesmo os maiores provedores de nuvem têm data centers que oferecem cobertura global completa. Para operar com alcance mundial, as empresas precisarão de um conjunto mais amplo de data centers localizados, com flexibilidade para migrar de uma nuvem para outra se um centro estiver offline. A pandemia e as mudanças climáticas deixaram claro que as empresas globais devem esperar o inesperado.

4. Automação das tarefas do “Dia 2”

O software híbrido vem com automação integrada, o que significa que ele pega as tarefas do “Dia 2” e as automatiza. Dia 2 é um termo usado para descrever o que precisa ser feito desde o dia em que o software é instalado ou comprado. E, essencialmente, concluir essas tarefas do Dia 2 é o que os fornecedores de software oferecem. Infelizmente, essa dinâmica permite que eles usem atalhos porque esse comportamento não é visível para os clientes. Em contraste, com o software híbrido, as tarefas do Dia 2 vêm integradas como operadores, permitindo que os departamentos de TI observem mais de perto como o software está operando, mesmo em um ambiente SaaS. Vamos pensar nisso como uma versão melhor testada e mais comercializada do ambiente SaaS.

Outro desenvolvimento interessante é que às vezes uma solução vem montada com componentes de vários fornecedores de software ou código aberto. Você prefere ter um operador desenvolvido diretamente pelo fornecedor do software ou pelo departamento de TI de uma empresa de software que pode não ter o mesmo nível de especialização? É o ecossistema de fornecedores de software que tornará as soluções completas mais confiáveis.

5. Escala automática para atender à demanda

Para maior resiliência, as empresas também precisarão de mais flexibilidade para aumentar ou diminuir sua capacidade de computação em paralelo com a demanda. Um varejista pode experimentar uma multiplicação da demanda por seus produtos durante a temporada de compras de final de ano ou com a perspectiva de um possível fechamento ou falta de suprimentos. Um dos recursos avançados que a nuvem híbrida oferece é a capacidade de redimensionar o software com escala automática, adicionando mais capacidade horizontal e verticalmente. É uma coisa maravilhosa, especialmente porque mais provedores de nuvem estão facilitando o consumo de capacidade dinâmica.

A automação é a chave para superar os desafios de negócios hoje, e a nuvem híbrida é o combustível que impulsionará essa nova geração de software. Na IBM, estamos convertendo portfólios inteiros de software para o modo híbrido. O motivo é garantir maior resiliência para nossos clientes, mas também reduzir o custo de operação do software para eles.

KPTL e Cedro Capital investem R$ 5 milhões na Mereo

Trazer a inovação para dentro da gestão de pessoas sempre foi um grande desafio das empresas. Não é simples aportar tecnologia aos departamentos de recursos humanos para impulsionar a performance, deixando o RH mais estratégico e digital. Fundada em 2012, a Mereo resolve essa dor e agora chama a atenção de dois players de peso. A KPTL, uma das principais gestoras de fundos de Venture Capital do Brasil, acaba de anunciar conjuntamente com a Cedro Capital um investimento de R$ 5 milhões na companhia, por meio do Fundo Criatec 3, que tem o BNDES e o BDMG entre os principais cotistas.

A Mereo se apresenta como a integração de duas soluções como plataforma de monitoramento de performance (CPM-Corporate Performance Management) e como HR Tech – como são chamadas as startups focadas aos recursos humanos – voltada à performance dos profissionais dentro de uma empresa.

A empresa nasceu em Belo Horizonte (MG), pelas mãos de três sócios egressos da consultoria Falconi. Os colegas Athila Machado, Ivan Cruz e Marconi Rocha notaram a oportunidade de encapsular todo o conhecimento, processos e métodos de gestão de talentos e performance em uma plataforma. Além de facilitar a gestão, simplifica a adoção das melhores práticas e padrões do mercado.

Durante sua passagem pela consultoria, os atuais sócios desenvolveram diversos projetos para empresas de médio e grande porte nas áreas de Estratégia, Gestão Empresarial, Performance, Gestão de Talentos, Reconhecimento, Recompensa e Processos. Queriam ainda permitir uma maior flexibilidade e liberdade na adoção de distintos métodos, processos e ferramentas, além daqueles restritos ao universo da consultoria.

Enxergavam no mercado uma oportunidade para transformar sua experiência e conhecimento em uma plataforma no modelo SaaS (Software as a Service). Mais do que isso: uma ferramenta que companhias de grande porte usassem, mas que as de médio porte também pudessem pagar.

Tradicionalmente, empresas de grande porte no Brasil contratam serviços de empresas multinacionais de tecnologia como a Oracle e a SAP (com o software SuccessFactors) para gerir seus recursos humanos. A Mereo está ganhando mercado com um produto mais versátil e a um custo muito mais baixo. Entre os clientes atuais, estão empresas como BRF, XP Investimentos, Burger King, Magazine Luíza e Suzano, dentre outras.

Para Ivan Cruz, Co-Fundador e Diretor de Marketing e Desenvolvimento de Negócios, o investimento chega na hora certa. “Esse aporte é um divisor de águas, onde vamos acelerar nossa evolução. Entendemos que é momento de escalarmos, tanto em termos de recursos, mas também em relação ao know-how e ao relacionamento com a KPTL. A sensação é a de ganhar um grande impulso”, acredita Cruz.

O crescimento da Mereo nos últimos anos é nítido e a startup já conta hoje com 60 funcionários. “Nosso plano para 2021 é crescer a base de clientes em 60% e para isso estamos investindo fortemente no desenvolvimento do produto e nos canais de marketing e vendas”, adianta Athila Machado, Co-Fundador e responsável pela Diretoria Comercial.

Segundo Marconi Rocha, responsável pelos setores Administrativo, Financeiro, Produto e Tecnologia, o momento é de “pisar fundo no acelerador”. “Fazer o trabalho de 5 anos em apenas 1, usando a expertise da gestora e também trazendo novos profissionais. O planejamento do orçamento já está todo concluído e já está rodando, com efeitos muito positivos. O processo comercial já está começando a criar mais maturidade. Taxa de closing está bem legal, com o ano começando bem”, resume Rocha.

A palavra Mereo tem origem no latim e significa “merecer”, raiz da palavra “meritocracia”, um dos principais valores da organização. Na idealização da empresa o mérito se tornou um valor muito claro, se tornando um elemento central na criação das primeiras soluções.

“Parece paradoxal, mas a Mereo realmente faz jus a esse aporte. Tanto por conseguir resolver dores atuais de médias e grandes empresas, como por antecipar potenciais soluções aos problemas que surgirão naturalmente com a transformação das relações de trabalho. A pandemia precipitou esse processo e a KPTL, como uma casa de tecnologia, se encanta e apoia empresas de vanguarda com soluções únicas”, defende Renato Ramalho, CEO da KPTL.

“A Mereo nos chamou a atenção pela sua carteira de clientes e por ser uma plataforma voltada para o C-Level de seus clientes, com seu posicionamento diferenciado no mercado ao integrar desde o monitoramento de performance corporativa da empresa até a gestão de competências dos colaboradores, com a apuração de suas metas individuais, de forma automatizada”, conta Alessandro Machado, sócio da Cedro Capital.

A plataforma Mereo se estrutura em três módulos, que podem ser utilizados em conjunto ou separadamente: Gestão da Performance, Gestão de Talentos e Reconhecimento Recompensa. O primeiro consolida os indicadores estratégicos de cada área da companhia e também permite tratar os desvios. Já o segundo avalia o desempenho dos funcionários de acordo com a matriz de competências de cada empresa. Por fim, o terceiro, calcula a remuneração variável de cada colaborador de acordo com os resultados alcançados e as regras definidas em cada companhia.

De acordo com Sergio Gusmão Suchodolski, presidente do BDMG, a participação como cotista do fundo Criatec 3 alinha-se ao seu propósito de estimular o ecossistema de inovação como um dos principais vetores de diversificação e modernização da matriz econômica de Minas Gerais. “Por isso, o Banco tem buscado apoiar continuamente, e com diferentes instrumentos, empresas que possuam soluções inovadoras e elevado potencial de crescimento, capazes de impactar positivamente o ambiente negócios e, consequentemente, gerar mais desenvolvimento para a sociedade”, explica Suchodolski.

Transformar informações em resultados e ter índices elevados de eficiência é um sonho de todos os gestores. Por isso, utilizar um sistema robusto que direciona as equipes e impulsiona os resultados é essencial para sua estratégia de gestão. “Através da Mereo, obtivemos uma melhoria significativa nos índices de eficiência das equipes, o que gerou um melhor resultado do banco como um todo”, relata Alexandre Riccio, Vice Presidente do Banco Inter.

