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Kavak cria centro de inovação e prevê a contratação de 300 profissionais brasileiros

Poucas semanas após comunicar o investimento inicial de R$ 2.5 bilhões para iniciar a operação no Brasil, a Kavak, companhia mexicana líder no mercado de carros seminovos e usados, dá o primeiro passo para expandir a sua operação nacional e anuncia a criação do Tech Hub, uma célula especial de tecnologia e inovação dedicada a buscar novas soluções e formatos para o negócio.

O projeto é global e contará com quatro sedes – uma no Brasil, duas no México e outra na Argentina – que possuem focos estratégicos diferentes, sendo o centro de inovação brasileiro o maior destes três países. No Brasil, os esforços estarão concentrados na experiência do cliente e a empresa prevê a contratação de 300 dos 500 profissionais de tecnologia que compõem a equipe em todo o mundo. Nacionalmente, grande parte das vagas é destinada a engenheiros de software e os atrativos incluem ações da empresa e flexibilidade para migrar entre as futuras sedes de expansão da Kavak. Já o México contará com nas cidades de Guadalajara e Cidade do México, e será responsável pelas operações, enquanto a Argentina será especializada em finanças.

Globalmente, os Tech Hubs serão liderados por Fernando Scasserra, ex-diretor de engenharia do Mercado Livre no México, que se une a Kavak e assume como diretor de tecnologia dos centros de inovação. No Brasil, ainda haverá a contratação de um CTO brasileiro para a célula. “Queremos redesenhar a experiência do cliente com uma equipe dedicada ao desenvolvimento de novos sistemas e aplicativos para toda a jornada da Kavak, sempre com uma visão global”, explica Roger Laughlin, cofundador da Kavak e CEO da empresa no Brasil.

O executivo ainda pontua que a escolha do Brasil como polo de estudo do consumidor reflete a população apaixonada por carros e um consumidor exigente com sua experiência. Além disso, o brasileiro está muito presente na jornada de compra digital: somente no último ano, mais de 13 milhões de pessoas fizeram sua primeira compra on-line no país (EbitNielsen). “O Brasil é o terceiro mercado de automóveis no mundo – o maior entre os da América Latina – e vamos expandir nossa carteira de clientes aqui rapidamente. O time do Tech Hub local dedicado ao cliente reflete que estamos ajustando nossa régua de atendimento para um público muito importante, mas muito aberto ao novo também”, afirma Laughlin.

Para dar início às inovações, a equipe do Tech Hub terá uma missão importante: desenvolver o aplicativo global da Kavak, garantindo toda a experiência digital da empresa na palma da mão do cliente. Entre as funcionalidades, o app deve replicar todas as ferramentas já disponíveis no site, mas somar facilidades exclusivas para a modalidade. “Queremos oferecer a experiência mais inteligente e inovadora do mercado. Para um futuro próximo, vemos grandes oportunidades de aplicar análise de dados e machine learning em todo o nosso processo, facilitando ainda mais o acesso ao automóvel globalmente”, finaliza Laughlin.

O processo de recrutamento e seleção para as 300 vagas no Brasil começam a partir de setembro, com pacote de remuneração e benefícios competitivos, incluindo ações da empresa. Os profissionais interessados podem acompanhar as posições disponíveis no portal de carreira da empresa https://www.kavak.com/br/carreiras.

Seal Sistemas contrata Marco Aurélio Prometti como Diretor Comercial e Head da Seal Logistics

A Seal Sistemas segue reforçando sua liderança executiva a fim de fortalecer sua atuação como integradora de soluções completas e inovadoras para toda a cadeia de distribuição. Como parte desse movimento, a companhia anuncia a contratação de Marco Aurélio Prometti como seu novo Diretor Comercial. O executivo também será Head da Seal Logistics – unidade de negócios dedicada à oferta, implementação e sustentação de tecnologias avançadas para o mercado logístico.

Prometti acumula mais de 30 anos de experiência em grandes empresas nacionais e multinacionais de diversos segmentos. Liderou divisões comerciais e de compras, logística e supply chain em companhias como Alpargatas, Xerox, Grupo Pão de Açúcar, Grupo Cencosud, Grupo MGB e Mambo.

Graduado em administração, com pós-graduação em marketing pela ESPM e MBA pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), o executivo assume o novo desafio com a missão de ampliar o market share da Seal Logistics, a partir da oferta de soluções e projetos de consultoria para operações logísticas, além de identificar oportunidades de cross-selling envolvendo outras soluções da Seal Sistemas.

“Temos observado uma alta demanda por investimentos em operações logísticas, especialmente em tecnologia, diante da forte expansão do e-commerce durante a pandemia e da necessidade de melhorar a qualidade dos serviços prestados para empresas e clientes finais. Em meio a esse cenário, fazer parte de uma empresa tão reconhecida como a Seal Sistemas é uma grande oportunidade para contribuir diretamente para o avanço tecnológico de toda a cadeia de distribuição brasileira”, afirma Prometti. “Espero agregar para o desenvolvimento de projetos consultivos avançados no setor logístico, tendo como inspiração experiências prévias em empresas de referência que exigem grandes resultados”, complementa.

“Contar com a experiência de Marco Prometti e todo o seu conhecimento sobre o mercado logístico amplia os nossos diferenciais competitivos, seja para o desenvolvimento e a melhoria do portfólio da Seal Logistics; ou mesmo para a oferta de serviços consultivos voltados a solucionar dores recorrentes e ampliar a eficiência operacional das operações logísticas”, diz Wagner Bernardes, CEO da Seal Sistemas. “O incremento do nosso corpo executivo com profissionais tão qualificados fortalece a nossa posição de liderança no setor de computação móvel e captura automática de dados, com aplicações potencializadas por projetos de consultoria com altíssima aderência às necessidades dos clientes”, destaca.

Segunda fase do Open Banking começa em 13 de agosto e permitirá compartilhar dados pessoais entre bancos

A partir do próximo dia 13 de agosto entrará em funcionamento a segunda das quatro fases do Open Banking, que permitirá o compartilhamento padronizado de dados pessoais pelas instituições participantes. Nesta etapa, os participantes registrados no Open Banking poderão trocar dados de cadastros e transações de clientes entre eles, sempre a partir do consentimento do cliente.

Caso dê este consentimento, nesta fase poderão ser compartilhadas as informações de cadastro (como nome, endereço, renda e CPF), bem como dados de movimentação financeira (informações sobre contas, cartão de crédito e operações de crédito, como empréstimos e financiamentos).

O Open Banking é um sistema que promete facilitar o surgimento de novos produtos e serviços para o cliente. Isso é possível devido ao uso de um conjunto de programas que promove a conexão entre as instituições participantes e as informações que serão trocadas entre elas (chamadas de APIs padronizadas). O Banco Central, por meio da resolução nº 109, atualizou as datas regulatórias de implementação do Open Banking, que agora se estenderá até setembro de 2022.

“É nesta segunda fase de implementação que se iniciará uma interação mais direta com o cliente final. O Open Banking no Brasil, embora com um cronograma muito desafiador e um escopo bem abrangente, incentiva a inovação e tende a intensificar as ofertas de valor para os usuários, com novos produtos e serviços, acelerando a transformação digital do mercado financeiro. A expectativa do setor bancário com sua implantação completa é bastante positiva”, avalia Isaac Sidney, presidente da FEBRABAN.

