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Infracommerce dobra de tamanho em 2017 e segue contratando

A Infracommerce, empresa líder em soluções full service para e-commerce da América Latina, deu início a uma nova fase em 2017 com foco na expansão de atuação. A empresa cresceu 107% apenas no primeiro semestre do ano e contratou, nesse período, 204 novos funcionários, contando agora com um quadro de mais de 500 profissionais.

De acordo com Ednei Souza, CFO da Infracommerce, o crescimento escalonado da empresa oferece grandes oportunidades de ascensão profissional. “Aqui nós gostamos de reter nossos talentos, por isso proporcionamos sempre possibilidades de crescimento dentro da empresa, além de diferenciais muito atrativos. Temos diversos casos de funcionários que entraram como estagiários e hoje já atuam como gerentes”, conta Ednei.

As contratações fazem parte do plano de expansão da empresa que abandonou o status de startup e hoje ocupa lugar entre as gigantes do e-commerce no Brasil. A empresa já expandiu atuação para o México e prevê para os próximos 12 meses unidades na Argentina, Colômbia e Chile.

De acordo com Kai Schoppen, CEO da Infracommerce, a empresa pretende triplicar a movimentação em 2017. “Nossa expectativa é encerrar este ano com um faturamento 200% superior ao de 2016”, conta Kai.

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Mudanças no sistema bancário impulsionam a criação das fintechs

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O setor financeiro tem passado por muitas transformações nos últimos anos. A internet e a mobilidade têm tornado as agências bancárias quase que indispensáveis, já que hoje é possível fazer diversas transações online, de forma prática e segura.

Junto com tantas mudanças surgiram as fintechs, empresas que usam a tecnologia de maneira intensiva para oferecer serviços financeiros de forma fácil e inovadora para o usuário, mas que representam um grande desafio para as instituições bancárias se manterem no mercado.

Um bom exemplo é a startup Cobre Fácil Online, criada para aprimorar o serviço de emissão de boletos, tradicionalmente oferecido pelas instituições financeiras. A empresa oferece o serviço com um valor mais acessível, sem burocracias e com um sistema completo de gestão, o que facilita ainda mais a vida do usuário.

“Os bancos enxergaram a internet como uma plataforma de redução de custo. As fintechs têm outra visão, que é a de melhorar a experiência do usuário e oferecer mais praticidade e agilidade nas transações. Agora, com a implantação do boleto com registo, o cliente terá ainda mais trabalho, além de aumentar suas despesas. A Cobre Fácil Online veio para descomplicar e reduzir custos”, explica Paulo Henrique, CEO e Cofundador do Cobre Fácil Online.

O CEO conta que criou um sistema completo que faz a emissão do boleto online, de qualquer lugar, sem a necessidade de envio de remessa para o banco, além de realizar a emissão de boletos em lote, emissão de segunda via, alertas de cobranças, personalização de faturas, entre outras funcionalidades. O cliente paga apenas o valor de R$ 4,70 quando o boleto for pago e ainda pode transferir os recebidos para sua conta jurídica, pessoal ou poupança. Nas instituições financeiras este valor pode chegar há mais de R$ 20,00 por título, além das taxas de liquidação, baixa manual e protesto.

O síndico, João Santana, utiliza o sistema há mais de 1 ano e, para ele as principais vantagens em relação ao banco é a economia e a otimização de tempo. “Estamos economizando mais de R$ 3 mil por mês com o Cobre Fácil Online. Antes, levávamos 5 dias para gerar 450 boletos. Com o sistema, fazemos todo o trabalho em apenas 2 horas”, relata.

Paulo Henrique salienta que as startups do ecossistema fintech são empresas que se caracterizam pela agilidade e pelo relacionamento dinâmico e interativo que tem com seus clientes, por isso, a tendência é que conquistem cada vez mais o mercado. “Os produtos e serviços da empresa são desenvolvidos a partir das necessidades específicas do usuário e nas formas como a tecnologia pode ser usada para atendê-las”, finaliza.

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Hikvision e EY firmam parceria para o desenvolvimento de modelos de gestão de segurança da informação

A Hikvision, fornecedora global de soluções e produtos de videovigilância e segurança eletrônica, e a consultoria EY China, líder global em serviços de segurança, impostos, transações e assessoria, firmaram uma parceria para o desenvolvimento do projeto de segurança da informação que irá reforçar a proteção das soluções da fabricante por meio do desenvolvimento de modelos de gestão em resposta aos crescentes riscos de segurança cibernética. O apoio da equipe de projeto especializada da EY irá ajudar a Hikvision na realização da avaliação de segurança da informação para equipe técnica e na área de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D).

Além disso, a consultoria compartilhará continuamente práticas de liderança industrial para auxiliar ainda mais a Hikvision na superação dos desafios encontrados nas transformações de risco de cibersegurança.

“Como uma fabricante líder mundial de equipamentos de CFTV e vigilância por vídeo, a Hikvision entende muito bem a importância de entregar um produto seguro aos usuários e está comprometida com a implementação de medidas eficazes para aumentar a segurança dos seus produtos e serviços. Os esforços de garantia de segurança da informação da Hikvision são fundamentados no ciclo de vida útil, incluindo o desenvolvimento, verificação, fabricação, entrega e serviços. O trabalho com a EY, organização de serviços de consultoria líder no mundo, irá auxiliar no aprendizado de técnicas avançadas de gerenciamento de cibersegurança”, comentou Weiqi Wu, VP da Hikvision.

A Internet das Coisas (IoT) tem desempenhado um papel importante no novo ciclo de transformação do mercado, como ‘Indústria 4.0’, ‘Smart City’ e ‘Internet +’. O rápido desenvolvimento do mundo da IoT está gerando cada vez mais preocupações quanto ao possível aumento de nossa exposição às ameaças cibernéticas. Para atender à crescente demanda, a Hikvision tem planos de longo prazo e considerações cautelosas em relação ao estabelecimento do próprio sistema de gestão de segurança da informação.

“A EY está muito satisfeita em auxiliar a Hikvision no desenvolvimento deste projeto. Ao integrar nossos recursos globais, incluindo credenciais bem-sucedidas, práticas industriais, conhecimento profissional e especialistas locais em cibersegurança, a EY ajudará a Hikvision a enfrentar os desafios de riscos crescentes de cibersegurança e a obter uma cooperação mutuamente benéfica e vantajosa.” afirma Keith Yuen, parceiro de serviços de cibersegurança da EY Grande China.

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Boleto registrado: conheça as principais mudanças

Desde o início de julho, boletos bancários com valores superiores a R$ 50 mil passaram a ser, obrigatoriamente, registrados.

O registro dos boletos bancários vai alterar a rotina tanto de consumidores, quanto das empresas, pelo fato do boleto ser uma das principais formas de pagamento dos brasileiros. De acordo com a Febraban, cerca de 3,6 bilhões destes documentos são emitidos anualmente no país.

