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Salesforce divulga pesquisa sobre o futuro do atendimento ao cliente

A Salesforce [NYSE: CRM], líder mundial em plataformas de gerenciamento de relacionamento de clientes (CRM), acaba de lançar o segundo relatório anual State of Service. Foram entrevistados mais de 2.600 profissionais de atendimento ao cliente em todo o mundo para descobrir como as tecnologias inteligentes estão influenciando os protocolos de atendimento e como os líderes da área estão respondendo às demandas cada vez maiores dos consumidores. O relatório concluiu que um atendimento ao cliente excepcional exige uma abordagem unificada em toda a organização, atendentes munidos das ferramentas e dos treinamentos certos e inteligência artificial para entregar uma experiência mais especializada.

Os clientes de hoje estão superconectados, hiperinformados e mais capacitados do que nunca. Na verdade, 70% dos consumidores e 82% dos compradores corporativos afirmam que a tecnologia facilitou imensamente a mobilidade dos serviços, fazendo da experiência do cliente mais do que uma indicação de fidelidade, mas uma maneira de se diferenciar da concorrência. Essa mudança no setor transformou o atendimento ao cliente, antes visto como uma função retrógrada e cara, em um importante diferencial.

“A experiência do cliente é a linha que separa as empresas bem-sucedidas daquelas que ficam para trás”, diz Adam Blitzer, vice-presidente executivo de Sales and Service Clouds da Salesforce. “É essencial que as empresas deem prioridade à experiência do cliente, capacitando seus atendentes a entregar um atendimento personalizado, inteligente e conversacional”.

Grandes expectativas: o atendimento dita o rumo da experiência do cliente

A entrega de uma experiência perfeita exige colaboração entre todos os setores de uma empresa. O atendimento colaborativo ao cliente aumenta as oportunidades de venda cruzada e casada, além de proporcionar experiências mais consistentes e eficientes.

● É essencial promover a colaboração entre as áreas de vendas, atendimento e marketing: 78% das equipes de atendimento acreditam que todos os funcionários são agentes de atendimento.

● As áreas de vendas e atendimento precisam trabalhar melhor juntas: 63% das equipes de atendimento possuem processos formais de colaboração com a equipe de vendas, e 65% delas são capazes de fornecer aos seus colegas de vendas informações relevantes sobre os problemas e as necessidades dos clientes.

● A colaboração entre equipes pode aumentar as vendas: 59% dos atendentes acreditam ser capazes de gerar orçamentos e pedidos de renovação de complementos diretamente no CRM.

● Experiência do cliente é um diferencial essencial para as empresas, e o investimento em excelentes níveis de atendimento é crítico: 81% das equipes de atendimento acreditam que essa é a área de maior impacto sobre a percepção da marca. Além disso, ao longo dos últimos dois anos, 89% das equipes tiveram seus orçamentos mantidos ou aumentados.

Atendentes capacitados: empresas aumentam o investimento no sucesso dos atendentes

As melhores equipes de atendimento são aquelas com acesso às melhores ferramentas e tecnologia, mas também as mais bem treinadas e que possuem uma visão global do cliente:

● Uma visão global do cliente pode aumentar drasticamente a produtividade do atendente: 79% das equipes de atendimento concordam que uma visão holística e compartilhada capacita os atendentes a oferecer consistência e continuidade em todas as interações.

● Atendentes capacitados trazem vantagens não só para o consumidor, mas também para a empresa: 64% dos consumidores e 80% dos compradores corporativos esperam que as empresas respondam às solicitações em tempo real. Para tanto, é cada vez mais importante que os times de atendimento se adaptem a essa realidade.

● Dar aos atendentes o acesso às ferramentas necessárias traz benefícios de longo prazo, inclusive para a retenção de funcionários. Dentre as equipes de atendimento mais bem-sucedidas, 90% dos colaboradores planejam estar na mesma empresa daqui um ano.

● A lógica analítica tornou-se uma ferramenta essencial para os atendentes. Entre 2015 e 2016, o uso de lógica analítica no atendimento aumentou 166%.

Métricas emergentes: KPIs de atendimento giram em torno do sucesso do cliente

No passado, o foco das equipes de atendimento ao cliente era no fechamento do maior número de casos no menor tempo possível. Entretanto, no mundo atual, centrado no cliente, o atendimento tornou-se um mecanismo de crescimento dos negócios, gerando novas oportunidades de vendas e melhores experiências com as marcas.

● As KPIs são cada vez mais focadas no cliente: 79% das equipes priorizam as necessidades dos consumidores em detrimento de suas métricas de desempenho. Além disso, 46% das equipes possuem um KPI relacionado ao monitoramento da empatia entre atendente e cliente.

● Interações por telefone e e-mail são apenas a ponta do iceberg. Interagir com os clientes da maneira que ele prefere é cada vez mais importante: mais de 50% das equipes já interagem com o cliente em pelo menos cinco canais diferentes.

● A utilização de aplicativos móveis, em especial, quase triplicaram. Entre 2015 e 2016, houve um aumento de 196% no uso de aplicativos por equipes de atendimento.

Tecnologias inteligentes promovem novas formas de conexão

Para atender às expectativas dos clientes, os times estão ampliando o uso de inteligência artificial (IA) e preditiva.

● Essas tecnologias trazem benefícios não somente para os clientes, mas também para os atendentes, ao permitir que se concentrem nos problemas mais complexos, compreendam melhor o cliente e entreguem uma experiência mais personalizada. Na verdade, 77% dos principais times de atendimento fazem um excelente uso de IA, proporcionando uma experiência aprimorada aos consumidores.

● A construção de relações mais profundas com os clientes é essencial para as empresas em busca de sucesso. Atualmente, 67% dos times de alto desempenho usam inteligência conversacional em tempo real (por exemplo, analisando palavras e tons para recomendar as próximas etapas de atendimento) para estabelecer melhores relações com os clientes.

● 51% dos consumidores e 75% dos compradores corporativos esperam que até 2020 as empresas
antecipem suas necessidades e façam sugestões relevantes antes que eles resolvam entrar em contato.

● Há muito espaço para melhorar a funcionalidade do atendimento inteligente: somente 37% das equipes conseguem coletar insights durante todo o ciclo de vida do cliente e realizar análises de próximos passos que permitam que os times de vendas, atendimento e marketing antecipem as necessidades dos clientes e priorizem tarefas.

Baixe a versão completa do segundo relatório anual de pesquisa State of Service: https://www.salesforce.com/form/pdf/2017-state-of-service.jsp?&nc=7010M000002MKxkQAG

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Startup lança ferramenta para aumentar conversão em sites

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Quem nunca desistiu de uma compra online porque o site era difícil de usar? Nos meios digitais é muito fácil mudar de site ou desinstalar um aplicativo ao esbarrar em dificuldades. Mas porque as pessoas abandonam o fluxo de compra? O que acontece e como resolver? São essas questões que o TESTR – uma ferramenta de teste de usabilidade online – se propõe a responder.

Quem cuida de produtos digitais (sites, lojas virtuais, apps etc.) sabe que aumentar a conversão é essencial para obter bons resultados. As principais ferramentas disponíveis para isso são análise de métricas e testes A/B, mas elas só apontam onde estão os problemas e onde as pessoas abandonam a compra – não explicam o porquê.

Teste de usabilidade é uma técnica de pesquisa que mostra o que está por trás do problema e o que pode ser feito para resolvê-lo. Com ele é possível ver as pessoas usando um site ou aplicativo, realizando tarefas e comentando sobre a experiência – o que costuma revelar ótimos insights.

Segundo Elisa Volpato, especialista em pesquisa que trabalha há 11 anos com experiência do usuário (UX) e cofundadora do TESTR, é importante fazer testes de usabilidade porque “em geral a equipe que cria um produto digital não é a audiência desse produto, e isso faz uma grande diferença. O repertório de internet de um designer é diferente do repertório da Dona Maria, que vai interagir com o produto de outra forma. Testar com o público correto é essencial para obter bons resultados”.

