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WatchGuard Technologies adquire a Datablink e adiciona autenticação avançada ao portfólio de segurança

A WatchGuard® Technologies, líder em soluções para segurança wireless e segurança avançada de redes, anunciou hoje que fechou a aquisição da Datablink, uma fornecedora líder de soluções de autenticação avançada e de soluções de eBanking para instituições financeiras brasileiras. Esta aquisição estende o portfólio de segurança da WatchGuard para além da segurança wireless e de rede, permitindo que a empresa forneça autenticação avançada para qualquer empresa, independentemente do tamanho ou da especialidade técnica.

Segundo o Relatório de Investigações de Violação de Dados de 2016, 63% das violações de dados confirmadas envolveram vulnerabilidades causadas por senhas fracas ou roubadas, provando que autenticação forte é um componente essencial para se abordar na segurança de dados de qualquer empresa. Com esta transação, a WatchGuard procura prosseguir com o sucesso da Datablink em proteger as transações financeiras no Brasil, além de avançar com a plataforma de autenticação corporativa da empresa para torná-la mais acessível ao mercado SMB, além de empresas multinacionais.

“O mercado de eBanking no Brasil é e continuará sendo uma área de investimento estratégico da WatchGuard”, declarou Prakash Panjwani, CEO da WatchGuard. “Reconhecemos a natureza especializada das relações com clientes já existentes da Datablink, e estamos 100% comprometidos em mantê-las com investimento contínuo em soluções de eBanking para o mercado brasileiro. Estamos ansiosos para investir na continuidade das fortes relações que a Datablink estabeleceu no decorrer dos anos com várias empresas de serviços financeiros no Brasil.”

“A grande reputação da Datablink de proteger o setor bancário brasileiro, foi parte do motivo do interesse criado pela WatchGuard em nossa empresa e nossas tecnologias”, disse Alexandre Cagnoni, CEO e CTO da Datablink. “Fazendo parte da WatchGuard, nossos valiosos clientes no setor bancário brasileiro aproveitarão de um crescimento nos investimentos e benefícios de suporte ao fazermos parte de uma empresa maior. Estamos ansiosos para continuar crescendo com esses clientes nos anos que estão por vir.”

Com esta transação, a WatchGuard também poderá adicionar autenticação avançada ao portfólio da empresa, para soluções de segurança projetadas especificamente para revendas através do premiado ecossistema de canais, visando ambientes SMB, distribuídos e de multinacionais.

“Nosso objetivo com esta transação foi de adicionar um novo elemento essencial ao nosso arsenal em soluções de segurança para Wi-Fi e rede, além de criar uma parceria com um fornecedor de autenticação avançada cujas soluções se alinham e apoiam diretamente nossa missão de tornar a segurança de nível corporativo acessível para empresas de todos os tamanhos”, disse Panjwani. “Não poderíamos estar mais felizes com o novo capítulo que esta aquisição representa.”

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Tracksale promove a 4ª edição do CX Summit em São Paulo

A Tracksale, empresa que oferece uma solução tecnológica para melhorar a experiência de compra, promove a quarta edição do CX Summit, maior evento sobre experiência do cliente do Brasil, no dia 28 de setembro, das 7h30 às 19h, no Theatro Net São Paulo.

Os participantes terão um dia de imersão com troca de conhecimento sobre as melhores técnicas para aprimorar o relacionamento entre as empresas e consumidores. De acordo com Tomás Duarte, idealizador do evento, o objetivo é que elas possam se inspirar nos cases de sucesso e que se conectem com outros profissionais e corporações que estão inovando com os seus clientes.

“O conceito de customer experience já faz parte do DNA de grandes companhias nos países europeus e nos Estados Unidos, mas o Brasil ainda é muito carente de práticas que melhorem efetivamente a relação marca e consumidor. Quem nunca teve que fazer uma reclamação no Procon ou Reclame Aqui? Por este motivo, realizamos o CX Summit para mostrar a importância e o retorno que as corporações têm ao investir em estratégias de relacionamento com o consumidor. Queremos aproximar as empresas que oferecem soluções para as companhias que necessitam dessas inovações”, afirma Duarte.

Já consolidado como o maior evento sobre o tema, o CX Summit chega a sua 4ª edição, tendo passado por São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte em 2016. Nas últimas edições, estiveram no palco empresas que já se destacam no ramo, como Zendesk, Mercado Livre e Nubank. Este ano serão dois palcos com 16 palestras simultâneas e presenciais, e mais um bônus de 10 entrevistas digitais com conteúdo exclusivo, e todas serão gravadas e divulgadas apenas para os participantes.

Dentre alguns dos confirmados estão Murilo Gun, da Creativity Teacher da Keep Learning School; Gustavo Caetano, CEO da Samba Tech; Tomás Duarte, CEO da Tracksale; Cláudia Vale, CEO da EID Institute e FLWOW!; Tatiana Pezoa, CEO da Trustvox; Lincoln Murphy, Customer Success Consultant; e Renato Camargo, Head de Marketing/Loyalty no Grupo Pão de Açúcar e Manoel Carlos.

Além disso, empresas como Sympla, Max Milhas, Zendesk, Endeavor, Cubo Coworking, Banco do Brasil, Evnts, Hotmart, Seculus, Expedia e outras grandes marcas também serão representadas no evento.

O público será composto majoritariamente por participantes que ocupam cargos como heads, gerentes, diretores e C-levels e eles terão contato com importantes estratégias, ferramentas e soluções que irão ajudar suas empresas a melhorar a satisfação dos seus clientes. Temas como Fidelização, Inovação e Retenção de clientes também serão pautas abordadas pelos palestrantes.

Os ingressos variam de R$ 807,50 (grupo) a R$ 1.150,00 (individual). Os interessados podem acessar o site ou a página do evento na Sympla. Para aqueles que queiram patrocinar o CX Summit, basta entrar em contato com os organizadores da Tracksale por meio do e-mail ou portal.

A programação do Customer Experience Summit e informações sobre inscrições são encontradas no portal: cxsummit.com.br/

Customer Experience Summit (CX Summit)

Data: 28 de setembro
Local: Theatro Net São Paulo – Shopping Vila Olímpia.
Endereço: R. Olimpíadas, 360 – Vila Olímpia, São Paulo – SP
Site: cxsummit.com.br/

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11 dicas para comprar o smartphone certo para o Dia dos Pais

© Fernando Coelho 2015

Por Samir Vani

Quem não gostaria de ganhar um smartphone? Pois o Dia dos Pais está chegando e um celular é o tipo de presente que muitos filhos pensam em comprar. Mas, com tantos modelos e configurações, como fazer a escolha certa? Antes de colocar a mão no bolso, é preciso estar atento a algumas questões importantes, para que a alegria de ganhar um presente assim não se transforme em desilusão na hora de utilizar o equipamento.

