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iFood adota chatbot que possibilita pedir pizza pelo Facebook

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O iFood apresenta um novo recurso para tornar a experiência de comprar pizza, prato mais pedido do delivery online, ainda mais fácil: o iFood Guru Beta. Essa é uma forma prática e rápida de fazer o pedido, via Messenger do Facebook.

Uma das mais inovadoras foodtechs do mundo, a empresa lançou o recurso para se aproximar dos usuários e simplificar o delivery de comida. Para fazer um pedido, o consumidor precisa apenas iniciar uma conversa com a página do Facebook www.facebook.com/iFoodGuru.

A interação é feita com um robô que, utilizando linguagem natural, recomenda os restaurantes mais adequados para atender àquele pedido, com base na localização, avaliação dos estabelecimentos e sabores disponíveis. Utilizando a versão beta do serviço, é possível pedir uma ou mais pizzas e bebidas. Em breve, o chatbot poderá recomendar outros tipos de culinárias.

“Depois de escolher o sabor, o usuário vai receber as notificações confirmando o pedido e a entrega, direto pelo Messenger. Aí, é só fazer pagamento no ato da entrega”, explica Paulo Floriano, Diretor de Inovação no iFood.

Com a novidade, os consumidores ganham praticidade e economizam tempo, sem precisar parar o que estão fazendo para realizar um pedido. “Como serviço, precisamos estar disponíveis onde nossos usuários estão, independentemente da plataforma. Sabemos que o tempo dos nossos usuários é precioso, e estar em outras plataformas, como o Facebook Messenger, nos ajuda a estar mais perto deles. O iFood está investindo em soluções que ajudem os consumidores no dia a dia e facilitem ainda mais a vida deles”, finaliza Floriano.

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IBM anuncia nova gerente geral para América Latina

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A IBM anuncia que Ana Paula Assis foi nomeada gerente geral para a IBM América Latina. Ana Paula será responsável pela estratégia de negócios da companhia, desenvolvimento de talentos, trabalhará com os clientes e o mercado para ajudar a acelerar a transformação digital e a adoção de inteligência artificial e novos modelos cognitivos na região.

Ana Paula se torna a primeira mulher executiva a liderar a operação da IBM na América Latina.

A executiva sucede o Rodrigo Kede, que foi nomeado gerente geral para a unidade de Global Technology Services para a IBM América do Norte, região que inclui os Estados Unidos da América e Canadá. Kede ficará baseado em Nova Iorque.

Ana Paula Assis conta com experiência de mais de 20 anos na indústria de Tecnologia da Informação e no desenvolvimento de negócios estratégicos, além de uma extensa experiência internacional que inclui uma série de posições de liderança no Brasil, América Latina e global. Na última década, ela atuou como diretora para Indústria de Serviços Financeiros para IBM Global Technology Services América Latina, assim como diretora de Strategic Outsourcing e vice-presidente de Software Group, ambas funções na IBM Brasil.

Em 2015, foi nomeada vice-presidente da unidade de negócio de software para a IBM Greater China Group, região que reúne a China, Hong Kong e Taiwan. No início de 2017, retornou à América Latina sendo responsável pela organização de serviços na região.

“Estou muito entusiasmada em liderar uma organização extremamente talentosa e diversa, em um ambiente dinâmico e inovador como é a América Latina. Temos o compromisso com o progresso de nossa região ao suportar as constantes transformações dos setores público e privado através de incomparáveis capacidades em inteligência artificial, nuvem e conhecimento de indústria. A América Latina está bem preparada para aproveitar essa oportunidade. A tecnologia melhorou a vida das pessoas de formas inimagináveis no último século. Nós vamos continuar a liderar esse caminho e ajudando a construir um futuro melhor”, disse a nova gerente geral para a IBM América Latina.

Ana Paula entrou na IBM em 1996. Ela é formada em Ciência da Computação, com especialização em administração de negócios pela Fundação Getúlio Vargas, e conta com um MBA pela Fundação Dom Cabral.

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GMIC São Paulo: Estão abertas as inscrições para o G-Startup Worldwide

O GMIC São Paulo traz mais uma vez ao Brasil uma etapa do G-Startup Worldwide, um dos mais renomados concursos de Startups do mundo, que irá premiar com mais de USD 1 Milhão em investimentos as startups ganhadoras.

Serão mais de 300 startups early stage inscritas na edição de São Paulo do G-Startup, sendo que os quinze projetos mais inovadores irão apresentar suas ideias para as os principais investidores na América do Sul e estarão automaticamente aceitos no programa FbStart do Facebook, cujos benefícios incluem créditos de anúncios no Facebook, serviços gratuitos de parceiros, suporte a testes de usuários e orientação de gerentes de produtos e engenheiros do Facebook.

O vencedor do G-Startup no Brasil também ganhará três dias de mentoria no headquarter do Google no Vale do Silício, credencial de membro por um ano no G-network, clube de negócios da GWC (G-Network Membership), além de apresentar o seu projeto para as maiores VC’s do Vale do Sil&i acute;cio e concorrer ao prêmio de USD250.000 em investimento.

Vencedor da competição no Brasil em 2016, Fernando Saddi, CEO e fundador da Easy Carros, aprovou a experiência, principalmente por ter recebido um feedback positivo dos sócios dos maiores fundos de investimento do país. A Easy Carros ficou em segundo lugar na grande final nos EUA.

“A participação no G-Startup deu à Easy Carros a oportunidade de criar relacionamento com mentores, investidores e parceiros. Esses contatos renderam frutos relevantes para a empresa”, ressalta Fernando Saddi. O fato de termos conhecido o campus de algumas das maiores empresas de tecnologia do mundo, ter tido acesso aos líderes dentro destas empresas e ter a exposição ao fazer o pitch para fundos como Sequoia Capital e o próprio Tim Draper, resumiram uma oportunidade única…”, continua Saddi.

As inscrições para o G-Startup podem ser feitas até o dia 11 de Agosto através deste link: https://www.f6s.com/g-startupworldwideapplications/apply

GMIC São Paulo:

O GMIC São Paulo aborda diretamente as mais novas tendências digitais e traz oportunidades para empresas da América do Sul expandirem seus negócios.

