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Ferramenta de automatização chega para ajudar os deliverys

O ano de 2020 foi um choque para todo o mercado. A pandemia que atingiu o mundo inteiro levou dor de cabeça para muitas pessoas, obrigando-as a ficarem em casa. Diversos setores foram diretamente atingidos e ainda lutam para se recuperar dos efeitos da crise econômica gerada, no entanto, mesmo em meio a este cenário houve um setor que se saiu bem e ganhou destaque nas estatísticas de crescimento durante o período de isolamento: o delivery.

Sem ter como ir ao restaurante, as pessoas tiveram que recorrer ao delivery para atender às suas necessidades dentro desta nova realidade. Seja para comemorar um aniversário, ou até mesmo para acompanhar um filme à noite, as entregas se tornaram a primeira opção dos consumidores.

No último ano, os gastos dos clientes com delivery registraram aumento de 149%, segundo pesquisa realizada pela Mobills, startup de gestão de finanças pessoais. Com o aumento da demanda pelas entregas em domicílio, os aplicativos que realizam o intermédio entre cliente e o restaurante foram os que mais se beneficiaram devido às altas taxas que cobram dos estabelecimentos. Para reduzir o custo com estes apps, o caminho para o delivery foi realizar seu atendimento através de um canal direto com o consumidor, via troca de mensagens on-line.

Grande parte dos restaurantes recorreu ao WhatsApp como meio para facilitar a realização dos pedidos pelos clientes, no entanto quando o atendimento na plataforma não é bem executado, ao invés de facilidade gera ainda mais dor de cabeça. Quando este atendimento é realizado de forma “manual”, ou seja, quando demanda a intervenção de um funcionário do estabelecimento para responder e anotar uma grande quantidade de pedidos, as chances de que ocorram falhas e de que o cliente fique insatisfeito são enormes.

“Oferecer suporte é o primeiro passo para fidelizar o cliente. Quando se realiza o atendimento de forma manual, no início o restaurante pode até se sair bem, porém quando enfrentar uma grande demanda de pedidos, alguma falha vai ocorrer. Seja uma resposta demorada para o cliente, ou um repasse de informações equivocado para a cozinha, o que gera mais dor de cabeça e prejuízo”, comenta Alexandre Nepomuceno, CEO da Cinndi, serviço de atendimento automatizado.

A solução para evitar os prejuízos do atendimento manual e o pagamento de tarifas absurdas às empresas que oferecem serviços de entrega já existe: é o uso do robô de atendimento, que auxilia o consumidor a realizar o seu pedido com o restaurante. Além de responder prontamente, evitando que o cliente aguarde ser atendido por longos períodos, o robô registra vários pedidos simultaneamente, sem possibilidade de falha. Com isso o gestor do delivery fideliza seu consumidor e não precisa mais recorrer aos aplicativos de intermédio.

“Não é barato ter um delivery. Os custos incluem água, energia, materiais, alimentos e também funcionários. Gastar mais ainda com taxas gigantes de aplicativos é uma dor de cabeça sem fim para os donos. Então a ideia de ter seu canal de atendimento direto com o cliente é a melhor economia que se pode ter”, explica Alexandre Nepomuceno.

Outras vantagens que vemos nesta ferramenta, popularmente conhecida como bot, vão desde contar com a modernização do processo, gerando considerável economia de tempo, até oferecer ao cliente um multiatendimento de qualidade, com mensagens objetivas e padronizadas. Com isto o restaurante tem a possibilidade de reduzir custos e ampliar a margem de crescimento, atendendo a uma quantidade maior de clientes a cada dia, sem a necessidade de contratar mais funcionários.

“Ter esse atendimento automatizado auxilia muito o gestor do delivery. Uma pessoa que cuida somente do atendimento via mensagem on-line, por mais atenciosa e rápida que seja, tem seus limites. Com o bot não, seu suporte ao cliente é rápido, objetivo, e de larga escala, fazendo com que as vendas cresçam exponencialmente”, informa o CEO da Cinndi.

Em 2020 a Cinndi teve um crescimento de 300% no ano. A startup, que já teve uma rodada de investimento em seu projeto, mostra que essa ferramenta tem futuro nas mãos dos gestores de delivery. Com o sucesso, a Cinndi agora está recebendo sua segunda rodada de investimentos, para poder fomentar essa tecnologia no setor.

2021 seguirá com interação social reduzida. A previsão de longo prazo é de que mesmo após a reabertura definitiva dos estabelecimentos, em parte devido à consolidação do “home office” para muitas empresas, grande percentual dos consumidores manterá sua preferência pelo serviço de entrega, que deve se preocupar cada vez mais em oferecer uma boa experiência ao cliente. Neste cenário a automatização do atendimento deixou de ser tendência e se tornou uma necessidade. Para se manter no patamar onde chegou, o delivery deverá contar com a tecnologia na utilização de novas ferramentas disponíveis no mercado.

Norma que permite dispensa de licitação para contratação do Serpro é constitucional

O Supremo Tribunal Federal (STF) declarou a constitucionalidade do artigo 67 da Lei 12.249/2010, que permite a dispensa de licitação para a contratação do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) para a prestação de serviços de tecnologia da informação considerados estratégicos pelos Ministérios da Fazenda e do Planejamento, hoje reunidos no Ministério da Economia. A decisão foi tomada na sessão virtual encerrada em 19/3, no julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4829, ajuizada pela Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação (Assespro).

Serviços estratégicos

A Lei 12.249/2010 é fruto da conversão da Medida Provisória (MP) 472/2009, e seu artigo 67 deu nova redação ao artigo 2º, parágrafo 1º, da chamada Lei do Serpro (Lei 5.615/1970). Um dos argumentos trazidos pela Assespro é que o dispositivo deixou a cargo do titular da pasta a definição de serviços estratégicos que poderiam ser beneficiados com a dispensa de licitação, permitindo-lhe “legislar” sobre a matéria.

Mas, segundo a relatora, ministra Rosa Weber, o Plenário do STF já assentou que razões econômicas e políticas legitimam restrições à regra geral das licitações. Ela observou que os princípios da separação entre os Poderes e da reserva de lei não vedam a delegação de funções normativas a entes administrativos, desde que preestabelecidas, na lei formalizadora da delegação, as diretrizes dessas competências. Para a relatora, é legítima a atuação normativa do Poder Executivo quando integrativa de prévia escolha legislativa, como no caso.

Interesse público

Com relação ao argumento de que a norma representa intervenção excessiva do Estado na atividade econômica, a ministra lembrou que a Constituição da República (artigos 170, parágrafo único, e 173, caput) autorizam o legislador a estabelecer restrições ao livre exercício de atividade econômica quando necessárias para a preservação de outros direitos e valores constitucionais, como a segurança nacional e a soberania. Na hipótese, a seu ver, há evidente interesse público a justificar que serviços de tecnologia da informação prestados a órgãos integrantes da estrutura do Ministério da Economia, como as Secretarias do Tesouro Nacional e da Receita Federal, que lidam com informações confidenciais do Estado brasileiro e dados pessoais de contribuintes protegidos por sigilo, sejam prestados com exclusividade por empresa pública federal criada para esse fim, como é o caso do Serpro.

Contrabando legislativo

O ministro Marco Aurélio foi o único a divergir e julgar a ação parcialmente procedente, por entender que o dispositivo foi fruto do chamado “contrabando legislativo”, ou seja, foi inserido ao projeto de conversão da MP por meio de emenda parlamentar que tratou de objeto diferente do veiculado no texto original.

