Page

Author admin

KPMG: com baixa maturidade, executivos brasileiros confiam mais em seus recursos de análises de dados

O relatório “Guardiões da confiança” (Guardians of Trust, em inglês) apontou que poucos executivos brasileiros (15%) não confiam nos recursos de análises de dados utilizados. Os dados são mais relevantes se comparados com Estados Unidos e Reino Unido, que apresentam baixa probabilidade de confiar nos recursos de D&A, alcançando 42% e 43%, respectivamente.

“Essa variação é ocasionada pelos diferentes estágios de transformação digital de cada país. Empresas nos EUA e UK estão mais orientadas a utilizar dados em decisões estratégicas com algoritmos avançados de redes neurais. Considerando a baixa maturidade digital da maioria das empresas brasileiras, a confiança é maior nos dados”, analisa o sócio da área da análise de dados da KPMG no Brasil, Ricardo Santana.

Para 62% dos entrevistados as áreas de tecnologia, e não executivos da diretoria ou setores funcionais, são responsáveis quando há falhas em máquinas ou algoritmos. “Existe uma tendência de isentar o negócio principal de decisões relacionadas a máquinas devido ao legado da tecnologia ser considerado suporte e aos especialistas técnicos”, completa Santana.

Essa incerteza gera questionamentos sobre o tipo de governança necessária para garantir o uso de análise de dados. Com a pesquisa, as recomendações são: desenvolver normas visando políticas e procedimentos eficazes; aprimorar e adaptar regulamentações para desenvolver a confiança em análise de dados; aumentar a transparência de algoritmos e metodologias; criar códigos profissionais para cientistas de dados; reforçar mecanismos de asseguração que identifiquem áreas deficientes.

“Quando análise de dados e inteligência artificial forem onipresentes será extremamente necessário e difícil gerenciar níveis de confiança. Com a retomada da análise preditiva, devemos estabelecer a governança apropriada nesse ambiente sem regras dos algoritmos. A governança de máquinas deve ser o elemento central das organizações para casar o poder e o risco de D&A para usá-los da forma certa”, finaliza Santana.

Entenda como vai funcionar a nova regulamentação para fintechs de crédito

O Banco Central (BC) aprovou hoje (26) a regulação de fintechs de crédito, que estabelece dois novos tipos de instituições financeiras: Sociedade de Empréstimo entre Pessoas (SEP), correspondente ao modelo Peer to Peer Lending (P2P), ou empréstimo coletivo, no qual sites conectam pessoas (ou empresas) que estão buscando empréstimos a investidores buscando retornos acima da média; e Sociedade de Crédito Direto (SCD), onde empresas emprestam seu próprio capital para pessoas físicas.

Com a regulamentação, as fintechs que trabalham com crédito digital, poderão entrar com pedido de abertura de instituição financeira nas novas modalidades SEP ou SCD, o que as torna independentes e mais competitivas em relação aos bancos tradicionais. É o caso da Nexoos – fintech líder de mercado na modalidade Peer to Peer Lending (P2P) – empréstimo coletivo – que conecta pequenas e médias empresas que necessitam de empréstimos a potenciais investidores.

Para as fintechs pertencentes à SEP, houve uma mudança importante no limite máximo de risco que o investidor pode tomar, comparando com o edital de consulta público lançado em Agosto de 2018. No primeiro edital este limite era de R$ 50 mil por investidor, considerando todas as suas operações na nova modalidade. Na nova proposta, o Banco Central regulamentou um limite de R$ 15 mil por operação, mas sem limitar a quantidade de operações. “Esta mudança representa um grande avanço para o setor, pois viabiliza o modelo de negócio e incentiva a diversificação”, afirma Daniel Gomes, CEO da Nexoos.

A regulamentação permite ainda que as fintechs ofereçam serviços de análise de crédito, atuar como corretor de seguros e, ainda, emitir moeda eletrônica. Atualmente as fintechs trabalham como correspondentes bancários de instituições financeiras parceira para poder oferecer empréstimos. “A regulação proposta é muito positiva, pois vai trazer mais competição e eficiência ao mercado, e, portanto, tem potencial de reduzir a taxa de juros. Quem ganha é o consumidor final”, comenta Gomes. A regulamentação também estimula o surgimento de novas fintechs, além de possibilitar o crescimento das fintechs que já atuam no mercado.

