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Quem são os defensores da Internet no Brasil?

Por Silicon-Minds

Mais da metade da população mundial já conta com acesso à internet, aponta o último relatório Digital de 2018, divulgado pelos serviçosonlineHootsuite e We Are Social. De acordo com as duas companhias somos mais de 4 bilhões de pessoas conectadas. As redes sociais são utilizadas por cerca de 3,2 bilhões de pessoas (42% de todo o mundo).

Segundo a jornalista Elaine Raquel Assis, cada vez mais informações pessoais e públicas são coletadas, armazenadas, processadas e compartilhadas eletronicamente. Tudo isso traz oportunidades para o desenvolvimento socioeconômico e sustentável, especialmente em torno das tecnologias de informação e comunicação para o desenvolvimento.

Parece perfeito! Só que não #sqn. Ocorre que o mundo virtual não está isento dos perigos da vida real, os chamados Cyberbulling crescem virtuosamente desafiando a privacidade e as Leis.

Perguntamos a Elaine: Como se aplica a lei brasileira para criação de perfil falso para difamação, bully, cybertalking e fake news?

Elaine responde citando o advogado criminalista e constitucionalista, Dr. Adib Abduoni. Segundo ele, a criação e utilização de um perfil falso com a finalidade de caluniar, difamar, injuriar ou ameaçar alguém, além de representar causa de responsabilização penal pelos crimes em espécie (CP, artigos 138, 139, 140 e 147), também constitui a prática do crime de falsa identidade, previsto no artigo 307 do CP (atribuir-se ou atribuir a terceiro falsa identidade para obter vantagem, em proveito próprio ou alheio, cuja conduta dissimulada é repudiada pela Constituição Federal ao vedar o anonimato como forma de garantir a liberdade de expressão (CF, artigo 5º. IV).

Como é possível achar o responsável por uma conta anônima?

Segundo Dr. Adib, a obtenção da identificação do endereço de protocolo de internet e o rastreamento do registro de conexão – qualificado como o conjunto de informações referentes à data e hora de início e término de uma conexão à internet, sua duração e o endereço IP utilizado pelo terminal para o envio e recebimento de pacotes de dados – constitui mecanismo indispensável acerca do descobrimento do criador do perfil falso, cuja obtenção, regulada pela Lei 12.965/2014 (Marco Civil da Internet), deve se dar por meio de autorização judicial – em caráter de liminar ou não – com vistas a formar o conjunto probatório do processo judicial cível ou penal, cuja ordem será dirigida ao provedor de acesso responsável pela guarda e fornecimento desses registros, desde que fundados os indícios da ocorrência do ilícito, sem prejuízo da preservação da intimidade, da vida privada, da honra e da imagem das partes direta ou indiretamente envolvidas.

Fernando Azevedo, sócio da Silicon Minds, empresa especializada em reputação online, e autor dos livros “Segredos de Reputação Online” e “O Negócio Sujo das Fake News” ainda avisa que o lesado pode fazer um pedido legal para que as redes sociais forneçam contas conectadas e e-mails que foram usados para a criação da conta falsa.

Existe alguma legislação vigente no Brasil para crimes de internet?

A responsabilidade penal por crimes cometidos no ambiente digital – à exceção daqueles estabelecidos na Lei 12.737/12 (Lei Carolina Dieckmann) sobre a tipificação penal da invasão de dispositivos informáticos alheios, cometida por hackers para coleta de dados sem autorização – padece de uma legislação específica, o que não impede a incidência dos tipos penais comuns sobre essas condutas contrárias à norma penal.

Nessa senda, pouco importa o meio pelo qual a prática do crime seja consumada – real ou virtual -, a exemplo dos crimes contra a honra e a liberdade pessoal (calúnia, difamação, injúria, constrangimento ilegal ou ameaça) previstos no Código Penal, além dos crimes previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente, atinentes à produção e reprodução de cenas de sexo explícito ou pornográfica, envolvendo os infantes, assim como os delitos contra as relações de consumo estabelecidas no Código de Defesa do Consumidor cujo exemplo clássico é a propaganda enganosa.

“O Brasil precisa acordar para estas práticas criminosas. E as redes sociais precisam ser mais ágeis na resolução destas contas e postagens”, diz Fernando Azevedo da Silicon Minds.

Segundo o Instagram, por exemplo: “Se uma conta for criada com o intuito de exercer bullying ou de assediar outra pessoa em seus posts, após a pessoa prejudicada denunciar o abuso, essa conta poderá ser bloqueada”.

Parece fácil, mas na verdade não é. “A maioria das pessoas desconhece esta regra e nem sabem como reportar. Além disso, na própria rede social existe a necessidade de dezenas de denúncias, com morosidade de 7 dias para tornar efetiva a ação.” – diz Fernando Azevedo, sócio da Silicon Minds, empresa especializada em reputação online e combate a fake news e cyberbullying.

Cyberbullying ou assédio virtual, segundo a Wikipedia, é uma prática que envolve o uso de tecnologias de informação e comunicação para dar apoio a comportamentos deliberados, repetidos e hostis praticados por um indivíduo ou um grupo com a intenção de prejudicar o outro. Entretanto, não é somente este o problema. Cyberstalking consiste no uso de ferramentas tecnológicas com o objetivo de perseguir ou assediar uma pessoa, segundo a Wikipedia. E ainda temos outros problemas como criação de fake news, pornografia infantil e violação de direitos autorais.

Fernando Azevedo reporta alguns passos importantes que uma pessoa pode utilizar quando é assediada na internet: “Existem alguns passos importantes que as pessoas podem seguir ao lidar com notícias falsas, cyberbullying e cyberstalking. Os processos legais podem demorar, então temos algumas dicas: “O primeiro passo é reportar a conta que está causando o problema e pedir para que amigos, colegas e seguidores façam o mesmo. No caso de assédio em comentários, o Instagram, em “configurações”, tem um filtro de comentários que pode banir as palavras que o incomodam. O usuário pode fazer um post pedindo ajuda a seguidores e relatando o problema. Além disso, o proprietário, no caso de Fake News e difamação, pode mostrar que está tratando das acusações pessoalmente e aproveitar para representar seus valores de ética e transparência. Ele também pode emitir press releasesinformando a verdadeira história. Ao responder a notícias e ofensas falsas on-line, lembre-se da regra de ouro das mídias sociais: “seja positivo ou fique quieto”. Desativar contas de todos os membros que podem ter dificuldade em controlar seu temperamento. E lembre-se: obter telas de notícias falsas é extremamente importante ao preencher um processo.”

