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Fator humano: o principal componente da segurança da informação

Por Vladimir Prestes

A proteção de dados confidenciais nas empresas é baseada no componente técnico e no fator humano. De acordo com as últimas tendências de desenvolvimento da segurança da informação o foco passa a ser o indivíduo. Isto é evidenciado por tecnologias tais como: UEBA (User and Entity Behavior Analytics), UBA (User behavior analytics), SUBA (Security User Behavior Analytics) e outras ferramentas de análise de comportamento de usuários, que visam detectar ameaças presentes.

As ameaças em TI podem ser divididas em dois grandes grupos: tecnológicas e “humanas”. Proteção antivírus, filtragem de tráfego, cobertura de vulnerabilidades, proteção contra ataques direcionados, DDOS – são tarefas com as quais soluções especializadas lidam de modo automático, já que a lógica do computador reconhece bem as ameaças e é capaz de tomar decisões sobre seu bloqueio autonomamente.

Ameaças “humanas” em TI – é uma área especifica. Contra elas não há uma solução totalmente automatizada. E geralmente essas ameaças são tratadas de forma integrada: configura-se o acesso aos componentes da infraestrutura de TI, utiliza-se sistema DLP (Data Loss Prevention), aumenta-se o conhecimento técnico dos funcionários e introduzem-se regulamentações de trabalho com informações críticas para os negócios.

As ameaças são muito distintas. Por isso, diferentes funcionários e até mesmo departamentos trabalham com elas: funcionários do departamento de TI cuidam das ameaças tecnológicas; profissionais de segurança da informação são responsáveis pelo monitoramento do “fator humano”. A propósito, o departamento de TI nem sempre sabe quais as soluções e métodos de proteção estão sendo usados na empresa. Isso cria um tipo de contrapeso aos riscos que podem ser ocasionados pelos próprios profissionais TI. Em geral, essa abordagem mais precisa da segurança é praticada por empresas de médio e grande porte.

A proteção contra “ameaças humanas” possui um caráter integrado, ao mesmo tempo são aplicadas soluções especializadas e medidas administrativas.

Por um lado, é necessário elevar o nível de capacitação técnica de seus funcionários, de modo que informações confidenciais não venham a ser encontradas em e-mails pessoais, em anotações de smartphones ou, por descuido, não venham a cair nas mãos de terceiros. Representantes da empresa Cybersecurity Ventures, especializada em pesquisas no campo da segurança cibernética e análise de mercado, afirmam que os custos globais com treinamento de funcionários no âmbito da segurança da informação podem chegar a 10 bilhões de dólares até 2027.

Por outro lado, é importante acompanhar a movimentação de dados confidenciais que podem ser transmitidos para fora do “perímetro” da empresa. Apenas o uso integrado de soluções técnicas e medidas administrativas serão capazes de impedir a maioria dos vazamentos de informações. As consequências destrutivas provocadas por vazamentos são óbvias, mas os riscos causados pelo fator humano, muitas vezes, podem levar uma empresa à falência.

Na luta contra vazamentos de informações, todas as empresas estabelecem tarefas semelhantes: impedir o roubo de dados financeiros, evitar danos à reputação, manter em segredo assuntos internos, não perder a carteira de clientes, proteger os dados pessoais de funcionários e clientes. As ameaças tecnológicas podem interromper temporariamente o trabalho de uma empresa, as comunicações, o contato com os clientes – mas tudo isso é resolvido rapidamente. Em contrapartida, um alto executivo mal intencionado, possuindo acesso a todos os dados secretos, planos, documentos financeiros e analíticos, podendo causar não apenas sérios danos ao negócio, mas destruí-lo completamente.

A imprudência de um funcionário de um de nossos clientes resultou no vazamento de dados confidenciais. O gerente da empresa simplesmente esqueceu o notebook em cima da mesa da sala de conferências onde havia ocorrido uma reunião com um cliente. O notebook continha muitas informações interessantes: um arquivo com ofertas comerciais para o ramo de atuação do cliente, sistemas de formação de preços, arquivo de contratos, planos, etc. O sistema DLP registrou a tentativa de download dos documentos para uma mídia externa e um grande vazamento foi evitado. No entanto, o cliente acabou visualizando dados aos quais ele não deveria ter tido acesso.

E vazamentos ocasionais como estes não são raros. De acordo com uma pesquisa realizada pela SearchInform, em 2016 eles foram responsáveis por 42% de todos os incidentes relacionados à segurança da informação nas empresas dos países da CEI (Comunidade dos Estados Independentes).

Para garantir a proteção das informações da empresa é necessário desenvolver sua estratégia de segurança da informação ou seguir as recomendações abaixo, que permitem a redução de riscos:

1. Estabeleça regras para o manuseio de informações. A estrita observância das regras de armazenamento e operações com dados e documentos confidenciais diz respeito a qualquer funcionário – desde o mais alto executivo até o profissional comum.

2. Realize o treinamento dos funcionários do departamento de segurança da informação. Isso pode ser feito dentro da estrutura de sua organização: atribua esta tarefa ao departamento de RH ou de TI, ou inclua esta função às reponsabilidades do departamento de SI. Também é possível recorrer aos serviços de empresas especializadas em treinamento de agentes de segurança da informação (CTI, Security Awareness Training).

3. Crie o departamento de Segurança da Informação, que trabalhará na prevenção de incidentes. A tarefa dos funcionários de SI não é apenas investigar violações, mas analisar potenciais ameaças. Por exemplo, dar atenção especial aos funcionários que se enquadram em grupos de risco: apostadores, dependentes químicos, funcionários em processo de demissão ou insatisfeitos, etc.

4. Implemente soluções de proteção da informação. Use ferramentas de controle de informação: sistema DLP, sistema SIEM, etc. É necessário monitorar o maior número possível de canais de transmissão de informação dentro da empresa.

