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Com crescimento de 45%, Digital Commerce Group supera mercados de e-commerce e tecnologia

O comércio eletrônico é um dos segmentos mais saudáveis da economia brasileira, movimentando R$ 53,4 bilhões em 2016, ano marcado pela crise, com um crescimento equivalente a 11% em relação ao ano anterior, segundo dados da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). Já os dados do IDC em 2016 estimam uma alta de 2,6% no mercado de Tecnologia da Informação no país.

Se o ano foi positivo para ambos os setores, quem colheu mais frutos foi o Digital Commerce Group (DCG), fornecedor de tecnologia para lojas virtuais, que obteve um crescimento de 45% no ano. O grupo foi criado em 2016, em Porto Alegre, a partir de um aporte do Criatec 2 – fundo de investimentos em empresas de base tecnológica e perfil inovador – na EZ Commerce, uma das principais plataformas para e-commerce, que figura entre as PMEs que mais crescem no país, de acordo com ranking realizado pela Deloitte.

Consolidada no mercado e mais voltada atualmente para lojas de pequeno e médio portes, a EZ Commerce corresponde a 70% da receita do grupo, que conta ainda com outros dois produtos: a plataforma CORE, para grandes operações, com 20%, e a Octopus, para integração com marketplaces, com 10%. Ao todo, o DCG conquistou 180 contas, totalizando mais de 700 lojas virtuais atendidas, entre elas, GoBOX, Piccadilly e Victorinox.

“O avanço do setor impulsionou o crescimento do grupo também fisicamente, com a duplicação da equipe, que hoje conta com 100 funcionários, e inauguração de um escritório em São Paulo, já responsável por metade das nossas operações”, celebra Henrique Mengue, CEO do DCG.

Para 2017, o grupo espera seguir crescendo na casa dos 40%, especialmente com uma participação maior da Octopus, devido ao mercado promissor de marketplaces. De acordo com o CEO, a ideia é ampliar a atuação da ferramenta, integrando lojas físicas e a Indústria aos shopping centers virtuais. “Nossa busca sempre será em criar um ecossistema unificado de produtos e serviços para venda digital, oferendo ao varejista uma operação completa em todas as pontas com apenas um fornecedor”, acrescenta Mengue.

Promessa Endeavor

Na visão dos executivos do DCG, o mercado de tecnologia para e-commerce deve demandar em 2017 por soluções mais maduras nos quesitos de mobilidade, interação em tempo real e B2B. Para enfrentar o desafio de entregar produtos competitivos para conquistar grandes resultados, o grupo apresentará nova identidade visual e colocará em prática os meses de mentorias recebidas de grandes empreendedores do país no programa “Promessas Endeavor 2016”, para o qual foi selecionada entre empresas do Rio Grande do Sul, e concluído em novembro último.

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Escola aposta em projeto inovador para alunos criarem aplicativos e robôs

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A paixão por games e aplicativos caiu no gosto de crianças e adolescentes. Pensando nisso, um projeto educacional envolvendo o ensino de programação, a criação de aplicativos, sites e até mesmo a confecção de robôs, foi implantado em São José dos Campos.

Com o mercado tecnológico crescente a Ctrl+Play, escola de programação e robótica, que possui unidades espalhadas em várias cidades do Brasil, instalou a primeira franquia da rede na região do Vale do Paraíba e Litoral Norte. A unidade abriu as portas na segunda-feira (30).

A escola aposta em um projeto inovador para chamar a atenção de crianças e jovens entre 7 e 16 anos, oferecendo a eles a prática em laboratórios e para que se reinventem em cada experiência.

Segundo o responsável pela unidade em São José, Alison Bessa, a proposta é levar aos alunos uma plataforma educacional e propor entendimentos tecnológicos.

“Queremos que os alunos conheçam as lógicas de programação, pois ela ajudará a compreender e colaborar para as inovações digitais e vai estimular o raciocínio lógico e criatividade”, explica.

Estrutura

Com salas totalmente equipadas e computadores individuais, os alunos podem aprender de forma didática e fácil. Os professores usam algumas ferramentas criadas por insituições conhecidas como MIT (Massachussets Institute of Technology), Microsoft, Google, entre outras.

“São métodos interativos em que os estudantes vão aprender de forma divertida o conteúdo dos cursos”, destaca Alison Bessa.

Cursos

A unidade conta com ‘Code Kids’ voltado para crianças entre 7 e 9 anos. Os alunos do Code Kids entram em contato com ferramentas que estimulam o desenvolvimento da criatividade, do raciocínio lógico, inglês e muitas outras habilidades, criando jogos e robôs de uma maneira super divertida e didática.

No Curso Regular de Programação e Robótica, os alunos entre 10 e 16 anos aprendem sobre a criação de games, robótica, desenvolvimento de web, administração de servidores, entre outras atividades, utilizando ferramentas profissionais.

Há também cursos rápidos, como Minicraft, criação do próprio game e aplicativo, oficina de introdução à robótica, entre outros.

SERVIÇO

A Ctrl+Play de São José dos Campos fica localizada na avenida Barão do Rio Branco, 630, no Jardim Esplanada.

Outras informações podem ser obtidas pelo: www.ctrlplay.com.br/unidades/sao-jose-dos-campos-sp/

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Kickante é selecionada para a próxima fase do inovaBra

Em seu terceiro ano, o inovaBra, programa de inovação do Bradesco que busca novos modelos de negócios voltados ao setor financeiro, já virou referência entre as startups brasileiras. E a Kickante, maior plataforma de crowdfunding (financiamento coletivo) e líder no Brasil, está entre as selecionadas para a próxima fase da iniciativa.

“Sabemos que ainda estamos no início do processo que deve ser bem competitivo, dada a qualidade de todas as empresas selecionadas, mas só o fato de termos passado pelo primeiro grande crivo de seleção já é uma honra para nós”, comemora Viviane Sedola, VP de Desenvolvimento e Co-fundadora da Kickante.

Segundo a executiva, essa não foi a única boa notícia a respeito do programa. Outras quatro empresas, que utilizaram a plataforma da Kickante para buscar financiamento coletivo para seus projetos, também foram selecionadas para o inovaBra:

• Easythings Tecnologia, desenvolvedora do Easyglic – Bracelete de detecção de estado hipoglicêmico para pacientes diabéticos;

• Laura Network, com a iniciativa do Robô Laura – tecnologia desenvolvida para detectar precocemente um possível caso de Sepse, ajudando médicos e enfermeiros a salvar muitas vidas;

• Nearbee, com o projeto Alfabee – uma plataforma geosocial que integra pessoas próximas, amigos, familiares e autoridades competentes;

• Vixsystem, com projeto Cão-Guia Robô – desenvolvido para gerar maior autonomia no deslocamento no dia a dia do deficiente visual.

“É gratificante ver empresas tão inovadoras e que confiaram na Kickante para buscar apoio financeiro para seus projetos também participarem desta iniciativa. Seja pela ideia genial ou pelo empenho e persistência, esses projetos merecem sair do papel e ganhar o mundo todo para servirem de exemplo”, comenta Candice Pascoal, CEO e fundadora da Kickante.

