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A nuvem no atacado distribuidor: um aliado aos seus negócios – Por Leonardo Barros

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Muitos anos já se passaram desde que o conceito de computação em nuvem começou a marcar presença no mercado brasileiro. O tema, apesar da avalanche de informações supracitadas e de tantos casos práticos de uso já divulgados, ainda assusta as empresas nacionais. De antemão, eu digo: não há o que temer.

A computação em nuvem provocará nos próximos anos, nem tão remotos, efeitos na sociedade em geral e nos negócios, principalmente. Hoje convivemos naturalmente com o comércio eletrônico e toda a facilidade do internet banking, que, diga-se de passagem, já ficou para trás, dando vazão ao Mobile Banking, que caminha a passos largos quando constatamos o número de 260 milhões de smartphones no Brasil, enquanto somos 200 milhões de pessoas.

Lembro da resistência do consumidor no início dos anos 2000, época que eclodiu a era da bolha.com, que ao usar a modalidade de comércio eletrônico nos sentíamos inseguros de ter que enviar dados dos cartões de crédito via Internet. Até mesmo acessar a conta corrente do banco pela web era como viver perigosamente. Mas as coisas mudaram.

E mudam. O cloud computing revoluciona o mundo corporativo e pode revolucionar o segmento atacado distribuidor. Munidos de grandes armazéns que alocam até dez mil mercadorias, volumosas frotas e infinitas emissões diárias de nota fiscais, os movimentos mercantis e administrativos do setor atacado distribuidor é dinâmico e desempenha funções que estão em conformidade com a premissa do conceito cloud computing, que é agilidade acoplada à redução de custos.

Funções como venda, promoção, compra, formação de sortimentos, quebra de lote, armazenamento, logística, financiamento, riscos, informações de mercado e prestação de serviços de administração e consultoria são algumas das atividades que podem ser armazenadas na nuvem. Com isso, há mais colaboração da equipe usando chats, compartilhando documentos, updates de status ou outros mecanismos, aumentando, dessa forma, a fluidez na comunicação e na tomada de decisão. Temerosos e incipientes em sua maioria, o atacadista distribuidor ainda não se deu conta dos ganhos em eficiência nos negócios trazidos com o uso da nuvem.

Em conversas recentes com empresários e até gestores de TI do nicho atacadista distribuidor, percebo que a preocupação mora na condição de ter informações confidencias – consideradas o pulmão da empresa – fora de seus domínios, de certa forma. Entretanto, é possível afirmar que a segurança de dados aumenta ao usar soluções na nuvem. Isso acontece porque provedores de cloud computing seguem padrões internacionais de segurança, como ISO, SSL, criptografia avançada, dentre outras metodologias.

Ademais, ao perder um notebook ou mesmo um celular, informações confidenciais não vão embora junto com o aparelho. Elas ficam armazenadas na nuvem e se mantêm protegidas e disponíveis nela. Tal qual o email que pode ser acessado por qualquer dispositivo, independente da localidade.

Outro fator importante para a segurança, que a computação em nuvem torna mais simples, é o backup. Sistemas tradicionais demandam tempo para que o backup de dados seja realizado. Há situações em que é preciso condicionar uma equipe inteira para sanar o backup. Em sistemas rodados na nuvem, o espelhamento de servidores e as normas de gestão de dados fazem a cópia de segurança em tempo real e permitem que, caso algum problema aconteça, cópias criptografadas das informações sejam recuperadas automaticamente, excluindo a necessidade de recorrer a arcaicos discos físicos ou servidores não conectados.

Sob o aspecto da redução de custo operacional, desenvolver e manter o sistema via web, por meio de terceiros, pesa menos no bolso do empresário por não necessitarem de gastos elevados com servidores e licenças de softwares de bancos de dados. Hoje já é possível pagar apenas pelo que foi utilizado pela empresa, de forma flexível e personalizada, diminuindo gastos. Também há como dobrar ou triplicar a estrutura disponível em armazenamento e processamento de dados com um investimento pequeno e usar de acordo com a demanda, de maneira elástica.

A possibilidade de ajustar o que é pago ao que é demandado, além de reduzir custos, facilita no momento de adequar o sistema às necessidades da empresa. Em eventos sazonais, como o Natal, por exemplo, quando há um maior número de compras e vendas no atacado distribuidor, é possível mudar determinado sistema com um clique, agilizando o servidor com foco na eficiência dos negócios.

Ser competitivo no mercado atual é também dispor das melhores e mais modernas possibilidades para gerir o seu negócio. A computação na nuvem é uma grande oportunidade disponível para o atacadista distribuidor alcançar o sucesso, com segurança. Acredito que em cinco anos não delimitaremos o cloud computing puramente como um recurso tecnológico, mas sim como um modelo mental básico de pensarmos e usarmos a TI a favor do core business.

É um caminho sem volta que basta você, atacadista distribuidor, decidir se o trilhará, ou não, com maestria.

Leonardo Barros, diretor executivo da Reposit, provedora de soluções completas em gerenciamento de dados, especializada no atacado distribuidor e varejo.

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Sophos adquire Invincea por US$ 100 milhões

A Sophos, fabricante especializada em segurança de rede e endpoint, anuncia a aquisição da Invincea, empresa focada em proteção contra malware de próxima geração. O portfólio de segurança de endpoint da Invincea foi criado para detectar e prevenir malware desconhecido e ataques sofisticados através de seus algoritmos patenteados de redes neurais de aprendizagem profunda. Foi classificada como uma das tecnologias mais avançadas de última geração para endpoint sem necessidade de assinatura em testes de terceiros e altamente qualificada tanto para taxas elevadas de detecção quanto para baixas taxas de falso positivo.

Com sede em Fairfax, Virgínia, a Invincea foi fundada pelo diretor executivo Anup Ghosh para lidar com a crescente ameaça de segurança de dia zero, cibercriminosos e agentes maliciosos. O produto principal da Invincea, o X, utiliza redes neurais de aprendizagem e monitoramento comportamental para detectar um malware anteriormente invisível e bloquear ataques antes que ocorra qualquer dano. Com foco nos setores de governo, saúde e serviços financeiros, a Invincea foi implantada em algumas das redes mais direcionadas do mundo.

“Ao adicionar a Invincea ao nosso portfólio global, a Sophos está colocando em prática sua visão de montar as tecnologias mais poderosas para oferecer as melhores e mais avançadas defesas para nossos clientes”, afirma Kris Hagerman, diretor executivo da Sophos. “A Invincea lidera o mercado de detecção de ameaças com base na aprendizagem de máquinas com a combinação de taxas de detecção superiores e mínimos falsos positivos. A aquisição reforçará a segurança de endpoint de última geração da Sophos com defensas complementares que acreditamos que se tornarão cada vez mais importantes para o futuro da proteção desses dispositivos e nos permitirão aproveitar ao máximo essa nova e significativa oportunidade de crescimento. Estamos orgulhosos de dar as boas-vindas à equipe da Invincea na Sophos e esperamos apresentar os benefícios desta tecnologia aos nossos clientes e parceiros em todo o mundo “, complementa o executivo.

