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Terminam em 10/02 as inscrições para as Iniciativas Empresariais da FGV

As inscrições para o Iniciativas Empresariais (IE) de 2017, do Centro de Estudos em Sustentabilidade (GVces) da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP), serão encerradas no próximo dia 12/02.

São cinco iniciativas que formam o programa IE: TeSE (Tendências em Serviços Ecossistêmicos), EPC (Empresas Pelo Clima), IDLocal (Desenvolvimento Local & Grandes Empreendimentos), ISCV (Inovação e Sustentabilidade na Cadeia de Valor) e CiViA (Ciclo de Vida Aplicado). As cinco iniciativas atuam juntas na agenda integrada de recursos hídricos, aportando conhecimento, abordagens e métodos para a gestão empresarial eficiente e para a atuação da empresa em instâncias de governança.

As IE são abertas a gestores de todo o Brasil que trabalham em empresas e indústrias dos mais diversos segmentos econômicos – principalmente do setor têxtil, varejo de moda, mineração, siderurgia e metalurgia, produtoras de matéria-prima, energia, cosméticos, alimentos (agronegócio) e biocombustíveis.

Os encontros acontecerão ao longo do ano, em São Paulo, com início neste mês. Além de oficinas, as atividades incluem grupos de trabalho, apoio a projetos e jornada a campo para prover gestores e equipes de informação e conhecimento aprofundado que os levem a avançar em estratégias de negócios, planos e ações. Eles também estudarão questões críticas relacionadas a mudança do clima, cadeias de valor, serviços ecossistêmicos, desenvolvimento local e gestão e governança de recursos hídricos.

Para informações e inscrições, entre em contato pelo tel. (11) 3799-4150, e-mail i.empresariais@fgv.br ou site do GVces.

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Herman Miller passa a fabricar no Brasil o sistema Layout Studio para escritórios

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A Herman Miller, mundialmente reconhecida por seu mobiliário inovador e serviços estratégicos para ambientes coorporativos, traz ao mercado a linha Layout Studio, um sistema de escritório adaptável e versátil, que auxilia no aproveitamento de espaços e se adequa a diferentes estilos e realidades de empresas.

Os mobiliários desta linha começam a ser fabricados no Brasil e de acordo com a multinacional, a nacionalização desta produção manterá a identidade global com o uso de acabamentos e materiais de alto padrão, unidos à elegância e cuidado em cada detalhe.

Além disso, o Layout Studio passa a ter tanto seu preço quanto prazo de entrega, mais alinhados as necessidades do mercado brasileiro. Referente à entrega, a linha que antes demorava cerca de 80 a 90 dias para chegar ao Brasil, poderá ser entregue em até 45 dias aos consumidores. Outro ponto importante é a agilidade na complementação dos itens da linha.

Os preços da linha Layout Studio variam de acordo com a configuração especificada pelo consumidor, mas está mais competitivo e teve uma queda em cerca de 50% do valor se comparado ao produto internacional.

“Independente do cenário atual do Brasil, a Herman Miller segue com planos ambiciosos para este mercado, e para apoiar este crescimento um dos investimentos mais importantes é produção local, para sermos mais competitivos e termos um melhor prazo, consequentemente melhorando nossa oferta ao mercado”, garante a Diretora de Marketing da Herman Miller na América Latina, Carla Barbosa.

O Layout Studio foi desenvolvido pela área de Pesquisa & Desenvolvimento Internacional, especificamente pelas equipes da Europa e Ásia. A linha foi pensada para que pudesse ser usada em todo mundo e assim, atenda um ambiente corporativo cada vez mais globalizado e os novos cenários das organizações.

Diversos estudos apontam mudanças significativas nos ambientes de trabalho. Empresas passaram a planejar seus espaços focando no uso mais inteligente dos recursos, porém ainda se preocupam em fornecer ambientes de trabalho inspiradores. Assim, o Layout Studio se diferencia por atender os mais diversos formatos de organizações. O seu diferencial é a integração das ferramentas de trabalho personalizadas e armazenamento, que podem assumir diversas formas, desde espaços de trabalho individuais até mesas para projetos em equipe.

“O design minimalista do Layout Studio utiliza poucos componentes e é fácil de instalar, reconfigurar e reposicionar. O resultado é uma solução que reduz o tempo de construção, os materiais e os custos. Uma linha assim só foi possível ser desenvolvida, por conta do know-how da Herman Miller em mobiliário corporativo”, afirma Cris Batt, Gerente Sênior de Produto da marca no Reino Unido.

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10 fatos que vão agitar o mundo tributário em 2017 – Por Marco Aurélio Pitta

Marco Aurélio Pitta é gerente de contabilidade e tributos do Grupo Positivo  Foto: Divulgação

Marco Aurélio Pitta é gerente de contabilidade e tributos do Grupo Positivo
Foto: Divulgação

Com a crise econômica no país, o governo vem sofrendo com queda na arrecadação, aumento da inflação e déficit orçamentários. Por isso, a sede por aumento de tributos é muito grande. O aumento de fiscalizações vem por aí. Mas, além disso, o que deve movimentar o ambiente tributário em 2017? A seguir, destaco dez fatos que irão agitar essa área ao longo do ano:

1) Minirreforma tributária: o governo Temer lançou, no final de 2016, um movimento para simplificação dos tributos e obrigações acessórias fiscais. Agora, é acompanhar o que pode ocorrer neste ano.

2) Unificação do PIS e Cofins: essa proposta em andamento pode simplificar as apurações de PIS e Cofins, mas podem aumentar a carga tributária em algumas situações, como o setor de serviços.

3) Mudanças no Carf: após escândalos da operação Zelotes e a mudança da estrutura do Carf, essa última instância de defesa administrativa dos tributos federais, muitos entendimentos se alteraram. Inclusive, com efeito desfavorável ao contribuinte.

4) Novo Refis: o Programa de Recuperação Tributária (PRT), lançado no início do ano, não trouxe grandes benefícios como os antigos Refis, que tinham anistia de juros e multas. Empresas de grande porte podem se beneficiar caso tenham prejuízos fiscais acumulados. É preciso avaliar muito bem as condições propostas.

5) Mudança no ganho de capital: houve um aumento da tributação sobre ganho de capital, afetando diretamente as pessoas físicas. Antes, a alíquota era única de 15% de imposto de renda. Agora, a alíquota é progressiva, podendo chegar até a 22,5%.

6) Bloco K: as indústrias e atacadistas iniciaram 2017 com aumento de detalhes nas entregas de arquivos para o Fisco por meio do Bloco K. Dependendo do segmento, essas informações deverão ser entregues somente em 2022.

7) E-social e Reinf: este ano deve ser de preparação para últimos ajustes para o que deve ser uma das mais complexas obrigações tributárias entregues pelas empresas: o E-social. O mesmo vale para o Reinf, obrigação esta que demonstra as retenções de tributos federais nas operações de compra e venda.

