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Micro e pequenas empresas podem gerar resultados efetivos e sustentáveis através de fidelização

A concorrência tende a ficar mais forte a cada momento e, por isso, as empresas precisam buscar meios criativos para oferecer experiências marcantes para os seus clientes. Esse conjunto de ações, que visa a fidelização, atrai mais consumidores e, quem já conhece o serviço ou produto, torna-se fã e até advoga em prol daquela marca.

Alexandre Slivink, especialista em gestão de pessoas, excelência em serviços e experiência de clientes, pela Universidade de Harvard, explica que para transformar este ideal em realidade, é preciso ter que ajustar alguns pontos e rever questões que envolvem engajamento, equipe e liderança. “Os gestores devem fazer o questionamento se os seus colabores estão treinados e motivados para criar uma conexão emocional através da empatia, o que significa entender a necessidade do cliente e se colocar no lugar dele, para analisar como deve seguir com o atendimento”, aponta.

A fidelização é um tema muito presente em todas as empresas, dos mais diversos portes e segmento. “ Gosto de dar como exemplo do que acontece em Orlando. Cerca de 90 % dos hóspedes que estão nos hotéis da Disney, já se hospedaram lá. Cerca de 70% das pessoas que estiveram nos parques, estão visitando o local pela segunda vez. Quem é fã traz novos clientes. A prospecção ocorre de forma natural e praticamente instantânea. Isso faz com que sua marca, serviços e produtos sejam desejados e buscados ”, analisa o especialista.

Esse, é um clássico exemplo de como a técnica pode ajudar as empresas a se perpetuarem no mercado. “A partir daí atinge-se uma alta taxa de fidelização, permitindo até mesmo diminuir os investimentos em marketing e destinar verba para treinamento e disseminação da cultura corporativa, peças fundamentais para o sucesso deste processo”, aponta o especialista.

Mas por onde começar? O encantamento do cliente interno (colaborador) é o primeiro passo para que a fidelização ocorra com sucesso. “ Na esmagadora maioria das vezes, os gestores focam somente consumidor, que compra e garante a continuidade dos negócios, mas esquecem de olhar com carinho para os colaboradores. Quando encantamos nosso pessoal, fica mais fácil executarem o trabalho de forma comprometida e alinhado à cultura da empresa. Isso gera venda, recursos, e faz a magia acontecer”, finaliza.

Alexandre separou dicas fundamentais, e que devem ser seguidas para conquistar a fidelização

1.Engajamento da equipe – a essência do negócio está na forma de como o colaborador atende ao cliente. Os pequenos detalhes fazem a grande diferença.

2.Antecipar-se aos problemas – muitas vezes, os colaboradores têm medo de encarar os problemas e resolvê-los. O que os líderes precisam fazer é encorajá-los para que tudo possa ser tranquilizado tornando o desconforto cada vez menor.

3. Criar empatia – isso significa entender a necessidade do consumidor, se colocar no lugar dele. Eu olho o problema do cliente como oportunidade de mostrar o meu valor e a minha competência, e assim, eu consigo criar a empatia. Isso gera resultado, empatia vende. Por isso, o grande valor das empresas está nas pessoas que as representam.

4. Criar conexão emocional – Fundamental para as empresas que desejam prosperar e se firma no mercado de hoje, e isso significa criar experiências inesquecíveis. Daqui um tempo o cliente sai, mas ele pode indicar para outras pessoas, ele vai falar bem do seu atendimento ou produto. Ele fará, para você, o marketing e irá prospectar novos clientes.

Alexandre Slivnik é autor de diversos livros, entre eles do best-seller O Poder da Atitude. É sócio-diretor do IBEX – Institute for Business Excellence, instituição sediada em Orlando / FL (EUA),

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Startup catarinense lança aplicativo para vendas

A Hiper, startup catarinense dedicada à gestão de micro e pequeno varejo, começa 2017 com o lançamento de seu aplicativo exclusivo para vendas, o Hiper Vendas. Trata-se de um avanço relevante para esse segmento do varejo, uma vez que, com tal facilidade, a ferramenta permite mais eficiência para o lojista fazer vendas sem precisar estar, necessariamente, no estabelecimento comercial. Além de ser fácil de manusear, o app também permite computar pedidos on e off-line.

“Todo o nosso time se dedicou bastante na confecção do aplicativo, tendo em vista os benefícios que conseguimos oferecer aos nossos clientes com a efetivação de vendas à distância. Entendemos a rotina atribulada do micro e pequeno lojista e, por isso, queremos garantir mais praticidade e segurança para evolução do negócio. Para tanto, uma ferramenta como o app Hiper Vendas se torna essencial na rotina desse varejista”, explica o CEO da Hiper, Tiago Vailati.

O aplicativo do Hiper é ideal para o vendedor que se movimenta, seja dentro ou fora da loja. Além de viabilizar pedidos on e off-line, permite a consulta de produtos e estoque, a consulta e o cadastro de clientes, o cadastro de pedidos e orçamentos e a seleção por filial da loja. E, para realizar o faturamento de vendas com emissão de NFC-e (incluindo o modo contingência) e SAT, é só utilizar o aplicativo ‘Hiper Frente de Caixa’.

Vale ressaltar que a questão tecnológica já se tornou realidade nessa camada do varejo. Segundo pesquisa do Sebrae, apresentada em agosto de 2016 e realizada em parceria com o E-Commerce Brasil, 90% das vendas feitas pela web provêm de micro e pequenos lojistas. Conforme Afif Domingos, presidente da entidade, trata-se de uma alternativa de baixo custo para identificar e acessar os clientes estratégicos, uma vez que os recursos existentes de redes sociais, a exemplo de Facebook e Instagram, possibilitam a exposição dirigida da marca.

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FINTECH AWARDS LATAM 2017 premiará as melhores soluções de fintechs da América Latina

Estão abertas até o próximo dia 31 de janeiro as inscrições para o prêmio FINTECH ARWARDS LATAM 2017, promovido pela Cantarino Brasileiro, empresa especializada em comunicação e marketing de relacionamento para o setor financeiro.

Com avaliações feitas por especialistas, investidores e mentores do setor, a premiação visa não apenas encontrar as melhores soluções financeiras com o potencial para revolucionar o mercado, mas também desenvolver o ecossistema de fintechs na América Latina.

Os contínuos avanços tecnológicos, o advento da digitalização, do mobile, da conectividade entre pessoas e coisas geram cada vez mais novos mercados e oportunidades de negócios, onde se destacam aqueles que oferecerem mais eficiência e praticidade em seus sistemas.

Responsável pela área de inovação da Cantarino Brasileiro, João Pedro Brasileiro, destaca que as fintechs já assumem esse papel, com a intenção de mudar profundamente cada aspecto da relação de pessoas e empresas com sua vida financeira. “As fintechs surgem justamente para atender o novo perfil de consumidor, que busca empresas que reflitam suas convicções e valores, que entendam seu comportamento e ofereçam produtos e serviços que superem as expectativas, disponibilizando soluções mais eficientes, baratas e que cultivam uma conexão mais próxima e transparente”, afirma o executivo.

O crescimento e a expansão destas novas soluções progridem de forma exponencial na América Latina. No entanto, ainda não se pode comparar a mercados como Londres, Singapura e China, que hoje são referências mundiais em startups financeiras, pois ainda é necessário um amadurecimento e, uma melhor interação entre empreendedores, bancos e investidores.

É justamente com a iniciativa de promover e expor as melhores soluções da América Latina, que o Fintech Awards Latam pretende proporcionar a união e o desenvolvimento desse ecossistema, diminuindo a distância entre os pilares do setor, para garantir um real avanço das fintechs nos países da região. Com 20 países participantes, o evento está reunindo os principais especialistas, mentores e investidores em fintechs do mundo para avaliar os projetos inscritos e, darão um feedback aos melhores cases, considerando a expansão dos negócios para outros países. “Constatamos que em diversos países existem muitos investidores buscando iniciativas estrangeiras para aplicar seus recursos, assim como existem muitas fintechs com interesse e potencial de expandirem seus negócios. Esse é o empurrão que faltava”, completa Brasileiro.

De fato, o mercado se apresenta muito promissor para as fintechs, especialmente no Brasil, país com maior número de startups na área financeira da América Latina. A área de atuação é muito ampla e vai desde operações independentes, até ações conjuntas com grandes instituições financeiras, com a proposta de complementar os serviços já oferecidos.