Tags, , , ,

Regulação das Fintechs de crédito traz confiança ao mercado, declara ABFintechs

O Conselho Monetário Nacional (CMN) acaba de anunciar a regulamentação das fintechs (empresas de tecnologia financeira) do segmento de crédito. Para a ABFintechs (Associação Brasileira de Fintechs) – que formou um grupo de trabalho específico para responder a Consulta Pública do Banco Central do Brasil para a criação das resoluções nº 4.656, 4.657 e 4.658 – a regulamentação tende a dar maior segurança e credibilidade às operações das fintechs de crédito. “O processo de co-criação da legislação adotado pelo Banco Central é muito bem visto pelas fintechs. Enxergamos a legislação como um apoio e reconhecimento à inovação das fintechs e ao seu poder de auxiliar a população a acessar serviços financeiros de qualidade e a custos mais acessíveis”, afirma Mathias Fischer, Diretor de Regulação da ABFintechs.

Nos últimos meses, a Associação realizou mais de seis reuniões, por meio de seu grupo de trabalho, e contou com a participação de 32 fintechs e a assessoria do Escritório Mattos Filho Advogados. “Nosso diálogo com o Banco Central tem sido positivo desde o princípio, portanto acreditamos que a regulação, de forma geral, gere maior respaldo aos negócios das fintechs de crédito, fomentando uma competição mais saudável no mercado. Apesar das fintechs atuarem legalmente, as regras existentes até então não haviam sido criadas especificamente para elas. Agora será possível operar de maneira regulada e sob a supervisão do Banco Central, o que gera maior confiança a todos os envolvidos no negócio”, complementa Fischer.

A Associação também está formando um novo grupo de trabalho para discussão das obrigações que estas empresas passarão a ter. “Com a nova regulação as fintechs de crédito passarão a ser enquadradas como instituições financeiras, com isto haverá necessidade de divulgação de dados para o Banco Central, o que é importante para a manutenção da solidez de nosso sistema, mas pode trazer custos adicionais para as fintechs”, afirma o Diretor de Regulação da ABFintechs.

A Associação irá conduzir análise detalhada da aceitação de suas sugestões irá se posicionar caso entenda que haja necessidade de ajustes na norma.

Tags, , , , , , ,

ABRH-Brasil faz parceria com Bachmann & Associados para desenvolvimento de Indicadores de RH

A Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-Brasil) em parceria com consultoria Bachmann & Associados estão desenvolvendo a 10ª edição do Benchmarking de Indicadores de Recursos Humanos. O estudo, que é realizado há nove anos no Paraná, será feito pela primeira vez em nível nacional.

O objetivo é oferecer às organizações uma referência sobre indicadores como rotatividade, retenção, absenteísmo, percentual de mulheres, entre outros.

“Com os estudos realizados no Paraná já foi possível levantar doze métricas que nos permitem fazer uma comparação de como as áreas de recursos humanos atuam e incentivar a busca de melhores resultados”, diz Dórian L. Bachmann.

O intuito é fazer com que as empresas que participarem do levantamento utilizem os resultados para conhecer o ambiente competitivo, identificar processos que podem ser melhorados, estimular e motivar suas equipes e estabelecer metas.

“Diferentemente da maioria das pesquisas, em que são colhidos dados para atender a um cliente específico, no Benchmarking os clientes são os próprios participantes do levantamento. O principal benefício é ter acesso aos resultados de empresas do mesmo segmento, de forma segura, que podem servir de referência para diagnóstico e para orientar a gestão e identificar oportunidades de melhoria”, explica Bachmann.

Para participar, o usuário deve acessar o site www.indicadoresrh.com.br e inserir os dados referentes a sua empresa. Feito isso, imediatamente será possível gerar relatórios com os resultados comparativos com outras empresas do setor.

“É importante ressaltar que todos os dados são anônimos e que os resultados são obtidos por meio de cálculos padronizados, permitindo a efetiva comparação”, finaliza Dórian L. Bachmann.

Resource é o primeiro parceiro SAP da América Latina a comercializar e implementar o SAP S/4 HANA Public Cloud

A Resource, uma das principais e mais bem-sucedidas multinacionais brasileiras de serviços de TI e Integração Digital, é a primeira empresa da América Latina a comercializar e implementar o SAP S/4 HANA Public Cloud. A nova solução da SAP reduz a complexidade e os prazos de entrega dos projetos de ERP na nuvem.