8) Antecipação da Dirf: este ano, o fisco antecipou em 15 dias essa obrigação. Geralmente, nesse período, as empresas ainda estão realizando o fechamento do ano anterior e atendendo empresas de auditoria independente. Para complicar tudo, a Receita Federal só disponibilizou o layout do programa no final de janeiro. Entidades do setor buscam junto a Receita Federal a volta ao prazo normal.

9) Difal ICMS: o diferencial de ICMS para vendas interestaduais ao consumidor final iniciou em 2016, mas até 2019 os valores de participação entre os estados sofrerão mudanças. Por isso, é preciso acompanhar essas modificações para parametrizar os sistemas de emissão de notas fiscais, a fim de que não haja erros nos recolhimentos.

10) Mudanças na legislação de ISS: o governo federal sancionou a reforma da Lei do ISS (Imposto Sobre Serviços). A principal mudança é que, a partir deste ano, os municípios ficam impedidos de realizar benefícios fiscais para seus contribuintes cuja alíquota efetiva seja menor que 2%. Anteriormente, brechas na legislação permitiam a chamada “guerra fiscal” entre os municípios.

Marco Aurélio Pitta, gerente de contabilidade e tributos do Grupo Positivo, coordenador e professor de programas de MBA da Universidade Positivo nas áreas Tributária, Contabilidade e Controladoria.

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Start You Up se une a empresários capixabas e lança o AGROFIP

Encontrar soluções inovadoras para o agronegócio em Logística, Gestão, IOT, Big Data, Biotech, Água, Carbono e Sustentabilidade por meio da conexão de empreendedores a investidores do setor. Esse é o propósito do AGROFIP , um veículo de investimento formado pela Start You Up, aceleradora global de startups e um grupo de empresários capixabas.

Com a iniciativa, objetivo é investir até R$ 25 milhões durante os próximos cinco anos. Segundo Tiago Sarlo, diretor da Start You Up, existem vários setores interessantes para investimento quando se pensa em startups, mas o de agro tem ingredientes únicos que podem ajudar o Brasil se tornar referência mundial em agtech.

“O Brasil é um país de dimensões continentais, tem grandes centros de pesquisa e desenvolvimento ligados a instituições acadêmicas que precisam de investimento para ganhar escala global e colocar o Brasil no mapa da inovação. São negócios como estes, com uma clara vantagem competitiva e um time empreendedor de alto nível que buscamos. Por isso, temos todo o potencial para decolarmos com o agronegócio digital”, comenta Riegert.

Os criadores do AGROFIP têm como certo que a chegada de mais inovação ao campo é de extrema importância para a continuidade da evolução do setor e que esse desenvolvimento que chamará a atenção para mais investimentos.

O plano é investir até 10% do valor em ao menos 10 startups esse ano, sendo via aportes que podem variar entre R$ 250 mil e R$ 2 milhões por empresa: “O AGROFIP está com o radar ligado para captar negócios inovadores, com alta escalabilidade e com presença em setores com grande potencial ainda pouco explorados no agronegócio. A expertise da Start You Up tanto na escolha da melhores startups quanto na consultoria às selecionadas é um grande trunfo do projeto, comenta Sarlo.

Como funciona

Para além do aporte financeiro, o AGROFIP, por meio da Start You Up, promoverá para as empresas selecionadas uma série de atividades importantes para o sucesso do empreendimento, bem como a aplicação dos recursos investidos. Dentre elas estão workshops, palestras, consultorias e mentorias específicas a cada negócio.

Startups podem estar em estágio inicial bem como gerando receita

O principal objetivo é – através do aporte de capital – proporcionar um rápido crescimento para alcançar novos degraus de investimentos – Venture Capital – além da possibilidade de internacionalização e importação/exportação de tecnologias, independentemente de sua nacionalidade.

“Em parceria com empresários do ES montamos um veículo de investimento para participar de empresas do agronegócio. Esses investimentos podem transformar o agronegócio do Estado do Espírito Santo, bem como do Brasil”, afirma. “O Brasil já é referência mundial, imaginem quando as tecnologias se tornarem algo padrão. Existe muita oportunidade no nosso mercado e vamos buscá-la”.

As interessadas devem se inscrever no site do AGROFIP e preencherem um cadastro simples já à disposição. As inscrições podem ser feitas a qualquer momento e como não há prazo definido os primeiros projetos recebidos já serão avaliados.

Parceiros envolvidos no projeto junto com a Start You Up: Casa do Adubo , Grupo Pianna , Royse Law Firm e Coopttech.

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Especialista aponta 5 motivos para gamificar o seu negócio

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É cada vez mais comum escutar que a relação entre profissionais e empresas já não se baseia unicamente pela troca entre trabalho e dinheiro. Atualmente, os colaboradores procuram valores mais humanos, como ambientes mais agradáveis e condições que possam favorecer o desenvolvimento de suas ideias.

Seguindo nessa linha de pensamento, é cada vez mais comum encontrar empresas que hoje possuem uma maior parte de profissionais da chamada geração Y, ou millennials, aqueles nascidos entre as décadas de 1980 e 1990. Esses, que cresceram com a tecnologia em suas vidas, desafiam os departamentos de recursos humanos a desenvolverem melhores estratégias para mantê-los motivados em busca de maiores resultados.

Leonardo Guilherme, diretor de vendas da Gamific, empresa especializada em soluções de gamificação para setores de vendas, listou cinco motivos para que os setores de RH analisem a implementação dos games como um dos principais investimentos para uma corporação.

Motivação durante toda a disputa

Um dos principais problemas da desmotivação dos funcionários é a falta de conhecimento de suas metas. Leonardo ressalta que o primeiro colocado não deve ser o único vencedor. “A disputa por premiação deve funcionar como no campeonato brasileiro de futebol, com inúmeros vencedores, desde o campeão até os que conquistam vagas para a Libertadores, Copa Sul-Americana e, pensando bem, até a fuga do rebaixamento deve ser uma disputa”, comenta o especialista.

Engajamento dentro da empresa

Apresentar as metas é apenas uma parte do jogo. Com pontuação atualizada diariamente e painéis mostrando as lideranças em vários departamentos da empresa, o resultado final é sempre um engajamento diário.

Trabalho em equipe

Assim como na F1, além do piloto campeão, também existe a disputa da equipe com seus carros, algo que a gamificação também permite. “A premiação em grupo faz com que seja obrigatória troca de conhecimento e também a estratégia em equipe”, comenta Leonardo.

Retenção de talentos

Um dos grandes desafios das empresas é reter os seus talentos, perdendo vendas e até mesmo receita quando um grande colaborador decide ir para outra empresa, possivelmente concorrente. Além de remuneração adequada, é preciso que a empresa apresente condições de trabalho inovadoras.

