Page

Author admin

Revolução digital: estudo global da iProspect aponta caminhos e desafios dos negócios em 2017

Dispositivos conectados (32%) e inteligência artificial (22%) despontam como tecnologias alvo. Para 40% dos respondentes, conectar as jornadas de compra on e off-line será a prioridade em 2017.

Entender o aprofundamento da economia digital, as mudanças no comportamento do consumidor, sua jornada de compra e os impactos nos negócios das empresas são os objetivos do “Future Focus”, estudo global com grandes empresas de 120 países de todo o mundo, incluindo o Brasil, promovido pela iProspect, agência de marketing digital full performance presente em 54 países. O estudo contou também com a participação das áreas de audiência e estratégia da iProspect dos países em que atua, além de profundo Desk Research. O “Future Focus” mostra que a revolução digital é uma realidade nos negócios, ou seja, a dinâmica econômico-social já foi alterada, tendo o mundo digital como centro dela. Não por acaso, uma pesquisa da MIT Sloan aponta que as empresas que já incorporaram essa visão são 26% mais eficientes que seus pares.

O presidente da iProspect Brasil, Rodrigo Turra, explica que “em 2016, o mundo atingiu 3,6 bilhões de usuários da internet, 50% da população mundial. Esses usuários estão cada vez mais conectados, principalmente por meio de dispositivos móveis cada vez mais potentes e flexíveis. Essa constante conectividade digital criou uma nova economia, a economia digital, na qual negócios tradicionais são virados pela cabeça, marcas nascidas no meio digital criam novas categorias e consumidores tem expectativas cada vez mais elevadas em relação a produtos e marcas. Entregar crescimento e lucratividade neste contexto exigirá das marcas uma reinvenção de suas metodologias de atuação”.

O estudo aponta que as marcas se moverão de um modelo de simples coleta de dados para um modelo de dados estratégicos. Isso significa identificar dados confiáveis e relevantes para o negócio e organizá-los continuamente e com agilidade por meio de ferramentas adequadas, retroalimentando o negócio. “Nenhum dado específico responde a todas as perguntas. O valor real é extraído quando, justamente, se faz as conecções corretas entre os dados disponíveis”, afirma Rodrigo Turra.

Nesse sentido, o principal desafio é monitorar as interconecções entre a jornada de compra on-line e off-line. O Google, por exemplo, fez grandes progressos nesta área monitorando essa conecção nos últimos 18 meses. A empresa afirma ter medido mais de 1 bilhão de visitas a lojas que agora podem ser ligadas ao Google Adwords para dar uma estimativa de conversões e proporcionar insights sobre o comportamento do consumidor. “Notas digitais e cartões de fidelidade também são soluções úteis para monitorar a interrelação entre meios digitais e compras off-line”, completa o presidente da iProspect Brasil.

O Future Focus apontou também que a tecnologia de dispositivos conectados móveis é a que mais estimula as empresas (32%), enquanto que integrar as jornadas de consumo on-line e off-line é a prioridade de negócios para 40% dos respondentes. Em termos de investimento de marketing por canais, os focos serão buscas pagas (22%) e redes sociais (18%).

Novas e criativas soluções

Outra tendência identificada é que veremos mais e mais empresas investindo em ações ou metodologias de coleta de dados primários do consumidor para além dos tradicionais sistemas de CRM e o tracking de navegação de sites e aplicativos. A própria produção de conteúdo dirigido pode ajudar as empresas a realizar a coleta de informações importantes.

O comércio conversacional promete ser a nova “onda” com empresas desenvolvendo aplicações para venda de produtos em aplicativos de conversa como o Whats’Up. “No exterior, já temos exemplos de empresas com plataformas funcionais de venda em aplicativos de conversa. Já é possível comprar roupas, pedir um taxi ou delivery de comida”, afirma Rodrigo Turra.

Na mesma linha, há uma tendência de integrar ainda mais mídias com links diretos para compras. Por exemplo, o Pinterest desenvolveu uma aplicação que permite comprar a partir de um clique na foto de um produto desejado. O Facebook e o Google estão desenvolvendo aplicações nesta linha também. Isso é importante, pois de acordo com um relatório da eMarketer, até o fim de 2016, 43% da população mundial já terá realizado alguma compra online. Com um faturamento global em 2020 de até US$ 4 trilhões, o e-commerce continuará sendo um dos segmentos com crescimento mais rápido na economia digital. Outra característica importante do e-commerce, é que ele será cada vez mais sem fronteiras, com consumidores adquirindo produtos de fornecedores em todo o mundo.

O estudo apontou, por fim, a emergência da busca por voz – logo as estratégias de busca paga devem se adaptar a essa realidade –, o uso mais amplo da inteligência artificial para agilizar respostas para consumidores e uma maior integração dos pontos de contato das empresas com seus públicos, facilitando assim o relacionamento.

Tags, ,

Beacons prometem melhor atendimento ao cliente e são tendência de mercado para 2017 – Por Caio Bretones

Ser reconhecido ao entrar nas lojas, receber promoções personalizadas, ganhar cupons para gastar nas suas compras usuais ou até mesmo ser direcionado a um cantinho especial da loja para encontrar itens que você possa gostar. Todas essas opções já são realidade no varejo graças a uma tecnologia específica: beacon.

Embora os beacons não sejam exatamente uma tecnologia nova, 2017 promete ser o ano em que ela começará a ganhar força no mercado. Vivemos em tempos em que os consumidores estão acostumados com uma alta taxa de interatividade, seja com pessoas, marcas ou estabelecimentos e eles também sabem exatamente o que querem comprar, usar ou frequentar. Por isso, os beacons são uma ferramenta valiosa para personalizar o atendimento ao cliente e se manter próximo a ele.

Os beacons são dispositivos de geolocalização para locais fechados. Eles permitem que os smartphones se conectem a eles via Bluetooth, estabelecendo uma comunicação por meio de um aplicativo personalizado. Os beacons geralmente ficam instalados na entrada de lojas e eventos, assim, captando a entrada do usuário no minuto que ele adentra o ambiente, dando início à interação.

A utilização dessa tecnologia traz um mar de possibilidades: fidelizar clientes, oferecer promoções, colher informações de público, entre várias outras coisas. É perceptível no mercado uma crescente demanda por beacons, geralmente em locais onde concentram-se grande quantidade de pessoas, como lojas (varejo e atacado), feiras, eventos corporativos e restaurantes.

Quando a tecnologia beacon é bem trabalhada, é possível reunir uma boa quantidade de dados, e com essas informações levantadas, o dono do estabelecimento consegue criar interações únicas e individuais para cada tipo de cliente, sabendo sua frequência de presença no local, tempo de permanência e proximidade de produtos ou serviços que são do seu interesse.

Por isso, a dica é cada vez mais manter-se atento a essa tendência de mercado, pois os clientes adoram novidades e gostam ainda mais de se sentirem únicos, duas demandas que os beacons atenderão sem dúvida alguma neste ano.

Caio Bretones, CEO da Mobile2you Tecnologia, é administrador formado pela Universidade Mackenzie, com passagens em diversas empresas de importação e exportação, como Fedex (Federal Express), onde adquiriu experiência no atendimento e tratamento personalizado dos clientes.

