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Necessidade de agilidade em inovação coloca em risco experiência do consumidor, dizem CIOs de empresas do setor financeiro

A Dynatrace, empresa líder em inteligência de software, apresenta os resultados de uma pesquisa global independente com 249 CIOs (Chief Information Officers) de empresas do setor de serviços financeiros. Segundo o levantamento, 77% das empresas do setor financeiro afirmam que a necessidade de agilidade em inovação digital tem colocado a experiência do consumidor final em risco. O estudo mostra que organizações do segmento lançam, em média, duas atualizações de software a cada hora de trabalho, em um contínuo esforço para se manterem competitivas e atenderem a um consumidor com expectativas cada vez mais elevadas.

Com relação ao futuro, 90% dos CIOs entrevistados afirmaram que vão precisar atualizar sistemas de uma forma ainda mais rápida. No entanto, a agilidade dos lançamentos pode cobrar um preço. Praticamente dois terços (65%) dos executivos consultados admitiram que são obrigados a comprometer a garantia de excelência na experiência do consumidor em favor de uma inovação realizada com mais velocidade.

“Praticamente toda organização no planeta é uma companhia de software nos dias atuais. Isso inclui as empresas de serviços financeiros. Líderes do mercado lançam múltiplas atualizações de softwares a cada segundo para garantir a experiência do consumidor. Consequentemente, o conceito moderno de entrega de software está centrado na agilidade, ciclos rápidos de desenvolvimento, lançamento em dinâmica e ambientes híbridos, com várias Nuvens”, diz Andreas Grabner, executivo de processos DevOps na Dynatrace. “Ainda assim, usuários finais também esperam que o fluxo estável das novas funcionalidades e atualizações funcione perfeitamente, sem ser comprometido. O desafio para a TI é entregar rapidamente, ao mesmo tempo que migra para uma arquitetura nativa na nuvem e mantém a boa experiência do usuário”.

No levantamento, a Dynatrace analisa os desafios enfrentados pelas organizações do setor financeiro à medida em que elas se esforçam para alcançar novos, e mais elevados, padrões de agilidade e velocidade. A pesquisa apurou:

A Nuvem permite agilidade, mas CIOs do setor financeiro enfrentam dificuldades para:

– Garantir que a performance do software não seja negativamente impactada (69%);

– Identificar se mover uma aplicação para a Nuvem traz os benefícios desejados (57%)
– Entender se uma aplicação é adequada para a Nuvem (57%)

– Rearquitetar aplicações legadas para a Nuvem (51%)

– Garantir que a experiência do usuário não seja afetada durante o processo de migração (52%)

Falta de colaboração e visibilidade acarreta atrasos para a inovação:

– Para 78% dos CIOs de serviços financeiros entrevistados, suas organizações vivenciaram atrasos em projetos de TI que poderiam ter sido evitados se as equipes de desenvolvimento e operação estivessem aptas a colaborarem facilmente

– CIOs do setor financeiro afirmam que iniciativas de transformação digital foram desestabilizadas principalmente por causa de impactos na correção de códigos (41%), e interrupções de serviços de TI causadas por problemas externos (56%) ou por mudanças internas (49%).

Organizações enfrentam desafios ao recorrerem a DevOps para melhorar a colaboração:

– 74% das organizações do setor implementaram ou estão explorando possibilidades de uma cultura DevOps para melhorar colaboração e conduzir inovações com mais agilidade

– Para 77% dos CIOs do setor, os esforços com DevOps são geralmente prejudicados pela falta de ferramentas e dados compartilhados, o que atrapalha as equipes de TI em obter uma visão unificada “da verdade”

– 59% dos CIOs do segmento identificaram diferenças entre as prioridades dos silos departamentais como uma barreira adicional à adoção de DevOps

“O desafio para todas as organizações de serviços financeiros é obter uma visão holística do canal DevOps – do código a experiência. Com o amadurecimento de DevOps, empreendimentos buscam automatizar e integrar o desenvolvimento do software com o objetivo de lançar mais rápido sistemas e atualizações com elevado padrão de qualidade e menos esforço manual. É empolgante ver a Inteligência Artificial desempenhar um papel ainda maior na redução de tarefas manuais de modo que possamos fazer o que amamos – criar software melhor, implementar com agilidade e entregar experiências perfeitas”, afirma Grabner.

Esse relatório, encomendado pela Dynatrace, é baseado em pesquisa global com 249 CIOs de grandes empresas do setor de serviços financeiros com mais de 1.000 funcionários. Para mais informações visite: http://info.dynatrace.com/2018_global_cio_report.html.