Como aconteceu com os carros num passado não muito distante, existia basicamente apenas um modelo de smartphone para todos os usos e gostos. Atualmente, os fabricantes têm colocado à nossa disposição uma variedade incrível de modelos. E qual o motivo? As pessoas têm necessidades diferentes. Para começar, seu pai utilizará o smartphone para o trabalho? Nesse caso, muito provavelmente você terá necessidades como maior tamanho de tela para leitura de emails. Caso passe todo o dia sem poder carregar seu smartphone, a maior necessidade será um modelo com grande autonomia… É um papai recente? É grande a chance de uso intenso de fotografias. Nesse caso, busque um produto com um bom sistema de cêmera, lente, processador… Enfim, aproveite a grande disponibilidade e não deixe isso te confundir…

Identifique o uso principal
O primeiro passo para a escolha correta é escrever uma pequena lista de 3 principais usos de seu smartphone. Seu pai adora fotografar? Gosta de ver filmes e videos no celular? E-mails? Leitura? Priorize o tamanho da tela, hoje existem produtos com telas de até 6 polegadas. Seu pai trabalha muito na rua? Tem uso constante do aparelho? Priorize aparelhos com grande bateria, e voce encontrará modelos que possuem baterias de 4000mAh, e que promotem autonomia de até 2 dias sem carregar. Usa apenas para mandar mensagens em redes sociais, por exemplo? Para apenas troca de mensagens, uso de redes sociais ou mesmo utilizar jogos casuais, por exemplo, é possível utilizar um aparelho menos robusto e mais baratos. Provavelmente, muitos pais utilizarão funções que não demandam muito do equipamento.
Veja alguns pontos importantes para você prestar atenção no momento da sua compra

Memória para armazenamento é essencial
É muito chato ter que ficar apagando com frequência fotos, vídeos e até aplicativos, por conta de falta de espaço no smartphone. Isso sem falar na lentidão no uso de um aparelho sobrecarregado. Vários modelos com Android (o sistema mais popular) têm 4 GB. Mas isso é pouco. Para começar, o sistema operacional vai abocanhar boa parte disso. Com aplicativos que já virão instalados (e muitos deles não podem ser removidos) sobra pouco para as atualizações automáticas e para novos apps. Ou seja, procure aparelhos com mais de 8 GB.

Memória RAM
Como nos computadores, a memória RAM também é um componente importante para o desempenho dos celulares. Mas, ao contrário de um desktop, não é possível “espetar” mais um pente de memória e fazer um upgrade. E esse item na configuração é importante para o desempenho do aparelho. Resumindo, de preferência, escolha um modelo com 1 GB ou mais.

Sistema operacional
O Android, do Google, é disparado o sistema mais utilizado em todo mundo. Cerca de 86% dos aparelhos usam esse software, de acordo com o instituto IDC. Por isso, é grande a possibilidade de que seu pai já esteja familiarizado com sua interface e recursos, seja por conta de já ter um aparelho ou por ver o sistema em um modelo de um amigo ou mesmo parente. Lembrando que a versão mais nova do Android é a 7, também chamada de Android N. Na sequência, aparece o iOS, sistema operacional do iPhone, na casa dos 12%, e o Windows Phone, com menos de 1% do mercado (e menor quantidade de aplicativos disponíveis). Vale lembrar que a versões mais recentes dos sistemas operacionais têm soluções melhores para o gerenciamento dos componentes.

Tamanho de tela
Atualmente é possível encontrar modelos com telas de mais de 5 polegadas. Eles são ótimos para quem quer ver um filme ou mesmo navegar na internet, por exemplo, e traz muito conforto no seu uso pela facilidade na leitura. Mas, às vezes, podem ser desconfortáveis para quem valoriza a portabilidade. Pense qual dessas duas características será mais importante para o seu pai na hora da escolha. Verifique sua lista de prioridades.

Bateria
A duração de bateria é um dos itens mais importantes para quem usa bastante o smartphone. Afinal, não adianta ter um aparelho “poderoso”, mas que rapidamente fica sem energia. Dê preferencia a aparelhos mais econômicos, e que podem durar um dia todo. Para isso, verifique a capacidade da bateria, mas dê atenção também à autonomia. Comparando com um carro, o tamanho do tanque é importante, mas o quanto ele faz por litro, também. Processadores mais modernos, por exemplo, permitem maior tempo de bateria. A medida relacionada às baterias é o mAh, e, para quem busca um número de referência, a princípio, a partir de 2600 mAh a bateria já é adequada.

Processador
O Processador é o motor do seu smartphone, e vem avançando muito a cada ano, valorize processadores mais recentes, pois possuem arquiteturas mais modernas, consomem menos energia e permitem uma melhor experiência de uso. Esses processadores também trazem funções de multimídia aprimoradas, como melhor tratamento de suas fotos, uma das funcionalidades mais pedidas hoje em dia. E têm maior capacidade para lidar com vários aplicativos e usos mais intensos. Faça uma pesquisa na internet sobre isso antes de escolher o modelo, verifique novamente sua lista e julgue se seu pai necessitará de um grande motor ou um mais simples.

Câmera
Quanto mais megapixels, melhor a resolução e a qualidade das imagens. Mas isso não é tudo quando o assunto é foto. Vale estar atento também a questões como a presença de flash (ideal para imagens noturnas). Como já comentado, hoje existem várias funcionalidades para o melhor uso das câmeras. E isso o ajudará bastante a caprichar na selfie.

Conexão de dados
Prefira os modelos com conexão 4G, que oferecem maior velocidade de acesso à internet. Mesmo que não haja essa rede disponível na região, eles também são compatíveis com o 3G.

Um ou dois chips?
Ter um aparelho “dual chip” é uma boa. Pois seu pai pode utilizar mais de uma operadora em um só aparelho, além de ter linhas para finalidades específicas (trabalho e uso pessoal, por exemplo).

Preço
Existe uma grande variedade de preços também, Mas é possível encontrar ótimos modelos em uma faixa intermediária de preço (abaixo dos R$ 1.000), com recursos que dão conta do recado para a maioria das necessidades dos pais tradicionais, e com propósitos bastante claros de uso.

Samir Vani é country manager no Brasil da MediaTek, empresa multinacional que fabrica processadores para smartphones

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O que é preciso saber sobre contratos societários em startups

Apesar da crise, o ecossistema brasileiro de startups cresce a todo vapor. Segundo dados da levantados pela ABS (Associação Brasileira de Startups), até o final de 2015, o número de empresas em desenvolvimento chegava a 4.151, contabilizando crescimento de 18,6% num período de seis meses. Porém, nem todas se estabilizam. Um estudo realizado pela aceleradora Startup Farm aponta que 74% das startups brasileiras fecham após cinco anos de existência e 18% delas antes mesmo de completar dois anos. Segundo o advogado Rodrigo Valverde, sócio do Schroeder&Valverde, um dos motivos que levam ao fechamento são os conflitos entre os sócios e a desvalorização no mercado.