Tags, , , , ,

Konduto realiza estudo e aponta que tentativas de fraudes em compras no e-commerce tiveram queda de 6,5% em 2016

O comércio eletrônico é um dos únicos setores da economia que apontou crescimento significativo mesmo diante da crise econômica que o Brasil vivenciou no ano passado. Um estudo realizado pela Konduto, empresa que oferece uma solução antifraude inovadora para lojas virtuais, aponta que em 2016 as tentativas de fraudes em compras no e-commerce apresentaram uma queda de 6,5%. O índice, que entre janeiro a junho havia sido de 3,83%, passou para 3,58% durante todo o ano passado.

Segundo a startup, a cada 28 pedidos que chegam nas lojas virtuais, ao menos 1 é feito por criminosos utilizando cartões de crédito clonados. O Raio-X da Fraude no E-commerce Brasileiro considerou uma amostragem de cerca de 30 milhões de transações analisadas pela Konduto entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2016.

“Os números apresentados neste estudo representam as tentativas de fraude, e não necessariamente as fraudes em si. A maior parte delas é barrada automaticamente pelo sistema, ou então a partir de uma revisão manual das equipes de risco dos estabelecimentos”, afirma Tom Canabarro, cofundador da Konduto.

Além desses dados, o estudo aponta que os criminosos costumam agir entre 18h e 21h59, horário que representa aproximadamente 30% das tentativas de golpes no comércio eletrônico brasileiro. Além disso, foi constatado que a maior parte deles possui um desktop com o Windows e navegam utilizando o Google Chrome.

“Essas informações desmentem um estereótipo que se faz do fraudador – um hacker que realiza as compras fraudulentas durante a madrugada, utilizando supercomputadores e navegando em redes criptografadas. Para se ter uma ideia, menos de 7% das tentativas de fraude ocorrem entre 1h e 7h da manhã”, acrescenta Canabarro.

Outro dado interessante do estudo comprova uma tendência: o aumento da presença dos dispositivos móveis (smartphones e tablets) no momento da compra do consumidor brasileiro. Em comparação com o primeiro semestre, o mobile foi ainda mais utilizado, saltando de 31,6% para 38,43%, ou seja, um aumento de 21,6%.

No entanto, os dispositivos móveis também foram mais utilizados para as compras ilegais. As tentativas de fraude oriundas do mobile tiveram um crescimento de 2,5%, saltando de 19,48% no primeiro semestre de 2016 para 19,92% no final do ano.

A redução na tentativa de fraudes não está relacionada à diminuição do número de fraudes em si, mas ao aumento de vendas registrado durante o segundo semestre de 2016. O comércio eletrônico brasileiro esteve mais aquecido no período, especialmente em decorrência de campanhas de vendas como a Black Friday. Ainda assim, o índice de tentativas de fraude é bastante alto, pois um e-commerce considerado saudável não deve ter taxa de fraude superior a 1% sobre o faturamento.

O Raio-X da Fraude no E-commerce Brasileiro conta ainda com informações como quais os dias da semana com maior incidência de vendas e de tentativas de fraude, bem como os principais navegadores de internet e sistemas operacionais utilizados tanto para compras legítimas como de origem criminosa. O material completo pode ser baixado gratuitamente em http://ebooks.konduto.com/raio-x-da-fraude.

Tags, , ,

Pesquisa da Citrix: complexidade corporativa coloca em risco a segurança da informação

Pesquisa global da Citrix e do Ponemon Institute sobre infraestrutura de segurança de TI identificou que 83% das empresas em todo o mundo consideram que a complexidade organizacional é a causa do maior risco. No Brasil, este número não é diferente: 85% dos entrevistados afirmaram que os requerimentos de segurança corporativa são muito complexos, dificultam a sua produtividade e prejudicam a capacidade de trabalhar segundo suas preferências.

Os resultados desse estudo refletem o motivo do crescimento da chamada TI Invisível, ou shadow IT, que significa a prática adotada pelos funcionários de adquirir tecnologias e serviços, na maior parte das vezes sem o aval da TI, com o objetivo de buscar maneiras mais simples de realizar seu trabalho.

Com os colaboradores acessando as informações da empresa em seus dispositivos móveis pessoais, os dados corporativos acabam ficando disponíveis em laptops, telefones ou tablets deixados no escritório ou esquecidos em um café. Os ativos de dados estão aumentando, o que para 61% dos entrevistados brasileiros significa que cada vez mais informação é colocada em risco.

Já a proteção de aplicativos e dados é mais importante do que nunca. Globalmente, 74% das empresas consideram que é necessária uma nova arquitetura de segurança de TI para reduzir os riscos, índice que cai para 59% no Brasil. “Em relação aos demais países, os números mostram o Brasil com um perfil menos preocupado com segurança, o que nos alerta para uma possível vulnerabilidade das nossas companhias”, afirma Luis Banhara, diretor geral da Citrix Brasil.

As tendências globais analisadas no estudo indicam que as práticas e políticas precisam evoluir para lidar com ameaças decorrentes de tecnologias disruptivas, de crimes cibernéticos e de legislações de compliance. Mas alguns dados específicos revelam a realidade da segurança da informação no Brasil:

– 85% afirmam estar mais preocupados com fontes internas maliciosas do que com ataques de guerras cibernéticas e hackativismo (o que é uma tendência global, com 80%)

– 83% dos entrevistados estão preocupados com violações de segurança envolvendo informações de alto valor.

– E 65% consideram que existem riscos decorrentes de sua incapacidade de controlar os dispositivos e aplicativos dos funcionários.
Metodologia da pesquisa

O relatório conduzido pelo Ponemon Institute, patrocinado pela Citrix e denominado “A necessidade de uma nova arquitetura de segurança de TI: um estudo global”, analisou as tendências nos riscos de segurança de TI e as razões pelas quais as práticas e políticas de segurança precisam evoluir para responder às ameaças das tecnologias disruptivas, ao cibercrime e às normas estabelecidas. A pesquisa apresenta as opiniões de mais de 4.200 profissionais de TI na Austrália, Nova Zelândia, Brasil, Canadá, China, França, Índia, Japão, Coreia, México, Holanda, Emirados Árabes Unidos, Reino Unido e Estados Unidos.

Tags,

Atualização do aplicativo Fly Delta oferece recursos offline aos clientes

6ba26e32eb319571e948cce5625044d3

São 8:03 da manhã. Você cochilou e perdeu o serviço de bebidas em voo – e estava ansioso para beber um café Starbucks a bordo. Você está chegando ao Aeroporto Internacional de Cincinnati (CVG), no qual você só esteve algumas vezes, e se pergunta: “Quais são as chances de ter um Starbucks no caminho para pegar minhas malas?” Felizmente, você atualizou seu iPhone com a versão mais recente do aplicativo Fly Delta com mapas de orientação em aeroportos. Você acessa-o, toca em “CVG” no seu cartão de embarque, e o mapa do aeroporto CVG aparece, onde você procura “Starbucks.” Há quatro – e um está perto do seu portão de desembarque!

A Delta lançou nesta quarta-feira a última versão do seu aplicativo Fly Delta, oferecendo aos clientes acesso aos mapas mais inovadores de aeroportos, além da possibilidade de acompanhar detalhes do cartão embarque e do voo, mesmo quando uma conexão Wi-Fi ou de celular confiável não está disponível.

