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Carnaval: 5 dicas para alavancar as vendas de sua loja virtual

Historicamente o Carnaval é um período de baixa para as vendas do e-commerce brasileiro. No entanto, com um bom planejamento prévio e aplicação das estratégias adequadas para a data esta dificuldade pode ser convertida em uma grande oportunidade de crescimento. Para ajudar os empreendedores virtuais a superarem esse desafio, a Rakuten Digital Commerce preparou uma lista de dicas com as estratégias certas para dar um baile no fracasso e passar o carnaval dando um show de vendas.

1) Aposte em promoções

Vender itens com descontos especiais ou oferecer vantagens nas formas de pagamento podem ser atrativos consideráveis para essa época de início de ano, onde várias famílias têm parte do orçamento já bem comprometida. A dica é colocar as ofertas “no ar” um pouco antes do feriadão. Assim, é possível que sua loja venda mais e compense o período de folga em que o volume de acessos diminui.

2) Promoção não significa perda de lucro

Promover itens estratégicos nem sempre significa encurtar sua margem de lucro. Escolha produtos com uma boa margem, mas que precisam ser vendidos “rapidamente” por uma questão de sazonalidade. Por exemplo, artigos de verão – como biquínis, sandálias, cooler, pranchas, maquiagens muito coloridas, móveis para área externa da casa – logo terão o ritmo de venda reduzido. Pense nisso e faça girar seu estoque!

3) Comunique com antecedência

Como muitos clientes costumam viajar nessa época do ano, é bastante importante disparar e-mail marketing comunicando suas promoções antes do Carnaval. Isso evita que o cliente receba os e-mails durante um período de viagem. A dica vale, principalmente, se você anunciar produtos que possam ser úteis durante o feriadão.

4) Aposte em produtos que tenham relação com a data

Se o seu e-commerce vende produtos que tenham a ver com carnaval como pacotes de viagem, trajes de banho, malas, ou até mesmo roupas de verão, isso pode ser uma boa aposta. Colocar esses produtos em promoção ou em destaque perto da data e disparar e-mails com esse tema pode alavancar suas vendas nesse período.

5) Aproveite a sazonalidade

Quer você goste ou não, Carnaval é tradição por aqui. Então, entre na onda. Invista em comunicações temáticas sobre o Carnaval, sempre relacionando com os produtos ou segmento atendidos pela sua loja. Por exemplo, vende peças para carro? Então fale da importância de fazer revisões para garantir uma viagem segura nos dias de folia. Abuse do tema em seus e-mails e mídias sociais, isso desperta o interesse do cliente e mostra que você está ligado com as datas comemorativas.

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Ticket Log lança novo portal com foco no conceito de mobilidade inteligente

A Ticket Log, empresa de gestão de despesas corporativas da Edenred, lançou o seu novo portal voltado a clientes, parceiros e futuros negócios. Com um conceito inovador de navegação, que prioriza a geração customizada de conteúdo, o novo portal possui uma interface moderna e intuitiva, que permite uma experiência de marca completa para cada um dos públicos estratégicos da empresa.

Partindo do conceito user experience, o novo site foi concebido de forma a refletir a construção da marca Ticket Log, que é feita no contato com cada público, ao longo da jornada, congregando diferentes motivos, ações e esforços. Para que isso fosse possível, empregou-se a tecnologia cognitiva, ‘one-to-one’, que responde à interação do público do site, e oferece conteúdo de customizado, de acordo com o que está sendo buscado.

O site reproduz a concepção de mobilidade inteligente, atributo fundamental da marca Ticket Log. “O conteúdo se organiza na plataforma conforme as interações do usuário, conduzindo às melhores soluções, de acordo com as necessidades do usuário. Não é apenas mais um site com informações organizadas em bloco. Trata-se de um ambiente vivo, que se renova a cada contato”, explica Maximiliano Fernandes, Diretor de Marketing e Estratégia da Ticket Log.

Visando a reforçar o posicionamento sustentável da Ticket Log e instigar o debate sobre o tema mobilidade, um dos pilares da empresa, o portal ainda dá acesso ao Blog da Mobilidade Inteligente, que contém posts sobre as principais novidades e casos de sucesso sobre o tema.

“Com o novo portal da Ticket Log, esperamos converter leads em vendas, direcionando o conteúdo a diferentes tipos de público: desde aqueles que já reconhecem as soluções disponíveis no segmento de gerenciamento de frota, até aqueles com nível de interesse mais baixo, com os quais queremos iniciar um relacionamento, por meio da troca de conhecimento”, comenta Maximiliano.
O novo site da Ticket Log já está disponível e pode ser acessado pelo link: http://www.ticketlog.com.br/.

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JaguarDefense: tecnologia focada na segurança da Informação chega ao Brasil

Um dos maiores desafios em meados do século XXI, quando a automação ganha cada vez mais espaço no cenário mundial, é reduzir os riscos e a vulnerabilidade dos dados e as informações das empresas e instituições. Conectada com os novos anseios do mercado brasileiro e internacional, a Lever Tech, empresa brasileira, especializada em segurança da informação, com sede em Brasília – acaba de lançar no Brasil o seu novo sistema, denominado “JaguarDefense”. No evento de exibição da solução, realizado em fevereiro na capital brasileira, Helder Gaudêncio, CEO (Chief Executive Officer) da Lever Tech, apresentou a inovação aos convidados – especialistas do setor de informática, imprensa, parlamentares e executivos -, ao lado dos suecos Jim Carlsson, CEO da Clavister AB, e Magnus Svärd, Diretor Comercial das Américas da Clavister AB.

O JaguarDefense consiste numa solução de segurança simples e intuitiva, que traz os benefícios da nuvem para as empresas usuárias. Trata-se de uma solução que substitui os diversos componentes de segurança das empresas por um pequeno dispositivo capaz de enviar todo o tráfego para sofrer inspeção completa em um datacenter.

Em um panorama mundial, onde muitos sistemas têm sido invadidos por hackers, as empresas necessitam de soluções que as protejam de possíveis “ataques”. Com a utilização da plataforma, todas as informações que circulam nas máquinas protegidas pelo JaguarDefense são inacessíveis por quem não tem permissão. Nos últimos anos, devido aos constantes ataques sofridos por empresas públicas e privadas, a solução foi desenvolvida a fim de assegurar o sigilo das comunicações, bem como a proteção das informações.