Um dos principais motivos da popularidade do boleto é a simplicidade de emissão e pagamento. Um exemplo disso é que cerca de 50 milhões de pessoas economicamente ativas o utilizam para realizar compras no e-commerce, mesmo sem possuir contas em banco.

Mas como essa mudança irá atingir as empresas e os consumidores? Especialistas da Sage, além de explicar a diferença entre o boleto registrado e sem registro, apontaram as principais vantagens e desvantagens da medida.

O que muda?

Nos boletos registrados, o banco toma ciência do boleto a partir da geração, isto é, há um código registrado no sistema do cliente e do banco que o identifica. Isso possibilita o acompanhamento detalhado das transações que utilizam esse meio de pagamento, assim como o documento pode servir como título de protesto, no caso de inadimplência.

Os boletos sem registro são passíveis de fraude, pois o banco toma conhecimento do documento após o pagamento, dificultando a associação do valor com o cliente que o emitiu, abrindo margem para fraudes na geração ou adulteração dos códigos de barras por terceiros.

A obrigatoriedade do registro dos boletos seguirá a seguinte progressão.

Fonte: https://portal.febraban.org.br/pagina/3150/1094/pt-br/servicos-novo-plataforma-boletos

Vantagens do boleto registrado:

– Gestão da carteira. É possível saber quem pagou, o que pagou e quando pagou.
Conciliação e relatórios de gestão.

– Maior segurança e entrega eletrônica por meio do DDA – Débito Direto Autorizado.

– Uso dos boletos como lastro em operações de crédito (sujeito a análise de crédito nos bancos).

– Maior comodidade, pois permite o pagamento vencido em qualquer banco pelo DDA ou pela atualização do boleto no site do banco emissor.

Desvantagens:

– Processo gera burocracia para o empresário e custos adicionais.

– Consumidor pode ser protestado automaticamente se não pagar o boleto no prazo.

– O cancelamento do boleto gera cobrança.

– Cerca de 75% dos consumidores preferem pagar através do boleto bancário por causa das baixas taxas, segundo uma pesquisa feita pela E-commerce Brasil em parceria com o Sebrae. Com o aumento dos tributos, pagamento via boleto pode passar a ser menos interessante, tanto para o consumidor, quanto para os comerciantes.

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Gartner aponta que soluções digitais têm transformado o cenário de segurança

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, alerta que as empresas estão cada vez mais dependentes da tecnologia digital e que a Internet das Coisas (IoT) tornou a segurança ainda mais complexa. Os líderes de segurança e gestão de risco precisam agora desenvolver programas flexíveis baseados na confiança digital. Durante a Conferência Gartner Segurança & Gestão de Risco, que acontece nos dias 8 e 9 de agosto, em São Paulo (SP), analistas mostrarão como esses executivos estão criando programas de segurança para os negócios digitais e os desafios que eles precisam estar preparados para enfrentar.

“Os negócios digitais estão relacionados diretamente a acesso e colaboração. As empresas precisam permitir a participação de parceiros externos e clientes. O usuário final foi frequentemente considerado como o elo mais fraco da cadeia de segurança. Em um mundo digital, ele faz parte da função de segurança e de uma solução voltada para as pessoas”, diz Tom Scholtz, Vice-Presidente e Fellow do Gartner. É por essa razão que os líderes de segurança e gestão de risco estão desenvolvendo programas baseados na confiança. “No lugar de uma abordagem de segurança negativa por padrão (do inglês, default-deny), estamos vendo a abordagem de permissão por padrão (do inglês, default-allow). Essa é uma mudança importante em como os programas de segurança estão sendo criados.”

Certas tecnologias precisam estar no radar dos líderes de segurança e gestão de risco. As ferramentas de Análise de Comportamento de Usuários e Entidades (UEBA, na sigla em inglês) são importantes, assim como entender e institucionalizar a arquitetura de segurança adaptativa. A inteligência artificial (IA) consegue oferecer inteligência sobre a situação baseada no contexto para melhorar a tomada de decisão em relação à segurança. O Blockchain está transformando o comércio digital e tem valor potencial para a segurança como forma de apoiar uma confiança mais distribuída.

O problema é que novas tecnologias criam novos riscos. A IA gera propriedade intelectual que deve ser protegida, como os algoritmos e conhecimento institucionalizado que definem o que é normal para os sistemas de uma empresa. A invasão assertiva poderia ter efeitos muito graves sobre o sistema de produção de uma companhia. A inteligência artificial também abre as portas para formas mais sutis de disrupção. Por exemplo, um hacker pode fazer ajustes que não derrubem o sistema inteiro, portanto, pequenas falhas vão passar despercebidas.

Na Conferência, os analistas do Gartner debaterão os maiores desafios enfrentados hoje pelos líderes de segurança e gestão de risco. Os CISOs (Chief Information Security Officers) são responsáveis pelo planejamento estratégico em um ambiente digital em que a agilidade e a prática bimodal são fundamentais para o sucesso das empresas. Eles também precisam adquirir talentos para gerenciar a IoT e a integração da tecnologia operacional.

As equipes de segurança precisam se manter atualizadas e proativas. Elas devem ficar atentas às novas tecnologias e ao panorama dos fornecedores para determinarem o que adotar em seus programas de segurança. Esses times também precisam entender as ameaças mais recentes à segurança porque o cenário está evoluindo rapidamente e se tornando mais complexo.

O General Data Protection Regulation (GDPR), nova lei da União Europeia sobre privacidade e proteção de dados pessoais que vai entrar em vigor em 2018, apresenta mais um desafio para os responsáveis por risco e compliance porque eles vão precisar garantir a conformidade das suas empresas, evoluir e mudar o foco sobre compliance para gerenciar os riscos de forma efetiva para proteger a organização. Esses líderes terão que garantir que suas empresas entendam os riscos e responsabilidades associadas às novas tecnologias conforme investem em iniciativas de negócios digitais.

Os responsáveis por Gestão de Continuidade de Negócios (BCM) precisam continuar a criar operações de TI e de negócios ao mesmo tempo em que enfrentam as ameaças mais sérias e as disrupções mais frequentes. Eles devem se proteger contra falhas e também planejar como as empresas irão superá-las e minimizar seu impacto. A flexibilidade, não só a recuperação, tem que estar presente nos sistemas do negócio digital. A infraestrutura básica deve ser maleável o suficiente para enfrentar um ciberataque e se recuperar de um problema grave, se possível, sem interrupções.