Com o Open Banking, por exemplo, o consumidor poderá conectar sua conta bancária a um aplicativo que analisará sua vida financeira, resultando em sugestões de investimentos ou até mesmo na recomendação de produtos e serviços mais personalizados e com condições que melhor se adaptem à sua necessidade. Outra possibilidade trazida pelo Open Banking é reunir em um único aplicativo os dados de contas em diferentes instituições, consolidando as informações e proporcionando ao consumidor uma melhor visão de toda a sua vida financeira.

Na prática, a partir da segunda fase, a instituição que receber as informações de cadastro e de movimentação financeira do cliente, após seu consentimento, poderá fazer propostas de crédito, de investimentos e de outros serviços de forma mais personalizada, e que tragam melhores condições ao cliente.

Nesta fase poderão surgir aplicativos que fazem gestão financeira, simulações de crédito, investimentos, empréstimos em diversas instituições, com base na movimentação financeira do consumidor e em outras informações que poderão ser agregadas.

Os consentimentos dos clientes serão dados sempre por meio eletrônico e dentro do ambiente de autenticação do banco. Não será solicitada nenhuma informação ao cliente que o banco já não tenha. Será uma jornada que envolverá dois participantes: uma instituição que está oferecendo um produto, e que irá buscar o consentimento expresso e explícito do cliente; e a instituição com a qual o cliente tem relacionamento e irá compartilhar os dados a pedido dele após autenticação no aplicativo do banco. Todos estes consentimentos serão dados de forma eletrônica e na tela do celular ou do computador, de forma muito intuitiva e simples.

O cliente saberá qual instituição receberá seus dados, a origem da instituição de onde o dado está sendo compartilhado, e por quanto tempo isto irá ocorrer. A autorização é por tempo determinado e para uma finalidade específica, e a qualquer momento o cliente poderá cancelar aquele consentimento.

A segunda fase do Open Banking será implementada de maneira escalonada. O objetivo é que a partir de 13 de agosto ocorra o aumento gradativo de troca de informações, base de clientes e horários de funcionamento do sistema para garantir que o processo seja feito da maneira mais segura e eficiente possível.

Nas quatro primeiras semanas (de 13/08 a 12/09), as instituições poderão iniciar as trocas de informações cadastrais dos clientes, como endereço, renda e dados pessoais. No período de 13/09 a 26/09 terá início a troca de informações relacionadas a contas de movimentação. De 27/09 a 10/10 poderão ser trocadas informações de operações de crédito e de cartões de crédito. E a partir de 11/10, todas as APIs estarão em funcionamento 24 horas por dia, 7 dias por semana.

Os bancos começaram a se preparar para a chegada do Open Banking em 2018, com a contratação de equipes especializadas e montagem de times internos para domínio do assunto. “A FEBRABAN também tem promovido grupos de trabalho técnicos para aprofundar o tema e vem contribuindo com recomendações técnicas e operacionais para trazer maior fluidez e segurança ao funcionamento do sistema”, diz Isaac Sidney.

As outras fases

O pontapé inicial de implementação do Open Banking foi dado em 1º de fevereiro pelas instituições participantes de informações sobre seus canais de atendimento – como endereços das agências, horários de funcionamento e os canais oferecidos para atender clientes, como os telefônicos e digitais (internet banking e mobile banking).

Na primeira fase também entraram os dados e as características sobre os produtos e serviços oferecidos, como, por exemplo, tipos de contas, empréstimos e financiamentos que cada um dos participantes oferece ao seu cliente. O acesso a estas informações é público e os dados do consumidor não entraram nesta fase.

A partir desta primeira fase, é possível o surgimento no mercado de soluções que façam a comparação entre produtos e serviços. Por exemplo: um aplicativo que compare produtos e taxas cobradas entre diferentes instituições.

Na terceira fase de implementação do Open Banking, prevista para começar em 30/08, será possível que o cliente pague contas e faça transferências bancárias fora do internet banking ou do aplicativo do banco, por meio de um aplicativo intermediário. Um modelo de negócio poderá aparecer no comércio eletrônico: por exemplo, ao comprar em um site de e-commerce será possível dar consentimento para um pagamento ou uma transferência dentro do próprio site de vendas, sem precisar acessar diretamente o aplicativo ou o site do banco.

A partir de 30/08, as transferências via Pix serão as primeiras a permitirem estas transferências eletrônicas através do Open Banking. Em 15/02/22 será a vez das transferências via TED e transferências eletrônicas entre contas de uma mesma instituição. Os boletos entrarão no Open Banking em 30/03/22, e em 30/09/22, será a vez do serviço de débito de conta começar a ser compartilhado entre os participantes. O serviço de encaminhamento de proposta de operação de crédito está previsto para 30/03/22.

A quarta fase, que começará em 15 dezembro de 2021, e ainda em discussões técnicas entre os participantes, se refere ao compartilhamento dos demais dados financeiros do cliente, como os de produtos e serviços de operações de câmbio, investimentos, seguros e contas-salário. Esta fase acontecerá em duas etapas: em dezembro deste ano, as instituições poderão compartilhar informações de produtos e serviços ofertados, não envolvendo dados de clientes. Dados financeiros pessoais do usuário que envolvam câmbio, investimentos, seguros e Previdência entrarão no Open Banking a partir de 31 de maio de 2022.

“Com a fase 4, teremos a consolidação da implementação de todo o cronograma do Open Banking. Mas é importante lembrar que o sistema, que gera uma série de oportunidades e novos negócios, estará em constante evolução e exigirá investimentos contínuos dos participantes ao longo do tempo, com pleno potencial para revolucionar os produtos e serviços em nosso mercado financeiro”, afirma Leandro Vilain, diretor executivo de Inovação, Produtos e Serviços Bancários da FEBRABAN.

Segurança

Todas as operações do Open Banking ocorrem em um ambiente com diversas camadas de segurança, seguindo padrões consolidados no sistema bancário.

Além disso, o setor financeiro é regulado e fiscalizado pelo Banco Central, está empenhado em adotar medidas para garantir a privacidade e a segurança de dados pessoais, e ainda conta com os controles necessários para tratamento de dados que envolvem sigilo bancário. Os bancos investem anualmente cerca de R﹩ 25,7 bilhões em tecnologia, sendo que deste total, 10% são voltados para a cibersegurança.

Saiba mais sobre Open Banking

O que é Open Banking?

O Open Banking é um modelo de serviço que permite que os clientes solicitem o compartilhamento de seus dados pessoais e bancários com terceiros, de forma segura e digital, mediante sua expressa autorização. Estas informações podem ser usadas para oferecer ao consumidor melhores ofertas de produtos e serviços personalizados e com melhores custos. O Open Banking funciona no Brasil sob regulação do Banco Central. O sistema trabalha por meio de APIs (interfaces de programação de aplicações), que fazem a conexão entre as instituições participantes e permitem a troca de informações entre elas de uma maneira padronizada.

Quem irá participar do Open Banking?

É obrigatória a participação dos grandes e médios bancos do país classificados no segmento S1 (com porte igual ou superior a 10% do Produto Interno Bruto, ou que exerçam atividade internacional relevante, independentemente de seu porte) e do segmento S2 (porte inferior a 10% e igual ou superior a 1% do PIB). Para as demais instituições, a participação é facultativa.

Para iniciação de transação de pagamento, é obrigatória a participação das instituições iniciadoras de transação de pagamento e instituições detentoras de contas.