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OLX marca presença na Campus Party 2017

Nesta sexta-feira, 3/02, às 17h15, a OLX estará presente, pela primeira vez, em um dos palcos de um dos maiores eventos de tecnologia do mundo, a Campus Party. Janet Baireva, diretora de produto da OLX e Bernardo Carneiro, Chief Techology Officer da empresa, apresentarão aos campuseiros a palestra intitulada “Conheça uma das maiores empresas de tecnologia do Brasil: sim, a OLX!”. No evento – que celebrará 10 anos no Brasil -, os executivos vão abordar um pouco sobre o desenvolvimento de tecnologia 100% brasileira empregada pela líder do mercado de compra e venda online no País.

A empresa, que é patrocinadora da Campus Party, fará um quiz sobre informações/curiosidades da OLX e dos 10 anos do evento. Os participantes encontrarão dicas para responder esse quiz nas bancadas personalizadas da marca e poderão concorrer a um final de semana no Rio de Janeiro (passagem, hospedagem e acompanhante) com direito a uma visita ao novo escritório da OLX. A OLX também vai apadrinhar um dos 17 temas do “The big hackaton”, chancelado pela ONU, que acontecerá na Campus Party – serão 100 horas de hackaton para solucionar problemas da sociedade.

Uma informação importante para jovens talentos da tecnologia: os campuseiros poderão se inscrever em processos seletivos para as vagas disponíveis na empresa.

Serviço:

Campus Party 2017: 31/01 a 5/02

Onde: Pavilhão de Exposições do Anhembi – R. Prof. Milton Rodrigues, 13 – Santana, São Paulo – SP

Palestra OLX: Conheça uma das maiores empresas de tecnologia do Brasil: sim, a OLX!

Data: 03/02 – sexta-feira

Horário: 17h15

Local: Palco Empreendedorismo

Informações: http://brasil.campus-party.org/

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App gratuito da Fiesp traz oportunidades de negócios com Sesi, Senai e Aeronáutica

A fim de promover e ampliar o campo de negócios para pequenas, médias e grandes empresas, o Departamento de Ação Regional da Fiesp (Depar) criou o sistema “Ponte de Negócios”. Com a nova plataforma, composta por site e aplicativo, companhias e profissionais autônomos têm acesso aos processos de licitação de compra do Sesi, Senai, Centro Logístico da Aeronáutica e demais parceiros.

As oportunidades estão concentradas nas áreas de obras, serviços, materiais e equipamentos, aluguéis e locações, setor médico e odontológico e setor bélico e de defesa. Além disso, os processos de compra publicados pelas entidades estão separados por lotes de diferentes quantidades, de modo a contemplar também os pequenos e médios fornecedores do Estado.

Na avaliação do diretor Depar, Sylvio de Barros, o objetivo da nova ferramenta é divulgar com transparência novas oportunidades de negócios para o maior leque de empresas possível, permitindo a multiplicação de parceiros e potenciais compradores. “A ideia é criar um novo mercado para a indústria”, explica.

Os interessados podem baixar gratuitamente o app, disponível na App Store, Google Play e Microsoft, basta realizar um cadastro com nome, CPF, e-mail e senha. O app envia semanalmente alertas personalizados sobre as novas oportunidades aos participantes. Mais informações no site da iniciativa: www.fiesp.com.br/pontedenegocios.

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Sophos divulga tendências de ciberataques em 2017

O ano de 2016 já tinha sido palco não só de um grande número, mas também de uma grande variedade de ciberataques, desde os DDoS de alto perfil que controlam as câmeras de segurança ligadas à internet, até à suposta invasão da rede de computadores liderada por hackers russos durante as eleições americanas. Vimos ainda um aumento dos cenários que envolvem violação de dados, em pequenas e grandes empresas, e perdas significativas no que diz respeito à informação pessoal.

A Sophos reuniu tendências de ciberataques atuais e emergentes que acredita serem as principais ameaças para o ano de 2017. Entre os mais preocupantes estão os ataques DDoS com equipamentos IoT (sigla em inglês para Internet das Coisas) e os ataques contra estados e sociedades.

Os ataques DDoS IOT destrutivos vão aumentar. Em 2016, o malware Mirai conseguiu demonstrar o massivo potencial destrutivo dos ataques DDoS em um cenário com equipamentos IoT inseguros. Os ataques do Mirai exploraram apenas um número reduzido de equipamentos e vulnerabilidades, e utilizaram técnicas de identificação de senhas bastante básicas. No entanto, os cibercriminosos terão a vida ainda mais facilitada tendo em conta os inúmeros equipamentos IoT que existem com códigos desatualizados, baseados em sistemas operacionais com baixa manutenção e em aplicações com vulnerabilidades bastante conhecidas.

Mudança de ataques exploit para ataques sociais direcionados. Os cibercriminosos estão aprimorando suas técnicas contra a maior vulnerabilidade que existe: os humanos. Os ataques estão cada vez mais sofisticados e convincentes para enganar os usuários. Por exemplo, é bastante comum ver um e-mail direcionado, que aborda o destinatário pelo nome e menciona uma dívida pendente que o remetente pretende cobrar. Por medo ou curiosidade da dívida, o usuário se sente tentado a clicar no e-mail que o direciona para um link malicioso, iniciando o ataque. Esses ataques de phishing deixaram de ser facilmente reconhecidos pela presença de erros mais óbvios, como acontecia, e agora estão direcionados se passando por bancos e autoridades.

Exploração da infraestrutura antiga e insegura da internet. A maioria dos usuários da internet ainda confiam em protocolos antigos que se estabeleceram no início da internet. Por exemplo, ataques contra o protocolo BGP (Border Gateway Protocol) podem interromper, sequestrar ou desativar potencialmente grande parte da internet. O protocolo BGP é a espinha dorsal da internet, usada para rotear solicitações na internet. O ataque DDoS que ocorreu em outubro contra a Dyn, uma das principais empresas fornecedoras de serviços DNS do mundo, afetou o acesso à internet em diversas partes do mundo. Provedores e empresas de grande porte podem tentar responder a esses ataques, mas em caso de falhas terão de arcar com sérios danos se os hackers optarem por explorar as falhas mais profundas da internet.

O ransomware continua em evolução. À medida que mais usuários reconhecem os riscos do ataque ransomware por e-mail, os criminosos continuam explorando outros vetores. As novidades podem vir com um malware que reinfecta mais tarde, muito depois do resgate ser pago, ou também com ferramentas internas e de malware não executável para, dessa forma, evitar a detecção na proteção de endpoint, que foca nos arquivos executáveis. Alguns exemplos recentes têm solicitado primeiro o compartilhamento do arquivo infectado com duas pessoas antes de devolver o arquivo descriptografado. Os autores do ransomware também estão começando a utilizar técnicas diferentes da criptografia como, por exemplo, excluindo ou corrompendo cabeçalhos de arquivos. E, finalmente, com ransomware antigo ainda flutuando pela web, os usuários podem ser vítimas de ataques sem solução porque os locais de pagamento não existem mais.