O problema é que testes de usabilidade dependem de uma logística de organização, recrutamento e equipamentos, que deixam os projetos caros e demorados. É aí que entra o TESTR. A grande diferença é que agora é possível usar a tecnologia como aliada para eliminar a parte trabalhosa do processo, deixando o teste muito mais rápido e mais barato.

“Um teste de usabilidade convencional com 10 participantes custa a partir de R$ 25.000. Utilizando o TESTR, custa 14 vezes menos. Isso permite que empresas que não faziam testes antes passem a se beneficiar dos seus resultados, e empresas que já faziam aumentem a frequência”, explica Elisa.

Outra grande vantagem é a abrangência nacional. Testes de usabilidade normalmente são feitos em salas próprias para pesquisa e o time acaba conversando apenas com pessoas de uma só cidade. Com o TESTR é possível ter uma amostra muito mais diversa, com pessoas em várias cidades do país. E como os participantes fazem os testes em seu contexto natural de uso, elas ficam muito mais à vontade e os resultados são mais próximos de uma situação real.

COMO FUNCIONA

O TESTR é uma ferramenta self-service. No sistema, o cliente cria o roteiro de tarefas e perguntas e define o perfil dos participantes que devem ser chamados. O sistema encontra as pessoas ideais e envia um convite. Enquanto o participante faz as tarefas pedidas (como encontrar um produto ou simular uma compra), o TESTR grava a navegação na tela, a webcam e o áudio. O cliente recebe o vídeo e as respostas do participante por escrito, organizadas em gráficos e tabelas para facilitar a análise.

A ferramenta funciona na nuvem e não requer instalação nem compra de software. “A contratação é feita de forma avulsa por participante, sem necessidade de mensalidade. É possível também adquirir créditos de forma antecipada para ir utilizando conforme a necessidade”, explica Anderson Sales, cofundador da startup.

“Um dos nossos maiores desafios foi criar uma solução leve e fácil de utilizar para os participantes”, comenta Fabio Trentini, sócio responsável pela tecnologia.

INOVATIVA BRASIL E LANÇAMENTO

Foram 1.148 startups inscritas, 300 selecionas e 125 classificadas para a fase final do Inovativa Brasil, o maior e melhor programa de aceleração do Brasil. Após meses de aceleração, o TESTR participou do Demoday Inovativa e foi eleito entre as 12 melhores startups de todo o programa.

A plataforma será lançada para o mercado na versão desktop em 09 de janeiro de 2017, e os fundadores preveem uma versão para testes em celulares no primeiro trimestre de 2017.

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Indústria 4.0: a visão do integrador de soluções – Por Jorge Brito

Indústria 4.0, Manufatura Avançada e Manufatura Digital são termos bastante utilizados nos dias de hoje para fundamentar a chamada Quarta Revolução Industrial, que dá continuidade aos antigos movimentos marcados pela evolução das máquinas.

A Primeira Revolução Industrial surgiu na Inglaterra em meados do século XVIII, tendo como fator preponderante a mecanização dos processos fabris. A Segunda, por sua vez, foi caracterizada pela eletrificação das indústrias. Já a Terceira trouxe a eletrônica e o IT para o chão de fábrica.

Finalmente, a Quarta Revolução Industrial está associada ao desenvolvimento de sensores, processos, ITC e soluções/aplicações de alta disponibilidade, o que garante maior conectividade entre as máquinas de uma fábrica e, por consequência, maior assertividade na tomada de decisões.

Esse mais recente movimento tecnológico também pode ser chamado de Revolução da Informação, visto que há uma integração de dados no desenvolvimento de novos produtos e soluções.

Sendo assim, a Quarta Revolução Industrial nos apresenta o dado certo, do local certo, no momento certo e no dispositivo certo. Tal cenário exige uma rastreabilidade na cadeia de processo, dado que o empresário, o diretor industrial e o Plant Manager se preocupam em obter a informação adequada a tempo de tomar decisões e potencializar seu negócio. Isso pode ser resumido em duas palavras: visibilidade e, mais importante ainda, previsibilidade.

A seguir, alguns pontos de interesse do mercado e fatores de sucesso para a Manufatura Avançada:

– Análise preditiva (M2M mais IoT e Big Data);
– Produtos, processos e máquinas conectados (M2M mais IoT);
– Fábricas inteligentes – Smart Factories (M2M mais IoT);
– Integração e soluções completas (E2E);
– Alto conhecimento no negócio do cliente (Core Business);
– Alto conhecimento das tecnologias envolvidas, tais como: Agile Methodology, RFID, Mobiles;
– Projetos que utilizam tecnologias abertas (Open Source Technology);
– Alto poder computacional com alta disponibilidade (Cloud Computing, High Availability Data Center).

Jorge Brito, Head M2M, IoT, I4.0 e Inovação na T-Systems do Brasil

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Capgemini acelera iniciativa global de FinTech para atender às demandas de inovação do mercado

A Capgemini, um dos líderes globais de serviços de consultoria, tecnologia e terceirização, lança sua iniciativa global voltada a FinTechs com o objetivo de apoiar seus clientes de serviços financeiros. A iniciativa se baseia na expertise em integração da companhia para checar, selecionar e evoluir a inovação de seus clientes por meio das tecnologias das FinTechs, a partir de um intenso processo de curadoria e colaboração conduzido pelos Applied Innovation Exchanges (AIEs), que são os centros de inovação da Capgemini no mundo.

“Seja gerando uma experiência excepcional ao cliente ou melhorando sua eficiência operacional, a inovação das FinTechs é um catalisador para o setor. Como o ritmo de inovação da tecnologia de serviços financeiros acelerou, a Capgemini decidiu desenvolver esta iniciativa para conectar seus clientes com a inovação das FinTechs também de forma mais rápida”, explicou Thierry Delaporte, líder da unidade de negócios de serviços financeiros globais da Capgemini e membro do board executivo do Grupo.

A iniciativa FinTech da Capgemini é única porque vai além do conceito tradicional de incubadora, abrangendo etapas de conexão, curadoria, incubação e investimento. Desta forma, a Capgemini se diferencia como participante ativo no processo de validação, evoluindo as principais propostas de valor das FinTechs participantes em colaboração com seus clientes do setor. Adicionalmente, a companhia endereçará os maiores desafios da inovação externa, eliminando lacunas de adoção como dificuldades de integração, gerenciamento de dados e mudanças de processo, além de requisitos de conformidade e regulatórios.

As empresas participantes da iniciativa experimentarão o processo de curadoria da Capgemini, que verifica e seleciona inovações que ajudarão a atender às demandas do mercado. Serão tomadas providências para que todas as categorias de FinTechs, bem como startups orientadas para a tecnologia empresarial, candidatem-se para participar da iniciativa de alavancar a inovação no setor de serviços financeiros.

Uma vez selecionadas pelo processo de curadoria, as inovações das FinTechs serão refinadas e evoluídas por meio de uma incubação conduzida em colaboração com os clientes. A iniciativa FinTech global abrangerá todos os segmentos e áreas de processo abordados pela prática de serviços financeiros da Capgemini. A rede global de AIEs da companhia não serão utilizados apenas nas fases de curadoria e incubação, mas também como canais para a realização de bootcamps, hackathons e innovation days. Além disso, os participantes terão acesso a uma grande comunidade de conselheiros, clientes e parceiros da Capgemini para co-criar modelos de negócios, proporcionando oportunidades para ganhar vantagens competitivas.

A Capgemini trabalhou em parceria com o MaRS Discovery District, um hub global de inovação sediado em Toronto, que abriga o maior cluster de tecnologia financeira do Canadá. “Esta relação é um forte reconhecimento da qualidade da inovação da FinTech no país. O processo de curadoria da Capgemini certamente proverá novos canais para que as FinTechs canadenses identifiquem oportunidades de negócios e investimentos em mercados globais emergentes”, explicou Adam Nanjee, líder de tecnologia financeira da MaRS.