5. Abandone a abordagem convencional de proteção. Por si só, a implementação de ferramentas de proteção de informações não é uma garantia de segurança, ainda mais se forem usadas apenas diante de uma necessidade. Frequentemente, o incidente ocorre e só então, descobre-se que algo não foi configurado corretamente: um canal não estava sendo monitorado, um usuário teve acesso a informações que deveriam ser restritas, etc. Configure as ferramentas corretamente e monitore os canais de informação constantemente.

6. Faça uso do princípio de “freios e contrapesos”. Não delegue toda a responsabilidade e poder apenas a uma pessoa: justamente com esse propósito é estabelecido o departamento de SI, para ser o “contrapeso” ao departamento de TI, que muitas vezes tem acesso às mais importantes informações confidenciais e possui conhecimento técnico suficiente para usá-las indevidamente.

Vladimir Prestes é Diretor Geral da SearchInform no Brasil, líder russa em sistemas de segurança da informação há mais de 20 anos.

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Startup brasileira está entre finalistas no CODE_n CONTEST

Apresentado pela GFT, referência em tecnologias exponenciais para a transformação digital e projetos ágeis, a competição CODE_n, na Alemanha, selecionou uma empresa brasileira entre as 50 finalistas deste ano. A disputa será no new.New Festival, evento tecnológico internacional focado nas oportunidades da transformação digital, em Hanns-Martin-Schleyer-Halle, em Stuttgart, de 8 a 10 de outubro, onde finalistas apresentarão os seus modelos de negócios.

Com a seleção, a Nama, startup que une as inteligências humana e artificial para resolver comunicações complexas, terá um estande gratuito no festival por três dias e também poderá mostrar seus conceitos no palco do evento para o grande público. “Dado a relevância do new.New Festival e do CODE_n, é uma grande oportunidade para as startups poderem apresentar os seus trabalhos, os seus diferenciais, além de fazerem networking”, afirma Marco Santos, Marco Santos, managing director Latam da GFT. Os custos com a viagem e estadia do profissional da Nama serão de responsabilidade da GFT Brasil.

Um júri VIP irá selecionar os vencedores nas categorias “Melhor Modelo de Negócios”, “Melhor Inovação Tecnológica” e “Disruptor da Indústria”, além do vencedor geral no final do evento. Os Prêmios CODE_n têm um total de 30 mil euros em prêmios. Cerca de 313 startups de 42 nações se candidataram para o evento deste ano. Ao todo, 50 startups de 15 países, incluindo Brasil, África do Sul, EUA, Lituânia, Israel e Alemanha foram selecionadas como finalistas.

50 startups prontas para apresentar suas ideias inovadoras

As startups finalistas vão desde Beyond Reality e Inteligência de Máquina até a Confiança Criptográfica, temas que podem ser aplicados à indústria, setor móvel, saúde, educação e agricultura no futuro. As startups apresentarão soluções para a tecnologia de cibersegurança e blockchain e também apresentarão ideias para simplificar os processos industriais utilizando a realidade aumentada, inclusive no desenvolvimento de protótipos ou na manutenção de dispositivos técnicos.

‘A qualidade das startups candidatas este ano foi tão alta que, muitas vezes, foram apenas os detalhes que fizeram a diferença final no ranking e na seleção das top 50. Estou ansioso para receber as 50 finalistas no início de outubro aqui em Stuttgart. Todas elas fazem jus ao nosso lema de “explorar o DNA da inovação digital” e temos certeza de que o evento mais uma vez produzirá muitas colaborações e investimentos bem-sucedidos”, afirma Moritz Gräter, Managing Director do CODE_n.

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Bossa Nova é primeira empresa brasileira a lançar fundo com criptomoeda

Na próxima semana a Bossa Nova Investimentos lança globalmente (menos no Brasil) a primeira security token focada em empresas da América Latina. Trata-se da BR11 uma moeda virtual securitizada (security token) atrelada a um fundo de investimentos em startups.

Segundo Pierre Schurmann, founding partner da Bossa Nova Investimentos, — uma empresa de venture capital com participação em 347 startups e projeção de chegar a 450 investidas até o final de 2018 –, a criação da BR11 é uma forma de atrair investimentos estrangeiros para startups brasileiras.

A BR11 estará associada a 11 startups nacionais. Cada BR11 valerá US$ 1 e o câmbio flutuará de acordo com o sucesso das startups. “Pretendemos captar entre US$ 11 milhões e US$ 20 milhões para investir nestas startups”, revela.

Em estágio de pré-venda para investidores institucionais, a BR11, que está registrada na Securities and Exchange Commission (SEC), o órgão que regula o mercado financeiro nos EUA, tem atraído a atenção de familly offices globalmente.

A emissão das moedas utilizará a tecnologia da Securitize, que garante que a emissão seja 100% compatível com as leis de cada país na qual será oferecida. Para que os investidores possam ter liquidez, A BR11 será listada na plataforma Open Finance, na qual seu câmbio flutuará de acordo com o valuation das 11 startups do fundo. “Será a terceira emissão de um security token nas Américas”, comemora Schurmann.

O investidor internacional vai poder aportar pequenas quantias em startups brasileiras. Com mínimo de US$ 5 mil será possível participar.

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Deloitte abre inscrições para empresas participarem da pesquisa “As PMEs que Mais Crescem no Brasil”

Empresas que faturaram até R$ 500 milhões em 2017 podem participar da 13ª edição do principal levantamento do País sobre pequenas e médias empresas, realizado em parceria de divulgação com a revista EXAME

Estão abertas as inscrições para a 13ª edição do levantamento “As PMEs que Mais Crescem no Brasil”, realizada pela consultoria Deloitte para divulgação na revista Exame. A pesquisa deste ano apontará as organizações que mais expandiram seus negócios ao longo dos últimos três anos completos (2015, 2016 e 2017).