Conferência Gartner Segurança & Gestão de Risco 2017

Data: 8 e 9 de agosto de 2017 (Terça e Quarta-feira)
Local: Sheraton São Paulo WTC Hotel
Endereço: Av. das Nações Unidas, nº 12.559

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Brasil deve voltar ao radar das empresas de Private Equity

Depois de passar por um período de um grande boom de crescimento e, logo na sequência, de dois anos de correção econômica, o Brasil está no caminho da estabilização e se tornando atrativo para empresas de Private Equity (PE) que querem se diversificar em mercados emergentes. A recuperação contínua, as reformas pró-negócios e o crescimento em indústrias-chave estão criando uma clara oportunidade para empresas de PE. Essas conclusões são apresentadas pelo The Boston Consulting Group (BCG) em seu relatório Private Equity Strategies for Brazil’s New Economic Reality, que está sendo lançado hoje.

A economia do Brasil está mais madura que a de outros mercados emergentes. Com cerca de um terço da população da América Latina, o Brasil atraiu quase a metade de todos os investimentos de Private Equity na região entre 2008 e 2015. Em comparação com mercados desenvolvidos, como os EUA, ainda há espaço para crescimento. “Essa combinação de fatores coloca o Brasil no ponto ideal para empresas dispostas a investir em economias emergentes”, diz Heitor Carrera, sócio do BCG e um dos autores do relatório. “Durante a próxima década, o país vai oferecer uma oportunidade rara para empresas globais que desejam adicionar mercados emergentes em suas carteiras e também para empresas locais que querem intensificar os seus investimentos aqui.”

Crescimento Estável e Melhora no Clima para os Negócios

A maioria dos economistas prevê que, apesar de alguma volatilidade no primeiro semestre de 2017, o PIB do Brasil vai estabilizar em um período de crescimento lento, mas constante – cerca de 1,8% ao ano até 2021, o que ainda é mais rápido do que a dos países do G7. Além disso, o governo do Brasil introduziu uma série de reformas – como a redução da burocracia necessária para arquivar alguns impostos ou iniciar uma nova empresa – que visa promover um ambiente mais favorável às empresas.

Embora a recente correção econômica tenha atingido fortemente alguns setores, muitos outros – particularmente em segmentos de consumo, como de alimentos e saúde – continuaram expandindo em taxas de dois dígitos, com perspectiva de manter o crescimento. Esses setores são agora os principais candidatos para o tipo de estratégias de criação de valor que as empresas de PE podem aplicar.

Cinco Estratégias de Adaptação para Prosperar

Para se obter sucesso no Brasil, é necessária uma profunda compreensão dos aspectos únicos do seu mercado de PE. Por exemplo, o tamanho médio de negócios no Brasil é menor do que em muitos outros mercados, e até mesmo grandes empresas globais competem para fechar negócios menores. Além disso, IPOs são relativamente escassos, e as empresas são mais propensas a vender suas empresas de portfólio para os compradores estratégicos, não financeiros.

Tendo em conta estes fatores, o BCG identificou cinco estratégias cruciais para empresas de PE que pretendem competir no Brasil:

Olhar além de alvos convencionais – onde a concorrência é forte – e considerar o investimento em empresas em estágio inicial, ou até mesmo o lançamento de novas empresas a partir do zero.
Renovar o processo de triagem para um ambiente de crescimento lento. Identificar pequenos bolsões de crescimento, ou comprar ativos de empresas em dificuldade.
Explorar todas as opções para criação de valor. Dado que o crescimento global será mais difícil no futuro, as empresas deverão se concentrar em margens de lucro e outras abordagens.
Trazer conhecimentos específicos do setor para a mesa. Em um mercado onde a experiência local é crítica, as empresas precisam construir equipes fortes, que podem fazer as melhorias operacionais necessárias para criar valor em suas empresas de portfólio.

Proteger-se contra a volatilidade da taxa de câmbio da moeda brasileira, definindo, potencialmente, períodos de investimento de longo prazo.

“O Brasil deu aos investidores uma aventura turbulenta na última década”, diz Carrera. “Mas agora, com a entrada de um período de crescimento mais lento, oferece fortes desafios e oportunidades para firmas PE. As empresas que constroem a base certa, entendem o mercado local e adotam uma visão de longo prazo vão se estabelecer e saberão tirar vantagem do momento.”

O estudo completo pode ser acessado aqui.

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Seguranca digital das organizações

Por César Cernuda, Presidente da Microsoft América Latina

A Microsoft trabalha assim há 15 anos, quando, em 2002, os problemas de segurança ameaçavam a confiabilidade dos softwares. Então, repensamos as estratégias relacionadas ao desenvolvimento de produtos para que fossem tão disponíveis, confiáveis e seguros como os serviços comuns de energia elétrica, água e telefone. Não se trata de uma moda passageira, mas da missão da empresa. A Microsoft é uma empresa de segurança.

No entanto, nosso trabalho contínuo também é fornecer soluções para que as pessoas e as organizações tenham suas informações e ativos de tecnologia protegidos. Para tanto, ao proteger, detectar e reagir, nos concentramos em quatro pontos:

Alertar sobre a proteção de identidade. Muito além de senhas, buscamos abranger os riscos relacionados à identidade com acesso condicional e autenticação multifatorial de forma automática e, antes que causem algum problema, potenciais violações de segurança são identificadas.

Proteger aplicativos e dados. O uso de computação em nuvem não deve ser um impedimento para explorar a produtividade, uma vez que a informação está segura. Por essa razão, os privilégios de acesso e a criptografia de informações são fundamentais. O gerenciamento de direitos, a identificação e o bloqueio de aplicativos não regulamentados e o cuidado contra riscos como o phishing são muito importantes, bem como detectar e impedir acessos não autorizados, anormalidades e outras ameaças em tempo hábil.

Ampliar o controle de dispositivos. Hoje, a produtividade ocorre tanto nos dispositivos da empresa, como nos pessoais dos funcionários. Todos devem estar protegidos para preservar a organização. As atividades suspeitas desses equipamentos devem ser detectadas, e os ataques devem ter resposta rápida. Portanto, tanto um computador pessoal como ou um telefone celular deve ter criptografia de informações e, no caso de um risco potencial, ser bloqueado, colocado em quarentena ou excluídas as informações nele contidas que possam comprometer a organização.

Salvaguardar a infraestrutura. Devem-se gerir as políticas que mantêm recursos e ambientes de nuvem e híbridos seguros. Os servidores e as cargas de trabalho ganham importância na segurança de uma organização, sendo vital o seu monitoramento constante. É também relevante a análise de comportamentos para identificar situações que comprometam a infraestrutura, enquanto ameaças são atacadas desde o princípio.

O sucesso de uma empresa certamente inclui a segurança, que deve ser prioridade, agora que as informações corporativas são “um grande pote de ouro”, em que o fluxo de dados circula entre diferentes dispositivos, graças à nuvem.

Diante desse cenário, é importante que esses desafios sejam sempre levados em conta da perspectiva da segurança, indo além da construção de muros e se concentrando em abordar a proteção de várias frentes, além de antecipar os ataques. Sempre com uma visão holística da visão corporativa.