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Plataforma de mobilização colaborativa ajuda a combater as Fake News

As Fake News ou notícias falsas estão dominando o noticiário brasileiro e, ao que tudo indica, serão um dos principais desafios das eleições 2018. Com as pessoas cada vez mais conectadas por meio de redes, criar e propagar notícias falsas acabaram se tornando a maneira mais eficaz de se fazer uma campanha política. O perigo é quando uma pessoa recebe uma mensagem e, sem checar sua veracidade, passa adiante uma informação que pode ser falsa. Por conta da facilidade de disseminação de fake news, o Tribunal Superior Eleitoral criou um Conselho Consultivo sobre Internet e Eleições que agrega representantes da Justiça Eleitoral, Governo Federal, Exército Brasileiro e sociedade civil, que desenvolverá estudos sobre as regras eleitorais e a influência da internet e das notícias falsas no pleito.

A identificação de notícias falsas, entretanto, não é algo tão simples. Uma pesquisa da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos apontou a dificuldade que estudantes americanos tiveram para checar a credibilidade das informações divulgadas na internet. Dentre 7.804 alunos dos ensinos fundamental, médio e superior, 40% não conseguiram detectar fake news. Outro estudo, da mesma universidade, mostra que pelo menos 115 notícias falsas a favor de um único candidato foram compartilhadas mais de 30 milhões de vezes nas eleições norte-americanas em 2016. Já uma pesquisa do Instituto Ipsos revelou que 75% dos americanos avaliaram manchetes mentirosas sobre os candidatos como reais e a suspeita é que o uso desse tipo de estratégia durante a campanha tenha de fato influenciado nos resultados.

Atenta a este cenário colaborativo nas campanhas, a Action Labs, empresa que trabalha com uma metodologia de modelagem de negócios, produtos e serviços inovadores, desenvolveu o MobNex, uma plataforma completa de mobilização colaborativa com o conceito de gameficação e colaboração, que integra um painel de controle da campanha com aplicativo e site. “Não é de hoje que notícias influenciam campanhas. Mas agora as fontes de informação são muito mais variadas e, às vezes, anônimas. Nenhum candidato está livre de protagonizar fake news que podem prejudicar suas campanhas. Esta é uma das vantagens estratégicas que plataformas como a Mobnex dá às campanhas: ajuda a combater as fake news, já que as pessoas que estão engajadas ajudam a disseminar conteúdos verdadeiros logo que uma notícia falsa é detectada”, diz Paulo Renato Oliveira, diretor criativo da Action Labs.

Um dos diferenciais do MobNex é a possibilidade de ampliar a capacidade de mobilização pelo aplicativo, que possui estratégias de gameficação e conecta todos os envolvidos da campanha, atribuindo metas semanais de atuação, compartilhando informação em tempo real e valorizando os mobilizadores mais ativos. “Campanhas altamente conectadas são mais ágeis e eficientes. Em tempos de grandes restrições, legais e orçamentárias, empoderar os mobilizadores é sair na frente. E pode significar chegar na frente”, afirma Paulo.

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IFC seleciona 42 empresas globais de tecnologia para apresentar soluções inovadoras para instituições de saúde brasileiras em evento de matchmaking

A IFC, membro do Grupo Banco Mundial, está unindo empresas inovadoras de tecnologia em saúde de todo o mundo ao sistema de saúde brasileiro por meio de um programa para estimular novas parcerias que possam melhorar a prestação de serviço e os resultados para os pacientes. No âmbito do programa, acontece o TechEmerge Health Innovation Summit, em São Paulo, nos dias 28 e 29 de junho, cuja implementação no Brasil tem a parceria da Bionexo, empresa brasileira de soluções digitais para compras, vendas e gestão de processos de saúde.

Durante o evento, empresas globais de tecnologia pré-selecionadas terão a oportunidade de apresentar suas soluções para algumas das principais instituições de saúde do país, como Hospital Israelita Albert Einstein, Grupo Fleury, Rede D’Or, Hospital Sírio-Libanês, Alliar, Grupo Dasa, dr. Consulta, entre outros. Como parte do programa TechEmerge, US$ 1 milhão estará disponível para o financiamento de projetos-piloto localmente.

O TechEmerge foi realizado pela primeira vez com sucesso na Índia, em 2016; a IFC organiza agora a edição brasileira do programa em parceria com a Bionexo. O programa brasileiro recebeu mais de 295 inscrições de empresas de mais de 34 países. Por meio de um processo de seleção competitivo, 42 empresas de tecnologia em saúde, em 9 países, foram convidadas a participar do Health Innovation Summit em São Paulo (SP) – a lista completa das empresas selecionadas pode ser encontrada no link: http://techemergebrazil.org/techemerge-brazil/tech-companies-selected-tech-emerge-health-innovation-summit.