Para participar, as empresas que faturaram entre R$ 5 milhões e R$ 500 milhões em 2017 podem acessar o questionário pela página oficial (onde consta o regulamento do estudo), cadastrar seus dados e responder às perguntas até 6 de julho de 2018.

As empresas com taxas mais elevadas de crescimento no período avaliado se classificam para um ranking a ser divulgado no dia 30 de agosto, em evento realizado em São Paulo, no qual serão homenageadas. A relação será também publicada pela revista Exame.

Para os participantes, independentemente da entrada e posição da empresa no ranking, a organização enviará um relatório completo com os resultados.

13ª edição da pesquisa “As PMEs que Mais Crescem no Brasil” – triênio 2015/ 2016/ 2017

Inscrições: até o dia 6 de julho

Onde realizar a inscrição: www.deloitte.com/PMEs

Dúvidas: pequenasemedias@deloitte.com

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Aumentando a produtividade de vendas com a Transformação Digital na indústria de Bens de Consumo

Por Sandra Vaz

A Transformação Digital nasce com a adoção de novas tecnologias. Novas máquinas, IoT, IA, robots e softwares representam o primeiro passo. O segundo é envolver seus colaboradores dentro da nova realidade. Quando estamos falando da equipe de vendas, esse é um ponto ainda mais crucial.

Aumentar a produtividade em vendas é provavelmente o sonho de 10 em 10 CEOs. O crescimento em vendas é o termômetro do sucesso de uma organização, é um tema para o qual todos olham e lutam pelo crescimento. Já a produtividade é a capacidade de, com os mesmos recursos, melhorar os resultados obtidos, a margem da empresa e a Transformação Digital é um passo decisivo para essa conquista.

Mas quais são os impactos desse novo momento para a área de vendas? Os primeiros reflexos são, certamente, os clientes e os vendedores. Com os avanços das tecnologias, cada um deles adquire uma nova postura. Os consumidores de hoje são pessoas empoderadas, que estudam sobre seu produto de desejo na Internet e muitas vezes chegam até as lojas já com todas as informações necessárias para concluir sua compra. Eles conhecem os produtos da concorrência e lutam pelos seus direitos. Nesse cenário, os vendedores precisam estar preparados para lidar com clientes bem informados e com pouco tempo para tomar decisões.

Por outro lado, as empresas e seus vendedores também possuem informações valiosas sobre seus clientes. Através de tecnologias como big data e redes sociais, os clientes estão muito mais abertos para receber e também ceder suas informações. Na busca por uma verdadeira experiência do usuário, o cliente permite acesso aos seus perfis nas redes, dados demográficos e muito mais.

As empresas e lojas, principalmente através do CRM, conseguem traçar facilmente o perfil de cada indivíduo e ter informações como a frequência das compras, preferências de marca, etc. Os dados não são captados apenas no momento final da compra. Isso prova que, com a Transformação Digital, o processo de venda foi fragmentado, dividindo-se a responsabilidade com mais áreas da empresa, e não apenas com a equipe de vendas. O Marketing, a Logística, o Pós-Venda: tudo tem reflexos importantes no momento da venda, pois geram dados e insights poderosos para gerar uma nova venda com menos esforço e mais assertividade. Isso aumenta a produtividade sem necessariamente aumentar os custos.

Sempre com o apoio dos dados coletados, o vendedor consegue conhecer a fundo o comportamento do mercado, a jornada de compra do seu cliente e até mesmo algumas de suas informações pessoais e preferências. Cabe ao profissional aprender a utilizar esses dados para otimizar seus processos, aumentando suas vendas.

Com o desenvolvimento tecnológico, teremos ainda mais pontos de coletas de dados durante a cadeia de conhecimento, interesse e compra do cliente. Com a interpretação correta dessas informações, as empresas saberão exatamente quando o cliente precisa realizar uma nova compra, pois seu perfil já terá sido estudado e suas necessidades e dores já são conhecidas. Hoje, as empresas já conseguem trabalhar com análise preditiva de dados. Em pouco tempo, acredito que teremos números surpreendentes e uma produtividade recorde para as equipes de vendas através da inteligência artificial, imagem e voice recognition. Os ganhos passarão facilmente da ordem dos bilhões.

A Transformação Digital representa um ganho em produtividade sem precedentes para qualquer negócio. Não basta apenas conhecer as novas técnicas e receber os novos dados: é preciso redesenhar processos e aplicar as diferentes soluções e plataformas, integrando-os à rotina de suas equipes. Para isso, um bom caminho é consultar empresas especialistas no assunto. A adoção das mais recentes tecnologias pode necessitar de treinamento inicial , mas profissionais com experiência nesse tipo de implantação poderão testemunhar sobre todas as suas vantagens. A transformação começa no digital, se torna real dentro da cultura da empresa e gera resultados formidáveis e sustentáveis quando bem aplicada.

Sandra Vaz é Chief of Sales & Marketing da MC1, multinacional brasileira especializada em inteligência de vendas utilizando soluções de mobilidade corporativa.

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Novas Startups se juntam ao Oracle Startup Cloud Accelerator para aprimorar inovação na nuvem

A Oracle anunciou hoje a segunda turma de startups que participarão do Oracle Startup Cloud Accelerator, em São Paulo. Com duração de seis meses, o programa oferece às startups apoio para o crescimento de seus negócios e desenvolvimento de soluções inovadoras baseadas em nuvem.

Coordenado por membros da equipe de pesquisa e desenvolvimento da Oracle, o programa Oracle Startup Cloud Accelerator traz às startups a orientação de especialistas técnicos e de negócio, espaço de trabalho colaborativo, acesso ao ecossistema de mais de 430 mil clientes, parceiros e investidores, bem como créditos gratuitos de Oracle Cloud.