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Votorantim Metais vai apoiar oito projetos de startups

Oito projetos de startups foram aprovados no programa Mining Lab, a iniciativa da Votorantim Metais para apoiar empreendedores a desenvolver inovações tecnológicas para a indústria da mineração e metalurgia. A decisão foi tomada por uma banca examinadora em evento, no auditório da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG), que ocorreu na última sexta-feira (17 de fevereiro).

O programa Mining LAB foi lançado em novembro de 2016 e recebeu a inscrição de 115 projetos nas áreas de nanotecnologia e energias renováveis. Em janeiro, a empresa divulgou a lista de 18 finalistas que participaram de uma fase de imersão para conhecer melhor as atividades da empresa e compreender as áreas onde os projetos serão aplicados.

No evento as startups apresentaram seus projetos para a banca examinadora que escolheu os oito melhores projetos. Os vencedores terão apoio técnico da empresa e acompanhamento pela FIEMG e pela aceleradora de startups Techmall.

A Votorantim Metais poderá investir no desenvolvimento das soluções, bem como estabelecer parcerias para busca de investimentos, compra ou distribuição dos produtos e serviços das startups.

“O Mining Lab nos colocou em contato com startups de diversos estados e confirmou que nosso modelo de inovação com abertura para novas ideias é o melhor atalho para a fronteira tecnológica. Tivemos 115 inscrições, um número acima do esperado para projetos em temas tão específicos. A empresa tem a intenção de ampliar o programa e lançar novos desafios nos próximos ciclos”, diz Rodrigo Gomes, Gerente de Inovação e Tecnologia da Votorantim Metais.

Conheça as startups vencedoras e seus projetos:

Ecoterra – Bio (Santa Cruz do Sul/RS)
Tema: Bioenergia
Proposta: Fornecimento de Biometano para substituição do Gás Natural utilizado nas caldeiras da unidade de Juiz de Fora/MG a partir de resíduos de caixa de gordura.

Tau Flow Engenharia – Curitiba
Tema: Nanotecnologia
Proposta: Aumento do rendimento da recuperação das nanopartículas de zinco com uso da Ciência da Fluidodinâmica Computacional.

Tau Flow Engenharia – Campinas
Tema: Eficiência energética
Proposta: Modelar e simular o forno do óxido de zinco com o uso da Ciência da Fluidodinâmica Computacional, para identificar os fatores que geram as perdas do processo e propor soluções visando o aumento da eficiência energética.

Zeg Environmental
Tema: Bioenergia
Proposta: Geração de energia, por meio de recuperação energética de resíduos ou biomassa.

nChemi Engenharia de materiais
Tema: Nanotecnologia
Proposta: Retirada de íons metálicos para transformação em produtos, com o auxílio de ímã e sem a necessidade de acrescentar demais reagentes químicos.

Ecosoluções
Tema: Bioenergia
Proposta: Tratamento de efluentes com alta concentração de sais minerais dissolvidos, proporcionando a sua recuperação e uso como fertilizante agrícola.

Bioware – Desenvolvimento de Tecnologia de Energia e Meio Ambiente
Tema: Bioenergia
Proposta: Tecnologia de pirólise rápida de biomassa para obtenção de bio-óleo para transformação es Biomassa Padronizada Líquida.

Bchem Solutions
Tema:Bioenergia
Proposta: Desenvolvimento de novas tecnologias para a produção mais sustentável de biodiesel.

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Nutanix lança novo programa de canais de vendas no Brasil

A Nutanix (NASDAQ: NTNX), empresa de computação em nuvem empresarial, anuncia seu novo programa de canais no Brasil, com o objetivo de aumentar a qualificação da sua atual base de parceiros e atrair novos. O programa fornece aos seus parceiros suporte para ferramentas de vendas, iniciativas de marketing e conhecimento técnico das soluções Nutanix. Além disso, todos os parceiros recebem treinamento online para a tecnologia hiperconvergente da empresa, que combina recursos de processamento e armazenamento na mesma plataforma. Esta nova atualização marca o interesse contínuo da empresa no crescente mercado brasileiro, onde Gartner prevê que, até 2018, os gastos dos sistemas de data center chegarão a US$ 3.254 bilhões.

O novo programa de canal oferece três níveis de associação: Authorized, Premier e Elite. O Authorized abrange as parcerias mais básicas e fornece acesso ao registro de oportunidades, treinamento online, materiais de marketing e apoio. No nível Premier, os canais de vendas têm acesso ao treinamento presencial e certificação, registro de oportunidades, MDFs (Market Development Funds), e programas de incentivo conforme definido pela Nutanix e de acordo com o volume de vendas. Para fazer parte da categoria Elite, o parceiro deve receber um convite para poder aproveitar os benefícios extensivos da associação Nutanix para a geração de Business Plans, programas de marketing exclusivos e maior capacitação técnica.

“Nosso novo programa de canal alinha-se melhor com a evolução do nosso portfólio e torna mais fácil para que nossos parceiros possam fornecer a tecnologia certa para seus clientes. Com este novo programa, definimos critérios mais específicos para os nossos parceiros de vendas para que eles possam compreender plenamente os benefícios e os requisitos do nosso programa “, afirma Marcela Daniotti, Gerente de Canal da Nutanix no Brasil.

Atualmente, a empresa possui quatro distribuidores no país: Adistec, Arrow ECS, CLM Software e Network1, e cerca de 90 revendedores credenciados em todo o Brasil. Esses canais representaram 100% das vendas da Nutanix no Brasil em 2016.

Treinamento e Certificações

O treinamento para parceiros de vendas é dividido em módulos de negócios (Nutanix Sales Academy) e módulos técnicos (Nutanix Systems Engineering Academy). No Nutanix Sales Academy são quatro níveis de conclusão de treinamento, do básico ao avançado: NPSR (Nutanix Platform Sales Representative), NPSS (Nutanix Platform Sales Specialist), NPSC (Nutanix Platform Sales Champion) and NPSX (Nutanix Platform Sales Xpert).