Composto por debates focados em diversos temas que serão abordados por algumas das empresas mais importantes da indústria digital e adjacentes, o evento ainda conta com a presença dos principais empreendedores e investidores locais e internacionais.

Quando: 12 de Setembro de 2017.

Onde: WTC Events Center São Paulo

Website: http://saopaulo.thegmic.com/

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Você tem perfil para empreender em coworking?

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Os coworkings, ambientes de trabalho colaborativos, têm atraído a atenção de investidores graças aos números positivos que o setor apresentou nos últimos anos. A expansão do segmento comprova essa tendência: no ano passado, as posições de trabalho cresceram mais de 50% em relação ao mesmo período de 2015.

O coworking é um empreendimento bastante promissor e o investidor não precisa ter nenhuma habilidade específica para ser capaz de lidar com o cotidiano de um espaço de trabalho compartilhado. No entanto, assim como qualquer setor, é preciso ter um perfil que se adeque a esse tipo de negócio.

Para Bruna Lofego, especialista e desenvolvedora do método “Como Montar um Coworking de Sucesso”, este é um bom momento para investir no segmento, porém antes de se arriscar é necessário que o empreendedor faça um auto análise para saber está apto a ter um coworking.

Ela destaca três pontos que considera importantes:

1° – Cultura do coworking

A diferença entre o escritório próprio e um coworking, fundamentalmente, é a privacidade. Para se dar bem nesse ramo, é importante saber que vai dividir o espaço e conviver com outras pessoas. Portanto, você terá que lidar com todas as vantagens e desvantagens que isso pode acarretar.

“Se a pessoa não gosta de um ambiente compartilhado, não há motivos para abrir um espaço de coworking” enfatiza Bruna, que possui quatro unidades de coworking em Belo Horizonte e São Paulo. “ O exemplo precisa vir de cima e, eu mesma, quando decidi empreender neste segmento, tive que abdicar de uma sala fechada, isolada das outras empresas”, lembra.

2° – Competência em administrar

Segundo Bruna, um escritório compartilhado é um negócio como outro qualquer, uma prestação de serviço que precisa de gestão. “Coworking é administração diária, pura e simples”. Por isso, é importante que você goste de administrar e faça um curso, caso ainda não tenha formação.

“Vale dizer que isso não elimina o seu sonho de abrir um coworking, mas é determinante para que você tenha sucesso no empreendimento”, diz.

3° – Networking diário

Profissionais das mais diversas áreas – de consultores e marqueteiros a advogados e educadores- se reúnem em um coworking. Esse modelo de escritório atrai pelos benefícios financeiros, mas, principalmente, pela possibilidade de networking. Portanto, os escritórios compartilhados apresentam essa característica de sociabilidade.

“Vale dizer que o fato de você não ter tanta facilidade para lidar com o público não tem caráter eliminatório. Eu, por exemplo, sou bem tímida, mas me cerco de pessoas que têm facilidade de comunicação”, recomenda a especialista.

Bruna Lofego possui mais de seis anos de experiência em coworking. Atualmente é CEO e Founder da CWK Coworking, que conta com quatro espaços, localizados em Minas Gerais e São Paulo.

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SPIN Summit 2017 debate tecnologia no Brasil e estimula negócios com Israel

f9d640_bce6f4f8bfcd4916aac16bdefff41039-mv2 Nos dias 9 e 10 de agosto, será realizado o SPInnovation Summit 2017, que promoverá palestras, debates e trocas de experiências sobre o desenvolvimento tecnológico no Brasil e em Israel, um dos principais polos do mundo no setor. Cerca de mil pessoas, como autoridades e participantes renomados, marcarão presença no evento, que tem a finalidade de estreitar a relação entre empresários e investidores dos dois países para impulsionar a geração de novos negócios no Brasil.

“Trata-se de uma excelente oportunidade para compartilhar conhecimentos e entender como os dois países podem trabalhar juntos com inovação e tecnologia. O Brasil possui um cenário atrativo para o desenvolvimento empresarial e, por isso, chama a atenção de mercados importantes no setor, como é o caso de Israel. Dessa forma, o SPIN Summit 2017 irá promover o networking entre as duas nações, com o objetivo de estimular negócios que propiciem o avanço tecnológico brasileiro”, comenta Ric Scheinkman, Diretor da Câmara Brasil Israel, Indústria e Comércio.

SPInnovation Summit 2017

Data: 9 e 10 de agosto de 2017

Horário: 8h30 às 18h

Local: Clube Hebraica

Endereço: R. Hungria, 1000 – Pinheiros, São Paulo – SP

Mais informações: www.spin2017.com

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HID Global adquire Arjo Systems para expandir o negócio de ID de Governo

A HID Global, líder mundial em soluções de identidade confiável, anuncia hoje que adquiriu a Arjo Systems SAS, fornecedora de soluções de identidade física e digital para aplicações seguras de identificação governamental. Com a aquisição da Arjo Systems, a HID Global terá maior capacidade para implantar soluções de identificação eletrônica (eID) e e-Passport para programas governamentais.

“Nossa aquisição da Arjo Systems avança significativamente o nosso negócio de ID de Governo para o cidadão, ampliando nosso alcance geográfico e massa crítica”, disse Stefan Widing, presidente e CEO da HID Global. “A Arjo Systems é um importante acerto para a HID Global, que complementará nossas ofertas de ID de governo com uma ampla gama de capacidades para agências governamentais, impressoras estatais e integradores locais”.

A aquisição reúne estratégias complementares, bases de clientes e ofertas que possuem fortes sinergias para apoiar a inovação contínua para clientes de identificação de governo para o cidadão. A Arjo Systems promove a HID Global como um fornecedor de soluções de eID e e-Passport, um dos poucos sistemas operacionais comprovados, com produtos complementares e novos recursos de software, serviços de integração e conhecimento de mercado, expandindo a presença da HID Global em mercados emergentes seletos, oferecendo um apoio ainda maior aos clientes e integradores governamentais.

A Arjo Systems será incorporada ao negócio de soluções de ID de Governo da HID Global. Com aproximadamente 100 funcionários em geral, a Arjo Systems continuará suas operações na França, Itália e Hong Kong.