Aumento de ataques de dispositivos IoT. Os usuários de dispositivos IoT podem não notar ou sequer se importar se o equipamento de monitoramento dos seus bebês está sendo utilizado para atacar um website. Contudo, uma vez que hackers tem o domínio de um dispositivo em uma rede privada, eles podem comprometer todos os outros equipamentos que estão conectados na mesma rede, como notebooks que podem conter uma série de dados pessoais. Em 2017, mais incidentes como esse serão frequentes, além de ataques por meio de câmeras e microfones para espionar residências.

Infraestrutura financeira com maior risco de ataque. O uso de phishing direcionado ou whaling (caça à baleia) continua a crescer. Esses ataques usam informação detalhada de executivos das empresas com o objetivo de enganar funcionários para comprometer contas e viabilizar o pagamento aos fraudadores. Para esse ano, são esperados esses ataques às infraestruturas financeiras, como o que ocorreu em fevereiro ao Swift – sistema global que bancos utilizam para realizar transações de milhões de dólares todos os dias – e que custou US$81 milhões ao Banco Central de Bangladesh.

Ataques contra órgãos dos Estados e contra a população. Os ataques tecnológicos se revelam cada vez mais políticos. Por exemplo, investigadores conseguiram demonstrar ataques que permitiram que um eleitor vote repetidamente, de forma fraudulenta, sem ser detectado. Mesmo que os Estados não realizem ataques desta natureza contra os sistemas eleitorais de seus adversários, a ideia de que estes ataques são possíveis é, por si só, uma arma verdadeiramente poderosa. A população, por sua vez, sofre com a desinformação e enfrenta sérios riscos como, no caso deste exemplo, ter o sistema de votação comprometido.

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Startup americana investe no mercado brasileiro

A Swipe Memories, startup americana, pioneira no desenvolvimento de filtros customizados para Snapchat na América Latina, lança, no próximo dia 29 de janeiro, a ferramenta no Brasil. Com um site (www.swipememories.com.br) totalmente responsivo, a empresa vem com a proposta de popularizar os geofiltros e permitir a criação de artes inéditas para usuários da rede. Os preços variam entre R$ 49 e R$99.

O Brasil é um dos países mais ativos nas redes sociais. De acordo com uma pesquisa divulgada pela consultoria eMarketer, quase 50% da população brasileira tem acesso à tecnologia e o número de usuários vem crescendo ano a ano. O mercado latente abre espaço para um mundo de serviços agregados a estas inovações tecnológicas e é justamente com este nicho de atuação que a Swipe Memories investe no Brasil.

O usuário da ferramenta pode criar artes para suas publicações e personalizá-las com imagens e conteúdos exclusivos, ou ainda, inspirar-se em ídolos e influenciadores digitais para fazer um filtro igual. É possível desenvolver artes para o dia a dia ou para ocasiões especiais, como festas de casamento, debutantes, comemorações de empresas, entre outras.

“O Brasil tem uma população jovem e muito antenada com as novidades de tecnologia. A era do compartilhamento facilitou o trânsito de informações e de convivência das pessoas. Em um clique é possível acompanhar em tempo real a vida de amigos, familiares, marcas e empresa, mas mais que um espaço de compartilhamento, as redes sociais funcionam como um ambiente para expor o que pensam, o que gostam e crenças dos usuários. É neste contexto que os filtros ganham força, uma vez que reforçam a identidade e a mensagem que o usuário quer passar aos seguidores”, Josie Rushing, head de Marketing da Swipe Memories.

Como usar:

A produção do filtro é simples e autoexplicativa. A partir do acesso à plataforma, o usuário escolhe entre os mais de 100 layouts disponíveis que quer customizar. Com o laytout definido, o cliente pode incluir texto, brasão, imagens, caricaturas e outros elementos. O site funciona também como uma plataforma de market place, onde designers do mundo inteiro podem contribuir com artes para os filtros. Há também a possibilidade de o cliente solicitar a criação de um filtro exclusivo sob demanda, a Swipe Memories disponibiliza equipe de designers para desenvolver o novo esboço por um preço diferenciado.

Após finalizado, o conteúdo é enviado ao Snapchat para aprovação e, se aprovado, em até seis horas é disponibilizado à pessoa no dia, horário e local definidos.

O custo da criação da arte do filtro varia entre R$ 49 e R$ 99. Além deste valor, há uma taxa de R$ 70 para que a Swipe Memories faça a aprovação do filtro junto ao Snapchat para o cliente. É possível enviar o filtro para aprovação diretamente ao Snapchat sem este custo adicional, contudo, para definição do geofiltro, ou seja, local, data e tempo disponível de utilização da ferramenta o serviço é cobrado pelo próprio Snapchat.

O serviço espera atingir não apenas o usuário comum, mas principalmente as pequenas empresas que têm necessidade de comunicar-se com seu público de forma digital e rápida. A empresa estima faturar R$ 1 milhão neste primeiro ano de atuação, com um ticket-médio de R$ 169/mês e aproximadamente 6.000 filtros vendidos ao ano.

“Acreditamos muito no potencial do mercado brasileiro e por isso pensamos em uma comunicação em português, próxima da cultura e da realidade dos usuários brasileiros. Entendemos que há uma demanda muito exigente dos usuários comuns, mas visualizamos uma oportunidade positiva de pequenas empresas se colocarem de forma profissional e diferenciada nas redes sociais por meio da padronização dos filtros e de uma comunicação adequada, com valores e direcionada ao público que interage com ela”, conclui a empresária.

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Empresa emoji anuncia compra de direitos

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A empresa emoji GmbH anunciou hoje que comprou a marca “emojiville” de SABAN BRANDS incluindo todos os ativos e direitos de domínio.

A empresa emoji, dona da marca registrada emoji® e dona de mais de 450 marcas globalmente possui mais de 230 relacionamentos ativos com parceiros de licença respeitáveis de todo o mundo e seu foco principal é o merchandising, a promoção e programas de fidelidade enquanto várias corporações globais estão usando os ícones e personagens da empresa emoji em seus comerciais de TV assim como para campanhas publicitárias gerais.

Há apenas uma semana a empresa de emoji anunciou um acordo de licenciamento com a Sony Pictures Animation (SPA) que permite que a Sony Pictures Animation (SPA) use o termo “emoji” em conexão com o programa de merchandising mundial da SPA para a comédia The Emoji Movie, que vai estrear nos cinemas em 11 de agosto de 2017.

“A aquisição das marcas ‘emojiville’ foi um passo lógico para fortalecer nossa estratégia de marca global”, afirmou Marco Huesges, CEO da empresa emoji, e acrescentou: “Com base em nossas várias marcas e IP’s, estamos proativamente desenvolvendo novos conceitos de marca para trabalhar com diferentes públicos-alvo e dar apoio a nossos parceiros globais com conceitos de marketing novos e poderosos.”