As certificações de treinamento e técnicas são entregues após a conclusão de até quatro módulos através da nova Academia de Engenharia de Sistemas Nutanix: NSEN (Nutanix Systems Engineering Novice), NSES (Nutanix Systems Engineering Specialist), NSEC (Nutanix Systems Engineering Champion) e NSEE (Nutanix Systems Engineering Expert). A certificação NPP (Nutanix Professional Platform) e NCC (Nutanix Core Competency) fornece informações sobre como implementar com êxito a infraestrutura do cliente.

Todos os treinamentos e certificações podem ser acessados através do portal Nutanix Partner Network (NPN), um portal exclusivo para os parceiros da Nutanix. A certificação Nutanix Platform Sales Specialist também pode ser concluída em um centro de treinamento autorizado – Adistec no Brasil – sob a supervisão de um instrutor Nutanix.

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Nuvem pública ou privada: para qual eu devo ir? – Por Bruno Faustino

A chave para o planejamento de uma migração para nuvem bem-sucedida é garantir que os requisitos de negócios direcionem o plano de migração. Serviços de nuvem públicas e privadas têm decepcionado algumas organizações simplesmente porque as escolhas de tecnologia foram colocadas à frente das exigências do negócio.

Mas você está realmente recebendo todo o benefício econômico que a nuvem é capaz de promover? Talvez não!

De certo, se você está na nuvem, então provavelmente já está colhendo os ganhos imediatos de tempo mais rápido na implantação, acesso self-service para os desenvolvedores e a capacidade de ampliar suas soluções quando a demanda cresce. Estes são os valores fundamentais dos ambientes na nuvem.

Analisando o modelo econômico das nuvens, é possível reduzir os custos significativamente, mas você realmente está tirando o máximo do novo modelo econômico? De acordo com ferramentas de otimização de custos como Cloudyn, solução SaaS (Software as a Service) para monitoração e otimização dos ambientes de nuvens públicas, privadas e híbridas, cerca de 70% dos clientes não estão. Com isto chegamos à conclusão que antes de iniciar a jornada para nuvem, é necessário ter um bom alinhamento com a estratégia de negócio da sua empresa.

Sendo assim, sua organização deve criar um documento que eu chamo de CDG (do inglês Cloud Decision Guide). Para montá-lo é necessário entender corretamente o seu negócio e cada caixa de decisão será um requisito que você deverá responder para chegar à conclusão sobre qual é o melhor modelo para determinado workload que você deseja migrar.

A partir de perguntas que envolvem compliance e segurança, SLA, se existe equipe interna com conhecimento, se precisa controlar a infraestrutura, entre outras questões, é possível utilizar o CDG para avaliar se a sua nuvem precisa ser privada ou pública e se é necessário adotar serviços gerenciados. O modelo garante uma transição mais segura para o alcance do projeto desejado de migração para a nuvem, o que, consequentemente, apoiará as necessidades de negócios da empresa de acordo com a sua demanda, sem fazer deste processo um passo inconsistente.

Bruno Faustino, diretor de tecnologia e novos negócios da SONDA, maior integradora latino-americana de Tecnologia da Informação.

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Governo baiano adota solução da SAP para gestão de capital humano

O governo baiano tornou-se o primeiro da administração pública direta do País a implantar o módulo Human Capital Management (HCM) do sistema de gestão SAP ERP (Enterprise Resource Management). A solução, que venceu concorrência pública que contou com a participação de vários players do mercado, entrou em ambiente de produção no mês de janeiro em oito empresas públicas e sociedades de economia mista da Bahia. O go live marca o término da primeira onda de implantação do RH Bahia, projeto que pretende eliminar o uso do papel em mais de 90% dos processos de Recursos Humanos daquele Estado.

“O RH Bahia vai promover uma mudança profunda e irreversível na gestão de recursos humanos do Estado”, destaca o superintendente de RH da Bahia, Adriano Tambone. O executivo ressalta ainda que a automatização proporcionada pelo software vai permitir a liberação das equipes de RH da execução de uma série de atividades operacionais, “abrindo espaço para um aprimoramento da gestão de pessoas”.

Com a implementação do SAP HCM, o Projeto RH Bahia, que exigiu investimentos da ordem de R$ 38 milhões, vai atingir um grupo de início 3000 empregados públicos e servidores. “Até o final da implantação do projeto, serão impactados 247 mil empregados públicos e servidores ativos e inativos de 63 unidades do Estado, entre secretarias, autarquias, fundações, agências, empresas públicas e sociedades de economia mista de 417 municípios do Estado”, diz Tambone.

Capaz de atender integralmente a mais de 200 requisitos funcionais exigidos pelo governo baiano, o SAP HCM vai permitir ao governo baiano aprimorar seus controles internos, obter economia financeira e mais rapidez no acesso às informações gerenciais. “Vamos automatizar, aperfeiçoar e empreender mais agilidade a todas as áreas de atuação da política de recursos humanos do Estado, incrementando ainda mais as ações de qualificação do gasto público”, diz o secretário da Administração, Edelvino Góes. Um exemplo emblemático de racionalização de gastos, além da eliminação de erros na folha de pagamento de pessoal (que corretamente processada já representa 50% das verbas de custeio), está na eliminação do uso do papel em 90% dos processos dos RH do Estado, o que representa uma economia de R$ 4,5 milhões.

Maior autonomia e rapidez para as demandas de funcionários

No total, o trabalho envolveu desenhar, configurar e desenvolver os processos de RH do Estado dentro do SAP HCM até uma bateria de mais de 850 horas de treinamento e oficinas de sensibilização com os usuários, passando pela realização de testes e migração de dados para o novo sistema, entre outras atividades. Entre as mudanças geradas pela implementação do SAP HCM para servidores e empregados públicos ativos, inatos e pensionistas estão fácil acesso, online, a informações, vantagens e benefícios. “O sistema ajuda a reduzir a distância entre o Estado e as pessoas porque permite uma autonomia maior ao trabalhador em relação a suas demandas”, explica Wilson Freitas, gestor de Negócio do projeto. Na prática, os trabalhadores poderão consultar documentos como contracheques e informes de rendimentos e também, por exemplo, programar virtualmente as próprias férias ou solicitar a inclusão de um dependente no plano de saúde. Além disso, no futuro, a migração para o sistema de informações relativas a 33 anos de movimentação pessoal no Estado, já coletadas do Diário Oficial do Estado, vai contribuir para agilizar os processos de aposentadoria, que devem ser concedidas em até 15 dias ao invés dos 90 atuais.