Algumas medidas, como a discussão e revisão do contrato social, podem ser tomadas entre os fundadores e sócios para garantir a estabilidade da empresa. Abaixo, o especialista listou as dúvidas recorrentes sobre contratos societários e o que eles devem conter para que parte dos problemas sejam previstos em startups. Confira:

– Dedicação dos fundadores e executivos

É preciso estar bem claro no contrato se os fundadores e diretores serão exclusivos ou se trabalharão meio-período até que a empresa atinja um nível capaz de pagar uma remuneração adequada a eles. O desalinhamento de expectativas entre o tempo e disponibilidade que cada sócio vai dedicar ao negócio costuma ser fonte de discussões e problemas.

– Cláusula non-compete

Um ponto importante é deixar claro se após ou durante o término da relação societária/contratual, o sócio poderá atuar no mesmo segmento da empresa criada.

– Cláusula non-solicitation

Aqui fica claro se o fundador poderá convidar pessoas do time para trabalhar em outros projetos, durante ou após o término da relação societária/contratual.

– Afastamento do fundador

Independentemente do motivo, as consequências para esta hipótese precisam estar bem detalhadas. Na maioria das vezes, existe a compra da participação societária, mas não ficam definidos o critério para avaliação da empresa – e da participação do sócio que se retira. Parte dos critérios utilizados em negociações recorrentes, como múltiplo de Ebitda, ou valor patrimonial ou valor contábil, não se aplicam a startups. Também por isso é importante que a discussão sobre a forma de avaliar a participação dos sócios deve ser o mais simples e objetiva possível. O critério também deve ser escolhido antes da briga ou da saída do sócio, nunca no calor da emoção do momento.

– Saída e entrada de sócios

Os critérios para considerar a entrada de um novo sócio, que pode ser fundamental para o negócio, e também para decidir a saída de alguém que não esteja mais alinhado com o projeto, são pontos que devem constar nos contratos societários.

– Aporte de capital

Qual será a forma de diluição e recomposição de participação societária, a partir da entrada de recursos na companhia e das entregas feitas pelos executivos e fundadores.

– Diluição de fundadores por executivos

Na empresa, se existe intenção de premiar ou recompensar executivos com um programa de compra de ações e engaja-los no projeto, deve estar claro quais as medidas, percentual e critérios para a concessão deste benefício.

Rodrigo Valverde é advogado com mais de 11 anos de experiência no setor.

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Conviso fecha parceria com a IBM para fomentar mercado de segurança de aplicações

A Conviso, empresa brasileira focada 100% no mercado de segurança de aplicações, fechou parceria com a IBM, companhia referência mundial em soluções de TI, para fomentar o setor no Brasil. Com o acordo, as duas empresas juntam forças para ajudar o mercado a ter suas aplicações (programas de computador) bem mais protegidas contra ataques cibernéticos. A parceria contempla tanto a prestação de serviços da Conviso para a gestão de vulnerabilidades de aplicações quanto ao fornecimento da ferramenta de análise de segurança IBM Security AppScan.

“Como especialistas que somos, antes de fechar a parceria, nos certificamos que a solução IBM atende muito bem o mercado brasileiro, com alta qualidade e baixo custo, e pode ajudar muito as empresas, inclusive as pequenas e médias. Mas vale ressaltar que ferramentas sem especialistas não trazem os resultados esperados”, explica Wagner Elias, CEO da Conviso.

Esse formato de parceria é muito utilizado pela IBM em diversos mercados pelo mundo. “É um acordo que nos consolida como uma empresa referência neste mercado”, pontua Elias.

“O mercado, tanto mundial quanto o brasileiro, vive um momento de extrema exposição a ataques cibernéticos, vide os recentes ataques em massa WannaCry e Petya. O mundo é cada vez mais digital e, portanto, dependente do bom funcionamento das aplicações, sejam elas corporativas ou pessoais. Sem uma proteção adequada, essas aplicações serão a porta de entrada para fraudes, roubos e diversos tipos de ameaças as pessoas e as corporações. Temos convicção que a parceria IBM e Conviso abre uma nova perspectiva de proteção mais eficiente para todas as empresas!”, afirma André Pinheiro, Executivo de Parcerias de Segurança da IBM América Latina.

Para Elias, as vulnerabilidades podem expor informações confidenciais, causando impactos financeiros sérios nas organizações. “Uma empresa pode perder receita ou ter significativos prejuízo se não estiver atenta à segurança de suas aplicações. Incidentes como fraudes por meios digitais, vazamentos de informações confidenciais e violação da privacidade de dados pessoais de clientes são algumas das intempéries que podem estar sujeitas estas empresas”, explica.

Com sede em Curitiba, a Conviso nasceu devido a uma necessidade de mercado. Na época de sua fundação, o Brasil ainda não contava com consultorias de nicho altamente especializadas em segurança de aplicações. Então, com base em um modelo americano, a empresa surgiu com o objetivo de fornecer suporte e tecnologia necessários para proteção contínua de recursos computacionais essenciais ao negócio dos clientes. A Conviso acompanha os processos desde o início, apontando quais são os caminhos mais seguros para construir um software, plataforma web ou aplicativo. A empresa também realiza diagnóstico de sistemas, apontando vulnerabilidades e oportunidades de melhorias de segurança que podem ser aplicadas.

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Tecnologia disruptiva a favor do consumidor

Por Paulo Ferezin

Novas tecnologias, mudanças constantes no comportamento do consumidor, crises econômicas, novos canais de comunicação e vendas… O setor de varejo e bens de consumo sofreu inúmeras transformações ao longo dos anos, com impactos significativos que que afetaram empresas em todos os segmentos. E tem mais: não há nenhum sinal de desaceleração! Na verdade, o ritmo das mudanças provavelmente aumentará.

Entretanto, isso não é uma má notícia para aqueles que se preparam para as oportunidades. As novas tecnologias, as reformas regulatórias e um ambiente econômico transformado, combinado com a mudança das necessidades, expectativas e dados demográficos dos consumidores, criaram oportunidades incomparáveis para os varejistas com modelos de negócios disruptivos que irão mudar fundamentalmente a maneira de vender e comprar.