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Brasileiros consideram WhatsApp o app de mensagens mais confiável e querem criptografia

Hoje, mais de 100 milhões de brasileiros confiam no WhatsApp para trocar mensagens, fazer ligações, e enviar fotos e vídeos de maneira fácil e segura com amigos, família e outras pessoas. Uma pesquisa nacional conduzida pelo Datafolha sobre os hábitos dos brasileiros com aplicativos apresentou a razão para essa enorme popularidade: as pessoas confiam no aplicativo.

A privacidade das mensagens, que no WhatsApp é garantida pela criptografia de ponta a ponta, é importante para 94% dos usuários do app, segundo o Datafolha. E quase seis entre cada dez usuários entrevistados (57%) disseram que acreditam que o WhatsApp tem o mais alto nível de segurança para troca de informações sensíveis como dados pessoais e financeiros. Sete entre cada 10 usuários do WhatsApp no Brasil (71%) usam o app para enviar mensagens pessoais ou confidenciais, incluindo informações particulares ou familiares, conversas de negócios, assuntos íntimos, informações sobre saúde, documentos ou dados financeiros.

O WhatsApp implementou seu protocolo de criptografia de ponta a ponta que codifica as mensagens do telefone do usuário imediatamente antes de serem enviadas e não são decifradas até chegarem ao dispositivo do destinatário. O WhatsApp não pode decifrar essas mensagens em trânsito. O WhatsApp não armazena o histórico de chat dos usuários em seus servidores, e uma vez que a mensagem é entregue para seu destinatário, ela fica armazenada somente no telefone dessa pessoa. Isso permite que o WhatsApp entregue uma experiência segura, rápida e confiável.

Além do intenso uso do WhatsApp para se comunicar com a família e amigos, a pesquisa do Datafolha mostrou que 42% dos usuários trocam mensagens com comércios, prestadores de serviço, de saúde ou gerentes de banco, entre outros. Entre os que usam WhatsApp para negócios, 59% trocam mensagens com colegas de trabalho e 27% com clientes.

Ao mesmo tempo, 74% dos entrevistados se declararam contra os bloqueios da justiça contra o WhatsApp.

O Datafolha entrevistou 2.363 pessoas de 130 cidades em todas as regiões do Brasil.

Mais informações sobre a pesquisa estão disponíveis no infográfico anexo. O resultado completo com PDF pode ser visto no site do Datafolha, no link: http://datafolha.folha.uol.com.br/mercado/2017/01/1853307-privacidade-das-mensagens-e-importante-para-94-dos-usuarios-do-whatsapp-no-brasil.shtml

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Semifinal brasileira do Open Innovation Business Contest reúne seis projetos de realidade virtual

A everis, consultoria que oferece soluções de estratégia e de negócios, e a NTT DATA anunciam os semifinalistas brasileiros que concorrerão a uma vaga na grande final do Open Innovation Business Contest, competição global de startups, que reúne representantes de 10 países.

Entre os projetos inscritos na competição, de várias regiões do País, foram selecionados seis, todos de inovação empresarial na área de realidade virtual, aumentada e mista. No próximo dia 2 de fevereiro, o representante brasileiro será escolhido por uma comissão julgadora, formada por renomados profissionais do setor de tecnologia, no ISE Business School, em São Paulo, cidade sede da semifinal no Brasil.

O projeto brasileiro escolhido disputará a grande final da premiação, no mês de março, em Tóquio, no Japão, com outros nove projetos selecionados nas semifinais realizadas em São Francisco (Estados Unidos), Londres (Inglaterra), Tel Aviv (Israel), Tóquio (Japão), Toronto (Canadá), Madri e Barcelona (Espanha), Pequim (China) e Cingapura. E, também, ganhará uma bolsa de estudos para o curso WeSTART do ISE Business School, um programa para empreendedores e investidores se aperfeiçoarem e se conectarem.

O vencedor da grande final do Open Innovation Business Contest no Japão receberá US$ 30.000 para serem utilizados no desenvolvimento de seu projeto. Também faz parte da premiação, a oportunidade de trabalhar por três meses com uma equipe da NTT DATA – um dos principais fornecedores mundiais de serviços e inovação na área de TI – no desenvolvimento de um protótipo de serviço-produto, que será oferecido às empresas clientes da companhia.

O objetivo da everis e da NTT DATA é atrair ideias que promovam a inovação empresarial no campo da realidade virtual. Segundo Roberto Pereira, executivo responsável pelas iniciativas de Inovação na everis Brasil, as novas e crescentes exigências dão à inovação primazia nos mais diversos mercados. “Unir raciocínio produtivo e ação inovadora é essencial para obter vantagem competitiva”, destaca.

Os seis projetos semifinalistas

– Plataforma de Realidade Virtual 360º na Nuvem – Beenoculus
Responsável – Rawlinson Terrabuio – Curitiba- PR

Produto de economia criativa, com foco em potencializar o ecossistema de produção e distribuição de conteúdo 360º e o mercado publicitário. Trata-se de um óculos que transforma o smartphone em um ambiente de realidade virtual, permitindo o acesso a aplicativos e vídeos no formato side by. Em seu desenvolvimento foram utilizados recursos de realidade virtual e vídeo 360º. A base tecnológica emprega inteligência artificial e Big Data.

– Plataforma de Realidade Virtual para Projetos Imobiliários – Naked Monkey Games
Responsável – Pedro Matsumara Kayatt – São Paulo-SP

Essa plataforma de realidade virtual permite que arquitetos e profissionais em geral do setor imobiliário façam visitas, por um caminho mais simples aos empreendimentos imobiliários, usando as mais recentes tecnologias de realidade virtual como o HTC Vive e Oculus Rift.

– IOBike – Plataforma IoT para Bicicletas em Áreas Urbanas – LightUp
Responsável – Marcelo Abdala Daher – São Paulo-SP

Solução de iluminação que conecta bicicletas à IoT (Internet das Coisas), proporcionando aos ciclistas segurança e interatividade, além da possibilidade de geomarketing a anunciantes. Um hardware incorporado às rodas da bicicleta se comunica via Bluetooth com balizas geostáticas, que colhem os dados do tráfego de bicicletas, permitindo a interação com o local onde o ciclista circula. Além de melhorar o planejamento urbano e a infraestrutura cicloviária.

– Simulador integrado à gamificação que promove a reabilitação de pessoas com deficiência por meio da experiência de imersão produzida por realidade virtual – Fisioatual
Responsável – Dalton Kina – Catanduva-SP

O simulador utiliza o entretenimento dos jogos integrado a uma plataforma instável equipada com sensores que leem os movimentos das pessoas com deficiência, permitindo que a plataforma funcione como um simulador de exercícios por meio da imersão na realidade virtual. O equipamento é um motivador para a realização dos tratamentos de reabilitação.

– Plataforma de Realidade Virtual Inside Places – Inside Places
Responsável – Willian Machado – Londrina-PR

Com o uso desta ferramenta, arquitetos, designers de interiores e construtoras dão aos seus clientes a oportunidade de estarem dentro de seus imóveis antes mesmo de ficarem prontos, podendo conferir a textura dos materiais, as medidas do mobiliário e do ambiente. A plataforma permite que, por meio de um aplicativo, o cliente possa fazer um tour de 360º em realidade virtual pelo seu imóvel.

