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Junho Vermelho começa em todo Brasil

o Movimento Eu Dou Sangue inicia as ações de sua campanha Junho Vermelho em todo Brasil, com o objetivo de conscientizar a população sobre a importância da doação sangue. A ação é fundamental para os bancos de sangue, que, além de já enfrentarem a baixa adesão de doadores nesta época do ano, estão com seus estoques comprometidos por conta da greve dos caminhoneiros.

Em São Paulo, por exemplo, segundo informações da Fundação Pró-Sangue, parceira do Movimento Eu Dou Sangue e responsável pelo abastecimento de grande parte dos hospitais públicos da Grande São Paulo, os estoques estão baixos, girando em torno de 30% a 40% do ideal. Ademais, pesquisa realizada no ano passado, encomendada pelo Movimento, em parceria com o Instituto Datafolha, indicou que o brasileiro não costuma doar sangue: cerca de 92% dos entrevistados declararam que não participaram de doações nos últimos 12 meses.

Justamente por conta desses fatores, a causa ganhou força. “O Junho Vermelho surgiu para alertar os brasileiros de que sangue não se compra, não se fabrica e que qualquer pessoa a qualquer momento pode precisar dele”, ressalta Diana Berezin, uma das duas criadoras do Movimento.

O Junho Vermelho é o único mês colorido que traz a mensagem de cuidar do outro. “Quem doa sangue tem o foco na necessidade de outra pessoa e o único benefício é o prazer indiscutível de ajudar e fazer o bem”. explica Debi Aronis, também criadora do Movimento. “Dar sangue é dar de si, é dar do seu tempo, é se importar com mais alguém, é o mínimo para quem dá e é o máximo para quem recebe. É cidadania na veia!”.

Com o propósito de conscientizar a população e estimular a doação de sangue durante o inverno, diversos pontos do Brasil serão iluminados de vermelho. Em São Paulo, por exemplo, diversos locais já aderiram, como a Fonte Elo do Parque do Ibirapuera, a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, Câmara Municipal de São Paulo e o Banco Daycoval.

Onde doar:

Para saber onde há bancos de sangue, o doador pode acessar o site do Movimento Eu Dou Sangue, na aba de “Onde doar”, pelo http://www.eudousangue.com.br/onde-doar/.

Basta comparecer, participar da entrevista feita no local e contribuir.

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Quando vamos efetivamente aceitar os robôs?

Por Vinicius Maximiliano

Relatório recente do Banco Mundial alerta que, se os trabalhadores do Século 21 pretendem competir com as máquinas, é melhor reduzirem salários, cortar direitos trabalhistas e tornar custos humanos mais “baratos”.

Particularmente, sou um dos que o relatório produzido pelo Banco Mundial no dia 20 de abril de 2018, chama de “criadores de cenários catastróficos”. Esse apartado é importante pois, as opiniões que expressarei aqui levam em consideração essa “pecha” criada pelos estudiosos do Desemprego do Século 21.

Interessantíssimo observar que, gradativamente, órgão oficiais, que até há pouco tempo, sinalizavam que existia um exagero sobre a ascensão da tecnologia sobre o trabalho humano, comecem a divulgar, em doses homeopáticas, novos relatórios com análises “já não tão boas” sobre o futuro do trabalho.

Continuam a insistir que não precisamos nos preocupar com a tecnologia ascendente na substituição dos trabalhadores humanos e baseiam-se nos estudos de grandes e brilhantes escritores e analistas DO PASSADO, para fundamentar que, apesar de todos os alardes, nada foi como previram esses “catastróficos”. Concordo!

Realmente, nos séculos anteriores, as previsões relativas as 3 revoluções industriais pareciam exageradas e traziam consigo muito mais um discurso de resistência socialista, em contraposição a exploração humana pelo capital e o trabalho. Marx, Keynes… todos “supervalorizaram” os danos, para justificar os prejuízos. E naquela altura, o recurso aplicado e a ruptura de mercado causada comportavam tais discussões nesse âmbito. O mundo era menor, a globalização ainda era um conceito e a conectividade humana muitas vezes não ultrapassava as cartas manuscritas entre as pessoas.

Será que algo mudou para o mundo de hoje? Será que o trabalho, como o conhecemos, sofreu mudancas impactantes? Sinceramente, tentaremos explicar um fenômeno nunca antes vivenciado pela humanidade, sob a ótica dos estudiosos que igualmente não vivenciaram nossa atual (e dura!) realidade? Em que medida isso agrega valor, esclarece o cenário e alinha o futuro? Olhar para a frente, pelo retrovisor, não parece uma atitude lógica…

E é isso que tenho visto! Desde que iniciei uma página específica sobre o Desemprego no Seculo 21, tenho dedicado algum tempo a refletir e buscar matérias e estudos que possam ajudar o mercado a explicar e a se preparar para esse impacto social. Afinal, desemprego, seja qual for a maneira como ele foi gerado, é uma questão social! Mas nem sempre compreendem a finalidade.

Em uma outra oportunidade, tive de esclarecer em um dos posts da página, que não sou contra os robôs, tampouco sou socialista ou comunista ou o que quiserem me chamar, que defende que tudo precisa ser proibido para que se preservem os empregos. Que era “hipocrisia minha falar de desempregos causados pela tecnologia postando do meu Iphone”… ledo engano!

Minha posição é justamente trazer reflexões sobre os impactos da tecnologia no mundo do trabalho e que estão acontecendo de forma silenciosa, sem que Governos e Instituições se deêm conta de que, o agora, é bem diferente dos escritores e revolucionários dos séculos passados.

