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ABRINT apoia discussão sobre nova formatação do Comitê Gestor da Internet

A ABRINT apoia a consulta pública aberta pelo governo a fim de colher subsídios sobre uma possível reformulação nas atribuições do Comitê Gestor da Internet (CGI), na sua composição e nas regras do processo eleitoral.

Consideramos salutar a abertura da consulta pública tendo em vista que o CGI mantém a mesma estrutura desde a sua criação em 1998 e, inegavelmente, o conjunto de atores e a relação deles com a Internet se alterou significativamente de lá para cá. É importante que a estrutura do CGI seja revista para que realmente todos os setores com participação no ecossistema da Internet estejam representados no CGI.

Na visão da ABRINT, não existe motivo para rejeitar uma consulta sobre esse tema, uma vez que a associação entende que, cada um dos participantes da Internet deve aproveitar essa consulta para democraticamente opinar e sugerir os melhores caminhos a serem tomados.

A Associação Brasileira de Internet e Telecomunicações (ABRINT) tem atuação nacional e representa provedores regionais de internet em discussões junto ao governo, órgãos regulatórios e entidades afins. Provedores são majoritariamente empresas de pequeno e médio portes. Segundo o Ministério das Comunicações, há pelo menos um provedor em operação em todas as cidades do país. Para o LACNIC, juntos, eles formam a quarta maior empresa de comunicação do Brasil.

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Estácio aposta em inteligência artificial para elevar qualidade no atendimento

Criada em 1970, a Estácio possui unidades em todos os estados do País, o que requer atendimento ainda mais ágil e eficiente para a alta demanda gerada por seus mais de 500 mil alunos e prospects.

No passado, a Estácio contava com um assistente virtual destinado ao atendimento de candidatos e alunos. Entretanto, o serviço atingia a uma taxa de automação de menos de 30%, gerando grandes demandas para a central de atendimento, trazendo deficiências na comunicação com seus usuários, o que difere de nossa premissa de atendimento ágil e linear.

Para sanar toda a situação, em janeiro de 2016, a Estácio contratou a Bluelab, empresa especializada em automação de atendimento com o uso de inteligência artificial. Após avaliar as necessidades da instituição de ensino, a Bluelab iniciou o processo de criação do avatar para o chatbot, que deveria transparecer jovialidade e seriedade, possuindo uma imagem robótica, mas amigável, além de apontar para um consciente coletivo de atendimento virtual, agregando os valores da Estácio.

“Optamos por deixar claro que o atendimento é realizado por chatbot para manter a transparência que aplicamos em nossos serviços educacionais e na relação com nossos alunos”, explica Bruno Pessanha, Gerente de Canais Digitais da Estácio. A universidade também possui chat humano, atendimento via formulário no portal e call center.

Batizado como Tácio, nome escolhido por votação dos funcionários da área de relacionamento, o robô teve sua base de conhecimento criada do zero. O ponto de partida foram as 20 dúvidas mais respondidas no atendimento telefônico, pois como disse Pessanha “Preferimos criar uma nova base a fim de atualizar e aperfeiçoar o atendimento, pautado na própria fraseologia de nosso candidato e aluno”. Com a implementação da base de conhecimento, o Tácio atingiu uma taxa de automação de 70% no primeiro mês.

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Como o acesso ao Tácio é realizado por candidatos e alunos, foi necessário enriquecer a base de perguntas com informações que atendessem aos dois grupos. Para isso, a Estácio criou um sistema de comunicação interna para coletar e manter as questões atualizadas, o que possibilitou a Bluelab atualizar constantemente a base de conhecimento do robô.

Com o chatbot consolidado, a Bluelab e a Estácio iniciaram o processo de melhorias no atendimento. A exclusão do cadastro prévio para acessar o chatbot elevou a adesão ao serviço, atingindo 90% de taxa de automação. A pesquisa de satisfação também foi otimizada com a inclusão de estrelas que aparecem logo no início da conversa. Atendimentos com uma ou duas estrelas contam com formulário para que o usuário descreva o motivo da sua insatisfação, a fim de atender suas necessidades e avaliar outras possibilidades de melhoria. Atualmente, a taxa de satisfação média é de 98%.

Além disso, foi implementada a co-navegação, que traz a página do site correspondente à dúvida do usuário como plano de fundo da tela do chat. Entre os conteúdos disponíveis estão: busca por tipo de curso e localização, contendo todas as informações dos mesmos, incluindo grade curricular, preços e muitas outras informações. “Esta melhoria ajuda muito os futuros alunos e reduz bastante o envio de formulários para a central de atendimento, pois até pouco tempo, esta era a única maneira de saber os detalhes dos cursos. Isso também elevou a busca pelos nossos serviços, possibilitando o aumento do número de alunos”, afirma Juliana Cunha, uma das idealizadoras do projeto.

Em março de 2017, o Tácio registrou atendimento em mais de 97 mil chats, chegando a atender 25 pessoas simultaneamente, com taxa de automação média de 95%. Com o sucesso da solução, a Estácio pretende implementar novos recursos a partir de outubro deste ano, como serviços integrados à área logada, além da publicação nas redes sociais.

“A nossa missão é oferecer um serviço ágil e eficiente, que atenda ao maior número possível de usuários e solicitações, sem impactar bruscamente as finanças de nossos clientes. A Estácio é mais uma prova de que estamos no caminho certo”, comemora Mateus Azevedo, sócio da Bluelab.

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HUGHES participa do Congresso Latino-Americano de Satélites

A HUGHES, líder mundial em telecomunicações via satélite, anuncia sua participação na 17ª edição do Congresso Latino-Americano de Satélites. Durante o evento, a empresa vai apresentar palestra no painel O mercado para a banda Ka no Brasil após as primeiras iniciativas e depois do SGDC. O evento será promovido no Rio de Janeiro, em 31 de agosto e 1º de setembro.

A companhia será representada pelo CEO da HUGHES no Brasil, Délio Morais, em painel a ser realizado no dia 31, das 16h às 17h30. O encontro tem o objetivo de debater os próximos passos para o mercado de satélites com capacidade em banda Ka, além do que já deu certo e o que precisa ser ajustado para viabilizar a indústria nos próximos anos.

Desde julho do ano passado, a HUGHES oferece no País a HughesNet, internet de banda larga via satélite que opera na banda Ka. A solução oferece conexão de alta qualidade em locais que não possuam acesso à internet ou que tenham conexão de qualidade inferior à disponível na HughesNet.

Nos Estados Unidos, a HughesNet ocupa o primeiro lugar no ranking dos principais provedores de internet, por cumprir a performance divulgada aos consumidores, segundo o relatório anual Measuring Broadband America 2016¹, da Federal Communications Commission (FCC)².

