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Simpress: Mercado de impressão a laser no Brasil é liderado pela Samsung

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De acordo com o Brazil Quarterly Hardcopy Peripherals Tracker 1Q 2017, estudo publicado pela IDC (International Data Corporation) no primeiro trimestre de 2017, a Samsung é líder nesse período, representando 41,2% do mercado laser. A Samsung também foi líder representando 35,7% do mercado com equipamentos laser de até 30 páginas por minuto, os quais a Simpress classifica como segmento SOHO (B2C) e no segmento Corporativo com impressoras e multifuncionais que operam em velocidade de 31 a 69 páginas por minuto, representando 45,4% do mercado. Além disso 4 modelos Samsung estiveram entre os 10 mais vendidos no ano de 2016.

Ainda segundo a IDC, o mercado é analisado e dividido em categorias tais como: velocidade, formato de papel, impressão colorida ou preto e branco e; a partir dessa base são inclusas outras subcategorias. Porém, o que define a liderança nesse estudo é o número de equipamentos expedidos por cada quartil do ano por categoria principal. A Samsung em 2017 está na posição #1 durante o primeiro quartis do ano segundo a IDC.

De acordo com Vittorio Danesi, CEO da Simpress – subsidiaria da Samsung, a companhia mantem seu compromisso com o mercado Brasileiro, clientes e parceiros de fornecer informações corretas e amparadas aos dados oficiais do IDC. “Lembro que a missão da Simpress é tornar a vida do cliente mais fácil, respeitando seus princípios e valores organizacionais”, conclui Vittorio Danesi.

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Silicone com chip é revolução na cirurgia de prótese de mama

Há 55 anos foi realizada a primeira cirurgia mamária de aumento relacionada à estética, nos Estados Unidos. Desde então, o número de cirurgias para colocar silicone só cresceu. Segundo dados da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (Isaps), divulgados no segundo semestre de 2016, no ano de 2015 foram realizadas mais de 2.577.810 cirurgias no mundo. Já no Brasil foram cerca de 358.655 mil intervenções cirúrgicas relacionadas à estética com objetivo de aumentar, suspender, corrigir a flacidez ou diminuir os seios.

“O Brasil avançou bastante em relação aos outros países, não apenas no aprimoramento técnico por parte dos cirurgiões mais na assimilação de tecnologias de ponta. Atualmente, contamos com duas grandes novidades no setor de cirurgia plástica, são elas: o Silicone com microchip e o Scanner 3D. Ambas têm finalidades diferentes, mas estão inseridas no contexto da plástica mamária”, explica o cirurgião plástico responsável pelo Centro de Referência em Cirurgia Mamária do Hospital Moriah, Dr. Alexandre Mendonça Munhoz (CRM 81.555).

O Silicone com chip é um implante inteligente, o microchip armazena informações como número de série da prótese, tamanho, volume e data de colocação na paciente. Esta inserido no conceito de segurança presente na maioria dos hospitais acreditados que é a segurança, identificação e rastreabilidade dos implantes/órteses. Isso evita problemas futuros como, por exemplo, a troca da prótese.

“As mulheres ficam anos com uma prótese, e os modelos mais modernos pode chegar a quase duas décadas. No momento da troca ela não se lembra de informações básicas para o cirurgião fazer o correto planejamento, ou as mesmas foram extraviadas, como volume, marca, tamanho. O microchip serve para esses casos que se perdem em nossa memória com o tempo, pois o chip agrupa e guarda esses dados, dentro da prótese, e acessíveis por meio de um leito externo a qualquer momento.”, completa Prof. Munhoz.

O Chip, com 4 mm, conta com um armazenamento com longa duração, fica localizado dentro da prótese e permite a rastreabilidade de muitas referências. Após a cirurgia, esses dados são acessados por meio de radiofrequência, com um leitor externo. “Essa prótese é a primeira do mundo com revestimento construído por meio da nanotecnologia. Estudos relacionados a ela demonstram maior durabilidade, resultados melhores a longo prazo, redução nos níveis de contratura muscular, entre outros benefícios”, detalha o cirurgião.

O Dr. Alexandre Munhoz também adianta que há pesquisas em andamento com microchips que fornecem informações como temperatura, pressão interna do implante e alterações químicas referentes ao silicone.

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Ciberataque extremo pode custar USD 53 bilhões, aponta pesquisa Lloyd’s

Um ciberataque de grandes proporções pode causar perdas financeiras de até USD 53 bilhões, de acordo com o cenário descrito em pesquisa recente do Lloyd’s, mercado mundial de seguros e resseguros especializado, e a Cyence, empresa líder em modelagem analítica de riscos cibernéticos.

A pesquisa revela o potencial impacto econômico de dois cenários: um hack malicioso que derruba um provedor de serviços de nuvem com perdas estimadas em até USD 53 bilhões, e uma falha de um sistema operacional crítico administrado por empresas em todo o mundo, podendo gerar perdas de USD 28,7 bilhões.

Os resultados também revelam que, apesar da demanda por seguros contra riscos cibernéticos seguir em crescimento, a maioria dessas perdas não está segurada, o que deixa um déficit de bilhões de dólares em seguros.

Inga Beale, CEO do Lloyd’s, afirma: “Esse relatório nos dá uma noção real do tamanho do estrago que um ataque cibernético poderia causar à economia global”. Assim como alguns dos piores desastres naturais, esses eventos podem causar um impacto grave em empresas e economias, desencadeando inúmeras solicitações de acionamento do seguro e aumentando drasticamente os custos do serviço. As seguradoras precisam considerar essa forma de cobertura contra riscos cibernéticos e assegurar que os cálculos dos prêmios estejam em sintonia com a realidade da ameaça no ambiente digital.

“Incluímos esses cenários para ajudar as seguradoras a obterem um melhor entendimento sobre a sua exposição ao risco cibernético, para que possam melhorar a gestão da exposição de seu portfólio e a precificação do risco, estabelecer limites adequados e expandir seus serviços, com confiança, para essa que é uma classe inovadora e de rápido crescimento”, completa a executiva.

No cenário de interrupção dos serviços de nuvem considerados no relatório, a média das perdas econômicas varia de USD 4,6 bilhões, para um evento grande, até USD 53 bilhões, para um evento de proporções extremas. Essa é a média do cenário, uma vez que devido à incerteza com relação às perdas cibernéticas agregadas, esse valor pode subir até USD 121 bilhões, ou cair para USD 15 bilhões. Enquanto isso, as perdas médias seguradas variam de USD 620 milhões, para uma perda grande, até USD 8,1 bilhões, para perda extrema.

No cenário de vulnerabilidade dos softwares de massa, as perdas médias variam de USD 9,7 bilhões, para um grande evento, até USD 28,7 bilhões, para um evento extremo. As perdas médias seguradas variam de USD 762 milhões até USD 2,1 bilhões.

Já o gap sem cobertura dos serviços de nuvem pode chegar a USD 45 bilhões – ou seja, menos de um quinto (17%) das perdas econômicas realmente possuem cobertura. A defasagem segurada por um valor inferior pode chegar a USD 26 bilhões para o cenário de vulnerabilidade em massa – o que significa que apenas 7% das perdas econômicas estão cobertas.