A Sophos é reconhecida mundialmente por seu portfolio que inclui proteção de endpoint e um conjunto de tecnologias de próxima geração como a tecnologia anti-malware, anti-exploit e anti-ransomware sem assinatura no Intercept X e a análise baseada em comportamento, Detecção de Tráfego Malicioso e Reputação de Aplicações incluídas no Sophos Endpoint Protection. A tecnologia de aprendizado de máquina para detecção e prevenção de malware da Invincea será totalmente integrada ao portfólio de proteção de endpoint da Sophos, fortalecendo ainda mais a presença da empresa neste mercado em rápido crescimento. A disponibilidade desta tecnologia na Sophos Central irá melhorar ainda mais a gama disponível de segurança sincronizada e o compartilhamento de informações em tempo real.

“A Invincea começou com o objetivo de aplicar tecnologias sem necessidade de assinaturas, incluindo a aprendizagem automática, e formas inovadoras para proteger as organizações contra os ciberataques mais avançados”, afirma Anup Ghosh, fundador e diretor executivo da Invincea. “Nossa solução X representa uma nova geração de tecnologia antivírus baseada em aprendizagem profunda e monitoramento comportamental. A união de forças com a Sophos é a oportunidade perfeita para levar a nossa tecnologia para o mundo e torná-la parte de um sistema abrangente de segurança sincronizada. A Sophos é focada em entregar ao mercado uma segurança completa, avançada e integrada, e estamos muito satisfeitos em nos juntarmos à equipe e ajudar a fazer isso acontecer “.

O suporte e venda do portfólio de segurança de endpoint da Invincea, incluindo a solução X, continuará sendo feito pela Invincea e estará disponível através da rede de parceiros registrados da empresa adquirida pela Sophos.

A Sophos adquiriu a Invincea por 100 milhões de dólares com um earn-out de 20 milhões de dólares e informa que o escritório em Fairfax será mantido. O CEO da Invincea, Anup Ghosh e o COO Norm Laudermilch, irão se juntar à Sophos em posições de liderança. A Invincea Labs, uma divisão da Invincea que foi administrada e operada separadamente desde 2012, foi separada antes da aquisição e não faz parte desta transação.

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Vai contratar um freelancer pela primeira vez? Veja o que levar em consideração

Para muitos donos de negócios, contratar um freelancer vem acompanhado de uma série de incertezas, principalmente por ser uma modalidade de trabalho ainda nova em algumas áreas, o que acaba gerando diversas dúvidas do que deve ser levado em conta no momento da contratação. Diante disso, a Workana, plataforma de trabalho freelance com atuação em toda a América Latina, levantou algumas orientações.

Detalhe a sua necessidade

Procure deixar bastante claro na proposta o que você está buscando, quais tarefas deverão ser desenvolvidas e, se possível, dê exemplos do que está imaginando em seu projeto. Assim, você já oferece todas as informações necessárias para o profissional fazer o orçamento, economizando tempo, e ainda já recebe propostas mais direcionadas, de profissionais mais adequados ao que você precisa.

Revise as propostas recebidas com atenção

Após o recebimento das propostas, é a hora de avaliá-las e selecionar quais se ajustam mais ao orçamento e, também, ao tempo que possui disponível para conclusão do projeto. Além disso, esse é um bom momento de analisar o perfil do profissional, suas principais habilidades e referências profissionais. A análise em conjunto desses itens ajudam bastante na seleção das melhores propostas para seu projeto.

Não tenha medo

As novas plataformas freelance como a Workana oferecem um meio de pagamento seguro, por meio de uma proteção chamada Escrow, que retém o dinheiro na plataforma e só o libera após o cliente sinalizar que o trabalho foi concluído. Dessa forma, não é preciso de preocupar com possíveis “sumiços” dos freelancers.

Aprenda novas habilidades

Além de chefe, você terá que ser: entrevistador, líder de equipe e parceiro. O profissional freelance não será mais um funcionário da sua empresa, e sim um parceiro do seu negócio. Se você conseguir vê-lo desta maneira, terá um ótimo profissional cheio de autonomia e boas ideias, disposto a contribuir positivamente com o crescimento do seu negócio.

Não confie demais

Por mais que as novas plataformas de trabalho freelance da internet ofereçam segurança, se um profissional pedir um pagamento adiantado de maneira a infringir as políticas do site através do qual vocês estão trabalhando, tome cuidado! Você não trabalhará com nenhuma garantia, e poderá acabar sendo vítima de um usuário de má fé.

Analise a habilidade de comunicação dos profissionais

Selecionar um profissional com uma metodologia clara de trabalho e que ofereça feedbacks diários sobre o trabalho em desenvolvimento é muito importante e fará toda a diferença no resultado final do projeto. Além disso, o tempo de resposta dos freelas também é um fator que influencia nessa escolha. Um profissional que responde rápido seus contatos e está sempre disposto a conversar sobre sua proposta, tirar dúvidas e fazer ajustes passa mais confiança e, geralmente, não trará problemas em relação a falta de comunicação no desenvolvimento do projeto.

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Sontra Cargo entra no 4º ano de atuação e bate marca de R$5 bilhões transacionados

Durante muitos anos o mercado de transporte no Brasil se manteve atrelado com o modo de atuação tradicional, ou seja, com processos manuais e pouca utilização da internet, mas com o crescimento da tecnologia mobile e o desenvolvimento da internet em nosso cotidiano, algumas soluções surgiram com o objetivo de otimizar o mercado. Uma das principais foi a Sontra – a primeira plataforma focada em conectar caminhoneiros e cargas – que nasceu com o foco de impactar o segmento e quatro anos de atuação depois atinge a marca expressiva de R$ 5 bilhões transacionados.

A plataforma possui um crescimento médio de 460% durante todo tempo de atuação, isso fez com que atingisse 250 mil caminhoneiros cadastrados e 100 mil cargas publicadas ao mês. Durante toda sua atuação a empresa ampliou a conexão entre caminhoneiros e embarcadores com uma plataforma simples e instintiva, onde as duas pontas conseguem se comunicar de forma rápida e ágil, como se tivessem negociando pessoalmente. “Nós criamos uma imensa solução para caminhoneiros e empresas, um intermediador que confere as informações das duas pontas e possibilita segurança para todos” detalha Bruno Torres, diretor de marketing da Sontra.

Dentro da plataforma, os embarcadores indicam o local de retirada da mercadoria, modelo de caminhão e carroceria, além do valor que desejam pagar pelo serviço, por meio do GPS do smarthphone, os motoristas próximos ao local recebem a notificação sobre esse frete e neste momento iniciam a negociação, podendo receber um valor mais alto ou alguma outra condição acordada.

Com a plataforma, os motoristas podem incrementar seu orçamento em até 55% e as empresas diminuem o prazo para encontrar um profissional em até 52%. Para os contratantes também existe uma economia no custo do frete, cerca de 30%, pois muitos caminhoneiros utilizam o aplicativo para preencher possíveis ociosidades de sua capacidade, negociando valores mais baixos. Esse movimento otimiza o mercado de transporte de forma bastante impactante, um exemplo disso é que nesses quatro anos já foram 3,5 milhões fretes realizados.