“A Resource é um dos principais parceiros da SAP, atuando com o portfólio completo de soluções SAP. Ser pioneiro na comercialização e implementação da solução S/4 HANA Public Cloud fortalece ainda mais a parceira e mostra a confiança da Resource no mercado do Brasil e da América Latina com soluções inovadoras, seguras, de rápida implementação e com ótima relação custo/benefício”, explica Jorge Sellmer, Vice-presidente de Enterprise Application – SAP da Resource. O executivo destaca que Cloud Pública é um ambiente compartilhado e seguro que pode ser pré-configurado para uso em diversos segmentos, gerando mais agilidade na implementação de serviços e uma significativa redução no custo de propriedade.

“Empresas que precisam ter maior foco no seu negócio e utilizar a transformação digital como aliada no crescimento e na busca de resultados, encontram em S/4 HANA Public Cloud a melhor opção de solução para esta jornada”, destaca Sellmer.

Com a adoção de Nuvem Pública, os clientes se beneficiam de economia de escala, pois os custos de infraestrutura são distribuídos entre todos os usuários e as atualizações de hardware e software já estão incluídas e contempladas na oferta. Com Cloud, as empresas operam de forma individual em um modelo de baixo custo e pagando conforme o uso. Outra vantagem das infraestruturas de Cloud Pública é que elas são maiores em escala do que uma Nuvem empresarial interna, facilitando o rápido crescimento.

O SAP S/4 HANA é uma plataforma de computação in-memory que pode ser implementada em Nuvem Pública, Privada ou on premise para acelerar processos, oferecer mais inteligência e simplificar os ambientes de negócios. A solução pode ser integrada com outras soluções em Nuvem da SAP, como SAP SuccessFactors, SAP Ariba e SAP Concur, ou com nuvens de outras empresas ou legados, utilizando a SAP Cloud Platform, facilitando a conexão e administração de múltiplas nuvens.

“Outro ponto importante é que, além de comercializar o S/4 HANA Public Cloud, a Resource também irá atualizar o seu sistema SAP para esta nova versão, aproveitando toda a flexibilidade desta plataforma”, diz Sellmer, reforçando a segurança e confiança na nova solução.

O profissional que as empresas querem – Por Por Cleverton Alves

Qual é o perfil do profissional desejado pelas empresas neste momento de reaquecimento econômico do País? O esforçado, que está sempre disposto a se desenvolver e entregar resultados, ou o que se destaca por suas qualificações técnicas, formação acadêmica e seus cursos extracurriculares? As empresas que estão voltando a contratar neste primeiro semestre precisam escolher acertadamente seus líderes e equipes. Para tanto, na hora de selecionar um candidato a uma vaga, seguem avaliando os itens do currículo tradicional, mas estão valorizando – e até considerando como fator decisivo – aspectos como inteligência emocional, resiliência e capacidade de se adaptar às mudanças.

O psicólogo, escritor e Ph.D. da Universidade de Harvard Daniel Goleman ensina que o modo como um indivíduo gerencia suas emoções é determinante para seu sucesso pessoal e profissional. Goleman afirma o que muitos líderes corporativos confirmam: as pessoas com inteligência emocional geralmente são confiantes, seguem suas metas, são adaptáveis e flexíveis. Ou seja, quem possui a capacidade de ter equilíbrio diante das adversidades, motivação para superar desafios e ainda consegue ser gentil tem mais chances de alcançar o sucesso, no ambiente profissional e na vida.

O fato é que o mercado de trabalho exige, atualmente, um novo perfil de profissional. É preciso que a pessoa se desenvolva de maneira completa, tanto no que se refere às competências técnicas quanto às comportamentais. Nesse sentido, destaco aqui dois indicadores importantes – e já reconhecido pelas empresas: engajamento e empatia.

Somente quem possui engajamento profissional é capaz de se dedicar com paixão à carreira e ter ambição para buscar novos desafios profissionais. Engajados dão o seu melhor para atingir objetivos e metas, por isso, sempre se destacam nas organizações.

Já a empatia – que é a capacidade de se colocar no lugar do outro, ouvir e entender suas necessidades e dificuldades – é fundamental para garantir relações harmônicas e colaborativas entre equipes de trabalho. Líderes que têm essa habilidade garantem motivação no ambiente organizacional, que resulta em mais produtividade e eficiência.

Em suma, o perfil do profissional mais desejado pelas empresas reúne atributos como esforço, ambição e criatividade. Trata-se do profissional que gosta de mudanças, está sempre em busca do desenvolvimento profissional e almeja dar, verdadeiramente, um significado à própria carreira.

Cleverton Alves e diretor de Recursos Humanos da Service IT, integradora de soluções e serviços de TI especializada em outsourcing e consultoria, com mais de 20 anos de atuação.