Trevor Maynard, responsável pela área de Inovação do Lloyd’s, disse que “as conclusões desse relatório sugerem que perdas econômicas relacionadas a ataques cibernéticos podem ser, potencialmente, tão grandes quanto aquelas causadas por grandes furacões. As seguradoras podem beneficiar-se ao pensar sobre cobertura para ataques cibernéticos nesses termos, e adquirir subsídios específicos para considerar catástrofes cibernéticas Para isso, a coleta e a qualidade dos dados são muito importantes, principalmente quando o risco cibernético está em constante mudança”.

O Lloyd’s trabalhou com a Cyence, coletando dados em nível de internet para fazer a modelagem do risco cibernético e avaliar o impacto financeiro, econômico e no setor de seguros desses cenários.

Para Arvind Parthasarathi, CEO da Cyence, “a Cyence está muito feliz de trabalhar com o Lloyd’s na capacitação do setor de seguros para entender e modelar o risco cibernético. Aproveitando a exclusiva plataforma de risco cibernético da Cyence, estamos animados para ver as seguradoras oferecendo mais capacidade, trazendo produtos inovadores, com maior confiança e criando um mercado de seguros mais sólido e sustentável.”

Nota aos editores:

O relatório está disponível aqui.

Aumentam as consequências econômicas e aquelas relacionadas ao seguro para crimes cibernéticos. Em 2016, estimou-se que os ciberataques possuíam um custo estimado para as empresas de até USD 450 bilhões por ano (Graham, 2017).

Hoje, a equipe do Lloyd’s Class of Business estima que o mercado cibernético global vale algo entre USD 3 bilhões e USD 3,5 bilhões (Stanley, 2017); até 2020, alguns analistas estimam que esse valor pode chegar a USD 7,5 bilhões (PwC, 2015).

O relatório descreveu dois cenários:

· Cenário 1: “Hack malicioso” de um provedor de serviços de nuvem. Um grupo sofisticado de “hackers” prepara-se para interromper provedores de serviços de nuvem e seus clientes, para chamar atenção para os impactos ambientais do negócio e da economia moderna. O grupo faz uma modificação maliciosa num “hipervisor”, que controla a infraestrutura da nuvem. Isso provoca falha em muitos servidores de clientes com base em nuvens, levando a uma interrupção generalizada do negócio e dos serviços;

· Cenário 2: Ataque de vulnerabilidade em massa. Um analista virtual esquece a bolsa acidentalmente no trem, com a cópia de um relatório sobre vulnerabilidade, que afeta todas as versões de um sistema operacional executado por 45% do mercado global. Esse relatório é negociado no mercado negro virtual e comprado por um número indeterminado de criminosos virtuais, que desenvolvem exploits de sistemas e começam a atacar empresas vulneráveis para obter ganho financeiro.

Estes números representam os valores médios de um ano de perdas para eventos graves simulados, de proporções grandes e extremas, e consideram todas as expectativas de despesas diretas relacionadas com os eventos. Impactos como danos materiais, lesões corporais, assim como perdas indiretas – como a perda de clientes e o dano à reputação – não são considerados.

Perdas econômicas podem ser muito maiores ou menores que a média indicada nos cenários, devido à incerteza com relação à concentração de riscos cibernéticos. Por exemplo, enquanto perdas médias no cenário de interrupção dos serviços de nuvem são de USD 53 bilhões para um evento de proporções extremas, esse valor pode subir até USD 121 bilhões ou cair para USD 15 bilhões, dependendo de fatores como: as diferentes organizações envolvidas e a duração da interrupção dos serviços.

O desafio da personalização e capitalização do risco cibernético é a falta de dados de fontes de informação oficial. Informações de anos anteriores sobre seguros acionados e dados de sinistros normalmente não são confiáveis, devido à natureza volátil e variável do risco. E ao contrário de perigos físicos, o risco cibernético possui concentração de acúmulos, com o uso crescente de redes e tecnologia.

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SPC Brasil lança plataforma gratuita de emissão de nota fiscal eletrônica

O Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) acaba de lançar no mercado uma plataforma tecnológica que ajuda os empresários a evitar problemas com o fisco. Trata-se do SPC NFe, uma rede social corporativa desenvolvida em parceria com a empresa Gosocket, que otimiza, de forma gratuita, os processos de controle de notas fiscais eletrônicas, como emissão e manifesto do destinatário (MDe). Outra funcionalidade da plataforma é o armazenamento dos arquivos das NFe em um sistema seguro e disponível 24 horas por dia para consultas, inclusive com a possibilidade de importação do histórico de dados. Neste último caso, a funcionalidade é gratuita nos seis primeiros meses de uso.

Embora a emissão de notas fiscais eletrônicas seja uma realidade para grande parte do empresariado – segundo a consultoria Billentis neste ano serão mais de 15 bilhões de NFe emitidas apenas na América Latina, região em que o Brasil assume a liderança – muitos empresários não sabem que é obrigatório por lei armazenar esses documentos em formato XML por pelo menos cinco anos, contando ainda o ano corrente da transação. “É imprescindível manter os arquivos organizados para que sejam facilmente encontrados, caso a Secretaria da Fazenda ou os fiscais da Receita Federal queiram fazer uma vistoria no estabelecimento”, afirma o superintendente de Novos Negócios do SPC Brasil, Magno Lima.

Se o arquivo requerido pela Receita Federal – tanto de compra, venda ou serviços não estiver devidamente armazenado no formato XML, o fisco pode aplicar multas. Some-se a esse problema o cruzamento de dados que a Receita Federal costuma fazer nas transações entre empresas. Ou seja, se surgir alguma disparidade nas informações declaradas, é provável que ele procure tanto o fornecedor como o cliente e quem não tiver essas notas armazenadas, provavelmente sofrerá sanções financeiras.

“Alguns empresários acreditam que é papel do contador fazer o armazenamento desses documentos, mas não há obrigação legal alguma do contador para esse tipo de tarefa, recaindo qualquer responsabilidade pela não disponibilidade dos documentos ao empresário”, alerta Magno Lima.

Para Mario Fernández, sócio-diretor da Gosocket, a plataforma trará benefícios operacionais em serviços financeiros para os associados da Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL), principalmente após a decisão da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo em descontinuar com a plataforma gratuita SEFAZ. “O mercado brasileiro de Nota Fiscal Eletrônica é muito maduro, uma vez que é um sistema obrigatório há vários anos no país, mas muitas empresas têm dificuldades no processo de emissão e armazenamento. A parceria entre a Gosocket e o SPC Brasil atingirá um número significativo de lojistas com serviços facilitadores como emissão de NFe gratuita para pequenas empresas e recepção das NFe”, explica.

Além de otimizar os processos de controle das notas fiscais, no futuro, o SPC NFe também disponibilizará outros recursos como integração eletrônica de Dados (EDI), ordem de pagamento eletrônica (EPO), antecipação de recebíveis soluções de pagamentos eletrônicos e marketplace. Para adquirir a nova solução o empresário interessado deve associar-se ao SPC Brasil.