Considerado o principal e mais relevante evento para o setor na América Latina, o congresso ainda contará com outras palestras e painéis a respeito de temas em evidência no setor, tais como: diversificação da oferta de serviços pelas operadoras; novas tecnologias; atendimento ao mercado residencial e backhaul por banda Ka; comunicações embarcadas; aplicações empresariais e corporativas; futuro do DTH e dos serviços de vídeo; e novos modelos regulatórios.

17º Congresso Latino-Americano de Satélites

Data: 31 de agosto e 1º de setembro de 2017

Horário: das 13h às 20h

Local: Hotel Royal Tulip Rio de Janeiro

Endereço: Av. Aquarela do Brasil, 75, São Conrado – Rio de Janeiro, RJ

Entrada: até 11 de agosto, R$ 3.145,00; a partir de 12 de agosto, R$ 3.700,00

Informações: (11) 3138-4619, ou http://satelitesbrasil.com.

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Sage conquista 5 troféus no International Stevie Awards

A Sage, líder mundial em software de gestão para pequenas e médias empresas acaba de conquistar cinco troféus na 14ª edição da premiação International Stevie Awards, nas áreas de Relações Públicas e Comunicação Interna.

Com um troféu de ouro, um de prata e três de bronze, em cinco diferentes categorias, a empresa segue o caminho adotado por Jorge Santos Carneiro, presidente da empresa no Brasil desde 2014, de valorizar as práticas de comunicação a fim de engajar seus colaboradores e comunidades nas áreas onde a companhia atua.

“Receber cinco prêmios no Stevie Awards é muito gratificante e uma amostra de que estamos seguindo o caminho certo. O alto engajamento das nossas pessoas foi essencial para o sucesso das iniciativas. Agradeço imensamente cada um dos colegas da Sage Brasil pelo trabalho e dedicação. Esses prêmios são de todos vocês”, aponta Jorge Santos Carneiro, Presidente da Sage Brasil e América Latina.

A empresa recebeu o Stevie Awards de Ouro na categoria de Comunicação Interna por sua campanha inovadora para transformar o Sage One, emissor e armazenador de nota fiscal eletrônica na nuvem, em um case de sucesso no Brasil.

A Sage ainda ganhou o Stevie Awards de Prata com o case de sucesso da atuação da Sage Foundation no Brasil e 3 troféus Stevie Awards de Bronze com o case do Sage One para lançamento de novo produto, o Clube do Contador para Marketing B2B e Sage Foundation para a categoria Relações com a Comunidade.

O International Stevie Awards existe desde 2003 e, neste ano, teve mais de 3.900 inscrições de empresas e executivos de mais de 60 países. A cerimônia de premiação desta edição ocorrerá no dia 21 de outubro, em Barcelona, Espanha.

Para conferir a lista completa dos vencedores, acesse o site: http://stevieawards.com/iba/public-relations-awards-winners-0.

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Ascenty conquista certificação Tier III Design e Facility em novos Data Centers

A Ascenty, empresa líder no mercado nacional de data centers, conquistou a certificação Tier III do Uptime Institute nas versões Design e Facility em dois de seus recém-inaugurados Data Centers, localizados na cidade de São Paulo. Trata-se de uma certificação relevante e reconhecida no mercado, que atesta a qualidade e a confiabilidade da infraestrutura.

“Esta conquista comprova que todos os nossos Data Centers são planejados e construídos a partir de um padrão internacional de qualidade. Nosso objetivo é garantir aos nossos clientes uma infraestrutura moderna, eficiente e segura”, afirma Chris Torto, CEO da Ascenty.

A certificação Tier III Design e Facility, concedida aos Data Centers da Ascenty em São Paulo, está disponível no site do Uptime Institute, pt.uptimeinstitute.com/TierCertification/certMaps.php. Além destas unidades, os certificados conquistados pelas unidades de Campinas, Jundiaí, Fortaleza e Hortolândia também estão disponíveis neste link.

Os níveis indicados pelo Uptime Institute são utilizados e reconhecidos em mais de 40 países. Estas classificações servem para diferenciar os Data Centers de acordo com a sua infraestrutura, com base nos padrões de redundância. Os Tiers são importantes para assegurar a disponibilidade da infraestrutura para todos os clientes, mantendo assim ambientes sempre disponíveis, não colocando em risco sua operação.

São Paulo 1

A unidade São Paulo 1, que entrou em operação em março, conta com uma potência total de 10 MVA e uma subestação própria de energia. Além disso, possui redundância Tri-bus e sistema de geração a diesel com autonomia de 48 horas sem reabastecimento. A unidade também possui o certificado ISO 27001.

São Paulo 2

A unidade São Paulo 2 foi inaugurada em abril e o Data Center conta com uma potência de 20 MVA e subestação própria de energia, além de possuir o mesmo sistema a diesel de fornecimento de energia do SP 1, o que garante mais estabilidade e segurança para as operações. Assim como todas as outras unidades, conta também com a certificação ISO 27001.

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Easy Carros, startup de serviços automotivos sob demanda, entra em mercado B2B e dobra o faturamento em 3 meses

Easy Carros, startup que conecta profissionais de serviços automotivos a usuários e eleita a melhor startup do Brasil em 2016 pela G-Startup, além de ser a maneira mais eficiente e prática para a contratação de serviços do gênero, já auxilia a economia de até 30% para empresas que utilizam a plataforma na gestão das suas frotas.

Lançada em janeiro de 2015, a empresa reúne, em um único ambiente, prestadores de serviços que oferecem opções como lavagem ecológica, enceramento, polimento, higienização interna, higienização do ar-condicionado, cristalização de vidros, limpeza técnica do motor, troca de óleo e hidratação de couro. Tudo isso disponível a preços tabelados de acordo com o tamanho do automóvel, cuja execução será realizada no local definido pelo cliente, sem tirar o carro da própria vaga. Outra vantagem é o pagamento online, feito exclusivamente com cartão de crédito, excluindo o receio da variação de preços dependendo das características do veículo ou perfil do cliente, prática muito comum no setor automotivo e dando ainda mais comodidade para o cliente.

Em 2015, a Easy Carros, foi eleita a melhor startup do Brasil; no ano seguinte, ficou entre as dez melhores do mundo em uma competição na Suiça, segundo o SeedStars World. Também em 2016, a startup ficou em 1º lugar na premiação G-Startup, que reconhece as melhores startups do Brasil, e ganhou o direito de ir ao Vale do Silício concorrer ao G-Startup WorldWide. Além disso, foi premiada pela consultoria internacional Frost & Sullivan com o prêmio “2016 Brazilian Auto-services Marketplace Growth, Innovation & Leadership Award”, por sua excelência em performance, desempenho e inovação. A empresa também foi selecionada pela Endeavor para o programa Promessas Endeavor JPMorgan, considerada uma entre as 30 empresas que são promessas para um dos programas de empreendedorismo mais competitivos do mundo.