Como o Open Banking será implementado no Brasil?

O cronograma do Open Banking terá quatro fases de implementação. O Banco Central, através da resolução nº 109, atualizou as datas regulatórias de implementação do Open Banking, que agora se estenderá até setembro de 2022.

– Na primeira fase (1º de fevereiro), os participantes divulgaram informações de seus produtos e serviços e as características de seus produtos financeiros (exemplos: número de agências, endereços, telefones, produtos e serviços oferecidos aos clientes, assim como taxas e tarifas cobradas). Os dados ficam disponíveis publicamente para consultas e empresas terceiras podem desenvolver aplicativos que façam comparações entre as instituições participantes.

– Na segunda fase (13 de agosto) poderão ser compartilhados dados de clientes entre os participantes (informações de cadastro, de contas e operações de crédito). O compartilhamento das informações só poderá ocorrer com a autorização expressa do cliente. A troca de informações permitirá que o consumidor receba propostas financeiras de outras instituições, simulações de empréstimos e financiamentos entre diferentes participantes do sistema, ampliando assim, suas opções de escolha.

– A terceira fase, (30 de agosto), se refere aos serviços de iniciação de transação de pagamentos – nesta etapa deverão surgir serviços que possibilitem ao cliente fazer uma transferência ou um pagamento fora do aplicativo bancário ou do internet banking. Em 30 de agosto, as transferências via Pix entrarão no Open Banking. Em 15 de fevereiro de 2022 será a vez das transferências via TED e transferências eletrônicas entre contas de uma mesma instituição. Os boletos entrarão no Open Banking em 30 de junho do próximo ano, e em 30 de setembro, será a vez do serviço de débito de conta começar a ser compartilhado entre os participantes. O serviço de encaminhamento de proposta de operação de crédito está previsto para 30 de março do próximo ano.

– A quarta fase, (15 dezembro), e ainda em debate entre os participantes, se refere ao compartilhamento dos demais dados de produtos e serviços e de transações feitas pelos consumidores, como de operações de câmbio, investimentos, seguros e contas-salário. Esta fase acontecerá em duas etapas: em dezembro deste ano, as instituições poderão compartilhar informações que não envolvam dados de clientes. Informações financeiras do usuário que envolvam câmbio, investimentos, seguros e contas-salário entrarão no Open Banking a partir de 31 de maio de 2022.

Geração Z foi a que mais economizou na pandemia

A geração Z, que reúne os jovens na faixa etária até 24 anos, foi a que, numericamente, mais economizou em 2020, ano marcado pelas medidas de isolamento social e a crise econômica decorrentes da pandemia do novo coronavírus. No total, 50% desse público conseguiu segurar os gastos, quase 13 pontos percentuais acima dos millennials (25 a 40 anos), aproximadamente 16 pontos de vantagem sobre a geração X (41 a 56 anos) e o dobro dos boomers (57 a 75 anos).

Os resultados fazem parte da quarta edição da pesquisa Raio X do Investidor Brasileiro, realizada pela ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) em parceria com o Datafolha, que ouviu 3,4 mil pessoas da população economicamente ativa, das classes A, B e C em todas as regiões do país.

Os “Zs” se destacam frente a todas as outras gerações quando o assunto é economia durante a pandemia: enquanto 50% desse público economizou em 2020, o percentual chegou a 36,7% entre os millenials; 34,1% na geração X; e 25,2% entre os boomers. Os mais jovens também superaram a média de 36% dos que economizaram em 2020, quando considerada todas as faixas etárias do levantamento.

“Muitos integrantes da geração Z ainda moram com os pais ou voltaram para a casa dos pais na pandemia. É também uma geração nativa digital mais acostumada com a vida online, com um perfil de gastos menor do que as outras gerações mesmo antes da pandemia”, analisa Marcelo Billi, superintendente de Comunicação, Certificação e Educação de Investidores da ANBIMA.

Quando perguntados sobre como conseguiram economizar, a diminuição de gastos, principalmente deixando de sair, frequentar bares e restaurantes e usar o carro, se destacou entre os entrevistados da geração Z: 27,7% dos integrantes desse grupo diminuíram os gastos na pandemia, um desempenho melhor do que os millennials (20,3%); a geração X (19,8%); e os boomers (13,2%).

Outro motivo foi a diminuição de compras desnecessárias: 17% dos jovens da geração Z adiaram a compra de algo que não era urgente, contra 7,8% dos millenials; 7,3% da geração X; e 5,5% dos boomers.

No quesito controle de despesas, todas as gerações empataram, com exceção dos boomers: 8,1% da geração Z disse ter revisto essas linhas do orçamento; frente a 7,9% da geração Z; 7,5% dos millenials; e apenas 4% dos boomers.

Dos 3.408 entrevistados pelo Datafolha, 18,5% fazem parte da geração Z, o que representa aproximadamente 19,1 milhões de brasileiros. Os millennials respondem por 35,2% dos participantes, ou 36,5 milhões de pessoas – individualmente, o maior público do levantamento. A geração X, por sua vez, representa 24,8% dos ouvidos (o equivalente a 25,7 milhões da população brasileira), enquanto os boomers somam 20,6% da amostra – ou 21,4 milhões de brasileiros.

TOTVS anuncia programa de estágio com 125 vagas em nove cidades brasileiras

A TOTVS, maior empresa de tecnologia do Brasil que oferece soluções para aumentar a produtividade dos negócios, anuncia o lançamento de seu programa de estágio . São 125 vagas abertas para estudantes das áreas de tecnologia e design, para posições de developers, suporte técnico e UX (experiência do usuário). As inscrições podem ser realizadas até o dia 10 de setembro.

As vagas estão disponíveis para candidatos de nove cidades brasileiras: Assis (SP), Belo Horizonte (MG), Caxias do Sul (RS), Cianorte (PR), Goiânia (GO), Joinville (SC), Ribeirão Preto (SP), Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP). É importante que os candidatos tenham disponibilidade para trabalhar 30 horas por semana.

“A TOTVS é uma grande apoiadora do crescimento e da produtividade do mercado de tecnologia do Brasil, e por isso é um orgulho abrir as portas para ampliar o número de profissionais capacitados para esse setor, apoiando a qualificação de estudantes que, ainda na faculdade, podem aprender na prática fazendo parte da maior empresa de tecnologia do Brasil. E para TOTVS o ganho também é gigante: afinal inovação faz parte do nosso DNA, e certamente estes estudantes chegarão para ajudar ainda mais nesse processo”, comenta Izabel Branco, vice-presidente de Relações Humanas da TOTVS.

Para as vagas de developers e suporte técnico, os candidatos devem estar matriculados em cursos de formação em Análise de Desenvolvimento de Sistemas, Tecnologia da Informação, Ciências da Computação, Engenharia de Software ou áreas correlatas. Já aqueles que se interessarem pelas vagas voltadas para a área de UX, os estudantes devem estar cursando Web Design, Design Gráfico ou outras áreas correlatas. Para ambas as áreas, os estudantes devem ter a previsão de conclusão do curso entre dezembro de 2022 e julho de 2023.

“Como a TOTVS se preocupa com questões de diversidade, inclusão e equidade de gênero, queremos encorajar as meninas que estudam na área de tecnologia a também se candidatarem para o programa”, completa Izabel.