Especialista neste mercado e integrante do corpo de jurados do FINTECH AWARDS LATAM 2017, Marcelo Bradaschia, fundador do FintechLab, ressalta a curva crescente do setor e a importância do surgimento dessas novas startups. “Imagino que a crise econômica não afetou o mercado, pois estimamos que o investimento em fintechs em 2015 foi de aproximadamente R$ 200 milhões, sendo que em 2016 devemos chegar a R$ 450 milhões. Destaco também que premiações e eventos como o Fintech Awards são fundamentais para solidificar ainda mais a presença dessas empresas no mercado, com total credibilidade, além de oferecer a oportunidade de apresentarem seus projetos a possíveis investidores”, destaca Bradaschia.

O prêmio FINTECH AWARDS LATAM 2017 está dividido em cinco categorias, cada uma com seu critério e linha de análise. As startups podem utilizar a mesma inscrição em todas as categorias, que são:

User Experience – Projeto que tenha a melhor interatividade para seu usuário, analisando a facilidade para navegar pelo produto ou serviço.

Inclusão financeira – Iniciativa que tenha proporcionado acesso a serviços financeiros para empresas ou indivíduos.

Tração – Projeto que apresente sustentabilidade da ideia em relação ao cenário do mercado em que atua.

Modelo de negócios – Solução que tenha criado valor da melhor maneira para seu público de interesse.

Disrupção – Case de negócios que tenham atingido um novo mercado de consumidores, remodelando o nicho em que atuam.

O corpo de jurados é altamente qualificado, composto por especialistas do setor de diversos países como Singapura, Canadá, Argentina, Perú, Brasil, entre outros. Os cases enviados até dia 31 de janeiro passarão por uma pré-seleção, onde será observada a sustentabilidade do projeto e transferência de valor para a sociedade. Na etapa seguinte, os jurados farão a análise final dos projetos apresentados e selecionarão os vencedores em cada categoria.

Premiação

– Apresentação da Fintech em jantar para investidores, durante o Fintech World, em Abril.
– Feedback do corpo de jurados considerando a visão de cada país
– 2 entradas para cursos na Blockchain Academy
– R$ 30.000,00 em ações de marketing da Cantarino Brasileiro

O FINTECH ARWARDS LATAM 2017 tem por objetivo, não apenas premiar as melhores plataformas, mas conhecer as mais diversas e variadas soluções para o setor em toda América Latina.
Mais informações: http://www.fintechawardslatam.com/
Regulamento: http://www.fintechawardslatam.com/regulamento/

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80% dos hóspedes querem usar seus smartphones para acelerar o check-in, segundo estudo da Zebra Technologies

A Zebra Technologies Corporation (NASDAQ: ZBRA), líder global em soluções e serviços que dão às empresas visibilidade em tempo real sobre suas operações, divulgou hoje os resultados do Zebra Hospitality Vision Study, um estudo que analisou o setor hoteleiro e de resorts, tendências nas preferências dos turistas e requisitos tecnológicos que afetam a satisfação geral deles.

O estudo revelou que mudanças nas expectativas dos consumidores em relação a WiFi rápido, bom atendimento para hóspedes e recompensas pela fidelidade têm exigido da indústria de hospitalidade investimentos em tecnologia que aprimorem a experiência do hóspede e ofereçam maior conveniência como check-in via smartphone, ofertas e serviços baseados na localização e programas de fidelidade habilitados digitalmente.

Hotéis/resorts na América Latina estão se movendo mais rápido na direção da implementação de tecnologias baseadas na localização; nessa região, os hóspedes também têm as expectativas mais elevadas em termos do atendimento pessoal recebido das equipes dos hotéis/resorts.

Maior acesso

• Para ajudar a equipar os funcionários com computadores portáteis para maior interação com os hóspedes, expandir os serviços de localização para hóspedes e garantir acesso sem fio confiável, 77% dos hotéis/resorts pesquisados em todo o mundo estão expandindo a cobertura Wi-Fi.

• 66% dos hóspedes relatam que têm uma melhor experiência quando os atendentes usam as mais recentes tecnologias e 80% dos hóspedes expressaram o desejo de usar seus smartphones para acelerar o check-in.

Ofertas personalizadas e programas de fidelidade

• Quase três quartos (72%) dos hóspedes entrevistados gostam de hotéis que personalizam mensagens e ofertas, e 75% estão dispostos a compartilhar informações pessoais, como gênero, idade e endereço de e-mail, em troca de promoções e cupons personalizados, serviços de prioridade ou pontos em programas de fidelidade.

Serviços baseados na localização

• Para criar vantagens e ofertas altamente personalizadas, 83% dos hotéis/resorts pesquisados estão planejando implementar tecnologias baseadas na localização dentro do próximo ano – priorizando o reconhecimento de hóspedes e recursos analíticos, ofertas móveis orientadas pela posição geográfica, promoções especiais e upgrades.

• O estudo mostra que os hóspedes se sentem menos confortáveis em compartilhar sua localização do que informações pessoais, embora as atitudes sejam diferentes entre gerações. Uma parcela de 34% da Geração Milênio se sente confortável em compartilhar sua localização atual em comparação com a fatia de 13% de pesquisados com 50 a 64 anos de idade.

“O setor de hospitalidade está se tornando um mercado cada vez mais competitivo, especialmente com o aumento de hotéis de nicho e sites de casas de aluguel. Para continuar a atrair hóspedes, hotéis e resorts estão fazendo investimentos significativos em tecnologia para melhorar seus serviços. Isso inclui permitir que os hóspedes – 92% dos quais carregam um smartphone – usem seus celulares para fazer tudo, desde pedir comida até receber mensagens de texto sobre a preparação dos quartos e possíveis upgrades. Embora o impacto da tecnologia varie de acordo com mercado, a revolução digital está mudando o modo como os hotéis interagem com seus hóspedes em todas as regiões. A Zebra continuará fornecendo soluções que ajudem a tornar as equipes dos hotéis mais eficientes e mais engajadas com os hóspedes”, explica Jeff Schmitz, vice-presidente sênior e diretor de marketing da Zebra Technologies.

Histórico e metodologia da pesquisa

• Cerca de 1.200 profissionais de TI, operações, marketing ou serviços para hóspedes de hotéis e resorts e mais de 1.680 consumidores foram entrevistados dois estudos globais separados.

• O primeiro estudo se concentrou na visão do setor de hotéis/resorts sobre demandas dos hóspedes, tecnologias e planos de serviços estratégicos e visão de futuro. O segundo estudo mensurou as preferências, requisitos tecnológicos e opiniões dos turistas sobre fatores que influenciam sua satisfação geral em hotéis e resorts.

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Os (des)caminhos da aprovação de uma Lei – Por Jorge Sukarie

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Este artigo é um elogio à democracia, ao processo Legislativo, ao papel do Executivo e ao associativismo, que sinalizando problemas que passaram despercebidos ao legislador, beneficia não só os associados, mas a sociedade como um todo, desde o consumidor que acaba pagando menos pelo serviço, ao Judiciário, já assoberbado, que receberia milhares de novos processos para julgar.

Sua inspiração foi o caso recente quando o Senado Federal aprovou em 15/12/2016, o SCD n° 15, de 2015, em substituição ao PLS n° 386, de 2012, introduzindo mudanças na Lei Complementar nº 116/03 que dispõe sobre o Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza, com o objetivo de garantir o cumprimento do piso constitucional de 2% (dois por cento) estabelecido para a cobrança do ISS e, dessa forma, buscar dar fim à guerra fiscal entre os municípios.

A ABES e as demais entidades representativas do setor acompanharam atentamente o desenrolar deste projeto de lei, desde a sua autoria em 2012, participando de audiências públicas, debates, reuniões com assessoria dos parlamentares. Sempre com a intenção de contribuir com sugestões para o aperfeiçoamento do texto, ainda em discussão naquela época.

Porém fomos surpreendidos no último dia 16 de dezembro com a redação final da lei aprovada no Senado que seguiu para o sansão presidencial. A mesma continha a manutenção de dois dispositivos que impactariam muito negativamente no ambiente de negócios no Brasil.

O primeiro deles diz respeito à inversão da atribuição da competência para cobrança do ISS do município do prestador para o do tomador do serviço quando houvesse descumprimento da regra da alíquota mínima de 2% por parte do ente tributante originário.

O segundo dispositivo, e ainda mais perverso, da “substituição tributária” autoriza os municípios a atribuir a responsabilidade pelo crédito tributário à uma terceira pessoa, tornando-as obrigadas ao recolhimento integral do imposto devido, multa e acréscimos legais, independentemente de ter sido efetuada sua retenção na fonte.