Pensar as consequências e malefícios que a adoção e crescimento desenfreado das tecnologias terá sobre o trabalho assalariado é uma questão de política pública!

Não é “drama, catástrofe ou exagero”, é vida real, entendem? Afinal, querendo ou não, os robôs estão ai, chegando e tomando espaço: quando iremos aceitar a realidade? Quando iremos aceitá-los?

É muito bonito falar sobre os “pequenos” impactos que a robotização, a I.A. e a automação inteligentes trarão ao mercado, para quem esta EMPREGADO. Porém, tente vender o mesmo discurso para o pai ou mãe de família que acabou de perder seu emprego porque o “robozinho” novo da fábrica trabalha 24h por dia e produz o mesmo que 20 trabalhadores ao mesmo tempo, com erro e desperdicio praticamente zero, sem regras trabalhistas ou exigências burocráticas insustentáveis. Apenas a título de sugestão, assistam um trecho do filme “A fantástica fabrica de chocolate”, quando o pai do protagonista é substituído na colocação de tampas de pasta de dentes…

Na vida real, os robôs já estão tomando conta dos trabalhos.

As evidências estão ai… só não estamos prestando atenção nelas porque o ganho de agilidade, conectividade e conveniência estão enchendo os olhos do mercado, mas basta olhar em volta. Bancos estão se desintegrando fisicamente, demitindo milhares de pessoas. Fábricas automotivas, que já foram a locomotiva de geração de empregos mundo afora, demitem e reduzem a cada ano, enquanto mantêm a produção e a melhoria contínua dos carros. Call centers praticamente se tornaram uma salinha com um super servidor com assistentes virtuais e “bots” que respondem a praticamente tudo!

E isso é só o começo! Eu sou um entusiasta da inteligência artificial e tenho visto projetos que vão do maravilhoso ao estarrecedor! Não sou um pesquisador, sou apenas um curioso! Mas existem estudos para otimizar praticamente TUDO que fazemos em forma de trabalho hoje (pelo menos da forma como o conhecemos). Alguns estudos ainda mais embrionários, mas que na teoria da evolução dos sistemas e algoritmos, serão possíveis em pouquíssimo tempo. A China tem demonstrado que, um bom banco de dados, um governo autoritário e sistemas de inteligência artificial, podem ser utilizados para controlar uma sociedade de maneira muito mais eficaz do que por leis antiquadas.

Algumas coisas me causam tanta preocupação, que sempre compartilho reportagens que mostram setores de mercado que estão desenvolvendo tecnologias para que não dependam de mão-de-obra humana direta. E isso é fato, não é estudo teórico! Não é alarde, é evidência! Porque resistimos tanto em aceitar que a vida real passa pela aceitacão dos nossos novos parceiros de trabalho?

Vejo em vários eventos que participo, dezenas de palestrantes dizendo que o número de empregos que SERÃO (sim, no futuro do presente do indicativo!) gerados pelas tecnologias e robóticas vindouras, serão maiores do que o desemprego causado. Um discurso bastante parecido com esse do Banco Mundial, de que com o tempo, tudo se ajeita! E tenho sempre aproveitado o gancho para questioná-los das evidências, dados e análises que fundamentam isso. Em sua maioria, deixam a pergunta em aberto… ou se remetem, novamente, aos críticos da evolução das maquinas do passado…

Esse último relatório do Banco Mundial é um alerta velado, mas um alerta!

Talvez por politica interna eles não possam ou não devam criar alarde, mas na prática, dizer que “é melhor reduzir salários para que os trabalhadores possam competir com as maquinas”… meu amigo, tem coelho nesse mato! E uma instituição da envergadura do Banco Mundial tem sim o potencial de causar preocupação em governos do mundo todo. Afinal, você, ai na sua vida, no seu dia a dia, tem visto alguma política pública, ou alguém da estrutura estatal, apresentando projetos ou falando como vai lidar com essa questão?

Todos sabemos em sã consciência que não podemos COMPETIR com máquinas. Temos sim de nos UNIR a elas… mas disputar espaço… é entrar em campo já com 7×1 no placar inicial contra! E mais: o desemprego atual já está praticamente impossível de ser revertido, não só no Brasil como no mundo todo. Aqui, o índice entre 12 e 13 milhões praticamente ja integrou as estatísticas… e ninguem sabe como resolver, a verdade é essa! As possíveis soluções são as de sempre: aquecer a economia para gerar empregos… só que ninguém diz COMO.

Políticas educacionais que criem capacitação de curto prazo, em habilidades específicas e de treinamento de máquina (sim, podemos ser bons “treinadores” para robôs!) seriam bem vindas. Mas para isso, os atuais gestores teriam que se preocupar menos em dar benefícios sociais, aceitar o fato de que o desemprego é endêmico e preparar as pessoas para o mundo real que nos aguarda, e que está bem perto.

Querendo ou não, só na educação estruturada poderemos encontrar algum alento a essa dura realidade e tornar, aí sim, seus impactos menores. Fora isso, ao menos diante dos estudos que tenho visto até hoje, continuamos olhando o cenário com “romantismo” exagerado, ancorando nossa segurança nos erros de previsões do passado… e um passado bem diferente da nossa atual realidade.

É mais ou menos assim: eu não acredito em bruxas, mas que elas existem, existem!