Ancorada por mais de duas décadas de experiência no mercado de governo, a HID Global emitiu mais de 150 milhões de IDs para governo em mais de 50 países para grandes projetos que incluem identificação nacional, passaporte eletrônico, identificação de residente estrangeiro, carteira de motorista e programas de registro de veículos.

Para saber mais sobre as soluções de identidade confiável da HID, acesse www.hidglobal.com.br

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O setor de educação é um dos mais vulneráveis a ataques de segurança

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Por Ricardo Santos, Cisco Educação América Latina

Recentemente, notícias sobre o maior ataque cibernético dos últimos tempos se espalharam pela rede. O “WannaCry” sequestrou e bloqueou o acesso aos arquivos dos computadores de diversas organizações, exigindo um resgate de U$S 300 bitcoins por máquina infectada. Ao todo, mais de 150 países foram afetados, incluindo organizações brasileiras, e a ameaça continua evoluindo, podendo causar ainda muitos prejuízos.

Dentre todos os setores da economia, a área de educação é uma das mais vulneráveis a ataques de ransonware. Diferentemente de outras organizações, como bancos que têm foco em segurança, a cultura organizacional das instituições de ensino foi projetada para incentivar e facilitar o acesso às informações e a troca de conhecimentos entre diversas pessoas. Professores, alunos e pesquisadores costumam acessar informações da rede escolar a partir de diferentes locais, dentro e fora do campus, e de vários dispositivos. E quanto maior o número de pessoas e aparelhos conectados, maior é a probabilidade de um ataque.

Some-se a isso o fato de que as organizações criminosas dedicadas a prática dos crimes cibernéticos estão se tornando mais sofisticadas e profissionalizadas, com a possibilidade de ataques de qualquer parte do mundo, e você terá um ambiente de vulnerabilidade perfeito. Algumas facilidades tecnológicas contribuem ainda mais para a extorsão de vítimas como a solicitação de resgates, por meio de programas de software prontos para serem comprados e vendidos a custos muito baixos, e o bitcoin, que é um sistema monetário virtual que opera sem a supervisão do Banco Central.

Basta um simples erro de um usuário final como um clique em um arquivo infectado de e-mail duvidoso para que o mal seja feito e o prejuízo pode ser grande. Além da privação do acesso à informação, muitas instituições também acabam pagando por um resgate, mesmo que especialistas não recomendem essa prática. Segundo o CDE – Center for Digital Education somente no primeiro trimestre de 2016, as Instituições de Ensino americanas que foram vítimas do ransomware pagaram 209 milhões de dólares pelo resgate dos dados aos sequestradores – um aumento significativo comparado aos 25 milhões de dólares pagos em 2015.

A maior preocupação por parte dos gestores de Instituições de Ensino com esses crimes está voltada para a proteção da integridade dos alunos, professores, pesquisadores e da comunidade acadêmica em geral. Também existe um grande cuidado em evitar um impacto negativo sobre a reputação da marca, garantir a continuidade das operações da instituição e a própria qualidade do ensino.

Portanto, é necessário que a questão de segurança digital nas instituições seja considerada um problema de todos e não só da área de TI. Isso deve envolver toda a instituição desde os líderes das áreas de gestão, acadêmica e de tecnologia da informação, até usuários finais, para que seja implementada uma política com boas práticas envolvendo processos, comportamento das pessoas e tecnologias, evitando e minimizando as ameaças virtuais.

Esse plano de segurança digital precisa ser multidisciplinar, atualizado e bem comunicado para as diferentes áreas. Governo, Indústria e Instituições de Ensino têm intensificado esse debate e já existem boas referências de modelos e boas práticas, tal como a publicada pelo Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia (NIST) dos Estados Unidos – que oferece uma estrutura pronta para organizar ideias e atividades em segurança cibernética.

Ampliar o debate e a conscientização entre a alta administração das Instituições sobre as ameaças e também sobre os benefícios oferecidos pela Transformação Digital é muito importante. A digitalização é um caminho sem volta e, no setor de educação, é essencial para possibilitar uma comunidade de professores e alunos cada vez mais conectada, colaborativa e com maior acesso à educação de qualidade.

Infor reforça estratégia com setor de hospitalidade

A Infor, provedora líder de softwares de negócios desenvolvidos por indústria e na nuvem, anunciou hoje que o setor de hospitalidade tem passado por um momento de expansão. As soluções para empresas de turismo, hotelaria, jogos (como cassinos e casas de jogos) e restaurantes, que ampliam a visibilidade empresarial, têm interfaces modernas para os usuários e desenvolvimento flexível, contribuíram para a expansão do relacionamento com mais de 3 mil organizações no ano fiscal de 2017, encerrado em maio.

Entre novos clientes da Infor e os que expandiram o relacionamento com a companhia estão as marcas Trumpo Hotels, AMResorts, 1 Hotel Brooklin Bridge (uma propriedade da rede Starwood hotel), Hersha Hospitality, Unscripited Durham e The Time Nyack (todos do grupo Dream Hotel), Holekulani, e Hotel Fantasyland, e rede Accor, da América Latina.

“No Vienna House, precisávamos oferecer aos nossos hóspedes uma experiência moderna e bonita e encontramos na Infor o foco que precisávamos, alinhado ao valor da companhia, e por isso escolhemos implementar o Infor HMS”, afirmou Stefan Urdl, diretor de TI do Vienna House. “O Infor HSM é flexível o bastante para entender nossas necessidades únicas, de nos dar insights valiosos sobre nossas propriedades. Assim, podemos ter acesso a informações importantes para as tomadas de decisões de negócios”.

As soluções da Infor para hospitalidade são destinadas a ajudar clientes a se diferenciar em um cenário competitivo e concorrido, por conterem funcionalidades específicas e escaláveis que permitem entregar resultados mensuráveis. As soluções que integram a suíte de hospitalidade da Infor permite melhor interação social, móvel, analítica, e tecnologias em nuvem para agilizar as operações e melhorar a experiência dos hóspedes.