Após a inscrição, os candidatos passarão por uma etapa de testes online e, com a aprovação nesta etapa, seguirão para entrevistas com o RH e, em seguida, com gestores da TOTVS. As inscrições podem ser feitas até o dia 10/09 no link: https://www.totvs.com/trabalhe-conosco/programa-de-estagio/

Fintech Transfeera é selecionada para programa de aceleração de empresas da Endeavor

A Transfeera, fintech open banking de gestão e processamento de pagamentos para empresas, participa da 2ª edição de 2021 do Scale-Up Endeavor Nacional, programa de aceleração de empreendedores e empreendedoras que estão à frente de negócios com grande potencial de crescimento. Pelos próximos cinco meses, a fintech contará com o apoio da rede de mentores da Endeavor.

A fintech, que já havia participado da edição de Santa Catarina do programa em 2020, comenta sobre a oportunidade do nacional deste ano: “É uma honra contar com o reconhecimento da Endeavor, além das conexões e da rede de mentores que isso nos proporciona, que com certeza vão nos auxiliar a escalar ainda mais o negócio”, relata Guilherme Verdasca, CEO da Transfeera.

Durante o primeiro semestre do ano, o programa da Endeavor acelerou 204 empreendedoras e empreendedores à frente de 101 scale-ups de 17 estados do Brasil.

Duas vagas para um candidato: Empresas de tecnologia disputam talentos, indica Revelo

As oportunidades de emprego costumam ter uma concorrência muito alta. Porém, para quem está nesta disputa na área de tecnologia encontra um outro cenário: a proporção é de um profissional para duas vagas, colocando as empresas em competição para conquistar talentos. Esse levantamento foi feito pela Revelo, startup líder de recrutamento em tecnologia para a América Latina, que avaliou 45 mil postos de trabalho em aberto.

“Essa análise indica uma dificuldade das empresas encontrarem profissionais capacitados para preencher essas lacunas e coloca as companhias numa espécie de corrida para quem consegue o melhor profissional”, declara Lachlan de Crespigny, co-fundador da Revelo.

De acordo com o executivo, essa baixa concorrência entre candidatos, ao mesmo tempo que favorece o aumento de salários – uma alta de 55% em março de 2021, atrapalha a retenção de talentos nas empresas.

Invés dos especialistas precisarem se destacar, é a vez das companhias oferecerem motivos para serem escolhidas. “Temos enxergado cada vez mais empresas engajadas em oferecer uma gestão humana, com flexibilidade de horário e local de trabalho. Pacotes de benefícios são importantes. Além do plano de saúde e do vale alimentação, diferenciais como plano de carreira e parcerias com academias de ginástica e incentivo para capacitação tem peso importante na decisão”, explica Crespigny.

Para os candidatos, ainda é necessário ter mais habilidades e competências, chamadas de soft skills, além de ser especialista e se identificar com os valores da empresa, para que esteja sempre melhor posicionado durante o processo seletivo. Os hard skills, como são denominados as técnicas de linguagens de programação, conhecimento de outros idiomas, etc., também são diferenciais que aumentam a competitividade.

“Para acompanharem as constantes transformações do setor, os candidatos precisam investir em sua carreira. Os cursos de capacitação são bem avaliados e podem abrir um leque de oportunidades de trabalhos. Aptidões como nível de inglês, conhecimentos técnicos aplicados na área de atuação e estar antenado nas notícias e novidades do setor são imprescindíveis”, finaliza Lachlan.

Fintech Paketá anuncia a abertura de 22 vagas no modelo anywhere office

A Paketá , fintech que oferece crédito consignado para colaboradores de empresas, acaba de anunciar a abertura de 22 vagas, todas as posições são para atuar no modelo anywhere office – trabalhe onde quiser. As oportunidades são para os cargos de Gerente de Marketing, SDR- Sales Development Representative, Gerente de Produto, Product Designer (UX UI), SRE/DevOps, Tech Lead, Desenvolvedor Backend Node JS, Desenvolvedor Frontend- React, Analista de Triagem e Atendimento, Analista de Departamento Pessoal e Analista de Recrutamento e Seleção (com foco em vagas de tecnologia).

A empresa busca pessoas antenadas no mundo da tecnologia, com interesse no universo financeiro, proativas, ágeis, com boa comunicação e conhecimento nos cargos de interesse. “Em menos de 02 anos de operação, construímos uma empresa de tecnologia relevante que atua com Crédito Consignado, emprestando para funcionários CLT de todo o Brasil. O volume de dados e o número de clientes impactados crescem a cada dia, por isso, buscamos pessoas que busquem trabalhar em um ambiente onde excelência técnica e transparência são os fatores chave da nossa cultura. Muito mais do que crédito pelo crédito, nosso modelo de crédito contextualizado faz a diferença para os clientes. Esperamos ter novas pessoas entrando no time que possam se desenvolver junto com a gente e entregar soluções cada vez mais inovadoras com uso intensivo de tecnologia”, conta Fabian Valverde, CEO da Paketá.

As contratações contemplam os benefícios de Vale Refeição, Assistência Médica, Cultura colaborativa e de aprendizados, Crescimento Acelerado e Remuneração variável. Para se ter acesso aos pré-requisitos específicos de cada vaga basta acessar o link: Paketá Handbook (paketa.com.br)

Amadeus fortalece equipe no Brasil e planeja impulsionar investimentos

A Amadeus Capital Partners, empresa de venture capital com uma longa trajetória de suporte a empresas inovadoras e de alto crescimento, está consolidando sua presença na América Latina, região na qual investe desde 2013. Para avançar nessa expansão, a empresa conta com a presença de uma nova sócia em São Paulo, Beatriz Amary, que traz para a equipe quase 20 anos de experiência em investimentos de private equity na América Latina. A Amadeus espera investir cerca de US$ 150 milhões na região nos próximos cinco anos.

No Brasil, a Amadeus já tem dois investimentos de sucesso – a Creditas, plataforma de empréstimos online, uma das líderes em sua área de atuação, que recentemente levantou US$ 255 milhões em uma avaliação próxima a US$ 2 bilhões, e a Descomplica, a primeira faculdade exclusivamente digital do Brasil. Quatro setores estão no radar da empresa, todos em rápida transformação devido à inovação tecnológica: fintech, edtech, SaaS e comércio eletrônico de última geração. Em cada um desses setores, a Amadeus vê potencial para gerar retornos financeiros e, ao mesmo tempo, criar impacto positivo, especificamente nas áreas de inclusão financeira, educação e desenvolvimento de pequenas e médias empresas.

“Estou muito animada em trabalhar com a Amadeus, uma empresa de investimento realmente focada em tecnologia de ponta, no ambiente atual de transformação digital. A missão da Amadeus é construir empresas globais a partir de novas ideias e oferecer retorno aos investidores. Tenho orgulho de fazer parte de uma equipe que traz know-how e relacionamentos para ajudar empreendedores a construir grandes empresas. Existe uma lacuna no mercado de investidores privados de growth stage que atendem as necessidades de empresas impulsionando a transformação digital, e este é um momento de oportunidade para os investidores”, afirma Beatriz.

A contratação de Beatriz segue a de Kai Schmitz, baseado em Bogotá (Colômbia), que ingressou na Amadeus em 2020 após liderar os investimentos de fintech na América Latina para o IFC. Beatriz e Kai se juntam a Pat Burtis, parceiro de longa data da Amadeus, para reforçar uma estratégia dedicada para a América Latina. Ao todo, esta equipe já investiu com sucesso mais de US$ 300 milhões em empresas em diversos estágios de crescimento na América Latina.