Diante desse cenário, os CEOs (Chief Executive Office) do setor de varejo e bens de consumo estão enxergando a necessidade de inovar. De acordo com a pesquisa CEO Outlook 2017, realizada pela KPMG, os presidentes de companhias do setor priorizam as novas tecnologias (16% em comparação com 10% do resultado dos outros setores que fazem parte do estudo) e novos concorrentes/ disruptores (11%) como principais fatores para o impacto do crescimento nos próximos três anos.

Além disso, os participantes concordam que são efetivos na detecção de sinais de mercado (80% em comparação com 64% da amostra geral), entretanto, eles estão preocupados com o fato de a organização não possuir competências e processos inovadores para responder a uma rápida disrupção (80% em comparação com 50%). Outro item de preocupação para o segmento é que apenas 46% dos participantes do setor de varejo e bens de consumo da pesquisa realizada pela KPMG afirmam que a organização que preside está buscando acompanhar a taxa de inovação tecnológica na área.

Quando falamos sobre consumidores, 31% dos CEOs do varejo e bens de consumo indicam a incapacidade de identificar os millenials como o principal desafio para relacionamentos com os clientes, seguido da incapacidade de segmentar setores de crescimento/ grupos demográficos nos mercados domésticos (18%). Esses dados se tornam mais expressivos quando comparados com a Top of Mind, outra pesquisa realizada pela KPMG, essa com o apoio da Consumer Goods Forum. De acordo com esse levantamento, que ouviu cerca de 550 executivos do setor de varejo e bens de consumo, 36% dos participantes disseram que a confiança e a fidelidade do cliente são as principais prioridades para próximos dois anos. Além disso, 74% disseram que a confiança e a fidelidade do cliente são de importância “grande a decisiva” para o sucesso a curto prazo. Por outro lado, 39% deles admitem que, com relação à personalização da experiência do cliente, os recursos de suas empresas variam de insatisfatórios a razoáveis.

Esses dados se apresentam como um sinal de alerta para o setor, já que os consumidores de hoje estão exigindo maior conveniência, valor e uma experiência incrível. Essas três tendências-chave estão causando disrupções em uma escala sem precedentes nos mercados e modelos de negócios existentes.

As empresas que respondem a essa nova realidade estão sendo recompensadas – muitas vezes generosamente. Já quem ainda não se adaptou está ficando para trás e correndo sérios riscos.

Paulo Ferezin é sócio da KPMG no Brasil

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T-Commerce – A tecnologia do futuro – Por Anselmo Martini

O mercado de T-Commerce, por sua natureza tecnológica aliada a parte criativa dos conteúdos que incluem filmes, seriados, comerciais e as mais variadas produções independentes, permite abrir um novo espectro de possibilidades que inevitavelmente deve mudar a maneira de pensar e consumir, levando o mercado a um novo patamar.

Com o constante e rápido desenvolvimento de soluções, em específico no mercado de entretenimento, em breve todas as empresas de tecnologia relacionadas a área de e-commerce, conteúdo, plataforma, geração de dados e informação estarão de uma forma ou outra vinculadas ao conceito de T-Commerce, seja por meio de sua própria tecnologia ou por licenciamentos e parcerias.

A capacidade de adequar-se as necessidades das empresas e pessoas é fundamental tanto para a monetização quanto para a popularidade desse recurso, como uma nova opção no mercado. Especificamente no segmento brasileiro de audiovisual essa é uma tecnologia que será uma grande ferramenta para produtores independentes oferecerem as marcas e empresas como uma das principais contrapartidas por patrocínios, indo além do que é entregue hoje, gerando uma oportunidade de monetização até então inexistente. Assim, as empresas passam a ter não apenas a compensação fiscal, mas uma receita efetiva e conforme o produto e plataforma de distribuição disponível atingindo ótimos níveis de retorno.

Por se tratar de um assunto extremamente novo no país para os profissionais de diversas áreas, ainda não existe uma regulamentação específica, portanto é um campo a ser explorado em todos os aspectos e, de certa maneira descoberto, visto as inúmeras possibilidades que oferece.

Existem diversas formas de desenvolver este mercado, seja usando tecnologias já conhecidas, como o chamado 2nd screen, em tradução livre “segunda tela”, trata-se de um aplicativo que reconhece a imagem por som e sinaliza o produto que aparece na TV ou em outro aparelho disparando uma mensagem, por exemplo, em um aplicativo de celular ou tablet; ou por meio de outras alternativas mais interativas e imediatas para o consumidor.

Um dos pontos mais interessantes de uma tecnologia de T-Commerce é o grau de interatividade com o espectador/consumidor e as capacidades oferecidas, como a possibilidade de colocar produtos/serviços em um carrinho, navegar entre as opções de forma interativa e rápida, concluindo a compra ou reservando o produto para adquiri-lo após o programa. Dessa maneira, é possível passar de espectador para consumidor e de volta para espectador, tudo em poucos cliques.

A demanda e exigência cada vez maior do público consumidor obriga que as novas plataformas e tecnologias relacionadas ao T-Commerce sejam altamente flexíveis e polivalentes para atender os interesses e desejos do espectador e dos clientes, seja em plataformas e emissoras de TV ou marcas e empresas que investem para a venda de produtos, serviços e anúncios.

O desenvolvimento de tecnologias que integrem conteúdos, produtos e e-commerce é a tecnologia do futuro e o caminho que o T-Commerce segue. Cada vez mais a melhor solução é aquela que é menos invasiva, disponível imediatamente com cada vez menos cliques e mais precisão e que entregue aquilo que se propõe com a máxima velocidade e qualidade.

Analisando o mercado brasileiro em geral, infelizmente estamos presos a questões burocráticas, tributárias e normativas ficando para trás de outros países em que o empreendedorismo é, em regra geral, mais acessível. Porém, a grande vontade e inabalável persistência dos empresários brasileiros agregado ao potencial latente do mercado é algo que sobressai, sempre atraindo interesse tanto nacional como internacional. O tempo dirá se isto ocorrerá, porém o T-Commerce está se desenvolvendo e se fortalecendo de forma permanente para marcar presença e tornar-se algo comum no mercado brasileiro. Portanto vale ficarmos de olho.

Anselmo Martini é Vice-Presidente de Marketing Global do grupo CinemallTec.

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Engineering compra Infogroup da Intensa Sanpaolo

A Engineering ­­– multinacional italiana fornecedora de soluções e serviços de TI – e a Intensa Sanpalo assinaram um acordo, no qual a Engineering passa a ter 100% do capital da Infogroup. O contrato presume, entre outras coisas, manter o número de colaboradores e criar uma relação comercial entre Intensa Sanpaolo e a Infogroup. A transação está sob aprovação dos órgãos competentes e está prevista para ser concluída até o final deste ano.

A infogroup é uma empresa voltada para serviços de TI para o setor financeiro e o volume total dos negócios da Infogroup nos seus escritórios nas cidades de Florença e Moncalieri, na Itália, chega a aproximadamente 70 milhões de euros.

