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5G em desenvolvimento e aumento de implantações IoT celular são destaques da nova edição do Ericsson Mobility Report

A nova edição do Mobility Report da Ericsson (NASDAQ: ERIC) revela que o lançamento comercial da rede 5G está cada vez mais próximo e implantações de IoT celular foram maiores do que o previsto.

A previsão para conexões IoT celular quase dobrou desde novembro de 2017. Agora, espera-se que sejam alcançadas 3,5 bilhões em 2023, impulsionado por implementações da tecnologia em larga escala que está acontecendo atualmente na China. Novas tecnologias de IoT celular como NB-IoT e Cat-M1 estão oferecendo aos provedores de serviços oportunidades para melhorar a eficiência dos aparelhos.

As operadoras de telefonia móvel já lançaram mais de 60 redes IoT celulares ao redor do mundo utilizando estas novas tecnologias na mesma rede subjacente LTE para suportar uma gama diversificada de múltiplos usos. Na América do Norte, o IoT está focado em logística e gerenciamento de frota, enquanto na China a tecnologia é implementada para tornar as cidades e a agricultura mais “inteligentes”.

Primeiro lançamento comercial de 5G ainda este ano

É esperado que a América do Norte seja a pioneira na condução da adoção do 5G – com todas as operadoras dos EUA planejando disponibilizar a rede para seus clientes entre o final deste ano e meados de 2019. Até o final de 2023, cerca de 50% de todas as assinaturas móveis na América do Norte já devem ser de 5G, seguidas pelo nordeste da Ásia com 34% e a Europa Ocidental com 12%.

Globalmente, as implementações de 5G são esperadas a partir de 2020. A Ericsson prevê mais de 1 bilhão de assinaturas 5G para banda larga móvel até o final de 2023, representando cerca de 12% do número total de assinaturas móveis.

Estima-se que o tráfego de dados móveis aumente 8x durante o período – atingindo 107 exabytes (EB) por mês: número equivalente a todos os assinantes móveis do mundo transmitindo vídeos em full HD por 10 horas. Até 2023, espera-se que mais de 20% do tráfego mundial de dados móveis seja transportado por redes 5G. Isso é 1,5 vezes mais do que o tráfego total de 4G / 3G / 2G hoje.

É esperado que o 5G seja implantado primeiro em áreas urbanas de maior densidade e que apresentam uma banda larga móvel mais aprimorada. Outros casos de uso virão futuramente de setores como: automotivo, manufatura, serviços públicos e saúde.

Georgia Sbrana, vice-presidente de Marketing, Comunicação e Relações Institucionais da Ericsson Brasil, diz: “2018 é o ano em que as redes 5G vão começar a ser comercializadas e a implementação em grande escala de IoT celular vai começar. Essas tecnologias prometem novos recursos que afetarão a vida das pessoas e transformarão os setores. Essa mudança só acontecerá através dos esforços combinados de agentes do setor e reguladores que se alinham em espectro, padrões e tecnologia”.

Espera-se que a primeira geração de dispositivos de dados de 5G sejam lançados a partir do segundo semestre de 2018. Os primeiros smartphones comerciais que suportam 5G são esperados para o início do próximo ano, enquanto o suporte para bandas de muito alto espectro é esperado para até o meio do ano de 2019.

O Ericsson Mobility Report também apresenta artigos sobre o desempenho da rede através dos olhos dos clientes, inteligência das máquinas no gerenciamento de rede e a importância de garantir o espectro correto para 5G.

Leia aqui o Ericsson Mobility Report completo.

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RH: Leyla Nascimento toma posse como presidente da WFPMA em Chicago

Leyla Nascimento foi eleita presidente da World Federation of People Management Associations (WFPMA). No mais alto posto da maior associação de recursos humanos do mundo, Leyla é a primeira mulher a ocupar o cargo em 42 anos. Antes disso, apenas um brasileiro, Sergio Luiz Hillesheim, em 1992, esteve à frente da entidade. A cerimônia de posse será durante o Congresso Mundial de RH no dia 18 de junho, em Chicago, nos Estados Unidos, simultaneamente à SHRM 2018 – Annual Conference & Exposition, promovida pela Society for Human Resource Management, associação norte-americana de RH.

Presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos – ABRH-Brasil, no período de 2010 a 2015; da FIDAGH – Federación Interamericana de Asociaciones de Gestión Humana, de 2015 a 2017; e atual presidente do Conselho Deliberativo da ABRH-Brasil, Leyla acumula uma história de mais de 40 anos dedicados ao segmento de recursos humanos

Dentre os principais desafios da nova posição, destaque para a promoção da troca de experiência e conhecimento entre as associadas. Segundo a presidente, o Brasil é um celeiro de boas práticas e tem muito a ensinar e contribuir com os outros países. Além disso, outra tarefa na lista de Leyla será a facilitação entre países da América Latina que, segundo ela, “pelas dificuldades geradas pelas últimas crises econômicas, desenvolveram práticas de RH que devem servir de espelho para outras nações”.

A WFPMA reúne associações dos cinco continentes e tem ligados a ela cerca de 650 mil profissionais de RH distribuídos nos 93 países representados. Seu board é composto por treze pessoas, entre dois representantes de cada continente, o presidente, o secretário-geral e o presidente anterior, que sempre acompanha a nova gestão.

Leyla Nascimento substitui o inglês Peter Wilson e seu mandato se estenderá até junho de 2020.

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SONDA lança Gaps de Crescimento Exponencial no Ciab 2018

A SONDA, maior companhia latino-americana de soluções e serviços de tecnologia, apresenta seu modelo consultivo que apoia as organizações na jornada de transformação. O processo ocorre a partir de uma análise das necessidades das operações, ou seja, nos Gaps de Crescimento Exponencial, levando em consideração cinco frentes de atuação: Experiência do Usuário, Analytics, Transformação Digital, Segurança Digital e Full Outsourcing.

“A partir dos olhos do cliente e das suas necessidades, vamos propor soluções que atendam às lacunas que impulsionarão o processo de transição das instituições financeiras rumo à inovação e à redução de custos. Nosso modelo consultivo prevê analisar as dores do cliente e propor um trabalho de construção da sua jornada por meio de fases que trilham o caminho da transformação digital das organizações”, comenta Affonso Nina, CEO da SONDA do Brasil.