“A economia latino-americana está passando por uma transformação digital holística e os investimentos de venture capital na região cresceram cinco vezes desde 2016. Depois de um início mais lento do que outros mercados como a Ásia, os consumidores e empresas latino-americanos estão agora adotando rapidamente os serviços digitais em todos os aspectos da sociedade. O comércio eletrônico, por exemplo, cresceu 36,7% na América Latina em 2020, o maior crescimento do mundo. Com um profundo conhecimento das tecnologias que estão sendo desenvolvidas pelas empresas de seu portfólio, a Amadeus está apoiando empreendedores para vencer”, afirma Beatriz.

Como uma das poucas mulheres do setor no Brasil, Beatriz também está entusiasmada por ingressar em uma empresa liderada por mulheres. A CEO e cofundadora da Amadeus, Anne Glover, está comprometida com a estratégia da América Latina e trará mais experiência para o Comitê de Investimento. Para Anne Glover, “Beatriz Amary traz muita experiência e uma ótima rede de contatos na região. Tendo visto como a tecnologia transformou a Europa nas últimas duas décadas, estamos incrivelmente entusiasmados com a enorme oportunidade de investimento, uma vez que a mesma revolução tecnológica está ocorrendo na América Latina “.

Synapses Holding SA abre 100 vagas na área de tecnologia em regime home-office

A Synapses Holding SA, conglomerado formado por nove empresas com foco em criar conexões inteligentes entre soluções tecnológicas, varejo e indústria nacional, está com vagas abertas para profissionais que se identificam com a cultura da empresa, focada no investimento e desenvolvimento de novas tecnologias. A companhia iniciou o processo seletivo pela Taqe – plataforma de recrutamento e seleção digital que usa inteligência de dados e é 100% online.

São 100 vagas na área de tecnologia como Java Developer, Product Owner, Analista de Produtos, Scrum Master, entre outras e todas as oportunidades são de regime home-office. O salário e o pacote de benefícios são negociados diretamente com a empresa. Todos os pré-requisitos mais específicos – como conhecimento em HTML 5, Linux, programação, entre outros – é possível encontrar nas descrições das vagas aqui e as inscrições já estão abertas.

Todo o processo seletivo acontecerá via aplicativo da Taqe. Para conferir as vagas, basta acessar a página da empresa na Taqe, aqui. Sua jornada para as inscrições é rápida e simplificada!

Augusto Garcia é o novo vice-presidente global de estratégia e inteligência de negócios da WebSIA

 A WebSIA, um e-Marketplace de soluções de inovação em nuvem, anuncia Augusto Garcia como vice-presidente global de estratégia e inteligência de negócios da empresa. Profissional com vinte anos de experiência internacional em inovação digital, fortalecerá a oferta e ampliação de novas soluções disruptivas da WebSIA. “Augusto Garcia irá acelerar a expansão dos nossos negócios a nível global. Sua visão sobre tendências e estratégias de mercado nos ajudará a desenhar soluções ainda mais capazes de agilizar os negócios dos nossos clientes”, diz Rodrigo Santos, vice-presidente de inovação da empresa.

Garcia atuou durante dez anos na empresa norte-americana LivePerson como líder de design e arquitetura de produtos e embaixador da marca. Nessa posição, ajudou a tornar a LivePerson um benchmark global em messaging baseado em inteligência artificial e nuvem, oferta usada para estreitar o relacionamento online entre empresas e clientes. A plataforma LivePerson é uma das soluções do portfólio da WebSIA

Na visão de Augusto Garcia, o mundo pós-covid exige que as organizações usuárias estejam continuamente reinventando seus negócios. “Para ajudar nossos clientes nessa jornada, estamos reunindo as tecnologias oferecidas pela WebSIA no Brasil, na América Latina e no mundo em uma ampla gama de soluções focadas e disruptivas”, observa. Até o final de 2021 serão desenhadas grandes soluções WebSIA, ofertas capazes de endereçar os mais variados e específicos desafios de cada organização. “Trata-se de uma abordagem consultiva em que o foco da solução WebSIA é o user case de cada cliente e suas metas de crescimento de negócios e serviços. A partir daí, ofereceremos respostas que incluem algumas das tecnologias mais inovadoras do mundo”.

A WebSIA diferencia-se por buscar de forma incessante nos principais “Vales do Silício” do mundo, tais como América do Norte, Europa e Ásia, soluções que revolucionam a vida de países, empresas e pessoas. Em 2016, a WebSIA trouxe ao Brasil a solução de videoconferência Zoom, ajudando a criar um mercado que explodiu com a pandemia. Hoje, a WebSIA é a maior parceira da Zoom no Brasil e América Latina. “A inteligência WebSIA utiliza tecnologias como o Zoom como parte de soluções totalmente integradas com outras plataformas digitais, prontas para acelerar a produtividade e os ganhos das empresas e instituições”, define Garcia.

Aderência à cultura de cada organização

Uma das novas soluções que estão sendo desenhadas por Garcia diz respeito à CX (Customer Experience, experiência do cliente) oferecida pelas organizações tanto em seus canais digitais como físicos. Os consultores WebSIA analisam os desafios da corporação em relação a esse ponto e desenham uma oferta customizada para cada contexto, reunindo o que há de mais avançado em tecnologias omnichannel, conversational cloud, bot meeting, bot manager, mensagens assíncronas e feedback (coleta de sinais digitais que evidenciam e mensuram a experiência do cliente com a marca). “Entregamos uma solução sem atrito, em que os conectores e APIs entre tecnologias muito diferentes entre si são desenvolvidos, testados e implementados pelo time WebSIA. O fato de nossa oferta incluir, também, o treinamento e o suporte aos usuários finais aumenta ainda mais a aderência das soluções WebSIA à cultura de cada organização”.

Setor logístico começa a se preparar para as vendas na Black Friday

Pode parecer que ainda falta muito tempo, mas a Black Friday desde ano vai chegar em um piscar de olhos. Em 2021, a inauguração das promoções natalinas terá início em 26 de novembro, e a expectativa é de grande movimentação nos e-commerces. Essa mudança do comportamento do consumidor brasileiro, incentivada especialmente pelo isolamento social e a pandemia, fez com que a última edição da Black Friday fosse a “mais digital da história”, de acordo com dados da Neotrust/Compre&Confie. 

Este ano não deve ser diferente. Mesmo com o retorno de comércios e shoppings, o consumidor brasileiro se adaptou rapidamente ao e-commerce e passou a comprar todo tipo de produto pela internet. No ano passado, as vendas online tiveram um crescimento de 47%, a maior alta dos últimos 20 anos. Somente na véspera e no dia da Black Friday, o relatório da Neotrust aponta que foram feitos 7,6 milhões de pedidos com ticket médio de R$ 668,70, e o faturamento total apenas do dia da Black Friday foi de R$ 3,86 bilhões.

Com tanta expectativa, as empresas logísticas precisam se organizar com antecedência para atender à alta demanda de entregas do fim do ano. Além da Black Friday, o Natal também impulsiona as compras online, fazendo dos meses de novembro e dezembro um período bastante movimentado para as transportadoras.