“A presença da Infor no setor de hospitalidade cresceu muito ano passado, e esse ano queremos reforçar o relacionamento da companhia com esse setor, que também passa a ser uma das nossas prioridades no Brasil e América Latina”, afirmou Gabriel Lobitsky, diretor de vendas da Infor para Brasil e Sul da América Latina.

Para Stewart Applbaum, vice-presidente sênior de hospitalidade da Infor, o intuito da companhia, globalmente é continuar a estreitar o relacionamento com o setor, e expandir a atuação nos próximos anos: “temos trabalhado para desenvolver novos produtos, melhorar os existentes e pretendemos continuar investindo em inovação e transformação para os nossos clientes”.

A Infor fez melhorias nas soluções EzRMS e HMS, nos últimos anos. As duas soluções-chave para a suíte de hospitalidade passaram por atualizações. Agora, o EzRMS, conta com a capacidade de machine learning e modelos preditivos mais dinâmicos, que tornaram o sistema mais preciso, com resposta rápida para situações inesperadas e menos dependente de histórico de dados; o Infor HMS, para clientes de jogos, também ganhou o novo módulo HMS Gaming, que permite aos usuários procurar pelo registro do jogador de forma rápida, facilitando sua localização e até sua premiação, além de prover informações em tempo real para toda a organização, com uma boa experiência para o usuário.

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Entidades do setor de Internet apoiam Reforma Trabalhista

A era digital gerou um novo tipo de trabalhador e também novas relações entre empregadores e empregados, que precisam ser contemplados na legislação trabalhista.

Esse é o principal argumento apresentado por entidades empresariais do setor de Internet ao defenderem a aprovação da Reforma Trabalhista que deverá ser votada pelo Senado Federal nesta terça-feira, 11. O Projeto de Lei 38/2017 já foi aprovado na Câmara dos Deputados. Se tiver aprovação dos senadores, irá para sanção presidencial.

As entidades que reúnem empresas de Internet entregaram uma carta a todos os senadores em que expressam “irrestrito apoio” ao PLC 38/2017.

Assinam o documento os sindicatos de empresas de Internet de São Paulo, Bahia, Pernambuco e Rio Grande do Sul, e três entidades do setor: Abranet, Abrint e Internet Sul. Elas representam empresas de serviços de comunicação multimídia, provedores de acesso às redes de comunicações, portais, provedores de conteúdo e outros serviços de informação na Internet. Em todo o país são cerca de 104 mil empresas e 330 mil empregados.

Segundo as entidades, o trabalhador da era digital tem “perfil diverso do trabalhador da era industrial”. “Se este foi moldado para a realização de rotinas fixas e atividades repetitivas, aquele busca a consecução de objetivos, com atividades centradas na criação de soluções para problemas e no desenvolvimento de novos mecanismos – tangíveis e intangíveis – para facilitar a vida das pessoas, das empresas e das instituições”, diz o documento. Diante desse novo perfil profissional, as entidades entendem como fundamentais os regimes de trabalho em home office e jornadas com horários diferenciados, previstos na Reforma.

O documento pondera também que as atividades em torno da Internet “representam a sociedade do conhecimento; ou seja, uma sociedade movida pela modernidade, que busca novos parâmetros nas relações de trabalho e de produção, o que leva, inclusive, à extinção de algumas profissões e à criação de outras”.

Na avaliação das entidades de Internet, “o PL 38/2017 coloca o Brasil neste novo cenário, onde já se encontram várias das nações mais desenvolvidas, inovadoras e com economia sustentável”.

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Dual Drive USB Type-C é lançado no Brasil

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A maioria de nós já sofreu por falta de espaço no celular, especialmente quando decide gravar um momento importante com amigos, familiares ou um acontecimento muito especial. E é impossível decidir quais fotos ou arquivos apagar. O novo pendrive Dual Drive USB Type-C™ dá a opção de adicionar mais espaço aos novos smartphones com entrada USB Type-C.

O novo pendrive Dual Drive USB Type-C ™ oferece transferência perfeita entre os smartphones e a nova geração de dispositivos USB Type-C ™, como o novo Samsung Galaxy S8, Galaxy A7, A5 e A3 ou a Apple mais recente.

O lançamento inclui um conector USB Type-C reversível e um conector USB padrão (tipo A), que permite ao usuário liberar espaço facilmente em seu smartphone ou tablet, além de transferir arquivos entre eles para PC ou Mac e dispositivos de próxima geração, com maior capacidade e melhor velocidade (até 150 MB / s).

“Com o seu conector reversível, velocidades impressionantes e potencial multiuso, sabemos que o USB Type-C revolucionou o mercado”, disse Alexandre Jannoni, gerente da Western Digital para o Brasil. “Mais dispositivos Type-C estão entrando no mercado e através de nossas unidades móveis Type-C, podemos oferecer aos consumidores uma linha completa de soluções de armazenamento móvel. O novo pendrives da SanDisk oferece flexibilidade para mover, de forma rápida e conveniente, fotos, vídeos e arquivos entre dispositivos, bem como a liberdade de expandir a capacidade dos celulares “.

De acordo com a Strategy Analytics, espera-se que até 2020, 44% dos celulares vendidos globalmente incluam um conector USB Tipo-C, representando um crescimento de 800% nos próximos quatro anos.

A nova unidade também funciona com o aplicativo SanDisk® Memory Zone para Android ™, que permite aos usuários gerenciar e fazer backup de seus dispositivos. O aplicativo, disponível gratuitamente na loja Google Play ™, começa automaticamente quando você insere a unidade em um dispositivo compatível, proporcionando acesso instantâneo ao conteúdo do usuário. Tem garantia de cinco anos.

O SanDisk Ultra® Dual Drive USB Type-C ™ está agora disponível no Brasil na Samsung Stores e Kalunga, com capacidades que variam de 16GB a 128GB e um preço inicial sugerido de
R$ 109,90.