A Bluechain, que foi formada em 2015 para comercializar uma tecnologia de pagamento inovadora, projetada para aumentar a segurança em uma ampla gama de situações de pagamento, está participando da iniciativa FinTech da Capgemini. De acordo com Mike McAuley, CEO da Bluechain, “nossa tecnologia vai transformar o futuro dos pagamentos. Quando operamos no espaço de tecnologia de pagamentos de nicho na Austrália, ficamos muito satisfeitos por trabalhar com a Capgemini, como conselheiros e parceiros de canal global para a distribuição de soluções de pagamentos baseadas em nossa tecnologia”.

Para obter mais informações sobre a iniciativa, entre em contato pelo e-mail: financialservices@capgemini.com

O World FinTech Report, estudo recém-lançado da Capgemini, pode ser baixado no website: www.br.capgemini.com

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Provider IT e IBM promovem hackathon com foco em soluções móveis para os segmentos de seguros e finanças

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Engajada às tendências mais inovadoras do mercado, a Provider IT, uma das principais consultorias e provedoras de serviços de TI do país, e a IBM, acabam de realizar no Rio de Janeiro seu primeiro hackathon em conjunto, uma maratona que teve como objetivo trazer soluções para os segmentos de seguros e finanças por meio do desenvolvimento de software. Ao longo de 48 horas, os participantes foram desafiados a desenvolver alternativas e soluções empregando a plataforma IBM Bluemix, que ajuda os desenvolvedores a construir e executar aplicativos e serviços na nuvem para dispositivos móveis e web, em sintonia com os conceitos de internet das coisas (IoT) e computação cognitiva – na IBM representada pela tecnologia IBM Watson.

“Este tipo de iniciativa tem impacto no que diz respeito a inovação, por meio do desenvolvimento de novas soluções aplicando as tecnologias mais avançadas, com criatividade, excelência técnica e, sobretudo, aderência real. Nós tiramos nosso time de desenvolvedores de suas rotinas de trabalho para que eles possam criar e desenvolver ideias que contribuam de maneira efetiva para novas soluções. Este tipo de desafio traz benefícios para todos os envolvidos”, ressalta Cristiana Berardo, responsável pela área de Sistemas Corporativos e Soluções Digitais da Provider IT.

O hackathon IBM – Provider IT reuniu um grupo de profissionais da área de programação de software da consultoria, que foram divididos em quatro equipes, sendo três delas desafiadas a criar soluções tecnológicas em formato de aplicativos voltados ao setor de seguros e uma equipe ficou responsável pelo desenvolvimento de uma solução direcionada ao segmento de Bancos e Finanças, todas utilizando os recursos da plataforma IBM Bluemix. Para isso, os programadores contaram com cinco apoiadores técnicos da IBM durante toda a realização do evento. Além disso, os desenvolvedores tiveram o suporte de outros cinco mentores da Provider IT que nortearam os grupos com visões práticas de negócios.

Os 16 participantes criaram quatro projetos. O grande vencedor foi o aplicativo de aviso e acompanhamento de sinistros, que reduz o custo operacional das seguradoras e agiliza o atendimento ao cliente. A solução vitoriosa foi escolhida por uma mesa de jurados, composta por executivos da Provider IT e da IBM, que avaliaram os projetos segundo critérios de ineditismo, impacto aos negócios e completude. “As soluções e ideias apresentadas durante o hackathon serão utilizadas pelos nossos executivos de conta em suas atividades de pré-venda e podem, em breve, ser incorporadas ao portfólio da companhia”, explica Berardo.

A estreita parceria da Provider IT com a IBM contribuiu para o sucesso da jornada de desenvolvimento. “Os desenvolvedores ficaram extremamente motivados com seus aplicativos e APIs implementadas via a plataforma IBM Bluemix. A diretoria da Provider IT acompanhou as equipes de perto, contribuindo no processo de revisão das ideias. Estamos certos de que a constante evolução da parceria com a IBM vai alavancar novos negócios por meio do Bluemix”, finaliza a executiva.

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Twitter aponta Fiamma Zarife como nova diretora-geral do Brasil

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Fiamma Zarife (@fzarife) é a nova diretora-geral do Twitter Brasil. A executiva desempenhava o papel de diretora de agências na empresa desde julho de 2015, sendo responsável pelo relacionamento com agências de publicidade. Em sua nova função, Fiamma irá liderar a operação brasileira, antes dirigida por Guilherme Ribenboim (@guilhermerib). Ribenboim permanece como vice-presidente do Twitter para a América Latina, mas também assume novas responsabilidades e irá liderar globalmente a área de desenvolvimento de soluções para clientes do Twitter, com base em Nova York.

“A escolha de Fiamma para comandar a operação brasileira busca aprofundar o que fazemos desde que chegamos ao Brasil há quatro anos: gerar valor aos nossos usuários e criar relacionamentos estratégicos com parceiros de mídia, agências de publicidade e marcas”, diz Ribenboim.

Fiamma destaca que o mercado brasileiro é um dos cinco principais do Twitter no mundo e tem enorme potencial de crescimento. “É com muito orgulho que recebo a missão de comandar a operação do Twitter no país e dar continuidade ao trabalho iniciado em 2012. Queremos preservar a cultura do Twitter Brasil, que coloca os objetivos de negócios de parceiros e clientes no centro das nossas decisões”, afirma.

Fiamma acumula mais de 20 anos de experiência nos setores de telecomunicações, finanças e petrolífero. Atuou como VP de conteúdo e serviços da Samsung na América Latina, onde foi responsável, entre outras atribuições, pelo desenvolvimento de parcerias com produtores de conteúdo locais e regionais e pelo Samsung Ocean, um centro de capacitação tecnológica voltado a empreendedores. Antes disso, teve passagens por Claro, Oi, Telecom Italia, ATL, Banco Boavista e Petrobras Distribuidora.

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CES 2017 Unveils Game-Changing Innovation to the World

The future of technology was unveiled yesterday on opening day of CES® 2017, as more than 3,800 companies debuted products across a record 2.6 million net square feet of exhibit space. Opening day featured future-focused product announcements and keynotes from the leaders of Carnival Corp., Huawei and Nissan, in addition to a C Space keynote with chairman and senior executive of IAC and Expedia, Inc. Barry Diller and chairman and CEO of MediaLink Michael E. Kassan. Owned and produced by the Consumer Technology Association (CTA)TM, CES 2017 runs through Sunday, January 8, in Las Vegas, Nevada.

Keynotes

Gary Shapiro, president and CEO, CTA kicked off CES 2017 by exploring how technology transcends industries, transforms lives and fosters innovation. “Today’s innovators are working long hours and late nights to change lives for the better – and in some cases they’re saving lives,” he said. Shapiro announced that CTA will invest $1 million in five initiatives to help create better paying American jobs that maintain U.S. leadership in technology and innovation. “Our industry supports 15 million jobs and it’s time those of us in corporate America take an ethical responsibility and ownership in our national future.” Shapiro also announced CTA’s “Let’s Go Humans” campaign, celebrating innovators and creators who are developing technologies that are improving lives and making the world a better place to live.

Immediately following Shapiro, Arnold Donald, president and CEO of Carnival Corporation, took the opening keynote stage to unveil the Ocean Medallion, a first-of-its-kind wearable that acts as a personal digital concierge for cruise guests. The Medallion enables guests to access rooms, make on-board purchases, locate family and friends and so much more to maximize the cruise experience. “Each guest is different and the things that make them happy are different,” said Arnold. “Our mission is to personalize and simplify the vacation experience for everyone.”

During the C Space keynote, IAC and Expedia’s Barry Diller discussed changes in the media landscape and how the advertising industry is being challenged today by fake news. This interview-style session was moderated by MediaLinks’ Michael E. Kassan and addressed the potential negative consequences of the public’s newly-found freedom to publish content. “Before, you needed a distributor,” said Diller, “Now you push a button and publish to the world; while that’s freeing, it has lots of nasty consequences.”

Richard Yu, CEO of Huawei Consumer Business Group delivered a keynote address on Thursday afternoon. He said the company has invested $38 billion in R&D in the last 10 years and announced a new smartphone with a dual-camera – a second generation Leica Dual camera, featuring dual sensors and 2X hybrid zoom. Yu showcased an ultra-long lasting battery with the Huawei SuperCharge, which charges four times faster and lasts 50 percent longer than other smartphone batteries. He also introduced the Mate 9, the world’s first intelligent smartphone to integrate with Alexa, the intelligent voice service.