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Vale da Eletrônica recebe empresas mais inovadoras do mundo para festival de inovação

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IBM e Google, We Work e Uber, Tomorrowland e NellyRodi. Apesar da atuação em diferentes áreas, todas as empresas citadas estão entre as mais inovadoras do mundo em seus segmentos. São exemplos a serem seguidos. Por isso mesmo, todas elas terão representantes na programação do Hack Town 2017 (www.hacktown.com.br), um dos eventos mais disruptivos do país. O Hack Town acontece no feriado prolongado de 07 a 10 de setembro em Santa Rita do Sapucaí (MG), cidade de 40 mil habitantes próxima à capital paulista, também conhecida como Vale da Eletrônica pela quantidade de escolas e startups de tecnologia.

Em sua terceira edição, o Hack Town reúne o que há de mais inovador no campo da tecnologia, do empreendedorismo e das artes. Além de empresas altamente reconhecidas pela sua capacidade de inovação, outro atrativo do evento é a presença de projetos independentes, ainda desconhecidos pela maioria, mas altamente disruptivos. A programação inclui palestras e workshops de protagonistas em temas como empreendedorismo, tecnologia, sustentabilidade, mercado musical, inovação, marketing, educação, games, cidades, entre outros.

Entre os mais de 100 palestrantes já anunciados, de um total de mais de 200, estão nomes como Henrique von Atzingen, líder do Thinklab, área de inovação e pesquisa da IBM; Sérgio Gama, especialista em desenvolvimento, computação cognitiva e internet das coisas também na IBM; Bruno Delfino, gerente de marketing no Google; Nataly Bonato, community manager na WeWork; Luciano Freitas, gerente de marketing na Uber, Mauricio Soares, diretor de marketing da Plusnetwork, produtora responsável pelo Tomorrowland Brasil; e Evilásio Miranda, diretor para América Latina do bureau de tendências francês NellyRodi. Profissionais de empresas e projetos nacionais inspiradores e independentes, como We Fab, Hybrid Colab, INATEL, Around The World in 80 Music Videos, Handmade, Mutato, Blockchain Academy, Foxbit, C.E.S.A.R., AI News e Balaclava Records também fazem parte da longa lista de palestrantes.

O formato do Hack Town, inspirado pelo SXSW, evento de inovação que ocorre em Austin, nos Estados Unidos, também chama a atenção. As palestras e workshops acontecem simultaneamente em locais intimistas como bares, restaurantes e salas de aula, e os participantes montam sua grade com aquilo que querer ver. “Entre uma palestra e outra, conhecidos e desconhecidos caminham juntos para o local da próxima atividade escolhida, percorrendo distâncias curtas a pé, e o networking flui naturalmente”, conta João Rubens Costa, um dos organizadores do Hack Town. “A inovação em contraste ao charme da cidade pequena, com elementos típicos do interior de Minas Gerais, fazem do Hack Town uma experiência única”, completa.

Para Ralph Peticov, também organizador do Hack Town, o público, que vem de todo Brasil, principalmente pela proximidade com São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, aproveita as palestras ao máximo, mas também acaba optando por alugar um sítio ou uma casa para se hospedar, fazer churrasco e até mesmo festas com velhos e novos conhecidos. “A busca de quem vem ao Hack Town é por unir uma imersão na vida de cidade pequena, fora das capitais, enquanto tem contato com assuntos altamente inovadores e com as principais mentes criativas do país”, conclui.

O Hack Town acontece de 07 a 10 de setembro de 2017 em Santa Rita do Sapucaí (MG). Os ingressos promocionais e a programação parcial estão disponíveis no site oficial (www.hacktown.com.br).

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Unify lança o OpenScape Cloud para fortalecer o Digital Workplace

A Unify, empresa de software e serviços de comunicação do Grupo Atos, apresentou hoje o OpenScape Cloud, uma nova oferta de comunicação e colaboração baseada em nuvem para os ambientes de trabalho digitais. O OpenScape Cloud é uma solução altamente flexível e personalizada que possibilita colaborações mais efetivas e maior produtividade.

O OpenScape Cloud chega para responder às necessidades crescentes das empresas por comunicação de voz de nível profissional, combinada a ferramentas de colaboração inovadoras, tudo disponível em nuvem pública ou privada, como requerido pelo cliente.

Nos últimos anos, a maneira como trabalhamos mudou profundamente ao incorporar plataformas de colaboração imersivas que possibilitam interações mais abertas e produtivas, facilitam uma maior mobilidade e melhoram o acesso a dados críticos. Ao mesmo tempo, as empresas estão buscando cada vez mais soluções baseadas em nuvem que oferecem maior flexibilidade, soluções personalizadas e economia de custos.

“O mercado está se movendo rapidamente para a nuvem e exigindo ferramentas de comunicação personalizáveis e inovadoras que vão além da voz tradicional ou UC, para oferecer uma colaboração verdadeira para a força de trabalho móvel e distribuída de hoje”, comenta Elka Popova, vice-presidente de Transformação Digital da consultoria Frost & Sullivan. “A oferta do OpenScape Cloud da Unify oferece a combinação certa de recursos de voz e colaboração de que os usuários precisam, juntamente com as opções de implantação flexíveis que os CIOs exigem”, acrescenta.

Circuit e OpenScape Voice

O OpenScape Cloud da Unify reúne suas duas soluções líderes do setor: o Circuit, plataforma da Unify para colaboração em equipe, e o OpenScape Voice, para comunicação de voz de nível empresarial.

As soluções estão bem integradas e disponíveis por meio da nuvem, capacitando empresas de todos os tamanhos a darem o próximo passo em sua jornada digital. O OpenScape Cloud proporciona uma experiência de usuário de alta qualidade com voz e colaboração imersiva em um único aplicativo, em qualquer dispositivo, bem como uma solução escalável que oferece opções flexíveis de implantação.

“A mudança para a nuvem é uma grande tendência de mercado e nossos clientes e parceiros estão à procura de mais opções e de ofertas mais fortes do que as disponíveis hoje”, observa Luiz Domingos, head da Product House da Unify. “O OpenScape Cloud da Unify oferece funcionalidades superiores e a flexibilidade de implementação em nuvem pública ou privada, de modo que a Unify e nossos parceiros podem oferecer aos clientes opções de implantação e flexibilidade para migrar de acordo com o seu ritmo.”

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Ultrassom portátil sem fio chega ao mercado brasileiro

16b3a4b5-9d6d-4526-a750-63a1de96160f Você já imaginou poder carregar um ultrassom no bolso? Graças a uma nova tecnologia, isso não só é possível como já existe no mercado brasileiro. O Mobissom é um transdutor portátil cuja bateria possui duração de até três horas em uso constante. O dispositivo possui conexão sem fio própria, não precisa de rede Wi-fi e funciona com o sistema operacional iOS em smartphones e tablets.