Para o futuro, o diretor cita que o leque de opções dentro da plataforma deve ampliar, permitindo assim uma solução mais completa para as duas pontas. “Hoje já possuímos check-in, compartilhamento de localização via e-mail, buscas bem refinadas e outras funcionalidades importantes para os profissionais, desejamos atingir um nível de excelência que permitirá um mercado ainda mais estruturado” finaliza.

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Fortinet nomeia Marc Asturias como novo diretor senior de Marketing para América Latina

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A Fortinet® (NASDAQ: FTNT), líder global em soluções de alto desempenho em segurança cibernética, nomeou Marc Asturias como novo diretor sênior de marketing para América Latina e Caribe com objetivo de alavancar os resultados de vendas e projetar os negócios neste novo ano. Asturias é um executivo sênior de marketing com mais de duas décadas de experiência representando marcas de alta tecnologia incluindo Apple, Cisco Systems, Veritas / Symantec e General Dynamics Advanced Information Systems. Ele compartilha o compromisso da Fortinet de oferecer o melhor serviço ao cliente, soluções de segurança cibernética e educação avançada para clientes e parceiros, ao mesmo tempo em que aumenta a conscientização sobre as mais recentes ameaças à segurança cibernética.

“A Fortinet é o principal fornecedor de segurança em termos de unidades de dispositivos comercializados no mundo, assim como na América Latina. A empresa tem uma presença impressionante na região e frequentemente lidera os rankings em países chave como México e Brasil. Estou ansioso para definir as novas estratégias de marketing que possam levar a Fortinet ao próximo nível”, afirma Astúrias. “Também vou trabalhar e aprender com os melhores especialistas em segurança cibernética da indústria”.

A Fortinet continua investindo em marketing como uma de suas principais iniciativas estratégicas. Astúrias lidera a equipe internacional de marketing, comunicação e relações públicas, que tem como missão impulsionar os principais programas na América Latina e no Caribe, conduzir iniciativas de educação no mercado sobre a importância da cibersegurança e demonstrar a liderança da companhia.

“Estamos animados em trazer Marc à nossa forte equipe e esperamos uma grande contribuição de sua parte, incluindo novas oportunidades de crescimento”, disse Pedro Paixao, gerente geral e vice-presidente da Fortinet para a América Latina. “Neste novo ano, a Fortinet continuará com uma aproximação única de maneira proativa e positiva para a conversa sobre a segurança cibernética e nossa equipe espera impactar significativamente a luta contra ameaças em desenvolvimento”.

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Conheça sete dicas para atrair investimentos com segurança jurídica em startups

Na comédia ‘Quero Matar meu Chefe 2’ (2014), os amigos (Nick Bateman), Dale (Charlie Day) e Kurt (Jason Sudeikis) resolvem abrir um negócio próprio com uma tecnologia inovadora para duchas de banho. O problema é que eles apresentam a ideia para um investidor mal intencionado e, sem segurança jurídica, tomam um golpe, perdendo os direitos do negócio e tendo que arcar com todos os passivos adquiridos para a abertura da empresa. Apesar de ser uma ficção, trata-se de um caso provável no mundo das startups, onde geralmente há pessoas com ideias brilhantes mas sem meios legais para protegê-las.

Confira sete dicas para evitar esse tipo de complicação na hora de procurar investimentos. Quem dá recomendações é Luiz di Sessa, associado da área de Tecnologia & Propriedade Intelectual do Souza, Cescon, Barrieu & Flesch Advogados.

1) Avaliar a necessidade real de um investidor

Os empreendedores devem estar preparados para mudanças estruturais que tornem a administração da sociedade mais complexa e podem reduzir o poder inicialmente exercido pelos empreendedores, o que ocorre com frequência no âmbito da convivência com novos investidores. Por isso, a decisão de aceitar investimentos deve ser estudada previamente. Caso positivo, a busca pelo investimento invariavelmente passa pela justificativa dos motivos pelos quais determinado valor é desejado, o que preferencialmente é acompanhado de um plano de ações objetivo.

2) Conhecer o mercado de atuação e se antecipar a possíveis questionamentos de investidores

Os investimentos são, via de regra, condicionados a uma auditoria legal na startup. Se por um lado os possíveis investidores estão acostumados a encontrar um certo grau de informalidade e de falta de procedimentos em empresas emergentes, é importante que o empreendedor demonstre conhecimento e domínio destes fatos frente às obrigações impostas por lei e saiba se antecipar a possíveis questionamentos acerca da legalidade de seu modelo de negócio, forma de contratação de funcionários, regime tributário adotado, forma de coleta e tratamento de dados de usuários de seus serviços, etc.

3) Definir o papel a ser exercido por cada participante do projeto na sociedade

A definição de cargos, direitos, obrigações, riscos, remuneração, incentivos e poder decisório de cada pessoa envolvida no projeto é imprescindível, tendo em vista a dificuldade em prever o período necessário para que uma startup comece a gerar resultados pretendidos e as altas expectativas dos empreendedores e investidores deste mercado. Tal definição possibilita a administração de conflitos e ansiedade de todos os envolvidos.

4) Atentar para a segurança jurídica nas operações de investimento

Os investidores neste mercado geralmente têm muito mais experiência em negociações do que os empreendedores; por outro lado, também interessa aos investidores que os empreendedores contem com assessoria jurídica adequada na negociação dos instrumentos jurídicos que regularão a relação entre as partes, mitigando o risco de entendimentos diferentes sobre os direitos de cada acionista e possibilitando que a condução do negócio foque exclusivamente no seu objeto social – mais do que garantir sua fatia no equity de empresas, os investidores muitas vezes precisam manter os empreendedores estimulados, pois são estes quem têm a completa visão do negócio e as melhores chances de desenvolvê-los. Vale dizer que muitos dos termos e das estruturas adotadas neste mercado encontram inspiração no direito estrangeiro, sendo imprescindível que os assessores legais observem as particularidades do Brasil na execução dos documentos.

5) Verificar a razoabilidade do custo para manutenção da startup frente à necessidade de aportes financeiros e incerteza da obtenção de recursos

O endividamento de uma sociedade é comum neste estágio, mas os seus sócios devem estudar as melhores formas de se obter recursos, quando necessário, estabelecendo limites aceitáveis e zelando por suas obrigações legais à frente da sociedade.

6) Conhecer as possíveis formas de proteção das vantagens competitivas da sociedade

Por vezes, os direitos de propriedade intelectual, tais como marcas, patentes, segredos de negócio, desenhos industriais, softwares, nomes de domínio e direitos autorais são o verdadeiro coração do negócio. Sendo assim, é recomendável que o inventor (ou o titular da invenção) garanta seus direitos de exclusividade sobre estas criações, sem esquecer de avaliar se vale a pena ter referida exclusividade também no exterior (muitos dos direitos de propriedade intelectual seguem o princípio da territorialidade, ou seja, a proteção é limitada ao território no qual encontram-se registrados). Além de aumentar a atratividade perante investidores, a precaução com este assunto pode evitar o desperdício de dinheiro com questões que poderiam ser facilmente resolvidas no início da operação – não é raro uma startup se ver diante de uma discussão sobre a possibilidade de uso de determinada marca após já ter investido tempo, esforço e dinheiro em ações de marketing e material publicitário.