O problema é tão grave que Fernando Azevedo, junto com a jornalista Livia Clozel, está começando uma campanha com o hashtag #helpmeinternet. A idéia é usar o poder do crowdsource para ajudar a reportar crimes nas redes sociais. “Caso eu esteja sofrendo cyberbullying de ‘fulanodetal’, eu posso fazer um post na minha conta ‘#helpmeinternet fulanodetal está me atacando’. Assim as pessoas poderão ver meu pedido, ir até a conta do suposto agressor e avaliar se realmente está ocorrendo um abuso para ajudarem a reportar a rede social.”

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Editora FGV lança livro “Internet das Coisas” e seus potenciais efeitos sobre a sociedade

Qual o futuro da internet e quais os potenciais efeitos da Internet das Coisas sobre a sociedade? Essas e outras questões são tratadas no mais novo livro publicado pela Editora FGV em parceria com a FGV Direito Rio, “A internet das coisas”, escrito pelo professor Eduardo Magrani, e que será lançado no próximo dia 19 de junho, às 19h, na Livraria da Travessa, no Shopping Leblon, Rio de Janeiro.

Com 95% do mundo coberto por redes de celular e 84% com acesso à banda larga, somado ao rápido crescimento das redes 4G e 5G, o mundo segue o caminho sem volta de estar cada vez mais conectado, e, assim como as pessoas, tudo a nossa volta também passa a estar “logado”.

A Internet das Coisas é basicamente o termo para o aumento da comunicação das máquinas pela internet, o desenvolvimento de utensílios e microdispositivos que por sensores e outras tecnologias captam dados a partir de seu ambiente, tornando-se parte integrante da internet em prol das facilidades da vida moderna.

“Cada vez mais as informações que circulam pela Internet não serão mais colocadas na rede tão somente por pessoas, mas por coisas e algoritmos dotados de inteligência artificial que trocam dados e informações entre si, formando um espaço de conexões de rede e informações cada vez mais automatizado”, afirma Eduardo Magrani, que irá realizar um bate-papo durante o lançamento juntamente com Eduardo Peixoto, do Instituto CESAR em Recife e a Caitlin Sampaio, da PUC Rio.

Estimativas apontam que a combinação entre objetos inteligentes e big data poderá alterar significativamente a maneira como vivemos. Em 2020, a quantidade de objetos interconectados passará dos 25 bilhões, podendo chegar a 50 bilhões de dispositivos inteligentes. O impacto na economia é tão impressionante quanto esses números. A estimativa de impacto econômico global corresponde a mais de US$ 11 trilhões em 2025.

Contudo, há ainda um longo caminho pela frente: metade da po­pulação mundial permanece sem acesso à internet banda larga; é a mesma parcela de pessoas sem conexão no Brasil. Apesar do cenário, o horizonte é promissor para o avanço das tecnologias digitais no país, que tem um dos mercados mais relevantes no segmento tecnológico. O governo federal iniciou recentemente uma discussão acerca da Internet das Coisas – geralmente referida sob o acrônimo IoT (Inter­net of Things) – e, como resultado dessa discussão, um Plano Nacional para a IoT vem sendo debatido.

“Internet das Coisas” é uma rede de reflexões sobre novas tendências e direcionamentos das tecnologias da informação e para onde vamos com essa nova onda tecnológica.

Lançamento – A Internet das Coisas

Data: 19/06 – Hora: 19h

Local: Livraria da Travessa – Shopping Leblon – Avenida Afrânio de Melo Franco, 290 – loja 205A

Autor: Eduardo Magrani

Páginas: 192

Editora FGV – Preço : R$ 40 (impresso) e R$ 32 (e-book)

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Premiação dará a startups a oportunidade de se conectarem com mentores e investidores

Startups que desejam participar da Corrida de Unicórnios, ainda podem se inscrever. A competição que é considerada o maior desafio de startups do País, tem o objetivo de elencar as empresas com o maior potencial de mudar mercados tradicionais. Os finalistas além de contato com investidores e mentores para seus negócios, participarão do Consumidor Moderno Experience Summit, que em 2018 acontece em Madrid (Espanha), ao lado de 100 executivos de grandes empresas.

Para esta fase, a premiação procura startups dos eixos de Customer Experience (CX) e Inovação – nesta categoria podem ser inscrever empresas que têm soluções nas seguintes áreas: Mobilidade, Fintechs, Healthtechs, HRtechs, Insurtechs, Educação, Construtechs, Lawtechs, Transformação Digital, Cidades Inteligentes, Logística, Robótica e soluções que ajudem companhias a aumentarem sua eficiência operacional.

As startups de inovação têm até o dia 25 de junho para realizarem as inscrições. Elas passarão por uma triagem que terá o resultado divulgado no dia 4 de julho, já no dia 12 de julho, as startups vencedoras da etapa realizarão um pitch para uma banca de jurados. Já as vertentes de CX terão até o dia 2 de julho para realizarem as inscrições – seguindo o cronograma, serão avaliadas por mentores com resultado divulgado até o dia 10 de julho e, no dia 17 de julho as escolhidas da etapa realizarão seus pitchs para especialistas na área.

Serão, ao todo, sete etapas da Corrida, divididas em inscrição, pitches e semifinais de cada vertical de eixo – uma delas já foi finalizada, a vertical de varejo. As semifinais acontecerão nos principais eventos corporativos do País – BR Week, Whow! Festival de Inovação e Conarec, que juntos reúnem mais de 12 mil executivos qualificados de diversos setores da economia.