Líder em Big Data e IA, Cortex tem 50 vagas abertas

A empresa de inteligência de dados Cortex está contratando profissionais para diversas áreas, com ênfase nas de tecnologia e vendas. São posições para Software Engineer, DevOps Engineer, Agilista, Sales Operations, Account Executive, entre outras.

Ao todo são mais de 50 vagas. A empresa possui escritórios nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, mas adota o modelo remote first e contrata profissionais de todo o país. Os interessados em participar do processo seletivo podem se inscrever pelo link https://cortex.gupy.io/?utm_campaign=%5Bgupy%5D%20p%C3%A1gina%20de%20carreiras%20principal&utm_source=imprensa&utm_medium=referral

Além dos benefícios tradicionais, a Cortex oferece incentivos extras aos profissionais, como licença maternidade ou paternidade estendida, ajuda de custo para pagamento das contas de luz, internet e auxílio home office, para o profissional remoto estruturar sua estação de trabalho.

A Cortex nasceu como uma startup de tecnologia especializada em inteligência para marketing e vendas. De lá para cá cresceu e conquistou clientes em diversos segmentos, como Unilever, Stellantis, Vivo, Globo, XP, Sulamérica, Ifood e Corteva, entre outros.

Em 2020, a empresa recebeu um aporte de R﹩ 170 milhões dos fundos Softbank e Riverwood, e se tornou o maior investimento em Big Data e IA da América Latina. Em 2021, a Cortex comprou a startup ITB360 para reforçar o portfólio de soluções em inteligência de vendas.

A empresa também é certificada Great Place to Work – que reconhece os melhores ambientes de trabalho em 106 países ao redor do mundo.

Hub de inovação em Minas promove feira para microempreendedores locais

O Moinho – polo de empreendedorismo, inovação, e criatividade, localizado em Juiz de Fora (MG), promoverá, no próximo dia 14 de agosto, a I Feirinha de Negócios Locais, em parceria com a Enactus/UFJF – rede empreendedora internacional – e o Projeto Vivart. O evento acontecerá das 14h às 20h, no estacionamento do Moinho, e tem como objetivo oferecer gratuitamente para 15 micro e pequenos empreendedores locais a oportunidade de expor e comercializar seus produtos, neste momento especialmente desafiador da economia. O Moinho também abrigará um HUB de Impacto Social que está sendo preparado para, em breve, receber até 80 startups focadas em saúde, bem-estar, educação, longevidade, meio ambiente e geração de renda.

Além da feira, outros 150 empreendedores que se inscreveram na Feirinha participarão do curso Varejo de Elite, ministrado por Fred Rocha, especialista em varejo e consumo, com mais de 26 anos de experiência no mercado, nos próximos três meses. A ideia é que todos passem a integrar uma rede ampla de suporte, capacitação e mentoria, com todo o apoio do Moinho Lab, Enactus_UFJF e Projeto Vivart.

“Com o HUB, nosso foco principal é atrair a participação de empreendedores, startups e projetos que atuam nos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), da ONU, focados em geração de renda que estejam alinhados ao propósito de transformação social, fortalecendo e integrando todo o ecossistema e a comunidade”, comenta Ricardo Podval, CEO do Moinho. O executivo que esteve à frente do Civi-Co, coworking na cidade de São Paulo, focado em empreendedorismo e inovação social, que se tornou referência para o ecossistema nacional de impacto, explica que o Moinho deseja gerar oportunidades de negócios em regiões pouco atendidas, descentralizando a geração de empregos e o fortalecendo a ação empreendedora.

Retrofit sustentável

O Moinho está revitalizando o antigo moinho de farinha Vera Cruz, localizado na zona norte de Juiz de Fora, desativado desde o início dos anos 2000, do qual estão sendo preservados mais de 80% da estrutura. O empreendimento tem 33 mil m² de área construída dedicados à saúde, educação, comércio e moradia. A revitalização do empreendimento, baseada no retrofit – processo de engenharia que significa “colocar o antigo em forma” – buscou gerar menor impacto ambiental, menos consumo de material e geração de entulho.

Transformar a estrutura do imóvel, construído na década de 1950, com vocação para a indústria num lugar de convivência representou um grande desafio para o empreendimento. Foram necessários diversos estudos de reformas estruturais e análises espaciais. Para se ter uma ideia, um dos dois silos de armazenamento de grãos de trigo – com 50m de altura e vão livre de 40 m – deu espaço a 14 andares dos 18 destinados à moradia.

Envolvimento da comunidade

O projeto de ocupação do Moinho é resultado de uma intensa pesquisa de place branding e place making com a população local para entender suas necessidades criando uma nova centralidade e abrindo perspectivas para o futuro. Foram dois anos de estudo e pesquisas realizadas por consultorias especializadas por meio de entrevistas com lideranças da comunidade, moradores, possíveis usuários e workshops com especialistas sobre as necessidades e possíveis melhorias na região para fortalecer o empreendedorismo e gerar impacto social.

“A revitalização do moinho não é apenas uma nova construção, é um investimento em uma maneira de pensar a vida de forma coletiva, apoiar a comunidade local e incentivar a inovação e a criatividade com base em alguns pilares principais: empreendedorismo, saúde preventiva e bem-estar e educação colaborativa”, comenta Ricardo Podval.

Os eixos: Saúde e Educação

Atendendo às necessidades identificadas no trabalho de place branding, boa parte do Moinho é destinada à saúde e à educação. Na área da saúde, o objetivo é investir na qualidade de vida e prevenção atraindo empreendedores e profissionais de diferentes áreas para criar um ecossistema integrado com variada opções de serviços, como laboratórios, clínicas médicas e odontológicas. Uma das parcerias já instaladas e em funcionamento nesse segmento é a Unimed Juiz de Fora, o que contribui para que a população da Zona Norte não precise se deslocar ao centro para atendimento em especialidades médicas, exames laboratoriais e de imagem.

Na área de educação, o Moinho está também potencializando a vocação da cidade como um polo de ensino técnico e superior na Zona da Mata mineira, Campos das Vertentes e sul fluminense, buscando parcerias com instituições de ensino para oferecer cursos técnicos e de empreendedorismo para capacitação e formação. “Juiz de Fora forma ótimos profissionais, porém eles não ficam na cidade. Ao saírem das faculdades, essas pessoas buscam oportunidades em grandes cidades e até fora do país, tamanho o nível de especialização. Queremos manter esse potencial aqui e contribuir para que a cidade se torne economicamente vibrante”, diz Podval.

Com a experiência do Moinho e do Civi-co, Podval vê a possibilidade de levar projetos semelhantes para outras cidades brasileiras. Ele acredita que em locais com até 1 milhão de habitantes, o modelo pode ser replicado, contribuindo para a descentralização do ecossistema de impacto nacional, expandindo para o interior. Para Podval, em localidades do porte de Juiz de Fora, esse é um modelo de negócios que pode gerar maior transformação social, pela possibilidade de integração entre o poder público e a iniciativa privada.

Uberlândia ganha primeiro espaço público de coworking

Em nova ação de estímulo e apoio ao empreendedorismo local e à inovação, a Prefeitura de Uberlândia inaugurou nesta quarta-feira (11) o primeiro espaço público de coworking da cidade. O UDI Lab, como foi batizado, fica nas dependências do Parque do Sabiá, próximo à sede da Fundação Uberlandense de Esporte, Turismo e Lazer (Futel). O objetivo é oferecer as melhores condições para microempreendedores individuais (MEI) e startups que ainda não possuem um endereço fixo para encontros de trabalho. O agendamento para utilização da estrutura já está disponível (veja mais abaixo).

“Esse é um dos principais compromissos que assumimos para esta gestão: entregar para a população um local com condições básicas e adequadas para o trabalho, proporcionando uma troca de experiência com outros profissionais. Os coworking são uma tendência mundial e têm se mostrado um grande facilitador no avanço da economia, e, como tal, essa é somente a primeira estrutura de muitas outras deste tipo que queremos instalar em outros espaços da cidade. Como eu sempre digo, o poder público precisa facilitar o acesso das pessoas aos serviços. É nessa direção que buscamos soluções para todos os segmentos”, disse o prefeito Odelmo Leão.