A ferramenta de navegação apresenta mapas interativos para 20 grandes aeroportos – incluindo os hubs da companhia aérea – e orienta os clientes com direções passo a passo para o seu próximo portão, restaurante ou mesmo para a área de retirada de bagagem. A Delta é a única companhia aérea a disponibilizar os mapas de aeroportos no iPhone por meio do seu cartão de embarque, tocando no código da cidade de saída, código da cidade de chegada ou números do portão, e por meio de My Trips (Minhas Viagens), Flight Status (Status de Voo) e da seção “More” (Mais).

Os mapas de aeroportos incluídos são: ATL, BOS, CVG, DCA, DTW, JFK, LAX, LGA, LHR, MCO, MSP, NRT, SEA, SFO e SLC. A partir da primavera norte-americana, o aplicativo também incluirá mapas para AMS, CDG, GRU, MEX e PVG.

“Os mapas de aeroportos da Delta são outro diferencial na experiência do cliente”, disse Rhonda Crawford, vice-presidente de Distribuição Global e Estratégia Digital. “Nós fomos além do padrão da indústria para integrar completamente mapas no cartão de embarque e em outras partes de nossa experiência de aplicativo. Estamos tentando antecipar quando os clientes podem querer ou precisar usar um mapa e fornecê-lo de maneira fácil e intuitiva – seja para encontrar um Sky Club, um portão ou uma xícara de café”.

A Delta trabalhou com a LocusLabs, um startup de tecnologia focado em viagens, para desenvolver a funcionalidade de mapa de orientação que fornece navegação ponto a ponto, após reconhecer automaticamente onde um cliente está quando o termo de pesquisa é inserido. Os clientes podem pesquisar usando termos genéricos como “café” ou nomes de marcas como “Starbucks” e escolher entre uma lista de opções para consultar orientações.

“Como o primeiro entre os aplicativos de viagens a implantar serviços de localização tão detalhados, a Delta colocou as necessidades do passageiro em primeiro lugar, enquanto estabelece as bases para agilizar a experiência do cliente, aprimorar as operações e, em última análise, fornecer um serviço superior de ponta a ponta”, disse Campbell Kennedy, CEO e co-fundador da LocusLabs.

O aplicativo Fly Delta mais recente para iPhone também inclui ações rápidas do 3D Touch na tela inicial. Os clientes podem tocar no ícone do aplicativo para obter atalhos para reservar um voo, fazer o check-in ou exibir o status de um voo.

O modo offline é outro novo recurso do Fly Delta 4.2 para iPhone, o que aumenta a confiabilidade do aplicativo, disponibilizando informações sobre o itinerário de viagem dos clientes, incluindo cartões de embarque, mesmo quando o dispositivo não está conectado à Internet.

O Fly Delta 4.2 vem ao encontro da mudança da Delta no Aeroporto Internacional de Los Angeles (LAX) para um local temporário como parte de sua reforma e mudança para um terminal maior.

“A Delta tem vários projetos de infraestrutura aeroportuária em andamento e esperamos que esta nova funcionalidade do aplicativo desempenhe um papel importante, ajudando os clientes em algumas transições importantes”, disse Crawford.

O Fly Delta para Android será lançado na primavera norte-americana de 2017.

Aplicativo Fly Delta tem história de liderança na indústria

A Delta liderou a indústria aérea em termos de avanços tecnológicos de aplicativos, começando com a introdução do aplicativo Fly Delta em 2010. Em 2011, a Delta foi a primeira a oferecer remarcação de voos cancelados ou atrasados por meio de seu aplicativo, e a primeira a oferecer o rastreamento de bagagem associada com uma reserva ou com etiquetas digitalizadas usando o aplicativo. Em 2013, o design da Delta para indicar a pré-verificiação no TSA nos cartões de embarque do Apple Wallet foi adotado como o padrão da Apple de exibição dessas informações para todas as companhias aéreas e em 2015, o aplicativo Fly Delta foi o primeiro de uma companhia aérea norte-americana a oferecer o Apple Pay.

No segundo semestre de 2016, a Delta começou a usar etiquetas de bagagem RFID em todo o sistema para rastrear malas despachadas e implementou notificações push em tempo real para que os clientes possam rastrear suas bagagens usando o aplicativo Fly Delta durante toda a experiência de viagem.

Tags,

As gôndolas do futuro – Por Luiz Carlos Peleckas

Unir o virtual ao físico. O tão aclamado Omni Channel está transformando as operações do varejo como um todo. Nos inúmeros processos impactados pela adoção da tecnologia, a gôndola expositora de produtos foi um dos componentes que mais recebeu melhorias, deixando de ser apenas um expositor para tomar parte fundamental na estratégia de marketing e operações das empresas. Segundo pesquisa da Nielsen, hoje 70% das decisões de compra são tomadas na frente da gôndola, o que mostra a importância delas no resultado final de uma loja.

Mais que integrar os canais de vendas físicos e virtuais, atualmente as várias tecnologias existentes na gôndola de um varejo aproximam o consumidor do lojista, o que permite ao gestor direcionar seu cliente, usando a tecnologia como canal de comunicação. Etiquetas RFID, tecnologia NFC, beacons e etiquetas eletrônicas de preços são algumas das opções tecnológicas que já estão disponíveis no mercado e estabelecem conexão com o consumidor, seja ela feita por meio de mensagens para smartphone ou apelo visual, um dos atrativos das etiquetas eletrônicas, por exemplo.

Além do resultado na operação de frente de loja, as novas soluções disponíveis conseguem dar todo o background tecnológico para gestão de loja. As etiquetas eletrônicas revolucionaram a precificação, permitindo que os varejistas alterem preços em tempo real, independentemente da localização das lojas ou número de etiquetas utilizadas, utilizando cores e alertas luminosos para destacar promoções e produtos estratégicos, sinaliza e fornece informações para a operação de chão de loja. Sensores de RFID podem ser acoplados aos produtos, acompanhando sua localização dentro da loja, fornecendo um inventário em tempo real. O mesmo pode ser feito com os beacons, que irão dar a localização em tempo real do consumidor, criando o “caminho de ouro” no varejo físico, estratégia que antes só era possível no e-commerce. Outro ponto importante é o uso de coletores de dados com realidade aumentada, que permite fazer conferência do local de exposição de cada produto, onde a máquina analisa a gôndola física e a compara com a virtual, orientando o repositor onde colocar cada mercadoria ou verificar ruptura.

Se tantas opções já estão disponíveis, o que podemos aguardar para um futuro próximo? Com certeza a evolução das tecnologias já existentes. Display eletrônicos que reproduzem vídeos, podendo ilustrar o uso do produto, trazer informações técnicas ou até mesmo chamar a atenção do consumidor, etiquetas eletrônicas que checam a gôndola e notificam rupturas a operação, coletores de dados que projetam virtualmente uma gôndola, dando um panorama real para o repositor ou projetando imagens para melhor a experiência de compra ao cliente, o que podemos afirmar com certeza é o refinamento da relação entre varejo e consumidor, o que irá proporcionar uma experiência de compra cada vez mais eficiente e personalizada.