Selecionadas entre um grupo bastante qualificado e diversificado de candidatos, as seis startups da segunda turma de São Paulo são:

• Agendor, uma plataforma de aprimoramento em vendas, que ajuda pequenas e médias empresas com vendas consultivas na definição e acompanhamento do processo de vendas, de forma simples, enxuta e acessível, com versões para web e mobile. Por meio do Agendor é possível centralizar a carteira de clientes, acompanhar as vendas em andamento e extrair relatórios dos resultados de negócios.

• JUSTTO – empresa voltada para área jurídica, que possibilita o acesso à justiça por meio de sua plataforma de automação de negociação de acordos, com uma solução inteligente ponta-a-ponta para prevenir e resolver conflitos.

• Qulture.Rocks – voltada para ajudar as organizações a criarem novas culturas de trabalho, é uma a plataforma (mobile e desktop) customizada de gestão de desempenho e conteúdo, que gera alinhamento, reconhecimento e desenvolvimento no ambiente de trabalho por meio de feedbacks, meritocracia, desenvolvimento de habilidades e gestão de metas.

• Smartrips.co – plataforma que incentiva os colaboradores das empresas a pouparem e economizarem em viagens corporativas. Por meio do algoritmo da startup, a empresa define um budget para a viagem do colaborador que, ao economizar, ganha pontos para trocar por benefícios com parceiros da plataforma.

• Social Miner – plataforma de engajamento e vendas que usa machine learning e storytelling para criar campanhas de marketing digital mais humanizadas e aumentar as vendas das empresas.

• Tail – plataforma de big data para gestão de audiência na América Latina. Uma “one-stop shop”, sob o modelo SaaS, traz aos anunciantes, agências e veículos um conjunto abrangente de soluções para gerenciamento de dados de audiência em desktops e dispositivos móveis.

“As startups em São Paulo continuam elevando o padrão para a inovação global em nuvem e estamos orgulhosos em dar as boas-vindas a esse seleto grupo em nossa segunda turma”, disse Reggie Bradford, vice-presidente sênior de Startup Ecosystem and Accelerator da Oracle.

“Com o anúncio da segunda turma, a Oracle reforça a continuidade do Oracle Startup Cloud Accelerator e seu compromisso em fomentar o ecossistema brasileiro de startups”, comenta Rodrigo Galvão, presidente da Oracle do Brasil. “As seis startups selecionadas contarão com o apoio da Oracle para crescer e se desenvolver ainda mais e transformar o mundo dos negócios”.

A Oracle oferece programas de aceleração presenciais e não-presenciais que potencializam a inovação tecnológica baseada em nuvem e permitem a co-criação e a co-inovação. Lançado globalmente no início de 2016, o Oracle Startup Cloud Accelerator está presente em nove cidades – Austin, Bangalore, Bristol, Mumbai, Nova Deli, Paris, São Paulo, Cingapura e Tel Aviv. Já o Oracle Scaleup Ecosystem é o programa não-presencial, disponível de forma virtual em todo o mundo, para startups que buscam o crescimento e desenvolvimento de seus negócios.

Empreendendorismo no Oracle OpenWorld Brasil 2018

As seis startups da segunda turma do Oracle Startup Cloud Accelerator em São Paulo participarão do Oracle OpenWorld Brasil 2018, em um painel moderado por Rodrigo Galvão, presidente da Oracle do Brasil, no dia 20 de junho, às 14h45, na Bienal do Parque Ibirapuera. O evento é aberto ao público e com entrada franca, no Parque do Ibirapuera, em São Paulo.

Para saber mais sobre as startups do programa e conhecer mais sobre inovação e as tecnologias emergentes no Oracle OpenWorld Brasil 2018, acesse o site do evento. https://go.oracle.com/LP=67988?elqCampaignId=14173

Quem são os defensores da Internet no Brasil?

Por Silicon-Minds

Mais da metade da população mundial já conta com acesso à internet, aponta o último relatório Digital de 2018, divulgado pelos serviçosonlineHootsuite e We Are Social. De acordo com as duas companhias somos mais de 4 bilhões de pessoas conectadas. As redes sociais são utilizadas por cerca de 3,2 bilhões de pessoas (42% de todo o mundo).

Segundo a jornalista Elaine Raquel Assis, cada vez mais informações pessoais e públicas são coletadas, armazenadas, processadas e compartilhadas eletronicamente. Tudo isso traz oportunidades para o desenvolvimento socioeconômico e sustentável, especialmente em torno das tecnologias de informação e comunicação para o desenvolvimento.

Parece perfeito! Só que não #sqn. Ocorre que o mundo virtual não está isento dos perigos da vida real, os chamados Cyberbulling crescem virtuosamente desafiando a privacidade e as Leis.

Perguntamos a Elaine: Como se aplica a lei brasileira para criação de perfil falso para difamação, bully, cybertalking e fake news?

Elaine responde citando o advogado criminalista e constitucionalista, Dr. Adib Abduoni. Segundo ele, a criação e utilização de um perfil falso com a finalidade de caluniar, difamar, injuriar ou ameaçar alguém, além de representar causa de responsabilização penal pelos crimes em espécie (CP, artigos 138, 139, 140 e 147), também constitui a prática do crime de falsa identidade, previsto no artigo 307 do CP (atribuir-se ou atribuir a terceiro falsa identidade para obter vantagem, em proveito próprio ou alheio, cuja conduta dissimulada é repudiada pela Constituição Federal ao vedar o anonimato como forma de garantir a liberdade de expressão (CF, artigo 5º. IV).

Como é possível achar o responsável por uma conta anônima?