Estrutura compartilhada

Com o lema “Inovação, Coworking e Empreendedorismo”, o UDI Lab é composto por três módulos de contêiner, com revestimento interno, tratamento térmico, ar condicionado, mobiliário completo, recepção e ponto de internet. O espaço é dividido em 12 estações de trabalho, cuja reserva é gratuita e feita com antecedência pela internet, por meio da plataforma UDI Lab constante no Portal da Prefeitura.

O atendimento ao público vai de segunda a sexta-feira, das 7h às 18h, exceto feriados, mediante agendamento pelo Portal da Prefeitura. Ao entrar na página https://udilab.uberlandia.mg.gov.br, o usuário cadastra um e-mail para acessar a plataforma e escolher a estação que pretende reservar, informando o dia e o período de uso.

Todas as regras de uso do espaço constam da portaria 53.495, publicada no Diário Oficial do Município (DOM) de 26 de julho . A reserva de estações pode ser feita com, no máximo, oito dias de antecedência. Durante o cadastro na plataforma, são informados nome completo, data de nascimento, endereço, RG, CPF e, se for o caso, CNPJ. Para acessar o local, é preciso portar a confirmação do agendamento (enviada por e-mail) e identificação pessoal.

A agenda com os dias e horários disponíveis para utilização será publicada no sítio eletrônico oficial do Município. O cancelamento da reserva deve ser feito pelo endereço de e-mail udilabsabia@uberlandia.mg.gov.br ou diretamente no UDI Lab.

BNDES triplica lucro e atrai recursos do setor privado para desenvolvimento nacional

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) conseguiu implementar, ao longo do primeiro semestre de 2021, uma série de iniciativas inovadoras que promovem a multiplicação de fontes de investimentos para o desenvolvimento de longo prazo do Brasil, alavancando ou substituindo a necessidade de recursos públicos.

No leilão do sistema de saneamento básico do Rio de Janeiro, em abril, houve grande disputa da iniciativa privada por concessões que mobilizarão investimentos bilionários e proporcionarão a universalização do acesso à água e ao esgoto para os fluminenses. Ao realizar a primeira estruturação de debêntures, por exemplo, o Banco investiu apenas 30% do capital total levantado pela usina térmica Gás Natural Açu, com uma alta demanda do mercado. Já na esteira do matchfunding Salvando Vidas, em que o BNDES dobra os recursos doados para saúde, foram lançados o Resgatando a História, em favor do patrimônio histórico, e o Fundo Socioambiental, destinado ao ambiente, à educação e ao emprego. Também ocorreram no ano leilões de energia do Amapá e no Rio Grande do Sul, o lançamento de fundos para apoiar negócios de impacto socioambiental e do Garagem – Negócios de Impacto, para apoio a startups.

 Combinadas tais iniciativas com a venda ao mercado de debêntures da Vale, mantidas na carteira do BNDES por décadas, o Banco vem atraindo o mercado privado para novas formas de financiamento dos segmentos de infraestrutura, produção e socioambiental.

Paralelamente a esses esforços, o BNDES registrou lucro líquido de R$ 15,1 bilhões no primeiro semestre de 2021, o triplo do mesmo período do ano anterior. O resultado foi impulsionado pela venda de ações de Vale e Klabin, que contribuíram com um lucro líquido de R$ 6,0 bilhões e R$ 1,0 bilhão, respectivamente, e pelo resultado positivo de R$ 1,4 bilhão com equivalência patrimonial de JBS. Essas operações de desinvestimento seguem a estratégia de diminuir o risco da exposição da carteira de participações acionárias do Banco. Já no segundo trimestre de 2021, o lucro líquido foi de R$ 5,3 bilhões.

Mais da metade da carteira de crédito de operações diretas e indiretas não automáticas do Banco (56,3%, que equivalem a R$ 184 bilhões) está vinculada a empreendimentos que apoiam a economia verde e o desenvolvimento social. No segundo trimestre de 2021, R$ 1,4 bilhão e R$ 1,1 bilhão, respectivamente, foram desembolsados para esses setores. Os resultados são apresentados nesta quinta-feira (12), pelo presidente, Gustavo Montezano, e por demais integrantes da diretoria do BNDES.

No acumulado de 18 meses, desde o lançamento do Plano Trienal 2020-2022, as entregas para a sociedade incluem a criação ou a manutenção de 5,04 milhões de empregos. Os resultados das operações de crédito incluem o apoio a 654 unidades do SUS, investimentos em educação beneficiando 107 mil estudantes e conexão de 850 mil pessoas via banda larga fixa.

Resultado financeiro – O lucro líquido de R$ 5,3 bilhões no trimestre foi fortemente influenciado pelo resultado líquido na venda de debêntures da Vale, de R$ 2,1 bilhões, e por receita com dividendos e juros sobre capital próprio (JCP) das empresas investidas, com destaque para Petrobras e Eletrobras. O produto de intermediação financeira atingiu R$ 6,6 bilhões, aumento de 50% em comparação ao primeiro trimestre de 2021, impactado pelo resultado bruto na venda de debêntures da Vale (R$ 3,8 bilhões), em abril.

O resultado recorrente de R$ 2,4 bilhões no segundo trimestre de 2021 apresentou aumento de 75,8% em comparação ao mesmo período de 2020 (R$ 1,3 bilhão), refletindo a maior receita com dividendos/JCP. O indicador exclui operações de desinvestimento da carteira de renda variável e provisões para risco de crédito, dentre outros.

A carteira de crédito expandida, que inclui operações via debêntures e outros ativos de crédito, encerrou o trimestre em R$ 438,4 bilhões, queda de 4,7% em relação a 31 de março de 2021, impactada pela venda dos papéis da Vale no valor de R$ 3,8 bilhões e pelo impacto negativo da valorização cambial nos contratos em moeda estrangeira no valor de R$ 7,7 bilhões.

A inadimplência acima de 90 dias se manteve em patamar baixo, oscilando de 0,01% em 31 de dezembro para 0,19% em 30 de junho, inferior à média do Sistema Financeiro Nacional (2,30% em 30 de junho de 2021). A boa qualidade da carteira de crédito e repasses foi mantida, uma vez que 92,1% das operações estavam classificadas nos mais baixos níveis de risco (entre AA e C) em 30 de junho de 2021. Esse percentual permanece superior ao registrado pelo Sistema Financeiro Nacional, que era de 91,6% em março (última informação disponível).

A carteira de participações societárias totalizou R$ 69,3 bilhões em junho. A posição representa um acréscimo de 12,7% no segundo trimestre, em função da valorização da carteira em cerca de R$ 6,6 bilhões.

Em uma avaliação gerencial, o valor justo (a mercado) das participações acionárias era de R$ 74,8 bilhões no final do trimestre. Considerando o valor das cotas de fundos de investimento (R$ 3,4 bilhões), as participações societárias do BNDES totalizam R$ 78,2 bilhões.

Fontes de recursos – Em junho, FAT e Tesouro Nacional representavam 44,8% e 20,8%, respectivamente, do passivo do BNDES.

O valor devido pelo BNDES ao Tesouro Nacional atingiu R$ 151,3 bilhões, representando uma redução de 22,5% em relação à posição em dezembro de 2020. O decréscimo decorreu de liquidação antecipada, no montante de R$ 38,0 bilhões, além de pagamentos ordinários de R$ 7,4 bilhões.

No semestre, ingressaram R$ 9,8 bilhões de recursos do FAT, chegando ao total com o Banco de R$ 326,4 bilhões.

O passivo com captações externas totalizou R$ 32,7 bilhões, um decréscimo de 13,7% no trimestre, em função, principalmente, de amortizações de principal e de efeito cambial.

O patrimônio líquido atingiu R$ 122,3 bilhões, com aumento de 8,2% em relação a dezembro. O lucro líquido de R$ 5,3 bilhões no segundo trimestre foi influenciado por ajuste de avaliação patrimonial positivo de R$ 3,1 bilhões.

Limites prudenciais – Base para o cálculo dos limites prudenciais estabelecidos pelo Banco Central, o Patrimônio de Referência totalizou R$ 185,5 em junho, ante 194,5 bilhões em dezembro.  O Índice de Basileia manteve-se em situação confortável, oscilando de 41,2% ao fim de dezembro para 38,5% em junho, acima dos 9,625% exigidos pelo BC.

Eventos Subsequentes – Em julho de 2021, o BNDES pagou dívida junto ao Tesouro Nacional no total de R$ 16,5 bilhões (R$ 13,5 bilhões de Instrumentos Elegíveis ao Capital Principal – IECP e R$ 3 bilhões de instrumentos de dívida), conforme cronograma de melhores esforços comunicado em março. O saldo devedor atual é de, aproximadamente, R$ 99,7 bilhões.