Luiz Carlos Peleckas, Engenheiro de Aplicações da Seal

Tags, , , , ,

A burocracia brasileira é o paraíso dos empresários – Por Federico Vega

Quando a gigante multibilionária eBay chegou a China achou que iria se fixar rapidamente. Entretanto, Jack Ma, naquele momento fundador de uma pequena empresa chamada Alibaba, reuniu sua equipe e disse para eles: “O eBay está chegando e eles podem até ser um tubarão grande no oceano, mas nós somos um crocodilo no rio Yangtze, maior rio de toda Ásia. Quando o crocodilo luta contra o tubarão no oceano, ele vai perde facilmente, mas se lutarmos no rio, nós ganhamos”.

O Alibaba não só derrotou o eBay, mas se tornou maior, com um valor de mercado de US$ 220 bilhões, sete vezes que a empresa norte-americana, dominando não só a China, mas a maioria dos mercados onde o eBay costumava dominar.

A história de Alibaba é um exemplo a ser seguindo pelos empresários brasileiros. Jack Ma era um professor simples de uma escola chinesa e começou a companhia digital em um momento em que o país não tinha capital disponível para investimentos e nem uma cultura ligada à internet ou empreendedorismo. Ele muitas vezes cita “ninguém queria trabalhar para nós, as pessoas não conseguiam entender o que estávamos fazendo, por isso, vamos contratar quem entrar pela porta, não temos escolha e todos pensaram que estávamos loucos”.

Igual ao Brasil, a China possui números elevados em relação ao PIB, população e território, combinados com mercados extremamente burocráticos, complexos e altamente regulamentados, com uma falta generalizada de cultura de negócios em sua força de trabalho.

Em 2013, me lembro de ver os fundos de capital de risco no exterior saindo do país, tendo como base as premissas de que a burocracia e a complexidade do mercado matam o empreendedorismo. Escutei de muitos executivos brasileiros dizer que o Brasil é o pior lugar na terra para se iniciar um negócio, especialmente quando uma crise política e econômica estava iniciando. Ma pode ter pensado o mesmo sobre a China em 1999, provavelmente seria mais fácil comprar uma passagem para o Vale do Silício, onde milhares de empreendedores competiram para resolver problemas, só que em um ambiente de negócios favorável, onde milhares de investidores estavam dispostos a dar o apoia as ideias mais loucas.

Mas a filosofia de negócios de Ma era diferente, como qualquer outra pessoa bem-sucedida, ele focou em onde estavam as oportunidades e não perdia tempo reclamando sobre algo que ele não podia controlar. Ele idealizava uma forma em que pudesse conquistar os investimentos de capital para seu negócio, assim navegaria na complexidade do mercado como ninguém, não tendo nenhuma concorrência forte em um mercado de bilhões de dólares.

O Alibaba estaria incubado em um ambiente seguro, sem a necessidade de se preocupar com os competidores predatórios comer uma fatia de seu “território”. Os concorrentes domésticos com financiamento insuficiente morreriam rapidamente e os concorrentes estrangeiros teriam dificuldade em entender um ambiente tão complexo. Em outras palavras, o Alibaba era – naquele momento – um pequeno, mas fortíssimo crocodilo lutando no rio Yangtze, onde os tubarões não podiam lutar. Seu ambiente era grande o suficiente para alimentar esse único crocodilo e transformaria ele em um monstro, fazendo com que nenhum tubarão sonhasse em lutar.

Conheci Jack Ma em Davos, Suíça em 2015. Naquele dia, sua recomendação para começar uma empresa em um mercado emergente era perfeita. Ele dizia para não se queixar, e encontrar oportunidades onde todo mundo vê problemas, transformando esses problemas em sua vantagem. “A diferença que separa os empresários de sucesso dos demais é que eles nunca reclamam, sendo confiantes o suficiente para nunca desistir.”

Ou seja, se você estiver investindo em um mercado complexo, certifique-se de abordar um mercado massivamente grande e usar essas complexidades a seu favor, desta forma, você irá incubar um pequeno crocodilo que irá se tornar gigante, podendo assim ganhar dos outros tubarões no oceano aberto.

Federico Vega, CEO e Fundador da CargoX

Tags, , , , , , ,

Wix.com Surpasses 100 Million Registered User Milestone

unnamed

Wix.com Ltd. (Nasdaq: Wix) has reached a significant milestone, surpassing more than 100 million registered users. Entrepreneurs, solopreneurs, artists and businesses around the world are now using the Wix platform for website design, brand management and operations. The company has doubled its registered user base in the past two and a half years, with the United States being one of its fastest growing markets.

“Consumers and businesses want stunning websites that are simple to create and navigate,” said Nir Zohar, Wix President and COO. “Every day we ask ourselves, how can we help our users do more? By keeping that question central to everything we do, we have exceeded even our wildest growth expectations.”

Growing By Meeting Customer Needs

Wix has put meeting untapped customer needs at the center of its development philosophy and it has delivered significant results. Specifically, it addressed many of the top barriers to website design, online brand establishment and the enablement of small businesses with a powerful cloud based operating system. Significantly, over the past year, Wix has:

Launched Wix ADI – Employing artificial intelligence to simplify website design and creation.

Simplified commerce – Made its ecommerce capabilities even more attractive, bridging online and offline commerce capabilities with a Square partnership.

Provided mobile management – Allowing customers to access the powerful Wix OS via the Wix App. Wix users have created over 22 million mobile sites to date, making Wix one of the largest mobile site development platforms globally.

Introduced new tools for artists and photographers – Providing industry leading portfolio management, editing and image protection for photographers and artists.

To further celebrate the stunning websites Wix users create on a daily basis, Wix has created the global #StunningAwards to recognize the best design and creativity on the platform. The creators of three stunning sites will receive an experience of a lifetime. More details will be announced in early March.

Tags, ,

Como as redes sociais podem ajudá-lo a conquistar um emprego?

O recrutamento online oferece muitas vantagens para as empresas e para os candidatos, entre elas a agilidade e a assertividade. Mas como utilizar a visibilidade no meio digital em benefício da carreira, inclusive para conquistar um novo emprego?

“As redes sociais são a porta de entrada para se chegar a um candidato. É a primeira fonte de contato e coleta de informações”, afirma Marcelo Braga, consultor de Recursos Humanos e sócio da REACHR, plataforma digital inédita e gratuita, voltada a vendedores e estagiários, que usa algoritmos para analisar dados de candidatos e de vagas e a expertise de headhunters para conectar empresas e pessoas.

Segundo o especialista, entre as informações que os recrutadores costumam buscar nos perfis das redes sociais estão empresa, setor, tempo de experiência, formação acadêmica, idiomas e cargo que ocupa ou já ocupou. Entretanto, apenas a presença em mídias sociais não é suficiente para conquistar essa visibilidade.

“A REACHR é uma plataforma que busca ter claro quais são os objetivos dos candidatos, o seu perfil em todas as frentes, o momento de carreira. Ciente disto, e ciente do que a empresa busca para cada vaga é possível fazer a conexão adequada, gerando assertividade para empresas e para os candidatos. Também é possível fazer diversas comparações de carreira, identificando quais perfis são mais aceitos, quais os aspectos a desenvolver que o profissional deve focar. Estes feedbacks são essenciais para que os candidatos concentrem seus esforços de desenvolvimento onde de fato precisam, evitando dispêndio de recursos financeiros desnecessários”, explica.