Na frente denominada Experiência do Usuário, a aplicação do crescimento exponencial se baseia na criação das agências do futuro, que aumentam a mobilidade e reinventam os espaços físicos, tornando-os mais eficientes, assim como na adoção do conceito de omnichannel.

Faz parte da proposta de inovação o anúncio da estratégia para o Open Banking. Para a iniciativa dos bancos de criarem suas próprias interfaces de programação de aplicações (API´s) para expandirem seus serviços aos usuários, criando novos modelos de negócios e, consequentemente, de colaboração, a SONDA desenvolveu um processo que apoia a definição e a implementação dessa complexa estratégia digital. A oferta vai do desenho da aplicação das API´s, passando pela operacionalização da estratégia até a sua manutenção. A missão é apoiar as instituições para que não percam receita com a concorrência dos novos prestadores de serviço e ampliem seu capital com este novo modelo de negócio.

Para a frente de Analytics & Big Data, a proposta envolve prevenção e detecção de crimes financeiros, relatórios de transações, resiliência operacional e gestão e governança dos dados, tudo através da combinação de Inteligência Artificial e da análise de informações.

No desenho da Transformação Digital, de acordo com a análise dos Gaps de Crescimento Exponencial, a aplicação de soluções de conectividade e de mobilidade auxiliarão na implementação e no gerenciamento de todo o ecossistema necessário para a virada de chave do processo analógico para o digital.

Nesta linha está a automação com o uso de robôs, o chamado RPA (Robotic Process Automation). A estratégia da SONDA é aplicar esse processo nas frentes de serviços compartilhados dos bancos visando a redução de custos e o aumento da produtividade, assim como no setor de crédito das instituições. Neste caso, a robótica irá acelerar a concessão de crédito e de análise, que hoje dependem de um processo manual, dispendendo tempo e custo para realizar a operação.

Na mesma proporção da transformação ocorrida nas operações, a SONDA traz seu portfólio de Segurança Digital para suportar os novos modelos de negócios, garantindo que o volume de dados trafegados não estejam vulneráveis ao vazamento de informações sigilosas.

Além do suporte à inovação para que as instituições criem novas formas de se relacionar com seu público, a SONDA também prevê para sua oferta ao setor financeiro a terceirização de processos internos por meio da proposta de Full Outsourcing. A integradora propõe modelos que envolvem dispositivos com camadas de serviços, assim como o suporte às operações e terceirização de impressão, priorizando a redução de custos operacional.

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ABES cria Think-Tank

A ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software), a mais representativa entidade do setor de software e tecnologia digital no país, com cerca de 2 mil associados, anuncia a criação do ABES Think-Tank, iniciativa voltada a sugerir políticas públicas que conduzam a uma estratégia nacional para Transformação Digital.

O Think-Tank tem a difícil tarefa de pensar o Brasil do Futuro, e como as políticas públicas podem acelerar a Transformação Digital do País.

O Estudo desenvolvido pelo ABES THINK-TANK, será entre a todos os candidatos à presidência da República e aos candidatos a Governadores estaduais, com propostas concebidas para orientar a transformação digital, o desenvolvimento do setor de Software e de Tecnologia, a inserção do Brasil nas cadeias de valor da economia do conhecimento.

“O nosso objetivo é sugerir políticas públicas que não sejam de governo, mas sim de Estado – ou seja, que de fato representem um projeto para crescimento para um Brasil moderno e com uma indústria de software forte e competitiva, no longo prazo, de forma estruturada, independente das mudanças que aconteçam nos diversos governos. O país precisa investir em tecnologia e inovação para crescer como uma economia competitiva e gerar empregos”, afirma Vanda Scartezini, conselheira da ABES e líder do Think-Tank.

Ao lado de Vanda, outras importantes lideranças integram o projeto, como Dra.Dorothea Werneck, ex-ministra da Indústria e Comércio e do Trabalho; Dra. Deana Weikersheimer; professora da FGV e advogada com ampla atuação na área de software; Marcelo Pagotti, ex-secretário da SETIC no Ministério do Planejamento;Patricia Pessi, ex-diretora de Governo Eletrônico na SLTI (hoje SETIC) do Ministério de Planejamento; Rodolfo Fucher, ex-diretor de Políticas Públicas da Microsoft.

O grupo se reúne periodicamente para discutir os principais desafios e oportunidades nacionais e mundiais, para que possa ser concebido um plano que vise encontrar e despertar as Vantagens Digitais do Brasil.

Também chamados “fábricas-de-ideias”, em português, os Think-Tanks estruturam-se para analisar cenários e propor soluções, com o apoio de renomados especialistas em uma determinada área. Para aumentar a porosidade e a participação de outras entidades representativas do setor, o ABES Think-Tank disponibilizou alguns canais de comunicação.

Conheça um pouco mais sobre os integrantes do ABES Think-Tank:

• Dra. Dorothea Werneck – Mestre e doutorada em Economia, membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, com longa carreira nas mais altas posições do Executivo Federal e Estadual, além de posições relevantes no setor privado.

• Dra. Deana Weikersheimer – Advogada, professora da FGV com longa atividade pública e privada, sempre com foco no Setor de Software e Tecnologia da Informação.

• Francisco Camargo – Presidente da Associação Brasileira de Empresas de Software (ABES) desde 2016. Engenheiro de Produção com diversos cursos de especialização no Brasil e no Exterior, é Fundador e Presidente do Grupo CLM, Conselheiro do Softex.

• Marcelo Pagotti, Bacharel e MBA em Tecnologias da Informação, IT Manager no Banco do Brasil, foi Secretário da SETIC no Ministério do Planejamento e é membro dos conselhos do NIC.br, ICP Brazil, SOFTEX e do Brazilian Internet Steering Committee/CGI.br

• Patrícia Pessi – Mestre em Comunicação e Informação, foi Diretora de Governo Eletrônico na SLTI (hoje SETIC) do Ministério de Planejamento;

• Rodolfo Fücher – Mestre em Marketing e bacharel em Ciência da Computação, tem diversas especializações; empresário e angel investor, carreira desenvolvida na Microsoft onde chegou a Diretor de Políticas Públicas, é Conselheiro da ABES.