A implementação do SAP HCM foi realizado em parceria com Companhia de Processamento de Dados do Estado da Bahia (Prodeb), mobilizando até agora cerca de 100 pessoas, entre profissionais do Estado e da Resource, parceira da SAP. Também contou com a participação da área de suporte ao cliente da SAP, durante todo o desenrolar da implementação.

“A SAP tem um sólido compromisso com o mercado, e não poderia deixar de concorrer para o sucesso da primeira implementação de uma solução de gestão de desempenho na administração pública – da admissão à aposentadoria – do País”, afirma Jackson Borges, diretor de serviços públicos da SAP Brasil.

As oito organizações contempladas na primeira onda de implantação do projeto são Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder), Bahiapesca, Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM), Companhia de Engenharia Hídrica e Saneamento da Bahia (CERB), Companhia de Processamento de Dados do Estado da Bahia (Prodeb), Companhia de Transportes da Bahia (CTB) e Empresa Gráfica da Bahia (Egba). Já a segunda onda de implantação – que será desenvolvida ao longo de 2017 – vai contemplar as demais organizações do Estado.

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Seminário no CPqD discutirá aplicações da Internet das Coisas no agronegócio

As tecnologias e aplicações do conceito de Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês) na área de agronegócios serão tema de um seminário que será realizado nas instalações do CPqD, em Campinas, no dia 15 de março. Organizado pelo Fórum Brasileiro de IoT, o seminário Agronegócio Inteligente é o primeiro de uma série de eventos programada pela entidade para este ano, que contará com o apoio do CPqD.

“Uma das missões do Fórum Brasileiro de IoT é divulgar e promover o debate sobre o status da Internet das Coisas no cenário global e seu desenvolvimento no Brasil”, afirma Gabriel Marão, presidente da entidade. “Com esse objetivo, todos os anos, realizamos diversos eventos, geralmente em São Paulo. Neste ano, com o apoio do CPqD, estamos programando também uma série de eventos em Campinas, que serão adicionados ao nosso calendário de 2017”, acrescenta.

Para inaugurar essa série, foi escolhido o tema Agronegócio Inteligente, que será abordado no seminário de 15 de março. “O agronegócio é um dos segmentos mais importantes da economia brasileira, em volume de negócios e de exportação, e que investe bastante no desenvolvimento de tecnologia própria. As tecnologias de IoT, certamente, poderão revolucionar muitos aspectos do agronegócio”, enfatiza Marão.

Com início marcado para as 9 horas, o seminário deverá reunir empresas e instituições de pesquisa e desenvolvimento que atuam nesse setor, bem como outros interessados no assunto. A programação inclui palestras de representantes do BNDES, do Grupo São Martinho, da Fibria, da McKinsey e do próprio CPqD – que abordará as aplicações das TICs no agronegócio. Estão previstos também dois painéis: As inovações no campo, com a participação da Embrapa, Qualcomm, Bayer e do Centro de Inovação no Agronegócio (CIAg), e As oportunidades e os desafios segundo a ótica dos fornecedores de produtos e serviços, que contará com a presença de representantes das empresas John Deere, Case, Jacto, Trópico e Agrosmart.

Mais informações e a programação completa do seminário Agronegócio Inteligente estão disponíveis no site www.iotbrasil.org.br.

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O DBA do futuro – Por Gerardo Dada

Atualmente, o maior risco para os administradores de bancos de dados (DBAs) não é perder o emprego, mas não dedicar um tempo para entender e usar as ferramentas e tecnologias que lhes permitirão tornar-se melhores profissionais. Aqui, eu gostaria de destacar três dos maiores desafios enfrentados pelos DBAs e falar sobre algumas das ferramentas, tecnologias e habilidades que eles precisam dominar para manter a relevância.

Os três principais desafios

– Mudança da TI para uma abordagem centrada em aplicativos

Os departamentos de TI estão concentrando seu foco cada vez mais em aplicativos. Isso é bom para os DBAs porque, no cerne de praticamente qualquer aplicativo, existe um banco de dados. Sabemos que, quando surge um problema de desempenho de um aplicativo, é bastante provável que esteja associado ao banco de dados subjacente. Na verdade, uma pesquisa recente da Gleanster constatou que 88% dos profissionais de TI consultados consideram o banco de dados como o desafio ou problema mais comum para o desempenho dos aplicativos.

– Necessidade crescente de suporte a várias plataformas de bancos de dados

De acordo com um relatório de 2015 patrocinado pela Dell®, a maioria dos DBAs é responsável por várias tecnologias de bancos de dados de diversos fornecedores, entre as quais as mais comuns são Oracle®, SQL Server® e MySQL®. De fato, mais de um quarto deles gerencia entre 26 e 100 bancos de dados simultaneamente. Essa tendência à diversidade dos bancos de dados leva a uma função cada vez mais complexa do DBA, que deve aprender a se adaptar e deixar a zona de conforto rumo ao gerenciamento de várias plataformas de sistemas de gerenciamento de bancos de dados (DBMS).

– DBA de nuvem por acaso

À medida que a nuvem se torna uma alternativa viável para a implantação de aplicativos, a maioria das organizações está fazendo a transição para uma estratégia de TI híbrida. De fato, uma recente pesquisa da SolarWinds conduzida entre profissionais de TI no Brasil concluiu que 98% deles acreditam que a adoção de tecnologias de nuvem é importante para o sucesso de longo prazo de suas organizações. No entanto, essa transição cria novas complexidades e desafios para os DBAs que, em última análise, continuam responsáveis pelo desempenho dos dados localmente e na nuvem.

Conselhos para enfrentar esses desafios e manter sua relevância

– Desenvolver uma mentalidade com foco no aplicativo

Para a empresa, o mais importante é que os aplicativos funcionem bem o tempo todo, pois cada uma delas (bem como seus componentes) depende dos aplicativos. Se houver uma queda no desempenho dos aplicativos, a empresa para de operar. O DBA moderno precisa, acima de tudo, pensar no tempo de atividade e no desempenho dos aplicativos – as métricas de experiência do usuário final agora fazem parte do “SLA do CIO”.