7) Cuidar da divulgação das informações confidenciais da sociedade

Além das criações registráveis acima mencionadas, as startups contém muitas informações protegidas pelo instituto conhecido como segredo de negócio. Sendo assim, é imprescindível que todo o fluxo de informação sensível circulado entre sócios, funcionários e colaboradores e terceiros seja regulado por acordos de confidencialidade.

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Como transformar novos consumidores em clientes assíduos – Por Claudio Felisoni de Angelo

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Certamente, mais difícil do que atrair um cliente, é mantê-lo ativo como consumidor. Ele pode ter a sua atenção capturada por mera obra do acaso. Uma situação ou um fato (e até mesmo algo muitas vezes sequer planejado) pode fazer com que um indivíduo entre em uma loja, seja ela física ou virtual.

Porém, não se pode dizer o mesmo da fidelidade desse comprador. Esta tem que ser construída a partir da experiência por ele vivenciada. É o percurso definido por todas as etapas do processo de aquisição que vai sedimentar a sua percepção a respeito da operação, dos produtos ou dos serviços oferecidos.

Muitos são os atributos avaliados explícita ou tacitamente. O preço é, sem dúvida, um aspecto essencial. Entretanto, por ser óbvio, não é o único. Ao adquirir um item, o consumidor faz uma avaliação, ainda que subjetiva, dos benefícios e dos custos incorridos. E quando o primeiro excede o segundo (e em certa proporção que o indivíduo considere apropriada), a tendência é que se fortaleça a possibilidade da recorrência da compra.

Ocorre que os atributos mais visíveis, tais como o preço, são facilmente monitorados e seguidos pela concorrência. Assim sendo, a existência de diferenciais em relação a esses aspectos facilmente emulados não se constituem em fatores determinantes para a recorrência das compras. Ou seja: não se estabelecem como elementos sustentadores da fidelidade no ato da aquisição.

E não se sustentam, simplesmente, é porque não são elementos que colocam a empresa de modo permanente em um segmento razoavelmente protegido do mercado. A fidelidade depende, principalmente, dos fatores que produzem diferenças não facilmente mimetizadas. A maior fonte das possibilidades de obtenção dessas diferenças não repousa em um atributo específico, mas sim na combinação de um conjunto amplo de características.

A discussão sobre como transformar consumidores novos em clientes assíduos é, portanto, muito enriquecedora. Esse tema é particularmente instigante, principalmente ao considerar que as crianças nascidas nas últimas duas décadas são completamente diferentes das que vieram ao mundo antes da revolução digital. E a fidelização é justamente um dos grandes desafios do setor varejista na atualidade. Então, mãos à obra porque ainda há muito que se fazer neste sentido.

Claudio Felisoni de Angelo, presidente do Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo (IBEVAR)

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Sua empresa está preparada para o modelo multisourcing? – Por Ivan Preti

Um dos principais desafios de uma grande empresa está na relação com seus fornecedores, já que normalmente leva-se anos para construir uma rede de parceiros confiáveis. E mesmo após alcançar esse feito, não há garantia de que os produtos e serviços contratados serão sempre os melhores, nem que o custo será o mais adequado às necessidades da companhia, por melhor que seja o trabalho do departamento de compras.

Para enfrentar esse problema, as organizações costumam ter um conjunto abrangente de ferramentas de governança e suporte. No modelo tradicional, essa administração fica dentro da empresa, focada na figura do gestor de contratos –um funcionário dedicado exclusivamente a monitorar as entregas e avaliar o desempenho dos fornecedores. Mas num ambiente de negócios cada vez mais dinâmico e competitivo, nem sempre a gestão tradicional é capaz de lidar de forma eficiente quando atuamos num cenário de múltiplos contratos, que muitas vezes são interdependentes e têm características, prazos e valores distintos ou conflitantes.

No setor de TI, esse desafio é ainda mais evidente. Em um mesmo projeto, é comum haver contratos com empresas concorrentes para o fornecimento de serviços de nuvem, servidores, end-user computing e aplicações, por exemplo. Como administrar essas relações de forma a manter a qualidade da prestação de serviços, evitando o jogo de “empurra-empurra” quando surge um problema?

Uma alternativa que vem se mostrando cada vez mais eficiente é centralizar a gestão dos fornecedores em uma única organização, que passa a ser responsável por monitorar e garantir o nível das entregas fim a fim, suportando serviços de mesa, integrando todas as torres de entrega e ofertando a capacidade de ter ferramentas de gerenciamento de serviços e boas práticas para obter o máximo de valor.

O sucesso na integração de operações, por meio do chamado SIAM (Service Integration and Management), baseia-se em processos, pessoas, organizações e ferramentas. Para ganhar relevância, as ofertas precisam melhorar a experiência do cliente. O objetivo principal deste modelo é de que todos passem a operar utilizando os mesmos processos de forma efetiva, com o máximo de aproveitamento e independentemente de qual fornecedor a empresa possui.

O modelo garante, ainda, que a empresa possua sempre os melhores fornecedores do mercado, porque realiza constantemente uma avaliação e análise de resultados entre as companhias e estabelece um processo claro de Onboarding e Offboarding que facilita a substituição caso seja necessário. Inclusive, uma recente aquisição global da Atos, da Engaged ESM, contribui para o processo, já que incorpora à Atos ainda mais competência em gerenciamento de serviços de TI, fundamental para a entrega de serviços gerenciados abordando temas como gestão de ambiente multi-provedores além de análises, automação e otimização de processos.

Abaixo estão oito passos para integrar os sistemas de TI de forma eficiente dentro de uma companhia:

1. Defina estratégias e identifique objetivos futuros para alcançar fatores críticos de sucesso

2. Decida de que forma quer gerenciar seus serviços: um contrato único de fornecimento (full/sole-outsourcing) ou um contrato multi-provedor alinhado à entrega de cada pilar da companhia?

3. Verifique qual é a demanda específica e a necessidade de TI em cada unidade do negócio

4. Promova um clima de boas relações e colaborações, aplicando práticas de gerenciamento de relacionamento, informação e comunicação entre a companhia e os fornecedores

5. Tenha um forte projeto de governança, com propósitos, funções e responsabilidades claras em relação aos negócios, além de demandas regulatórias previamente mapeadas

6. Cultive uma cultura de melhoria contínua, como, por exemplo, definindo um processo de gerenciamento de serviços homogêneo entre os fornecedores

7. Introduza ferramentas apropriadas para proteger os investimentos feitos pela companhia e alavanca-los como parte dos serviços oferecidos.

8. Garanta que os fornecedores tenham métricas contratuais e também acordos de nível de serviço (SLA), que auxilie no resultado direto do ecossistema multi-plataforma do fornecedor

O maior exemplo de sucesso e experiência em um projeto de integração de sistemas é o que a Atos vem fazendo com os Jogos Olímpicos desde 1992. O contrato de fornecimento desse serviço com o COI (Comitê Olímpico Internacional) vai até 2024. Com esse modelo, a empresa consegue realizar uma entrega efetiva, junto com os melhores parceiros e fornecedores de tecnologia, em qualquer lugar do mundo onde os Jogos ocorram.