• Vanda Scartezini – Engenheira Eletrônica com diversas especializações, membro brasileiro do ICANN, com longa carreira pública e privada em altos postos nos segmentos das Tecnologias da informação e Comunicação, além de Propriedade Intelectual, é Conselheira da ABES.

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Gartner mostra como garantir segurança ao ecossistema de Blockchain

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, anuncia novas pesquisas que mostram como muitas tecnologias emergentes estão desfrutando de um crescimento repentino na popularidade. Há diversos mitos e expectativas infladas em torno de Blockchain, por exemplo, devido ao entendimento incompleto das funcionalidades e vulnerabilidades dessa tecnologia.

Blockchain certamente ainda tem muito a oferecer. Tem o potencial de formar e modificar muitas indústrias, de instituições financeiras a entidades de governo, além de todo o negócio digital. No entanto, com a promessa surgem os riscos. “Executivos de segurança e gerenciamento de riscos (SRM) precisam ter um olhar crítico não apenas sobre os possíveis benefícios de Blockchain, mas também para as ameaças”, diz Mark Horvath, Diretor de Pesquisa do Gartner. “Se considerar o uso de um modelo multicamadas de segurança Blockchain, os riscos são claros ao negócio, em níveis técnicos e criptográficos”.

Como muitas organizações visam capitalizar os benefícios do Blockchain, executivos de segurança e gerenciamento de riscos precisam garantir que seu envolvimento nos processos de planejamento. Sua principal responsabilidade será definir, estruturar, recomendar e implementar as melhores práticas de segurança para mitigar o risco organizacional. No entanto, com a tecnologia relativamente nova no empreendimento, os executivos precisarão extrair as melhores práticas de certa variedade de fontes.

“Uma das forças do Blockchain é que ela usa tecnologias estabelecidas para construir propriedades de criptografia comuns, como a identidade e integridade para um documento com alteração dinâmica”, explica Horvath. “A tecnologia pode ser considerada como um protocolo – e como tal, precisa suportar um processo de negócio existente ou necessário, do mesmo jeito que o protocolo HTTP suporta o e-commerce”, acrescenta.

Segundo o analista, “garantir que o Blockchain faça sentido para o negócio é a prioridade. Empreendimentos deveriam assegurar que a implementação da tecnologia estimule ou crie iniciativas de negócios digitais que, de outra forma, não poderiam ser reconhecidos”.

Tendo decidido que o Blockchain pode resolver os problemas de negócios, as empresas precisam analisar se há necessidade de uma tecnologia pública, na qual todos podem participar, ou de uma tecnologia privada, na qual apenas membros selecionados têm acesso, ou até mesmo um modelo hibrido que combine características dos dois formatos.

Adicionalmente, muitas tecnologias Blockchain operam dentro de um contexto de negócios que inclui diversos outros grupos ou organizações que formam um consórcio como os modelos praticados pelo governo. Pesquisas sobre o tema serão apresentadas durante a Conferência Gartner Segurança e Gestão de Risco 2018, que ocorre nos dias 14 e 15 de agosto, em São Paulo.

O Gartner destaca que Blockchain depende de network, da empresa e de terceiros – e do software do cliente. Ambos têm histórias de longa data sobre compromissos, segurança e falha humana. Portanto, faz sentido olhar para essas camadas e planejar como recuperar informações se algo der errado. Blockchain pública pode estar mais exposta, mas problemas similares também podem surgir nos modelos privados.

Códigos privados podem ser administrados tanto em software quanto por smart cards, mas ambos requerem certo nível de manutenção e proteção para mantê-los em segurança. Isso está adicionado a já mencionada questão de gerenciamento de network. Se um projeto com Blockchain envolve bens físicos – dinheiro ou carga, por exemplo-, será fundamental para o sucesso da empresa o entendimento de como traduzir dados provenientes dessa tecnologia ou de smart contracts para um processo físico será fundamental.

O que é seguro hoje pode não ser amanhã

Sabe-se que algoritmos hash, considerados seguros nos dias atuais, podem, em alguns anos, serem considerados arriscados. O SHA-1 é um bom exemplo de algoritmo hash amplamente usado que perdeu força com o tempo e foi substituído.

O Gartner espera um período de forte consolidação das tecnologias Blockchain e plataformas. “Esteja preparado para uma rotatividade na tecnologia e pronto para momentos críticos de segurança”, diz Horvath. “Isso irá possibilitar aos executivos de SRM elaborar métodos de resiliência no centro das abordagens de segurança e risco”.

As inscrições para a “Conferência Gartner Segurança e Gestão de Risco 2018” estão com desconto de R$ 525,00 até 13 de Julho. Há preços diferenciados para profissionais do setor público e descontos para grupos. Interessados devem contatar o Gartner pelo telefone (11) 5632-3109, e-mail brasil.inscricoes@gartner.com ou site gartner.com/br/security.

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Microsoft traz ao CIAB 2018 soluções de Inteligência Artificial para o mercado financeiro

A Microsoft trouxe para o CIAB FEBRABAN 2018 soluções que reforçam o compromisso assumido pela empresa para democratizar a Inteligência Artificial (IA). No maior congresso de tecnologia da informação para o mercado financeiro no Brasil, que acontece entre os dias 12 e 14 de junho, em São Paulo, a Microsoft e seus parceiros apresentam uma série de soluções feitas sob medida para bancos, fintechs e outras instituições financeiras.

Trabalhando em cima do tema-chave Inteligência Exponencial, a empresa vai discutir a Transformação Digital no mercado financeiro durante a sua participação na feira, unindo diferentes inovações tecnológicas com potencial para promover mudanças no setor. Esses esforços são apresentados na forma quatro pilares que, somados, contemplam os principais desafios e oportunidades do segmento: Análise de Risco, Experiência Omnichannel, Banco como Serviço e Produtividade do Bancário. Adicionalmente, temas importantes como Blockchain e cibersegurança orbitam todas essas discussões, que são complementadas por demonstrações, experiências e casos de sucesso.