Cerca de 70% dos negócios da Infogroup vem do mercado financeiro e os outros 30% são oriundos de serviços de banca e seguros, loyalty / e-commerce e serviços de informação financeira. A Intesa Sanpaolo foi aconselhada pela EY e Studio Legale Pedersoli.

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Betalabs espera crescimento de 20% no volume de vendas para Dia dos Pais

A Betalabs, empresa especializada em sistemas de gestão e plataformas de e-commerce, estima crescimento de 15% a 20% no volume de vendas dentro da sua base de clientes para o Dia dos Pais quando comparado com períodos normais. A avaliação é que a data, que ocorre este ano no dia 13 de agosto, deva estimular a procura no comércio eletrônico por produtos como bebidas, vestuário e beleza masculina.

De acordo com Luan Gabellini, sócio-diretor da Betalabs, muitos lojistas devem preparar ações específicas para a data, como promoções, ações de marketing e criação de kits, como cestas de produtos. “Essa preparação deve começar muito antes, de modo que o lojista possa ter claro como ele deve formatar a ação”, conta o especialista.

A Betalabs, que contabiliza na sua carteira de clientes cerca de 300 e-commerces de diversos segmentos, já sentiu a preocupação por parte desses lojistas virtuais para que possam ser otimizadas as vendas para a data. “As dúvidas recorrentes desses lojistas virtuais se dão basicamente na elaboração de ações como construção de cestas de presentes e como criar uma promoção de impacto para os kits”, afirma.

O especialista afirma que uma estratégia interessante que os e-commerces podem optar por fazer é incluir na elaboração desses kits produtos que normalmente não são tão procurados para a data, como itens de beleza ou alimentação. “Essa preparação deve começar muito antes, de modo que o lojista possa ter claro como ele deve formatar a ação”, aconselha.

Outra preocupação que as lojas virtuais estão tendo para a data deste ano é com relação ao prazo de entrega do produto. “Uma tendência que estamos observando com os nossos clientes é a opção por modalidades de frete expressa”, conta o sócio-diretor da Betalabs. “As pessoas optam por frete expresso para ter a garantia que o produto vai chegar a tempo da data comemorativa”, complementa.

Segundo estimativa da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o Dia dos Pais deve movimentar R$ 2,07 bilhões nas vendas pela internet. Esse valor representa um crescimento de 12% em relação à mesma data de 2016, de acordo com a entidade. No total, a expectativa é que as lojas virtuais brasileiras recebam 5,99 milhões de pedidos, com ticket médio de R$ 346.

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A centralização de processos e o desafio na cultura organizacional – Por Agustín Durán

Em períodos de crise econômica, os executivos e empreendedores buscam por maneiras de reduzir custos. Uma das formas é a centralização da gestão de compras nas empresas. Ainda é comum encontrar empresas onde diferentes áreas são responsáveis pela própria administração de suprimentos, o que pode gerar repetição de itens adquiridos, perda no poder de barganha ao negociar um volume pouco expressivo, entre outras situações que acumulam gastos para as companhias. Com um processo centralizado, que aumenta o controle e a visibilidade, é possível definir regras e políticas internas, além de identificar padrões operacionais.

Com essa unidade, negociações de custos e prazos mais vantajosos são possíveis, devido ao volume de itens e do estabelecimento de cronogramas para grandes contratos. Além disso, existe uma maior assertividade no trabalho de desenvolvimento de fornecedores, a qualificação dos profissionais do setor, além da gestão de estoque, na medição e na administração de custos.

Barreiras a serem quebradas

Um dos maiores desafios para a consolidação de novos procedimentos são os profissionais. Um projeto de centralização da gestão de suprimentos precisa de um planejamento de comunicação eficaz, que demonstre a mudança como um movimento corporativo. Deixando claras as funções e responsabilidades individuais fica mais fácil auxiliar a equipe que tomará a frente da atividade, a fim de conquistar a confiança dos usuários internos.

A união dos colaboradores de todos os setores envolvidos para aprovações e decisões estratégicas é uma maneira de viabilizar esse processo. Por exemplo, é possível despertar o interesse por outros fornecedores por meio da aplicação de um teste-cego para determinados produtos. Ao negociar prazos e preços, as opções aumentam, e por consequência, a competitividade durante a escolha pela empresa fornecedora.

Para que exista sucesso na mudança da cultura organizacional visando à unificação de processos, é essencial que os colaboradores estejam engajados, evitando a burocratização desnecessária e mantendo o foco nos benefícios que os resultados trarão para a companhia.

Agustín Durán é sócio-diretor da Nimbi, empresa especializada em tecnologia para gestão da cadeia de suprimentos

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Elementar, meu caro…

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Por Paulo Sérgio Cougo

Não precisa ser nenhum Sherlock Holmes para ver que muita gente está buscando as tecnologias certas, mas, algumas vezes, não sabendo o que produzir com elas.

Ainda ontem, li a notícia de que uma grande corporação implementou um chatbot usando inteligência artificial para atender melhor a seus clientes. Perfeito não ? Nem tanto, meu caro.

Ao ler mais detalhadamente a notícia, pois me deixou curioso, cheguei ao produto gerado com tanta nova tecnologia : uma base de milhares de perguntas para esclarecer dúvidas dos clientes.

Mas, espera aí ? Criar uma base de perguntas, que, no meu tempo, se chamava de FAQ, para esclarecer as questões mais frequentes dos clientes (FAQ portanto !) não lhe parece um projeto de 10 ou 20 anos atrás ?

Será que os clientes já não estão cansados de páginas de FAQ ? Seja com Inteligência Artificial ou sem IA ? Vai fazer diferença se ele procura por palavras-chaves, ou usando o motor do Google, ou por processamento de linguagem natural ? O que ele receberá no fim ? Dicas do tipo “faça você mesmo”?

Clientes já não ligam só para pedir dicas e, se ligam, não tem muita paciência para executar procedimentos. Eles querem que você faça para eles. Eles querem ser atendidos nas suas necessidades. Um cliente não quer saber como se faz para parcelar uma dívida. Ele quer é realmente negociar um plano de pagamento, escolhendo quantidades de parcelas, vendo se o valor cabe no seu orçamento, escolhendo o melhor dia para pagar, escolhendo se vai pagar em boleto ou via cartão. E sair desta conversa com a dívida renegociada.

Para mim, parece elementar : Se o máximo que você consegue oferecer de IA é uma tecnologia que entenda a pergunta, para depois trazer uma resposta sempre igual, então ainda há muito mais a ser descoberto. Se você investigar (e Sherlock Holmes faria isto), verá que seus clientes já não estão mais no estágio de consultar FAQs, seja com processamento de linguagem natural ou não.