Como funcionários honestos acabam caindo em armadilhas

Por Vladimir Prestes

Sei, por experiência própria, que incidentes no campo da segurança da informação frequentemente devem-se ao despreparo dos funcionários honestos. Há mais de dez anos trabalhamos no desenvolvimento de sistemas corporativos para prevenção de vazamentos de informações, em outras palavras – DLP (Data Loss Prevention). E as principais razões pelas quais os funcionários envolvem-se em situações desagradáveis são: negligência em relação às regras de segurança da informação, confiança excessiva nos colegas e o simples descuido.

Um estudo recente de nossos analistas mostrou que na maioria das empresas russas (84%) os funcionários assinam um contrato de confidencialidade de dados corporativos. Treinamentos sobre segurança da informação são realizados em 72% das organizações. Mas a eficiência dessas medidas será mínima até que os próprios funcionários entendam a importância dessas regras. Somente nesse caso poderíamos esperar um resultado positivo.

Vítimas Inocentes, Otimistas Descuidados e Funcionários peculiares

Vazamentos de informações raramente acontecem por acaso. A motivação dos agentes internos é clara – geralmente está ligada a um ganho pessoal. Porém, tudo é mais complicado quando funcionários honestos estão envolvidos em vazamentos de dados. Analisando tais incidentes, chegamos à conclusão de que todos os agentes internos “involuntários” podem ser divididos em três grupos.

Vítimas Inocentes

Este grupo inclui funcionários desavisados, enganados intencionalmente por um dos colegas. Na empresa de um de nossos clientes, os agentes de segurança da informação identificaram que um dos funcionários armazenava em seu disco local documentos importantes aos quais ele não deveria ter acesso. Esta era uma violação grave do regulamento interno, que exigiu uma investigação urgente. Descobriu-se que um software para acesso remoto era usado frequentemente no computador deste funcionário, o que era desnecessário para a realização de seu trabalho. A investigação do serviço de segurança revelou que o funcionário suspeito de violações nem sabia sobre o armazenamento dos arquivos em seu computador. O culpado era, na verdade, um especialista técnico da empresa que usava o computador do nosso “herói” para armazenamento temporário antes de transferir os dados confidenciais para terceiros.

Otimistas descuidados

Assim eu chamo aqueles funcionários que se tornam autores de vazamentos por negligência, ignorância ou ingenuidade. Darei um exemplo. Ao se demitir, o funcionário de uma Construtora enviou documentos de trabalho para sua caixa de e-mail pessoal. Entre os quais, como se constatou, encontrava-se também informação confidencial. O funcionário não suspeitava de que havia feito o download de dados sigilosos e nem de qual era o valor dos mesmos. Os agentes de segurança da informação perceberam a tempo e conseguiram evitar o incidente. No entanto, se esses dados tivessem chegado aos concorrentes, devido à negligência do ex-funcionário da empresa, os prejuízos causados seriam de 169 mil dólares em apenas um ano.

Funcionários peculiares

Esses funcionários são “inofensivos” até que algo os provoque. Em suas vidas pessoais, há “pontos fracos”, dos quais pessoas mal-intencionadas podem tentar se aproveitar. Por exemplo, dívidas, dependência química ou alcoolismo, ou outros vícios que possam ter existido no passado do funcionário. Os agentes de segurança da informação consideram esses funcionários um grupo de risco, uma vez que criminosos podem acabar usando tais “peculiaridades” para chantageá-los.

Outro caso obtido em nossa experiência. Em uma empresa, por motivos desconhecidos, foram selecionados os mesmos fornecedores, embora as condições propostas não fossem as melhores. Os agentes de segurança da informação começaram a monitorar a especialista responsável pelo setor de compras. A primeira suspeita, de que a funcionária recebia propinas, não foi confirmada.

No entanto, os agentes de segurança notaram outro fato interessante. A moça, especialista de compras, se comunicava frequentemente com um colega de outro departamento. Percebeu-se que havia um “clima” entre os dois jovens. E justamente esse sentimento foi usado pelo rapaz para persuadir a garota a escolher os fornecedores dos quais ele recebia “bônus”.

Como evitar que incidentes aconteçam por descuido dos funcionários

Os incidentes decorrentes de “vítimas inocentes” podem ser detectados (e especialmente evitados) apenas pelos agentes de segurança. A “vítima”, além do fato de não suspeitar do que está acontecendo, carece de habilidades técnicas e conhecimento profissional para detectar e neutralizar pessoas mal-intencionadas. Os agentes do serviço de segurança dirigem mais atenção aos funcionários com acesso a “informações sigilosas”. Mas os incidentes com funcionários do segundo grupo – aqueles que eu chamo de otimistas descuidados – acontecem com mais frequência por causa da falta de cuidado e negligência em relação às regras elementares de segurança. Darei alguns exemplos comuns.