Wrapping up the day, Nissan Motor Corp. chairman and CEO Carlos Ghosn shared the company’s vision for a zero-emissions, zero-fatality world. “The destructive triangle of autonomous drive technology, electric vehicles, connected cars and services means we will see more change in the next ten years than we did in the last 50,” said Ghosn. He then announced that the next-generation Nissan Leaf electric vehicle will come with the semi-autonomous ProPilot system, as well as the company’s plans to launch their Seamless Autonomous Mobility (SAM) system. Developed from NASA technology, SAM enables a “human in the loop” approach to autonomous driving, which monitors a vehicle’s path from a distance, providing peace of mind to drivers.

SuperSessions and Conferences

Opening day featured dynamic SuperSessions and conferences, including the Sports Business Innovation conference, C Space Storytellers panel series and the Innovation Policy conference.

The Stoked About 5G SuperSession, moderated by ReCode Senior Editor of Mobile Ina Fried, featured executives from 20th Century Fox Film, BMW Group, Ericsson and SK Telecom. The panel discussed the possibilities for innovation using the new 5G network – a network that reacts faster than the human brain.

CTA’s Gary Shapiro sat down with Federal Trade Commission Chairwoman Edith Ramirez to discuss consumer privacy, the Internet of Things, patent trolls and the sharing economy. Ramirez emphasized the need for Congressional action to ensure the functions of internet-enabled devices are transparent. “All of the innovation you see on the CES show floor depends on the use and gathering of data, and that’s only going to accelerate, especially in regard to artificial intelligence and machine learning,” said Ramirez.

David Kirkpatrick, founder and CEO of Techonomy, moderated The Challenges Facing an Artificially Intelligent World SuperSession. Speakers included Chris O’Connor, general manager, IBM Watson, Dr. Vivienne Ming, co-founder, Socos, Jeroen Tas, CEO, Connected Care & Health Informatics, Philips, and Paul Daugherty, chief technology & innovation officer, Accenture. The panel discussed the future of Artificial Intelligence (AI), how it will grow to become all-inclusive, similar to IoT, and how AI will enhance human lives, help further develop our abilities and change our society.

CNET’s Next Big Thing SuperSession was moderated by CNET Editor-in-Chief Lindsey Turrentine and CNET’s Editor-at-Large Brian Cooley. The panel explored barriers to unlocking the smart home. Obstacles discussed included cost, complexity and security. When the group turned to discuss security, they were briefly joined on stage by actress Carly Chaikin, who plays the hacker Darlene on the USA television series “Mr. Robot.” Security of the smart home, the panelists agreed, is the starting point of any smart home device.

C Space Storyteller Sessions

Thursday’s C Space Storyteller sessions kicked off with Margo Georgiadis, president, Americas at Google, moderating a panel with leaders from Universal Pictures and AT&T. The executives took a deep dive into how each brand leverages mobile to grow stronger and drive business results. They also touched on how to win the war for attention with so much content competition, with the consensus being to hook and hold audiences with compelling content.

Next, executives from Hulu and Live Nation took the C Space stage to discuss how they are redefining the concert experience through a new frontier: Virtual Reality. Kevin Chernett, executive vice president, global partnerships and content distribution at Live Nation Entertainment and Noah Heller, vice president, emerging technology at Hulu addressed the new frontier of leveraging virtual entertainment to give fans unprecedented access into the worlds of top artists both on and off stage.

Mike Parker, president, iCrossing moderated an afternoon Storytellers panel with executives from Bridgestone, PepsiCo and Whirpool Corp. to explore customer behavior driven by technology and innovation. Marketers need to manage the flow of data and leverage the analytics while learning more about their audiences. Brands will be challenged to maintain consistency with their stories, given the new tools coming into the market.

Rounding out the Storyteller sessions, President of Verizon Digital Media Services Ralf Jacob talked with leading content creators about how OTT strategies and technologies have enabled them to engage audiences and further drive opportunities. The goal isn’t to get the most clicks, but to keep their audiences coming back, increasing page time and sharing information with the brand. Engaging new users presents a gamble because marketers are forced to use new strategies with little data.

Sports Business Innovation

David Levy, president of Turner, kicked off the Sports Business Innovation Conference Track on Thursday. Panelists included WNBA player Sue Bird, NBA analyst Grant Hill, NCAA President Dr. Mark Emmert, and NBA Commissioner Adam Silver. The panel, moderated by Turner Sports Sportscaster Ernie Johnson, covered a number of topics related to technology’s effect on professional sports. Seven-time NBA All-Star Grant Hill put it best, “We are all connected. Not just in how you interact with fans, but how you manage your body.”

The three subsequent panels examined topics varying from an athlete’s life outside of sports, the challenges of, and strategies for, consumer engagement and the massive opportunity presented by the growing popularity of eSports. Participants included Chris Bosh of the NBA’s Miami Heat; Draymond Green of the NBA’s Golden State Warriors and Dexter Fowler’s of Major League Baseball’s St. Louis Cardinals, as well as executives from Bleacher Report, Dell and Ford.

To round things out, Federal Communications Commission (FCC) and Federal Trade Commission (FTC) Commissioner Roundtable Session was moderated by Julie Kearney of CTA with panelists FCC Commissioners Mignon Clyburn, Mike O’Rielly and Ajit Pai and FTC Commissioners Maureen Ohlhausen and Terrell McSweeny. FCC Commissioners kicked off the panel with broad agreement on the ongoing broadcast spectrum incentive auction, each commenting they are optimistic the incentive spectrum auction will succeed and make resources more efficient. The FTC Commissioners identified ongoing issues for data privacy and security for consumers with IoT, but stressed that any approach to regulating should be flexible enough to promote innovation.

Thursday also featured the Stuff Wearable Tech Awards, highlighting the 10 best wearables coming to market. The full list of award winners and honorees can be found at Stuff.tv.

CES 2017 runs through Sunday, January 8. For the latest breaking news and product announcements, visit CES.tech.

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Raul Moreira, presidente do conselho da Cielo, assume presidência executiva da Alelo

Raul Francisco Moreira assume a partir da próxima segunda-feira (09/01) como novo presidente da Alelo, empresa líder no setor de benefícios e despesas corporativas. Funcionário de carreira do Banco do Brasil por mais de 29 anos, atuou como membro do Conselho de Administração de empresas no segmento de pagamentos eletrônicos, como EloPar, Elo, Alelo e Livelo. Participou também de projetos relevantes para o mercado de cartões como Diretor Vice-Presidente da Abecs (Associação Brasileira de Empresas de Cartões). Exerceu ainda a Presidência do Conselho de Administração da BB Seguridade e desde 2015 ocupava a Vice-Presidência de Negócios de Varejo do Banco do Brasil. Sua formação é em Gestão da Tecnologia da Informação.

“O Raul tem participado ativamente da trajetória da Alelo como integrante do Conselho de Administração da empresa e tem toda a confiança dos sócios Bradesco e do Banco do Brasil. Ele chega para presidir a empresa num momento muito bom, de crescimento, e terá uma equipe engajada para alavancar ainda mais o negócio”, destaca Marcelo Noronha, vice-presidente executivo do Bradesco e atual presidente do Conselho de Administração da Alelo.

“Estou muito feliz com esse desafio e espero me integrar da melhor forma possível na cultura vencedora da Alelo. Esse é um sonho que se realiza e tenho certeza que será um ano de muito trabalho, aprendizado e conquistas com uma equipe inspiradora”, afirma Raul Moreira, novo presidente da Alelo.

Eduardo Gouveia, que presidiu a Alelo desde setembro de 2013, assumiu a presidência da Cielo no dia 02 de janeiro.