Focada no uso de Big Data para a prospecção de clientes e geração de insights, a Neoway traz ao evento novidades para o setor. A principal delas, chamada de Risk & Compliance, lançada em março deste ano, é um conjunto de ferramentas capazes de utilizar os quase 38 milhões de CNPJs no banco de dados da empresa para disponibilizar uma análise de risco completa para instituições financeiras. O serviço parte de uma demanda do próprio mercado, que tem uma necessidade cada vez maior de adotar e promover boas práticas, ao mesmo tempo em que toma decisões de negócio mais assertivas.

Por meio de um sistema que roda na solução de nuvem Azure e se integra ao Dynamics 365 e ao Power BI, a solução da Neoway permite aos bancos não só verificar a empresa que pode ser seu cliente em potencial, mas também sua rede de fornecedores e parceiros, além de ocorrências de mídia negativa na web – antecipando futuros problemas. Essas pesquisas abrangem desde processos judiciais e tributos não pagos até o envolvimento de sócios com casos de lavagem de dinheiro ou outras atividades ilegais, sendo possível ainda filtrar os resultados para obter um nível de detalhe ainda maior. Bots junto a Inteligência Artificial garantem a coleta de informações em bancos de dados públicos, enquanto recursos de aprendizado de máquina estão sendo utilizados para retroalimentar o sistema, refinar esse conteúdo e, futuramente, dar origem a uma nova função que realiza a análise de riscos de forma preditiva.

Disposta a estimular a produtividade bancária e a eficiência operacional dos seus clientes, a Simply ataca um dos mais processos mais trabalhosos dentro dos bancos: a análise de documentos. Hoje, boa parte dessa tarefa é feita de forma manual, reduzindo a velocidade de aprovações de novas contas, concessões de empréstimos e emissões de cartões, por exemplo. Graças ao uso de uma rede neural baseada em Inteligência Artificial e aprendizado de máquina, a fintech mineira consegue realizar de forma automática boa parte desse trabalho, com o sistema lendo os dados capturados e cruzando essas informações com outras bases de dados. Mesmo quando essas atividades não podem ser completamente automatizadas, como no caso da validação de assinaturas, o sistema oferece ao profissional ferramentas que concedem mais agilidade à tarefa. A colaboração nesses processos fica garantida com o Microsoft 365, enquanto o Power BI exibe relatórios detalhados da operação.

A Temenos, por sua vez, abraça o conceito de Transformação Digital nos bancos por meio de um core bancário 100% digital, tropicalizado e integrado ao Azure, a nuvem da Microsoft. A oferta de Banco como Serviço (BaaS) da empresa abrange as mais diversas linhas de negócios, tal como, Retail, Corporate, Wealth, Tesouraria e Fundos, do back office à interface com o cliente final, para garantir a cobertura de todas as necessidades do setor. Além desse pacote completo de soluções, que atende operações de back office, front office e canais, as novidades da companhia para o CIAB 2018 incluem recursos avançados de analytics integrado ao Core Bancário e uma nova ferramenta de detecção de fraudes financeiras desenvolvida junto à Microsoft e está disponível no Microsoft AppSource – ambos baseados em tecnologias de aprendizado de máquina.

Uma parceria sólida entre Adobe e Microsoft também permite aos bancos trabalhar e aprimorar toda a experiência dos seus clientes, ajudando a estreitar o relacionamento de ambos desde o primeiro contato. Unindo na nuvem do Azure as forças de ferramentas como Adobe Campaign e Sign com serviços da Microsoft como Dynamics 365 e Power BI, é possível ter uma visão 360º do cliente em todas as plataformas, gerando, nutrindo e gerenciando leads em tempo real. Com isso, é possível transformar produtos para que eles se adequem a oportunidades e necessidades, empoderar colaboradores para endereçar demandas personalizadas e, por fim, interagir com os clientes para que eles se tornem mais engajados. A palavra-chave, aqui, é retenção, um dos maiores desafios do mercado financeiro.

Enquanto isso, a Redbelt, consultoria especializada em segurança cibernética, participa do estande da Microsoft no CIAB 2018 com a solução de gestão de vulnerabilidade e incidentes RIS (Risk Information Security). Anteriormente, o sistema estava disponível apenas por meio da plataforma da empresa, mas agora ganha mais possibilidades de uso na forma de um módulo integrado ao Office 365. Tendo como base informações captadas pelas ferramentas da Microsoft, o produto da Redbelt dá aos bancos a possibilidade de detectar e remediar possíveis tentativas de invasão, além de funcionalidades para resolver problemas de autoclassificação de dados – garantindo a integridade e segurança da informação e ajudando na obtenção da conformidade com o GDPR, nova regulamentação europeia para proteção de dados.

Reforçando a sua posição de habilitadora no setor, a Microsoft também traz ao evento as novidades do Azure Blockchain Workbench, uma ferramenta que dá às empresas os recursos certos para acelerar a criação de iniciativas baseadas em Blockchain. Como a Microsoft trabalha a tecnologia de forma agnóstica, disponibilizando as principais soluções do mercado em sua nuvem, o novo recurso simplifica o desenvolvimento e a experimentação com a tecnologia ao oferecer redes e infraestruturas predefinidas. Assim, o Workbench permite conectar o Blockchain mais facilmente aos seus negócios, aproveitando todas as vantagens de uma plataforma aberta, confiável e disponível globalmente.

Palestras

Ao longo do CIAB FEBRABAN 2018, os executivos da Microsoft também vão participar de palestras abordando os mais variados assuntos relacionados ao uso da tecnologia pelo mercado financeiro. Confira a agenda:

Inteligência Artificial e Machine Learning com Microsoft Azure: Garagem Fintech Lounge, 12 de junho às 14h40. Com Rober Torres, Azure Data Solution Architect na Microsoft Brasil.

Serviços Cognitivos no Microsoft Azure: Garagem Fintech Lounge, 13 de junho às 14h. Com Rodrigo Benin, Executivo de Contas Sênior na Microsoft Brasil.

Cloud – Uma História Brasileira: Auditório F3, 13 de junho às 16h20. Com Roberto Prado, Diretor de Nuvem da Microsoft Brasil e Marcelo Maylinch, Head of IT Infrastructure no Banco Votorantim. Mediação: Ronei Maranssati, Gerente de Divisão de TI Unidade Estratégica no Banco do Brasil.