A principal facilidade do aparelho é poder realizar exames em qualquer lugar, sem a necessidade de um equipamento grande que precise estar conectado a alguma tomada. “Por ser o primeiro ultrassom portátil do mercado, o Mobissom tem como objetivo a agilidade e o fácil manuseio no cuidado aos pacientes”, ressalta Guto Lopes, gerente operacional e comercial da Mobissom.

Os transdutores conectam-se em smartphones e tablets através de uma conexão interna para o WiFi, então não requer nenhum tipo de conexão com internet. O produto vem acompanhado de um software com download e atualizações disponíveis gratuitamente na App Store e Play Store.

O M1 é um transdutor convexo com frequência de 3.5 MHZ que atinge uma profundidade de 90 – 200 mm, ideal para exame abdominal completo, exame obstétrico básico, punções, entre outras aplicações. Já o M2 é um transdutor linear com frequência de 7.5 MHZ que atinge uma profundidade de 40 – 100 mm, indicado para acessos e bloqueios guiados, tireoide, músculo esquelético, entre outros exames.

O ultrassom portátil possui registro da Anvisa e certificações do Inmetro e Anatel, além de fornecer um ano de garantia e assistência técnica no Brasil. “Acreditamos que esses dispositivos trarão inovação no atendimento aos pacientes”, finaliza Lopes.

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Mais de 80% dos colaboradores da multinacional Sage praticam ações voluntárias

De cada dez brasileiros, três já realizaram alguma ação voluntária na vida, segundo pesquisa do Datafolha. Inseridos nessa estatística, estão os mais de mil funcionários da Sage Brasil, que, por meio de um modelo pioneiro de filantropia corporativa, adotaram o costume genuíno de ajudar o próximo.

Presente em 23 países e líder mundial em software de gestão para pequenas e médias empresas, a britânica Sage trouxe ao país desde outubro de 2015 a instituição Sage Foundation, com o modelo de filantropia “2 + 2 + 2”.

O modelo que vem transformando a vida dos funcionários da Sage no Brasil e das comunidades por onde a empresa atua, baseia-se em disponibilizar 5 dias úteis por ano para os funcionários praticarem o voluntariado, o que significa 2% do tempo de trabalho, além de disponibilizar 2% de seu caixa e conceder duas licenças de produtos às instituições beneficiadas, organizações não-governamentais e iniciativas sociais. Concluindo, portanto, o “2 + 2 + 2” – tempo, recursos e tecnologia por um futuro sustentável.

Desde doação coletiva de sangue até aulas de administração de empresas para entidades carentes, passando por reformas em comunidades e ações com jovens e idosos, a Sage Foundation já apoiou mais de 100 instituições e conquistou mais de 23 mil horas de voluntariado. “O trabalho voluntário que faço em um orfanato é gratificante! Tem um papel importante no resgate de uma forma de ajudar as pessoas. São cidadãos que, lá na frente, reconhecerão a ajuda recebida. Isso não tem preço, tanto para quem pratica quanto para quem recebe”, conta o funcionário Alex Cervino de 34 anos.

Os colaboradores da Sage engajam com uma programação frequente de ações nas regiões de Porto Alegre, Curitiba, Americana (SP), São Paulo, Rio de Janeiro e Recife, e sempre com histórias emocionantes a serem contadas. Nesta sexta-feira (14), por exemplo, em comemoração ao Dia da Caridade, alguns colaboradores, em parceria com a instituição Habitat for Humanity, reformarão casas na comunidade de Heliópolis, em São Paulo.

“No início, implantar o trabalho voluntário no Brasil foi um desafio. Grande parte dos nossos colaboradores não estava acostumada a realizar atividades de voluntariado e não se sentia confortável em sair do trabalho para realizar qualquer ação fora dali” conta Jorge Santos Carneiro, Presidente da Sage Brasil e América Latina, que afirma que hoje em dia a prática do voluntariado estendeu-se para além do ambiente corporativo. “Muitos colaboradores passaram a atuar nas entidades também durante fins de semana e envolveram suas famílias. Agora, posso afirmar que a prática de voluntariado se tornou um processo endêmico na Sage Brasil”, ressalta Jorge

Promover sustentabilidade social, econômica e oportunidades de empreendedorismo nas comunidades onde atua são princípios que norteiam a atuação da Sage, tanto em nível global quanto nacional.

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É preciso enxergar o futuro da experiência do cliente – Por Guilherme Porto

Trabalhar com a experiência do cliente hoje não se resume mais a atender bem, realizar uma venda ou responder às dúvidas com relação a determinado produto ou serviço. É preciso interagir e conhecer todo o histórico do cliente e aproveitar todos os dados captados para o planejamento de estratégias futuras. Mas como fazer isso? A análise preditiva pode ser uma das soluções.

É possível usar esse tipo de análise para resolver problemas que antes não eram percebidos. Ela ajuda a descobrir hábitos do passado que podem sinalizar o que está por vir e, com isso, identificar oportunidades de negócio ou até mesmo uma provável crise. A análise preditiva, que pode ser realizada por meio de ferramentas avançadas aplicadas em toda a base de interação com o cliente, será capaz de apontar padrões ocultos que o especialista humano não identifica, resultado de matemática aplicada. Ou seja, ela transforma dados comuns em informações analíticas para a tomada de decisão ou estratégia.

Se antes especialistas atuavam com base no histórico do cliente e usavam as informações coletadas somente no SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor) para influenciar as operações, hoje contamos com a tecnologia para nos auxiliar na previsão de tendências e em como aprimorar a experiência do cliente nos mais diversos canais. Tudo isso tendo em vista a quantidade de dados que podemos extrair e que nem sempre temos como analisar e entender.

No modelo preditivo, várias funções matemáticas serão capazes de aprender e mapear tendências, tendo um conjunto de variáveis de entrada de dados e um objetivo como resultado desejado. Com este “treinamento” supervisionado a ferramenta otimizará o modelo, tornando possível extrair nomes de clientes que irão apresentar um comportamento que indique uma crise, uma possibilidade de churn (métrica para avaliar retenção de clientes e projetar crescimento) ou a receptividade para um cross selling (venda de produtos adicionais) ou up-selling (venda de produto superior e de maior valor).

Com essas informações conseguimos prever tendências como a necessidade de mudanças em produtos e serviços citados ou não nas redes sociais ou uma crise gerada por comentários negativos que podem tomar proporções que comprometam a marca ou o produto. Com a enorme quantidade de dados existentes que os clientes oferecem, cada vez mais será possível extrair a relevância das informações e definir estratégias de retenção, vendas e de necessidades de produtos e serviços.

Guilherme Porto, CEO da Plusoft

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App permite solicitar orçamento e comprar medicamentos e cosmeticos manipulados

O mercado de Farmácias de Manipulação, em ascensão no Brasil, movimenta cerca de R$ 5 bilhões por ano e conta com mais de 7.200 estabelecimentos, segundo dados Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais (Anfarmag), se destacando pelo “feito sob medida” e também pelo preço.