Sobre a questão, a ministra Rosa Weber assinalou que essa matéria já foi definida pelo STF no julgamento da ADI 5127, quando outro ponto da MP 472/2009 foi analisado. Na ocasião, a Corte declarou a prática inconstitucional, mas, para garantir o princípio da segurança jurídica, decidiu preservar a validade de todas as leis de conversão decorrentes dela promulgadas até o julgamento do processo.

Fonte: STF

Arquivei está com 36 vagas abertas

A empresa Arquivei, referência em captura, estruturação e gestão de dados de documentos fiscais, está com 36 oportunidades de trabalho para sua sede em São Carlos (SP), com possibilidade de as atividades serem presenciais ou remotas. As vagas são para as áreas de Customer SuccessDesign, Engenharia, Recursos Humanos, Marketing, Produto e Revenue Operations. Os interessados podem obter mais informações sobre as oportunidades disponíveis e se candidatar através do site: arquivei.com.br/vagas

“A inovação faz parte do nosso DNA e estamos crescendo constantemente, ajudando grandes, médias e pequenas empresas a estruturar suas informações fiscais. Nossas equipes são multidisciplinares, colaborativas e atuam juntas com empatia e foco em atender as necessidades dos nossos mais de 90 mil clientes por todo o país, agregando valor a cada entrega com soluções escaláveis”, diz Isis Abbud, cofundadora e COO da Arquivei.

A Arquivei oferece ambientes de trabalho modernos e humanizados. “Temos como nosso maior ativo, os nossos colaboradores. Buscamos por profissionais que estejam engajados com nossa missão de resolver as dores dos clientes com autonomia, aprender continuamente e compartilhar suas experiências. Na Arquivei, independente de hierarquia, crença, gênero e raça, tudo acontece de forma harmônica e colaborativa, com pessoas proativas e que propõem iniciativas baseadas em nossa cultura guiada por dados, melhorando continuamente o dia a dia de seus pares”, completa Isis Abbud.

A Arquivei foi eleita pelo segundo ano consecutivo uma das “100 Startups to Watch, além de ser uma das empresas selecionadas pelo Google para a imersão no Vale do Silício, nos EUA, e ainda uma das startups brasileiras apoiadas pela Endeavor. 

Gigante indiana de tecnologia, Zoho inicia operações no Brasil com escritório em Florianópolis

A Zoho, uma empresa de tecnologia global que oferece o conjunto mais abrangente de aplicativos de software de negócios, está comemorando seu 25º aniversário com o compromisso de abrir 100 novos escritórios em todo o mundo nos próximos três anos, trazendo oportunidades para talentos independentemente da localização. Ao longo de 25 anos, a Zoho cresceu e se tornou uma corporação multinacional de tecnologia com mais de 9.000 funcionários atendendo a mais de 62 milhões de usuários em todo o mundo. 

“Nosso objetivo na Zoho é criar oportunidades para pessoas que não as têm e criar software atraente para clientes que de outra forma não poderiam pagá-los”, destaca Sridhar Vembu, CEO e cofundador da Zoho.  Um dos objetivos da expansão mundial da Zoho é alcançar áreas que não participaram da evolução tecnológica mundial. “Chamamos a filosofia por trás da abertura desses novos escritórios de ‘localismo transnacional’. A ideia é criar economias locais sustentáveis que não viram ou participaram da revolução tecnológica antes”, acrescenta Vembu.

A Zoho tem como um de seus pilares a valorização da privacidade de seus clientes, tratando todos os dados com responsabilidade. Por isso, a empresa enfatiza o fato de não  ter agendas ocultas, evitando o modelo de negócios baseado em anúncios ou acordos de final da validade dos contratos, os back-end deals, com anunciantes. Com esse modelo, a Zoho conquistou grandes clientes de diversos segmentos, como Amazon Índia, Sodexo, Renault, Philips.

Zoho se prepara para iniciar operações no Brasil

A celebração de 25 anos da Zoho é marcada também com o investimento no mercado brasileiro, com o início das operações da Zoho no Brasil. Sediado em Florianópolis, Santa Catarina, o escritório será liderado por Rodrigo Vaca, gerente de operações no Brasil, responsável também pela implantação das atividades no país.

Além de Rodrigo Vaca, a Zoho Brasil conta com fortes estratégias no setor de marketing, liderado por Jonathan Melo, diretor de marketing. A equipe brasileira é composta também por Fabiana Lansner, diretora comercial da Zoho Brasil.

A decisão de sediar a Zoho Brasil em Florianópolis foi estratégica, pensando no crescimento da região como polo de tecnologia, pensando também no bem estar dos colaboradores. “O estado dá incentivos fiscais para empresas de tecnologia e a qualidade de vida que Florianópolis pode proporcionar aos funcionários da Zoho. A Zoho tem a cultura de ter sua sede fora dos grandes centros”, disse Rodrigo Vaca.

As contratações, inclusive, prometem movimentar a região de Florianópolis, já que serão mais de 30 novos postos de trabalho na Zoho Brasil até junho deste ano. “O mercado brasileiro é o maior e mais promissor da América Latina”, acrescentou Jonathan Melo, diretor de marketing da Zoho Brasil. Com uma gama enorme de serviços de gestão empresarial, a Zoho Brasil está trabalhando para implantar todos os aplicativos disponíveis pela Zoho Global, disse Jonathan: “Iremos ofertar todos os 45 produtos. Agora no início teremos foco em apenas seis, o CRM, Zoho One, Bigin, Desk, Creator e Workplace.”

B2W investe em frota de tuc-tucs elétricos para entregas em capitais

Com investimentos crescentes em soluções logísticas e práticas que gerem menos impacto no meio ambiente, a B2W Digital – dona das marcas Americanas, Submarino, Shoptime e Sou Barato – vai colocar nas ruas uma frota de 90 tuc-tucs elétricos para entrega de produtos vendidos nas plataformas digitais. Os veículos vão atuar principalmente nas capitais do Sudeste, Sul e Nordeste do país.

Os novos tuc-tucs elétricos permitem transportar de 240 quilos a 600 quilos de mercadorias, conforme o modelo do veículo. Essa maior capacidade aumenta o sortimento e o tamanho de produtos entregues, em comparação, por exemplo, às bicicletas.

Além da eficiência de deslocamento, a nova frota evita as emissões de gases de efeito estufa (GEE), contribuindo com o alcance do ODS 13, da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU), que incentiva medidas contra a mudança global do clima. A expectativa é que a frota deixe de emitir cerca de 3 toneladas de CO2 na atmosfera por mês.

O serviço de entrega por tuc-tucs vem sendo testado pela companhia no município de São Paulo nos últimos meses. São atualmente nove veículos elétricos em operação, com diferentes capacidades de carga. A frota de tuc-tucs atua em deslocamentos de curta distância, o chamado “last mile”, a última milha da logística de entrega.

“O tuc-tuc elétrico é um meio eficiente de deslocamento nos centros urbanos e tem a vantagem, em relação às bicicletas, de oferecer maior capacidade de carga. O serviço permite entregarmos mais rapidamente e itens de maior volume, ao mesmo tempo em que reduz a emissão de CO2 no meio ambiente”, afirma Welington Souza, diretor geral da LET’S – plataforma de gestão compartilhada dos ativos de logística e distribuição da Americanas e B2W.