Controle de performance

Empresas com grande número de funcionários enfrentam problemas para analisar performances individuais, principalmente em longo prazo. A gamificação permite que os gestores possam criar gráficos mais adequados à realidade, cruzando dados entre vendedores e equipes, permitindo, inclusive, analises em tempo real.

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Algar Tech adota Ouvidoria digital

A fim de contribuir com a política de portas abertas da Algar Tech e preservar a relação de proximidade e transparência com seus diversos públicos, a Ouvidoria da companhia passou a adotar o atendimento digital, visando aumentar a interatividade com esses públicos. Um canal de comunicação estratégico, legítimo e imparcial, que atende, na esfera administrativa, reclamações, denúncias e situações recorrentes que não foram solucionadas de forma satisfatória nos canais habituais de atendimento da organização.

De acordo com Lucia Farias, responsável pela Ouvidoria da Algar Tech, a nova metodologia de atendimento amplia a acessibilidade e o alcance do canal de comunicação da empresa para todos os stakeholders. “Os usuários vivem conectados e já elegeram a plataforma digital como o principal meio de comunicação com os prestadores de serviço. São utilitários que estão sempre à mão e que promovem praticidade além de permitirem a interação com múltiplos canais ao mesmo tempo”, afirma.

Antes da evolução digital, todo o relacionamento com a Ouvidoria Algar Tech era realizado via telefone, carta e presencialmente. Atualmente, além desses canais, o atendimento também é feito por e-mail, website, Skype, aplicativos de mensagens e redes sociais. “Era um processo moroso em que o profissional demorava mais de uma hora no atendimento para uma única solicitação. Após a implantação dos canais digitais, otimizamos nosso trabalho, alavancamos a produtividade, aumentamos a qualidade do serviço e diminuímos o tempo de resposta”, informa a executiva.

Com a média de 150 manifestações por mês, Lucia afirma que a Ouvidoria trabalha não apenas para diminuir esse número, mas, principalmente, para solucionar a causa do problema evitando que aconteça novamente. O importante é que o manifestante possa acionar a Ouvidoria pelo meio de comunicação que julgar mais adequado às suas necessidades. “Com esse movimento de digitalização, esperamos nos aproximar ainda mais de todos os nossos públicos, independente da sua localização. O cliente/cidadão ganha em agilidade e a Algar Tech em eficiência operacional”, finaliza.

Vale destacar que o atendimento digital da Ouvidoria Algar Tech foi iniciado de forma gradativa e, atualmente, corresponde a mais de 70% de todas as manifestações recebidas pelo departamento e oriundas do público externo (comunidade, parceiros, clientes e fornecedores). Quando falamos de público interno, o número chega a 65%. O atendimento presencial, principalmente direcionado aos associados da companhia, chegou a registrar 30% e hoje em dia representa apenas 12%, com tendência a diminuição.

O próximo passo é desenvolver o sistema para integração dos canais, permitindo um atendimento omnichannel e unificando todos os canais na mesma plataforma.

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Dahua assina acordo estratégico com a DBAPP com foco em segurança IoT

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A tecnologia IoT promete ser a principal evolução tecnológica dos próximos anos, mas ainda precisa superar desafios de segurança. Ao redor do mundo, as companhias unem esforços para responder às demandas de proteção de rede e a Dahua Technology em conjunto com a DBAPP Security, companhia líder em segurança de dados e aplicações web na China, em busca de defesa em situações de risco, segurança de acesso e pessoal, uniram esforços e, desta maneira, a Dahua pretende entregar soluções e serviços com os mais altos padrões de proteção.

Nesta nova era, onde a IoT está em constante e veloz evolução, a necessidade por segurança é crescente. As duas companhias montaram um time focado em dispositivos de segurança de rede IoT para promover a análise, utilização e pesquisa de dados IoT. Um laboratório virtual será montado em conjunto para o estudo e discussão sobre desenvolvimento técnico, de ameaças e de sistema de arquitetura de segurança IoT.

O laboratório também será utilizado para a divulgação de novidades e resultados da pesquisa, construindo uma rede de informações sobre o tema para promover aplicações mais amplas e complexas para produtos e soluções que utilizem a tecnologia. A cerimônia de assinatura do acordo foi acompanhada pelo CEO da Zhejiang Dahua Technology, Fu Liquan, e o CEO da DBAPP Security, Fan Yuan.

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Resource IT é responsável por serviços de sustentação para SalesForce da Mondial Assistance

Em busca de um atendimento com mais critério e assertividade, a Mondial Assistance, empresa líder mundial em assistência 24 horas e seguro viagem e que, nesse segmento, atua como representante de seguro da Allianz Seguros S/A no Brasil, firmou contrato com a Resource IT, uma das principais e mais bem-sucedidas empresas brasileiras de serviços de TI. Assim, a companhia passou a ser responsável pelos serviços de sustentação ao software SalesForce utilizado pela Mondial.

“Desde então, todos os chamados abertos foram resolvidos no prazo. Nós utilizamos o programa para o nosso CRM (Gestão de Relacionamento com o Cliente, da sigla em inglês) e para auxiliar os nossos funcionários na gestão de ofertas e serviços e no gerenciamento de todo o nosso departamento comercial. Posso afirmar que, desde que a parceria foi firmada, as melhorias foram muito positivas. A manutenção tem sido realizada com mais critério e assertividade”, afirma Rodrigo Menucci, IT Application Supervisor da Mondial Assistance.

Para o executivo, a Resource IT possui SLA (da sigla em inglês, Acordo de Nível de Serviço) altamente eficiente, tendo resolvidos no prazo 100% dos chamados abertos até o momento. “Nosso objetivo é ampliar o atual contrato que temos, considerando o aumento da demanda de nossos negócios. Inclusive, temos projeto em vista para 2017 em que precisaremos usar ainda mais o software da SalesForce e, certamente, a Resource IT será nossa parceira na implementação”, completa o IT Application Supervisor da Mondial Assistance.

A Salesforce é um dos principais ecossistemas empresariais em Nuvem do mercado. Suas soluções englobam CRM, Vendas, Marketing e Atendimento ao Cliente em Cloud Computing. Todo esse complexo ambiente da SalesForce na Mondial é mantido e gerido pela Resource IT, que atua preventivamente na resolução de problemas e na entrega de atualizações, além de fazer a manutenção e customização a critério do cliente. Também otimiza processos, estrutura códigos e produz relatórios de desempenho.

“A Resource IT tem em seu DNA o profundo entendimento de perfil dos seus clientes. Conseguimos adequar nossas soluções de acordo com as demandas, independentemente do porte ou do segmento de atuação de nosso cliente”, afirma André Alcantara, Head de CRM da Resource IT.