Nesse sentido, quanto mais detalhado o perfil online do candidato na plataforma, mais chances existirão de o avaliador tomar a decisão correta. “O cadastro deve ser o mais completo possível, passando por dados cadastrais, acadêmicos, cursos realizados, histórico profissional, mas também deve trazer os objetivos de carreira para o momento, remuneração, aspectos comportamentais, interesses e hobbies”, explica.

Etiqueta digital ‒ Com isso, surge também uma preocupação: até que ponto as postagens nas redes sociais influenciam a opinião/decisão das empresas sobre a contratação ou não de um candidato?

Para o consultor, a não ser que a pessoa tenha um posicionamento muito radical sobre algum assunto e o perfil da empresa seja mais conservador, são raros os casos em que haverá uma pré-seleção. Entretanto, é preciso cautela para não prejudicar a carreira profissional, visto que geralmente o que é publicado torna-se público e em alguns casos não pode ser removido.

“Ter uma noção do que publicar e para quem publicar é importante. Há redes sociais mais voltadas para o trabalho, outras para os amigos. Você pode ainda fazer parte de comunidades especificas. Tudo que é colocado nas redes sociais torna-se público. Nunca sabemos o dia de amanhã. Imagina fazer um comentário grosseiro sobre uma empresa e depois se candidatar para uma vaga na mesma empresa? Portanto, todos devem buscar um uso adequado para os públicos adequados.”

Outro ponto que o consultor aconselha evitar é copiar o job description na descrição das atividades para se parecer mais atrativo para uma vaga. “Mentiras só atrapalham o processo de seleção. O candidato pode avançar uma etapa a mais, pode inclusive ser contratado, mas uma hora a ‘máscara cai’ e ele será prejudicado. Apenas ter informação sobre a empresa ou compartilhar com ela opiniões não é suficiente para se destacar, pode no máximo gerar mais interesse para uma avaliação. O perfil para uma contratação é algo completo, passa pelo aspecto técnico, acadêmico, comportamental, perspectivas futuras, momento atual, remuneração, empatia, fit cultural, etc.”

O uso excessivo das redes sociais é visto como algo negativo pelas empresas? Nem sempre, diz o consultor. “Existem empresas e gestores de todos os estilos e culturas. Sem dúvida para alguns, dependendo de suas crenças, da dinâmica do trabalho, do nível de exposição que o candidato tem e o quanto seu comportamento pode espelhar um comportamento da empresa, pode sim ser visto como prejudicial”, afirma. “Entretanto, em outros casos pode ser visto como positivo. O certo é que cada vez mais empresas autorizam seus funcionários ao usar as redes sociais para o trabalho, inclusive para se relacionar com clientes e fornecedores”, completa.

Saiba mais sobre a REACHR e cadastre-se gratuitamente: www.reachr.com.br

Tags, , , ,

SBCoaching promove 4º Fórum Internacional de Negócios, Liderança e Coaching

Estão abertas as inscrições para o 4º Fórum Internacional de Negócios, Liderança e Coaching, encontro realizado pela SBCoaching nos dias 23, 24 e 25 de 2017, no WTC Events Center, em São Paulo. Considerado o maior evento de Negócios, Liderança e Coaching da América Latina, o Fórum tem como objetivo fornecer novas ferramentas e técnicas em liderança para executivos, empresários, gestores e profissionais de RH.

Nos três dias de encontro, os participantes terão oportunidade de aprender sobre novas ferramentas e soluções de liderança e gestão com palestrantes internacionais como Martin Seligman, Brian Tracy, Fátima Doman, além dos profissionais Villela da Matta e Flora Victoria, Presidente e Vice-Presidente da SBCoaching. O Fórum é a oportunidade para adquirir ensinamentos como a habilidade de motivar e inspirar equipes, grupos e organizações; promover aumento de satisfação de bem-estar, performance e engajamento nas empresas; aumentar a produtividade, performance para alcançar resultados extraordinários.

As inscrições podem ser feitas pelo site www.forumdecoaching.com.br, pelo e-mail forum@sbcoaching.com.br ou pelo telefone (11) 3775-5753.

Fórum Internacional de Negócios, Liderança e Coaching

Local: WTC Events Center (Avenida das Nações Unidas, 12551)
Data: de 23 a 25 de março de 2017
Mais informações: www.forumdecoaching.com.br

Tags, , ,

OLX movimenta R$81,9 bilhões em 2016, equivalente a 1,4% do PIB brasileiro

A OLX, líder no segmento de compra e venda online no País, obteve um crescimento expressivo durante 2016. Com os brasileiros cada vez mais conscientes em relação a seus hábitos de consumo, a empresa comemora fazer parte deste movimento e contribuir com a evolução da economia colaborativa.

A empresa promoveu quase o dobro de vendas pelo site em 2016 – foram 24,6 milhões de produtos vendidos, valor 90% superior ao ano anterior e que equivale a quase 50 vendas por minuto. Entre os maiores Estados do Brasil em população, dois resultados merecem destaque: Minas Gerais e Bahia cresceram as vendas em 103% e 106%, respectivamente – valor acima da média de crescimento geral da empresa, de 90%.

Outro dado que chama a atenção é o crescimento nas vendas em algumas categorias que há alguns anos não eram tão expressivas. “Os brasileiros já estão acostumados a comprar e vender carros usados no Brasil há muito tempo. Porém, nossos dados de 2016 mostram que esta realidade está se ampliando rapidamente, pois tivemos crescimento expressivo em categorias como moda, casa e itens para bebês e crianças”, explica Andries Oudshoorn, CEO da OLX Brasil.

As vendas realizadas no site movimentaram em 2016 R$ 81 bilhões – valor que representa 1.4% do PIB do País. “Para a OLX é uma honra ser o motor de uma cultura de consumo sustentável, que traz impacto positivo para todos: para quem desapega de algo que não usa mais, para quem compra produtos por um preço mais acessível, para a comunidade e economia do País e para o meio ambiente”, completa Andries.

Carros e imóveis

As categorias de carros e imóveis, dois segmentos nos quais a OLX é líder de mercado, foram muito relevantes no crescimento da empresa no último ano. 3,3 milhões de automóveis foram vendidos na plataforma, 44% a mais que em 2015. Isto equivale a 6 carros vendidos por minuto. O número de carros vendidos em 2016 pela OLX representa 34% do total de carros novos e usados emplacados pela Fenabrave no Brasil, que foi de 10,3 milhões. Além disso, em 2016, 933,5 mil imóveis foram vendidos pela OLX, alta de 50% em relação a 2015.

Novo escritório e contratações

Para abrigar todo esse crescimento e fortalecer a cultura de inovação, autonomia e criatividade da equipe, a OLX investiu R$ 5 milhões em um novo escritório de 2.600m², no Rio de Janeiro, e contratou 250 novos colaboradores em 2016 (175 no RJ e 75 em SP). Só na área de tecnologia, foram contratados 86 novos profissionais.