O que é meu é seu

Os agentes de segurança da informação encontraram certa atividade em um computador a partir da conta de usuário de um funcionário que naquele momento estava de férias e não deveria estar realizando qualquer tarefa. Descobriu-se que antes de sair de férias, o funcionário deu todas as senhas para seu colega caso este necessitasse, tipo “se precisar de alguma informação, não me incomode, procure no meu computador você mesmo”. As regras internas da empresa proibiam categoricamente esse tipo de conduta. No computador do funcionário estavam armazenadas informações confidenciais, que, em caso de vazamento, acarretariam em sérios prejuízos financeiros e à reputação da empresa. Os vazamentos foram evitados a tempo, e o funcionário descuidado, teve que passar por treinamento adicional sobre as regras de segurança da informação.

Amantes de selfie

Na fábrica de um de nossos clientes, dois funcionários inesperadamente foram trabalhar no fim de semana. Na segunda-feira, o serviço de segurança analisou o que eles estiveram fazendo. Descobriu-se que os funcionários visitaram uma instalação secreta, tiraram fotos com um foguete desmontado ao fundo e postaram as fotos nas redes sociais. Os agentes do departamento de segurança reagiram prontamente ao incidente – e as fotos foram excluídas. A disseminação dessas informações levaria ao término do contrato com um cliente importante e à perda de mais de US $ 4 milhões.

Nuvens com segredos

A contadora-chefe de uma Transportadora enviou para uma nuvem pública um arquivo com grande volume de documentos. Ela não tinha más intenções – apenas queria facilitar sua própria vida. O serviço de segurança da informação procurou saber o que estava acontecendo, já que a empresa era uma sociedade limitada e a divulgação de algumas informações seria inaceitável. Depois de uma verificação na nuvem, constatou-se que a informação enviada não fora divulgada. Se ela chegasse aos concorrentes, os prejuízos da empresa seriam de cerca de 506 mil dólares.

A proteção da informação é uma medida necessária para reduzir os riscos do negócio. O treinamento e a instrução do pessoal no que diz respeito à segurança da informação é parte integrante dela. Essa é a única maneira de proteger os funcionários de falhas não intencionais durante o trabalho com dados confidenciais.

Vladimir Prestes é Diretor Geral da SearchInform no Brasil, líder russa em sistemas de segurança da informação há mais de 20 anos.

Tags, , , ,

Comércio eletrônico: 7 dicas para superar obstáculos na devolução de mercadorias

Por Juan D’Antiochia, Gerente Geral da Worldpay para a América Latina

Ano após ano, mais consumidores brasileiros têm adotado o comércio eletrônico, que no Brasil deve atingir US$ 23,7 bilhões até 2021, de acordo com o estudo Global Payments Report 2017 da Worldpay1. Na mesma proporção de alta nas vendas, mais consumidores esperam produtos de qualidade e estão prontos para devolvê-los caso não sirvam ou a cor e o estilo não agradem. Isso implica no aumento dos custos no processo de devolução para os comerciantes e pode ser um problema crítico no varejo.

Embora não haja uma fórmula mágica no cenário atual, é possível aos varejistas se destacarem nos setores que trabalham oferecendo políticas de devolução justas. Isso deixará os consumidores informados e atentos às regras e aos procedimentos durante a compra no eCommerce. Veja sete dicas que auxiliam consumidores e comerciantes no processo de devolução:

Descomplique

É importante procurar lojas na internet que tenham políticas de devolução transparentes e claras. Isso ajudará a evitar problemas no futuro. Vale a pena manter a política atualizada e acessível ao público em geral.

Prazos na medida certa

A duração da política de devolução é um fator chave na satisfação do cliente. Por isso, a logística reversa de troca ou devolução deve ser muito bem definida pela empresa. Além disso, o consumidor precisa estar atento aos prazos e em contato frequente com a loja a fim de acompanhar o processo.

Aproveite as mídias sociais

O consumidor deve verificar todos os detalhes sobre a mercadoria ao adquiri-la, observando imagens disponíveis e avaliando nas mídias sociais os comentários de outros usuários que já tiveram experiências anteriores. Ao promover produtos e serviços nos sites, é importante que as empresas tentem, ao máximo, ser fieis às características reais de cada item. Isso transmitirá confiança ao consumidor, melhorando o relacionamento. Uma política de atualização constante das imagens no site também é uma boa dica aos comerciantes.