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A Rede Social Corporativa e seu papel dentro da organização – Por Marcos Weber

Estamos vivendo a era do colaborativismo, onde o foco está no equilíbrio das relações e na valorização de um grupo onde todos os colaboradores participam efetivamente de soluções e decisões importantes.

Esse modelo de gestão sustentável permite que as empresas iniciem um processo de amadurecimento e de inovação, cultivando os pilares da organização, mas refazendo a forma de atuação, que se torna mais dinâmica e proativa.

A Rede Social Corporativa é uma opção inteligente para os empreendedores que desejam migrar para essa administração colaborativa. Além da conexão interna mais integrada entre colaboradores de diversos locais do mundo, a solução também faz com que colaboradores, fornecedores e clientes aproximem-se uns dos outros.

Na prática é como um Facebook da empresa, onde a integração entre as pessoas fornece mais visibilidade para todos os profissionais da organização. Por intermédio da solução, os colaboradores podem trocar informações com mais facilidade. Há também a possibilidade de criar diversos grupos dentro da Rede, realizar eventos corporativos e melhorar o clima organizacional, o que aumenta a produtividade da equipe.

A ferramenta registra automaticamente as interações e se o RH buscar um profissional com função específica, pode pesquisar na própria Rede Social. Escalas de trabalho e comunicados, informações sobre o andamento de projetos e outros assuntos podem ser compartilhados no perfil da empresa.

Sabemos que 2017 também não será um ano fácil para as empresas brasileiras, mas quem buscar reforço na tecnologia vai ocupar uma melhor posição nessa disputa por um lugar ao sol. Aquele que souber enriquecer o seu conteúdo e otimizar o tempo de demandas e serviços é o que sobreviverá íntegro e ativo no mercado.

Essa gestão inovadora abre portas para uma nova forma de evoluir, onde desde a conquista de um novo cliente até o desenvolvimento de um promissor produto devem ser compartilhados entre os colaboradores da organização, não apenas para que participem do processo todo, mas para que se sintam dentro dele.

A Rede Social Corporativa não é uma solução nova, mas a forma de utilizá-la talvez seja. Investir nessa ferramenta é um jeito inteligente de integrar equipes, intercomunicar tarefas e processos, centralizar e padronizar informações e melhorar a captação, troca e tratamento de dados.

Resumindo, é um instrumento poderoso para melhorar a comunicação corporativa, atingindo um patamar de agilidade e assertividade que certamente terá respingos de sucesso entre colaboradores, gestores e clientes da empresa.

Não há outra forma de seguir firme e forte na corrida pelo tempo perdido, pelos negócios represados pela recessão e por novos objetivos para melhorar resultados: cercar-se de ferramentas criativas, úteis e funcionais é a resposta. Tecnologia bem aplicada é a chave para reduzir complexidade e otimizar o trabalho. Em outras palavras, estratégia e tecnologia são aliadas para o alinhamento corporativo rumo a uma gestão saudável e bem-sucedida.

Marcos Weber, diretor da Cloud2Go, uma empresa do Grupo NGX

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Fundadores da Trustvox falam sobre startups na 10ª edição da Campus Party

No dia 03 de fevereiro, os fundadores da Trustvox, primeira e única certificadora de reviews no Brasil, que atua com o propósito de tornar a sinceridade padrão de mercado no e-commerce, participam da 10ª edição da Campus Party, principal evento de internet, tecnologia, inovação e empreendedorismo do país. Tatiana Pezoa, CEO da empresa, ministrará a palestra sobre o motivo pela qual 99% das startups “morrem” e quais as estratégias para não fazer parte dessa estatística. Por outro lado, Horário Poblete, COO da startup, falará sobre como serão as startups do futuro e como podemos criá-las.

A Campus Party, que acontece dos dias 31 de janeiro a 05 de fevereiro, tem como objetivo incentivar, promover e compartilhar conhecimento, além de proporcionar ricos debates de assuntos relacionados a tecnologia, inovação, empreendedorismo e startups. Além disso, a ocasião é uma oportunidade para o empreendedor mostrar o seu trabalho, realizar networking, conhecer novas empresas e participar de mentorias com profissionais que têm conhecimento na área.

“É uma honra poder participar da Campus Party, pois é considerado o maior evento do ecossistema e referência no que diz respeito à tecnologia e inovação. Nosso objetivo é compartilhar as experiências que tivemos com o universo das startups e com a Trustvox, afim de auxiliar àqueles que estão começando a empreender e orientá-los nesta fase inicial”, afirma Tatiana Pezoa, CEO da Trustvox.

A empresa é a primeira e única certificadora de reviews no Brasil e tem o propósito de tornar a sinceridade padrão de mercado no e-commerce e, por consequência, gerar cada vez mais vendas aos comerciantes e melhorar a reputação de uma marca. Atualmente, a startup conta com mais de mil varejistas utilizando sua plataforma, nomes como O Boticário, Polishop, Época Cosméticos, Grupo Technos, World Tênis, Shopfato, Shoulder, Trifil, Mash, dentre outros.

“Me sinto muito lisonjeado em poder participar da 10ª edição da Campus Party. Esse ano o evento será de extrema importância para o ecossistema de startup e tecnologia, principalmente porque irá tratar de assuntos de grande relevância para o universo de empreendedorismo, já que podemos perceber muitas mudanças e descobertas que estão inovando esse segmento”, destaca Horácio Poblete, COO da Trustvox.

SERVIÇO

Palestra Tatiana Pezoa:

Quando: 03/02, das 16h15 às 17h
Local: Palco Startup & Makers

Palestra Horácio Poblete:

Quando: 03/02, das 14h15 às 15h
Local: Palco Startup & Makers

Endereço: Pavilhão de Exposições do Anhembi
Inscrições e programação:
http://brasil.campus-party.org/sobre-nos/entradas-2017

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CIOs brasileiros estão mais preocupados com a gestão de custos, traz pesquisa da Deloitte

Os CIOs brasileiros (Chief Information Officers), líderes de gestão tecnológica das empresas, estão mais preocupados com a gestão de custos. É o que mostra a Pesquisa CIO Global 2016-2017, realizada pela consultoria Deloitte em 48 países. Segundo o estudo, este foi o tema a ser priorizado mais mencionado por executivos no contexto local, com 60% das referências, seguido por crescimento (55%) e clientes (51%). Já em nível global, 57% dos entrevistados apontaram a clientela como principal elemento de atenção da gestão.

Na avaliação da Deloitte, o atual perfil do CIO brasileiro é reflexo de uma tradição local de cobrança diária para que os profissionais dediquem mais tempo à operação. Contudo, esse relacionamento não reflete o desejo dos líderes de tecnologia e quase 50% entendem a necessidade de adaptação de seu padrão à medida que a empresa se desenvolve em termos de tecnologia.