– Democratização do acesso à Inteligência Regulatória – LegalBot
Responsável – Alexandre Bess – São Paulo-SP

Com o uso de inteligência artificial, a solução auxilia os profissionais de governança, gestão de riscos e compliance na análise, seleção, classificação e organização dos diversos aspectos normativos. A plataforma aumenta o contato e a experiência do usuário junto às normativas, por meio de uma série de algoritmos que buscam e conseguem analisar e interpretar as informações desejadas.

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Sebrae-SP seleciona startups para programa de capacitação em Campinas

Campinas será uma das primeiras cidades do Estado de São Paulo a receber o Startup SP, o programa de desenvolvimento de startups do Sebrae-SP, que oferecerá capacitação gratuita e mentorias para startups digitais. As inscrições para participar da seleção estão abertas entre os dias 30 de janeiro a 24 de fevereiroe podem ser feitas no site http://sebr.ae/sp/campinas.

O objetivo do programa é ajudar o empreendedor a superar um dos principais desafios no processo de desenvolvimento da startup: validar sua proposta de valor e seu modelo de negócio, construindo algo que tenha aceitação no mercado. Uma situação comum no cenário de startups é que os empreendedores ficam muito focados no desenvolvimento do produto e dão pouca atenção para o que os potenciais clientes ou o mercado tem a dizer.

“É muito comum ouvirmos dos empreendedores que o desafio é nas vendas, no marketing. Mas na maioria das vezes, ao investigar mais a fundo, fica claro que na verdade o problema é o fit do produto com o mercado. Os empreendedores passam muito tempo desenvolvendo algo que as pessoas não querem, que não tem aceitação de mercado”, afirma o consultor do Sebrae-SP, Guilherme Ralisch.

A dificuldade existe porque as startups são inovadoras por natureza, seja no modelo de negócios ou na aplicação de tecnologias a novos mercados. Diferentemente de uma padaria, por exemplo, que já tem um modelo de negócio estabelecido e informações bastante confiáveis sobre mercado, precificação e estratégias de comunicação. “No caso das startups, o desafio é entender bem o que o cliente precisa e então desenvolver uma solução que resolva esse problema de maneira escalável”, afirma Ralisch.

As startups do interior ainda têm uma dificuldade a mais: os principais programas de mentoria estão concentrados nos grandes centros. “Campinas tem uma forte cultura empreendedora, sendo a terceira melhor cidade para se empreender no Brasil segundo pesquisa da Endeavor. O programa vem para apoiar e desenvolver os empreendedores e fortalecer ainda mais o ecossistema da região. Já contamos com 20 parceiros engajados para o sucesso desta iniciativa”, afirma a analista do Sebrae-SP em Campinas, Carla Cozer.

O programa conta com a parceria da Associação Campinas Startups; Associação Comercial e Industrial de Campinas; Baita Aceleradora; Corporate Garage; CPQD; Ecocampi; Founder Institute; Gaia; Gênese; Instituto Eldorado; Masterminds; Phomenta; Prefeitura Municipal – Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Social e de Turismo; PUC Campinas – Programa PUC Empreende; Rede Global do Empreendedorismo; Senai; Sindivarejista; Sindlojas; Softex; e Umbco 23.

Seleção

As startups inscritas passarão por uma seleção inicial e as melhores participarão de uma rodada de Pitches, a partir do dia 16 de março. Elas terão cinco minutos de apresentação e mais cinco minutos para responder as perguntas da banca avaliadora. Os critérios de seleção incluem uma avaliação do empreendedor e da equipe, do potencial de mercado e da solução proposta.

Serão selecionadas até dez startups para participar do programa, que terá workshops, oficinas, mentorias individuais e coletivas, monitoramento e acompanhamento do desenvolvimento do negócios, além de conexão com investidores e aceleradoras. O programa terá quatro meses de duração e tem previsão para durar entre março e julho de 2017. Entre os conteúdos trabalhados estão: comportamento empreendedor, modelagem de negócios, validação, testes de mercado, vendas, marketing digital e captação de investimento.

Fonte: Sebrae-SP

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Oi TV foi o único serviço de TV por assinatura que cresceu em 2016

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A Oi TV foi a única operadora de TV por assinatura a registrar crescimento no comparativo entre os grandes grupos econômicos do mercado, em 2016, segundo relatório da Anatel. O serviço de TV por assinatura da Oi ampliou sua base de clientes cerca de 12%. A Oi TV fechou o período com 1,3 milhão de assinantes, um recorde, desde o seu lançamento em 2008.

Outro destaque da Oi TV foi o número de adição líquida de clientes, que ampliou em mais de 10 vezes, na comparação dez/15 x dez/16. De todas as adições líquidas de clientes do mercado de TV por assinatura no mês de dezembro, 78,2% integraram à base da Oi TV. No Paraná, foi de 72,1%.

“A Oi tem realizado constantes estudos de hábitos dos consumidores. A partir daí, a companhia elaborou uma nova maneira de atuar no mercado, de forma a atender à vontade dos clientes, com serviços mais completos e de alta qualidade. O sucesso do serviço de TV por assinatura da companhia se deve principalmente ao lançamento do Oi Total, produto convergente que agrega móvel, banda larga, TV por assinatura e fixo que foi responsável por 83% das vendas da Oi TV nesse período, e ao Oi Play, serviço de TV everywhere que reforça os atributos de inovação da Oi TV e oferece a flexibilidade e a mobilidade compatíveis com as demandas dos clientes contemporâneos”, afirma Bernardo Winik, diretor de Varejo da Oi.

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As tecnologias antifraude que vão se destacar em 2017

O ambiente de fraude muda constantemente, e, em 2017, não será diferente. Para a Easy Solutions, empresa especializada em segurança, novas ameaças entrarão em cena e muitos dos ataques descobertos em 2016 irão se intensificar. Para isso, espera-se a adoção cada vez maior de tecnologias de autenticação, técnicas de machine learning e ferramentas probabilísticas com a implementação de abordagens sistemáticas de segurança da informação e combate à fraude.

Teorias como Ciclo OODA (Observar, Orientar, Decidir e Agir), Cyber Kill Chain e Controle Reflexivo podem guiar o planejamento eficaz de estratégias de gestão e medição de risco e, também, auxiliar a implementação de controles efetivos. Veja quais são as novas tendências tecnológicas antifraude esperadas para 2017.

Técnicas de Machine Learning irão superar os sistemas de regras – De acordo com estudos e lançamentos dos principais fornecedores, as técnicas de machine learning têm superado os sistemas tradicionais, como os de regras. A comercialização de ferramentas sofisticadas de machine learning/deep learning estimula o avanço dessa tendência. Bancos de todos os tipos ampliarão a adoção de sistemas de inteligência artificial e investirão em equipes de ciência de dados. Bancos menores buscarão fornecedores que ofereçam soluções apoiadas em IA.