Em sua primeira edição, o desafio conta com apoio de empresas que atuam no ecossistema de inovação, como ABComm, ABFintech, Fiap, Inseed, OasisLab, RME – Rede Mulheres Empreendedoras, USP, WeWork, além do apoio e metodologia de avaliação de Felipe Matos, autor da obra “10.000 Startups” e um dos maiores especialistas de startups do País.

As inscrições são gratuitas e estão abertas e vão até o dia 25 de junho para a vertical “Inovação” e 2 de julho para a vertical de CX. Para todas as informações, clique aqui.

CRONOGRAMA – VERTICAL “INOVAÇÃO”

25 de junho (segunda-feira) – Encerramento das inscrições das startups – Vertical “Inovação”
4 de julho (quarta-feira) – Divulgação da avaliação dos mentores – Vertical “Inovação”
5 de julho (quinta-feira) – Compilação das escolhidas pelos mentores e comunicação às startups – Vertical “Inovação”
12 de julho (quinta-feira) – Pitches da vertical “Inovação”

CRONOGRAMA – VERTICAL “CUSTOMER EXPERIENCE (CX)”

2 de julho (segunda-feira) – Encerramento das inscrições das startups – Vertical “Customer Experience (CX)”
10 de julho (terça-feira) – Divulgação da avaliação dos mentores – “Customer Experience (CX)”
11 de julho (quarta-feira) – Compilação das escolhidas pelos mentores e comunicação às startups – “Customer Experience (CX)”
17 de julho (terça-feira) – Pitches da vertical “Customer Experience (CX)”

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Natura prorroga prazo de inscrição para o programa de aceleração de startups

A Natura, em parceria com o CESAR, prorrogou as inscrições para os interessados em participar do primeiro Programa de Aceleração de Startups da empresa. O prazo final é dia 17 de junho e os candidatos podem fazer o cadastro em: www.natura.com.br/startups

O objetivo do Programa de Aceleração é estimular o crescimento de startups em segmentos de mercado de interesse da Natura, contribuindo para acelerar a inovação e superação de desafios dentro da empresa, em uma relação de colaboração e incentivo mútuo. Na chamada pública para participação, as startups terão que propor soluções para desafios estratégicos da Natura, já mapeados para o programa e comunicados no portal.

“Acreditamos que esta iniciativa contribui para o desenvolvimento do ecossistema de startups no país, ajudando no desenvolvimento e amadurecimento para que elas se tornem mais competitivas no mercado”, afirma Luciano Abrantes, diretor de inovação digital da Natura.

As startups pré-selecionadas passarão por um Comitê de Investimentos, realizado em parceria com o CESAR.Labs, programa de aceleração de empresas do CESAR, no qual serão avaliadas as necessidades das empresas selecionadas e o aporte de recursos financeiros, em parceria com investidores-anjo, no valor de até R$ 100 mil. A partir da assinatura do contrato, serão nove meses de aceleração, no qual a Natura irá contribuir para o desenvolvimento dessas empresas por meio da proposição de desafios, apoio e execução do programa e mentorias com executivos ao longo da duração do programa. Ao fim do ciclo, as startups poderão ser contratadas pela Natura como parceiras.

A iniciativa faz parte do Programa Natura Startups, lançado em 2016, com o propósito de fomentar a cultura inovadora dentro da Natura e incentivar o empreendedorismo e o ecossistema de startups envolvidos com a empresa.

Sobre o Programa Natura Startups

Lançado em 2016, o Programa Natura Startups reforça a atuação da companhia no ecossistema de inovação, uma ferramenta relevante para fomentar o empreendedorismo e gerar novas oportunidades e conexões. No ano passado, mais de 100 empresas se inscreveram no programa, das quais 14 firmaram contrato para teste-conceito e três se tornaram fornecedoras da empresa. No primeiro semestre de 2018, já recebemos mais de 30 novas inscrições em nosso portal.

Inscrições: até 17 de junho

Site: www.natura.com.br/startups

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EMS e Bosch firmam parceria estratégica para implementar a primeira Indústria 4.0 no setor farmacêutico na América Latina

Da esquerda para a direita Wolfram Anders, vice-presidente executivo da Robert Bosch América Latina; Tobias Henzel, vice-presidente de operações da EMS;Carlos Sanchez, presidente do Conselho de Administração do Grupo NC; Besaliel Botelho, presidente da Robert Bosch América Latina; e Volker Melges, diretor da divisão Pharma da Robert Bosch América Latina
Foto: André Montejano/LZP Produções

A EMS, maior laboratório farmacêutico no Brasil, que tem como principal foco de investimento a inovação, se une à Bosch, empresa multinacional alemã fornecedora de tecnologia e serviços, para alavancar a Indústria 4.0 em suas unidades fabris no país. A implementação de máquinas conectadas pretende tornar a produção do laboratório mais inteligente e eficiente, trazendo um crescimento significativo na capacidade produtiva da empresa nos próximos 3 a 5 anos. O contrato entre as empresas foi firmado na última semana, na sede da EMS, em Hortolândia, na presença de Carlos Sanchez, presidente do Conselho de Administração do Grupo NC; Luiz Borgonovi, presidente da EMS; Tobias Henzel, vice-presidente de operações da EMS; Besaliel Botelho, presidente da Robert Bosch América Latina; Wolfram Anders, vice-presidente executivo da Robert Bosch América Latina e Volker Melges, diretor da divisão Pharma da Robert Bosch América Latina.