Considerando pagamentos antecipados (R$ 54,5 bilhões), ordinários (R$ 8,2 bilhões), dividendos (R$ 4,9 bilhões) e tributos (R$ 8,3 bilhões), o BNDES transferiu ao Tesouro Nacional R$ 75,9 bilhões neste ano, até julho.

Sustentabilidade – Ao fim do primeiro semestre, 56,3% da carteira de crédito do BNDES (considerando operações diretas e indiretas não automáticas) se vinculavam a projetos que apoiam a economia verde e o desenvolvimento social. No segundo trimestre, os desembolsos para iniciativas dessa natureza, totalizaram R$ 1,4 bilhão e R$ 1,1 bilhão, respectivamente.

Cerca de 32 mil operações no segundo trimestre estavam alinhadas a pelo menos um dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. Elas respondem por 77% dos desembolsos no período (o equivalente a R$ 9,64 bilhões). Os maiores montantes contribuíram para a indústria, inovação e infraestrutura; trabalho decente e crescimento econômico; e energia limpa e acessível.

Os contratos do BNDES no primeiro semestre viabilizarão a geração de 472 MW de energia eólica e 701 MW de solar. Esse total é capaz de atender 1,9 milhão de domicílios ou 6,5 milhões de pessoas, o que equivale aproximadamente à população da cidade do Rio de Janeiro ou duas vezes os habitantes de Salvador.

As micro, pequenas e médias empresas receberam 40% dos desembolsos do segundo trimestre (R$ 5,1 bilhões). Essas empresas foram responsáveis por 34.377 operações, 96% de todas realizadas no período. Ao fim do primeiro semestre, a participação das MPMEs atingiu 22% da carteira de crédito do BNDES, totalizando R$ 98 bilhões.

Fábrica de Projetos – Em destaque, pelo sucesso do leilão do saneamento no Rio, a Fábrica de Projetos agora conta com 120 iniciativas de estruturação de desestatizações, com valor de R$ 261 bilhões entre outorgas e investimentos previstos. Alguns dos destaques no período foram também a desestatização de companhias de energia no Amapá (CEA) e no Rio Grande do Sul (CEEE-T). Ainda foram realizadas consultas públicas para concessão de iluminação pública em Caruaru (PE) e de rodovias em Minas Gerais e Rio Grande do Sul.

De janeiro de 2020 a junho de 2021, os projetos já estruturados pela Fábrica de Projetos levarão serviços de saneamento a 8,3 milhões de pessoas não atendidas atualmente, concederam 2.124 km de rodovias e culminaram com a privatização de quatro empresas.

Plano Trienal – Levadas em conta as operações de crédito do BNDES desde o lançamento do Plano Trienal, em janeiro de 2020, foi viabilizada até junho a geração ou manutenção de cerca de 5 milhões de empregos diretos, além da ampliação da capacidade instalada de geração energética em 2,6 GW e a expansão da rede de distribuição de gás natural em 1,6 mil km (equivalente à distância entre Brasília e Porto Alegre). Os financiamentos no período também contribuíram para projetos que aumentarão a rede de água, beneficiando 258 mil pessoas, e de esgoto, com impacto em 62 mil pessoas, além dos apoios ao SUS, à educação e à expansão da banda larga já mencionados. A atuação do Banco por meio do crédito também pôs em prática a implantação, duplicação ou modernização de 958 km de rodovias.

As demonstrações financeiras do BNDES e suas subsidiárias estão disponíveis no Portal de Relações com Investidores do BNDES (https://www.bndes.gov.br/wps/portal/site/home/relacoes-com-investidores).

Wipro investe US$ 1 bilhão em serviços na nuvem pelos próximos três anos

A Wipro Limited (NYSE: WIT, BSE: 507685, NSE: WIPRO), uma empresa líder global em tecnologia da informação, consultoria e serviços de processos de negócios, revela seu plano de investir US$1 bilhão pelos próximos três anos na construção de capacidades em torno da tecnologia cloud, incluindo aquisições e parcerias nesse período. A companhia também anuncia o lançamento do Wipro FullStride Cloud Services, um portfólio abrangente de soluções, ofertas e serviços com foco em aprimorar a jornada na nuvem de seus clientes. 

“A adoção da nuvem está no centro de qualquer iniciativa de transformação digital, e nossos clientes têm recorrido à Wipro como um parceiro estratégico para ajudá-los neste objetivo. Com o nosso investimento de US$1 bilhão em recursos na nuvem e o lançamento do Wipro FullStride Cloud Services, queremos simplificar e acelerar a jornada na nuvem para nossos clientes”, disse Thierry Delaporte, CEO da Wipro Limited.

O compromisso da Wipro está alinhado com o crescimento consistente dos negócios na nuvem da companhia, que atualmente emprega mais de 79 mil profissionais para atuar com essa tecnologia, dos quais, mais de 10 mil são certificados pelos principais provedores de serviços na nuvem.

Tecnologia cloud gera receitas expressivas para a Wipro

Nos últimos 12 meses, os negócios na nuvem foram responsáveis pelas principais conquistas da Wipro, incluindo seu acordo estratégico de parceria digital com a varejista alemã Metro AG, que tem um potencial de receita de US$ 1 bilhão, se tornando o maior contrato da história da Wipro.

“A adoção da nuvem e a inovação são parte essencial de nossa estratégia de TI. Para uma empresa como a Metro AG, que opera em 25 países, a migração rápida para a nuvem permite descentralização, agilidade, velocidade e flexibilidade em engenharia e desenvolvimento”, afirma Timo Salzsieder, CIO da Metro AG. “A parceria com a Wipro nos permite simplificar ecossistemas complexos e vai nos apoiar rumo ao crescimento dos negócios”, complementa.

O Wipro FullStride Cloud Services é uma colaboração entre o Chief Growth Officer da Wipro e as linhas de negócios globais existentes para criar soluções integradas e abrangentes de jornada na nuvem para clientes, parceiros e especialistas em cloud. Com o lançamento do novo portfólio, a Wipro está pronta para acelerar a inovação dentro das organizações. 

Gartner anuncia quatro tendências que estão moldando o futuro da Nuvem Pública

Quatro tendências em Computação em Nuvem continuam a expandir e acelerar o crescimento do mercado de Nuvem Pública em todos os seus segmentos de serviços, prevê o Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento para empresas. Segundo pesquisa, as quatro tendências são: onipresença da Nuvem, ecossistemas regionais de Nuvem, sustentabilidade e Nuvem com “carbono-inteligente” e infraestrutura programável automatizada dos fornecedores de infraestrutura e plataforma em Nuvem (CIPS).

Como resultado, a adoção global da Nuvem continuará a se expandir rapidamente. O Gartner prevê que os gastos globais de usuários finais com serviços de Nuvem Pública chegarão a US$ 396 bilhões em 2021, e crescerá mais 21,7% para chegar a US$ 482 bilhões em 2022. Até 2026, o Gartner prevê que os gastos com Nuvem Pública excederão em cerca de 45% todos os gastos corporativos de TI, contra menos de 17% em 2021.

“O impacto econômico, organizacional e social da pandemia continuará a servir como um catalisador para a inovação digital e a adoção de serviços em Nuvem”, analisa Henrique Cecci, Diretor Sênior de Pesquisa do Gartner. “Isso é especialmente verdadeiro para casos de uso como colaboração, trabalho remoto e novos serviços digitais para oferecer suporte a uma força de trabalho híbrida.”

  1. Onipresença da Nuvem (Cloud Ubiquity) – Hoje, os ambientes Cloud sustentam a maioria das inovações tecnológicas, sendo essenciais para a construção de negócios combináveis mesmo em tempos de incerteza, graças à resiliência, escalabilidade, flexibilidade e velocidade. Ambientes híbridos, MultiCloud e de Edge Computing (computação de borda) estão crescendo e preparando o terreno para novos modelos de Nuvem Distribuída. Além disso, novos avanços nas comunicações sem fio, como os 5G R16 e R17, levarão a adoção da Nuvem a um novo nível de uso mais amplo, profundo e onipresente. Casos de uso como experiências aprimoradas de banco móvel e transformação de saúde também surgirão.