De forma resumida isto significa dizer que todas as pessoas jurídicas tomadoras de serviços (empresas, fundações, autarquias, entidades de classe etc.), ainda que imunes ou isentas, seriam obrigadas a conhecer a legislação do ISS de quaisquer um dos atuais 5.570municípios brasileiros nos quais seus prestadores de serviços mantenham estabelecimentos. E, ainda, interpretar essas normas municipais, de modo a concluir se violam as normas que determinam que o ISS não terá alíquota inferior a 2%, e se for o caso reter na fonte e recolher o imposto, sob pena de tornarem-se responsáveis diretas pelo recolhimento do mesmo.

A Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES), a Federação das Associações das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação (ASSESPRO) e a Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (BRASSCOM) reconhecem a importância e defendem as medidas que eliminem ou reduzam conflitos federativos, assim como reiteram seu apoio às mudanças na legislação que harmonizem as legítimas aspirações dos poderes públicos nas três esferas federativas, em especial dos municípios brasileiros. As entidades entendem a importância do aprimoramento do ambiente de negócios por meio de regras tributárias claras e que tragam maior segurança jurídica aos empreendimentos privados, essenciais para o desenvolvimento social, econômico e tecnológico do País.

Porém fica claro o quão difícil, para não dizer inexequível, seria esta tarefa para qualquer empresa, independente do seu porte. Além desta obrigação, realizar esta tarefa potencializa a prática da bitributação, já que estimularia o conflito de entendimento entre os municípios.

A insegurança juridica obrigaria o apelo ao Judiciário, já completamente assoberdado por questões tributárias e muitas empresas prefeririam pagar os impostos nos dois municipios, ocasionando aumento de custo do serviço para o consumidor final.

Novamente estas entidades se mobilizaram e aproveitaram uma reunião previamente agendada pela ABES na Casa Civil, no último dia 22/12, às vésperas do Natal, onde se iniciou o encontro com a solicitação de uma inversão de pauta para trazer à discussão um manifesto assinado por ABES, ASSESPRO e BRASSCOM, sinalizando os problemas e solicitando o veto aos dois dispositivos acima mencionados.

Foi prazeroso constatar, no dia 30 de dezembro, quando publicada a Lei Complementar 157, que os problemas sinalizados foram entendidos pelos orgãos do Executivo e os vetos solicitados pelo setor, foram todos acatados pela Presidência da República.

Importante lembrar que estes vetos não criaram nenhum benefício aos contribuintes, mas evitaram que uma situação danosa ao País se instalasse de forma a criar mais uma obrigação acessória para as empresas, que assumiriam também a responsabilidade pela fiscalização, e criaria uma insegurança jurídica sem precedentes.

Podemos afirmar que as conquistas ao longo dos últimos 30 anos de atuação da ABES, trouxe muito mais resultados positivos e que contribuíram para a redação de leis que não prejudiquem a sociedade e o ambiente de negócios do Brasil, do que propriamente na produção de Leis que tenham trazido benefícios específicos para nosso setor de atuação.

Jorge Sukarie, Presidente do Conselho da ABES – Associação Brasileira das Empresas de Software.

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O futuro do consumo já chegou – Por Gastão Mattos

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O futuro do consumo certamente está conectado ao uso de tecnologias inovadoras e cada vez mais complexas, a fim de aprimorar sempre a experiência de compra, que deve ser fácil e acessível, porém única.

De um lado estão as mais variadas tendências que incluem o uso de robôs, realidade virtual (VR), realidade aumentada (AR) e Internet das Coisas (IoT), trazendo mais inteligência automatizada às diversas etapas do processo de compra e à experiência do consumidor. Do outro, a necessidade de profissionais altamente capacitados e que acompanhem este desenvolvimento de forma que a interação humana seja igualmente satisfatória.

Estes foram alguns dos assuntos abordados no Retail´s Big Show, realizado nesta semana em Nova Iorque e que fazem vislumbrar um futuro iminente ao mesmo tempo que exige um olhar atual para o mercado visto por dentro.

Treinamento e capacitação foram apontados como um dos grandes desafios do varejo. Uma pesquisa da Delloite realizada nos Estados Unidos aponta que apenas 47% dos consumidores consideraram positiva a interação com lojistas durante as compras em 2016. Por outro lado, um estudo do Gartner aponta que em 2020, mais de 85% das interações com o consumidor não incluirão humanos e que os chatbots serão a aplicação mais importante da inteligência artificial (AI). Mas, além da questão “atendimento” que se mantém necessária no momento atual para reter o cliente, o acelerado avanço tecnológico tem gerado a necessidade de profissões que não existiam há poucos anos ou mesmo de acompanhar esta evolução para se manter capacitado no mercado. De acordo com a Cisco, 1 milhão de empregos em cibersegurança em todo o mundo estão disponíveis pela ausência de profissionais gabaritados para a função.

Outro exemplo é o cargo de analista de dados, criado no ano passado, que tem se mostrado essencial para cumprir as necessidades do negócio, devido às inúmeras possibilidades de explorar as informações geradas pelos consumidores na internet, a fim de oferecer produtos e serviços de maneira mais personalizada e elevar a conversão de vendas. Segundo o Gartner, até 2020 os algoritmos devem ser utilizados para ajudar os profissionais a serem mais eficientes em suas tarefas.

O Gartner também prevê que em 2020 a realidade aumentada irá redesenhar o comércio eletrônico e cerca de 100 milhões de usuários utilizarão esta tecnologia para comprar online. Entretanto, esta previsão já começa a ser tornar realidade em alguns países, como os Estados Unidos e China.

A Intel apresentou durante o Retail´s Big Show o robô Tally – a primeira prateleira autônoma do mundo – da Simbe Robotics. Tally analisa dados do comportamento de compra do consumidor em tempo real, além de captar imagens a fim de atualizar o inventário das prateleiras garantindo maior precisão e economia de tempo, uma vez que a atividade normalmente é realizada manualmente.

A gigante de tecnologia também mencionou tecnologias de AR para gestão de estoques e óculos que permitem a identificação dos itens a serem manuseados pelo funcionário de forma que estes sejam colocados nos locais certos. Já a tecnologia de VR permite o monitoramento e simulação de displays nas lojas com sensores que identificam o posicionamento de maior interesse dos consumidores, sugerindo novos arranjos de produtos para otimizar a conversão. A companhia destacou que estas tecnologias já estão disponíveis em 2017.

A Alibaba é uma das lojas que já dispõe de VR para compras. A tecnologia possibilita que o usuário conecte o seu smartphone dentro do óculos de VR para que possam caminhar virtualmente pela loja, verificar produtos e consultar características e preços. A solução foi lançada no Dia do Solteiro (11/11), data criada pela loja para que as pessoas comprem presentes para si mesmas e a de maior consumo online no mundo. De acordo com o IDC, em 2017, 30% das empresas Global 2000* voltadas para o consumidor já devem utilizar tecnologias AR e VR em ações de marketing.

No Brasil já estão disponíveis algumas tecnologias de AI como o Watson da IBM, voltado para atendimento, além de iniciativas como o Tron, que possui o mesmo princípio do Watson, mas segundo os desenvolvedores, interage de modo natural e é capaz de fazer deduções lógicas e análises de sentimento. Embora seja um grande passo tecnológico para o país, ainda há muito o que se avançar se comparado com outros mercados.

Estas e outras inovações tecnológicas transformarão definitivamente o e-commerce que conhecemos hoje, fazendo da experiência de compra um verdadeiro entretenimento, além de otimizar atividades com a automatização de processos que garantirão economia de tempo e dinheiro aos lojistas. Segundo o Gartner, em 2022 a IoT permitirá que pessoas e empresas economizem até 910 milhões de euros em serviços de manutenção, devido à capacidade tecnológica de identificar irregularidades antes que aconteçam.

Para se manter lucrativo no mercado, é fundamental acompanhar estas tendências para oferecer melhores experiências ao consumidor e usufruir integralmente dos benefícios em agilidade, praticidade e economia que estas novidades proporcionam. O ponto máximo é alinhar habilidades humanas aos recursos artificiais, de forma que estes coexistam harmonicamente para o contínuo aprimoramento deste futuro, que já estamos vivendo.

*classificação da revista Forbes para as maiores empresas do mundo

Gastão Mattos, CEO da Braspag, empresa do Grupo Cielo.