Vinicius Carneiro Maximiliano é advogado corporativo e gestor contábil. Com MBA em Direito Empresarial pela FGV e especialista em Direito Eletrônico pela PUC/MG, atuou como advogado de Propriedade Intelectual no Brasil para a Motion Picture Association (MPA), Associação de Defesa da Propriedade Intelectual (ADEPI) e também para a União Brasileira de Video (UBV). Em seguida, foi gestor de projetos especiais na Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES) – e Business Software Alliance (BSA). Nomeado pela OAB/SP para a Comissão de Mercado de Capitais e Governança Corporativa. É diretor executivo da Etecon Contabilidade, escritório especializado em questões fiscais e contábeis para empresas tradicionais e da nova economia digital. Autor do livro “Dinheiro na Multidão” – Oportunidades x Burocracia no Crowdfunding Nacional”, obra em que analisa o mercado de financiamento coletivo no Brasil e as questões fiscais e burocráticas que podem impactar esse segmento de mercado.

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CDL/BH solicita prorrogação do prazo de vencimento de todos os tributos municipais, estaduais e federais

Diante do atual cenário econômico com desabastecimento e queda nas vendas provocado pelos efeitos da paralisação dos caminhoneiros, com consequência imediata na saúde financeira das empresas, a Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH) enviou ofícios ao presidente Michel Temer, ao governador Fernando Pimentel e ao prefeito Alexandre Kalil solicitando a prorrogação do prazo de vencimento de todos os tributos federais, estaduais e municipais. “Os efeitos da paralisação dos caminhoneiros colocaram em situação de grave preocupação toda a atividade econômica. Os setores de comércio e serviços sentiram os efeitos com vendas em brusca queda”, disse o presidente da CDL/BH, Bruno Falci. “E para mantermos os empregos e a saúde financeira das empresas, precisamos de fôlego para colocar os compromissos em dia”, completou.

Nos ofícios, a CDL/BH solicitou:

1) a prorrogação do prazo de vencimento de todos os tributos federais, estaduais e municipais;

2) suspensão pelo prazo mínimo de 60 (sessenta) dias do cadastramento de débitos dos contribuintes na dívida ativa e protesto em cartório.

A CDL/BH entende que as medidas solicitadas são necessárias, pois será preciso criar mecanismos que minimizem os impactos decorrentes da paralisação dos caminhoneiros. A Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) estima que, de 21 a 28 de maio, os setores de comércio e serviços de todo País tiveram perdas de aproximadamente R$ 27 bilhões.

Mesmo com a retomada gradual das atividades dos caminhoneiros, os setores de comércio e serviços ainda precisarão de um período para se recuperar das perdas e reorganizar suas finanças. Em especial as pequenas empresas, que são as que mais sentem os reflexos gerados pelo alongamento da paralisação, tendo sua capacidade de pagamento diretamente afetada.

A CDL/BH espera que os nossos governantes considerem os interesses da sociedade e tomem medidas que reduzam tantos transtornos que foram causados, a fim de evitar que os prejuízos sejam ainda maiores. Além disso, esperamos que esse grave momento vívido no País nos últimos dias sirva para alertar da necessidade de uma gestão pública mais eficiente, que desenvolva medidas que atendam as demandas da sociedade e fomentem o desenvolvimento da economia.

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PagSeguro lança a Moderninha Plus

O PagSeguro, empresa do grupo UOL que oferece soluções completas para pagamentos online e presencial para pessoas físicas ou jurídicas, lança a sua nova maquininha, a Moderninha Plus. Com novidades e design ainda mais moderno, ela substituirá a Moderninha Wifi e será comercializada pelo mesmo valor, 12x de R$ 28,90.

A Moderninha Plus tem novo visual e melhorias: bateria que dura até duas vezes mais que a da versão anterior, teclado ainda mais fácil de ser manuseado e processador mais veloz. A Moderninha Plus tem também NFC (“Near Field Communication”), que possibilita pagamentos por aproximação do cartão à máquina, de forma rápida e segura.

A Moderninha Plus do PagSeguro continua com cinco anos de garantia, não tem aluguel e nem taxa de adesão e o vendedor também ganha o Cartão Pré-Pago grátis para receber o dinheiro das suas vendas.

O que você ainda não sabe sobre impressão 3D?

A impressão 3D já é uma realidade, mas como de fato funciona, quase ninguém sabe. Quer tirar algumas dúvidas básicas? O especialista em Performance Materials (Plásticos) da UL, Marcelo Fontoura, explica o que você quer saber:

– Por que o processo se chama impressão 3D? Impressão não tem que ser no papel?

Não! Chama-se de impressão 3D, pois o processo ocorre em três dimensões e o produto possui exatamente as mesmas características de um produto fabricado por métodos tradicionais. Mas, não ocorre como numa impressora comum. Na verdade, envolve adicionar camadas de um produto até chegar ao produto final. Por isso, o nome técnico é manufatura aditiva.

– Para que ela serve? Dá para imprimir qualquer tipo de objeto?

Basicamente tudo pode ser impresso em 3D. Utilizando diferentes tipos de matérias-primas chega-se a uma enorme variedade de produtos. No início, a impressão 3D era uma tecnologia apenas utilizada com o intuito de criar protótipos para testes e homologação, mas hoje já se utiliza a impressão 3D para produção em série de inúmeros produtos.

– Então, se a pessoa quiser imprimir em casa objetos restritos, como armas, ela pode?

É contra a lei, mas se a pessoa possuir a tecnologia ela pode imprimir até uma bazuca, se quiser.

– Para imprimir um carro, por exemplo, a impressora tem que ser do tamanho do veículo?