Instituições financeiras de todo o mundo se voltarão para a análise de dados transacionais e identificação passiva de riscos – Nas instituições financeiras dos EUA há um forte interesse na avaliação do risco associado às sessões dos usuários como maneira de reforçar a segurança sem causar atrito com os clientes. A identificação passiva de riscos será uma das principais tendências em 2017 e ajudará a elevar o nível de satisfação dos usuários bancários.

Entra a biometria, saem as senhas via SMS – Em 2017, a tecnologia da autenticação passará a ser considerada uma necessidade. Consequentemente, os códigos OTP enviados via SMS se tornarão obsoletos e irão desaparecer gradualmente.

Aumento do uso de probabilística – Listas negras podem alcançar um nível elevado de exatidão com relação a URLs conhecidas, mas, por questões de desenho, a história é diferente quando as URLs são desconhecidas. Os sistemas de previsão devem usar probabilística e padrões conhecidos de phishing para determinar, em tempo real, se as URLs devem ou não ser bloqueadas. Tais ferramentas irão redefinir a maneira como o risco é avaliado, como as ações são coordenadas e, finalmente, como o risco é reportado.

Pagamentos sem intermediários serão cada vez mais populares – Segundo Paul Wilson, gerente de Produtos da Easy Solutions, os pagamentos sem intermediários vão se intensificar em 2017. “Haverá um grande aumento, particularmente no Canadá, Austrália e Reino Unido. As transações ocorrem de maneira mais fluida e fazem com que os clientes desejem ter mais controle sobre suas despesas por meio de aplicações como notificações push, por exemplo. Comprar é fácil e a autenticação e a identificação de fraude devem ser fáceis também.”

A proteção de marca é ainda mais vital para as organizações – No primeiro trimestre de 2016, 56% das URLs de phishing continham o nome da entidade vítima. “Os cibercriminosos imitam logos, e-mails, sites e aplicativos da marca legítima, e isso não vai mudar em 2017”, explica David Lopez, diretor de Vendas da Easy Solutions LATAM. Esse tipo de abuso destrói a reputação da organização, tira a confiança do cliente e causa prejuízos financeiros. As empresas devem, então, eliminar aplicativos falsos e manter um controle rígido das redes sociais, da criação de novos domínios e dos canais de e-mail.

A fraude móvel afetará o mundo todo, especialmente a Ásia – Até pouco tempo, a barreira do idioma protegia países asiáticos como Japão, China e Coréia contra os ataques móveis que atingiram os Estados Unidos e a Europa. Mas este não é mais o caso. Masafumi Hatakeyama, gerente de Desenvolvimento de Negócios da Easy Solutions para o Japão, afirma que, à medida que mais pessoas usam as plataformas de mobile banking, os criminosos aumentam seus esforços para explorar os novos canais. Hatakeyama prevê que os fraudadores usarão esquemas sofisticados para roubar dados, como o malware Acecard, e sugere que as empresas adotem também soluções para proteção móvel.

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Internet das Coisas é destaque na Campus Party Brasil

A Konker patrocina a Campus Party Brasil; encontro de comunidades da internet que integram cultura, tecnologia, comunicação e entretenimento eletrônico. O evento acontece do dia 31 de janeiro a 05 de fevereiro, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo e deve reunir cerca 100 mil visitantes.

Durante os cinco dias da feira, a Konker preparou uma série de atividades para aproximar os visitantes das soluções de IoT (Internet das Coisas) no Espaço Konker e uma série de oficinas e palestras. Além disso, a empresa realizará o lançamento oficial da versão pública da Plataforma Konker.

O Espaço Konker funcionará como uma ambiente de mentoria. Nele os visitantes participarão de desafios, workshops e diversas atividades sobre IoT.

Na quarta-feira (01), das 12h30 às 13h30, a Konker marca presença na Arena Maker, em parceria com a Fazedores.com. Érico Netto, IoT Hardware Specialist da Konker promove a oficina “Crie protótipos e construa rapidamente soluções conectadas”. O encontro tem como objetivo apoiar os participantes a conectar e controlar dispositivos, visualizar e entender seus dados com o uso da Plataforma Konker, desenvolvida com tecnologias de código aberto. “Queremos, junto com a comunidade, ajudar a fortalecer a internet das coisas” afirma Rafael Ferraz, Product Marketing Manager da Konker.

Na Arena Robótica, na quinta-feira (02) e no sábado (04), das 17h00 às 18h00, a Konker apresenta O Workshop e Oficina “descomplicando a Internet das Coisas”, destinado a todos os participantes que queiram entender mais sobre o conceito e a Plataforma. Na sexta-feira (03), o “Workshop sobre hardware e software livre” acontece no palco da Arena Open Source. A ideia é discutir a prototipagem na aceleração e otimização do desenvolvimento de novos produtos, de maneira rápida, com baixo custo.

Sábado (04), Adriano Lima, CEO da Konker, sobe ao Palco Inovação para um bate papo sobre como inovar em um mundo cada vez mais conectado. “Estima-se que até 2020 mais de 20 bilhões de “coisas” estejam conectadas à internet, fundamentando o conceito de Internet of Things. Vamos falar sobre a situação atual e como inovar neste cenário” declara Adriano.

Na sequência o Head de Tecnologia da Konker, Wellington Mariusso, lança oficialmente a versão pública da Plataforma Konker. “As possibilidades são muitas e para qualquer setor de atuação. A Plataforma permite administrar milhões de dispositivos, garantindo conectividade em tempo real, análise de dados e tomadas de ação de forma automática e inteligente”, destaca Wellington.

A cobertura completa da participação da Konker na Campus Party pode ser acompanhada nas redes sociais da empresa.

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Sensedia, especialista em APIs, cresce 75% em 2016

A Sensedia, especialista em APIs (Application Programming Interfaces) conquistou um crescimento de 75% em 2016, comparado a 2015. A receita do ano será de 20 milhões de reais e a companhia, mesmo completando 10 anos de fundação no próximo mês, conserva a cultura de startup. Mantendo o forte ritmo de crescimento no Brasil, a empresa também quer levar suas soluções para o mercado internacional.

No centro dos negócios da Sensedia, as APIs habilitam novas experiências digitais e aceleram conexões com parceiros na cadeia de valor das empresas. Essa tecnologia é essencial para as empresas investirem em inovação aberta e se posicionarem como plataformas. No Brasil, a Sensedia já auxilia grandes empresas de diversos segmentos a transformar seus negócios e, no próximo ano irá levar suas soluções de API Management aos Estados Unidos e Japão em parceria com a CI&T, multinacional brasileira de TI e sócia da Sensedia. Em 2017, a empresa também vai implantar uma estratégia de canais para expandir sua presença em nichos e segmentos em que não está presente atualmente.

Os 10 anos de mercado trouxeram ainda maturidade para ampliar os investimentos em tecnologia e desenvolvimento. “Nossa plataforma de gerenciamento de APIs evoluiu bastante em 2016 influenciada principalmente pela alta demanda dos clientes. Segurança, fluxos complexos de integração, User Experience e produtividade estão entre os principais drivers que direcionam o roadmap da plataforma da Sensedia”, afirma Kleber Bacili, CEO da empresa. Além disso, a empresa intensificou o trabalho de Customer Success, com uma equipe focada em trabalhar lado a lado com os clientes e ajudá-los a obter sucesso em suas estratégias de API.

