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Endeavor busca empreendedores para apoiar no Scale up Indústria

A Endeavor, organização global e sem fins lucrativos de fomento ao empreendedorismo, abre oportunidade para empreendedores à frente de empresas com potencial de alto impacto e modelo de negócio consolidado no setor industrial. O Scale up Indústria, que tem as inscrições abertas pelo site www.scaleupendeavor.org.br/industria, é feito em parceria com Klabin, DHL e apoio da Associação Brasileira de Embalagens – ABRE. Ele pertence à iniciativa Scale up Endeavor e busca soluções em transformação e eficiência da cadeia industrial, que vão desde a produção – como bens duráveis e não duráveis, até tecnologia – como realidade aumentada, segurança digital e internet das coisas.

Com sete meses de duração, o programa conta com uma primeira etapa de diagnóstico, a fim de definir o principal desafio frente ao crescimento do negócio. Em seguida, o empreendedor será conectado à rede de grandes empreendedores e especialistas apoiadores da causa da Endeavor, chamados de “mentores”. Cada empresa, será direcionada a um mentor com expertise para ajudá-lo na “dor” diagnosticada, que se tornará um padrinho, acompanhando o negócio de outubro/2017 a maio/2018 – período de aceleração do programa. Durante esse tempo, também serão realizadas mentorias coletivas, que são eventos exclusivos entre os selecionados, com o objetivo de abordar desafios em comum e promover a conexão dessa rede de empreendedores de alto crescimento.

Em 2016, foram mais de 200 empresas apoiadas pelos programas da Endeavor, que juntas faturam R$ 1.5 bi e foram responsáveis por 10 mil novos postos de empregos gerados. O Scale up Indústria é uma iniciativa da Endeavor em parceria com a DHL Supply Chain, empresa do Deutsche Post DHL, líder em armazenagem, distribuição e gestão de cadeias de suprimentos, e com a Klabin – maior produtora e exportadora de papéis para embalagens do Brasil, líder nos segmentos de papelão ondulado e sacos industriais e a única a oferecer ao mercado nacional uma solução em celuloses de fibra curta, fibra longa e fluff. Além disso, conta com o apoio da Associação Brasileira de Embalagens (ABRE). Para saber mais e fazer a sua inscrição – até o próximo dia 21, acesse http://www.scaleupendeavor.org .br/industria.

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Brasil sediará pela primeira vez o congresso mundial de desenvolvimento pessoal e profissional

Robert Kiyosaki, autor do livro "Pai Rico, Pai Pobre"

Robert Kiyosaki, autor do livro “Pai Rico, Pai Pobre”

Nos dias 23 e 24 de setembro, a cidade de São Paulo será palco da primeira edição brasileira do National Achievers Congress (NAC Brasil 2017), evento mundial de desenvolvimento pessoal e profissional que já impactou mais de 10 milhões de pessoas nos últimos 23 anos. Apresentado no Brasil pela Elsever Institute, o congresso contará com palestras de Robert Kiyosaki, autor do best-seller “Pai Rico, Pai Pobre”, que tem mais de 30 milhões de cópias vendidas, e Chris Gardner, empreendedor, investidor, autor e filantropo, que teve sua história de sucesso representada por Will Smith no filme “À Procura da Felicidade”.

Kiyosaki falará sobre seus conceitos de finanças, associando ao cenário econômico atual e às boas práticas para fazer um melhor uso do dinheiro nesta realidade para atingir independência financeira. Já Gardner contará suas experiências pessoais e lições de vida, que o transformou em multimilionário. O evento contará ainda com outros líderes nacionais e internacionais, que ensinarão como melhorar as habilidades nos negócios, a fazer investimentos, lidar com as finanças, desenvolver e aprimorar o perfil de liderança e obter técnicas e estratégias de desenvolvimento pessoal.

Para Sam Jolen, fundador da Elsever Institute, e um dos palestrantes do NAC, é latente a necessidade do brasileiro aprender a lidar melhor com o dinheiro. “Temos como objetivo compartilhar o que existe de mais moderno na área de desenvolvimento humano, ensinando as pessoas a reprogramarem suas mentes, a pensar fora da caixa, a parar de adiar seus sonhos e atingir o sucesso”, conta.

O NAC já teve edições nos Estados Unidos, Alemanha, Suécia, Austrália, Holanda, China, África do Sul, Filipinas, Cingapura, Malásia, Índia, Dubai, entre outros países. Palestrantes como Bill Clinton, Tony Blair e Tom Brady já estiveram nos palcos do congresso.

Principais palestrantes – NAC Brasil 2017

Robert Kiyosaki

Tem uma visão diferenciada sobre o modo tradicional de se pensar em dinheiro. Com sua experiência de empresário e investidor e seu jeito franco e direto de falar, instiga as pessoas a repensarem suas crenças sobre finanças, levando-as a refletir e agir de maneira diferente. Desde o lançamento de “Pai Rico, Pai Pobre”, escreveu quase 30 livros voltados às finanças e investimentos. Kiyosaki e sua esposa Kim são fundadores da The Rich Dad Company, empresa voltada a fornecer educação financeira às pessoas por meio de livros, palestras e workshops, entre outros.

Chris Gardner

No início dos anos 1980, uma série de situações adversas levaram Gardner, juntamente com seu filho de dois anos, às ruas de São Francisco, nos Estados Unidos. Durante um ano, enquanto tentava uma chance no mercado de trabalho, dormiram em abrigos, banheiros públicos de estações de trem e bancos de praças, se alimentando em refeitórios para sem-teto. Após um estágio na corretora de valores Dean Witter Reynolds (DWR), obteve licença para operar na Bolsa de Valores e foi contratado pela Bear, Stearns & Co. Em 1987, fundou sua própria corretora, a Gardner Rich. Empreendedor, investidor, autor e filantropo, Gardner, em 2006, teve seu livro autobiográfico “The Pursuit of Happyness”, (“À Procura da Felicidade”, no Brasil), estrelado pelo ator Will Smith nas telas do cinema. Hoje, percorre o mundo ministrando palestras motivacionais, mostrando às pessoas que elas podem mudar suas vidas, alcançar seus potenciais e realizar seus sonhos.

Sam Jolen

Fundador da Elsever Institute, é um dos grandes nomes da atualidade em Programação Neurolinguística (PNL), hipnose e desenvolvimento pessoal. Há mais de uma década, vem transformando a vida de pessoas na América, Europa e Ásia que também querem crescer e atingir o ápice na vida pessoal, profissional e financeira. Ex-operário de fábrica, iniciou sua revolução pessoal quando decidiu dar um basta ao que já não lhe servia mais como propósito de vida. Para tanto, utiliza as melhores técnicas e ferramentas para o desenvolvimento humano que aprendeu.