– Priorizar o monitoramento

Dada a importância do desempenho dos aplicativos, que depende em grande parte do desempenho dos bancos de dados, o monitoramento destes precisa ser priorizado. Os DBAs devem medir o desempenho não da perspectiva dos recursos da infraestrutura, mas em termos de tempos de espera. A análise do tempo de espera oferece aos DBAs uma visão do que os usuários finais e os bancos de dados esperam, o que proporciona uma visibilidade mais clara dos congestionamentos. Além disso, os DBAs devem trabalhar com o resto do departamento de TI para implementar ferramentas de monitoramento que proporcionem visibilidade de toda a pilha de aplicativos, o que inclui a infraestrutura que presta suporte ao banco de dados – camadas de virtualização, servidores de banco de dados, hosts, sistemas de armazenamento, redes etc. A meta final é atingir o que costumo chamar de “certeza do desempenho”.

– Tornar-se um consultor tecnológico para a empresa

A tendência rumo à diversidade dos bancos de dados implica na tomada de decisões cruciais quanto a quais DBMSs devem ser implementados com base nos objetivos de negócios. Há muitos elementos que devem ser levados em consideração na seleção da combinação ideal de DBMSs para qualquer ambiente específico, o que inclui a função de DBMSs de código aberto. Depois que essas decisões são tomadas, os DBAs devem ter um conjunto de metas, métricas e SLAs em comum entre todos os bancos de dados, idealmente baseado nos tempos de resposta dos aplicativos, não apenas no tempo de atividade. Em seguida, eles devem usar ferramentas que forneçam um único painel de desempenho e a capacidade de fazer drill down em diferentes tecnologias de bancos de dados e métodos de implantação, o que inclui a nuvem.

Falando em nuvem, os DBAs devem ser seletivos com relação ao que passar para a nuvem e quando. Isso exige saber como usá-la das formas mais vantajosas. Ao considerar quais bancos de dados passar para a nuvem, os DBAs devem levar em conta o processo de transferência de dados e a latência, além de como manter os bancos de dados em sincronia, se necessário, especialmente se for preciso integrar os aplicativos com outros que não estejam na mesma implantação na nuvem.

Para concluir, continuaremos a precisar de DBAs por um bom tempo. No entanto, isso não significa que a função do DBA não esteja evoluindo e que novas ferramentas, tecnologias e habilidades não sejam necessárias para que cada DBA mantenha sua relevância hoje e no futuro.

Gerardo Dada, vice-presidente de marketing de produtos da SolarWinds

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Executivo do Fórum Econômico Mundial discute a 4ª Revolução Industrial no CONARH 2017

O CONARH 2017, um dos maiores eventos sobre Gestão de Pessoas da América Latina e o segundo maior do mundo, receberá o italiano Paolo Gallo, Executivo Principal de RH do Fórum Econômico Mundial e Membro do Comitê Executivo. O conferencista irá ministrar a palestra “A 4ª Revolução Industrial e a Nova Bússola do Sucesso”, que abordará os efeitos dessa recente e impressionante revolução e como eles mudarão nossas vidas por completo: desde o que fazemos até quem somos e como nos relacionamos. O evento acontece entre 15 e 17 de agosto, no São Paulo Expo.

Formado em Desenvolvimento Organizacional pela Universidade Bocconi, na Itália, Paolo atua na Suíça e já trabalhou em mais de 70 países, passando por organizações como Citigroup, European Bank e Banco Mundial.

As inscrições para o CONARH 2017 já estão abertas, e podem ser feitas no site www.conarh.com.br/ ou pelo e-mail congressista@conarh.com.br.

43º Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas

Data: 15, 16 e 17 de agosto de 2017
Local: São Paulo Expo
Endereço: Rodovia dos Imigrantes, s/n – Km 1,5 – Vila Água Funda

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Sucesso ou fracasso determinados pela Gestão no Terceiro Setor

As entidades sem fins lucrativos empenhadas em ações sociais têm longa existência no Brasil, entretanto, nas últimas décadas, têm se multiplicado com rapidez, tornando o Terceiro Setor, um importante pilar da sociedade, ao lado do Estado e do setor privado.

O Terceiro Setor é composto por entidades sem fins lucrativos, que desenvolvem ações e atividades voltadas para o bem estar da população. Devido a essa característica, muitas vezes, a falta de gestão nessas entidades, podem levá-las ao fracasso.

Ao abrir ou administrar uma organização não governamental é necessário ter em mente que essas entidades, como qualquer outra empresa, necessita de uma gestão de qualidade, levando em conta conceitos como eficiência, eficácia e produtividade, ou seja, não basta apenas ter boa vontade em ajudar a sociedade, é preciso pensar de forma estratégica e profissional, para que os objetivos sejam atingidos.

Com o propósito de suprir necessidades não atendidas pelo governo, em áreas como cidadania, meio-ambiente, desenvolvimento social, entre outros assuntos que contribuam para o desenvolvimento sustentável da sociedade, essas organizações precisam e demandam de uma atuação profissional, com colaboradores capacitados e um plano de negócios bem definido. A ausência de uma gestão profissional desde a criação da ONG pode comprometer a realização do projeto.

Toda organização que visa obter sucesso no mercado onde atua precisa ter bem estabelecidos sua missão, visão, objetivos e metas. Pois, somente por meio da definição de onde se pretende chegar, será possível traçar um planejamento a fim de orientar o posicionamento da entidade, assim como definir e alcançar seus objetivos.

Cabe ressaltar também, que mesmo sendo uma entidade sem finalidade de lucro, nada implica em gerar excedentes financeiros, visando sua sustentabilidade e por isso, faz-se necessário a adoção de controles internos em suas gestões.