A segurança é um hábito que deve estar integrado à visão da organização e não ser apenas um plano de curto prazo para tirar o problema do caminho ou reagir às consequências de um ataque. Ela deve ser uma disciplina permanente, para proteger verdadeiramente uma organização. Deve ser algo rotineiro, em todos os sentidos e sempre vinculada à transformação digital.

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Agrosmart é premiada no Forbes AgTech Summit

A Agrosmart, plataforma de agricultura digital para países em desenvolvimento de agricultura tropical, representou a América Latina no Forbes AgTech Summit que aconteceu em Salinas, na Califórnia. O evento reuniu mais de 600 líderes do setor agro no mundo.

Durante a ocasião aconteceu o Thrive AgTech Demo Day, evento organizado pela Thrive, principal aceleradora de AgTech do Vale do Silício. A startup brasileira foi a única empresa da América Latina a se apresentar para líderes do setor e investidores, onde recebeu o troféu de Operational Excellence, empresa referência em operações no agronegócio.

“Ficamos muito honrados em representar nosso continente em um evento muito importante do setor agro e ainda mais felizes por recebermos o reconhecimento do nosso trabalho por parte da Thrive, uma das principais aceleradoras e apoiadoras do agronegócio no mundo”, afirma Mariana Vasconcelos, CEO da Agrosmart.

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Centrais multimídia Honda reproduzem o aplicativo Waze

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O Google anunciou a habilitação do aplicativo de navegação Waze para operar no sistema Android Auto. Com isso, as centrais multimídia presentes no Civic EXL e Touring, bem como no Accord, estão aptas a espelharem o conhecido aplicativo de navegação de forma muito intuitiva, fácil e segura.

O aplicativo de navegação Waze traça rotas de acordo com a condição de trânsito, informando situações adversas, como buracos, acidentes e veículos parados na pista. No aplicativo, é possível fazer a busca dos endereços por comando de voz. O usuário pode, além de receber os alertas de trânsito, reportá-los ao sistema, via a tela do sistema multimídia, de forma simples e segura.

As centrais multimídia de 7″ multi touchscreen presentes no Civic (EXL e Touring) e do Accord já oferecem, desde seu lançamento, a compatibilidade com o Android Auto e, também, com o sistema Apple CarPlay. Essa conectividade permite a operação fácil de aplicativos e funções de smartphones de diversos fabricantes na tela central. Possibilita ainda a reprodução de músicas e o uso de assistentes comandados por voz, como o sistema Google Now, do Google, ou Siri, da Apple. O aplicativo Waze, no entanto, só está disponível para usuários do sistema Android Auto.

Em breve, a Honda irá oferecer a tecnologia em novos produtos do seu portfólio.

Conexão fácil

A conexão com os sistemas Android Auto e Apple CarPlay é simples. Basta baixar o aplicativo Android Auto (no caso de dispositivos com sistema operacional Android) ou Apple CarPlay e usar o cabo USB para conectá-lo ao automóvel. De forma automática, irá apresentar os aplicativos compatíveis, que trazem versões otimizadas para o uso em automóveis. A tela do aparelho, enquanto conectada, permanece bloqueada, para a segurança do motorista.

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Blackboard lança aplicativo móvel para professores

A Blackboard, líder de tecnologias para educação com foco em ensino, aprendizagem e engajamento do estudante, anunciou hoje a disponibilidade inicial do Blackboard Instructor, um novo aplicativo móvel simples e intuitivo para apoiar os professsores na gestão dos cursos, visualização do conteúdo e interação com estudantes. O anúncio foi realizado durante o BbWorld 2017, o maior evento da Blackboard no mundo, que ocorreu entre 25 e 27 de julho, em Nova Orleans, Louisiana. O evento ocorreu para apoiar instituições a atender as necessidades dos estudantes e discutiu temas relevantes da agenda dos gestores das universidades e empresas, como: inovação, desafios e novas tendências da educação.

O Blackboard Instructor faz parte da próxima geração de aplicativos com interface móvel amigável para os usuários, que ajuda os educadores a aumentar a eficiência, engajamento do estudante e completar atividades críticas dentro e fora da sala de aula. O aplicativo foi pensado nos principais fluxos de trabalho do instrutor, e oferece acesso a ferramentas importantes para os educadores, como a possibilidade do professor checar se os cursos e conteúdos estão com uma interface móvel agradável para o estudante. O Blackboard Instructor também facilita a comunicação fora da sala de aula, permitindo a criação e envio de informações em fóruns de discussões e a organização de web conferências no Blackboard Collaborate, diretamente pelo app.

A mais recente inclusão no portfólio de soluções móveis da Blackboard, o Blackboard Instructor, é focado em atender as necessidades do instrutor e dos educadores ao redor do mundo, e complementa o aplicativo da Blackboard para estudantes, uma solução móvel de próxima geração que ajuda os estudantes na organização, engajamento, e atualizações sobre progresso acadêmico. O Blackboard Instructor está disponível para celulares e tablets e pode ser adquirido pelas lojas dos aplicativos para iOS e Android.

O Blackboard Instructor seguirá modelo contínuo de entrega e atualizações da companhia, e disponibilizará as atualizações assim que desenvolvidas, para oferecer ao usuário uma solução de fácil uso e alto valor. Com essa estratégia de entrega, a Blackboard pode receber feedback e interagir com os usuários para melhorar suas atualizações. Atualmente, a Blackboard está aguardando o primeiro feedback das instituições sobre o andamento do fluxo de trabalho de avaliações, que será a próxima área de foco do Blackboard Instructor.

“Entendemos que os instrutores não têm tempo a perder, e por isso criamos uma solução móvel focada nos principais fluxos de trabalho e nas ferramentas mais importantes do dia a dia”, disse Brook Bock, vice-presidente de soluções móveis da Blackboard. “Não importa se o professor está checando o curso, revisando conteúdo ou se comunicando com estudantes, o Blackboard Instructor dá acesso a ferramentas críticas a qualquer hora e lugar.”

Para entender mais sobre o Blackboard Instructor, visite: http://www.blackboard.com/mobile-learning/blackboard-instructor.aspx.

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Previsul Seguradora chega aos 111 anos com foco no digital

Uma seguradora voltada para o futuro, que facilita a vida dos corretores e oferece soluções completas para seus segurados. Assim é a Previsul Seguradora, que completa 111 anos no dia 1º de agosto. Com 4.484 corretores cadastrados, a companhia, que é referência em seguro de pessoas no Brasil, está presente em 12 estados brasileiros, 8 sucursais e 11 escritórios, além da matriz em Porto Alegre (RS).