Por realizar essa entrega durante tanto tempo, a companhia é capaz de prever eventuais problemas e elaborar um calendário efetivo de ações quatro anos antes de cada edição dos Jogos, com equipe totalmente dedicada e especializada para o serviço. Na prática, isso garante que as Olimpíadas ocorram sem nenhum incidente de TI, com máximo aproveitamento da tecnologia e compartilhamento de informações em tempo real.

Ivan Preti é graduado em Engenharia da Computação pela Universidade Federal de Itajubá, pós-graduado em Gestão Estratégica da Tecnologia da Informação pela FGV São Paulo e com MBA Executivo em Gestão de Negócios e Estratégia pela HEC Paris. Atua há mais de 10 anos na área de Serviços de Tecnologia da Informação, sendo os últimos quatro na empresa Atos Brasil. Atuou como IT Business Partner na empresa Siemens Brasil, sendo responsável pelo rollout local de diversos projetos globais e aquisições realizadas pela empresa no país. Dentro do grupo atuou como Consultor de Estratégia de TI e Transformação Digital por três anos, liderando projetos e equipes no Brasil, atuando com clientes em praticamente todos os segmentos de mercado, com maior foco em Manufatura e Telecom. Hoje atua na área de Strategic Sales da Atos sendo responsável pelas operações de vendas e gerenciamento de novas oportunidades em todo o portfólio de serviços da empresa.

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VivaReal participa de programa de mentoria para startups da Prefeitura de São Paulo

O VivaReal estará presente no SP Stars 2017. Diego Simon (Co-fundador do VivaReal e CEO do Viva Decora), Lucas Vargas (CEO do VivaReal) e Gabriel Porto (Vice-presidente de marketing do VivaReal) integram a rede de profissionais que prestará mentoria para 50 empreendedores. A partir de fevereiro, as startups receberão acompanhamento de sua evolução em seis edições mensais ao longo de 2017.

No SP Stars 2017, cada startup receberá até 24 mentorias presenciais e individuais junto a diferentes executivos do ecossistema de startups de São Paulo, dentre investidores, aceleradoras, fundadores de startups e especialistas em marketing digital e vendas. Fundado em 2009, o VivaReal se tornou líder do segmento em oferta e demanda de imóveis, com mais de 15 milhões de visitas por mês e mais de 5 milhões de anúncios para compra e locação em todo o Brasil. Desde sua fundação, a empresa brasileira recebeu mais de R$ 170 milhões de investimentos dos fundos Monashees Capital, Kaszek Ventures, Valiant Capital, Dragoneer Investment Group e Spark Capital. “O VivaReal possui um mindset de startup, apesar de ter mais de 500 colaboradores. Atraímos investimentos, escalamos nossa operação e temos 15 escritórios. Superamos diversos desafios, que são similares para muitas empresas iniciantes. Desejamos auxiliar o ecossistema de startups e beneficiar São Paulo e todo o País”, explica Diego Simon, co-fundador do VivaReal e CEO do Viva Decora, portal de conteúdo com as melhores ideias e referências em decoração.

A rede de mentores do SP Stars conta com mais de 200 especialistas voluntários, dos quais já participaram executivos do Spotify, Amazon, Google, Twitter, Movile, Nubank, Buscapé, GetNinjas, VivaReal, BankFácil, Kekanto, Easy Taxi, Loggi, IBM, Guia Bolso, dentre outros.

Os empreendedores participarão ainda de workshops temáticos do SP Stars Academy, além de sessões de mentoria coletiva facilitadas por parceiros do ecossistema, divulgação das soluções, acesso à Rede SP Stars, descontos e benefícios oferecidos por parceiros do Programa. Desde seu lançamento em 2015, o SP Stars recebeu cerca de mil inscrições e atendeu mais de 350 startups, ultrapassando mil sessões de mentoria realizadas.

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Produtividade via WiFi – Por Daylon de Fontes

É fato que o WiFi é uma das tecnologias mais importantes do século. O dispositivo de rede sem fio viabiliza operações complexas como a Internet das Coisas até tarefas mais simples, como conexão para um celular por exemplo. Se a importância desse tipo de conexão é reconhecida no mercado, por que empresas e indústrias ainda enfrentam tantos problemas com o WiFi?

A simplicidade e democratização do WiFi podem ser considerados como fatores que atrapalham a utilização corporativa e industrial desse tipo de tecnologia. Demandando um bom grau de cobertura, segurança, alta disponibilidade e alta velocidade de conexão, redes WiFi corporativas e industriais demandam maior performance do que as residenciais, exigindo serviço especializado na instalação e configuração.

As principais dificuldades em redes não planejadas são: falta de cobertura, baixo tráfego de dados e problemas com atualização/reparos na rede. Esses obstáculos de segurança e disponibilidade podem ter impacto direto na operação de qualquer empresa/indústria, independentemente da sua vertical, já que o WiFi está diretamente ligado a atividades diárias dos colaboradores, além de garantir o perfeito funcionamento dos aparatos tecnológicos.

Com tantos prejuízos que a falta de conexão pode trazer, como transformar minha rede WiFi em um ambiente planejado? Primeiramente você deve deixar o conceito de que qualquer tipo de infra WiFi é igual, sem diferença. Hoje players especializados no desenvolvimento de ambientes de redes de alto desempenho utilizam softwares específicos para essa ação, apontando falhas na cobertura, melhores canais de conexão e instalação de Pontos de Acesso em locais corretos, por exemplo. Com essas ações planejadas e aferidas via software, todos os problemas já citados podem ser evitados, garantindo produtividade máxima para colaboradores e ferramentas que dependam da utilização do WiFi.

Outra vantagem operacional é a adoção em uma gerência centralizada, que permite a visualização de todos os Pontos de Acesso de maneira única, visibilidade de todo uso e tráfico da rede por região/usuário, tudo isso em tempo real. A escolha de um bom Ponto de Acesso também é um diferencial de mercado, já que os equipamentos mais atualizados podem ter ações autônomas, garantindo a qualidade da conexão e serviço sem depender de ações da central de controle ou influência humana.

Além dos problemas técnicos e estruturais, o avanço das tecnologias de WiFi e planejamento de rede estão quebrando outro paradigma, a “sensação de falta de segurança”. Se antes grandes empresas e usuários mais desconfiados preferiam o uso do cabo, sentindo-se mais confortável, hoje os ambientes WiFi têm uma série de certificados e ferramentas que garantem um acesso seguro e confiável, conquistando pessoas que não viam o WiFi com bons olhos. Serviços e produtos como esses, hoje são ofertados por empresas especializadas e a boa notícia é que nem sempre os custos são inviáveis, pelo contrário, a relação custo-benefício tem ficado cada vez melhor.

Daylon de Fontes, Engenheiro de Aplicações da Seal

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Diretora da ABES fala sobre Fomento à Inovação em Recife

No dia 10 de fevereiro, a diretora de Inovação da ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software), Jamile Sabatini Marques, realizará a palestra “Financiamento para a Inovação”, em Recife (PE), como parte da programação da 9ª edição do Recife Summer School – RSS, promovida pelo Parque Tecnológico Porto Digital.