Para garantir a qualidade e agilidade das entregas por meio dos tuc-tucs, a B2W oferece aos seus parceiros treinamento para utilização dos veículos, que, diferentemente das bicicletas, demandam habilitação, além das regulares capacitações de excelência para atendimento ao cliente.

A iniciativa está em linha com a Agenda 2030 da ONU, na qual sociedade, governos e empresas se comprometem a desenvolver os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU) até o ano de 2030, contribuindo para estratégia de ESG da B2W Digital. Em 2020, através do estudo de materialidade realizado para a nossa estratégia ESG, mapeamos os principais ODS que norteiam nossas ações, são eles: 4 – Educação de Qualidade, 5 – Igualdade de Gênero, 8 – Trabalho Decente e Crescimento Econômico, 10 – Redução das Desigualdades e 13 – Ação Contra a Mudança Global do Clima.

OLX Brasil disponibiliza mais de 100 vagas em várias áreas

A OLX Brasil, uma das maiores plataformas de compra e venda online em imóveis, autos, serviços e bens de consumo do país, anuncia a abertura de 113 oportunidades de trabalho. As vagas são distribuídas em diversas áreas da empresa, totalizando 57 em tecnologia, 45 em negócio (comercial, atendimento, finanças, RH) e 11 em produto. Nas áreas de tecnologia e produto, a empresa oferece o trabalho 100% em home office após a pandemia, possibilitando que profissionais que não residam no Rio de Janeiro e São Paulo candidatem-se às vagas.

Há um ano, desde o início do isolamento social, o processo seletivo vem sendo realizado totalmente remoto, com entrevistas e testes online. A OLX Brasil está em busca de profissionais dinâmicos, criativos e que buscam incentivar a mudança na forma de consumo da sociedade e a promover a economia circular. Os profissionais que forem aprovados receberão da OLX Brasil todo o suporte técnico e equipamentos para trabalharem em suas respectivas casas.

“Os novos profissionais que entrarem para o time da OLX Brasil iniciam o trabalho de forma remota, respeitando as medidas de isolamento neste período de pandemia. Também mantemos o bem-estar de todos, oferecendo horários flexíveis, apoio psicológico, atividades físicas online, como aula de yoga, meditação e ginástica laboral, e todo o suporte necessário para cuidar da saúde física e psicológica de nossos colaboradores”, diz Sérgio Povoa, CHRO da OLX Brasil.

Conheça mais detalhes sobre as oportunidades neste link.

Banco Carrefour consolida seu programa de inovação e abre inscrições para o Startup Jam

O Banco Carrefour colocou o pé de vez no mundo das startups. Depois de realizar o Demo Day, em 22 de fevereiro deste ano, a empresa se lança o Startup Jam, com inscrições abertas até o dia 2 de abril. O projeto é um dos programas de inovação aberta do Banco Carrefour, que busca realizar provas de conceito remuneradas com startups, a fim de identificar potenciais parcerias e negócios.

O foco do Startup Jam 2021 serão as áreas de Atendimento Central e Digital. No caso da Squad Atendimento Central, o objetivo é mapear o tagueamento existente de todas as interações do cliente nos canais de atendimento, capturar e visualizar as informações ali depositadas, criar o match entre o perfil de operador para atender diferentes necessidades de clientes e proporcionar ao operador uma melhor forma de consultar seus resultados, conteúdo para atendimento e comunicação com o seu gestor.

Já na área de Atendimento Digital, a meta é facilitar o acesso aos canais digitais, sem perder de vista a segurança e confiabilidade. Outro objetivo é buscar metodologias que estabeleçam um pipeline de criação de banco de dados para proporcionar ao cliente um atendimento inovador e fluído na resolução de questionamentos.

Para Charles Schweitzer, head de inovação do Banco Carrefour, a cultura baseada na inovação tem sido peça-chave na operação da instituição em meio a um mercado financeiro repleto de fintechs, grandes bancos e outras empresas do segmento. “Além de criar e executar rápido sempre pensando em nossos clientes, nós nos colocamos um outro desafio importante, que é estar aberto para trocar ideias e experiências. Por tudo isso, estamos muito animados com que está por vir”, afirma.

O programa é uma parceria entre o Banco Carrefour e a Kyvo Design-Driven Innovation, plataforma brasileira de inovação com histórico de aceleração de mais de 120 startups para algumas das maiores empresas do país. As inscrições vão até o próximo dia 2 de abril e já estão disponíveis através do link https://bit.ly/startup_jam.

DemoDay

No fim de fevereiro, a área de atendimento do Banco Carrefour esteve também no centro em outro ciclo de relacionamento da instituição com startups, o Demo Day. O evento, que contou com inovações dos mais diferentes vértices, reuniu sete startups. Cada uma delas apresentou novas abordagens, que vão desde risco de crédito até a inclusão de pessoas com algum grau de deficiência no universo de compras Carrefour.

As startups que se apresentaram do Demo Day foram: Cinnecta, especializada em inteligência de dados, First Performance, voltada a soluções para melhorar o relacionamento das empresas com seus clientes, a Inclue, que ajuda as empresas a melhorarem seus produtos e canais de venda para públicos desatendidos do mercado, como idosos e pessoas com algum nível de deficiência, Benefício Legal, uma legaltech que desenvolve soluções inovadoras para problemas jurídicos, Suthub, focada na distribuição digital de seguros, O2Obots, que usa inteligência artificial para vender seguros e créditos, e Manfig, voltada a melhorar o entendimento do público das empresas para oferecer soluções mais aderentes às necessidades do mercado.

Locaweb abre mais de 100 vagas para diversas áreas

O Grupo Locaweb, pioneiro em soluções Business to Business (B2B) para digitalização dos negócios, está com mais de 100 vagas abertas para candidatos de todo o Brasil. Devido a pandemia, o processo seletivo será totalmente remoto. As contratações são reflexo do crescimento do grupo, potencializado pelo IPO realizado em 2020.

As vagas são para as áreas de tecnologia, marketing, finanças, segurança, atendimento e commerce, segmento que mais cresce na empresa. De acordo com Simony Morais, Diretora Corporativa de Gente & Gestão, “com todas as vagas em regime de home office, conseguimos dar oportunidades a talentos do país todo. Porém, mesmo longe, nos esforçamos para desenvolver a nossa cultura organizacional e dar todo o suporte necessário para os colaboradores”.

Em pesquisa interna, realizada pela área de Gente & Gestão , 87,7% dos respondentes acreditam estar totalmente adaptados ao sistema de home office. Também indicou que 40,6% gostariam de continuar neste formato, enquanto 37,7% acham que seria adequado um formato híbrido, que mesclasse a ida à empresa. E, apenas 2,5% dos colaboradores pedem o retorno aos escritórios. “A pandemia impôs o home office e seguiremos assim enquanto for preciso para manter nosso time seguro. Para o futuro, temos que conversar e analisar a melhor maneira de utilizar essa experiência a favor das nossas pessoas”, finaliza Simony.