De olho no movimento do setor e, para facilitar o processo de compra e venda de manipulados, o Farmácias APP, marketplace mobile que reúne redes varejistas do segmento de saúde e beleza, lança nova funcionalidade: agora, os usuários podem enviar imagem das receitas médicas via smartphone para solicitação de orçamento e compra de medicamentos ou cosméticos manipulados.

“A nova funcionalidade do aplicativo permite às farmácias de manipulação e homeopatia aumentarem o seu leque de clientes. Além disso, facilita todo o processo de gerenciamento dos pedidos recebidos”, ressalta Robson Parzianello, diretor de tecnologia do Farmácias APP.

Enquanto as farmácias de manipulação e homeopatia ganham um novo canal de vendas, os usuários passam a ter uma gama de estabelecimentos e, consequentemente, maior oferta de para cotação de preços, de maneira rápida, simples e segura. Segundo a Anfarmag, é possível economizar de 30% a 40%, dependendo de fatores como as substâncias utilizadas e a quantidade prescrita.

“Muitas farmácias de manipulação ainda trabalham com o orçamento feito pessoalmente ou pelas ferramentas de mensagens, como o whatsapp. Agora, ficou muito mais prático para o consumidor que procura um medicamento manipulado. Reunimos, em um único local, as melhores ofertas e estabelecimentos. Basta apenas enviar a foto da receita pelo aplicativo e em até 24 horas, o cliente recebe os orçamentos dos fornecedores. Nossa solução facilita, inclusive, que pessoas de cidades menores, que não tenham muitas opções em suas regiões, possam realizar suas compras de maneira fácil e segura”, destaca Parzianello.

Atualmente, o Farmácias APP conta com 3 grandes redes de farmácias, 2 redes de cosméticos, 1 loja de produtos hospitalares e odontológicos, 2 lojas de suplementos, 1 loja de produtos para cuidados infantis, 1 loja de aparelhos de cuidados pessoais e 3 farmácias de manipulação cadastradas, que entregam em diversas regiões em todo o território nacional.

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MicroStrategy incorpora inteligência artificial a sua plataforma analítica

A MicroStrategy® Incorporated (Nasdaq: MSTR), líder mundial no fornecimento de plataformas analíticas e software de mobilidade, anunciou o lançamento da MicroStrategy 10.8. A mais nova versão de sua plataforma analítica MicroStrategy 10™, que está disponível também no Amazon Web Services (AWS), incorpora inteligência artificial, o que permite análises mais avançadas e preditivas. O sistema estatístico open source R, embora já estivesse integrado à plataforma e fosse utilizado por grande parte dos clientes da MicroStrategy, passa agora a ser empacotado e instalado juntamente com a solução analítica, facilitando o processo de aprendizagem de máquina (machine learning).

“Unindo uma série de variáveis, inseridas dentro de um contexto maior, esse tipo de sistema permite que o algoritmo seja modificado sem nenhum tipo de intervenção humana, de acordo com os dados que são recebidos. O principal diferencial é a capacidade de aprenderem sozinhos, modificarem padrões conforme novos comportamentos são identificados e adquirir um conhecimento em cima da base de dados. Desta forma, com a incorporação do source R e da inteligência artificial, o usuário consegue, por exemplo, identificar tendências, fraudes, desvios, entre outros indicadores importantes para os negócios, com muito mais rapidez e assertividade”, ressalta Tiago Sanchez, diretor de pré-vendas América Latina da MicroStrategy .

A nova plataforma MicroStrategy 10.8 também chega ao mercado com diversos aprimoramentos em suas funções de Data Discovery, novos padrões e design mais responsivo, visando maiores usabilidade e acessibilidade. A inovadora paleta de cores, desenvolvida com base em pesquisas baseadas no mundo natural, dá aos usuários mais opções para definir as cores dos dashboards, além de torná-los visualmente muito mais atrativos, sem muitos esforços. Essa paleta está disponível tanto no MicroStrategy Web como no MicroStrategy Desktop.

Outro ponto importante da nova versão e que faz total diferença diante do advento do Big Data e da crescente necessidade das empresas de acessarem inúmeras e diferentes fontes de dados, é a nova galeria de conectores personalizados. A plataforma MicroStrategy já disponibilizava APIs para a criação desses conectores. A diferença é que com a MicroStrategy 10.8, além dessa possibilidade, o usuário pode acessar o banco público de conectores de dados – criados anteriormente por outros desenvolvedores – na Comunidade MicroStrategy, fazer download, atualizar e usá-los como julgar oportuno. Atualmente, estão disponíveis diversas amostras, como para OneDrive®, Box, Weibo®, MuleSoft® e ElasticSearch®, todos facilmente acessíveis aqui.

O MicroStrategy Mobile também traz importantes aprimoramentos no que tange maior segurança, desempenho e emparelhamento tanto com sistemas operacionais Android™, como iOS®. Além disso, o Usher plataforma de segurança móvel traz como novidade o Usher Analytics™. Esses dashboards pré-formatados permitem visualizar informações de aplicações corporativas de IoT, destacando indicadores chaves. Com ele é possível criar visualizações personalizadas e responder a perguntas de negócios sobre acesso e presença de usuários.

“O lançamento da MicroStrategy 10.8 é um marco importante e vem ao encontro da nossa missão de estar em constante evolução e ao mesmo tempo manter o comprometimento com o sucesso das aplicações de nossos clientes. Novas tecnologias e funcionalidades estão sendo sempre incorporadas em nossa plataforma. A exemplo do que fizemos com a mobilidade, BI na nuvem, análises de grandes volumes de dados, Big Data, Data Discovery e self-service BI, estamos fazendo com learning machine e IOT. A ideia é que nossos clientes tirem o máximo proveito das oportunidades de negócios facilmente detectáveis com o apoio de uma plataforma corporativa unificada”, finaliza Sanchez.

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Saiba como prevenir lavagem de dinheiro na empresa – Por Eduardo Tardelli

Atualmente, falar sobre lavagem de dinheiro no Brasil não é algo fácil. Porém, diversas empresas nacionais e multinacionais começaram a implantar em sua rotina de compliance o processo de PLD, um sistema de prevenção à lavagem de dinheiro.

No ano de 2012, foram criadas diversas regras que têm como principal objetivo coibir essa atividade ilícita. Com a publicação desse novo código de prevenção, empresas de qualquer porte e modalidade precisaram encontrar meios de se adaptar e melhorar seus processos.

Com o avanço de tecnologias voltadas para a análise de dados, identificar e prever riscos ligados a lavagem de dinheiro dentro de empresas se tornou um processo dinâmico. Esse problema costuma deixar um grande rastro, mas engana-se quem pensa que é fácil identificar. No Brasil, por exemplo, não existem dados estatísticos que nos mostrem quais os impactos dessa ação nos setores públicos e privados, apenas ouvimos muito sobre o tema em reportagens na TV e internet.

Para conseguir ter sucesso na otimização de processos voltados para a prevenção da lavagem de dinheiro, é necessário ter em mãos a tecnologia certa. De maneira manual, é quase impossível buscar informações em diversas bases de dados, por isso, a plataforma escolhida precisa ser boa o suficiente para colhe-las de forma automatizada.