O laboratório é o primeiro do setor farmacêutico na América Latina a adotar soluções da indústria 4.0 e a implementação ocorrerá, inicialmente, por meio de um projeto piloto em uma linha de embalagem de medicamentos e no processo de Gerenciamento da Manutenção. A expansão dessa tecnologia para outras linhas e equipamentos, bem como para o restante da cadeia produtiva, desde a entrada da matéria-prima até a saída do produto final, deve ser o próximo passo da parceria. Nesse primeiro momento, a Bosch, uma líder mundial em soluções 4.0 para a indústria farmacêutica e referência do modelo na Europa – onde o movimento das empresas rumo à implantação de máquinas conectadas é mais intenso, desenvolveu um software específico para a indústria farmacêutica, chamado Pharma i 4.0 Solution Platform, um Manufacturing Execution System (MES). O programa será instalado nas máquinas que a EMS já possui em sua planta em Hortolândia, transformando-as em equipamentos mais conectados, seguindo o conceito de “fábricas inteligentes”. Além disso, toda a manutenção será informatizada, permitindo o registro dos serviços executados em tempo real, bem como proporcionando maior velocidade e assertividade na análise das causas das falhas e solução dos problemas. Na indústria 4.0, os sistemas monitoram os processos físicos, criam uma replicação virtual e tomam decisões descentralizadas com base nos dados levantados pelos computadores, possibilitando a identificação e resolução de erros de forma mais rápida e assertiva. Com a ferramenta da Bosch, é possível analisar e armazenar uma grande quantidade de informações ao mesmo tempo, de forma dinâmica, rápida e eficiente.

“As soluções Bosch para a Indústria 4.0 foram customizadas para atender às necessidades específicas da EMS, fornecendo transparência para todos os processos e dados essenciais das máquinas, a fim de contribuir para que a empresa mantenha uma alta performance de seus equipamentos e tome decisões em tempo real baseadas em fatos concretos”, explica Volker Melges, diretor da divisão Pharma da Robert Bosch América Latina. “Além de máquinas individuais, o Pharma i 4.0 Solution Platform também pode monitorar diversas linhas simultaneamente e fornecer uma importante base para otimizar a produtividade. Para isso, o sistema grava informações de vários equipamentos de produção e as armazena centralmente. Para transferência de dados de forma precisa, o Pharma i 4.0 Solution Platform é calibrado para usar as máquinas Bosch, além disso, com uma interface eletrônica adequada, a solução também pode ser usada com eficiência em equipamentos de produção de terceiros”, afirma Melges.

A utilização da inteligência artificial na indústria tem uma série de pontos positivos, como ganho de eficiência, elevação da produtividade, economia e otimização dos recursos, diminuição de chance de erro humano, redução do tempo de parada inesperada das máquinas e do gasto de energia, além da possibilidade de emissão de relatórios de dados (“Big Data”), que podem gerar informações conforme a necessidade da empresa.

Dessa maneira, o trabalho que antes era operacional, passa a ser, cada vez mais, automatizado, sendo controlado por inteligência artificial. Nesse cenário, o colaborador passa a assumir um papel mais estratégico, agindo como analista dos dados levantados pelos computadores, podendo tomar algumas decisões com base nas informações coletadas, relacionadas, por exemplo, à eficácia do equipamento ao estoque disponível de material, a interrupções ou a danos em determinada peça. Isso permite identificar a origem dos problemas e os pontos com potencial de otimização. “A ideia é que esse novo sistema seja aprimorado e continue evoluindo e que, no futuro, todas as nossas plantas fabris possam otimizar cada vez mais seus recursos, produzindo de maneira mais inteligente e eficiente”, diz Tobias Henzel, vice-presidente de operações da EMS.

A princípio, será realizado um projeto piloto – para teste e identificação de pontos de melhoria – em uma das quatorze linhas automatizadas da unidade de embalagens de medicamentos sólidos, que opera no moderno complexo fabril da EMS, em Hortolândia. As instalações do projeto piloto terão início em junho de 2018, com entrega completa prevista para o fim do ano.

Os colaboradores da empresa serão guiados passo a passo para utilizar o Pharma i 4.0 Solution Platform, da instalação ao controle de processos. Serão qualificados para operarem as máquinas no novo modelo e estarão conectados em tempo real com técnicos da Bosch.

“A EMS aposta na Indústria 4.0 para continuar otimizando e aprimorando seus produtos e processos. Com isso, a companhia reforça seu pioneirismo no mercado de medicamentos no Brasil, seu contínuo investimento em pesquisa e desenvolvimento, e sua ousadia em nome da promoção da saúde e bem-estar das pessoas. A EMS orgulha-se de, mais uma vez, ser parte da história, ao se tornar a primeira farmacêutica – e empresa da área de saúde – a se lançar na Indústria 4.0 na América Latina”, finaliza Henzel.

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A Ascensão dos Marketplaces no E-commerce Brasileiro

Por Ivan Zeredo

As estratégias de vendas via plataformas marketplace nunca estiveram tão em evidência no e-commerce quanto no momento atual. Um dos gatilhos responsáveis por esse crescimento no Brasil, foi a chegada de novos players como a Amazon e o fortalecimento de plataformas do segmento como B2W e Mercado Livre. De acordo com o relatório Webshoppers de 2017, publicado pelo e-bit, no último ano a categoria representou 18,5% do total de vendas no e-commerce, volume correspondente a 8,8 bilhões em faturamento.

Atualmente, as plataformas de e-commerce líderes no mercado impulsionam o setor e abrem espaço para o crescimento de pequenos lojistas. Esse sucesso dos marketplaces também se deve a praticidade de divulgação dos produtos e um conjunto de benefícios que promovem o crescimento na participação de lojistas de diversos segmentos, entre os quais podemos destacar:

Menor custo de marketing

Um dos incentivos para que os lojistas optem por divulgar seus produtos em plataformas de marketplace é a economia em ações marketing, uma vez que, os portais assumem a maior responsabilidade em atrair os usuários, realizar promoções e estratégias de vendas. No entanto, vale ressaltar que para disponibilizar os produtos nas plataformas, os lojistas arcam com as taxas atribuídas por elas. Por isso, é importante analisar o custo-benefício envolvido na operação para ver se a estratégia realmente vale a pena.

Confiança dos consumidores

Conquistar a confiança dos usuários pode levar algum tempo e para os e-commerces menores, esse fator representa um grande desafio para impulsionar as vendas. Sendo assim, uma das grandes vantagens na publicação de produtos em grandes marketplaces é se valer da credibilidade dessas plataformas e transferir a segurança necessária para os consumidores concluírem a compra.