“Ultrapassar os 100 anos no Brasil é muito raro. Por isso, chegar aos 111 anos representa um marco. A Previsul passou por diversos desafios econômicos e de mercado, e sua capacidade de evolução em todo esse tempo, possibilitou que chegássemos até aqui, sempre buscando garantir as melhores coberturas para as pessoas. Por isso, podemos dizer que a palavra que resume os 111 anos é orgulho”, destaca o presidente, Renato Pedroso.

O principal desafio da empresa, segundo Pedroso, é ser uma companhia moderna que acompanha os movimentos do mercado e busca oferecer, cada vez mais, soluções que possibilitem que as pessoas vivam o hoje de forma mais leve, com a tranquilidade de que o futuro está garantido. “Para isso, investimos cada vez mais em tecnologias que oportunizem mais acesso a informações e que agilizem o contato do corretor com o segurado. Prova disso, é que chegamos aos 111 anos, com muitas novidades”, diz Pedroso.

Uma delas é o Portal do Corretor, canal exclusivo e totalmente digital para que o corretor possa ter acesso a todas as informações sobre cotações e propostas, de uma maneira simples e fácil. O portal permite consultar todo o relacionamento do corretor com a Previsul, como movimentação financeira, pagamento de seguros por apólice e por segurado, além de emitir segunda via de pagamento, de certificado, de boleto registrado.

Para o segurado, está sendo disponibilizado um novo canal que permite acesso completo às informações do seu seguro, tais como faturas, coberturas e assistências além de consultas aos mais diversos serviços.

Outra novidade é o investimento focado no atendimento ao cliente. Visando disponibilizar uma experiência multicanais, a Previsul aposta no atendimento online pelo WhatsApp, no atendimento virtual com o ChatBot no site, além dos Portais do Corretor e do Segurado. “Acreditamos que essas ferramentas digitais possibilitarão ao cliente acesso a diversas informações de seu seguro sem a necessidade de atendimento no 0800. Além destas novidades, lançamos no mês de junho a nova célula de Retenção de Clientes, reforçando com os segurados os benefícios que o seguro proporciona”, afirma Pedroso.

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A tecnologia por meio da biometria facial

Por José Soares Guerrero

Uma câmera de celular, tablet ou notebook e um software. Isso é o suficiente para a utilização da biometria facial, uma nova tecnologia que tem se tornado tendência na identificação de pessoas em diversos setores. Segundo o Biometrics Research Group, principal fonte de notícias, análises e pesquisas sobre o setor de biometria global, em 2012, 25% do mercado de biometria era focado em reconhecimento facial e de voz. Em 2015, esse número subiu para 33%.

Para contextualizar, a biometria facial pode ser utilizada em qualquer segmento onde seja necessário a identificação, ou seja, bancos em processos de autenticação, sistemas de saúde e laboratórios para reconhecer o cliente, qualquer empresa que necessite identificar o funcionário (controle de acesso e controle de ponto), aeroportos e empresas aéreas, segurança pública, no setor varejista que necessita saber quem é o cliente para fidelizá-lo, entre outros.

Antigamente, essa tecnologia era vista como algo “muito inovador” e as empresas ficavam bem reticentes, principalmente porque era algo visto em filmes e não no dia a dia. Com o passar dos anos, a biometria se tornou uma ferramenta conhecida mundialmente e a resistência a ela diminuiu muito. Costumamos falar que biometria facial já não faz mais parte do futuro, mas sim do presente.

Além disso, o que vemos hoje é que o número de pessoas usando smartphones tem aumentado progressivamente e a biometria facial se encaixa perfeitamente como uma solução mobile de fácil utilização para as organizações. As vantagens dessa tecnologia são inúmeras.

Primeiramente, podemos destacar a comodidade para quem usa, já que basta ter uma câmera simples, como a de um celular ou webcam, sem que a empresa precise investir em nenhuma aparelhagem específica, o que aumentaria os custos financeiros da implementação desse tipo de tecnologia. Além disso, é um processo difícil de falsificar já que conseguimos detectar o liveness, ou seja, se a face que está fazendo a autenticação é uma foto ou não.

Como o conjunto de medições do rosto é único para cada pessoa, outro benefício é a precisão do reconhecimento facial que é sempre muito alta, podendo chegar muito perto dos 100% em alguns softwares disponíveis no mercado. É tão incrível e surpreendente que alguns sistemas conseguem diferenciar até mesmo gêmeos idênticos.

Por fim, afirmo que a biometria facial é uma forte aliada em todos os processos de identificação e autenticação de pessoas. O que falta são as empresas conhecerem um pouco mais sobre os benefícios dessa tecnologia e implementá-la em seus negócios. Tenho certeza que todos irão se surpreender com a precisão do reconhecimento de dados. E aí vai ficar fora dessa?

José Soares Guerrero é um dos fundadores da FullFace, Startup brasileira que criou um sistema de reconhecimento facial que facilmente se integra a hardwares e softwares facilitando processos de autenticação biométrica facial web e mobile.

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Estudo revela que a adoção de aplicações nativas da nuvem deverá dobrar até 2020

Uma nova pesquisa da Capgemini, um dos líderes globais de serviços de consultoria, tecnologia e terceirização, indica um aumento significativo na adoção de cloud computing devido ao crescente uso de aplicações nativas da nuvem – ou seja, aplicativos e serviços desenvolvidos para funcionarem perfeitamente neste tipo de ambiente, alavancando a Plataforma como Serviço (PaaS). Impulsionada pelo reconhecimento de que aplicações nativas da nuvem podem capacitar a Tecnologia da Informação (TI) e assim contribuir ainda mais com a agilidade e a inovação dos negócios, 15% das novas soluções empresariais já são, hoje, nativas da nuvem, com um rápido aumento da adoção estimado para os próximos três anos, saltando para 32% até 2020.

“Prevemos que as arquiteturas nativas da nuvem se tornarão a opção padrão para as aplicações voltadas ao consumidor até 2020, impulsionadas pela necessidade de se implementar inovações rapidamente e de aprimorar a experiência do cliente final. As empresas que demorarem a adotar essa abordagem terão que entrar para compensar a diferença”, afirmou Franck Greverie, líder das práticas de Cloud e Cibersegurança do Grupo Capgemini. “As organizações precisam ouvir seus CIOs e entender o enorme potencial da tecnologia nativa em nuvem para oferecer benefícios e inovação ao negócio. Os CIOs também deverão endereçar as lacunas de cultura e de competências dentro de suas próprias organizações para se tornarem líderes nativos da nuvem”, completou.

O Cloud Native Apps Report, estudo conduzido com mais de 900 profissionais sêniores de TI e negócios em 11 países da Europa, Américas e Austrália, atribui essa mudança na adoção da nuvem ao objetivo de aumentar a agilidade dos negócios (74%), contribuir para a colaboração com parceiros externos (70%) e oferecer melhores experiências aos consumidores (67%).