Sandy Jadeja

Há mais de 24 anos, Sandy Jadeja vem atuando no mercado financeiro como analista técnico e estrategista de negócios e investimentos. Mundialmente conhecido e respeitado por seu trabalho e seus conselhos certeiros, Jadeja foi eleito uma das 50 pessoas mais influentes no assunto investimentos. Os votos vieram de milhares de estudantes do Reino Unido, Europa, Estados Unidos e Ásia que seguiram suas estratégias comerciais e foram beneficiados. Com foco em negociação mais segura e controle de risco, Sandy compartilhará estratégias que melhoram o estilo de transação para a geração de mais lucros potenciais.

Tom Wheelwright

Já impactou mais de 100 milhões de pessoas no mundo todo com suas estratégias vencedoras de tributação e riqueza. Como um dos oito Rich Dad Advisors, segmento da companhia de Robert Kiyosaki (autor de “Pai Rico, Pai Pobre”), Tom palestra regularmente para proprietários de pequenas empresas e empreendedores de vários países. Em suas apresentações, ele discorre sobre nunca trabalhar novamente, a prosperidade financeira e o ouro versus o Dólar, entre outros assuntos pertinentes. Com mais de 30 anos de experiência em leis tributárias, Tom tem paixão por ensinar estratégias inovadoras tributárias, de negócios e de riqueza para quem tem o desejo de investir ou já investe.

Peng Joon

Peng Joon é reconhecido como a autoridade em ganhar muito dinheiro vendendo produtos digitais online. Em menos de 7 anos, ele gerou mais de US$ 10 milhões em receita dos seus 527 sites. Mas nem sempre foi assim. Em 2005, Peeng Joon tinha uma dívida de mais de US$ 35 mil. Tendo apenas seu computador, uma conexão com a internet e US$ 170,00 na sua conta bancária, ele começou seu primeiro website e nunca mais olhou para trás. Ao longo dos anos, Peng Joon refinou seu sistema de três passos que ajudou milhares de pessoas a monetizar suas paixões, obter renda online de maneira automática, abandonar seus empregos fixos e viver o estilo de vida “.com”.

Dias 23 e 24 de Setembro de 2017 (sábado e domingo)
Investimento: a partir de R$ 797,00
Local: Transamérica Expo
Endereço: Av. Dr. Mário Vilas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro
Site: www.nacbrasil.com.br
Mais informações: 0800-777-1360 / (11) 3739-1360, de segunda a sexta, das 10 às 18h. E-mail: info@elsever.org

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Via Varejo inicia preparação tecnológica para a Black Friday

A Via Varejo, administradora das marcas Casas Bahia, Pontofrio e do e-commerce do Extra, já se organiza tecnologicamente para estar preparada para a Black Friday, realizada na última sexta-feira de novembro. O planejamento sobre os investimentos e as ações a serem efetuadas começaram em março e, desde junho, as áreas de TI da companhia se reúnem periodicamente para discutir os próximos passos e executar testes de carga simulando uma quantidade de compras por minuto até sete vezes acima do observado em dias comuns no e-commerce. Isso permite corrigir falhas de sistema que possam comprometer o desempenho dos sites durante a data comercial.

Para este ano, a Via Varejo aumentou em 30% a infraestrutura tecnológica, composta por servidores de alta densidade, armazenamento de dados de última geração e conectividade de larga escala. Além disso, será a primeira vez que uma companhia de varejo no Brasil utilizará multicloud para armazenamento de informações. Trata-se de plataformas distintas que estarão integradas e irão permitir aumentar ou encolher o tamanho da infraestrutura sem necessidade de novos equipamentos, possibilitando flexibilizar a operação em nuvem para se adaptar conforme a demanda, sendo ela acima ou abaixo do esperado.

“A Via Varejo é uma das referências em Black Friday e buscamos aprimorar a cada ano nossa operação para que a jornada de compra dos clientes seja cada vez mais descomplicada, rápida e no tempo de resposta desejado. Isso implica em manter os sites em perfeito estado de funcionamento através de uma rotina rigorosa de testes e dedicação de todo o time”, afirma Flávio Dias, Diretor de E-Commerce da Via Varejo. Nesta etapa inicial, os testes de carga acontecem quinzenalmente e são feitos durante a madrugada para não prejudicar a performance dos sites. A partir de setembro, passarão a ser semanais até se tornarem diários e mais frequentes a poucas semanas da Black Friday.

Para chegar ao resultado esperado, a Via Varejo promove o trabalho em sinergia de diferentes áreas e pessoas. Além das equipes internas, a empresa irá contar com a participação dos principais parceiros tecnológicos in loco, além de promover contratações pontuais para a data. Juntando todo o quadro de colaboradores e prestadores de serviço somente no setor de tecnologia, são 1,5 mil pessoas envolvidas durante a realização do evento, atuando 48 horas durante o evento em rodízio de turnos.

A importância dessa preparação com meses de antecedência é refletida na grandeza do evento no Brasil. Nas últimas edições da Black Friday, a Via Varejo apurou que os indicadores de quantidade de pedidos e volume de acessos às lojas online da Casas Bahia, do Pontofrio e do Extra suprimiram o fluxo de um mês inteiro de vendas e visitas de clientes em apenas dois dias, sendo que as primeiras horas da promoção são as de maior movimento de pedidos, uma vez que ainda há mais opções de ofertas em estoque.

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Curitiba é eleita a primeira Fab City brasileira

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Curitiba foi eleita na última semana, em Santiago, no Chile, a primeira Fab City do Brasil pelo Instituto de Arquitetura Avançada da Catalunha, Centro MIT para Bits e Átomos e a Fundação Fab, instituições que formam o Grupo Fab City. Ser Fab City é pertencer a um novo modelo urbano que prestigie o desenvolvimento da produção local para transformar as cidade em autossuficiente e conectada. Barcelona (Espanha), Boston e Detroit (Estados Unidos), Cambridge (Inglaterra), Amsterdam (Holanda), Paris (França) e Santiago (Chile) já são Fab Cities.

A Fab City é um projeto global lançado em 2011 para desenvolver cidades auto-suficientes localmente produtivas e globalmente conectadas. É um projeto de formato descentralizado e aberto com ações propostas para que as cidades se tornem auto-suficientes até 2054, conseguindo produzir 50% da energia, dos alimentos e dos produtos que consome, além de gerar relevante tecnologia para os cidadãos.

“Ser uma Fab City é mais um importante passo que Curitiba dá na área da inovação. Essa conquista é mérito do Vale do Pinhão e da visão de futuro do prefeito Rafael Greca e em breve se desdobrará em várias ações e projetos para Curitiba”, comentou Frederico Lacerda, presidente da Agência Curitiba de Desenvolvimento.