Por serem entidades do Terceiro Setor é importante ficar atento a quatro aspectos essenciais na gestão:

Transparência: refere-se ao cumprimento da responsabilidade da organização em prestar contas aos diversos públicos que têm interesses legítimos diante dela;
Sustentabilidade: trata-se da capacidade de captar recursos (financeiros, materiais e humanos), de maneira suficiente e continuada, permitindo assim que a organização alcance seus objetivos;

Qualidade de serviços: o aprimoramento da qualidade deve ser um objetivo contínuo das entidades, em prol da melhoria da sociedade;

Capacidade de articulação: esta característica depende da existência de interesses compartilhados, dos recursos necessários para promovê-la, mas também, de uma competência gerencial, que inclui técnicas e habilidades interpessoais desenvolvidas nos gestores de organizações do Terceiro Setor.

Portanto, pode-se dizer, que, como em qualquer outra empresa, as organizações de Terceiro Setor também devem fundamentar seu processo de gestão nas funções de planejamento, implementação e controle, não se limitando apenas à prestação de serviços de qualidade. É preciso existir planejamento e estratégias administrativas que viabilizem a captação de recursos junto a doadores e financiadores, o recrutamento e capacitação de colaboradores e voluntários, a atração do público alvo, o marketing, o relacionamento com o Estado e a sociedade.

Eliandra Cardoso (eliandra@egeriaconsultoria.com.br): Administradora, Empreendedora e Coach. Especialista em gestão de Organizações Sociais. Sócia Fundadora da Egéria Consultoria.

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Como ter mais agilidade e segurança no seu e-commerce?

Com a evolução e crescimento do comércio eletrônico, a FH, empresa de tecnologia especializada em processos de negócios e software, uma das únicas empresas no mundo e a primeira da América Latina a conquistar todas as certificações SAP Hybris, aposta agora também no mercado de infraestrutura e hospedagem de projetos e-commerce. No ano passado, segundo dados da Abrahosting (Associação Brasileira das Empresas de Infraestrutura e Hospedagem na Internet), a meta do setor era atingir uma receita global de R$ 1,2 bilhão.

Para suportar este crescimento e preencher uma lacuna existente no mercado, a FH, Partner SAP Hybris e a primeira empresa da América Latina a conquistar a Certificação PCoE de Hybris para seus serviços de outsourcing, oferece uma infraestrutura completa para a plataforma SAP Hybris, desde a implementação até o hosting. Afinal, que empresa não quer ganhos de produtividade, agilidade, flexibilidade, segurança de dados e Governança em TI? Estas são algumas facilidades ofertadas pelo Hosting Hybris.

De acordo com o Head of Business Unit da FH, Eduardo Arantes, esse serviço evita o desgaste de contratar vários fornecedores de tecnologia, além de contar com um provedor de hospedagem de alta performance e confiabilidade, que possui capacidade elástica conforme as necessidades do cliente. “Isso é essencial para quem trabalha com comércio eletrônico, uma vez que a empresa depende exclusivamente do sistema online para gerar receita e controlar o seu negócio”, explica.

Arantes reforça, ainda, que, como os negócios online precisam estar disponíveis 24 horas por dia e sete dias por semana, é necessário garantir a disponibilidade e a integridade da solução. “Com a maior equipe de especialistas na plataforma SAP Hybris instalada no Brasil, projetamos pacotes de serviços gerenciados já inclusos no serviço de hosting como o monitoramento, suporte e gerenciamento de infraestrutura contínuos”, complementa.

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Setor produtivo reage contra retirada de recursos do Sebrae

Doze entidades que participam do Conselho Deliberativo do Sebrae Nacional (CDN) enviaram uma carta ao presidente Michel Temer manifestando-se contrárias à proposta da medida provisória do Turismo, que retira recursos do Sebrae para criar a Agência Brasileira de Promoção do Turismo (Abratur), de promoção do turismo no exterior. O documento faz um alerta sobre os “prejuízos que a medida trará para o Sistema Sebrae e para a economia nacional, em decorrência da subtração de recursos que hoje são empregados diretamente nas micro e pequenas empresas para alocá-los em iniciativas que já são desempenhadas, com êxito, pelo Sistema Sebrae e por outras entidades, como a Apex-Brasil”.

Na carta, é dito que o Sistema Sebrae investe há quase 30 anos no fomento e na capacitação dos pequenos negócios na área de turismo e, que, para 2017 estão previstos 149 projetos com investimentos diretos de R$ 78 milhões nas empresas do setor. O texto cita que o Sistema Sebrae é parceiro do Governo Federal na implantação de diversas políticas públicas para gerar emprego e renda por meio do empreendedorismo. “Assim, caso a citada proposta seja implementada, além de não se garantir a efetividade aos objetivos pretendidos, comprometerá o desempenho do Sebrae, instituição que apenas no ano passado, atendeu 2,2 milhões de empresas em todo o país”.

Assinam a carta titulares e suplentes da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Associação Brasileira dos Sebraes Estaduais (Abase), Associação Brasileira de Instituições Financeiras de Desenvolvimento (Abde), Associação Nacional de Pesquisa, Desenvolvimento e Engenharia das Empresas Inovadoras (Anpei), Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadoras (Anprotec), Banco do Brasil, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (Bndes), Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (Cacb), Caixa Econômica Federal, Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Confederação Nacional das Micro e Pequenas Empresas e dos Empreendimentos Individuais (Conampe) e a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

A MP do turismo será discutida amanhã (21), em Brasília, pelos ministérios do Planejamento, Fazenda e Turismo, e representantes do Sebrae e do Itamaraty.

Fonte: Agência Sebrae de Notícias

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Gartner: 20% das organizações substituirão cartões de acesso por smartphones até 2020

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, aponta que, em 2016, menos de 5% das organizações usavam smartphones para permitir o acesso a escritórios e outras instalações. Até 2020, a expectativa é que 20% das empresas utilizem celulares no lugar dos tradicionais cartões de acesso físico.

“Uma fração significativa das companhias adota tecnologias legadas de acesso físico, que são sistemas proprietários fechados e têm capacidade limitada para se integrar com a infraestrutura de TI. Hoje, a crescente disponibilidade de soluções portáteis e em Nuvem, oferecidas por muitos fornecedores de sistemas de controle de acesso físico (PACS, do termo em inglês Physical Access Control System), terá impactos importantes sobre como essas soluções podem ser implementadas e gerenciadas”, explica David Anthony Mahdi, Diretor de Pesquisas do Gartner.