A Sensedia também investe na contratação de colaboradores para atuar em diversas frentes e mudou de escritório em Campinas para uma base muito mais ampla e alinhada com a cultura de inovação da empresa. Atualmente, são 120 funcionários divididos entre a sede de Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro. “Nos processos internos, adotamos o conceito de Squads difundido pelo Spotify para a cultura e organização das equipes de produto. Além disso, passamos a usar intensamente a metodologia de design sprints difundida pela Google Ventures cujo objetivo é criar soluções muito mais centradas nos problemas reais dos clientes”, conta Bacili.

O mercado de APIs aquecido no mundo e no Brasil tem impulsionado os negócios da Sensedia, que em 2016 conquistou novos clientes, líderes em seus segmentos, como Azul, Natura, Tribanco, Insper, TV Globo e DPaschoal. A companhia é líder em viabilizar estratégia de APIs de marketplaces, atendendo os maiores do País, Extra, PontoFrio e Casas Bahia. Ratificando sua expertise no setor, a empresa foi considerada como Visionária pela consultoria Gartner, no Quadrante Mágico de Full Lifecycle API Management, e como Strong Performer no Forrester Wave de API Management Solutions – ambos lançados no segundo semestre de 2016.

E pelo segundo ano consecutivo, a Sensedia realizou o evento APIX (API Experience) que teve mais de 500 participantes em trilhas técnicas e de negócio. Estiveram presentes palestrantes e empresas de renome como Silvio Meira, Cristina De Luca, Luiza Labs (Magazine Luiza), Fitbit, TV Globo, Google entre outras. A edição de 2017 já está sendo preparada e acontecerá em junho para mais de 650 líderes e gestores de TI e Transformação Digital. A conferência, a maior do tipo na América Latina, fortalece o posicionamento da Sensedia como referência em APIs no Brasil.

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Segurança aeroportuária: acessórios portáteis podem ser boa alternativa para o setor

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A questão da segurança aeroportuária no Brasil é um tema de grande relevância, se considerados os aproximados 17 mil quilômetros de fronteiras terrestres e 7 mil quilômetros de fronteiras marítimas do país, somados à quantidade diária de pessoas que transitam em solo nacional. Mas mesmo com forte atuação da Polícia Federal e das Forças Armadas, o setor ainda carece de políticas e tecnologias que reforcem a vigilância no país.

Inspeção

Por determinação da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), antes do embarque, todos os passageiros devem passar por um procedimento de inspeção que tem por intuito detectar armas, explosivos, drogas ou materiais que representam perigo à sociedade. Normalmente essa inspeção é feita com o auxílio de instrumentos como ‘raio-x’ e detectores de metal, bem como por agentes de segurança.

Expectativa

Recentemente, a ANAC determinou novas medidas de inspeção em aeroportos de todo o Brasil, ao mesmo tempo em que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) assinou, junto ao Ministério da Defesa, um Acordo de Cooperação Técnica, que irá permitir um maior investimento em diversas áreas de segurança, o que inclui a aeroportuária.

Com isso, para 2017 há uma expectativa no mercado forense de que os aeroportos em âmbito nacional passem a investir em equipamentos de última geração, fortalecendo ainda mais as atividades de fiscalização, principalmente em períodos de grande fluxo de pessoas, como o das férias e feriados prolongados.

Após recentes ondas de atentados, muitos países, como o México, por exemplo, têm investido pesado neste tipo de tecnologia, de modo a reforçar a segurança local. Atualmente, avançados instrumentos portáteis direcionados a este mercado já podem ser encontrados no Brasil, como o FirstDefender RM, o TruDefender FTX e o Gemini, desenvolvidos pela Thermo Fisher Scientific.

O Thermo Scientific FirstDefender RM possibilita obter, em segundos, a exata identificação de materiais perigosos, químicos e explosivos, mesmo através de recipientes translúcidos selados. Já o Thermo Scientific TruDefender FTX permite identificar rapidamente materiais perigosos e explosivos. Na versão FTXi há um celular móvel acoplado, que se conecta diretamente com o comando de incidente, evitando exposição da equipe de análise ao objeto suspeito. Por sua vez, o Thermo Scientific Gemini é atualmente o único dispositivo portátil no mundo que combina as tecnologias dos dois instrumentos anteriores (Raman e NIR, respectivamente), conferindo flexibilidade às equipes de emergência, viabilizando tomadas de decisão embasadas em resultados analíticos confiáveis e obtidos rapidamente.

Outro destaque dentre os aparelhos é o Thermo Scientific TruNarc, analisador portátil que usa a técnica RAMAN, idealizado para uso em operações policiais de combate ao narcotráfico. Por meio dele, é possível identificar em segundos, de maneira não destrutiva, e sem a necessidade de contato direto com a amostra, substâncias como cocaína, êxtase, heroína, entre outros. Para nós da Thermo Fisher Scientific, é de extrema importância desenvolver aparelhos como estes, que nos permite seguirmos com nossa missão de tornar o mundo mais saudável, limpo e mais seguro”, afirma o gerente de vendas da linha de analisadores portáteis, Clauber Bonalume.

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Gartner aponta 10 megatendências em Analytics

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, aponta que, conforme o mundo digital se torna mais complexo, as equipes de liderança tornam-se cada vez mais dependentes do Analytics para ajudar na orientação de ações e tomada de decisões.

“De forma realista, se desejamos melhorar, precisamos observar nossa equipe de Analytics. É essa frente que une a cultura e a estratégia da empresa na busca por alcançar seus objetivos”, afirma Gareth Herschel, Diretor de Pesquisas do Gartner.

O Analytics pode ser complicado, mas há 10 megatendências que ajudarão a guiar as companhias:

Dados para decisões
As empresas precisam passar de “centralizadas em dados” para “focadas em decisões e mudanças”. É preciso entender porque essa análise está sendo feita e qual o seu objetivo. O primeiro passo é observar os setores na organização que precisam ser mudados ou que já estão em processo de transformação. Toda análise será utilizada para melhorar uma área de problema e para influenciar e orientar a mudança, em vez de permanecer como uma análise na qual ninguém age. Tudo começa com a transformação e as decisões associadas a ela.

Tomadores de decisões táticos a estratégicos
É necessário estar atento a quem está consumindo a informação dentro da organização. A análise é valiosa para todos, do CEO (Chief Executive Officer) até os cargos mais baixos, e deve impactar nas decisões estratégicas. Para influenciar tomadores de decisões a fazerem as melhores escolhas, é preciso focar em três áreas baseadas em análises: uma combinação equilibrada de estratégia e objetivos financeiros, autoavaliação realista e revisão objetiva de casos de negócios.

Funções fundamentais a abrangentes
O Analytics deve incluir a empresa como um todo. “Cada processo, função e indivíduo se torna um consumidor e usuário da análise”, afirma Herschel.

Agregue níveis detalhados de dados
Detalhes analíticos permitem estratégias mais personalizadas. Níveis sutis de granularidade possibilitam melhor entendimento dos clientes e previsão de desafios. Isso não determina uma estratégia, mas educa os tomadores de decisão quanto ao que a ela poderia ser.