“A Easy Carros nasceu para ser a maneira mais conveniente e segura para contratação de serviços automotivos, como lavagem de carro ecológica e troca de óleo, por exemplo. Queremos provar cada vez mais mobilidade e facilidade ao cliente que não tem tempo para parar sua rotina corrida no escritório para achar um profissional confiável, levar seu carro até o local e aguardar o carro ficar pronto”, explica Fernando Saddi, CEO e fundador da empresa. “Além disso, conectamos uma série de empreendedores do setor automotivo aos seus clientes, ajudando-os a crescerem seus negócios”, completa.

Mercado B2B

Atualmente, o mercado B2B já representa 70% do faturamento do marketplace e em seu portfólio de clientes, empresas como Bimbo, responsável pelas marcas Pullman e Nutella; o grupo Bandeirantes e Movida, fazem parte. A Easy Carros auxilia em uma economia de até 30% para essas empresas, já que por meio de Inteligência Artificial, a startup consegue prever serviços que os carros que fazem parte da frota precisam fazer, além de dar um sistema totalmente automatizado de gestão de serviços e pagamento.

“Mobilidade urbana e inovação são duas coisas que estão no DNA da Easy Carros e, auxiliar essas empresas a terem um serviço mais eficiente, usando a tecnologia, é algo que trabalhamos diariamente”, complementa Saddi.

Hoje, a Easy Carros está disponível em mais de 30 cidades do país como: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Santa Catarina, Distrito Federal, entre outras.

Descrição dos serviços:

Lavagem ecológica: lavagem interna e externa com apenas um copo de água (300 ml);

Enceramento: camada de proteção e brilho e que ajuda a lavagem durar até três vezes mais;

Polimento: utilizar para remover manchas e riscos sem danificar a pintura do veículo;

Higienização interna: ideal para remover fungos e bactérias do interior do veículo;

Hidratação do couro: película protetora aplicada sobre o couro, para evitar rachadura e ressecamento;

Limpeza do ar condicionado: limpeza do sistema de circulação do ar, protegendo contra fundos, bactérias, mofos e odores indesejados;

Limpeza técnica do motor: utilizado para prolongar a vida útil do motor, além de hidratar as borrachas e os plásticos;

Troca de óleo lubrificante: troca de óleo completa (que inclui filtro do óleo e ar do motor) lubrifica e higieniza o motor do carro;

Cristalização de vidros: Garante a visibilidade em dias de chuva e evita a fixação de impurezas.

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CDL/BH e Sebrae selecionam 20 startups para desenvolverem trabalhos voltados aos setores de comércio e serviços

Depois de passarem por duas etapas de seleção, as 20 startups selecionadas por banca avaliadora na primeira fase do Programa “Varejo Inteligente” conhecem hoje o detalhamento de participação no Programa. A segunda edição do “Varejo Inteligente”, parceria da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH) com o Sebrae, recebeu a inscrição de 65 startups. O evento será nesta segunda-feira, 21 de agosto, às 19h, nas sede da CDL/BH (Av. João Pinheiro, 495, bairro Boa Viagem).

Depois de passarem por uma primeira avaliação após se inscreverem, foram selecionadas 30 startups das 65 inscritas. Da segunda avaliação, presencial, foram eliminadas dez. Agora as 20 startups selecionadas participam de sessões de diagnósticos, onde serão detalhadas as propostas de negócios de cada uma e o nível de maturidade em que se encontram, para que seja traçada a trilha de desenvolvimento nessa primeira fase de pré-aceleração. Gestão de vendas e estoques, gerenciamento de preços e de clientes, compras e vendas remotas, são alguns dos serviços oferecidos pelas startups selecionadas.

A partir de agora, as startups selecionadas desenvolverão seus trabalhos voltados aos setores de comércio e serviços. Ao final da primeira etapa, cinco startups serão selecionadas para serem incubadas diretamente pela CDL/BH. Além disso, cada uma das cinco startups será premiada com R$ 10 mil.

Projetos facilitados e difundidos

O presidente da CDL/BH, Bruno Falci, explica que o objetivo do Programa “Varejo Inteligente” é facilitar o encontro do trabalho das startups mineiras com soluções para suprir os desafios enfrentados pelos empresários, no dia a dia de seus negócios. “Dessa forma, esperamos que os empresários inovem, melhorem suas operações, reduzam custos e ampliem suas perspectivas de negócio”, afirma. “Para as startups, é a grande chance de alavancarem seus negócios e empreenderem. Elas receberão o apoio da CDL/BH e do Sebrae e terão seus projetos facilitados e difundidos”, completa.

Edição anterior do “Varejo Inteligente” selecionou 40 startups

A edição 2016 do Programa contou com 91 startups inscritas em seis áreas de atuação diferentes, sendo que 40 foram selecionadas. Das startups selecionadas, 19 entraram com propostas e ideias e 14 concluíram testando sua respectiva solução com potenciais clientes. Foram 560 horas de reuniões individuais, gerando 900 interações com empresários do varejo, o que foi proveitoso e produtivo.

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Unisys apresenta crescimento de 240% no uso do ambiente de nuvem da Microsoft Azure

A Unisys Corporation (NYSE: UIS) anuncia a premiação recebida da Microsoft por ser a Parceira de Inovação do Ano do Azure, a plataforma de Cloud Computing, pela segunda vez em três anos. O prêmio foi recebido durante a Microsoft Inspire Conference 2017 em Washington (EUA).

A premiação reconhece o crescimento de 240% no uso da nuvem Microsoft Azure, impulsionada pela Unisys, por meio da oferta de soluções digitais inovadoras para clientes nos setores do governo, serviços financeiros, saúde e ciências, mercados estratégicos para a Unisys.

“Ao impulsionando a transformação digital com a Azure, a Unisys demonstra todo o poder do nosso ambiente de nuvem voltada para novas comunidades de clientes, em todo o mundo”, afirma Bob Ellsworth, diretor do programa de Modernização Empresarial e Parceiros Azure de Alto Potencial da Microsoft.

“Esse conceituado prêmio certifica nosso sucesso em permitir que clientes utilizem a nuvem como um agente essencial de transformação digital, flexibilidade e agilidade nos negócios”, explica Paul Gleeson, VP de Serviços de Nuvem e Infraestrutura da Unisys. “A Azure fornece uma plataforma flexível e economicamente eficiente para soluções digitais de alto desempenho da Unisys, que atendem às demandas específicas dos clientes em nossos mercados e verticais estratégicas”, completa.