As inscrições para o processo seletivo podem ser feitas no site: jobs.kenoby.com/locaweb/

Pandemia muda dinâmica do mercado de tablets, que fecha 2020 com receita de R﹩ 2,3 bilhões

A pandemia de covid-19 provocou mudanças de hábitos e comportamentos e mexeu com padrões de consumo. Bom exemplo vem dos consumidores de tablets, que em 2020 trocaram os modelos de entrada por modelos intermediários e premium e incrementaram o mercado que, embora tenha caído 12,7% em termos de vendas, cresceu 28,7% em receita, quando comparado a 2019. Em 2020, foram vendidos 2,9 milhões de tablets e a receita foi de R$ 2,3 bilhões. Os dados são da IDC Brasil, líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações.

O estudo remoto, o entretenimento e a impossibilidade de viagens ao exterior levaram a um aumento nas vendas de tablets acima de R$ 700“, afirma Rodrigo Okayama Pereira, analista de mercado da IDC Brasil. Segundo ele, esse movimento está em linha com a transformação que fabricantes e canais têm implantando nos últimos anos em termos de estratégia, mix de produtos e foco. “O mercado tem apontado cada vez mais para tablets com especificações técnicas melhores, o que justifica os modelos intermediários e premium ganhando mais importância e participação”.

Tablets em 2020, trimestre a trimestre

No 1º trimestre de 2020, foram vendidos 674.163 tablets no Brasil, 3% a menos do que no mesmo período de 2019. Para o período se esperava uma queda de 10%, mas a volta às aulas e os primeiros sinais da pandemia de covid-19 equilibraram o consumo do dispositivo. No 2º trimestre, porém, o mercado de tablets sofreu uma queda que não experimentava desde 2016: com vendas de 477.377 dispositivos, caiu 32,3% em relação ao mesmo período de 2019 e 29,2% em relação aos três primeiros meses de 2020. A reação começou no 3º trimestre. Em julho, agosto e setembro foram comercializados 747.852 unidades, sendo 681.817 para o varejo, 66.035 para o mercado corporativo e uma receita total de US$ 129 milhões. O 4º trimestre foi o melhor do ano, com a venda de um milhão de tablets: 956.045 para o varejo e 87.253 para o mercado corporativo, com destaque para a entrega de dispositivos para projetos públicos do governo e educação. Nos três últimos meses de 2020 a receita foi de US$ 147 milhões.

Mercado de tablets no Brasil -expectativas para 2021

Para 2021, a IDC prevê um crescimento de 24% no mercado de tablets. Segundo Rodrigo Pereira, a IDC vem acompanhando grandes projetos públicos e privados voltados para a educação e a expectativa é que esse segmento seja um dos responsáveis pela alta no mercado total de tablets, especialmente nesse cenário em que o ensino remoto tem se mostrado uma solução pontual viável e instituições de ensino têm considerado o retorno gradual e estudado opções de ensino remoto parcial, mesmo após o fim da crise do coronavírus.

Por que o live commerce deve ser a próxima tendência de mercado no Brasil?

Por Mauricio Trezub, CEO da OmniChat

São Paulo, março de 2021 – Este período de pandemia em que vivemos, mudou radicalmente muitas tarefas, das comuns às mais complexas. Além da perda irreparável de vidas, houve alguns pontos de aprendizado com toda essa crise sanitária que fez com que muita gente tivesse que ficar mais tempo em casa. Gamers e artistas souberam aproveitar o espaço para expandirem sua imagem por meio do mundo virtual, mas as marcas não ficaram para trás ao ver o surgimento dessa oportunidade. Foi assim que as primeiras lives commerce começaram a aparecer no Brasil.

Desconhecida até então pelo público brasileiro, as live commerces podem ser consideradas descendentes dos clássicos programas de TV onde produtos são mostrados e o consumidor podia adquiri-los por meio de uma ligação telefônica. A diferença é que hoje tudo é muito mais prático e rápido do que pegar um telefone, discar um número e aguardar para ser atendido. Um clique no canto inferior da tela, ou escanear um QR Code disponível, agiliza o acesso à página do produto que está sendo exibido. A missão do cliente é somente digitar suas informações de pagamento e concluir a compra. Isso se já não tiver cadastro, pois, com ele já realizado, pouco mais de um ou dois cliques são necessários para adquirir mais um bem de consumo.

O que aqui se tornou novidade na metade do último ano, com as ações feitas pela rede de lojas Renner e das Lojas Americanas, na China, havia sido criado em 2016 e gerou, somente em 2019, a expressiva quantia de US﹩ 60 bilhões. Lá as plataformas de gigantes como Alibaba (Taobao Live), TikTok (Douyin) e Kwai (Kuaishou) controlam atualmente 80% deste mercado avaliado em US﹩ 4,4 bilhões.

Embora algumas empresas já tenham iniciado os trabalhos aqui, o mercado do live commerce no Brasil ainda está em consolidação. Especialistas já consideram essa tendência como o futuro do e-commerce, já que milhões de usuários preferem tirar dúvidas e interagir com os vendedores online do que fazer compras sozinhos em marketplaces cheios de ofertas tão variadas que, às vezes, é difícil achar o que se precisa. Porém ainda é necessário amadurecer mais essa proposta e cativar o público do Brasil.

Um dos primeiros setores a identificar essa oportunidade foi o da beleza. Tirar suas dúvidas com, na maioria das vezes, influencers especializados, transmite uma maior confiança ao comprador, assim como as respostas em tempo real aproximam o público do apresentador e, consequentemente, da marca.

Mas as marcas não precisam ficar reféns de apresentar links, botões ou QR Codes. Uma outra tendência que pode e deverá ser implantada junto às lives é o chat-commerce. Através dele, os vendedores podem conversar com os clientes enquanto a live é apresentada, o que traz novas possibilidades como a criação de coleções de produtos , onde os vendedores podem mostrar um catálogo a seus consumidores, além de fornecer mais informações respondendo a dúvidas específicas.

No geral, se adequar às tendências é essencial para que as marcas cresçam ou mantenham seus status. Além disso, um segmento que movimentou em 2020 a quantia de US﹩ 120 bilhões somente na China, mostra que o potencial dessa maneira de vendas é enorme. Aproximar marcas de consumidores e gerar uma apresentação por meio das lives e do chat-commerce, pode ser, nessa década que se inicia, a “galinha dos ovos de ouro” no Brasil. Em tempo, para não ficarem esquecidas ou de lado, as empresas precisam iniciar, o mais rapidamente possível, as suas adaptações e ficarem atentas ao que surgirá no mercado nos próximos anos, mas podem começar com o que já tem no mercado, como as lives e chat commerces.

O voo do low-code na pandemia: questão de sobrevivência

Por Ricardo Recchi

Durante a pandemia do Coronavírus, a demanda dos negócios por aplicativos excedeu em muito o que podíamos desenvolver. Era necessário criar soluções com mais rapidez e que atendessem melhor às expectativas dos clientes naquele momento em que o tudo foi parar no ambiente digital. Desenvolver no modelo “tradicional” levaria um tempo ao qual as organizações estariam fadadas à perda de clientes, receita e posições no mercado, quando não à falência. É neste contexto que as empresas passaram a adotar com maior ênfase o low-code

A ideia por trás de uma ferramenta com pouco código é permitir que equipes técnicas, assim como profissionais de negócios, possam codificar aplicativos e os colocar no mercado de maneira mais ágil, uma vez que ela reúne componentes e modelos de programação que podem ser “reutilizados”. Em outras palavras, as plataformas low-code permitem que os usuários utilizem seu tempo ou habilidades de maneira mais inteligente, acelerando a entrega de produtos ao consumidor. Não é à toa que essa tecnologia vigorou como tendência por anos consecutivos e agora se consolida na agenda de negócios.