Segundo o CEO do grupo logístico MOVE3, Guilherme Juliani, é importante que os lojistas estejam preparados para demandas maiores que o normal: “Além de planejar e organizar o estoque, ter uma parceria com transportadoras de confiança e que sejam capazes de cumprir prazos é essencial. A etapa final da compra, a entrega dos produtos, é determinante para a fidelização dos clientes. Se o produto chegar no tempo certo, em bom estado, tudo isso faz com que o consumidor retorne ao e-commerce no futuro”.

Tecnologia

Outro ponto destacado por Juliani é em relação às próprias empresas logísticas. O e-commerce já vinha crescendo nos últimos tempos, e cada vez mais brasileiros vinham aderindo às compras online; no entanto, a pandemia acelerou esse processo de forma bastante intensa. “Se as empresas logísticas não estavam se modernizando e se preparando para o crescimento antes do boom do e-commerce de 2020, foram pegas de surpresa. A Moove+, uma das empresas do grupo, passou de 3,5 milhões para quase 10 milhões de entregas por mês em um ano. Isso só foi possível por já estarmos preparados para isso”, avalia.

No caso do Grupo MOVE3, o investimento em tecnologia operacional já tinha sido feito: em 2019, diretores da empresa fizeram uma viagem à China para conhecer as instalações de grandes players do setor, como a Ali Express e a VIP. “Trouxemos a tecnologia que eles usam lá para as nossas atividades. Claro que a proporção de uma Ali Express é gigante, mas só é possível porque eles têm o equipamento necessário. Já estávamos nos preparando para o crescimento.”

Ainda no mesmo ano, foram adquiridos 200 robôs automatizados e uma esteira cross-belt de 800 saídas que permite a roteirização de 17 mil pacotes por hora. Os equipamentos já estão em funcionamento no campus sede do grupo, em São Bernardo do Campo (SP).

Logística reversa

Em épocas em que o consumo é maior, como a Black Friday, é possível que mais clientes necessitem do serviço de logística reversa, para troca ou devolução de produtos. De acordo com Juliani, essa é uma das maiores preocupações dos consumidores: “Nem sempre a logística reversa é feita corretamente, e isso causa muito estresse para quem compra um produto que não serviu ou veio com algum defeito de fábrica. Essa etapa é essencial para garantir uma boa experiência de compra”.

Essa é uma etapa que vem ganhando cada vez mais atenção por parte do setor logístico, tanto para atender às necessidades do comprador final quanto das empresas vendedoras. “Nosso processo de logística reversa faz o retorno dos produtos que são devolvidos por desistência da compra, troca e também pelo descarte correto. Por meio de agendamento, o cliente pode escolher a melhor hora para fazer a devolução em um dos nossos 280 pontos, sejam franquias ou filiais. Tudo é feito com segurança e rastreabilidade garantida”, finaliza o executivo.

Eletrolar Show marca a retomada dos encontros de negócios face-to-face e impulsiona o mercado de eletroeletrônicos

Dois anos se passaram sem que os executivos e empreendedores da indústria de eletroeletrônicos pudessem se encontrar. Nesse período, o mercado mudou, se transformou e evoluiu.

Agora, com o avanço da vacinação, o setor comemora a possibilidade de voltar a fazer reuniões presenciais. Anualmente, a Eletrolar Show patrocina o encontro de varejistas de todo o Brasil com os principais fabricantes da indústria nacional e internacional. “O Brasil tem redes fortes de varejo regional em todos os Estados e – na maioria dos casos – a Eletrolar Show é a única oportunidade de encontro face-to-face do ano”, afirma Carlos Clur, presidente do Grupo Eletrolar.

De acordo com Clur, o relacionamento entre indústria e varejo é fundamental nesse momento, principalmente porque a perspectiva é de forte retomada da Economia neste semestre. “É na feira que surgem os negócios que são responsáveis pelos produtos que o consumidor encontrará no varejo, no final do ano, tanto nas lojas físicas como no e-commerce.

Em sua 15ª edição, a Eletrolar Show está consolidada como o principal espaço de troca de experiências, ideias e, especialmente, de geração de negócios entre a indústria e o varejo de eletroeletrônicos no Brasil.

A feira, este ano, retoma o seu objetivo de abrir caminho para novos relacionamentos e parcerias, para mostrar novidades em produtos, que poderão ser tocados e experimentados em um espaço seguro, e, acima de tudo, contribuir para a conectividade e bons resultados entre todos os que compõem o segmento.

“Estamos certos de que faremos um evento com o mesmo nível de segurança das reuniões que já acontecem no mundo corporativo e nas compras em shopping centers”, afirma Carlos Clur, ressaltando que serão praticados os mais modernos protocolos de segurança sanitária.

A Eletrolar Show irá ocorrer de 4 a 7 de outubro de 2021 e apresentará lançamentos em eletroeletrônicos, eletroportáteis, smartphones, drones, produtos de TI, mobilidade, monitoramento e equipamentos para a “casa conectada” de marcas consagradas.

Como nos anos anteriores, serão convidados pelo Grupo Eletrolar compradores que representam 30 mil pontos de venda de todo o País. Totalmente adaptada ao novo momento corporativo, haverá também a possibilidade de reuniões online, em casos específicos, tornando a 15ª edição alinhada com os tempos atuais.

ELETROLARSHOW 2021

Data: 4 a 7 de outubro de 2021

Onde: Transamérica Expo Center SP

Informações: https://www.eletrolarshow.com

Banking Revolution: a transformação no mercado financeiro está só começando

Por Carlos Netto, CEO e cofundador da Matera

Produtos e serviços financeiros nunca estiveram tão presentes em nossas vidas. Abrir uma conta digital é tão fácil quanto criar um novo e-mail, realizar um pagamento pode ser mais rápido do que enviar uma mensagem de texto e até mesmo dar início à própria fintech deixou de ser algo improvável, mesmo para quem não tem muita familiaridade com o segmento.

Tudo isso caracteriza um momento muito especial no mercado financeiro brasileiro, no qual as instituições e a população estão protagonizando uma grande transformação, pautada principalmente pela inovação, competitividade, interoperabilidade e redução das barreiras de acesso. Por isso, chamar esse movimento de Banking Revolution é bastante apropriado – as mudanças estão acontecendo rapidamente, alterando de forma drástica as relações de todos os players deste grande ecossistema, que por muito tempo foi conservador.

Se antes só contávamos com os bancões tradicionais para guardar nosso dinheiro, fazer investimentos ou obter empréstimos, por exemplo, hoje o leque é bastante variado. A ascensão das fintechs na última década é um dos grandes motivos – são mais de 1000 instituições que se encaixam nesse perfil atualmente, oferecendo produtos e serviços financeiros na ponta, mas tendo a tecnologia em seu core. Os bancos digitais também deixaram a disputa pelos clientes acirrada e não é raro encontrarmos correntistas que nunca estiveram em uma agência física – são tempos que ficaram para trás, tempos cringe.

As empresas do varejo também vêm puxando essa revolução, criando suas próprias contas digitais e aproveitando para rentabilizar as milhões de transações geradas por seus clientes, colaboradores e toda cadeia de valor diariamente. Nada mais conveniente para o cliente final – você acessa o app da sua loja favorita, faz o pedido e paga pelo produto ali mesmo, com sua conta digital da própria loja e ainda ganha descontos por isso. Para as empresas, é mais controle sobre os dados e o dinheiro. Para os clientes, mais agilidade e praticidade.