Clique aqui para obter mais informações sobre a parceria entre a Unisys e a Microsoft, além de acessar todas as ofertas da Unisys integradas com a nuvem Azure e outras tecnologias da Microsoft.

“Estamos muito satisfeitos com o reconhecimento da Microsoft, o que só reforça que a nossa estratégia de Cloud Services está em linha com a demanda do mercado. Nós estendemos a parceria global com a Microsoft e além disso, somos parceiros Cloud Service Provider para o Brasil e região desde 2015. Por meio desta parceria de sucesso é possível promover a colaboração em projetos de migração para a nuvem com foco em redução de custos e flexibilidade das capacidades de infraestrutura para os nossos clientes”, aponta Fábio Abatepaulo, Diretor de Serviços de Consultoria da Unisys para a América Latina.

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Grupo CPFL unifica banco de dados de mais de 8 mil funcionários com sistema “Primeiro as Pessoas”

Com o intuito de compilar informações e indicadores dos seus mais de 8 mil funcionários em um mesmo banco de dados, o Grupo CPFL Energia, maior empresa privada de energia do País, implementa a solução Sistema Primeiro as Pessoas (SPAP), desenvolvida pela Resource, uma das principais e mais bem-sucedidas multinacionais brasileiras de serviços de TI e Integração Digital. “Decidimos investir nessa ferramenta porque necessitávamos de uma estrutura única para inclusão, edição e acesso às informações de nossos funcionários. Antes do SPAP, havia muitos processos manuais, dados desatualizados e não tínhamos integração com o nosso sistema de gestão empresarial”, explica Frederico Raperger, Gerente de Projetos de TI da CPFL Energia. Outros destaques da solução, segundo o gestor, são a interface amigável e a questão de ser uma ferramenta totalmente personalizada.

O projeto foi dividido em duas fases. Nessa primeira etapa, além de unificar os dados, o software permite acesso rápido aos registros que auxiliam na tomada de decisões estratégicas relacionadas à saúde, segurança e qualidade de vida dos colaboradores. Durante o desenvolvimento, a Resource focou exatamente na usabilidade do sistema. Era necessário criar um programa que fosse fácil de inserir e extrair os dados. Ao mesmo tempo, a ferramenta precisava ter interfaces gráficas simples e intuitivas. Cada tela, segundo Jose Zuhlke, Diretor Executivo de Operações e Serviços da Resource, foi cuidadosamente projetada para ser autoexplicativa, uma vez que a diversidade de perfis dos usuários é enorme.

Outro destaque do projeto entregue pela Resource é a interface desenvolvida com o eSocial, projeto do Governo Federal que unifica o envio de informações pelo empregador em relação aos seus empregados. O sistema tem como objetivo facilitar os diálogos de segurança nos departamentos, os alertas para possíveis situações de risco dentro da empresa e o reporte de incidentes e acidentes, além de integrar todos os dados geridos pela área de saúde. A solução segue todas as obrigações legais e dezenas de interfaces de comunicação foram criadas para garantir que cada dado seja enviado de maneira consistente e em conformidade com todas as regras do Governo.

“Estamos orgulhosos com a entrega de um projeto dessa magnitude. Foram mais de 10 mil horas destinadas à criação do programa, com 30 interfaces com a SAP geradas, mais de 300 mil linhas de código-fonte produzidas e mais de 800 funções e métodos implementados. São quase dez anos de parceria com a CPFL Energia, então estamos felizes com o resultado da primeira fase do projeto e entusiasmados para a próxima etapa”, comenta o executivo da Resource.

A união e o bom relacionamento entre as empresas também foram destacados positivamente por Luiz Rodrigues Kisch, Engenheiro de Segurança do Trabalho da CPFL Energia. “Foi uma satisfação muito grande e houve uma grande sinergia entre os times. A interação entre as empresas foi perfeita da etapa inicial até a entrega do projeto e fator determinante para o sucesso do SPAP”, completa Kisch. Para a segunda fase, o objetivo é fazer a integração com os programas de saúde e qualidade de vida promovidos pela CPFL Energia, como o Corrida e Caminhada e o Alimentação Saudável.

O desenvolvimento do projeto também envolve controles de entregas e recebimento de EPIs, calibração, inspeção de segurança, aferição de equipamentos, treinamentos e outros módulos que permitem a interação dos colaboradores com os programas de segurança no ambiente de trabalho e de promoção da saúde. Isso valoriza o capital humano e influencia positiva e diretamente o clima organizacional do Grupo CPFL Energia.

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O impacto das novas tecnologias no mercado imobiliário

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Por Sergio Langer Sztokbant

Na última semana aconteceu em São Francisco, na Califórnia, o Inman Connect, um dos maiores eventos sobre vendas, marketing e tecnologia para o mercado imobiliário do mundo. Este ano o evento reuniu mais de 4.5000 participantes de vários países.

Um dos temas mais abordados nessa edição foi o impacto e a transformação que novas tecnologias terão no mercado imobiliário. Há poucos anos empresas como Uber, Netflix e Airbnb não existiam. Ninguém imaginava que entrar no carro de um desconhecido ou se encontrar com alguém que conheceu por um aplicativo virassem parte do nosso cotidiano.

É unanimidade nos Estados Unidos que o mercado imobiliário tem sido um dos setores mais afetados por essas transformações. Onde é possível atualmente colocar seu imóvel à venda online em poucos minutos através de empresas como Opendoor, Offerpad, Knock e mais recentemente o Instant Offers do Zillow, realizar uma visita a um imóvel através da realidade aumentada e pagar por eles usando “cryptocurrency” (moeda virtual baseada em criptografia), como bitcoins ou dogecoins, dentre tantas outras inovações tecnológicas.

Algumas dessas tendências podem ser modismo que desaparecerão rapidamente. Mas outras estão aqui para ficar. E as mudanças tecnológicas mais profundas como inteligência artificial e realidade aumentada – estão ainda no começo.

Ao mesmo tempo, a essência do mercado imobiliário permanece inalterada: pessoas comprando e vendendo imóveis, utilizando as melhores ferramentas e tecnologia disponíveis à disposição. Onde essas três áreas se cruzam – pessoas, imóveis e tecnologia – é onde as coisas começam a ficar mais interessantes.

É onde os negócios acontecem e se perdem, onde o papel do corretor imobiliário está mudando constantemente, onde milhões são feitos ou perdidos e onde as pessoas conquistam seus sonhos.

O mercado imobiliário está em transformação e a tensão está aumentando, enquanto muitos corretores estão disputando para ver onde se encaixarão no futuro. O cliente continua no centro da discussão, à medida que os processos continuam crescendo.