A pesquisa identificou um pequeno grupo de organizações que estão liderando este processo e estão comprometidas com aplicações nativas da nuvem (aquelas com mais de 20% de suas novas aplicações empresariais sendo desenvolvidas desta maneira), sendo que esses líderes são quase duas vezes mais propensos a atribuir aumentos nas receitas organizacionais às aplicações nativas do que os que as estão adotando mais lentamente (84% vs 44%). Em comparação com os retardatários[1], os líderes nativos da nuvem também:

· São mais propensos a descrever seu desenvolvimento de software como ágil (69% a 37%), com implementação automatizada (78% a 46%) e equipes DevOps integradas (69% a 38%);
· Apresentam uma atitude mais focada no crescimento do que nas funções de TI, melhorando a experiência do consumidor (90%), a agilidade dos negócios (87%) e a escalabilidade (85%), vistas como prioridades mais relevantes que a redução de custos (79%).

À medida que a adoção aumenta, os CIOs que alavancam ou planejam impulsionar as aplicações nativas da nuvem esperam que a TI se torne ainda mais central no apoio às ambições de negócios de suas empresas, incluindo o desenvolvimento de novos modelos de negócios (67%), uma atualização mais rápida de produtos e serviços (71%) e a adoção de novas formas para ir ao mercado (68%).

No entanto, muitos CIOs estão enfrentando desafios na construção de business cases para investir em aplicações nativas, defrontando-se com líderes empresariais que consideram a redução de custos uma prioridade para as equipes de TI. Esses desafios vão desde os organizacionais, incluindo uma cultura enraizada que se opõe à natureza do trabalho nativo em nuvem (65%) e a escassez de habilidades para desenvolver aplicações deste tipo (70%), até as dificuldades de integração com a infraestrutura legada (62%) e o bloqueio de atuais contratos com fornecedores (58%).

Desafios digitais impulsionam a disrupção do setor

Pouco mais de um quarto das companhias de alta tecnologia (26%) e quase um terço das de manufatura (29%) são líderes em aplicações nativas da nuvem, em comparação com apenas 11% dos bancos, 18% das seguradoras e 22% das empresas de bens de consumo, varejo e distribuição (CPRD). Porém, as prioridades estão mudando como resultado dos desafios digitais. Atualmente, 10%[2] das novas aplicações dos bancos usam uma abordagem nativa da nuvem, enquanto quase metade das seguradoras (47%) e quase um terço das empresas de CPRD (27%) dizem que este modelo compõem uma parte essencial de suas estratégias tecnológicas. Os três grupos – bancos, seguradoras e empresas de CPRD – planejam gastar consideravelmente mais em PaaS em três anos do que hoje (41%, 44% e 41%, respectivamente).

Construindo um negócio nativo da nuvem

Um roteiro claro para a nuvem – incluindo a mudança para o desenvolvimento de aplicações nativas – pode melhorar drasticamente a reputação da TI em todo o negócio e, consequentemente, do CIO. O novo estudo da Capgemini oferece seis recomendações para ajudar os CIOs a transformarem suas organizações em líderes nativas da nuvem:

1. Avaliar o portfólio de aplicações e identificar prioridades para o desenvolvimento nativo de nuvem;
2. Construir credibilidade ao demonstrar um roadmap de nuvem e capacidade de promover crescimento;
3. Começar pequeno, para então escalar o desenvolvimento de uma equipe qualificada;
4. Adaptar o modelo operacional de TI para suportar tanto a agilidade quanto a estabilidade do negócio;
5. Ser pragmático ao selecionar tecnologias;
6. Incubar uma cultura de inovação, colaboração, testes e aprendizagem.

[1] Por “retardatários” referimo-nos às organizações nas quais menos de 10% (ou próximo de 0%) das novas aplicações são construídas usando uma abordagem nativa da nuvem.
[2] 10% é a média de todos os bancos pesquisados, incluindo líderes, adotantes tardios e retardatários.

Metodologia de pesquisa Cloud Native Apps Report

A pedido da Capgemini, a Longitude Research realizou uma pesquisa com 902 profissionais sobre seus pontos de vista em relação ao desenvolvimento de softwares nativos da nuvem e sobre o progresso que suas organizações fazem na adoção dessa abordagem. Os entrevistados foram divididos uniformemente entre executivos de TI e não-TI e se concentraram em 11 países da Europa, das Américas e da Austrália. Os entrevistados são provenientes de uma variedade de setores, com a maioria trabalhando em bancos, seguradoras e em empresas de bens de consumo, varejo e distribuição.
Para baixar o estudo na íntegra, acesse: https://www.capgemini.com/cloudnative.

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Ebit: vendas no e-commerce devem crescer 10% no Dia dos Pais em 2017

O e-commerce brasileiro deverá faturar R$1,94 bilhão, alta de 10% na comparação ao mesmo período de 2016. A estimativa é da Ebit, empresa referência em informações sobre o comércio eletrônico brasileiro. O número de pedidos deverá expandir 11% na comparação ante ao ano anterior, para 4,5 milhões e o tíquete médio deve permanecer praticamente estável, em R$438.

O Dia dos Pais, que será comemorado em 13 de agosto, é a primeira data importante para o varejo eletrônico no segundo semestre. Apesar de ter um volume menor de vendas, do que outras datas como Dia das Crianças, Natal e, especialmente, Black Friday, é considerada um termômetro de vendas para o resto do ano. “Apesar de todas as incertezas do cenário político e econômico, o e-commerce vem sustentando ao longo de 2017 um crescimento de dois dígitos. Os números estão dentro da estimativa da Ebit, que prevê crescimento de 12% para o setor neste ano”, afirmou Pedro Guasti, CEO da Ebit.

De acordo com o monitoramento Ebit, celulares e smartphones, livros e calçados deverão ser os itens mais comprados no e-commerce para presentear os pais. Confira abaixo o ranking dos 10 produtos mais desejados:

Ranking dos produtos mais desejados para presentear os pais

1º ) Celular e Smartphone

2º) Livros

3º ) Calçados

4º) Vinho

5º) Tênis

6º) Perfume

7º) DVDs e CDs

8º) Camiseta Masculina

9º) Relógio de Pulso

10º) Cafeteira

Fonte: Ebit

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Nos bancos, o digital é importante, e a interação humana também – Por Ankur Prakash

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Imagine o seguinte cenário: você precisa de um empréstimo e, como já é comum, contata o seu banco via aplicativo mobile; a taxa de juros oferecida é de 3,5%. Com uma porcentagem nada interessante, você parte para o site, a simulação indica 2,6%. Estranho. Por telefone, consegue 1,5%, mas a essa altura você já não entende mais nada. Por fim, decide ir até a agência física e falar com o gerente, quem sabe ele pode facilitar a sua vida. Pronto, a 0,8% o seu empréstimo fica muito mais atrativo, mas o que não fica nada bem é a sua relação com o banco. Depois de um dia de trabalho perdido, nervosismo, e um empréstimo, finalmente, realizado, você continua sem compreender como um mesmo cliente pode receber ofertas tão diferentes nos canais do mesmo banco.