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AppsFlyer recebe investimento de US$56 milhões para avançar métricas de marketing na era mobile

A AppsFlyer, líder mundial em métricas em tempo real de resultados de publicidade móvel, cuja missão é tornar a indústria de marketing digital mais mensurável, anuncia o levantamento de 56 milhões de dólares na série C de investimentos, trazendo um fundo total de 84 milhões de dólares. A empresa cresceu receitas em 500% e equipe de 40 para 240 pessoas em 12 escritórios pelo mundo, em dois anos e agora vai investir na melhoria de seus produtos para ajudar mais profissionais do marketing a medir cada engajamento de sua audiência. A rodada de investimento foi liderada pela Qumra Capital, Goldman Sachs Private Capital Investing (PCI), Deutsche Telekom Capital Partners (DTCP) e Pitango Growth. Boaz Dinte, parceira da Qumra Capital se juntou também ao conselho diretivo da AppsFlyer com a Goldman Sachs Private Capital Investing (PCI) entrando como observadores.

“A AppsFlyer provou sua habilidade de oferecer ferramentas e inovação guiada por dados para a mensuração que marketeiros e desenvolvedores precisam para ter sucesso”, diz Boaz Dinte, sócio da Qumra Capital. “Conforme o mobile e o marketing se fundem, é claro que a AppsFlyer está preparada para crescimento e estamos honrados de prover mais recursos para a empresa expandir suas capacidades como um poder de dados para marketeiros de aplicativos que estão caminhando por suas próprias pernas”.

A rodada vem após um período de um gigantesco crescimento para a empresa. A AppsFlyer mede US$6 bilhões de gastos em mobile marketing por ano, processa mais de 300 bilhões de eventos no mobile todo mês, tem mais de 2000 parceiros integrados e apóiam mais de 10 mil clientes. A empresa foi selecionada recentemente como parceira de mensuração da Pinterest, Tencent, Adobe, IBM, Yahoo! e outros – além de servir também como parceiro oficial do Facebook, Google e Twitter.

“Nossa missão é focar em nossos próprios clientes e oferecer a plataforma de mensuração de marketing que eles precisam para terem sucesso em um espaço hiper competitivo”, diz Oren Kaniel, CEO e co-fundador da AppsFlyer. “Nos últimos dois anos nós entregamos produtos que mudaram o jogo e que tornam o marketing mais acessível, mais mensurável e previsível. Essa rodada de investimentos vai continuar a abastecer nosso desenvolvimento e acelerar nossa estratégia de construir a maior e melhor plataforma de mensuração para o marketing mobile”.

“O mercado no Brasil está amadurecendo rapidamente e os aplicativos reconhecem a necessidade de medir mais do que apenas downloads e retenção de seus usuários”, diz Daniel Junowicz, diretor da AppsFlyer América Latina. “O mercado aqui está passando por uma revolução móvel. À medida em que a economia no Brasil muda, o celular apresenta novas e surpreendentes oportunidades tanto para as novas empresas como para as empresas mais experientes. A AppsFlyer vai expandir os esforços operacionais para ajudá-los a perceber o verdadeiro potencial do celular para seus negócios”.

Investidores já existentes como Magma Venture Partners, Pitango Venture Capital e Eight Roads Ventures também participaram da rodada, junto com o novo fundo Pitango Growth Fund. A nova rodada vai permitir a AppsFlyer a continuar investindo em inovação e produtos que ajudam o marketing a conectar e medir tudo que pode ser medido, incluindo mobile, web, televisão e atividades offline. A empresa vai aproveitar suas parcerias e operações existentes na China para ajudar marketeiros a penetrar neste mercado com as ferramentas de métricas da AppsFlyer através de parceiros locais, como Tencent Social Ads e Baidu. Finalmente, a empresa vai explorar oportunidades de fusões e aquisições para potencializar suas capacidades atuais.

“O cenário do marketing está evoluindo e o gasto em publicidade móvel está aumentando enquanto a indústria está migrando para um marketing mais baseado em ROI”, diz Christian Resch, vice-presidente da Goldman Sachs PCI. “As ferramentas de mensuração da AppsFlyer vão ter papel ainda maior, conforme negócios de sucesso como novas tecnologias móveis aparecem e estamos muito animados de fazer parte da jornada da AppsFlyer, ansiosos pelo que o futuro reserva”.

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Cisco: 67% dos varejistas do Brasil estão investindo para as transformações digitais

A pesquisa“The Current State of Digital Readiness in Retail”, realizada pela Cisco com mais de 200 executivos do varejo em todo o mundo, sendo 30 deles do mercado brasileiro, revela diferenças significativas em estratégia regional nos investimentos atuais em tecnologias e prioridades digitais.

O estudo indica que 67% dos varejistas do Brasil estão investindo a fim de se preparar para a disrupção digital, em comparação aos varejistas norte-americanos (51%). Os varejistas no mercado brasileiro estão mais focados em investir em tecnologias que possam auxiliá-los nos indicativos para as próximas tomadas de decisão (como a utilização de ativos e gerenciamento de energia) mesmo que eles ainda não estejam prontos para implementar tecnologias mais inovadoras.

Os dados revelam que investimentos em tecnologias que favoreçam a “experiência do cliente” representam uma tendência maior no Brasil em relação aos EUA (46% contra 40% das prioridades de investimentos). Já em inovação, a fatia maior está na América do Norte (34% contra 19% das prioridades de investimentos).

Outro ponto é que 65% dos investimentos feitos pelo segmento são em tecnologias relacionadas à experiência do consumidor e inovação, enquanto que 6% dos investimentos são dedicados a tecnologias de produtividade dos funcionários.

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Tecnologias como Data Centers, Segurança, Plataformas Tecnológicas Simplificadas para Lojas, Conectividade, Cloud Computing, Colaboração e Xaas (Tudo como Serviço) estão entre as prioridades de investimento em grande parte das varejistas em todo o mundo. “Isso mostra que os varejistas estão preparadas para a disrupção digital e criando uma base, para que tenham suas estruturas prontas para movimentos de investimentos posteriores para as fases de Diferenciação e Definição”, destaca João Paulo Albuquerque Melo, gerente geral da divisão de indústria de consumo da Cisco para América Latina.

Ainda de acordo com João Paulo, o mercado varejista precisa adaptar sua estratégia. “O Brasil é um país que responde muito bem a questão do relacionamento direto com o consumidor. Mesmo em um segmento que busca recuperar seu fôlego, investir em tecnologias que possibilitem a disrupção é fundamental na geração de novas oportunidades e se reinventar em uma época difícil da economia do país”, explica.

Dados mundiais

A pesquisa, “The Current State of Digital Readiness in Retail”revela que os varejistas estão avançando de forma cautelosa e ainda inicial para a esperada Transformação Digital.

Segundo o estudo, 30% deles ainda têm atitudes reativas ao invés de serem proativos sobre a disrupção digital. E o mais importante é que eles não estão vivenciando totalmente a experiência da digitalização por priorizarem seus investimentos em tecnologias de experiência com consumidor, em maior proporção do que em plataformas de produtividade de seus funcionários. Trata-se de uma análise diferenciada em relação ao mercado brasileiro. Segundo a pesquisa, o mercado mundial de varejo está perdendo o equivalente a US$ 187 bilhões com essa postura.

A análise destaca a oportunidade para o varejo mundial em gerar mais de US$ 506 bilhões de movimentação se investido de forma eficiente em Transformação Digital. “Os varejistas precisam progredir na digitalização de suas forças de trabalho e na operação de forma equilibrada, em conjunto com a experiência com o cliente e inovação para se posicionar de forma significativa no mercado varejista”, finaliza o executivo da Cisco.

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MINING LAB: Startups brasileiras podem se inscrever até amanhã

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As inscrições para o MINING LAB, o programa de apoio a empreendedores da Votorantim Metais, terminam amanhã (20 de janeiro). O programa vai selecionar startups interessadas em desenvolver projetos nas áreas de energias renováveis e nanotecnologia, que possam ser aplicados na mineração. O MINING LAB conta com apoio da FIEMG (Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais) para escolher os 10 melhores projetos. Os interessados podem se inscrever até as 17h do dia 20, no site www.mininglab.com.br.

No âmbito de energia, a mineradora procura startups que possam desenvolver tecnologias para substituir as matrizes energéticas tradicionais da mineração (combustíveis fósseis e eletricidade, por exemplo) por alternativas mais econômicas e que apresentem ganhos ambientais, tais como: biomassa, biogás, energia solar, óleos menos poluentes e renováveis, sistemas de ar comprimido e de bombeamento mais eficientes, ou até mesmo novas soluções ainda não mapeadas.

No ramo de nanotecnologia, a busca é por empresas capazes de desenvolver soluções que utilizem essa tecnologia em aplicações como: recuperação de partículas durante os processos de flotação e hidro metalúrgicos, soluções em corrosão, aplicações de óxidos dos metais, tratamento e recuperação de efluentes e desenvolvimento de novos produtos.