Previsão de gastos globais de usuários finais em serviços de Nuvem Pública (em bilhões de dólares)

202020212022
Processos de Negócios como Serviços (BPaaS)46,0651,0255,53
Aplicações de Plataforma como Serviço (PaaS)58,9180,00100,63
Serviços de Aplicação em Nuvem (SaaS)120,68145,50171,91
Serviços de Gerenciamento e segurança de Nuvem22,6625,9829,73
Infraestrutura como Serviço (IaaS)64,2891,54121,62
Desktop como Serviço (DaaS)1,232,072,71
Total313,85396,14482,15

BPaaS = Business Process as a Service; IaaS = Infrastructure as a Service; PaaS = Platform as a Service; SaaS = Software as a Service. Nota: Os totais podem não somar devido a arredondamentos. Fonte: Gartner (agosto de 2021)

“As organizações estão avançando seus cronogramas em iniciativas de negócios digitais e movendo-se rapidamente para a Nuvem em um esforço para modernizar ambientes, melhorar a confiabilidade dos sistemas, apoiar modelos de trabalho híbridos e abordar outras novas realidades impelidas pela pandemia”, diz Brandon Medford, Analista Sênior do Gartner.

2. Ecossistemas regionais de Nuvem – A crescente fragmentação geopolítica e regulatória, além do protecionismo e a conformidade do setor estão impulsionando a criação de ecossistemas regionais de Nuvem e novas verticais e serviços de dados. As empresas dos setores financeiro e público estão procurando reduzir bloqueios críticos e pontos únicos de falha com seus fornecedores de Nuvem fora de seus países. As regiões incapazes de criar ou sustentar seus próprios ecossistemas de plataforma não terão escolha a não ser alavancar as plataformas criadas em outras regiões e recorrer à legislação e regulamentação para manter algum nível de controle e soberania. As preocupações entre políticos, universidades e fornecedores de tecnologia nessas regiões estão aumentando, levando a iniciativas como o GAIA-X em países europeus.

3. Sustentabilidade e Nuvem “Carbono-Inteligente” – Quase metade dos entrevistados na Pesquisa Gartner CEOs 2021 acredita que a mitigação das mudanças climáticas terá um impacto significativo em seus negócios. Os fornecedores de Nuvem estão respondendo a esse foco crescente na sustentabilidade instituindo metas corporativas neutras em carbono mais agressivas, o que traz novos desafios para os líderes de infraestrutura e operações (I&O). “Novos requisitos de sustentabilidade serão exigidos nos próximos anos e a escolha dos fornecedores de serviços em Nuvem pode depender das iniciativas ‘verdes’ do fornecedor”, acrescenta Cecci.

4. Infraestrutura programável e automatizada dos fornecedores de infraestrutura e plataforma em Nuvem – O Gartner espera a ampla adoção de serviços em Nuvem totalmente gerenciados e habilitados para Inteligência Artificial (IA), Aprendizado de Máquina (ML – de Machine Learning, em inglês) de fornecedores de serviços de infraestrutura e plataforma em hiperescala. Isso eliminará rapidamente a carga operacional das funções tradicionais de I&O na Nuvem Pública. “A infraestrutura está se tornando programável e sua operação está se tornando automatizada”, observa Cecci. “A infraestrutura de TI moderna, implantada no data center ou consumida na Nuvem Pública, requer menos intervenção manual e administração de rotina do que seus equivalentes legados.”

Tecnologia e recrutamento: O match perfeito?

Por Eber Machado, CTO da Catho

O match ficou popularizado nos aplicativos de namoro quando duas pessoas que têm características ou gostos em comum demonstram interesse uma no perfil da outra, e com um “click” se conectam como uma “combinação perfeita”. Apesar de popular nesse contexto, o match não fica restrito somente aos relacionamentos afetivos e, atualmente, também podemos ver essa tecnologia de combinação de perfis sendo muito usada em outras áreas, como a de recrutamento, por exemplo.

Dentro de empresas focadas em recrutamento e seleção, o match nada mais é do que o direcionamento de perfis  para os recrutadores de candidatos que são mais aderentes à vaga. Para isso, é preciso levar em consideração alguns aspectos, como a localidade, habilidades necessárias para atender à função, e assim por diante. Do ponto de vista do candidato, também é necessário garantir que as oportunidades apresentadas para ele estejam de acordo com o seu interesse profissional e que suas capacidades estejam adequadas aos requisitos solicitados pela empresa. Quando temos o candidato adequado para a vaga de interesse consideramos ter encontrado “o match”.

Para que o “match” funcione de forma eficiente, técnicas de Machine Learning são utilizadas, sendo possível analisar todos os dados de candidatos e vagas e gerar recomendações cada vez mais adequadas tanto aos candidatos quanto aos recrutadores. Na Catho, por exemplo, trabalhamos a taxonomia dos dados de forma a padronizar informações importantes para os dois lados, tais como cargo pretendido, para potencializar essa combinação. Também usamos técnicas de processamento de textos para extrair informações relevantes,  fazer o tratamento de sinônimos, permitindo assim normalizar os dados e aplicar com eficiência as técnicas de aprendizado de máquina para classificação e recomendação de perfis e vagas. 

Sem dúvidas um dos grandes desafios da contratação sob a perspectiva do recrutador é ter que lidar com o grande volume de pessoas se aplicando para as vagas e entender claramente quais são os candidatos mais aderentes para que possam ser eficazes nas abordagens e reduzir o esforço para a contratação. Neste aspecto, os sistemas de busca e recomendação impactam muito positivamente na eficiência do processo. Na fase de descoberta de candidatos, esses sistemas garantem a seleção dos melhores perfis para aquela posição.

Assim como nos aplicativos de relacionamento em que após o match,  o casal se encontra para comprovar o ‘fit’, no processo de contratação o próximo passo não é muito diferente. Apesar das técnicas de machine learning estarem cada vez mais sofisticadas e presentes em nosso dia a dia, ainda é muito desafiador automatizar por completo o processo de fit de candidatos, sobretudo o conhecimento mútuo que se dá nos processos de entrevistas, onde, pessoalmente, o candidato consegue compreender melhor o desafio e a cultura da empresa, enquanto o recrutador avalia aspectos mais subjetivos do candidato que são mais difíceis de serem analisados de forma automatizada. 

É notável que a tecnologia ajudou a automatizar e agilizar processos quando se trata das contratações através do match, entrevistas virtuais, ferramentas de gestão de documentos e assinaturas digitais, mas a humanização ainda continua sendo essencial nesse processo, especialmente em um país desigual onde a tecnologia e a internet de qualidade ainda não são para todos.

Mesmo com a tecnologia em constante evolução sempre existirão desafios para aprimorá-la com novas técnicas a fim de eliminar, cada vez mais, dificuldades e ineficiências dentro do processo de contratação e, consequentemente, proporcionar o match ideal. Contudo, a humanização continua sendo de suma importância e deve andar junto com os processos tecnológicos. Afinal, cada vez mais precisaremos de pessoas com habilidades mais humanas e emocionais, dado que há uma tendência de automação de tudo aquilo que é repetitivo. Afinal, habilidades mais sofisticadas para realizar as tarefas que não podem ser automatizadas acabam se tornando essenciais. 

5G: Ericsson, Claro, Embratel, Qualcomm e WEG apresentam primeiros resultados da tecnologia na indústria 4.0 no Brasil

A WEG acaba de apresentar os desdobramentos e avanços do uso do 5G em ambiente real de produção em sua fábrica localizada em Jaraguá do Sul (SC), que tem um altíssimo nível de automação. O projeto, batizado de “Open Lab WEG/V2COM”, além da parceria entre WEG e Claro, contou com a participação da Ericsson, Embratel, do hub de inovação beOn Claro, Qualcomm Technologies, Inc. e Motorola.

Trata-se de um projeto-piloto inédito no Brasil viabilizado pelo Acordo de Cooperação Técnica assinado entre a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), com o objetivo de testar a aplicação da tecnologia 5G em redes privativas para uso industrial.

Usando o espectro de frequências sub-6 em 3,5GHz, por meio de uma licença de uso científico concedida a Claro pela Anatel e 3GPP (Third Generation Collaboration Project), com a tecnologia 5G compatível com os padrões, casos de uso únicos e específicos foram implementados para atender os desafios da indústria 4.0 que exigem baixa latência e rede ultra confiável. Diferentes cenários da indústria 4.0 estão sendo testados para pequenas, médias e grandes empresas, e diferentes serviços com rede totalmente otimizada no cliente, em particular as funcionalidades de Network Slicing e Edge Computing.

Um dos objetivos da parceria é avaliar o desempenho de aplicações IoT e a conexão de dispositivos com a rede celular 5G, avaliando o throughput (velocidade de dados) e latência mais adequados a cada caso de uso. Também se está validando a faixa de frequência sub-6 (3.5 GHz) em testes de integração e interoperabilidade.