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Samsung NEXT anuncia fundo de US$ 150 milhões para ampliar suporte global a startups

Samsung NEXT (antigo Samsung Global Innovation Center – Centro de Inovação Global de Samsung) anuncia a criação de um fundo de investimento de capital empreendedor de US$ 150 milhões para aumentar o suporte global da Samsung a startups em etapa inicial na busca pela inovação avançada de software e serviços. O fundo permite ao Samsung NEXT construir, sobre a sua plataforma de inovação global de várias etapas, um apoio aos empreendedores de tecnologia, com financiamento, recursos e expertise de domínio profundo.

“Vemos o software e os serviços se tornando parte central do DNA da Samsung Electronics, e as startups são fundamentais para conseguirmos esta visão”, afirma David Eun, Presidente e Fundador do Samsung NEXT. “A Samsung continua abraçando o empreendedorismo em todos os níveis e este fundo demonstra o nosso inabalável comprometimento em dar suporte a interessantes empresas globalmente”.

O fundo tem como alvo os investimentos de pré-Semente aos Série B, com foco em realidade virtual, inteligência artificial, IoT (Internet das Coisas) e em outras novas tecnologias de ponta. As empresas que têm recebido capital procedente do fundo até neste momento são: Converge Industries, Dashbot, Entry Point VR, Filament, Intezer, LiquidSky, Otto Radio, 2Sens, SafeDK e Virtru.

“Os nossos investimentos trazem o poder da plataforma da Samsung às startups para acelerar o seu crescimento e, consequentemente, seu sucesso”, comenta Brendon Kim, Vice-Presidente e Diretor Executivo do Samsung NEXT Ventures. “O fundo da Samsung NEXT amplia os nossos alcance e capacidades globais, enquanto aumenta o acesso da Samsung a grandes ideias, produtos e talentos”.

Em setembro, o Samsung NEXT lançou o seu último escritório em Tel Aviv, Israel (Samsung NEXT Tel Aviv). A nova localização é a quinta para a organização, que atualmente possui equipes em Mountain View, Nova York, São Francisco, nos Estados Unidos, e Coreia do Sul. O Samsung NEXT inaugurará mais unidades em 2017.

“Estamos muito apaixonados por realizar parceria com as startups e desenvolver relacionamentos significativos nos ecossistemas de novas empresas ao redor do mundo”, diz Emily Becher, Diretora Executiva do Samsung NEXT Start e responsável pela expansão internacional do Samsung NEXT. “Potencializamos os especialistas locais para alimentar a força de tração e aumentar a escala para as startups em todo o mundo”.

Para coincidir com a expansão internacional do Samsung NEXT e o lançamento do fundo, a empresa tem iniciado seu primeiro esforço de reformulação, que inclui a renomeação da sua organização para “Samsung NEXT” e a emissão de um novo logo e um site. Com isso, a meta da companhia é simplificar sua identidade e esclarecer sua mensagem e missão.

Pela primeira vez, no Parque Eureka da CES 2017, o Samsung NEXT apresentou as startups apoiadas, que estão superando aos limites com as novas tecnologias de ponta e as soluções inovadoras. O estande contou com a presença dos fundadores dessas empresas e ofereceu experimentação de produtos únicos, tais como:

– Baobab Studios – Animação em realidade virtual (VR). baobabstudios.com

– BioBeats – Inteligência artificial (AI) e saúde digital. biobeats.com

– Branch – Ligação de dados móveis. branch.io

– Filament – IoT. filament.com

– LiquidSky – Computação e jogo em nuvem de ultrabaixa latência. liquidsky.tv

– Lotik – Inteligência hídrica wireless. lotik.io

– Mapzen – Serviços de mapeamento de fonte aberta. mapzen.com

– Otto Radio – Coleta e apresentação ao público de notícias e transmissões de programas pela internet com o toque de um botão. ottoradio.com

– UniKey – Controle de acesso alternativo. unikey.com

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O que mudar em seu planejamento de marketing em 2017 – Por Rafael Damasceno

Em 2016, passamos por um momento de extrema instabilidade política, que resultou em um impeachment presidencial, além de outros fatores que atingiram diretamente os rumos da economia brasileira. Investimentos em queda e incertezas no futuro, fizeram com que o PIB (Produto Interno Bruto) recuasse mais de 4% nos primeiros três trimestres desse ano, segundo dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), no final de novembro. São sete trimestres seguidos de recuo!

Apesar dos economistas não estarem tão animados com a ano que chega, meu otimismo me faz considerar a velha lógica de “quanto pior a crise, melhores os anos seguintes”, 2017 poderá nos brindar com uma retomada no crescimento econômico, abrindo assim, novas oportunidades para voltar a investir. Esse cenário nos leva a uma simples pergunta – sua empresa e os projetos dos quais você faz parte estão preparados para explorar essa oportunidade? Creio que esse seja um momento para ajustar seus esforços de Marketing Digital e aproveitar ao máximo a evolução que está por vir.

Primeiramente, é preciso analisar o quanto você investe de seus recursos para levar visitantes para seu site. Certamente deve ser um número muito superior ao que é investido no que acontece após a chegada deles ao seu site. Lembre-se que é isso que transformará essas visitas em clientes ou leads e esse desequilíbrio provavelmente está impedindo seus projetos de crescerem em seu máximo potencial. O direcionamento de tráfego para uma página que não está otimizada para converter esses visitantes traz baixíssimo retorno.

Ao planejar as ações de marketing digital da sua empresa em 2017, busque um equilíbrio entre os investimentos em geração de tráfego e otimização de conversão (CRO). A principal vantagem disso é um exponencial aumento de faturamento, já que o aumento das suas conversões, sejam elas vendas diretas ou leads qualificados, naturalmente aumentará os seus recebimentos. Isso faz com que sua margem de lucro também suba. Temos exemplos de empresas que obtiveram 10% de aumento em seu faturamento, após investimentos na conversão de visitantes, e que tiveram 50% de aumento nos lucros, pois eles elevaram seus ganhos sem adicionar novos custos ao seu negócio.

Outro fator bastante relevante é o aumento do ROI (retorno sobre o investimento) em todas as fontes de tráfego de seu site, que otimizado traz mais eficiência na conversão. Com um retorno favorável, é possível investir de forma mais agressiva em mídia do que seus concorrentes, o que lhe dá uma vantagem competitiva gigantesca.

Após passarmos por um período tenebroso, acredito que 2017 será de fato um ano de novas oportunidades e precisamos aproveitá-las ao máximo de forma eficiente. Pense muito e reveja suas perspectivas para explorar os próximos 12 meses para que seu negócio cresça na velocidade mais alta possível, assim você colherá os frutos desse esforço por um bom tempo!

Rafael Damasceno, CEO da Supersonic, primeira empresa brasileira empresa 100% focada no aumento das taxas de conversões de sites

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Datalogic leva inovação a varejistas na NRF 2017

A Datalogic, líder mundial nos mercados de Captura Automática de Dados e Automação Industrial e fabricante de classe mundial de leitores de códigos de barras, computadores móveis, sensores, sistemas de visão e equipamentos de marcação a laser, inicia o ano trazendo soluções inovadoras aos varejistas na National Retail Federation (NRF) Big Show 2017, no estande de número 3827. A NRF acontecerá entre os dias 15 e 17 de janeiro no Javits Center, em Nova York, e a companhia demonstrará soluções inovadoras que atendem todo o mercado de varejo – da cadeia de suprimentos ao checkout.

A Datalogic é provedor de vanguarda em soluções e tecnologias de ponta para o varejo ao redor do mundo. Com tecnologia e inovação que melhoram a experiência do consumidor na loja, a soluções que aumentam a produtividade e eficiência das empresas, a Datalogic oferece as soluções mais completas do mercado.

“A Datalogic está posicionada de maneira única no varejo e fornece a mais completa linha de soluções para o setor. Nós desenvolvemos nossos produtos e tecnologias para atender os varejistas e seus clientes, com o objetivo de simplificar e melhorar a experiência de compra e aumentar a eficiência e a produtividade das empresas em todas as suas áreas: de produção, inventário e chão de loja”, afirma Pietro Todescato, CTO da Datalogic. “Durante a NRF, os visitantes experimentarão em primeira mão uma extensa variedade de tecnologias e soluções que nós ofertamos, como: soluções RFID, gestão de gôndolas, venda assistida, soluções para setores de varejo alimentício e não-alimentício, leitura automatizada, prevenção de perdas, e muito mais. Será uma grande oportunidade para ver como a Datalogic entrega Inovação para todo o setor de Varejo”.