E o que se espera do corretor de imóveis daqui em diante é que ele ajude a construir valor para o cliente final, a partir da experiência e do conhecimento do que esse cliente deseja. A tecnologia é um facilitador que vai ajudar a concretizar mais vendas e atender melhor o público.

Sergio Langer Sztokbant é especialista em estratégia e vendas utilizando os canais digitais para o mercado imobiliário. É sócio e fundador da Hosher , uma das maiores agências digitais especializadas no mercado imobiliário do Brasil.

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Samsung e Anprotec graduam startups da segunda rodada do Programa de Promoção da Economia Criativa

Edição contemplou 12 startups e 10 incubadoras de todas as regiões do país, além de abranger diferentes áreas de atuação, como Realidade Virtual, Saúde e Educação Digital, Meio Ambiente, Wearables e Internet das Coisas

A Samsung, em parceria com a Anprotec, realiza hoje a cerimônia de graduação da Segunda Rodada do Programa de Promoção da Economia Criativa. O programa tem como objetivo incentivar projetos inovadores de tecnologia, bem como se aproximar da comunidade de startups de todo o Brasil. Para isso, oferece mentorias voltadas à criação de empreendimentos inspirados no modelo coreano de Cultura de Economia Criativa, desenvolvido na Coreia do Sul pelo CCEI Daegu.

No evento, que acontecerá na Escola de Negócios SEBRAE Alencar Burti, em São Paulo, as startups brasileiras Treevia, Phelcom, Biosmart, Easythings, Pixcube, Cubee, Meu Plano, Quanto Gastei, Flip, Stratos360, Evobooks e Flying Saci apresentarão seus projetos e contarão suas experiências ao participarem do programa, seus modelos de negócio, estratégias e tecnologias. O programa trouxe ainda três startups sul-coreanas, por meio do intercâmbio internacional mantido com o CCEI – Centro de Economia Criativa e Inovação da Coréia do Sul, que também irão expor suas soluções e tecnologias aos participantes.

Estarão presentes, além das startups, diretores e gestores da Samsung, da Anprotec e das incubadoras, membros do Centro de Economia Criativa e Inovação de Daegu – Coreia do Sul, representantes do governo brasileiro, investidores e agências nacionais de apoio ao empreendedorismo e inovação.

Programa de Promoção da Economia Criativa

“Este evento é uma grande oportunidade para que os empreendedores possam demonstrar suas soluções e proposta de valor aos executivos da Samsung e ao mercado em geral, com grande potencial de alavancagem de negócios para as startups, investidores e para a própria Samsung”, destaca Antonio Marcon, gerente de Pesquisa & Desenvolvimento da Samsung e coordenador nacional do programa.

Mais de 500 Startups se candidataram desde que o programa foi iniciado e atualmente mais de 20 incubadoras de todas as regiões do país estão capacitadas e habilitadas para operarem o programa, por meio da coordenacão nacional da Anprotec. Com o encerramento desta rodada o número de empreendimentos acelerados pela Samsung soma 20 startups, que receberam investimentos diretos de até R$ 250 mil em pesquisa e desenvolvimento de produtos e tecnologias.

3ª rodada: inscrições até 20 de agosto

A Samsung já está recebendo inscrições para sua terceira rodada de investimentos. Na próxima edição, o programa, que estimula projetos nas áreas de Mobilidade, Realidade Virtual, Saúde Digital e Educação Digital, Segurança da Informação, IoT e Fintech, entre outros, vai investir em mais 20 startups. A nova rodada conta ainda com parceria inédita da Embrapa, que incluiu a área de Agricultura Digital, com investimentos que podem novamente chegar até R$ 250 mil.

Os candidatos de todo o Brasil interessados em participar do programa podem realizar suas inscrições até o dia 20 de agosto no portal http://anprotec.org.br/samsung. Para se cadastrarem, as startups devem apresentar seus projetos de produtos ou serviços em uma ou mais áreas de interesse. As propostas submetidas serão avaliadas por uma banca especializada formada por comitês de executivos da Samsung, Anprotec, Embrapa e da rede de incubadoras credenciadas.

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Qual é a melhor escolha: desenvolvedor Android ou iOS?

Por Roberto Rodrigues

Já pensou em ser um desenvolvedor mobile e ter um salário que pode passar de R$ 12.500,00? Com persistência e conhecimento, é possível entrar nesse mundo e criar apps para os mais de 268 milhões de smartphones em uso no Brasil, segundo pesquisa FGV.

Muito promissor, o mercado apresenta salários interessantes, que variam de acordo com a experiência do profissional e a linguagem utilizada. Desenvolvedores iOS possuem uma média salarial maior que os profissionais especializados em Android. No entanto, o ponto positivo que tem levado muitos profissionais a escolherem a plataforma do Google é a versatilidade das linguagens utilizadas (que não se restringem apenas ao mobile) e a maior oferta de empregos.

Os salários dos desenvolvedores de iOS e Android são bem animadores, mas variam de acordo com o local de trabalho e a experiência do profissional. Para os especializados na linguagem Swift do iOS, a média inferior de remuneração fica em R$ 4.100,00, mas o valor pode chegar a R$ 12.500,00. No caso do Android, os salários são um pouco menores, mas mesmo assim continuam bastante expressivos. A média inferior fica em R$ 1.700,00, podendo chegar ao valor máximo de R$10.000,00.

Android x iOS

Vale comentar que o Android é o sistema operacional utilizado por 95% dos dispositivos (celulares, tablets, tv entre outros) vendidos até o final de 2016. A linguagem de programação Java é o principal dialeto utilizado para o desenvolvimento de aplicativos; podemos também destacar o C, C++ e a recém anunciada Kotlin como outros dialetos possíveis para o desenvolvimento. Com o Java além de aplicativos o programador poderá desenvolver projetos para desktop, web ou Internet das Coisas, com todas estas possibilidades

Já os fãs da Apple compraram cerca de 50 milhões de iPhones só no primeiro trimestre de 2017. Sua linguagem Swift, lançada em 2014, é altamente especializada e possui uma oferta salarial mais atrativa, principalmente devido ao número menor de profissionais especialistas no mercado.

Paixão pela criatividade

Ao questionar muitos dos profissionais que trabalham na área sobre o motivo de terem escolhido o desenvolvimento, uma resposta interessante aparece: a possibilidade de criar novos projetos. Quem já trabalhava antes com tecnologia, em áreas de TI, por exemplo, sempre estava às voltas com manutenção dos sistemas legados e raramente aconteciam novos projetos ou novidades. Não existe nada de errado com isso, é claro, mas muitos profissionais sonham com a possibilidade de desenvolver algo novo, trabalhar com a sua própria ideia e ver o seu aplicativo crescer.