Maior alcance de público

Quanto maior a quantidade de lugares em que os produtos da loja estiverem disponíveis, maior a probabilidade de que ele seja encontrado pelo público de interesse, certo? Em partes podemos considerar que sim. A lógica faz sentido para a divulgação de produtos em uma ou mais plataformas de marketplace. No entanto, é preciso se atentar também para a alta concorrência desses portais, uma vez que, é muito comum encontrar um mesmo item oferecido por diversas lojas no site.

Dessa forma, as informações fornecidas sobre o produto, um bom planejamento para conseguir a melhor competitividade nos preços e condições de frete irão atuar como os principais diferenciais de vendas no marketplace.

Ivan Zeredo, Diretor de Marketing do Cuponomia, plataforma que reúne cupons de desconto dos principais players de comércio eletrônico do país, e que recentemente iniciou operações no México, Chile e Colômbia.

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Diebold Nixdorf: Izabel Pinto é nova diretora de Marketing e Comunicação para o Brasil

A Diebold Nixdorf, líder mundial em automação comercial e bancária, anuncia Izabel Pinto como sua nova Diretora de Marketing e Comunicação para a operação brasileira. Anteriormente, a executiva já atuou em empresas como NCR, SAS, PeopleSoft, AT&T e Xerox, com liderança para Brasil e América Latina.

A executiva é pós-graduada em Marketing pela ESPM e possui curso de extensão em Marketing Estratégico pela Universidade de Harvard (EUA). “É uma excepcional oportunidade para contribuir com o time de liderança da empresa, principalmente em um momento de consolidação da posição da companhia como líder mundial na condução de transações conectadas para milhões de consumidores nos mercados financeiro e de varejo”, comenta Izabel.

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From random numbers to actionable intel: How to manage your Big Data – De números aleatórios para informações úteis: como gerenciar seu Big Data

Data has many benefits. But with data points constantly being collected and updated, marketers can have trouble managing it. Data is only useful when it’s actionable.

When it comes to big data management, actionable goals that give a purpose to your data will make it more manageable and useful. Here are some of the areas where you can put your big data to work and use it to guide your future campaigns and strategy.

Purchasing Behavior

The purchasing behavior of your customers may be your biggest data asset. By analyzing specific metrics of how and why customers make purchases, you can see what works and what doesn’t in your marketing strategy. Some metrics that are important to look at in your data include:

Conversion Rate: Your average conversion rate can help determine whether or not new campaigns or products are successful. If you try a new product page and see a higher conversion rate, then you know the product page is converting better than the previous version.

Industry Conversion Rate: When you see how your organization’s conversion rate compares to your industry average, you can determine if your campaigns are as successful as they should be.

Repeat Customer Rate: How many times does an average customer make a purchase from you? This can help determine your sales funnel and repeat customer targeting strategy.

Average Order Amount: If the average order amount is less than the cost of some of your premium products, you may see more revenue from promoting more of your lower-cost products. Try experimenting with different selling methods (for example, BOGO, bundles).

Amount Spent on Site Before Purchasing: This relates to the buying cycle. If the average customer visits your product pages three times before making a purchase, they may need more convincing on their first visit. You need to test product page conversion tweaks to try to convince them to make a purchase sooner.

With some big data solutions, you can compare your results to industry standards — such as the industry conversion rate. Use your own data combined with a mixture of data from other sources to make more accurate decisions.

Continue Building with Demographics and Behaviors

Knowing the basics about your average customer helps you form personas, create new campaigns, and build better products. In a process known as data mining, look at your data for patterns in gender, age, location, and interests to flesh out your answer to the question “Who is my average customer?”

Combine these patterns with your metrics and other common customer behaviors. For instance, if you know that your customer base skews 30- to 45-year-old adults who make an average purchase of $100 on your site and reach out to customer service using the phone, you can spend more time testing call tracking and evaluate whether there needs to be more phone support for customers.

Combined data will give you the most information available. This helps all departments make better decisions, including evaluating employee performance, tracking trends, and predicting cash flow.

Campaign Integration

Big data management is all about combining the data you have in the most robust system available so your employees have the information they need.

As you create a picture of who your average customer is, you can integrate other data to better target the behavior patterns of those most likely to make a purchase from you. For instance, you can use social media analytics to pull more data that is relevant to behavioral targeting: It helps you see how and where your customers are engaging with your brand on social media. This will help with asset allocation when it comes time to decide advertising budgets or employee time management. It will also help you see which existing efforts are actually turning into conversions.

If you use Facebook pixel tracking, you can see what percentages of sales come or originate from Facebook. If a customer clicks on an ad about your new product suite and doesn’t complete the lead form, but follows up later to fill out a free content offer, the pixel gives you data on all the customer’s previous actions before completing the lead generation form.

Having better, integrated data allows you to see if all your marketing efforts are worthwhile. For instance, if your company has been creating quarterly white papers, but the data shows that white papers only make up 2% of your total lead source, you can experiment with different facets of the white papers (for example, the length, topic, or landing page copy) or consider cutting them from your marketing plan and refocusing those resources on something that generates a higher percentage of leads.

Sales Integration

Because marketing is mainly responsible for and focused on its own efforts, it may not see where a lead goes once it is collected for the company. This is why customer data from multiple departments and sources should be integrated into one big data management strategy.

In addition, leveraging third-party data sources can help companies predict what products customers in a specific industry will like. This can help shape both marketing and sales strategy and outreach. By using the right platform to collect all external and internal data into one place, you can see from which source a customer originates (for example, social media) as well as their average sales cycle and location. A centralized source of your data is beneficial to all departments.

For instance, if your digital marketing department sees that the average sales cycle of a customer is 12 weeks, but its campaigns usually only run for six weeks, it needs to look into lengthening campaigns to capture more leads within the normal sales cycle.

Integrating data into one platform helps you make better predictions, according to Doug Camplejohn in an article for CIOReview. By analyzing lots of data simultaneously, you can predict sales, customer rate of return, and several other metrics that can influence sales and marketing goals.