Segundo Dr. Adib, a obtenção da identificação do endereço de protocolo de internet e o rastreamento do registro de conexão – qualificado como o conjunto de informações referentes à data e hora de início e término de uma conexão à internet, sua duração e o endereço IP utilizado pelo terminal para o envio e recebimento de pacotes de dados – constitui mecanismo indispensável acerca do descobrimento do criador do perfil falso, cuja obtenção, regulada pela Lei 12.965/2014 (Marco Civil da Internet), deve se dar por meio de autorização judicial – em caráter de liminar ou não – com vistas a formar o conjunto probatório do processo judicial cível ou penal, cuja ordem será dirigida ao provedor de acesso responsável pela guarda e fornecimento desses registros, desde que fundados os indícios da ocorrência do ilícito, sem prejuízo da preservação da intimidade, da vida privada, da honra e da imagem das partes direta ou indiretamente envolvidas.

Fernando Azevedo, sócio da Silicon Minds, empresa especializada em reputação online, e autor dos livros “Segredos de Reputação Online” e “O Negócio Sujo das Fake News” ainda avisa que o lesado pode fazer um pedido legal para que as redes sociais forneçam contas conectadas e e-mails que foram usados para a criação da conta falsa.

Existe alguma legislação vigente no Brasil para crimes de internet?

A responsabilidade penal por crimes cometidos no ambiente digital – à exceção daqueles estabelecidos na Lei 12.737/12 (Lei Carolina Dieckmann) sobre a tipificação penal da invasão de dispositivos informáticos alheios, cometida por hackers para coleta de dados sem autorização – padece de uma legislação específica, o que não impede a incidência dos tipos penais comuns sobre essas condutas contrárias à norma penal.

Nessa senda, pouco importa o meio pelo qual a prática do crime seja consumada – real ou virtual -, a exemplo dos crimes contra a honra e a liberdade pessoal (calúnia, difamação, injúria, constrangimento ilegal ou ameaça) previstos no Código Penal, além dos crimes previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente, atinentes à produção e reprodução de cenas de sexo explícito ou pornográfica, envolvendo os infantes, assim como os delitos contra as relações de consumo estabelecidas no Código de Defesa do Consumidor cujo exemplo clássico é a propaganda enganosa.

“O Brasil precisa acordar para estas práticas criminosas. E as redes sociais precisam ser mais ágeis na resolução destas contas e postagens”, diz Fernando Azevedo da Silicon Minds.

Segundo o Instagram, por exemplo: “Se uma conta for criada com o intuito de exercer bullying ou de assediar outra pessoa em seus posts, após a pessoa prejudicada denunciar o abuso, essa conta poderá ser bloqueada”.

Parece fácil, mas na verdade não é. “A maioria das pessoas desconhece esta regra e nem sabem como reportar. Além disso, na própria rede social existe a necessidade de dezenas de denúncias, com morosidade de 7 dias para tornar efetiva a ação.” – diz Fernando Azevedo, sócio da Silicon Minds, empresa especializada em reputação online e combate a fake news e cyberbullying.

Cyberbullying ou assédio virtual, segundo a Wikipedia, é uma prática que envolve o uso de tecnologias de informação e comunicação para dar apoio a comportamentos deliberados, repetidos e hostis praticados por um indivíduo ou um grupo com a intenção de prejudicar o outro. Entretanto, não é somente este o problema. Cyberstalking consiste no uso de ferramentas tecnológicas com o objetivo de perseguir ou assediar uma pessoa, segundo a Wikipedia. E ainda temos outros problemas como criação de fake news, pornografia infantil e violação de direitos autorais.

Fernando Azevedo reporta alguns passos importantes que uma pessoa pode utilizar quando é assediada na internet: “Existem alguns passos importantes que as pessoas podem seguir ao lidar com notícias falsas, cyberbullying e cyberstalking. Os processos legais podem demorar, então temos algumas dicas: “O primeiro passo é reportar a conta que está causando o problema e pedir para que amigos, colegas e seguidores façam o mesmo. No caso de assédio em comentários, o Instagram, em “configurações”, tem um filtro de comentários que pode banir as palavras que o incomodam. O usuário pode fazer um post pedindo ajuda a seguidores e relatando o problema. Além disso, o proprietário, no caso de Fake News e difamação, pode mostrar que está tratando das acusações pessoalmente e aproveitar para representar seus valores de ética e transparência. Ele também pode emitir press releasesinformando a verdadeira história. Ao responder a notícias e ofensas falsas on-line, lembre-se da regra de ouro das mídias sociais: “seja positivo ou fique quieto”. Desativar contas de todos os membros que podem ter dificuldade em controlar seu temperamento. E lembre-se: obter telas de notícias falsas é extremamente importante ao preencher um processo.”

O problema é tão grave que Fernando Azevedo, junto com a jornalista Livia Clozel, está começando uma campanha com o hashtag #helpmeinternet. A idéia é usar o poder do crowdsource para ajudar a reportar crimes nas redes sociais. “Caso eu esteja sofrendo cyberbullying de ‘fulanodetal’, eu posso fazer um post na minha conta ‘#helpmeinternet fulanodetal está me atacando’. Assim as pessoas poderão ver meu pedido, ir até a conta do suposto agressor e avaliar se realmente está ocorrendo um abuso para ajudarem a reportar a rede social.”

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Editora FGV lança livro “Internet das Coisas” e seus potenciais efeitos sobre a sociedade

Qual o futuro da internet e quais os potenciais efeitos da Internet das Coisas sobre a sociedade? Essas e outras questões são tratadas no mais novo livro publicado pela Editora FGV em parceria com a FGV Direito Rio, “A internet das coisas”, escrito pelo professor Eduardo Magrani, e que será lançado no próximo dia 19 de junho, às 19h, na Livraria da Travessa, no Shopping Leblon, Rio de Janeiro.