Plataformas colaborativas de Blockchain: Auditório F2, 14 de junho às 14h. Com Marcelo Eisele, Digital Advisor Finance & Blockchain na Microsoft Brasil, Carlos Rischioto, Líder de Blockchain na IBM Brasil, e Luiz Jeronymo, Diretor de Soluções para Clientes na R3. Mediação: Regio Martins, Superintendente de Produtos na B3 (Brasil, Bolsa, Balcão).

Fonte: Microsoft Brasil

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Volanty recebe aporte de R$ 19 milhões

A Volanty, plataforma online que conecta vendedores e compradores de carros seminovos, anuncia investimento série A de R$19 milhões. O aporte, liderado pela monashees, também contou com a participação do Canary, fundo que já havia investido na empresa em 2017.

“O mercado de automóveis é muito grande no Brasil, movimentando mais de 300 bilhões de reais por ano. A Volanty tem um modelo de negócios inovador, e o Mauricio e o Antonio estão executando com excelência uma visão poderosa”, afirma Carlo Dapuzzo, sócio da monashees.

No início de 2017, a empresa já havia recebido um investimento de capital semente do fundo Canary e de investidores anjo no valor de 2,5 milhões de reais, que foi utilizado no desenvolvimento tecnológico da plataforma, contratação e capacitação de profissionais e infraestrutura. “Pra nós é uma honra coinvestir nesse round de Série A, pois a Volanty oferece uma solução incrível para seus usuários, seja ele o comprador ou o vendedor. Todos que utilizam a plataforma têm demonstrado extrema satisfação com a experiência do começo ao fim, e isso é o grande diferencial” revela Marcos Toledo, cofundador do Canary.

A nova rodada de capital será destinada a aumentar de dois para quinze o número de Centros de Atendimento Volanty (espaços próprios para inspeções, fotos profissionais em estúdio e test-drives), implementar novas tecnologias, ampliar as ações de marketing e fazer contratações, dobrando o quadro de funcionários até o final do ano. “Esse aporte é mais um forte indicador de que estamos no caminho certo para inovar no mercado de carros usados no Brasil, além de permitir uma rápida expansão do nosso negócio. Nos próximos 18 meses pretendemos aumentar consideravelmente nossa cobertura geográfica, oferecendo a melhor experiência do mercado, conectando cada vez mais compradores e vendedores”, afirma Mauricio Feldman, CEO e sócio-fundador da startup.

E entre as prioridades da empresa para 2018, o aspecto tecnológico será fundamental. “Hoje, de modo geral, 90% do processo de compra ou venda de um carro usado acontece no ambiente offline, e apenas 10% ou até menos, no online. A Volanty vai, ao longo dos próximos anos, inverter essa proporção por meio de investimentos em tecnologias e sistemas que melhorem cada vez mais a experiência dos usuários”, explica Antonio Avellar, o outro sócio do negócio.

Fundada em 2017, a Volanty foi o primeiro marketplace digital de carros seminovos do Brasil, conectando compradores e vendedores de forma eficiente e segura. “Após um ano de operação, temos um produto que atende a necessidade do mercado em que estamos inseridos, mas que pode ir muito além com o impulso dado pela monashees e Canary”, finaliza Avellar.

A Volanty é a maneira mais segura e mais prática para que particulares negociem um carro sem precisar ir até uma loja de usados. Para o vendedor, há a praticidade de não ter que ficar fazendo anúncios, agendar visitas e atender os interessados, além da enorme vantagem do veículo não sofrer depreciação no valor – o que nas concessionárias chega muitas vezes a 30%.

Outra vantagem é que o cliente só paga se o veículo for vendido pela plataforma – a Volanty fica com uma comissão de 7% sobre a negociação do carro. Apenas automóveis com até nove anos de vida e bom estado de conservação são aceitos em uma triagem, com inspeção presencial do veículo, sessão de fotos e distribuição do anúncio nas principais plataformas de vendas do país.

A expansão da Volanty não está limitada ao Rio de Janeiro. A empresa chega a São Paulo no início do segundo semestre deste ano e outros estados serão inaugurados na sequência.

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FGV: Objetos conectados à internet podem chegar a 25 bilhões em 2020

Estimativas apontam que em 2020, a quantidade de objetos interconectados passará dos 25 bilhões, podendo chegar a 50 bilhões de dispositivos inteligentes. Já o impacto econômico global deve chegar aos US$11 trilhões em 2025. Esses números mostram a força dos objetos conectados à internet no nosso dia a dia e como será isso no futuro e os seus efeitos sobre a sociedade serão debatidos no lançamento do novo livro publicado pela Editora FGV em parceria com a FGV Direito Rio, “A internet das coisas”.

Escrito pelo professor Eduardo Magrani, o livro será lançado no próximo dia 19 de junho, às 19h, na Livraria da Travessa, no Shopping Leblon, Rio de Janeiro, com um bate-papo com Eduardo Peixoto, do Instituto CESAR em Recife e a Caitlin Sampaio, da PUC Rio.

Com 95% do mundo coberto por redes de celular e 84% com acesso à banda larga, somado ao rápido crescimento das redes 4G e 5G, o mundo segue o caminho sem volta de estar cada vez mais conectado, e, assim como as pessoas, tudo a nossa volta também passa a estar “logado”. A Internet das Coisas é basicamente o termo para o aumento da comunicação das máquinas pela internet, o desenvolvimento de utensílios e microdispositivos que por sensores e outras tecnologias captam dados a partir de seu ambiente, tornando-se parte integrante da internet em prol das facilidades da vida moderna.

“Cada vez mais as informações que circulam pela Internet não serão mais colocadas na rede tão somente por pessoas, mas por coisas e algoritmos dotados de inteligência artificial que trocam dados e informações entre si, formando um espaço de conexões de rede e informações cada vez mais automatizado”, afirma Eduardo Magrani.

Contudo, há ainda um longo caminho pela frente: metade da po­pulação mundial permanece sem acesso à internet banda larga; é a mesma parcela de pessoas sem conexão no Brasil. Apesar do cenário, o horizonte é promissor para o avanço das tecnologias digitais no país, que tem um dos mercados mais relevantes no segmento tecnológico. O governo federal iniciou recentemente uma discussão acerca da Internet das Coisas – geralmente referida sob o acrônimo IoT (Inter­net of Things) – e, como resultado dessa discussão, um Plano Nacional para a IoT vem sendo debatido.