Segundo o Gartner, as plataformas low-code continuarão a ser o maior componente do mercado de tecnologia de desenvolvimento até 2022. Para este ano, a previsão é que o mercado mundial do setor movimente US$ 13,8 bilhões, um aumento de 22,6% em comparação a 2020, quando a receita somou US$ 11,2 bilhões.

Tal cenário cimentou-se, principalmente, à medida que as ondas da pandemia aumentaram, vislumbrando mudanças permanentes na forma como o mundo funciona: as organizações agora não têm escolha a não ser configurar práticas, produtos e serviços pré-estabelecidos para o universo digital.

Por outro lado, a escassez de mão de obra em TI, somada à alta demanda de tempo e custo para a qualificação desses profissionais “tradicionais”, tem corroborado para a formação de uma legião de “desenvolvedores” low-code. Em média, 41% dos funcionários fora de TI personalizam ou criam soluções de dados ou tecnologia a partir das plataformas low-code, aponta o Gartner.

Frente a esse cenário, a previsão é que não só profissionais de negócios desenvolvam seus próprios aplicativos e fluxos de trabalho. É preciso que haja uma ampliação desta tecnologia em programas acadêmicos ou próprios por meio do incentivo de empresas detentoras de plataformas de baixo código, flexibilizando licenças e possibilitando treinamento com intermediação do processo de contratação ou estágio.

A pandemia validou a proposta de valor do low-code e o fez voar alto para suportar o desenvolvimento ágil, adaptando-se às necessidades vigentes de usuários e clientes de aplicativos. Atividades como a automatização, a integração e o desenvolvimento de experiências em canais digitais se tornaram mais descomplicadas e up to date à medida que mais empresas habilitaram recursos de low-code. No longo prazo, fomentar o desenvolvimento de profissionais nesta tecnologia deve movimentar ainda mais o mercado para suportar a inovação preconizada pela Transformação Digital, permeando a sobrevivência das empresas.

Ricardo Recchi, country manager da Genexus Brasil

Compasso UOL anuncia Cloud Technologies Innovation Studios com AWS Professional Services

Compasso UOL e Amazon Web Services (AWS) Professional Services anunciam uma colaboração estratégica para criar o Cloud Technologies Innovation Studios, onde talentos de ambas as empresas fornecerão serviços digitais aos seus clientes, resultando em produtos, serviços e soluções inovadoras.

Estejam motivadas por um mercado disruptivo ou tentando se adaptar a mudanças rápidas no comportamento do cliente em um ambiente em constante mudança, as organizações estão pensando em novas maneiras de aprender mais sobre seus clientes para resolver seus problemas de maneira mais eficaz. Os novos estúdios de inovação vão combinar as tecnologias mais avançadas de nuvem AWS e a cultura ágil da Compasso UOL para executar iniciativas de modernização de aplicações para empresas globais envolvidas em projetos de transformação. Essa colaboração ajudará as empresas a inovar para tomar melhores decisões baseadas em dados, resolver desafios de negócios e criar novo valor para os negócios. As duas companhias trabalham juntas desde 2016, apoiando em conjunto organizações globais como a Natura & Co, para impulsionar a transformação digital e a inovação para seus clientes.

“A Compasso UOL é parceira da Natura há muitos anos, apoiando a construção e a contínua transformação do Espaço Digital Natura, nossa plataforma de e-commerce projetada para acelerar a estratégia de globalização dos negócios digitais na jornada do cliente final. Com o redesenho e modernização do front-end da nossa plataforma de e-commerce, reconstruído em uma arquitetura AWS, expandimos significativamente nossa capacidade de fazer soluções que são muito mais robustas e escalonáveis. A AWS e a Compasso UOL trabalharam juntas para nos apoiar durante essa jornada e nos trouxeram aprendizados que nos desafiaram a otimizar os aspectos críticos de nossos ativos digitais. Esse esforço conjunto ajudou a Natura a aumentar sua capacidade de inovação em uma velocidade muito maior, fator essencial para o sucesso dos nossos negócios neste novo mundo digital em que vivemos. Essa experiência de sucesso no trabalho em conjunto se expandiu para as demais empresas Natura&Co que também precisam de soluções altamente disruptivas em seu desafio de digitalização e inovação”, afirma Luciano Abrantes, CTO e Diretor de Inovação Digital da Natura & Co para América Latina. 

Cloud Technologies Innovation Studios aceleram a Transformação Digital

Modernizar aplicativos críticos e mover workloads de ambientes locais para a nuvem são iniciativas vitais para viabilizar a transformação digital, mas podem ser um desafio para a maioria das empresas. As áreas típicas de TI lidam com uma sobrecarga de demandas e problemas diários e nem sempre podem se dedicar aos objetivos de inovação, crescimento e desenvolvimento de seus negócios. Apesar da priorização dessas iniciativas, muitas organizações também não contam com os recursos ou as habilidades necessárias. Construído em conjunto com a área AWS Professional Services, o Cloud Technologies Innovation Studios da Compasso UOL foi projetado para desempenhar um papel crucial em ajudar os clientes a transformar a forma como inovam e criam novas soluções de negócios que combinam cultura ágil, tecnologia de ponta e orientação prática a equipes de clientes sobre as habilidades e recursos necessários para fornecer aceleração de negócios.

O Cloud Technologies Innovation Studios também fornece diferentes aceleradores de plataforma baseados em conhecimento, incluindo estruturas de software rodando na plataforma AWS, para facilitar e acelerar a entrega de soluções aos clientes. Com essa abordagem, os clientes podem se beneficiar da experiência dos especialistas da Compasso UOL e da AWS Professional Services, ajudando suas equipes a conquistar curvas de aprendizado em tecnologia moderna e cultura ágil.

Contando com uma equipe de mais de 2.100 especialistas digitais, o modelo de negócios do Cloud Technologies Innovation Studios se destaca por fornecer uma prática verdadeiramente colaborativa de ponta a ponta, baseada em cultura ágil, e usa o Value Stream Mapping (VSM), um método de gerenciamento enxuto, para fornecer visibilidade de todas as métricas e KPIs necessários para agregar valor do início ao fim dos processos.

“O VSM se tornou a pedra angular da cultura ágil na Compasso UOL e inspirou a criação de um conjunto de ferramentas e processos denominada Agile Cockpit, uma plataforma própria que permite uma abordagem ágil, governada e guiada por métricas para proporcionar maturidade à transformação do negócio. Nossas equipes usam o VSM para redefinir e construir rapidamente novas estratégias de negócios, roteiros de migração para a nuvem, otimização de aplicativos e infraestrutura, e também para alinhar iniciativas à proposta de valor do cliente e aos objetivos de negócios”, ressalta Alexis Rockenbach, COO da Compasso UOL.

Escalando Equipes de Inovação e Retribuir à Comunidade

O Innovation Studios combina as equipes de profissionais altamente especializados e experientes da Compasso UOL e da AWS para atender às demandas dos clientes para construir rapidamente novos times com as habilidades certas. Os recursos do cliente envolvidos nos projetos do Cloud Technologies Innovation Studios estão continuamente aprendendo e melhorando suas capacidades para liderar e guiar sua organização em sua jornada de transformação.