Aproximadamente 200 convidados devem participar do evento exclusivo, incluindo altos executivos de 25 das maiores instituições de saúde do Brasil, que atendem mais de 19 milhões de pacientes anualmente, executivos C-Level das 42 empresas de tecnologia selecionadas no Brasil e internacionalmente, além de investidores e parceiros estratégicos para o mercado de saúde nacional e latino-americano.

“Estamos muito entusiasmados com o programa TechEmerge Brazil, pois é uma oportunidade única de apoiar a inovação no ecossistema de saúde em todo o país, permitindo que o acesso a ele seja melhor e mais eficiente. O número significativo de inovadores globais que se inscreveram no programa e o número de instituições de saúde brasileiras que manifestaram interesse em utilizar essas soluções mostram que há demanda por serviços inovadores em saúde no Brasil”, disse Nikunj Jinsi, executivo responsável globalmente pela área de Venture Capital da IFC.

“Estamos orgulhosos de participar da organização do TechEmerge Health Brazil e acreditamos que temos muito a contribuir para o sucesso do evento, selecionando empresas que atenderão às exigências do setor e inovarão no setor de saúde brasileiro”, afirmou Rafael Barbosa, diretor de Marketing e Produto da Bionexo e responsável pela coordenação do programa no Brasil.

No dia 28 de junho, o primeiro dia do Innovation Summit, será realizada uma sessão plenária com palestras de líderes da área de saúde e demonstrações de empresas de tecnologia selecionadas. As empresas também terão estandes onde poderão apresentar suas tecnologias inovadoras para todos os convidados. À tarde, elas participam de reuniões fechadas agendadas com os provedores de saúde que participam do programa e estão interessados em discutir possíveis projetos pilotos. As reuniões continuarão no dia 29.

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CIAB FEBRABAN 2018 recebe público recorde de mais de 23 mil pessoas

A 28ª edição do CIAB FEBRABAN – Congresso e Exposição de Tecnologia da Informação das Instituições Financeiras, encerrou-se na última quinta-feira com um público recorde: 23.150 visitantes circularam pela exposição nos três dias de evento, um aumento de 9% em relação a 2017. O fórum de TI teve a presença de 170 expositores, 30 fintechs e mais de 350 palestrantes.

O congresso contou com público de 3.510 congressistas, entre os quais aproximadamente 145 eram estrangeiros, de 30 países. No evento, foram apresentadas as principais soluções e inovações para o setor em uma área de mais de 36 mil m2, no Transamerica Expo Center.

Ao longo dos três dias de evento, estiveram presentes importantes executivos do setor bancário, entre eles: Murilo Portugal, presidente da FEBRABAN; Candido Bracher, presidente do Itaú Unibanco; Roberto Sallouti, presidente do Grupo BTG Pactual; Mauricio Minas, vice-presidente do Bradesco; e Gustavo Fosse, diretor setorial de Tecnologia e Automação Bancária da FEBRABAN.

“Os bancos mostraram e debateram os avanços obtidos com tecnologias como internet das coisas, inteligência artificial e computação cognitiva, usadas para aprimorar a experiência digital dos correntistas”, afirma Gustavo Fosse, diretor setorial de Tecnologia e Automação Bancária da FEBRABAN. “Também tivemos a apresentação de um protótipo de blockchain, feito de maneira colaborativa entre as instituições, e importantes discussões para outros segmentos, como a criação de um ecossistema de pagamentos instantâneos no Brasil.”

Outro destaque do evento foi a segunda edição do Hackathon CIAB FEBRABAN, iniciativa da Federação Brasileira de Bancos, que reuniu, no final de semana que antecedeu a exposição, mais de 100 programadores de todo o país, com o objetivo de desafiá-los no processo de criação e desenvolvimento de soluções que impactem o mercado bancário no Brasil. Neste ano o tema do Hackaton foi “Inclusão Financeira dos Pequenos Negócios” e teve como objetivo o desenvolvimento de soluções que impactem empresas pertencentes a esse grupo (microempreendedor individual, microempresa e empresa de pequeno porte).

A comissão julgadora elegeu quatro finalistas e, durante o CIAB, eles apresentaram seus projetos. A equipe vencedora – Gestão Zap – foi escolhida durante o evento por voto popular. Em apenas um final de semana, o grupo elaborou um aplicativo semelhante ao WhatsApp com múltiplas funções de gestão, como controle de estoque, gerador de boletos, gestão de entradas e saídas, tudo a partir dos contatos da agenda telefônica do smartphone do empreendedor. Como prêmio, a Gestão Zap ganhou duas reuniões com lideranças bancárias para apresentar o projeto e um MacBook Air para cada membro da equipe.