Fonte: Prefeitura de Curitiba

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Sebrae: fintechs são alternativas para os pequenos negócios na oferta de crédito

Afif fintouch ED.Divulgação

O presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, afirmou nesta terça-feira (15) que as fintechs, startups voltadas para serviços financeiros, são uma importante alternativa à concentração bancária no Brasil, principalmente para as micro e pequenas empresas, que têm dificuldade em acessar crédito nas grandes instituições financeiras. “Por conta da dificuldade no crédito, quem financia hoje os pequenos são os fornecedores. Eles não chegam aos bancos e, mesmo quando conseguem, é por meio da pessoa física a taxas elevadas”, disse Afif, durante o Fintouch, conferência destinada ao mercados de fintechs realizada em Expo Center Norte, em São Paulo.

De acordo com Afif, as fintechs, neste cenário difícil, podem ser uma alternativa de oferta de dinheiro mais barato. Mas alertou que a regulamentação dessas startups pode dificultar a expansão do setor no Brasil. A regulamentação – que em alguns casos pode significar mais burocracia ou engessamento do setor – seria um primeiro passo para impedir a escalada das empresas da área que, na visão de Afif, são uma ameaça à concentração bancária no Brasil, que hoje é a maior do mundo, com cinco grandes instituições controlando o mercado financeiro. “O segmento tem que ir no sentido da desregulamentação”, defendeu.

Afif lermbrou que em países como os Estados Unidos há cerca de 6 mil bancos operando no mercado. “Para o Banco Central, é mais fácil controlar cinco instituições financeiras”, disse. Ele destacou que pesquisas do Sebrae mostram que 80% dos pequenos negócios não têm acesso a crédito. Afif também destacou que o país vive um momento de retração nos empréstimos bancários por conta da crise financeira e política dos últimos anos.

O Fintouch é primeiro evento na América Latina voltado exclusivamente para o mercado de fintechs. O público alvo são as próprias startups, bancos, corretoras, gestoras, seguradoras e empresas interessadas no tema. O objetivo é apresentar as fintechs ao mercado e garantir que, dessa forma, as empresas possam contratá-las, investidores possam conhecê-las e outras companhias do setor possam se aproximar e buscar sinergias. O evento será uma possibilidade da equipe do Sebrae debater e pesquisar o mercado de fintechs em busca de mais agilidade e menos burocracia em serviços financeiros para as micro e pequenas empresas.

No Brasil, há cerca de 250 fintechs, número que deve crescer de forma exponencial nos próximos anos. Esse mercado tende a se expandir principalmente por conta das vantagens competivas oferecidas por essas empresas em relação ao mercado financeiro tradicional, já que se tratam de empresas mais enxutas, totalmente focadas no modelo de negócios, construídas sobre uma base tecnológica consistente, com plataformas modernas e integradas aos serviços de nuvem da nova geração, o que reduz seu custo de operação e tempo para tomada de decisões.

Fonte: Sebrae

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GFT aumenta a receita consolidada em 5% no primeiro semestre de 2017

A GFT Technologies SE (GFT), companhia global de Tecnologia da Informação, aumentou em 5% a receita consolidada no primeiro semestre de 2017, passando de 208,03 milhões de euros no segundo semestre de 2016 para 217,77 milhões de euros neste período. Ajustado à contribuição de receita da Habber Tec Brasil, adquirida em abril de 2016, a GFT obteve crescimento orgânico de 3% nos primeiros seis meses.

O segmento Europa Continental continuou o seu crescimento dinâmico com projetos de transformação digital para bancos de varejo e aumentou a receita em 15%, totalizando 111,55 milhões de euros no primeiro semestre de 2017. No mesmo período de 2016, a receita foi de 96,71 milhões de euros. No segmento Américas e Reino Unido, apesar do bom desempenho geral nas receitas, o corte de custos em dois grandes clientes em meados do segundo trimestre levaram a uma queda de 5% nas receitas do segmento, passando de 110,84 milhões em 2016 a 105,77 milhões de euros no primeiro semestre deste ano. Além disso, foram realizadas algumas mudanças no time de vendas da GFT no Reino Unido e na América do Norte com foco em soluções de transformação digital para grandes bancos nesses países.

No Brasil, a GFT continuou com sua estratégia de crescimento, apresentando uma receita de 11,89 milhões de euros no primeiro semestre de 2017 contra os 6,19 milhões de euros registrados no mesmo período do ano anterior. “O resultado se deve especialmente à aceleração da demanda do setor financeiro em projetos de transformação digital, incluindo canais digitais, backoffice digital, colaboração via API‘s, migração cloud, transformação de legados e laboratório de jornadas digitais. A aquisição da Habber Tec Brasil também contribui positivamente com o crescimento dos negócios e com a incorporação de novas práticas em nosso portfólio”, revela Marco Santos, managing director Latam do Grupo GFT.

Número de funcionários cresce 5%

Até 30 de junho de 2017, o quadro de funcionários em tempo integral da GFT contava com 4.739 colaboradores, o que corresponde a um crescimento de 5% em relação ao mesmo período de 2016, quando o número de colaboradores era de 4.493.

O segmento Américas e do Reino Unido contava com 1.222 colaboradores em tempo integral em 30 de junho de 2017. Em 30 de junho de 2016 o número registrado foi de 1.213. Já o número de colaboradores no segmento Europa Continental cresceu 7%, passando de 3.174 em 30 de junho de 2016 para 3.398 nos primeiros seis meses de 2017.

Perspectivas para 2017

O Grupo GFT confirma sua orientação para o exercício de 2017, ajustado em 10 de julho de 2017, e estima uma receita consolidada de 425 milhões de euros, EBITDA de 42 milhões de euros e EBT de 26 milhões de euros para 2017.

“Alinhamos o nosso portfólio para trabalhar com soluções de transformação digital para temas futuros, como blockchain, cloud migration, API’s, canais Digitais, backoffice, inteligência artificial e indústria 4.0, que estão se tornando cada vez mais importantes no setor financeiro, explica Marika Lulay, CEO da GFT.

Dados financeiros detalhados estão disponíveis na seção Investor Relations do site da GFT:

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Diretora-geral do Twitter e presidentes da IBM, Visa, SAS e SAP estarão no 5º IT Forum Expo

O número de palestrantes do 5º IT Forum Expo acaba de ganhar cinco importantes reforços. A diretora-geral do Twitter no Brasil, Fiamma Zarife, estará no painel “Transformação digital e o fator gente”, moderado pelo historiador e professor Leandro Karnal no primeiro dia do evento. Ela participará da discussão que promete abordar os impactos que as reações e transformações do mercado de tecnologia da informação causam na sociedade.

No painel “Inteligência Artificial: estamos realmente prontos para o que está por vir?”, que acontece no segundo dia do fórum, terá Fernando Teles, presidente da Visa no Brasil. Já o presidente da SAS América Latina & Caribe, Conrado Leister, participa da plenária “O passado e o futuro cérebro” também no dia 8. Junta-se a ele Marcelo Porto, presidente da IBM Brasil.