Devoluções podem criar oportunidades

Nem toda devolução é uma experiência negativa desde que as regras de compra sejam claramente explicadas ao público. Se isso for seguido, o relacionamento do consumidor com o comerciante tende a melhorar, possibilitando novos negócios no futuro. O entendimento claro do cliente sobre a devolução e o controle rigoroso do comerciante, por meio de relatórios online, farão toda diferença em cada etapa do processo.

Aposte na simplicidade

Facilitar o lado do consumidor nas políticas de devolução é uma forma de conquistá-lo e fazer com que se fidelize à marca. O comerciante tem como aliado uma série de ferramentas de mercado que ajudarão no processo de forma muito prática. E o cliente ficará mais empolgado no momento das compras, caso necessite da devolução. Simplicidade e agilidade são palavras-chaves neste relacionamento.

Variedade no pagamento

Os pagamentos online têm se tornado cada vez mais populares, por isso, ao expandir os negócios, o comerciante tem que se certificar de que as formas de pagamento abrangem a maior variedade de perfis de clientes. Cartão de crédito, boletos e transferências bancárias são alguns poucos exemplos. Os consumidores terão à sua disposição diversas maneiras de fazer o pagamento, proporcionando maior eficiência ao processo de devolução.

Segurança é primordial

De acordo com o estudo Mobile Payment Journey2, 76% dos brasileiros afirmam que só baixam aplicativos de marcas que realmente confiam. Portanto, a segurança é um fator essencial para o consumidor e o comerciante oferecerá uma maior proteção no gerenciamento dos processos.

Essas dicas podem ajudar a melhorar o processo de devolução de produtos, promovendo um relacionamento mais estreito entre varejistas e clientes. O setor deve estar preparado para responder a consumidores mais conectados e inteligentes. É o momento de agir, usando todas as ferramentas disponíveis no comércio eletrônico.

1 Worldpay Global Payments Report 2017

2 Worldpay Mobile Payment Journey 2018

Tags, , , , , , ,

Associação de Comércio Eletrônico barra na justiça reajuste de preço dos Correios

A Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) conseguiu na justiça uma liminar que limita o reajuste nas tarifas do Sedex e do PAC que vinham sendo praticadas pelos Correios. A empresa havia anunciado em março reajuste da tabela dos preços praticados nessas modalidades. A liminar foi deferida pela 21ª Vara da Justiça Federal de São Paulo.

Sob pena de uma multa diária de R$ 50 mil ao dia se descumprir, os Correios terao de limitar o reajuste nas tarifas ao valor máximo de 8%. Em março, a notícia da nova tabela de serviços foi recebida com protestos pelo setor de varejo eletrônico, que se posicionou contra a alta que variava até 51%, enquanto a inflação anual oficial apurada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ficou em torno de 3%.

A decisão obtida pela ABComm porém é parcial. “Além do reajuste limitado, acompanhando a evolução da inflação brasileira em 2017, também pedimos a suspensão de mais dois pontos: a cobrança da taxa extra por região de risco e o valor extra para o envio de produtos que não forem quadrados”, afirma o presidente da entidade, Mauricio Salvador.

A taxa extra de R$ 20 para produtos não quadrados foi indeferida, mas a instituição ainda aguarda a resolução judicial sobre essa cobrança extra no valor de R$ 3 para entregas em regiões de risco ou conflito. “O juiz optou por declinar a competência deste ponto para a Justiça Federal do Rio de Janeiro, que já está avaliando essa mesma questão”, diz Guilherme Martins, diretor jurídico da ABComm e sócio proprietário do escritório Brudniewski, Martins e Miranda Advogados.

Ele acredita que o reajuste era abusivo para com os consumidores da forma praticada. “Visualizamos um impacto direto na operação logística de pequenos e médios e-commerces de todo o pais, mais de 7 mil lojas virtuais parceiras da associação seriam responsáveis por arcar com valores exorbitantes para conseguirem comprar e vender no comércio eletrônico”, diz o advogado responsável pela ação coletiva.