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Se você quer algo novo, precisa parar de fazer o velho – Por Wilson Grava

A pesquisa FEBRABRAN[1] de tecnologia bancária 2017, divulgada pela Federação Brasileira de Bancos, mostrou que os investimentos das instituições bancárias em tecnologia da informação no ano passado foram de R$18,6 bilhões. Apesar da queda em relação a 2015, com registro de R$ 19 bilhões, o resultado do levantamento revela que os bancos são o setor privado que mais investe em tecnologias no país, com aplicação de recursos em software (45%), hardware (35%), telecom (19%) e ferramentas inovadoras, como analytics.

É sabido globalmente que os serviços financeiros no Brasil estão entre os mais avançados e boa parte dessa conquista pode ser creditada ao pioneirismo tecnológico do setor no país. Os bancos por aqui estão mudando a forma como se relacionam com os clientes, promovendo e estimulando a experiência digital, com destaque para internet banking e novas formas de pagamentos móveis (mobile payment).

No entanto, toda essa migração digital traz consigo complexidade e desafios. O incontrolável número de transações eletrônicas e online faz com que as instituições financeiras se estruturem de forma muito certeira – a aposta é muito grande e elas não podem errar, pois talvez não tenham uma segunda chance. De acordo com a IDC[2], a tecnologia de armazenamento de dados baseado em flash é uma das possíveis respostas para essa questão.

Para o instituto de pesquisa, a forma das instituições financeiras encararem a transformação digital converteu a infraestrutura de TI em um “facilitador de negócios críticos”. Entre as vantagens do flash, segundo a IDC, estão a entrega de dados estruturados e não estruturados, que geram novas análises e possibilitam a criação de novas aplicações, inclusive de gerenciamento de risco; a capacidade de lidar um grande volume de dados, de acelerar as aplicações legadas e melhorar o desempenho dessa infraestrutura, além de habilitar para nuvem o data center.

Podemos ainda acrescentar que a mudança da tecnologia de armazenamento de dados baseado em disco para o flash é apoiada por uma governança corporativa rigorosa e em necessidades de conformidade regulatória para proteger informações importantes, como as confidenciais. Assim, o flash consegue diminuir custos de armazenamento com redução de dados, simplificação da gestão e a garantia da continuidade de acesso à informação.

Outro item relevante da tecnologia flash é a proteção dos dados, já que a indústria financeira é um alvo atraente a ataques cibernéticos. Uma violação em larga escala pode gerar milhões de reais aos invasores com apenas senhas e informações capturadas ou venda de dados, como números de cartão de crédito. Isso pode levar o setor financeiro a bloquear os sistemas com esquemas drásticos e proteções redundantes, o que pode impedir usuários autorizados a obter informações importantes. Dessa forma, a criptografia usada por alguns sistemas flash oferece uma proteção e bloqueio dos dados financeiros, mas não há backdoors ou lacunas que um hacker possa explorar.

O flash pode usar um mecanismo de gerenciamento de chave interna de criptografia que mantém a carga longe tanto do administrador quanto do usuário, ou seja, os bancos não precisariam de programas caros de gerenciamento de chave de terceiros. Isso possibilita que as chaves de gerenciamento de criptografia sejam criadas de maneira segura e automática.

Logo, o flash tem um papel muito importante na condução da transformação digital para a indústria financeira. Ele é capaz de oferecer vantagens competitivas, as quais não seriam possíveis com o seu antecessor, o disco. Como cita Peter Drucker, “se você quer algo novo, você precisa parar de fazer algo velho”.

Wilson Grava é vice-presidente e gerente geral para a América Latina da Pure Storage.

[1] Pesquisa FEBRABRAN de tecnologia bancária, 2017. Disponível em cmsportal.febraban.org.br/Arquivos/documentos/PDF/Pesquisa%20de%20Tecnologia%20Banc%C3%A1ria_2017.pdf

[2] Harnessing the Critical Enabler for Digital Transformation in Financial Institutions, fevereiro de 2017. Disponível em www.purestorage.com/uk/resources/type-a/idc-Harnessing-the-critical-enabler-for-digital-transformation-in-Financial-institutions.html

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Em parceria com a Microsoft, Grupo Oncoclínicas vai adotar Inteligência Artificial no tratamento do câncer

Microsoft News  Center Brasil

Microsoft News Center Brasil

O Grupo Oncoclínicas e a Microsoft se uniram em um projeto que vai utilizar Inteligência Artificial (IA) para promover avanços no tratamento do câncer, tornando os planos de combate à doença mais efetivos e trazendo mais qualidade de vida aos pacientes. O acordo fechado pelas organizações prevê o uso de recursos de aprendizado de máquina (machine learning) tanto para a frente de radioterapia quanto para a de quimioterapia.

Com o uso de IA da Microsoft, o Grupo Oncoclínicas espera ganhar velocidade e assertividade ao planejar tratamentos contra o câncer. As informações geradas a partir de softwares de aprendizado de máquina – capazes de aprender com base nos dados e imagens que recebem – serão utilizadas para apoiar médicos na definição do melhor tratamento para o paciente, oferecendo mais subsídios para que ele possa tomar sua decisão.

Na frente de radioterapia, a utilização da IA possibilitará delinear estruturas de órgãos adjacentes ao tumor ou consideradas de risco de maneira muito mais rápida. Desta forma, o programa passa a oferecer uma série de informações para que o especialista possa estabelecer um planejamento do tratamento que contemple o desenho da área a ser irradiada, com uma redução de horas de avaliação para alguns minutos e em poucos cliques. A tecnologia também trará maior eficiência, já que aprende à medida que analisa um volume maior de imagens. A escolha continua nas mãos do médico, que pode conferir todas as informações, mas ele passa a contar com uma aliada importante em seu processo decisório: a Inteligência Artificial.

Já no campo da quimioterapia, a parceria entre Microsoft e Oncoclínicas conta ainda com reforço acadêmico do Centro de Estudos Sociedade e Tecnologia (CEST) da Universidade de São Paulo (USP). A entidade, que recebe apoio financeiro da Microsoft, terá o papel de agregar pesquisadores que trabalharão no desenvolvimento de um algoritmo capaz analisar e estabelecer correlações entre diagnósticos de diferentes pacientes. O objetivo é que a partir delas seja possível indicar o tratamento mais adequado com base na verificação de uma série de variáveis que podem ter influência direta no tipo de droga receitada para o paciente e também na quantidade de sessões que ele terá de fazer.