Pensando nisso, listei abaixo cinco dicas que podem ajudar nessa hora:

1) Busque informações nos diários oficiais: poder consultar em âmbito nacional todos os processos ligados a lavagem de dinheiro relacionados a uma pessoa jurídica em específico, pode contribuir para uma análise estatística relevante. Os resultados obtidos poderão te orientar em processos de due diligence e backgrounds. Dessa forma, as decisões passam a ser tomadas com bases em dados e, principalmente, fatos;

2) Analise o quadro societário das empresas: observar o quadro societário de uma empresa é extremamente importante para a tomada de decisão, pois ajuda a compreender as mudanças que ocorreram durante um determinado período. Analisar o perfil dos sócios pode dizer muito sobre o tipo de pessoa e empresa que seu negócio está lidando;

3) Consulte o histórico de participações societárias de uma pessoa física: para te dar um insight precioso, um dos pontos mais relevantes de se fazer uma análise de participações societárias é a oportunidade de identificar empresas laranjas. Como sabemos, elas geralmente são utilizadas para lavagem de dinheiro. Se você está lidando com uma pessoa que possui participação em diversas empresas desse tipo, você provavelmente estará negociando com um criminoso;

4) Verifique sempre empresas e pessoas relacionadas ao negócio: o universo que uma empresa está inserida deve ser levado em consideração. Podemos fazer uma série de questionamentos para entendermos o quão primordial o contexto de uma entidade é relevante para o processo de prevenção da lavagem de dinheiro. Quer um exemplo interessante? Quem poderia imaginar o envolvimento do grande frigorífico com o Presidente da República? Viu como analisar pessoas e empresas relacionadas é importante e que pode otimizar seu processo de PLD?;

5) Identifique pessoas que podem ser politicamente expostas: uma pessoa politicamente exposta é um outro fator importante e ter acesso a informações de campanhas políticas, como o financiador, é completamente fundamental. Em 2003, por exemplo, o governo brasileiro criou o ENCCLA (Estratégia Nacional de Combate a Corrupção e a Lavagem de Dinheiro) para regulamentar algumas obrigações ligadas ao sistema financeiro em relação a PEPs.

Por fim, para criar um processo eficiente de prevenção da lavagem de dinheiro na sua empresa é fundamental conhecer os principais canais de acesso a informação para auxiliar na tomada de decisão. Investir em uma tecnologia robusta é o primeiro passo e um diferencial, já que vemos cada vez mais as áreas de conformidade adaptarem seus processos a análises de dados e informações relevantes.

Eduardo Tardelli é CEO da upLexis, empresa especializada em tecnologias para análise e interpretação de grandes volumes de dados (big data) extraídos da internet e de outras bases de conhecimento.

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Simplic dá dicas para não cair na cilada do boleto falso

As compras online são cada vez mais parte da vida do brasileiro. Seja pela conveniência de poder fazer tudo do conforto de casa ou pela facilidade de comparação de preços, marcas e lojas, o fato é que o setor não para de crescer. Após fechar 2016 com R$44,4 bilhões de faturamento, a previsão é que o varejo eletrônico cresça 12% em 2017, faturando quase R$50 bilhões, segundo estimativa da Ebit.

É preciso ficar atento para não cair em ciladas na hora de comprar pela internet, especialmente no caso dos boletos bancários, segundo meio de pagamento favorito do brasileiro, atrás apenas dos cartões de crédito, e um dos principais alvos dos criminosos. De acordo com a Febraban, os golpes em boletos somaram mais de R$380 milhões em 2016.

Neste ano, novas regras de registro dos boletos devem dificultar as fraudes, mas, como as mudanças serão graduais, abordando primeiro documentos de alto valor (acima de R$50 mil), os especialistas do Simplic, primeira plataforma de crédito 100% online do Brasil, reuniram algumas orientações para ajudar o consumidor a pagar suas contas de forma segura:

Fique atento aos números do boleto

Pagar boletos tornou-se algo corriqueiro, feito sempre com pressa. Entretanto, uma leitura atenta do documento pode prevenir muitas fraudes, já que a grande maioria contém diversos erros, inclusive nos dígitos verificadores, que ficam no topo do boleto.

Uma das formas de identificar uma fraude por meio da sequência de números é ficar atento ao código da instituição bancária emissora, que aparece à direita do logo do banco e nos primeiros três dígitos da linha digitável (imagem abaixo). Caso os dois números não sejam iguais ou o código não seja o mesmo do banco emissor, o boleto foi falsificado. Por exemplo, ao gerar um documento do Santander (código 033) e notar que os primeiros dígitos são 001 (Banco do Brasil), é possível evitar maiores prejuízos.

Outra informação presente nesse código é o valor a ser pago. Os dez últimos dígitos indicam sempre o valor do documento, sem descontos. Logo, se o valor da conta for R$350,00, os últimos dígitos serão 0000035000. Se algum desses dados não bater, não pague o boleto e procure orientação da empresa fornecedora do serviço a ser pago e do banco.

Tome cuidado com a internet

Muitos brasileiros têm seus computadores infectados por vírus sem saber. De acordo com a GAS Tecnologia, 5% de todos os PCs que acessam o Internet Banking são infectados. Isso significa que mais de 2,5 milhões de computadores fizeram download de arquivos maliciosos. Um dos principais vírus é da família Banker, que altera o código de barras dos boletos como uma forma de desviar os pagamentos. Como o golpe não altera a data e o valor do documento, costuma passar desapercebido.

Para não cair nessa cilada, é crucial estar sempre com um antivírus instalado em sua máquina, além de ter navegadores e aplicativos, como o Java e Flash, atualizados. Além disso, evite gerar boletos em computadores e redes Wi-Fi públicas, uma vez que o risco de invasão e ataque de hackers nesse ambiente é sempre muito maior.

Seja sempre desconfiado

Nos últimos tempos, tem se tornado cada vez mais comum o envio de boletos falsos pelo correio. Golpes de contas de cartão crédito, e até de IPVA, já são conhecidos do brasileiro. Mas o perigo também existe com arquivos enviados por e-mail. Ao receber mensagens com anexos, links e outros dados suspeitos, faça questão de entrar em contato com o remetente da mensagem e checar se as informações recebidas são verdadeiras.

Por último, sempre mantenha cópias dos boletos pagos, sejam eles impressos ou online. No caso de ser vítima de algum golpe, os documentos serão necessários para a abertura de boletim de ocorrência.

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Flex tem novo diretor de tecnologia

Andre Gentil_Diretor de TI

A Flex, empresa catarinense de gestão de relacionamento que oferece uma robusta plataforma multicanal e soluções completas para toda a cadeia de contact center, acaba de contratar o executivo André Gentil como novo diretor de tecnologia. Graduado em matemática com ênfase em informática pela Fundação Santo André e com MBA em gerenciamento de projetos pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas da USP (Universidade de São Paulo), Gentil acumula 27 anos de experiência em consultoria e desenvolvimento de aplicações de alta tecnologia e desempenho, com atuação em importantes empresas do segmento.