Fintech Day

Realizado pelo terceiro ano consecutivo, o CIAB Fintech Day também foi destaque na programação do 28º CIAB FEBRABAN. Considerado um dos mais importantes encontros entre instituições financeiras e fintechs do Brasil, o já tradicional encontro tem como objetivo identificar startups que tenham sinergia e potencial para colaborar com bancos, seguradoras e instituições financeiras.

Nessa edição, as empresas vencedoras foram a FullFace, que mostrou uma solução de biometria facial, que detecta em menos de um segundo 1.024 pontos da face, usada para a identificação de pessoas de forma rápida e segura e voltada para diversos segmentos do mercado corporativo. A Ewally trouxe um aplicativo que permite o pagamento de contas, transferência de dinheiro, cobrança e recarga entre pessoas físicas e jurídicas dentro do próprio app e com agentes credenciados. O Banco Maré mostrou um aplicativo para pagamentos de compras, contas, boletos, recarga de bilhete único e celular pré-pago, que funciona como um banco digital, e tem até agência física dentro do Complexo da Maré, no Rio de Janeiro.

Blockchain

Apresentado como grande promessa para garantir maior segurança e simplicidade nas operações digitais, o blockchain foi um dos temas de destaque do CIAB FEBRABAN 2018. O Grupo de Trabalho Blockchain FEBRABAN apresentou um protótipo desenvolvido de forma colaborativa por bancos e instituições financeiras para reforçar a segurança na adesão de clientes para receber, dos bancos, um determinado serviço ou produto por meio digital.

O projeto usa blockchain para compartilhar informações de segurança sobre dispositivos móveis (celulares, tablets) que venham a ser usados pelos clientes na relação com o banco. A partir dessas informações, os bancos poderão enriquecer seus sistemas antifraude para determinar se um dispositivo específico não é confiável por ser, por exemplo, um aparelho perdido, furtado ou roubado.

“O projeto pode ser utilizado, por exemplo, na abertura de conta corrente e pode ser aplicado em diferentes modelos de negócios. O protótipo terá ainda de ser validado pelos bancos e refinado, para evoluir para um projeto-piloto, onde poderá passar a ser testado de forma controlada”, afirma Adilson Fernandes da Conceição, coordenador do GT Blockchain da FEBRABAN. O grupo, criado em agosto de 2016, é formado por 18 bancos e instituições, incluindo o Banco Central.

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Novas regras para as fintechs de crédito podem beneficiar pequenas e médias empresas, avalia FecomercioSP

Adquirir um empréstimo ou financiamento pode não ser tarefa fácil para os empreendedores de micros e pequenos negócios. Em muitos casos, os juros são altos ou a lucratividade da empresa não atende às exigências das grandes instituições financeiras. Para a assessoria econômica da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), novas formas de oferta de crédito podem beneficiar pequenas e médias empresas.

Em abril, o Banco Central (BC) anunciou as resoluções nº 4.656 e n.º 4.657, que alteraram a regulamentação das fintechs de crédito, autorizando-as a conceder financiamentos sem a intermediação de grandes bancos. De acordo com a Federação, as novas regras devem facilitar a aquisição de empréstimos para empresas, uma vez que essas fintechs possuem uma visão diferente com relação às exigências para aprovação.

As fintechs de crédito são startups com alto nível tecnológico que buscam formas de oferecer produtos do setor com mais praticidade. Antes de as resoluções serem divulgadas, essas startups eram obrigadas a ter um banco como parceiro, que eram os donos do dinheiro e responsáveis por ditar as exigências para o empréstimo. Com a nova regulamentação do BC, elas poderão atuar de duas maneiras: como Sociedade de Crédito Direto (SCD), em que oferecem crédito com recursos próprios por meio da plataforma eletrônica; ou como Sociedade de Empréstimo entre Pessoas (SEP), conhecido como peer-to-peer (P2P), em que a instituição serve como ponte entre credor e devedor. Nesse caso, o empréstimo é limitado ao máximo de R$ 15 mil por CPF ou CNPJ.

Para se enquadrarem, as statups financeiras que atuam com crédito terão que prestar contas e divulgar dados específicos ao BC, o que trará mais segurança ao cliente que buscar seus produtos.

A FecomercioSP ressalta que essa decisão cria um ambiente com mais concorrência, abrindo espaço para que a taxa média de juros de crédito cobrados pelas instituições financeiras (spread), que segundo dados de abril do BC estão em 41% ao ano (a.a.), caiam, combatendo, assim, mais um grande fator impeditivo da aquisição de crédito para grande parte empreendedores de micros e pequenos negócios.