Presença certa na plenária inaugural do primeiro dia, Cristina Palmaka, que preside a SAP, irá discutir o design thinking.

Os cinco unem-se aos 59 convidados que já haviam confirmado presença no fórum, que deve reunir mais de 8 mil participantes.

5º IT Forum Expo
Datas: 7 e 8 de novembro de 2017
Horário: das 8h às 19h
Local: Transamérica Expo Center
Endereço: Avenida Doutor Mário Vilas Boas Rodrigues, 387
Santo Amaro, São Paulo (SP)
http://www.itforumexpo.com.br

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Navegg e ZAP criam novos segmentos de audiência da indústria de imóveis

O ZAP, uma empresa do Grupo Globo, é o mais completo, moderno e eficiente portal de classificados da internet brasileira. Ele traz os melhores caminhos para oferecer ao usuário a mais rápida solução entre a procura e o encontro do imóvel ideal. Para qualquer pessoa, em qualquer lugar, por meio de ferramentas de buscas e os mais adequados filtros de pesquisa. O ZAP também vai disponibilizar segmentos de audiência nas principais plataformas de mídia programática do mercado. O ZAP contou com a Navegg para gerenciar, promover e criar novos segmentos de audiência da indústria de imóveis.

“Nós sentimos que o mercado precisava de segmentos mais específicos referentes à compra e venda de imóveis e gostaríamos de mostrar que o ZAP é o lugar certo para encontrar esse público. Além de um nome forte, temos um grande volume de dados.”, explica Camylla Fioravante, Gerente de Performance da ZAP Imóveis.

Seguindo as diretrizes do programa de revenda de dados via Navegg, a empresa gerenciou os dados da ZAP, os organizou e criou 104 novos segmentos de audiência da indústria de imóveis. Entre eles, internautas com intenção de compra ou locação em imóvel com 2 quartos, em determinada cidade, em lançamento e outros.

Para a Navegg, trata-se de oferecer ao mercado segmentos que não são tão fáceis de encontrar. “Além disso, conseguimos expandir nosso alcance, encontrando mais anunciantes interessados em comprar dados Navegg para suas campanhas.”, complementa Luciano Juvinski, MD da Navegg.

Os 104 novos segmentos de audiência da indústria de imóveis já estão disponíveis nas principais DSPs do mercado: Google(DBM), Media Math, AOL, Yahoo(Brightroll) e TubeMogul.

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Na ACSP, presidente do BNDES anuncia foco em MPEs e programa que vai liberar crédito em 7 segundos

O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Paulo Rabello de Castro, fez palestra hoje na sede da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), na capital paulista. Ele falou durante sessão plenária da ACSP em conjunto com reunião do Conselho Político e Social (COPS) da entidade.

“Estou aqui hoje para fazermos o que deve ser, na realidade, um diálogo entre as várias coordenadorias de economia e política que aqui se reúnem”, disse Rabello. Ele focou sua apresentação em medidas de incentivo para as micro e pequenas empresas, lembrando que grande parte dos projetos que o BNDES pretende implementar já está fincada no passado, como o Programa de Financiamento às Pequenas e Médias Empresas (Fipeme), o Fundo de Desenvolvimento Técnico-Científico (Funtec) e o Fundo de Financiamento de Estudos de Projetos e Programas (Finep), criados na década de 1960. “Quanto mais nós temos boas ideias, descobrimos que elas são excelentes, mas não são novas”, frisou.

Rabello mostrou e analisou a evolução dos desembolsos do BNDES de 2001 a 2016 e a dinâmica das carteiras de crédito entre bancos públicos e privados de janeiro de 2011 a maio de 2017. Para ele, a desaceleração econômica brasileira é puxada pela retração do investimento, pelo baixo índice de confiança da indústria e pela elevada ociosidade. O presidente do BNDES também lembrou que, a partir do final de 2016, o crédito a pessoa jurídica sofreu forte contração e que a queda das carteiras PJs é generalizada.

“Nós temos que ter um pacto em favor de uma gestão pelos próximos quatro anos, que seja digna da comemoração que faremos em 7 de setembro de 2021 e seja um novo grito do Ipiranga”, afirmou.

Giro Pré-Aprovado

Ele adiantou que, no dia 25/8, o BNDES vai lançar o programa Giro Pré-Aprovado, linha de crédito facilitada para capital de giro. Micro, pequenas e médias empresas obterão o crédito com base no cadastro que já têm no BNDES, sem precisar esperar que o banco particular ou público envie uma cópia do cadastro à instituição de fomento. Segundo Rabello, o empreendedor vai saber em até sete segundos se foi contemplado pelo empréstimo do novo programa.
Cinema

O cineasta Bruno Barreto participou da reunião. Com financiamento do BNDES, ele está produzindo um filme sobre expedição de Candido Rondon e Theodore Roosevelt na Amazônia. “São Paulo é hoje o principal centro produtor de audiovisual do País. É a capital cultural do Brasil e não mais o Rio de Janeiro. Apesar da crise, o nosso setor ? produção de séries para TV e outros ? está a pleno emprego por causa da Amazon e da Netflix”, declarou. Ele atentou para a necessidade de regulação no setor a partir da prática. “Eu, como membro do Conselho Superior de Cinema, estou lutando em Brasília para que essa febre regulatória não afugente a Netflix, a Amazon e outras plataformas”.

Guilherme Afif Domingos, presidente do Sebrae Nacional, criticou o cenário atual de crédito para as micro e pequenas empresas. “O crédito não chega na ponta porque os canais estão obliterados. Essa é a nossa discussão dentro do BNDES, pois 83% do universo de pequenas empresas não têm acesso ao sistema bancário e se viram de forma alternativa”.

Ele lembrou que as MPEs representam 98% do universo de empresas no Brasil e que o Microempreendedor Individual (MEI) é “o maior fenômeno de inclusão econômica e social do mundo na atualidade”.

“Estou muito satisfeito em ter aqui conosco uma pessoa que vai contribuir para sairmos desse estado que não nos alegra. Também é preciso que cada um de nós, brasileiros, assumamos a nossa parcela de responsabilidade com o País”, disse Alencar Burti, presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp).

Participaram do evento Jorge Bornhausen, coordenador do COPS/ACSP; Alfredo Cotait, vice-presidente da entidade; Roberto Macedo, coordenador do Conselho de Economia da Associação; Robert Schoueri, membro do Conselho Superior da ACSP. Uma turma de estudantes do curso de administração da Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP) também acompanhou o evento, além de empresários, integrantes do COPS e dirigentes da ACSP.

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Daniela Bogoricin é a nova diretora de estratégias de marcas do Twitter no Brasil

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Daniela Bogoricin (@danibogoricin) é a nova diretora de estratégias de marcas do Twitter Brasil. Em sua nova função, Daniela irá comandar a equipe brasileira responsável por colaborar com agências e marcas na criação e no desenvolvimento de estratégias no Twitter. Pedro Porto (@pedroporto), que liderou a área desde o início do Twitter no Brasil, assume como diretor de estratégias de marcas do Twitter para a América Latina, comandando a operação regional a partir do escritório de Miami.