Jamile aproveitará a oportunidade para compartilhar com o público o resultado da Pesquisa ABES de Acesso ao Financiamento, realizada entre os meses de setembro e outubro de 2016, que teve por objetivo entender como as empresas do setor tecnológico têm buscado seus financiamentos e quais os fatores críticos que têm impactado o fomento à inovação no setor de software. Além disso, falará sobre as atuais fontes de fomento públicas disponíveis, ajudando a derrubar alguns mitos sobre o assunto. “Esse estudo traz uma percepção do perfil das empresas de tecnologia do Brasil e seus resultados podem nortear políticas públicas de fomento à inovação”, comenta Jamile.

Desde 2016, a ABES tem um convênio com o Porto Digital com o objetivo de fomentar o empreendedorismo e a inovação no setor de TIC. Essa parceria faz parte do programa de apoio às incubadoras e startups da ABES, que procura se aproximar dessas novas empresas e oferecer suporte para o desenvolvimento e aceleração dos negócios.

O Recife Summer School, realizado em parceria com empresas e instituições do ecossistema do Parque Tecnológico Porto Digital, tem contribuído para fornecer conhecimento, promover a troca de ideias e fomentar o networking. As atividades que integram a programação vão até o dia 24 de fevereiro de 2017 e incluem temas como economia criativa, empreendedorismo, tecnologia da informação e sustentabilidade. Mais informações no site: http://rss.portodigital.org/

A palestra “Financiamento para a Inovação” ocorrerá no dia 10 de fevereiro e começará às 9 horas. As inscrições podem ser feitas pelo e-mail: clara.arruda@portodigital.org

Recife Summer School

Palestra “Financiamento para a Inovação” – Jamile Sabatini Marques, diretora de Inovação da ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software)
Data: 10 de fevereiro de 2017
Horário: 9:00 – 10:00
Local: Porto Digital 235
Rua do Apolo, 235, Recife Antigo – Recife, PE

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Negócios online: 6 dicas para gerar credibilidade

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Estabelecer confiança em negócios online não é algo super simples, e essa missão se torna especialmente complicada para quem está dando os primeiros passos, sem uma marca reconhecida no mercado. Existe um fator que influencia de modo decisivo na credibilidade de negócios online, a qualidade do produto/serviço oferecido. No entanto, mesmo empresas com produtos de ótima qualidade podem ter problemas se não observarem alguns detalhes, confira as dicas abaixo!

Seja humano e transparente na sua comunicação

Na sua comunicação via telefone, chat ou mídias sociais, não responda aos seus clientes e possíveis clientes como um robô. Mantenha sua comunicação autêntica e humana, se você tem um time que atende clientes, prepare-os para atender de forma educada e sincera, as respostas prontas devem se restringir a questões técnicas e, ainda assim, é sempre necessário ajustá-las ao contexto, antes de enviá-las ao cliente.

Aproveite e capriche na página de apresentação do seu negócio, o link “sobre nós” do seu site. Inclua os prêmios que recebeu e todas as grande realização da empresa. Adicionar algumas imagens dos membros da equipe, juntamente com breves biografias, pode ajudar a desenvolver ainda mais a confiança por humanizar a sua marca. O tom do conteúdo também é importante, dependendo do sua área é ideal ser mais despojado e mais direto, também é importante evitar exageros na retórica para não passar a sensação de que está “enrolando” o visitante. Lembre-se, a importância de humanizar sua marca vem do fato de que as pessoas preferem fazer negócios com aqueles que gostam, conhecem e confiam. É muito mais fácil gostar, conhecer e confiar nas pessoas por trás das marcas do que nas marca em si.

Informações de contato devem ser facilmente encontradas

Para mostrar a legitimidade de negócios online, é importante não esquecer de ter uma página de contato para quem quiser conhecer melhor a empresa através do site.

Essa página precisa conter no mínimo:

Um endereço físico
Email de contato
Número de telefones
Dependendo do caso outras informações podem ser necessárias. Não esqueça de ser consistente quando for preencher essas informações em outros locais da web, como o Google Meu Negócio.

Compartilhe testemunhos e resenhas

Sempre que possível, inclua resenhas de produtos e serviços na sua página. Essa é uma forma convincente para ganhar a confiança dos visitantes, pois muitos consumidores pesquisam bastante antes de fechar compras e contratos. Saber a opinião de um cliente satisfeito pode ser decisivo para a jornada de compra de outro consumidor. Torne a busca por informações que engrandecem seu produto/serviço ainda mais acessível, incluindo links de testemunhos e resenhas no seu site.

Ajude seus consumidores!

Para um marketing de conteúdo orientado à confiança, use seus canais online para ajudar o cliente. Se você demonstrar que sabe do que está falando, sua reputação irá convencer os usuários de que seu negócio é legítimo. Forneça informações valiosas e participe das discussões em torno da sua área de atuação.

Deixe seu visitante visualizar a legitimidade

Com um web design obsoleto, sem consistência e que não demonstra autenticidade para sua empresa, seus esforços em conteúdo serão em vão. Não importa o quão relevante e atrativo é o seu conteúdo, você precisa de um design que acompanhe toda essa qualidade. Caso contrário, se o design do site parece feio e pouco profissional, você provavelmente perderá uma grande porcentagem de usuários devido à experiência de uso proporcionada.

A importância do certificado SSL

Quando o cliente está pronto para fechar um pedido, há um detalhe final que pode influenciar a sua decisão de seguir com ele: a segurança da transação. É importante que fique visualmente claro, que os dados estão sendo trocados em uma conexão segura.

É importante usar criptografia SSL para impedir que pessoas não autorizadas acessem as informações financeiras. Adicionar um ícone ou texto breve na área de check-out afirmando que todas as transações são seguras pode ser útil também.

Além desse texto, existem alguns fatores visuais que atestam o uso do certificado SSL como, por exemplo, o início da URL do site passa de http:// para https://. Outro sinal consiste em um cadeado que aparece fechado, na barra de endereço, enquanto o usuário navega em ambiente seguro. Também na barra de endereços, o nome da marca do e-commerce aparece em verde. Além destes elementos, é possível solicitar um selo a empresa que gera a criptografia, atestando a seguridade de sua página ao cliente. A KingHost disponibilizou certificado SSL gratuito e seguro para todos os seus clientes.

Para concluir

A construção da confiança junto aos clientes potenciais é um passo importante para os negócios online. Mesmo se você não tem uma marca reconhecida, empregar atitudes e sinais simples podem ajudá-lo a provar para seus usuários e clientes que a sua empresa é confiável e legítima.

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Primeiro site de vagas especializado em e-commerce entra no ar

Com 718 mil vagas geradas em 2016, segundo a ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico), o setor de vendas via internet é um dos que mais estimulam a economia do país. Por conta da demanda de empresas que procuram por candidatos cada vez mais especializados, entra no ar o VC NO E-COMMERCE (www.vcnoecommerce.com.br), primeiro portal direcionado a vagas do setor.

Gratuito tanto para empresas como para os candidatos, o site de RH chega para facilitar o processo de recrutamento e seleção. “Recebíamos contatos diários de lojistas procurando por pessoas qualificadas e experientes. Mas a divulgação acabava ficando limitada aos contatos interpessoais. Com o VC NO E-COMMERCE, além de alcançar mais pessoas, o processo se tornou mais rápido”, afirma Rafael Campos, sócio-diretor da VTEX, plataforma líder em comércio eletrônico e apoiadora da iniciativa.