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Insurtechs: Thinkseg adquire Bidu Corretora

A Thinkseg assume posição de maior insurtech do Brasil ao adquirir a Bidu Corretora nesta terça-feira. A start-up fundada em 2016 por André Gregori, ex-sócio do BTG Pactual, incorpora 100% da veterana Bidu, uma das primeiras corretoras de seguro online do País e, hoje, líder isolada na geração de tráfego orgânico e na consequente aquisição de clientes para diversos tipos de seguros. Como parte da transação, Rodolpho Gurgel, até então CEO da Bidu, e outros 3 gestores da companhia, tornam-se sócios da Thinkseg, trazendo conhecimento em tecnologia e marketing online para acelerar a expansão da insurtech.

As conversas entre a Thinkseg, os investidores da Bidu – entre eles o fundo de venture capital Monashees – e o management da companhia se iniciaram no final do ano passado. “O resultado deste namoro é o atual desenho que consolida a enorme sinergia e as habilidades complementares que ambas possuem”, conta André Gregori, CEO da Thinkseg. “Com esta aquisição, será possível trabalhar toda a cadeia produtiva do mercado de seguros com maior flexibilidade, assertividade e eficiência, unindo a experiência da Bidu em aquisição de clientes e inteligência de dados com a capacidade da Thinkseg na formatação e precificação dinâmica de produtos de seguro em parceria com as grandes seguradoras do mercado”.

A operação une as duas únicas empresas citadas no relatório “Goldman Sachs Global Investment Research” de 2018 como líderes em inovação no mercado de seguros do Brasil e potencializa o crescimento da Thinkseg. Podendo contar agora com modelos preditivos já altamente calibrados e embasados em mais de 8 milhões de cotações feitas desde 2011 e um tráfego orgânico que chega próximo dos 600 mil usuários por mês, será possível à Thinkseg antecipar anos de aprendizado e iterações, além de escalar suas vendas para outro patamar.

Após a incorporação da Bidu, a carteira da Thinkseg passa a somar mais de 23 mil clientes, com volume de prêmios estimado em R$ 85 milhões. Além disso, a empresa incrementa sua participação de mercado na maioria dos estados do País e aumenta suas vendas online, especialmente no segmento de seguro auto, carro-chefe da Bidu desde seu lançamento. A Thinkseg, que já opera também nos ramos de vida e eletrônicos, agora tem a possibilidade de acelerar sua entrada em outras verticais onde a Bidu já atua, como seguro viagem e plano de saúde, por exemplo.

“O ineditismo dessa operação no mercado de insurtech no Brasil inicia um caminho natural para a alavancagem do modelo de negócio das startups de seguros via aquisição. Somos os primeiros a realizar esse tipo de operação entre insurtechs, mas veremos outras transações no Brasil e no mundo daqui para frente”, afirma André Gregori.

Apesar da aquisição, as operações e os sites de ambas as empresas permanecem independentes, garantindo toda a qualidade e variedade de produtos que são oferecidos pela Bidu e pela Thinkseg.

Segundo Rodolpho Gurgel, “no Brasil, o impacto das Fintechs já começa a ser observado no dia a dia das pessoas e algumas destas empresas, como a Nubank, já viraram marcas consolidadas neste espaço. O impacto econômico das insurtechs será muito maior, embora esse ciclo esteja apenas começando. A combinação de expertises, como o uso de tecnologia aplicada ao marketing, como construímos na Bidu, combinada à aplicações mais especializadas de atuária e otimização de backoffice, que estão no DNA da Thinkseg, impulsionarão essa tendência”.

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ACOM Sistemas melhora desempenho em cinco vezes com solução de cloud da Winov

Com foco na satisfação dos clientes, a ACOM Sistemas passou a disponibilizar o sistema EVEREST Gestão Empresarial em uma infraestrutura hiperconvergente de data center virtual fornecida pela empresa Winov.

O novo ambiente, resiliente, não fica off-line e garante processamento cinco vezes mais rápido que uma solução de cloud comum. Isso possibilita extração de relatórios, integração contábil e conciliação financeira que, geralmente, envolvem milhares de informações, de maneira muito mais eficiente.

O desempenho superior permite que a ACOM Sistemas entregue mais qualidade com preços mais atrativos em um modelo SaaS, de software como serviço. Os clientes não precisam mais gastar com infraestrutura própria de tecnologia da informação para usar o EVEREST.

“Nosso sistema roda no que há de melhor em soluções de cloud computing. Contamos com equipamentos de missão crítica hiperconvergente com tecnologia Nutanix, que garantem alta performance. Podemos multiplicar o número de clientes sem aumentar o investimento.”, explica Eduardo Ferreira, Diretor Operacional da ACOM Sistemas.

Raul Cesar Costa, Chief Product Officer da Winov, ressalta que também há um grande ganho em segurança: rígidos protocolos garantem total confiabilidade e alta disponibilidade de telecom, com IP próprio, que recupera dados instantaneamente quando, por exemplo, é mudada a rede em que se trafega.