Organização sem fins lucrativos, a ABComm surgiu em meados de 2012 para fomentar o setor de comércio eletrônico e contribuir com seu crescimento em todo o país. “Hoje reunimos representantes e prestadores de serviços nas áreas de varejo online, tecnologia da informação, mídia e meios de pagamento, atuando frente às instituições governamentais. Essa ação coletiva é fruto dessa nossa mobilização”, pontua Mauricio Salvador. Segundo dados da entidade, no ano passado o setor de e-commerce brasileiro cresceu 12% em relação a 2016, obtendo um faturamento de quase R$ 60 bi em mais de 200 milhões de pedidos.

Tags, , , , , ,

40 anos na mesma empresa: Executivo viveu momentos de transformações da indústria

“Ter foco no que faz e no que busca como resultados; gostar de desafios, e gostar de trabalhar com pessoas e em equipe”. É dessa forma que Antonio Carlos Polzatto, funcionário há 40 anos da Festo Brasil, considera como um caminho na construção de uma trajetória de sucesso na empresa.

Polzatto é o funcionário mais antigo em atividade da Festo, multinacional alemã líder em automação industrial. Ele iniciou no mercado de trabalho aos 14 anos, na General Motors como Aprendiz do Senai. Começou então seu trabalho na Festo em março de 1977, trabalhando como Técnico de Processos de Usinagem Jr. Atualmente, ele é Gerente de Vendas de Tecnologia Elétrica, sendo o responsável pelo segmento no Brasil.

O executivo destaca que um dos pontos principais na sua jornada foi o bom exemplo dos gestores, na área técnica e de vendas, que também lhe ensinaram a não ser tão reativo. “Recebi grandes oportunidades nesses anos de empresa e, além disso, as recompensas que adquiri foram fatores extremamente motivacionais”, afirma o executivo.

Polzatto aponta que ao longo de sua carreira na Festo, os projetos que mais lhe trouxeram alegria foram os ganhos em montadoras e multinacionais do mesmo segmento, com o uso de terminais de válvulas – novas tecnologias.

O executivo viveu uma mudança significativa de gerações, que modificou consideravelmente as relações de trabalho. No entanto, ele conta que acompanhar as novas gerações foi relativamente simples, uma vez que sempre gostou de trabalhar com jovens. “Quando fui Supervisor de Processos de Usinagem sempre tive diversos estagiários, e era muito prazeroso vê-los se desenvolver e conquistar posições”, afirma Polzatto.

Para as novas gerações, o executivo deixa um recado. “Na vida precisamos ser uma espécie de camaleão e nos adaptarmos sempre às mudanças, caso contrário seremos infelizes e não teremos sucesso na vida profissional e pessoal”, comenta.

Volvo Cars: veículos elétricos devem representar metade de suas vendas até 2025

New Volvo XC40 T5 plug-in hybrid

Com o compromisso firmado no ano passado de que todos os lançamentos a partir de 2019 serão de veículos híbridos leves, híbridos plug-in ou 100% elétricos, a Volvo Cars planeja vender, até 2025, 50% de seus modelos dotados com essa tecnologia. A estratégia posiciona a fabricante sueca como um poderoso participante na China, o maior mercado mundial de carros elétricos.

O governo chinês deseja que esses automóveis respondam por mais de 20% das vendas anuais de carros no país até 2025, o que equivale a mais de sete milhões de veículos.

“Em 2017, assumimos o compromisso de eletrificar nossa gama em preparação para uma era além do motor de combustão interna”, disse Håkan Samuelsson, presidente e CEO da Volvo Cars. “Hoje reforçamos e expandimos esse compromisso no mercado mundial líder de carros eletrificados. O futuro elétrico da China é o futuro elétrico da Volvo Cars”.

Atualmente, a Volvo Cars produz o S90 e o S90L T8 na China. Esta semana marca o início da produção do XC60 T8, também na Ásia, o que significa que, em breve, todas as três fábricas da marca no país – Lugiao, Chengdu e Daqing – produzirão carros plug-in híbridos ou elétricos a bateria.

Com a abertura do Salão do Automóvel de Pequim nesta quarta-feira (25), a marca reforçará visualmente sua posição como líder do setor em eletrificação, com todos os carros em exibição conectados. Pela primeira vez, a fabricante participa de uma mostra automotiva apenas com veículos híbridos plug-in.

Lado a lado no estande, a marca exibirá seus três SUVs: o XC90, o XC60 e o novo XC40, que contará ainda com a primeira aparição pública de sua versão híbrida plug-in T5.

Eleito Carro do Ano Europeu de 2018, o XC40 acumula mais de 60 mil pedidos em todo o mundo desde seu lançamento, no final de 2017, embora a Volvo Cars ainda não comercialize o modelo na China.