Para o vice-presidente da Assespro-SP (Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação – Regional São Paulo), Eduardo Nistal, a preocupação com gestão de custos é resultado do cenário da economia local, que enfrentou queda significativa nos últimos dois anos. “Até por pressão interna das empresas, como um todo, acho que isso levou os CIOs a olharem para essa questão dos custos”, acredita.

Em nível global, os resultados do levantamento mostram que 78% dos CIOs afirmam que alinhar o seu setor à estratégia de negócios e às metas de desempenho é a principal capacidade de TI essencial para o sucesso desses profissionais no cumprimento de suas atividades.

A pesquisa revela ainda que os líderes brasileiros prezam tanto pela interação e comunicação, quanto pela compreensão das mudanças e inovações alinhadas à cultura de alta performance, deixando cada vez mais distante o modelo tradicional. Neste sentido, os dados da pesquisa apontam para a compreensão de que, cada vez mais, os CIOs estão evoluindo para uma posição mais estratégica na organização, e não mais apenas de entrega de serviços e soluções.

No que diz respeito às capacidades esperadas de TI, o grande foco dos líderes brasileiros se dá na inovação, com a adoção de novas tecnologias para o negócio e a melhoria de processos já existentes.

Assim como no resultado geral, o Brasil entende que o alinhamento estratégico entre as ações de TI e os negócios (79% dos respondentes brasileiros) é essencial para o sucesso da organização.

Outra observação diz respeito ao interesse crescente dos CIOs brasileiros por novas tecnologias, como digital, analytics e cloud computing, sendo estes três considerados os segmentos de maior impacto para o negócio nos próximos dois anos, bem como os que receberão mais investimentos no mesmo período.

Segundo o vice-presidente da Assespro-SP, este tipo de pesquisa é fundamental e supre uma carência de estudos locais, sendo de grande interesse da associação a divulgação e colaboração com estudos deste gênero.

“Acredito que no médio prazo, após os reflexos da crise econômica, os CIOS brasileiros começarão a focar em soluções para os clientes para tentar apoiar a empresa como um todo, trazendo, assim, inovações para o cliente final. Neste sentido, deve se igualar à preocupação dos CIOs em nível global, os quais se mostram mais preocupados com os clientes”, finaliza Eduardo Nistal.

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Com contribuição brasileira, W3C lança recomendação para publicação de dados na Web

Todos que publicam dados na Web passam a ter, a partir de hoje (31 de janeiro), um documento de referência e recomendações para esta atividade. Lançado pelo W3C (World Wide Web Consortium), o documento Boas Práticas para Dados na Web foi redigido por especialistas brasileiros do Centro de Estudos sobre Tecnologias Web (Ceweb.br) do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), e da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

O Grupo de Trabalho (GT) responsável pela produção do documento, o Data on the Web Best Practices do W3C, possui um número expressivo de colaboradores do Brasil – quase metade dos seus integrantes – que provêm de diferentes universidades (PUC-Rio, UFAL, UFES, UFMG e UFPE). Os editores do documento foram os brasileiros Caroline Burle e Newton Calegari, do Ceweb.br, e Bernadette Farias Lóscio, da UFPE. “Estamos muito orgulhosos com o resultado deste trabalho, com a oportunidade de compartilhar conhecimento e participar, de forma tão decisiva, da construção de um guideline que vai orientar os profissionais que publicam dados, além de fomentar a transição de documentos para uma Web baseada em dados”, declara Vagner Diniz, gerente do Ceweb.br.

Newton Calegari lembra que “existem diversas maneiras de publicar dados na Web, porém até hoje não existia um padrão, um conjunto de práticas capazes de guiar e facilitar o trabalho, tanto para os publicadores, quanto para os consumidores de dados”. Para Caroline Burle, esse entendimento entre os publicadores e consumidores de dados é fundamental. “Sem esse acordo, os esforços dos publicadores de dados podem ser incompatíveis com o desejo dos consumidores”, destaca.

“A Web destaca-se como um meio de compartilhamento de dados, porém, nem sempre esses dados podem ser facilmente descobertos, acessados e processados. O uso das Boas Práticas para Dados na Web é fundamental para alavancar o compartilhamento de dados na Web, uma vez que garante o fácil acesso e a reutilização dos dados”, completa a professora Bernadette Lóscio.

Metodologia

Até se transformar em uma recomendação do W3C, o documento passou por várias etapas, que incluíram consultas públicas e a participação da comunidade Web. Bernadette ressalta que o processo de construção das Boas Práticas envolveu a troca de informações entre diferentes atores. “O GT é um grupo multidisciplinar, formado por pessoas com experiências profissionais diversas. Tivemos conversas até mesmo para definir o que seria um ‘dado publicado na Web’.” O grupo de trabalho reuniu especialistas de países como Reino Unido, Estados Unidos, Itália e Holanda, e foi liderado por três especialistas em dados na Web, entre elas a brasileira, Yasodara Córdova, então atuando pelo Ceweb.br.

A metodologia também envolveu etapas diferentes. O trabalho iniciou com a coleta de casos de uso sobre publicação de dados na Web, 26 no total, de diferentes partes do mundo. “Fizemos uma análise, identificamos os principais desafios enfrentados por quem publica e consome dados e, a partir desse exercício, encontramos e detalhamos os requisitos para as boas práticas de publicação de dados na Web”, explica Bernadette.

O documento Boas Práticas para Dados na Web mostra como profissionais envolvidos com a gestão da informação, desenvolvedores e demais interessados em compartilhar e reutilizar dados podem publicá-los de maneira a alcançar maiores benefícios e aproveitamento. Tópicos como metadados, acesso e qualidade dos dados, informações sobre sua proveniência, licença e uso são detalhados no documento, que está disponível na íntegra, em inglês, em: www.w3.org/TR/dwbp/. A tradução para português estará disponível em breve.

Dados abertos

Além da participação no GT do W3C, as atividades do Ceweb.br para promover o uso de dados na Web incluem a realização de cursos online e tool kit sobre o assunto, a publicação do livro Dados Abertos Conectados (também disponível em HTML), os Guias sobre Dados Abertos e Web Semântica do projeto SPUK, e participação no projeto OD4D Network – Open Data for Development, que tem o objetivo de consolidar uma plataforma para uso de ferramentas de Dados Conectados e Web Semântica. São materiais de referência, produzidos por especialistas no assunto, que estão disponíveis gratuitamente para todos os interessados.