“Outra facilidade está no atendimento. Nossos clientes podem, literalmente, bater na nossa porta, a qualquer momento, em busca de suporte. Para a equipe da ACOM, que fica a poucos metros da Winov, na cidade de Curitiba, a comodidade é ainda maior”, comenta Raul.

Eduardo Ferreira acrescenta que a ACOM Sistemas busca inovação contínua para que possa melhorar o desempenho dos clientes com uso de tecnologia e adianta: “já estamos estudando o que mais pode ser oferecido de benefícios além do ERP na nuvem”. Mais uma vantagem para a ACOM Sistemas foi a de se tornar, também, provedora de nuvem ao participar de um programa de canais oferecido pela Winov.

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Google Cloud lança versão 2.0 do Hire

O Google simplificou os processos de contratação com o lançamento do Hire no ano passado, integrando-o às ferramentas que os recrutadores já usam em boa parte do dia – Gmail, Google Agenda e outros aplicativos do G Suite. Segundo os recrutadores, o Hire aprimorou fundamentalmente o modo como eles trabalham, diminuindo o tempo gasto na conclusão de tarefas comuns de recrutamento, como revisar candidaturas ou programar entrevistas, em até 84%. Baseado nos comentários dos usuários, para resultados ainda melhores, o Google lançou a versão 2.0 do aplicativo com algumas inovações.

Ao incorporar o Google AI (inteligência artificial), o Hire reduz tarefas repetitivas e demoradas em interações com apenas um clique. Isso significa que as equipes de contratação podem gastar menos tempo com logística e mais tempo se conectando com as pessoas.

Veja um pouco mais sobre o que os recrutadores podem fazer com o novo Hire:

Agendar entrevistas em segundos

Recrutadores gastam muito tempo gerenciando a logística de entrevistas – encontrando tempo disponível em calendários, reservando salas e reunindo as informações certas para que os entrevistadores se preparem. Para agilizar esse processo, o Hire agora usa IA para sugerir automaticamente entrevistadores e horários ideais, reduzindo o agendamento de entrevistas para apenas alguns cliques.

Se um entrevistador cancelar na última hora, o Hire avisa e recomenda entrevistadores substitutos disponíveis e facilita o convite rápido para eles. Isso significa que as equipes de contratação podem investir tempo na preparação de entrevistas e na construção de relacionamentos com os candidatos, em vez de agendar salas e verificar calendários.

Realce automático dos currículos

Grande parte do tempo dos recrutadores é gasto na revisão de currículos. Ao observar as pessoas interagindo com o Hire, nota-se que eles usavam com frequência “Ctrl + F” para procurar as habilidades certas enquanto examinavam um currículo – uma tarefa repetitiva e manual que poderia ser facilmente automatizada. Usando a inteligência artificial, o Hire agora analisa automaticamente os termos em uma descrição de trabalho ou consulta de pesquisa e os realça automaticamente nos currículos, incluindo sinônimos e siglas.

Clique para chamar candidatos

Independentemente de estarem analisando candidatos, conduzindo entrevistas ou acompanhando ofertas de emprego, os recrutadores costumam ter dezenas de conversas por telefone todos os dias. Isso significa gastar muito tempo procurando números de telefone ou anotações. A nova versão do Hire agora simplifica todas as conversas telefônicas com a funcionalidade “clique para ligar” e registra automaticamente as chamadas para que os membros da equipe saibam quem falou com um candidato.

“O uso do Hire do Google ajudou a agilizar os processos que costumavam ocupar muito do meu tempo, o que permite me concentrar nos próximos passos para garantir que os candidatos tenham a melhor experiência possível”, afirma Anna McMurray, headhunter da Dandelion Chocolate.

Há uma grande oportunidade para a tecnologia – especificamente para a inteligência artificial – ajudar as pessoas a trabalhar mais rapidamente e, portanto, concentrar seu tempo e esforço em atividades exclusivamente humanas. “Em última análise, é isso que o Hire é, e a funcionalidade que estamos lançando hoje demonstra nosso compromisso em ajudar as empresas a se concentrarem nas pessoas e criarem melhores equipes”, afirma Berit Hoffman, gerente de produto sênior do Hire.

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Neymar é o jogador da #Copa2018 mais mencionado no Twitter globalmente

Com o término da primeira rodada de jogos do Mundial na Rússia, o Twitter realizou um levantamento para identificar quais os jogadores da #Copa2018 foram mais mencionados na plataforma globalmente durante os seis primeiros dias do torneio. O brasileiro Neymar lidera a lista, seguido pelo português Cristiano Ronaldo, o argentino Lionel Messi e o também brasileiro Philippe Coutinho. O levantamento considera Tweets publicados em todo o mundo desde a última quinta-feira (14), data da primeira partida da #Copa2018.