No dia 27 serão anunciados os projetos que passarão para uma fase de imersão na Votorantim Metais para entender os processos de produção da empresa e receber apoio técnico para apresentação do projeto final. Após a fase de imersão uma banca examinadora irá selecionar, dentre estes, os projetos que irão receber o apoio da empresa. O resultado será divulgado no dia 17 de fevereiro.

PROGRAMA MINING LAB: Conecte-se à Votorantim Metais e desenvolva seu negócio
Inscrições abertas até 20 de janeiro
Site: www.mininglab.com.br

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Twitter transmite ao vivo a cerimônia de posse do novo presidente dos Estados Unidos

Hoje (20), das 14h às 20h (horário de Brasília), o PBS NewsHour, programa diário de notícias da rede de TV americana PBS, transmitirá ao vivo pelo Twitter a cobertura da cerimônia de posse do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump. Para acompanhar, basta acessar o link inauguration.twitter.com ou o perfil do programa PBS NewsHour (@NewsHour). Além da posse de Trump e de seu vice, Mike Pence, a transmissão vai incluir o primeiro discurso do novo presidente e a chegada à Casa Branca.

O Twitter permite que seus usuários recebam notificações no celular sempre que alguma das contas seguidas iniciar uma transmissão ao vivo. Para isso, basta acessar pelo Twitter o perfil que deseja acompanhar, como o do programa PBS NewsHour (@NewsHour) por exemplo, selecionar o botão que tem a forma de um sino e ativar a opção para receber notificações. Após o rápido procedimento, o seguidor receberá uma notificação sempre que uma transmissão ao vivo for iniciada.

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Brasília recebe curso da Escola de Governança da Internet voltado aos profissionais da área jurídica

Estão abertas as inscrições para a terceira edição do curso da Escola de Governança da Internet (EGI), voltado aos profissionais da área jurídica, a EGI-Jur. Promovida em Brasília (DF) pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), a iniciativa contará com a parceria do Instituto de Tecnologia e Sociedade (ITS Rio) e do Centro de Direito, Internet e Sociedade do Instituto Brasiliense de Direito Público (CEDIS/IDP). Candidatos podem se inscrever até 12 de fevereiro em http://egi.nic.br/.

“A primeira EGI-Jur de 2017 será em Brasília, cidade central para o funcionamento da ordem jurídica do país. Um elemento enriquecedor do projeto para o CGI.br, têm sido as parcerias com diferentes instituições ligadas ao exercício e ensino do Direito no Brasil. O diálogo multissetorial em torno da governança da Internet não pode prescindir da participação ativa e engajada das diversas instâncias da comunidade jurídica brasileira de todas as regiões do país”, pondera Hartmut Glaser, secretário executivo do CGI.br e diretor da EGI-Jur. As aulas acontecerão de 27 a 29 de março, na sede do IDP (SGAS Quadra 607, Módulo 49, Via L2 Sul).

O curso é voltado a bacharéis em Direito interessados em discutir os desafios que a governança e uso da Internet impõem à aplicação da Lei. Podem participar magistrados e seus assessores, promotores, defensores, procuradores, delegados, advogados, servidores dos três poderes (Judiciário, Legislativo e Executivo) e dos Ministérios Públicos que sejam bacharéis em Direito.

Programa

Temas atuais e bastante controversos, como segurança e criptografia; inimputabilidade da rede; possibilidade de remoção de conteúdo e suspensão de serviços na Internet; privacidade e proteção de dados pessoais; e neutralidade da rede são contemplados no programa do curso, que tem carga horária total de 26 horas, distribuídas em três dias. Entre os destaques da programação, está um debate multissetorial sobre a governança dos algoritmos, que contará com apresentações de representantes da sociedade civil, academia, setor empresarial e Governo.

A equipe de docentes da EGI-Jur é composta por Conselheiros e assessores do CGI.br, profissionais do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br) e especialistas de renome e notório saber em assuntos jurídicos. O curso tem ainda o papel de contribuir para que diferentes profissionais da área façam contato e troquem experiências de maneira contínua sobre temas relacionados à governança da Internet.

Os candidatos selecionados serão conhecidos no dia 27/02. Mais informações sobre o curso e inscrições estão disponíveis em http://egi.nic.br/.

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Teradata disponibiliza seu banco de dados no Microsoft Azure e aumenta opções de nuvem hibrida no mercado

A Teradata (NYSE: TDC), empresa líder em soluções analíticas, anunciou o lançamento do Teradata Database no Azure para o primeiro trimestre de 2017, ampliando a oferta aos usuários de big data disponibilizando mais opções de tipos de nuvem que suportam o software Teradata. Hoje muitas empresas enxergam na nuvem uma maneira rápida e flexível para obter valor a partir dos dados, atendendo as suas necessidades comerciais, técnicas e financeiras. Ao combinar o software de data warehouse da Teradata com a agilidade e elasticidade dos serviços de nuvem do Azure os usuários podem se concentrar em gerar valor de negócio sem se preocupar com a administração e manutenção de uma infraestrutura física local.

De acordo com uma recente pesquisa realizada pela Teradata, mais de 90% dos seus clientes irão empregar um ambiente híbrido até 2020, usando recursos locais e de nuvem em seu ecossistema analítico. A mesma pesquisa indicou que 85% dos clientes da Teradata querem consumir pelo menos parte de suas análises em um ambiente de SaaS (software como serviço). Como as empresas buscam cada vez mais a nuvem para criar vantagens competitivas, elas precisam de maior agilidade sem deixar de lado compromissos assumidos e timing de projetos. Esses requisitos são atendidos nas Soluções de Nuvem Híbrida da Teradata, que fornecem flexibilidade na implantação do sistema, aumentando a capacidade de resposta, com níveis de segurança elevados que garantem a privacidade dos dados e a conformidade legal. As soluções de nuvem hibrida da Teradata permitem a otimização de cargas de trabalho em todos os modos de implantação, além facilitar a gestão de ambientes múltiplos e garantir um menor risco de operação por meio da reutilização de ferramentas, capacidades e dispositivos pré-existentes.

“Os melhores players de nuvem híbrida do mercado irão oferecer suporte amplo e multi-plataforma, o que irá possibilitar as empresas usarem o ambiente de nuvem de acordo com suas necessidades reais, independentemente do tamanho ou frequência de uso necessário.”, disse Doug Henschen, vice-presidente e principal analista da Constellation Research. “Atualmente as organizações que optam pela implantação de sistemas em nuvens híbridas estão resolvendo seus problemas de uma forma geral, ganhando flexibilidade e tendo benefícios esperados no planejamento além de alguns outros ganhos que talvez não eram esperados no começo do projeto”. No atual cenário, essas empresas que contam com a implantação hibrida consideram esse sistema muito importante para suas estratégias de armazenamento de dados, estudando casos de uso adicionais incluindo exploração e análise preditiva de dados na nuvem.

“A Teradata acredita que os clientes merecem um bom desempenho e escalabilidade de dados, independentemente da escolha na forma de implantação. Expandir nossas opções de sistema em nuvem para um dos principais provedores de nuvem pública, o Microsoft Azure, nos permite oferecer uma flexibilidade de implantação inédita, possibilitando a oferta de um software completo da Teradata em todas as plataformas “, disse Chris Twogood, vice-presidente de Marketing de Produtos e Soluções da Teradata. “No entanto, é crucial que o software de orquestração de dados assegure que, cargas de trabalho, consultas e usuários possam estar espalhados por um ecossistema heterogêneo ainda assim trabalhando em conjunto como um todo unificado. As Soluções de Nuvem Híbrida da Teradata fornecem todas essas opções. ”

O Teradata Database no Azure irá oferecer autoatendimento, provisionamento em menos de uma hora, serviços “pague conforme o uso” e integração com uma ampla variedade de ferramentas de software Azure e Teradata. Muitas destas ferramentas ajudam a reduzir o tempo necessário para disponibilização do ambiente, aumentar a eficiência e reduzir os riscos de uso, como a rápida e fácil aquisição de novas provas de conceito e assinaturas por hora, por exemplo. Entre os recursos de desempenho estão a confiabilidade e conveniência de um sistema MPP (Processamento Paralelo Massivo) multi-nó que tem escalabilidade de sistema de 1 até 32 nós com recuperação automática de falhas, o que garante estabilidade no poder de processamento. Além disso, está disponível o serviço de backup (e consulta de dados) através do Azure Blob Storage, com fácil integração entre os softwares.