“Internet das Coisas” é uma rede de reflexões sobre novas tendências e direcionamentos das tecnologias da informação e para onde vamos com essa nova onda tecnológica.

Lançamento – A Internet das Coisas

Data: 19/06 – Hora: 19h

Local: Livraria da Travessa – Shopping Leblon – Avenida Afrânio de Melo Franco, 290 – loja 205A

Autor: Eduardo Magrani

Páginas: 192

Editora FGV – Preço : R$ 40 (impresso) e R$ 32 (e-book)

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SecureCircle e Fiandeira Tecnologia levam à CIAB FEBRABAN uma solução inédita para a proteção de dados não estruturados

SecureCircle e Fiandeira Tecnologia estarão juntas no maior congresso de tecnologia da informação para o setor financeiro no Brasil, o CIAB FEBRABAN, que acontecerá dos dias 12 a 14 de junho no Transamérica Expo Center, em São Paulo. O evento contará com um stand das empresas, onde será demonstrado o funcionamento de uma das mais recentes e inovadoras soluções de proteção de dados corporativos não estruturados. Bastante apropriada para o mercado financeiro e securitário, a tecnologia SecureCircle aplica a criptografia transparente para arquivos armazenados em qualquer localidade, habilitando a adoção de estratégias de nuvem de forma segura por parte das empresas, fácil e produtiva sem risco de perda da informação ou vazamento.

Lançada em 2017 e representada no Brasil pela Fiandeira Tecnologia, a SecureCircle é capaz de proteger informações sensíveis garantindo produtividade, segurança, visibilidade e controle de dados não estruturados, sem alterar o fluxo normal de trabalho e de forma transparente para o usuário. Isso é possível porque arquivos gerados por sistemas ou usuários sob o cuidado da SecureCircle são criptografados desde a origem. Além disso, trabalhos derivados destes arquivos estão protegidos e apenas usuários e dispositivos autorizados podem acessá-los.

“Trata-se de uma tecnologia extremamente simples de ser implementada, e que vem ao encontro de uma demanda ainda não atendida no mercado, que é a proteção de dados não estruturados. Essa é uma questão importante e de difícil gerenciamento para as empresas. Temos uma solução que contempla principalmente o mercado financeiro e que, além de inovadora, é simples, transparente e não modifica em nada o dia a dia de trabalho das empresas”, afirma Luis Figueiredo, da Fiandeira Tecnologia.

“A SecureCircle tem o prazer de apresentar sua solução inovadora para o mercado brasileiro. A parceria com a Fiandeira Tecnologia permitirá à SecureCircle responder localmente à demanda dos clientes e fornecer suporte local para a nossa solução”, disse o vice-presidente regional Carlos Liendo.

No stand das empresas no CIAB, os visitantes poderão ter acesso à interface do software com demonstrações de uso em tempo real e experimentar como seria trabalhar e executar ações do dia a dia sob a proteção da SecureCircle. Visitantes cadastrados concorrerão ao sorteio de um mini iPad!

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Transformação Digital: Sua empresa realmente está no caminho certo?

Por Freddy Pelucio

Quando questionadas sobre a jornada da Transformação Digital, praticamente todas as empresas afirmam ter iniciativas neste sentido, mas será que estão realmente no caminho certo? Ou estão apenas fazendo pequenas melhorias usando tecnologias inovadoras? Como saber se sua empresa está trilhando o caminho para a verdadeira Transformação Digital? A Transformação que deixará a organização totalmente alinhada e harmonizada ao Mundo Digital.

Para que a Transformação Digital seja real e efetiva, é necessário que seja transformadora! A “transformação digital” está mudando profundamente a sociedade onde vivemos e os mercados onde as nossas empresas atuam com uma rapidez nunca vista antes na história. As empresas devem transformar-se nesta mesma velocidade, mudando os processos produtivos, modificando os serviços existentes, criando novos ecossistemas, novos serviços, produtos e modelos de negócio, tendo como ponto central de sua estratégia a experiência do cliente, tornando-se uma empresa verdadeiramente digital. Trilhar o caminho da transformação digital, ou seja, passar a ter modelos de negócios digitais significa, necessariamente, passar por uma mudança radical dos processos organizacionais.

Para que a transformação seja uma a realidade, é fundamental que aconteça uma mudança de mindset cultural em toda a organização. É preciso repensar as ações dentro da estrutura e também revolucionar o seu próprio mercado. É necessário o despertar da criatividade e a inovação.

As abordagens derivadas do mundo do software estão se espalhando cada vez mais e parecem necessárias, dentro dos novos modelos organizacionais, para incentivar o trabalho em equipe e colaborativo entre os diferentes profissionais e habilidades de nossas empresas. Em contrapartida faz-se necessário adotar equipes e organizações separadas dentro da mesma empresa durante a jornada da Transformação Digital.

A existência de times distintos, trabalhando de forma bimodal, é imprescindível neste cenário, de forma que uma frente tenha foco no planejamento e execução das etapas definidas no plano da Transformação Digital, no amanhã, e a outra frente esteja focada na execução e manutenção dos processos e sistemas atuais, no hoje.

Um ponto crucial neste momento é o estabelecimento de parcerias estratégicas com empresas que detenham conhecimento das tecnologias necessárias alinhadas às necessidades do negócio. O apoio de um parceiro na condução do mapeamento e identificação do nível de maturidade destas empresas em relação às tecnologias disponíveis e quais são mais adequadas aos objetivos da organização, é um dos pilares de garantia da sustentação do Roadmap das ações de transformação. Além disso, o auxílio à identificação e priorização dos temas a serem abordados em planos de ação na jornada, de modo a garantir a convergência aos objetivos estratégicos da organização, é determinante.

A área da Tecnologia de Informação e Automação tem um papel fundamental e pode ser o grande facilitador desta operação. Este é o time que conduzirá as estratégias para aplicação e utilização das ferramentas necessárias para o cumprimento dos objetivos de negócio da empresa. Soluções como inteligência artificial, paperless, chatbot, APIs, machine learning, cloud, big data, analitycs, predictive & prescritive maintenance, real-time, OEE, Iot, CRM, customer experience, entre outras, não se traduzem em ações de transformação digital caso não sejam alinhadas aos objetivos estratégicos do negócio. Por este motivo a importância do parceiro que além de conhecimento de tecnologias, conheça o negócio do cliente.