Goal Setting

Knowing key data points helps a great deal with goal setting. With the 12-week campaign example, the digital marketing department knows it needs quarterly goals that correspond with its average sales cycle.

Predictive analytics is another tool for big data that helps teams set more effective goals. Looking at a mix of internal and external data can let you determine any outliers. If you had a quarter that doesn’t go as well as predicted, for instance, but historically that’s unusual, you can set clearer goals based off the historical data and focus on what caused the quarter to go the way it did.

Looking at past performance trends can create clearer expectations, which makes goals more attainable. If the past three marketing campaigns have a strong start and then see incoming leads drop by 25% after two weeks, you can compare this historical performance to current campaign performance to see if you hit the mark.

Better use of data is all about leveraging it the right way to make more informed decisions. Big data management tools can help companies organize their own data, and use data from third parties to help predict behaviors and learn purchasing patterns. By using all the available knowledge, organizations can make better decisions for both marketing and overall product strategy.

About the Author:

Kelsey Jones has been working in digital marketing since 2007 and journalism since 2004, gaining proficiency in social media, SEO, content marketing, PR, and web design.

From Random Numbers to Actionable Intel: How to Manage Your Big Data

Os dados têm muitos benefícios. Mas, com os pontos de dados sendo constantemente coletados e atualizados, os profissionais de marketing podem ter problemas para gerenciá-los. Os dados só são úteis quando são acionáveis.

Quando se trata de gerenciamento de big data, metas acionáveis ​​que dão um propósito aos seus dados o tornarão mais gerenciável e útil. Veja algumas das áreas em que você pode colocar seus dados grandes para funcionar e usá-los para orientar suas campanhas e estratégias futuras.

Comportamento de compra

O comportamento de compra de seus clientes pode ser seu maior recurso de dados. Ao analisar métricas específicas de como e por que os clientes fazem compras, você pode ver o que funciona e o que não funciona na sua estratégia de marketing. Algumas métricas importantes para analisar seus dados incluem:

Taxa de conversão: sua taxa de conversão média pode ajudar a determinar se novas campanhas ou produtos são bem-sucedidos ou não. Se você tentar uma nova página de produto e ver uma taxa de conversão mais alta, saberá que a página do produto está convertendo melhor que a versão anterior.

Taxa de conversão do setor: quando você vê como a taxa de conversão da sua organização se compara à sua média do setor, pode determinar se suas campanhas são tão bem-sucedidas quanto deveriam.

Taxa de repetição do cliente: quantas vezes um cliente médio faz uma compra com você? Isso pode ajudar a determinar seu funil de vendas e repetir a estratégia de segmentação de clientes.

Valor médio do pedido: se o valor médio do pedido for menor que o custo de alguns de seus produtos premium, você poderá ver mais receita promovendo mais produtos de baixo custo. Tente experimentar diferentes métodos de venda (por exemplo, BOGO, bundles).

Montante gasto no local antes da compra: refere-se ao ciclo de compra. Se o cliente médio visitar as páginas do seu produto três vezes antes de fazer uma compra, elas talvez precisem ser mais convincentes na primeira visita. Você precisa testar os ajustes de conversão da página do produto para tentar convencê-los a fazer uma compra mais cedo.

Com algumas soluções de big data, você pode comparar seus resultados com os padrões do setor, como a taxa de conversão do setor. Use seus próprios dados combinados com uma mistura de dados de outras fontes para tomar decisões mais precisas.

Continue construindo com dados demográficos e comportamentos

Conhecer o básico sobre o seu cliente médio ajuda você a formar personas, criar novas campanhas e criar produtos melhores. Em um processo conhecido como mineração de dados, analise seus dados em busca de padrões de gênero, idade, localização e interesses para detalhar sua resposta à pergunta “Quem é meu cliente médio?”

Combine esses padrões com suas métricas e outros comportamentos comuns dos clientes. Por exemplo, se você sabe que sua base de clientes distorce adultos de 30 a 45 anos que fazem uma compra média de US $ 100 em seu site e acessam o atendimento ao cliente usando o telefone, você pode passar mais tempo testando o acompanhamento de chamadas e avaliando se é necessário ter mais suporte por telefone para os clientes.

Dados combinados fornecerão a maior quantidade de informações disponíveis. Isso ajuda todos os departamentos a tomar decisões melhores, incluindo a avaliação do desempenho dos funcionários, o rastreamento de tendências e a previsão do fluxo de caixa.

Integração de Campanha

O gerenciamento de big data tem tudo a ver com combinar os dados que você tem no sistema mais robusto disponível para que seus funcionários tenham as informações de que precisam.

À medida que você cria uma imagem de quem é seu cliente médio, é possível integrar outros dados para segmentar melhor os padrões de comportamento dos que têm maior probabilidade de fazer uma compra com você. Por exemplo, você pode usar a análise de mídia social para extrair mais dados relevantes para a segmentação comportamental: ela ajuda a ver como e onde seus clientes estão interagindo com sua marca nas mídias sociais. Isso ajudará na alocação de ativos quando chegar a hora de decidir os orçamentos de publicidade ou o gerenciamento do tempo dos funcionários. Também ajudará você a ver quais esforços existentes estão se transformando em conversões.

Se você usa o acompanhamento de pixels do Facebook, você pode ver quais porcentagens de vendas vêm ou se originam do Facebook. Se um cliente clica em um anúncio sobre seu novo conjunto de produtos e não preenche o formulário de lead, mas acompanha mais tarde para preencher uma oferta de conteúdo gratuito, o pixel fornece dados sobre todas as ações anteriores do cliente antes de preencher o formulário de geração de leads .

Dados melhores e integrados permitem que você veja se todos os seus esforços de marketing valem a pena. Por exemplo, se sua empresa estiver criando white papers trimestrais, mas os dados mostrarem que os white papers representam apenas 2% de sua origem total de leads, você poderá experimentar diferentes facetas dos white papers (por exemplo, o comprimento, o tópico, ou cópia da página de destino) ou considere cortá-los de seu plano de marketing e refocar esses recursos em algo que gere uma porcentagem maior de leads.