“Há um volume cada vez maior de informações disponíveis, e com a Inteligência Artificial é possível utilizá-lo para empoderar médicos e instituições de saúde a avançarem nos tratamentos que oferecem a pacientes com câncer”, afirma Milton Larsen Burgese, Diretor de Setor Público na Microsoft Brasil.

Para Luis Natel, CEO do Grupo Oncoclínicas, o principal objetivo desta aliança estratégica com a Microsoft é trazer impactos positivos ao tratamento de pessoas com câncer. “O contrato de colaboração mútua entre o Grupo Oncoclínicas e a Microsoft é mais um exemplo dos esforços que temos empreendido para trazer ao Brasil as mais avançadas tecnologias e as melhores práticas assistenciais do mundo no combate à doença”, explica.

“Atuaremos lado a lado na geração de conhecimento e alimentação da base de informações do sistema, compondo assim um banco de dados apurado e preciso em radioterapia. No tocante à quimioterapia, a parceria busca a geração de avanços para o segmento através de mineração de dados e inteligência de máquina. Isso significará a definição de padrões e melhores práticas de tratamento. Nos dois casos, essa união de forças trará benefícios diretos aos pacientes oncológicos de todo o país”, frisa Natel.

Na etapa inicial do projeto, os pesquisadores do CEST analisarão parte do banco de dados do Grupo Oncoclínicas para começar a desenhar o algoritmo de Inteligência Artificial com o objetivo de “ensiná-la” a estabelecer determinadas correlações com base em variáveis previamente indicadas pelo corpo médico em parceria com a Microsoft. O processamento desse grande volume de informações será feito na plataforma de nuvem da Microsoft, o Azure. No futuro, outras bases de dados públicas poderão ser integradas ao projeto, ampliando ainda mais sua capacidade.

Na fase de implementação efetiva, a expectativa é que 16 mil pacientes sejam beneficiados pela parceria entre Grupo Oncoclínicas, Microsoft e CEST para promover avanços no tratamento de câncer. Presente em dez Estados brasileiros, o Grupo Oncoclínicas tem 44 unidades em operação, incluindo clínicas e parcerias com grandes centros hospitalares.

“Estamos criando uma plataforma com dados dos nossos pacientes e da rede pública de saúde. Vamos cruzar informações sobre os novos tratamentos e medicamentos para que sejam adotados os protocolos médicos mais adequados para cada tipo de paciente”, afirmou João Alvarenga, diretor de tecnologia e inovação da Oncoclínicas.

Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), estima-se que em 2016 tenham ocorrido mais 596 mil casos de câncer no país. Entre os homens, eram esperados 295.200 novos casos, e 300.870 entre mulheres.

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Tecnologia Siemens PLM otimiza planejamento financeiro corporativo

oão Vassalo, gerente de produtos da Siemens PLM Software

oão Vassalo, gerente de produtos da Siemens PLM Software

A Siemens PLM Software vem ajudando seus clientes a reduzirem o “Custo Brasil”, termo usado para descrever o conjunto de dificuldades estruturais, burocráticas e econômicas que encarecem o investimento no País, com a consolidação local da ferramenta Teamcenter Product Cost Management, um sistema de gerenciamento da rentabilidade e dos custos ainda sem concorrência efetiva no Brasil que agrega precisão, velocidade e transparência necessárias para as melhores decisões e para o acompanhamento dos negócios.

Segundo João Vassalo, gerente de produtos da Siemens PLM Software, no mínimo 80% do tempo dos analistas é dedicado buscando informações dentro das empresas e montando cálculos de custos. Dessa forma, resta menos de 20% desse tempo para ser aplicado no que é realmente uma prioridade para o setor corporativo: a análise de cenários para a melhor tomada de decisão.

“A Siemens chega no mercado com a proposta de inverter esses números: o funcionário passa a concentrar a maior parte do seu tempo simulando potenciais oportunidades de negócios e dedicando menos tempo com processos de baixa complexidade, como é o caso da estruturação de informações de custos e de rentabilidade”, explica.

No gerenciamento atual, informações de engenharia, como organização de estrutura de produtos, fluxo de aprovação, especificações técnicas e desenhos, são gerenciadas por soluções PLM e por sistemas gestão ERP. Entretanto, a gestão de custos e de rentabilidade ainda é feita em planilhas e em sistemas desconectados, indo na contramão do avanço tecnológico.

“A empresa perde muita eficiência e muito dinheiro”, esclarece. “O Teamcenter Product Cost Management é uma solução de PCN (Plano de Continuidade de Negócios) que fornece poderosos alicerces para ambientes que já possuem gerenciamento de informação de engenharia, como o PLM e o ERP”, esclarece Vassalo.

A tecnologia PCN da Siemens permite medir todos os custos e a produtividade financeira de uma empresa quando ela pretende produzir algum novo produto, exceto variáveis de mercado. Antes de um novo produto ser lançado, a ferramenta de simulação consegue prever qual será o custo final da nova linha de produção de forma consolidada e simplificada. “Podemos melhorar pontos na complexidade tributária brasileira que estão em nosso controle, como tornar um gerenciamento de custo e de rentabilidade mais eficiente”, aponta o executivo.

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Coragem de abrir as portas para os clientes – Por David Grinberg

Muitas fazem por obrigação, mas poucas fazem por convicção. Empresas que convidam clientes para conhecerem seus processos são fato raro na cultura corporativa. E por que uma empresa líder faz tanta questão que seus consumidores conheçam, literalmente, sua cozinha? O que para alguns pode parecer estranho – e até incômodo – para o McDonald’s é motivo de orgulho.

No Brasil, a companhia atingiu a marca de 1 milhão de visitas, somente no primeiro semestre de 2017. Isso porque, mais do que uma meta entre os funcionários, mostrar todo o cuidado no preparo de uma refeição – desde o estoque até a mesa – é uma tarefa realizada com grande satisfação. Explicar os segredos de uma batata crocante, da higiene das mãos, do uso dos equipamentos de segurança e da refeição dos funcionários (eles comem arroz com feijão!) gera uma confiança quase inabalável em um cliente que já tem a marca entre as suas escolhas de refeição e momentos em família.