Com esse modelo, tudo passou a ficar concentrado no mesmo ambiente: marketplace, pagamento e publicidade – modalidades que antes estavam segregadas. Os pagamentos não acontecem mais somente pelos bancos ou por meio de intermediários, a publicidade dos produtos não está mais restrita aos veículos tradicionais e os produtos não são encontrados exclusivamente nas lojas. Gosto de imaginar um futuro, não muito distante, no qual poderemos eventualmente colocar no mesmo carrinho de compras online uma garrafa de leite, uma peça de roupa e um CDB. Imagine só?

E essa “fintechzação” vai além, atingindo as empresas de telecomunicação, bens de consumo e serviços. Um dos grandes responsáveis por permitir que essas contas tão variadas estejam conectadas é o Pix, que viabilizou o surgimento do que venho chamando de Internet das Contas. Fazer transferências entre bancos e fintechs ou pagar contas de luz, água ou gás pelo app de qualquer fintech ou banco só é fácil hoje em dia por conta da rede de Pagamentos Instantâneos. O Pix conectou diretamente todas as contas transacionais, sem intermediários, habilitando um ambiente altamente inovador e competitivo.

O melhor de tudo foi a possibilidade de inserir a população desbancarizada no sistema financeiro com uma tecnologia acessível e de uso fácil. “Fazer um Pix” se tornou parte do nosso dia a dia. Como o Breno Lobo, um dos responsáveis pelo Pix no Banco Central, já comentou, suas possibilidades são tão vastas que o fato de ser instantâneo chega até a ser secundário.

O Banking Revolution conta ainda com diversos outros propulsores, que vêm ganhando mais atenção da mídia recentemente: temos o Open Banking, que já está dando seus primeiros passos, e a Moeda Digital (CBDC), que chegará nos próximos anos – novidades que serão complementares aos modelos citados previamente e que contribuirão ainda mais com a digitalização do sistema financeiro e com a experiência do cliente final.

Muitos me perguntam se acredito que os bancos tradicionais são os grandes prejudicados nesse novo contexto. Sempre respondo que “não”, pois acredito que terão a chance de se posicionar como verdadeiras plataformas. Além disso, gosto de reforçar a importância de uma postura que vá além da preocupação apenas com os regulatórios, mas que se dedique a identificar novas oportunidades de negócio, inclusive por meio de parcerias com fintechs.

Por fim, não podemos deixar de mencionar a liderança do Banco Central. Com a Agenda BC#, o órgão regulador vem promovendo a inovação, concorrência e inclusão, com um ritmo acelerado e de forma colaborativa com as instituições e a sociedade. Incentivando o diálogo e focando na melhoria de vida da população por meio da evolução do nosso sistema financeiro, a autarquia desempenha um papel essencial no Banking Revolution.

São muitos assuntos quentes, que seguem em plena evolução. A revolução está em curso, mas ainda longe de acabar. Os próximos anos serão intensos e de muitas novidades – utilizar e trabalhar com produtos e serviços financeiros fará cada vez mais parte das nossas rotinas. Você já percebeu como as coisas estão mudando? Então se prepare, porque estamos só no começo!

*Carlos Netto é cofundador e CEO da Matera. Possui mais de 30 anos de experiência na transformação digital do mercado financeiro, especialista em Banking, Fintechs e Pix.

Programa da Trend Micro abre o mercado de cibersegurança para jovens talentos

A Trend Micro, líder mundial em soluções de cibersegurança, está com inscrições abertas para o Programa de Certificação em Segurança de TI. O objetivo é qualificar recém-formados em ciência da computação com o conhecimento prático e as habilidades necessárias para aproveitar as oportunidades de trabalho em engenharia de sistemas e vendas na indústria de segurança de TI. A experiência do jovem também pode ser considerada no lugar do diploma.

Batizado de CPTIS, o programa de treinamento teve início em 2018 e vai para a quarta edição. As inscrições devem ser feitas até 5 de setembro. A cada etapa são selecionados 20 jovens que durante 7 semanas assistem aulas com professores da própria Trend Micro e de empresas parceiras. Essa é a segunda vez que o curso é realizado 100% online.

“Criamos o programa com dois propósitos. Primeiro ajudar a formar profissionais tanto para reforçar nossas equipes como para fornecer mão de obra para parceiros e clientes. Há milhões de vagas disponíveis em todo o mundo para especialistas em segurança digital. E o segundo aspecto é o social, porque queríamos dar oportunidade a pessoas que dificilmente teriam acesso a empresas e ao mundo da tecnologia, onde há mais perspectivas de crescimento”, explica Miguel Macedo, o diretor de Canais e Marketing da Trend Micro na América Latina.

O CPTIS visa o desenvolvimento de habilidades físicas e sociais para que os participantes se tornem rapidamente eficazes no trabalho. Após um período de orientação inicial, que garante a todos os alunos uma base comum de conhecimento, as aulas concentram-se no domínio técnico (pré-venda e pós-venda).

O currículo inclui os seguintes módulos:

• Fundamentos de Segurança de TI;

• O Mercado de Segurança de TI;

• Portfólio de Produtos Trend Micro;

• Vendendo Segurança de TI;

• Desafios Básicos de Comunicação;

• Técnico (funções de engenharia de pré-vendas e pós-vendas).

Vale ressaltar que os alunos realizam exercícios escritos, orais e em grupo, além de testes. As aulas desta quarta turma começam no dia 20 de setembro. As inscrições devem ser feitas por e-mail. O candidato precisa enviar uma carta de apresentação (PDF – até 500 palavras) contando um pouco sobre sua formação ou experiência em TI e explicando por que tem perfil para participar do programa.

Para mais informações, acesse AQUI .

Clique AQUI para efetuar a inscrição.

Startup de Big Data LogComex recebe aporte de US$ 10,3 milhões de Alexia Ventures e Igah Ventures

A LogComex, startup que oferece inteligência por meio de Big Data para o comércio
exterior, anuncia que recebeu um aporte de US$10,3 milhões – R$ 53,6 milhões pela
conversão atual – em rodada Series A liderada por Alexia Ventures e Igah Ventures, com
participação da Endeavor Scale Up Ventures e dos investidores atuais da companhia.
A empresa, fundada em 2016, começou sua operação trazendo transformação digital para
portos e recintos alfandegados, expandindo depois para operadores logísticos como
agentes de cargas, armadores e companhias aéreas. Com o investimento, existem dois
objetivos claros: aumentar a participação no mercado de importadores e exportadores e
acelerar o processo de internacionalização.

A startup pretende também lançar novassoluções para todos os segmentos de mercado que se conectam com o comércio exterior.”Todas as empresas envolvidas no mercado de comércio exterior carecem de tecnologia,
dados e inteligência, seja para automação de processos ou para informações mais
assertivas”, comenta Helmuth Hofstatter, CEO e cofundador da LogComex. “Existe uma
assimetria muito grande de informações entre os diferentes players da cadeia, tornando o
processo de importação e exportação muito complexo e ineficiente”.


“A LogComex tem tido enorme sucesso com soluções que trazem informação e visibilidade
para o comércio exterior. Temos um time de empreendedores e executivos muito forte,
combinando visão arrojada, foco em execução e tech expertise, focado em levar eficiência
para um mercado que a despeito do tamanho colossal ainda está nos estágios iniciais da
sua digitalização. Com o novo round, a Companhia estará capitalizada para acelerar ainda
mais seu plano de expansão”, explica Thiago Maluf, Managing Director na Igah, Ventures.