A solução, que é oferecida a partir de uma infraestrutura da Claro e da Embratel, possibilita ganho de escala e redução de investimentos, sem limitações em termos de capacidade. Trata-se da primeira implementação 5G de Industria 4.0 com este tipo de abordagem no Brasil. Os elementos de rede operados estão analisando necessidades muito específicas e, a partir dos desafios identificados, apresentando soluções personalizadas, que nunca foram vistas antes.

“A parceria com a WEG é um projeto incrível para desbravar a aplicação do 5G no ambiente industrial, setor que tem um dos maiores potenciais para extrair valor desta tecnologia. O setor tem hoje desafios em diversas aplicações que o 5G que estamos operando aqui se propõe a resolver: na mudança de layouts produtivos os sensores sem fio são muito mais flexíveis, na utilização de CLPs ou na supervisão com softwares SCADA, a programação pode ser muito mais rápida, barata e flexível com a utilização das linguagens de programação abertas. E tudo isso com a segurança e a confiabilidade que as aplicações do setor demandam, afirma Eduardo Polidoro, diretor de IoT da Claro.

A infraestrutura 5G usada no projeto estará disponível e implementada pela Ericsson, e os dispositivos protótipo e módulos 5G são alimentados pela solução 5G de modem para antena da Qualcomm Technologies, o Snapdragon® ™ X55 5G Modem-RF System – a Uma solução abrangente e totalmente integrada de modem para antena que suporta virtualmente qualquer combinação de bandas e operação 5G, projetada para otimizar o desenvolvimento de várias categorias de produtos de banda larga móvel, incluindo soluções industriais.

“Temos o orgulho de colaborar com a Claro, Ericsson e WEG/V2COM neste marco significativo para o Brasil, que é a implantação de uma rede 5G em uma planta industrial. A IoT industrial está passando por uma grande transformação que permitirá benefícios como manufatura flexível, manutenção preditiva e maior eficiência em geral. O 5G levará essa transformação, também conhecida como “fábrica do futuro” ou Indústria 4.0, para o próximo nível. A Qualcomm Technologies está impulsionando o IoT industrial 5G em tecnologia, padronização e desenvolvimento de produtos. Utilizando produtos de IoT industriais baseados em LTE existentes, a Qualcomm Technologies foi pioneira nos primeiros testes de redes LTE para IoT industrial e está colaborando com muitas empresas industriais hoje, preparando o terreno para a transição do 5G”, afirma José Palazzi, Diretor de Vendas Sênior daQUALCOMM Serviços de Telecomunicações Ltda.

Entre os casos de uso desenvolvidos no Open Lab WEG/V2COM estão aplicações nas áreas de IoT, robótica e smart devices, como coletores de dados para gestão integrada da fábrica por meio de sistema MES; automação de injetoras via controle remoto digital de parametrização e atividades; automação do controle de robôs de logística por rede 5G; robôs de inspeção para linha de produção automatizada, com transmissão de informações em tempo real, inspeção inteligente, com processamento em tempo real das imagens geradas pelas câmeras de visão computacional; e conexão de dispositivos via redes de comunicação para coleta de dados e gestão inteligente de máquinas.

“A Embratel é uma das maiores integradoras de soluções digitais do País e está comprometida com a inovação e a transformação digital de todos os setores da economia. Acreditamos que o 5G será uma tecnologia fundamental para elevar as operações das empresas, revolucionando as conexões de uma forma nunca vista antes. Com a colaboração, reforçamos esse compromisso e já estamos entregando aplicações para o futuro da indústria, que será uma grande beneficiária do 5G. Este projeto, além de servir como base para soluções de automação industrial, fornecerá grande ajuda à Anatel com informações sobre uso do 5G em variadas frequências”, diz Adriano Pires, Diretor de Vendas da Embratel.

Implementação faseada

Claro, Embratel e Ericsson estabeleceram diferentes topologias para a WEG, para serem entregues em três fases de projeto. Atualmente, o projeto está na fase 1, que usa serviço 5G non stand alone NSA suportado por infraestrutura provida com políticas de nível de serviço igual a de todos os clientes banda larga (APN e QoS) padrão da Claro.

Na fase 2, será disponibilizado serviço 5G NSA também suportado por infraestrutura provida pela operadora, porém com a introdução de mecanismos de diferenciação de serviços, fornecidos pela Embratel, tais como APN dedicada e níveis de QoS diferenciados para cada tipo de caso de uso a ser experimentado pela WEG. E, na fase 3, ocorrerá a introdução do serviço 5G Standalone (5GSA) com infraestrutura parcialmente “dedicada”, utilizando os elementos de rede da operadora, com incorporação de uma instância de Core User Plane Function (UPF) próximo ao ambiente da fábrica para redução de latência. Sobretudo na Fase 3, a arquitetura 5GSA possibilitará a introdução de mecanismos e facilidades de Network Slicing para assegurar a experiência necessária para rodar os casos de uso de Industria 4.0.

O projeto demonstra o potencial das redes 5G implementadas e gerenciadas por uma operadora celular, disponibilizando dados para novos modelos de negócios, como “Rede 5G como Serviço”, que permite às empresas minimizar riscos e custos de implantação da tecnologia em plantas industriais e outros cenários. As operadoras e integradoras podem aproveitar o espectro licenciado, dedicando uma parte às indústrias em áreas onde o espectro não é totalmente utilizado e aproveitando a experiência na implantação e operação de redes móveis.

De acordo com a ABI Reasearch, haverá mais de 4 bilhões de dispositivos sem fio conectados nas fabricas inteligentes até 2030. Com capacidade de trafegar dados a altas taxas e latência abaixo de 10ms, o 5G é a principal tecnologia para digitalizar centros logísticos, conectar robôs e sensores, automatizar linhas de produção e tornar o ambiente mais produtivo e seguro aos trabalhadores. E as redes celulares são ideais para os requisitos de comunicação essenciais para os negócios de fábricas, centros logísticos e outros setores corporativos, bem como para órgãos de segurança pública.

“Essa otimização de tecnologia e conjunto de funcionalidades implementado foram desenhados para permitir o desenvolvimento de aplicações industrias com demanda por alta transmissão de dados, PLCs virtuais (equipamentos eletrônicos especializados para controle e monitoramento de máquinas e processos industriais de diversos tipos e níveis de complexidade) que exigem baixíssima latência, gestão de sensores dentro do ambiente fabril, uso de realidade aumentada, operação à distância de robô logístico etc.”, explica Tiago Machado, Vice Presidente de Negócios da Ericsson. E acrescenta: “Nós realmente acreditamos nesse modelo de negócios adotado pela Ericsson para ajudar a Claro e a Embratel a criar uma cadeia de valor que vai da matéria-prima ao uso, a cadeia de valor toda conectada. O 5G é a plataforma de inovação mais importante da próxima década, impulsionando a digitalização de toda a sociedade e consolidando a quarta revolução industrial. Como líder global no 5G, a Ericsson trabalha ativamente na orquestração do ecossistema que permita às indústrias aproveitar ao máximo as funcionalidades e benefícios trazidos pelo avanço da tecnologia, por meio de mais de 50 programas de colaboração com operadoras, universidades e líderes do setor em todo o mundo”.

VTEX adquire estúdio de desenvolvimento de produtos digitais e reforça presença no Nordeste

A VTEX, plataforma de comércio digital para grandes empresas e varejistas, anuncia acordo de acqui-hire com o estúdio de desenvolvimento de software Guava, no Recife, e inaugura sua primeira operação na capital pernambucana, a segunda na Região Nordeste, onde também está presente em João Pessoa (PB).

Como parte de seu comprometimento de impactar a sociedade através da sua principal virtude – o conhecimento especializado em comércio digital -, a VTEX tem investido em educação como seu instrumento de impacto social. Nos últimos anos, por meio de parcerias com universidades da região Nordeste, como UFPE, UFCG e UFC de Quixadá, a partir do programa VTEX Lab, estão sendo formados novos talentos nas áreas de engenharia de software e design de produtos digitais. Desde 2018, a iniciativa já possibilitou a atuação de mais de 80 alunos em projetos de Pesquisa e Desenvolvimento.

“Além de reforçar a presença da VTEX em uma região reconhecida como um dos principais parques tecnológicos e ambientes de inovação do Brasil, a aquisição da Guava representa uma oportunidade estratégica de incorporar profissionais alinhados com nossos valores, cultura e alto rigor técnico, capazes de enfrentar desafios complexos, e alinhados com o nosso futuro declarado”, diz Gabriel Carvalho, gerente de Recrutamento na VTEX.