Alguns especialistas dizem que o McDonald’s ensinou o brasileiro a comer hambúrguer. Há quase 40 anos no Brasil, ouso dizer que fez mais do que isso – e não é pouco introduzir um novo ingrediente no dia a dia dos brasileiros. Abriu caminhos para outras marcas entrarem no país e foi seguida em muitas delas. Mas percebo que no setor ainda somos os únicos a efetivamente convidar os cientes para conhecer cada detalhe da preparação de um sanduíche. Temos qualidade atestada e rastreada entre os nossos fornecedores, temos processos e nos orgulhamos disso.

Cometemos erros? Claro que sim. Mas identificamos, encaramos e resolvemos. O cliente ‘perdoa’ quem assume a falha e, verdadeiramente, quer corrigi-la. Atendemos todos os meses milhões de consumidores e as reclamações registradas no nosso Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) representam 0,006% desse total. Mas não podemos pensar em outra meta que não a de zerar essas manifestações. Queremos que a experiência em um restaurante McDonald’s seja sempre inesquecível. Afinal, estamos de Portas Abertas para recebê-lo.

David Grinberg é diretor de Comunicação Corporativa da Arcos Dourados e responsável pela gestão do Atendimento ao Cliente na companhia.

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Intel investe US$ 100 milhões em empresas comandadas por mulheres em todo o mundo

Nesta semana a Intel anunciou um compromisso de investir US$ 100 milhões em empresas com mulheres no comando em todo o mundo, ao longo dos próximos três anos. A Intel fez este anúncio no palco do Global Citizen Festival 2017 em Hamburgo, na Alemanha, ao lado de IBM* e Pfizer*, que assumiram compromissos similares. A Intel acredita que esta iniciativa pode ajudar a fomentar o empoderamento econômico dentro de grupos minoritários.

“Diversidade e inclusão são fundamentais para a nossa cultura que está em constante evolução na Intel”, disse Barbara Whye, chefe do departamento de diversidade e inclusão e vice-presidente de recursos humanos da Intel. “Elas aceleram a nossa habilidade para inovar e impulsionar os negócios constantemente. A diversidade de fornecedores agrega um tremendo valor a nossa vantagem competitiva ao mesmo tempo em que estimula o crescimento em um mercado global”.

Este anúncio contribui para o compromisso assumido em 2015 pela Intel de ampliar os investimentos com fornecedores diversos para US$ 1 bilhão por ano até 2020. A Intel sabe que donos diversificados contratam e gastam em comunidades diversificadas. A Intel está integrando a diversidade de fornecedores por todos os seus processos de aquisição para que empresas de mulheres tenham melhores oportunidades para competir por negócios.

A Intel também está patrocinando empreendedores diversificados de todo o mundo para participação em programas educacionais especiais com foco em ajudar empresas diversificadas. Atualmente 18 países estão incluídos no programa de fornecedores diversificados da Intel.

Diversidade e inclusão são fundamentais para a evolução da Intel e são forças motrizes para sua relevância e crescimento contínuos. Em janeiro de 2015, a Intel estabeleceu um ousado objetivo de alcançar a representação total de mulheres e minorias sub-representadas em nossa fora de trabalho dos EUA até 2020. A empresa comprometeu US$ 300 milhões para apoiar este objetivo e outro ainda maior de melhorar a diversidade e a inclusão em toda a indústria de tecnologia.

Ao longo dos últimos dois anos e meio a Intel investiu internamente em programas de contratação, retenção e gestão, e externamente em programas educacionais, parcerias universitárias, empreendedores diversos e iniciativas antiassédio online e gastos com fornecedores diversos.

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Huawei e Softex colaboram em treinamento e cidades inteligentes

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A Huawei e a Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Softex) assinaram um memorando de entendimento que prevê cooperação técnica e acadêmica para capacitação de talentos na área de tecnologia da informação e comunicação (TIC) e desenvolvimento de programas conjuntos no campo de cidades inteligentes e segurança pública (Safe City). O acordo foi firmado durante cerimônia de premiação do Seeds for the Future, programa global de capacitação em TIC da Huawei.

De acordo com o memorando assinado hoje, Huawei e Softex trabalharão em conjunto no treinamento de talentos locais para atender os requisitos atuais e futuros da indústria brasileira de tecnologia da informação e comunicação (TIC). A parceria prevê ainda a cooperação no desenvolvimento de programas e projetos ligados a Safe City, além da participação da Softex nos projetos globais de capacitação e intercâmbio da Huawei.

“A Huawei está comprometida em apoiar a transformação digital de empresas públicas e privadas no Brasil e tem apostado na colaboração com principais atores os da indústria de TIC para qualificar os talentos e desenvolver as tecnologias necessárias para tornar as cidades mais inteligentes e seguras. A parceria com a Softex é mais um importante passo para que a Huawei consiga contribuir ainda mais com o fortalecimento do ecossistema de TIC no país”, afirma Liu Wei, Vice-Presidente de Relações Públicas e Comunicações da Huawei.

A Huawei, por meio de seu programa global Seeds for the Future de estimulo à educação e à capacitação em TIC, tem firmado parcerias com as principais instituições de ensino para treinar e certificar profissionais pelos programas HAINA (Huawei Authorized Information & Network Academy) e HANA (Huawei Authorized Network Academy). No Brasil, o programa vem sendo realizado em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e universidades.

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Direct.One realiza palestra sobre Blockchain em reunião da Comissão de Digitalização da CNseg

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A Direct.One, empresa que viabiliza a transformação digital para envio de mensagens e documentos transacionais entre corporações e seus clientes, realizará palestra especial sobre a importância da tecnologia de Blockchain para o futuro do mercado segurador, durante a reunião da Comissão de Digitalização da CNseg – Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização, que acontece no próximo dia 13 de julho.

Durante a reunião, que também contará com a participação da Comissão de Processos e Tecnologia da Informação e da Comissão de Inteligência de Mercado, Fernando Wosniak Steler, CEO da Direct.One, mostrará que a tecnologia de Blockchain oferece a capacidade de disrupção da indústria de seguros, por ser um mercado basicamente pautado em informações, compartilhamento e contratos.