“A ideia é continuarmos em parceria com agências e marcas unindo criação, estratégia e inovação. Isso nos permite formar um enorme time interdisciplinar disposto a construir histórias que sejam relevantes para as pessoas e façam as marcas se tornarem o que está acontecendo no Twitter”, afirma Daniela. “Estamos vivendo um momento emocionante na evolução do papel das marcas e no modo com que isso transforma a sociedade. Vou dedicar a energia do time nesse sentido”, acrescenta.

A mudança de Pedro Porto reforça a presença do Twitter em Miami com o objetivo de ampliar o atendimento a clientes regionais baseados na cidade e voltados ao mercado latino-americano. Em seu novo cargo, Pedro estará à frente das equipes responsáveis por ajudar os principais parceiros do Twitter a desenvolver estratégias, campanhas, conteúdos ao vivo e inovar na plataforma todos os dias, bem como aproveitar as conversas sobre grandes eventos.

Outra novidade no time do Twitter é a contratação de Ricardo “Cacá” Ribeiro para o cargo de gerente de projetos na América Latina. Cacá, que estará baseado em São Paulo atendendo a toda América Latina, é consultor técnico de projetos e passou por agências como Grey, Wundermann e AG2 (Grupo Publicis).

Daniela Bogoricin tem mais de 14 anos de experiência em estratégia de comunicação e branding de marca. Atuou como diretora de planejamento da WMcCann, auxiliando grandes marcas na construção de histórias relevantes para as pessoas. Também integrou grandes equipes de planejamento como Santa Clara, Young & Rubicam e sempre esteve envolvida com o universo das artes, música e comunicação, tendo trabalhado por três anos na gravadora BMG e estudado Administração e Marketing na ESPM-RJ e moda na Parsons New School of Design, em Nova York. Daniela assume essa posição depois de 4 anos atuando como estrategista de marca no Twitter.

Pedro Porto tem 18 anos de experiência em comunicação integrada e plataformas digitais. No Twitter desde 2013, o executivo liderou a equipe de estratégias de marca no Brasil até assumir, agora, a operação regional de Miami. Antes de ingressar na empresa, atuou como VP de convergência na Fischer&Friends, foi diretor de interatividade nas agências NBS e Santa Clara e passou pela Giovanni+DRAFT, FCB, DNA, Viral e Area82. Pedro também é professor de criação e estratégias digitais e mobile na MiamiAdSchool.

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Shazam eleva produtividade ao usar Salesforce

Cliente da Salesforce (NYSE: CRM), líder global em CRM, o Shazam, um dos apps mais populares da atualidade, aumentou significativamente a produtividade de executivos e da liderança de vendas depois de implementar o Salesforce Einstein Analytics. O app foi baixado mais de 1 bilhão de vezes e tem mais de 20 milhões de acessos ao dia em 190 países. Com o Einstein Analytics, ele melhorou a qualidade dos dados de sua enorme base de usuários, direcionou esforços a segmentos de consumidores mais específicos e reduziu a solicitação de relatórios da sua principal equipe de análise.

Segundo estudo da Nucleus Research, o Shazam aumentou em 752% seu retorno sobre investimento (ROI) em pouco mais de seis semanas após a implementação do Einstein Analytics, que foi realizada sem a necessidade de suporte de consultores externos. A produtividade e agilidade conquistadas pela empresa com a solução representam uma economia média de US$ 246.896 ao ano.

Anteriormente, o Shazam apresentava relatórios e gerenciava as vendas por meio de planilhas. Ou seja, a organização tinha seus dados segmentados em diversos documentos diferentes que não se integravam. Além disso, a equipe de análise enfrentava atrasos para atender às solicitações de relatórios feitas por executivos e pelo departamento de vendas.

“Com o Einstein Analytics, substituímos a geração manual de relatórios semanais enviados à liderança por painéis de controle dinâmicos de autoatendimento que estão disponíveis aos nossos funcionários no mundo todo e a qualquer hora”, diz Pete Miles, VP de operações de marketing do Shazam.

Ao usar o Einstein Analytics, a equipe de vendas pode gerar seus próprios relatórios para obter informações relacionadas ao seu canal de vendas, segmentação de clientes e otimização de preços. Além disso, o Chief Revenue Officer (CRO) obtém um panorama diário sobre a posição da empresa, oportunidades e onde os times devem focar seus esforços. Os usuários corporativos contam com um painel de controle de autoatendimento fácil de usar para acessar informações práticas, enquanto os analistas dedicam o tempo antes gasto compilando dados em relatórios semanais (cerca de 15% das horas de trabalho) com análises complexas de dados e tendências. O Shazam ainda identifica padrões mais granulares entre os consumidores, permitindo às equipes de vendas direciorem seus esforços com mais precisão.

“O Einstein Analytics oferece recursos prontos para uso. Com eles, os usuários geram análises avançadas imediatamente”, diz Ketan Karkhanis, diretor geral de Salesforce Analytics. “O Shazam expandiu o uso da lógica analítica. Além da sua importância para a retaguarda da empresa, agora ela também é essencial à linha de frente. Quando todos os seus funcionários têm acesso a informações relevantes, eles trabalham melhor, oferecem experiências mais personalizadas aos clientes e, consequentemente, ajudam a companhia a crescer”.

A Nucleus Research concedeu ao Shazam o prestigiado ROI Award de 2017 por sua implementação do Einstein Analytics. O prêmio homenageia as 10 empresas cuja implementação de soluções de TI produziram o maior impacto sobre o ROI.

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Startup ajuda brasileiros que tiveram voos atrasados, cancelados ou perda de bagagem

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Voos são adiados ou cancelados a todo o momento nos principais aeroportos do Brasil, porém poucos passageiros sabem que a partir de 1 hora de atraso já é possível reivindicar assistência das companhias aéreas. E os que vão atrás de seus direitos enfrentam grande burocracia e falta de interesse das companhias aéreas para resolução do problema. Pensando nisso, foi lançada em junho a NãoVoei.com , startup que busca reparações de danos a passageiros que passaram por situações de voo atrasado ou cancelado, bagagem extraviada ou overbooking nos últimos três anos.

Funciona assim: os passageiros relatam seu caso no site, por chat on-line ou telefone. O especialista em reparação de danos, então, coleta detalhes do ocorrido e valida se é passível ou não de indenização. Se sim, ele reúne a documentação necessária para buscar uma solução amigável junto à companhia aérea. Se não for possível um acordo, o caso é transferido à rede de prestadores de serviços jurídicos da empresa para adoção das medidas judiciais cabíveis. Geralmente, cada caso demora de três a quatro meses para se resolver e o valor das indenizações, em média, fica entre R$ 2 mil e R$ 8 mil a título de danos morais, além do ressarcimento de eventuais danos materiais que o passageiro tenha arcado (alimentação, hospedagem, transporte, etc.).