No ar há uma semana, o portal VC NO E-COMMERCE tem a expectativa de inserir cerca 500 vagas nos próximos meses. “Nos poucos dias após o lançamento, diversas empresas já recrutaram seus funcionários a partir do portal”, confirma Campos.

Segundo Rafael Bertolli, sócio fundador da empresa Yamí Consultoria “Em menos de dez minutos já tínhamos três currículos conosco. Todos eles de altíssima qualidade e com experiência prévia desejada em e-commerce”, diz.

Para os candidatos, a principal vantagem do VC NO E-COMMERCE é a segmentação do portal, pois os sites genéricos de empregos não possuem tanta penetração no e-commerce, o que restringe a oferta de funções e cargos disponíveis nessas páginas. O candidato poderá encontrar vagas em dezenas de categorias, todas elas de empresas reconhecidas do mercado de e-commerce.

Disponível para web e mobile, o site possui uma interface simples, rápida e intuitiva. Para se candidatar, basta criar seu perfil e em seguida e enviar o currículo para a empresa.

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Tecnologia para aumentar produtividade do agronegócio

Um dos principais motores da economia do país é o agronegócio, com grande destaque para a produção de soja. No ciclo atual, 2017, foram cultivados 2,52 milhões de hectares e a projeção da Associação dos Produtores de Soja de Mato Grosso do Sul (Aprosoja/MS), e a estimativa é de que a produtividade média seja a mesma da temporada passada: 51,5 sacas por hectare, mas que a produção cresça 2,4%, passando de 7,601 milhões de toneladas para 7,787 milhões de toneladas, um novo recorde para o estado.

No Brasil, atualmente, contamos com 33 milhões de hectares que produzem 104 milhões de toneladas de soja. Nos próximos 10 anos este número deve saltar para 43 milhões de hectares e o país deverá se tornar o maior produtor do insumo no mundo. Mesmo com a instabilidade econômica e política, o setor primário cresce com força e precisa investir cada vez mais na melhoria de sua gestão. Segundo o diretor da Cigam IC Planejamento, Ricardo Araújo, um bom software de gestão, o chamado ERP, pode aumentar nitidamente a produtividade e eficiência da operação do setor.

“É o momento de investir em melhorias de processos e fazer a empresa funcionar de uma maneira mais fácil. Com a solução da Cigam, ajudamos os players do setor facilitando a gestão financeira, de pessoas, estoques e produção” afirma Araújo.

E são muitos os motivos que justificam o uso da tecnologia na gestão do agronegócio. Com um sistema de gestão adequado às necessidades, é possível aumentar a produção, diminuir custos de insumos, manutenção e logística, tudo isso com sustentabilidade.

O produtor tem que fazer o Planejamento Estratégico da safra, desde a plantação até a colheita, gerenciamento de produtividade, armazéns, riscos financeiros e estar em conformidade com as obrigações tributárias e ambientais – estas duas últimas comumente passam por modificações de órgão públicos e agências reguladoras, como é o caso da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), que passará a ser exigida pelo Governo, o que requer a atenção redobrada.

“O nosso objetivo é agregar conhecimento tecnológico ao gerenciamento, que acompanhará todo processo operacional do plantio, cultivo e colheita. O ERP aumenta a confiabilidade das informações através da integração de setores, otimiza tempo, amplia a produtividade e reduz controles manuais”, afirma Araújo.

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Pesquisa da CONTEXT mostra consumidores latino-americanos prontos para a casa inteligente

Acima de três quartos dos consumidores pesquisados nas principais economias da América Latina afirmam que gostariam de saber mais sobre produtos da casa inteligente, de acordo com uma pesquisa anunciada hoje pela CONTEXT, a empresa de pesquisa de mercado de TI no Congresso GTDC Latino-americano em Miami, nos Estados Unidos. Segundo a Context, a potencial demanda pela nova tendência tecnológica global traz oportunidades significativas para o setor de TI na América Latina.

A pesquisa CONTEXT realizada em janeiro de 2017 abrangeu 2.000 consumidores no Brasil, México, Argentina e Chile. “Embora estes países demonstrem um nível encorajador de conscientização sobre a casa inteligente, devido à exposição limitada aos novos produtos ou ideias, esta conscientização não se baseia no conhecimento detalhado do conceito. Isto não surpreende pelo fato de nenhum setor ter explicado ou demonstrado claramente o conceito. O que as pessoas sabem sobre a casa inteligente tende a vir de sites online e não do contato pessoal com produtos expostos em lojas”, comentou Adam Simon, diretor global de comércio a varejo da CONTEXT.

A pesquisa indicou que 9 entre 10 pessoas tinham, no mínimo, uma dúvida sobre o conceito da casa inteligente, incluindo sobre o mau funcionamento do produto, questões sobre privacidade e roubo de identidade.

“Chegar em casa”, “acordar” e “segurança otimizada” estão entre os três principais cenários que motivam os usuários a comprar produtos relacionados à casa inteligente.

Quanto aos centros de interesse pelo produto, a Apple, Amazon e Google parecem ser os mais confiados. A Amazon lidera no Brasil, a Apple no México e Chile, e o Google na Argentina.

“Apesar da falta de um conhecimento mais profundo e das barreiras que isso acarreta, a boa notícia é que existe, em todos os países, o interesse de aprender mais”, disse Simon. “Saber mais especialmente sobre como se pode economizar dinheiro, e como tornar o ‘morar’ mais agradável, mais fácil e melhor.”

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PwC é considerada uma das 10 marcas mais poderosas do mundo

A PwC foi considerada uma das dez marcas mais poderosas do mundo e manteve sua posição como primeira colocada entre as marcas de serviço do ranking Brand Finance Index 2017, listagem anual que mede o valor de mais de 500 marcas mais conhecidas no mundo dos negócios.

Desde 2007 a firma é considerada uma das 100 maiores marcas globais e, mesmo competindo com companhias de tecnologia e consumo, permanece como líder na área de serviços.

Para chegar à lista das marcas mais valiosas, o Brand Finance Index utiliza uma série de métricas como conhecimento da marca, satisfação do cliente, recomendações, desempenho financeiro, investimento interno e participação no mercado. Também examina as práticas de governança e as visões de diferentes stakeholders das companhias.

“O ranking é uma classificação independente que confirma a força da marca PwC. O fato de permanecermos entre as dez marcas mais poderosas, – em um momento em que vários modelos de negócios são desafiados por empresas de vanguarda tecnológica -, mostra a solidez daquilo que construímos”, avalia Henrique Luz, sócio da PwC Brasil e membro de seu comitê de liderança no Brasil.

Acesso ao ranking completo: http://brandirectory.com/league_tables/table/global-500-2017

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SONDA anuncia novo diretor comercial para a área de Utilities

Com mais de 30 de anos de experiência no setor de energia, Miguel Sarmento chega à SONDA, maior companhia latino-americana de Tecnologia da Informação, para assumir a diretoria comercial da divisão de Utilities da integradora. O executivo ocupava a mesma posição na Axxiom, empresa de serviços de tecnologia para o setor elétrico, constituída pela Cemig e Light, onde permaneceu por oito anos.