Confira abaixo a lista dos 10 jogadores da #Copa2018 mais mencionados no Twitter globalmente até o momento:

Neymar #BRA

Cristiano Ronaldo #POR

Messi #ARG

Philippe Coutinho #BRA

Antoine Griezmann #FRA

Harry Kane #ENG

James Rodriguez #COL

Paul Pogba #FRA

Romelu Lukaku #BEL

Mohamed Salah #EGY

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Startup cria solução para motorista não dirigir alcoolizado e vence desafio nacional da Renault

Estimular o empreendedorismo e a inovação entre universitários por meio do modelo de startups: esse é o objetivo do Renault Experience. Neste ano, a edição recebeu 323 inscrições de todo o Brasil. Destes, apenas 3 iniciativas foram selecionadas para receber mentoria exclusiva e aporte de R$ 30 mil para desenvolver uma ideia inovadora que ajude a melhorar as condições de segurança no trânsito brasileiro. E o Centro Universitário Internacional (Uninter) está dentro: o grupo que desenvolveu a solução SENSCAR, formado por estudantes do curso de Relações Internacionais, divide o pódio com a USP e a Federal do Espírito Santo.

Agora, com o desenvolvimento do projeto SENSCAR oferecido pelos estudantes da Uninter, motoristas alcoolizados não conseguirão mais dar a partida no motor do carro. Por meio de aparelho de alta sensibilidade para detecção de álcool, um sensor capta se houve ingestão de bebida alcoólica pela respiração do motorista. Caso o aparelho reaja positivamente, o carro trava e não pode se movimentar. “Impedimos que o condutor coloque sua vida e de outras pessoas em perigo”, explica Jean Pierre.

A principal dificuldade do grupo durante a criação do protótipo foi conseguir diminuir o custo de produção do sensor. “No começo, avaliamos em R$ 500 a unidade, considerando lucro próximo a zero, o que tornava o projeto inviável”, relembra Carlos Cunha. Com ajuda dos professores da Uninter, foi possível repensar o plano de negócio. “Eles precisaram se adaptar ao mercado, baixar custos e criar uma solução mais viável: assim, oferecemos a forma de venda em comodato; após dois anos o sensor se torna propriedade do cliente”, explica Daniel Cavagnari, coordenador do curso de Gestão Financeira da Uninter.

Quando for comercializado, os clientes poderão comprar o produto e pagar em forma de mensalidade, com baixo valor de mercado. “Ficará em torno de R$ 59 por mês. Um valor que viabiliza o projeto e paga pela prestação de serviço e monitoramento do condutor”, completa Cavagnari. De acordo com Jean Pierre, integrante do SENSCAR, o primeiro investimento com o aporte recebido será a compra da patente do produto. Vamos estudar mercados no Brasil e exterior para iniciar nossa produção”, explica.

Por um trânsito sem mortes

De acordo com Comitê de Análise dos Acidentes de Trânsito, 62% dos acidentes fatais no trânsito em Curitiba envolveram a mistura álcool e velocidade em 2017. Com ajuda de novas tecnologias, aliado ao pensamento inovador dos estudantes, Gabriele Correia, Jean Pierre e Carlos Cunha têm em mãos um projeto que pode mudar a realidade brasileira de violência no trânsito. “O uso de bebida alcoólica é um grave problema social no país. Não basta conscientizar, precisamos encontrar formas para coibir que isso aconteça”, avaliam os integrantes do grupo.

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500 Startups e Visa anunciam parceria

A 500 Startups, fundo global de venture capital de early stage sediado no Vale do Silício, e a Visa aproveitaram a edição de junho do BRNewTech, evento promovido pela Brazil Innovators, para anunciar uma parceria entre as duas companhias. O encontro foi realizado nesta quinta-feira (7), no Campus São Paulo, espaço do Google para empreendedores, e teve como tema o cenário e as tendências no mercado das Fintech.

Anfitriã do evento, a Managing Partner da 500 Startups, Bedy Yang, deu as boas-vindas ao público e logo chamou o country manager da Visa do Brasil, Fernando Teles, para falar sobre a parceria entre a companhia e o fundo do Vale do Silício. “A Visa é uma empresa com mais de 60 anos, em que as coisas funcionaram da mesma maneira durante muitos anos. De um tempo pra cá, a velocidade da mudança é muito grande. No meio de pagamento não é diferente. Então, a gente embarcou nessa jornada de inovação”, afirmou o executivo.