O Cloud Technologies Innovation Studios herdou diversos programas focados no desenvolvimento de talentos, como a Compasso Academy, Fast-Track e o Programa de Bolsas de Estudo, que já existem há vários anos. Eles são oferecidos por meio de parcerias com mais de 15 universidades regionais reconhecidas e espalhadas por todo o país. Essa estratégia tem permitido à Compasso UOL agilizar o alinhamento de profissionais talentosos e tecnicamente capacitados para o crescimento.

“Desde os primeiros anos como empresa, sempre contamos com a formação de equipes por meio da busca de talentos nas comunidades universitárias. Observamos que centenas de profissionais muito qualificados, uma vez formados, tiveram que se mudar para cidades maiores para explorar todo o seu potencial de carreira. Em resposta a isso, há mais de uma década a Compasso UOL vem ampliando seus investimentos na construção de suas organizações de conhecimento e Innovation Studios fora das grandes áreas metropolitanas, próximos a comunidades acadêmicas reconhecidas. Esse processo gera oportunidades de sustentabilidade e desenvolvimento para as comunidades onde a Compasso UOL localiza seus estúdios e tem o compromisso de retribuir à sociedade com seu crescimento”, afirma Alexis Rockenbach, COO da Compasso UOL.

Contribuição do Cloud Technologies Innovation Studios para o Crescimento Exponencial

A partir dos 15 atuais centros de talentos da Compasso UOL no Brasil, esta nova parceria estratégica conjunta entre AWS Professional Services e Compasso UOL permitirá uma aceleração significativa do desenvolvimento de negócios, com potencial de expansão para dezenas de novos centros na América Latina no curto prazo, e em outras regiões no futuro. Esse esforço conjunto permite que os clientes estendam suas equipes de aplicativos e infraestrutura com AWS Professional Services e Compasso UOL e se tornem exponencialmente escaláveis. Nenhum escritório físico é necessário para que as equipes do Cloud Technologies Innovation Studios funcionem: 100% do trabalho é realizado remotamente, conectando equipes por meio de ferramentas ágeis, possibilitando a comunicação em tempo real de forma moderna e colaborativa e proporcionando um ambiente ideal para realizar e entregar soluções de transformação de negócios.

Enquanto patentes chinesas miram 5G, Japão foca em IoT e Inteligência Artificial

Mitsubishi Electric, líder em solicitações de patentes no Japão, aumentou o número de registros para soluções suportadas por IoT e IANo ranking de países que mais registraram solicitações de patentes internacionais, o Japão manteve o terceiro lugar, graças à Mitsubishi Electric, que figurou, pela sexta vez consecutiva, como a empresa mais ativa na solicitação de registros do país e terceira do mundo. A companhia, nos últimos anos, tem focado no preenchimento de pedidos de patentes relacionados a soluções suportadas por Internet das Coisas (IoT) e Inteligência Artificial (IA).

Segundo a Organização Mundial de Propriedade Intelectual (OMPI), desde 2013 os pedidos de patentes relacionados à Inteligência Artificial vêm crescendo a uma média anual de 28%. Ainda de acordo com o relatório, das 20 maiores empresas que registram patentes relacionadas à essa tecnologia, 12 estão no Japão.

Por outro lado, quase a totalidade das patentes registradas por uma das gigantes de telecomunicações chinesa, que liderou o ranking mundial, teve foco nas tecnologias 5G. De acordo com a Organização Mundial de Propriedade Intelectual (WIPO), com sede na Suíça, o país de Xi Jinping registrou 68.720 aplicações ao todo.

Em 2020, a tecnologia da computação foi responsável pela maior parte dos registros desse campo por meio do Tratado de Cooperação de Patentes (PCT), da OMPI, uma das métricas mais utilizadas para medir a atividade inovadora, representando 9,2% do total. A comunicação digital veio logo atrás, com 8,3%. Já as tecnologias médicas e maquinários elétricos empataram, com 6,6% cada.

O Japão, que abriga a sede da centenária Mitsubishi Electric, líder mundial na fabricação de equipamentos elétricos e eletrônicos, registrou, ao todo, 50.920 aplicações, mantendo a terceira posição no ranking de países, depois da China e EUA. Entre as empresas de todo o mundo, a japonesa Mitsubishi Electric aparece em terceiro lugar, com 2.810 registros, logo atrás das duas maiores gigantes de telecomunicações. Essa posição reflete o posicionamento estratégico da companhia de destinar mais investimentos em P&D. No último ano fiscal, a empresa investiu, globalmente, cerca de U$ 2 bilhões.

O Brasil também vem se posicionando aos poucos no ramo da inovação. De acordo com o último relatório apresentado pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), o país está entre os cinco que mais cresceram em registros de patente no último ano, com um aumento de 8,4%. Em todo o mundo, o número total de patentes subiu para 275.900 solicitações, um crescimento de 4% em comparação com 2019.

O país vem tentando implementar uma série de medidas para agilizar as aprovações de novas patentes. Entre elas está a eliminação dos backlogs, que consistem na reavaliação dos pedidos já aprovados em uma primeira fase. Outra iniciativa é a criação da Estratégia Nacional de Propriedade Intelectual (ENPI), que tem como objetivo construir um sistema único nacional e efetivo para incentivar os investimentos em inovação, bem como a inserção do país no sistema global de patentes.

De acordo com Fabiano Lourenço, vice-presidente da Mitsubishi Electric do Brasil, a corrida pela inovação passa, necessariamente, por tecnologias como Inteligência Artificial e IoT. Na Indústria 4.0, a integração e a convergência entre equipamentos são os pilares para o desenvolvimento econômico.

“A exemplo dos países que estão na vanguarda dessa transformação no ramo industrial, como Japão e China, o Brasil também vem cavando seu lugar em busca dessa maturidade, e os investimentos recentes demonstram que estamos no caminho certo”, ressalta o executivo.

Nion investe R$ 1,2 milhão na Insurtech catarinense Bria

Em até três anos, empresa deve atingir valor de mercado em US$ 10 milhões; especialistas em saúde e técnicos em seguros geram, mensalmente, mais de 5 milhões de dados em análise de avaliação de risco e engajamento com cliente

A Nion Network prossegue com o seu trabalho no mercado de avaliar oportunidades e, pontualmente, realizar a aquisição de empresas com potencial para otimizar o mercado de seguros na América Latina. Foi o caso da Bria, nesta semana: a Nion adquiriu a empresa por R$ 1,2 milhão, em uma negociação que contou também com o diferencial de capital intelectual da empresa, uma multinacional com forte network nos principais países da América do Norte e Europa.

Segundo Thiago Soares, CEO Latam da Nion Network, a expectativa é de que, em até três anos, a Bria atinja o valuation de US$ 10 milhões, figurando entre as principais insurtechs de inteligência de subscrição em seguros de pessoas.

“A Bria conta com time próprio de desenvolvimento, especialistas em saúde e técnicos em seguros que geram, mensalmente, mais de 5 milhões  de dados e interação em algoritmos de avaliação de risco e engajamento de cliente”, detalha Soares. “Atualmente, temos mais de 10 seguradores envolvidos em nossos projetos de subscrição digital, engajamento de cliente e inteligência em orientação”.

Para Joseph Kulmann, sócio-diretor da Bria, o vasto conhecimento de Soares, aliado ao network da Nion, foram diferenciais que levaram à parceria. “A visão técnica, a vasta experiência de mercado junto com a visão de inovação que ele tem geraram muitas contribuições importantes para a gente”, diz.