Segundo análise dos últimos dados divulgados pela Anac, do mês de março, 8% dos voos atrasam pelo menos 30 minutos. “Quem usa bastante o transporte aéreo sabe que os atrasos são comuns, porém, muitos deixam de correr atrás de seus direitos ou não estão preparados para resolver o problema sozinhos. Nosso objetivo é agilizar o atendimento, promovendo o contato direto com profissionais qualificados. Em última instância, estamos contribuindo também para a melhoria da prestação de serviços das empresas aéreas”, conta Alexandre Monteiro, sócio-fundador da NaoVoei.com.

A startup só cobra se houver alguma reparação de danos – neste caso, fica com uma taxa de 30% do valor efetivamente recebido pelo passageiro. A ideia partiu da experiência de um dos sócios, que teve prejuízos profissionais quando seu voo de Curitiba a São Paulo sofreu atraso de cinco horas. “Ele perdeu reuniões e outros compromissos que poderiam render novos clientes”, relata Monteiro. Em seu primeiro mês, a NaoVoei.com prevê faturamento de R$ 30 mil e, até o final de 2017, a meta é chegar aos R$ 300 mil, somando R$ 1 milhão em indenizações.

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Aivo lança o Live, plataforma de chat humano assistido por Inteligência Artificial

Com o intuito de melhorar constantemente a relação entre as empresas e seus clientes ao oferecer ferramentas de atendimento automatizado, a Aivo acaba de lançar a solução de chat humano LIVE, que consiste em um chat omnichannel assistido por meio de Inteligência Artificial.

A nova plataforma permite que as empresas dialoguem com seus clientes em todos os seus canais criando um único perfil digital e possui uma ferramenta de sugestões de respostas inteligentes que ajudam aos operadores a resolver as necessidades dos clientes logo no primeiro contato, oferecendo um atendimento personalizado e automatizado, para que o consumidor tenha a melhor experiência durante o processo. De acordo com estudo da Microsoft, 27% dos brasileiros querem resolução do problema no primeiro contato e 57% da primeira comunicação com marcas ou organizações começam no online. Além disso, 98% esperam que as marcas tenham algum canal de autoatendimento e 88% que utilizaram assistentes virtuais encontraram as informações que procuravam através do canal.

Entre as principais características do LIVE, a omnicanalidade é um dos destaques. As mensagens adaptam-se de acordo com os canais escolhidos pelos clientes, seguem uma coerência contextual e promovem uma continuidade mesmo quando o cliente altera o canal de comunicação. A solução utiliza Inteligência Artificial e Machine Learning para aprender com as interações de seus melhores operadores e entregar sugestões de respostas nas próximas conversações, melhorando a gestão, reduzindo o tempo de atendimento e ajudando a concentrar o suporte humano para assuntos mais complexos.

O LIVE tem uma variedade de ações automáticas que tem como objetivo reduzir o tempo de operação dos atendentes, ajudando-os a se tornarem mais eficientes e resolvendo suas necessidades de forma rápida e eficaz. A solução ainda gera relatórios e resultados em tempo real, possibilitando o monitoramento de desempenho dos operadores e atendimentos, além de possibilitar a criação de Grupos de Atendimento, de acordo com as habilidades e capacidades de cada operador e Filas inteligentes de atendimento. “Dessa maneira LIVE vai se transformar no melhor assistente para os operadores de atendimento. Desenvolvemos esta plataforma visando economizar mais de 30% do tempo dos operadores, a fim de resolver o problema do cliente de forma ágil e assertiva”, completa Martín Frascaroli, CEO da Aivo.

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Rede de escola de programação e empreendedorismo expande negócio pelo Brasil

Uma escola de robótica que teve suas primeiras aulas ministradas dentro de um apartamento virou um case de sucesso. A Buddys teve sua história iniciada em 2013 e hoje a rede já fatura R$ 1,5 milhão por ano. A ideia de jovens empreendedores agora busca alcançar novos mercados, como os das regiões sul, sudeste e centro oeste. A expectativa é abrir 50 unidades até o final do ano.

“Esse modelo tende a ser o futuro das escolas. O aluno se desenvolve de forma individual. O legal é que se valoriza muito mais a interação entre professor e aluno, com isso potencializa o aprendizado em um ambiente colaborativo e que estimula a criatividade”, conta Marlon Wanderllich, CEO da empresa, sobre o modelo de negócios da rede.

Para atrair interessados em investir em uma franquia da Buddys, os irmãos prezam pelo diferencial das escolas. “Se for olhar o mercado, observará a enorme quantidade de concorrência para franquias de escola de idiomas, por exemplo. De tecnologia, são poucas! Além disso contamos com um modelo de negócio enxuto com alta lucratividade e baixo ponto de equilíbrio.”, explica Wanderllich.

Atualmente, a rede conta com três unidades próprias e dez franqueadas. Para ajudar no processo de expansão da Buddys, os irmãos contaram com a ajuda do primo Breno Leles. O objetivo é alcançar as 50 unidades pelo Brasil em 2018. “Nosso plano é abrir unidades nas regiões sul, sudeste e centro oeste. Por isso, buscamos empreendedores que acreditam que podem transformar a educação no país com tecnologia”, explica Breno.

Raio X da Franquia

Investimento total: 140 a 190 mil

Taxa de franquia: 30 mil já incluso no investimento total

Prazo de retorno do investimento: de 24 a 30 meses

Faturamento médio mensal: 40 a 50 mil

Lucro mensal: 30 e 40%

Capital de giro: 30 mil já incluso no investimento total

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Belém recebe 1o Encontro de Inovação AmazonLaunch

Belém irá sediar no próximo dia 4 de setembro o maior encontro de inovação e empreendedorismo da Amazônia. Batizado de AmazonLaunch, o evento será realizado pela consultoria Kyvo Design-Driven Innovatione e pela agência SIM, em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Minério e Energia do Estado do Pará (SEDEME).

Atualmente, as maiores empresas brasileiras, assim como de outros países, estão debruçadas em entender como podem incrementar seus resultados com um planejamento focado em inovação. Ao trazer especialistas e profissionais que são referências para empreendedores e grandes corporações do país, o AmazonLaunch abre uma oportunidade relevante para que se discuta a importância da economia criativa e seus benefícios para o Estado do Pará e toda a região Norte.

“Costumamos dizer que todos querem lançar o novo Uber. Até para não correrem o risco de serem Uberizados, movimento que já aconteceu, por exemplo, com o setor de transporte de passageiros mundo afora”, diz Hilton Menezes, sócio-fundador da Kyvo.