Com o desenvolvimento constante da tecnologia, os programadores mobile podem se envolver em projetos cada vez mais arrojados. O que teremos daqui a 5 ou 10 anos no mercado? Não sabemos ainda, mas com certeza iremos depender cada vez mais do mobile. Hoje já existem sites e apps que nos ajudam a perder peso, controlar finanças, meditar ou até mesmo encontrar um banheiro público. No futuro, essas possibilidade serão muito maiores.

Entrar para o mercado de desenvolvimento mobile é entrar para um mundo que une tecnologia, raciocínio e imaginação. É solucionar problemas de forma criativa e estar sempre próximo ao que existe de mais atual. E não existe idade para isso: as habilidades necessárias para ser um profissional da área podem ser aprendidas em qualquer momento da vida.

Outro ponto importante é que este é um mercado que não é exclusivo para quem já trabalha com tecnologia: muitos profissionais de outras áreas estão conhecendo e se apaixonando por essa nova forma de trabalho. O seu conhecimento mais amplo, nesse caso, pode ser vital para criar um diferencial no seu app e conseguir o sucesso.

Por mais que a questão salarial e o crescimento contínuo do mercado sejam dois requisitos extremamente atraentes, eles não são os principais. A área mobile precisa de gente que gosta do novo, que aceita desafios e que deseja resolver problemas para a população. Ser um desenvolvedor mobile é trabalhar hoje já imaginando o que o futuro da tecnologia pode reservar. Garanto que é uma rotina muito interessante.

Roberto Rodrigues, CEO da Quaddro – centro de treinamento focado no universo mobile, sendo seus carros-chefe cursos de desenvolvimento de aplicativos em sistemas iOS e Android.

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Six Sigma Brasil oferece Programa de Compliance

Gabriela Duva, da Duva Advogados

Gabriela Duva, da Duva Advogados

Verificando sempre as necessidades de mercado, a Six Sigma Brasil apresenta um programa que visa prevenir e detectar condutas criminosas/ilegais e, também promover uma cultura que encoraje o cumprimento das Leis e uma Conduta Ética. Gestores de empresas, diretores jurídicos, auditores, diretores de RH entre outros profissionais de áreas correlatas são o público certo para o evento que vai abordar Pilares do Programa de Compliance, apresentado pela Gabriela Duva, da Duva Advogados.

Vale destacar que após a Lei Anticorrupção 12.846 de 2013, as empresas e executivos passaram a ter maior responsabilidade por suas ações. Ter um Programa de Compliance se tornou mais do que importante, mas obrigatório, uma vez que uma não conformidade pode gerar um impacto de uma penalização de até 20% do faturamento anual de uma empresa.

Venha entender o que é um programa de Compliance em uma empresa e, com isso, proteger pessoas e a instituição no dia a dia. O Compliance é um dos temas que mais cresceu no mundo corporativo, recentemente, e não pode ser trabalhado como um conjunto de atividades estanques. Ao contrário, deve estar alinhado aos objetivos estratégicos e integrado aos Sistemas de Gestão da organização.

Para saber mais sobre cursos e treinamentos que a Six Sigma Brasil oferece, acesse: http://www.leansixsigma.com.br

Six Sigma Brasil – Criada com objetivo de integrar organizações e profissionais e aperfeiçoar a eficiência e excelência na gestão das empresas brasileiras, agrega associados atuantes na comunidade brasileira de profissionais interessados em discutir, compartilhar, fomentar conhecimento e buscar oportunidades de trabalho.

Temas como liderança, planejamentos, equipes e prática em projetos são adicionados aos treinamentos preparatórios para certificações reconhecidas e capacitações profissionais na grade de treinamentos de Six Sigma, que abrange grande diversidade de públicos, horários e áreas.

Serviço:
Local: Centro de Treinamento Six Sigma Brasil/Acctiva
Endereço: Av. Paulista 1159 – 16º andar
Data: 30/08/2017
Horário: 08h30 às 12h30
https://www.leansixsigma.com.br/treinamentos/detalhes/?762

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Empresa facilita campanha mobile para PMEs

Uma plataforma inovadora está tornando mais simples a divulgação de produtos e serviços por meio dos smartphones no Brasil. De times de futebol, a restaurantes, lojas e clínicas, empresas brasileiras começam a ter na palma das mãos campanhas mobile rápidas, fáceis de fazer e a baixo custo. Até então, para uma comunicação eficaz das marcas pelo celular, PMEs precisavam contratar um programador, designer e redator – ou adaptar campanhas de outros meios para o celular – com baixa conversão e alto investimento.

168 milhões de aparelhos em uso no Brasil

Criada pela Louyt– empresa europeia que disponibiliza tecnologia de soluções em mobile marketing para mais de 24 países – a franquia conhecida como Plataforma ADA permite criar conteúdos 100% mobile, distribuir em diferentes canais e mensurar as campanhas em tempo real. É possível gerar, por exemplo, ações de storytelling, em que a pessoa pode virar a história como as páginas de um livro – bastante utilizada em catálogos, cardápios e em ações comemorativas.

Páginas de landing page possibilitam fazer pesquisas de satisfação, formulários dedicados e cupons e, o e-mail marketing é adaptado para interação mobile. Toda a interface é pensada para o engajamento pelo smartphone – de SMS, e-mail a redes sociais – considerando o tamanho da tela, tempo de exposição à campanha e o local dos clientes. No Brasil, a empresa atua por meio de franquias regionais, permitindo um atendimento próximo ao cliente.

“O smartphone já passa o desktop como o primeiro ponto de contato, principalmente no Brasil, onde são mais de 168 milhões de aparelhos em uso. Então as empresas precisam estar presentes, serem úteis e rápidas, exatamente onde seus clientes estão, no mobile”, diz Alexandre Ribas, CEO da marca.

De times de futebol a restaurantes

No país, os cases de sucesso se multiplicam. “Times de futebol lançam campanhas que atraem torcedores ao estádio e aumentam número de sócios, lojas rapidamente trazem clientes para suas promoções, restaurantes aumentam o ticket médio e mantém sua base de dados atualizada, interagindo diretamente com o cliente pelo smartphone”, explica a diretora de marketing no Brasil, Bruna Schwerz.

Uma companhia aérea espanhola, por exemplo, aumentou em 75% a taxa de resposta a sua pesquisa de satisfação após os passageiros receberem o formulário pelo smartphone assim que o avião pousava. “A atenção do consumidor está muito disputada. Para engajar o cliente, é preciso estar no canal certo, no momento certo, do jeito certo”, explica.

Plataforma ADA

A Plataforma ADA é um conjunto completo de produtos integrados para gerar o engajamento do cliente final. Ela foi projetada para que o usuário tenha um relacionamento forte e duradouro com seus clientes, permitindo que haja maior criatividade em seu manuseio e rapidez em suas publicações. Com ADA é possível criar, distribuir e mensurar soluções para qualquer tipo de negócio.