Chatbots podem oferecer muito mais.

Elementar meu caro …

Paulo Sérgio Cougo, diretor técnico da Tree Tools

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Furukawa lança portal de e-commerce com foco no mercado SoHo

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Um novo canal de vendas online de produtos para redes de comunicação voltados para o mercado SoHo (pequenos negócios, escritórios e residências). Essa é a novidade que o Grupo Furukawa está colocando à disposição das revendas de todo o país, com o lançamento da SOHO SHOP – portal de e-commerce que traz várias ferramentas inovadoras destinadas a facilitar a vida do varejista que atua nesse segmento.

“Com a loja eletrônica, o objetivo é chegar a locais não atendidos atualmente e, também, melhorar o atendimento às revendas que já trabalham com os produtos da nossa linha SohoPlus”, afirma Roberto Kihara, gerente geral comercial da Furukawa Electric LatAm no Brasil. Dessa forma, ele ressalta que a empresa espera reforçar sua participação nesse mercado, ao mesmo tempo em que intensifica sua estratégia de parcerias com distribuidores, projetistas e integradores por intermédio dos quais atende o mercado corporativo (enterprise) de TI. “Esse é um segmento para o qual vendemos solução e o papel dos nossos parceiros é fundamental”, explica Kihara.

Já o foco da SOHO SHOP são as vendas de balcão para o mercado de residências e pequenos negócios. “Na loja vamos oferecer produtos diferenciados, como roteadores Wi-Fi, cabos ópticos e metálicos para redes internas (LAN), acessórios etc., com a garantia e o suporte da Furukawa”, acrescenta. Kihara adianta que, em breve, novos produtos serão adicionados à vitrine da SOHO SHOP. Entre eles, destaca uma linha de câmeras de segurança e soluções para automação residencial – que poderão ser integradas a aplicações de Internet das Coisas (IoT). “Tudo isso estará ao alcance das revendas de todo o Brasil em um ambiente digital, disponível 24 horas por dia, e com várias facilidades de compra e opções de pagamento”, enfatiza.

Facilidades para o varejista

Uma das principais vantagens da SOHO SHOP é a disponibilidade, em um único lugar, de tudo o que a revenda precisa para oferecer produtos com alto potencial de giro em suas vitrines. “Trata-se de uma loja eletrônica voltada para o varejista, que encontra diversos recursos destinados a facilitar a reposição do seu estoque, como a agilidade para colocar pedidos diretamente no fabricante”, afirma Guilherme Hoffmann, head de eCommerce da Furukawa e gerente de projeto do novo portal.

O fluxo eletrônico do pedido também contribui para a rapidez do processo de compra e permite acompanhamento total de status das ordens, a qualquer momento. “Por meio do uso do portal, a gestão da cadeia de suprimentos do varejista fica mais fácil a cada dia. “Além disso, reestruturamos toda a integração com a fábrica, com foco no aumento da agilidade no faturamento e na entrega dos produtos”, diz Hoffmann.

Outra vantagem importante oferecida pela SOHO SHOP são as várias formas de pagamento, que podem ser combinadas, facilitando o ajuste ao fluxo de caixa do comprador. As opções incluem o Furukawa Card (linha de crédito especial, que oferece maior prazo de pagamento), Crédito Furukawa, cartões de crédito das principais bandeiras do mercado, boleto bancário, transferência eletrônica e Programa Rewards – o novo programa de fidelidade exclusivo para compras pelo portal.

A nova loja também dispõe de uma Central de Super Atendimento (pelo 0800 644 4894), especializada na administração de vendas B2B. Para quem ainda não é revenda cadastrada, a SOHO SHOP permite a solicitação de cadastro online – e, após análise comercial, o acesso aos produtos e benefícios exclusivos do portal.

O endereço do novo portal de e-commerce é www.sohoshop.com/

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Programa de Promoção da Economia Criativa seleciona novos projetos

A Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec) está selecionando 20 startups e projetos para a terceira rodada do Programa de Promoção da Economia Criativa. Com patrocínio da Samsung, o Programa oferece treinamento, mentoria, capacitações e aportes financeiros que podem chegar a R$ 250 mil por empreendimento.

Link para inscrições: https://gust.com/programs/3-rodada-do-programa-de-promocao-da-economia-criativa-chamada-para-selecao-de-empreendimento.

Os interessados em participar da chamada têm até o dia 20 de agosto para submeter suas propostas de produtos ou serviços. Os projetos serão avaliados por uma banca composta por executivos da Samsung, da Anprotec, da Embrapa e da rede de incubadoras credenciadas no projeto.

O Programa é resultado da parceria firmada em 2015 entre Samsung e Anprotec, voltada à promoção do empreendedorismo e da inovação. Por meio da parceria, a Associação se comprometeu a realizar treinamentos, articular políticas públicas e propagar conhecimento sobre economia criativa para seus associados e empresas inovadoras.

A Samsung, por sua vez, atua como facilitadora da relação entre a Anprotec e o CCEI, identificando projetos aptos a participarem do Programa. Em cinco anos, a empresa investirá US$ 5 milhões no projeto.

Os projetos, em ambos os casos, devem necessariamente se enquadrar nas áreas de saúde digital, bem-estar, fitness, segurança, privacidade e furto, soluções de convergência e conectividade, fintech (finanças digitais), gestão de baterias e dados, agricultura digital, inteligência artificial, educação digital, novas experiências com redes sociais, operadoras de telefonia móvel e consumidores.

Uma novidade desta terceira rodada foi a inclusão de agricultura digital como área de interesse do programa, viabilizada por parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

Fonte: ABDI

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E-commerce brasileiro aponta deflação no mês de junho

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De acordo com o índice e-flation, produzido pelo IBEVAR/PROVAR, o índice geral sofreu queda em junho de 2017 em relação a maio do mesmo ano.

O estudo apurou que a inflação na internet no mês de junho foi -1,07%. No acumulado dos últimos doze meses, observa-se que houve queda de 0,37 pontos percentuais em relação ao mês anterior. Se confrontado com o mesmo período do ano de 2016, a queda chega a 14,22 pontos percentuais.

Já no acumulado do ano, a inflação foi de -0,19% (representando queda de 1,08 p.p. em relação ao acumulado do mês passado e queda de 7,61 p.p. em relação ao mesmo período do ano anterior.

Cinco categorias entraram na lista da deflação de junho, são elas: ‘Eletrodomésticos’ (-1,97%), ‘CD´s e DVD´s’ (-3,63%), ‘Livros’ (-3,35%), ‘Perfumaria e Cosméticos’ (-5,00%) e ‘Eletroeletrônicos’ (-5,76%).