De similar, as duas empresas têm um objetivo: embarcar juntos com propósito de transformar digitalmente a experiência nas relações entre seguradora e segurado.

Neste momento, a união entre Nion e Bria irá aproveitar o momento de mudança de comportamento do cliente em relação a cuidado de saúde e bem-estar, incluindo inteligência no processo de avaliação de proponentes. Desta forma, com uma base consistente de procedimentos de saúde e atributos de pacientes, a ideia é agregar ao processo de avaliação e engajamento de leads com produtos financeiros, seguros e de saúde.

A Bria tem como grande case atual uma operação de avaliação de risco com jornada 100% digital para os seguros de Vida individual, Prestamista e Vida em grupo. “Este case tem ajudado alguns parceiros a oferecer uma experiência inovadora no produto de vida e inteligência na avaliação do risco, engajando nesta jornada”, conclui Kulmann.

PicPay lança empréstimo entre pessoas e se torna maior plataforma a oferecer modalidade P2P

O PicPay agora passa a ter o empréstimo entre pessoas, conhecido como “peer-to-peer lending” (P2P), no portfólio de serviços financeiros oferecidos. Com a alta capacidade de conectar tomadores e investidores entre os seus 48 milhões de clientes e gerar um amplo efeito de rede, o super-app se torna a maior plataforma a oferecer a modalidade no país.

Não é novidade que operações de crédito acontecem entre familiares e amigos. Os grandes diferenciais de fazê-lo por meio do PicPay são a segurança jurídica, previsibilidade, facilidade de conversação e o principal: um processo de cobrança amigável.

“Muitas vezes as pessoas deixam de emprestar ou preferem pedir dinheiro ao banco a ter que cobrar ou ser cobrado por um amigo. Essa parte fica com o PicPay e é feita de forma cuidadosa e focada na experiência do usuário”, conta Eduardo Chedid, Vice-Presidente de Serviços Financeiros. Para diminuir os riscos – que são de quem empresta -, explica Chedid, inicialmente o PicPay permitirá que a transação ocorra apenas entre a agenda de contatos dentro do PicPay.

Assim como nos aplicativos de mensagem, quem estiver precisando de dinheiro pode procurar um investidor (aquele que pode emprestar) na sua lista de amigos e iniciar uma negociação no próprio ambiente do super-app via mensagem direta, fortalecendo o efeito de rede dentro do PicPay. Nessa dinâmica, pessoas trocam entre si, gerando benefício mútuo, diminuindo custos e colaborando para o crescimento da plataforma.

Sem burocracias, os juros são negociados pelo tomador diretamente com o investidor, que pode ter um rendimento mais atrativo do que em muitas aplicações, sobretudo as de renda fixa, com retornos até 10 vezes maiores do que a Selic. Portanto, com sua grande capacidade de escala, o P2P Lending no PicPay contribui para a democratização do acesso ao crédito ao passo que oferece uma opção de investimento mais atrativa.

Assim que ambas as partes concordam com as condições de valores, taxas e prazos, o PicPay formaliza o contrato no mesmo dia, calcula o valor das parcelas e se encarrega de lembrar o tomador de pagá-las. Pela regulamentação do empréstimo entre pessoas, o contrato não pode ultrapassar o valor de R﹩ 15 mil.

Além disso, segundo Chedid, todas as contas do PicPay passam por controle antifraude e os usuários que têm a função disponível passaram por uma análise de crédito completa e minuciosa.

Leque de serviços financeiros – De acordo com Chedid, a operação de empréstimo entre pessoas chega para complementar o leque de serviços financeiros oferecidos pelo PicPay. Recentemente, foi lançado o crédito pessoal, no qual os usuários podem contratar o empréstimo de outras instituições diretamente na plataforma, bem como utilizar o dinheiro para pagar, transferir e comprar pelo próprio app.

“Além de atrair mais usuários para o PicPay, o empréstimo reforça o compromisso da plataforma de ser um ecossistema completo, capaz de permitir que os usuários conversem, negociem contratos, paguem, tenham retornos e consumam, tudo em um lugar só”, resume Chedid.

Creditas tem mais de 250 vagas abertas com home office

A Creditas, plataforma líder em crédito e soluções 100% online na América Latina, está com vagas abertas para mais de 250 oportunidades de emprego. Após o recebimento do investimento de US﹩255 milhões, no fim de 2020, a empresa passou a ser avaliada em US﹩1,75 bilhões e vem crescendo em ritmo acelerado.

Atualmente trabalhando no modelo remoto e eleita pelo Glassdoor como uma das melhores empresas para se trabalhar em 2020, a fintech tem posições abertas nas áreas de Tecnologia e Produto, Vendas, Marketing, Finanças, Recursos Humanos, entre outras. Algumas delas:

– Software Engineer

– Principal Engineer

– Software Engineer Manager

– Data Science

– Planejamento Comercial (Sales Planning)

– Sales Development Representative

– Executivo (a) de Vendas

– Executivo (a) de Customer Success

Os detalhes de cada uma podem ser consultados neste link: https://grnh.se/2a16b15c2us. Todas as vagas contam com um processo seletivo 100% online e são acompanhadas pelo time de Talent Acquisition da fintech, que é responsável em proporcionar a melhor experiência de seleção e acompanhar as pessoas candidatas durante todo o processo.

“Queremos pessoas que gostem de resolver problemas, tenham comunicação colaborativa e resiliência, pois são características muito importantes para o nosso dia a dia. O nosso negócio muda super rápido, o erro faz parte do processo de aprendizado e a comunicação fluída com clareza e a coerência são essenciais para a mensagem que queremos transmitir”, afirma Carlos Eduardo Gonçalves, Head de Talent Acquisition da Creditas.

MOV(-)19 anuncia as startups que receberão investimento de crowdfunding e serão aceleradas em programa remoto

O MOV(-)19, movimento idealizado por um grupo de empreendedores para captar recursos que serão investidos na aceleração de dez startups brasileiras, já definiu as empresas que participarão do programa. Foram selecionadas startups que desenvolveram soluções capazes de minimizar os impactos da pandemia na sociedade em diferentes segmentos. 

O programa remoto de 12 semanas tem oito horas semanais de atividades que entregarão aos empreendedores  conhecimento para que possam ter a estrutura necessária para se desenvolverem e ganharem espaço em seus mercados de atuação. Durante o programa 70% das doações da campanha de crowdfunding serão divididas entre as startups. A alocação de recursos, assim como as metas e OKRs das startups, ficarão expostas publicamente na página oficial do MOV(-) 19, durante todo o programa.

Entre as atividades previstas no cronograma do MOV(-)19 estão: conexões com mentores do programa, que são experts em diversos nichos como fintech, foodtech, rhtech, healthtech; reuniões de checkin de OKRs, mentorias one-on-one, treinamentos semanais de “Pitch Perfeito” e acompanhamento financeiro. Além disso o programa também oferecerá workshops com parceiros do programa sobre diferentes temas relacionadas ao mercado como, growth hacking, LGPD, contabilidade para startups, trabalho remoto, finanças, CNV (Comunicação Não Violenta) leis e contratos para startups, financiamento, pitch entre outros temas de relevância para o desenvolvimento das startups.  