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Votorantim Metais divulga lista de startups finalistas do programa MINING LAB

A Votorantim Metais divulgou nesta terça-feira uma lista com 18 startups selecionadas para avançar no programa MINING LAB, a iniciativa de apoio a empreendedores lançada em outubro pela empresa. Entre as classificadas, há startups localizadas em cinco estados brasileiros: Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

As escolhidas se destacaram entre 115 participantes que apresentaram projetos nas áreas de energia renovável e nanotecnologia, aplicados à mineração. O número de inscritos superou as expectativas dos próprios organizadores. “Pela complexidade dos temas, nós imaginávamos um total de 50 startups inscritas”, diz Rodrigo Gomes, gerente de Tecnologia da Votorantim Metais.

A partir do dia 1º de fevereiro, representantes das startups passarão por uma imersão dentro da mineradora para entender os processos de produção e receber apoio técnico para elaborar a apresentação do projeto para a banca examinadora.

Os projetos classificados na primeira etapa são:

ENERGIAS RENOVÁVEIS

BCHEN (Itauna/MG)
Bioware (Campinas/SP)
Eduardo Biscolli Brandão (Videira/SC)
Mario Coelho (Santa Cruz do Sul/RS)
Naidion Motta Silvério (Itajubá/MG)
Oppus (Nova Lima/MG)
Paradigma (Carmo do Paranaíba/MG)
Tau Flow (Campinas/SP)
Tey Renováveis: Sorocaba/SP
Trigás (Caxias do Sul/RS)
Zeg Environmental (Água Branca/SP)

NANOTECNOLOGIA

Ecosoluções (Viçosa/MG)
Itatijuca Biotech (São Paulo/SP)
nChemi (São Carlos/SP)
Oppus (Nova Lima/MG)
Robson Rodrigues Amaro (Barão de Cocais/MG)
Tau Flow (Curitiba/PR)
WHPOS (Nova Lima/MG)

No dia 17 de fevereiro, a banca examinadora irá definir os vencedores. Até 10 projetos irão receber o apoio da empresa, acompanhamento pela FIEMG e pela aceleradora de startups Techmall até o Demo Day em 1º de setembro.

Ao final do programa, a Votorantim Metais poderá investir no desenvolvimento das soluções, bem como estabelecer parcerias para busca de investimentos, compra ou distribuição dos produtos e serviços das startups.

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Ranking das Top 50 Tecnologias de Internet das Coisas (IoT) inclui solução da Vertiv

A Vertiv, anteriormente conhecida como Emerson Network Power, conquistou o reconhecimento dos experts da publicação especializada em canais CRN. A solução ICOM-S faz parte da lista CRN Top 50 aplicações para Internet of Things. A Vertiv tem liderado o desenvolvimento de tecnologias que habilitam a Internet das Coisas em Data Centers e em sites de Edge Computing. Isso é feito com o suporte do iCOM-S, um software que realiza a orquestração de diferentes equipamentos de um Data Center. Há casos em que o uso do iCOM-S promove até 50% de redução do consumo de energia e da emissão de CO2 dos Data Centers.

“Muitas de nossas soluções são compatíveis com aplicações IoT”, afirma Tiago Khouri, Diretor de Marketing e de Planejamento da Vertiv América Latina. “Além disso, nossa plataforma opera com protocolos de comunicação neutros, possibilitando a interconexão segura com equipamentos de diferentes provedores em uma arquitetura Best in Class”.

“O crescente mercado de Internet das Coisas tem um enorme potencial criativo, e a capacidade de melhorar diversos aspectos das nossa vidas”, afirma Robert Faletra, CEO da The Channel Company, a publishing house por trás da CRN. “O ranking CRN’s Internet of Things 50 celebra líderes de tecnologia que exploram este potencial de forma inovadora e consistente. Suas soluções transformarão a maneira como nós trabalhamos e vivemos.”

A lista Internet of Things 50 está disponível no URL: crn.com/iot50.

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Relatório da Cisco mostra que apenas 56% dos alertas de segurança são investigados

De acordo com o Relatório Anual de Cibersegurança Cisco® 2017, mais de um terço das organizações que enfrentaram brechas de segurança em 2016 reportaram perdas substanciais de clientes, oportunidades e receita de mais de 20%. O relatório avaliou aproximadamente 3.000 diretores de segurança e líderes em operações de 13 países.

90% dessas organizações estão aprimorando tecnologias e processos de defesa contra ameaças após os ataques, separando funções de TI e segurança (38%), por meio do aumento de treinamentos de conscientização em segurança para seus funcionários (38%) e na implementação de técnicas para abrandar riscos (37%).

Em sua 10ª edição, o relatório global destaca desafios e oportunidades para os times de segurança se defenderem da incansável evolução do cibercrime e mudanças nas formas de ataque. Os executivos de segurança citam restrições orçamentárias, baixa compatibilidade de sistemas e falta de equipe especializada como as principais barreiras para avanços no posicionamento em segurança. Líderes também revelam que seus departamentos de segurança são espaços cada vez mais complexos com 65 das empresas usando de seis até mais de 50 produtos de segurança, aumentando potenciais lacunas na efetividade de segurança.

Para explorar essas lacunas, dados do relatório mostram que os cibercriminosos estão liderando o ressurgimento de vetores “clássicos” de ataques, como adware e spam de e-mail. Spams são responsáveis por quase dois terços (65%) das contas de e-mail, sendo de 8% a 10% maliciosos. O volume global de spam está aumentando, muitas vezes espalhados por botnets grandes.

Mensurar a efetividade das práticas de segurança frente a esses ataques é um dos fatores de maior dificuldade. A Cisco acompanha o progresso em redução do “tempo de detecção de invasão” (TTD), a janela de tempo entre uma invasão bem-sucedida e sua detecção. “Um tempo menor de detecção é crucial para restringir o espaço de operação dos invasores e minimizar os danos desse ataque”, explica Ghassan Dreibi, gerente de desenvolvimento de negócios de Segurança da Cisco América Latina. E completa: “Temos reduzido com sucesso o TTD, antes de 14 horas no início de 2016, para 6 horas em um semestre”. Esse número é baseado em telemetria obtida de produtos de segurança da Cisco implantados em todo o mundo.

O Custo para o Negócio de Ameaças Virtuais: Clientes Perdidos, Receita Perdida

O Relatório Anual de Cibersegurança 2017 revelou o potencial impacto financeiro dos ataques para os negócios, de pequenas a grandes empresas. Mais de 50% das organizações enfrentaram fiscalização pública após uma brecha de segurança. Sistemas de operações e financeiros foram os mais afetados, seguidos pela reputação da marca e fidelização dos clientes. Para as organizações que enfrentaram um ataque, os efeitos foram substanciais:

– 22% das empresas violadas perderam clientes – 40% delas perderam mais de 20% de sua base de clientes.

– 29% perderam receita, com 38% desse grupo perdendo mais de 20% de suas receitas.

– 23% das organizações invadidas perderam oportunidades de negócio, com 42% delas perdendo mais de 20%.