Outros cinco grupos que obtiveram inflação mensal foram: ‘Cine e Foto’ (9,56%), ‘Brinquedos’ (1,71%), ‘Informática’ (0,83%), ‘Medicamentos’ (1,87%) e ‘Telefonia e Celulares’ (2,13%).

O processo de elaboração do índice inicia-se a partir da definição dos produtos que comporão cada cesta. Para tanto, são verificados os itens mais vendidos de cada categoria (os “campeões de venda” dos varejistas analisados). Já a escolha das lojas virtuais é baseada nas preferências dos internautas, conforme apurado nas pesquisas de Intenção de Compra na Internet (em conjunto com PROVAR e E-bit).

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7 pecados capitais da era digital – Por Paulo Marcelo, CEO da Resource

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A Transformação Digital, embora muito divulgada, estudada e debatida, está em construção. A sociedade já é digital e as empresas ainda não. Por isso, merece todo o cuidado para que seja bem-sucedida. É muito importante contar com um parceiro que ajude o cliente a conduzir essa jornada de maneira assertiva, promovendo o engajamento de todos os colaboradores, com o comprometimento do board da empresa. O sucesso dessa transformação depende fundamentalmente das pessoas.
Dessa forma, o cliente dessa nova era, empoderado, contrata mais do que serviços ou soluções, ele quer resultados. E para que eles sejam atingidos, é preciso conhecer algumas armadilhas que podem comprometer o nível de excelência do digital. Listei a seguir sete entraves que devem ser evitados.

1- Não integrar a visão corporativa à estratégia digital

A construção da estratégia digital deve permear todas as áreas de negócio e integrar a estratégia da corporação. É preciso ter clareza sobre onde a empresa pretende chegar, desenhar uma jornada de Transformação Digital e integrar esse plano à visão da companhia. Todos devem unir esforços para uma ação conjunta com um objetivo comum: modernizar processos, produtos e serviços para colocar a corporação em linha com as atuais expectativas de clientes e parceiros. A transformação não acontece sozinha e visa fortalecer a competitividade e o posicionamento da empresa.

2- Não ter o comprometimento do CEO e do C-Level

Contar com o apoio do CEO na construção de uma estratégia digital não é mais o suficiente para o sucesso. É preciso contar com a sua liderança e o comprometimento efetivo do C-Level. É fundamental também priorizar e sustentar continuamente os investimentos, além de medir resultados. Somente dessa forma, a empresa será bem-sucedida na integração da sua cultura ao digital. CEO e C-Levels devem estar engajados na promoção do conhecimento aos seus colaboradores, participar ativamente de eventos que objetivam disseminar a nova cultura. Bons exemplos trazem incentivo e credibilidade.

3- Não contagiar as pessoas com a nova cultura

As mudanças na cultura da empresa para um modelo de evolução digital requerem a modernização de processos que muitas vezes esbarram em resistências. Portanto, é importante contagiar as pessoas com a cultura digital, mostrando todos os benefícios que esse novo modelo pode proporcionar no desenvolvimento de suas funções. Dessa forma, é possível evitar a formação de silos de evolução e estender a transformação para todas as áreas da empresa. A comunicação é essencial para garantir uma adesão consistente e ganhar a confiança de todos.

4- Não fortalecer as competências para a nova era

A transformação digital trouxe a necessidade de agregar novas competências para atingir os objetivos de negócios 4.0. Essa renovação não significa necessariamente uma ruptura com o modelo existente. A estratégia é unir todas as competências do time da casa, trazer novas, investir em talentos, preservando a essência da companhia. A execução de uma estratégia digital acontece por meio da motivação das pessoas, que usam a tecnologia para alcançar resultados com mais eficiência.

5- Não buscar o simples e cair na armadilha do complexo

Este é um dos maiores pecados em uma estratégia de transformação. Um dos protagonistas da era digital é a metodologia Ágil, que proporciona a realização de entregas rápidas, por meio do conceito de MVPs (Mínimo Produto Viável). Essa vantagem de poder aumentar a quantidade de novas versões disponibilizadas aos clientes permite que erros apareçam mais rapidamente e, ao mesmo tempo, sejam solucionados na mesma velocidade. Assim, é possível simplificar o desenvolvimento e acelerar ainda mais o compromisso com as entregas.

6- Adotar todo e qualquer tipo de tecnologia sem planejamento e avaliação de necessidades

Quando a decisão de construir uma estratégia digital é tomada, é preciso, primeiramente, avaliar o cenário atual e os principais objetivos que a empresa pretende atingir com as mudanças. A Transformação Digital não é um remédio para todas as dores do negócio. Definido o desenho da jornada digital, é hora de agregar as tecnologias que irão contribuir para o seu sucesso. Não se pode cair na armadilha de querer adotar todas as inovações que não estejam diretamente relacionadas com as necessidades de modernização dos negócios e, consequentemente, dos seus resultados.

7- Não eleger Agentes de Transformação Digital

Dependendo do porte e da atuação da empresa, é muito importante eleger Agentes da Transformação Digital, originados do time de C-Levels da companhia. Eles serão fortes aliados do CEO no compromisso de permear a nova cultura em toda a companhia e manter todas as pessoas informadas e engajadas. Os agentes devem trabalhar para que a Transformação Digital seja implementada em ciclos rápidos e cuidar para que os investimentos sejam constantes no digital. Dessa forma, o processo será consistente, contínuo, executado, aferido e controlado.

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As inovações no e-commerce como base para sobrevivência dos varejistas – Por Patricia Cotti

Com as mudanças de comportamento de consumo – dentre as quais se destacam a alternância entre pontos físicos e digitais para a compra, o aumento da conectividade, a falta de tempo e a supervalorização da conveniência –, até mesmo o e-commerce, conhecido por ser, em parte, um dos grandes direcionadores deste novo comportamento, teve que se reinventar.

O fácil acesso à informação, trazido pela internet e suas inúmeras formas de busca, transformou o mercado digital em um ambiente puramente price taker, ou seja, o consumidor dita o preço e as empresas são “obrigadas” a cumpri-lo. Isso porque, com a facilidade de comparação e a pouca diversidade das características técnicas do produto, os consumidores acabam optando por uma racionalização de compra voltada ao preço mais baixo.

E é justamente aí que é preciso se reinventar, uma vez que varejistas vivenciam uma guerra de preços sem fim. O tema das inovações de modelos de negócios foi apresentado durante a NRF 2017 na palestra “Inovação no e-commerce: a chave para a sobrevivência de um varejista”. Este debate veio à tona a partir da apresentação de duas empresas que têm isso em seu DNA: a “Rocksbox Jewelry” e a “Boxed Wholesale”.