Não, na verdade funciona mais como na indústria tradicional, em que são produzidas várias peças de tamanhos diferentes e depois é feita a montagem dos produtos maiores.

– Uma impressora 3D é muito cara?

O valor de uma impressora 3D pode variar muito, dependendo do tamanho, velocidade, e da matéria prima a ser utilizada, entretanto os modelos mais básicos, para uso em menor escala, possuem valores extremamente acessíveis, na ordem de USD 3.000,00.

– Só pode usar plástico na impressão 3D?

Não! A impressão 3D pode ser feita com uma gama maior de matérias- primas, como diversos tipos de polímeros e/ou resinas, metais, poliamidas e etc.

– O fato da impressão 3D usar principalmente plásticos não vai aumentar a poluição?

A impressão 3D irá coexistir com os processos tradicionais de produção que também utilizam plásticos como matéria-prima havendo, portanto, uma troca de tecnologias de produção.

– Por que se diz que impressão 3D é o futuro?

Podemos dizer que está afirmação já está desatualizada porque a impressão 3D já é uma realidade. Exemplos que nos fazem acreditar que a impressão 3D já uma tecnologia atual podem ser facilmente encontrados. Você poderia imaginar um prédio de seis andares, totalmente construído com impressão 3D? Uma máquina de vendas de sapato que realiza a leitura do seu pé em três dimensões e após você escolher a cor e modelo, imprime o sapato no mesmo momento? Um pneu de bicicleta que não fura? Todos estes são exemplos reais!

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Sete dicas para comprar com segurança nas lojas virtuais

As compras on-line caíram tanto no gosto do brasileiro que o setor de e-commerce cresce a taxas impressionantes ano após ano. Só em 2017, segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o setor faturou R$ 59,9 bilhões e teve um crescimento de 12% em comparação a 2016. Para este ano, a expectativa é ainda melhor, com cifras na casa de quase R$ 70 bilhões (15% a mais).

Esta evolução do comércio eletrônico se dá pela praticidade, comodidade e facilidade que uma compra on-line proporciona ao consumidor. Entretanto, há um problema: ao mesmo tempo em que o e-commerce alcança índices significativos de vendas, o número de fraudes cibernéticas contra o cliente final é uma sombra desagradável.

Diversos estudos apontam o Brasil como um dos países líderes em golpes pela internet. Um relatório publicado pela Norton, empresa de cibersegurança, apontou que o nosso País sofreu prejuízos de quase US$ 22 bilhões (mais de R$ 80 bi) por conta de crimes cibernéticos só em 2017 – incluindo fraudes contra clientes, lojas virtuais, instituições financeiras.

No entanto, para que o cliente possa disfrutar ao máximo os muitos benefícios do e-commerce, a Konduto, empresa especialista no combate à fraude on-line, listou sete dicas para ajudar os consumidores a comprarem com segurança e evitar as armadilhas feitas por criminosos digitais:

1. Reputação da loja: Consulte a reputação do e-commerce em sites como o Reclame Aqui e procure comentários sobre ele nas redes sociais. E-commerces que não têm uma boa reputação nessas páginas devem ser evitados;

2. Informações básicas: Verifique se o e-commerce possui razão social, CNPJ e se a empresa informa endereço físico e telefone de contato caso haja algum problema na entrega;

3. Formas de pagamento: Desconfie de lojas que disponibilizam unicamente boleto bancário como forma de pagamento e não permitem pagamentos por cartão de crédito. E-commerces precisam cumprir uma série de exigências legais para poderem receber transações por cartão, um processo que seria extremamente oneroso para um fraudador. Além disso, o cartão de crédito é sempre muito mais seguro e, em caso de fraude, o cliente tem o respaldo legal para pedir o ressarcimento do valor;

4. Medidas de segurança: O consumidor precisa tomar cuidado com e-mails falsos (phishing), manter um antivírus sempre atualizado no computador e no smartphone e nunca deve enviar dados sensíveis de cartão de crédito (número, código CVV e validade) por e-mail, chat ou mensagem de texto;

5. Desconfie de promoções “imperdíveis”: Encontrou algum desconto imperdível, como por exemplo uma passagem aérea para uma data próxima com 80% de desconto, ou então um smartphone recém lançado pela metade do preço? Cuidado! Criminosos utilizam estas “vantagens incríveis” como chamariz para atrair o consumidor desatento;

6. Conexão segura: Um requisito básico para lojas virtuais idôneas é a utilização de um certificado de segurança SSL (Secure Socket Layer, em inglês), que criptografa toda a comunicação entre usuário e site. Mas atenção! Sites falsos também podem ter HTTPS no endereço eletrônico. O fato de o site não ter SSL acende uma luz vermelha, mas o fato de ele ter o HTTPS não significa necessariamente que ele é idôneo;

7. Comentários de clientes: Os chamados reviews, comentários postados sobre um determinado produto ou loja, são muito importantes para garantir que comprar naquele e-commerce é seguro. Verificar se há informações sobre entregas, qualidade do produto e atendimento é essencial para saber se a loja cumpre com aquilo que promete.

Qual é a diferença entre coaching e mentoria?

Na busca pelo aperfeiçoamento profissional, é natural que as pessoas recorram a diversas formas de especialização. Porém, nem sempre cursos e treinamentos são suficientes para atender às necessidades que os fariam se sentirem satisfeitos e capacitados. Neste momento, existem alguns métodos que podem auxiliar quem deseja alcançar objetivos maiores, como o coaching e a mentoria. E qual é a diferença entre eles? Como saber qual se encaixa melhor das suas aspirações?