Silos de dados para multiplicar dimensões
A quebra de silos oferece novas perspectivas e permite que a equipe combine vários pontos de vista para entender melhor o que está acontecendo, a provável razão e qual ação tomar com base na análise.

Relatar para descobrir
As organizações devem fazer uma mudança fundamental no pensamento para melhorar o envolvimento com os dados e serem tão curiosas sobre o que aconteceu no passado quanto são sobre o futuro. Isso permite que as empresas entendam o ambiente e o potencial, utilizando os dados para obter nova percepção.

Humano para Inteligência Artificial
É essencial ter uma ideia clara e prática sobre o poder da análise e o que ela pode gerar para os negócios, independente da técnica utilizada. Isso porque elas farão as mesmas coisas, mas com níveis diferentes de sofisticação. A inteligência artificial (IA) é interessante e poderosa, mas não está necessariamente fazendo algo radicalmente diferente, está apenas fazendo radicalmente melhor. É necessário entender o que é possível e então decidir qual nível de sofisticação a organização precisa – seja um cientista de dados ou de IA.

Escolha da plataforma para o portfólio analítico
A escolha da plataforma conduzirá à diferenciação. É preciso selecionar uma plataforma que permita que o empreendimento construa algo único para a empresa que se afasta das ofertas comoditizadas. A companhia precisa decidir se deve contratar cientistas de dados e uma plataforma ou se analistas de negócios com pacotes de aplicações são aceitáveis, além de definir quais funções os provedores de serviços externos terão.

Do Analytics independente ao integrado
O Analytics deve ser integrado ao processo de negócios em aceleração. O que anteriormente levava semanas nos negócios, agora leva dias, e o que costumava levar um segundo agora é medido em milissegundos. A análise precisa ser ajustada para que as atitudes sejam tomadas no momento apropriado.

De dados confidenciais aos abertos
Um serviço de transmissão decidiu compartilhar dados que tinha sobre ISPs (Provedores de Serviços de Internet). Foram as informações internas que, quando compartilhadas, geraram um grande número de publicidade e uma boa reputação para a empresa, além de servir como uma exposição pública para os ISPs. O serviço era interdependente nos provedores, mas, ao publicar os dados, a dinâmica do mercado foi fundamentalmente alterada. Isso forçou os ISPs a melhorarem em algo que eles não queriam fazer ao compartilhar as informações.

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Marika Lulay sucede Ulrich Dietz como CEO da GFT Technologies SE

Marika-Lulay_Quote.jpg.2016-08-11-08-13-27 Durante a última reunião do Conselho de Administração da GFT Technologies SE (GFT), Ulrich Dietz, em consonância com o Conselho de Administração e por vontade própria, renunciou ao cargo de managing director e CEO da GFT Technologies SE com efeito a partir de 31 de maio de 2017.

Marika Lulay, nomeada por unanimidade pelo Conselho de Administração, irá assumir o cargo de nova CEO da GFT também a partir de 31 de maio de 2017. Como managing director, Marika ocupa atualmente o cargo de Chief Operating Officer (COO), sendo responsável pela área de business operations e também áreas-chave de tecnologia e gestão da qualidade. Além disso, o Conselho de Administração elegeu Ulrich Dietz como presidente do Conselho de Administração e Dr. Paul Lerbinger, o atual presidente, como vice-presidente.

Para garantir que o processo de transição seja harmonioso, os próximos quatro meses serão utilizados para apoiar o processo de transferência de atividades e business. A partir de 31 de Maio de 2017, Marika Lulay e o Dr. Jochen Ruetz, Chief Financial Officer (CFO) da empresa, irão formar o Conselho de Administração. Ulrich Dietz é e continuará a ser o principal acionista da GFT Technologies SE.

“Desde que fundou a empresa em 1987, Ulrich Dietz vem desenvolvendo e liderando de forma decisiva a GFT como seu acionista âncora e managing director / CEO. Em 1999, Dietz abriu o capital e desenvolveu a empresa para que esta se tornasse uma parceira de tecnologia líder para o segmento financeiro. Ulrich Dietz lançou as bases para o futuro da GFT e estamos gratos por todo o seu compromisso inabalável, visão ambiciosa e coragem para explorar novos caminhos”, afirma o Dr. Paul Lerbinger.

No futuro, Ulrich Dietz irá focar, em particular, na transformação digital da economia e na política tecnológica da Alemanha e da Europa. Além disso, ele continuará a desenvolver o ecossistema de inovação do concurso CODE_n e além de fortalecer o compromisso da GFT na área de inovação e tecnologia. O empresário pretende trabalhar mais ativamente como investidor privado em projetos promissores de capital de risco que apoiem empresas de tecnologia inovadoras.

“Sempre me empenhei em moldar o desenvolvimento estratégico da GFT e a incitar e mobilizar nossos stakeholders com relação à transformação digital. Como futuro presidente do Conselho de Administração, poderei dar continuidade a esse objetivo e, ao mesmo tempo, assumir novos desafios. É vital que nós não fiquemos para trás no processo de transformação digital”, afirma Dietz.

Marika Lulay vem liderando a área de operações da GFT desde 2002. Aos 54 anos, Marika tem mais de 25 anos de experiência na indústria de TI. Em 1996, ela liderou a entrada do integrador de sistemas da empresa americana Cambridge Technology Partners no mercado alemão. Lá Marika foi vice-presidente para a região da Europa Central e do Norte.

Na GFT, Marika tem focado no setor financeiro, bem como a internacionalização da empresa. Ela é a principal responsável pelo sucesso do “Modelo de Entrega Global” da GFT com centros de desenvolvimento nearshore e offshore. Seu principal objetivo é promover a transformação digital do setor financeiro e fomentar o crescimento internacional da GFT. O plano prevê que o faturamento da empresa atinja 800 milhões de euros até 2020.

“Por quase 15 anos, Marika Lulay vem impulsionando o desenvolvimento da GFT ao lado de Ulrich Dietz e Jochen Ruetz. Ela conhece a empresa extremamente bem e já gerencia mais de 4,5 mil funcionários na parte operacional dos negócios. Com um foco contínuo no cliente, ela representa continuidade e experiência. Ela é a pessoa ideal para assumir a gestão da empresa e suceder Ulrich Dietz após estes 30 anos”, afirma o presidente do Conselho de Administração, Dr. Paul Lerbinger.

“Como parte desta equipe altamente motivada, estou ansiosa para assumir as tarefas e desafios que estão à nossa frente. O foco principal é a trabalhar a transformação digital no mundo financeiro. Por um lado, isso exige um desejo constante por mudanças e, por outro lado, também cria inúmeras oportunidades. Nós precisamos nos manter atualizados sempre, mas também nos concentrarmos em ter um portfólio selecionado. As parcerias ágeis estão se tornando a chave para o sucesso e o futuro está na inovação aberta e na melhor combinação possível do know-how de nossos colaboradores em todo o mundo”, finaliza Marika.

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