“Nesse mundo orientado pelos dados, o interesse nas análises está em um patamar histórico”, disse Steven Guggenheimer, vice-presidente corporativo e evangelista-chefe da Microsoft. “Os clientes do Microsoft Azure reconhecem o valor que derivam dos dados e estão sempre procurando novas soluções analíticas, como o Teradata Database, que permite inovação constante ao mesmo tempo que otimiza a utilização de recursos e simplifica a supervisão de gerenciamento”.

Na edição deste ano da National Retail Federation (NRF) em Nova York, a Teradata oferecerá demonstrações sobre como os varejistas podem começar a usar esse tipo de tecnologia a favor dos negócios.

O Teradata Database no Azure estará disponível no Azure Marketplacce. Os clientes que já estão familiarizados com o software Teradata e Azure podem fazer a instalação e iniciar o uso em cerca de uma hora. Já os usuários que que ainda não estão familiarizados com a nuvem e ainda não sabem como aproveitar todo o potencial dessa tecnologia para obter resultados positivos de negócios podem utilizar os Serviços Gerenciados e de Consultoria da Teradata, obtendo assim assistência na criação e implantação do software Teradata no Azure.

O Teradata Database no Azure, assim como os Serviços Gerenciados e de Consultoria para Azure estarão disponíveis globalmente no primeiro trimestre de 2017, exceto nos Estados Unidos Gov Iowa, US Gov Virginia e China. O Teradata Aster Analytics no Azure deverá estar disponível no segundo trimestre de 2017.

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Aspectos legais da cobrança do ISS sobre serviços de streaming

No último dia 30 de dezembro, houve a sanção parcial e publicação da LC 157/2016 aprovada pelo Congresso Nacional e que amplia a lista de serviços passíveis de tributação pelo Imposto Sobre Serviços (ISS), de competência dos municípios e do Distrito Federal. Uma das novas possibilidades de tributação diz respeito aos “serviços” de streaming de filmes e música. Ocorre que, na avaliação do advogado Evandro Grili, sócio do escritório Brasil Salomão e Matthes Advocacia, essa cobrança pode ser inconstitucional, pois que as atividades realizadas pelas empresas de streaming não poderiam ser consideradas serviços.

A principal novidade nesta lei foi a inclusão do item 1.09 na Lista, que define um novo fato gerador do imposto municipal, qual seja: “Disponibilização, sem cessão definitiva, de conteúdos de áudio, vídeo, imagem e texto por meio da internet, respeitada a imunidade de livros, jornais e periódicos (exceto a distribuição de conteúdos pelas prestadoras de Serviço de Acesso Condicionado, de que trata a Lei no 12.485, de 12 de setembro de 2011, sujeita ao ICMS)”, o que dessa forma, impacta diretamente os serviços de streaming, como Spotify e Netflix.

A discussão que surge a partir dessa decisão é sobre a legitimidade da lei, uma vez que a disponibilização de mídia por streaming não se caracteriza como serviço, mas sim como cessão de uso.

Como se definem os serviços?

Os serviços, normalmente, são caracterizados pela prestação de obrigações de fazer. O indivíduo interessado em determinado tipo de prestação contrata os serviços de um determinado prestador, profissional ou empresa que, em regra, produz algo personalizado para o contratante, para atender suas necessidades particulares.

“Quando contratarmos a Netflix, por exemplo, estamos em busca de acesso aos filmes e séries que ela nos disponibiliza, mediante a mensalidade que nos cobra. A empresa adquire os direitos junto aos produtores destes filmes e séries, com a permissão de distribuí-los aos seus clientes para uso doméstico. Em síntese, quando contratamos esse acesso estamos adquirindo, por cessão não definitiva, direitos de acesso e uso doméstico dos filmes, vídeos, etc. É uma típica obrigação de disponibilizar esses conteúdos, uma obrigação de dar, nunca uma obrigação de fazer em caráter pessoal”, explica Evandro Grili.

Qual o objetivo do governo ao publicar a LC 157/2016?

O principal objetivo do governo com a lei é aumentar a arrecadação mirando em novos negócios que tem movimentado a economia. O texto afirma, ainda, que o ISS não poderá ser objeto de concessão de isenções ou benefícios de qualquer tipo para as empresas e considera ato de improbidade qualquer ação dos municípios nesse sentido.

Quando a lei passa a valer?

O princípio da anterioridade nonagesimal define que um novo tributo entra em vigor 90 dias depois da lei publicada. Contudo, como a LC 157/2016 não criou obrigação tributária para nenhum contribuinte, cada cidade que tiver interesse em exercer essa competência tributária deverá criar leis municipais instituindo o tributo, fixando alíquota, definindo fato gerador, estabelecendo os prazos e regimes de pagamentos. Após publicadas as leis municipais, o imposto passa a ser cobrado depois de noventa considerando a data de publicada a lei. Além disso, a lei municipal criadora do tributo terá que ser publicada no exercício anterior ao de sua vigência. Na prática, se um município legislar no começo deste ano, só em 2018 poderá começar a cobrar este tributo.

Por que a aplicação da lei é considerada ilegítima e o que acontece daqui para frente?

Com base no conceito de que não se tributam obrigações de dar pelo ISS, o Supremo Tribunal Federal editou, tempos atrás, a Súmula Vinculante nº 31, que vedou a incidência do ISS sobre a locação de bens móveis.

“Se mantivermos as mesmas premissas que levaram o Superior Tribunal Federal a considerar inconstitucional a cobrança de ISS pela locação de bens móveis, nos parece que também não devemos considerar que seja possível e constitucional cobrar ISS sobre as receitas das empresas de streaming de filmes, vídeos e músicas. Neste caso, estamos diante de uma cessão de direito de uso das obras cinematográficas e musicais, o que não se configuraria serviço passível da tributação do imposto municipal”, conclui Evandro Grili.

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Startup mineira de educação a distância é selecionada para participar do Startup Chile

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Startup mineira de educação a distância é selecionada para participar do Startup Chile
A startup mineirade educação a distância Learncafe foi uma das 94 empresas de tecnologia selecionadas dentre 1.900 inscritos para participar do programa de aceleração de startups do governo chileno, o Start-up Chile. O embarque para Santiago ocorrerá em Julho, e a empresa espera iniciar o processo de internacionalização durante os 6 meses do programa.

Local: Belo Horizonte, MG
Data: 16/01/2017

A startup mineira Learncafe.com foi uma das selecionadas para participar do programa de aceleração do governo chileno, o Startup Chile.

O Learncafe é um portal de ensino a distância especializado em cursos livres. A startup oferece aos seus usuários um ambiente completo para o aprendizado. Com mais de 4.200 cursos, em inúmeras áreas de conhecimento, totalizando mais de 300.000 horas aulas, o Learncafe certifica os alunos que concluíram os cursos com sucesso, além de oferecer aos autores dos cursos todo o suporte necessário para criação e divulgação de conteúdo.

Com o pensamento de “Nunca pare de aprender”, a Startup foi uma das 94 selecionadas -entre quase duas mil- para o programa Startup Chile, sediado na cidade de Santiago. O programa, criado pelo governo chileno, impulsiona startups com potencial de crescimento, através de investimentos, mentorias e networking. O objetivo do programa é oferecer a essas empresas um espaço de inovação e empreendedorismo, além de ajudá-las a se posicionarem no mercado sul-americano.

Para José de Menezes, fundador do Learncafe, ser selecionado para o programa foi a confirmação do bom trabalho: “para nós, estarmos presentes na lista de 94 empresas selecionadas foi a confirmação de nosso trabalho. É a certeza de que estamos atuando na propagação do conhecimento em um mercado que ainda tem muito a crescer.

A Startup também acredita nessa oportunidade para atingir novos mercados: “com o Startup Chile, esperamos consolidar nosso posicionamento no mercado brasileiro e iniciar nossa expansão para países de língua espanhola a partir de uma base de operações montada em Santiago”, ressalta José.

Embarcando para Santiago este ano, o Learncafe espera aproveitar a oportunidade para ingressar no mercado internacional, sempre oferecendo conteúdo de qualidade para os alunos e uma completa estrutura.

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Por que seu ambiente tributário fiscal deve ir para o ambiente Cloud?

Por Eric Carvalho, Gerente de Desenvolvimento de Software da SYNCHRO Solução Fiscal.

Cloud já não é mais tendência, é realidade. Considerada uma das tecnologias mais promissoras dos últimos anos, a Cloud Computing invadiu o meio corporativo, o que deu início a uma espécie de corrida para a nuvem, em que as empresas querem levar tudo para os “ares”. Passado o entusiasmo inicial, como deve ser uma jornada de sucesso na gestão tributária fiscal no ambiente Cloud?