Segundo Teles, a Visa vem investindo em inovação de forma consistente e quer estar cada vez mais próxima ao ecossistema das startups. “Temos 10 centros de inovação ao redor do globo, realizamos diversos programas de aceleração e, mais recentemente, fechamos essa parceria com a 500 Startups, que começou nos Estados Unidos e agora chega ao Brasil”, explicou o country manager da Visa no País, que complementou, falando diretamente aos founders presentes no evento: “O grande objetivo desta parceria é ouvir vocês, trazê-los para dentro do ecossistema e poder, de alguma forma, retribuir. Com essa parceria com a 500 Startups, queremos ter acesso ao ecossistema e mostar que a Visa está aberta a essa proximidade com as startups”.

Já Bedy Yang destacou a importância de ter grandes as empresas presentes no ecossistema de inovação. “É muito importante que as grandes empresas participem ativamente, seja com parcerias, comprando de startups, ajudando as empresas a escalarem ou mesmo com investimentos e aquisições”, disse.

A Managing Partner da 500 Startups aproveitou a oportunidade para falar sobre a atuação do fundo de venture capital de early stage, ativo desde 2010 e que possui 2000 empresas em seu portfólio, tendo alocado mais de US$ 400 milhões em investimentos. “A nossa missão é descobrir e apoiar os empreendedores mais talentosos do mundo, ajudá-los a criar empresas de sucesso em escala e construir ecossistemas globais prósperos”, enfatizou.

Após apresentações de Bedy Yang e de executivos da Visa sobre os programas de inovação da companhia, foi realizado um bate-papo com dois founders: Lincoln Ando, CEO da IDWall, e Felipe Sotto-Maior, CEO da Vérios. Os empreendedores falaram sobre suas experiências à frente de duas das mais promissoras startups brasileiras, o cenário atual e as as tendências em inovação no País.

Ao final do encontro, foi realizada uma ação de networking incentivado, com pitches de 30 segundos dos empreendedores presentes e, para encerrar, um happy hour aberto a todos os participantes do BRNewTech.

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Finep: empresas terão melhores condições para financiar projetos de Internet das Coisas

A Finep vai oferecer melhores condições de financiamento a empresas brasileiras que apresentarem projetos de Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês – Internet of Things). Será disponibilizado R$ 1,5 bilhão para apoiar iniciativas ligadas ao tema até o fim de 2018. O lançamento da ação, batizada de Finep IoT, aconteceu nesta terça-feira, 19/6, na sede da financiadora, no Rio de Janeiro. O evento contou com a presença do presidente em exercício da Finep, Ronaldo Camargo, e do ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Gilberto Kassab. “A Finep tem se preparado para entrar no mercado de IoT há um ano e meio”, destacou Ronaldo Camargo.

Para oferecer crédito mais atraente, a Finep vai conceder bônus de relevância setorial de 1,0% ao ano (a.a.) em cima de suas linhas de ação já existentes. A bonificação é cumulativa ao bônus de apresentação de garantias financeiras, ou seja: com o Finep IoT, as empresas podem conseguir empréstimos com taxa de juros de até TJLP-1,0% a.a. Se o projeto tiver foco em telecomunicações, a melhor taxa passa a ser TR+3% a.a. Dependendo do grau de inovação dos Planos Estratégicos de Inovação (PEIs), a Finep pode financiar até 90% do projeto. O prazo de carência é de até 48 meses e o prazo total pode chegar a 12 anos, também de acordo com a relevância da inovação.

Para se enquadrarem no programa, os projetos precisam ter como referência o conceito de Internet das Coisas e demais tecnologias habilitadoras da Manufatura Avançada, com aplicações na saúde, indústria, no agronegócio (ambiente rural) e no desenvolvimento urbano (cidades). Estão aptas a participar empresas com receita operacional bruta a partir de R$ 16 milhões. O valor mínimo das operações é de R$ 5 milhões.

O diretor de Inovação da Finep, Rennys Aguiar, ressaltou que, além das empresas, há, sempre, outros atores envolvidos no processo de inovação, como ICTs públicos e privados, órgãos da administração pública e órgãos reguladores. “O ideal é que estes agentes se envolvam no processo, preferencialmente articulados em consórcios, arranjos público-privados ou sistemas de inovação”, afirmou.

A ação está dividida em três eixos: desenvolvimento de soluções digitais baseadas em IoT e demais tecnologias habilitadoras; formulação de planos estratégicos de digitalização dos processos produtivos; e implementação dos planos estratégicos de digitalização dos processos produtivos.

A maior parte dos recursos (R$ 1,1 bilhão) vem da própria Finep. O restante (R$ 400 milhões) é proveniente do Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações (Funttel). É a primeira vez que a Finep lança um programa de fomento para incentivar o setor no País.

Para o ministro Gilberto Kassab, o principal objetivo é retomar a confiança da inovação no País: “Estamos no rumo certo, com as instituições públicas e privadas, academia e universidades se entendendo”.

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