Com 95% do mundo coberto por redes de celular e 84% com acesso à banda larga, somado ao rápido crescimento das redes 4G e 5G, o mundo segue o caminho sem volta de estar cada vez mais conectado, e, assim como as pessoas, tudo a nossa volta também passa a estar “logado”.

A Internet das Coisas é basicamente o termo para o aumento da comunicação das máquinas pela internet, o desenvolvimento de utensílios e microdispositivos que por sensores e outras tecnologias captam dados a partir de seu ambiente, tornando-se parte integrante da internet em prol das facilidades da vida moderna.

“Cada vez mais as informações que circulam pela Internet não serão mais colocadas na rede tão somente por pessoas, mas por coisas e algoritmos dotados de inteligência artificial que trocam dados e informações entre si, formando um espaço de conexões de rede e informações cada vez mais automatizado”, afirma Eduardo Magrani, que irá realizar um bate-papo durante o lançamento juntamente com Eduardo Peixoto, do Instituto CESAR em Recife e a Caitlin Sampaio, da PUC Rio.

Estimativas apontam que a combinação entre objetos inteligentes e big data poderá alterar significativamente a maneira como vivemos. Em 2020, a quantidade de objetos interconectados passará dos 25 bilhões, podendo chegar a 50 bilhões de dispositivos inteligentes. O impacto na economia é tão impressionante quanto esses números. A estimativa de impacto econômico global corresponde a mais de US$ 11 trilhões em 2025.

Contudo, há ainda um longo caminho pela frente: metade da po­pulação mundial permanece sem acesso à internet banda larga; é a mesma parcela de pessoas sem conexão no Brasil. Apesar do cenário, o horizonte é promissor para o avanço das tecnologias digitais no país, que tem um dos mercados mais relevantes no segmento tecnológico. O governo federal iniciou recentemente uma discussão acerca da Internet das Coisas – geralmente referida sob o acrônimo IoT (Inter­net of Things) – e, como resultado dessa discussão, um Plano Nacional para a IoT vem sendo debatido.

“Internet das Coisas” é uma rede de reflexões sobre novas tendências e direcionamentos das tecnologias da informação e para onde vamos com essa nova onda tecnológica.

Lançamento – A Internet das Coisas

Data: 19/06 – Hora: 19h

Local: Livraria da Travessa – Shopping Leblon – Avenida Afrânio de Melo Franco, 290 – loja 205A

Autor: Eduardo Magrani

Páginas: 192

Editora FGV – Preço : R$ 40 (impresso) e R$ 32 (e-book)

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Premiação dará a startups a oportunidade de se conectarem com mentores e investidores

Startups que desejam participar da Corrida de Unicórnios, ainda podem se inscrever. A competição que é considerada o maior desafio de startups do País, tem o objetivo de elencar as empresas com o maior potencial de mudar mercados tradicionais. Os finalistas além de contato com investidores e mentores para seus negócios, participarão do Consumidor Moderno Experience Summit, que em 2018 acontece em Madrid (Espanha), ao lado de 100 executivos de grandes empresas.

Para esta fase, a premiação procura startups dos eixos de Customer Experience (CX) e Inovação – nesta categoria podem ser inscrever empresas que têm soluções nas seguintes áreas: Mobilidade, Fintechs, Healthtechs, HRtechs, Insurtechs, Educação, Construtechs, Lawtechs, Transformação Digital, Cidades Inteligentes, Logística, Robótica e soluções que ajudem companhias a aumentarem sua eficiência operacional.

As startups de inovação têm até o dia 25 de junho para realizarem as inscrições. Elas passarão por uma triagem que terá o resultado divulgado no dia 4 de julho, já no dia 12 de julho, as startups vencedoras da etapa realizarão um pitch para uma banca de jurados. Já as vertentes de CX terão até o dia 2 de julho para realizarem as inscrições – seguindo o cronograma, serão avaliadas por mentores com resultado divulgado até o dia 10 de julho e, no dia 17 de julho as escolhidas da etapa realizarão seus pitchs para especialistas na área.

Serão, ao todo, sete etapas da Corrida, divididas em inscrição, pitches e semifinais de cada vertical de eixo – uma delas já foi finalizada, a vertical de varejo. As semifinais acontecerão nos principais eventos corporativos do País – BR Week, Whow! Festival de Inovação e Conarec, que juntos reúnem mais de 12 mil executivos qualificados de diversos setores da economia.

Em sua primeira edição, o desafio conta com apoio de empresas que atuam no ecossistema de inovação, como ABComm, ABFintech, Fiap, Inseed, OasisLab, RME – Rede Mulheres Empreendedoras, USP, WeWork, além do apoio e metodologia de avaliação de Felipe Matos, autor da obra “10.000 Startups” e um dos maiores especialistas de startups do País.

As inscrições são gratuitas e estão abertas e vão até o dia 25 de junho para a vertical “Inovação” e 2 de julho para a vertical de CX. Para todas as informações, clique aqui.

CRONOGRAMA – VERTICAL “INOVAÇÃO”

25 de junho (segunda-feira) – Encerramento das inscrições das startups – Vertical “Inovação”
4 de julho (quarta-feira) – Divulgação da avaliação dos mentores – Vertical “Inovação”
5 de julho (quinta-feira) – Compilação das escolhidas pelos mentores e comunicação às startups – Vertical “Inovação”
12 de julho (quinta-feira) – Pitches da vertical “Inovação”

CRONOGRAMA – VERTICAL “CUSTOMER EXPERIENCE (CX)”

2 de julho (segunda-feira) – Encerramento das inscrições das startups – Vertical “Customer Experience (CX)”
10 de julho (terça-feira) – Divulgação da avaliação dos mentores – “Customer Experience (CX)”
11 de julho (quarta-feira) – Compilação das escolhidas pelos mentores e comunicação às startups – “Customer Experience (CX)”
17 de julho (terça-feira) – Pitches da vertical “Customer Experience (CX)”

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Natura prorroga prazo de inscrição para o programa de aceleração de startups

A Natura, em parceria com o CESAR, prorrogou as inscrições para os interessados em participar do primeiro Programa de Aceleração de Startups da empresa. O prazo final é dia 17 de junho e os candidatos podem fazer o cadastro em: www.natura.com.br/startups

O objetivo do Programa de Aceleração é estimular o crescimento de startups em segmentos de mercado de interesse da Natura, contribuindo para acelerar a inovação e superação de desafios dentro da empresa, em uma relação de colaboração e incentivo mútuo. Na chamada pública para participação, as startups terão que propor soluções para desafios estratégicos da Natura, já mapeados para o programa e comunicados no portal.