“É com muita felicidade que me junto ao time da Flex como diretor de TI. É um grande desafio, mas acredito que com a experiência que adquiri no fornecimento de soluções para Call Center, conseguirei atender as demandas de maior integração e apresentar soluções tecnológicas eficazes para que possamos crescer e nos desenvolver ainda mais”, comenta Gentil.

No mercado há oito anos, a Flex está entre as 10 maiores empresas de contact center do País, empregando mais de 12 mil profissionais. Conta com 14 unidades, sendo sete localizadas em Santa Catarina, e outras sete em São Paulo. A empresa atende grandes marcas nacionais e internacionais e, no ano passado, obteve um crescimento de 24%.

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Vivo e Huawei inauguram laboratório de IoT para testar e desenvolver novas aplicações ao mercado

A Vivo amplia seu escopo de atuação no segmento de Internet das Coisas e inaugura um laboratório de inovação (Open IoT Lab) com foco no desenvolvimento de aplicações fim-a-fim com tecnologia de Internet das Coisas (NB-IoT). Com base em características de baixo consumo de energia, melhor cobertura e a possibilidade de conectar um grande número de objetos, a tecnologia NB-IoT é a próxima tendência importante para a indústria de comunicações e está no centro da estratégia de negócio da Vivo, especialmente no segmento B2B. A implementação do Open IoT Lab conta com a parceria e apoio da Huawei.

O Open IoT Lab, sediado na cidade do Rio de Janeiro, tem como principal objetivo impulsionar e garantir um ecossistema amplo de parceiros para oferecer ao mercado as melhores soluções comerciais em IoT e contribuir para a criação de um mercado local no País. Esses parceiros também terão acesso antecipado aos novos serviços e soluções combinando os recursos e capacidades da Huawei com os recursos e conhecimentos do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Vivo – onde será instalado o Open IoT Lab – e contará com diversos parceiros, como Ublox e Quectel – que desenvolvem módulos de conectividade – e a C.A.S Tecnologia – que desenvolve soluções no mercado energético, além de outros parceiros.

“A Internet das Coisas está no centro da estratégia de negócio da Vivo, que já tem a liderança no mercado M2M com quase 40% de market share. Nosso objetivo é complementar o portfólio B2B com soluções IoT com serviços de conectividade, Big Data e novas plataformas. A parceria com a Huawei acelerará o desenvolvimento dessas novas aplicações e estimulará sinergias industriais com outros parceiros, antecipando e acrescentando mais funcionalidade e inteligência na concepção de novas soluções e serviços”, explica o vice-presidente de B2B da Vivo, Alex Salgado.

“A cooperação estratégica com a Vivo na maturação de um ecossistema tecnológico com a utilização do NB-IoT é fundamental para o desenvolvimento de indústrias locais”, explica o CTO da Huawei do Brasil, Taoyuan Zhou.

O acordo representa um avanço para a evolução das redes móveis em direção ao IoT – um mercado em ascensão, que deverá atingir quase 15 bilhões de conexões em 2020, de acordo com projeções da Machina Research. A Vivo já atua em mercados tradicionais, como o de meios de pagamento, rastreamento e de segurança, e também em novas frentes, como utilities, cidades inteligentes, vending machines, carros conectados, medição de audiência de TV, painéis eletrônicos de publicidade e até de carro compartilhado.

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Sucessão é ponto crítico em empresas familiares

O processo de sucessão costuma ser um ponto crítico em empresas familiares. Em muitos casos, o herdeiro não possui um preparo adequado para assumir o controle da organização. Em especial em situações inesperadas, como a morte do controlador da empresa. Repentinamente, o novo gestor se vê diante de diversos desafios, tanto estratégicos, quanto operacionais. E seu posicionamento nestes pontos é crítico para os rumos da companhia.

Uma pesquisa realizada pela PricewaterhouseCooper (PwC), em 2016, mostra que apenas 19% das empresas familiares brasileiras têm um plano de sucessão. Por isso, Eduardo Valério, diretor-presidente da GoNext, especializada em gestão de negócios e implantação da governança corporativa em empresas familiares, chama a atenção para o fato de que, sem ter sido adequadamente preparado, o sucessor enfrenta muita dificuldade em fazer um processo de decisão consistente. “Em situações assim, é comum que as decisões não sejam compartilhadas com outros diretores, podendo ter resultados catastróficos”, alerta.

Justamente nestes casos é preciso ter uma diretoria forte e um Conselho de Administração que possa ajudar muito neste processo de transição da empresa. “O Conselho de Administração é o órgão chave nestes casos. É nele que o novo líder vai encontrar respaldo para os seus processos decisórios e também para as críticas, além de evitar que se tome decisões equivocadas na organização”, diz Valério.

Com experiência de acompanhamento de várias empresas nesta situação, Eduardo Valério explica que o ideal é designar um diretor que não é da família como diretor geral ou CEO por um prazo de transição. Ele será o mentor do sucessor ou dos sucessores deste processo, assim como também, pode ser o representante do Conselho de Administração durante a vigência do processo sucessório. Este cenário é comprovado pela pesquisa da PwC, que aponta que 69% das empresas familiares têm membros de fora da família no Conselho de Administração.

Existem também os casos em que a velha geração opta por deixar a empresa, mas a nova geração ainda não tem a devida preparação para assumir. São situações mais tranquilas do que a substituição inesperada por falecimento. Deve ser feita uma avaliação interna dos possíveis sucessores, buscando-se no mercado um profissional para gerir a transição.

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Uso de aplicativo dobra produtividade de certificadora de grãos no Mato Grosso

58545248 - farmer in a plaid shirt controlled his field and looking at tablet

O Brasil terá de elevar a produção agrícola em até 40% até 2020 para atender à expansão da demanda mundial por alimentos, além de vencer um desafio ainda maior: a logística precária. A tecnologia contribui para diminuir o gargalo, como é o caso de um aplicativo que permite agilizar a emissão de laudos de caminhões carregados de grãos para exportação.

É com esta solução que a AgroService agora emite cerca de 100 laudos todos os dias. O processo é todo digitalizado. A empresa, presente em Tocantins, Mato Grosso e Goiás, é responsável pela certificação de qualidade de grãos de soja e milho transportados para exportação.

Cléber de Medeiros, gerente de TI da Bottega, conta que o desenvolvimento, testes e uso efetivo consumiu 60 dias. “Lógico que não trabalhei todo esse período 100% focado apenas nesta demanda, senão o prazo seria bem menor”, afirma. Como comparativo, a construção convencional de um app do zero — sem plataforma — consome em média 4 meses e meio, segundo pesquisa da Kinvey e AYTM com 100 desenvolvedores. Isso trabalhando 100% focado, sem contar aprovações de clientes e apenas para um sistema operacional.

Há dois meses, o aplicativo é utilizado por 15 usuários em uma unidade da AgroService no Mato Grosso. Supervisores e gerentes da empresa utilizam o app no iPhone, enquanto o time operacional trabalha em Android. Segundo Medeiros, o projeto deve ser expandido para 40 usuários nos próximos meses.