Segundo a Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária 2017, as instituições financeiras brasileiras investiram R$18,6 bilhões em tecnologia em 2016 e, no mesmo ano, as transações bancárias em mobile banking chegaram a 21,9 bilhões de reais. O digital é um caminho sem volta, mas que ainda assim, não dominará por completo o futuro das agências bancárias.

O exemplo acima é real, e demonstra, acima de tudo, a necessidade de conhecer e reconhecer o consumidor onde quer que ele esteja, e independentemente do canal que ele usar. A experiência precisa estar centrada no cliente. Fatos como esses reforçam que o contato humano continuará a ser importante; ainda que as agências evoluam e desenvolvam métodos melhores e mais rápidos de atendimento digital, os humanos ocuparão posições estratégias e que tendem às resoluções de problemas complexos. Um exemplo disso, foi o desenvolvimento do Pepper, o primeiro banco israelense 100% digital; planejado pela Designit, a equipe conta que sempre foi questionada sobre quem – ou o quê – os atenderia em caso de dúvidas.

As agências do futuro serão agências?

Cada vez mais o mercado tem entendido que o padrão de agências bancárias precisa ser mudado. Mais interatividade e conectividade devem ser adicionados ao novo modelo, ou melhor, aos novos modelos. Visto que o banco é mais do que apenas o lugar onde depositamos o nosso dinheiro. A agência é um espaço de alto conhecimento financeiro, então porque não usar mais efetivamente a experiência de gerentes e criar um mix, unindo a inteligência artificial, tecnologia, à inteligência humana, dando assim vida a um ambiente dedicado à real consultoria que um banco deve prestar, e acabando com a atual passividade. Ou hoje o seu banco realmente acompanha e atua sobre todas as suas transações? As operações continuarão a ser realizadas via mobile, mas a consultoria pode ser feita ao vivo, ou até por vídeo conferência na sede do próprio banco.

Tudo o que envolve um pouco mais de complexidade, e claramente o dinheiro, chamará ao contato humano, não abriremos mão disso. Acontece que a experiência é o mais importante. É de extrema importância que o cliente tenha uma experiência única, seja ao ser atendido por um funcionário ou por um ATM. Afinal de contas, a Amazon não teria inaugurado uma livraria física por qualquer motivo.

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MundiPagg disponibiliza API de boleto no GitHub

O GitHub é uma plataforma on-line colaborativa que disponibiliza o código fonte de aplicações, permitindo o uso gratuito por desenvolvedores e programadores terceiros. Segundo a pesquisa Open Source Survey, realizada pela empresa, 94% dos profissionais do setor consideram importante o uso de softwares open source (código aberto, em inglês) em suas companhias. Além disso, 58% também acham que essas soluções são mais seguras do que softwares privados.

Aos poucos, o mundo corporativo entra no modelo de negócios colaborativo, caminhando de acordo com a sociedade, que considera o acesso mais importante do que a posse em si, dando espaço à criação de novas soluções disruptivas que melhoram constantemente os produtos e serviços para a comunidade. Seguindo essa tendência mundial, a MundiPagg, empresa responsável por 40% das transações de e-commerce no Brasil, disponibiliza sua Application Programming Interface (API) de boletos bancários por meio do GitHub.

O objetivo da iniciativa é fomentar, cada vez mais, a comunidade open source e incentivar a criação de novas alternativas que aprimorem a experiência de pagamento digital, de modo a auxiliar a integração das plataformas com os bancos para a emissão de boletos.

Para André Galdino, diretor de Tecnologia da MundiPagg, devido à natureza do negócio, empresas de pagamento demandam por softwares que apresentem alto desempenho, que sejam capazes de lidar com o grande fluxo de dados, que garantam a segurança da informação envolvida e que sejam resilientes a eventuais falhas. Dessa forma, disponibilizar ferramentas que tratam desses assuntos pode ajudar na construção de serviços mais confiáveis ao cliente final.

“O setor de pagamentos lida, diariamente, com informações confidenciais, como número cartão de crédito e dados pessoais. Falhas no sistema podem comprometer tanto os clientes quanto a operação de milhares de lojas virtuais. Sistemas open source podem ser auditados por qualquer pessoa que esteja disposta a colaborar, aumentando a confiabilidade e a capacidade de entregar um software mais coeso para um dos mercados mais visados por fraudadores”, afirma Galdino.

A API de boletos chega inicialmente com compatibilidade para emissões vinculadas às contas do Banco do Brasil, com a inclusão das demais instituições no decorrer do terceiro trimestre. Além desta iniciativa, a empresa também planeja disponibilizar os módulos de Magento 2, OpenCart e Woocommerce nos próximos meses.

O código da API de boleto MundiPagg pode ser acessado no site: github.com/mundipagg

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Samba Tech anuncia lançamento do Connect Samba para fomentar negócios em vídeos online

A Samba Tech, pioneira na distribuição de vídeos online na América Latina, comemora mais um momento importante em sua trajetória. A empresa anuncia o lançamento do Connect Samba, mais completo evento sobre o mercado de vídeos online no Brasil, que tem o objetivo de fomentar negócios no segmento.

Com o tema “Como empresas e pessoas estão ganhando dinheiro com vídeos na internet”, o Connect Samba irá proporcionar aos participantes dez horas de acesso a conteúdo premium de alta qualidade sobre o mercado Over the Top (OTT), produção, cursos online, modelos de negócios, marketing digital, entre outros assuntos que serão divididos em dez palestras. Uma ótima oportunidade para aqueles que buscam investir no mercado e até mesmo ganhar dinheiro com a venda de seus conteúdos em vídeo pela internet.

“O evento é um marco importante para a história da Samba, fortalece e conecta ainda mais a nossa marca às pessoas e empresas que estão mergulhadas no universo dos vídeos online. Com o Connect Samba, queremos explorar as possibilidades, cases e histórias de quem é referência nesse mercado. Nosso objetivo é casar um conteúdo relevante com uma experiência única”, explica Gustavo Caetano, CEO da Samba Tech.

O evento será realizado no dia 07 de novembro, às 9h, no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo, e já conta com a presença de nomes e empresas renomadas do mercado, como Paula Bellizia (Microsoft), Camilo Coutinho (Play de Prata), Fátima Pissarra (VEVO) e Arnon de Mello (VP da NBA). Nos próximos meses, a Samba Tech irá anunciar novos palestrantes.

O Connect Samba receberá mais de 700 participantes, grandes marcas expositoras, espaço para networking e proporcionará experiência imersiva única sobre o universo dos vídeos online. A venda do primeiro lote se inicia no dia 20/07 e os ingressos podem ser adquiridos aqui.