Mais informações sobre produtos

StoryTelling – Com essa ferramenta, é possível criar histórias com páginas ricas em conteúdo multimídia em que o público pode “folheá-las” como se estivesse lendo um livro.

Landing Page – Promove diferentes produtos e serviços no mobile, como pesquisas, formulários dedicados e cupons exclusivos. São nove modelos que permitem agilidade para envolver clientes instantaneamente, capturar dados e gerar leads com perfil já sabendo suas preferências.

Uppermail Mobile-Friendly – Uppermail é uma ferramenta 100% otimizada para todos os dispositivos mobile e é um excelente editor de web que permite em poucos passos a criação de campanhas de e-mail marketing profissionais com mobile-first approach.

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Braspag aposta em novo posicionamento com compromisso de simplificar compras

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A Braspag, empresa do grupo Cielo e líder em soluções de pagamentos para e-commerce na América Latina, acaba de definir o novo posicionamento da marca, baseado em dois pilares: simplificar compras e transformar a experiência de consumo. A mudança tem o intuito de alinhar a estratégia de inovação à simplificação do processo de compras para toda a cadeia do comércio eletrônico.

“Há um bom tempo deixamos de ser apenas uma empresa de meios de pagamento com a oferta de outros serviços. A Braspag cada vez mais aposta na inovação, atendendo às necessidades do nosso tempo, por isso é fundamental manter nosso posicionamento alinhado com o mercado”, explica do CEO da Braspag, Gastão Mattos.

O processo de construção do novo posicionamento, conduzido pelo time de RH, com o auxílio da consultoria especializada Lumo, levou cerca de quatro meses. “Toda a empresa foi envolvida nesse trabalho, desde entrevistas individuais com colaboradores até a aplicação de pesquisa online e workshops para captar as impressões, tanto do momento atual como do futuro. A partir daí, iniciamos a construção da nova missão e visão da companhia”, destaca a head de Recursos Humanos, Marcelle Jordão.

Com o apoio da agência Laika Design, a Braspag começou uma campanha de engajamento intitulada #Simplifique. A campanha incluiu uma série de iniciativas que resultaram no “Dia B” (Dia Braspag), evento principal onde foram apresentadas as novas diretrizes para todas as equipes no Rio de Janeiro e São Paulo.

Entre as iniciativas estavam a criação de atividades interativas para estimular a integração entre áreas e provocar a expectativa para o principal evento, o “Dia B”.

Com esta iniciativa, a Braspag também pretende lançar novos produtos alinhados à sua nova visão de mercado. As novidades serão anunciadas ao longo do segundo semestre deste ano.

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Abimaq/MG e CREA-Minas promovem seminário sobre Manufatura Avançada e a Indústria 4.0

A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq/MG) e o Conselho Regional de Engenharia a Agronomia de Minas Gerais (Crea-Minas) realizam na capital mineira o seminário: Manufatura Avançada, Inovação e a Indústria 4.0 , no dia 05 de setembro, das 8h e 17h.

O evento será um dia de imersão no assunto e contará renomados especialistas que mostrarão as novidades no cenário de pesquisa, inovação industrial e manufatura avançada em Minas Gerais e em todo o país. Eles vão abordar também os desafios e apresentar casos de empresas que tiveram sucesso na implantação da indústria 4.0, além de práticas, oportunidades e canais de incentivos disponíveis atualmente.

Entre os palestrantes confirmados estão os representantes da Abimaq, da Associação Brasileira de Startups (ABStartups), Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii), do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), do Sistema Mineiro de Inovação (Simi), da Virturian, da Forsee, da Tropos Lab, da Virtual CAE e da PwC Brasil.

Além de promover debates, o encontro proporcionará a oportunidade de networking aproximando engenheiros, pesquisadores, instituições financeiras, empresários do setor, entidades, universidades e estudantes, que possam atuar em colaboração através de um ecossistema de inovação.

O evento contará também com estandes das principais entidades e empresas, que apoiam a inovação, para o atendimento dos participantes. A entrada é gratuita, mas as vagas são limitadas. Informações pelo telefone (31)3281-9518 ou pelo e-mail srmg@abimaq.org.br.

Seminário – Manufatura Avançada, Inovação e a Indústria 4.0

Data: 05 de setembro de 2017
Horário: das 8h às 17h
Local: Crea-Minas (Av. Álvares Cabral, 1600. Santo Agostinho. Belo Horizonte/MG)
Inscrições: https://www.sympla.com.br/seminario-manufatura-avancada-inovacao-e-a-industria-40__170445
Informações: pelo telefone (31)3281-9518

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Perigo: o que está por trás do fim da TJLP – Por Germano Rigotto

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O Governo Federal está propondo a substituição da TJLP (Taxa de Juros de Longo Prazo) pela TLP (Taxa de Longo Prazo). A nova matriz muda especialmente o desenho dos empréstimos concedidos pelo BNDES, alinhando as taxas do banco público às cobradas pelos privados. O objetivo alegado é reduzir o custo do Tesouro Nacional com subsídios, o que, a médio e longo prazo, tenderia a derrubar universalmente os juros do país, aperfeiçoando a alocação de capital e dando maior suporte ao crescimento econômico.

A tese busca suporte fático no desvio de finalidade havido em muitos empréstimos do BNDES nos últimos anos. E isso de fato ocorreu: no governo Dilma, por exemplo, mais de R$ 600 bilhões foram utilizados ao banco para catapultar empresas ou disseminar a concessão de juros mais módicos. Companhias selecionadas e grandes conglomerados acabaram beneficiados com critérios pouco transparentes. Além disso, essas concessões não geraram resultados macroeconômicos significativos, em nada evitando que o Brasil ingressasse na recessão.

As razões, entretanto, são mais profundas do que essas. E os efeitos, na mesma linha, também estão subdimensionados pelos defensores da ideia. O fato é que o fim da TJLP põe abaixo qualquer sustentação para a construção de uma política industrial no país. Por outro lado, praticamente faz o BNDES perder o sentido da sua existência. Por fim, vai totalmente ao encontro de interesses de representantes do setor financeiro, que além de serem os maiores beneficiados pela mudança, sempre desejaram o fim do banco público de fomento. O que querem, na verdade, é que esses financiamentos migrem para suas carteiras de negócios.

A pretexto de corrigir distorções, que realmente ocorreram, o setor público estaria destruindo um dos mecanismos mais efetivos de ativação do desenvolvimento. Esta é daquelas medidas que, ao invés de curar a doença, acaba matando o doente. Ora, tirar o pouco oxigênio que ainda resta ao setor produtivo é exatamente jogar contra sua recuperação. Simples assim.