“Quando descobri a uMov.me, detectei que os aplicativos criados na plataforma são perfeitos e com poucas falhas. Trabalha perfeitamente com templates, mas com alto nível de personalização, conforme a necessidade do cliente. Fiz uma excelente escolha”, revela o gerente.

Como funciona o aplicativo de emissão de laudos de grãos?

O app substituiu as planilhas manuais, impressas, que eram enviadas para o escritório central da AgroService por meio de fotos de celular. Lá, o técnico precisava lançar novamente no computador as informações obtidas em cada planilha.

Segundo Edimar Soares, proprietário da empresa, o processo resultava em erros frequentes de digitação, além dos riscos de uma imagem ruim prejudicar o entendimento.

Na tela do celular, o app criado pela Bottega permite anotar quantos caminhões levam cargas de um mesmo produtor, placa, volume. Essas informações de cadastro são necessárias para os certificados de qualidade dos grãos, emitidos pela empresa para sacas de milho e soja para exportação.

Outras opções do aplicativo permitem registrar o controle de despesas, frete e deslocamento. Todos os dados obtidos são enviados para o Center da uMov.me, um painel onde as informações são lançadas assim que sincronizadas com os celulares dos usuários.

“Neste cliente, reduzimos o nível de erros em quase 100% e dobramos a produtividade com o uso de aplicativos”, celebra o gerente da Bottega.

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De mudança para cidades inteligentes – Por Patrícia Vello

Cidades grandes e pequenas em todo o mundo estão ficando mais inteligentes. Isso quer dizer que elas planejam evoluir para se tornarem uma das chamadas smart cities. Quando falamos disso, nos referimos a esforços coordenados do governo, de empresas e de outras organizações para aproveitar as tecnologias de rede que melhoram as condições de habitar, trabalhar e de sustentabilidade para as pessoas que vivem ali. No Brasil, alguns exemplos estão começando a surgir nos Estados de São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul.

Aqui ou em qualquer outro país do mundo, a grande pergunta é se essas cidades terão a infraestrutura de rede instalada necessária para implantar novas e inovadoras tecnologias e realmente aproveitá-las. À medida que as populações metropolitanas (e, portanto, o número de pessoas que precisam ser atendidas por essas implantações) continuam crescendo – será que as redes conseguirão acompanhar esse ritmo?

Como é uma cidade inteligente?

Existem milhões de dispositivos já implantados nas cidades – e outros bilhões estão chegando – que podem tornar a cidade mais inteligente, coletando dados do trânsito, do tempo, do consumo de energia e de água e de muitas outras fontes, comumente em tempo real. Esses dados podem ser analisados ??e o conhecimento resultante ser usado na prática para se entender o que está acontecendo agora e prever o que acontecerá no futuro.

O 5G vai ser o propulsor da cidade inteligente

A cidade inteligente do futuro próximo e, em alguns casos, do presente, é sustentada pelo fluxo ininterrupto e confiável de dados de redes com e sem fio interconectados. Quando os dados precisam ser analisados em tempo real, eles não podem ser de maneira alguma interrompidos ou ter seu fluxo prejudicado por problemas de latência. Há grande expectativa de podermos contar com uma série de melhorias intrínsecas à tecnologia 5G: aumento da largura de banda (até 1.000 vezes por unidade de área), até 100 vezes mais dispositivos conectados e redução de até 90% na utilização de energia na rede, juntamente com taxas de conexão de até 10 Gb/s para dispositivos móveis no campo – um número impressionante.

Felizmente, a próxima geração de redes móveis 5G traz com ela uma nova capacidade para evitar a interrupção e garante que os diversos requisitos de latência, largura de banda e confiabilidade para diferentes serviços possam ser atendidos em toda a rede física atual. Isso é chamado de fatiamento de rede (network slicing).

Por que o fatiamento de rede é tão importante?

Ao privilegiar a conectividade móvel para cada tipo de uso com múltiplas redes virtuais em uma infraestrutura única de rede física, as operadoras podem disponibilizar rapidamente serviços especificamente adaptados para a necessidade de uso de cada fatia. Essa capacidade é especialmente importante nas implantações de cidades inteligentes, já que os dispositivos envolvidos nestes casos podem, direta ou indiretamente, afetar a vida das pessoas.

Pense, por exemplo, em uma rede de atendimento de urgência que tenha sido equipada com ferramentas avançadas de comunicação para ajudar os atendentes a coordenarem resgates rápidos e efetivos em emergências. Se ocorrer um desastre e os habitantes da cidade acessarem rapidamente as redes sociais ao mesmo tempo para enviar textos, imagens e vídeos, as operadoras de redes móveis ainda poderão garantir a conectividade para os socorristas, atribuindo-lhes um acesso de maior prioridade à rede móvel 5G – a fatia deles é prioridade indiscutível.

Preparando a rede: SDN e NFV

À medida que as cidades se tornem mais inteligentes e mais conectadas, as operadoras de rede precisarão garantir que suas redes sejam flexíveis e capazes de ser fatiadas para atender às crescentes e cada vez mais variadas necessidades da cidade inteligente e de sua população. A chave para isso é a virtualização na forma de rede definida por software (SDN) e de virtualização de funções de rede (NFV). As redes 5G precisarão ser adaptáveis, dinâmicas e programáveis ??de ponta a ponta, valendo-se, para isso, de construções virtualizadas. Portanto, à medida que as fatias individuais da rede sejam implementadas, seu desempenho será adaptado de forma autônoma e programática.

Oportunidades de receitas e ameaças à segurança

As redes preparadas para SDN e NFV abrirão as portas para novos tipos de uso, o que contribuirá para fluxos de receita inovadores e contínuos que vão além da simples conectividade e capacidade.

Qualquer coisa que aumente a diferenciação dos serviços de rede móvel certamente será analisada de perto pelas operadoras de redes já que a largura de banda móvel está rapidamente se transformando em uma commodity – na maioria das regiões, a verdadeira diferenciação é o preço. E a capacidade de assegurar as melhores fatias de rede para serviços essenciais que necessitem de métricas garantidas (como carros sem motorista e serviços públicos fornecidos pela própria administração municipal – atendimentos de emergência, segurança, visibilidade de dados etc.) – ajudarão não só a gerar receita para as operadoras, mas também a garantir a eficácia das tecnologias de ponta das cidades inteligentes na melhoria da vida dos cidadãos.

Em breve, todos nós moraremos em cidades inteligentes?

As cidades e seus habitantes estão mostrando um significativo interesse em aproveitar as muitas vantagens da cidade inteligente. As operadoras de rede terão de intervir e garantir que a cidade conectada do futuro tenha a base de rede para conseguir realizar essa transformação. O aproveitamento da capacidade do 5G de fatiamento ajudará as operadoras a fornecerem conectividade, velocidade e confiabilidade adequadas que cada caso exigirá.

Patrícia Vello, presidente da Ciena no Brasil

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