Connect Samba

Local: Centro de Convenções Rebouças em São Paulo
Data e Hora: 07/11/2017 às 9h

Ingressos: www.connectsamba.com

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Philips anuncia mudanças na gestão e lançamentos de produtos na América Latina

A Royal Philips (NYSE: PHG, AEX: PHIA) continua consolidando sua posição na América Latina como empresa voltada para a tecnologia de saúde criando um impacto no setor de cuidados da saúde. Durante esta primeira metade do ano, a empresa deu continuidade ao seu processo de transformação como empresa na área da tecnologia da saúde, ou HealthTech, acompanhando as pessoas em sua trajetória de saúde desde a prevenção, a vida saudável, o diagnóstico, o tratamento e os cuidados em casa.

“A América Latina está passando por mudanças socioeconômicas importantes que estão impactando o setor de cuidados da saúde, onde se espera que os gastos com assistência médica aumentem 2,4% ao ano até 2020. Levando-se isso em consideração, continuamos nos dedicando fortemente a melhorar a saúde das pessoas por meio de inovações de impacto, ao nos convertermos em parceiros estratégicos dos prestadores de serviços de saúde e dos protagonistas do setor na região”, disse David Reveco Sotomayor, CEO da Philips na América Latina.

Como parte desta estratégia, a Philips anuncia a nomeação de:

Fabia Tetteroo-Bueno, como líder Regional Personal Health, Royal Philips na América Latina, concentrando-se nas inovações que melhoram o cuidado pessoal e em casa. Tetteroo-Bueno tem uma vasta experiência na organização com posições de liderança, sendo a mais recente como diretora do Mercado de Sistemas de Saúde, Marca e Comunicações. Antes disso, atuou como gerente-geral das Filipinas para a Philips, construindo uma ampla trajetória multinacional em mercados com grandes oportunidades de crescimento.

Mark Stoffels, como líder Regional Health Systems, Royal Philips na América Latina, que continuará incentivando o acesso e o uso de tecnologias e soluções de ponta em hospitais e clínicas dos sistemas de saúde da região. Nos últimos cinco anos, Stoffels atuou como diretor-geral da Royal Philips no México. Antes disso, trabalhou no desenvolvimento de estratégias de mercado e negócios na América Latina, ocupando vários cargos com diferentes experiências e cargos de liderança em diversas unidades de negócio para os mercados da Índia, China, Rússia e América Latina.

César López Moreno, como líder Regional da Unidade de Sleep and Respiratory Care, Royal Philips na América Latina. Possui 20 anos de experiência na área comercial em diferentes mercados. López Moreno está há mais de 11 anos na Philips, desempenhando funções estratégicas de marketing e vendas, principalmente no mercado da Península Ibérica (Espanha, Portugal, Andorra e Gibraltar). Em 2016, chegou à América Latina como Gerente de Marketing e negócios para a linha de SRC da Philips.

Durante este ano, e com vistas para o futuro, a Philips procura continuar maximizando o uso da tecnologia nos segmentos de Health Systems, Personal Health e SRC, que abrangem áreas essenciais do setor da saúde, incluindo cuidados para mães e recém-nascidos, cuidados respiratórios, cardiologia e oncologia. Globalmente, como parte de sua estratégia de crescimento, a empresa continua expandindo seu portfólio por meio de aquisições. Durante o segundo trimestre de 2017, a Philips adquiriu a Spectranetics e a CardioProlific, duas empresas norte-americanas, para reforçar sua liderança em soluções de terapia guiada por imagens. Também acrescentou à lista de aquisições a empresa Health & Parenting Ltd., líder no desenvolvimento de soluções móveis relacionadas à saúde, à família e aos futuros pais.

Entre as principais iniciativas que contribuíram, na primeira metade do ano, para o avanço da estratégia da Philips na América Latina, incluem-se:

Tecnologias para hospitais e clínicas – Tasy. Solução desenvolvida na América Latina que digitaliza os prontuários médicos e os processos administrativos em hospitais e clínicas, continua sua expansão global com a implantação no México, Europa e Oriente Médio. Recentemente, a solução foi adotada pela importante rede de clínicas e hospitais do México, o Sistema de Saúde CHRISTUS MUGUERZA. A solução Tasy permitiu obter um aumento de até 50% na rentabilidade e uma redução de 20% nos custos operacionais.

Equipamentos médicos de última geração – Azurion. A plataforma inovadora de terapia guiada foi lançada mundialmente e já está entrando no mercado latino-americano. O software permite otimizar a realização de procedimentos minimamente invasivos, oferecendo uma nova opção de tratamento para pacientes que não podem suportar uma cirurgia aberta, reduzindo também os tempos de recuperação.

Para atender à demanda por esse tipo de tecnologia na América Latina, a Philips também inaugurou no Brasil, no início do ano, uma nova fábrica de equipamentos médicos em Varginha, onde produz equipamentos de raios-x, ressonância magnética, tomografia e ultrassom.

Iniciativas que fortalecem a comunidade médica para melhorar a assistência médica – Conexão Saúde. A iniciativa seguiu sua trajetória na região, abrangendo do México à Argentina. Por meio dessa iniciativa, a Philips procura unir atores essenciais do setor médico, a fim de encontrar soluções inovadoras para melhorar a saúde materno-infantil na região.
Nesse contexto, a Philips também revelou o M.A.M.I (Móvel de Atendimento Materno Infantil) na Argentina, uma iniciativa que oferecerá às mulheres ultrassonografias obstétricas gratuitas e palestras educacionais sobre a importância e sobre os métodos de amamentação.

Conscientização sobre doenças crônicas. As doenças não transmissíveis agora constituem a maior parte da carga total de doenças nos países da América Latina e do Caribe. Doenças como a apneia do sono são subdiagnosticadas, razão pela qual a Philips procura conscientizar a população sobre os sintomas, além de proporcionar ferramentas para um diagnóstico preciso e um curso de tratamento adequado. Por exemplo, a empresa está habilitando o cuidado em casa por meio de soluções portáteis conectadas, permitindo que as pessoas continuem seu curso de tratamento fora do hospital.

Saúde pessoal e vida saudável Medidas preventivas por meio da adoção de hábitos saudáveis são essenciais para reduzir a incidência de doenças. Com isto em mente, a Philips continua introduzindo nos mercados da região soluções que permitem que as pessoas vivam de forma mais saudável. Uma ampla gama de aparelhos eletrodomésticos que permitem preparar receitas saudáveis e exclusivas, como os liquidificadores Viva e Duravita, o AirFryer e o Pasta Maker. A empresa também trabalha para oferecer à mãe e ao bebê os melhores produtos inovadores que garantam a saúde com sua linha Philips Avent. Além disso, este ano a Philips está apresentando sua linha de escovas de dente Sonicare, estimulando a adoção de uma melhor saúde oral.

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