Expectativas para 2017

Existe um grande potencial no público que nunca comprou pela internet e uma das expectativas da OLX para 2017 é conquistá-los. Uma pesquisa do IBOPE Conecta, encomendada pela OLX, mostra que 91% dos internautas brasileiros (68.147.706 de pessoas) possuem itens sem uso em suas casas e 84% deles (62.856.848 pessoas) têm interesse em vender esses objetos. “Planejamos continuar crescendo o nosso marketplace C2C e aumentar em mais de 50% o número de pessoas desapegando seus produtos com sucesso na OLX”, reforça Andries.

A OLX espera ainda aumentar em mais de 100% a receita deste ano ao otimizar soluções para profissionais de carros e imóveis. A empresa pretende fechar o ano de 2017 com 610 colaboradores, crescimento de 33% em relação a 2016. As contratações serão, principalmente, voltadas para os times de produto, tecnologia e dados. “70 novos profissionais serão contratados em 2017 para estas áreas, reforçando a nossa posição de empresa de tecnologia que mais cresce no Brasil e levando o total dessa área a 150 pessoas”, complementa o CEO.

Tags, ,

Oxigênio Aceleradora seleciona sete startups para seu 3º Ciclo de Aceleração

view (5)

A Oxigênio Aceleradora iniciou esta semana o 3º Ciclo de Aceleração, que contou com quase mil startups inscritas, das quais sete foram selecionadas para participar do programa.

Cada uma das startups escolhidas receberá um investimento direto de US$50 mil para o desenvolvimento de seu negócio, além de U$100 mil em investimentos indiretos, em forma de benefícios e recursos para os empreendedores. Como nos outros dois ciclos, a fase inicial oferece aos empreendedores sessões de mentoria, palestras e workshops com executivos da Porto Seguro, além de outros profissionais renomados, especialistas em diferentes áreas.

A fase seguinte leva as startups à sede da Plug and Play Tech Center, aceleradora localizada no Vale do Silício nos Estados Unidos.

Conheça abaixo as startups participantes:

• Crebit (http://crebit.com.br/) – Cartão de crédito totalmente digital oferecido de maneira simples, rápida e fácil para pessoas que não possuem acesso a crédito.

• Go Good (http://www.gogood.social/) – Solução corporativa que promove o bem-estar dos funcionários através da gamificação e do incentivo social, recompensando exercícios físicos dos funcionários com créditos para apoio a projetos sociais.

• GoEpik (http://goepik.com.br/) – Plataforma que utiliza realidade aumentada para guiar visualmente profissionais durante a execução de operações e processos críticos, com instruções em texto, vídeo ou objetos 3D em seu campo de visão.

• Logbee (http://www.logbee.com.br/) – Plataforma de logística urbana que liga motoristas autônomos e transportadoras a empresas que precisam fazer entregas na cidade.

• Mania de Passar (http://maniadepassar.com.br/) – Utilizando uma rede de microfranquias, a Mania de Passar passa e dobra as roupas dos seus clientes com qualidade, comodidade, serviço “leva e traz” e planos que podem chegar a menos de R$ 1,00 por peça.

• Reboque.me (https://www.reboque.me/) – Para motoristas e veículos, oferece uma solução de serviços de assistência 24h on-demand sem mensalidade, totalmente digital, rápida e eficiente, tudo a um clique na tela do smartphone.

• Simplificaa (https://www.simplificaa.com.br/) – Plataforma que ajuda as pessoas a cuidarem dos veículos com mais comodidade, aliando um acompanhamento automático das condições do carro com o delivery dos serviços necessários para tê-lo sempre em dia.

Tags, , , , , , , ,

IBM concede ao CPqD prêmio por parceria em inovação

O CPqD recebe hoje (15/02) um reconhecimento importante por sua parceria com a IBM, que gerou várias ideias inovadoras no decorrer de 2016: o prêmio Brasil Excellence Award – Dare to create original ideas. O anúncio e a entrega do prêmio ao CPqD acontecerão em Las Vegas, nos EUA, durante o evento IBM PartnerWorld Leadership Conference, que reúne, entre 13 e 16 de fevereiro, executivos das empresas que fazem parte do ecossistema de parceiros IBM em todo o mundo.

“A premiação é resultado de diversas iniciativas voltadas à inovação, que estamos conduzindo em parceria com a IBM e que deverão gerar novas frentes de negócios”, afirma Sirlene Aveiro Honório, diretora de Suporte à Decisão e Aplicações do CPqD. Ela menciona, entre outros exemplos, um projeto piloto desenvolvido no CPqD utilizando a tecnologia blockchain (Hyperledger) da IBM. Destaca, também, algumas ideias de projetos envolvendo a Unidade EMBRAPII CPqD, a IBM e parceiros do seu ecossistema.

“Temos ainda iniciativas visando o desenvolvimento de soluções que combinam componentes da plataforma Watson, da IBM, com ativos tecnológicos do CPqD, como ASR (reconhecimento automático de fala) e TTS (síntese de fala)”, acrescenta Sirlene – que estará em Las Vegas para receber o prêmio.

Tags, , , , ,

Como a análise de dados muda os programas de fidelidade no varejo – Por Mauricio Andrade de Paula

Fidelizar o cliente nunca esteve tão em alta. Além dos tempos de crise exigirem que não se perca clientes segue sendo importante “roubar” consumidores dos concorrentes. Ao mesmo tempo, com o crescimento da maturidade analítica no varejo brasileiro, as empresas do setor querem verdadeiramente conhecer melhor seus consumidores, não mais apenas de forma coletiva, e sim individualizar cada consumidor. Nessa jornada os varejistas começam a perceber que um bom programa fidelidade combina conhecimento sobre o cliente com boas oportunidades relacionadas diretamente com as preferências desse consumidor, melhorando a experiência de compra e agregando valor real ao processo de venda, por meio da otimização de processos operacionais, ou mesmo do aumento das margens e do tíquete médio. Neste cenário de elevação da maturidade analítica aliada aos programas voltados para a satisfação do cliente, o que podemos esperar sobre o futuro desse tipo de estratégia em nosso país?

Hoje os varejistas no Brasil trabalham para colocar o consumidor como peça chave de suas decisões (algo como varejo orientado pelo cliente), onde a análise mais profunda do comportamento do consumidor por meio dos dados disponíveis interna e externamente servem de norte para definição de estratégias de precificação, promoção, comunicação, e afins. Os programas de fidelidade cumprem um papel de “identificadores dos dados”, ou seja, onde as informações antes anônimas agora possuem nome e sobrenome e podem ser analisadas de formas inovadoras, gerando uma série de insights que alimentarão novas ações práticas. Um exemplo poderia ser obter o conhecimento sobre o histórico de compras de um dado domicílio, representado por duas ou três pessoas que mantem relacionamento comercial com a empresa, e assim determinar o que esse lar mais consome, em que momento essa família está (recém casados, filhos pequenos, filhos adolescentes, casal de melhor idade, etc.), podendo gerar correspondência com iniciativas de marketing (por exemplo, cupons promocionais ou conteúdos exclusivos) que atraiam esse consumidor.

Outra prática possível é a análise de sortimento sob essa perspectiva comportamental dos clientes, onde o lojista ganha a capacidade de evitar rupturas ou combinar ofertas com outros produtos de maior lucratividade de forma exclusiva, explorando de forma direta conceitos de up-selling e cross-selling.