Operações de Hackers e os Novos Modelos de “Negócio”

Em 2016, hackear se tornou mais “corporativo”. Mudanças dinâmicas nos panoramas da tecnologia, liderados pela digitalização, estão criando oportunidades para cibercriminosos. Enquanto os invasores continuam a alavancar técnicas comprovadas com o tempo, eles também empregam novas abordagens que espelham estruturas de “gerenciamento médio” dos seus alvos corporativos.

– Novos métodos de ataque modelam a hierarquia corporativa: Algumas campanhas de malvertising empregaram agentes (ou “entradas”) que agem como gestores intermediários, mascarando atividades maliciosas. Adversários podem então agir com uma velocidade maior, mantendo o espaço operacional e evitar a detecção;

– Oportunidade e risco da nuvem: 27% das aplicações em nuvem realizadas por funcionários foram categorizados como de alto risco e criaram preocupações significativas com segurança;
Adwares antigos – softwares que fazem download de anúncios sem a permissão do usuário – continuam sendo canal de ataque, infectando 75% das organizações investigadas.

Proteja o Negócio, Mantenha Vigilância

O Relatório Anual de Cibersegurança 2017 reportou que apenas 56% dos alertas de segurança são investigados e menos da metade dos alertas legítimos foram remediados. Defensores, apesar de confiantes em suas ferramentas, lutam contra os desafios de complexidade e mão de obra, deixando brechas de tempo e espaço para os invasores usarem em sua vantagem. A Cisco indica essas etapas para prevenir, detectar e suavizar ameaças e minimizar riscos:

– Segurança como prioridade do negócio: A liderança executiva deve ter o controle e evangelizar segurança e consolidar isso como uma prioridade;

– Mensurar disciplina operacional: Revisar práticas e controlar pontos de acesso para sistemas, aplicações, funções e dados de rede;

– Testar efetividade de segurança: Estabelecer métricas claras e usá-las para validar, além de melhorar práticas de segurança e,

– Adotar uma abordagem de defesa integrada: Ter integração e automação no topo da lista de critérios de avaliação para aumentar visibilidade, otimizar a interoperabilidade e reduzir o tempo de detecção e contenção dos ataques. Times de segurança poderão então focar no investimento e solução de ameaças reais.

Relatório Anual de Cibercegurança Cisco – 10 Anos de Dados e Perspectivas

Enquanto a tecnologia tem tornado os ataques mais prejudiciais e as defesas mais sofisticadas, a base da segurança se mantém tão importante quanto sempre foi.

– Em 2007, o Relatório Anual de Cibersegurança indicou que aplicações de web e negócios eram alvos, geralmente através de engenharia social, ou ameaças introduzidas por usuários. Em 2017, os hackers atacam aplicações baseadas em nuvem e o spam tem se intensificado;

– Há 10 anos ataques de malware estavam em crescimento, com o crime organizado lucrando com as invasões. Na economia informal de hoje, ladrões agora têm o cibercrime como um negócio, oferecendo opções de entrada com poucas barreiras para potenciais clientes. Hoje, os criminosos podem ser qualquer um, em qualquer lugar; Não precisam de um background de segurança e podem facilmente comprar kits de invasão prontos para uso;

– O relatório de 2007 monitorou 4.773 alertas de segurança, mapeando aproximadamente o nível nacional de vulnerabilidade de base de dados dos Estados Unidos. No relatório de 2017, o volume de alertas de vulnerabilidade cresceu 33%, registrando 6.380 alertas. Os especialistas da Cisco acreditam que esse crescimento foi motivado pelo aumento de conscientização em segurança, uma maior superfície de ataque de um adversário ativo;

– Em 2007, a Cisco alertou o ambiente corporativo a ter uma abordagem holística para segurança, integrando ferramentas, processos e educando as partes interessadas para protegerem seus ambientes. Os negócios procuraram nos vendedores uma resposta compreensiva, geralmente em vão, que ao invés disso, prescreveram soluções pontuais fragmentadas. Em 2017 os executivos de segurança estão revendo a complexidade de seus ambientes. “Estamos combatendo isso através de uma abordagem arquitetônica para a segurança, ajudando nossos clientes a tirarem mais dos investimentos em segurança já existentes, aumentando a capacidade e diminuindo a complexidade”, finaliza Ghassan Dreibi.

Sobre o Relatório

O Relatório Anual de Cibersegurança, agora em sua 10ª edição, examina a mais recente inteligência de risco acumulada pelos especialistas de segurança Cisco, oferecendo perspectivas da indústria que revelam tendências de segurança dos clientes.

O relatório de 2017 também evidencia descobertas fundamentais do terceiro estudo anual Cisco Security Capabilities Benchmark Study (SCBS), que analisa a percepção dos profissionais de segurança do cenário de suas organizações. Ele traz tendências geopolíticas, desenvolvimento global em localização de dados e a importância da cybersegurança como um tópico a ser debatido.

Para acessar o Relatório Anual de Cibersegurança: www.cisco.com/go/acr2017

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Startup aposta no Rio de Janeiro e amplia serviços em plano de expansão nacional

Há três anos no mercado brasileiro, a Loggi, plataforma digital para solicitação de entregas expressas, tem apostado no Rio de Janeiro em seu plano de expansão no país. A empresa, que também atua em São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre e Curitiba, chegou à capital fluminense há cerca de um ano e recentemente trouxe para a cidade sua vertical para o mercado de delivery de alimentos. Hoje, já são mais de 20.000 clientes e 16 mil entregas diárias somente para o setor corporativo.

Todos os mensageiros cadastrados pela Loggi são devidamente regularizados e estão equipados com smartphone, máquina de leitor de cartões e um baú exclusivo para garantir uma entrega mais ágil e eficiente. Entre as empresas que utilizam a plataforma no Rio, está o Mattos Filho, um dos principais escritórios de advocacia do país. “Optamos pelo serviço da Loggi pois achamos muito rápido. O motoboy que estiver mais próximo do pedido é quem atende e isso foi primordial para nós”, explica Luciana Pontual, coordenadora administrativa regional da Mattos Filho. “Além disso, tem um demonstrativo completo, que não é apenas um recibo de papel, é uma fatura única com atendimento quase imediato, evitando a burocracia desse tipo de serviço”.

Delivery rápido e eficiente

Inaugurado em meados de novembro na capital fluminense, o LoggiPresto integra o serviço de delivery com pagamento em um modelo inovador. Agora, restaurantes podem pedir um motoboy pelo site da Loggi de acordo com a demanda, sem a necessidade de gerir um time fixo de mensageiros e alugar máquinas de cartão, o que simplifica a operação e reduz custos. Em São Paulo desde abril do ano passado, a plataforma já conta com clientes de peso como Lanchonete da Cidade, Baccio di Latte e The Fifties.