A “Rocksbox Jewelry” se apresenta como um serviço de assinatura de joias, que movimentou o mercado norte-americano desde o seu surgimento, com milhares de adesões em um curto espaço de tempo. Por meio de um pagamento mensal de U$19,00, o cliente efetua a locação de três peças definidas segundo com seu estilo pessoal e tendência de moda vigente.

A troca desta cesta de produtos pode ser efetuada de acordo com sua conveniência, não havendo período mínimo ou máximo de utilização das mercadorias, somente o limite das três peças. Assim, quando o cliente estiver pronto para atualizar seu conjunto, basta colocar sua caixa de volta no correio.

Há muito tempo, o tema de serviços de assinatura é debatido nos fóruns de varejo norte-americanos e europeus, com influências também no mercado nacional, embora este seja em menor escala.

Já a “Boxed Wholesale”, por sua vez, traz como inovação a compra por refil. Fundada em 2013 por um grupo de empreendedores dos Estados Unidos, a companhia desenvolve a sua estratégia com base em uma ideia simples: fazer as compras de uso contínuo e repositivo, algo conveniente e divertido, de forma a permitir que o cliente tenha tempo livre para aproveitar as coisas que mais gosta de fazer.

Este modelo tem tido muito sucesso. Em apenas quatro anos, a empresa foi destaque em uma série de veículos de negócios, tendo recebido prêmios de atuação pelo seu modo divertido de encarar esse dia a dia e a constante necessidade de reposição.

Dessa forma, ambas as empresas inovaram tanto na forma de atuação do negócio como na comunicação com o consumidor. E de extrema importância, elas também souberam usar o e-commerce como plataforma fundamental para alcançar o sucesso de uma maneira não transacional e continuada.

Patricia Cotti é diretora vogal do Instituto Brasileiro de Executivos e Mercado de Consumo (IBEVAR) e diretora de conteúdo da Academia de Varejo

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SPIN Summit 2017 debate o desenvolvimento tecnológico com nomes relevantes de Brasil e Israel

Nos dias 9 e 10 de agosto, ocorre o SPInnovation Summit 2017, que tem o objetivo de aproximar empresários e investidores de Brasil e Israel para estimular a geração de novos negócios tecnológicos no país. Durante o evento, serão realizadas palestras e sessões sobre o desenvolvimento do setor, com a participação de autoridades e nomes importantes do mercado.

“O SPIN Summit 2017 se apresenta como uma plataforma de negócios para um cenário brasileiro emergente em tecnologia, que chama a atenção de investidores relevantes na área, como é o caso de Israel. Dessa maneira, é possível compartilhar conhecimentos e criar novas parcerias para desenvolver o mercado tecnológico com o trabalho em conjunto dos dois países”, ressalta Ric Scheinkman, Diretor-presidente da Harpia Capital e Diretor da Câmara Brasil-Israel de Comércio e Indústria.

SPInnovation Summit 2017

Data: 9 e 10 de agosto de 2017

Horário: 8h30 às 18h

Local: Clube Hebraica

Endereço: R. Hungria, 1000 – Pinheiros, São Paulo – SP

Mais informações: www.spin2017.com

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Lei da Terceirização não se aplica a contratos encerrados antes de sua vigência

910745_1 A Subseção 1 Especializada em Dissídios Individuais (SDI-1) do Tribunal Superior do Trabalho decidiu, nesta quinta-feira (3), que, nos contratos de trabalho celebrados e encerrados antes da entrada em vigor da Lei 13.429/2017 (Lei das Terceirizações), prevalece o entendimento consolidado na Súmula 331, item I, do TST, no sentido de que a contratação de trabalhadores por empresa interposta é ilegal, formando-se o vínculo diretamente com o tomador dos serviços.

O corregedor-geral da Justiça do Trabalho, ministro Renato de Lacerda Paiva, lembrou que este é o primeiro precedente da SDI-1 (órgão responsável pela uniformização da jurisprudência do TST) sobre a aplicação intertemporal da lei. A decisão, assim, “sinaliza para os juízes de primeiro grau e Tribunais Regionais como é que deverão enfrentar a questão”. Segundo os ministros, a questão da incidência imediata da nova lei sobre contratos já encerrados vem sendo levantada também nas Turmas.

A decisão se deu em embargos de declaração opostos pela Contax-Mobitel S/A em processo no qual a SDI-1, com base em sua própria jurisprudência, manteve a ilicitude da terceirização de serviços de telemarketing com o Itaú Unibanco S/A, com o entendimento de que os serviços telefônicos de cobrança se inserem na atividade-fim bancária.

Nos embargos, a Contax pediu que a Subseção se manifestasse acerca da entrada em vigor da Lei da Terceirização, especificamente na parte em que acresceu à Lei 6.019/74 (Lei do Trabalho Temporário) dispositivo (parágrafo 2º do artigo 4º-A) que afasta o vínculo de emprego de terceirizados, “qualquer que seja o seu ramo”, com a contratante dos serviços. Para a empresa, a nova lei “afasta qualquer ilação de ilicitude na terceirização dos serviços prestados” e “deve ser aplicada de imediato”, tendo em vista que a Súmula 331 “vigia no vazio da lei, vazio esse que não mais existe”.

Outro ponto sustentado pela prestadora de serviços é o fato de a questão jurídica relativa à terceirização de atividade-fim dos tomadores de serviços é objeto de recurso extraordinário, com repercussão geral reconhecida, perante o Supremo Tribunal Federal. Por isso, pedia o sobrestamento do processo até o julgamento pelo STF.

Decisão

Embora ressaltando não haver omissão, contradição, obscuridade ou erro material na decisão anterior da SDI-1, o relator, ministro João Oreste Dalazen, entendeu necessário o acolhimento dos embargos de declaração para prestar esclarecimentos sobre a matéria, a fim de complementar a posição já firmada. “A entrada em vigor da nova lei, geradora de profundo impacto perante a jurisprudência consolidada do TST, no que alterou substancialmente a Lei do Trabalho Temporário, não se aplica às relações de emprego regidas e extintas sob a égide da lei velha, sob pena de afronta ao direito adquirido do empregado a condições de trabalho muito mais vantajosa”, afirmou o ministro Dalazen.

Com relação ao pedido de sobrestamento, o relator observou que, apesar de ter reconhecido a repercussão geral da matéria relativa aos parâmetros para a identificação da atividade-fim, o STF não determinou o sobrestamento da tramitação dos processos que tratam do tema. “Em semelhantes circunstâncias, nem a entrada em vigor da Lei 13.429/2017, nem o reconhecimento de Repercussão geral do tema versado no ARE 713211, no âmbito do STF, têm o condão de alterar o entendimento firmado no acórdão ora embargado”, concluiu.

A decisão foi unânime.

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