O programa idealizado pelo ResumoCast For Startups, um dos maiores canais de empreendedorismo do Brasil, tem como objetivo combater os impactos da pandemia por meio do empreendedorismo, para isso, reuniu empresários com experiência no mercado de startups e desenvolveu uma campanha de crowdfundig, onde os repasses para as startups ocorrerão sem que elas precisem entregar qualquer participação acionária dos seus negócios para a aceleradora. O objetivo do movimento é arrecadar R$1 milhão, até o dia 18 de abril. Qualquer um pode colaborar, para isso basta acessar o link https://www.resumocast.com.br/mov-19

Conheça mais detalhes sobre as startups selecionadas: 

Conectadoc (https://conectadoc.com.br/) – A Conectadoc é uma plataforma de saúde  que permite interação entre profissionais e pacientes de ponta a ponta ; e gestão dos dados de saúde de maneira integrada, segura , agnóstica e escalável. O paciente no centro do cuidado, como deve ser.

Conexão Farma (https://conexaofarma.com.br) – uma startup que utiliza Big Data, Inteligência Geográfica e conhecimento especializado para ajudar o empreendedor de varejo a tomar decisões mais sólidas baseadas em dados, facilitando o aumento de receita e trazendo assertividade na expansão.

GreatBox (https://www.instagram.com/greatboxbrasil/) – a empresa realiza eventos de forma segura, amorosa, prática e sustentável e ajuda as pessoas a se manterem conectadas durante os momentos difíceis de lockdown.

Hub Power (https://www.instagram.com/hubpower.com.br/) – é um hub de soluções inovadoras e digitais que ajuda empreendedoras autorais a superar os desafios de empreender em meio a pandemia. 

Jenn Saúde (https://www.jenn.com.br/) – uma plataforma que conecta laboratórios e prestadores de serviços aos pacientes que precisam de acesso a medicina diagnóstica de qualidade.

Suvic (https://www.suvic.com.br) – O App SUVIC é a sua Carteirinha de Vacinação Digital e GRATUITA, com funções de Agendamento (SUS e Particular), Histórico, e armazena em um único local todas informações sobre sua saúde.

HYGIFORCE (https://www.instagram.com/hygi.force/) –  é uma startup que oferece serviço especializado em sanitização e desinfecção de ambientes, focada na eliminação e prevenção do Novo CoronaVírus, utilizando equipamentos e produtos de última geração. 

PetPro – (https://www.instagram.com/meupetpro/) A empresa oferece segurança, comodidade e economia para quem possui pet e precisa de serviços para garantir seu bem-estar. Além disso, oferece inserção dos prestadores ao cenário digital, e auxílio em gestão e administração dos negócios.

VIDGI (games.vidgi.com.br) – uma plataforma de campeonatos de jogos multiplayer que promove entretenimento,conexão social e geração de renda em períodos de isolamento e lockdown. 

Assinadoc (https://assinadoc.com/) –  uma plataforma que reduz burocracias e principalmente o contato físico na hora de assinar documentos, possibilitando que todo o processo seja feito de forma digital e segura para as partes envolvidas.

Robô do iFood leva ovos de Páscoa até a porta da casa do cliente

O iFood realizou uma entrega diferente e especial com a Ada – uma robozinha autônoma que auxilia na conexão entre mercados, entregadores e clientes. Desta vez, a novidade foi levar um pedido especial de Páscoa, em parceria com Mondelēz Brasil, dona da Lacta. A ação aconteceu em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, como projeto piloto. 

A robô foi colocada dentro do Shopping Iguatemi para recolher as encomendas de Páscoa dos varejos parceiros e levar até o iFood hub, que é o ponto onde o entregador parceiro retira para seguir com a entrega por moto ou bike, por exemplo. Neste caso, o pedido eram ovos de chocolate Lacta. Ao chegar no condomínio, para facilitar e agilizar o processo de entrega, um outro robô recebeu os itens e finalizou o percurso até a porta da casa do cliente, pela primeira vez e de forma inédita.

“A Páscoa é um momento especial de celebração de muitas famílias e decidimos testar um novo formato e a possibilidade de trazer inovação, utilizando robôs para ajudar a conectar todas as pontas da operação. Poder levar diferentes itens até a casa do cliente com segurança e praticidade, como fazemos todos os dias, e ainda testar este novo projeto piloto, demonstra nosso olhar para o futuro, utilizando novas soluções para sempre atender às necessidades dos parceiros, clientes e todo ecossistema”, explica Antonio Mello, diretor iFood Mercado.

“Fazer parte dessa iniciativa nos traz muito orgulho. A Mondelēz Brasil busca estar onde o consumidor está, disponível para todos os momentos em todos os canais de venda,  sejam eles offline ou digitais. Essa iniciativa  inovadora  traz mais   segurança   ao   consumidor,   que  por   meio   da   tecnologia  recebe   suas compras onde quer que seja. E como líder em snacks,  estamos atentos às novidades de mercado para oferecer o snack certo, para o momento certo, feito da maneira certa”, diz Theo Vieira, gerente de E-commerce da Mondelēz Brasil.

Os veículos são 100% elétricos, ecologicamente corretos e tem capacidade para transportar até 30kg, com autonomia de 12 horas de trabalho. Ainda em fase de testes, os robôs estão sendo desenvolvidos para promover maior integração e, com o uso de inteligência artificial, gerar mais eficiência ao fluxo de entrega, incluindo a redução de tempo de deslocamento e o alerta automatizado de pedidos.

“Buscar soluções que dinamizem a logística são fundamentais para melhorarmos a experiência como um todo. A Ada complementa nosso processo de uma forma bastante inteligente e segura, como um novo modal de entrega que agrega alta tecnologia e pode se integrar aos demais formatos, otimizando o processo e agilizando para o entregador”, diz Fernando Martins, head de Inovação no iFood.

Cuidados contra o coronavírus

Além da grande capacidade de armazenamento da Ada, há um sistema de iluminação interna que utiliza raios ultravioleta (UV) para eliminar qualquer microorganismo, bactérias ou vírus, como o coronavírus. Deste modo, todo o trajeto é realizado em total segurança.

Páscoa no iFood

Além do projeto piloto de entrega de ovos de chocolate com a robô Ada, para a Páscoa de 2021, o iFood preparou uma seleção especial de produtos e ofertas para atender as diferentes demandas dos consumidores brasileiros neste período. Pelo app, na categoria iFood Mercado, é possível encontrar itens selecionados e mais procurados para a data como vinhos, bacalhau e outros peixes, azeites, alimentos em geral, e os tradicionais chocolates e ovos de Páscoa de marcas variadas. Atualmente, são mais de 3 mil estabelecimentos em todas as regiões do Brasil cadastrados no iFood Mercado, contemplando desde supermercados locais e regionais, a grandes redes com cobertura nacional. Dentro da campanha Shoow de Ofertas que acontece no mês de março, os consumidores poderão encontrar no ícone Páscoa cupons e promoções com até 30% de desconto; e ainda seleção de produtos com vantagens de ‘Leve 5 itens e Pague 4’. 

Ada foi o nome escolhido para batizar o robô autônomo do iFood. Essa foi uma homenagem a matemática e escritora Ada Lovelace, reconhecida principalmente por ter escrito o primeiro algoritmo a ser processado por uma máquina. “A ideia é continuar rompendo paradigmas, assim como Ada fez, porque esse é o nosso negócio e a nossa busca continua”, explica Fernando Martins, head de Inovação do iFood.

O projeto da Ada foi desenvolvido em parceria com a empresa Synkar, que é especialista brasileira em inteligência artificial.