Fundada em 2011, a Guava se especializou em produtos digitais para a web, desde a concepção, passando pelo design, desenvolvimento até a implantação. E rapidamente, expandiu sua atuação para os Estados Unidos e Europa, com mais de 30 clientes em diversos setores da economia. A maior parte do trabalho realizado foram soluções empresariais (B2B), com projetos para variadas indústrias: da venda de lingerie customizada, passando pelo mercado livre de energia para indústrias e grandes consumidores até planos de assinatura para fornecimento de comida para cachorro.

Com essa acqui-hire, e a consequente união de talentos, a VTEX ganha agilidade para continuar acelerando as transformações do comércio. “Desde que a VTEX nos procurou para fazer um primeiro projeto, temos acompanhado a sua trajetória. Conforme fomos conversando sobre a parceria, ficamos cada vez mais encantados com a cultura, o pessoal e a missão de produzir software de nível global a partir da América Latina. Para nós, foi um casamento perfeito de ideias e valores. Acreditamos que como parte da VTEX, nossas pessoas e iniciativas terão um impacto muito maior”, explica Guilherme Carvalho, co-fundador da Guava.

Os cerca de 20 profissionais da Guava (designers, engenheiros de software e gerentes de produto) serão incorporados à estrutura de produto da VTEX e terão como principal atribuição a progressão em escala do novo Store Framework, ferramenta de criação de lojas rápidas da VTEX. A equipe de design, por exemplo, será responsável por garantir que a experiência de construir uma loja seja ainda mais fluída tanto para usuários técnicos, através do VTEX IO – plataforma de desenvolvimento low-code nativa da VTEX – como para usuários com foco em negócios através do Editor de Sites da plataforma.

A VTEX reforça assim seu potencial para atrair talentos, gerando oportunidades de emprego e desenvolvimento para profissionais da região, fortalecendo sua presença e atuação em um dos principais polos de tecnologia e inovação do Brasil.

Quer trabalhar na VTEX?

Desde o dia 1, tudo o que a VTEX faz é comércio digital. “Atraímos, treinamos e mantemos um time de alto desempenho formado por mais de 1.200 experts em comércio digital, presentes em 19 localidades (em 12 países), que guiam nossos clientes para o sucesso através do conhecimento da indústria embalados em software”, afirma Gabriel Carvalho.

Há 21 anos, a VTEX acelera a transformação do comércio. “Com os novos talentos no Nordeste brasileiro, daremos mais um passo rumo ao nosso futuro declarado, e seguimos angariando profissionais que queiram fazer parte desse time de alta performance com diversas oportunidades abertas em nosso site”, finaliza.

DHL Express planeja investir mais de US$ 360 milhões em infraestrutura nas Américas

A DHL Express, líder em armazenagem, distribuição e serviços expressos, investirá mais de US$360 milhões até 2022 para construir novas instalações e expandir as já existentes nos principais mercados das Américas. Além disso, vai reforçar sua rede aérea na região, com a introdução de novas rotas de voos diretos.

Os investimentos vêm na esteira do crescimento significativo de remessas de e-commerce B2C e B2B. Os países das Américas – Estados Unidos, Canadá, México, América do Sul, Central e Caribe- tiveram em média 33% mais remessas por dia no primeiro trimestre de 2021 em comparação com o ano anterior. No Brasil, os volumes de remessa aumentaram mais de 50% no primeiro trimestre do ano em comparação ao mesmo período de 2020.

“A digitalização e o poder do comércio global continuam a mostrar resiliência”, afirma Mike Parra, CEO da DHL Express Americas. “A DHL deve continuar os altos investimentos em nossa infraestrutura de rede para atender às demandas de um número cada vez maior de consumidores que fazem suas compras online e o forte aumento de empresas que vendem seus produtos no mercado global”. 

Muitos dos investimentos em infraestrutura se concentrarão nas instalações da empresa, que incluem centros de serviços para operações de coleta e entrega, gateways que gerenciam a liberação internacional de remessas e hubs que operam como pontos de transferência de remessas de e para regiões do mundo. Um hub de última geração em Miami, Flórida, que está atualmente em construção, será o sexto maior da DHL Express globalmente em volume entre fronteiras.

Do mesmo modo, um novo hub automatizado de 22.668 metros quadrados em Hamilton, Ontário (Canadá), é outro grande investimento da DHL na região. Uma vez finalizado, terá quatro vezes o tamanho do atual.

A DHL Express também irá investir em novos centros de serviço e atualizará as instalações existentes em sua rede regional para dar suporte às operações de coleta e entrega na primeira e na última milha, além de aprimorar outros centros e gateways e expandir sua presença no varejo dos principais mercados da América do Sul.

No México, investimentos significativos apoiarão o crescente mercado nacional. Nesse cenário, para dar suporte ao processamento de remessas na primeira e na última milha, 105 quiosques de autoatendimento serão instalados nos balcões de varejo para conveniência do cliente durante 2021. Hubs e gateways serão atualizados com automação de última geração na Cidade do México, Guadalajara e Monterrey. E os centros de serviços serão expandidos nos principais mercados de todo o país.

No Brasil, o Gateway de Viracopos, em Campinas, será atualizado para agilizar o processamento das remessas internacionais. Outras expansões já estão ocorrendo em outros países da América do Sul, incluindo novos pontos de atendimento de varejo no Chile e na Colômbia, além de um portal expandido em Lima, Peru.

“O Gateway de Viracopos  contará com a utilização de energia solar e captura de água da chuva para reuso, reforçando o compromisso GoGreen da DHL, que prevê zero emissões de CO2 até 2050. Para o varejo, duas novas lojas próprias foram inauguradas, em Itajaí/SC e Guarulhos/SP. Essas iniciativas fazem parte do plano de investimentos da DHL para o Brasil a fim de aperfeiçoar as práticas de trabalho já existentes e atender às novas demandas do mercado” afirma Mirele Mautschke, CEO da DHL Express no país.

Todos esses investimentos, que incluem novas tecnologias para melhorar a eficiência operacional, aumentarão a capacidade de volume da rede DHL Express Américas em quase 30% até o final de 2022.

“O crescimento nos volumes de embarque do comércio eletrônico continuará pressionando a capacidade de carga aérea do setor, o que tem levado a investimentos contínuos em novas aeronaves e rotas dedicadas”, acrescentou Parra.

Desde 2019, 14 novos 777F de propriedade da DHL foram adicionados à frota global da empresa, muitos dos quais atendem a pontos entre a região das Américas e o resto do mundo. Dos 14 originais, quatro foram colocados em operação em 2019, seis em 2020 e quatro darão suporte à rede este ano. Outras oito aeronaves serão adicionadas entre 2022 e 2024. A empresa também aumentou a capacidade de embarque em aeronaves comerciais servindo as Américas, bem como a negociação de aeronaves adicionais, algumas das quais serão destinadas a operadores nos Estados Unidos em suporte exclusivo da rede DHL Express. Junto com a renovação de outros acordos de aeronaves existentes e a chegada de novos operadores para as Américas, os investimentos em aviação ajudarão a empresa a manter seus altos níveis de serviço e necessidades de capacidade nos próximos anos.

Todos esses investimentos abrem milhares de novas oportunidades de emprego nas Américas. “No Brasil, mesmo com a pandemia, a DHL não precisou introduzir as medidas de auxílio disponibilizadas pelo governo como redução de jornada de trabalho e salário ou suspensão temporária de contrato. Nesse sentido, nenhuma medida emergencial foi necessária e não houve demissões por conta da pandemia. A empresa está em expansão, aumentou o número de promoções – 21 em 2020 e 28 em 2021, um crescimento de cerca de 30%,” finaliza, Mautschke.

Positivo Tecnologia apresenta a maior receita bruta de 2º trimestre em toda sua trajetória

A Positivo Tecnologia registrou receita bruta de R$ 940 milhões no segundo trimestre de 2021, aumento de 89% em relação ao mesmo período do ano anterior. A empresa apresentou também lucro líquido de R$ 107 milhões no primeiro semestre deste ano, valor 87% maior na comparação com os primeiros seis meses de 2020.

O crescimento financeiro, pelo quarto trimestre consecutivo, foi impulsionado pelo avanço dos negócios principais da companhia, que fortalece também as novas vertentes de negócios, chamadas “Avenidas de Crescimento”. Nesse portfólio estão soluções que envolvem servidores, dispositivos para casas e escritórios inteligentes, tecnologias educacionais, hardware as a service, além de urnas eletrônicas e terminais móveis de pagamento.