Os PACS são amplamente implantados em diversas indústrias verticais e em várias regiões para garantir o acesso a uma extensa gama de instalações (edifícios, escritórios individuais, Data Centers, salas de máquinas, armazéns, entre outras), assegurando que apenas pessoas autorizadas, como funcionários, prestadores de serviço, visitantes e equipe de manutenção, entrem em locais específicos.

A tecnologia móvel já é largamente utilizada para o controle de acesso lógico (quando a verificação é feita por meio de inserção de login e senha ou por identificação biométrica). Os métodos de autenticação por telefone continuam a ser a escolha preferida na maioria das novas e atualizadas implementações de token como alternativa aos tradicionais hardware de senha única (OTP, do termo em inglês one-time password). Segundo o Gartner, os mesmos tipos de benefícios de custo e experiência de usuário (UX) conduzirão o uso crescente de smartphones no lugar de cartões de acesso físico discretos. Celulares usando tecnologias e protocolos como Bluetooth, Bluetooth LE e Near Field Communication (comunicação por campo de proximidade) podem trabalhar com vários leitores e PACS.

Uma das maneiras mais fáceis de usar as credenciais de acesso de um smartphone é integrá-las – por meio de um canal de dados via satélite ou Wi-Fi – ao sistema de controle de acesso (ACS, do termo em inglês access control system) e “destravar a porta” remotamente (assim como um administrador do ACS pode fazer). Essa abordagem não requer nenhuma alteração no hardware do leitor.

O uso de smartphones também pode simplificar a integração de tecnologias biométricas. “Em vez de ter que adicionar dispositivos biométricos nos leitores ou em conjunto com eles, o próprio telefone pode ser facilmente usado como um aparelho de captura para rosto ou voz (ou ambos), com comparação e correspondência feitas localmente no celular ou em uma central”, afirma Mahdi. “Essa abordagem também mitiga os riscos de um invasor obter posse do telefone de uma pessoa.”

As limitações da tecnologia continuam sendo um desafio. Há, por exemplo, uma disparidade significativa na funcionalidade entre smartphones, e alguns líderes de gerenciamento de segurança e de risco devem estar cientes de que seus leitores de cartões físicos e PACS podem exigir atualizações para usar telefones para acesso físico. “No entanto, a substituição de cartões tradicionais por celulares possibilita reduções de custos e benefícios de UX amplamente procurados. Os gerentes de segurança e de risco devem trabalhar em estreita colaboração com equipes de segurança física para avaliar cuidadosamente os benefícios de UX e custo total de propriedade ao usar credenciais de acesso em smartphones para substituir os cartões existentes”, completa Mahdi.

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Startup de Gestão e RH se apresenta na Open Innovation Week

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Frente à natureza tecnológica baseada em People Analytics para atrair e reter talentos, a Pin People participa, pelo segundo ano consecutivo, da Open Innovation Week. Além de promover o encontro e união de startups, grandes empresas e da comunidade científica, o evento incentiva o debate em torno de novas práticas e metodologias pautadas em modelos inovadores de negócio no Brasil e no exterior. O evento está em sua nona edição e acontece na capital paulista.

“Participamos mais uma vez do evento, pois o mesmo nos abriu muitas portas no ano passado. Na ocasião, conversamos com quase 20 empresas de peso e queremos seguir nesse ritmo de novo. Afinal, acreditamos no potencial das conexões entre as comunidades e, por isso, estaremos à disposição, durante todo o evento, para prover conhecimento a respeito no segmento de Gestão e RH no qual atuamos. Temos uma solução poderosa de People Analytics em mãos, que permite o matching entre a cultura e os valores da empresa e do candidato, tanto na fase de contratação, como na etapa de retenção desse talento no dia-a-dia corporativo”, explica Isabella Botelho, CEO da Pin People.

A Pin People participa do evento como uma das 100 Open Startups selecionadas pela Wenovate, organizadora do evento, tendo a oportunidade de se conectar com dezenas de grandes empresas ao longo dos dias 21 e 22 de fevereiro. Na ocasião, os fundadores da Pin People, Isabella Botelho e Frederico Lacerda, apresentarão as soluções baseadas em People Analytics com o objetivo de encontrar novos parceiros para o desenvolvimento de projetos-piloto.

Open Innovation Week 2017

Data: 21 a 22 de fevereiro
Horário: 8h às 19h
Local: Centro de Convenções Rebouças
Endereço: Av. Rebouças, 600 – Pinheiros
Inscrições: http://www.oiweek.com.br/2017/

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UL é homologada para certificar biometria dos bancos brasileiros

A UL do Brasil, por meio de sua divisão Transaction Security (TS), foi homologada recentemente para prestar serviços de certificação dos processos internos de biometria aos bancos do país. A validação, que foi concedida após analise da capacidade técnica da UL e de sua equipe no Brasil e exterior, tem caráter indicativo, não gerando qualquer obrigação de contratação por parte das entidades financeiras.

“Trata-se de um passo muito importante para avançarmos nas discussões com o mercado sobre os benefícios e desafios que a biometria está trazendo”, avaliou Marcos Nunes, diretor de segurança digital da UL na América Latina. “Nosso objetivo a médio prazo é incentivar e ajudar ativamente na implementação de um padrão brasileiro para o uso da biometria por bancos e demais entidades financeiras, como já está em discussão em outros países”. Atualmente, a UL colabora com a FIDO Alliance (consórcio internacional integrado por bancos, operadores de cartões de crédito e empresas de tecnologia) para a padronização de práticas e processos relativos à biometria em transações financeiras.

Ao utilizar dados físicos como a impressão digital ou traços faciais para confirmar a identidade de uma pessoa, a biometria alia segurança a conveniência. “Processos para identificação e liberação de pagamentos que hoje exigem a checagem de diversas senhas e dados pessoais, exigindo tempo e paciência do cliente, podem ser simplificados ao ponto de, no futuro, as pessoas não precisarem mais carregar consigo uma carteira”, analisa Marcos.