Apesar do varejo possuir muitos indicadores (KPIs) e até plataformas de BI (Inteligência de Negócios) bastante sofisticadas, a análise avançada dos dados dos consumidores é que cria a capacidade de encontrar os padrões, tornando fácil identificar e tratar aquilo que é considerado “fora do padrão” e que pode representar um insight de negócio importante: um caso, ocorrido no último Latam Retail Show em 2016 dentro da loja do futuro, foi a descoberta através dos dados de que, dentro daquele ambiente simulado, uma determinada cesta de vinhos era vendida com camisas brancas (produto ponte entre categorias) e com jóias em um único tíquete. Apresentado a este insight, o púbico presente rapidamente gerava estratégias e compartilhava idéias sobre como gerar melhores resultados através da observação do relatório analítico (veja exemplos abaixo onde utilizamos grafos para representar os tíquetes a fim de avaliar a efetividade das promoções e responder outras perguntas típicas de negócio).

Se estamos sempre buscando benchmarks mundiais a fim de estabelecer quem são os melhores com o intuito de aprender com eles e até mesmo “imitá-los”, pode-se dizer que a próxima lição a ser aprendida é “retroceder no tempo”: buscar novamente aquele atendimento emocional, interessado, que só quem conhece verdadeiramente o outro pode fazer. Lá fora, no mercado estrangeiro, já podemos ver algumas tentativas nessa direção buscando aplicar ferramentas de análise de dados e inteligência artificial – a NRF desse ano foi palco dessa mudança, onde as pessoas são o foco.

A celebre frase “…vai o de sempre hoje, Dona Maria…”, repetido inúmeras vezes pelo dono da vendinha da esquina para as nossas avós é o que resume bem essa ideia: o varejista nesse caso já conhece e entende o que seu cliente precisa, eliminando o processo decisório por parte do consumidor, oferecendo aquilo que é necessário. Com isso, a mente do cliente fica “mais à vontade, mais livre”, e este busca uma relação mais constante com o conceito de “familiarizado”, ou seja, ele com o estabelecimento e o estabelecimento com ele. Segundo o artigo apresentado pelos especialistas, repetir o mesmo estímulo no cérebro humano faz com que nossa mente tenha um tempo de resposta mais curto, levando menos tempo para entender o estímulo gerado. Quantas vezes você já não leu um anúncio sem nem ao menos ter olhado a publicidade até o fim? Para os especialistas, o mais importante nesse processo é manter a mesma estratégia sempre, focando no comportamento individual de cada consumidor. Para essa nova corrente de pensamento o mais importante é manter os estímulos, já que nosso cérebro prefere percepções já conhecidas a fatos inusitados na hora de uma compra.

Com um super cérebro analítico a disposição é esperado que os grandes varejistas procurem se assemelhar as lojas de bairro e de menor fluxo de pessoas, onde os clientes tem uma relação mais afetiva com a loja e sua equipe, sendo o oposto também verdadeiro. Segundo os especialistas norte-americanos, o setor varejista deve mirar seus investimentos nos hábitos de cada consumidor – o que tem se traduzido atualmente por conhecer e pilotar a jornada do cliente. Se antes os varejistas menores e locais conseguiam essas informações pela relação interpessoal próxima, hoje grandes redes que atendem milhares de pessoas diariamente buscam emular essa relação de conhecimento e proximidade por meio da análise de todas as informações fornecidas e geradas por cada um de seus clientes.

Mauricio Andrade de Paula, especialista de Varejo e Big Data da Teradata para América Latina.

Tags, , , ,

Dahua lança câmera de segurança anticorrosão

unnamed (3)

Ambientes como Portos, Indústrias Químicas, Costa Marítima ou Ilhas, necessitam de soluções de segurança robustas, capazes de superar a alta salinidade ou vapores corrosivos. Para cenários críticos e difíceis a Dahua desenvolveu série DH-SD60230U-HNI-SL, com câmeras dome PTZ fabricadas em aço-inoxidável anticorrosão e resistentes à água, que agregam durabilidade e imagens em alta-resolução.

Os aparelhos suportam temperaturas extremas, variantes entre -40°C a 70° graus – adaptando-se às necessidades mais variadas sem deixar de lado a qualidade das imagens. As câmeras anticorrosão possuem sensores Sony Starvis com capacidade para recursos variados como a tecnologia Starlight, que garantem o melhor desempenho em condições de baixíssima luminosidade, e Wide Dynamic Range (WDR).

O modelo ainda possibilita acionar o auto-tracking, que utiliza os recursos Pan/Tilt/Zoom (PTZ) para rastrear de maneira inteligente alvos em movimento, que podem ser escolhidos manualmente ou automaticamente, através de características pré-definidas.

Compatível com compressão de vídeo H.265, que economizam banda-larga e espaço de armazenamento. As câmeras foram submetidas a testes de imersão (IP68) que asseguram a sua resistência a respingos, e testes de poeira – para certificar o seu bom uso nos ambientes mais inóspitos.

As câmeras operam em plataforma aberta e possibilitam a interação com outras soluções de segurança em rede, independente do fabricante, e contam com tecnologia Dahua.

Tags,

O bitcoin pode ser mais seguro que o banco? – Por Guto Schiavon

unnamed (15)

O bitcoin vem inovando cada vez mais a forma de se fazer negócios. Hoje em dia, a moeda digital pode ser usada para os mais diversos tipos de investimentos e, de quebra, é aceita por diversas instituições financeiras. Com a alta da popularidade conquistada atualmente, surge uma dúvida: um investimento feito com a criptomoeda pode ser mais seguro do que em bancos?

É exatamente sobre isso que vamos falar neste texto! Abaixo, pontuei algumas curiosidades importantes para ajudar a resolver a dúvida de muitas pessoas:

Os benefícios do uso de bitcoins: em uma época em que os grandes bancos internacionais entraram em crise, os bitcoins vieram realmente para ficar e, consequentemente, mudar o paradigma monetário. As moedas digitais estão ganhando cada vez mais espaço no mercado, e a tendência é que seu valor aumente muito nos próximos anos;

Autonomia: entre seus benefícios, está o fato de ser autônoma, ou seja, não ter vínculo com bancos ou Estados. Assim, a moeda é um grande chamariz para aqueles que desejam fugir de crises econômicas que venham a causar turbulências nos mercados;

Produção limitada: a produção de bitcoins é registrada a cada dez minutos, e a ideia de seu criador é que essa produção de moedas caia a cada quatro anos, tornando-a deflácionária e impedindo que crie novos bitcoins após o limite. Esse é outro fato a ser considerado, afinal a produção da moeda é limitada e, por isso, a quantidade disponível no mercado, também.

Assim, a partir de um determinado momento, ela poderá ser comercializada somente por quem comprou os bitcoins ainda quando eram produzidos. Dessa maneira, a demanda pelo dinheiro digital crescerá, ao contrário da oferta, e seu valor de mercado aumentará consideravelmente;

O sistema blockchain: o bitcoin, que opera independentemente de qualquer agente financeiro, é autenticado pelo chamado blockchain. O sistema se tornou tão bem-sucedido que, nos dias atuais, até mesmo alguns bancos o utilizam como inspiração para otimizar suas operações.

O blockchain atua, basicamente, como um livro-caixa, realizando o registro das transações, e podem ser analisadas por qualquer pessoa com acesso à rede. Além de ser feitas de modo pseudoanônimo, a grande vantagem é que, depois de validadas, as ações não podem ser apagadas do sistema.