A Datalogic se apresentará na NRF 2017, o maior evento do Varejo, de 15 a 17 de janeiro de 2017, no Jacob K. Jatvits, na cidade de Nova York. Gerentes de Produto e Executivos estarão a disposição para apresentar e falar sobre os últimos lançamentos, soluções e tecnologias. Entre em contato com seu representante local da Datalogic para agendar uma reunião e obter mais informações.

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99 recebe aporte estratégico da gigante chinesa DiDi

A DiDi Chuxing, líder mundial em plataformas móveis de transporte, e a 99 (ex-99Taxis), maior startup de mobilidade urbana do Brasil, anunciam hoje uma nova parceria. A empresa chinesa vai liderar um aporte financeiro na 99 e terá direito a um assento no conselho administrativo da startup brasileira.

Além do investimento, a DiDi vai oferecer suporte e aconselhamento estratégico nas áreas de tecnologia, desenvolvimento de produtos, operações e planejamento de negócios. Por sua vez, a 99 continua com seus planos de expansão pelo Brasil e demais mercados da América Latina.

Fundada em 2012 por jovens empreendedores brasileiros, a 99 oferece uma solução de carros particulares e táxis sob demanda através de seu aplicativo. A startup está presente em 550 cidades do Brasil, segundo mercado que mais cresce no setor de internet no mundo.

Ao todo, a 99 tem mais de 140.000 motoristas registrados em seu serviço e mais de 10 milhões de usuários com o aplicativo instalado em seus smartphones. A 99 é uma das líderes no setor de mobilidade urbana em São Paulo, Rio de Janeiro e outras grandes capitais do país.

A DiDi é a maior plataforma móvel de transporte do mundo. Desenvolvida com tecnologia de ponta em machine learning, inteligência artificial e análise de dados, a DiDi oferece uma cartela completa de serviços de mobilidade urbana para cerca de 400 milhões de usuários em 400 cidades chinesas. Seu portfólio de serviços inclui táxis, transporte por carros particulares, caronas compartilhadas, ônibus e micro-ônibus, test drive, aluguel de carros, e soluções corporativas – tudo isso enquanto cria oportunidades de emprego para cerca de 17 milhões de motoristas.

Tanto na China quanto na América Latina, administradores de grandes cidades e empresários estão empenhados em aplicar soluções tecnológicas para resolver desafios relativos à mobilidade, sustentabilidade, meio ambiente e empregos. Temas diretamente ligados ao rápido crescimento da economia e do processo de urbanização. Com essa parceria estratégica, a DiDi e a 99 vão compartilhar conhecimento técnico e experiências para explorar soluções mais sustentáveis e auxiliar iniciativas locais ligadas ao conceito de cidades inteligentes.

“A 99 está muito animada com essa parceria com a DiDi, a maior e melhor plataforma de compartilhamento de percursos. Vamos expandir nosso serviços e remodelar o perfil competitivo do mercado na América Latina”, afirma Paulo Veras, executive chairman da 99.

“A China e a América Latina são os principais mercados emergentes do mundo, com grandes oportunidades para essa nossa indústria de mobilidade urbana. A parceria com a 99, líder do mercado brasileiro, permitirá que a DiDi comece a compartilhar seus produtos e sua capacidade operacional com comunidades e inovadores mais diversos, criando assim uma estrutura própria para a inovação, como previsto por nossos líderes durante o G20 Summit de 2016,” aponta Cheng Wei, fundador e CEO da DiDi Chuxing. “Procuramos trabalhar com novos parceiros globais para garantir a criação de novos e melhores serviços de mobilidade, além de gerar novas oportunidades de emprego para nossas cidades enquanto remodelamos o futuro do sistema de transportes no mundo”, completa Wei.

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O desafio do macroambiente para startups no Brasil – Por João Gabriel Chebante

O ano de 2016 terminou e o ambiente de startups brasileiro ficou marcado por grandes histórias, como os avanços no segmento de serviços (destaque à Movile e Samba Tech), bem como de aplicações para o grande público e seus embates com o que podemos chamar de geração anterior de negócios – desde o Spotify e a commoditização do consumo de música, o Uber e o compartilhamento de veículos, até o Nubank e seu embate contra o status-quo do segmento bancário e a meteórica expansão do Netflix, que rivaliza com os grandes grupos de mídia nacional por audiência e receitas.

Empreender no Brasil já é desafiador – vide a estatística que 30% das empresas que nascem hoje não estarão vivas até 2018, segundo o SEBRAE. Em um país onde a banda larga ainda está muito aquém do potencial, o cenário ainda é mais desafiador. Mesmo assim, temos grandes histórias no Brasil, onde ao menos o engajamento por ferramentas de interação social e facilitação de acesso a itens como veículos, filmes e crédito é um dos maiores do mundo. Pensar que o Netflix, segundo dados de mercado, tem no Brasil um faturamento maior que a segunda maior emissora de televisão aberta, mesmo tendo acesso inferior a 10% da população só mostra o quão lucrativo um negócio bem estruturado pode chegar, e o tamanho da demanda reprimida por produtos e serviços do país. Soma-se a isso a propaganda e publicidade gratuita que usuários e até concorrentes realizam – ou vocês acham que as paralizações de taxi nas grandes capitais beneficiaram quem, além do Uber?

Um grande desafio destes aplicativos – e para empresários ou empreendedores – reside no ambiente político-legal do nosso macroambiente de marketing. Temos uma legislação civil e trabalhista mais complexa do planeta, o que dificulta tanto o acesso a mão de obra quanto seus resultados financeiros. Netlflix e Spotify que o digam: depois de meses em negociação com autarquias públicas, provavelmente terão de considerar o pagamento de ISS e outros impostos nas suas operações no país a partir do ano que vem. Custos que vão gerar maior cobrança ao consumidor. Dificilmente a assinatura destes serviços não terá um incremento de 10% no próximo ano. O mesmo veremos no Uber e sua intrincada regulamentação em grandes centros como Rio e São Paulo. Foi um vespeiro que nenhum candidato a prefeito tocou por temer a perda de votos, mas que virá à tona e demanda uma resolução ainda em 2017.

O capítulo de maior destaque, contudo, fica ao Nubank: a startup que alçou ao estrelato não exatamente pelo seu modelo de negócio, mas por deter uma comunicação e relacionamento aberto e divertido com seu público-alvo, ameaçou fechar as portas caso o Banco Central mude a polícia de repasse de valores em compras para operadoras de cartões – hoje estruturado para 28 dias entre pagamento e recebimento por parte do lojista. Apesar das reclamações, a medida pode ser um alívio para pequenos e médios negócios que precisam de capital de giro (muitas vezes obtido a base de juros abusivos) para pagar suas despesas e investimentos para manter a operação em dia. Uma canetada que pode tornar o ambiente de negócios do país como um todo mais competitivo pode invariavelmente não somente comprometer a performance de grandes empresas (as ações da Cielo, líder nacional em transações eletrônicas veem em trajetória de queda desde a sondagem desta medida) e o fechamento de quem possui menor porte, como Nubank e outras startups fintech que possuem uma carteira de clientes apaixonados, mas pouca estrutura de caixa para suportar um giro mais rápido de remuneração ao comercio – ainda que o provável seja a venda da carteira e marca a algum concorrente.

Por isso, no estudo e uso da Inteligência de Mercado como disciplina e filosofia de negócios, o mapeamento do macroambiente é fundamental para a estruturação da estratégia de uma empresa, independente do porte. Seja através da tecnologia que coloca uma classe inteira de profissionais em xeque, como os taxistas, ou de reinventar a atuação de outra como os músicos, a soma papel, caneta e assinatura pode mudar tudo. Em 2017, quanto mais ciente e antecipado à estas mudanças você estiver, mais preparado para lidá-las de forma rápida e assertiva estará. E tudo que você precisa para 2017 e ser mais estratégico, enxuto e veloz.