Mas, para atingir este ponto, a tecnologia deve avançar e o uso da biometria deve ser combinado com outras formas de validação. Em um hackathon dedicado a biometria realizado pela UL em julho do ano passado, um grupo conseguiu enganar sistemas de segurança baseados na leitura de impressões digitais com o uso de películas em alto relevo simulando os traços do dedo de outra pessoa, feitos a partir de simples imagens do polegar. “Os sistemas baseados na biometria também possuem falhas e nosso papel é ajudar as instituições a aperfeiçoarem suas práticas e garantirem os benefícios desta tecnologia a seus clientes”, afirmou Chen Chi, líder de Advisory e Inovação da UL Transaction Security na América Latina.

PADRÃO NACIONAL – A possibilidade de haver trocas seguras de informações entre os diferentes players é outra importante prática para reduzir fraudes. “Por exemplo, seria impossível uma mesma pessoa abrir contas em bancos diferentes usando dados e documentação falsa se estas entidades trocassem dados biométricos entre si”, considera Marcos. “Para isso, é fundamental termos um padrão único no Brasil, que garanta a diversidade de soluções, mas integre a base de dados. Vemos a preocupação do setor em homologar empresas para a certificação de processos internos de biometria como um primeiro e importante passo neste sentido”, complementa Chen.

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Aumento das compras em sites internacionais prejudica desempenho do varejo nacional, aponta FecomercioSP

Em 2016, 21,2 milhões de brasileiros compraram em sites internacionais. É o que aponta a 35ª edição do relatório bianual WebShoppers desenvolvido pela Ebit. Entre os destaques deste ano estão os dados da pesquisa Cross-Border, que avaliou o comportamento de compras em sites internacionais.

Se em 2015, 54% dos consumidores afirmaram ter comprado em sites internacionais, em 2016, mesmo com um cenário cambial não muito favorável, onde a cotação do dólar ultrapassou a casa dos R$ 4 nos primeiros meses do ano, o quadro se manteve estável e esse número alcançou 53%. Foram gastos em torno de R$ US$ 2,4 bilhões em sites fora do País, um crescimento de 17% frente ao ano de 2015.

Segundo dados da Ebit, o fator determinante para o crescimento do faturamento das compras em sites internacionais, em 2016, foi o aumento do número de consumidores. Em compensação, caiu a frequência da média de compras por consumidor, passando de 3,8 para 3,7. Por outro lado, o gasto individual dos compradores (tíquete médio) permaneceu estável, registrando US$ 35,69.

Para Pedro Guasti, presidente do Conselho de Comércio Eletrônico da Pedro Guasti e CEO da Ebit, o aumento das compras em sites internacionais pode ser prejudicial para alguns varejistas nacionais: “Existe uma concorrência desleal em favor das empresas estrangeiras pelo fato de grande parcela dos produtos atravessarem as fronteiras sem recolhimento de impostos de importação, o que os torna muito mais baratos se comparados com os nacionais”, afirma.

De acordo com o relatório, os sites chineses, como o Aliexpress.com, ainda dominam a preferência dos compradores on-line (45%). Já a Amazon.com, que deteve 40% das preferências, ficou em segundo lugar e ultrapassou o Ebay, (26%). O único site que apresentou aumento em relação ao ano anterior na preferência do consumidor foi a Apple (Internacional) que alcançou 10%.

Entre as categorias mais compradas em sites internacionais, podemos destacar Eletrônico (34%), Informática (25%), Moda e Acessórios (24%) e Telefonia e Celulares ( 18%). De acordo com o relatório, outra categoria que apre¬sentou crescimento expressivo foi a de acessórios automotivos, que ganhou três pontos porcen¬tuais em 2016. Traçando um pa¬ralelo com as compras em sites nacionais, o aumento no fatura¬mento em 2016 foi impulsiona¬do pela retração nas vendas de veículos novos e a consequente necessidade de realizar manu¬tenção na frota de automóveis usados (crescimento nominal de 58% em relação a 2015).

Segundo Guasti, o que leva os brasileiros às compras internacionais virtuais é o preço mais baixo dos produtos. Em alguns casos essa diferença chega a superar os 80%, o que faz o consumidor muitas vezes preferir comprar e esperar a entrega em um período muito superior se comprasse em sites nacionais. O segundo fator mais importante são novos lançamentos ou produtos que ainda não estão disponíveis no Brasil.

De acordo com o WebShoppers, em 2016, 79% dos consumidores afirmaram ter recebido o produto no prazo prometido, sendo que a média para entrega chegou a 36 dias.

Fiscalização

Pedro Guasti acredita que para o e-commerce brasileiro concorrer de forma justa com o mercado internacional, a Receita Federal deveria implementar um sistema de fiscalização mais rigoroso obrigando a todos que compram fora pagar imposto de importação. Além disso, as empresas estrangeiras que vendem no Brasil deveriam oferecer os mesmos direitos de empresas locais como garantia, troca, devolução e direito de arrependimento.

Mesmo com a alta do dólar, 67% dos brasileiros entrevistados continuam comprando em sites internacionais, mesmo porcentual apresentado em 2015 e alegam que o preço mais baixo é a principal razão para realizar as compras.

Além disso, outros fatores que contribuíram para as compras em sites internacionais foram frete e impostos. Mais da metade dos entrevistados não pagaram frete (52%), enquanto 53% afirmaram que não pagaram impostos em sua última compra internacional em 2016.

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CA Technologies anuncia Alexandre Scaglia para comunicação da América Latina

A CA Technologies, empresa de tecnologia presente no Brasil há mais de 35 anos, anunciou a contratação de Alexandre Scaglia para o cargo de diretor de comunicações para a América Latina. Jornalista formado pela PUC-SP, Alexandre possui mais de 20 anos de experiência no setor de tecnologia, com passagens pelo Diário do Grande ABC, Caderno Informática, do jornal O Estado de São Paulo, e revistas InformationWeek Brasil e Computerworld.

Em 2007, passou a atuar em comunicação corporativa, como gerente de relações com a imprensa da TIM Brasil.

Mais recentemente, gerenciava a área de relações com a imprensa da Hewlett Packard Enterprise, fruto da separação da HP Brasil, onde estava há cerca de 6 anos.

Alexandre coordenará as áreas de relações com a imprensa, comunicação interna, social media e responsabilidade social para toda a região.

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