A forte demanda por dispositivos de tecnologia, principalmente notebooks, vem impulsionando o mercado brasileiro de computadores e contribuindo para os resultados da companhia. A adoção dos modelos remotos de trabalho e estudo impactaram o padrão de uso desses dispositivos, fazendo com que o computador se tornasse pessoal novamente.

No 2º trimestre de 2021, o EBITDA ajustado da Positivo Tecnologia alcançou R$ 102 milhões, 1.138,8% superior ao 2T20 e com margem de 13%. No primeiro semestre do ano, o índice fechou em R$ 163,4 milhões e a margem do período ficou em 11,2%. O aumento expressivo desses indicadores é resultado do excelente desempenho operacional que a empresa vem apresentando nos últimos períodos, devido à operação sustentada por um modelo de negócio eficiente e com produtos e serviços de qualidade.

Reflexo nas principais unidades de negócios

A unidade de vendas no varejo, o segmento de Consumer, representa 59,8% da receita bruta da companhia e fechou os primeiros seis meses do ano com receita bruta de R$ R$ 1.045 bilhões no 1S21, sendo R$ 546 milhões no 2T21. No 1º semestre de 2021, notebooks cresceram 120,7% em sua receita bruta em comparação com 1º semestre de 2020, enquanto em celulares e tablets esse número variou em 135,1%. No 2º trimestre deste ano, a Positivo Tecnologia iniciou o faturamento de notebooks da marca Compaq. Os modelos da marca se juntaram aos da Positivo e Vaio, completaram o portfólio de computadores da companhia para o segmento Consumer e incrementaram a receita dessa unidade de negócios em R$ 46 milhões.

Com reflexo da necessidade por maior mobilidade, principalmente por meios dos modelos de home office e ensino a distância, a modernização de estrutura das empresas tem se tornado mais necessária para sustentar o ambiente remoto. Empresas de todos os portes continuam renovando seus parques tecnológicos e investindo em tecnologia. Por esse motivo, o segmento Corporativo teve seu faturamento aumentado em 49%, atingindo R$ 157 mi no 2T21, em comparação com mesmo período no ano passado.

O segmento de Instituições Públicas apresentou crescimento em receita bruta de 53,6% no 1º semestre de 2021 em comparação ao mesmo período do ano passado, fechando o semestre com receita bruta de R$ 424,8 milhões. O resultado reflete retomada do mercado, em especial para atendimento a clientes de educação e bancos públicos, com expectativa de manutenção de participação relevante no mercado brasileiro por meio de novas licitações.

Ainda em linha com a estratégia de avançar os negócios principais, a Positivo Tecnologia lançou, recentemente, o Educacional – Ecossistema de Tecnologia e Inovação, área de negócios dedicada da Positivo Tecnologia para escolas públicas e privadas. A companhia anunciou também sua eleição para participar do Conselho de Administração do DMTF, um dos mais importantes fóruns mundiais de tecnologia. Além disso, estruturou a nova vice-presidência corporativa, em maio, combinado com a conquista de grandes contas e o aquecimento do segmento de pequenas e médias empresas na Unidade Corporativo.

A companhia pretende continuar a alavancar estes resultados construindo fortes alicerces de uma empresa brasileira de tecnologia, líder no mercado brasileiro. “Nossa estratégia de diversificação, juntamente com a alta demanda de computadores, continua sustentando novos recordes de receita, crescimento e rentabilidade, refletindo em resultados financeiros consistentes pelo quarto trimestre consecutivo. Acreditamos que 2021 representará o melhor ano da nossa história”, conclui Hélio Rotenberg, presidente da Positivo Tecnologia.

Company Hero tem mais de 30 vagas de emprego para áreas de tecnologia, marketing, comercial, design e UX

Miklos Grof e Diego Izquierdo, sócio-fundadores da Company Hero

A Company Hero, startup que soluciona dores e elimina barreiras na jornada de prestadores de serviços e PMEs, está com 33 oportunidades de trabalho para diversas áreas de atuação, como marketing, desenvolvimento e tecnologia, comercial, design e UX. Em crescimento, somente no 1º semestre a empresa dobrou o tamanho do time – hoje são 70 funcionários -, e pretende chegar a 150 colaboradores até 2022.

O crescimento da equipe acompanha a alta demanda por soluções que a Hero oferece no país, como o Escritório Virtual, que registrou aumento de 300% no último ano. A plataforma permite que um negócio funcione de qualquer lugar, sem os altos custos e toda a burocracia que a locação de um escritório convencional gera, como aluguel, condomínio e contas – uma opção favorável para PMEs e prestadores de serviços diante da crise econômica causada pela pandemia. 

As oportunidades disponíveis na startup incluem vagas para home office integral – 80% delas – e para trabalho presencial nas cidades de São Paulo/SP, São Bernardo do Campo/SP, Belo Horizonte/MG, Porto Alegre/RS, Florianópolis/SC, Goiânia/GO e Salvador/BA. 

As posições para pessoas de qualquer região são: Analista Financeiro – Contas a Pagar; Analista Financeiro – Conciliação; Devops; UX Designer; BDR – Business Development Representative (3 vagas); Executivo de Vendas; Analista de Facilities; Desenvolvedor Fullstack; Python Pleno; Python Jr; Designer Jr | Produto; Copywriter PL | Produto; Analista CRM (tipo BI); Inbound Vendas – Estagiário; Gerente de Contas; Recruiter Pleno; Software Engineer – Tester; Assistente de Cobrança – Renovação de Contas; e Analista Jr – Redes Sociais.

Além disso, em busca de um time cada vez mais diverso e inclusivo, a Hero oferece vagas afirmativas para pessoas pretas, #LGBTQIAP+ e mulheres. As oportunidades são: Analista de Pré-Vendas (BDR) – exclusiva para LGBTQIAP+; Assistente administrativo – exclusiva para mulheres pretas; e Desenvolvedora Phyton Júnior – exclusiva para mulheres.

Já as oportunidades para trabalhar especificamente em uma cidade do país incluem:

São Paulo/SP

Analista Administrativo Externo – Alphaville

Analista Administrativo Externo – Berrini

Analista Administrativo Externo – Faria Lima I

Analista Administrativo Externo – Faria Lima II

Analista Jr de Conteúdo Inbound

São Bernardo do Campo/SP

Analista Administrativo Externo 

Belo Horizonte/MG

Analista Administrativo Externo 

Porto Alegre/RS

Analista Administrativo Externo

Florianópolis/SC

Analista Administrativo Externo

Goiânia/GO

Analista Administrativo Externo

Salvador/BA

Analista Administrativo Externo

Todas as vagas contam com benefícios como férias remuneradas e flexíveis, plano de saúde, aula de yoga online 2x na semana, aporte mensal da Company Hero em uma conta de investimento individual para obter Previdência Privada sem taxas, cultura de feedback 360º para desenvolvimento, bônus mensal por metas e desempenho, happy hour online semanal com toda a equipe e day off de aniversário.

Para participar do processo seletivo e consultar todas as informações sobre as oportunidades, os candidatos – residentes ou não no país – devem acessar a página de carreiras no site da Company Hero: https://www.companyhero.com/carreiras 

Startup em ascensão

A Company Hero anunciou recentemente a captação de uma nova rodada de investimento no valor de R$ 3,2 milhões. O aporte da rodada pré-série A foi realizado pela Allievo Capital e por investidores da beegin.invest, plataforma do Grupo Solum, que viabilizou o co-investimento de mais de 100 investidores, incluindo membros de grupos de anjos como GV Angels, PoliAngels, Harvard Angels, Insper Angels e Fundadores do JusBrasil. 

Com a injeção do novo capital, a startup pretende alcançar receita anual recorrente de R$ 30 milhões até 2022, atender 15 mil empresas assinantes – hoje são mais de 6 mil -, e aumentar o time de 70 para 150 funcionários. A empresa também tem como objetivo desenvolver uma solução enterprise para ajudar milhares de escritórios de advocacia e de contabilidade a digitalizar seu braço paralegal.

Além disso, a startup pretende liderar o movimento de trabalho e negócios remotos. “Queremos investir em nosso time com o fortalecimento de nossa cultura e, cada vez mais, com foco em diversidade, feedback 360º para desenvolvimento pessoal e bem-estar em um ambiente 100% remoto, modelo que apostamos para nosso negócio e incentivamos como propósito para as empresas assinantes dos serviços Hero”, conclui Miklos Grof, CEO da startup.