O sucesso inicial do XC40 apoia as expectativas da fabricante sueca na forte demanda por seu novo SUV na China. Elas também são sustentadas pelas previsões de crescimento do segmento nos próximos cinco anos, bem como pela crescente população de classe média e tendências de aumento do PIB chinês impulsionadas pelo consumo doméstico.

A China é o maior mercado individual da Volvo Cars e, este ano, apresentou um acréscimo de vendas de 23,3% no primeiro trimestre, contribuindo para o crescimento de 14% nas vendas globais do primeiro trimestre da empresa. As vendas de carros da Volvo no país asiático em 2017 superaram 100 mil unidades pela primeira vez.

O lançamento local do novo XC40 e o profundo compromisso da empresa com a eletrificação deixam a Volvo Cars bem posicionada para cumprir sua ambição de aumentar ainda mais sua participação no maior mercado automotivo do mundo.

Divisão de Information Management da Kodak Alaris é rebatizada para Alaris

A Kodak Alaris anunciou que sua divisão de Information Management agora vai operar sob o nome “Alaris, uma empresa Kodak Alaris.” A partir de hoje, parceiros e clientes vão conferir novo site, logotipo e presença em mídias sociais. A entidade jurídica da empresa continua sendo a Kodak Alaris, Inc.

Há décadas a provedora global de tecnologia entrega soluções de captura da informação para empresas. “Nosso novo nome não se trata de uma reinvenção. É uma reinterpretação”, conta Don Lofstrom, Presidente da Divisão Alaris. “A mudança para a Alaris dá mais ênfase na experiência em ciência da imagem que ajuda clientes a entender dados e informações em seu trabalho. O novo nome também vai nos ajudar a nos concentrar em novos mercados, firmar parcerias novas e chegar a novos consumidores.” A Kodak Alaris tem três unidades de negócios – AI Foundry; Kodak Moments; e Paper, Photo Chemicals and Film. Todas elas vão continuar a usar seus nomes atuais.

Portfólio da Alaris

As ofertas da marca Alaris foram apresentadas no ano passado com o lançamento do Alaris IN2 Ecosystem. A nova marca simbolizou a mudança para ofertas integradas que combinaram scanners, software e serviços. “O nome é novo, mas nossa linha de scanners Alaris é fabricada com o mesmo compromisso inabalável com produtividade, confiabilidade e qualidade com os quais que nossos clientes e parceiros contam há vários anos”, explica Lofstrom. “Os produtos da marca Kodak que os clientes conhecem e confiam continuarão disponíveis e são uma parte importante do Alaris IN2 Ecosystem. Consistente com nossa promessa de produtos ‘preparados para o futuro’, todo o software da marca Alaris é retrocompatível para funcionar com nossos scanners atuais. O portfólio de produtos inclui scanners de ambas as marcas ‘Kodak’ e ‘Alaris’.”

Reconhecimento do setor

“Como uma vencedora do prestigiado prêmio Linha de Scanners do Ano da Buyers Lab pelo terceiro ano consecutivo (algo inédito), a Alaris continua a definir o padrão do que um scanner precisa ser na era da transformação digital”, diz Lee Davis, editor de scanners e soluções na BLI. A lista de prêmios não para de crescer:

– Escolha de Inverno do Buyers Lab 2018, Scanner de Departamento Excepcional – Alaris S2000 Series
– Escolha de Inverno do Buyers Lab 2018, Scanner de Produção Leve Excepcional – Scanner Kodak i3300
– Escolha de Inverno do Buyers Lab 2017, Solução de Captura de Documentos Excepcional – Kodak Info Input Solution

Oferecer scanners, software e serviços líderes do setor eleva a proposta de valor para parceiros e a torna mais atraente para revendedores, distribuidores e ISVs trabalharem com a Alaris.

Novo site, contas de mídias sociais e campanha de publicidade

O novo site da Alaris já está no ar no endereço AlarisWorld.com. As contas de mídias sociais da Alaris também estão de cara nova, incluindo perfis no Twitter, LinkedIn, Facebook e YouTube em vários países.

A Alaris está sendo apresentada em uma nova campanha de publicidade chamada “Makes Sense”. A campanha compartilha como a ciência da imagem entende dados em um mundo que ainda luta com a mudança de documentos impressos para digitais. Décadas de inovação da Alaris foram investidas na promessa de que as melhores informações exigem as melhores imagens, e a liderança contínua do setor cumpre com a promessa “Makes Sense”.

[embedyt] http://www.youtube.com/watch?v=mFMqjTWPT8w[/embedyt]