Assim, aqueles que se mostram receosos para compartilhar informações pessoais, acharão no blockchain uma boa maneira de completar operações financeiras de forma eficiente. Para que uma transação seja aceita, é preciso que todas as máquinas da rede façam a verificação das transações, evitando o gasto duplo de um mesmo bitcoin;

A segurança das moedas digitais: os bitcoins vêm provando ser investimentos cada vez mais rentáveis para o público e uma moeda de troca quase tão popular quanto as tradicionais. Apesar de muitas pessoas considerarem o investimento na criptomoeda o que chamamos de um “tiro às escuras”, a verdade é que o expediente se revela como altamente rentável. Há, dentro da lógica de uso dos bitcoins, várias medidas que visam aumentar a segurança na experiência de quem usam esse tipo de moeda.

No entanto, é claro que, algumas medidas de segurança devem ser tomadas: vale a pena fazer um adequado estudo do melhor momento para entrar no mercado e acompanhar de perto suas tendências. Investir em bitcoins é uma boa alternativa que vem sendo explorada cada vez mais pelos investidores. Agora que você sabe que a moeda virtual pode ser mais segura que os bancos, invista!

Guto Schiavon, COO da FOXBIT, a maior corretora de bitcoins do Brasil.

Tags, , , , ,

Conheça as vantagens de utilizar assistentes virtuais inteligentes em sua estratégia omnichannel

Deixar de acompanhar os avanços tecnológicos e seus impactos na relação entre clientes e empresas hoje é um tiro certeiro para fazer ruir a estratégia de qualquer empresa. Mas, como atender às demandas de personalização e humanização nestas interações e ter ganhos operacionais? Diante deste cenário, os AVIs – Assistentes Virtuais Inteligentes – apresentam-se como uma excelente ferramenta para este impasse.

“Os assistentes virtuais que antes estavam limitados a grupos de discussão e sites especializados, hoje são tema das mídias convencionais e são parte da nossa vida, ratificando a importância e a eficácia da tecnologia. A maioria das pessoas que utiliza internet ou serviços online, provavelmente utilizou alguma modalidade de assistente virtual ou assistente pessoal em uma transação, muitas vezes, sem perceber. Hoje temos assistentes para as mais variadas funções: assistentes de comando de voz para agendar uma reunião, localizar um restaurante, anotar uma tarefa ou mesmo localizar um posto de gasolina”, exemplifica Marildo Matta, diretor da Virtual Interactions, empresa de Inteligência Artificial do Grupo Plusoft.

Uma das vantagens de se investir neste tipo de tecnologia é o ganho na dimensão do tempo. Os assistentes virtuais estão presentes 24 horas, sete dias por semana para atender os clientes. Esta vantagem está diretamente ligada à tendência do autoatendimento, em que o próprio consumidor resolve suas questões com ajuda do atendente virtual.

Passada a demanda do tempo, você pode estar se perguntando sobre a capacidade de interação dos AVIs com o cliente. Um dos pressupostos destes softwares é aprender a partir das interações com o consumidor e expandir o seu repertório, facilitando a resolução de problemas do cliente. Desta forma, a relação entre empresa e consumidor se torna mais humanizada, mesmo que intermediada por uma inteligência artificial.

Além disso, o AVI pode ser configurado para personalizar as páginas de um site de acordo com o comportamento do consumidor, mostrando os produtos ou assuntos mais procurados por ele, identificando pendências do cliente – cadastros não preenchidos corretamente, carrinhos abandonados ou a última solicitação registrada no sistema pelo consumidor.

Assim como outras soluções digitais, os assistentes virtuais podem ser acessados em diversas plataformas, aumentando as chances de sucesso a cada interação, independente do aparelho que o cliente possa estar utilizando – computadores, smartphones, tablets, totens de atendimento.

Além dos sites de vendas, institucionais, os assistentes virtuais também estão presentes nas redes sociais. Um dos exemplos recentes e mais conhecidos são os “bots”, “chatbots” ou “robôs”, como os do Messenger do Facebook. “Os chatbots se engajam em conversas com o usuário de mensageiros instantâneos, atendendo a dúvidas, pedidos, realizando sugestões e encontrando alternativas para as solicitações propostas ao sistema”, afirma Bruno Alves, diretor executivo da iCustomer, empresa do Grupo Plusoft especialista em análise, monitoramento e interação nas mídias sociais. O grande salto que estes softwares representam é a naturalidade com que dialogam com o usuário, fazendo com que acredite que está realmente interagindo com um humano do outro lado.

É preciso deixar claro que para que as vantagens descritas acima funcionem da melhor forma possível os assistentes precisam estar integrados à plataforma de gestão do relacionamento com clientes e aos outros canais de atendimento da empresa, alimentando esse ambiente e também se alimentando do mesmo para a obtenção das informações necessárias para gerar um atendimento personalizado.

Tags, , , ,

ESPM melhora atendimento com solução de Service Desk da Algar Tech

A fim de organizar e definir processos, a Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), escolheu o Service Desk da Algar Tech, multinacional brasileira que integra soluções de Gestão do ambiente de TIC e Gestão de Clientes, como a solução ideal para melhoria no atendimento e satisfação dos usuários com o atendimento. A entidade, que conta com 11 milalunos e mais de 600 professores, passou a desenvolver vários tipos de análise além de mensurar a satisfação da experiência dos usuários.

A implantação de Service Desk foi integrada com a área de TI para gerenciar solicitações internas, estruturação de processos com nível de acordo de serviço (SLA), adoção de novas metodologias e definição de prioridades para os atendimentos. Como resultado, foi possível definir processos com uma equipe capacitada, integrada e em sinergia com o mercado, além de oferecer entregas de alta performance com foco em resolução. Com isso, foi possível realizar diversas análises, como quantidade de chamados recebidos, tempo de atendimento e espera, taxa de abandono, retrabalho, atendimento em primeiro nível, principais tipos, assuntos e usuários demandantes.

Após a consolidação do serviço outros resultados puderam ser avaliados. Os acordos de níveis de serviços são atendidos com excelência e em sua totalidade, o volume médio de chamados supera 2.000 por mês, o índice de satisfação do cliente excede 99% e os usuários passaram a ter cinco canais de contato com a instituição: Service Desk (Via telefone, E-mail ou pessoalmente) e Service Desk EAD (Via Telefone, E-mail, Skype, Chat Collaborate).

A ESPM é uma instituição de ensino superior com 65 anos de atuação e considerada uma das principais faculdades de Publicidade e Propaganda do país. Presente nas cidades de São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Porto Alegre (RS), possui 11 mil alunos de graduação e pós-graduação e mais de 600 professores.

O Service Desk da Algar Tech é o primeiro da América Latina com certificação ISO 20.000 e SCC (Support Center Certification) do HDI. Tem atendimento global, multicanal e em seis idiomas, soluções automatizadas com análise Big Data, que permitem ao usuário resolver o seu problema sem intervenção da equipe de TI. Conta com uma plataforma única de NOC – integrado e multidisciplinar – para monitoramento de todos os elementos da infraestrutura de TI, além de diversos especialistas certificados para projetos de alta complexidade de forma compartilhada ou dedicada.

Tags, ,