Integração de Vendas

Como o marketing é o principal responsável e se concentra em seus próprios esforços, ele pode não ver para onde um lead vai quando é coletado para a empresa. É por isso que os dados de clientes de vários departamentos e fontes devem ser integrados em uma única estratégia de gerenciamento de big data.

Além disso, o aproveitamento de fontes de dados de terceiros pode ajudar as empresas a prever quais produtos os clientes de uma indústria específica preferirão. Isso pode ajudar a moldar a estratégia de marketing e vendas e o alcance. Ao usar a plataforma certa para coletar todos os dados externos e internos em um único local, você pode ver de qual origem um cliente é originado (por exemplo, mídias sociais), além de seu ciclo e local de vendas médios. Uma fonte centralizada de seus dados é benéfica para todos os departamentos.

Por exemplo, se o departamento de marketing digital perceber que o ciclo médio de vendas de um cliente é de 12 semanas, mas suas campanhas normalmente são executadas por seis semanas, é necessário analisar as campanhas para capturar mais leads dentro do ciclo normal de vendas.

A integração de dados em uma plataforma ajuda você a fazer previsões melhores, de acordo com Doug Camplejohn em um artigo para o CIOReview. Ao analisar vários dados simultaneamente, você pode prever as vendas, a taxa de retorno do cliente e várias outras métricas que podem influenciar as metas de vendas e marketing.

Definição de metas

Conhecer os principais pontos de dados ajuda muito na definição de metas. Com o exemplo de campanha de 12 semanas, o departamento de marketing digital sabe que precisa de metas trimestrais que correspondam ao seu ciclo de vendas médio.

A análise preditiva é outra ferramenta para big data que ajuda as equipes a definir metas mais eficazes. Observar uma combinação de dados internos e externos permite determinar quaisquer valores discrepantes. Se você tivesse um trimestre que não fosse tão bem quanto o previsto, por exemplo, mas historicamente isso é incomum, é possível definir metas mais claras com base nos dados históricos e se concentrar no que fez com que o trimestre fosse do jeito que aconteceu.

Observar as tendências de desempenho anteriores pode criar expectativas mais claras, o que torna as metas mais alcançáveis. Se as três campanhas de marketing tiverem um início forte e, em seguida, os leads entrados caírem 25% após duas semanas, você poderá comparar esse desempenho histórico com o desempenho atual da campanha para ver se atingiu a marca.

Melhor uso de dados é tudo sobre alavancar o caminho certo para tomar decisões mais informadas. As ferramentas de gerenciamento de big data podem ajudar as empresas a organizar seus próprios dados e usar dados de terceiros para ajudar a prever comportamentos e aprender padrões de compra. Usando todo o conhecimento disponível, as organizações podem tomar decisões melhores tanto para o marketing quanto para a estratégia geral do produto.

Sobre a autora:

Kelsey Jones trabalha com marketing digital desde 2007 e jornalismo desde 2004, ganhando proficiência em mídias sociais, SEO, marketing de conteúdo, relações públicas e web design.

Source/Fonte: https://www.salesforce.com/products/marketing-cloud/best-practices/big-data-management/

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75% dos brasileiros ainda não têm flexibilidade no trabalho, mostra pesquisa da Randstad

O Brasil ainda não se adaptou às novas formas de trabalho. É o que aponta pesquisa da Randstad, líder global em soluções de recursos humanos, em que 75% dos brasileiros afirmaram ainda trabalhar no formato tradicional: no escritório e no horário comercial.

De acordo com o estudo realizado em 33 países, os mais desenvolvidos parecem mais avançados no que diz respeito à adoção de formatos flexíveis: na Suécia, apenas 51% dos entrevistados afirmaram trabalhar segundo o modo convencional, o menor percentual dentro deste cenário, enquanto a Índia registra o maior índice, com 85% dos profissionais atuando dentro da sede da empresa e em período comercial.

Por outro lado, para quem torce pela mudança nos padrões de trabalho, a notícia é boa: 69% dos indianos acreditam que a maneira de trabalhar está mudando no país; no Brasil, esse percentual é de 45%.

“O país está passando por um processo de reformulação das relações de trabalho. As empresas estão adotando gradativamente políticas de home office, horário flexível, trabalho remoto e outras opções que desconstroem o modelo tradicional da década de 80”, explica Jorge Vazquez, presidente da Randstad no Brasil.

Motivação

Para 90% dos brasileiros, o trabalho flexível permite melhor equilíbrio entre vida profissional e pessoal e para 86% deles, isso aumenta a produtividade, criatividade e satisfação. Mas nem tudo é positivo: 38% dos entrevistados sentem que essa flexibilidade também causa grande pressão na vida pessoal, já que nunca conseguem se desconectar completamente do trabalho.

Ainda assim, 76% dos brasileiros preferem trabalhar de casa ou de outros lugares que não o escritório, mas apenas 58% afirmam que as empresas fornecem recursos e equipamentos suficientes para que isso seja viável. Esse pode ser um dos motivos pelos quais 57% dos profissionais afirmaram preferir trabalhar no escritório.

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Catho tem novo executivo de desenvolvimento de software

A Catho, um dos maiores e mais completos sites de empregos do país, ganhou um nome de peso com a chegada do novo Head de Desenvolvimento de Sistemas, Leonardo Santos. Graduado pela Universidade Federal de Uberlândia, o executivo chega à Catho com uma trajetória de mais de 23 anos de experiência em tecnologia e assume a posição com o desafio de fortalecer e aumentar a área de desenvolvimento de sistemas da Catho.

“Além disso, um dos meus principais objetivos é o de fortalecer o posicionamento da Catho como uma empresa de tecnologia, com orientação ágil estabelecida por meio das tecnologias mais atuais e adequadas ao nosso negócio”, afirma Leonardo.