João Gabriel Chebante, fundador da Chebante Brand Strategy. Formado em Administração com Ênfase em Marketing na ESPM, com especialização em Modelagem de Negócios pela mesma faculdade e Gestão de Marcas (branding) pela FGV.

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Transforme-se digitalmente e sobreviva ao mercado – Por Juliano Leite Ribeiro

Novas tecnologias surgem o tempo inteiro, não é à toa que as empresas precisam se adaptar para permanecer no mercado, afinal, a inovação é a palavra de ordem deste mundo em “cloud”. O IDC, consultoria na área de Tecnologia da Informação aponta que, até 2017, um em cada três CEOs das três mil maiores empresas da América Latina deve colocar a transformação digital como base de sua estratégia empresarial.

A transformação digital nada mais é do que o suporte e a melhoria estratégica de processos em um modelo de negócios por meio de plataformas ou dispositivos digitais. O fato é que, ao repensar no modelo de trabalho e adotar novas tecnologias, as organizações transformam toda a cadeia de valor do negócio, da produção até a distribuição, aumentando a receita e produtividade.

Contudo, a adoção de tecnologias (das redes sociais à infraestrutura em nuvem) deve levar em consideração o modelo de negócio, o gerenciamento das operações e a entrega dos produtos e serviços aos clientes.

O que a sua empresa precisa? Melhorar atendimento, engajamento, logística, vendas? Identificar as prioridades é o primeiro passo para, então, decidir as mudanças necessárias e implementações de novas tecnologias.

Essa transformação tecnológica obriga as organizações a simplificarem processos e inovarem os seus modelos de negócios. Hoje, as transações e os processos são analisados, planejados e executados em tempo real, fator que contribui para a tomada de decisões.

Trata-se de um caminho sem volta, mas, ao mesmo tempo, com retorno e resultados de agilidade e competitividade – assim é possível definir a transformação digital, que oferece às organizações infinitas possibilidades.

Entre tantas opções, podemos citar a computação em nuvem ou cloud computing, que permite o acesso aos arquivos e programas por meio de uma conexão à internet, a partir de qualquer lugar e dispositivo, o que gera economia em relação à aquisição de helpdesks e servidores e reduz o tempo de trabalho. Isso sem contar a flexibilidade, portabilidade e otimização das plataformas tecnológicas e da equipe de TI, o que se reverte em melhor competitividade no mercado.

Por meio de um banco de dados em memória, as organizações também conseguem maior celeridade de processamento, experiência diferenciada, intuitiva e produtiva. Tudo isso com segurança durante as operações.

Diante desta revolução transformadora não podemos deixar de citar a Internet das Coisas (IoT), que consiste na fusão do mundo real com o digital, isto é, conecta as máquinas a uma rede de computadores por sensores e dispositivos, possibilitando a centralização e a automação do controle e da produção.

Juliano Leite Ribeiro, Head da FH – Unidade São Paulo. A FH é uma empresa de tecnologia especializada em processos de negócios e software.

Avanade e Junior Achievement se unem para promover o ensino de STEM para mais de 500 meninas em todo o mundo

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Avanade e Junior Achievement estão lançando um novo programa global destinado ao empoderamento, à capacitação e à educação de mais de 500 meninas. O programa foi elaborado para oferecer habilidades e oportunidades que irão apoiar estudantes nos estudos e carreiras nas áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática (STEM, do inglês Science, Technology, Engineering e Math).

Apesar da crescente demanda por profissionais nas áreas de STEM (que deve crescer 8% entre 2013 e 2025), as mulheres ainda estão pouco representadas nestes campos (somente 28% dos pesquisadores do mundo são do sexo feminino).

O programa oferecido pela Junior Achievement (JA) e pela Avanade terá duração de quatro anos acadêmicos (2016-2019) em cinco países selecionados – Brasil, China, Noruega, Espanha e Suécia – e tem potencial de expansão no futuro. A Avanade, a maior provedora de serviços inovadores de digital e nuvem, está comprometida em minimizar as desigualdades de gênero, tecnologia e renda para mulheres. Por isso, se tornou a parceira ideal para a JA. Por meio da participação em programas da JA, como acompanhar o dia-a-dia de um profissional em seu trabalho (Empresário Sombra Por Um Dia) e Innovation Camp, onde as alunas vivenciam um dia inteiro de experiências intensivas, com geração de ideias e colaboração com o apoio de funcionários da Avanade, estudantes do sexo feminino terão uma melhor compreensão das ofertas de emprego disponíveis para elas no setor de TI, que são muitas e variadas.

“Há evidências de falta de habilidades nestas disciplinas, apesar das altas taxas de desemprego em muitos países no mundo todo. A proporção de estudantes que escolhem STEM não está crescendo, enquanto a sub-representação feminina nas áreas persiste. Nosso trabalho com voluntários da Avanade está ajudando a combater esses problemas: informando jovens mulheres sobre as habilidades de que precisarão no futuro, fornecendo exemplos e proporcionando maior confiança na capacidade delas”, conta Caroline Jenner, CEO da JA Europe e Diretora Global de Desenvolvimento Regional da JA Worldwide.

Os funcionários da Avanade têm a oportunidade de atuar como voluntários, mentores, conselheiros ou palestrantes em sala de aula para as estudantes. Como modelos importantes, os voluntários da empresa são uma fonte de conselhos práticos e experiência, bem como de incentivo e motivação durante o programa.

Além disso, a Avanade colabora com a Aspire Foundation oferecendo tutoria para mulheres que trabalham em instituições de caridade e empresas sociais. Agora, os funcionários de escritórios locais da JA serão convidados a participar da comunidade da Aspire Foundation. Assim, poderão ser beneficiados por importantes oportunidades de tutoria que, por sua vez, vão ajudá-los a ser mais eficientes e a causar um impacto melhor em mulheres jovens.

“Fico feliz que a Avanade possa apoiar essa importante iniciativa. Como CEO e pai de duas filhas, tenho um interesse pessoal em ver mais mulheres nos campos STEM, a curto e longo prazo. A diversidade impulsiona a criatividade, a inovação e uma abordagem mais humana, que está no centro da inovação e da mudança digital. A Junior Achievement (JA) está se esforçando para atrair mais meninas para o estudo e carreiras nestas áreas e nós somos parte disso”, acrescentou Adam Warby, CEO da Avanade.

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Airbus seleciona 50 equipes para quinta competição global Fly Your Ideas

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Um recorde de 5.499 alunos de todo o mundo se inscreveram para participar da quinta edição da Fly Your Ideas da Airbus, o desafio global para alunos organizado em parceria com a UNESCO.

Um grupo de 60 inovadores e especialistas da Airbus e avaliou as ideias submetidas por 356 equipes de 89 países. O rigoroso processo de avaliação aconteceu em diferentes locais da Airbus na França, Alemanha, Espanha e Reino Unido, com 50 equipes de alunos selecionadas para chegar à segunda fase da competição, que se inicia em janeiro de 2017.

A competição é liderada por equipes registradas na região da Ásia-Pacífico. As 50 equipes compreendem 202 alunos representando 38 nacionalidades diferentes. Com 52% das equipes tendo uma mescla de homens e mulheres, dois terços de todas as equipes possuem algo de diversidade, por exemplo, com membros vindo de países diferentes ou que estudam assuntos distintos. Isso reflete o comprometimento à diversidade da Airbus, que encara isso como um propulsor essencial à inovação e ao sucesso.

As ideias inovadoras das 50 equipes escolhidas incluem carrinhos de bagagem robotizados, assentos para passageiros que permitem embarque fora da aeronave, novas soluções para melhor aproveitamento da energia e aplicações de realidade virtual.

“A Fly Your Ideas é única, e estamos orgulhosos do envolvimento dos funcionários da Airbus em toda a empresa, que apoiam a competição, quer como avaliadores, mentores ou especialistas”, declara Charles Champion, vice-presidente executivo de engenharia da Airbus. “Estamos oferecendo aos alunos uma oportunidade rara de interagir diretamente com especialistas sênior de todos os setores de negócios da empresa. Em troca, esses especialistas vão se beneficiar da interação direta com talentos de todo o mundo, todos compartilhando da mesma paixão por um dos setores mais empolgantes do mundo.”