“Acreditamos que esta iniciativa contribui para o desenvolvimento do ecossistema de startups no país, ajudando no desenvolvimento e amadurecimento para que elas se tornem mais competitivas no mercado”, afirma Luciano Abrantes, diretor de inovação digital da Natura.

As startups pré-selecionadas passarão por um Comitê de Investimentos, realizado em parceria com o CESAR.Labs, programa de aceleração de empresas do CESAR, no qual serão avaliadas as necessidades das empresas selecionadas e o aporte de recursos financeiros, em parceria com investidores-anjo, no valor de até R$ 100 mil. A partir da assinatura do contrato, serão nove meses de aceleração, no qual a Natura irá contribuir para o desenvolvimento dessas empresas por meio da proposição de desafios, apoio e execução do programa e mentorias com executivos ao longo da duração do programa. Ao fim do ciclo, as startups poderão ser contratadas pela Natura como parceiras.

A iniciativa faz parte do Programa Natura Startups, lançado em 2016, com o propósito de fomentar a cultura inovadora dentro da Natura e incentivar o empreendedorismo e o ecossistema de startups envolvidos com a empresa.

Sobre o Programa Natura Startups

Lançado em 2016, o Programa Natura Startups reforça a atuação da companhia no ecossistema de inovação, uma ferramenta relevante para fomentar o empreendedorismo e gerar novas oportunidades e conexões. No ano passado, mais de 100 empresas se inscreveram no programa, das quais 14 firmaram contrato para teste-conceito e três se tornaram fornecedoras da empresa. No primeiro semestre de 2018, já recebemos mais de 30 novas inscrições em nosso portal.

Inscrições: até 17 de junho

Site: www.natura.com.br/startups

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EMS e Bosch firmam parceria estratégica para implementar a primeira Indústria 4.0 no setor farmacêutico na América Latina

Da esquerda para a direita Wolfram Anders, vice-presidente executivo da Robert Bosch América Latina; Tobias Henzel, vice-presidente de operações da EMS;Carlos Sanchez, presidente do Conselho de Administração do Grupo NC; Besaliel Botelho, presidente da Robert Bosch América Latina; e Volker Melges, diretor da divisão Pharma da Robert Bosch América Latina
Foto: André Montejano/LZP Produções

A EMS, maior laboratório farmacêutico no Brasil, que tem como principal foco de investimento a inovação, se une à Bosch, empresa multinacional alemã fornecedora de tecnologia e serviços, para alavancar a Indústria 4.0 em suas unidades fabris no país. A implementação de máquinas conectadas pretende tornar a produção do laboratório mais inteligente e eficiente, trazendo um crescimento significativo na capacidade produtiva da empresa nos próximos 3 a 5 anos. O contrato entre as empresas foi firmado na última semana, na sede da EMS, em Hortolândia, na presença de Carlos Sanchez, presidente do Conselho de Administração do Grupo NC; Luiz Borgonovi, presidente da EMS; Tobias Henzel, vice-presidente de operações da EMS; Besaliel Botelho, presidente da Robert Bosch América Latina; Wolfram Anders, vice-presidente executivo da Robert Bosch América Latina e Volker Melges, diretor da divisão Pharma da Robert Bosch América Latina.

O laboratório é o primeiro do setor farmacêutico na América Latina a adotar soluções da indústria 4.0 e a implementação ocorrerá, inicialmente, por meio de um projeto piloto em uma linha de embalagem de medicamentos e no processo de Gerenciamento da Manutenção. A expansão dessa tecnologia para outras linhas e equipamentos, bem como para o restante da cadeia produtiva, desde a entrada da matéria-prima até a saída do produto final, deve ser o próximo passo da parceria. Nesse primeiro momento, a Bosch, uma líder mundial em soluções 4.0 para a indústria farmacêutica e referência do modelo na Europa – onde o movimento das empresas rumo à implantação de máquinas conectadas é mais intenso, desenvolveu um software específico para a indústria farmacêutica, chamado Pharma i 4.0 Solution Platform, um Manufacturing Execution System (MES). O programa será instalado nas máquinas que a EMS já possui em sua planta em Hortolândia, transformando-as em equipamentos mais conectados, seguindo o conceito de “fábricas inteligentes”. Além disso, toda a manutenção será informatizada, permitindo o registro dos serviços executados em tempo real, bem como proporcionando maior velocidade e assertividade na análise das causas das falhas e solução dos problemas. Na indústria 4.0, os sistemas monitoram os processos físicos, criam uma replicação virtual e tomam decisões descentralizadas com base nos dados levantados pelos computadores, possibilitando a identificação e resolução de erros de forma mais rápida e assertiva. Com a ferramenta da Bosch, é possível analisar e armazenar uma grande quantidade de informações ao mesmo tempo, de forma dinâmica, rápida e eficiente.