“O Coaching se trata de um diálogo desenvolvido em várias etapas, em que envolve o coach e o cliente a fim de alcançar um objetivo específico dentro de um prazo determinado”, explica Bruno Negretti, CEO da Knowe, plataforma de mentoria e aconselhamento profissional sob demanda. “Já a mentoria é focada na formação do indivíduo com o objetivo de fazê-lo refletir e ter novos insights sobre sua vida e carreira”, complementa.

Para Bruno, a mentoria prioriza o desenvolvimento e a evolução contínua, além de ser realizada por um profissional com mais experiência na área, que se empenha para passar conhecimentos ao interessado. “Enquanto isso, o coaching segue uma metodologia que pode ser de curto, médio ou longo prazo com o estabelecimento de metas, além do coach não ser necessariamente da mesma área que o cliente”, exemplifica.

“Os dois métodos podem ajudar o profissional a se desenvolver e alcançar importantes resultados para sua carreira. Neste momento, é preciso que a pessoa compreenda em qual momento da trajetória profissional se encontra para saber escolher qual metodologia mais se enquadra nas suas ambições”, recomenda Bruno.

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Algar Ventures divulga empresas selecionadas para seu programa de aceleração

A Algar Ventures, braço de corporate venture capital do grupo Algar, anunciou as 15 scale-ups (empresas de alto crescimento) que participarão de seu programa de inovação aberta, em parceria com a Endeavor, com duração prevista de seis meses.

O objetivo do Algar Ventures Open é de apoiar os empreendedores nos seus desafios e acelerar ainda mais o crescimento das empresas, além de encontrar oportunidades de investimento em novos negócios para complementar o portfólio do Grupo.

As empresas escolhidas foram selecionadas por uma comissão formada por executivos da Algar e da Endeavor com base em vários critérios como oportunidade de mercado, diferencial competitivo, inovação no modelo de negócios, histórico da empresa nos últimos meses, além dos perfis do empreendedor e do time.

A próxima etapa é a fase de diagnóstico das empresas e escolha do mentor-padrinho, da rede da Endeavor. Após isso, será definida a conexão com um executivo c-level da Algar e dos fundos convidados, além da realização de mentorias coletivas em São Paulo.

A conexão com a Algar dará aos participantes acesso às unidades de negócios do Grupo, possibilitando a troca de conhecimento entre as empresas e eventuais investimentos por parte da Algar Ventures no decorrer do programa.

Estas são as empresas selecionadas para o Algar Ventures Open:

mLabs: visa promover a inclusão digital de pequenas empresas nas mídias sociais, por meio de uma plataforma facilitadora da gestão. Por meio de algumas ferramentas como agendamento de posts, acompanhamento de feed, análise de métricas, etc. permite que micro empresários tirem proveito das mídias sociais.

Dom Rock: solução de ambiente unificado de captura, consolidação e análise de dados, para dar suporte às organizações na transformação digital, tendo como pilares de tecnologia Big Data, análise de dados e aprendizado de máquina.

Agendor: CRM no modelo de SaaS focado para o time de vendas com ferramentas complementares que garantem a gestão do funil de vendas. Possui as versões web e mobile, com diversas funcionalidades que facilitam o trabalho das equipes.

Squid: especializada em marketing de influência, a empresa mapeia, recruta e gerencia micro-influenciadores. Sua tecnologia auxilia na gestão de todas as etapas de uma campanha, desde a identificação do micro-influenciador ideal, passando pelo alinhamento de estratégia, curadoria, ativação e monitoramento.

Solubio: tecnologia para produção de defensivos biológicas na fazenda (on farm). A solução é composta de Laboratório e BioFábrica OnFarm®, instalado nas propriedades agrícolas, e através de um sistema de alta qualidade permite redução de grandes custos com defensivos.

Dentro da História: plataforma de histórias personalizadas para crianças. Através da plataforma, crianças podem interagir com avatares próprios e imprimir seus livros personalizados, mesclando uma experiência online e offline.

Scicrop: plataforma integrada de agricultura digital para coleta, análise e visualização de dados de diversas fontes. Através do uso de uma API própria fornece serviços de agricultura de precisão, gestão da fazenda, etc.

Enbox: plataforma de negociação de energia elétrica que conecta consumidores livres, geradores e comercializadores. Funciona como um leilão dinâmico e possibilita que sejam executadas ordens de compra, venda e swap em tempo real.

Nazar: software para monitoramento que identifica a causa de problemas de performance de bancos de dados que afetam sistemas e aplicações. Possui painéis de monitoramento em tempo real e permite identificar a raiz dos problemas, além de otimizar o uso e custos com infraestrutura.

CleanCloud: plataforma de gerenciamento de computação em nuvem que possibilita maior visibilidade da sua arquitetura/gastos e oferece inteligência por meio de recomendações diárias e automáticas, analisando dezenas de variáveis.

Bela: fintech de turismo que possui uma plataforma para pagamento, gestão, venda e operação. A solução completa, plug and play, atende hotéis, agências e atrações turísticas.

Huggy: plataforma para atendimento digital concentrando diversos canais de comunicação e dividindo o atendimento em camadas: atendimento automático, atendimento inteligente (chatbots) e atendimento humano.

Mediação Online: plataforma de mediação online para resolução de conflitos de forma fácil, rápida e com validade jurídica, para promover o diálogo entre as partes e auxiliá-las na criação de alternativas para colocar fim ao litígio.