Leonardo Santos foi sócio fundador da Vale Presente e um dos responsáveis pela condução do processo de homologação da Vale Presente como empresa não financeira emissora Mastercard. Também foi Diretor de Tecnologia da Informação da Bebê Store, estando a frente das áreas de desenvolvimento de sistemas e de infraestrutura e Diretor de Tecnologia da Informação na Minuto Seguros.

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64% dos internautas brasileiros já utilizaram comandos de voz no smartphone

A nova edição do Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre uso de apps no Brasil revela que 64% dos internautas brasileiros já utilizaram comandos de voz no smartphone, seja para iniciar uma chamada telefônica, tocar uma música ou fazer buscas pela Internet.

O hábito é mais comum entre os jovens de 16 a 29 anos (70%), do que no grupo entre 30 e 49 anos (61%) ou entre aqueles com 50 anos ou mais (55%). Os homens (68%) tem mais interesse por este recurso do que das mulheres (60%) . Neste estudo, não houve diferença de comportamento entre classes sociais.

“O uso de comandos de voz majoritariamente por jovens indica uma tendência importante, que deve ser levada em conta pelos desenvolvedores de apps – são poucos hoje os aplicativos que estão integrados com assistentes pessoais dos sistemas operacionais ou que contam com seu próprio sistema de reconhecimento de fala. É também uma tendência que começa a ser incorporada por robôs de conversação em geral, especialmente em aplicativos de mensageria”, comenta Fernando Paiva, editor do Mobile Time e coordenador da pesquisa.

Nesta edição do Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre Mensageria Móvel foram entrevistados 1.931 brasileiros que acessam a Internet e possuem smartphone, respeitando as proporções de gênero, idade, renda mensal e distribuição geográfica desse grupo. As entrevistas foram feitas ao longo de abril de 2018. Esta pesquisa tem validade estatística, com margem de erro de 2,2 pontos percentuais e grau de confiança de 95%. É um trabalho independente produzida por uma parceria entre o site de notícias Mobile Time e a empresa de soluções de pesquisas Opinion Box.

O Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre Mensageria Móvel está disponível para download em http://panoramamobiletime.com.br/

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Erros no cadastro de produtos podem impactar seu e-commerce

Por Flavio Salomão

Em um setor em contínua expansão como o varejo eletrônico, que registrou um crescimento de 12% em 2017 e uma projeção de 15% para 2018, segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), é maior o número de empreendedores que apostam nessa área. Em contrapartida, é comum que ocorram erros no desenvolvimento da loja e no cadastro de produtos, podendo impactar diretamente a performance do e-commerce.

Essas falhas podem ser acarretadas pela falta de um processo de vendas focado na experiência do usuário (UX), fazendo com que os lojistas sejam obrigados a utilizar estratégias comerciais que envolvem preço, cross-selling e upselling, deixando a qualidade das informações em segundo plano. Além disso, os fabricantes dos produtos comercializados também são omissos no que tange os mecanismos de gestão de catálogo, deixando o cadastro dos itens e seus descritivos por conta da equipe das lojas eletrônicas, que normalmente possuem outras atribuições, como a área comercial, o setor de vendas e o marketing. Somado ao grande volume de mercadorias que as equipes desses estabelecimentos precisam atender, é comum que registros sejam feitos com pouco critério de revisão e qualidade.

Como consequência, o e-commerce perde relevância e os usuários deixam de acessar a loja, havendo uma queda do faturamento da empresa. Confira quais são os principais erros e como mitigá-los.

Taxonomia confusa

A taxonomia no varejo eletrônico é a segmentação e classificação dos produtos. Com a falta de organização no momento do cadastro dos itens entre categorias e subcategorias, a loja se boicota ao dificultar a localização por parte do usuário.

Padronização do título

As nomenclaturas devem apresentar um padrão e ter uma lógica por trás para facilitar o seu entendimento. Essa estrutura deve ser dividida em nome funcional + marca + quantidade. Assim, o consumidor consegue saber detalhes, aumentando as chances de conversão.

SEO

É aplicado para as técnicas de marketing que consistem na melhora do posicionamento nos mecanismos de busca. No varejo eletrônico, existe uma falta de conhecimento sobre quais os termos utilizados pelo fabricante devem ser empregados para indexar a mercadoria nos buscadores. Os lojistas pecam ao esquecer que os consumidores não são especialistas. Então, é comum que a procura seja feita por termos mais simples e genéricos.

Falta de detalhes

Explicações que não ajudam no entendimento do cliente e não sanam suas dúvidas não são viáveis. Anúncios sem informações como tamanho, peso, medidas, variantes de cor, material, modo de uso ou aplicação e principais diferenciais acabam por não vender. O conteúdo faz o mesmo papel de um vendedor na loja física, que deve esclarecer o consumidor para promover uma compra sem inseguranças.

Falhas no Português

Erros de gramática ou concordância demonstram falta de zelo com o fabricante e com o próprio usuário, além de tirar toda a autoridade e relevância da página.

Poucas imagens

Fotos com baixa qualidade e tiradas de poucos ângulos não ajudam na venda, muito menos na explicação dos atributos de uma mercadoria e nem a distância dos concorrentes. Portanto, aposte em imagens boas, autênticas e em posições para garantir o destaque na loja virtual.

Estratégia é a alma do negócio

Para mitigar problemas, é preciso que o gestor volte para a fase de estratégia e planejamento, produzindo um padrão que seja eficiente para seus produtos ou loja. Ao desenvolver um novo método, o processo deve ser mais ágil e garantir a excelência na elaboração dos conteúdos, que devem ser originais e atrativos, levando em conta quais são as palavras com maior relevância para os buscadores e os usuários, prestando atenção aos detalhes, curiosidades e especificações técnicas.

A tecnologia pode auxiliar nessa transação por meio do uso de soluções de catálogo ou sistemas de gestão de informações de produtos. Dessa forma, todos os dados e materiais do portfólio passam a ser gerenciados em um canal único, facilitando a gestão e o desenvolvimento.

Flavio Salomão é CEO da ISEE E-CONTENT SOLUTIONS, empresa especialista em gestão e criação de conteúdos de produtos para e-commerce.

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