Outro ponto importante é que a Transformação Digital nas indústrias automobilísticas deve atuar em duas frentes: dentro da fábrica, com foco na excelência operacional do processo produtivo, e fora dela da fábrica, com ações 100% focadas na experiência do cliente.

Dentro da fábrica, soluções integradas que possibilitem avaliação de indicadores em tempo real, integração da cadeia de fornecedores às montadoras, descentralização dos processos decisórios, sistemas modulares, digitalização, manufatura ágil, entre outras, são exemplos das ações necessárias que devem ser tomadas internamente sempre orientadas aos objetivos de negócio para construção da transformação digital.

Ao mesmo tempo, do lado de fora da fábrica, os objetivos, processos e soluções devem ser totalmente orientados à experiência do cliente, isto porque o veículo não é mais somente um bem de consumo e sim um provedor de serviços e satisfação aos usuários.

E para que esta integração entre o cliente e a manufatura ocorra de forma eficaz, inteligente e na velocidade necessária, processos digitais são essenciais.

Muitos acreditam que já estão dentro dessa jornada, mas infelizmente estão apenas aperfeiçoando alguns processos de maneira não digital e não verdadeiramente investindo em Transformação Digital com um plano, objetivos e caminhos bem definidos. E então? Sua empresa, está no caminho certo para a Transformação Digital?

Freddy Pelucio, Executivo de Negócios – empresa do Grupo Engineering, multinacional italiana líder em Transformação Digital

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Grupo Movile quer ampliar área de tecnologia e contratar mil profissionais até março de 2019

Para ajudar a conquistar o sonho de impactar a vida de 1 bilhão de pessoas, o grupo Movile, um dos líderes globais de marketplaces móveis, irá contratar 1000 profissionais em tecnologia até o final de seu ano fiscal, que acontece em março de 2019. A empresa já conta com 1600 funcionários em 15 escritórios espalhados por sete países e quer expandir sua atuação, chegando a quase 3 mil colaboradores.

A área de tecnologia, uma das responsáveis pela ampliação da empresa, está em busca de profissionais em nível pleno e sênior e os contratados serão direcionados para uma das 12 empresas que fazem parte do grupo, entre elas: iFood, Zoop, PlayKids, Wavy, Sympla, Rapiddo e Superplayer. Entre os profissionais procurados, estão desenvolvedores, arquitetos de software e profissionais com experiência em produto.

Segundo a Diretora de Gente da Movile, Luciana Carvalho, por conta da constante expansão das empresas, todas as unidades de negócios estão em crescimento exponencial, e cada vez mais é necessário ter um time maior e ainda mais robusto, que consiga dar vazão a todas as ideias, iniciativas, melhorias e novos projetos do grupo. “Até o momento, mais de 400 profissionais em tecnologia já foram contratados para integrar o time de alguma das empresas do grupo, ou para trabalharem na própria Movile. Precisamos construir times que consigam preparar todas as nossas soluções (internas e externas) para acompanharem o crescimento dos negócios, garantindo segurança, escalabilidade e sustentabilidade de todos os aplicativos e plataformas”, afirma.

As vagas disponíveis, em sua maioria, estão nas áreas de Desenvolvimento Back-end, Front-end e Mobile (Android e iOS), além de áreas como Data Science e Produto, que também abrirão muitas vagas durante o ano. Todas as oportunidades são para os escritórios de São Paulo, Campinas, Belo Horizonte (MG), Rio de Janeiro (RJ) e Porto Alegre (RS), e os interessados precisam ter, no mínimo, 5 anos de experiência no mercado.

“Os engenheiros terão contato com as melhores tecnologias do mercado, além de participar efetivamente de todo o ecossistema que a Movile oferece para incentivar e estimular o crescimento desses profissionais. Os contratados receberão, além dos inúmeros benefícios que a Movile traz, como ambiente aberto a riscos e inovação, oportunidade de crescimento acelerado com o apoio de iniciativas como a Academia Movile, que oferece treinamentos para todo o grupo e a participação nos melhores e maiores eventos de tecnologia do Brasil e do mundo”, finaliza.

Para os interessados em se candidatar em qualquer uma das vagas abertas pela Movile, a empresa criou o HighTech, um banco de talentos unificado que busca atrair e recrutar desenvolvedores para todas as empresas do grupo. Ao longo do ano, todas as vagas serão disponibilizadas pelo site http://jobs.kenoby.com/movile. Além disso, vale acompanhar as páginas das empresas no LinkedIn para ficar por dentro de todas as novidades.

Os profissionais podem encontrar mais informações sobre as vagas disponíveis pelo site oficial da Movile ou cadastrar o currículo no HighTech, banco de talentos unificado que busca atrair e recrutar desenvolvedores para todos as empresas do grupo. Além disso, os talentos podem conferir as vagas de cada uma das empresas pelos sites: PlayKids, Wavy, Rapiddo Marketplace, iFood, Sympla, Maplink, Rapiddo Entregas, SuperPlayer e Zoop.

Dentre os perfis que a Movile busca, estão:

Profissionais que gostem de negócios: Desenvolvedores e engenheiros que ultrapassem a barreira técnica e consigam conversar, de igual para igual, com as pessoas que estão na ponta do negócio. Esses profissionais precisam ser muito bons em tecnologia e também entender muito sobre o nosso business para conseguir trabalhar com prioridades, assumir riscos e argumentar se algo é bom ou não.

Estudiosos: O grupo Movile está a todo momento aprendendo algo novo, estudando uma nova tecnologia e pensando como trazê-la para nossa realidade. Precisamos de pessoas que tenham a habilidade de aprender rápido e que consigam trazer essas teorias para a realidade dos nossos negócios.

Empreendedores: Valorizamos muito o senso de dono e o foco em resultados!Todos na empresa têm muito espaço para tomar riscos, pensar em novas iniciativas e aplicá-las. Nossos times precisam ter uma cabeça empreendedora para enxergar novas oportunidades e aproveitá-las.