Cada uma das equipes tem 100 dias para refinar e desenvolver suas ideias. As cinco primeiras equipes que chegarem à terceira fase passarão uma semana no “ProtoSpace” localizado no sede da Airbus em Toulouse a fim de fazer um protótipo, testar e visualizar suas ideias usando equipamentos modernos com a orientação personalizada da Airbus. A equipe vencedora receberá um prêmio de 30.000 euros, o segundo lugar 15.000 euros, em um evento de premiação em maio de 2017.

A partir de janeiro de 2017, as 50 equipes vão começar a desenvolver suas ideias e compartilhar atualizações quanto ao seu progresso com fotos, esboços e histórias publicadas em www.airbus-fyi.com.

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CES: Fossil Group doubling wearables in 2017 to more than 300 products

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Fossil Group (NASDAQ: FOSL) announced today from CES® 2017 that it will double its wearables production to an unmatched 300 new products and add new brands in 2017.

Numerous Fossil Group brands today announced new connected products.

– Armani Exchange entered the wearables market with the introduction of Armani Exchange Connected, a collection of hybrid smartwatches.

– Fossil extended its Fossil Q hybrid smartwatch line with Fossil Q Accomplice, which features the brand’s slimmest case to date.

– Skagen introduced the Jorn and Hald hybrid smartwatches, offering thinner case sizes that are appealing to a modern aesthetic.

– Misfit unveiled Vapor, the brand’s first touchscreen smartwatch featuring heart rate, GPS and standalone music functionality.

– Fossil Group’s wearables products include touchscreen smartwatches, hybrid smartwatches and activity trackers, underscoring its commitment to innovate with a fashion-first approach.

“Customers crave connectivity that doesn’t compromise style. We’re creating more options to seamlessly integrate desired tech features into our customers’ style and lifestyle,” said Greg McKelvey, chief strategy and digital officer, Fossil Group. “Fossil Group’s design, scale, speed to market and unrivaled portfolio of fashion brands, coupled with our cloud and app platform, and tech and hardware innovation, have pulled us ahead of the wearables pack.”

In 2016, Fossil Group launched more than 140 wearables across Chaps, Diesel, Emporio Armani, Fossil, kate spade new york, Michael Kors, Misfit and Skagen brands throughout 40 countries and in 20 languages.

“For more than 30 years, our products have set the category’s standard in fashion design. Now as we apply that same design-first focus to wearables, the feedback we’re getting from customers and retail partners is to keep bringing them more of it,” added McKelvey. “In particular, the success of our hybrid smartwatches has proven that our consumers want a balance of function and fashion. We’ve effectively filled that gap in the market. Hybrids pack the power needed to efficiently accomplish daily tasks in a beautifully-crafted timepiece.”

Fossil Group offers more hybrid smartwatch options than any company in the world. Fossil Group is featuring hybrids and other wearables from Armani Exchange, Diesel, Emporio Armani, Fossil, kate spade new york, Misfit, Michael Kors, and Skagen at CES 2017 Tech West-Sands Expo booths 43825 and 44025.

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Khomp e Avaya anunciam parceria

A Khomp, líder em hardware e tecnologias inovadoras para o mercado brasileiro de telecomunicações, anuncia a compatibilidade de sua linha KMG (Khomp Media Gateways) com as principais soluções da Avaya, fornecedora global de sistemas, serviços e softwares de comunicações comerciais.

Os produtos da linha KMG são destinados às empresas de Call Centers e Operadoras de Telefonia, pois possuem recursos avançados para processamento de grande quantidade de chamadas. Além disso, são muito flexíveis, uma vez que aceitam todas as formas de conexão com a rede de telefonia e todos os protocolos e interfaces existentes atualmente.

Os produtos da linha KMG podem contar com o software KMG Analytics. O recurso viabiliza a entrega de chamadas produtivas para os Call Centers, ajuda a reduzir os custos e melhora o desempenho das operações de atendimento, cobrança, vendas, entre outros departamentos.

Os equipamentos foram testados para conformidade pela Avaya para compatibilidade com Avaya Aura® Communication Manager, Avaya Aura® Session Manager, Avaya Aura® System Manager, Avaya Aura® Media Server, Avaya 96×1 Deskphone, Avaya 6211 and 6221 Analog Phone.

Uma das empresas beneficiadas com a interoperabilidade das soluções da Khomp em conjunto com a Avaya foi a Tel Telemática, pioneira no segmento de contact center no país. Recentemente, a companhia implantou o KMG 3200 com o Avaya Aura Session Manager a fim de viabilizar o crescimento e melhorar o desempenho de seu atendimento.

“Com a solução apresentada, nos sentimos confortáveis e seguros em disponibilizar parte do nosso atendimento para a Tel. O KMG 3200 e o Avaya Aura Session Manager são robustos e com excelente custo/benefício, com resultados comprovados de acordo com os benefícios que apresentam”, revela Wellington Paes, Gerente Sênior de Gestão e Inteligência de URA da Oi S.A, cliente da operação de contact center da Tel Telemática.

De acordo com Eric Rossman, VP de Relações com Desenvolvedores da Avaya, os produtos da linha KMG podem contar com o software KMG Analytics para realizar a classificação de chamadas, o que viabiliza a entrega produtiva para os Call Centers, auxilia na redução de custos e na melhora de suas operações. “Os parceiros de tecnologia – como a Khomp – estão ajudando a Avaya a fornecer soluções exclusivas e inovadoras, com alto desempenho, segurança, escalabilidade, interoperabilidade e flexibilidade, aprimorando a experiência do usuário”, avalia.

Com um sistema de roteamento flexível e programável, o KMG 3200 da Khomp pode ser utilizado para rotear as chamadas para o Avaya Aura Session Manager, efetuando a conversão de mídia e protocolos de rede com segurança e robustez, sem a necessidade de nenhum outro hardware adicional. Sendo um gateway modular, permite a ampliação da estrutura existente com downtime mínimo, o que facilita ainda a manutenção e redundância, fazendo com que o equipamento possa ser fácil e rapidamente substituído em caso de falha.

O KMG 3200 conta com um conjunto de hardware flexível e robusto, que inclui DSPs dedicados para tratamento de tarefas críticas de telefonia e cancelamento de eco. Estes recursos trabalham para prover uma grande capacidade de processamento de chamadas, com áudio de alta qualidade. Entre outras funcionalidades, a solução possui ainda um sistema de roteamento de chamadas programável e flexível, o que permite adaptar o equipamento a uma enorme variedade de cenários, incluindo recursos como reescrita de headers SIP, transbordo automático e fallback.

Como uma parceira de TI, a Khomp está qualificada para o envio de produtos para testes de conformidade pelo Avaya Solution Interoperability and Test Lab (Laboratório de Testes e Interoperabilidade de Soluções da Avaya). Desta forma, uma equipe de engenheiros da Avaya desenvolve um plano de testes abrangente para cada aplicativo a fim de verificar se é compatível com a Avaya. Isso permite com que as empresas adicionem os melhores recursos da categoria a suas redes com confiança, sem ter de substituir suas infraestruturas existentes, acelerando a implantação de novos aplicativos e reduzindo tanto a complexidade de rede quanto os custos de implementação.

“Nossa parceria com a Avaya nos torna mais competitivos e ainda viabiliza nossa estratégia de globalização ao participar de projetos com a Avaya em qualquer região do mundo, levando nossos diferenciais, boa relação e bom atendimento para todos os clientes e canais Avaya. Nossos Media Gateways homologados com a Avaya possuem recurso para classificação de chamadas e podem ter links E1, T1, GSM e SIP tudo no mesmo equipamento, garantindo flexibilidade e escalabilidade para projetos de contact center Inbound, Outbound e, também, para o mercado corporativo e Operadoras de Telefonia”, finaliza Alexandre Prado, diretor comercial da Khomp.

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