“No começo, o grande diferencial foi o preço. Tínhamos um custo fixo muito alto para um entregador que não tinha a quantidade de entregas necessárias. Outro ponto muito positivo foi que os clientes pararam de nos ligar para saber aonde estava a entrega, pois já recebiam no celular uma posição de onde estava e quanto tempo vai demorar. Isso melhorou muito nossa rotina de trabalho”, afirma Mariana Racy, gerente administrativa da Torta & Cia.

Com LoggiPresto, o cliente final tem total controle do seu pedido com os alertas enviados pelo sistema: o primeiro quando o motoboy sai do restaurante, informando tempo de entrega e um link para rastrear o mensageiro em tempo real. Depois, quando o motoboy estiver a dois minutos de chegar, é enviada outra mensagem avisando que pode descer.

“Existe uma oportunidade enorme para o mercado de delivery crescer, mas para isso acontecer a operação logística precisa ser simplificada e otimizada, principalmente na gestão dos entregadores e pagamentos”, afirma Fabien Mendez, CEO da Loggi. “No caso dos restaurantes é comum que os clientes estejam um pouco ansiosos para receber o pedido, e o sistema da Loggi, oferecendo total transparência e rapidez, vai transformar ansiedade em encantamento. Já é possível perceber em São Paulo que a satisfação geral dos clientes melhora e, consequentemente, há mais fidelização”, explica.

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Relatório revela como as ONGs de todo o mundo usam a tecnologia on-line e a mídia social

A Public Interest Registry, a operadora sem fins lucrativos dos domínios .org, .ngo e .ong e a Nonprofit Tech for Good, revelaram hoje os resultados do “2017 Global NGO Online Technology Report (Relatório global sobre a tecnologia on-line das ONGs de 2017)”. O segundo relatório anual revela como as organizações não governamentais (ONGs) de todo o mundo usam a Internet, serviços de e-mail e comunicações móveis, ferramentas on-line de arrecadação de fundos e a mídia social.

O relatório detalha as principais descobertas a partir de uma pesquisa com participantes de 4.908 ONGs de 153 países da África, Ásia, Austrália e Oceania, Europa, América do Norte e América do Sul. Quando comparado com a pesquisa de 2016, o relatório praticamente dobrou o número de participantes. As descobertas do relatório incluem comparações regionais de como as ONGs usam a Internet para promover a conscientização e arrecadar fundos, bem como verificar se as ONGs encontram ferramentas específicas de comunicações on-line e móveis que sejam efetivas para suas estratégias de comunicação e arrecadação de fundos.

As importantes descobertas incluem globalmente:

– 92 por cento dos participantes têm um Web Site. Destes, 78 por cento são compatíveis com dispositivos móveis.

– Somente 38 por cento publicam regularmente em um blog.

– Mais de 68 por cento dos participantes da pesquisa mencionaram que suas organizações usam o domínio .org, comparado com 9,2 por cento que usam o domínio .com.

– O e-mail domina como forma preferida de comunicação com doadores, com 71 por cento dos participantes que enviam regularmente atualizações por e-mail, enquanto 15 por cento enviam regularmente mensagens de texto para os apoiadores.

– 67 por cento dos participantes aceitam doações feitas on-line.

– Enquanto 95 por cento concordam que a mídia social é efetiva para conscientização da marca on-line, somente 66 por cento dos participantes disseram que a liderança executiva apoia priorizar a mídia social em suas comunicações e estratégias de arrecadação de fundos on-line.

– O Facebook lidera como a plataforma de mídia social preferida com 92 por cento dos participantes tendo uma página dedicada, seguido pelo Twitter (72 por cento) e pelo YouTube (55 por cento).

“O Relatório sobre a tecnologia on-line das ONGs é inovador pois é o único projeto anual de pesquisa, dedicado ao estudo de como as ONGs usam a tecnologia on-line em uma escala global e revela as diferenças tecnológicas entre as regiões”, disse Heather Mansfield, fundadora da organização Nonprofit Tech for Good. “Na medida em que a infraestrutura da Internet continua melhorando globalmente, esperamos que os resultados futuros desta pesquisa demonstrem que as ONGs de todo o mundo estão se tornando mais igualmente capacitadas para usarem a Internet para inspirar a filantropia e criar mudanças sociais”.

“Entendemos que a comunidade global das ONGs usam a Internet para impulsionar suas causas, entretanto a condição da infraestrutura de Internet de uma região pode afetar sua habilidade de comunicação e divulgação de sua missão para todo o mundo”, disse Brian Cute, CEO da organização Public Interest Registry. “O relatório nos permite identificar os desafios, pontos problemáticos e, por fim, as oportunidades para apoiar organizações on-line e dar-lhes uma base para se manterem conectadas”.

Para mais informações sobre as descobertas e a metodologia da pesquisa e para baixar o relatório completo e os gráficos, visite o endereço: http://www.techreport.ngo.

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Gartner anuncia calendário de conferências para o Brasil em 2017

O Gartner Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, anuncia as datas de seu calendário de conferências no Brasil em 2017. Estão marcadas três Summits para abril, junho e agosto sobre os respectivos temas Infraestrutura de TI, Operações & Data Center; Data & Analytics; e Segurança e Gestão de Riscos. Em outubro, teremos o Gartner Symposium/ITxpo, o maior e mais importante evento de TI do País. As conferências irão acontecer no WTC Sheraton Hotel, em São Paulo (SP), com agendas direcionadas para profissionais e executivos de TI com poder decisão (CIO, CEO e CFO) que desejam conhecer tendências de tecnologia antes delas serem adotadas pelo mercado.

Os eventos do Gartner oferecem oportunidades de interação para desenvolvimento de negócios, networking e a possibilidade de agendamento de reuniões one-on-one com analistas altamente especializados para obter conselhos práticos sobre os desafios de cada companhia. Também há espaço para diálogo com provedores de serviços de TI e demonstração de produtos e soluções dos principais fornecedores do mercado.

Nos três Summits e no Simpósio, o público poderá assistir a apresentações de analistas do Gartner, acompanhar sessões sobre Quadrante Mágico e acessar pesquisas inéditas, além de participar de workshops, interagindo e trocando experiências. Também fazem parte da programação debates, sessões práticas e mesas-redondas sobre ideias inéditas para o segmento de Tecnologia da Informação.
A agenda completa está disponível no site http://www.gartner.com/events/calendar/ e os eventos deste ano estão confirmados para as seguintes datas:

– Conferência Gartner Infraestrutura de TI, Operações & Data Center – 25 e 26 de abril

– Gartner Data & Analytics Summit – 20 e 21 de junho

– Gartner Segurança e Gestão de Riscos – 8 e 9 de agosto

– Gartner Symposium/ITxpo – 23 a 26 de outubro