Neste sentido, a realidade do Estado mostra quão necessária é a disseminação da discussão e o incentivo a novos negócios que tenham potencial disruptivo. Ou seja, transformador. De acordo com o último relatório do Endeavor sobre a vocação empreendedora das 32 principais cidades do país, Belém ocupa apenas a 26ª posição do ranking. Sem dúvida, um resultado negativo para a capital de um Estado com enorme potencial econômico, seja na agricultura, indústria e serviços, ou na extração mineral.

No AmazonLaunch, serão discutidos os seguintes temas: Indústria 4.0, Como o Empresariado Paraense pode se preparar para a Economia Do Futuro; Como a empresa de meios de pagamento Visa está trabalhando com Inovação; Segurança e Aspectos Jurídicos para Investimentos em Startups; e Porquê e Como Investir em Startups e Economia Criativa. A organização já selecionou profissionais com histórico de sucesso nos temas, além de empresários locais, que poderão tratar dos desafios e oportunidades da região. Entre eles, Hilton Menezes, da Kyvo, Érico Fileno, head de inovação da Visa, Antônio Castilho, sócio da Vector Capital, e Afonso Lobato, sócio do Silveira, Athias, Soriano de Mello, Guimarães, Pinheiro &Scaff Advogados.

Os ingressos para o AmazonLaunch custam R$ 250,00 e podem ser encontrados no site http://www.amazonlaunch.com.br/. O AmazonLaunch conta também com o apoio da Federação das Indústrias do Pará (FIEPA), PRODEPA, SECTET, SEBRAE, SETUR, ADVB/PA, ACP, CONJOVE e CME.

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Leonardo da Costa assume unidade de BPO da Indra no Brasil

Leonardo da Costa assumiu a Diretoria Executiva da unidade de BPO (Business Process Outsourcing) da Indra no Brasil. Com sua incorporação a companhia global aumentará a excelência dos serviços prestados nesta área além de dinamizar sua estratégia comercial, uma vez que o executivo passa a integrar a equipe com o desafio de estruturar as ofertas, otimizar as operações e acelerar o processo de saída ao mercado junto aos setores de atuação da empresa, focando principalmente em projetos de BPO de Transformação e Serviços Digitais, apoiando as diretorias de mercado a conquistarem novos negócios de BPO tanto em novas contas, como em clientes já existentes.

Leonardo é Bacharel em Matemática com pós-graduação em Gestão Empresarial pela FAAP e MBA em Gestão de Tecnologia da Informação pela FIA/ USP. Possui mais de 18 anos de experiência profissional nos setores de Tecnologia da Informação e Gestão de Processos de Negócio, tendo atuado em grandes empresas como UOLDIVEO e CSU CardSystem. Anteriormente a se juntar ao time da Indra, Leonardo atuou por 11 anos na TIVIT como Diretor de Vendas, Consultoria e Produtos na unidade de gestão de processos de negócio (BPM) da empresa.

O novo diretor da Indra atuará reforçando a presença e experiência da companhia como parceiro estratégico de empresas na área de BPO: “A Indra possui excelência global, importante base de clientes e casos de sucesso com grande representatividade neste segmento de mercado. Um dos principais objetivos é replicar no Brasil, geografia que representa o principal mercado internacional para a Indra, e onde a empresa investe fortemente para aumentar sua participação no mercado de BPO, o modelo de sucesso de outros países. A meta é ampliar nossa carteira de clientes e introduzir novos serviços e produtos voltados para BPO de Transformação já customizados para o mercado brasileiro” afirma Leonardo da Costa.

Na área de BPO a companhia aporta uma ampla oferta que vai desde os serviços de frontoffice especializado, passando pelo centro de serviços compartilhados (CSC) e backoffice de negócios verticais em vários setores. “Identificamos um importante potencial no setor de BPO para crescer e inovar, onde nosso perfil misto de companhia com capacidades em consultoria e tecnologia mostra-se como um elemento chave para ajudar nossos clientes, que somado a nossa oferta para o processo de transformação digital representa um importante conjunto de ferramentas para o mercado”, completa o executivo.

O conhecimento e experiência nestes serviços são apoiados por uma capacidade tecnológica própria por meio de soluções especialmente desenhadas para melhorar a eficiência das empresas clientes. A companhia aporta ao mercado ferramentas robustas que abarcam a automatização e planejamento de tarefas visando a redução de custos, gestão e distribuição da demanda com mensuração da produtividade individual e em grupo, gestão e processamento documental, além do atendimento multicanal ao cliente, entre outras.

A Indra oferece um modelo diferenciado para a externalização de processos baseado em uma gestão flexível e global, combinando especialização setorial e capacidade tecnológica. A companhia é fornecedora líder de serviços de BPO para os distintos mercados nos quais atua e conta com 38 centros especializados distribuídos em 11 países. No Brasil mantém centros de BPO em várias regiões incluindo Maracanaú no Ceará, São Paulo Capital e em sites remotos como Rio de Janeiro, Goiânia e Fortaleza, onde desempenha atividades para grandes empresas das áreas de serviços financeiros, energia e utilities e companhias aéreas.

A companhia foi reconhecida em 2016 com o prêmio da Associação Brasileira de Teleserviços (ABT), nas categorias “Case do Ano” e “Gestão de Pessoas”, pelos projetos de BPO desenvolvidos para a Caixa Econômica Federal.

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Conheça as vantagens e as desvantagens de trabalhar em casa

Prática cada vez mais adotada pelas empresas, home office é uma boa alternativa para as companhias, considerando os cortes de custos fixos, e para os funcionários que ganham mais autonomia e trabalham com horários flexíveis. Segundo pesquisa realizada em 2016 pela Home Office Brasil, houve um aumento de 50% no número de empresas que adotaram a atividade, de 15% das que estão estudando a implantação e 28% na formalização da medida.

A Eureca!, consultoria especializada em conectar a energia jovem com o mundo trabalho, optou pelo home office a ter escritório tradicional. Todos os funcionários trabalham do local de preferência e, por isso, possuem colaboradores de diferentes cidades. A escolha foi pensada devido ao alto custo de aluguel nos grandes centros do Brasil. Outros motivos como qualidade de vida, trânsito e rotina cansativa são pesados na hora de adotar a prática . Além disso, muitas empresas também levam em consideração o acesso a talentos globais, que podem colaborar de qualquer lugar do mundo. “Com o Home Office, conseguimos atrair talentos até então impensáveis para nossa realidade e isso é muito positivo”, explica Fábio Procópio, CMO da Eureca!

Atualmente, com a tecnologia cada vez mais inserida no dia a dia dos brasileiros, é possível colaborar em tempo real com as empresas ao redor do mundo e entregar projetos de alta qualidade. Ao economizar com a estrutura física, pode-se investir recursos nas pessoas, tornando cada vez mais capazes e com as ferramentas certas para executar seu trabalho.