“As soluções Bosch para a Indústria 4.0 foram customizadas para atender às necessidades específicas da EMS, fornecendo transparência para todos os processos e dados essenciais das máquinas, a fim de contribuir para que a empresa mantenha uma alta performance de seus equipamentos e tome decisões em tempo real baseadas em fatos concretos”, explica Volker Melges, diretor da divisão Pharma da Robert Bosch América Latina. “Além de máquinas individuais, o Pharma i 4.0 Solution Platform também pode monitorar diversas linhas simultaneamente e fornecer uma importante base para otimizar a produtividade. Para isso, o sistema grava informações de vários equipamentos de produção e as armazena centralmente. Para transferência de dados de forma precisa, o Pharma i 4.0 Solution Platform é calibrado para usar as máquinas Bosch, além disso, com uma interface eletrônica adequada, a solução também pode ser usada com eficiência em equipamentos de produção de terceiros”, afirma Melges.

A utilização da inteligência artificial na indústria tem uma série de pontos positivos, como ganho de eficiência, elevação da produtividade, economia e otimização dos recursos, diminuição de chance de erro humano, redução do tempo de parada inesperada das máquinas e do gasto de energia, além da possibilidade de emissão de relatórios de dados (“Big Data”), que podem gerar informações conforme a necessidade da empresa.

Dessa maneira, o trabalho que antes era operacional, passa a ser, cada vez mais, automatizado, sendo controlado por inteligência artificial. Nesse cenário, o colaborador passa a assumir um papel mais estratégico, agindo como analista dos dados levantados pelos computadores, podendo tomar algumas decisões com base nas informações coletadas, relacionadas, por exemplo, à eficácia do equipamento ao estoque disponível de material, a interrupções ou a danos em determinada peça. Isso permite identificar a origem dos problemas e os pontos com potencial de otimização. “A ideia é que esse novo sistema seja aprimorado e continue evoluindo e que, no futuro, todas as nossas plantas fabris possam otimizar cada vez mais seus recursos, produzindo de maneira mais inteligente e eficiente”, diz Tobias Henzel, vice-presidente de operações da EMS.

A princípio, será realizado um projeto piloto – para teste e identificação de pontos de melhoria – em uma das quatorze linhas automatizadas da unidade de embalagens de medicamentos sólidos, que opera no moderno complexo fabril da EMS, em Hortolândia. As instalações do projeto piloto terão início em junho de 2018, com entrega completa prevista para o fim do ano.

Os colaboradores da empresa serão guiados passo a passo para utilizar o Pharma i 4.0 Solution Platform, da instalação ao controle de processos. Serão qualificados para operarem as máquinas no novo modelo e estarão conectados em tempo real com técnicos da Bosch.

“A EMS aposta na Indústria 4.0 para continuar otimizando e aprimorando seus produtos e processos. Com isso, a companhia reforça seu pioneirismo no mercado de medicamentos no Brasil, seu contínuo investimento em pesquisa e desenvolvimento, e sua ousadia em nome da promoção da saúde e bem-estar das pessoas. A EMS orgulha-se de, mais uma vez, ser parte da história, ao se tornar a primeira farmacêutica – e empresa da área de saúde – a se lançar na Indústria 4.0 na América Latina”, finaliza Henzel.

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A Ascensão dos Marketplaces no E-commerce Brasileiro

Por Ivan Zeredo

As estratégias de vendas via plataformas marketplace nunca estiveram tão em evidência no e-commerce quanto no momento atual. Um dos gatilhos responsáveis por esse crescimento no Brasil, foi a chegada de novos players como a Amazon e o fortalecimento de plataformas do segmento como B2W e Mercado Livre. De acordo com o relatório Webshoppers de 2017, publicado pelo e-bit, no último ano a categoria representou 18,5% do total de vendas no e-commerce, volume correspondente a 8,8 bilhões em faturamento.

Atualmente, as plataformas de e-commerce líderes no mercado impulsionam o setor e abrem espaço para o crescimento de pequenos lojistas. Esse sucesso dos marketplaces também se deve a praticidade de divulgação dos produtos e um conjunto de benefícios que promovem o crescimento na participação de lojistas de diversos segmentos, entre os quais podemos destacar:

Menor custo de marketing

Um dos incentivos para que os lojistas optem por divulgar seus produtos em plataformas de marketplace é a economia em ações marketing, uma vez que, os portais assumem a maior responsabilidade em atrair os usuários, realizar promoções e estratégias de vendas. No entanto, vale ressaltar que para disponibilizar os produtos nas plataformas, os lojistas arcam com as taxas atribuídas por elas. Por isso, é importante analisar o custo-benefício envolvido na operação para ver se a estratégia realmente vale a pena.

Confiança dos consumidores

Conquistar a confiança dos usuários pode levar algum tempo e para os e-commerces menores, esse fator representa um grande desafio para impulsionar as vendas. Sendo assim, uma das grandes vantagens na publicação de produtos em grandes marketplaces é se valer da credibilidade dessas plataformas e transferir a segurança necessária para os consumidores concluírem a compra.

Maior alcance de público

Quanto maior a quantidade de lugares em que os produtos da loja estiverem disponíveis, maior a probabilidade de que ele seja encontrado pelo público de interesse, certo? Em partes podemos considerar que sim. A lógica faz sentido para a divulgação de produtos em uma ou mais plataformas de marketplace. No entanto, é preciso se atentar também para a alta concorrência desses portais, uma vez que, é muito comum encontrar um mesmo item oferecido por diversas lojas no site.

Dessa forma, as informações fornecidas sobre o produto, um bom planejamento para conseguir a melhor competitividade nos preços e condições de frete irão atuar como os principais diferenciais de vendas no marketplace.

Ivan Zeredo, Diretor de Marketing do Cuponomia, plataforma que reúne cupons de desconto dos principais players de comércio eletrônico do país, e que recentemente iniciou operações no México, Chile e Colômbia.

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