Grão Direto: aplicativo para facilitar negociações entre compradores e produtores, conectar cooperativas e entregar uma inteligência de mercado mais efetiva.

Zissou: oferece colchões de alta qualidade com conceito ‘bed in box’. O colchão vem em uma caixa compacta retangular que cabe o elevador e no porta-malas, facilitando a instalação, e pode ser testado durante 100 dias.

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Programa de aceleração a empreendedores negros é lançado com apoio do Facebook

Com intuito de fortalecer e estimular o ecossistema de afroempreendedorismo no Brasil, foi lançado, nesta quarta-feira (30) o Afro Hub, programa que nasce com a proposta de fomentar o crescimento de negócios com o uso da tecnologia. Promovida pela Feira Preta, Afro Business e Diaspora.Black, com o apoio do Facebook, a iniciativa surge no ano em que se completa os 130 anos da abolição da escravatura.

Dados analisados pelo Instituto Locomotiva, a partir de informações do PNAD, apontam que, no Brasil, são mais de 5,8 milhões de empreendedores negros com acesso à internet, que movimentam aproximadamente R$ 219,3 bilhões. De acordo com o Sebrae, os afroempreendedores estão à frente de 51% das empresas brasileiras.

Entre junho e novembro, o Afro Hub terá atividades divididas em três frentes. Na primeira fase, serão selecionados 10 empreendedores que passarão por uma pré-aceleração e treinamentos em tecnologias e ferramentas avançadas do Facebook e Instagram, além de mentorias com profissionais especializados, no período de junho a setembro.

Paralelamente, de junho a novembro, o Afro Hub receberá, na Estação Hack, em São Paulo, centenas de empreendedores que poderão, gratuitamente, participar de eventos organizados pela Feira Preta, Afro Business e Diaspora.Black, com o intuito de fomentar o networking em seus negócios.

Já no mês de novembro, serão realizados workshops gratuitos em diversas capitais, entre elas Salvador (BA), Rio de Janeiro (RJ) e São Luís (MA), com a finalidade de atualizar os empreendedores negros quanto ao uso das redes sociais como estratégia para alavancar os negócios. Além disso, especialistas em gestão e negócios disruptivos farão palestras a convite dos organizadores.

“Entendemos esta iniciativa como uma parceria conjunta para a constituição de um hub de afro-empreendedorismo no país. Além disso, os cases de sucesso, ao término do programa, servirão como referência para outros empreendedores, ressaltando o que as ferramentas do Facebook e Instagram podem fazer para alavancar os negócios em tecnologia e comunicação”, comenta Fernanda Ribeiro, co-fundadora e presidente da Afro Business.

Para a fundadora da Feira Preta, Adriana Barbosa, “o Afro Hub é um projeto de construção de uma nova narrativa pautada na transcendência do empreendedorismo de necessidade por oportunidade. O projeto se propõe a potencializar cases de empreendedores que representam mais de 50% dos microempresários no Brasil com o suporte da comunicação e da tecnologia”.

“Vamos promover acesso a conteúdos e ferramentas digitais de alta performance para os negócios. É uma iniciativa de grande impacto para fomentar a circulação econômica entre a população negra”, resume Antonio Pita, co-fundador da Diaspora.Black.

Pesquisa inédita

Como parte do projeto, também foi lançado o chamamento para uma pesquisa nacional inédita sobre o perfil do afroempreendedor, que será conduzida pelo Instituto Locomotiva. O objetivo é entender o perfil socioeconômico do afro-empreendedor, como acesso ao crédito, áreas de atuação e participação da mulher negra no ecossistema de empreendedorismo. O resultado será divulgado em 20 novembro, Dia da Consciência Negra.

Sobre os organizadores:

Feira Preta

Criada pela empreendedora Adriana Barbosa, a Feira Preta é o maior espelho vivo das tendências afro-contemporâneas do mercado e das artes da América Latina, além de ser o espaço ideal para valorizar iniciativas afro-empreendedoras de diversos segmentos.

Afro Business

Com o objetivo de criar mecanismos que promovam a integração entre empreendedores, intraempreendedores e profissionais liberais, fortalecendo o processo de inclusão social e econômica da população negra, a Afro Business é instituição sem fins econômicos.

Diaspora.Black

Startup de valorização da cultura negra pelo turismo, a Diaspora.Black articula em rede anfitriões e viajantes em mais de 70 cidades e 15 países. A plataforma peer-to-peer oferece serviços, experiências turísticas e hospedagens certificadas para promoção da igualdade.

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Fintech de gestão de boletos bancários é a nova aposta da SuperJobs Ventures

A ReCB, fintech de gestão de gestão de cobrança e pagamentos via boletos bancários, recebeu um investimento da venture builder Superjobs, equivalente a uma participação de 11,11%. “Esse é o nosso número da sorte”, diz o CEO Marcos Botelho. A Superjobs tem investimentos em 23 startups, sendo 17 delas brasileiras e 7 estrangeiras, mas é a primeira vez que uma empresa do Nordeste faz parte do portfólio.

Sediada em Teresina, no Piauí, a fintech ReCB tem apenas 18 meses de vida, e está presente em 10 estados mais Distrito Federal e apresenta um valor transacionado de R$ 41,2 milhões. O valor representa uma parcela ínfima do gigantesco mercado brasileiro de boletos bancários, que movimenta por ano R$ 2,9 trilhões, segundo dados da Federação Brasileira de Bancos (Febraban). Desde 2006, o volume de boletos pagos cresce a uma taxa média de 11% ao ano. Em 2017, por exemplo, foram 2,5 bilhões de boletos pagos.