Apesar de não possibilitarem o trabalho exclusivamente em home office, muitas empresas estão adotando o meio termo, possibilitando os funcionários de escolherem trabalhar em casa em algum dia da semana. Esse é o caso da Octadesk, startup desenvolvedora de sistemas voltados para gestão de relacionamento com os clientes. “Nosso modelo de negócio é todo online, então, não há necessidade da presença física, o que possibilita um trabalho remoto. Às vezes, as pessoas têm necessidades e vale mais a pena elas fazerem o trabalho de casa, nós entendemos isso.”, diz Rodrigo Ricco, CEO da Octadesk.

Trabalhar em casa tem mais prós do que contras, porém é preciso estar atento a algumas desvantagens que podem aparecer no caminho, como a maturidade necessária para fazer seu próprio horário e administrar o tempo corretamente. O trabalho em equipe também pode ser prejudicado, pois o tempo de resposta e a resolução de conflitos entre o time demandam mais tempo. “Caso a empresa não seja capaz de criar um bom ambiente de colaboração virtual e cobrança mútua, o home office torna-se uma opção possivelmente prejudicial”, complementa Fábio, da Eureca!

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E se fosse possível prever uma doença fatal?

Por Peter A. L. Bonis, MD

Como seria se computadores pudessem prever quais pacientes possuem maior propensão a desenvolver uma doença terminal? E o que o médico e o paciente deveriam fazer ao receberem tal previsão? Essa é uma realidade de alguma forma já possível? A resposta é sim. Com os algoritmos matemáticos ficando cada vez mais precisos, tudo nos leva a crer que estaremos em breve enfrentando esses desafios.

Recentemente, pesquisadores da Universidade da Flórida extraíram dados dos prontuários eletrônicos relacionados a um grupo de pacientes que cometeram tentativas de suicídio. Com base em técnicas avançadas de análises de dados e aprendizagem de máquina (machine learning,) foi possível identificar, por meio da combinação de fatores, pessoas com tendências a cometerem suicídio.
Este tipo de modelagem preditiva não é novo, porém as funcionalidades, que permitem que uma máquina reconheça complexas interações entre variáveis e resultados que possam interessar, avançaram muito nos últimos anos. Além de analisar grandes volumes de dados, a tecnologia permite ler e interpretar textos livres, como por exemplo, uma nota ditada pelo médico, e combinar múltiplas fontes de informação para promover previsões avançadas. Utilizando o conceito de machine learning, esses sistemas são desenvolvidos para aprenderem sozinhos e serem continuamente aprimorados à medida que ganham experiência com base nas suas próprias descobertas e mensurações. Os resultados, por sua vez, dão origem a informações oportunas que excedem a capacidade dos seres humanos.

Desta forma, os algoritmos de aprendizagem de máquina desenvolvidos pelos pesquisadores da Universidade da Flórida são capazes de prever tentativas de suicídio com 80 a 90% de precisão, até dois anos antes. Outras instituições estão desenvolvendo abordagens similares para uma série de outras predisposições, como depressão, insuficiência e ataques cardíacos, demência, doenças de Parkinson e renal crônica.

A indústria da saúde está inundada com dados que podem alimentar esses modelos computacionais, tornando as descobertas ainda mais precisas. Mas, será que estamos rapidamente nos aproximando de um tempo em que as máquinas estão tão confiantes em suas previsões, que nos induzem a considerar que já temos determinada doença ou o que somos doentes de risco? Esse estágio pode ser chamado de “proto-doença”.

A grande aposta no que diz respeito à possibilidade de termos previsões bastante precisas está em seu potencial de permitir intervenções que podem reduzir ou eliminar a probabilidade das doenças que ainda estão por ocorrer, de fato ocorrerem. Infelizmente, a capacidade de prever está avançando mais rapidamente do que a habilidade de prevenir. Imagine que seu médico durante uma consulta diga que, segundo um programa de computador, você desenvolverá diabetes mellitus nos próximos dois anos. Ele prescreve uma série de conselhos sobre uma vida saudável (os quais você provavelmente seguirá dado ao fato de ser uma advertência de um computador), mas por outro lado, ele não tem muito mais do que isso para oferecer ou a fazer. Pois, de fato, estudos que avaliaram a prevenção de diabetes com medicamentos disponíveis não foram muito conclusivos. Isso significa que você, sem dúvida, deixará o consultório bastante mal-humorado e com o fardo de ter uma “proto-doença”.

Para complicar ainda mais a questão, pode não ser seu médico a pessoa a revelar essa notícia a você. A extração de dados pode também ser realizada pelas instituições que têm acesso às suas informações, como por exemplo, sua seguradora de saúde. No melhor dos cenários, essas operadoras de saúde utilizarão essas informações para ajudar a mantê-lo saudável, mas, como observado anteriormente, as intervenções efetivas ainda não estão completamente evoluídas.

No entanto, também podem existir aplicações com outro tipo de finalidade e que não são tão positivas assim. Uma seguradora de saúde pode, por exemplo, usar as informações a respeito dos riscos de saúde que sua carteira de clientes apresenta para tirar vantagens comerciais, a favor dos seus interesses e sem benefício nenhum dos usuários dos planos e seguros de saúde. Afinal, conhecimento é sinônimo de poder – especialmente neste mercado.

Ou seja, essas empresas saberão antecipadamente e de forma precisa quem em sua carteira desenvolverá alguma doença, e por consequência, apresentará maiores custos. Esse tipo de informação trará a eles uma vantagem incontestável nas negociações dos valores de seus contratos.

Em paralelo a isso, surgem também questões éticas, morais e legais. Essa informação de que você desenvolverá uma doença deve ser compartilhada pela seguradora de saúde – ou o que é mais adequado, pelo médico – com o paciente? Caso isso não ocorra, pode ser considerado um tipo de negligência?

O desafio em curto prazo é confirmar a precisão destas previsões e encontrar formas de inseri-las no fluxo de trabalho dos já sobrecarregados profissionais da saúde. As previsões serão preferencialmente acompanhadas por informações baseadas em evidência que ajudam a orientar o médico a respeito de qual ação tomar. As instituições de saúde já comprometidas com a saúde da população, que inclusive organizam seus pacientes por grupos de risco de acordo com a propensão por alguma doença, como por exemplo, diabetes, podem incorporar mais essa informação para as suas ações. De certa forma, essa evolução na disponibilidade de dados poderá inclusive levar a mudanças na prevenção, com foco na “proto-doença” ou doentes em grupos de riscos.

Os avanços no sentido da aprendizagem por máquina e na antecipação de doenças já estão bem encaminhados. É só uma questão de tempo até que as previsões tenham se tornado um fator importante para determinar como tratar cada um dos pacientes. O principal desafio será priorizarmos que intervenções realmente eficazes acompanhem as previsões – ou não.
Peter Bonis, MD é CMO (Chief Medical Officer) de Efetividade Clínica na Wolters Kluwer