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7 dicas para quem quer fundar uma startup

Dois em cada três jovens brasileiros desejam empreender, mas a maioria não sabe por onde começar, segundo uma pesquisa da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro divulgada este ano. Pensando nisso, a Udacity estruturou um passo a passo simples sobre como escolher uma ideia, definir seu segmento de clientes, validar hipóteses, criar um produto mínimo viável, estruturar seu pitch e arrecadar fundos, além de montar a equipe ideal.

Confira as dicas de Renata Goldfarb, gerente de produtos responsável pelo curso Nanodegree Startup Founder da Udacity — conhecida como a Universidade do Vale do Silício:

1º passo: escolha uma ideia

Para definir seu ponto de partida, a ferramenta mais recomendada é o Canvas. Ele possui 9 componentes a serem respondidos ao longo do processo de criação da sua startup: proposta de valor, segmentos de mercado, canais, relacionamento com clientes, atividades-chave, recursos-chave, parcerias-chave, fontes de receita e estrutura de custos.

Nesse primeiro passo, comece pela proposta de valor: ela te ajudará a definir o foco do seu negócio, que deve ser disruptivo. Ela normalmente é construída em cima de uma frase inspiradora, que se inicia com um verbo e esclarece todo o objetivo do negócio.

Caso você ainda não possua uma ideia, é possível começar a pesquisar problemas existentes que você tem interesse em resolver. Também é importante saber qual é o tamanho do seu mercado, compreendendo qual será a demanda para a sua solução. Se o seu mercado total disponível não é de mais de R$ 1 bilhão, por exemplo, você provavelmente não terá uma ideia competitiva o suficiente para participar de rodadas de investimento.

2º passo: defina seu segmento de clientes

Em seguida, é preciso saber — da forma mais precisa possível — qual é o segmento de clientes em que você irá atuar. Para isso, é preciso criar a sua “persona”: um detalhamento minucioso de quem será o cliente típico que consumirá seu produto ou serviço, passando por informações como comportamento, características demográficas, motivações, objetivos, desafios e preocupações.

Em adição a isso, também é preciso se atentar ao Job to be done. Segundo o professor de Harvard Clayton Christensen, quando alguém compra um produto, sua intenção é “realizar um trabalho específico”. Ou seja, o cliente tem uma necessidade a ser resolvida que, geralmente, está ancorada em características funcionais, emocionais, pessoais ou sociais.

3º passo: valide hipóteses

Esta é uma fase de pura pesquisa, na qual você precisará ouvir empaticamente o seu potencial cliente — no ambiente dele —, entendendo também se a operação será B2C ou B2B. O objetivo é encontrar o Product market fit, ou seja, a relação e conexão entre a sua ideia e o cliente.

Existem três perguntas a serem respondidas durante esta etapa: “quais as dores que o cliente sente?”; “quais os ganhos que minha proposta de valor gera para ele?”; e “quais as tarefas necessárias para que isso aconteça?”.

Após esse levantamento, pode ser que você perceba que a sua hipótese estava parcial ou totalmente incorreta. Mas não desanime: essa descoberta é essencial para que você retome o seu Canvas e adapte-o. Quanto antes você identificar isso, mais próximo você estará do que é uma startup, segundo Steve Blank: “Startup é uma organização temporária projetada para buscar por um modelo de negócios escalável e repetível, que atua num ambiente de extrema incerteza”.

4º passo: crie o MVP (produto mínimo viável)

Criar o seu primeiro MVP também deve estar entre as prioridades de quem deseja fundar uma startup. O seu produto mínimo viável, inclusive, pode ser algo bastante simples, de baixa fidelidade, ou até mesmo uma landing page do produto. Trata-se de um protótipo que será utilizado para validar as hipóteses definidas na etapa anterior — por isso, esses dois passos devem acontecer, preferencialmente, de forma simultânea.

Aqui já é, também, o momento ideal para definir modelo de receita e estrutura de custos, de modo que você comece a entender como vai ganhar dinheiro. Importante: você já pode começar a monetizar desde o primeiro dia com o seu MVP, comprovando que o negócio é viável.

Após essa fase de validação, pode existir a necessidade de pivotar sua ideia, isto é, mudar o seu modelo de negócios a fim de adaptá-lo à necessidade do seu cliente.

5º passo: estruture seu pitch

Pitch nada mais é do que uma apresentação curta, de 3 a 5 minutos, realizada com o objetivo de despertar o interesse de quem está te ouvindo. De forma sucinta, ela explica qual problema a sua startup está disposta a resolver, qual o seu diferencial na comparação com as demais ideias e como você vai ganhar dinheiro com isso.

Em competições, apresentações e eventos, existem dois tipos mais comuns: o pitch em si, apresentado de forma verbal, e o “pitch deck” — um material mais completo, enviado para o investidor entender sozinho tudo que contempla seu negócio. Entre os tópicos mais comuns, o empreendedor pode abordar temas como problema a solucionar, vantagens do produto ou serviço, entendimento do mercado, modelo de negócio, investimento necessário, teste com usuários, etc.

6º passo: arrecade fundos

Já ouviu falar em FFF (family, friends and fools)? Uma rede composta por familiares, amigos e pessoas que acreditam na sua ideia pode te ajudar durante o processo de levantamento de capital, especialmente enquanto ainda não há investidores-anjo interessados no seu negócio.

Essa é uma etapa importante para que você passe a ganhar tração, isto é, consiga alcançar as métricas estabelecidas para medir o sucesso da sua ideia (acessos ao site, geração de leads, vendas, etc.). Em resumo, o investimento no seu negócio em algum momento se tornará imprescindível para você continuar crescendo.

Bônus: monte a equipe ideal

Em linhas gerais, um empreendedor que atua de forma individual dificilmente consegue se virar sozinho: além da criação de uma startup ser um processo bastante demandante, há diversas habilidades técnicas e comportamentais que ele provavelmente não possui, mas pode complementar a partir de um ou mais sócios. Além disso, uma equipe composta por pessoas com perfis complementares é algo muito valorizado por investidores e aceleradoras.

Para garantir essa homogeneidade da equipe e encontrar profissionais realmente bons e engajados, é válido participar de meetups e eventos, conversar com empreendedores mais experientes e até mesmo montar uma rede de mentores que podem te ajudar nesse processo — ou seja, aumentar seu networking.

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