Os benefícios de um sistema em nuvem podem ser facilmente elencados, principalmente quando falamos de custo de hardware e acessibilidade, por exemplo, fatores em que a computação em Cloud influencia diretamente. Mas serão somente estes os benefícios que esta tecnologia pode trazer?

As características da nuvem caem como uma luva nas aplicações tributárias que fazem a gestão e o controle de todo o processo tributário e fiscal de uma empresa. Os softwares em Cloud acompanham as revisõeslegislativas, que em 2015 tiveram uma média de 22 mudanças por dia. Esse grande volume de alterações demanda uma série de atualizações nos softwares de gestão tributária, com implicação no aumento da carga de trabalho para atualização com consumo alto de horas nos departamentos de TI. Este cenário possibilita erros tributários, que por sua vez podem gerar uma série de inconformidades e multas para as empresas. Ao adotar um ambiente Cloud na gestão tributária fiscal a empresa evita todos estes tipos de problemas, com a garantia de que seu software tributário fiscal estará em um ambiente totalmente controlado, em que irá receber todos os upgrades que a lei exige pelas mãos de especialistas, o que deixa a governança de TI muito mais simples e uma gestão de impostos assertiva e segura.

Outro ponto importante no uso de soluções de gestão tributária fiscal em Cloud é a escalabilidade e a elasticidade do sistema. É fato que o número de obrigações legais de uma empresa não é pequeno, com um volume expressivo de documentos fiscais e contábeis expedidos diariamente. Além deste uso constante, muitas das obrigações tributárias brasileiras são sazonais, o que exige capacidade de processamento para picos de informações e uso, com necessidade de altos investimentos em hardware e mão de obra para uma atividade que vai ser feita apenas algumas vezes no ano. Com a migração dos sistemas tributários fiscais para Cloud, é possível contratar a capacidade de processamento e serviços específicos conforme demanda, o que possibilita realocar recursos para processos mais críticos e focar sua equipe de TI em atividades internas.

Apesar de todos os benefícios já mencionados, a Cloud Computing enfrenta um paradigma cultural: a preocupação com a segurança dos dados. Se essa segurança é questionada em Cloud como um todo, imagine quando falamos de dados contábeis e fiscais, que em sua maioria são guardados a sete chaves? Aqui a prioridade é entender que não é porque seu dado está perto de você, no “quintal de casa” que ele está seguro: hoje as empresas especializadas em nuvens, gigantes como AWS e Microsoft, por exemplo, possuem uma série de certificados de segurança, data centers secretos e protocolos especiais que garantem toda a segurança de suas informações, são empresas especialistas possuem recursos que poucas companhias conseguem ter internamente. O essencial nesse caso é entender que as suas informações tributárias fiscais são tão valiosas quanto seu dinheiro, e que o lugar mais seguro não é no cofre da sua empresa, mas sim guardado a sete chaves em ambiente Cloud.

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Cinco previsões sobre cibersegurança para 2017

A FICO (NYSE:FICO), empresa provedora de soluções analíticas para a tomada de decisões, anuncia suas previsões em cibersegurança para 2017. De acordo com a empresa, em 2016 o mundo da segurança cibernética mostrou que a inovação dos hackers está em uma trajetória crescente. “Essa é a má notícia. A boa é que as empresas e as pessoas também estão muito mais conscientes das ameaças cibernéticas do que há um ano”, diz Doug Clare, vice-presidente da FICO.

1 – Consumidores responsáveis com a própria cibersegurança

As pessoas se preocuparão muito mais com sua própria cibersegurança. Os hackers descobriram que dispositivos inteligentes, como porteiros eletrônicos e geladeiras, são entradas para redes domésticas Wi-Fi e logins do Gmail – e certamente isso é apenas o começo. À medida que os consumidores adotam mais dispositivos inteligentes e acionáveis via redes Wi-Fi em suas casas (conhecido como a “Internet das Coisas” ou a sigla IoT, em inglês), e mais atividades diárias, como bancos e compras são realizadas online, a segurança do ambiente de tecnologia doméstica se torna extremamente importante. Em 2017, devem surgir novos serviços que permitam aos consumidores avaliarem sua própria segurança cibernética.

2 – Consumidores e empresas reconhecerão o potencial da ameaça da IoT

As pessoas e empresas finalmente reconhecerão o potencial de ameaça dos dispositivos IoT. Além dos porteiros eletrônicos e dos refrigeradores, os dispositivos de IoT, como carros autônomos, podem apresentar sérias ameaças à segurança. Foi identificado que o ataque ao Dyn, por exemplo, partiu de um malware que infectou o sistema operacional de vários dispositivos insuspeitos – como babás eletrônicas, brinquedos e impressoras. Por isso, cada vez mais as pessoas e empresas tratarão a segurança como uma prioridade em suas decisões de usar ou não um dispositivo IoT.

3 – Biometria vai se tornar a maior vulnerabilidade em segurança

Dados biométricos podem se tornar a maior vulnerabilidade na segurança das pessoas. Começando com o TouchID da Apple, a identificação biométrica passou a ser o mainstream. Mesmo impressões digitais de crianças de três anos estão sendo capturadas quando visitam a Disney World. A biometria é considerada mais segura do que as senhas baseadas em dígitos, mas, ao mesmo tempo, apresenta potencial explosivo nas mãos dos hackers. Segundo a organização americana Identity Theft Resource Center, que ajuda vítimas de roubo de identidade, as impressões digitais roubadas podem ser um grande problema no futuro se a tecnologia biométrica for usada para autenticar contas bancárias, sistemas de segurança domésticos e até mesmo checagens de segurança em viagens.

4- Consumidores vão priorizar a segurança na hora de escolher empresas

As pessoas se preocuparão mais com segurança ao escolher as empresas com quem farão negócios. Com as ações de hackers atingindo todo tipo de organização, como por exemplo a divulgação tardia de comprometimentos envolvendo o Yahoo!, que ultrapassam mais de um bilhão de dados de clientes e são apontados como os maiores vazamentos em toda a história da internet, e os ataques aos servidores do Dyn (o diretório global de domínios de internet) em outubro último, as pessoas estão mais preocupadas do que nunca com crimes que envolvam violações de dados. Em 2017, a demanda dos consumidores será por entender melhor sobre o nível de segurança das empresas que escolhem.

Assim como as companhias recebem certificados verdes (favorável ao meio ambiente) ou por promover a igualdade de gênero ou anda por ter locais de trabalho livres de acidentes, os clientes procurarão algum tipo de selo de garantia nas empresas com as quais se relacionam para comprovar que tenham uma forte postura em relação a segurança cibernética.

5 – Empresas também vão priorizar a segurança na hora de escolher os parceiros

Empresas de todos os setores começarão a prestar mais atenção aos ciberataques em 2017, escolhendo companhias responsáveis para se fazer negócio. O risco da internet é incrivelmente amplo e, com essa consciência, as empresas escolherão seus inúmeros parceiros de negócios, mantendo uma estreita vigilância com os parceiros mais importantes.

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57% dos CEOs brasileiros preveem crescimento em 2017

Os principais líderes empresariais brasileiros estão otimistas em relação ao crescimento de seus negócios: 57% deles acreditam que o faturamento irá se expandir nos próximos 12 meses. O percentual é quase o dobro dos 24% que previam expansão dos negócios em 2016 e 19 pontos percentuais maior do que a média entre os cerca de 1.400 CEOs entrevistados no mundo. Uma maioria ainda mais expressiva (79%) prevê crescimento de receita nos próximos três anos.

Os CEOs brasileiros também demonstram mais otimismo quanto ao cenário global de negócios. Quase a metade (43%) prevê crescimento econômico em 2017, 14 pontos percentuais a mais do que a média global de líderes (29%) que compartilha a mesma previsão.

Os resultados da 20ª Pesquisa Global com CEOs da PwC revelam um cenário positivo também globalmente. Cerca de 50% dos CEOs afirmam estar muito confiantes em relação ao aumento das receitas de suas empresas no médio prazo (três anos) e 38% têm essa mesma perspectiva já para este ano, ante 35% no ano passado.

Para 90% dos CEOs brasileiros, a expansão dos negócios nos próximos 12 meses se dará por meio de crescimento orgânico, globalmente 79% planejam seguir esse mesmo caminho. A estratégia para ampliar resultados envolve ainda redução de custos, para 86% dos brasileiros e 62% dos líderes globais, e a formação de alianças estratégicas, 62% no Brasil e 48% globalmente.