A maior parte dos 20 mil pagamentos processados durante o mês são de clientes com negócios na região Nordeste. Agora, com a injeção de recursos da Superjobs, a fintech vai expandir as atividades para outros estados e ampliar o quadro de funcionários. “Esperamos crescer mais e entrar em outras praças, especialmente São Paulo, onde é importante ter uma presença forte, aumentando a nossa participação de mercado”, afirma Rodrigo Lima, 36 anos, que gerencia o negócio ao lado dos sócios, Lucas Veras e Delphino Luciani, e mais dois funcionários.

“Trazer a ReCB para São Paulo, capital do mercado financeiro no País, é o caminho natural para uma empresa que tem grande potencial de crescimento. Vamos abrir inúmeras portas e oportunidades que permitirão à empresa mudar de tamanho e patamar”, afirma o CEO da Superjobs, Marcos Botelhp. Ele conta ter se surpreendido com a praticidade e simplicidade do sistema online de gestão de cobrança e pagamentos desenvolvido pela ReCB. “Fiquei impressionado com a facilidade com que a fintech resolveu uma lacuna do mercado financeiro, que é gestão de recebimentos via boletos, e a capacidade de execução e desenvolvimento do gestor e do time”, explica Marcos Botelho. De 2016 para até o mês de março, o número de clientes da ReCB cresceu 50%, passando de 245, para 375.

O foco da ReCB são micro, pequenas e médias empresas, empreendedores informais e a área de educação (mensalidades de faculdades e comissões de formatura) que por gerarem um volume pequeno boletos costumam ter um custo bancário mais elevado. Além disso, também oferece ferramentas de gestão de recebimentos de boletos para pessoa física, como vendedores de produtos de beleza, contadores, advogados, profissionais liberais, entre outros.

O cliente da ReCB tem opção de fazer a cobrança por meio de uma plataforma inteligente, com envio de boletos por e-mail, SMS ou carta (boleto impresso) e um módulo de cobrança automatizada. A plataforma permite configurar critérios de cobrança e disparar avisos por e-mail e SMS dias antes ou depois do vencimento, para que o cliente esteja ciente dos boletos a pagar, aumentando assim a adimplência da empresa.

A experiência positiva com a ReCB despertou o interesse da venture capital em conhecer outras empresas digitais de alto impacto sediadas no Nordeste. A Superjobs ajuda startups inovadoras, injetando não apenas recursos financeiros, mas contribuindo também com uma área de pesquisa para os CEOs, networking, estratégia de crescimento, ajudando a liderar as próximas rodadas de investimento das startups do portfólio, de modo a deixar os executivos focados na operação do negócio.

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Startup brasileira aposta em estratégia global e já atende clientes em 150 países

Fundada em 2014 pelo curitibano Alessio Alionço, a Pipefy, empresa de SaaS, foi projetada para facilitar o processo lento, caro e muitas vezes incômodo enfrentado no dia a dia por gestores. Ao se aproximar do consumidor no mercado de operações internas comuns a todos os negócios do mundo, a Pipefy cresceu rapidamente e hoje está presente em 150 países, atendendo a mais de 8 mil empresas: desde pequenos negócios, como a Dandelion Chocolates, baseada em São Francisco (EUA), a gigantes como Accenture, IBM, Santander e Wipro, passando por startups que já receberam investimentos, como a Olist e a Nibo.

Com interface intuitiva, ao estilo Kanban, a plataforma permite a execução de novos processos operacionais para departamentos como Serviço ao Consumidor, Recursos Humanos, Financeiro, Marketing e Vendas, possibilitando que sejam postos em prática dentro de horas ou dias, sem entraves de TI.

Estratégia de expansão para outros países

Para ter abrangência global, o primeiro passo foi ter a plataforma da Pipefy em inglês, desde o produto até o site, além de mídias sociais e campanhas de marketing. Outra decisão foi seguir a estratégia de países como Israel, que trabalham sempre com mercados globais: “É muito difícil ter relevância em targets pequenos”, diz Alessio Alionço, fundador e CEO da Pipefy. “Quando o Go To Market é global, existem muitos canais de nicho, o que faz com que seja muito mais fácil o trabalho, por exemplo, para a equipe de marketing fazer uma hipersegmentação de cauda longa para mídia paga. Nós percebemos que é muito mais fácil ser global desde o primeiro dia do que migrar de um produto local para um produto global posteriormente”, diz o empreendedor paranaense.

Oferecer um bom serviço ao consumidor final sem se ter uma base física no país no qual ele é utilizado pode parecer um obstáculo, mas Alessio percebeu um elemento-chave para direcionar essa condição a seu favor. “Nós preparamos a nossa operação para trabalhar com esses países através de cultura – entender como o mercado consumidor de software no local se comporta, sempre respeitando o fuso desses locais. Por exemplo, o brasileiro gosta de marcar reuniões, enquanto o americano gosta de comprar o software de maneira self-service”, conta.

Detalhes que fazem (toda) a diferença

Particularidades de cada país atendido são consideradas na hora de pôr as operações em prática. “Hoje, o fundamental para a Pipefy é ser bem sucedida nos países em que atua. Por isso, preparamos a nossa equipe para trabalhar com diferentes realidades, horários, modos de compra e ciclo de vendas. Temos uma preocupação muito grande com as ferramentas que usamos, desde bons recursos para reunião remota, infraestrutura de voz e dados, DDDs locais para parecer que estamos mais próximos dos clientes e ferramentas de insight sales”, afirma, concluindo em seguida: “A ideia é mostrar que estamos próximos desses clientes e que entendemos as suas necessidades, bem como de que forma preferem se comunicar com a nossa equipe”.