Na SONDA, o objetivo de Sarmento é antecipar ao segmento de energia, saneamento e gás soluções e serviços que atendam às novas tendências. A primeira medida na sua gestão é reforçar o papel de provedora de ponta a ponta da SONDA em projetos de transformação digital nas concessionárias e distribuidoras atendidas ou não pela companhia. Para isso, o executivo aposta em conceitos como a Internet das Coisas (IoT), o Business Intelligence (BI), o Big Data, além das soluções tradicionais da SONDA, para sustentarem sua estratégia.

“Atualmente, há uma grande mudança do setor de saneamento focada em melhorar a gestão por meio da automação de processos com sistemas que geram menos perdas, porém maiores receitas, assim como no segmento de energia há uma atenção especial na adoção de tecnologias para análise (analytics). Queremos apoiar estes e outros mercados, como de iluminação pública e de gás, na melhor tecnologia para os seus negócios, seja em sistemas comerciais ou com ferramentas de on-site billing, por exemplo”, comenta o executivo.

Outro desafio de Sarmento é transpor o reconhecimento que a SONDA acumula no mercado de distribuição de energia, que soma 27 anos de atuação, detendo atualmente 25% do market share deste setor, para outras verticais de utilities que estão aderindo a movimentos de inovação, como saneamento, que vem buscando a melhoria em seus sistemas; distribuição de gás, que vem passando por uma revisão na regulação e deve gerar oportunidades a médio e longo prazos; e iluminação pública, na qual várias PPPs (Parcerias Público-Privada) estão em fase de definição tecnológica e iniciativas de IoT serão muito utilizadas.

“Hoje, somente na área de energia, atendemos mais de 16 milhões de unidades consumidoras, o que representa aproximadamente 40 milhões de habitantes, um saldo que também proporciona desenvolver produtos aderentes às necessidades não só no campo da energia elétrica, como em todo o universo de concessões e utilidades”, explica Sarmento, engenheiro eletrotécnico formado pelo Mackenzie e com passagens pela portuguesa EFACEC e pela alemã AEG.

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Startup LegalBot é a finalista brasileira do Open Innovation Business Contest no Japão

A startup LegalBot é a finalista brasileira do Open Innovation Business Contest, competição global que incentiva a inovação empresarial, promovida pela everis, multinacional de consultoria que oferece soluções de estratégia e de negócios, desenvolvimento e manutenção de aplicações tecnológicas e serviços de terceirização, e a NTT DATA. O anúncio da representante do Brasil aconteceu, no ISE Business School, em São Paulo.

A LegalBot disputou a semifinal da competição com outras cinco startups. Os projetos apresentados tinham foco em realidade virtual, aumentada e mista, Internet das Coisas (IoT) e inteligência artificial. Eles foram avaliados por um corpo de jurados de renomados profissionais do setor de tecnologia.

Dentro desse novo cenário disruptivo, a representante brasileira no Open Innovation Business Contest desenvolveu uma solução que visa democratizar o acesso à inteligência regulatória. Ela ganhou uma bolsa de estudos para o curso WeSTART do ISE Business School, um programa para empreendedores e investidores, e concorrerá na final, em Tóquio, no Japão, com outros nove projetos selecionados nas cidades de São Francisco, Londres, Tel Aviv, Tóquio, Toronto, Madri, Barcelona, Cingapura e Pequim.

O vencedor da grande final receberá um prêmio de US$ 30.000 e terá a oportunidade de trabalhar, por três meses, com uma equipe da NTT DATA – um dos principais fornecedores mundiais de serviços e inovação na área de TI – no desenvolvimento de um protótipo de serviço-produto, que será oferecido às empresas clientes da companhia.

Projeto finalista

Baseada em inteligência artificial, a plataforma da LegalBot auxilia os profissionais de governança, gestão de riscos e compliance na análise, seleção, classificação e organização dos diversos aspectos normativos.

Alexandre Bess, CEO da startup, explica que a regulação é hoje um problema global, que impacta diretamente a competitividade das empresas e dos países, inclusive, pode gerar enormes prejuízos. “Um dos principais problemas enfrentados pelos que atuam nessa área é o grande volume de normativas. No mercado financeiro, por exemplo, surgem mais de 300 regulações todos os meses”, comenta.

Para facilitar o contato e a experiência dos profissionais com as normativas de seus segmentos, a plataforma desenvolvida pela startup busca, analisa e interpreta as informações por meio de algoritmos. Dessa forma, cada usuário, conforme sua seleção, tem acesso aos dados pela web e aplicativo, ou seja, a tecnologia leva ao usuário o que ele realmente precisa saber sobre regulação.

“A sensação de ser o representante brasileiro na final do Open Innovation Business Contest é maravilhosa, pois sabemos o quanto a tecnologia é relevante para o mundo e teremos a oportunidade de apresentá-la para um público internacional”, comemora Bess.

Para Roberto Pereira, executivo responsável pelas iniciativas de Inovação na everis Brasil, o projeto da LegalBot tem total sinergia com a companhia, uma vez que a tecnologia de inteligência artificial oferece aos clientes maior agilidade para entrarem em novos mercados, principalmente no setor financeiro e de seguros, que são altamente regulados. “O fato de podermos acelerar o entendimento da regulação e aportar novas tecnologias, novos serviços e soluções, é importantíssimo”, destaca.

A semifinal brasileira do Open Innovation Business Contest, segundo Pereira, mostrou a força do ecossistema de inovação e o quanto é importante entender as novas tecnologias desde o início, para desenvolver capacidades, parceiros e identificar possíveis problemas durante a adaptação. “Por ser nosso modelo de negócios B2B2C, precisamos compreender o que nossos clientes pretendem ofertar aos clientes deles para que, juntos, possamos levar à sociedade soluções mais robustas”, observa.

Os outros cinco projetos semifinalistas

Plataforma de Realidade Virtual 360º na Nuvem – Beenoculus
Produto de economia criativa, com foco em potencializar o ecossistema de produção e distribuição de conteúdo 360º e o mercado publicitário.

Plataforma de Realidade Virtual para Projetos Imobiliários – VR Monkey
Permite que arquitetos e profissionais em geral do setor imobiliário façam visitas aos empreendimentos imobiliários, usando as mais recentes tecnologias de realidade virtual.

IOBike – Plataforma IoT para Bicicletas em Áreas Urbanas – LightUp
Solução de iluminação que conecta bicicletas à IoT (Internet das Coisas), proporcionando aos ciclistas segurança e interatividade, além da possibilidade de geomarketing a anunciantes.

Simulador integrado à gamificação que promove a reabilitação de pessoas com deficiência por meio da experiência de imersão produzida por realidade virtual – Fisioatual
Utiliza o entretenimento dos jogos integrado a uma plataforma instável, equipada com sensores. Funciona como um simulador de exercícios por meio da imersão na realidade virtual.

Plataforma de Realidade Virtual Inside Places – Inside Places
Com o uso desta ferramenta, arquitetos, designers de interiores e construtoras dão aos seus clientes a oportunidade de estarem dentro de seus imóveis antes mesmo de ficarem prontos.

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