No Brasil, 45% dos líderes também pretendem investir em fusões e aquisições e 43% devem firmar parcerias com startups, ante 28% da média mundial. “O aumento do grau de confiança dos executivos brasileiros está bastante relacionado às perspectivas de retomada econômica do país”, diz Fernando Alves, sócio presidente da PwC Brasil. “Mas aspectos menos positivos, como a carga tributária e a necessidade de investimentos em infraestrutura, continuam a ser fonte de preocupação para o empresariado”, acrescenta.

Questionados sobre quais países, excluindo o Brasil, são mais importantes para os negócios, 67% responderam Estados Unidos, 43% China e 26% Argentina, fato que reflete a retomada da confiança naquele país. Globalmente, os CEOs estão focando em um mix maior de países para fechar parcerias de negócios, ao invés de centrar esforços apenas em países emergentes como vinham fazendo há alguns anos. Nos próximos 12 meses, a maioria dos líderes empresariais pretende investir nos Estados Unidos (43%), China (33%), Alemanha (17%), Reino Unido (15%) e Japão (8%).

Desafios Globais

Em relação às principais ameaças ao desempenho dos negócios, 88% dos executivos brasileiros citam o excesso de regulação (ante 80% da média mundial), o aumento da carga tributária (86% e 68% respectivamente) e a falta de infraestrutura (81% e 54%). Também há temores em relação a outros aspectos que podem representar dificuldades para a expansão das empresas, como a falta de profissionais com competências-chave, mencionada por 69% dos executivos brasileiros (no mundo, essa é uma preocupação para 77% dos CEOs), a velocidade dos avanços tecnológicos (64% e 70%) e a entrada de novos concorrentes (55% e 58%).

Globalmente, a pesquisa revela uma crescente preocupação com medidas protecionistas. Entre os entrevistados, 58% acreditam que já está mais difícil competir em nível global, devido a políticas nacionais mais restritivas.

“Embora os CEOs estejam mais confiantes com as perspectivas de crescimento, eles revelam três principais preocupações: a adoção de estratégias de gestão de pessoas e de tecnologia para formar profissionais adaptados à era digital; a preservação da confiança nos negócios num ambiente de crescente interação virtual; e o maior engajamento da sociedade na busca de soluções colaborativas, para que a globalização beneficie a todos”, destaca o chairman global do Network PwC, Bob Moritz.

Estes são também os principais assuntos em pauta nos próximos dias no Encontro Anual do Fórum Econômico Mundial, em Davos, onde Moritz anunciou há pouco os resultados da 20ª edição da Pesquisa Global com CEOs da PwC.

A PwC ouviu os maiores líderes empresariais do mundo a respeito dos impactos da globalização – há 20 anos, esse foi um dos principais temas da primeira edição da pesquisa. Ainda que reconheçam os benefícios obtidos, os CEOs questionam se houve algum efeito na redução da desigualdade e na mitigação dos efeitos das mudanças climáticas. Essa mudança de perspectiva fica evidente quando se compara os resultados da pesquisa com os da primeira edição, lançada em Davos em 1998.

A globalização é vista por 60% dos CEOs como responsável por melhorar o fluxo de pessoas, capitais, bens e informações e 37% acreditam que ela permitiu o surgimento de uma força de trabalho mais educada e capacitada. No entanto, 44% dos líderes avaliam que o movimento não colaborou para diminuir a diferença entre ricos e pobres.

O relatório final da pesquisa está disponível em: https://www.pwc.com/ceosurvey

Perfil da amostra:

A pesquisa foi realizada entre setembro e dezembro de 2016. Foram entrevistados 1.379 CEOs de 79 países, da Ásia (36%), Europa (21%) e América Latina (12%), por meio on-line, postal, por telefone e pessoalmente. A amostra é composta por empresas privadas (57%) e companhias abertas (43%), com faturamento superior a US$ 1 bilhão (36%); entre US$ 101 bilhões e US$ 999 bilhões (38%) e menos de US$ 100 milhões (21%) e empregam entre 1.000 e 5.000 funcionários (36%). Dos participantes 3% ocupam o cargo de CEO há mais de 25 anos. A maior parte dos executivos está no atual cargo há até cinco anos (51%). Entre os profissionais que responderam à enquete, 43% têm entre 50 e 59 anos de idade, 6% têm menos de 39 anos e 7% possuem acima de 65 anos.

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Drone para gestão de ativos é o novo lançamento da Infor

A Infor, provedora de aplicações empresariais específicas por mercado e desenvolvidas para a nuvem, em parceria com a Drone Aviation Corp. (DAC) (OTCQX: DRNE), anunciou a nova Solução Drone Enterprise Asset Management (DEAMS), desenhada para solucionar os desafios da indústria, permitindo gerenciamento e manutenção de ativos com segurança e eficiência.

A Infor e a DAC acreditam que a aplicação da tecnologia tethering de drones em pequenos projetos de Enterprise Asset Management (EAM) pode ter um impacto significativo para o sucesso de um ativo. Com a habilidade de um drone conectado por cabo para executar funções como pousar e observar, captura de vídeo e varredura a laser, o drone pode substituir muitas das atividades maçantes, desagradáveis e perigosas de inspeção e conformidade.

Ao combinar as tecnologias de ponta patenteadas da Drone Aviation Corp com o sistema Infor Enterprise Asset Management, os clientes dos setores público e privado agora podem se beneficiar da capacidade flexível de drones para inspecionar edifícios, plataformas de petróleo, usinas, vias férreas e outros ativos lineares e não-lineares de forma eficiente e segura.

Graças à capacidade de voo flexível, os drones, ou sistemas de aviões não tripulados (UAS) são capazes de se estender para além das restrições típicas de gerenciamento de ativos para capturar imagens de alta qualidade que fornecem aos participantes um nível mais completo de visibilidade. Ao utilizar tecnologias emergentes para gerenciar ativos de infraestrutura, as organizações podem obter mais valor na maximização dos ciclos de vida do produto e instituir um plano preventivo de manutenção que pode evitar pausas dispendiosas. A tecnologia de drone foi rapidamente padronizada e é comprovadamente confiável desde que foi introduzida no mercado, além disso, atualmente a tecnologia é mais acessível e eficaz do que as técnicas anteriormente utilizadas em ambientes e indústrias de capital intensivo do setor público.

A parceria entre a Infor e a Drone Aviation ajuda a automatizar os principais processos de negócios que fornecem às organizações soluções integradas de gerenciamento e manutenção de ativos. O DEAMS oferece uma abordagem de gerenciamento de inspeção e manutenção que pode gerar insights de negócios e melhorar os processos de tomada de decisão de uma empresa. Os drones ancorados da Drone Aviation possuem câmeras avançadas, incluindo estabilização térmica, que podem ampliar a imagem para mostrar os detalhes de um item que está sendo inspecionado e podem ser operadas com segurança por horas com a energia e os dados sendo transmitidos de forma segura pelo cabo ao operador no chão.

“Nossa visão para a tecnologia drone sempre estendeu além do hardware físico em si, encarando o drone como uma extensão crítica da rede onde seus sensores são capazes de capturar e retransmitir dados essenciais e informações para seus usuários em tempo real. Através da parceria com a Infor e com a criação da solução DEAMS, estamos tornando essa visão em realidade e ajudando os clientes em uma ampla gama de indústrias a aproveitar os drones para atender seus desafios exclusivos de gerenciamento de ativos”, comentou Jay Nussbaum, presidente e CEO da Drone Aviation Corp. “A experiência da Infor em análise de dados os torna um parceiro ideal no desenvolvimento desta solução única de ponta a ponta e estamos ansiosos para apoiar a sua equipe conforme eles trazem esta nova e poderosa solução para o mercado”.

“Nossos clientes operam em ecossistemas cada vez mais complexos, muitos dos quais incluem orçamentos cada vez menores e infraestruturas antiquadas que dependem fortemente da maneira como os recursos e ativos são gerenciados. Com a solução DEAMS, os clientes são capazes de adotar uma abordagem automatizada para a manutenção de ativos e realocar pessoal para executar outras tarefas essenciais”, disse Wayne Bobby, vice-presidente da Infor Federal. “Esta solução foi desenvolvida especificamente para fornecer gerenciamento de ativos eficiente, confiável e seguro para obter conformidade e maximizar o ciclo de vida do produto”.

O Infor DEAMS utiliza o Infor ION®, um middleware desenvolvido para necessidades específicas, que processa os dados coletados pelos sensores internos dos drones e os integra com o Infor EAM e as aplicações de manutenção, reparo e revisão (MRO). Os dados também podem ser analisados com uma ferramenta de analytics fácil de usar para gerar informações precisas sobre a vida útil do ativo, permitindo uma tomada de decisão mais rápida e eficaz.

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