O impacto dessa alteração é significativo na indústria de bens de capital, por exemplo. Segundo João Carlos Marchesan, presidente da Abimaq (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos), na hipótese de alinhamento da TJLP com as taxas de mercado, o custo do financiamento produtivo subiria dos atuais 14,7% ao ano para 18%, o que corresponderia a um impacto de cerca de 10% no preço dos equipamentos. Não preciso dizer que esse custo, gradativamente, será repassado ao consumidor. Por trás desse manto de boas intenções, portanto, sai dinheiro da população e aumenta a remuneração do capital financeiro. E a desindustrialização só se agrava.

O ano de 2017 deverá fechar com apenas 15% do PIB em investimento. Ora, em vez de facilitar e promover a dinâmica do crescimento – tudo o que o país precisa neste momento –, a equipe econômica apresenta uma proposta que vai justamente no sentido contrário. E escreve aqui quem sempre elogiou os nomes e a capacidade técnica do atual time do Ministério da Fazenda e do Banco Central. Há muito mais acertos do que erros no pacote de ações que estão sendo tomadas, tanto que o ambiente de confiança, aos poucos, vem se recuperado. Mas também sempre ponderei e alertei que, ao lado do necessário ajuste fiscal, não poderíamos cair numa lógica meramente rentista ou financista – como quer o setor financeiro. Nesse caso em que aqui trago, é justamente isso que está acontecendo.

Que se investigue, profunda e transparentemente, todos os empréstimos concedidos pelo BNDES nos últimos anos. Concordo que há uma caixa-preta a ser aberta nesse meio, mas isso não pode ser pretexto para o fim do subsídio estatal às políticas de desenvolvimento. Como ocorre em quase todos os países desenvolvidos, quando o sistema de crédito privado não se dispõe a financiar investimentos com retornos sociais, é o setor financeiro público que desempenha essa função. Sem isso, não há política industrial. Como disse, esse é o sentido e a função relevante dos bancos de fomento – que devem ser protegidos por uma gestão séria e responsável.

Querem baixar os juros? Então que continuem reduzindo a Selic, pois a diminuição da taxa básica realmente implicará na queda de todo o custo do mercado. O que não dá para aceitar é que se aumente o financiamento da produção em troca de uma crença vã de que isso gerará diminuição de juros logo adiante. Precisamos ficar vigilantes e agir contra essa proposta. Afinal, é hora de promover o desenvolvimento, não de travá-lo.

Germano Rigotto é ex-governador do Rio Grande Sul, presidente do Instituto Reformar de Estudos Políticos e Tributários, membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social da Presidência da República e diretor de Ação Política da ABIMAQ

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Automação de operações de TI: a nova revolução do datacenter?

Por Leandro Lopes

De certa forma, a tecnologia de nuvem e a comoditização dos recursos computacionais vêm contribuindo para a democratização e para maior competitividade das empresas, permitindo que organizações de todos os tamanhos possam operar em alto nível, com plataformas escaláveis e elásticas.

Demonstrando essa tendência crescente de migração para a nuvem, principalmente às clouds privadas, a IDC está prevendo para este ano, um crescimento de 16,6% em infraestrutura para implantação de nuvem privada on-premises. Contudo, a nuvem privada sozinha não é capaz de atender à progressiva demanda de aplicações não planejadas de uma organização. Os desafios das equipes da TI giram em torno de suportar os negócios para que a empresa se torne cada vez mais competitiva e, ao mesmo tempo, realizar os desejos de gestores e usuários com necessidades de aplicações.

Para entregar essa lista de desejos aos gestores e aos usuários, acredito que simplificar o datacenter não basta, é necessário ir além e facilitar a maneira como as aplicações são entregues. Por isso, a compreensão e a adoção do conceito DevOps (metodologia de integração entre desenvolvedores e administradores de sistemas) é importante para fazer o delivery dessas solicitações.

As equipes de Desenvolvimento de Software e de Operação precisam trabalhar juntas a fim de encontrarem processos e ferramentas comuns que ajudem as duas áreas, seguindo o próprio fundamento do DevOps – que foi desenhado para automatizar as fases sequenciais do ciclo de vida de uma aplicação, tais como: construir, testar, implantar, escalar, promover o failover, recuperar etc.

A automação permite às organizações evoluir e elevar a velocidade dos produtos a uma capacidade infinitamente mais rápida do que processos tradicionais de desenvolvimento de software e de gerenciamento da infraestrutura. Dentre os benefícios básicos da automação de processos de TI estão: a eliminação de tarefas repetitivas, diminuição do tempo de resposta, redução de riscos com gestão constante e precisa. Isso sem falar do resultado de uma engenharia baseada em rápido aprendizado.

As equipes que adotaram em suas infraestruturas um modelo DevOps permitiram às empresas entregar ambientes de desenvolvimento completos várias vezes ao dia. A Sirion, uma empresa de gestão de contratos, entrega novos ambientes pelo mundo 5x mais rápido com a solução Calm.io, uma empresa de automação de aplicação e gerenciamento de ciclo de vida que adquirimos no ano passado. Com a automação dos processos, a empresa consegue implantar código confiável e instantaneamente pelo mundo através do ambiente na nuvem hibrida, resultando em zero erros e no consequente tempo de atividade de 99% para as aplicações voltadas aos clientes. Para a Druva, empresa de gestão de informação na nuvem, o Calm.io ajudou a otimizar os esforços de Desenvolvimento/QA, permitindo a implantação do ambiente de produção em KVM, reduzindo o tempo gasto por implantações de 1 dia para 15 minutos.

A adoção do DevOps para a automação de aplicações agrega vantagens a curto e a longo prazo, como ser replicável, auditável, com baixo risco de implementação e rápida interação de ciclos de vida de um produto. Esse tipo de solução é a nova revolução dos datacenters para conquistar redução do tempo de resposta e o apoio às novas demandas relacionadas às aplicações.

Alguns institutos de pesquisa como o Forrester e a IDC, em estudos relacionados a DevOps, mostram claramente que esse movimento vem promovendo revoluções organizacionais globalmente, dando origem a organizações de alto desempenho, que já estão colocando código em produção com agilidade muito maior e com taxas de falhas bem menores em relação ao mercado. Porém, a transformação organizacional começa pela cultura da empresa e as lideranças devem operar como verdadeiros agentes de mudanças para que o DevOps consiga ser utilizado como se deve. Portanto, mais do que uma tecnologia, o DevOps pode ser interpretado como uma nova cultura que impacta positivamente a estrutura organizacional e a área de TI.

Leandro Lopes é gerente geral de Pré-Vendas da Nutanix para a América Latina

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