Aproveitando espaços do mercado

“Nós estamos construindo um novo segmento de mercado”, diz Alessio. “Durante anos, gerentes de empresas e departamentos de TI vêm lutando para priorizar recursos valiosos. A área de negócio das empresas tentava usar tecnologia para ser mais eficiente, mas dependia sempre do auxílio do departamento de TI para implementar e manter essas mudanças”, pontua. “Nossa visão é permitir que cada gestor dentro de uma organização crie seus próprios fluxos de trabalho customizados, sem a necessidade de possuir conhecimento técnico em programação. Ao possibilitar o gerenciamento ágil de processos, nossos clientes podem reagir a um ambiente de mudanças constantes e rápidas, garantindo uma execução de alta qualidade”, explica.

Experiência customizada de produto

A Pipefy entende que cada negócio é único e é justamente essa singularidade dos processos de cada empresa que pode levá-la à vantagem competitiva sobre os demais concorrentes no mercado.

“É difícil criar uma experiência de produto global nesse mercado, devido à complexidade significativa das operações internas de empresas. A Pipefy conseguiu criar um belo produto, que prioriza o usuário final e vai direto ao ponto dos problemas de negócios que eles estão resolvendo”, destaca Dan Scholnick, Sócio-Geral da Trinity Ventures, que completa: “Milhares de clientes em todo o mundo validaram a plataforma por meio do tempo e dinheiro que dedicam diariamente ao Pipefy”.

Anúncio de investimentos

Em março deste ano, a Pipefy recebeu o levantamento de US$16 mi em sua rodada de investimentos Série A, encabeçada pela OpenView Partners, firma de venture capital focada em empresas em fase de expansão, além da Trinity Ventures. A Redpoint Ventures e a Valor Capital, que já haviam investido na plataforma, também participaram da rodada. Outros investidores da companhia são a 500 Startups, o Founders Fund (do fundador do Paypal, Peter Thiel) e os fundadores da Zendesk, Morten Primdahl e Alexander Aghassipour. Os fundos levantados serão utilizados para escalar as operações da empresa à medida que a Pipefy expande suas equipes tanto em São Francisco como no Brasil.

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Mercado Bitcoin contrata ex-diretor da B3 e anuncia dois novos diretores

Dentro da estratégia de crescimento das operações no Brasil, o Mercado Bitcoin – maior corretora de moedas digitais da América Latina – anuncia a contratação de Reinaldo Rabelo, ex-diretor da B3, para assumir a diretoria Jurídica, de Riscos e Compliance da companhia. Outros dois novos executivos também passam a integrar a equipe: Deborah Gouveia Abi-Saber, ex-Red Bull, assume a diretoria de Recursos Humanos e Fabrício Tota, que vem da corretora de valores SOCOPA, é o novo diretor de OTC (Grandes Contas).

Os novos integrantes reforçam o board anunciado recentemente pelo Mercado Bitcoin, para sustentar uma estratégia de crescimento da empresa, que pretende aumentar em até dez vezes o volume de negociações realizadas na plataforma até o final deste ano, além de alcançar a meta de 2,5 milhões de clientes no período.

O novo diretor Jurídico, que já fazia parte do Conselho Consultivo do Mercado Bitcoin e trabalhou por quase dez anos como diretor executivo Jurídico, de Riscos e Compliance da Cetip e B3, passa a responder pelas mesmas áreas da corretora de moedas digitais. “Na Cetip, tive muito contato com questões de regulamentação do Banco Central e CVM e, como o mercado de criptomoedas ainda não é regulado, acredito que essa minha experiência será muito importante. Teremos que trabalhar em parceria com as autoridades em busca de uma regulação que não seja restritiva à inovação e permita que a tecnologia seja explorada em seu máximo potencial e de forma segura”.

Já Deborah Gouveia Abi-Saber, que anteriormente era diretora de RH da Red Bull no Brasil e teve passagens relevantes por grandes empresas, como BTG Pactual, assume a área de Recursos Humanos do Mercado Bitcoin com a missão principal de estruturar a área na companhia. “O que mais me atraiu para essa vaga foi a possibilidade de contribuir para o crescimento do Mercado Bitcoin e criar, em conjunto com a empresa e os profissionais, a história do setor de criptomoedas no país. O fato de atuar em um mercado relativamente novo representa um desafio interessante para mim e a oportunidade de construir um legado relevante em uma empresa que une o melhor das minhas experiências anteriores”, afirma Deborah.

Outra novidade do Mercado Bitcoin é a chegada de Fabrício Tota, diretor de OTC, para atender clientes e instituições que investem grandes volumes. “O meu papel no Mercado Bitcoin é atender as grandes contas. A empresa sentiu a necessidade de ter um atendimento mais próximo justamente por conta da alta demanda desse perfil de clientes, além disso, muitos deles estão fazendo o primeiro investimento em criptomoedas, o que requer um contato mais próximo”, comenta Tota. “O desafio é estender as nossas principais características, como excelência em atendimento, confiabilidade e segurança pelas quais já somos reconhecidos, para esses clientes”.

Além dessas contratações, a empresa conta também com a chegada de Ricardo Dantas, que assume a área de Marketing intelligence da companhia. Antes do Mercado Bitcoin, Dantas atuava na mesma posição na Multiplus e teve passagens pela B2W e Accenture.

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