A segurança dos dados durante transações comerciais e financeiras é a principal meta do Blockchain, uma estrutura digital que propõe transparência nas operações e busca evitar gastos duplos, falsificação e adulteração de informações. Hoje, o Blockchain vem sendo experimentado em vários segmentos de mercado.

Na solução de Blockchain da Direct.One, chamada http://certifica.do, uma vez inserido um contrato inteligente (Smart Contract) na rede Ethereum, nenhum usuário pode mais apagá-lo ou modificá-lo, com possibilidade de auditoria pública. Para dar validade jurídica em âmbito nacional ao processo de Blockchain, a Direct.One desenvolveu em cima da rede Ethereum um sistema baseado tanto na Medida Provisória No 2.200-2, de 24 de agosto de 2001, texto que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), como na Resolução CNSP 294, difundida pela SUSEP com as regras para comercialização e formalização de seguros por Meios Digitais e Remotos.

Para isso, agregou-se três itens probatórios para gerar consenso nos documentos emitidos pela empresa: Assinatura Digital com Chave Pública e Privada ICP-Brasil; Carimbo do Tempo com Data e Hora Legal fornecida pelo Observatório Nacional; e registro nos “ledgers” da Ethereum Network com as informações não sigilosas dos contratos para gerar consenso e sistema anti-fraude.

A reunião da Comissão de Digitalização acontece no dia 13/07, às 14:30h e será transmitida por videoconferência para as cidades do Rio de Janeiro e São Paulo para as comissões convidadas. Para participar é necessário ser membro de uma dessas comissões da CNseg.

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Norton: brasileiros acreditam que redes Wi-Fi públicas são seguras e acabam colocando suas informações em risco

De acordo com a Norton, os brasileiros não conseguem resistir a um bom sinal Wi-Fi gratuito e este comportamento no ambiente on-line pode colocar suas informações pessoais em risco.

Esta foi a conclusão do relatório Norton Wi-Fi Risk Report de 2017, que a empresa acaba de lançar. Os dados mostram que 58% dos brasileiros acreditam que suas informações pessoais estão seguras ao usar uma rede Wi-Fi pública – por este motivo, 60% deles não tomam nenhuma medida de prevenção quando estão conectados. A necessidade dos brasileiros de se manterem conectados é outro destaque: ao chegar a um novo lugar, 59% dos entrevistados não esperam mais do que alguns minutos antes de se conectarem em uma Wi-Fi.

“Existe uma profunda diferença entre o que as pessoas pensam que é seguro quando se trata de usar o Wi-Fi público e a realidade”, alerta Nelson Barbosa Jr, engenheiro de segurança da Norton. “O que alguém pensa que é privado em seu dispositivo pessoal pode ser acessado facilmente por cibercriminosos através de redes sem fio não seguras ou mesmo por meio de aplicativos com vulnerabilidades de privacidade”.

O Norton Wi-Fi Risk Report entrevistou mais de 15.000 consumidores em 15 países para aprender sobre suas práticas e percepções ao usar Wi-Fi públicos e concluiu que as pessoas estão conscientes dos riscos ao acessar uma rede pública, mas não estão mudando seu comportamento. Entre os destaques do Brasil incluem:

– Noventa e seis por cento dos brasileiros potencialmente colocam suas informações pessoais em risco enquanto usaram uma rede Wi-Fi pública, incluindo ao verificar suas contas bancárias.

– Um pouco mais que um terço (37%) dos usuários usam VPN em todas as suas conexões Wi-Fi, segunda maior porcentagem entre os países avaliados, atrás apenas da Índia.

– Em caso de roubo de dados, os brasileiros ficariam:

Horrorizados com o acesso indevido a seus dados bancários e informações financeiras (50%);
Preocupados com o roubo de informações relacionadas a seus filhos (47%);
Tranquilos se seu posicionamento político pudesse ser exposto (42%);
Bravos com o acesso não-autorizado ao seu histórico de conversas privadas (33%);
Envergonhados caso seus segredos mais íntimos fossem descobertos (32%);

– Durante uma viagem, uma boa rede Wi-Fi é um serviço cada vez mais importante, tanto que para 83% dos brasileiros este é um fator decisivo na escolher um hotel, enquanto 53% consideram crucial na escolha da companhia aérea. Além disso, mais da metade (53%) das pessoas entrevistadas disse que o motivo mais importante para se manter conectado era usar um aplicativo GPS para se locomover.

Ajude a garantir que suas informações pessoais não caiam em mãos erradas

Apesar da necessidade de acesso a uma conexão Wi-Fi gratuita e de qualidade, é possível proteger suas informações de ciber-xeretas. Abaixo, a Norton lista passos simples que os consumidores podem tomar:

– Verifique se a conexão é segura (sites HTTPS): Muitas empresas usam o protocolo HTTPS (Hypertext Transfer Protocol Secure) para garantir a segurança online. Você pode dizer se um site está seguro se ele tiver “https” no endereço (URL) e tiver um pequeno símbolo de cadeado ao lado dele. No entanto, mesmo que o site esteja seguro, suas informações ainda podem estar vulneráveis se você estiver usando sua conexão insegura.

– Sempre use um software de segurança, principalmente nos dispositivos móveis: para garantir uma navegação protegida em redes abertas ou públicas, utilize uma rede privada virtual (VPN) de um fornecedor confiável, como o Symantec Norton Wi-Fi Privacy. As VPNs fornecem um “túnel seguro” (criptografado) para enviar e receber dados entre seu dispositivo e a internet.

– Quanto menos compartilhar melhor: Pense duas vezes antes de enviar qualquer tipo de informação pessoal – de senhas e detalhes financeiros a fotos – em redes Wi-Fi públicas. Mesmo se você não estiver compartilhando ativamente uma informação, seu dispositivo pode estar fazendo isso por você. Muitos dispositivos são programados para buscar automaticamente conexões com outros dispositivos na mesma rede, o que pode fazer com que seus arquivos fiquem vulneráveis. Desative o compartilhamento de informações em seu dispositivo e tenha maior controle de suas informações.

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