Patrick Arippol, co-fundador da Alexia Ventures, acredita no poder dos dados que a
LogComex tem para transformar o comércio exterior. “Acompanho a trajetória do Helmuth e
do Carlos desde o início de 2019. O poder que os dados que a LogComex organiza aliada a
ambição de internacionalização da empresa são transformadores”, completa.


“Ter dados a sua disposição é um dos diferenciais competitivos desse século e a LogComex
está muito bem posicionada para liderar essa transformação no comércio global”, declara
Igor Piquet, Managing Director da Endeavor Scale Up Ventures, que também participou da
rodada. “Além disso, os fundadores estão comprometidos com a construção de um
ecossistema local de apoio ao empreendedorismo, o que para nós é muito importante”.

A startup é líder no mercado de comércio exterior


As soluções que a LogComex oferece transformam processos que, em muitos casos, ainda
são feitos manualmente. “Sem dados assertivos, importadores e exportadores acabam
perdendo tempo e dinheiro nesse processo. A nossa proposta é propiciar essa informação
para melhor tomada de decisão, transformando a maneira como as empresas fazem
negócios”, explica Helmuth.


Para prover a inteligência, a LogComex organiza e enriquece dados de centenas de fontes
distintas, conectando toda a cadeia do comércio exterior. Dessa maneira, a plataforma
possibilita encontrar os melhores fornecedores com menores preços, analisar market-share
e entender qual é o comportamento do mercado. O objetivo é expandir essa tecnologia
também para outros países.


“Hoje, a LogComex já conta com centenas de clientes e milhares de usuários em 4
continentes. Estamos trabalhando para aumentar nossas bases e expandir o negócio
globalmente”, comenta Carlos Souza, COO e co-fundador. “O sucesso das operações de
importação e exportação depende da colaboração de empresas de diversos setores,
incluindo portos, aeroportos, despachantes aduaneiros, agentes de cargas, seguradoras e
instituições financeiras. O que todas têm em comum é que precisam da informação certa na
hora certa e é justamente isso que queremos facilitar”.


Crescimento acelerado

O trabalho vem trazendo frutos. Com essa tecnologia, a empresa apresentou um
crescimento de mais de 300% em receita no último ano e passou de 50 colaboradores no
início de 2020, para mais de 200 em agosto de 2021, mesmo com a pandemia do covid-19.
No período, foi adotado o modelo de home-office e hoje existem colaboradores da empresa
espalhados por 7 estados do Brasil.


“O nosso objetivo é passar da marca de 250 colaboradores até o fim do ano”, comenta
Carlos Souza, COO e co-fundador. “No momento, estamos com mais de 100 vagas abertas
para todos os setores da empresa”. A LogComex alcançou a certificação Great Place To
Work por três anos consecutivos.


Esse é o terceiro maior aporte recebido pela empresa. A última rodada ocorreu em maio de
2020 no valor de de R$ 3 milhões, com os fundos de venture capital Invest Tech e Caravela
Capital. Ambos decidiram aumentar suas participações nesta nova rodada de investimento.
A LogComex também participou, no passado, de um programa de aceleração da ACE
Startups.

Alcatel-Lucent Enterprise e Roost expandem negócios no Brasil

Alcatel-Lucent Enterprise* (ALE), fornecedora líder em soluções de comunicações, redes e nuvem adaptadas aos diversos setores da indústria; e a Roost, empresa nacional de tecnologia especializada em edge computing, automação IoT, networking e segurança cibernética, acabam de fechar parceria para fornecer sistemas em todo o território nacional. Juntas, ALE e Roost atenderão empresas de todos os portes nas verticais de indústria, finanças, saúde, telecomunicações, mídia e entretenimento, energia, defesa, governo, varejo, educação, transporte e logística.

Organização com mais de 35 anos de experiência, quando se chamava Redisul, a Roost se especializou em integrar redes corporativas e hoje tem em seu portfólio sistemas com foco em smart Cities, Smart Companies, Security Operations, Connected Things, Hyper-Converged, Edge e IoT. “Estamos honrados com essa parceria. Acreditamos que as soluções que oferecemos atendem a diversos tipos de demandas que o mercado busca nesse momento em que fomos tomados pela transformação digital. Junto com a Alcatel-Lucent Enterprise vamos desenvolver projetos inovadores, não há dúvidas”, afirma Eliezer Silveira Filho, Managing Director da Roost.

A Alcatel-Lucent Enterprise está em processo de ampliação da base de parceiros no Brasil. “Acreditamos no grande potencial da Roost como canal especializado em redes de dados. Vamos dispor de todo nosso portfólio de soluções e oferecer ao seu time todo o treinamento e suporte necessários para implantação de soluções que promovam a transformação digital”, comemora Sinclair Fidelis, country manager da Alcatel-Lucent Enterprise no Brasil.

A ferramenta de comunicação e colaboração corporativa da ALE, a plataforma Alcatel-Lucent Rainbow™, será um dos fortes diferenciais para soluções em que a Roost desejar oferecer recursos como uso de chat, áudio e vídeo para manter colaboradores sempre conectados, em qualquer lugar, com diversos tipos de dispositivos. Rainbow é uma plataforma de Comunicação como Serviço (CPaaS) baseada em nuvem com arquitetura aberta que opera por meio de um aplicativo em desktops e smartphones. De acordo com Fidelis, “esse é o primeiro passo para o conceito de comunicações unificadas, o que exige uma infraestrutura de TI preparada para a enorme demanda da carga gerada por funcionários que usam cada vez mais dispositivos móveis e aplicações no ambiente de trabalho”.

Motorola abre 45 vagas para profissionais de tecnologia em Jaguariúna, SP

A Motorola está expandindo sua área de P&D e abriu neste mês 45 vagas para atuação no escritório de Jaguariúna, no interior de São Paulo, para atuação em Software Development nas áreas de Mobile Security, Imaging Processing, Câmera, Artificial Intelligence entre outras.

Há vagas para todos os níveis (júnior, pleno e sênior) e os profissionais devem ser formados em Engenharia da Computação, Ciências da Computação, Matemática, Análise e Desenvolvimento de Sistemas e áreas correlacionadas. 

Entre os pré-requisitos, é necessário conhecimento e experiência em Desenvolvimento Web e Mobile, Segurança da Informação, Fotografia Computacional, Engenharia de Software e/ou Arquitetura de Soluções, além de inglês em nível avançado/fluente. O prazo de inscrição é indeterminado – até que todas as posições anunciadas sejam ocupadas. 

“Queremos atrair talentos que sejam apaixonados por tecnologia. Profissionais atualizados que acompanhem as tendências do nosso mercado e que possam nos trazer visões diferentes para as áreas de pesquisa e desenvolvimento. Buscamos pessoas com olhar atento aos novos comportamentos de consumo e que tenham o desejo de fazer a diferença em uma empresa global que respira inovação e oferece oportunidades de crescimento”, afirma Ana Paula Cavioli, diretora de RH da Motorola para a América Latina.

Para saber mais informações sobre as vagas abertas, os interessados podem acessar o site: https://jobs.lenovo.com/en_US/careers

Como uma empresa focada em inovação e inclusão, a Motorola respeita e encoraja a diversidade em todas as contratações.